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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
CAMPUS COLATINA
COORDENADORIA DE CONSTRUÇÃO CIVIL

CURSO: TÉCNICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO
COMPONENTE CURRICULAR: TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES – 2009-2

Notas de Aula – SONDAGEM
As obras civis só podem ser convenientemente projetadas, depois de um conhecimento
adequado da natureza e da estrutura do terreno em que vão ser implantadas. Em obras
onde os solos aparecem como material de construção, como é o caso de aterros e
barragens, devem ser conhecidas também as características geotécnicas dos solos dos
empréstimos.
As obras de maior porte exigem um melhor conhecimento dos solos envolvidos. A história
da Engenharia Civil registra casos em que a inobservância de certos princípios de
investigação ou mesmo a negligência diante da obtenção de informações acerca do
subsolo, tem conduzido a ruínas totais ou parciais e prejuízos incalculáveis, não só de
tempo como de recursos para recuperação das obras (Figuras 1a,1b).
Não há como fugir da realidade imposta pela natureza do terreno. Somos obrigados a
aceitá-lo como ele é: suas qualidades e seus defeitos. Daí a ênfase que se vem dando, na
engenharia a questões correlatas ao solo. Assim sendo, nunca deverá se decidir sobre
uma construção sem o conhecimento dos resultados das pesquisas do subsolo. Já
existem casos em que a pressa de construir e o abandono das precauções desse
conhecimento levaram a demora na entrega da obra, quando não a desastres completos.
Ainda há casos em que os construtores foram obrigados a pesquisas do subsolo às
pressas, durante a execução da obra sujeitando-se a surpresas desagradáveis, que
levaram a modificar projetos, comprometendo o andamento da edificação.
A capacidade de carga e a deformabilidade das camadas de um solo não são constantes.
Sob os efeitos de cargas externas todos os solos, em maior ou em menor proporção, se
deformam. Quando tais deformações forem diferenciadas ao longo das fundações,
tensões de grande intensidade serão introduzidas, podendo causar deformações na
estrutura da edificação e o aparecimento de trincas, comprometendo sua estética,
estabilidade e durabilidade.
Em função da dificuldade de se prever a real
distribuição de pressões em um terreno, o
estudo correto de sua capacidade de carga
e dos recalques1 diferenciados somente
pode ser feito com um programa de
investigações de campo, realizado através
de sondagens de reconhecimento. Assim, o
resultado das sondagens, possibilita a opção
pelo tipo de fundação mais adequado e
pelas exigências de seu dimensionamento
ou, até mesmo, pela necessidade de
Figura 1a Figura 1b estudos geológicos mais aprofundados.
Torre de Pisa-Itália

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Prédio Santos-SP

fenômeno que ocorre quando uma edificação sofre um rebaixamento devido ao adensamento do solo sob
sua fundação.

Profª Alessandra Savazzini Reis

quando a obra é de grande porte ou quando se quer tirar proveito de todas as características do subsolo. servindo tanto para o início de uma prospecção ou para complementação da exploração.5% a 1.O custo de um programa de prospecção geotécnica representa 0. Neste tipo de reconhecimento. São métodos de pesquisa de campo: • Investigação de superfície: obras de pequeno porte. níveis de água e materiais. ou a medida “in situ” de certas propriedades específicas.3-Especiais São feitas quando se quer medir ou observar somente uma única e determinada propriedade do solo. suas profundidades e espessuras e suas consistências2 e compacidades3. profundidade do lençol d´água e profundidade da rocha. compressibilidade e permeabilidade. obtêm-se informações exatas sobre profundidade.1-De simples reconhecimento São executadas quando se quer identificar somente a natureza das diversas camadas que constituem o solo.2-De coleta de amostras indeformadas Quando se pretende determinar as propriedades tecnológicas do solo este deve ser feito por meio de ensaios em corpos de prova provenientes de amostras indeformadas. Convém 2 3 Facilidade de moldar o solo.0% do valor total da obra. espessura. Não substitui a perfuração. Profª Alessandra Savazzini Reis . • Ensaios de penetração: determina a resistência do solo. 2-Etapas da investigação do subsolo: 2. através de ensaios de campo e de laboratório utilizando técnicas de prospecção e amostragem. apenas as sondagens de reconhecimento são suficientes. visando determinar suas características de resistência. Amostras indeformadas são aquelas que mantêm a umidade. para definir um quadro geral das condições do local onde a obra será instalada. fundações diretas.: Figura 2 – Camada crítica de solo argila mole). Esse material pode ser usado quando se necessita obter informações detalhadas de camadas críticas (ex. é necessário a retirada de amostras indeformadas para ensaios em laboratório. Capacidade do solo perder vazios. inclinação. espessura. 1-Análise Prévia do Solo Tem por finalidade obter com maior precisão as propriedades físicas e mecânicas do solo. 2. depende da umidade. 2. No que se refere à resistência e compressibilidade do solo as informações obtidas são aproximadas. • Perfurações e amostragem: identifica posicionamento. Na maioria dos casos. extensão e composição de cada camada do solo. Entretanto. A amostragem para ensaio determina a composição do solo. a densidade e a estrutura naturais do solo e que servem para ensaios de laboratório.

enrocamento. suas propriedades de engenharia mais significativas e condições do lençol d´água. nas quais se determina a natureza das formações locais. c) Estruturas naturais de solos ou rochas (ex. espaçamento de juntas.3. barragens de terra. 3. área em planta. e) a coleta de amostras indeformadas. Alguns serviços executados em terreno firme tornam-se impossíveis ou extremamente onerosos se previstos para serem realizados em água. profundidade e espessura de cada camada de solo identificado. poderão indicar. presença de falhas e ação do intemperismo ou estado de decomposição. ou quando o laboratorista tiver ciência de como elas foram colhidas. em termos gerais. túneis e condutos enterrados).: muros de arrimo. a natureza dos solos.Tipo da estrutura e seus problemas específicos Para fins de investigação do subsolo. os tipos de rochas que serão encontrados.Condições geológicas da área As informações obtidas de mapas geológicos. 3.lembrar que as informações dadas por um laboratório só tem valor se as amostras indeformadas forem retiradas e acondicionadas de maneira impecável. São elas: a) investigações de reconhecimento. fotografias aéreas ou de satélites e reconhecimentos expeditos no campo. 3. bases e sub-bases de pavimentos). as estruturas podem ser divididas em três categorias: a) estruturas para as quais o problema básico é a interação da estrutura com o solo (ex. sendo que cada uma destaca os problemas que requerem investigação na seguinte. b) a compacidade dos solos granulares e a consistência dos solos coesivos.Formas de proceder em função da natureza da obra A fase de planejamento. as propriedades dos materiais usados na construção são necessárias para determinar o comportamento da própria estrutura (ex. a característica dos subsolo e define-se a área mais adequada para a construção.: aterros rodoviários. d) localização do nível d´água e a quantificação do artesianismo. se existir. será função dos seguintes fatores: 3. planos de acamamento. conhecendo suas limitações. profundidade e espessura de cada estrato rochoso. que pode determinar o sucesso de um projeto.Informações exigidas no programa de investigação do subsolo: As informações básicas que se busca num programa de exploração do subsolo são: a) a área em planta.Características do local a investigar As condições físicas da área a investigar são também decisivas na escolha de um programa de investigação. 4 Parte da geologia que estuda a constituição das rochas Profª Alessandra Savazzini Reis . 4.1. que possibilitem quantificar as propriedades mecânicas do solo (compressibilidade. permeabilidade e resistência ao cisalhamento). estacas-prancha. tais como: litologia4.: encostas naturais e os taludes de cortes). c) a profundidade do topo da rocha dos solos granulares e suas características. b) estruturas onde além da interação da estrutura de terra com o terreno.2. Uma investigação completa é realizada em diferentes etapas. mergulho e direção das camadas.

¾ Determinação da espessura das camadas.2 t. 5-Determinação do número de furos de sondagens A quantidade mínima de furos de sondagem para prospecção geotécnica deve ser de: • Até 1200 m².0 1.5 2. Para estruturas de concreto armado.0 6. 1 furo para cada 200 m² de projeção de área construída. É realizada por empresa especializada com acompanhamento de um engenheiro de solo e um geólogo. • 3 para áreas até 400 m². Para valores maiores que 20 t/m² a profundidade dependerá de cada caso em particular. quando surgem problemas não previstos nas etapas anteriores. Tabela 1: Valores de C para cálculo da profundidade dos furos de sondagem Profundidade = C x K Pressões Até 10 t/m² De 10 t/m² até 15 t/m² De 15 t/m² até 20 t/m² C 1.Sondagem geotécnica Sondagem é um exame realizado para reconhecimento do subsolo. acrescentar 1 furo para cada 400 m². Profª Alessandra Savazzini Reis . realizadas nos locais indicados na etapa anterior.b) explorações para ante-projeto. Os furos não devem ser alinhados e sim em zigue-zague de maneira a permitir a extrapolação das seções do subsolo. d) explorações durante a construção. consistência. • Em qualquer circunstância o número mínimo de furos será: • 2 para áreas até 200 m². visando a resolução de problemas específicos do projeto de execução. • De 1200 até 2400 m². permitindo a escolha de soluções e o dimensionamento das fundações. ¾ Determinação da compacidade. c) explorações para o projeto executivo. A distância entre eles não deve exceder a 25 m. algumas destas etapas podem ser dispensadas. além dos técnicos. destinadas a complementar as informações geotécnicas disponíveis. • Acima de 2400 m² o número de furos será fixado para cada caso particular. ¾ Informações sobre água no subsolo. Existem alguns requisitos técnicos a serem preenchidos pela sondagem: ¾ Determinação do tipo de solo. Essas informações irão determinar o tipo de fundação mais adequado para uma área. A profundidade dos furos de sondagem não deve ser inferior a um valor limite dado pelo produto da menor dimensão do retângulo de menor área circunscrito a planta da edificação (K) por um coeficiente C que varia em função da taxa média sobre o terreno (peso da obra dividido pela área da construção) (Tabela 1). Dependendo do vulto da obra e de condições peculiares. o peso do m² por pavimento é de 1.

Limitação do método: a profundidade é limitada pela ocorrência do lençol freático. Cross Hole – (geofísico) determina o módulo de cisalhamento máximo do solo.Penetrômetro ligeiro – determinado através do nº de batidas para que uma sonda penetre 10cm no solo informa sobre compacidade e consistência de solos. . Este processo é o mais simples quando se quer conhecer a natureza dos terrenos de boa consistência.5 m.Tipos de prospecção geotécnica Os métodos de prospecção do solo para fins geotécnicos classificam-se em: diretos e mecânicos.Poços . permitindo prever e avaliar quantitativamente os recalques.Tipos de ensaios realizados na prospecção geotécnica CPT . ou quando o terreno não possui consistência. . balde e sarrilho.Poços Profª Alessandra Savazzini Reis .Equipamentos usados: pá. não sendo economicamente aconselhado quando se tem que descer a mais de 3 m. explosivos.Consiste na abertura de poços com diâmetro de aproximadamente 1. vibrações). através de valores de comparação obtém-se medidas empíricas de compacidade e consistência da camada. picareta. permitindo a observação “in loco” das diferentes camadas. utilizado para viabilizar carregamentos dinâmicos (tráfego. caracteriza a deformabilidade do solo. Os principais são: 8. São medidas a força de compressão aplicada e a deformação correspondente. para que sua cápsula seja comprimida contra as paredes da perfuração. Vane Test . SPT .1.Ensaio de Palheta – está regulamentada pela NBR 10905.1. DTM . As condições de resistência podem ser avaliadas empiricamente pela maior ou menor facilidade na escavação (Figura 3). consistência do solo e permite a coleta de material para análise.Standard Penetration Test – determina a compacidade.1.Cone Penetration Test – é medida o MPa e o atrito lateral sobre a sonda hidráulica. DPL . como também a extração de boas amostras (deformadas ou indeformadas). pois exige escoramentos e outros trabalhos que encarecem o mesmo. máquinas industriais. Figura 3 . 8. É utilizado para solos moles que não receberam cargas anteriores.Ensaio dilatométrico – é introduzida uma sonda em uma perfuração já existente. Ensaio Pressiométrico – determina parâmetros de rigidez (cisalhamento e elasticidade) . determina a resistência ao corte do solo não drenado. 8.7.Métodos Diretos Consistem em qualquer conjunto de operações destinadas a observar diretamente o solo ou obter amostras ao longo de uma perfuração.

Métodos mecânicos 8.Este método permite a classificação das camadas do solo através da retirada de amostras. solos abaixo do nível d´água e areias muito compactas. tubo de revestimento. • Determina a profundidade do lençol freático. . Seu emprego fornece as seguintes vantagens principais: • Tem custo relativamente baixo. Figura 5 – Trados É basicamente utilizado para retirar amostras amolgadas em jazidas. • É de fácil execução e possibilita trabalho em locais de difícil acesso.2.1.3. Figura 4 – Trincheira 8.Trincheiras .Este processo tem por objetivo verificar as características das camadas dos solos através de uma exposição contínua das mesmas.2. martelo para cravação. A cada 5 ou 6 rotações. haste de aço para avanço.2.1.Sondagem à percussão com circulação de água – SPT É o ensaio mais executado na maioria dos países.Equipamentos usados no método: tripé. conjunto motor-bomba para circulação de água. pedras ou matacões. locais de pedreiras. forçando-se o trado para baixo. área de empréstimo. • Permite coletar amostras de diferentes profundidades. bem como avaliar a profundidade e espessura das várias camadas. através da maior ou menor dificuldade de cravação. materiais e ferramentas acessórios (Figuras 6 e 7). amostrador padrão. No Brasil foi normatizado pela NBR 6484/1988 – Execução de sondagens de simples reconhecimento.Limitações do método: camadas de pedregulhos.Equipamento usado no método: escavadeira. trado concha e espiral. É um processo rápido e econômico para as investigações preliminares das condições geológicas superficiais. além de dar uma noção da resistência pela maior ou menor dificuldade de escavação (Figura 5). ao longo de uma encosta natural.Trados manuais . . trépano ou peça de lavagem. • Fornece indicação sobre a consistência ou compacidade dos solos.1. determinar o nível do lençol d´água e identificar mudanças de camadas.8. etc. é preciso remover a broca para retirar o material acumulado que é colocado em sacos devidamente etiquetados. A perfuração é feita com os operadores girando a barra horizontal acoplada à haste vertical que possui uma broca na extremidade. Profª Alessandra Savazzini Reis . 8. (Figura 4). .

c) Ensaio de penetração dinâmica Consiste na cravação do amostrador no solo através de quedas sucessivas do martelo de 65 kg com altura de 75 cm.00 abertura 55 ensaio 45 ensaio 45 abertura 55 guia amostrador Figura 7 – Detalhes da sondagem SPT b) Amostragem Até 1 metro. Figura 6 – Sondagem SPT operador peso 0. Durante a perfuração anota-se: a profundidade de mudança das camadas. a amostra será tirada com o trado cavadeira. Nas operações subsequentes.A execução da sondagem compreende: a) Processo de perfuração A perfuração é iniciada com o trado cavadeira até a profundidade de 1 m. instalando-se o primeiro segmento do tubo de revestimento. a cada metro. até que se torne inoperante ou até encontrar o NA. Profª Alessandra Savazzini Reis . Este índice é a soma do número de golpes para que o amostrador penetre 30 cm no solo após os 15 cm iniciais. utiliza-se o trado espiral. verificando-se assim a resistência do solo medida através dos índices SPT (IRP). Passa-se então para o processo de perfuração por circulação de água no qual. a mudança de cor dos materiais e a profundidade do lençol d´água. Posteriormente. O IRP (Índice de Resistência à Penetração) fornece uma indicação preliminar da consistência ou compacidade das camadas do solo (Tabela 2). são coletadas por meio de amostrador padrão. usando-se o trépano de lavagem como ferramenta de escavação remove-se o material escavado para circulação da água realizada pela bomba.

caindo de uma altura de 75cm. Escolha do tipo de fundação: é baseada nos perfis individual e longitudinal do solo.40 0.22 – 0. Tem por finalidade obter testemunhos (amostra da rocha) e identificar descontinuidades do maciço rochoso.45 – 0.20 0.60 – 1.0 6.0 Sapata Sapata quadrada contínua 0.60 d) Resistência à Penetração O Índice de Resistência à Penetração é determinado através do número de golpes do peso padrão.60 4.0 – 2.Sondagem rotativa São usadas quando se chega a uma camada de rocha ou quando no curso de uma perfuração se encontra solo de alta resistência (blocos ou matacões de natureza rochosa).45 0.0 – 4. considerando-se o número necessário à penetração dos últimos 30cm do amostrador.0 – 6.80 3. 8.22 0. A Tabela 3 apresenta a relação entre IRP e as taxas admissíveis.80 – 3. a interpretação visa a escolha dos tipos de fundações. Estimativa da taxa admissível do terreno: dependendo da importância da obra e da experiência acumulada na região pode ser correlacionada com a consistência e a compacidade dos solos. Este teste é conhecido como SPT (Standart Penetration Test).2.Tabela 2: Consistência ou compacidade dos solos em função do IRP Interpretação dos resultados: Na maioria dos casos.30 – 0. a estimativa das taxas admissíveis no terreno e dos recalques das fundações.0 2.60 0.30 0.80 2.20 – 2.90 1.2.0 1.40 – 4. Tabela 3 – IRP e taxas admissíveis Solo Areia Argila Designação Fofa Pouco compacta Mediamente compacta Compacta Muito compacta IRP 4 5 – 10 11 – 30 31 – 50 50 Muito mole Mole Média Rija Muito rija Dura 2 3–4 5–8 9 – 15 16 – 30 30 Tensões admissíveis (kg/cm²) 1.80 1. Os projetistas empregam o IRP da sondagem à percussão.0 4.90 – 1. Profª Alessandra Savazzini Reis .

Área do terreno: a. • diâmetro do tubo de revestimento. indicando seus diâmetros internos e externos. A seguir exemplos de localização de pontos de sondagem (Figura 8): Profª Alessandra Savazzini Reis .Distribuição dos pontos de sondagem Os pontos de sondagem devem estar distribuídos de modo a cobrir toda a área a ser examinada. • indicação do número de golpes para penetração do amostrador nos três trechos de 15 cm. No mínimo 3 furos para determinação da disposição e espessura das camadas.Furos de sondagem do subsolo 10. a distância entre os pontos de perfuração devem estar entre 15m e 25m.Sondagem mista É aquela que é executada à percussão em solos e por meio de sonda rotativa nos materiais impenetráveis à percussão. Área a ser construída (Tabela 4): Tabela 4 – nº sondagem x área construída 2. • características do amostrador.1. 10. • classificação do material. usando terminologia de rocha e solos. b. • nome da firma executora da sondagem e do cliente.Apresentação dos resultados Os dados obtidos são apresentados em relatórios próprios. 2 furos para terrenos até 200m².8. constando: • data de início do furo da sondagem. c. • localização da obra e descrição dos serviços executados.2. • profundidade do lençol de água. • cota da borda do furo de sondagem em relação à um RN previamente escolhido.3.2. E devem ter profundidade que inclua todas as camadas do subsolo que possam influir no comportamento da fundação. Critérios: 1. 3 furos para terrenos entre 200 a 400m². 10. 9. • posição das amostras numeradas. evitando que sua locação seja em linha reta e que fiquem distantes dos limites do terreno.Determinação da quantidade de furos a executar Os pontos de sondagem devem ser distribuídos na área a ser estudada.

nas respectivas cotas. bem como a data da medição.3. Figura 9 . A posição do nível d´água também é indicada. Observar as informações contidas na planta de locação das sondagens (Figura 9).Locação dos furos de sondagem 11.Perfil de Sondagem do subsolo Os dados obtidos em uma investigação do subsolo são normalmente apresentados na forma de perfil para cada furo de sondagem (Figura 10). Profª Alessandra Savazzini Reis . No perfil do subsolo as resistências à penetração são indicadas por números à esquerda da vertical da sondagem.Locação dos pontos de sondagem A posição dos pontos de sondagem é amarrada topograficamente e apresentada numa planta de locação bem como o nível da boca do furo que é amarrado a uma referência de nível bem definida.Figura 8 – Pontos de sondagem 10.

htm. Acesso em 10/08/2009. 2009. Site:http://www.inf. IFES.novomilenio. Profª Alessandra Savazzini Reis .Figura 10 – Perfil de sondagem Referências bibliográficas: Notas de aula profª Alessandra Savazzini e profª Georgia Serafim Araújo.br/santos/h0236.