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XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE

AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC - 2013

I.

RESUMO:

Trata a perícia da determinação dos prejuízos impostos a uma área
de terras, em decorrência de instituição de servidão de passagem.
Em campo, não haviam sido iniciadas as obras de urbanização, por
ocasião da implantação da faixa de servidão, mas a área fora objeto de
parcelamento e aprovação de loteamento urbano pela Prefeitura Municipal.
No Cartório de Registro de Imóveis haviam sido abertas matrículas para os
lotes, alguns caucionados ao Município para garantia da execução das
obras de infraestrutura do loteamento, bem como doadas áreas para
utilizações públicas.
Os lotes vinham sendo tributados, há nove anos, para fins de IPTU.
Indicaremos o valor de mercado com a servidão fracionando lotes
(situação legal), e cruzando a gleba (situação de campo).
Constata-se que foram atingidos 64 lotes, total ou parcialmente. Da
forma como a faixa de servidão cruza o Loteamento, em diagonal, há
impossibilidade técnica de ajustar os projetos do loteamento de forma a
isolar a faixa de domínio implantada, ou de redução das obras de
infraestrutura.
Havia glebas lindeiras disponíveis, mas fato é que, como se verá, o
custo decorrente dessa implantação sobre lotes urbanos eleva doze vezes
a indenização por limitações de uso parcial, desvalorizações,
encravamentos e inviabilização de lotes.

II.

FAIXA DE SERVIDÃO EM LOTEAMENTO NÃO
IMPLANTADO – É GLEBA OU LOTE?

Trata a avaliação da determinação em valores de mercado dos
prejuízos impostos à área de terras de uma propriedade, localizada às
margens de estrada federal, em região metropolitana, em decorrência da
instituição de servidão de passagem sobre a área que lhe é titulada.
O Decreto nº 0001, de 29 de fevereiro de 1997, tornou de utilidade
pública, para fins de constituição de servidão de passagem, uma faixa de
terras no Município, com extensão de 23.456,33 metros, para a realização
das obras, e dentre elas, na propriedade aqui estudada.
Conforme memorial descritivo, a área abrangida situa-se entre as
estacas nº 550 e 605, perfazendo a área de servidão de 24.505,46 m²,
podendo ser assim descrita:
Ao norte, divide-se com terras da propriedade da Companhia, por
uma cerca reta, medindo 30,00 metros entre os pontos nº 7 e 8, distantes,
respectivamente, 105,00m e 82,00m, ambos ao nordeste da estaca inicial.
A nordeste e sudoeste divide-se com terras de propriedade atribuída
à Companhia, por duas linhas retas, afastadas 11,00 metros para cada
lado do citado eixo, medindo respectivamente, 1.000,00 metros entre os
pontos nº 5 e 6, e 1.100,00 metros entre os pontos nº 13 e 14.
Ao leste, divide-se com terras de quem de direito, por uma cerca reta,
medindo 38,00 metros entre os pontos nº 15 e 16, distantes,
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respectivamente, 24,00m ao sudeste da estaca nº 550, e 20,00m ao sul da
estaca nº 551.
Na zona em estudo localizam-se sítios de lazer e glebas de utilização
predominantemente agropastoril. O desenvolvimento das propriedades
rurais vem ainda dando espaço à urbanização, especialmente das áreas de
terras situadas junto às margens da estrada federal, como a avalianda, e
nas demais cidades circunvizinhas da região.
Certamente, a servidão instituída em glebas, ou seja, áreas de terras
não urbanizadas tendem, em tese, a representar um custo
significativamente inferior ao destas urbanizadas.
No caso em estudo, as obras para a implantação da servidão na área
da Companhia, foi tecnicamente escolhida como se fosse gleba, baseada
em inspeções de campo, , onde não haviam sido iniciadas as obras de
urbanização.
A zona na qual se insere a área avalianda é de atividades rurais,
loteamentos populares e, mais recentemente, de loteamentos de médio
padrão.
Importante, todavia, ressaltar que o imóvel aonde foi implantada a
servidão (24.505,46m²), possui acesso asfaltado desde a rodovia federal
situando-se a aproximadamente três quilômetros do centro da região
estudada, possuindo os serviços de rede energia elétrica, telefônica,
drenagem em rodovia federal asfaltada, com quatro pistas de rolamento,
linhas de transporte coletivos intermunicipais e interestaduais.
Sobre a faixa de terras objeto da servidão não havia benfeitorias
valorativas.
A implantação da faixa de servidão de passagem cruzando o imóvel,
subdivide-o em duas frações, se considerarmos o pleno uso.
O todo maior corresponde a uma gleba de terras com 55,9235
hectares situada à margem da rodovia tendo sido objeto de parcelamento e
aprovação de loteamento urbano pela municipalidade, há quase uma
década, possuindo, conforme pesquisas que fizemos:
 Projeto de pavimentação (sem aprovação)- EMF Ltda. –
novembro 1984;
 Planta geral de Parcelamento (aprovado)- Heiner- 8/11/1983;
 Restituição de Aerofoto (1:5.000 aprovado) – 8/11/1983;
 Levantamento Planialtimétrico c/ vegetação (aprovado) –
Heiner- 8/11/1983;
 Sistema viário e altimetria (aprovado)- EMF Ltda.- 8/11/1983;
 Perfis Longitudinais das Ruas (aprovado)- EMF Ltda.;
 Locação e nivelamento dos eixos das Ruas (aprovado)Heiner- 14/8/1989;
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 Levantamento
Heiner;

topográfico

Planialtimétrico

(aprovado)

 Estudo preliminar de uso das áreas (aprovado)- Heiner;
 Detalhe de pavimentação (aprovado)- EMF Ltda.- 14/8/1986;
 Planta Geral de Arborização (aprovado)- Werner- 14/8/1986;
 Memorial descritivo Urbanístico- Heiner- 30/5/1989;
 Projeto do sistema de abastecimento água- Metrosan18/1/1989;
 Projeto de rede de esgoto pluvial- Metrosan- 12/10/1989;
 Projeto de eletrificação de Alta tensão e Baixa tensãoTorrense- 04/4/1989.
Portanto, o projeto urbanístico, bem como todos os projetos
complementares foram consultados e analisados, eis que se encontram no
arquivo técnico do Município. No local diligenciando, verificamos que a
municipalidade tributa os lotes para fins de IPTU desde 1992, além de
possuir caucionados outros lotes para garantia da execução das obras de
infraestrutura do Loteamento. Assim, poderia ter sido evitada a instituição
de servidão sobre esta área, eis que há glebas lindeiras, sem os custos
decorrentes das interferências com estes investimentos.
Portanto, consultas ao Cartório de Registro de Imóveis da Comarca
permitem assegurar a situação legal de loteamento e, assim sendo, a faixa
de servidão, intercepta 64 lotes matriculados, eis que cruza a área
praticamente na diagonal do loteamento.
Essa implantação sobre lotes urbanos provoca limitações de uso tanto
parcial, em alguns lotes, com desvalorização da área remanescente, como
total, caso em que se sugere indenização integral dos lotes.
Os critérios para a análise da situação de cada lote são aqueles
utilizados pela Petrobrás de autoria do engenheiro Hamilton Leal Cazes, de
ampla aceitação no meio forense, estando descritos a seguir.
A servidão já implantada sobre a área do loteamento, cujas obras de
infraestrutura não tinham sido iniciadas, foi realizada conforme planta e
detalhes anexos.
Isto permitiu analisar, lote a lote, as limitações decorrentes da
implantação da faixa de servidão e quantificar os prejuízos delas
decorrentes.

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variável qualitativa. ondulado ou acidentado. sem benfeitorias. d). para a área. 1. que indica se o imóvel possui relevo plano. Os critérios adotados são aqueles previstos nos itens a). expressa em Km. conforme critérios técnicos adiante expostos.2013 1) AVALIAÇÃO: Indicamos o valor da área avaliada tanto como lotes (situação legal).  POSIÇÃO. sugere a aplicação de coeficientes de uso de servidão. como segue: 4 . a qual embora sofra restrições ao pleno uso. e) e f). que explicam a variação dos preços praticados na região. sendo enquadrados ao nível rigoroso de avaliação. expressa em hectares. c). expressa nos conceitos de 1 a 5. Foram pesquisadas 31 glebas. tratando-se de servidão de passagem em faixa de terras particulares. a fim de obter a estimativa de valor da fração de terras atingida pela servidão de passagem. NBR-5676. no Município em estudo.33.1) AVALIAÇÃO DA ÁREA COMO GLEBA: Em cumprimento aos preceitos normativos para avaliação de glebas foi utilizado o método comparativo de dados de mercado preconizado pela da Norma Brasileira para Avaliação de Imóveis. variável quantitativa.49 a R$ 40. referente à atratividade quanto a melhor posição geográfica no Município. b). variável qualitativa.XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC . CÁLCULO DE SERVIDÃO COMO GLEBA: Este valor unitário adotado. eis que inexistiam arruamentos e obras de infraestrutura iniciadas. O valor unitário médio da área assim obtido é de R$ 35. como gleba (situação de campo).  DIST/ASF. variável quantitativa. Dentre as variáveis independentes estudadas.315.85 com intervalo de confiança de R$ 31.732. mostraram-se estatisticamente importantes:  ÁREA DO IMÓVEL. permanece na propriedade dos mesmos.  TOPOGRAFIA. Os parâmetros estatísticos do modelo observado e cálculos encontram-se na memória anexa e foram tratados pela estatística inferencial.773. que indica a distância ao asfalto.

46m². b) PERCENTUAL DE COMPROMETIMENTO: Corresponde ao percentual obtido pelo quociente entre a faixa de servidão e a área total da propriedade.46 (m²) Onde tem-se: PS = (24. (POSSÍVEIS) A1 = 24.9235 hectares. atribuindo as mais prejudicadas um grau de relevância maior que as demais.505. subdivididas em quatro grupos. o percentual de servidão admitido é de 35%. Área total da propriedade (em hectares) 55 a 65 Percentual de servidão (PS) 45 % Sendo a área original de 55. PS = 30% 5 .XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC . o percentual de servidão adotado será de 45%. tem-se: PS1 = 30%. considerando as diferentes culturas e coberturas vegetais existentes. Área da Faixa/Área total da propriedade (AF/AT) em % 2a5 Percentual de servidão % (PS) 35 Situando-se entre 2% e 5%. maior o percentual de servidão. em função do tamanho da propriedade.505. No caso.2013 a) PORTE DA PROPRIEDADE: Considera somente a quantidade de terra bruta atingida.505. isto é.46m² x 30%) / 24. Possíveis 30 O percentual médio será: PS = (PS1 x A1) / A Onde: PS1 a PSn = percentuais de servidão das culturas por grupos de atividades econômicas. c) TIPOS DE APROVEITAMENTO ECONÔMICO DA TERRA POSSÍVEL ANTES E DEPOIS DA IMPLANTAÇÃO DA SERVIDÃO: Admite o aproveitamento econômico da área atingida. quanto menor a propriedade. A1 a An = área de cada grupo na propriedade.

adota-se 1. sendo adotado Recomposição Média.10 = desfavorável.05 x 1.15ha.45 x 1. sem benfeitorias. conforme a fórmula a seguir: IS = Maior percentual x Fr x Fp x Vu.XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC .732. Foram pesquisados 156 lotes. f) PERCENTUAL FINAL DE SERVIDÃO: O percentual final de servidão será o maior obtido nos três critérios multiplicado pelos dois fatores de ajustamento. Este fator é função da recomposição da terra atingida. O valor global da faixa de servidão é de R$ 45.05 para a área. quinhentos e onze reais e noventa e dois centavos). 1. 6 . que explicam a variação dos preços praticados na região. x 2.92 (quarenta e cinco mil.15/ha Valor Total = R$18. a fim de obter a estimativa de valor das frações de terrenos atingidas pela servidão de passagem.10 x R$35. Fr = fator relevo. mostraram-se estatisticamente importantes:  ÁREA DO IMÓVEL. Relacionado com a posição da faixa em relação à propriedade atingida. correspondente a 1. Dentre as variáveis independentes estudadas.511.572. variável quantitativa.05 = recomposição média.511.2013 d) FATOR RELEVO: 1.858/ha = R$18.450546ha = R$ 45. Fp = fator posição de faixa. expressa em metros quadrados.572. onde: IS = valor da indenização de servidão.10 (desfavorável) para a área. IS = 0. e) FATOR DE POSIÇÃO DE FAIXA: 1.92. Vu = valor unitário da terra nua.2) AVALIAÇÃO DE LOTES URBANOS: Em cumprimento aos preceitos normativos para avaliação de lotes urbanos foi utilizado o método comparativo de dados de mercado preconizado pela da Norma Brasileira para Avaliação de Imóveis. NBR5676. no Município em estudo.

Isto envolveria ainda aspectos legais não analisados neste estudo técnico.10 0.16 a 0.05 0.15 0. Os valores unitários de cada lote. no polo comercial da rodovia federal.2013  @POLO CENTRO.3 0 a 0.XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC . variável quantitativa.  DATA.02 a 0. conforme equação definida pelo modelo estão na tabela em anexo.05 0. referente à série histórica de dados mensalmente coletados.20 0. que indica se o referido lote situa-se ou não no polo central.15 0. temos que o percentual de servidão é de 95% devido à limitação de uso do imóvel. Cabe salientar que toda área de propriedade da Companhia possui projetos aprovados (passíveis de reaprovação com novas exigências de redes elétrica. pavimentação. e existe metodologia para cálculo de desvalorização de remanescente. variável dicotômica. LOTES Lotes até 500m² Lotes acima de 1000m² COMPROMETIMENTO DO LOTE (CL) COEFICIENTE DE DESVALORIZAÇÃO (CD) 0 a 0.1 0. Os parâmetros estatísticos do modelo observado e cálculos encontram-se na memória anexa e foram tratados pela estatística inferencial. de água. sendo enquadrados ao nível rigoroso de avaliação.01 0.2 0. de esgoto. CÁLCULO DE SERVIDÃO COMO LOTES URBANOS: Utilizando-se da metodologia de servidão para lotes urbanos. variável dicotômica.10 0.1 0. Assim calculado: CL= Área atingida pela servidão / Área do lote.06 a 0.05 0.15 0.11 a 0. considerados urbanizados.25 7 .  @POLO ESTRADA FEDERAL. arquitetônico). e sim desvalorização do remanescente.2 0. Como todos os lotes são de mesmo dono. consideramos que não existe área remanescente inaproveitável. que indica se o referido lote situa-se ou não.05 a 0. que foram necessários para o registro individual de lotes efetivado em 1990.11 a 0.

45 0.19) deve-se observar o custo de urbanização da área (referentes ao mês de junho .35 0. Outras consequências da servidão:  Perda da privacidade no uso da propriedade.781.XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC . os terrenos são urbanizados.672. sendo que o IPTU vem sendo recolhido desde então.  Fazer queimadas. O cálculo de faixa de servidão e de desvalorização de remanescente está em anexo.26 a 0. sugere-se a aquisição total do lote.36 a 0.revista Construção).  Usar explosivos para remoção de rochas.5 Para valores de CL superiores aos definidos pelas tabelas acima.41 a 0.40 0. para o mês de junho de 2001. O Loteamento encontra-se cadastrado no Cartório de Registro de Imóveis desde 1990 e no Município desde 1992. Para considerarmos a avaliação da servidão como lotes (R$ 557.  Impedimento de acesso a trechos isolados pela faixa. 64 lotes.  Implantar culturas de médio e grande porte.21 a 0. As restrições usualmente encontradas nas cláusulas proibitivas das escrituras de faixas de domínio podem ser:  Realizar construções (características em imóveis urbanos).30 0.25 0. De acordo com a sobreposição da faixa de domínio no levantamento topográfico realizado ela atinge. Tem-se 45. pois na pesquisa de dados para o cálculo do valor de venda de cada lote.35 0. 8 .21.4 0.3 0.31 a 0. Da forma como a faixa de servidão cruza o Loteamento há impossibilidade técnica de ajustar os projetos urbanísticos ou complementares do loteamento de forma a isolar a faixa de domínio implantada.273. total ou parcialmente. juntamente com uma estimativa de custos para implantação de loteamento urbano (serviços necessários para a implantação de tal empreendimento).2013 Lotes acima de 1000m² 0.  Dificuldade na recomposição do solo quando em várzea.50 0.39m² de lotes que tiveram alguma parcela atingida e os custos desta urbanização totalizam R$ 726.

29 da quadra nº20. 12.273. é de R$ 45. quinhentos e onze reais e noventa e dois centavos).29. III. Dentre os lotes atingidos.19. Os valores correspondentes às obras de urbanização da área equivalem a R$ 726.92. de O valor global dos terrenos. de R$121. 27. lotes nº 9.511. 26. 28. 9 . é estimado em R$ 557. R$436. embora não implantado. considerando a situação fática de gleba corresponde ao valor de R$ 45. considerando o loteamento registrado. ocupada pela instituição de servidão. a área apresenta valor de indenização pela faixa de terras correspondente:  Aos lotes que não tiveram comprometimento total. para ambos os casos.511. 22.254. como gleba (situação de campo) e como loteamento (situação legal). com os projetos complementares de infraestrutura aprovados.92 (quarenta e cinco mil. situação de campo. 10. causa-lhe prejuízos em decorrência da limitação de uso:  Considerando a área como gleba. terão que ser urbanizados. A área original de terras da Companhia. 23. As obras de infraestrutura a serem executadas no Loteamento em destaque não serão reduzidas pela implantação da faixa de servidão. correspondem ao lote nº 20 da quadra nº5. eles não foram implementados em campo.  Pelos lotes inviabilizados. Não havia utilização econômica na área ocupada pela servidão por ocasião destas obras. A sistemática avaliatória é a desenvolvida pela Petrobrás.2013 Os lotes atingidos. o que não ocorre. o valor estimado para julho de 2001. considerando-os urbanizados.781.526.21 para o mês de junho de 2001. 24 da quadra nº16. mesmo ainda sem a utilização pré-destinada. total ou parcialmente. conforme publicação da revista técnica CONSTRUÇÃO SUL – mês de agosto de 2001. 13. pois a faixa de servidão implantada não permite a descontinuidade das obras de infraestrutura. e utilizamos o método comparativo de dados de mercado.XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC . os que estão hipotecados à Prefeitura Municipal para garantir a execução das obras de infraestrutura. A avaliação. CONCLUSÕES A avaliação. eis que embora matriculada como loteamento.90. 21. em sua integralidade. 14. lotes nº 11.

de 45.XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC . posterior acordo e pagamento de indenização nos moldes aqui calculados.472. situação legal decorrente de investimentos da Companhia sobre a gleba da qual é proprietária.781. escola e arruamentos à municipalidade.15. INVIABILIZADOS O valor global correspondente.  Observação: O trabalho pericial foi discutido nas duas opções aqui apresentadas. são estimados em junho de 2001. já com trânsito em julgado. bem como a doação.273. 10 .  VALOR DOS LOTES TOTALMENTE R$ 436. já com sentença judicial. duzentos e setenta e três reais e vinte e um centavos) (fonte construção sul – agosto/2001).  VALOR DE DESVALORIZAÇÃO DAS ÁREAS REMANESCENTES R$ 71. Os custos de infraestrutura do loteamento em destaque não serão reduzidos pela instituição da faixa de servidão. BIBLIOGRAFIA  Método de determinação do valor de faixas de servidão elaborado pelo engenheiro Hamilton Cazes. em projetos urbanístico e complementares.2013  Considerando a área como loteamento. de áreas verdes. portanto.254. do Loteamento e hipoteca de lotes para fins de garantia das obras de infraestrutura. Os custos de infraestrutura do loteamento. a quem igualmente vem recolhendo desde o ano de 1992.19 (quinhentos e cinquenta e sete mil.90. já efetivada. se considerarmos os lotes urbanizados. IV. em R$ 726.21.(setecentos e vinte e seis mil. tem-se:  VALOR DA ÁREA OCUPADA PELA FAIXA DE SERVIDÃO R$ 50.054.39 m². com amplas discussões e debates. total ou parcialmente. Assunto.672. da Petrobrás. correspondentes à área loteada atingida.14. com a correspondente abertura de matrículas individuais de lotes no Cartório de Registro de Imóveis do Município. o IPTU sobre os lotes. é de R$ 557. setecentos e oitenta e um reais e dezenove centavos).

2013 V.XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC . ANEXOS MEMÓRIA DE CÁLCULO PLANTA BAIXA DA FAIXA DE SERVIDÃO SOBRE SITUAÇÃO FÁTICA E SITUAÇÃO LEGAL 11 .

XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC .2013 PLANILHA DEMONSTRATIVA DOS LOTES ATINGIDOS PELA FAIXA DE SERVIDÃO SEM DESCONTAR OS CUSTOS DE URBANIZAÇÃO 12 .

XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC .2013 PLANILHA DEMONSTRATIVA DOS LOTES ATINGIDOS PELA FAIXA DE SERVIDÃO SEM DESCONTAR OS CUSTOS DE URBANIZAÇÃO 13 .

2013 14 .XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC .

XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC .2013 CÁLCULO DA ÁREA DE TERRAS AVALIADA COMO GLEBA 15 .

2013 16 .XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC .

XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC .2013 17 .

2013 18 .XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC .

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XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC .2013 20 .

00 1.00 4.00 4.66 14.00 2.00 3.00 1.00 21 .00 2.00 4.00 0.04 14.00 1.Modo de Estatística Inferencial.485.IW3 Amostra Nº Am.00 1.00 0.00 0.00 15.00 1.00 3.00 460.00 2.31 11.00 2.66 10.00 0.00 2.00 35.00 5.00 1.00 0.00 0.00 4.00 1.00 1.570.00 0.00 18.00 0.00 35.00 0.00 4.55 @POLO CENTRAL 0.00 385. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 AREA 868.33 16.00 13.00 420.00 0.00 4.13 100.00 560.00 3.00 35.00 0.00 1.00 1.00 25.00 3.03 13.00 2.00 0.00 35.00 0.00 0.00 0.00 760.00 1.00 35.00 0.00 5.2013 CÁLCULO DA ÁREA DE TERRAS CONSTITUIDA DE LOTES URBANOS Infer 32 .00 1.00 @POLO BR 0.00 4.00 0.39 23.74 11.00 4.00 0.00 1.00 4.00 0.00 4.17 11.00 1.00 650.00 1.00 5.00 35.00 3.00 0.00 0.00 2.00 5.00 921.00 711.66 11.00 10.00 0.80 1.00 4.00 1.82 13.00 330.00 4.00 4.00 2.54 19. Data : 16/Ago/2001 Nome do Arquivo : C:\Infer32\MUNICIPIO DE FORENSE 2001.00 550.00 DATA ZF IA LOC VUNIT 4.65 31.00 0.07 29.00 35.00 4.01 21.XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC .00 15.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 0.00 2.00 1.00 0.00 472.00 35.00 750.00 600.00 0.00 2.00 2.00 1.00 0.00 4.000.00 35.00 0.80 1.00 600.60 11.00 35.00 0.00 0.00 3.00 4.00 0.

00 2.00 1.00 5.00 3.00 0.00 363.00 0.00 360.126.00 7.00 0.00 35.00 17.00 2.00 360.00 16.00 0.00 5.00 5.00 25.00 3.00 360.00 2.00 1.00 448.00 2.2013 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 432.00 1.00 0.00 1.00 0.00 1.00 300.00 1.00 2.00 4.00 1.00 0.00 5.00 2.00 0.00 432.44 57.00 21.00 35.00 35.00 0.66 35.50 35.00 1.00 35.00 21.00 21.00 21.00 5.00 600.00 3.00 1.00 35.00 0.00 1.80 1.00 35.00 2.00 350.00 0.00 1.00 420.00 5.00 480.00 15.00 0.00 476.00 0.33 26.00 7.57 69.00 35.83 12.00 15.00 1.00 17.00 0.80 1.00 25.00 0.00 1.00 2.00 25.00 0.00 5.00 1.00 3.00 1.00 2.19 15.00 0.00 0.00 0.00 0.00 0.55 37.00 0.00 1.00 2.00 419.00 25.00 0.00 0.00 0.00 17.00 5.00 0.00 2.00 10.00 1.00 0.00 5.500.00 17.00 1.00 5.00 3.00 1.00 5.00 2.00 15.00 39.17 30.00 830.00 70.00 0.00 15.25 480.00 360.00 35.00 480.00 17.82 19.00 3.00 540.17 24.00 35.00 5.185.00 5.00 1.00 3.00 500.00 360.00 17.00 3.00 0.00 1.00 0.00 402.00 480.00 4.80 1.00 1.00 21.18 40.00 3.00 3.00 3.00 3.00 480.00 0.00 35.00 0.05 43.00 40.00 5.00 2.00 0.00 3.50 33.00 8.00 4.00 1.00 0.00 25.00 0.00 24.00 18.00 0.00 20.00 3.00 0.00 17.00 0.00 0.00 1.00 0.80 1.00 3.00 3.33 36.00 1.00 25.30 650.00 35.00 0.00 3.00 600.00 0.00 1.00 615.00 435.00 25.00 2.00 1.71 55.00 0.00 0.00 0.00 0.00 360.XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC .50 20.00 1.00 1.00 4.00 7.00 21.00 2.00 2.00 2.00 5.00 1.00 1.77 33.00 27.00 35.00 17.00 9.00 300.00 2.00 21.00 0.00 3.00 5.00 1.00 1.00 10.00 10.00 2.00 1.00 1.00 14.00 1.33 33.00 1.56 9.00 28.61 15.00 1.00 2.600.00 0.00 3.80 3.80 1.00 0.00 0.00 22 .33 33.27 20.00 0.00 35.00 0.00 0.00 3.00 25.00 17.00 0.00 0.00 600.00 2.00 473.00 1.00 0.00 500.00 5.00 0.00 12.00 0.00 0.00 0.00 1.00 0.00 0.00 0.00 21.00 0.33 30.00 1.00 5.00 11.00 17.00 0.45 12.540.68 10.00 1.00 0.00 330.00 5.00 740.71 50.00 25.00 0.00 0.00 25.00 35.00 35.00 1.00 0.00 0.00 3.00 3.00 0.50 60.80 2.56 401.00 17.00 8.00 3.00 35.00 0.00 35.00 21.00 1.00 8.00 15.00 20.00 1.00 15.00 0.47 23.00 0.00 476.00 480.00 300.00 360.00 5.11 33.00 2.00 16.36 160.00 2.00 350.64 40.00 1.00 1.00 1.00 50.00 3.00 0.00 0.00 4.00 21.00 8.00 10.00 16.00 0.00 2.00 3.00 21.00 1.00 0.00 750.00 2.00 1.120.00 5.

00 0.00 0.78 10.00 1.00 1.00 0.00 2.80 1.00 0.00 1.00 2.00 360.000.00 0.00 20.00 23 .00 15.00 480.00 20.00 10.00 15.10 34.00 1.00 0.00 15.00 2.00 756.00 2.00 0.00 23.00 640.00 16.00 19.00 26.00 3.50 20.00 18.00 300.00 3.00 0.00 1.00 0.00 0.00 35.00 352.00 0.00 19.00 1.00 0.00 0.00 0.00 0.00 456.00 3.00 0.69 41.00 1.00 1.00 21.00 10.00 0.00 0.00 300.00 2.00 1.00 0.00 0.00 0.00 3.00 0.00 35.00 537.00 35.00 492.000.39 40.00 1.XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC .00 0.00 13.00 15.60 1.00 1.00 0.00 17.400.00 0.14 45.00 0.50 20.00 3.00 1.00 0.00 20.00 15.00 20.00 3.00 4.24 62.00 0.80 1.00 20.00 15.00 0.00 17.2013 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 400.00 0.50 40.00 3.00 2.00 0.00 3.00 1.00 18.33 45.00 23.00 18.66 17.00 0.00 1.60 1.00 364.00 18.00 35.00 21.00 35.00 0.00 0.00 420.00 0.00 10.00 20.30 5.00 30.00 1.00 1.00 4.00 1.00 0.00 20.00 2.00 3.00 1.00 17.00 0.00 3.00 720.00 480.00 2.00 350.00 17.00 19.00 22.00 1.00 1.00 1.00 2.00 2.00 0.00 3.00 0.00 14.00 1.60 3.00 0.00 0.00 21.00 0.67 230.33 55.91 20.64 20.00 3.00 1.00 19.00 360.00 0.00 1.00 0.00 25.00 1.00 3.00 0.00 1.00 1.00 35.00 20.00 7.00 2.00 1.00 2.00 0.77 166.00 1.00 18.00 0.00 780.00 17.00 18.00 0.120.00 15.00 0.00 726.00 0.00 1.00 3.33 33.000.000.55 20.00 0.71 13.00 550.60 1.00 0.00 0.00 0.00 1.86 11.00 1.00 0.00 21.00 25.00 3.00 3.00 2.00 29.00 0.00 460.00 2.78 19.67 250.00 32.00 300.00 0.00 1.00 0.00 0.00 0.00 0.00 0.00 0.20 12.00 3.00 0.00 16.00 62.00 0.00 0.00 25.00 18.00 0.00 3.00 3.00 25.00 3.00 19.00 20.00 420.00 1.00 689.00 16.00 20.00 21.00 360.00 17.00 15.00 24.00 2.00 13.00 0.34 4.00 33.00 0.00 1.00 2.33 15.00 0.63 146.00 0.00 22.00 0.00 3.00 145.00 3.00 4.00 0.33 30.00 1.00 20.00 25.00 3.00 2.00 25.00 3.00 19.00 0.00 400.00 440.00 0.00 2.50 216.00 15.00 25.00 0.00 3.00 3.63 15.00 1.200.600.00 2.00 22.392.00 35.00 22.00 25.07 8.00 0.00 21.00 30.00 15.00 400.00 21.56 20.00 20.00 0.00 15.00 436.00 16.00 0.00 250.21 18.00 700.00 17.00 0.00 500.00 15.00 15.00 0.00 600.00 690.00 0.00 35.00 0.00 14.00 3.00 0.00 1.00 2.00 3.00 2.64 33.00 19.00 3.00 870.00 2.00 3.00 0.00 15.00 1.00 0.00 35.00 1.00 1.00 13.05 9.00 25.00 300.00 0.00 15.00 0.00 0.18 30.00 25.00 21.00 20.00 308.

00 2.00 720.00 39.00 0.00 0.00 360.55 38.00 22.00 0.00 3.00 15.00 1.00 0.00 22.00 0.00 56.00 3.00 363.00 0.14 136.00 2.00 3.00 35.00 0.00 480.00 0.50 82.00 10.00 1.00 54.00 2.00 30.00 1.00 35.00 4.00 20.00 30.00 15.24 25.00 360.22 9.00 360.00 32.00 3.64 33.00 1.00 2.00 12.00 2.00 540.00 35.00 0.00 0.00 1.00 20.57 23.00 0.00 0.00 39.66 20.00 0.00 0.00 1.00 2.700.00 3.00 2.00 4.00 300.00 0.00 10.60 2.00 825.00 30.00 0.00 15.00 363.00 0.00 11.00 1.57 555.60 1.00 25.00 3.80 3.00 3.00 18.000.00 30.00 17.00 52.00 30.00 56.00 0.00 1.00 55.89 16.00 377.00 0.2013 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 300.27 60.00 0.00 54.00 0.00 4.00 7.00 15.00 15.203.00 18.00 20.000.00 2.50 2.00 15.00 1.00 492.00 2.00 1.00 2.00 27.00 360.00 1.00 1.00 2.00 34.00 300.00 0.00 2.00 1.00 0.00 1.00 0.00 0.00 35.00 56.00 10.56 23.00 858.00 35.00 2.20 2.00 44.00 300.00 0.000.47 20.00 44.00 2.00 15.00 2.00 1.00 0.00 75.00 20.00 2.00 1.00 7.00 1.00 0.00 55.00 0.00 30.00 15.00 15.00 15.00 400.00 360.00 30.00 0.00 18.00 15.00 0.60 1.00 0.58 20.00 44.55 24.00 376.80 1.00 0.500.00 2.00 0.76 28.00 30.00 300.00 1.00 1.00 5.00 0.00 0.00 52.00 0.00 0.00 0.00 20.00 0.00 1.00 4.00 0.16 24 .79 29.00 1.78 20.00 30.00 0.00 0.00 0.67 45.00 0.28 26.00 2.00 330.20 62.00 0.00 35.00 0.00 3.00 53.64 15.00 1.00 25.66 34.00 0.00 432.00 480.00 1.00 52.00 0.00 24.00 30.60 2.00 444.00 20.00 1.11 24.00 376.24 25.00 0.00 0.00 18.00 825.00 30.00 2.00 1.00 30.00 35.00 15.00 2.80 1.00 1.00 1.00 1.00 37.00 2.00 0.00 0.00 1.00 0.00 0.00 35.00 3.00 18.00 0.72 18.00 31.00 1.39 174.00 30.00 1.00 3.00 35.00 10.00 4.00 0.00 300.00 0.00 15.00 700.00 35.28 100.00 0.00 0.22 14.00 10.00 116.00 15.00 0.00 0.00 1.00 0.00 0.00 0.00 1.00 0.00 2.00 1.00 0.00 30.00 0.00 0.00 1.00 20.00 2.00 420.00 2.00 0.00 0.00 0.00 0.00 2.00 2.00 53.00 0.00 0.00 0.00 52.78 26.00 1.00 5.00 385.00 0.00 30.00 2.00 2.00 1.500.00 0.00 20.00 0.00 300.66 12.00 2.00 1.00 34.00 0.00 14.00 361.00 0.00 5.00 1.00 1.00 33.00 0.00 720.00 30.00 495.00 2.00 35.00 25.00 1.00 300.33 22.00 4.00 0.00 1.XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC .00 20.00 1.09 14.00 0.00 360.00 5.00 2.00 1.00 0.00 487.00 0.00 30.00 0.00 450.17 29.00 20.00 30.00 30.00 2.

.........1840 /[ZF] + 0...976 (para o nível de significância de : 0. Valor t calculado ...4197 x [LOC] Modelo para a Variável Dependente Correlação do Modelo Coeficiente de correlação (r) ...2..67 37...17639 x [IA] + 0.. 5...........0.. Coeficiente r² ajustado .3288 x [@POLOCENTRAL] + 0..4037 x [@POLOBR] + 0.99 : 1... Valor t tabelado (t crítico) ...89 32..9587 : 40..............3929 x Ln([AREA]) + 1.......10608 x Ln([DATA]) .9152 Testes e análises efetuadas: Análise da Variância Correlações Parciais Significância dos Regressores (bicaudal) Tabela de Resíduos Resíduos x Valor Estimado Histograma Presença de Outliers Gráfico de Indicação de Outliers Efeitos de cada Observação na Regressão Distribuição dos Resíduos Normalizados Teste de Kolmogorov-Smirnov Gráfico de Kolmogorov-Smirnov Teste de Sequências/Sinais 25 ...2870 ........9190 : 0.9152 240..2013 Modelos Pesquisados Nº Modelo Correlação r² ajustado F Calculado 1 0....9587 0....XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC .0364 Nº Modelo Normalidade 1 Sim AutoCorrelação Não há Regressore s 7 em 7 Nº de "Outliers" 0 Valor Avaliado Mínimo Máximo 34...25 MODELOS (1) : Ln([VUNIT]) = b0 + b1*Ln([AREA]) + b2*[@POLOCENTRAL] + b3*[@POLOBR] + b4*Ln([DATA]) + b5*1/[ZF] + b6*[IA] + b7*[LOC] Descrição das Variáveis Estatísticas Básicas Modelo da Regressão Ln([VUNIT]) = 4. : 0...00 %) Coeficiente de determinação (r²) ...

00 = 54.. • ZF ........2870 ..2013 Teste de Sequências Teste de Sinais Reta de Normalidade Autocorrelação Gráfico de Auto-Correlação Resíduos x Variáveis Independentes Formação dos Valores Variáveis independentes : • @POLOCENTRAL ...17639 x [IA] + 0..00 = 300......... • AREA .....25/m2 26 ...3288 x [@POLOCENTRAL] + 0..10608 x Ln([DATA]) ..00 Estima-se VUNIT do terreno = 34..1840 /[ZF] + 0..00 = 20..............00 = 2.............4197 x [LOC]) Intervalo de confiança de 80..............2.......... • DATA ...00 = 2...... • LOC .....0......... • @POLOBR ..67/m2 Máximo :37...XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC .....00 = 0........0 % para o valor estimado : Mínimo : 32..... • IA ....................4037 x [@POLORS] + 0.89/m2 O modelo utilizado foi : [VUNIT] = Exp( 4.. = 0..3929 x Ln([AREA]) + 1....

XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC .2013 MEMÓRIA DE CÁLCULOS DA AVALIAÇÃO DA GLEBA DE TERRAS 27 .

XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC .2013 28 .

2013 29 .XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC .

XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC .2013 POSIÇÃO DA FAIXA DE DOMINIO IMPLANTADA (SITUAÇÃO FÁTICA) 30 .

2013 POSIÇÃO DA FAIXA DE DOMINIO IMPLANTADA (SITUAÇÃO LEGAL) 31 .XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC .

XVII COBREAP – CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS – IBAPE/SC .2013 DETALHES DA SITUAÇÃO DE ALGUNS LOTES ATINGIDOS PELA FAIXA DE SERVIDÃO 32 .