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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA 2ª VARA CÍVEL

DA COMARCA DE SALVADOR – BAHIA

PROCESSO Nº 2312172-14.2014.7.3.0001
VIAÇÃO CHUVA FORTE LTDA., pessoa jurídica de direito privado prestadora
de serviços públicos, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 13.180.559/0025-60, com
sede na Rua Nova de Pirajá, s/n, Pirajá, Salvador, Bahia, através de sua
advogada e bastante procuradora (procuração nos autos), com endereço
profissional à Av. Luís Tarquínio Pontes, nº 2962, Ribeira, Salvador, Bahia,
onde recebe intimações e notificações, nos autos da Ação de Indenização de
Danos Materiais e Morais Decorrentes de Acidente de Veículo em epígrafe, na
qual litiga com Richard Harris e Rene Russo, já qualificados, vem à presença
de Vossa Excelência apresentar resposta na forma de CONTESTAÇÃO, pelo
que passa a expor:

1. Das alegações da parte autora:
Narram os autores que no dia 06 de janeiro de 2014, por volta das 6h (seis
horas) da manhã, sua filha trafegava pela Avenida Luís Viana Filho, sentido
aeroporto, quando ocorreu o sinistro entre a Parati particular, branca, de placa
NTI 0528 pertencente a ela e o ônibus de transporte coletivo, vermelho, de

assim como não há pronunciamento de agente policial no boletim de ocorrência que de fato venha a culpar o condutor. contratado pela empresa ré. portanto. Alegam que a velocidade no início da frenagem indicada pelo tacógrafo do ônibus era de 104km/h. 9. 14/15 demonstra a materialidade do acidente. o ilustre doutrinador. que o ressarcimento devido seria o pagamento de pensão no valor correspondente a 2/3 do salário da vítima (ou cinco salários mínimos) até o fim da vida dos autores. como se inferir a responsabilidade de Alexandre na morte de Rebecca a não ser por mera conveniência da parte autora. que a culpa total do acidente recai sobre o condutor do veículo. Alexandre Souza Martins. Nesse sentido. por conta do primeiro ser seu funcionário. . 396 do CPC atesta o dever de se instruir a petição inicial com os documentos que comprovem as alegações ali postas. 396). Comentários ao Código de Processo Civil. José Joaquim Calmon de. A perícia de tacógrafo inexiste na peça inicial. inviabilizando a ação de indenização proposta. conduzido pelo Sr. Não há. que o Boletim de Ocorrência policial de fls. todavia. vol. p. 2. ed. motorista da empresa ré. pelo autor. Também o art. No documento apenas consta que houve o acidente com uma vítima fatal. rev. Se não produzido o 1 PASSOS. 148. III. Rio de Janeiro: Forense. sendo que a velocidade permitida por lei na região é de 80km/h. O autor incorre em inépcia da inicial porquanto não apresentou nenhum documento que comprovasse a culpa do motorista de ônibus no sinistro. e atual. 284 que a petição inicial será instruída com os documentos necessários à propositura da ação. o valor das despesas do funeral e 400 salários mínimos relativos a danos morais. nada se fala sobre a trajetória realizada pelos dois veículos. 2005. é o do ajuizamento da petição inicial (art. e por estar a tal velocidade em uma curva foi o causador do acidente. Calmon de Passos 1: "O momento para a produção da prova documental. sendo assim responsabilidade da empresa o ressarcimento. Da inépcia da petição inicial: O Código de Processo Civil estabelece em seu art.placa JKL 4060.

prova inicialmente negligenciada pela parte autora da entrada da ação. Dito isso. PAMPLONA FILHO. há culpa simples”. pelo autor. é involuntária. Se a violação do dever. após a inicial. p 172. Sobre a alegação de que as empresas respondem pelos atos de seus empregados. do CPC. e ampl. Se efetivamente o conhecia e deliberadamente o violou. 3. sob pena de não mais deles poder se utilizar no processo. . Plablo Stolze. 2¹ Apud GAGLIANO. em matéria de contrato. 2012. volume 3: responsabilidade civil.documento nessa oportunidade." Em face da inépcia. ou de contraprova à que foi produzida na circunstância apropriada. não basta aos autores intentarem uma ação para buscar a atividade jurisdicional sem conseguir provar a veracidade do quanto alegado em juízo. sejam responsabilizados pela reparação civil do dano causado no acidente com Rebecca Harris. precluso estará o seu direito de trazê-lo aos autos com fins probatórios. Da culpa exclusiva da vítima e consequente ausência de responsabilidade do requerido: Caso Vossa Excelência não entenda por acolher a preliminar. é que se admitirá a produção de documento. Rodolfo. tampouco merecem os autores prosperidade no mérito da ação. Alexandre e. no entanto. Anexados a ela deverão estar todos os documentos que constituam fonte de prova para a demanda do autor.. não há dúvidas. Novo Curso de Direito Civil. rev. ocorre o delito civil ou. na literalidade da Súmula 341 do STF já assinalada pelos autores. Em face disso. deve o processo ser extinto sem julgamento do mérito. Para que o Sr. nem só os documentos ditos indispensáveis à propositura da ação devem acompanhar a inicial. nos termos do art. podendo ser conhecida e evitada. São Paulo: Saraiva. mister se faz seja provado adequadamente que a lesão sofrida adveio diretamente de falta praticada pelo condutor do coletivo. só se verificado ato culposo do empregado. consequentemente a Viação Chuva Forte LTDA. atual. Savatier2 ensina: “A culpa (faute) é a inexecução de um dever que o agente poderia conhecer e observar. 10 e. o dolo contratual. 267. Somente quando se cuide de fazer prova de fato ocorrido após os articulados.

Alexandre que veio a colidir o seu veículo com o da vítima. não apresentam o documento relativo à perícia. colidindo com sua lateral e gerando sua saída da pista. Ora. e que não se pode deixar levar pelas alegações de uma parte somente por conta da fatalidade de um óbito. É preciso atentar para o fato de que um acidente sempre conta com dois pontos de vista do acontecimento. situação que comprova a má-fé dos autores na tentativa de direcionar o entendimento do juízo a seu favor. sendo removida para este”. pelo qual veio a colidir com uma árvore na parte da frente. A cena pode ser comprovada através de depoimentos de testemunhas que encontravam em um ponto de ônibus . E se existe tal perícia. Na verdade. O Boletim de Ocorrência em momento algum indica informações tão precisas sobre a conduta do motorista do ônibus no sinistro. aproximadamente às 6h. “fazendo com que esta iniciasse uma trajetória parabólica à direita por 30 metros. não há razão para esta não ter sido alocada junto à petição inicial. não é razoável que os autores tenham conhecimento tão objetivo do que ocorreu sem a devida perícia técnica. Vossa Excelência. como aponta o documento de fl. desvirtuando a realidade dos fatos. derrapando e imobilizando-se junto acostamento. Afirmam que o disco constante no tacógrafo apontava para velocidade de início de frenagem para maior do que a permitida na via. porquanto no dia 6 de janeiro de 2014.A versão dos fatos narrada pelos autores é claramente direcionada a induzir a culpa do motorista contratado pela empresa ré pelo acidente. A Parati continuou sua trajetória à esquerda. evadiu a pista e também colidiu com as árvores. o evento danoso se deu por culpa exclusiva da própria Rebecca. 16. Apontam também que o Sr. porém. quando repentinamente a Parati se projetou de forma brusca em direção ao ônibus. só presta a informação de que existiu o acidente e que Rebecca Harris veio a óbito. os dois veículos vinham transitando regularmente em suas faixas na via (o coletivo trafegando na faixa da extrema e esquerda e o particular logo à sua direita). com traumatismo craniano. motivo pelo qual sua condutora veio a óbito presa às ferragens. Improcedem as alegações dos autores quando afirmam que o veículo da Viação Chuva Forte saiu de sua trajetória e atingiu o veículo da vítima.

do CTB. 306. é considerada como excludente de responsabilidade civil. De acordo com o motorista. O impacto na traseira do veículo particular não foi resultante do evento danoso. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência: Penas . razão pela qual assinou sem protestar.8 dg/L de álcool no sangue da vítima. 306. O acidente fatal jamais teria ocorrido se a vítima não caísse em imprudência. in verbis: “Art. de seis meses a três anos. na hora de aflição que estava passando. não percebeu que o agente da Transalvador havia colocado no Boletim de Ocorrência o impacto na traseira. O exame complementar de alcoolemia apontou o índice de 7. (. quantidade que indica crime de trânsito de acordo com o art. em decorrência da sua embriaguez devidamente comprovada. expondo. constatada a culpa exclusiva da vítima pelo evento danoso.próximo ao local.concentração igual ou superior a 6 decigramas de álcool por litro de sangue ou igual ou superior a 0. A culpa exclusiva da vítima.) §1º As condutas previstas no caput serão constatadas por: I .detenção. Para a caracterização da responsabilidade é preciso haver concomitantemente ação. o veículo já estava abalroado na região anteriormente ao acidente.3 miligrama de álcool por litro de ar alveolar” O motorista embriagado aumenta consideravelmente o risco de envolver-se em acidente. afastase o dever de indenizar seus familiares tanto do condutor do coletivo quanto da empresa ré. multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor. . 01). A razão provável para o acontecimento do evento danoso se explica na perícia realizada pelo Instituto Médico Legal Nina Rodrigues (doc.. no entanto. a qual analisou as causas da morte e em que condições se encontrava o corpo da vítima no momento do acidente. não só a sua própria vida. o caso fortuito e a força maior.. Deste modo. juntamente com o fato de terceiro. mas também a vida de seus semelhantes.

na culpa exclusiva da vítima inexiste o nexo causal. na realidade. haja vista a responsabilidade diária desse profissional em conduzir pessoas de um lado a outro da cidade. a qual estava se dirigindo para o trabalho alcoolizada. 4. Alexandre. a Viação Chuva Forte LTDA. Plablo Stolze. PAMPLONA FILHO. Ademais. Da irreparabilidade dos danos moral e material 3 Apud GAGLIANO. contudo. a empresa ré se dispõe a apresentar testemunhas e documentos que comprovem a qualificação do seu funcionário. rev. cumprindo as normas de segurança do trânsito. 2012. de modo a culminar com o bem comum de toda a sociedade. Como forma de confirmar o alegado. atual. Através de depoimentos de colegas de trabalho do Sr. Novo Curso de Direito Civil. p. São Paulo: Saraiva. 02) e. avaliação dos documentos necessários à realização das atividades profissionais e exames psicológicos. volume 3: responsabilidade civil. traz-se ensinamento preciso do aclamado professor José de Aguiar Dias3: “Admite-se como causa de isenção da responsabilidade o que se chama de culpa exclusiva da vítima. em especial aos motoristas de ônibus. 164. Inclusive é de se notar que o condutor é devidamente licenciado para dirigir ônibus (doc. também é possível perceber que este sempre procurou dirigir com precaução. inclusive demonstrando uma conduta exemplar no trânsito. 03). Sobre a matéria.nexo causal e dano. sempre procurou selecionar seus funcionários através de entrevistas pessoais. e ampl. estando sempre atento e diligente no sentido de evitar atos que ressaltassem em riscos aos motoristas. diferentemente da vítima. Rodolfo. 10 e. foi feito o teste do bafômetro que comprovou sua lucidez durante a condução (doc. Com isso. transmissão de conhecimentos dos sinais de sinalização. bem como oferecer cursos de qualificação extra. .. devendo se preparar para todas as situações imprevisíveis do trânsito. pelo qual fica eliminada a causalidade em relação ao terceiro interveniente no ato danoso”. se alude a ato ou fato exclusivo da vítima.

até agora. seja ela por dano material ou moral. razão pela qual se apresenta exagerada sua fixação em 400 salários mínimos. é corrente nos tribunais. pois nesse entremeio surge a culpa exclusiva de Rebecca. deve levar em consideração a razoabilidade e a culpa do réu no sinistro. Em segundo lugar. levando a um . o que vier antes.É indispensável a existência de dano ou prejuízo para a configuração da responsabilidade civil. Tampouco se pode afirmar que apenas por serem idosos. quando esta for maior de 25 anos. não fizeram. 403 é a da causalidade direta e imediata. Excelência. o que. por ser de difícil quantificação. os autores dependiam exclusivamente da filha para seu sustento. é necessário que exista um nexo de causalidade entre eles. há que se reduzir os valores propostos pela parte autora por estes serem notoriamente abusivos. Todavia. Cabe aos autores a prova da real necessidade de sua subsistência através do labor da filha. pagamento de custas do sepultamento e danos morais. Primeiramente. Ainda assim. por quem não teve responsabilidade civil alguma constituiria aberração jurídica. Indevidos. Descaracterizado o nexo de causalidade e a culpa do motorista do coletivo. para o fato de que o Sr. Richard Harris é aposentado e hoje deve receber ao menos a aposentadoria da Previdência Social. entendendo o douto magistrado pela procedência dos danos materiais e morais. sendo a pensão devida até os 65 anos de idade ou a morte dos genitores. não há que se falar em responsabilidade civil. o dever de reparação do dano só se perfaz quando este é derivado de uma ação. a indenização. e nela se considera a causa de uma situação danosa seria apenas o antecedente fático necessariamente vinculado ao resultado danoso. que jogou o carro em direção ao ônibus. assim. não são vinculadas. em relação à pensão. ou seja. A ação do condutor de ônibus e o dano em questão. estabelecer o pagamento de 1/3 do salário da vítima. qual seja. Há que se atentar. o arbitramento do dano moral. os pedidos de pensão vitalícia. em casos de morte dos filhos que auxiliam economicamente os pais. assim causando o acidente. Logo. o que não se pode admitir. a morte da vítima. A teoria do nexo causal adotada pelo Código Civil em seu art.

São Paulo: Atlas. 4. desde o evento danoso. e que acabam por sofrer danos. 2009. 245) 2. INOCORRÊNCIA. CONFIGURAÇÃO. e ampl. quais sejam a reprovabilidade da conduta. rev. RESPONSABILIDADE OBJETIVA. CONCESSÃO EM VALOR MENOR QUE O ALMEJADO.’ (CAVALIERI FILHO. aos beneficiários dos serviços disto cuida a legislação consumerista (art. RESPONSABILIDADE CIVIL. contudo. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. Julgado em 28/06/2012). Relator: Dartagnan Serpa Sa. O dano moral deve ser arbitrado. Ainda. se o douto magistrado ainda não estiver convencido da veracidade dos argumentos apresentados e resolver dar prosseguimento ao processo até suas últimas .enriquecimento indevido da parte autora. após 1/3 do valor referido até o dia em que este completaria 65 (sessenta e cinco) anos ou até a morte de seus genitores. QUANTUM INDENIZATÓRIO. 22 e parágrafo único. CONDUTA IMPRUDENTE NÃO COMPROVADA NOS AUTOS. segue jurisprudência elucidativa proferida pela Nona Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná: “APELAÇÃO CÍVEL. DEVIDA AOS GENITORES. e embora não deva ser fonte de lucro. 3. tal indenização deve contemplar o 13º salário e as férias que recebia a vítima em relação ao seu emprego registrado. CONFIGURADOS. a intensidade e a duração do sofrimento causado. MOTO QUE COLIDE COM TREM CAUSANDO A MORTE DO PILOTO. do Código do Consumidor) -. Sérgio. há que se atentar a parâmetros reais do caso concreto. atualização monetária pela média entre o INPC e o IGP-DI desde a data do efetivo prejuízo e juros moratórios de 1% (um por cento) ao mês. 8 ed. mas sim terceiros que ficam expostos aos riscos dessa atividade administrativa exercida pelo particular. ‘Não visa a norma. portanto. CULPA EXCLUSIVA DA VÍTIMA. 5. Da denunciação à lide A empresa ré confia que foi plenamente demonstrada a inviabilidade de sua condenação na presente ação de reparação de danos. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR ATO ILICITO. DANOS MORAIS DOS PAIS E DA IRMÃ DA VÍTIMA. p. Sobre as duas questões expostas. Programa de Responsabilidade Civil. 1. além da capacidade econômica do responsável.” (Acórdão Nº 8148125 PR 814812-5. Nona Câmara Cível. 14. c/c o art. É obrigação da apelada o pagamento de pensão mensal aos pais da vítima no importe de 2/3 do valor estimado auferido mensalmente até o dia em que a mesma completaria 25 anos de idade e. ACIDENTE DE TRÂNSITO. Não se pode afirmar categoricamente que a vítima estava em alta velocidade se as provas testemunhais produzidas judicialmente falam justamente o contrário. com base no princípio da razoabilidade. DANOS MATERIAIS CONSISTENTES EM PENSÃO MENSAL. Tribunal de Justiça do Estado do Paraná.

impende. in verbis: “Art. residente e domiciliado à Rua Marquês de Carajás. portador da cédula de identidade nº 24110075-49 e CPF nº 4024031038. sem o julgamento do mérito. Alexandre Souza Martins. nº 5874. a oitiva de testemunhas à serem arroladas oportunamente. Das provas Para a prova dos fatos alegados. Dos requerimentos Após tudo quanto foi apresentado. com vistas a evitar uma futura ação regressiva de Viação Chuva Forte LTDA. 7.. Alexandre. o art. o prejuízo do que perder a demanda” 6. É direito da empresa ré. ser ressarcida por dano causado por outrem. Preza-se aqui pela economia e celeridade processual. Sobre a denunciação da lide obrigatória. brasileiro. a indenizar. em ação regressiva. desde já. 70 do CPC. no caso. em especial o depoimento pessoal das partes. caso condenada. motorista da empresa Viação Chuva Forte LTDA.) III – àquele que estiver obrigado. se não entender Vossa Excelência ser caso de julgamento antecipado. haja vista ter sido ele o envolvido de fato no acidente. b) Superadas as preliminares. contra o Sr. que seja denunciado à lide o Sr. de acordo com o art. 70 – A denunciação da lide é obrigatória: (. pela lei ou pelo contrato.consequências. seja a presente Ação de Indenização por Danos Morais e Materiais julgada improcedente. a ré requer todos os meios probatórios admitidos em direito. devendo a pretensão indenizatória ser direcionada à sua pessoa. requer a empresa ré sejam tomadas as seguintes providências: a) Seja acolhida as preliminar de inépcia da inicial para determinar a extinção do processo. 267 do CPC.. na cidade de Lauro de Freitas. seu empregado. Bahia. prova documental e perícia. mediante o reconhecimento da . solteiro.. Portão.

Salvador.859 PROCURAÇÂO OUTORGANTE: VIAÇÃO CHUVA FORTE LTDA. 20 de novembro de 2014. 54. _______________________ OAB/BA nº. pela ausência de culpa da ré. e) a determinação de isenção do pagamento das indenizações decorrentes de danos morais e materiais. Pede deferimento.. com a consequente condenação do autor ao pagamento de verbas honorárias de sucumbência. Nestes termos.ocorrência do evento danoso por culpa exclusiva da vítima. pessoa jurídica de direito privado prestadora de serviços públicos. inscrita no CNPJ/MF .

com o endereço profissional à Av. telefone: (71) 8202 7195. com sede na Rua Nova de Pirajá. com ou sem reservas de iguais poderes. Pirajá. Instância ou Tribunal. Salvador. Salvador. transigir.7. CEP 412900-10.3. advogada (OAB/BA nº. até final decisão. conferindo-lhe ainda poderes especiais para confessar. nº 2962.sob o nº 13.keller@ked. 447 e 448 do Código de Processo Civil. solteira. renunciar direitos. receber e dar quitação. 19 de novembro de 2014 _____________________ (outorgante) _____________________ (outorgado) EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA 2ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE SALVADOR – BAHIA PROCESSO Nº 2312172-14. seguindo umas e outras. Luís Tarquínio Pontes. dando tudo por bom. em qualquer Juízo.br PODERES: a outorgante nomeia e constitui a outorgada como sua procuradora. firmar compromisso ou acordos.advogados. podendo propor contra quem de direito as ações competentes e defendê-la nas contrárias. Bahia. usando dos recursos legais e acompanhando-as. CEP 40420-010. propor execução. levantar alvará.com. sempre no interesse da outorgante. conferindo-lhe amplos poderes para o foro em geral. com a cláusula ad judicia.180. Ribeira. ação rescisória. desistir. representado ainda a outorgante para o fim do disposto no art.0001 . procedimento sumaríssimo. 54.2014.859).559/0025-60. ação ordinária. podendo ainda substabelecer esta em outrem. Salvador. embargos. OUTORGADA: ERIKA KELLER DIAS. agravos. Bahia. s/n. e-mail: erika. brasileira. firme e valioso.

bem como requer a vista dos autos fora do cartório. 54. em que litiga com RICHARD HARRIS e RENE RUSSO.VIAÇÃO CHUVA FORTE LTDA. já devidamente qualificada nos autos do processo em epígrafe.. Pede deferimento.859 . 19 de novembro de 2014 _______________________ OAB/BA nº. Salvador. Nestes termos. requer a Vossa Excelência a juntada de instrumento procuratório para cumprir seus efeitos jurídicos e legais. também qualificados.