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BIB03229 - Avaliação de documentos

Nomes: Monique Lucero da Silva
Referência: GONÇALVES, Janice. Registros para a História: a avaliação de
arquivos na contemporaneidade.

Anotações/ideias do texto (Citações indiretas)
1. A avaliação de documentos de um acervo deve levar em consideração
aspectos técnicos e contextuais da sua produção. (p.01)
2. A avaliação é um processo que através da racionalização e eficiência
visa a gestão de um menor número de documentos, consequentemente,
que ocupam menos espaços e que se tornem financeiramente viáveis de
manter. (p.01)
3. A avaliação deve garantir uma representatividade política e social e não
apenas administrativa e técnica. (p.01-02)
4. Mas que uma preocupação administrativa, governamental, política e
social, a justificativa histórica de preservar alguns documentos também
predominava sob os critérios da avaliação, no entanto, os torna complexo
(menos preciso). (p.02)
5. Questiona-se se o valor histórico deve ser levado em consideração
como critério, pois, os documentos tidos como tal podem ser encarados
como representantes de um tempo e de uma sociedade ou fruto de um
órgão isolado. (p.02)
6. Apresenta-se a ideia de abandono de antigas teoria e metodologias,
assim consequentemente, adaptar-se ao tempo da informação e novas
tecnologias para o desenvolvimento da arquivologia como ciência.
Deixando a ideia da arquivologia como auxilia da história. (p.03)
CONEXÃO COM A CITAÇÃO CURTA NÚMERO 2
7. Arquivistas canadenses e estadunidenses têm estudos que repensam a
relação da arquivologia com a história. Que veem no processo de
avaliação a interpretação do que seria “historicamente representativo”.
(p.04-06)
8. Nos EUA apresentou-se a “estratégia de documentação” que está
baseada em uma sociedade perpassada pela informação que exigiria do
arquivista um novo olhar sobre aquilo que está para ser preservado. Essa
ação virou um desafio na qual faltam instrumentos para uma avaliação
correta. A ideia é problematizar sobre o que deve ser documentado. (p.05)
9. No Canadá o que predomina é a “macro-avaliação”, ou seja, é uma
mudança de perspectiva do papel do arquivista diante do acervo. Esse
modelo não é uma análise dos documentos, mas sim das funções das
instituições produtoras que seriam resultado de uma tendência social
maior. (p.05-06)

10. Alguns estudiosos sobre as duas teorias ressaltam que é impossível
separar o que é histórico e o que não é. Além disso, essas teorias indicam
eliminar as lacunas apresentadas em acervos, apagando ou deformando
as informações contidas nessa documentação. (p.06)

Citações curtas (até 3 linhas, citações diretas)
1. A eleição [...] de documentos para guarda permanente, com base no
critério do “valor histórico”, acrescenta dificuldades ao complexo processo
de avaliação (pois, sendo produzidos historicamente, que documentos não
teriam “valor histórico”?). (GONÇALVES, p.02)
2. [...] O movimento de renovação nas reflexões e práticas arquivísticas,
ao repensar sua relação com o campo disciplinar da História, não
necessariamente envolve uma ruptura completa com a área, ou a
refutação da importância do conhecimento histórico. (GONÇALVES, p.04)
3. Tanto na [...] “estratégia de documentação” como na experiência [...]
de “macro-avaliação” constata-se a intenção de “documentar a
sociedade”, encaminhamento que em geral acentua a relação dos
arquivos com a dimensão da memória social. (GONÇALVES, p.06)
4. [...] A avaliação arquivística distancia-se, conseqüentemente, das
especificidades dos arquivos e gera impasses difíceis de transpor, ao
buscar a estabilidade da “permanência” com base em valores (os valores
“históricos”) necessariamente mutáveis e múltiplos. (GONÇALVES, p.07)