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INSTITUTO FEDERAL DE BRASÍLIA

Pró-Reitoria de Ensino

REGULAMENTO DO ENSINO TÉCNICO
- RET -

Dos Procedimentos Administrativos e da Organização
Didático Pedagógica da Educação Profissional Técnica
de Nível Médio do Instituto Federal de Brasília (IFB)

Aprovado pela Resolução CS Nº XX/201__
Alberto Torres Braz
Ana Carolina S. L. F. dos Santos
Fernando Dantas de Araujo (org.)
Luiz Claudio Renouleau de Carvalho
Nilton Nélio Cometti
Virginia Barbosa Lobo da Silva
Colaboradores
Abiana Campos Mendes
Emille Cristina Oliveira de Souza
João Daniel da Silva Filgueira
Patricia Rodrigues Amorim

Brasília, 24 de janeiro de 2012
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RESOLUÇÃO N.º 0XXXX-2012/RIFB
Regulamenta os Procedimentos Administrativos
e a Organização Didático Pedagógica da
Educação Profissional Técnica de Nível Médio
do Instituto Federal de Brasília (IFB)
O Presidente do Conselho Superior do INSTITUTO FEDERAL DE BRASÍLIA,
nomeado pela Portaria Nº 649, de 23 de maio de 2011, publicada no Diário Oficial da União em 24
de maio de 2011, em observância ao disposto no §1º do art. 10 da Lei nº 11.892, de 29 de dezembro
de 2008, e em conformidade com o disposto nos incisos I e IV, art. 9º, do Estatuto do IFB;
CONSIDERANDO a Lei nº 11.892 de 29 de dezembro de 2008, que institui a Rede
Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação,
Ciência e Tecnologia.
CONSIDERANDO a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as
diretrizes e bases da educação nacional, e alterações posteriores.
CONSIDERANDO o Decreto nº 5.154, de 20 de julho de 2004, que regulamenta o §
2º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996.
CONSIDERANDO a Lei nº 11.741 de julho de 2008 que altera dispositivos da Lei
no 9.394, de 20 de dezembro de 1996.
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CEB 04 de dezembro de 1999 que institui as
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico.
CONSIDERANDO o Parecer CNE/CEB nº 41 de dezembro de 2002, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação a Distância na Educação de Jovens e Adultos e
para a Educação Básica na etapa do Ensino Médio.
CONSIDERANDO o Parecer CNE/CEB nº 4 de março de 2006 que reexamina o Parecer CNE/CEB nº 17/2005, que trata do financiamento da Educação a Distância, no ensino público, com recursos vinculados a que se refere o artigo 212 da Constituição Federal.
CONSIDERANDO o Acordo de Metas e Compromissos celebrados entre o
Ministério da Educação e o IFB, em junho de 2010.
CONSIDERANDO que o IFB possui autonomia para criar cursos técnicos de nível
médio, em consonância com o seu Estatuto, segundo itinerários formativos e objetivando o
desenvolvimento de aptidões para a vida social e produtiva, preferencialmente em conformidade
com o Eixo Tecnológico de cada um de seus campi.
CONSIDERANDO decisão da VII Reunião Ordinária do Conselho Superior do IFB,
realizada em _____________;
No uso de suas atribuições legais, R E S O L V E:

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Art. Art. II – respeito aos valores estéticos. § 1º Na oferta de educação básica para a população rural. poderá implementar. oferecida a quem ingresse no ensino médio ou já o esteja cursando. políticos e éticos. centros interescolares ou empresas e organizações mantidas pelo poder público ou pela iniciativa privada. 5º O IFB. na mesma instituição de ensino. Art.741 de julho de 2008. 2º O IFB oferecerá Educação Profissional e Tecnológica nos diversos níveis. cuja quantidade de vagas deverá ser maior que 30% do total de vagas de ingresso de cursos técnicos da Instituição. coordenar e/ou supervisionar cursos mediante convênios com outros estabelecimentos de ensino.840 de julho de 2006 e Acordo de Metas e Compromissos celebrados entre o Ministério da Educação e o IFB. 11. e subsequente. preferencialmente.892 de dezembro de 2008. III – subsequente. efetuando-se matrícula única para cada aluno. III – desenvolvimento de competências para a laborabilidade. sendo o curso planejado de modo a conduzir o aluno à habilitação profissional . V – identidade dos perfis profissionais de conclusão de curso. oferecida somente a quem já tenha concluído o ensino fundamental. respeitadas as disposições legais. IV – flexibilidade. sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar (Parecer CNE/CEB 01. visando ao planejamento e ao desenvolvimento de projeto pedagógico unificado com outras instituições. Art. II – concomitante. e podendo ocorrer apenas na forma de concomitância externa (em instituições de ensino distintas). regidos por regulamentos próprios. 4º Os cursos técnicos em concomitância devem. VI – atualização permanente dos cursos e currículos. efetuando-se matrículas distintas para cada curso. Decreto 5. 6º A educação básica poderá organizar-se em alternância regular de períodos de estudos.CAPÍTULO I – DA ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA SEÇÃO I – DOS CURSOS Art. modalidades e programas conforme disposto nas Leis 11. interdisciplinaridade e contextualização. especialmente: I – conteúdos curriculares e metodologias apropriadas às necessidades e interesses dos 3 . oferecida aos concluintes do ensino médio. Art. VII – autonomia da escola em seu projeto pedagógico. 3º A educação profissional técnica de nível médio será desenvolvida de forma: I – integrada. os sistemas de ensino promoverão as adaptações necessárias a sua adequação às peculiaridades da vida rural e de cada região. 1º Em conformidade com o Artigo 3o da Resolução CNE/CEB 04 de dezembro de 1999 a Educação Profissional Técnica de Nível Médio é uma modalidade de educação formal e pauta-se nos seguintes princípios: I – independência e articulação com o ensino médio. em junho de 2010. tomando como referência o quantitativo de matrículas do ano anterior. terceiro segmento. II – cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio integrados de PROEJA. destinadas aos concluintes do Ensino Fundamental nas formas integrada e concomitante. ser oferecidos mediante convênios de intercomplementaridade. de fevereiro de 2006). entidades. a saber: I – cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio: manutenção de 50% de matrículas no ensino técnico de nível médio por campus.

que será usado apenas para cursos superiores. 8º O currículo de cada curso e/ou suas alterações serão propostos pelo Conselho de Curso. de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos (Lei nº 12. a compreensão do significado da ciência. § 2º Em conformidade com a Resolução CNE/CEB 01. através da PREN enquanto órgão normativo. III – que estiver prestando serviço militar inicial ou que. literatura e história 4 . tais como a história da África e dos africanos. regulamentar estratégias de atendimento escolar do campo e flexibilizar a organização do calendário escolar. o estudo da matemática. econômica e política. IV – amparado pelo Decreto-Lei nº 1. em especial nas áreas de educação artística.769. dentro das disponibilidades da instituição.alunos da zona rural.394. junto à Diretoria de Ensino. Art. dos negros e povos indígenas no Brasil. nos diversos espaços pedagógicos e tempos de aprendizagem (tempocampo e tempo-comunidade). estiver obrigado à prática da educação física. Art. especialmente do Brasil. é de responsabilidade do IFB. e. II – maior de trinta anos de idade. § 5º A educação física é componente curricular obrigatório da educação. SEÇÃO II – DOS CURRÍCULOS Art. § 6º É obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena que incluirá aspectos da formação da população brasileira. os princípios da política de igualdade. o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política. de dezembro de 1996. constituirá componente curricular obrigatório nos diversos níveis da educação. salvaguardando. de 2008). seguindo o trâmite de procedimentos para cursos técnicos de nível médio que constam em documentação institucional. mas não exclusivo (Lei nº 11. § 2º O termo “Conselho de Curso” substituirá o termo “Colegiado de Curso” para o nível técnico. escolhida pela comunidade escolar. II – organização escolar própria. o estudo da língua portuguesa como instrumento de comunicação. os currículos do ensino médio devem ter base nacional comum. de 2003): I – que cumpra jornada de trabalho igual ou superior a seis horas. incluindo adequação do calendário escolar às fases do ciclo agrícola e condições climáticas. o processo histórico de transformação da sociedade e cultura. § 1º Os currículos destacarão: a educação tecnológica. analisados e aprovados pela Câmara Técnica de Ensino do IFB. cultura. 7º Os currículos observarão as determinações legais e os Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Profissional fixados em legislação específica pelos órgãos competentes do Ministério da Educação e as diretrizes decorrentes do Projeto Pedagógico Institucional. § 1º Eventuais alterações curriculares serão implantadas sempre na entrada de novas turmas e poderão ter efeito retroativo. em situação similar. e uma segunda. complementada por parte diversificada. como disciplina obrigatória. observando as orientações das Diretrizes Operacionais para a Educação nas Escolas do Campo. de 2010).044. sendo sua prática facultativa ao aluno (Lei nº 10. e um representante da Coordenação Pedagógica responsável. acesso ao conhecimento e exercício da cidadania. de abril de 2002. Pesquisa e Extensão de cada campus. resgatando suas contribuições nas áreas social. exigida por características regionais e locais da sociedade. III – adequação à natureza do trabalho na zona rural. § 3º O ensino da arte em suas expressões regionais. § 2º Será incluída uma língua estrangeira moderna. de outubro de 1969 (em anexo). das letras e das artes. 9º Em conformidade com a Lei nº 9. desde que não haja prejuízo à vida acadêmica discente. optativa. VI – que tenha filhos.793.287. § 4º A música será conteúdo obrigatório. com a anuência de todos os alunos do curso. economia e clientela.

sempre que a Coordenação do Curso. monitoria. quando organizados em etapas com terminalidade. § 7º Serão incluídas a Filosofia e a Sociologia como disciplinas obrigatórias em todos os anos do ensino médio (Lei nº 11. semestral ou anual. Pesquisa e Extensão (CEPE).brasileiras (Lei nº 11. SEÇÃO III – DOS PLANOS DE CURSO Art. pesquisa e extensão a construção do perfil profissional a ser formado. receber parecer favorável do Diretor Geral do campus e do Conselho de Ensino. § 3º A manifestação de opção das turmas às alterações curriculares deverá ser encaminhada à Coordenação de Registro Acadêmico pela Coordenação de Curso para as providências de registro de adaptações. VI – Perfil Profissional de Conclusão dos Egressos do Curso. assim julgar necessário. fluxograma. itinerário formativo. III – Caracterização da Região. de junho de 2008). VII – Organização Curricular do Curso (estrutura modular. V – Requisitos de Acesso ao Curso. 11. 5 . de julho de 2008). § 2º As turmas em andamento do curso em que houver alteração curricular. com vistas à atualização e aprimoramento do perfil de formação profissional. orientada por módulos. II – Histórico da Instituição. Entende-se por Plano de Curso as informações que objetivam por meio do ensino. poderão migrar para o novo Plano de Curso mediante manifestação de opção por escrito de todos os alunos. para aprovação. possibilitarão a obtenção de certificados de qualificação para o trabalho após a conclusão. X – Estágio Curricular Supervisionado. IX – Atividades Complementares (incluindo projetos de estágio. sendo. VIII – Estratégias Pedagógicas. para posterior encaminhamento ao Conselho Superior. pesquisa e extensão).684. com aproveitamento.741. § 2º O Plano de Curso deve atender à demanda da comunidade e às orientações da Pró-Reitoria de Ensino e. § 1º As alterações ao Plano de Curso poderão serão implantadas apenas após 18 meses de funcionamento nos cursos subsequentes e 36 meses nos cursos integrados e concomitantes. XIV – Pessoal Docente e Técnico. XI – Critérios de Aproveitamento de Conhecimento e Experiências Anteriores.ou co-requisitos. 10. Art. Os Planos de Curso deverão ser revistos e reelaborados. possibilitando a realização de avaliações e/ou projetos integradores envolvendo mais de um componente curricular. XIII – Instalações e Equipamentos. § 1º Os Planos de Curso deverão ser construídos pelos docentes da área do curso e devem manter coerência com o Projeto Pedagógico Institucional. § 8º Os cursos de educação profissional técnica de nível médio. de cada etapa que caracterize uma qualificação para o trabalho (Incluído pela Lei nº 11. XVI – Referências.645. contendo os seguintes tópicos: I – Apresentação. XII – Critérios de avaliação da aprendizagem (projeto integrador). nas formas concomitante e subsequente. XV – Certificados e Diplomas Expedidos. IV – Justificativa e Objetivos do Curso. preferencialmente. independentes entre si sem pré. § 3º Os componentes curriculares devem colaborar entre si com a construção do perfil do egresso de cada curso. ouvidos os professores e alunos. de março de 2008). carga horária e componentes curriculares).

Todos os requerimentos solicitados pelo aluno maior de idade. IX – Recursos Instrucionais. de 3. os professores responsáveis pelos componentes curriculares devem se reunir em fóruns para acordar as devidas modificações. § 1º O ano letivo regular. os cursos de forma integrada com o ensino médio. VI – Identificação do Professor. não podendo ultrapassar 15% desta.000 horas para as habilitações profissionais que exigem mínimo de 800 horas. terão cargas horárias totais mínimas de 3. De acordo com a Resolução CNE/CEB 01. acompanhando a evolução científica e tecnológica. V – Carga Horária. § 3º No início do período letivo. Art. SEÇÃO IV – DOS PLANOS DE ENSINO Art. semestral ou anual. VII – Conteúdo do Componente Curricular. 13. Os cursos poderão ser ofertados em regime modular. 12. e deverão conter: I – Identificação do Campus. 15. deverão ser atualizados os planos de ensino dos componentes curriculares.100 horas para aquelas que exigem mínimo de 1. salvo indicado de outra forma pela Secretaria do Campus. terá no mínimo duzentos dias letivos de trabalho acadêmico efetivo. 14.000 horas e 3. 16. de acordo com a modalidade prevista no Plano de Curso. § 1º A elaboração e a revisão dos planos de ensino deverão ser feitas pelos professores responsáveis pelo componente curricular e entregues à Coordenação de Curso ou Coordenação Pedagógica no início de cada módulo. II – Identificação do Curso. semestral ou anual. Anualmente. III – Identificação do Componente Curricular/Área de Conhecimento. Semestre ou Ano Letivo. SEÇÃO I – DO ANO LETIVO Art. 6 . e consequentemente. XII – Bibliografia Complementar. § 2º É recomendável que se siga as orientações SINAES para a quantidade de livros a ser contemplada nas bibliografias. o professor deverá apresentar e discutir o Plano de Ensino com os alunos. de fevereiro de 2005.Art. ou por seu Representante Legal quando menor de idade. independente do ano civil. VIII – Metodologia. atividades e cursos. X – Instrumentos e Formas de Avaliação XI – Bibliografia Básica.200 horas para aquelas que exigem mínimo de 1. IV – Módulo. § 4º Componentes curriculares pertencentes a matrizes comuns em diferentes campi tem a liberdade de alterar seus planos de ensino em até 20% para adequar a especificidades locais. bem como os da modalidade Educação de Jovens e Adultos (PROEJA) e Educação a Distância (EaD). período. em conformidade com a Resolução RIFB 23/2009. § 2º Os cursos técnicos concomitantes ou subsequentes. em conformidade com a carga horária mínima estabelecida pelo Eixo Tecnológico no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. visando o princípio da mobilidade.200 horas. serão desenvolvidos em regime modular. Período. semestre ou ano letivos. devem ser protocolados na Coordenação de Registro Acadêmico. CAPÍTULO III – DO REGIME ESCOLAR Art. Cursos com o mesmo nome em campi diferentes devem ter componentes curriculares comuns (matriz curricular semelhante).

a destinação de. independentemente do ano civil. acadêmico. em projeto específico.§ 1º Cursos de formas concomitante ou subsequente ao Ensino Médio deverão considerar a carga horária mínima exigida pela habilitação profissional. os cursos de educação profissional técnica de nível médio do PROEJA deverão contar com carga horária mínima de duas mil e quatrocentas horas. § 1º As diferentes modalidades de admissão e a oferta de vagas para cada curso deverão obedecer à política institucional de ingresso constante no PPI. 21. os critérios de seleção. 19.098 de dezembro de 2000.840. § 4º Para usufruir dos serviços e benefícios especiais. III – alunos com altas habilidades/superdotação – demonstram elevado potencial intelectual. tanto isoladamente como combinados e apresentam elevada criatividade. O Calendário Institucional. (NAPNE). considerará as especificidades de cada campus. vespertino ou noturno. 20. Art. O IFB concede atendimento educacional a Pessoas com Necessidades Específicas e aos candidatos com Necessidades Educacionais Específicas será garantida a condição necessária à realização do processo seletivo. Em conformidade com o Decreto 5. II – alunos com transtorno global de desenvolvimento – apresentam alterações qualitativas nas interações sociais recíprocas e na comunicação. de psicomotricidade e artístico. 1. § 2º O IFB segue as normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. da ordem de 800. os programas e a documentação dos processos seletivos constarão em edital normatizado pela Pró-Reitoria de Ensino de acordo com a legislação vigente.394 de 1996 e a Resolução/RIFB Nº 024 de Agosto de 2011. § 2º As normas. O IFB poderá oferecer cursos nos períodos matutino. estereotipado e repetitivo. de acordo com sua proposta pedagógica e o Regimento Geral do IFB. § 3º O IFB estende aos alunos de ensino especial o direito à participação em atividades de estágio. em atendimento ao Decreto 5. segundo a correspondente área profissional. será único. 18. de acordo com a Lei 8. no mínimo. A oferta de vagas e as formas de ingresso serão definidas. de natureza física. Incluem-se nesse grupo discentes com autismo e doenças psicossociais. a cada período letivo.000 ou 1.296 de dezembro de 2004. que o analisará e fundamentará parecer do Núcleo de Apoio a Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas. de liderança. que podem ter restringida sua participação plena e efetiva na escola e na sociedade. II . e observará à Lei nº 9. 17. de acordo com o Decreto 10. as Pessoas com Necessidades Específicas deverão ter sua necessidade educacional identificada e caracterizada por laudo médico apresentado à equipe multidisciplinar de saúde do IFB.a carga horária mínima estabelecida para a respectiva habilitação profissional técnica. 7 . SEÇÃO III – DA FORMA DE INGRESSO Art. intelectual ou sensorial. SEÇÃO II – DO CALENDÁRIO ACADÊMICO INSTITUCIONAL Art. mostrando um quadro de interesses e atividades restrito. § 1º Consideram-se Pessoas com Necessidades Específicas: I – alunos com deficiência – têm impedimento de longo prazo. grande envolvimento na aprendizagem e realização de tarefas. mil e duzentas horas para a formação geral.859 de março de 1994. Art. mental. de julho de 2006. Art.200 horas. assegurando-se cumulativamente: I .

II – mudança de campus para o mesmo curso. DA RENOVAÇÃO E DA REABERTURA DA MATRÍCULA Art. § 1º No caso de pedido de reabertura de matrícula e na descontinuidade da habilitação originária do aluno. e comprovação de quitação eleitoral. § 1º Na renovação da matrícula será exigida a atualização do comprovante de residência. A matrícula inicial deverá ser efetuada na Coordenação de Registro Acadêmico mediante requerimento próprio. III – mudança de curso. § 2º Para se matricular no Curso Técnico de Nível Médio na forma Concomitante. certificado de reservista ou de dispensa da corporação. I – a concomitância externa está condicionada à apresentação de documento de matrícula no ensino médio. § 2º A efetivação da renovação será condicionada aos resultados finais. 25. II – carteira de identidade. III – título de eleitor. A reabertura de matrícula será concedida para atender aos casos de trancamento. o candidato aprovado deverá ter concluído o ensino fundamental. certificação pelo ENEM. VII – duas fotos 3X4. Art.). Art. A matrícula é o ato que vincula efetivamente o estudante a um curso para o qual foi aprovado. O preenchimento de vagas remanescentes a partir do segundo período letivo dos cursos técnicos do IFB obedecerá a seguinte ordem de prioridade: § 1º Alunos do IFB que tenham solicitado: I – mudança de turno. devidamente preenchido. VIII – cadastro de pessoa física. satisfeitas as condições de ingresso. o candidato aprovado deverá ter concluído o ensino médio ou equivalente (supletivo. X – guia de transferência. assinado pelo interessado ou seu responsável legal e acompanhado dos seguintes documentos: I – certidão de nascimento ou casamento. 23. § 3º Não será efetivada a renovação de matrícula no período letivo em que se constatar a impossibilidade de o aluno concluir o curso no prazo máximo previsto. observado o período de integralização curricular do aluno e os períodos para solicitação de mudança do curso. quando for o caso. quando for o caso. o mesmo poderá solicitar sua matrícula em outro. obedecidos os pré-requisitos: § 1º Para se matricular no Curso Técnico de Nível Médio Integrado. para maiores de 18 anos. quando o processo não for digital. nos prazos fixados no Calendário Institucional. § 3º Para se matricular no Curso Técnico de Nível Médio na forma Subsequente. 24. é necessário a impressão do formulário de matrícula para a devida assinatura.SEÇÃO IV – DA MATRÍCULA. condicionada à existência de vagas no curso. § 1º Quando da matrícula informatizada. devendo ser renovada a cada período. A solicitação de renovação da matrícula em data prevista no Calendário Institucional será mediante preenchimento de formulário próprio. IV – certificado e histórico do ensino fundamental para matrícula na forma integrado. 22. 26. V – certificado e histórico do ensino médio para matrícula na forma subsequente. VI – comprovação de matrícula em curso regular de ensino médio para matrícula na forma concomitante. Art. Art. mediante comprovação com documento de matrícula. o candidato aprovado deverá estar cursando o ensino médio ou equivalente. etc. 8 . IX – comprovante de residência.

devendo o aluno refazer sua matrícula na época prevista no Calendário Institucional ao término de cada período de trancamento. 29. na forma ou nos conteúdos programáticos deverão fazer as adaptações necessárias à nova situação. 31. períodos. previsto no Código de Ética Discente do IFB e apurado em sindicância para essa finalidade. 9 . § 4º Os períodos de trancamento de matrícula serão computados para efeito de contagem do tempo máximo de integralização curricular. 28. observada a equivalência dos componentes curriculares. exceto nos casos previstos em lei: I – convocação para o serviço militar. inclusive do estágio. ou do seu representante legal. ou perda do direito à vaga e a cessação dos vínculos do aluno com o IFB. É vedada a matrícula simultânea em mais de um curso técnico. § 6º Ao Diretor de Ensino. VII – quando o aluno não concluir o curso no período previsto para sua integralização. devidamente protocolado.§ 2º Alunos de outras Instituições de Ensino: Art. § 2º O trancamento de matrícula deverá ser requerido pelo próprio aluno maior de idade. § 2º O aluno que tiver sua matrícula cancelada poderá requerer documento comprobatório dos períodos cursados. § 5º Os alunos com matrícula trancada cujo curso venha a sofrer mudanças no currículo. período. ou por seu representante legal. VI – quando o aluno cometer ato de indisciplina grave. SEÇÃO V – DO TRANCAMENTO E DO CANCELAMENTO DE MATRÍCULA Art. Art. Art. com garantia de contraditório e ampla defesa. III – gravidez e problemas pós-parto. § 1º O cancelamento da matrícula ocorrerá: I – por transferência para outra instituição de ensino. ou fora do prazo estabelecido em Calendário Institucional. Pesquisa e Extensão se reserva o direito de recusar a renovação de matrícula do aluno reprovado duas vezes subsequentes no mesmo módulo. durante todo o curso. IV – quando o aluno não efetuar seu requerimento de matrícula por duas vezes consecutivas ou renovação em dois módulos. V – quando o aluno apresentar documento falso ou falsificado. semestre ou ano letivos. Art. Pesquisa e Extensão se reserva o direito de avaliar e julgar casos omissos. 30. § 3º O aluno só poderá trancar a matrícula por um ano letivo (nos cursos anuais) ou dois períodos letivos (nos cursos semestrais). Ao Diretor de Ensino. sem perda de vínculo com a instituição. em formulário próprio. 27. III – quando o aluno maior de idade não efetuar seu requerimento de matrícula ou renovação em casos de trancamento em qualquer período letivo. semestres ou anos letivos para aluno do Ensino Técnico de nível Médio forma Subsequente. II – tratamento prolongado de saúde. Será nula de pleno direito a matrícula efetuada mediante documento falso ou adulterado. consecutivos ou alternados. II – por expressa manifestação de vontade mediante requerimento do aluno maior de idade. Entende-se por cancelamento da matrícula no curso. ou em curso técnico e superior regular do IFB. sujeitando-se o responsável às sanções previstas em lei. § 1º Não será autorizado o trancamento de matrícula no primeiro período letivo do curso. salvo nos casos em que o aluno não tiver atingido a maior idade civil. Entende-se por trancamento de matrícula a interrupção total das atividades escolares.

I – para efeito de registro será utilizado o termo “Dispensado”. § 3º O aluno desligado da instituição pelos demais motivos previstos. mediante requerimento cujo módulo ou componente que se deseja aproveitar.394. § 2º A análise de equivalência entre matrizes curriculares será realizada por Comissão. acompanhado dos seguintes documentos: I – histórico escolar. ou ementário e conteúdo programático. § 6º É vedado o aproveitamento de estudos em componentes curriculares em que o requerente tenha sido reprovado. II – matriz curricular cursada. 32. que emitirá parecer sobre a solicitação no prazo para julgamento. I – Será utilizado o termo “Aproveitamento de Estudos” para registro. III – planos de ensino dos componentes curriculares com especificação de carga horária comprovada. IV – alunos com maior coeficiente de rendimento. § 4º A análise dos requerimentos de nova matrícula é prioritária às análises de requerimento de transferência. que 10 . II – alunos com comprovada situação familiar que exija ausência do mesmo nos períodos para renovação / trancamento de matrícula. § 4º O IFB também implementará dispensa de componentes curriculares ou módulos como forma de aceleração de estudos. § 5º A avaliação da correspondência de estudos recairá sobre o conteúdo dos programas apresentados e não sobre a denominação dos Componentes Curriculares. O aluno com matrícula cancelada no curso poderá requerer nova matrícula. constituída pela Coordenação Pedagógica Responsável e docentes das especialidades. na seguinte ordem: I – alunos com a situação socioeconômica menos favorecida comprovada pela Coordenação de Assistência Estudantil. devidamente atestados e analisados pela Coordenação do Curso e pela Coordenação Pedagógica responsável. dispensando-se o registro das notas ou avaliações dos componentes/módulos. e 11. somente terá direito a nova matrícula através de processo seletivo. através de exames ou certificação de competência caso necessário. habilidades e bases tecnológicas. § 7º O solicitante terá direito a recurso em caso de discordância do parecer da Comissão. 33. § 1º Os currículos poderão ter sido cursados em diferentes instituições credenciadas pelos sistemas federal e estaduais. § 2º A partir da data de divulgação dos resultados dos pedidos de nova matrícula.741 de julho de 2008. poderá haver aproveitamento de estudos de componentes curriculares ou módulos cursados e concluídos. desde que o prazo entre a conclusão do primeiro e do último semestre não exceda cinco anos. § 3º Será considerada uma equivalência mínima de pelo menos 75% da carga horária e conteúdos entre os componentes curriculares cursados e os do curso a ser aproveitado. Em conformidade com as Leis 9. se for o caso. competências. de dezembro de 1996. V – alunos de maior idade. SEÇÃO VII – DO APROVEITAMENTO DE ESTUDOS E CERTIFICAÇÃO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES E ACELERAÇÃO DE ESTUDOS Art. em data prevista em calendário. nomeada pela Coordenação de Curso. o aluno terá um prazo de três dias úteis para efetivar sua nova matrícula.SEÇÃO VI – DO REQUERIMENTO DE NOVA MATRÍCULA Art. mediante justificativa à Direção Geral do campus. III – alunos que não estiverem sob regime de dependência. § 1º Caso o número de vagas seja inferior ao número de pedidos de novas matrículas serão considerados os critérios de desempate.

§ 4º Não será concedido o aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores para os cursos Técnicos Integrados. de dezembro de 1996. e conhecimento adquirido no trabalho. inclusive no trabalho. respeitado o mínimo de 75% de similaridade dos conhecimentos com os conteúdos do componente curricular do curso pretendido. caso estejam redigidos em língua estrangeira. Alunos de nacionalidade estrangeira ou brasileira com estudos realizados no exterior deverão apresentar documentação legalizada por via diplomática e equivalência concedida pelo sistema de ensino de origem. em artigos regulamentados pela Lei 11. expedida pelo Consulado Brasileiro do país onde foram feitos os estudos. que emitirá parecer sobre a solicitação dentro do prazo para julgamento. poderá ser objeto de avaliação. nomeada pela Coordenação de Curso. ressalvando-se conhecimentos e habilidades adquiridas através de meios informais por estudantes da EJA. sendo exigida a seguinte documentação: I – histórico escolar original com firma consular confirmando sua autenticidade. cursos livres de educação profissional de nível básico. constituída pela Coordenação Pedagógica Responsável e docentes das especialidades sob avaliação.394. ou outro órgão público competente. a qual emitirá parecer sobre a possibilidade e formas convenientes de aproveitamento. § 1º O IFB registrará a equivalência e o aproveitamento dos estudos realizados no período letivo do curso a que correspondem. incluindo cursos feitos há mais de cinco anos. se o aluno não for lusofônico. 35. § 3º Será considerada uma equivalência mínima de pelo menos 75% da carga horária e conteúdos entre os componentes curriculares cursados e os do curso a ser aproveitado. Em conformidade com a Lei 9. que deverá ser protocolado atendendo as datas definidas. mediante avaliação da escola que oferece a referida habilitação profissional (Parecer CNE/CEB 16 de 05 de outubro de 1999). será realizada por Comissão nomeada pela Coordenação de Curso. reconhecimento e certificação para prosseguimento ou conclusão de estudos. Art. § 6º O solicitante terá direito a recurso em caso de discordância do parecer da Comissão. § 4º A avaliação da correspondência de estudos recairá sobre as bases tecnológicas dos programas apresentados e não sobre a denominação dos Componentes Curriculares. § 7º A comissão submeterá o aluno a uma verificação de rendimento. § 2º A análise de equivalência entre matrizes curriculares será realizada por Comissão. § 2º O aluno deverá comprovar exercício profissional ou outro mecanismo não formal que tenha possibilitado a aquisição do (s) conhecimento (s) que se pretende aproveitar. instituições especializadas em educação profissional. o conhecimento adquirido na educação profissional e tecnológica. cursados em escolas técnicas.deverá ser protocolado atendendo as datas definidas. III – tradução dos documentos acadêmicos por tradutor juramentado. entidades sindicais e empresas. IV – certificado de proficiência em Língua Portuguesa ou comprovante de estar frequentando curso da língua nacional. constituída pela Coordenação Pedagógica Responsável e docentes das especialidades. 34. salvo quando legislação específica determinar procedimento diferente.741 de julho de 2008. § 3º A verificação de rendimentos pela análise do processo. § 5º É vedado o aproveitamento de estudos em componentes curriculares em que o requerente tenha sido reprovado. ONGs. elaborada por professor ou equipe de especialistas nos seguintes casos: I – aproveitamento em um determinado componente curricular cursado há mais de cinco 11 . observadas as seguintes premissas: § 1º A avaliação para verificação de rendimento de conhecimentos e experiências anteriores e/ou análise de equivalência entre currículos. Art. II – certidão de nascimento. dar-se-á com base no parecer da Comissão. na qual constem os elementos necessários à identificação do aluno. passaporte ou certificado de inscrição consular. mediante requerimento.

por escrito. tomando-se por base a análise dos componentes curriculares e das cargas horárias mínimas estabelecidas para cada habilitação profissional. Art. Art. mediante o atendimento às disposições legais vigentes. II – matriz curricular do curso. no ato da matrícula. IV – quando houver possibilidade de adaptação ao currículo do IFB. ou para localidade mais próxima desta. de dezembro de 1997).536. A aceitação de transferência de alunos egressos de outras instituições fica condicionada à existência de vagas e mediante processo seletivo. § 3º As transferências ex-oficio ocorrerão entre instituições vinculadas a qualquer sistema de ensino. em qualquer época do ano e independente da existência de vaga.anos e menos de dez anos. anexando os seguintes documentos originais: I – histórico escolar. SEÇÃO IX – DAS TRANSFERÊNCIAS Art. exceto quando o interessado na transferência se deslocar para assumir cargo efetivo em razão de concurso público. 36. se requerida em razão de comprovada remoção ou transferência de ofício. constituída pela Coordenação Pedagógica responsável e docentes das especialidades. para analisar equivalência entre matrizes curriculares. que acarrete mudança de domicílio para o município onde se situe a instituição recebedora. e às seguintes possibilidades: I – de estar o requerente regularmente matriculado na instituição de origem. e emitir parecer no prazo estabelecido para julgamento visando a possibilidade e a forma de adaptação do aluno transferido. V – que a documentação pertinente esteja anexada ao requerimento. IV – guia de transferência emitida pela Instituição de origem. II – componente curricular que compõe a formação profissional cursado em nível de ensino inferior àquele em que pretende obter o aproveitamento. O IFB poderá expedir e aceitar transferências de estudantes em qualquer época. Para solicitar transferência para o IFB. o aluno deverá requerer em formulário próprio no respectivo campus onde pleiteia a vaga. Parágrafo Único: Nos documentos deverão constar: I – notas ou menções e assiduidade do requerente até a data da transferência. II – do aceite do solicitante à adaptação necessária. sem prejuízo de análise curricular. § 1º O IFB registrará a equivalência e o aproveitamento dos estudos feitos no período letivo do curso a que correspondem. cargo comissionado ou função de confiança (Lei 9. III – plano de ensino detalhado de cada componente curricular. Compete à Coordenação do Curso nomear Comissão. § 1º A avaliação da correspondência de estudos deverá recair sobre os programas estudados e não sobre a denominação dos componentes curriculares. § 2º O Histórico Escolar do aluno transferido para o IFB deverá manter a denominação e a carga horária dos componentes curriculares da Instituição de origem e daqueles cursados no IFB. 37. VI – de não estar o requerente em regime de dependência ou sujeito a estudos de recuperação. quando se tratar de servidor público federal civil ou militar estudante. § 2º Será considerada uma equivalência mínima de pelo menos 75% da carga horária e conteúdos entre os componentes curriculares cursados e os do curso a ser aproveitado. ou seu dependente estudante. II – declaração de que o aluno foi aprovado ou reprovado. Art. § 3º A avaliação da correspondência de estudos recairá sobre os conteúdos que integram os 12 . III – sistema de avaliação do aproveitamento escolar e apuração da assiduidade. 38. III – quando puder ser efetuada a adaptação necessária. 39. referente a cada período letivo concluído.

procedendo-se à reclassificação e/ou às adaptações necessárias. semestre ou ano letivos já cursados. após análise curricular. 43. A mudança de campus para um mesmo curso técnico no IFB será facultada à existência de vagas e à observância dos seguintes critérios: § 1º O aluno em regime de dependência será retido no período letivo. nos prazos estabelecidos. § 2º Os alunos poderão requerer mudança de campus uma única vez por período letivo. SEÇÃO XI – DA MUDANÇA DE CAMPUS Art. semestre ou ano letivos ou no Plano de Ensino para o respectivo componente curricular. se necessário. Art. SEÇÃO X – DA ADAPTAÇÃO CURRICULAR Art. II – complementação de carga horária: quando a carga horária for menor que 75% da prevista no Plano do Curso para o respectivo módulo. elaborada por professor ou equipe de especialistas. II – alunos com dificuldade de conciliar horário das aulas com o do trabalho.programas e não sobre a denominação dos componentes curriculares. § 4º É vedado o aproveitamento em componentes curriculares em que o requerente tenha sido reprovado. Art. o aluno será notificado pela Coordenação Geral de Ensino. período. IV – alunos que não estejam em regime de dependência. III – alunos que tenham proposta para fazer o estágio curricular. 40. semestre ou ano letivos ou no Plano de Ensino para o respectivo componente curricular. III – suplementação de estudos: em casos de transferências recebidas. que deverá ser protocolado atendendo as datas definidas. providenciarão condições para adoção dos procedimentos necessários a cada caso. e os conteúdos forem em menor quantidade que as previstas no Plano do Curso para o respectivo módulo. A expedição de transferência pelo IFB será mediante formulário próprio com informações dos estudos já realizados pelo aluno. § 2º A Coordenação de Curso e a Coordenação Pedagógica. Art. 41. V – alunos com dificuldade comprovada de acesso ao campus. observando-se critérios de desempate atestados na seguinte ordem: I – dificuldade de acesso a tratamento de saúde prolongado na localidade do campus. § 2º A adaptação será desenvolvida em períodos específicos que permitam ao aluno frequentar o curso e a adaptação concomitantemente. § 1º O número de adaptações levará em conta as possibilidades de oferta do IFB e do aluno em sua realização. podendo ocorrer mediante a adoção de um dos seguintes procedimentos: I – complementação de estudos: quando a carga horária dos estudos realizados for igual ou superior à carga horária do curso em que o aluno estiver matriculado. período. § 5º O solicitante terá direito a recurso na discordância com o parecer da comissão. O aluno será matriculado no período letivo a que corresponderem os estudos realizados. que estabelecerá época e condições para que seja realizada. se o currículo apresentado divergir do currículo do curso em que o aluno estiver matriculado nos módulo. § 6º A comissão submeterá o aluno a uma verificação de rendimento. Adaptação Curricular é o procedimento que promove o ajuste entre as matrizes curriculares (a apresentada pelo aluno e a do curso do IFB). 13 . 42. respeitando-se o período de integralização. § 1º A Adaptação Curricular dependerá de cada situação específica. Se houver necessidade de adaptação. 44. período. levando em consideração o nível de aprendizagem e saberes que o aluno adquiriu e/ou precisa desenvolver.

48. SEÇÃO XIII – DA MUDANÇA DE TURMA Art. com quantidade definida pela Coordenação do Curso.Art. Parágrafo Único: Os remanejamentos ocorrerão por decisão da Diretoria de Ensino. III – alunos com maior coeficiente de rendimento. § 1º Os alunos poderão requerer mudança de turno uma única vez por período letivo. ouvidas a Coordenação de Curso. VI – alunos com dificuldade comprovada de acesso ao campus. em seu curso de origem. que emitirá parecer. deferindo ou não a solicitação e encaminhará a solicitação para a Coordenação de Registro Acadêmico para procedimentos que forem necessários. II – tenha tempo hábil para integralizar o curso pretendido. carga horária mínima de 15% e máxima de 50% da carga horária total do curso em que estiver matriculado. constituída por um representante do setor pedagógico e. questões de ordem disciplinar. 46. 47. respeitando-se o período de integralização. que exista vaga no turno pretendido. II – turno que gere redução da concentração do aluno. II. Pesquisa e Extensão. nos prazos estabelecidos. 49. em função de: I. IV – concomitância com horário de estágio supervisionado do seu curso. III – concomitância com o horário de trabalho. A mudança de turma nos Cursos Técnicos estará condicionada à existência de vagas para alunos de um mesmo curso. § 2º O pedido de mudança de turno será submetido à apreciação da Coordenação de Curso. 50. ficando o deferimento do processo condicionado à existência de vagas. desde que apresente comprovação documental. pelo menos. contado a partir do ingresso no curso de origem. V – alunos que não estejam em regime de dependência. III – submeta-se aos procedimentos de adaptação curricular necessários. a Coordenação Pedagógica responsável e as partes interessadas. Ao requerer a mudança de campus o aluno deverá anexar os planos de ensino do curso que frequenta. dois docentes que atuam no curso pretendido. O aluno anexará ao requerimento o seu histórico escolar e os planos de ensino dos componentes curriculares cursados. Art. A mudança de turno poderá ser concedida nos casos em que o aluno esteja impossibilitado de frequentar as aulas no seu turno de origem. no mesmo eixo tecnológico. Ao aluno será facultada a mudança de curso apenas uma vez. II – oportunidade real de emprego na área pretendida. § 1º A análise das solicitações será feita por uma Comissão nomeada pelo Diretor Geral do campus. Será concedida a mudança de curso observando-se como critérios de desempate: I – alunos que tenham proposta de estágio na área pretendida. SEÇÃO XII – DA MUDANÇA DE TURNO Art. para um único curso. 45. observando-se critérios de desempate atestados na seguinte ordem: I – dificuldade de conciliar o horário das aulas com tratamento de saúde prolongado. em função de que o candidato: I – tenha cumprido com aproveitamento. SEÇÃO XIV – DA MUDANÇA DE CURSO Art. Parágrafo Único: Após análise curricular. Art. 14 . e/ou gerada por uso de medicamentos para Pessoas com Necessidades Específicas. as adaptações necessárias deverão ser cumpridas ao longo do curso. atendimento a questões de ordem pedagógica.

§ 2º O Regime Domiciliar será requerido pelo aluno ou por seu responsável.IV – ao candidato mais idoso. com período de licença de 120 dias. acompanhado de laudo médico. com período de licença de 30 dias. em caso de empate. Art. bem como dos excedentes. IV – necessitar de assistência intensiva comprovada por laudo médico. VII – aluno reservista (Lei nº 715 de julho de 1969).587 de dezembro de 1980). § 1º O aluno terá suas faltas registradas durante o período de afastamento e as mesmas serão justificadas pela Coordenação Geral de Ensino. VII – mães que tenham adoção ou guarda judicial de criança dentro das seguintes faixas de idade (Lei 10. VI – tratar-se de aluna gestante com apresentação de laudo médico a partir do oitavo mês e durante três meses. Laboratórios). O Regime Domiciliar será concedido por período superior a quinze dias e inferior a quarenta e cinco dias para o curso semestral e por período superior a quinze dias e inferior a sessenta dias para o curso anual. d) A licença-maternidade só será concedida mediante apresentação do termo judicial de guarda à adotante ou guardiã. sendo possível estender o período antes ou depois do parto mediante apresentação de atestado médico. 51. Art. § 1º Não será concedido regime domiciliar para estágios e módulos cujas atividades curriculares práticas requeiram acompanhamento individual do professor e presença física do aluno em ambiente próprio para execução dessas atividades (e. 15 . com período de licença de 60 dias. X – Participação como representante discente nas reuniões dos órgãos colegiados. II – necessitar de tratamento prolongado de saúde. b) a partir de um ano até quatro anos de idade. através do direito de realizar atividades escolares em seu domicílio quando houver impedimento de frequência às aulas (Decreto Lei nº 1.615 de março 1998) e participantes de eventos científicos. 53. O Regime Domiciliar é um processo que permite ao estudante a equivalência de estudos. III – necessitar acompanhar parentes de 1º grau com problemas de saúde. IX – alunos participantes em eventos e atividades desportivas oficiais (em conformidade com a Lei 9. c) a partir de quatro anos até oito anos de idade.421 de abril de 2002): a) até um ano de idade. II – aluno que tenha ingressado no IFB por meio de transferência de outras instituições de ensino. 55.044 de outubro de 1969 e Lei nº 6. 54. A mudança de curso deferida terá validade apenas para a matrícula no período letivo imediatamente subsequente àquele em que foi solicitada. para o caso de aproveitamento das vagas dos possíveis desistentes. Art. constando o início e término do afastamento e o Código Internacional de Doença (CID) que comprove situações estabelecidas na lei. SEÇÃO XV – DO REGIME DOMICILIAR Art. A mudança de curso será indeferida nos seguintes casos: I – cancelamento de processos de mudança após homologação. V – ser portador de incapacidade física relativa. visado pelo Gabinete Médico do IFB. Art.202 de abril de 1975). As coordenações encaminharão à Coordenação do Registro Acadêmico a relação dos candidatos classificados no limite de vagas para mudança de curso. nos seguintes casos: I – ser portador de doença infectocontagiosa. por ordem de classificação.g. VIII – aluno Oficial ou Aspirante a Oficial da Reserva (Decreto nº 85. 52. incompatível com a frequência aos trabalhos escolares.

57. Art. pesquisa. 59. § 1º As questões das respectivas avaliações deverão ser estabelecidas de forma contextualizada e. a uma proposta diferenciada de atendimento a ser definida pela Coordenação do Curso em conjunto com a Coordenação Pedagógica. para encaminhamento de tarefas e recebimento de tarefas realizadas. d) possibilita acompanhar o domínio dos conteúdos. § 4º O atestado médico deverá ser apresentado em um prazo máximo de 72 horas após iniciado o impedimento. deverão ser adotados. A avaliação deverá garantir conformidade entre os processos. § 2º Para cursos com regime semestral e cursos anuais organizados em semestres. Compete à Coordenação Geral de Ensino: I – orientar o preenchimento do requerimento. II – manter contato com o estudante. dois instrumentos avaliativos por bimestre. e adéqua o ensino aos ajustes na aprendizagem e no desenvolvimento do aluno. subsidia o planejamento do ensino para a próxima etapa e informa o rendimento do aluno em termos parciais ou finais. mediante o atestado médico e as informações da família. no mínimo. práticas profissionais. 58. no mínimo. dinâmicas. c) também tem caráter diagnóstico. os instrumentos e os conteúdos envolvidos. deverão ser adotados. sistemática. ou representante legal. 56. § 1º Primará pelos princípios da avaliação quantitativa e qualitativa. as técnicas. Parágrafo único. diagnóstica e formativa. § 5º O Regime Domiciliar não tem efeito retroativo. quando possível. § 3º Para cursos com regime anual. O estudante que comprovar incapacidade de realizar exercícios domiciliares ficará sujeito. III – comunicar a Coordenação do Curso solicitando tarefas escolares. III – avaliação somativa – possibilita avaliar os saberes adquiridos. projetos. integral. relatórios e portfólio. 16 . CAPÍTULO IV – DA AVALIAÇÃO ESCOLAR SEÇÃO I – AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM Art. V – encaminhar tarefas realizadas para a Coordenação do Curso. questionários. indicando os elementos que precisarão ser aprofundados. Art. organizados em bimestres. testes. fichas de observação. II – avaliação formativa – de caráter contínuo e sistemático: a) ocorre durante o processo ensino-aprendizagem. A avaliação do processo de aprendizagem será processual. envolvendo professores e alunos. fornece resultados de aprendizagem. listas de verificação de desempenho e competências. § 3º Caberá à Coordenação Geral de Ensino instruir o processo de solicitação de regime domiciliar e encaminhá-lo à Coordenação do Curso. considerando as modalidades: I – avaliação diagnóstica – realizada no início do processo de ensino-aprendizagem: a) detecta o nível de conhecimento dos alunos.§ 2º Períodos menores que quinze dias deverão ser enquadrados no limite de faltas. II – abrir o processo. três instrumentos avaliativos. exercícios. se a solicitação for feita após 72 horas. resolução de problemas. se possível. b) é interna ao processo e centrada no aluno. Art. estudos de caso. em articulação com os componentes curriculares que trabalham o mesmo conteúdo. b) retroalimenta o processo. Nas avaliações podem-se usar como instrumentos o pré-teste ou teste diagnóstico. painéis integrados.

§ 4º O resultado final será a média aritmética ou ponderada das avaliações estabelecidas de acordo com o Plano de Ensino do componente curricular. § 1º De zero a dez pontos para os cursos de regime semestral ou modular. através dos Planos de Ensino. 63. inclusive tempo adicional para realização de provas. Art. previamente solicitados pelo aluno com Necessidades Educacionais Específicas. § 8º O fechamento do processo de avaliação será ao final do respectivo módulo. § 2º O conteúdo a ser reavaliado deve ser o mesmo trabalhado nas avaliações ao longo do período. Parágrafo único. com pontuação distribuída em dois semestres ou módulos.§ 4º Os critérios e valores de avaliação adotados pelo professor deverão ser explicitados aos alunos no início do período letivo. com pontuação distribuída em quatro bimestres. 62. O resultado acadêmico deverá expressar o grau em que foram alcançados os objetivos de cada componente curricular e será expresso em notas graduadas. § 5º Os professores deverão divulgar os resultados das atividades avaliativas pelo menos uma semana antes da próxima avaliação. O professor deve manter atualizado o sistema eletrônico de controle acadêmico adotado pelo IFB (SIGA-EDU). podendo ser organizados projetos de complementação de estudos. conforme as características da deficiência ou outra necessidade específica. Art.g. 60. O registro do rendimento acadêmico dos alunos compreenderá a apuração da assiduidade e a avaliação do aproveitamento em todos os componentes curriculares. I – para efeito de registro. § 3º Caso seja necessário. Na avaliação dos alunos com Necessidades Educacionais Específicas o IFB oferecerá adaptações aos instrumentos avaliativos e os apoios necessários. Art. notas e frequências e entregá-los devidamente impressos e assinados à Coordenação de Registro Acadêmico. § 7º Para fins de registro. dentro do prazo previsto no Calendário Institucional. devendo concluir o processo de registros das atividades. § 2º De zero a dez pontos para os cursos de regime anual. a coordenação de ensino deverá disponibilizar o calendário de recuperação bem como definirá sua operacionalização com o professor. § 3º De zero a dez pontos para os cursos de regime anual. semestre ou ano letivos. serão totalizadas as faltas e as notas registradas ao longo do processo para cada componente curricular. Aos alunos que não atingirem 60% da pontuação nas avaliações serão garantidos estudos de recuperação. SEÇÃO II – DO RESULTADO ACADÊMICO Art. a maior nota). § 4º A avaliação da recuperação paralela está vinculada à participação dos alunos nas atividades de recuperação. Parágrafo único. período. com equivalência em termos de pontuação. preferencialmente paralelos durante o período letivo. será atribuída nota zero (0. SEÇÃO III – DOS DIÁRIOS DE CLASSE E REGISTRO DE RENDIMENTO Art. § 1º Os estudos de recuperação serão seguidos de nova avaliação. 61. em conformidade com o regime do curso e a distribuição de pontos adotada. o resultado do rendimento será expresso com uma casa decimal. § 6º Cada instrumento avaliativo deverá ser registrado imediatamente após a divulgação dos resultados ou após divulgação dos resultados da recuperação paralela em sistema eletrônico. O professor deverá registrar diariamente as atividades desenvolvidas nas 17 . visando ao melhor resultado obtido pelo aluno (e. 64.0) aos alunos não avaliados. para os cursos integrados ou seriados. Para efeito de registro.

por requerimento justificado. II – frequência inferior a 75%. § 3º Caberá ao Conselho de Classe. para encaminhamento à Coordenação de Curso. mas deverá eventualmente matricular-se em regime de dependência nos componentes curriculares nos quais tenha sido retido de forma a obter certificações intermediárias ou finais. observadas as Orientações Normativas da Pró-Reitoria de Ensino e as Resoluções do Conselho Superior. supervisionado pela Coordenação de Curso e pela Coordenação Pedagógica responsável. perdendo a progressão obtida anteriormente. § 1º Alunos que forem retidos quatro vezes no mesmo componente curricular terão sua matrícula cancelada. ou Concomitante. salvo se menor de idade. 18 . a) componente curricular definido como pré-requisito é aquele estabelecido no Plano de Curso como fundamental para o prosseguimento no(s) período(s) letivo(s) subsequente(s). que tenha sido retido em qualquer componente curricular de seu módulo técnico. O aluno que for retido em qualquer componente curricular terá direito a promoção parcial e matricular-se no período letivo subsequente. § 6º O aluno de Nível Médio na forma Subsequente. de acordo com o Plano de Ensino. salvo se o aluno for reprovado por falta. cursando componente(s) curricular(es) em regime de dependência e não for aprovado neste(s) voltará para o semestre/série das mesmas. II – o regime de dependência poderá ser acelerado. e procederá a matrícula no mesmo ano/série. II – não tenha sido retido em qualquer componente curricular que seja pré-requisito para o período letivo subsequente. O regime de dependência vigorará para todos os alunos que obtiverem promoção parcial. 65. a critério do Conselho de Classe. ou. em sua reunião final. Art. I – se o aluno for retido por não ter alcançado 60% da pontuação das avaliações poderá. 67. II – frequência mínima exigida de 75%. Art. Os alunos terão direito à revisão do resultado das avaliações. sem obrigatoriedade de comparecimento às aulas. 66. e. § 3º O aluno que for retido em até dois componentes curriculares. SEÇÃO IV – DA REVISÃO DE RESULTADOS E RETENÇÃO Art. poderá ser matriculado em outro módulo. deverá cumpri-los sob regime de dependência. repetindo assim o mesmo.0.0. caso em que será retido no ano/série. § 5º O aluno que progredir para o período subsequente. decidir sobre casos específicos. 68.aulas e a frequência dos alunos no instrumento de registro adotado. desde que: I – não tenha sido retido em três ou mais componentes curriculares em um mesmo período letivo. § 2º Estará retido no componente curricular: I – o aluno com nota semestral inferior a 6. SEÇÃO V – DO REGIME DE DEPENDÊNCIA Art. num prazo máximo de dois dias úteis após a publicação dos resultados. § 1º A matrícula de dependência será efetivada em turmas regulares. não sendo obrigatório o cumprimento de uma quantidade mínima de dias letivos e carga horária. § 2º A Coordenação de Registro Acadêmico poderá criar turmas especiais para dependência. Na verificação do aproveitamento dos alunos nos componentes curriculares: § 1º Estará aprovado no componente curricular: I – o aluno com nota final maior ou igual a 6. desde que seja cumprido todo o conteúdo programático necessário. realizar apenas as avaliações no ano/semestre seguinte.

II – deliberar a respeito da Situação Final dos alunos. quando for o caso. determinando: a) aprovação. VIII – tratar de assuntos extemporâneos que necessitem ser analisados. diagnóstico.0 em mais de dois componentes curriculares. O Conselho de Classe Inicial tem ainda por finalidade: I – identificar perfil do aluno. buscando aperfeiçoamento da prática pedagógica.versar sobre a promoção de alunos que necessitem análise específica. V . visando superar dificuldades de aprendizagem. e recomendar aos alunos a necessidade de procurar os professores para atendimento em separado da turma. VI – sugerir adequações do conteúdo programático dos componentes curriculares. uma intermediária e uma final. IV – tratar de assuntos que necessitem análise coletiva. procedimentos e recursos didáticos e metodológicos que contribuam para ajustes na condução do processo de ensino-aprendizagem. 70. e devem ocorrer no: I – mínimo de três reuniões para os cursos de regime semestral. 19 . III – avaliar Planos de Curso e de Ensino e sugerir medidas didático-pedagógicas visando a revisão dos Planos. Os Conselhos de Classe Intermediários têm ainda por finalidade: I – discutir dificuldades da turma no processo ensino-aprendizagem. 71. duas intermediárias e uma final. São atribuições do Conselho de Classe: I – levantar as dificuldades da turma quanto à aprendizagem e relações interpessoais. 72. II – detectar dificuldades anteriores da turma. sugerindo alternativas. b) retenção no módulo. Art. por meio de voto dos membros participantes do conselho. Art. período. se for o caso. decisão e revisão da prática educativa para obter a visão total do aluno e das turmas em momentos preestabelecidos no Calendário Institucional. Art. 74. sendo uma inicial. Parágrafo Único. ao qual será atribuída a situação “RETIDO”. II – acompanhar o desempenho dos alunos.CAPÍTULO V – DA ORGANIZAÇÃO DOCENTE SEÇÃO I – DOS CONSELHOS DE CLASSE Art. prognóstico e de deliberação. sendo uma inicial. II – mínimo de quatro reuniões para os cursos de regime anual. semestre ou ano letivos. semestre ou ano letivos. 69. Art. A reunião final do Conselho de Classe é especificamente de caráter deliberativo. período. para cada semestre ou módulo. com atribuição da situação “APROVADO” a alunos com conceito igual ou maior a 6. metodologias. VII – emitir parecer sobre questões submetidas à sua apreciação. O Conselho de Classe será presidido pela Coordenação Pedagógica ou por um dos professores participantes em consenso entre os pares. O Conselho de Classe é um grupo de trabalho com o objetivo de estabelecer reflexão.0 e pelo menos 75% de presença nos componentes curriculares. III – avaliar o rendimento de alunos que utilizaram os horários de atendimento do professor. II – deliberar sobre medidas pedagógicas. 73. III – verificar a necessidade de readequar a Organização do Trabalho Pedagógico. do aluno com conceito menor que 6. Os Conselhos de Classe consideram especificidades dos cursos e tem caráter consultivo. e tem por finalidade: I – analisar o desempenho das turmas em cada componente curricular do respectivo módulo. Art.

77. das turmas e de alunos específicos. VII – Diretor de Ensino ou Coordenador Geral de Ensino: participação facultativa nas reuniões intermediárias e obrigatória nas finais. Art. etc. no início de cada módulo. registrar os pareceres dos professores em ata. VIII – discente representante de turma: participação facultativa. retirando-se para o prosseguimento da reunião. SEÇÃO II – DOS COLEGIADOS DE CURSO Art. VI – Coordenador de Registro Acadêmico: participação obrigatória na reunião final. dos programas de assistência estudantil disponíveis. deverá justificar-se previamente à Coordenação do Curso.). 78. biblioteca. etc. poderá convocar docentes e os representantes discentes de turma para reuniões deliberativas de Conselhos de Curso/Área para tomar decisões administrativas. V – Coordenador de Assistência Estudantil: disponibilizar diagnóstico da turma (socioeconômico. PESQUISA E EXTENSÃO (CEPE) Art. assistência estudantil. Compete aos Membros do Conselho de Classe: I – professores: relatar. II – professores da turma: participação obrigatória.. III – alunos: informar necessidades de aprendizagem ou melhorias em quaisquer aspectos da turma (laboratórios. O CEPE será composto pelas Coordenações Gerais de Ensino e/ou Coordenações Pedagógicas dos Campi. §3º Havendo impedimento legal para o professor comparecer à(s) Reunião(ões) do Conselho. em pauta previamente estabelecida. II – Coordenador Pedagógico: propor e divulgar a data e pauta da reunião. §1º A participação do aluno representante da turma poderá ocorrer no início de cada reunião. organizar e coordenar a reunião. com anuências da Coordenação de Curso. período. etc. parecer sobre o componente curricular que ministra e dificuldades apresentadas em sala de aula. e identificar possibilidades de ampliar a permanência dos alunos por meio de assistência estudantil. etc. planejar os momentos. para exposição das demandas discentes e eventuais esclarecimentos que o Conselho julgar necessários. o Conselho deverá definir quais as possibilidades de prosseguimento no Curso. 75. § 2º As atribuições dos Colegiados de Curso serão instituídas em instrumento próprio. Pesquisa e Extensão a convocação dos membros da reunião. III – Coordenador do Curso ou representante: participação obrigatória. técnicas e promover modificações ao Plano de Curso. solicitar à Diretoria de Ensino. IV – Professor Conselheiro da turma eleito pelos alunos: com participação obrigatória. propor melhoria do trabalho pedagógico. Coordenação Geral de Ensino Técnico e Coordenação Geral de Pedagogia 20 . 76. SEÇÃO III – DO CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO. Art. São membros participantes das reuniões do Conselho de Classe: I – Coordenador Pedagógico do campus ou do nível: participação obrigatória. ficando a matrícula do aluno subordinada a esta indicação. semestre ou ano letivos. IV – Coordenador do Registro Acadêmico: registrar o resultado da reunião. facultada a presença em outras reuniões. de acordo com o itinerário formativo do mesmo.III – lavrar a ata de resultados finais. V – Coordenador de Assistência Estudantil: participação obrigatória na primeira e na última reunião do Conselho.). A Coordenação de Curso. §2º O representante dos alunos deverá ser eleito por seus pares com o estímulo da Coordenação Pedagógica. § 1º No que se refere ao aluno em dependência. § 1º As decisões tomadas pelos colegiados de curso são soberanas e irrevogáveis.

§ 1º A carga horária destinada ao estágio curricular supervisionado não será acrescida ao mínimo estabelecido para o respectivo curso. Art. e será presidida por um membro eleito pelos que compõem o Conselho I – o CEPE será também composto pelos Coordenadores de Registro Acadêmico quando necessário. a partir do especificado em cada Plano de Curso. de janeiro de 2004.da Pró-Reitoria de Ensino. Art. mediante convênio firmado entre as partes. 79. 83. O corpo discente constituído pelos alunos regularmente matriculados no IFB poderá se organizar em Grêmios dos Estudantes e terá representação com direito a voz e voto nos órgãos colegiados. Art. 85. quando for o caso. II – as atribuições do CEPE serão instituídas em instrumento próprio. Demais procedimentos didático-pedagógicos serão definidos em cada Plano de Curso. Art. § 3º As atividades relativas ao Estágio são da competência da Coordenação de Extensão de cada campus. O aluno deverá concluir o estágio dentro do período de integralização do curso. § 1º A solicitação de matrícula para o estágio supervisionado poderá ser feita a qualquer tempo. desde que prevista nos Planos de Cursos. § 2º Os convênios de estágio podem ser celebrados entre empresas e o campus. O serviço de monitoria seguirá as normas constantes no Regulamento do Programa de Monitoria na Educação Profissional Técnica de Nível Médio do IFB e da Assistência Estudantil. CAPÍTULO VI – DAS OUTRAS ATIVIDADES DE ENSINO SEÇÃO I – DA MONITORIA Art. O Estágio Curricular Supervisionado poderá ser realizado no IFB ou Empresa. Art. A Prática Profissional poderá ser utilizada de forma complementar ao estágio supervisionado. com interveniência da Pró-Reitoria de Extensão. desde que esteja dentro do período de integralização do curso e o estudante não tenha requerido diploma de conclusão do curso ou certificado de conclusão do curso nos casos de estágio não obrigatório. O Estágio Curricular Supervisionado será preferencialmente obrigatório e seguirá regras constantes no Regulamento de Estágio Supervisionado do Cursos Profissional Técnico de Nível Médio e de Graduação do Instituto Federal de Brasília. 81. 86. dentro de suas possibilidades. podendo desenvolver-se. 82. respeitada a legislação vigente. constando do Plano de Curso. § 1º Caberá ao corpo discente organizar-se em fóruns para regulamentar suas organizações 21 . O período para integralização dos cursos técnicos será considerado o dobro do período do curso. conforme Resolução CNE/CEB 01. 84. SEÇÃO II – DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Art. não contabilizados os períodos previstos em lei. CAPÍTULO VI – DAS ORGANIZAÇÕES SEÇÃO I – DO CORPO DISCENTE Art. 80. cabendo ao IFB possibilitar condições para a realização do estágio.

89. e estiver quite com todos os setores administrativos e acadêmicos do IFB. em conjunto com seus Coordenadores. terão validade nacional e habilitarão ao prosseguimento de estudos na educação superior. O IFB conferirá Diploma com a Habilitação Técnica ao aluno que concluir com êxito o Curso e o Estágio Supervisionado. 92. promover meios para a leitura e análise deste Regulamento. CAPÍTULO VII – DOS CERTIFICADOS E DIPLOMAS SEÇÃO I – DA EXPEDIÇÃO DE CERTIFICADOS E DIPLOMAS Art. CAPÍTULO VIII – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS Art. § 2º Nas eleições para a representação discente só poderão votar e ser votados os alunos regularmente matriculados nos respectivos cursos. (Incluído pela Lei nº 11. estabelecer suas comissões eleitorais e homologar seus representantes. administrativas ou legais indicarem sua necessidade. após a indicação dos nomes dos representantes eleitos. quando organizados em etapas com terminalidade. Este Regulamento será avaliado após um ano de aprovação. A PREN será responsável para apreciar e submeter as alterações ao Conselho Superior de Ensino. No âmbito do IFB. Art. 93. Art.741. possibilitarão a obtenção de certificados de qualificação para o trabalho. O IFB. Art. casos omissos serão apreciados e julgados pelo CEPE. § 1º Os diplomas de cursos de educação profissional técnica de nível médio. quando registrados. no âmbito do campus. 90. 88. se obrigatório. 94. Este Regulamento poderá ser alterado sempre que as conveniências didáticas. com foro na cidade de Brasília. § 3º O início dos mandatos da representação discente junto aos órgãos colegiados será contado a partir da data da primeira reunião do próprio órgão. Art. de 2008). Parágrafo Único. pedagógicas. casos omissos serão apreciados e julgados pela Direção Geral. Pesquisa e Extensão (CEPE) que remeterá ao Conselho Superior do IFB. 91. Revogam-se as disposições em contrário. Este Regulamento será submetido à anuência e aprovação do Conselho Superior.representativas. Distrito Federal. Caberá à Direção Geral do campus. Art. o qual será colocada em local de fácil acesso e à disposição dos interessados na página de Internet da Pró-Reitoria de Ensino. nas formas concomitante e subsequente. integra a Rede Federal de Ensino. § 2º Os cursos de educação profissional técnica de nível médio. Art. 87. e entrará em vigor imediatamente a partir de sua aprovação. Wilson Conciani Reitor 22 .