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RESERVADO

Exército
Brasileiro

TRANSPORTE E
ESCOLTA DE PRESOS

POP

Nº 016.1
(CIOpGLO)
NOME DO PROCEDIMENTO: VERIFICAÇÃO DAS
REVISADO EM: 13/04/2006
CONDIÇÕES GERAIS DA MISSÃO E DO PRESO.
Nº DA REVISÃO: 003
RESPONSÁVEL: Comandante da Escolta.
ATIVIDADES CRÍTICAS
1. Conferência da documentação referente ao preso e ao seu destino.
2. Busca pessoal minuciosa.
SEQÜÊNCIA DE AÇÕES
1. Verifique toda a documentação (ofício requisitório, por exemplo) pertinente ao preso, na
qual conste seu dado pessoal (nome, dados gerais, periculosidade, etc...) e destino a ser
tomado pela escolta.
2. Em local discreto e seguro, informar ao preso sobre o procedimento de busca pessoal
minuciosa ao qual será submetido, bem como, dos procedimentos que serão adotados a
partir de então.
3. Colocar luvas descartáveis antes de iniciar as ações seguintes.
4. Colocar o preso na posição para o processo de algemamento (vide POP Nº 13), defronte a
uma parede.
5. Iniciar a busca pessoal minuciosa (vide POP Nº004), seguindo rigorosamente ao prescrito
naquele procedimento.
6. Após a busca pessoal, retirar as algemas.
7. Determinar ao preso que retire todas as suas vestes.
8. Determinar ao preso para que se agache (com os joelhos separados), a fim de que seja
verificada a existência de armas ou objetos em seus orifícios naturais; dentro da boca do
preso há algum objeto cortante ou uma chave de algema embaixo da sua língua; entre os
dedos dos pés, bem como detectar lesões, cicatrizes ou tatuagens, as quais venham a
determinar sua periculosidade.
9. Determinar ao preso para que fique junto à parede, a fim de que suas vestes sejam
verificadas a uma distância de 3,0m (três metros) e ao final devolvê-las.
10. Na posição inicial de busca pessoal, algeme o preso, conforme POP respectivo.

RESULTADOS ESPERADOS
1.
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3.
4.

Que o preso recebido seja, de fato e de direito, o indicado pela documentação requisitória.
Que não ocorra contaminação do militar por doença infecto-contagiosa.
Que seja detectado qualquer objeto ou arma que o preso venha a portar ilegalmente.
Que a busca pessoal minuciosa seja realizada em total segurança tanto para os militares
como para o preso.
5. Que a integridade física do preso seja mantida.
6. Que o preso seja algemado corretamente.
AÇÕES CORRETIVAS

1. Se houver discordância entre a documentação requisitória e o preso recebido, obter
a confirmação dos dados e do preso.
2. Se houver esquecimento da colocação das luvas descartáveis, faça antes do início
da busca pessoal.
3. Se houver dúvidas após a busca pessoal minuciosa, refazê-la.
4. Se o preso tiver sido algemado incorretamente, proceder novamente o processo de
algemamento.
POSSIBILIDADES DE ERRO
Não verificar a documentação corretamente e receber o preso errado.
Não colocar luvas descartáveis antes dos procedimentos de algemamento e busca pessoal.
Proceder a busca pessoal em local inadequado, de forma incorreta e de forma insegura.
Não aumentar o nível de atenção e segurança ao constatar que se trata de preso de alta
periculosidade.
5. Não manter a integridade física do preso.
6. Algemá-lo incorretamente.
1.
2.
3.
4.

RESERVADO

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revistar a(s) viatura(s) envolvidas na escolta. SEQÜÊNCIA DE AÇÕES 1. dependendo de seu tamanho e modelo. Que o encaminhamento do preso para a viatura seja feito com segurança. Antes do embarque do preso. 4. 5. 7. Que o preso não se lesione durante o seu embarque na viatura. 4. 5.caminhão. 4. Constatar a real capacidade de presos para a viatura a ser utilizada. 3. não havendo prescrição contrária. o preso deve estar sem algemas. RESULTADOS ESPERADOS Que a(s) viatura(s) sejam inspecionadas antes do embarque do preso. como tentar a fuga ou causar lesões corporais. não deve exceder ao número de 02 (quatro) presos. Que o preso seja embarcado de forma que se possibilite a maior segurança possível para o deslocamento. não devendo em hipótese alguma ser algemado em peças ou equipamentos do veículo. não deve exceder ao número de 04 (quatro) presos. 1. 6. 1. Em viaturas de médio-porte. 2. Caso algum preso esteja algemado incorretamente no interior da viatura. Somente após a conclusão da ação anterior e da certeza das condições reais do preso é que deve ser iniciado o embarque do mesmo na viatura. a fim retirar objetos com os quais o preso possa cometer qualquer ato ilícito. o preso deve estar algemado isoladamente. Deixar de inspecionar a viatura antes do embarque. O embarque deverá ser feito preso a preso. Em viaturas pequenas. RESPONSÁVEL: Comandante da escolta Nº 016. 2. 9. Em hipótese alguma algemar o preso em peças ou equipamentos da viatura. 3. não havendo prescrição contrária. de forma que estejam separados por uma distância de segurança mínima de 01 (um) metro. Em viaturas do tipo .2 REVISADO EM: 13/04/2006 Nº DA REVISÃO: 003 ATIVIDADES CRÍTICAS 1. Não permitir a redução da segurança durante o embarque propriamente dito. saná-la antes do embarque do preso. Algemar o preso em peças ou equipamentos do veículo. etc. 2. Não observar normas de segurança para o embarque. o número de presos não deve exceder ao prescrito para o veículo. 5. 8. 6. AÇÕES CORRETIVAS Caso a viatura apresente qualquer irregularidade. 3. Em viaturas abertas (tipo Veraneio ou pequenas). 4. 3. Embarcar número excessivo de presos. POSSIBILIDADES DE ERRO 1. efetuar a imediata correção. 2. RESERVADO 73 . Relaxamento dos níveis de segurança e atenção durante o embarque do preso. 6. Embarque propriamente dito. Deixar de algemar o preso quando se tratar de viatura aberta ou algemar quando for viatura fechada. Em viaturas fechadas (tipo caminhão). Que capacidade de presos para cada tipo de viatura seja respeitada. Que o preso permaneça na viatura em condições seguras para si e para os militares envolvidos na missão.RESERVADO Exército Brasileiro POP TRANSPORTE E ESCOLTA DE PRESOS (CIOpGLO) NOME DO PROCEDIMENTO: EMBARQUE DE PRESO.

15. prioritariamente na faixa de segurança da via. 6. 13. bem como as características locais. 2. Desembarcar o preso. cruzamentos e sinais semafóricos sejam respeitados e atentamente atravessados. 4. pois não se pode contar com nenhum apoio imediato 14. e a escolta feita com viatura do Exército. itinerário e local de apresentação. Que os militares estejam preparados para as situações adversas. a fim de que as viaturas tenham prioridade de passagem. Que os itinerários alternativos estejam à disposição quando necessário.. Quando o transporte do preso for feito em uma viatura distinta da frota do Exército. Programação dos itinerários alternativos. estando todos os militares atentos ao deslocamento e preparados para qualquer eventualidade. quando o transporte do preso for feito em viatura distinta da frota do Exército. Deslocamento propriamente dito. etc. O deslocamento deverá ser feito. RESULTADOS ESPERADOS 1. 2. quartéis. para se obter informações sobre o preso. Estabelecer as comunicações com o Esc Sp durante pontos pré-estabelecidos no itinerário. ou seja. a atenção deverá ser redobrada. faixa da esquerda. 4.3 (CIOpGLO) NOME DO PROCEDIMENTO: TRANSPORTE DE REVISADO EM: 13/04/2006 PRESOS. juntamente com o motorista da viatura civil. tendo em vista o maior grau de vulnerabilidade. tendo em vista haver maior a incidência de acidentes e interceptações nesses locais.RESERVADO Exército Brasileiro TRANSPORTE E ESCOLTA DE PRESOS POP Nº 016. 7. RESERVADO 74 . 9. 12. do lado do motorista. Que o preso seja conduzido conforme ofício de requisição de escolta e entregue ao estabelecimento prisional em segurança.. Em cruzamentos e/ou semáforos. sendo que no embarque a guarnição deverá ter o cuidado de deixar um militar. 3. Manter a velocidade compatível com o tipo de via durante o deslocamento. 4. O transporte e a escolta devem ser feitas por 02 (duas) viaturas. observando as regras de segurança. deverá ser contatada a autoridade solicitante e o motorista da viatura. Quando houver lombadas ou depressões a velocidade deverá ser compatível para a transposição desses tipos de obstáculos. Programar itinerários alternativos. que previamente deverão ser avaliadas. Neste tipo de escolta. Programar itinerários alternativos a serem utilizados quando necessário. distritos militares. Não parar a viatura em locais distintos à estabelecimentos penais. no mínimo. Que o preso e as guarnições cheguem ao destino em segurança. de forma que a viatura que faz a escolta fique a uma distância de segurança (técnica dos “2 segundos”). 2. Que ao longo do trajeto. Observância das leis e normas de trânsito. Montar o comboio. 10. Nº DA REVISÃO: 003 RESPONSÁVEL: Comandante da Escolta ATIVIDADES CRÍTICAS 1. 8. SEQÜÊNCIA DE AÇÕES 1. Manter a formação em comboio até a chegada ao destino. 3. no mínimo. 3. 11. 5. Ligar dispositivos sonoros e luminosos do veículo. manter a atenção redobrada para a segurança durante o deslocamento.

2. 4. fazer busca pessoal sempre que perder contato visual com o preso. sobre procedimentos e itinerários. eventuais falhas durante o deslocamento. 2. 6. 5. 1. RESERVADO 75 . 4. como por exemplo.RESERVADO AÇÕES CORRETIVAS Tão logo se perceba que o itinerário deve ser alterado. Deixar de trafegar em velocidade compatível com o local e característica da via. Caso haja necessidade de paradas durante o deslocamento. 3. Interar-se com o motorista da viatura diferente da frota do Exército. Não considerar as possibilidades de tentativa de resgate do preso transportado. Corrigir prontamente. 3. 6. após uso do sanitário. Não verificar as condições de segurança durante os momentos de parada. Desrespeitar leis de Trânsito durante o deslocamento. 1. Substituir equipamentos defeituosos. 5. A viatura de apoio deverá sempre estar acompanhando o comboio. Não compor ou manter o comboio durante o deslocamento. fazê-lo criteriosamente. POSSIBILIDADES DE ERRO Não observar normas de segurança no deslocamento.

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