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LEI COMPLEMENTAR Nº 124

De: 22 de dezembro de 2004.
Institui o Plano Diretor Municipal e estabelece as Diretrizes e
Proposições de Desenvolvimento no Município de Umuarama.

A CÂMARA MUNICIPAL DE UMUARAMA, ESTADO DO
PARANÁ, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:
TÍTULO I
DA FUNDAMENTAÇÃO
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º. Esta Lei, com fundamento na Constituição da
República, em especial no que estabelecem os artigos 30 e 182; na Lei Federal n.º
10.257/01 – Estatuto da Cidade; na Constituição do Estado do Paraná e na Lei
Orgânica Municipal, institui o Plano Diretor Municipal de Umuarama e estabelece as
normas, os princípios básicos e as diretrizes para sua implantação.
Art. 2º. O Plano Diretor Municipal aplica-se a toda a extensão
territorial do Município de Umuarama.
Art. 3º. O Plano Diretor Municipal é o instrumento básico da
política de desenvolvimento urbano do Município e integra o processo de
planejamento municipal, devendo o plano plurianual, a lei de diretrizes
orçamentárias e o orçamento anual incorporarem as diretrizes e as prioridades nele
contidas.
Art. 4º. Integram o Plano Diretor, instituído por esta, as
seguintes leis:
III III IV VVI -

Lei dos Perímetros Urbanos;
Lei do Zoneamento de Uso e Ocupação do Solo;
Lei do Parcelamento do Solo Urbano;
Lei do Sistema Viário;
Código de Obras;
Código de Posturas;

Parágrafo único. Outras leis poderão vir a integrar o Plano,
desde que cumulativamente:

a) tratem de matéria pertinente ao desenvolvimento urbano e
às ações de planejamento municipal;
b) mencionem expressamente em seu texto a condição de
integrantes do conjunto de leis componentes do Plano;
c) definam as ligações existentes e a compatibilidade entre
seus dispositivos e os das outras leis já componentes do Plano, fazendo remissão,
quando for o caso, aos artigos das demais leis.
CAPÍTULO II
DOS PRINCÍPIOS E OBJETIVOS GERAIS DA POLÍTICA DE
DESENVOLVIMENTO MUNICIPAL
Art. 5º. A política de desenvolvimento municipal deve se pautar
pelos seguintes princípios:
III III IV -

função social da cidade;
função social da propriedade;
sustentabilidade;
gestão democrática e participativa.

Art. 6º. As funções sociais da cidade no Município de
Umuarama correspondem ao direito à cidade para todos os habitantes, o que
compreende os direitos à terra urbanizada, à moradia, ao saneamento ambiental, à
infra-estrutura e serviços públicos, ao transporte coletivo, à mobilidade urbana e
acessibilidade, ao trabalho, à cultura e ao lazer.
Art. 7º. Para cumprir a sua função social, a propriedade deve
atender, simultaneamente, no mínimo, às seguintes exigências:
I - intensidade de uso adequada à disponibilidade da infraestrutura urbana e de equipamentos e serviços, atendendo aos parâmetros
urbanísticos definidos pelo ordenamento territorial determinado nesse Plano e na Lei
Municipal de Uso e Ocupação do Solo;
II - uso compatível com as condições de preservação da
qualidade do meio ambiente, a paisagem urbana e do patrimônio cultural, histórico e
arqueológico;
III - aproveitamento e utilização compatíveis com a segurança
e saúde de seus usuários e da vizinhança.
Parágrafo único. O Município utilizará os instrumentos
previstos nesta Lei e demais legislações pertinentes para assegurar o cumprimento
da função social da propriedade.
Art. 8º. Sustentabilidade é o desenvolvimento local socialmente
justo, ambientalmente equilibrado e economicamente viável, visando garantir
qualidade de vida para as presentes e futuras gerações.
Art. 9º. A gestão democrática incorpora a participação dos
diferentes segmentos da sociedade na formulação, execução e acompanhamento da
Política de Desenvolvimento Municipal.
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CAPÍTULO III
DOS PRINCÍPIOS E OBJETIVOS DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL
Art. 10. O Plano Diretor Municipal de Umuarama é o
instrumento básico da política de desenvolvimento municipal, sob o aspecto físico,
social, econômico e administrativo, visando à orientação da atuação do Poder
Público e da iniciativa privada, bem como o atendimento às aspirações da
comunidade, sendo a principal referência normatizadora das relações entre o
cidadão, as instituições e o meio físico municipal.
Art. 11. São Objetivos Gerais do Plano Diretor Municipal de
Umuarama:
Iorientar a política de desenvolvimento do município,
considerando os condicionantes ambientais e utilizando adequadamente as
potencialidades do meio natural, social e econômico da região e do Município;
II - garantir o bem-estar do cidadão e a melhoria da
qualidade de vida;
III - garantir a função social da propriedade urbana,
prevalecendo esta função sobre o exercício do direito de propriedade individual;
IV - promover o desenvolvimento das funções sociais da
cidade segundo princípios de eficácia, eqüidade e eficiência nas ações públicas e
privadas no meio urbano;
V - assegurar que a ação pública do Poder Executivo e do
Legislativo ocorra de forma planejada e participativa;
VI - estimular e desenvolver canais que promovam o acesso
dos cidadãos à formulação, implementação e avaliação das políticas públicas,
buscando o aprendizado social na gestão municipal e na construção da cidadania;
VII - garantir a preservação, a proteção e a recuperação do
meio ambiente natural e artificial e do patrimônio cultural, histórico e paisagístico;
VIII - garantir a justa distribuição dos benefícios e ônus
decorrentes das obras e serviços de infra-estrutura urbana;
IX - prevenir distorções e abusos no desfrute econômico da
propriedade urbana e coibir o uso especulativo da terra como reserva de valor, de
modo a assegurar o cumprimento da função social da propriedade;
X - permitir a participação da iniciativa privada em ações
relativas ao processo de urbanização, mediante o uso de instrumentos urbanísticos
diversificados, quando for de interesse público e compatível com a observação das
funções sociais da Cidade.
Art. 12. A consecução dos objetivos do Plano Diretor dar-se-á
com base na implementação de políticas setoriais integradas visando ordenar a
expansão e o desenvolvimento do Município, permitindo seu crescimento planejado
e ambientalmente sustentável, com melhoria da qualidade de vida.
TÍTULO II
DAS DIRETRIZES SETORIAIS DA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO
MUNICIPAL
CAPÍTULO I
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consolidar o setor industrial do Município como espaço físico. II .estimular o fortalecimento das cadeias produtivas do Município e da região. II . proteção de matas ciliares e nascentes e criação de Unidades de Conservação. Art 15.apresentar alternativas ao pequeno produtor de como explorar suas terras de forma racional. Para a consecução da política de desenvolvimento social e econômico devem ser observadas as seguintes diretrizes: I- fortalecer a agroindústria. X . III . devem ser observadas as seguintes diretrizes: 4 . ampliando o valor agregado da produção primária. IV .fortalecer a política de incentivo à implantação de novas indústrias. XI . promovendo planos conjuntos com instituições de ensino superior. Para a promoção do turismo no Município. a partir da identificação de vazios econômicos no Município.incentivar o ensino e a pesquisa. independentemente da renovação dos fluxos turísticos. Art 16.fortalecer as atividades comerciais do Município através da estruturação e consolidação do centro urbano tradicional. VII . XIII . através de ferramentas de geografia de mercado. V . VIII . redução das desigualdades sociais e melhoria da qualidade de vida da população.elaborar o Zoneamento Ecológico-Econômico do Município. ambientalmente correta e lucrativa.promover a gestão ambiental. gestão por micro-bacias hidrográficas.incentivar o empreendedorismo. Art. disciplinando a ocupação e a expansão deste. 14.fortalecer a produção agropecuária do Município e diminuir a dependência no abastecimento. através da conservação dos solos.aumentar a taxa de permanência média de turistas na cidade como forma de ampliar consumo por turistas.promover o aumento das linhas de financiamento e crédito à atividade agrícola. Cabe ao Poder Executivo promover e incentivar o turismo como fator estratégico de desenvolvimento econômico e social do Município visando os seguintes objetivos: Iampliar gradativamente e quantitativamente os fluxos de visitantes para o Município de Umuarama. ECONÔMICO E TURÍSTICO Art. VI . em consonância com a política de desenvolvimento regional. IX .DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL.atrair novos setores produtivos para o Município. 13. A política de promoção do desenvolvimento social e econômico de Umuarama será articulada à proteção do meio ambiente. XII .

criar roteiros turísticos de referência no Município. a antiga casa da Cia Melhoramentos do Norte do Paraná e a antiga algodoeira. Saúde. III .preservar a história da cidade. III . distribuídas por todo o território municipal. exercendo permanente vigilância para manutenção e ampliação do padrão básico de inclusão social alcançado. e do convívio social. II . Constituem-se elementos das Políticas Sociais: III III IV V- Educação. Art 20.otimizar o aproveitamento econômico do potencial turístico do Município. II .desenvolver trabalho integrado com a gestão por microbacias para identificação das potencialidades do turismo rural. V .proporcionar ações e serviços de saúde de menor grau de complexidade nas unidades de saúde.prevenir as situações circunstanciais de vulnerabilidade. Art 18. utilizando as áreas de preservação permanente do Município. considerando as potencialidades regionais e a parceria com municípios vizinhos. A Política Municipal de Saúde tem como objetivos: I . com a revitalização de áreas e imóveis de valor histórico. na Avenida Paraná. VII . III . Esporte e Cultura. VI .promover o turismo nos Bosques Tucuruvi e Xetás. A Política Municipal de Assistência Social tem como objetivos: I . Lazer. CAPÍTULO II DAS POLÍTICAS SOCIAIS Art 17.promover a inserção das pessoas em situação de vulnerabilidade nas atividades produtivas e na economia. Art 19. como a Igreja São Francisco de Assis. como fonte de empregos e geração de renda.I .integrar a assistência social às demais políticas públicas para a promoção da autonomia social e econômica. IV . Habitação. Assistência Social.promover a integração entre as ações. em regime de colaboração com as demais esferas do poder público. 5 . A Política Municipal de Educação deve democratizar o acesso à educação básica nas etapas da educação infantil e fundamental.consolidar o turismo no Lago Aratimbó.universalizar a assistência pública de saúde a toda a população do Município. próxima à Praça Miguel Rossafa.desenvolver Plano de Revitalização dos Bosques e Parques existentes e de criação de novos parques. II .promover a descentralização dos serviços. IV .

III . Art 22. administrativa e financeira com a União.centralidade na família para a concepção e implementação das ações de Assistência Social. Esporte e Cultura tem como objetivos: I . III . financiamento e execução da Política de Assistência Social. IV . Para a consecução dos objetivos da Política Municipal de Assistência Social são necessárias as seguintes diretrizes: I . Para a consecução da Política Municipal de Habitação deverão ser adotadas as seguintes diretrizes: Idemocratizar o acesso ao solo urbano e a oferta de terras. IV . III elaborar o Plano Municipal de Habitação.apoiar iniciativas de criação de novos espaços culturais. é necessário adotar as seguintes estratégias: III - promover ações e eventos do setor.fomento a estudos e pesquisas para identificação de demandas e produção de informações que subsidiem o planejamento e a avaliação das ações desenvolvidas no âmbito da Política de Assistência Social.Art 21. articular e integrar os equipamentos culturais públicos e privados. 25.dar visibilidade.otimizar o uso dos espaços de lazer. o Estado e outros municípios.monitoramento e avaliação contínuos da implementação e dos resultados e impactos da Política de Assistência Social. garantindo o acesso à terra urbanizada e à moradia a todos os habitantes do Município. III .democratizar o acesso às atividades existentes. II .primazia da responsabilidade do Poder Público Municipal na formulação. V . Para atingir os objetivos propostos da Política Municipal de Lazer. coordenação. econômica e ambiental nos programas habitacionais. a partir da disponibilidade de imóveis públicos e da utilização de instrumentos do Estatuto da Cidade. 24. Art. dotando-os de melhor infra-estrutura e acessibilidade.desenvolver o lazer. estimular e valorizar a produção cultural local. e esporte e a cultura no Município. II . IV garantir a sustentabilidade social. por intermédio das políticas de desenvolvimento econômico e de gestão ambiental. A Política Municipal de Habitação tem como objetivo geral solucionar a carência habitacional no Município. A Política Municipal de Lazer.cooperação técnica. II coibir as ocupações em áreas de risco e não edificáveis. Esporte e Cultura. 6 . Art 23. Art. esporte e cultura já existentes.

III . IX recuperar as áreas de preservação ambiental. em locais de interesse ambiental ou em locais de interesse urbanístico.promover o acesso à terra. VI assegurar o apoio e o suporte técnico às iniciativas individuais ou coletivas da população para produzir ou melhorar sua moradia.Vpromover a requalificação urbanística e regularização fundiária dos assentamentos habitacionais precários e irregulares. alcançando níveis crescentes de salubridade ambiental e de qualidade de vida. pela iniciativa privada. manejo dos resíduos sólidos.definição de metas de atendimento da demanda. áreas ocupadas. não passíveis de urbanização e regularização fundiária.Assegurar a participação popular nos projetos e planos urbanos.Realizar estudos locais para apresentação de propostas gerais. locais de interesse ambiental ou locais de interesse urbanístico. de unidades habitacionais voltadas para o mercado popular.criar um sistema atualizado de informações sobre as condições de moradia e acesso à terra. no mínimo: I . IV . ocupadas por moradia. ocupações irregulares. XV . Xestimular a produção. esgotamento e tratamento sanitário. inibir o adensamento e a ampliação das áreas irregulares existentes. O Plano Municipal de Habitação deverá conter. com prazos. XVI . priorizando as áreas mais carentes. 7 . CAPÍTULO III DO SANEAMENTO AMBIENTAL INTEGRADO Art. O Saneamento Ambiental Integrado é o conjunto de ações que visam manter o meio ambiente equilibrado.diagnóstico das condições de moradia no Município. II .objetivos. em áreas de risco. XI ampliar as áreas destinadas à habitação de interesse social. XVII . através da utilização adequada das áreas ociosas.garantir alternativas habitacionais para as famílias que sejam removidas de áreas de fundo de vale. oferecendo a todas as comunidades os elementos técnicos necessários para as propostas urbanísticas. diretrizes e ações estratégicas para a Política Municipal de Habitação definida nesta Lei. por meio do abastecimento de água potável.promover a remoção de famílias que estejam residindo em áreas de fundo de vale. XIV . XII . 27.Criar ou aprimorar a rede de associações de moradores.Formular e acompanhar propostas populares do Plano Diretor. XIII .cadastro georreferenciado das áreas de risco. Art 26. áreas de risco.identificação das demandas por região do Município e natureza das mesmas. VIII . V . VII .

III promover a qualidade ambiental e o uso sustentável dos recursos naturais. Vcriar mecanismos de informação à população sobre os resultados dos serviços de saneamento oferecidos. entidades privadas e sociedade civil organizada. Xgarantir a permeabilidade do solo urbano e rural. XVI .drenagem e reuso de águas pluviais e controle dos vetores de doenças transmissíveis.implementar programas de reabilitação das áreas de risco. XV .garantir a proteção das áreas de interesse ambiental e a diversidade biológica natural. XIV . VI garantir a proteção da cobertura vegetal existente no Município.desassorear e manter limpos os cursos d’água. XI assegurar à população do Município oferta domiciliar de água para consumo residencial e outros usos. de modo a evitar a ocorrência de alagamentos. em quantidade suficiente para atender as necessidades básicas e qualidade compatível com os padrões de potabilidade. XX . XIX . XVIII .fomentar estudos hidrogeológicos no Município. buscando a articulação com as demais políticas setoriais.proteger os cursos e corpos d’água do Município.ampliar as medidas de saneamento básico para as áreas deficitárias. bem como a redução da geração de resíduos sólidos. os canais e galerias do sistema de drenagem.garantir a conservação dos solos como forma de proteção dos lençóis subterrâneos.controlar a ocupação do solo nas áreas próximas aos poços de captação de água subterrânea.elaborar e implementar sistema eficiente de gestão de resíduos sólidos. por meio da complementação e/ou ativação das redes coletoras de esgoto e de água. IX entender a paisagem urbana e os elementos naturais como referências para a estruturação do território. 8 . promovendo a sustentabilidade ambiental do uso e da ocupação do solo. sejam resultados satisfatórios ou não. VII . suas nascentes e matas ciliares. VIII . por meio do planejamento e do controle ambiental.complementar o sistema de coleta de águas pluviais nas áreas urbanizadas do território. II promover a educação ambiental através de parceria entre administração municipal. XII . garantindo a ampliação da coleta seletiva de lixo e da reciclagem. XIII . IV incorporar às políticas setoriais o conceito da sustentabilidade e as abordagens ambientais.conscientizar a população quanto à correta utilização da água. XVII . Art 28. A Política de Saneamento Ambiental Integrado deverá atender as seguintes diretrizes: Ipromover a educação ambiental como instrumento para sustentação das políticas públicas ambientais.

com reorganização especial das bases do serviço. estações de passageiros e operadores de serviços. são objeto de lei específica. Mobilidade urbana é a função pública destinada a garantir a acessibilidade e a circulação das pessoas e das mercadorias. deve ser elaborado. O Sistema de Mobilidade Urbana é integrado pelo sistema viário e pelo transporte municipal. O Sistema Viário é constituído pela infra-estrutura física das vias e logradouros que compõem a malha por onde circulam os veículos. com estímulo e monitoramento público às cooperativas e à instalação de unidades autônomas de tratamento. rios. submetidos à regulamentação específica para sua execução. pessoas e animais. bem como suas diretrizes. descentralização operacional e racionalização dos roteiros de coleta. § 1º As políticas relativas à mobilidade urbana devem ser orientadas para a inclusão social e responder às demandas da população em termos de acessibilidade. abrigos. Art 31. XXII .XXI . bem como gestão do meio natural. Art 32. 9 . Art 33.modernizar. CAPÍTULO IV DA MOBILIDADE URBANA Art 30. o Plano de Gestão do Saneamento Ambiental Integrado de Umuarama. pontos turísticos. XXIV .modernizar e ampliar o sistema de coleta de lixo. eqüidade e segurança.Garantir a participação efetiva da comunidade visando o combate e erradicação dos despejos indevidos e acumulados de resíduos em terrenos baldios. contemplando obrigatoriamente Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos. valas e outros locais. logradouros públicos.eliminar os efeitos negativos provenientes da inadequação dos sistemas de coleta e disposição final dos resíduos coletados. integrante deste Plano Diretor Municipal de Umuarama. Art. voltado à reciclagem e disposição final adequada. como instrumento da gestão dos serviços de saneamento no Município. A hierarquia do Sistema Viário Municipal. 29. regular e dinamizar o mercado formal e informal de resíduos. reciclagem e destinação final. O Sistema de Transporte Municipal é constituído pelos serviços de transportes de passageiros e de mercadoria. XXV .melhorar as atividades desenvolvidas na usina de reciclagem de resíduos. Parágrafo Único. XXIII . no prazo máximo de 02 (dois) anos. XXVI . § 2º O sistema viário e o transporte devem articular as diversas partes do Município. canais.aprimorar as técnicas utilizadas em todo processo de coleta e disposição final de resíduos sólidos urbanos.

ciclistas. XV . 35.reduzir a necessidade de deslocamentos dentro do Município.Art. IV revitalizar/recuperar/construir passeios.promover a permeabilização do solo nos canteiros centrais e nos passeios das vias urbanas do Município. II .criar cadastro das vias não pavimentadas.garantir a utilização do transporte coletivo municipal pelos portadores de necessidades especiais. XIII . viabilizando e otimizando a circulação de pedestres.articular a hierarquia das vias com as rotas do transporte coletivo. IX garantir o processo participativo na construção do novo modelo de transporte. VI . VII . II priorizar a circulação dos pedestres em relação aos veículos motorizados e dos veículos coletivos em relação aos particulares. III . Art. V . ao transporte motorizado. incluindo-as em programa de pavimentação.estabelecer programa periódico de manutenção do sistema viário. XI garantir manutenção preventiva no transporte coletivo para o conforto dos usuários e controle de poluentes. pessoas com necessidades especiais e pessoas com mobilidade reduzida. trânsito e uso do solo. VII . 34.priorizar o transporte coletivo sobre o individual.adequar o sistema viário ao transporte coletivo. mantendo-se os níveis de segurança internacional definidos pela comunidade técnica. XVI . Vpermitir integração do transporte com outros municípios. XII . VI hierarquizar as vias urbanas. São objetivos do Sistema de Mobilidade Urbana: I . XIV . Xpavimentar vias para viabilizar o tráfego de transporte coletivo.reduzir o conflito entre o tráfego de veículos e o de pedestres. 10 . III regulamentar todos os serviços de transporte do Município. São diretrizes do Sistema de Mobilidade Urbana: Itratar de forma integrada as questões de transporte. IV . VIII .implementar políticas de segurança do tráfego urbano e sinalização urbana.viabilizar o acesso ao transporte público a toda a população.melhorar a fluidez do trânsito.promover a distribuição dos equipamentos em consonância com as demandas localizadas.priorizar a acessibilidade de pedestres.

combater e evitar a poluição e a degradação ambiental. paisagístico.integrar e compatibilizar o uso e a ocupação do solo entre a área urbana e a área rural do Município. VII . redefinindo as rotas para veículos de carga. organizar o controle do uso e ocupação do solo nas áreas urbanas. XIX . O ordenamento territorial consiste na organização e controle do uso e ocupação do solo no território municipal. TÍTULO III DO ORDENAMENTO TERRITORIAL Art.melhorar os acessos às propriedades rurais. Constituem objetivos gerais do ordenamento territorial: III - definir novos perímetros urbanos para o Município. VIII . IV .implantar ciclovias.promover o adensamento compatível com a infraestrutura em regiões de baixa densidade e/ou com presença de áreas vazias ou sub-utilizadas.Promover a gestão por micro-bacias hidrográficas. § 1º. XI . estimulando o uso de bicicletas como meio de transporte. III . VI . X .preservar. são adequadas à implementação de determinados programas de interesse público ou necessitam de programas especiais de manejo e proteção. 37. CAPÍTULO I DO MACROZONEAMENTO 11 . Em conformidade com o Estatuto da Cidade.qualificar os usos que se pretendem induzir ou restringir em cada área da cidade. o desenvolvimento econômico e social e a qualidade de vida da população.definir diretrizes viárias.XVII . XX . recuperar e sustentar as regiões de interesse histórico. cultural e ambiental. A legislação de uso e ocupação do solo complementa o disposto neste capítulo. XVIII . Art. pelos seus atributos. o ordenamento territorial abrange todo o território municipal. § 2º.melhorar a pavimentação de estradas de acesso às comunidades rurais. V .definir áreas especiais que.urbanizar e qualificar a infra-estrutura e habitabilidade nas áreas de ocupação precária e em situação de risco. 36. envolvendo áreas urbanas e áreas rurais.implantar melhorias e alteração de circulação viária na área central. IX . de modo a evitar e corrigir as distorções do processo de desenvolvimento urbano e seus efeitos negativos sobre o meio ambiente.

Macrozona Rural 1. § 1º. III . Para as Macrozonas Urbanas.áreas compreendidas pelas localidades Nova União e Nova Jerusalém. como referência para aprovação de novos empreendimentos e edificações. Macrozona Rural 4.utilizar o Zoneamento de Uso e Ocupação do Solo Urbano. a área compreendida pelo manancial de abastecimento da cidade será regulamentada pelo zoneamento da APA do Rio Piava. integrante deste Plano Diretor Municipal. Macrozona Rural 2.áreas compreendidas pelas Sedes Distritais. integrante do presente Plano Diretor Municipal. II . Art. As Macrozonas Urbanas são formadas pelas seguintes áreas urbanas consolidadas: I .área compreendida pelo perímetro da Sede Municipal. § 2º. integrante desta lei: III III IV VVI VII VIII IX - Macrozonas Urbanas. II . Consideram-se Macrozonas. delimitadas no Anexo I – Macrozoneamento do Município de Umuarama. parte integrante do Plano Diretor Municipal. Os parâmetros para o uso. Macrozonas Urbanas Especiais. O Macrozoneamento fixa as regras fundamentais de ordenamento do território e tem como objetivo definir diretrizes para a utilização dos instrumentos de ordenação territorial e de zoneamento de uso e ocupação do solo. a ocupação e o parcelamento do solo são definidos em lei específica. 38. ficam estabelecidas as seguintes diretrizes: I . 12 . integrante deste Plano Diretor Municipal. Macrozona Ambiental 2.Art. § 3º. III . A delimitação dos perímetros urbanos é objeto de lei específica.na Sede Municipal. Art 41. Macrozona Ambiental 1. a área compreendida pela Bacia do Rio Xambrê será priorizada no que concerne ao controle de ocupação e serviços de saneamento básico. 39. Macrozona Rural 3. conforme determinado em lei específica. Macrozona de Preservação Permanente. SEÇÃO I DAS MACROZONAS URBANAS Art 40. O perímetro urbano da sede fica dividido em zonas de uso e ocupação do solo.na Sede Municipal.

IV . Para tais Macrozonas. As Macrozonas Urbanas Especiais são áreas das Vilas Rurais que poderão ser transformadas em áreas urbanas com parâmetros urbanísticos especiais. Para esta macrozona. A Macrozona de Proteção Ambiental 2 é formada pelas micro-bacias hidrográficas que compõem as áreas previstas para a APA do Rio Xambrê e a faixa existente entre o limite previsto para a APA e o perímetro da sede urbana. Art 43. no intuito de ampliar a área da mesma para que contemple todo o manancial de abastecimento de Umuarama. em conjunto com o Município de Maria Helena. ficam estabelecidas as seguintes diretrizes: I . SEÇÃO III DA MACROZONA AMBIENTAL 1 Art 44. Para esta macrozona. Art 47. II .rever o estudo feito para a criação da APA do Rio Piava.aprovar na Câmara Municipal o projeto de lei que declara como Áreas de Urbanização Especiais os imóveis destinados à implantação do Programa Vila Rural. SEÇÃO II DAS MACROZONAS URBANAS ESPECIAIS Art 42. empreendimentos e alteração dos perímetros urbanos oficiais dependerá da aprovação da Prefeitura Municipal. ficam estabelecidas as seguintes diretrizes: I . A Macrozona Ambiental 1 é formada pelas micro-bacias hidrográficas que compõem o manancial atual e o futuro de abastecimento da cidade e a APA do Rio Piava.nas Macrozonas Urbanas.elaborar Lei específica definindo os parâmetros de cobrança de impostos e fornecimento de serviços públicos às Áreas de Urbanização Especiais. ficam estabelecidas as seguintes diretrizes: I . a implantação de novos loteamentos.elaborar o Zoneamento Ecológico Econômico da nova APA do Rio Piava.rever o estudo feito para a criação da APA do Rio Xambrê. SEÇÃO IV DA MACROZONA AMBIENTAL 2 Art 46. Art 45. no intuito de ampliar a área da mesma para que contemple as nascentes 13 . II .

incentivo à formação de associação de produtores por macrozona rural. Para estas áreas. desde que com manejo adequado. As Macrozonas Rurais englobam quatro grupos de micro-bacias. Para todas as Macrozonas Rurais ficam ainda estabelecidas as seguintes diretrizes gerais: I . mas com manejo adequado. Art 51. As Macrozonas Rurais 1 e 2 possuem dois tipos básicos de solo. de acordo com os divisores de águas das grandes bacias hidrográficas onde o Município de Umuarama está inserido (Ivaí. ficam estabelecidas as seguintes diretrizes: I .elaborar o Zoneamento Ecológico Econômico da nova APA do Rio Xambrê. SEÇÃO V DAS MACROZONAS RURAIS Art 48. altamente erodíveis nas áreas mais baixas e os de latossolos vermelho distróficos nas áreas mais altas. II . SEÇÃO VI DA MACROZONA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE 14 . sendo estes os argissolos vermelho eutróficos. em conjunto com os demais municípios envolvidos. ficam estabelecidas as seguintes diretrizes: I .cinturão verde de abastecimento de Umuarama.nas áreas mais altas incentivar a ocupação e utilização para atividades agropecuárias e urbanas. 3 e 4.criar programas de incentivo para a exploração das áreas ao longo do perímetro urbano da sede para agricultura orgânica .existentes nas micro-bacias que contribuem para a formação do manancial de abastecimento de municípios a jusante de Umuarama. 2. Eles determinam o uso e a ocupação mais indicados.obrigatoriedade de programas de acompanhamento para a conservação dos solos e prevenção de erosões. Eles determinam o uso e a ocupação mais indicados. mas com manejo correto e plantio direto. distribuídos de acordo com a altitude. Art 49. Piquiri e Paraná II). Para estas áreas. formando as Macrozonas Rurais 1. II . III . II .nas áreas mais baixas incentivar as atividades de manejo florestal.nas áreas mais altas incentivar a ocupação e utilização para atividades agropecuárias e urbanas. sendo estes os argissolos vermelho amarelo distróficos nas áreas mais baixas e os latossolos vermelho distróficos nas áreas mais altas. que não necessitem trabalhar o solo com freqüência.nas áreas mais baixas incentivar a ocupação e utilização para atividades agropecuárias extensivas e as culturas permanentes.. distribuídos de acordo com a altitude. considerando a destinação de suas águas. Art 50. também erodíveis. II . As Macrozonas Rurais 3 e 4 possuem dois tipos básicos de solo. Ambos bastante erodíveis.

programas e projetos setoriais. Para esta macrozona. Zoneamento Ecológico-Econômico. Planos. Para a promoção. Estudo de Impacto Ambiental (EIA). IPTU Progressivo no Tempo. Planos de desenvolvimento econômico e social. Direito de Superfície. serão adotados. Outorga Onerosa do Direito de Construir e de alteração f) g) h) i) j) k) Transferência do Direito de Construir. II .Art 52. III .programa de demarcação das áreas florestadas remanescentes e das áreas com declividade igual ou superior a 45º. ficam estabelecidas as seguintes diretrizes: I . A Macrozona de Preservação Permanente corresponde as áreas de preservação permanente definidas no Código Florestal Brasileiro. II - Instrumentos jurídicos e urbanísticos: a) b) c) Parcelamento. Art 53. controle e gestão do municipal.estabelecer programas de acompanhamento rural para a recuperação e preservação das nascentes. Código de Obras e Edificações. Lei de Parcelamento do Solo da Sede do Município. planejamento. de uso. Código de Posturas. Sistema de Mobilidade Urbana. . Lei de Orçamento Anual. Edificação ou Utilização Compulsórios. os seguintes I- Instrumentos de planejamento: a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) l) m) Plano Plurianual. Programas e projetos especiais de urbanização. Lei de Uso e Ocupação do Solo da Sede do Município. Lei de Diretrizes Orçamentárias. 15 pública. Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV). Desapropriação com pagamento em títulos da dívida d) e) Zonas Especiais de Interesse Social. Direito de Preempção. Instituição de unidades de conservação.elaborar programa de levantamento das áreas de mata ciliar degradadas e estabelecer programas de incentivos ao replantio da mata ciliar. Operações Urbanas Consorciadas. TÍTULO IV DOS INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO MUNICIPAL desenvolvimento instrumentos: Art. dentre outros. 54.

Instrumentos tributários e financeiros: a) b) c) d) e) Tributos municipais diversos. Permissão ou Autorização de uso de bens públicos municipais. Contribuição de Melhoria. Desapropriação. Fundos municipais.l) m) n) o) p) Licenciamento Ambiental. O Poder Executivo Municipal poderá exercer a faculdade de outorgar onerosamente o exercício do direito de construir. Debates. Iniciativa popular de projetos de lei. Instituição de Unidades de Conservação.Instrumentos de regularização fundiária: a) b) c) d) Zonas Especiais de Interesse Social. c) d) Contratos de concessão dos serviços públicos urbanos. III . e) Convênios e acordos técnicos. 30 e 31 da Lei Federal n° 10. V- Instrumentos jurídico-administrativos: a) b) Servidão Administrativa e limitações administrativas. Conferências municipais.Instrumentos de democratização da gestão urbana: a) b) c) d) e) f) g) Conselhos municipais. operacionais e de cooperação institucional.257. conforme disposições dos artigos 28. VI . Concessão de direito real de uso. Assistência técnica e jurídica gratuita para comunidades e grupos sociais menos favorecidos. Taxas e tarifas públicas específicas. audiências e consultas públicas. CAPÍTULO I DA OUTORGA ONEROSA DO DIREITO DE CONSTRUIR E DE ALTERAÇÃO DE USO Art. Incentivos e benefícios fiscais. Referendo Popular e Plebiscito. Concessão de uso especial para fins de moradia. denominada 16 . 55. Gestão orçamentária participativa. Tombamento. Concessão. as IV . Compensação ambiental. Contratos de gestão com concessionária pública municipal de serviços urbanos. Doação de imóveis em pagamento da dívida. f) Termo Administrativo de Ajustamento de Conduta. 29.

constituído a partir do Plano Diretor. semestralmente. A outorga onerosa do direito de construir e de alteração de uso só poderá ser utilizada no Perímetro Urbano da Sede Municipal. equipamentos públicos. para que este. Art. a expedição da licença de construção estará subordinada ao total pagamento dessa outorga. Zona Especial da Avenida Paraná. Parágrafo único. Art. na criação de habitações de interesse social. Art. ZAD. nas seguintes zonas: III III IV - ZC. que deverá ocorrer no prazo máximo de até seis meses após a aprovação do projeto de construção. Art. Lei Municipal específica estabelecerá as condições a serem observadas para a Outorga onerosa do direito de construir e de alteração de uso. Zona de Comércio e Serviço. ZEP. que tornará públicos. Parágrafo único. e de acordo com os critérios e procedimentos definidos no Plano Diretor Municipal. 59. e deverão ser aplicados prioritariamente em infra-estrutura. Art. Zona Central. mediante contrapartida ao Poder Público Municipal. O valor do metro quadrado de construção correspondente ao solo criado será definido em lei municipal específica. Os impactos decorrentes da utilização da outorga onerosa do direito de construir e de alteração de uso deverão ser monitorados permanentemente pelo Executivo. Art 57. os relatórios do monitoramento. A concessão da Outorga onerosa do direito de construir e de alteração de uso poderá ser negada pelo Poder Público Municipal caso se verifique possibilidade de impacto não suportável pela infra-estrutura ou o risco de comprometimento da paisagem urbana. 58. Os recursos auferidos com a adoção da outorga onerosa do direito de construir e de alteração de uso serão destinados ao Fundo Municipal de Desenvolvimento Urbano. Os coeficientes máximos de aproveitamento definidos para as zonas estão definidos na Lei de Uso e Ocupação do Solo. 62. ZCS. determinando: 17 . Entende-se como outorga onerosa do direito de construir a faculdade concedida ao proprietário de imóvel. possa construir acima do coeficiente de aproveitamento básico até o limite estabelecido pelo coeficiente de aproveitamento máximo permitido para a zona e dentro dos parâmetros determinados na Lei de Zoneamento do Uso e Ocupação do Solo. Quando da utilização da outorga onerosa. considerado o valor venal do terreno para efeito do lançamento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana.Estatuto da Cidade. saneamento e recuperação ambientais. 60. Zona de Alta Densidade. 56. Art. 61.

o direito de construir inerente ao mesmo. As alterações de potencial construtivo. Zona de Alta Densidade.III III IV - a fórmula de cálculo da cobrança. II . 67. privado ou público. ZCS. Art. 65. resultantes da transferência total ou parcial de potencial construtivo deverão constar em registro de imóveis. 66. III . quando o imóvel foi considerado de interesse histórico. A mesma faculdade poderá ser concedida ao proprietário que doar ao Poder Público seu imóvel. os procedimentos administrativos e taxas de serviços necessários. social ou cultural. Zona Central. mediante projeto e cronograma aprovado por órgão competente do poder público municipal.servir a programas de regularização fundiária. semestralmente. Art.implantação de equipamentos urbanos e comunitários. que tornará públicos. 68. Parágrafo único. 18 . ZEP. O proprietário de imóvel que utilizar a transferência do potencial construtivo assumirá a obrigação de manter o mesmo preservado e conservado. O impacto da utilização da transferência do potencial construtivo deverá ser monitorado permanentemente pelo Executivo. Zona Especial da Avenida Paraná. 63. a contrapartida do beneficiário. Zona de Comércio e Serviços. urbanização de áreas ocupadas por população de baixa renda e habitação de interesse social. quando o referido imóvel for considerado necessário para fins de: I . para os fins previstos nos incisos I a III do caput. doar o imóvel ao Município. ou alienar. paisagístico. os casos passíveis de isenção do pagamento da outorga. CAPÍTULO II DA TRANSFERÊNCIA DE POTENCIAL CONSTRUTIVO Art. os relatórios do monitoramento. que regulamentará a forma e os procedimentos para efetividade deste instrumento. cabendo recusa. Os critérios de aplicação da transferência do potencial construtivo serão estabelecidos em lei específica.preservação. ambiental. mediante escritura pública. 64. alternativamente. Poderá. conservação ou recuperação. a exercer em outro local. ou parte dele. Art. Art. São considerados imóveis receptores da transferência do direito de construir aqueles situados nas zonas: IIIIIIIV- ZC. ZAD. Art. O Poder Executivo Municipal poderá autorizar o proprietário de imóvel urbano.

Art. Parágrafo único. Lei Municipal delimitará as áreas em que incidirá o direito de preempção. em órgão oficial e em pelo menos um jornal local ou regional de grande circulação.criação de unidades de conservação ou proteção de outras áreas de interesse ambiental. para que o Município.ordenamento e direcionamento da expansão urbana. no prazo máximo de 30 (trinta) dias.proteção de áreas de interesse histórico. condições de pagamento e prazo de validade. O proprietário deverá notificar sua intenção de alienar o imóvel. III . O Município fará publicar. Transcorrido o prazo mencionado no caput sem manifestação. 69. 19 . § 3º. À notificação mencionada no caput será anexada proposta de compra assinada por terceiro interessado na aquisição do imóvel. enquadrando-as em uma ou mais finalidades previstas no artigo 69 desta Lei. que terá preferência para aquisição pelo prazo de até cinco anos. Os imóveis colocados à venda nas áreas de incidência do direito de preempção deverão ser necessariamente oferecidos ao Município. nas condições da proposta apresentada.constituição de reserva fundiária. § 1º. fica o proprietário autorizado a realizar a alienação para terceiros. VIII . Art. cultural ou paisagístico. VII . 26 e 27 da Lei Federal nº 10. IV . VI . O Poder Público Municipal poderá exercer o direito de preempção para aquisição de imóvel urbano objeto de alienação onerosa entre particulares. 71.257. de 10 de julho de 2001 – Estatuto da Cidade. manifeste por escrito seu interesse em comprá-lo. Parágrafo único.implantação de equipamentos urbanos e comunitários.criação de espaços públicos de lazer e áreas verdes. 70.CAPÍTULO III DO DIREITO DE PREEMPÇÃO Art. § 2º. da qual constará preço. conforme disposto nos artigos 25. O direito de preempção será exercido sempre que o Poder Público necessitar de áreas para: III - regularização fundiária. V . edital de aviso da notificação recebida nos termos do caput e da intenção de aquisição do imóvel nas condições da proposta apresentada. execução de programas e projetos habitacionais de interesse social.

a partir da notificação. Em caso de nulidade da alienação efetuada pelo proprietário. para que seja protocolado o projeto na Secretaria de Planejamento.por funcionário da Secretaria de Planejamento. A alienação processada em condições diversas da proposta apresentada é nula de pleno direito. Art. EDIFICAÇÃO OU UTILIZAÇÃO COMPULSÓRIOS Art. § 4º. o proprietário fica obrigado a apresentar ao Município. por 3 (três) vezes. 20 . devendo fixar as condições e os prazos para implementação da referida obrigação. o Executivo poderá adquirir o imóvel pelo valor da base de cálculo do Imposto Predial e Territorial Urbano ou pelo valor indicado na proposta apresentada. Considera-se subutilizado o imóvel cujo aproveitamento seja inferior ao mínimo definido na Lei de Uso e Ocupação do Solo. subutilizado ou não utilizado. Caracterizada a venda a terceiro. para iniciar as obras do empreendimento.2 (dois) anos. no prazo de 30 (trinta) dias. Em empreendimentos de grande porte. a quem tenha poderes de gerência geral ou administração. A transmissão do imóvel. devendo a notificação ser averbada no cartório de registro de imóveis. § 5º. II . transfere as obrigações de parcelamento. § 3º. posterior à data da notificação. 72. § 6º. a tentativa de notificação na forma prevista pelo inciso I. § 1º. Os prazos a que se refere o caput não poderão ser inferiores a: I . se este for inferior àquele. por ato inter vivos ou causa mortis. II . CAPÍTULO IV DO PARCELAMENTO. em caráter excepcional. assegurando-se que o projeto aprovado compreenda o empreendimento como um todo. cópia do instrumento público de alienação do imóvel. Lei Municipal específica definirá as áreas em que incidirá a obrigação de parcelamento. 73.§ 4º.1 (um) ano. edificação ou utilização compulsórios do solo urbano não edificado. ao proprietário do imóvel ou. A notificação far-se-á: I . a lei municipal específica a que se refere o caput poderá prever a conclusão em etapas. § 5º. § 2º. no caso de este ser pessoa jurídica. O proprietário será notificado pelo Poder Executivo municipal para o cumprimento da obrigação.por edital quando frustrada. a partir da aprovação do projeto.

edificação ou utilização.refletirá o valor da base de cálculo do IPTU. 75. 21 .não computará expectativas de ganhos. § 3º Os títulos de que trata este artigo não terão poder liberatório para pagamento de tributos. com pagamento em títulos da dívida pública. mediante a majoração da alíquota pelo prazo de cinco anos consecutivos. descontado o montante incorporado em função de obras realizadas pelo Poder Público na área onde o mesmo se localiza após a notificação de que trata o § 2º do art. assegurados o valor real da indenização e os juros legais de seis por cento ao ano. edificar ou utilizar não esteja atendida em cinco anos. Caso a obrigação de parcelar. respeitada a alíquota máxima de quinze por cento. É vedada a concessão de isenções ou de anistia relativas à tributação progressiva de que trata este artigo.edificação ou utilização previstas no Art. § 1º. § 2º O valor real da indenização: I . Decorridos cinco anos de cobrança do IPTU progressivo sem que o proprietário tenha cumprido a obrigação de parcelamento. 72 e não excederá a duas vezes o valor referente ao ano anterior. até que se cumpra a referida obrigação. CAPÍTULO V DO IPTU PROGRESSIVO NO TEMPO Art. o Município manterá a cobrança pela alíquota máxima. 72 desta Lei. CAPÍTULO VI DA DESAPROPRIAÇÃO COM PAGAMENTO EM TÍTULOS DA DÍVIDA PÚBLICA Art. garantida a prerrogativa prevista no art. O valor da alíquota a ser aplicado a cada ano será fixado na lei específica a que se refere o caput do Art. iguais e sucessivas. § 3º. ou não sendo cumpridas as etapas previstas no § 5º do Art. Em caso de descumprimento das condições e dos prazos previstos na forma do Art 72 desta Lei. 72 desta Lei. lucros cessantes e juros compensatórios. o Município procederá à aplicação do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana (IPTU) progressivo no tempo. § 1º Os títulos da dívida pública terão prévia aprovação pelo Senado Federal e serão resgatados no prazo de até dez anos. sem interrupção de quaisquer prazos. 74. 72 desta Lei. em prestações anuais. o Município poderá proceder à desapropriação do imóvel. 70. § 2º. II .

II .a modificação de índices e características de parcelamento. V . 75. 77. no mínimo: I . § 1º. VI . II . contado a partir da sua incorporação ao patrimônio público.forma de controle da operação. melhorias sociais e a valorização ambiental. VII . uso e ocupação do solo e subsolo. Considera-se operação urbana consorciada o conjunto de intervenções e medidas coordenadas pelo Poder Público municipal. obrigatoriamente compartilhado com representação da sociedade civil.a regularização de construções. CAPÍTULO VII DAS OPERAÇÕES URBANAS CONSORCIADAS Art. poderá delimitar área do Município para aplicação de operações consorciadas.programa básico de ocupação da área. observando-se. Cada operação urbana consorciada será aprovada por lei específica.§ 4º O Município procederá ao adequado aproveitamento do imóvel no prazo máximo de cinco anos. contendo. considerado o impacto ambiental delas decorrente.definição da área a ser atingida.contrapartida a ser exigida dos proprietários.estudo prévio de impacto de vizinhança.finalidades da operação. § 2º. moradores.programa de atendimento econômico e social para a população diretamente afetada pela operação. com o objetivo de alcançar em uma área transformações urbanísticas estruturais. com a participação dos proprietários. nesses casos. IV . Art. § 6º Ficam mantidas para o adquirente de imóvel nos termos do §5º as mesmas obrigações de parcelamento. onde deverá constar o plano de operação urbana consorciada. Lei municipal específica. reformas ou ampliações executadas em desacordo com a legislação vigente. 72. usuários permanentes e investidores privados em função da utilização dos benefícios previstos nos incisos I e II do § 2º do art. § 5º O aproveitamento do imóvel poderá ser efetivado diretamente pelo Poder Público ou por meio de alienação ou concessão a terceiros. 76. 22 . bem como alterações das normas edilícias. entre outras medidas: ser previstas nas operações urbanas I . baseada no plano diretor. III . edificação ou utilização previstas no Art. usuários permanentes e investidores privados. o devido procedimento licitatório. Poderão consorciadas.

EIV. o Poder Público.EIV. 80. CAPÍTULO VIII DO ESTUDO DE IMPACTO DE VIZINHANÇA Art. mas conversíveis em direito de construir unicamente na área objeto da operação. que deverá exigir um Estudo de Impacto de Vizinhança .edificações residenciais com área computável superior a 40. § 3º Antes da concessão de alvará para atividades de grande porte o interessado deverá publicar no periódico local de maior circulação um resumo do projeto pretendido. Considera-se obra ou atividade potencialmente geradora de grandes modificações urbanas. § 2º A partir da aprovação da lei específica de que trata o caput. em torno do empreendimento. compensar ou mesmo eliminar os impactos negativos do projeto sobre o espaço da Cidade. dependerá da aprovação da Comissão Municipal de Urbanismo. § 1º O Estudo de Impacto de Vizinhança . dentre outras: I . que serão alienados em leilão ou utilizados diretamente no pagamento das obras necessárias à própria operação. Art. § 1º Os certificados de potencial adicional de construção serão livremente negociados. Art. A lei específica que aprovar a operação urbana consorciada poderá prever a emissão pelo Município de quantidade determinada de certificados de potencial adicional de construção. § 2º Apresentado pedido de licença para construir. 79. além do projeto. potencialmente geradora de grandes modificações no espaço urbano e meio ambiente. deve conter todas as possíveis implicações do projeto para a estrutura ambiental e urbana. ficando o empreendedor responsável pelos ônus daí decorrentes. até o limite fixado pela lei específica que aprovar a operação urbana consorciada. se reservará o direito de avaliar o mesmo. § 2º De posse do Estudo de Impacto de Vizinhança .000 m² (quarenta mil metros quadrados).EIV. o certificado de potencial adicional será utilizado no pagamento da área de construção que supere os padrões estabelecidos pela legislação de uso e ocupação do solo. indicando a atividade principal e sua localização. 78. e estabelecer quaisquer exigências que se façam necessárias para minorar.§ 1º Os recursos obtidos pelo Poder Público municipal na forma do inciso VI deste artigo serão aplicados exclusivamente na própria operação urbana consorciada. são nulas as licenças e autorizações a cargo do Poder Público municipal expedidas em desacordo com o plano de operação urbana consorciada. 23 . A instalação de obra ou atividade. A Prefeitura fixará o mesmo resumo em edital.

bem como a execução de melhorias na infra-estrutura urbana e de equipamentos comunitários. infra-estrutura básica. compensatórias dos impactos negativos. Art. O Poder Executivo.equipamentos urbanos e comunitários. tais como: I- ampliação das redes de infra-estrutura urbana. ou grupo de instalações ou atividades. caso a situação assim o exigir.uso e ocupação do solo. VIII . para cada instalação ou atividade. deverá solicitar como condição para aprovação do projeto alterações e complementações no mesmo. bem como daquelas potencializadoras dos impactos positivos. baseado no Estudo de Impacto de Vizinhança. das seguintes questões: Iadensamento populacional.II . Art 84. os prazos. V . às suas expensas.o seu potencial indutor de desenvolvimento e o seu caráter estruturante no Município.exploração mineral. A exigibilidade. 24 .a potencialidade de concentração de atividades similares na área. estrutura sócioeconômica e os padrões funcionais e urbanísticos de vizinhança e contemplar os efeitos positivos e negativos do empreendimento ou atividade quanto à qualidade de vida da população residente na área e suas proximidades.000 m² (cem mil metros quadrados). IV . III . VII .edificações destinadas a outro uso. Art 83.cemitérios e crematórios. 82. com área da projeção da edificação superior a 5. dentre outros. VI . O Estudo de Impacto de Vizinhança deverá considerar o sistema de transportes.definição das medidas mitigadoras.ventilação e iluminação. as formas. O Poder Executivo Municipal.000 m² (cinco mil metros quadrados). Os órgãos competentes da Prefeitura poderão definir outros tipos de estudos. IV . os elementos e demais requisitos que deverão estar contidos no Estudo de Impacto de Vizinhança EIV. X .geração de tráfego e demanda por transporte público. Art.conjuntos de habitações populares com número de unidades maior ou igual a 200 (duzentos). Art 85. para eliminar ou minimizar impactos negativos a serem gerados pelo empreendimento. 81. incluindo a análise. VI . V . II . IX . meio ambiente.valorização imobiliária. III . poderá negar autorização para realização do empreendimento ou exigir do empreendedor.parcelamentos do solo com área superior a 100. serão estabelecidos em lei específica. as medidas atenuadoras e compensatórias relativas aos impactos previsíveis decorrentes da implantação da atividade.paisagem urbana e patrimônio natural e cultural.

Art 86. antes da decisão sobre o projeto. Nas Zonas Especiais de Interesse Social – ZEIS será permitido. São objetivos das Zonas Especiais de Interesse Social – ZEIS: I . na forma da lei. no órgão municipal competente. que ficarão disponíveis para consulta. pelos moradores da área afetada ou suas associações. Art. 90.ampliação e adequação do sistema viário. produzida diretamente pelo poder público municipal ou com sua expressa anuência com. III . o estabelecimento de padrões de uso e ocupação diferenciados da Legislação em vigor. Art 88. A As Zonas Especiais de Interesse Social – ZEIS são porções do território destinadas prioritariamente à urbanização e produção de Habitação de Interesse Social. transportes e trânsito. no máximo. Art. 91. por qualquer interessado. 89. II .II . sempre que sugerida. Dar-se-á publicidade aos documentos integrantes do Estudo de Impacto de Vizinhança. CAPÍTULO IX DAS ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL Art. mediante aprovação da Comissão Municipal de Urbanismo. § 1º Entende-se por Habitação de Interesse Social aquela destinada à população com renda familiar mensal limitada a 06 (seis) salários mínimos. 1 (um) banheiro por unidade habitacional e 1 (uma) vaga de estacionamento para cada 2 (duas) unidades habitacionais. § 2º Para fins de Política Habitacional priorizar-se-á a população com renda familiar limitada a 03 (três) salários mínimos.possibilitar a extensão dos serviços e da infra-estrutura urbana nas regiões não atendidas.proteção acústica. IV . III . 25 . uso de filtros e outros procedimentos que minimizem incômodos da atividade. O órgão público responsável pelo exame do Estudo de Impacto de Vizinhança – EIV deverá realizar audiência pública.permitir a inclusão urbana de parcelas da população que se encontram à margem do mercado legal de terras. Art 87.garantir a qualidade de vida e eqüidade social entre as ocupações urbanas.área de terreno ou área edificada para instalação de equipamentos comunitários em percentual compatível com o necessário para o atendimento da demanda a ser gerada pelo empreendimento. A elaboração do Estudo de Impacto de Vizinhança não substitui o licenciamento ambiental e o Estudo de Impacto Ambiental requeridos nos termos da legislação ambiental.

em conformidade com as determinações do Plano Diretor. eficiência e efetividade da gestão. Art. na perspectiva de ampliação dos canais de participação popular. III . IV . 94.indutor. estabelecerá critérios para delimitação de Zonas Especiais de Interesse Social. O poder público municipal exercerá no processo de gestão participativa o papel de: I . nortear e monitorar de forma permanente e democrática o desenvolvimento de Umuarama. dos demais instrumentos de política urbana e do planejamento municipal. A gestão se dará em consonância com as prerrogativas da democracia representativa e participativa. 98. em assuntos de sua competência. Art. estaduais e municipais. 96. baseada neste Plano Diretor Municipal. envolvendo o poder executivo. 97. da ação dos órgãos públicos federais. CAPÍTULO II DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO E GESTÃO URBANA Art. através de um processo de negociação e co-responsabilidade. programas e projetos para o desenvolvimento urbano.Art. legislativo e a sociedade civil organizada buscando construir. TÍTULO V DA GESTÃO DEMOCRÁTICA DA POLÍTICA URBANA CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA DA POLÍTICA URBANA Art. O Sistema de Planejamento e Gestão Urbana tem como principais objetivos: I .fomentador do desenvolvimento das atividades fundamentais da cidade. 26 . Art.incentivador da organização da sociedade civil. O Sistema de Planejamento e Gestão Urbana compreende os canais de participação da sociedade na formulação de estratégias e gestão municipal da política urbana. 95. Art. Para os parcelamentos localizados nas Zonas Especiais de Interesse Social será exigido Estudo Prévio de Impacto de Vizinhança – EIV. A gestão urbana é um processo que tem como objetivo.articulador e coordenador.coordenador do processo de formulação de planos. 92. Lei Municipal.garantir a eficácia. catalisador e mobilizador da ação cooperativa e integrada dos diversos agentes econômicos e sociais atuantes na cidade. na melhoria da qualidade de vida dos munícipes. e V . 93. II .

fomento agropecuário. O Conselho Municipal de Desenvolvimento Agropecuário terá como atribuição prioritária: garantir. Secretaria de Planejamento. Sistema de Informações Municipais. Art 99. O Conselho Municipal de Meio Ambiente. criado pela Lei nº 1. O Sistema de Planejamento e Gestão Urbana se articula com os seguintes órgãos da gestão municipal: III III IV VVI - Conselho Municipal de Desenvolvimento Agropecuário. a organização da comunidade de produtores rurais em consonância com as diretrizes emanadas do Plano Diretor de Umuarama. geração de renda e emprego no meio rural e de acompanhamento da execução do Plano Municipal de Desenvolvimento Agropecuário.815/93. § 3º. atribuições e funcionamento do Conselho Municipal de Desenvolvimento Agropecuário serão regulamentados por Lei específica.garantir estruturas e processos democráticos e participativos para o planejamento e gestão da política urbana. 27 . de forma continuada. Conselho Municipal de Meio Ambiente. é o órgão de aconselhamento das políticas e diretrizes de preservação do meio ambiente e de acompanhamento do Zoneamento Ecológico Econômico assim como do Plano Diretor de Umuarama em consonância com o Estatuto da Cidade. § 2º. SEÇÃO II DO CONSELHO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE Art 101. na formulação e aprovação dos programas e projetos para a implementação e na indicação das necessidades de detalhamento. dentro do Plano de Desenvolvimento Agropecuário.garantir mecanismos de monitoramento e gestão do Plano Diretor. organização dos agricultores. O Conselho Municipal de Desenvolvimento Agropecuário é o órgão de aconselhamento das políticas e diretrizes para o aumento da produção. § 1º.II . A composição. Conselho de Desenvolvimento Municipal. Comissão Municipal de Urbanismo. SEÇÃO I DO CONSELHO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO Art 100. O Conselho Municipal de Desenvolvimento Agropecuário tem como comissão específica a Comissão de Reflorestamento. O Conselho deverá instituir normas para criação do Fundo de Desenvolvimento Agropecuário sob sua responsabilidade. atualização e revisão do mesmo. permanente e dinâmica. III .

O Secretário Executivo do Conselho de Desenvolvimento Municipal é o Secretário Municipal de Planejamento. O Conselho de Desenvolvimento Municipal tem como principais atribuições: I . § 1º. III . § 2º. O Conselho Municipal de Meio Ambiente terá como atribuição prioritária: garantir a gestão por micro-bacias hidrográficas em consonância com as diretrizes emanadas do Plano Diretor de Umuarama.§ 1º. A Comissão Municipal de Urbanismo será instituída por lei.estabelecer prioridades na aplicação dos recursos do Fundo Municipal de Desenvolvimento. § 2º. O Fundo Municipal de Desenvolvimento é instituído nesta lei e tem caráter permanente. controle da implantação e gestão do Plano Diretor de Umuarama. SEÇÃO III DO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO MUNICIPAL Art 102. advinda do Plano Diretor. O Secretário Executivo da Comissão Municipal de Urbanismo é o Secretário de Obras e Urbanismo. A Comissão Municipal de Urbanismo reporta-se ao Conselho de Desenvolvimento Municipal. atribuições e funcionamento do Conselho de Desenvolvimento Municipal será regulamentada por Lei específica. A composição. O Conselho Municipal do Meio Ambiente deverá instituir normas para criação do Fundo do Meio Ambiente sob sua responsabilidade. § 3º. § 2º. SEÇÃO V DA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO 28 . II . § 3º. O Conselho de Desenvolvimento Municipal é órgão responsável pelo acompanhamento. A Comissão Municipal de Urbanismo é o órgão responsável pelo acompanhamento.estabelecer o destino das verbas advindas da aplicação dos instrumentos previstos no Plano Diretor. § 4º. § 1º. SEÇÃO IV DA COMISSÃO MUNICIPAL DE URBANISMO Art 103. controle da implantação e gestão da Legislação de Uso e Ocupação do Solo.examinar a viabilidade dos projetos.

atualizar e revisar o Plano Diretor do Município e sua legislação pertinente. IX profissionalizar a gestão municipal através da implementação de unidades de custo dentro das distintas secretarias. projetos de construções populares e outros casos especiais que digam respeito ao órgão que dirige. relacionadas à posição dos percentuais de comprometimento com despesas de pessoal em relação às receitas correntes e aqueles instituídos legalmente para a Educação e Saúde. industriais. de vendedores ambulantes e outros dispostos no Código Tributário do Município e na Legislação de Uso e Ocupação do Solo. XIII repassar informações ao chefe do Executivo. VII compatibilizar. programas e planos do governo municipal objetivando a viabilização de recursos nos órgãos federais e estaduais de governo. quando do interesse do Município. através de demonstrativos e gráficos. Xelaborar e coordenar a execução dos projetos. XIV assinar os alvarás de licença de construções e de parcelamento. XI coordenar a elaboração das propostas dos orçamentos anuais e plurianuais. À Secretaria de Planejamento compete: Iimplantar. II propor ao Conselho de Desenvolvimento Municipal os objetivos estratégicos no início de cada gestão administrativa. se necessário. IV propor adequações na legislação urbanística. XIX promover a expedição e assinar os alvarás de licenças de construções particulares. aplicação de redutores de velocidade e placas indicativas. 29 . os planos e projetos de desenvolvimento urbano com propostas regionais ou de municípios vizinhos. políticas e prioridades do Plano Diretor. bem como manutenção e conservação das mesmas. III colaborar com outras secretarias municipais na elaboração dos orçamentos. gerenciar. de funcionamento dos estabelecimentos comerciais. XVI aplicar e fazer aplicar as posturas de ordem pública. ouvidos os demais órgãos. de prestadores de serviços. XVIII . XII aplicar ações modernizadoras na estrutura organizacional da Prefeitura Municipal e demais órgãos envolvidos. demolições de prédio. Vcoordenar e manter atualizado o Sistema de Informações do Município.promover a preparação e assinar o "Habite-se" de construções novas ou reformadas. em articulação com as Secretarias de Administração e Finanças e em consonância com o Plano Diretor. XVII . XV executar serviços relativos a levantamentos topográficos. construção de gradil.Art.executar os serviços relativos à sinalização das vias urbanas e rurais. VIII Assegurar a participação dos munícipes e de suas entidades representativas em todas as fases do processo de planejamento urbano. 104. VI orientar programas e obras governamentais segundo os objetivos.

Art. sem prejuízo dos pareceres jurídicos expedidos. 105. XXII . XXXIII . plantas.XX emitir parecer nos projetos de loteamentos e subdivisão de terrenos. SEÇÃO VI DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES MUNICIPAIS 30 e .emitir pareceres em prestações de contas de subvenções ou contribuições de entidades beneficiadas com recursos do Município. XXXII . XXIX . de elementos necessários ao lançamento e cobrança da Contribuição de Melhoria. mapas. Fiscalização da Secretaria de Finanças. Departamento de Cadastro. XXXI .manter estreito relacionamento com as demais secretarias e outros órgãos da Administração visando o planejamento e execução de programas específicos.promover a execução de projetos.aperfeiçoar o sistema de controle interno.revisar as fases de processamento da despesa. de acordo com a legislação municipal.executar outras atividades correlatas que forem determinadas pelo Prefeito.examinar e dar despacho final em todos os processos referente a edificações particulares e promover o licenciamento e sua fiscalização nos termos da legislação de Uso e Ocupação do Solo e do Código de Obras do Município.supervisionar os serviços de contabilidade. sujeitos a esta medida. "ad-referendum" do Prefeito a interdição de prédios. A Secretaria de Planejamento será integrada pelos seguintes Departamentos: III III IV - Departamento de Urbanismo. XXV . Departamento de Projetos Sócio-Ambientais Econômicos.determinar as providências para a apuração de faltas funcionais que impliquem em desvios e aplicação indevida de recursos financeiros e materiais.autorizar. XXVII . submetendo-os à aprovação da Comissão Municipal de Urbanismo. XXIV . Departamento de Tecnologia da Informação. Obras e Serviços Urbanos. desenhos. gráficos e memoriais descritivos necessários ao desenvolvimento e execução dos serviços dos órgãos que integram a Secretaria que dirige e a Secretaria de Viação. XXX . verificando possíveis falhas e propondo aos responsáveis medidas corretivas.elaborar projeto proveniente das demais secretarias para fins de captação de recursos e/ou fomento de atribuições sócio-econômicas e ambientais. XXIII . XXI promover o fornecimento ao Departamento de Tributação e. através da implantação de métodos e rotinas informatizadas.acompanhar os processos de licitação. XXVIII . XXVI . revisando os procedimentos formais exigidos.

O Executivo manterá atualizado o Sistema de Informações para o Planejamento e Gestão Municipal. IV transferências de instituições privadas. clareza. VI transferências de pessoas físicas. nacionais e internacionais. inclusive cartográficos. ressalvadas as situações em que o sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado.disponibilização das informações de forma ampla e periódica na página eletrônica da Prefeitura Municipal. repasses ou dotações orçamentárias da União ou do Estado do Paraná a ele destinados. II .atendimento aos princípios da simplificação. dispor os dados de maneira georreferenciada e em meio digital. O Sistema de Informações Municipais deve. § 1º. CAPÍTULO III DO FUNDO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO Art. administrativos. Art 107. evitando-se a duplicação de meios e instrumentos para fins idênticos. bem como no controle e fiscalização de sua implementação. economicidade.articulação com outros sistemas de informação e bases de dados. locais e específicos ligados ao desenvolvimento urbano. § 2º. constituído de recursos provenientes de: III - recursos próprios do Município. eficácia. produzindo os dados necessários. patrimoniais. Fica criado o Fundo Municipal de Desenvolvimento. municipais. IV . monitoramento.Art 106.o poder público municipal dará ampla publicidade a todos os documentos e informações produzidos no processo de elaboração. 108. culturais. aperfeiçoamento do Plano Diretor. ambientais. bem como seu acesso aos munícipes. financeiros. O Sistema de Informações Municipais deve conter os dados sociais. devendo ainda disponibilizá-las a qualquer munícipe que requisitá-la por petição simples. existentes em órgãos públicos e em entidades privadas. regionais. revisão. econômicos. físico-territoriais. III . § 3º. III . de planos. estaduais. progressivamente. com a freqüência definida. subsidiando a tomada de decisões na gestão do plano diretor. por todos os meios possíveis. O Sistema de Informações Municipal para o Planejamento e Gestão Municipal adotará as seguintes diretrizes: I . a fim de assegurar o conhecimento dos respectivos conteúdos à população. imobiliários e outros de relevante interesse para o Município. programas e projetos setoriais. 31 . Vtransferências de entidades internacionais.empréstimos de operações de financiamento internos ou externos. implementação e avaliação das políticas urbanas. O Sistema tem como objetivo fornecer informações para planejamento. precisão e segurança.

projetos e programas específicos. implementação. Art. 114. assembléias de planejamento e gestão territorial. consórcios e convênios. na perspectiva da formulação.receitas provenientes da Concessão do Direito de Superfície. Art. XIII . fiscalização e controle social. o Plano Diretor assegura a participação da população em todas as fases do processo de gestão democrática da política urbana. contratos. mediante aprovação do Conselho de Desenvolvimento Municipal.receitas provenientes de Outorga Onerosa do Direito de Construir e de Alteração de Uso.VII . conselhos. Os recursos do Fundo Municipal de Desenvolvimento poderão ser aplicados diretamente pela Prefeitura ou repassados a outros fundos e agentes públicos ou privados. Art. Xreceitas advindas do pagamento de prestações por parte dos beneficiários de programas habitacionais desenvolvidos com recursos do fundo. XIV . IX . 32 . iniciativa popular de projetos de lei. De acordo com aos princípios fundamentais da Constituição Federal e diretrizes do Estatuto da Cidade.acordos. Além dos instrumentos previstos nesta Lei. 109. audiências e consultas públicas. gestão participativa. A participação de toda população na gestão municipal será assegurada pelo Poder Público Municipal.receitas advindas do pagamento de multas emitidas pelo órgão municipal competente por falta de licença de funcionamento de atividades. XII .rendas provenientes da aplicação financeira dos seus recursos próprios. Art. estudo de Impacto de Vizinhança. XI . mediante as seguintes instrumentos: III III IV VVI VII VIII - debates. Art. o Poder Público Municipal Poderá estimular a criação de outros espaços de participação popular. O Fundo Municipal de Desenvolvimento será gerido pelo Conselho de Desenvolvimento Municipal.doações. 110. Os recursos destinados ao Fundo Municipal de Desenvolvimento deverão ser utilizados na consecução das diretrizes e objetivos elencados neste Plano Diretor e aplicados prioritariamente em infra-estrutura e equipamentos públicos. CAPÍTULO IV DOS INSTRUMENTOS DE DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO MUNICIPAL Art 112. conferências. 111. orçamento participativo.outras receitas que lhe sejam destinadas por lei. VIII . 113.

XII controlar e fiscalizar a execução de obras e serviços dentro dos planos pré-estabelecidos. 116. ouvidos os demais órgãos. VIII coordenar e manter atualizado o Sistema de Informações do Município. políticas e prioridades do Plano Diretor. O Executivo. jornais locais e Internet. A informação acerca da realização dos Debates. 117. TÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS Art. social e econômico do município. No prazo máximo de 5 (cinco) anos após a promulgação desta Lei Complementar. II implantar. deverá o Plano Diretor ser avaliado quanto aos resultados da aplicação de suas diretrizes e instrumentos e das modificações ocorridas no espaço físico. bem como de instituição dos instrumentos previstos. IX orientar programas e obras governamentais segundo os objetivos. Velaborar o Programa Plurianual de Investimentos. dentro de critérios de prioridades e da receita disponível. respeitados os prazos e procedimentos estabelecidos para cada caso. deverá dar provimento às medidas de implementação das diversas diretrizes que a integram.Art. se necessário. Xelaborar a Lei de Diretrizes Orçamentárias bem como acompanhar sua execução. 118. podendo ainda. Art. ser utilizados outros meios de divulgação. À Secretaria de Planejamento compete: Iassessorar o Chefe do Executivo Municipal em matéria de planejamento e desenvolvimento urbano. Audiências Públicas e Assembléias de Planejamento e Gestão Territorial será garantida por meio de veiculação nas rádios locais. IV colaborar com outras secretarias municipais na elaboração dos orçamentos. desde que assegurados os constantes nesta Lei. Conferências. 115. após a promulgação desta Lei Complementar. III propor ao Conselho de Desenvolvimento Municipal os objetivos estratégicos no início de cada gestão administrativa. O artigo 10 da Lei Complementar nº 001/90 passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. Art. procedendo-se às atualizações e adequações que se fizerem necessárias. gerenciar. XI desenvolver pesquisas de forma a projetar o comportamento econômico do Município. VII propor adequações na legislação urbanística. VI organizar as despesas do Município. 33 . de acordo com o Plano Diretor. 10. atualizar e revisar o Plano Diretor do Município e sua legislação pertinente.

XXII coordenar a elaboração das propostas dos orçamentos anuais e plurianuais. XXIX promover a preparação e assinar o "Habite-se" de construções novas ou reformadas. em articulação com as Secretarias de Administração e Finanças e em consonância com o Plano Diretor. programas e planos do governo municipal objetivando a viabilização de recursos nos órgãos federais e estaduais de governo. ocupação do solo e conservação ecológica. projetos de construções populares e outros casos especiais que digam respeito ao órgão que dirige. demolições de prédio. XVI colaborar com os órgãos estaduais ou federais e as secretarias do Município. XXIII aplicar ações modernizadoras na estrutura organizacional da Prefeitura Municipal e demais órgãos envolvidos.XIII - controlar e fiscalizar a execução econômica orçamentária. construção de gradil. XVII acompanhar os serviços de abertura de ruas. bem como manutenção e conservação das mesmas. de funcionamento dos estabelecimentos comerciais. relacionadas à posição dos percentuais de comprometimento com despesas de pessoal em relação às receitas correntes e aqueles instituídos legalmente para a Educação e Saúde. XXV assinar os alvarás de licença de construções e de parcelamento. asfaltamento.aplicar e fazer aplicar as posturas de ordem pública. XXX promover a expedição e assinar os alvarás de licenças de construções particulares. XX profissionalizar a gestão municipal através da implementação de unidades de custo dentro das distintas secretarias. calçamento dos passeios e demais infraestruturas dentro do Município. submetendo-os à aprovação da Comissão Municipal de Urbanismo. de prestadores de serviços. quando do interesse do Município. XIX assegurar a participação dos munícipes e de suas entidades representativas em todas as fases do processo de planejamento urbano. de forma a serem aplicadas técnicas avançadas visando a melhoria de vida do ser humano. XXVIII . os planos e projetos de desenvolvimento urbano com propostas regionais ou de municípios vizinhos. aplicação de redutores de velocidade e placas indicativas.executar os serviços relativos à sinalização das vias urbanas e rurais. XV fazer estudos para a melhoria das rodovias do Município. através de demonstrativos e gráficos. XXIV repassar informações ao chefe do Executivo. XXVII . industriais. colocação de meio–fio. XVIII compatibilizar. bem como a construção e reforma de pontes de acordo com o Plano Diretor. de vendedores ambulantes e outros dispostos no Código Tributário do Município e na Legislação de Uso e Ocupação do Solo. zoneamento urbano. XXXI emitir parecer nos projetos de loteamentos e subdivisão de terrenos. 34 . XIV elaborar leis relativas a posturas municipais. XXI elaborar e coordenar a execução dos projetos. XXVI executar serviços relativos a levantamentos topográficos.

XLIII determinar as providências para a apuração de faltas funcionais que impliquem em desvios e aplicação indevida de recursos financeiros e materiais. revisando os procedimentos formais exigidos. "ad-referendum" do Prefeito a interdição de prédios.autorizar. PAÇO MUNICIPAL. XXXVI . XLI emitir pareceres em prestações de contas de subvenções ou contribuições de entidades beneficiadas com recursos do Município. aos 22 de dezembro de 2004. XL aperfeiçoar o sistema de controle interno.” Art. gráficos e memoriais descritivos necessários ao desenvolvimento e execução dos serviços dos órgãos que integram a Secretaria que dirige e a Secretaria de Viação. XXXVIII .examinar e dar despacho final em todos os processos referente a edificações particulares e promover o licenciamento e sua fiscalização nos termos da legislação de Uso e Ocupação do Solo e do Código de Obras do Município. XXXVII . sem prejuízo dos pareceres jurídicos expedidos. Autor: Poder Executivo Municipal. de elementos necessários ao lançamento e cobrança da Contribuição de Melhoria. Fiscalização da Secretaria de Finanças. XXXIII .promover o fornecimento ao Departamento de Tributação e. XLIV executar outras atividades correlatas que forem determinadas pelo Prefeito. através da implantação de métodos e rotinas informatizadas. plantas. Obras e Serviços Urbanos.XXXII . de acordo com a legislação municipal.promover a execução de projetos. revogadas as disposições em contrário.revisar as fases de processamento da despesa. 119. XXXV .manter estreito relacionamento com as demais secretarias e outros órgãos da Administração visando o planejamento e execução de programas específicos. em especial a Lei Complementar nº 017/92. XXXIV . mapas.elaborar projeto proveniente das demais secretarias para fins de captação de recursos e/ou fomento de atribuições sócio-econômicas e ambientais. verificando possíveis falhas e propondo aos responsáveis medidas corretivas. sujeitos a esta medida. ANTONIO FERNANDO SCANAVACA Prefeito Municipal Ref. 35 . denominada Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano para os Exercícios de 1992 a 1997. XXXIX . desenhos. Projeto de Lei Complementar nº 011/2004.acompanhar os processos de licitação. Esta Lei Complementar entrará em vigor em 90 dias após a sua publicação. XLII supervisionar os serviços de contabilidade.