Análise Combinatória - Fatorial e Binômio de Newton. Prof.

André Gustavo


1





























Análise Combinatória - Fatorial e Binômio de Newton. Prof. André Gustavo


2
ANÁLISE COMBINATÓRIA.

Fatorial

Sendo n um número natural diferente de zero, chamamos de fatorial de n a expressão;
n n n n ) 1 )( 2 ....( 3 . 2 . 1 ! − − = .

O Fatorial é uma ferramenta muito importante na analise combinatória, por isso vamos
estudar seu conceito e aplicação, de forma que este possa auxiliá-lo mais tarde.

Matematicamente, podemos definir assim Fatorial:

¦
¹
¦
´
¦
> −
=
=
0 )! 1 (
0 , 1
!
n se n n
n se
n

Observe que com essa definição em dupla sentença, resolvemos todos os casos:

a) 0! = 1 (por definição)
b) 1! = 1.(1 – 1)! = 1. 0! = 1.1 = 1
c) 2! = 2.(2 – 1)! = 2. 1! = 2.1 = 2
d) 3! = 3.(3 – 1)! = 3. 2! = 3.2.1 = 6
e) 4! = 4.(4 – 1)! = 4. 3! = 4.3.2.1 = 24, e assim por diante.

Exemplo:

Calcule o valor de n na expressão:

[ ]
) ( 7 ' ' 4 ' 0 28 3
31 2 3 1 31
!
) 1 )( 2 ( 1 !
31
!
! ) 1 )( 2 ( !
31
!
)! 2 ( !
2
2
convém não n n n n
n n
n
n n n
n
n n n n
n
n n
− = ∨ = ∴ = − + ⇒
⇒ = + + + ⇒ =
+ + +
⇒ =
+ + +
⇒ =
+ +

Daí podemos concluir que o conjunto solução é S = {4}









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3
Coeficientes Binomiais

Sendo n e p dois números naturais quaisquer tal que p n ≥ , chamamos de coeficiente
binomial o número indicado por
|
|
¹
|

\
|
p
n
definido por;:

)! ( !
!
p n p
n
p
n

=
|
|
¹
|

\
|
; n, p ∈IN e p n ≥


Fazendo uma analogia com o conhecimento a cerca das frações dizemos que o número n é
o numerador e p é o denominador; lê-se “n sobre p”.

Existem três conseqüências da definição de coeficiente binomial a considerar:

I) n
n
=
|
|
¹
|

\
|
1
II) 1
0
=
|
|
¹
|

\
| n
III) 1 =
|
|
¹
|

\
|
n
n


Números Binomiais complementares: Dois coeficientes Binomiais são chamados
complementares quando ambos tiver o mesmo numerador, e a soma dos seus
denominadores for igual ao numerador comum, ou seja:

|
|
¹
|

\
|

=
|
|
¹
|

\
|
p n
n
p
n


Exemplo: Determine o valor de k, sabendo – se que os coeficientes binomiais
|
|
¹
|

\
|
+ −
=
|
|
¹
|

\
|
+
5
8
1 2
8
k
k
são complementares.

Solução:
Se os coeficientes binomiais dados são complementares, então a soma dos denominadores é
igual ao denominador, logo, 2k +1 + (-k) + 5 = 8⇒ k + 6 = 8∴k = 2.


TRIÂNGULO DE PASCAL OU DE TARTAGLIA

O Triângulo de Pascal recebe esse nome, devido à forma em que os elementos estão
distribuídos, e esses elementos são os coeficientes binomiais que tem a seguinte
característica:


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4

|
|
¹
|

\
|
0
0



|
|
¹
|

\
|
0
1

|
|
¹
|

\
|
1
1



|
|
¹
|

\
|
0
2

|
|
¹
|

\
|
1
2

|
|
¹
|

\
|
2
2



M
|
|
¹
|

\
|
0
3

M
|
|
¹
|

\
|
1
3

M
|
|
¹
|

\
|
2
3

M
|
|
¹
|

\
|
3
3


|
|
¹
|

\
| −
0
1 n

|
|
¹
|

\
| −
1
1 n

|
|
¹
|

\
| −
2
1 n
K
|
|
¹
|

\
|


1
1
n
n



|
|
¹
|

\
|
0
n

|
|
¹
|

\
|
1
n

|
|
¹
|

\
|
2
n
K
|
|
¹
|

\
|
−1 n
n

|
|
¹
|

\
|
n
n


Podemos também representar o Triângulo de Pascal substituindo os coeficientes binomiais
pelos seus respectivos valores:

1

1 1

1 2 1

1 3 3 1

1 4 6 4 1

1 5 10 10 5 1

1 6 15 20 15 6 1







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5

PROPRIEDADES DO TRIÂNGULO DE PASCAL

• 1ª PROPRIEDADE. Em cada linha do triângulo, o primeiro elemento vale 1, pois
qualquer que seja a linha, o primeiro elemento é IN n
n
∈ ∀ =
|
|
¹
|

\
|
, 1
0
.
• 2ª PROPRIEDADE. Em cada linha do triângulo, o último elemento vale 1, pois
qualquer que seja a linha, o último elemento é IN n
n
n
∈ ∀ =
|
|
¹
|

\
|
, 1 .
• 3ª PROPRIEDADE. Numa linha, dois coeficientes binomiais eqüidistantes dos
extremos são iguais, isto equivale a dizer que
|
|
¹
|

\
|

=
|
|
¹
|

\
|
p n
n
p
n
.

Observe no quadro:
1

1 1

1 2 1

1 3 3 1

1 4 6 4 1

1 5 10 10 5 1

1 6 15 20 15 6 1

• A partir da 3ª linha, cada elemento (com exceção do primeiro e do último) é a soma
dos elementos da linha anterior, imediatamente acima dele. Essa propriedade é
conhecida como Relação de Stifel e afirma que:

|
|
¹
|

\
|
+
+
=
|
|
¹
|

\
|
+
+
|
|
¹
|

\
|
1
1
1
p
n
p
n
p
n


Vamos mostrar um exemplo e uma aplicação da Relação de Stifel numa questão do
vestibular da Faculdade Baiana.
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6












Obs: Um detalhe importante no uso da Relação de Stifel é observar o valor que representa
n, p e p + 1. Na questão do vestibular da Faculdade Baiana, n = 12, p = 7 e p + 1 = 7 +1 =
8.

BINÔMIO DE NEWTON

Inicialmente vamos considerar as seguintes potências desenvolvidas:


2 2 2
2 ) ( y xy x y x + + = + , que podemos escrever também da seguinte forma;
2 0 1 1 0 2
2 y x y x y x + + ou
|
|
¹
|

\
|
0
2
0 2
y x +
|
|
¹
|

\
|
1
2
1 1
y x +
|
|
¹
|

\
|
2
2
2 0
y x .

3 2 2 3 3
3 3 ) ( y xy y x x y x + + + = + , que podemos escrever também da seguinte forma;
3 0 2 1 1 2 0 3
3 3 y x y x y x y x + + + ou
|
|
¹
|

\
|
0
3
0 3
y x +
|
|
¹
|

\
|
1
3
1 2
y x +
|
|
¹
|

\
|
2
3
3 0 2 1
3
3
y x y x
|
|
¹
|

\
|
+ .

4 3 2 2 3 4 4
4 6 4 ) ( y xy y x y x x y x + + + + = + , que podemos escrever também da
seguinte forma;
4 0 3 1 2 2 1 3 0 4
4 6 4 y x y x y x y x y x + + + + ou
|
|
¹
|

\
|
0
4
0 4
y x +
|
|
¹
|

\
|
1
4
1 3
y x +
|
|
¹
|

\
|
2
4
4 0 3 1 2 2
4
4
3
4
y x y x y x
|
|
¹
|

\
|
+
|
|
¹
|

\
|
+ .
Generalizando a situação, podemos escrever; para IN n e IR y e x ∈ ∈ :

n k k n n n n n
y
n
n
y x
k
n
y x
n
y x
n
x
n
y x
|
|
¹
|

\
|
+ +
|
|
¹
|

\
|
+ +
|
|
¹
|

\
|
+
|
|
¹
|

\
|
+
|
|
¹
|

\
|
= +
− − −
K K
2 2 1
2 1 0
) (


É interessante notar que os expoentes de x começam em n e decrescem de1 em 1 até
zero, enquanto os expoentes de y começam com zero e crescem até n. A esse
desenvolvimento damos o nome de Binômio de Newton.

Exemplos:

1) Efetuar o desenvolvimento de
5
) ( a x + .
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Solução:

5
) ( a x + =
|
|
¹
|

\
|
0
5
0 5
y x +
|
|
¹
|

\
|
1
5
1 4
y x +
|
|
¹
|

\
|
2
5
5 0 4 1 3 2 2 3
5
5
4
5
3
5
y x y x y x y x
|
|
¹
|

\
|
+
|
|
¹
|

\
|
+
|
|
¹
|

\
|
+ .


Observemos que:

1
0
5
=
|
|
¹
|

\
|
, 5
1
5
=
|
|
¹
|

\
|
, 10
2
20
! 3 !. 2
! 3 . 4 . 5
! 3 !. 2
! 5
2
5
= = = =
|
|
¹
|

\
|
, 10
! 2 !. 3
! 5
3
5
= =
|
|
¹
|

\
|
,

5
1
5
! 1 !. 4
! 4 . 5
! 1 !. 4
! 5
4
5
= = = =
|
|
¹
|

\
|
, 1
0
5
=
|
|
¹
|

\
|


Substituindo os valores na expressão temos:

5
) ( a x + =
5
x + 5 y x
4
+ 10
5 4 3 2 2 3
5 10 y xy y x y x + + + .

2) Efetuar o desenvolvimento de
6
2
1
|
¹
|

\
|
− x .

Solução:

Inicialmente, devemos observar que
6
6
2
1
2
1

|
¹
|

\
|
− + = |
¹
|

\
|
− x x .











6
0
5
1
4
2
3
3
2
4
1
5
0
6
6
2
1
6
6
2
1
5
6
2
1
4
6
2
1
3
6
2
1
2
6
2
1
1
6
2
1
0
6
2
1
|
¹
|

\
|

|
|
¹
|

\
|
+
+
|
¹
|

\
|

|
|
¹
|

\
|
+
|
¹
|

\
|

|
|
¹
|

\
|
+
|
¹
|

\
|

|
|
¹
|

\
|
+
|
¹
|

\
|

|
|
¹
|

\
|
+
|
¹
|

\
|

|
|
¹
|

\
|
+
|
¹
|

\
|

|
|
¹
|

\
|
=
|
¹
|

\
|

x
x x x x x x x
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8
Calculando cada coeficiente binomial e as potências de
|
¹
|

\
|

2
1
temos:

1
0
6
=
|
|
¹
|

\
|
1
2
1
0
=
|
¹
|

\
|

6
1
6
=
|
|
¹
|

\
|
=
|
¹
|

\
|

1
2
1

|
¹
|

\
|

2
1

15
2
30
! 4 !. 2
! 4 . 5 . 6
! 4 !. 2
! 6
2
6
= = = =
|
|
¹
|

\
|
=
|
¹
|

\
|

2
2
1
|
¹
|

\
|
4
1

20
6
120
! 3 !. 3
! 3 . 4 . 5 . 6
! 3 !. 3
! 6
3
6
= = = =
|
|
¹
|

\
|
=
|
¹
|

\
|

3
2
1
|
¹
|

\
|

8
1

15
2
30
! 2 !. 4
! 4 . 5 . 6
! 2 !. 4
! 6
4
6
= = = =
|
|
¹
|

\
|
=
|
¹
|

\
|

4
2
1
|
¹
|

\
|
16
1

6
1
6
! 1 !. 5
! 5 . 6
! 1 !. 5
! 6
5
6
= = = =
|
|
¹
|

\
|
=
|
¹
|

\
|

5
2
1
|
¹
|

\
|

32
1

1
6
6
=
|
|
¹
|

\
|
=
|
¹
|

\
|

6
2
1
|
¹
|

\
|
64
1


Substituindo os respectivos valores na expressão temos:


Fazendo as
operações
elementares obtemos:






TERMO GERAL DO BINÔMIO

O termo geral do Binômio de Newton é dado por:

k k n
k
y x
k
n
T

+
|
|
¹
|

\
|
=
1


O termo geral do binômio é muito útil quando queremos calcular um termo qualquer n
desse binômio.
|
¹
|

\
|
+ |
¹
|

\
|
− + |
¹
|

\
|
+ |
¹
|

\
|
− + |
¹
|

\
|
+ |
¹
|

\
|
− + = |
¹
|

\
|

64
1
32
1
6
16
1
15
8
1
20
4
1
15
2
1
6
2
1
4
2 3 4 5 6
6
x x x x x x x
|
¹
|

\
|
+ − + − + − = |
¹
|

\
|

64
1
16
3
16
15
2
5
4
15
3
2
1
2 3 4 5 6
6
x x x x x x x
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Questões comentadas

1) Qual é o 5º termo do desenvolvimento de
5
) 3 ( + x , de acordo com as potências
decrescentes de x?

Solução: Inicialmente, vamos procurar o valor de
5
T . Como 4 5 1 = ⇒ = + k k . Daí:

x x x x x x T 405 81 . 5 81
! 1 !. 4
! 4 . 5
81
! 1 !. 4
! 5
81 .
4
5
3 .
4
5
4 4 5
5
= = ⋅ = ⋅ =
|
|
¹
|

\
|
=
|
|
¹
|

\
|
=



Portanto o 5º termo de
5
) 3 ( + x é 405x.

2) Calcular o termo independente de x no desenvolvimento de
6
1
|
¹
|

\
|
+
x
x .

Solução:

k
k
k k
k
k
k
k
x
k
T
x x
k
T
x
x
k
T
2 6
1
6
1
6
1
6
.
6
1
.
6

+
− −
+

+
|
|
¹
|

\
|
=
|
|
¹
|

\
|
=
|
¹
|

\
|
|
|
¹
|

\
|
=




Observe que o termo independente de x é aquele cuja potência de x é zero, ou seja,
0
x .
Logo temos que:

6 – 2k = 0, e portanto k = 3.

Então temos que
4 1 3 1
T T T
k
= =
+ +


20
6
120
1 . 2 . 3
120
! 3 !. 3
! 3 . 4 . 5 . 6
)! 3 6 !.( 3
! 6
3
6
4
= = = =

=
|
|
¹
|

\
|
= T

3) Determine o termo médio (ou central) no desenvolvimento de
6
) 3 ( − x .

Solução: Observe que se o binômio esta elevado a 6ª potência significa que o seu
desenvolvimento constará 7 termos, Lembre-se que se a quantidade de termos é ímpar,
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10
então o termo central é aquele que divide a esse grupo de termos em quantidades de termos
iguais.
Exemplo:

• 1 2 3, o termo central é 2.

• 1 2 3 4 5, o termo central é 3.

• 1 2 3 4 5 6 7, o termo central é 4.


Feito isso, podemos voltar ao problema inicial. Como Já havíamos dito, se o binômio está
elevado a 6ª potência, então o seu desenvolvimento constará de 7 termos. Devemos então
procurar 4º termo, que é o termo central:

k + 1 = 4
k = 3

Portanto;

3
4
4
3
4
3 3 6
4
540 ) 27 .( 20
) 27 (
! 3 !. 2
! 6
) 27 .(
3
6
) 3 .(
3
6
x x T
x T
x T
x T
− = − =
− ⋅ =

|
|
¹
|

\
|
=

|
|
¹
|

\
|
=



4) No desenvolvimento de
50
) 2 ( − x , determinar os coeficientes do 4º e do penúltimo termo.

Solução: O termo geral é dado por


k k
k
x
k
T ) 2 .(
50
50
1

|
|
¹
|

\
|
=

+

• O 4º termo é o
4
T . Como k + 1 = 4, então k = 3.

= −
|
|
¹
|

\
|
=
− 3 3 50
4
) 2 .(
3
50
x T = −
|
|
¹
|

\
|
) 8 .(
3
50
47
x = − ) 8 .(
! 47 !. 3
! 50
47
x = − ) 8 .(
! 47 !. 3
! 47 . 48 . 49 . 50
47
x
47 47 47
156800 ) 8 .( 19600 ) 8 .(
1 . 2 . 3
48 . 49 . 50
x x x − = − = − = .

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11
• O penúltimo termo é o
50
T . Como k +1 = 50, então k = 49.


49 49 49 49 50
4
) 2 .( 50 ) 2 (
! 1 !. 49
! 50
) 2 .(
49
50
− = − ⋅ = −
|
|
¹
|

\
|
=

x x T
Portanto os coeficientes do 4º e do penúltimo termo são
47
156800x − e
49
) 2 .( 50 − x .

5) Existe o termo independente de x no desenvolvimento de
3
1
|
¹
|

\
|
+
x
x ?
Solução:
O termo geral é dado por
k k k
k
k
k
x
k
x x
k x
x
k
T
2 3 3 3
1
3 3
1
.
3
− − − −
+
|
|
¹
|

\
|
=
|
|
¹
|

\
|
=
|
¹
|

\
|
|
|
¹
|

\
|
= .
Para que exista o termo independente é necessário que 3 – 2k = 0. Como
2
3
3 2 = ⇒ − = − k k , podemos observar que k não é um número natural. Logo, não há termo
independente de x no desenvolvimento de
3
1
|
¹
|

\
|
+
x
x .

6) Qual o termo de
5
x no desenvolvimento de ( )
8
3 + x ?

Solução: O termo geral é dado por


k k
k
x
k
T 3 .
8
8
1

+
|
|
¹
|

\
|
=
. Observe que o termo em
5
x ocorre apenas quando 8 – k = 5, ou seja k
= 3. Daí temos que
4 1 3 1
T T T
k
= =
+ +
e portanto o termo em
5
x é dado por:

5 5 3 3 8
4
1512 . 27 . 56 3 .
3
8
x x x T = =
|
|
¹
|

\
|
=



Observações importantes;

I. No desenvolvimento de ( )
n
y x + temos: o número de termos no
desenvolvimento do binômio é igual ao expoente mais 1, desta forma teremos n + 1 termos.
II. A medida em que os expoentes de x vão decrescendo, os expoentes de y vão
crescendo.
III. Os coeficientes dos termos eqüidistantes dos extremos são iguais aos
coeficientes dos extremos , sendo que o maior deles se encontra no centro.
IV. A soma dos expoentes de x e y em cada termo é igual ao expoente do
binômio.
V. O coeficiente do primeiro termo é sempre igual a 1.
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12
VI. Os coeficientes dos outros termos se encontram através do produto do
expoente de x com o seu coeficiente, dividindo-se este resultado pelo número de ordem do
termo.
VII. No desenvolvimento de ( )
n
y x + temos; os sinais de cada termo do
desenvolvimento são alternados, isto é, os termos de ordem par são negativos e os de
ordem impar são positivos.
VIII. Para obter a soma dos coeficientes de ( )
n
y x + , basta fazer cada letra igual a
unidade.

Exemplos:

a) A soma dos coeficientes de ( )
6
y x + é:
64 2 ) 1 1 (
6 6
= = + =
c
S
b) A soma dos coeficientes de ( )
65
3 2 − x é:
1 ) 1 ( ) 3 1 . 2 (
65 65
− = − = − =
c
S

De uma forma geral, no desenvolvimento de ( )
n
y x + , a soma dos coeficiente será
dada por
n
2

EXERCÍCIO COMENTADO

(UCSAL –BA) O coeficiente de terceiro termo do desenvolvimento do binômio de
( )
n
y x + , segundo as potencias decrescentes de x, é igual a 60. Nessas condições, o valor
de n pertence ao conjunto:


a) {3, 4} b) {-5, 6} c) {7, 8} d) {9, 10} e) {11, 12}

Solução comentada: Em primeiro lugar devemos desenvolver o binômio dado até o
terceiro termo, pois é a partir daí que vamos identificar o valor de n. Portanto:
Pela definição temos que:

( ) = +
|
|
¹
|

\
|
+
|
|
¹
|

\
|
+
|
|
¹
|

\
|
= +
− −
K
2 2 1 1 0
2
2
2 .
1
2 .
0
2
n n n n
x
n
x
n
x
n
x K +
|
|
¹
|

\
|
+ +
− −
4 .
2
2 .
2 1 n n n
x
n
nx x
Temos que
2 2
) 1 (
)! 2 ( ! 2
)! 2 )( 1 (
)! 2 ( ! 2
!
2
2
n n n n
n
n n n
n
n
n

=

=

− −
=

=
|
|
¹
|

\
|
, que substituindo na
expressão temos:
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K +
|
|
¹
|

\
| −
+ +
− − 2
2
1
2
4 2
n n n
x
n n
nx x Ocorre que:
0 60 2 2 60 2 2 60
2
4
2 2
2
= − − ⇒ = − ⇒ =
|
|
¹
|

\
| −
n n n n
n n
dividindo todos os termos da
equação por 2 temos 0 30
2
= − − n n e portanto o valor de n pertence ao conjunto solução

{-5, 6}.

Alternativa B.

TEORIA DOS CONJUNTOS

1. REPRESENTAÇÃO

Inicialmente vamos representar um conjunto de três formas diferentes;

NA FORMA TABULAR

Nessa forma, vamos representar o conjunto por uma letra latina maiúscula, colocando-se
seus elementos entre chaves e separados por ponto e vírgula.

= A { a, e, i, o, u } = B { 2; 4; 6; 8}

POR UMA PROPRIEDADE

Nessa forma, vamos representar o conjunto por uma propriedade que determine seus
elementos.

= A {x / x é vogal do alfabeto latino}

= B {x / x é um número par positivo menor do que 9}

OBS. A barra (/) significa “ tal que”.

POR UM DIAGRAMA DE VENN

Podemos representar conjuntos por diagramas de Venn-Euler, também conhecidos como
diagramas de Venn, consistindo de curvas simples planas fechadas. No interior de tais
diagramas representamos os elementos, e do lado de fora indicamos os nomes dos
conjuntos.



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14
Exemplo: representemos o conjunto A dos números primos menores que 15 usando o
diagrama de Venn:







São válidas as seguintes relações de pertinência:
• 1 ∈ A ( lê – se: “ 1 pertence a A” )
• 15 ∉ B ( lê – se: “ 15 não pertence a B” )

2. CONJUNTOS ESPECIAIS

Existem alguns conjuntos que aparecem com freqüência em nosso estudo. Veja alguns
deles:
CONJUNTO UNIVERSO

O conjunto que possui todos os elementos com os quais se deseja trabalhar é chamado de
conjunto universo e usualmente é representado por U.

CONJUNTO UNITÁRIO

Como o próprio nome já diz, o conjunto unitário é aquele que possui um único elemento.

Exemplo: = M {x / x é mês do ano com menos de 30 dias}

CONJUNTO VAZIO

O conjunto que não possui elemento algum é chamado de conjunto vazio e é representado
pela letra grega φ ou por chaves sem elementos entre elas.

= M {x / x é dia da semana com 32 horas}

= M φ ou = M { }

3. RELAÇÃO DE INCLUSÃO ( SUBCONJUNTOS)

Quando todos os elementos que pertencem a um conjunto A também pertence a um
conjunto B, diz-se que A está contido ) ( ⊂ em B ou que A é subconjunto de B, ou ainda
que B contém A ( representa-se ) A B ⊃ .
Em símbolos:
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15
) , ( B x A x x B A ∈ ⇒ ∈ ∀ ⇔ ⊂


Obs. O símbolo ∀ significa “ qualquer que seja” ou “para todo”.
Propriedades
1.
A A A ∀ ⊂ ;

2.
A A ∀ ⊂ ; φ
11
Exemplos:
Se = A { 2; 3; 4 } e = B { 1; 2; 3; 4; 5; 6}, então B A ⊂ ..

4. IGUALDADE

Dois conjuntos A e B são iguais, se e somente se, B A ⊂ e A B ⊂ .

Observe a seguinte situação:
= A { a; b; c } e = B { b; a; c}

B A ⊂ e B A A B = ⇔ ⊂ .

• A ordem dos elementos não interferem na igualdade dos conjuntos.
• A repetição de um ou mais elementos em um conjunto não interfere na sua
igualdade.

5. OPERAÇÕES ENTRE CONJUNTOS
UNIÃO ) (∪
A união dos conjuntos A e B é o conjunto de todos os elementos que pertencem ao conjunto
A ou ao conjunto B.

A B = { x / x A ou x B }

Representação em diagrama:





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16
Exemplo: Se A = {a,e,i,o} e B = {3,4} então A B ={a, e, i, o, 3, 4}.
Propriedades:

• A B B A ∪ = ∪
• A A A = ∪
• A A = ∪φ

INTERSECÇÃO ) (∩

Dados dois conjuntos A e B chama-se intersecção de A com B o conjunto formado por todos
os elementos comuns a A e a B.


A B = { x: x A e x B }

Representação em diagrama:









Exemplo:
Se A = {a, e, i, o, u} e B = {b, c, a, d, u} então A B = { a,u }.
Se A = {a,e,i,o,u} e B = {1,2,3,4} então A B = Ø.
Propriedades:

• A B B A ∩ = ∩
• A A A = ∩
• φ φ = ∩ A
• A B A B A = ∩ ⇔ ⊂

DIFERENÇA
A diferença entre os conjuntos A e B é o conjunto de todos os elementos que pertencem ao
conjunto A e não pertencem ao conjunto B.
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17
A - B = {x / x A e x B}

Representação em diagrama:










Exemplo:
Se A = {1, 2, 3, 4, 5} e B = {4, 5, 7, 8, 9} então A – B = { 1, 2, 3 } e B – A = {7, 8, 9}.
Propriedade:
• A B B A − ≠ −
• φ = − A A
• A A = −φ
• φ φ = − A
COMPLEMENTAR
) (
A
B
C

Dados dois conjuntos, A e B, tal que B A ⊂ , chama-se complementar de A em relação a B a
diferença B – A .
A B C
A
B
− =

Representação em diagrama:




A região colorida representa
A
B
C

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18
Exemplo: Se A = { 2; 3; 4} e B = { 1; 2; 3; 4; 5; 6 }, então
A B C
A
B
− =
= {1; 5; 6 }
Propriedades:

φ =
A
A
C


A C
B
=
φ

Obs. A A A U C
A
U
= = − = '
LEIS DE MORGAN
O complementar da reunião de dois conjuntos A e B é a interseção dos complementares
desses conjuntos.
(A B)
c
= A
c
B
c

1) O complementar da reunião de uma coleção finita de conjuntos é a interseção dos
complementares desses conjuntos.
(A
1
A
2
... A
n
)
c
= A
1
c
A
2
c
... A
n
c

2) O complementar da interseção de dois conjuntos A e B é a reunião dos complementares
desses conjuntos.
(A B)
c
= A
c
B
c

3) O complementar da interseção de uma coleção finita de conjuntos é a reunião dos
complementares desses conjuntos.
(A
1
A
2
... A
n
)
c
= A
1
c
A
2
c
... A
n
c



6. NÚMERO DE ELEMENTOS DA UNIÃO DE DOIS CONJUNTOS

Sejam A e B dois conjuntos e:
n(A) = número de elementos do conjunto A
n(B) = número de elementos do conjunto B


) ( ) ( ) ( ) ( B A n B n A n B A n ∩ − + = ∪

Se φ = ∪ ) ( B A n , ou seja, A e B são dois conjuntos disjuntos, temos:
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19

) ( ) ( ) ( B n A n B A n + = ∪

CONJUNTOS NUMÉRICOS

Conjunto é o agrupamento de elementos que possuem características semelhantes.
Os Conjuntos numéricos especificamente são compostos por números.
Divididos em:
• Conjunto dos Naturais (N),
• Conjunto dos Inteiros (Z),
• Conjunto dos Racionais (Q),
• Conjunto dos Irracionais (I),
• Conjunto dos Reais (R).


CONJUNTO DOS NÚMEROS NATURAIS ( N )

Pertencem ao conjunto dos naturais os números inteiros positivos incluindo o zero.
Representado pela letra N maiúscula. Os elementos dos conjuntos devem estar sempre entre
chaves.

N = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, ... }

- Quando for representar o Conjunto dos Naturais não – nulos (excluindo o zero) devemos
colocar * ao lado do N.
Representado assim:

N* = {1, 2,3 ,4 ,5 ,6 ,7 ,8 ,9 ,10 ,11 ,12, ... }

A reticência indica que sempre é possível acrescentar mais um elemento.

N = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, ...} ou N = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, ... }

Qualquer que seja o elemento de N, ele sempre tem um sucessor. Também falamos em
antecessor de um número.
• 6 é o sucessor de 5.
• 7 é o sucessor de 6.
• 19 é antecessor de 20.
• 47 é o antecessor de 48.
Como todo número natural tem um sucessor, dizemos que o conjunto N é infinito.

Quando um conjunto é finito?
O conjunto dos números naturais maiores que 5 é infinito: {6, 7, 8, 9, ...}
Já o conjunto dos números naturais menores que 5 é finito: {0, 1, 2, 3, 4}
Veja mais alguns exemplos de conjuntos finitos.
• O conjunto dos alunos da classe.
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20
• O conjunto dos professores da escola.
• O conjunto das pessoas que formam a população brasileira.


CONJUNTO DOS NÚMEROS INTEIROS ( Z )

Pertencem ao conjunto dos números inteiros os números negativos, os números positivos
e o zero. Fazendo uma comparação entre os números naturais e os inteiros percebemos que
o conjunto dos naturais está contido no conjunto dos inteiros.

N = { 0,1,2,3,4,5,6, ... }
Z = {
... , -3,-2,-1,0,1,2,3,4, ... }
N Z

O conjunto dos números inteiros é representado pela
letra Z maiúscula. Os números positivos são
representados com o sinal de (+) positivo na frente
ou com sinal nenhum (+2 ou 2), já os números
negativos são representados com o sinal de
negativo (-) na sua frente (-2).

►Os números inteiros são encontrados com freqüência em nosso cotidiano, por exemplo:

♦ Exemplo:

Um termômetro em certa cidade que marcou 10
°
C acima de zero durante o dia, à noite e na
manhã seguinte o termômetro passou a marcar 3°C abaixo de zero. Qual a relação dessas
temperaturas com os números inteiros?

Quando falamos acima de zero, estamos nos referindo aos números positivos e quando
falamos dos números abaixo de zero estamos referindo aos números negativos.

+10° C ------------- 10° C acima de zero
- 3° C --------------- 3° C abaixo de zero

♦ Exemplo 2:

Vamos imaginar agora que uma pessoa tem R$500,00 depositados num banco e faça
sucessivas retiradas:

• dos R$500,00 retira R$200,00 e fica com R$300,00

• dos R$300,00 retira R$200,00 e fica com R$100,00

• dos R$100,00 retira R$200,00 e fica devendo R$ 100,00
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21

A última retirada fez com que a pessoa ficasse devendo dinheiro ao banco. Assim:

Dever R$100,00 significa ter R$100,00 menos que zero. Essa dívida pode ser representada
por – R$100,00.

►Oposto de um número inteiro



O oposto de um número positivo é um número negativo simétrico. Por exemplo: o oposto
de + 2 é - 2; o oposto de - 3 é + 3.

►O conjunto dos números inteiros possui alguns subconjuntos:

- INTEIROS NÃO – NULOS
São os números inteiros, menos o zero.
Na sua representação devemos colocar * ao lado do Z.

Z* = {..., -3, -2, -1, 1, 2, 3,...}

- INTEIROS NÃO POSITIVOS
São os números negativos incluindo o zero.
Na sua representação deve ser colocado - ao lado do Z.


Z = {..., -3, -2, -1, 0}

- INTEIROS NÃO POSITIVOS E NÃO – NULOS
São os números inteiros do conjunto do Z_ excluindo o zero.
Na sua representação devemos colocar o _ e o * ao lado do Z.

*

Z = {..., -3, -2, -1}

- INTEIROS NÃO NEGATIVOS
São os números positivos incluindo o zero.
Na sua representação devemos colocar o + ao lado do Z.

+
Z = { 0,1 ,2 ,3, 4,...}
O Conjunto Z
+
é igual ao Conjunto dos N

- INTEIROS NÃO NEGATIVOS E NÃO - NULOS
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22
São os números do conjunto Z+, excluindo o zero.
Na sua representação devemos colocar o + e o * ao lado do Z.

*
+
Z
= {1, 2, 3, 4,...}

O Conjunto
*
+
Z é igual ao Conjunto N*

CONJUNTO DOS NÚMEROS RACIONAIS ( Q )

Os números decimais são aqueles números que podem ser escritos na forma de fração.

Podemos escrevê-los de algumas formas diferentes:
Por exemplo:

♦ Em forma de fração ordinária: ; ; e todos os seus opostos.

Esses números tem a forma
b
a
com a , b Z e b ≠ 0.

Dessa forma podemos dizer que N Z Q.








♦ Números decimais com finitas ordens decimais ou extensão finita:


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23

Esses números têm a forma
b
a
com a , b Z e b ≠ 0.
♦ Número decimal com infinitas ordens decimais ou de extensão infinita periódica. São
dízimas periódicas simples ou compostas:


As dízimas periódicas de expansão infinita, que podem ser escritas na forma
b
a
: com a, b
Z e b ≠ 0.

► O conjunto dos números racionais é representado pela letra Q maiúscula.

Q = { x =
b
a
, com a e b ∈ Z*}

►Outros subconjuntos de Q:

Além de N e Z, existem outros subconjuntos de Q.

Q
*
---------- É o conjunto dos números racionais diferentes de zero.

Q
+
---------- É o conjunto dos números racionais positivos e o zero.

Q
-
----------- É o conjunto dos números racionais negativos e o zero.

Q
*
+
---------- É o conjunto dos números racionais positivos.

Q
*
-
----------- É o conjunto dos números racionais negativos.


► Representação Geométrica







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24
CONJUNTO DOS NÚMEROS IRRACIONAIS ( I )
O número irracional é aquele que não admite a representação em forma de fração (contrário
dos números racionais) e também quando escrito na forma de decimal ele é um número
infinito e não periódico.

Exemplo

• 0,232355525447... é infinito e não é dízima periódica (pois os algarismos depois da
vírgula não repetem periodicamente), então é irracional.

• 2,102030569... não admite representação fracionária, pois não é dízima periódica.

• Se calcularmos em uma calculadora veremos que √2 , √3 , π são valores que representam
números irracionais.

A representação do conjunto dos irracionais é feita pela letra I maiúscula.

CONJUNTO DOS NÚMEROS REAIS

O conjunto dos números reais é uma expansão do conjunto dos números
racionais que engloba não só os inteiros e os fracionários, positivos e negativos, mas
também todos os números irracionais.
Os números reais são números usados para representar uma quantidade contínua
(incluindo o zero e os negativos). Pode-se pensar num número real como uma fração
decimal possivelmente infinita, como 3,141592(...). Os números reais têm uma
correspondência biunívoca com os pontos de uma reta.
O conjunto dos números reais é a união do conjunto dos racionais com os
irracionais.



R = Q U I







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Sendo que Q ∩ I = , pois se um número é racional ele não é irracional e vice-versa.

Sabemos que N Z Q R














Além desses subconjuntos, o conjunto dos reais tem mais alguns importantes subconjuntos:

R
*
-------- Conjunto dos números reais não nulos.
R
+
-------- Conjunto dos números reais positivos e o zero.
R
*
+
------- Conjunto dos números reais positivos.
R
-
-------- Conjunto dos números reais negativos e o zero.
R
*
-
-------- Conjunto dos números reais negativos menos o zero.

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