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REFLEXÕES SOBRE O CRESCIMENTO –

Número 8 - Julho de 2005

A Visão de um Facilitador: Iniciativa Individual e Construção de uma Comunidade.
Desde o início do Plano de Quatro Anos, quando o mundo bahá´í embarcou no
empreendimento de estabelecer uma rede de institutos de capacitação, foi expresso em mensagens
da Casa Universal de Justiça que essa capacitação iria dotar os crentes com “os discernimentos
espirituais, o conhecimento e as habilidades necessárias para realizar muitas tarefas de expansão e
consolidação aceleradas, incluindo o ensino e o aprofundamento de um grande número de pessoas
– adultos, jovens e crianças.” Através da participação em programas de instituto os amigos iriam
“desenvolver habilidades para o serviço” e seriam capacitados “a intensificar seus ... esforços
individuais no campo de ensino.” Embora tal propósito tenha sido entendido de um modo geral
desde o surgimento dos institutos de capacitação, a eficácia do processo de instituto em levantar os
crentes que foram “treinados para fomentar e facilitar o processo de entrada em tropas” é agora
ilustrado de forma marcante numa abordagem que demonstra o que um único facilitador, com visão
de crescimento, pode realizar.
No país onde esta abordagem se originou, cada pioneiro atuou como iniciador de vários
círculos de estudo com o objetivo de ter 20 interessados envolvidos. O objetivo era o de capacitar
cinco desses participantes para eventualmente tornarem-se facilitadores, constituindo a segunda
geração, cada um dos quais trabalharia da mesma forma com outros 20 interessados. Assim, o
pioneiro inicial acompanharia com o tempo o progresso desse caminho espiritual de 120
indivíduos, 20 de seus próprios contatos diretos e 100 outros.
Inicialmente, este modo de crescimento se deu principalmente em torno de círculos de
estudo, mas quando foi levado para outra região do mundo e implementado por um casal local de
pioneiros de frente interna, sendo os dois facilitadores capacitados, todas as três atividades centrais
(básicas) foram utilizadas para envolver uma rede de interessados. Começando com uma aula
bahá´í de crianças para os moradores de seu bairro, o casal então voltou sua atenção para os pais, os
quais, de forma espontânea, se interessaram pelas reuniões devocionais e pelos círculos de estudo,
resultando que muitos deles se tornaram bahá´ís. Esses novos crentes continuaram na seqüência de
cursos, tendo o casal como facilitadores, e por fim deram início a uma segunda geração de
atividades centrais com seus amigos e familiares.
A seguir será apresentada uma abordagem que ilustra um alcance da iniciativa individual que
não foi anteriormente imaginado. Em um curto espaço de tempo, um facilitador bahá´í pode ter 20
a 40 pessoas com as quais ele ou ela trabalha. Grupos de pessoas, ou muitas vezes um determinado
número de famílias numa vizinhança, estão conectados uns aos outros através de um facilitador, e
coletivamente percorrem um caminho de progresso espiritual e tornam-se uma comunidade bahá´í
nascente. Ao descrever o impacto desta abordagem, a Casa de Justiça explicou a uma Assembleia
Espiritual Nacional:
Desta forma, um punhado de crentes pode, de forma significativa, expandir a influência
espiritual do instituto e estabelecer uma forte estrutura para a expansão acelerada da
comunidade.
Tendo observado a efetividade desta abordagem prática em inúmeros países e lugarejos,
desejamos compartilhar com vocês alguns exemplos ocorridos no campo de ação que irão retratar
vividamente como um indivíduo, ou uma família, pode “estender a influência espiritual do
instituto”, e praticamente sozinhos desenvolver um agrupamento e acelerar o processo de entrada
em tropas.

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PIONEIRO DE FRENTE INTERNA E SUA FAMÍLIA ELEVAM UM AGRUPAMENTO
DE “D” PARA “B” EM MENOS DE DOIS ANOS.
Agrupamento Thiruvarur, Índia
Criar uma comunidade poder ser tarefa familiar. Uma família na Índia colocou sua
capacitação através do instituto de capacitação em bom uso e conseguiu resultados maravilhosos.
Esses pioneiros de frente interna se estabeleceram em uma cidade ainda não aberta à Fé no final de
janeiro de 2003. No dia após terem se mudado para sua nova casa, eles realizaram uma cerimônia
tradicional de servir leite quente para seus vizinhos a fim de celebrar a entrada em sua nova casa.
Esta cerimônia, com suas orações, abriu um caminho natural para o casal encontrar e conhecer
seus novos vizinhos.
A família orou fervorosamente durante a semana seguinte, pedindo ajuda divina para seu
trabalho de ensino. Convidaram os vizinhos para uma reunião a fim de conversar sobre a
importância da educação espiritual das crianças, mas ninguém apareceu. Então tentaram uma nova
abordagem. Abriram seu lar para sete crianças da vizinhança e lhes ensinaram algumas orações e
virtudes morais, como obediência e veracidade. Os pais notaram uma transformação em seus filhos,
incluindo o despertar de talentos artísticos até então ocultos, que os bahá´ís haviam conseguido
trazer à tona em suas aulas. Os pais fizeram perguntas, o que proporcionou a abertura que o casal
necessitava para obter seu apoio para as aulas para crianças.
Outra reunião para os pais sobre educação espiritual de crianças foi organizada e desta vez os
convidados vieram. Não somente foi a educação de crianças foi discutida, mas também alguns
pontos básicos da Fé Bahá´í. As aulas para crianças continuaram. Os pais também concordaram em
enviar seus filhos jovens para um círculo de estudo, o qual foi rapidamente organizado com oito
jovens. A confiança e o respeito dos pais cresceu à medida que testemunhavam as crescentes
mudanças positivas em sua prole.
A família continuou a ensinar a Fé àqueles que encontrava na área e organizou uma grande
festa para seus vizinhos, para a comemoração do Naw-Rúz. No dia seguinte duas pessoas aceitaram
a Fé, os primeiros de muitos que se sucederam.
Em abril, três meses após sua chegada à cidade, a primeira reunião devocional para toda a
área foi realizada no novo Centro Bahá´í com participação de 36 pessoas. No Ridván, 17 adultos
elegeram a primeira Assembleia Espiritual Local, que realizou a sua primeira Festa de Dezenove
Dias para a comunidade em meados de maio.
Com as atividades centrais e a administração bahá´í em andamento, a família e os novos
crentes voltaram sua atenção para as vilas vizinhas no agrupamento. Realizaram uma primeira
visita ao chefe da vila e explicaram um pouco sobre a Fé, destacando, porém, a educação espiritual
das crianças. Com sua permissão e depois de dar as mesmas explicações para os pais, foi
estabelecida uma aula regular para crianças. Isso foi rapidamente seguido pela formação de um
ciclo de estudo para os jovens. Este processo foi repetido com sucesso em um numero de áreas
distantes. Os chefes das vilas foram solicitados a entregar certificados àqueles que completavam os
cursos de instituto, fortalecendo mais ainda o relacionamento de confiança estabelecido
inicialmente. Conseqüentemente, surgiram alguns obstáculos; na verdade, os chefes dos vilarejos
convocavam os moradores dos vilarejos através de alto-falantes para virem e ouvirem os bahá´ís. E
como as aulas para crianças e os círculos de estudo foram bem sucedidos em um dos vilarejos, as
pessoas do vilarejo vizinho ficaram sabendo a respeito e pediram que eles as realizassem também
em sua comunidade.
O indivíduo inicialmente por detrás deste empreendimento de sucesso descreve a sua
experiência:

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Primeiramente, iniciamos as aulas para crianças e explicamos sobre as virtudes, ensinamos
canções e danças. Todos vinham ver isto e ficavam felizes e nos elogiavam. Explicávamos-lhes em
detalhes sobre a vinda de Bahá´u´lláh e que também tínhamos enorme alegria em conviver com
eles. Observavam o nosso jeito de ser, vivendo como bahá´ís, e se admiravam com a ausência de
conflitos, contenda e disputa entre nós, e como ouvíamos com atenção uns aos outros.
Recitávamos a Epístola de Ahmad todos os dias e seu poder nos trouxe muitas transformações.
Como resultado de nossas atividades individuais de ensino, cerca de 70 pessoas aceitaram a
Fé. Um projeto de ensino envolvendo os graduados no instituto resultou em 103 novos crentes.
Outro projeto de ensino resultou em 34 declarações. Não-bahá´ís que participavam de um círculo
de estudo aceitaram a Fé no final do curso. Agora, existem cerca de 280 crentes em nosso
agrupamento. Todos os jovens estão estudando os cursos do instituto. Estamos também nos
esforçando para envolver todos os pais no estudo dos cursos do instituto. Sou incapaz de escrever
ou relatar mais. Hoje, existem 54 reuniões devocionais, 24 aulas de crianças, 21 círculos de estudo
e 2 grupos de pré-joven em Thiruvarur. Nós, sinceramente, sempre oramos à Beleza Antiga, que é
responsável por tudo isso.
UMA PEQUENA COMUNIDADE EM AÇÃO
Portishead, Inglaterra.
Um casal que regularmente comparecia às reuniões fire-side semanais em Portishead estava
chegando ao enfado. Toda vez que alguma nova pessoa vinha para o fire-side, a conversação
voltava para os assuntos básicos da Fé e estes dois pesquisadores sentiam claramente não estar
avançando em seus conhecimentos sobre a Fé. Sua amiga bahá´í responsável pelos fire-side então
lhes falou sobre o curso “Reflexões sobre a Vida do Espírito” e eles avidamente pediram para se
inscrever, mas disseram que só podiam participar ou só do curso ou do fire-side; não tinham tempo
para os dois. O fire-side se transformou num círculo de estudo semanal.
Felizmente, a crente isolada em cujo lar se realizavam os fire-sides era também um
facilitador capacitado para realizar o círculo de estudo. O casal e várias outras pessoas começaram
o estudo da seqüência dos cursos. Eles abraçaram a Fé. Os novos crentes começaram a realizar
reuniões devocionais como parte das práticas de seu curso. Estas provaram ser especialmente
atrativas para seus amigos, parentes e vizinhos, levando, em contra partida, mais pessoas a se
interessarem a participar dos círculos de estudo.
Depois que aquele casal declarou sua fé em Bahá´u´lláh durante o primeiro ano do Plano de
Cinco Anos, Portishead começou a avançar. Os dois, e outros, seguiram a seqüência de cursos com
aquele única facilitadora, iniciando muitas outras atividades, tais como fire-sides regulares, novos
círculos de estudo, e uma pequena aula para pré-jovens. Treze pessoas da área se declararam -quatro nos últimos seis meses. Mas sua comunidade de interesse é muito maior. Dos novos crentes,
4 já completaram a seqüência de cursos e estão servindo como facilitadores, com 21 participantes,
em círculos de estudo ou em aulas aos pré-jovens. Outras 24 pessoas participam de eventos bahá´ís
ocasionais, e normalmente 30 ou mais comparecem nas comemorações de Dias Sagrados na
comunidade.
Como diz a bahá’í que começou tudo isso, “pequeno e simples é o melhor jeito”. Os novos
crentes e outros contatos todos vivem em casas próximas e assim apóiam muito uns aos outros.
“Costumávamos pensar que para ensinar tínhamos de ir para longe”, mas agora ela entende que é
melhor buscar contato com aqueles que vivem próximos de nós na nossa vida diária. Os
interessados investigam a Fé como famílias, e à medida que passam pela seqüência de cursos,
realizam as práticas normalmente com seus parentes e amigos mais íntimos. Visitas aos lares têm
provado ser especialmente importante. “A visita ao lar é muito eficaz porque mostra que os bahá´ís
são normais – que relaxam as pessoas” quando os contatos ficam conhecendo a Fé em seus
próprios lares.

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Esta veterana bahá´í destacou que no passado oferecia um livro a todos que demonstravam
interesse na Fé, mas agora os convida para participarem de um círculo de estudo. As reuniões
devocionais tornaram-se o principal meio para atrair as pessoas. Por exemplo, quando lhe
perguntam o que os bahá´ís fazem, ela responde que nos reunimos e oramos, em nossos próprios
lares, e que temos orações muito belas. Ela ainda realiza reuniões fire-side de vez em quando; sua
técnica é realizar quatro semanas de fire-sides introdutórios durante um período de tempo limitado,
para preparar os novos participantes para os círculos de estudo. Algumas vezes coloca pequenos
anúncios em jornais locais para atrair interessados.
Mesmo as aulas para pré-jovens começaram de forma bem natural. Uma família de novos
crentes tinha uma pré-jovem que acompanhava seus pais em um círculo de estudo. O facilitador
dedicava algum tempo, independente do curso, para lhe dar uma pequena aula. Esta jovem então
trouxe uma amiga para a comemoração de um Dia Sagrado Bahá´í, a qual mostrou-se interessada.
Elas convidaram uma outra amiga de escola para participar e foi iniciado um curso para pré-jovens,
cujas aulas eram realizadas logo após o término das aulas na escola, em local vizinho à escola para
maior comodidade delas. Uma jovem disse que o dia de sua aula bahá´í era o seu dia preferido. De
forma semelhante, outra família com filhos pequenos, está agora estudando o Livro 3 do Instituto
Ruhi com a meta de iniciar uma aula para as crianças.
E tudo começou com uma única bahá´í, uma facilitadora.
MÃES SE UNEM ATRAVÉS DO PROCESSO DE INSTITUTO
Comarca e Cidade de Chang Hua, Taiwan
Uma bahá´í em Taiwan deu o primeiro passo no caminho do serviço e foi seguida da ajuda
divina. Vivendo no agrupamento de Chang Hua, uma área com quase nenhum crente ativo, ela teve
a iniciativa de começar uma aula de educação moral de inspiração bahá´í em uma escola pública
primária. Uma das mães ficou tão impressionada com o conteúdo da aula que quis conhecer mais.
O que ocorreu foi que a professora bahá´í era também facilitadora dos livros do Instituto e então
convidou a mãe para fazer o Livro 1 do Instituto Ruhi. A mãe não só aceitou o convite, como pediu
que cinco de suas amigas a acompanhassem!
Este primeiro círculo de estudo no agrupamento, que começou em março de 2003, era
realizado semanalmente e suplementado por aprofundamento ocasional de tópicos bahá´ís. Quando
começaram o Livro 2, todas as seis mães abraçaram a Fé. Com o aprofundamento sobre a Fé que
foram adquirindo, e com suas capacidades aprimoradas com o que estavam aprendendo no
processo de instituto, essas novas bahá´ís começaram, por sua vez, a realizar reuniões devocionais
e aulas bahá´ís para crianças. Três dessas senhoras em particular contataram suas amigas,
companheiras de trabalho, e parentes, apresentando-lhes também o Livro 1.
Em dezembro de 2004, as seis primeiras participantes do primeiro círculo de estudo haviam
completado toda a seqüência de livros. Já estavam realizando sete círculos de estudo do Livro 1,
com 24 participantes não-bahá´ís, além de quatro círculos de estudo dos livros mais avançados da
seqüência de cursos. Elas haviam estabelecido cinco aulas para crianças, com 28 crianças, em sua
maioria não-bahá´ís,e realizavam uma reunião devocional diária, a qual atraia cerca de 30 pessoas.
Elas ainda formaram um grupo de estudo para pré-jovens após terem constatado o efeito positivo
dos Ensinamentos Bahá´ís em seus próprios filhos. No total, 78 pessoas participavam regularmente
das diversas atividades. Todos os adultos eram mães de crianças de pré-escola ou já em idade
escolar.
Este grupo foi muito bem sucedido, em parte porque aproveitaram a oportunidade da
existência de uma rede social pré-existente de mães com filhos na mesma escola. Também
começaram seu trabalho juntas como um grupo, desta forma apoiando-se mutuamente e

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demonstrando o poder da unidade. Era natural que seus amigos e familiares fossem atraídos ao
processo através delas.
Embora muitos desses 78 participantes em Taiwan não tenham ainda declarado sua fé em
Bahá´u´lláh, a comunidade está claramente a caminho de se tornar forte e bem estabelecida, pois
está sendo estruturada sobre uma base bem firme. Em junho de 2005, o número de novos crentes
cresceu para onze, refletindo o acréscimo de cinco amigos que se declararam enquanto estudavam
o Livro 2. Três pessoas estão passando pela seqüência de cursos em um ritmo acelerado, estudando
os livros do Instituto 12 horas por semana, a de fim de ganharem habilidades adicionais para
poderem contribuir mais eficazmente para a comunidade.
Numa vizinhança imersa no materialismo e em diversões como jogo e fofoca, esses amigos
sentem-se inspirados com a transformação que vem ocorrendo em suas vidas, o que motiva a outros
a trilharem um caminho espiritual.

RESULTADOS DE ALGUNS PROGRAMAS INTENSIVOS DE CRESCIMENTO

Agrupamento 9, Colômbia Ocidental: Esta área, predominantemente rural, demonstrou
especial receptividade à Fé por muitos anos e já conta com 54 Assembleias Espirituais Locais.
Após três semanas de ensino intensivo no agrupamento, é relatado que 94 instrutores
visitaram 530 pessoas e 292 novos crentes abraçaram a Cause. Essas realizações foram o
resultado dos esforços de cinco comunidades. Uma delas ultrapassou suas metas nos
primeiros dois dias e meio da fase de ensino.

Agrupamento Metropolitano, El Salvador: Durante a fase de duas semanas de ensino
intensivo, 51 novos crentes aceitaram a Fé. Nos 12 meses anteriores, apenas 4 novos crentes

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no agrupamento haviam sido registrados. Durante a fase de consolidação, o ensino continuou
e 7 novas almas aceitaram a Fé como resultado de suas participações em círculos de estudo ou
fire sides.

Londres, Inglaterra: Durante a fase de expansão do primeiro ciclo de seu programa
intensivo de crescimento, 37 grupos de ensino envolvendo 155 pessoas puderam apresentar a
Fé a 531 pessoas e realizar 109 visitas aos lares. A comunidade de interesse cresceu para 130
pessoas, tendo havido 5 declarações. Outras 4 pessoas também se declararam na fase de
consolidação.

Agrupamento Ndivisi Webuye, Quênia: Os esforços de ensino na fase de expansão
resultou em 30 novos crentes e num crescimento da comunidade de interesse para 206
pessoas. Todos esses amigos foram integrados nas atividades centrais do Plano durante a fase
de consolidação com o início de 13 novos círculos de estudo, 3 aulas para crianças, 2 grupos
pré-juvenis, e 30 reuniões devocionais.

Scudai (Agrupamento S1), Malásia: Ao final do primeiro dia de ensino intensivo, 37
bahá´ís visitaram 44 contatos, e desses 13 aceitaram a Fé. A campanha de duas semanas teve
de ser concluída com cinco dias de antecedência, pois foi tão bem sucedida que mais tempo
deveria ser destinado para re-visitar os novos bahá´ís e aqueles interessados em participar nas
atividades centrais. Ao final de nove dias, 190 crentes de todas as idades participaram na
campanha, visitando 108 lares, elevando a comunidade de interesse a 393 e o registrando 68
almas.

Moscou, Rússia: O programa intensivo de crescimento foi lançado em 12 de junho. Na fase
de expansão, 43 participantes ensinaram a Fé a 176 pessoas e elevaram a comunidade de
interesse para 69 almas. Vinte e oito novas reuniões devocionais e 18 novos círculos de
estudo foram iniciados.

Cingapura: Esta cidade-estado contém um agrupamento que recentemente concluiu um
esforço intensivo de ensino com resultados maravilhosos. O nível de participação foi elevado,
com 68 crentes formando 20 grupos de ensino. Ao final da primeira fase de expansão,
adicionalmente ao registro de um novo crente, os amigos apresentaram a Fé a 206 pessoas.
Destes, 103 começaram a participar das atividades centrais – 52 em reuniões devocionais, 39
em círculos de estudo, 16 em aulas de crianças e 4 em grupos pré-juvenis.

Agrupamento Kuphelela, Suiça; Dentro da fase de expansão de duas semanas do primeiro
ciclo, seis grupos tentaram uma variedade de abordagens de ensino. Durante aquele período e
na fase de consolidação que se seguiu imediatamente, 14 pessoas aceitaram a Fé, excedendo o
número de registros ocorridos nos 11 meses anteriores. A primeira fase foi seguida de uma
campanha intensiva de visita aos lares.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Preparada sob os auspícios do Centro Internacional de Ensino para a instituição dos Conselheiros. Extratos
dos relatórios citados podem ser editados para fins de clareza e extensão. Em seu todo ou em partes, esta
publicação pode ser reproduzida ou distribuída dentro da comunidade bahá´í sem autorização prévia do
Centro Internacional de Ensino.