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Tradução

REFLEXÕES SOBRE O

C RESCIMENTO –Número 18 – Novembro 2007
!

Encontrando Almas Receptivas e Ensinando-lhes Diretamente
Ao descrever um programa intensivo de crescimento, a Casa Universal de Justiça, em sua mensagem de 27
de dezembro de 2005, explicou que o objetivo da fase de expansão é “ampliar o círculo daquelas pessoas
interessadas na Fé, encontrar almas receptivas e ensiná-las.” A pergunta que pode surgir é “Qual é a melhor
maneira para ensinar a estas almas?” Isto é respondido no mesmo parágrafo daquela mensagem: “A
experiência recomenda que quanto mais diretamente as abordagens e métodos de ensino estiverem alinhados
com a capacidade adquirida através do estudo dos cursos de instituto, mais compensadores serão os
resultados.”
Quando estudamos o Livro 6 do Instituto Ruhi, “Ensinando a Causa”, aprendemos a distinguir entre
compartilhar informações sobre a Fé e transmitir conceitos que ajudarão um buscador a reconhecer a posição
de Bahá’u’lláh e a abraçar a Causa. O método de ensino que os participantes se esforçam para emular é aquele
que informalmente nos referimos como a “apresentação de Ana”. Isto é oferecido como um modelo de como
ensinar a Fé diretamente, com o objetivo de convidar um indivíduo a abraçar a Fé ao final da apresentação.
Crentes em todas as partes do mundo têm se esforçado para alinhar as abordagens de ensino com a
aprendizagem adquirida no Livro 6 e estão relatando resultados destacados deste método de ensino direto.
Umas poucas palavras devem ser ditas em relação ao termo ensino direto. Shoghi Effendi caracterizava o
ensino direto como “uma audaciosa declaração das verdades fundamentais da Causa” enquanto que, ele
escreveu, ensino indireto é “um método de ensino menos direto e mais cauteloso,” consistindo em “apresentar
alguns dos ensinamentos sociais e humanitários da Causa.” Assim, ensino direto relaciona-se com o método de
ensino e não com o lugar. Não é sinônimo de ensino de “ensino na rua,” o que pode envolver ensino direto ou
pode, por exemplo, apenas consistir de uma campanha para distribuir folhetos. Apresentar a mensagem
diretamente pode acontecer em um fireside, numa visita ao lar, ou num outro encontro pessoal. Contudo,
frequentemente, o caso tem sido de que os amigos não utilizaram estas oportunidades para compartilhar
diretamente a mensagem de Bahá’u´lláh, têm sido indiretos em sua abordagem, nunca abertamente ensinando
a buscadores sobre a posição e missão de Bahá’u’lláh e, assim, não respondendo à receptividade que a Casa de
Justiça nos diz existir atualmente na sociedade em geral.
A edição deste boletim focaliza sobre “os resultados recompensadores” que os crentes em diversos
agrupamentos têm alcançado quando mudam o foco de seus esforços para uma abordagem de ensino direto e
aplicam os conceitos aprendidos nos cursos do instituto. O aumento no número de declarações tem
ultrapassado suas expectativas e seus sucessos os têm imbuído de crescente confiança. As histórias confirmam
em termos comoventes o sentimento do Guardião de que “cada um é um instrutor em potencial.”
*****
Um passo importante na implementação de esforços de ensino direto tem sido a preparação. Às vezes os
crentes praticam exercícios simples de interpretação sobre como abordar a outros, mas, frequentemente,
eles tem tentado memorizar tudo ou partes da apresentação de ensino do Livro 6. As reuniões deste tipo
mais eficazes têm sido de “revisão ativa” – oficinas de revisão de três a quatro horas seguidas de ação, tais
como uma atividade direta de ensino no mesmo dia.

Canadá

Em países onde historicamente tem parecido ser difícil falar abertamente sobre a Fé, os amigos têm se
espantado com quão ansiosas muitas pessoas estão para ouvir sobre os ensinamentos bahá’ís quando estes são
apresentados de maneira sistemática. Isto foi a compreensão do agrupamento de Vancouver, Canadá, onde
quatro membros do Corpo Auxiliar realizaram uma conferência para seus ajudantes e dedicaram um dia do
programa para construir a capacidade para ensino direto. Naquele dia, a manhã foi dedicada a um pequeno
treinamento de revisão da “apresentação de Ana” e, na parte da tarde, 27 crentes, divididos em 11 equipes,
realizaram visitas aos lares. As visitas haviam sido programadas com antecedência com os participantes nãobahá’ís das atividades centrais de Vancouver e das áreas subjacentes, os quais haviam concordado em receber
visita para aprender mais sobre a Fé.
Quando as equipes voltaram para a conferência, à noite, para compartilhar suas experiências, seus espíritos
estavam verdadeiramente revigorados. Equipe após equipe, relatou histórias incríveis de como a ansiedade e
hesitação e, até mesmo, relutância profunda em participar, havia dado lugar à confiança e alegria à medida que
as conversações sobre ensino progrediam.
Antes deste final de semana, eu não havia entendido. Aí quando olhamos a “apresentação de Ana” eu
pensei, “entendi!” e então saímos e aí realmente entendi!! O casal fez perguntas e no final eles declararam.
Sai de lá querendo fazer outra visita ao lar.
Esta foi minha primeira visita ao lar com a “apresentação de Ana.” É muito direta. Ana não faz
rodeios – vai direto ao assunto. Isto é o que o torna tão poderoso. No passado, tenho feito da Fé um
conjunto de ideais e explicava o que nós acreditamos, mas muitas outras pessoas também fazem isso.
Contudo, desde o início, Ana fala sobre Bahá’u’lláh. Ela é impressionante. Eu adoro Ana! Ainda que você
ache que não é capaz ou que não é tão eloqüente como Ana, basta ter fé neste processo – funciona!
Enquanto os amigos relataram o que haviam experimentado, o ambiente ficou mais alegre e cheio de
espírito. O que ficou claro foi que as conexões espirituais com os buscadores, o desejo sincero para entregar a
mensagem, bem como as belas explanações durante a apresentação, tinham se combinado para criar encontros
profundos de ensino. Dos relatos daquela noite se tornou evidente a operação da ajuda divina. Ficou claro que
cinco das almas visitadas haviam abraçado à Fé, quando foram convidadas para assim o fazer!
Um fruto igualmente marcante do esforço do dia foi o aumento acentuado de audácia e coragem para
ensinar a Fé diretamente. Foi também maravilhoso ver quão rapidamente a capacidade para o ensino eficaz
pode ser ampliada. Os ajudantes foram urgidos a continuar praticando suas habilidades recém descobertas e a
acompanhar outros amigos para assim o fazer. O resultado tem sido de que, nos agrupamentos onde estes
ajudantes residem, eles têm ajudado outros a ganharem essas habilidades e o nível de declarações nestas áreas
tem dobrado.
França
Os amigos na França concluíram que era essencial que aqueles que estavam coordenando o trabalho de
instituto ganhassem experiência e confiança com o ensino direto utilizando a “apresentação de Ana.” Assim, o
programa para a Conferência Nacional de Coordenadores foi revisado para poder incluir oportunidades para os
40 participantes praticarem ensino direto nos arredores de Paris. Depois de revisar os estudos de caso sobre as
equipes de ensino e realizar uma capacitação de mais de três horas sobre os conceitos da “apresentação de
Ana,” os participantes da conferência estavam prontos para entrar no campo de ação. Graças a arranjos feitos
pelas comunidades anfitriãs, puderam realizar visitas aos lares de 20 buscadores na área e participar em vários
firesides bem organizados, que casavam buscadores com participantes da conferência, incluindo um fireside
com um crente que falava árabe para buscadores de países muçulmanos. Os amigos aprenderam que não era
tão difícil como pensavam convidar buscadores para se tornarem bahá'ís. Três indivíduos declararam e alguns
outros disseram que só precisavam de mais tempo para pensar, e quatro novos buscadores concordaram em
participar de um círculo de estudo!

Os participantes aprenderam várias outras lições através de suas experiências durante o final de semana da
conferência. Viram que era possível cobrir toda a “apresentação de Ana” durante um fireside, inclusive com
tempo dedicado a perguntas. Quanto mais íntimo o grupo, mais eficaz era o esforço. Também provou ser útil
organizar previamente como a apresentação seria feita e dividi-la entre dois ou três palestrantes. Nos firesides,
os amigos tomaram cuidado para criar uma clara separação entre uma socialização casual e a apresentação em
si mesma. Os buscadores ficaram especialmente comovidos pelas citações dos Escritos. Auxílio visual também
provou ser eficaz.
Talvez o maior aprendizado foi que os buscadores não se sentiram surpresos ou desconfortáveis com os
convites para se unirem à Fé ou para participarem de um círculo de estudo no final da apresentação de ensino.
Frequentemente, o convite era feito da seguinte maneira: “Se você escolher se tornar bahá'i...”
Austrália
Uma iniciativa corajosa no agrupamento de Perth, durante o ciclo atual, envolveu visitas aos lares na
vizinhança do prédio do instituto, um ponto de referência no bairro. Apreensões iniciais foram vencidas
quando 33 das 84 conversas realizadas, durante os primeiros quatro dias da fase de expansão, geraram um
interesse significativo pela Fé. Além de oferecer um convite para participar de uma noite de informação na
sede, um número expressivo de conversas conduziram à apresentação baseada no material do Livro 6, a qual os
membros da equipe tinham estudado e praticado anteriormente. Uma crente compartilhou um relato
comovedor da experiência de sua equipe de ensino:
Deus abençoe minha companheira da equipe de ensino de ontem. Ela e eu experimentamos pela
primeira vez, depois de morar 24 anos na Austrália, como almas receptivas podem ser achadas em todo
lugar. Não acreditei na receptividade das pessoas e na maneira com que elas receberam a informação.
Quando encorajei minha colega apreensiva a bater na porta de uma das casas, eu falei: “Faça isso em
memória de seu falecido marido.” Ela assim o fez. O resultado foi que a mulher que atendeu à porta
conhecia a Fé, lembrava de ter participado de uma das reuniões com uma amiga e o quão agradável havia
sido. Ela queria saber mais e estava esperando por outra oportunidade para participar novamente. Nessa
noite ela participou da reunião!
Macau
Descobriu-se que normalmente é mais eficaz primeiro compartilhar algo dos ensinamentos da Fé e depois
convidar para participar de uma atividade bahá'í, em vez de simplesmente fazer um convite. O problema para
muitas pessoas está em como dar início à conversa. Vários instrutores do agrupamento de Macau relataram
como eles abordavam seus contatos. Estas sugestões emergiram de uma sessão de avaliação que 16 amigos
fizeram após participarem de um projeto de ensino. Estas reflexões foram valiosas ao se prepararem para a
próxima fase de expansão de seu programa intensivo de crescimento.

A introdução que usei mais frequentemente ao fazer apresentações para contatos foi mencionar que
eles já me conheciam ou conheciam outro bahá'í ou tinham ouvido falar da Fé, e, então, falar que eu
desejava compartilhar os Ensinamentos sistematicamente com eles como nunca havia feito antes.
Ninguém dizia “Não.”

Percebi que falar sobre a natureza humana da seção do livro 1 “Vida e Morte” e fazer perguntas aos
buscadores sobre estes conceitos principais conduzem de maneira natural à parte em que a alma
precisa de um Educador Divino para poder progredir plenamente. Isto, então, conecta-se facilmente ao
tema do Convênio Eterno da apresentação de ensino do Livro 6. Quando usei esta abordagem,
funcionou bem com vários amigos de diferentes origens.

Eu aprendi várias maneiras de abordar pessoas ao estar em equipes com diferentes parceiros no
trabalho de ensino.

De forma geral, a “apresentação de Ana” provou ser muito apropriada para as pessoas em Macau que
estavam familiarizadas com religião. Para aqueles que haviam chegado recentemente do continente,
percebi que era mais fácil começar com uma introdução sobre o amadurecimento da humanidade e,
então, entrar em religião e a Manifestação. Não tentei usar a “apresentação de Ana”, mas pode ser que
funcione também. Para os filipinos, uma ênfase na vida de Bahá’u’lláh parecia ser especialmente
importante e comovedora.

Durante o decurso da campanha intensiva de ensino, os amigos em Macau aprenderam a importância de
flexibilidade, sabedoria, trabalhar juntos em equipe, paciência e adequar a apresentação às necessidades e
interesses dos ouvintes. Eles fizeram perguntas para descobrir como os ouvintes viam os tópicos que estavam
sendo apresentados. Como um dos instrutores disse “Aprendi que nem todos os conceitos precisavam ser
compartilhados de uma só vez, e que era melhor manter os buscadores com vontade de querer saber mais que
falar demasiado em uma única vez.” Se o instrutor não pudesse completar a apresentação, isso criava uma
oportunidade para agendar outra visita ou para convidar o buscador para uma reunião bahá’í para aprender
mais.
Os amigos estão aprendendo que um elemento crítico para o sucesso de seus encontros de ensino
direto é falar sem rodeios sobre a posição de Bahá’u’lláh e, também, desenvolver a confiança para convidar
amorosamente os buscadores para se tornarem bahá’ís. Este ato é um privilégio e um serviço que o próprio
Bahá’u’lláh nos conclama: “... convida tu as almas receptivas para a Santa corte de Deus, a fim de que
elas, por ventura, não permaneçam privadas da Fonte celestial de água vivificadora.”
Kiribati
Às vezes são os próprios buscadores que nos ajudam a compreender que o tema central de nossa
apresentação deve ser a posição de Bahá’u’lláh e Sua mensagem redentora.
!
Eu estava num fireside aqui em South Tarawa, o qual era conduzido por dois bahá’ís, durante
a parada do almoço junto ao estaleiro, onde eles trabalhavam. Muito do ensino que tinha ocorrido aqui
no passado havia sido baseado na Bíblia, onde os bahá'is liam citações da Bíblia para explicar a vinda
de Bahá'u'lláh, e, foi assim como este fireside se iniciou. Havia um grande grupo de trabalhadores da
construção de navios com aparência rude, sentados, ouvindo estes dois homens explicarem sobre
revelação progressiva e lerem seções da Bíblia para respaldar o que estavam dizendo. Havia algumas
perguntas, mas a audiência permanecia muito quieta, até que um homem (que parecia ser o maior e o
mais rude de todos) começou a falar. Como era tudo na língua I-Kiribati, eu não entendi exatamente o
que estava acontecendo e, somente depois, compreendi quando alguém traduziu para mim. Mas, como
todos os outros homens começaram a rir e os bahá’ís pareciam um pouco embaraçados, presumi que o
homem estava fazendo gozação deles. Na realidade o homem estava dizendo que eles já haviam
ouvido tudo sobre a Bíblia; eles estavam cheios da Bíblia. O que realmente queriam ouvir dos bahá’ís
era quem foi Bahá’u’lláh. A esta altura, os bahá’ís recomeçaram a ler a Bíblia e o homem lhes
interrompeu novamente dizendo que eles já tinham o suficiente da Bíblia, eles queriam ouvir sobre
Bahá’u’lláh. Logo, outra bahá’í entrou na conversa e relatou o sonho que o pai de Bahá'u'lláh teve
sobre o oceano e os peixes. Ela também falou sobre os livros Ruhi e como através deles você pode
aprender mais sobre a vida de Bahá’u’lláh e Seus ensinamentos. Os estivadores sentaram e ouviram
atentamente e, quando a história terminou, o grande estivador sorriu e agradeceu. Ele disse que era
exatamente isto o que ele queria ouvir. Estava curioso sobre Bahá’u’lláh e queria saber tudo sobre Ele,
então, será que poderia ele participar de um destes cursos Ruhi?
Filipinas
No agrupamento Ormoc, um professor havia começado a ensinar a Fé diretamente para um de seus
alunos. Anteriormente ele havia compartilhado com alguns deles seções do Livro 1. Mas, encorajado pelos
planos de seu agrupamento para uma campanha intensiva de ensino, falou mais diretamente da Fé e os
convidou para se tornarem bahá’ís. Cinco aceitaram a Fé imediatamente. Uma semana depois, quando estes
novos crentes se reuniram para estudar o Livro 1, o professor teve uma surpresa.

Hoje, às 16h, reuni com os cinco jovens recém-declarados em nossa escola. Para minha
surpresa, alguns de seus colegas participaram da reunião. Ao começarmos, falei para eles que se
realmente quisessem se unir à Fé, o que fazemos é aceitar Bahá'u'lláh como a Manifestação de Deus
para a nova era, aplicar Seus ensinamentos em nossas vidas e ensinar aos outros. Também lhes disse
que se voce se torna bahá’í, voce não deixará Jesus Cristo e Seus ensinamentos porque estes alcançam
seu cumprimento na Fé Bahá’í.
Depois que falamos, os 9 alunos do terceiro ano do segundo grau, escreveram seus nomes em
uma folha de papel como prova de sua aceitação à Fé. Agora temos 14 alunos recém-ingressados,
incluindo os 5 novos declarados de ontem. Já fizemos uma programação para o estudo do Livro 1,
durante às tardes, em meu escritório.
Outro dia, tivemos uma reunião, ao meio dia, com os 14 novos crentes em meu escritório. Eles
trouxeram mais três colegas e, claro, falei para eles sobre alguns conceitos e princípios da Fé. Após
algum tempo, aqueles três jovens também abraçaram a Fé!
Burkina Faso
A mais recente fase de expansão na capital, Ouagadougou, testemunhou 32 declarações – um
aumento em seis vezes sobre o mais exitoso ciclo anterior. Os amigos atribuíram este aumento dramático de
novos crentes a uma abordagem mais audaciosa de parte de várias das equipes de ensino. Um total de mais ou
menos 160 pessoas foram abordadas durante a campanha e 31 daqueles que declararam sua crença em
Bahá’u’lláh vieram das cerca de 50 [pessoas] que receberam uma apresentação direta da Fé baseada no
material do Livro 6.
Uma crente recém-declarada, que é de origem cristã, se voluntariou para ensinar a tempo
integral durante a fase de expansão. Ela foi designada para a equipe coordenada pelo coordenador do
instituto e, com a concordância de seu marido muçulmano, ela mudou-se para a casa da família do
coordenador durante a semana da fase de expansão. Ainda que, inicialmente, ela se sentisse totalmente
inadequada para ensinar a Fé, ela provou ser uma fonte de encorajamento e alegria para todos os
membros de sua equipe.
Esta crente também contou para os outros membros da equipe que ela vinha orando
fervorosamente para seu marido reconhecer Bahá'u'lláh. Durante o decurso da fase de expansão,
vizinhos bahá'is visitaram este senhor muçulmano, que conhecia a Fé e gostava de orações bahá'is. Foi
feita uma apresentação sistemática da Fé para ele, usando o álbum de ensino. No final do encontro, ele
estava pronto para assinar o cartão de declaração que havia recebido e assim o fez antes que a esposa
voltasse. Ele foi a 32º nova declaração da campanha de ensino! Quando sua esposa voltou para casa
após a celebração na Sede Nacional, ele disse para ela, “Agora eu sou bahá'í!”
Malásia
O agrupamento de Sungei Petani tinha testemunhado entrada em tropas anos atrás, quando os crentes
ensinaram apaixonadamente e milhares de almas receptivas declararam. Contudo, as dificuldades na
consolidação destes crentes desencorajaram muitos [amigos] a ensinar como haviam feito antes. Tiveram a
sorte de receber uma pessoa recurso, jovem e entusiasta da Índia, quem trabalhou bem próxima ao facilitador
de desenvolvimento do agrupamento para construir a capacidade para as fases de expansão e consolidação.
Um grupo central de 35 crentes envolveu outras pessoas a fim de formar 13 equipes e listaram contatos
que haviam demonstrado receptividade. Os bahá’ís decidiram ensinar diretamente e convidar estes indivíduos
para se declararem, ao invés de apenas convidá-los para as atividades centrais como era de costume. As
equipes utilizaram diferentes maneiras para dar início a conversações significativas, a fim de introduzir o
propósito de sua visita. Então usaram um flipchart para compartilhar a primeira seção da “apresentação de
Ana”, porque haviam descoberto que o tempo de atenção para a maioria das pessoas era de mais ou menos 20

minutos. Após cobrir os temas de Deus, o Convênio, as Manifestações de Deus e Bahá’u’lláh como o
Manifestante de Deus para hoje, eles perguntaram aos buscadores se gostariam de se tornar membros da
comunidade bahá’í e compartilhar os ensinamentos de Bahá'u'lláh com os outros. Usando esta abordagem, 106
pessoas abraçaram a Fé. O relatório compartilha esta experiência:
A maior parte das equipes percebeu radiância e um brilho nos olhos buscadores, espelhando a centelha
de fé em seus corações quando declararam sua aceitação de Bahá'u'lláh e sua disposição de se juntarem
aos bahá’ís na construção de um mundo melhor.
Uma equipe de ensino encontrou-se com o pai de um participante de um grupo de pré-jovens que os parou e
com excitação e impaciência disse:
Por que não compartilharam esses ensinamentos maravilhosos comigo antes? Temos visto as
mudanças em nosso filho e aprendemos as orações e os Escritos Sagrados com ele. Como podemos
aprender mais e servir como vocês?

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Preparado sob os auspícios do Centro Internacional de Ensino para a Instituição dos Conselheiros. Extratos dos relatórios
citados podem ser editados para melhor correção gramatical, clareza ou extensão do texto. Sua reprodução, total ou
parcial, pode ser distribuída dentro da comunidade bahá’í sem permissão prévia do Centro Internacional de Ensino.