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REFLEXÕES SOBRE O

C RESCIMENTO –

Número'26'–'Dezembro'

2009'

Construindo Capacidade: “A Preocupação Dominante nos Próximos Anos”
Próximo ao final da mensagem de 27 de Dezembro de 2005, na qual foi
apresentado o marco deste Plano de Cinco de Anos, a Casa Universal de Justiça explicou
que “a capacidade de manter o crescimento no agrupamento deve permanecer como a
preocupação dominante nos próximos anos”. Experiências nos agrupamentos com o
programa intensivo de crescimento têm demonstrado que quer os amigos considerem o
fortalecimento do processo de instituto, a qualidade das atividades centrais, o ritmo do
ensino ou a efetividade do esquema de coordenação, a chave para a sustentabilidade em
todas estas áreas é a construção de capacidade – a capacidade dos facilitadores,
coordenadores, professores e das agências do agrupamento.
Ainda que a importância da construção de capacidade seja geralmente reconhecida,
as reais implicações desta, ou mais especificamente, quais ações devem ser realizadas para
gradualmente aumentar a capacidade nos indivíduos e instituições é algo menos
compreendido. Sem dúvida, isto constituirá uma área crítica de aprendizagem no próximo
ano e muito depois de se alcançar a meta do lançamento dos 1500 programas intensivos de
crescimento. Nas seleções que se seguem podemos aprender de primeira mão dos relatos
dos crentes que compartilham percepções de sua própria experiência sobre a construção de
capacidade em outros, os quais estão servindo no nível do agrupamento.
Na primeira história, um crente que havia sido uma facilitadora e participante ativa
nas atividades do agrupamento descreve como foi acompanhada de perto após ter recebido
uma desafiadora tarefa de servir como coordenadora de instituto no nível de agrupamento.
O segundo relato apresenta a experiência de um coordenador nacional de pré-jovens no
apoio e desenvolvimento da capacidade de um coordenador de agrupamento. No terceiro
bloco, uma pessoa recurso para expansão e consolidação compartilha pensamentos de sua
experiência em acompanhar as agencias do agrupamento para um nível mais elevado de
funcionamento. E, na última história, um coordenador regional de pré-jovens reflete sobre
seus esforços para reconhecer e construir capacidade tanto nos coordenadores no nível de
agrupamento quanto nos monitores.
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Colômbia
Um crente relata como a nutrição e o acompanhamento que recebeu do membro do Corpo
Auxiliar para levar avante as atividades centrais efetivamente a preparou para servir
como coordenadora do agrupamento. Ela entrou no processo de instituto quando era
jovem e rapidamente desenvolveu sua capacidade para servir. Ela se esforçou em
transmitir aos crentes, com quem ela interagia, a visão do Plano, a atitude de
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aprendizagem e o espírito de encorajamento que ela havia adquirido através do membro
do Corpo Auxiliar.
O membro do Corpo Auxiliar, quem naquele tempo estava servindo como
coordenador da seqüência dos cursos, sempre me acompanhou e lhe sou grata
por isto, do fundo do meu coração. Para mim, ele tem sido como um pai
guiando sua filha, dando a mim a oportunidade de consultar livremente com
ele. Eu sempre espero uma resposta sincera e amorosa, a qual é sempre
focalizada no caminho do serviço.
Um dia fui convidada para uma reunião, a fim de avaliar o ciclo de três meses
do nosso agrupamento e fui informada que o instituto havia pensando em mim
para servir como coordenadora dos círculos de estudo. Pareceu-me uma
tremenda responsabilidade. Eu sabia que a seqüência dos cursos é vital para o
processo de preparação dos indivíduos de diferentes comunidades para o
serviço. Algumas vezes à noite eu estava tão nervosa que não conseguia nem
dormir, mas era uma oportunidade que eu não poderia perder; uma
oportunidade para aprender e agradecer a Deus e a Bahá´u´lláh por poder
servi-Lo. Era um desafio único. Eu estava comovida; chorei; eu não pude
acreditar. Senti a necessidade de explorar muitas coisas que estavam ocultas
dentro de mim e que eu nunca havia desenvolvido. Finalmente aceitei e agora
percebo que aprendemos à medida que trabalhamos. Quanto mais trabalhamos,
mais aprendemos e as Hostes Divinas nos acompanham se trabalharmos com
pureza de motivo, se mantiver uma atitude de aprendizagem. Este é um ponto
importante para qualquer coordenador que deseja realmente avançar. Se
perdermos esta atitude, não nos beneficiamos das contribuições de todos a
nossa volta.
A meta era clara: sustentar o que tínhamos; esforçar-nos para manter a
dinâmica dos círculos de estudos, seguir crescendo, mobilizar mais
facilitadores, manter um fluxo constante no avanço de recursos humanos na
“pirâmide”, acompanhar os facilitadores para que mantenham sua regularidade
e entusiasmo, e para utilizarem a oportunidade de ajudar outros a crescerem
até onde nós crescemos. Eu estava ciente de que se eu mesma não estivesse
disposta e entusiasmada, não seria capaz de transmitir nada aos demais, nem
de encorajá-los. Este era um requisito para estar próximo e acompanhar os
facilitadores, os participantes e aos pais dos participantes. Neste processo,
descobri que é muito importante ser amiga de todos – até mesmo do homem da
loja, do motorista, de todos – para sentir, em qualquer comunidade que
chegamos que nossa identidade é a de ser um Bahá´í, que todos saibam disto, e
que nós não somos estranhos dentre eles. O coordenador não está em um nível
diferente; nós todos somos iguais. Devemos nos sentir iguais a todos,
especialmente em comunidades nas quais as pessoas levantam-se para realizar
serviços meritórios, e ser sempre grata e fazer com que sintam que isto, de
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fato, é o propósito da vida – ser capaz de servir aos outros, tanto dentro quanto
fora da comunidade em que residam.
Para manter a dinâmica dos círculos de estudos, bem como o fluxo constante
de recursos, o coordenador deve sempre estar alerta a tudo, ser organizado, e
delinear um plano de trabalho para ser sistematicamente desenvolvido durante
o ciclo. Ele ou ela também deve ser amigos dos participantes, cumprimentá-los
amorosamente, perguntar-lhes sobre o seu progresso nos estudos, e ver se
estão felizes. Se alguém não estiver participando do círculo de estudo, visite-o
na sua casa e sempre transmita à sua família a importância dos círculos de
estudos. Isto é altamente útil para a manutenção da dinâmica dos cursos em
andamento.
O acompanhamento deve ser realizado tanto para os facilitadores quanto para
os participantes. Facilitadores não podem ser deixados por muito tempo
sozinhos; eles precisam de muito apoio, tanto na atividade quanto em geral.
Aprofundamento nas citações sobre os diferentes temas com os facilitadores,
os ajuda a ampliar sua perspectiva e a compreender ainda mais o valor da
oportunidade de servir. Quando visito facilitadores, tento ajudá-los a refletir
sobre a importância de ajudar aos demais; deveríamos todos nos lembrar que
em algum momento alguém fez o mesmo por nós, foi paciente conosco e nos
ajudou a crescer. Não aprendemos para nós mesmos, mas para oferecer isso
aos demais e servir a humanidade.
Algumas vezes sentimos cansados porque requer muita vontade, confiança em
Deus e sacrifício. Mas é uma oportunidade e um privilégio dado a nós.
Quando penso sobre a promessa de Bahá´ú´lláh para este dia e Seu amor, isto
me dá forças para esquecer o meu descanso e continuar me esforçando e
avançando.

Malásia
O coordenador nacional de pré-jovens relata a abordagem que ele utilizou para estimular
a efetividade da coordenadora de pré-jovens em um agrupamento particular. As sugestões
específicas dadas por ele, somadas com seu apoio pessoal, ajudou a desenvolver
capacidade dela e também estabeleceu um exemplo de como acompanhar aos monitores.
Quando o coordenador nacional visitou o agrupamento, a primeira coisa que ele fez foi se
reunir com a coordenadora do agrupamento e discutir sobre sua experiência na
implementação do programa de pré-jovens. Ele descobriu que os monitores em sua área
pareciam não estar dispostos em participar das reuniões de monitores, assim foi um
desafio desenvolver suas habilidades. Ele ofereceu ajudá-la a desenvolver uma relação
mais próxima aos monitores e juntos desenvolveram um plano de ação. Segue o seu relato:

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Eu sugeri que se ela fosse construir relacionamentos fortes com os monitores,
ela deveria deixar de ser uma “estatística” para se tornar uma amiga. Visitas
regulares aos monitores poderiam auxiliar na construção de um
relacionamento com boa amizade.
Passamos por todos os nomes dos participantes atualmente engajados na
seqüência do instituto e listamos aqueles que haviam completado o Livro 5 do
Instituto Ruhi e aqueles que estavam em andamento. Listamos os nomes
daqueles que já estavam servindo como monitores e aqueles que no passado já
haviam servido como monitores e, então, planejamos nossas visitas a esses
amigos.
Durante as primeiras visitas, auxiliei a coordenadora do agrupamento a pensar
em possíveis tópicos para serem discutidos durante as nossas visitas: projetos
de serviço, atividades complementares, visitas aos pais, problemas com os
encontros de monitores, o nível de envolvimento dos pré-jovens na formulação
das atividades do grupo e suas discussões, e assim por diante. Ela aprendeu
rapidamente e introduziu estes elementos nas suas conversas com os monitores
nas visitas subseqüentes. Sua sinceridade e humildade tocaram os corações dos
monitores, e eu puder ver que, como resultado, eles agora consultaram com ela
sobre os seus problemas. Um, em particular, expressou que precisava de ajuda
com a expansão do grupo e também nas visitas aos pais, e ela rapidamente
planejou uma campanha de visita com ele.
Com indivíduos que pensamos que poderiam iniciar grupos de pré-jovens,
fomos diretos e honestos sobre o propósito de nossa visita. Perguntamos se
eles gostariam de se tornar monitores e se poderíamos lhes ajudar a formar o
grupo acompanhando-os na realização dos convites aos participantes e na
explicação do programa aos pais. Com aqueles que concordaram em iniciar
novos grupos, definimos as datas para realizar os convites.
Sobre como melhorar as reuniões com os monitores, eu sugeri que
realizássemos um treinamento de habilidades sobre o “papel de um monitor”
durante o tempo da minha visita. Naquele dia, 13 monitores e potenciais
monitores vieram. Durante a reflexão, um dos monitores disse que agora
entendeu que o trabalho de um monitor não era o de planejar atividades para
os grupos de pré-jovens, mas de ajudá-los no seu planejamento e apoiá-los nos
seus esforços. Eu oro e espero que os futuros encontros continuem a ter uma
grande participação e que os monitores percebam a importância de adotar uma
postura de aprendizagem.

Papua Nova Guiné
Uma pessoa recurso da Austrália foi solicitada despender um tempo num agrupamento de
uma remota ilha da Papua Nova Guiné. O agrupamento, designado como potencial centro
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de aprendizagem tem demonstrado um alto nível de receptividade, mas não conseguiu
sustentar suas atividades centrais e o trabalho de ensino sem apoio externo. Este crente
focalizou sua atenção no fortalecimento da capacidade das agências do agrupamento.
Dentro de poucas semanas, os crentes locais foram capazes de assumir total propriedade
do plano.
Durante este período as agências do agrupamento foram acompanhadas pela
pessoa recurso na medida em que iniciaram a planejar, coordenar e facilitar as atividades
para a próximo ciclo de crescimento. Além do acompanhamento um a um, ele proveu
treinamento com um forte foco no processo de instituto e o processo e as implicações de
realização de um programa intensivo de crescimento. O treinamento incluiu o estudo dos
principais documentos do Centro Mundial Bahá´í.
O crente ajudou os amigos locais a refletirem sobre os ciclos anteriores de
crescimento e seus desafios da consolidação de grandes números de novos crentes. Um
número de deficiências foram identificadas e debatidas. Os amigos também conseguiram
ver claramente que os planos sistemáticos precisavam ser realizados no próprio local onde
o crescimento estava ocorrendo – nos bairros – e não através de eventos com ampla
abrangência no agrupamento. A pessoa recurso relatou como ele auxiliou os crentes locais
a analisarem seu agrupamento.
Eu tive uma encantadora experiência com as análises. A forma com que a
análise foi abordada foi a de inicialmente refletir sobre as lições aprendidas e a
identificar o que precisava ser ajustado e que aprendizados devem ser levados
adiante. Em segundo lugar foi o estudo dos documentos pertinentes do Centro
Mundial. Desta forma, os amigos estavam conscientes das estratégias e suas
implicações básicas no processo de crescimento. Estas estratégias foram
escritas num quadro visível durante todo o processo de análise. Pergunta por
pergunta, cada membro da agência passou pelo marco para análise, num
processo de consulta guiada, respondendo pergunta por pergunta, investigando
suas implicações, e como aplicar a estratégia requerida. Durante esse processo,
perguntas adicionais foram identificadas, como necessárias à análise. Uma vez
que o marco para a análise tinha sido completado, uma lista de todas as
estratégias necessárias foi compilada em outro quadro. Um diagrama do ciclo
de atividades foi desenhado, e as estratégias, uma a uma, foram colocadas no
cronograma do ciclo; durante as consultas algumas atividades foram
identificadas como tendo que ocorrer mais de uma vez durante o ciclo. Neste
ponto, as responsabilidades para as atividades foram designadas para as
respectivas agências do agrupamento, as quais, de agora em adiante, iriam
planejar.
Uma das percepções obtidas durante este exercício foi que o segmento mais
receptivo da população, o qual também seria um dos que mais rapidamente levantar-se-ia
para servir, seria o segmento dos jovens. Os membros das agências do agrupamento
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também perceberam que a idéia de que a capacidade estava unicamente associada à
escolaridade era falsa. Após a reflexão, eles vieram a considerar a capacidade de serviço
não apenas como a capacidade intelectual, mas também as qualidades que levarão os
crentes ao serviço abnegado.
Outro fruto do aprendizado da análise foi a decisão de mudar os métodos
empregados durante as campanhas de ensino. Ao invés de grupos de instrutores saírem
para visitar famílias inteiras à noite, como tinha sido realizado no passado, o ensino iria
ser realizado por equipes de ensino de apenas duas pessoas cada.
As equipes buscariam jovens durante o dia e os ensinaria uma pessoa de cada vez. Eles
iriam levar cópias do Livro 1, a fim de que o buscador ou novo crente pudesse ser
introduzido imediatamente no processo de instituto. A cada entardecer, aqueles ensinados
durante o dia seriam visitados e auxiliados a compartilhar a nova Fé com suas famílias. As
equipes iriam refletir freqüentemente sobre suas ações e realizariam ajustes na medida em
que a campanha de ensino progredisse. Quando este método foi testado, ele provou ser
muito mais eficaz que as abordagens anteriores.
Além disso, pela primeira vez, a consolidação foi planejada desde o início. Em
preparação para a segunda fase do ciclo, cursos de revisão para aqueles que já haviam
passado pela seqüência dos cursos do instituto foram planejados para o período anterior a
campanha intensiva de ensino. Isto construiu capacidade para o serviço entre os crentes do
agrupamento e ajudou as agências do agrupamento para preparar um ambiente, no qual
novos crentes podiam rapidamente ser nutridos. Visitas aos lares e ciclos de estudo
intensivos foram planejadas para a fase de consolidação, naturalmente transformando a
campanha de ensino em uma campanha do instituto.
Até a data em que a pessoa recurso deixou o agrupamento, havia 50 novos crentes,
dos quais 15 concluíram o Livro 1. Outros 30 crentes, que haviam entrado na campanha de
50 dias do instituto, avançaram até o Livro 6.

Reino Unido
O coordenador regional para programa de pré-jovens na Inglaterra explica como um dos
desafios nesta fase de desenvolvimento das atividades centrais é a identificação de crentes
que possuam tanto a capacidade quanto experiência requerida para servir como
coordenador do agrupamento. Ela descreve como se esforça para construir capacidade
nos coordenadores de pré-jovens e, ao mesmo tempo, nutrir monitores que demonstram
potencial para servirem, no futuro, como coordenadores de agrupamento.
Os coordenadores com quem eu mais aprendi foram aqueles com os quais eu
posso agir, refletir e consultar. Assumir um modo de aprendizagem tem me
ajudado a desenvolver um melhor relacionamento com os coordenadores e
aprender o que estão fazendo.

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Houve diversos desafios no desenvolvimento de uma estreita colaboração com
alguns dos coordenadores. Muitos têm uma agenda muito cheia e não são
capazes de priorizar a participação nas reuniões regionais e outras atividades
relacionadas à coordenação. Alguns deles não possuem experiência como
monitor de um grupo regular de pré-jovens e não sentem que eles têm tempo
suficiente para ser tanto monitor seu próprio grupo de pré-jovem como
coordenar o serviço de outros monitores. Com experiência limitada, eles lutam
para acompanhar os outros nas atividades nas quais eles não têm experiência.
O desafio agora é aumentar a capacidade dos demais para servirem como
futuros coordenadores.
À luz destes desafios, as perguntas que temos feito a nós mesmos são: Como
identificamos coordenadores de agrupamento? Quais são as qualidades vitais
de um bom coordenador? E, como acompanhar os monitores de pré-jovens
para tornarem-se coordenadores?
Um dos benefícios de se realizar reuniões regionais tem sido interagir com
monitores que, creio eu, poderiam potencialmente servir no futuro como
coordenadores de agrupamento. No início deste ano, uma reunião regional
para monitores experientes foi realizada, com a participação de 45 pessoas. Os
monitores fizeram planos detalhados de como iriam desenvolver o seu grupo
de pré-jovens ou o programa de pré-jovens nas suas áreas. Mantive contato
próximo aos monitores que senti serem os mais receptivos ao encorajamento e
que tinham os planos mais realistas. Após quatro meses, foi realizada uma
reunião de follow-up, onde os monitores que fizeram um esforço significativo
foram convidados a participar. Adicionalmente, alguns novos monitores que
demonstraram dedicação e comprometimento a estas atividades foram também
convidados a participar. Das aproximadamente 50 pessoas que participaram
das duas reuniões, se tornou claro quais dos monitores foram capazes de
planejar, agir e refletir à luz da experiência. Alguns dos amigos mais
experientes foram encorajados a aprender como expandir os seus grupos de
pré-jovens e a desenvolver relacionamentos com as famílias; outros foram
encorajados a treinarem outros e acompanhá-los no estabelecimento de grupos
de pré-jovens.
Comecei a trabalhar mais de perto com os monitores que demonstravam maior
potencial. Alguns daqueles que tenho visitado regularmente têm vindo a ficar
comigo em Oxford, onde os tenho levado a realizar visitas aos lares para
aprenderem a trabalhar com outros jovens da comunidade. Interagindo com
estes monitores por quase um ano, isto tem me dado a oportunidade para ver
quais os amigos são capazes de criar o tempo em suas vidas para direcionar
suas energias em direção ao crescimento dos programas de pré-jovens.
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