- O portifolio é fundamental onde pode mostrar seu talento e apresentar os

benefícios obtidos para o cliente e seus produtos. Cuidado com ele pois está
ligado a questão da identidade, pois nosso cliente só vai comprar aquilo que
vendemos e não o que gostaríamos de vender

- Recebo e analiso muitos ao longo da profissão, e quase todos vejo pouca
clareza de objetivos. Por exemplo, não adianta mostrar folhetos, comerciais a
um museu só porque adoraríamos fazer um catálogo de exposição, nem levar
trabalhos conceituais a uma grande corporação que busca projetos de
embalagem
- Prefiro ver projetos pessoais de na área de interesse de um candidato do que
projetos executados sem entusiasmo mostrados em portifolio. Projeto
publicado também não é garantia de nada, nem de um bom trabalho
- Um portifolio deve abranger o universo das habilidades do candidato e
demonstrar as responsabilidades assumidas no processo. Para um novo
designer, (sem muita experiência profissional) deve-se acrescentar trabalhos
acadêmicos e outros de iniciativa própria na área escolhida.
Ex.: se o designer tem interesse em embalagem e não teve oportunidade
profissional de criá-la, então pode desenvolver um redesenho de uma
embalagem conhecida e problemática., por meio da qual possa provar que
domina o processo criativo e de solução de problemas.
- Isso também vala para um profissional experiente ou para um escritório.
Devemos separar o material que mais nos identifique com o cliente e com
objetivos de criação. Devemos obter informação de modo a proporcionar que a
apresentação seja rápida, sem transtornos técnicos (cuidado com CD-ROMs e
aparelhos digitais que dependem de tecnologia) e sobre tudo objetiva. É
necessário relembrar questões como chegar na hora, ter cartões de visita à
mão, vestir-se de forma apropriada e apresentar-se corretamente.
- Se o contato não gerar trabalho imediato, é importante saber do cliente sua
opinião sobre o conjunto, se haverá novas oportunidades e quando. Fazer
contato programado após a apresentação é essencial para a consolidação da
memória da visita.
- Precisamos ter em mente que a atividade de designer é recente, e o
públiconão sabe direito o que fazemos. Portanto, devemos profissionalizar ao
máximo nossa relação como mercado e diminuir a dependência do glamour
que acreditamos que acreditamos exalar quando de nós declara: “Sou
designer”

Se apresentando e planejando com MKT
- O designer é um fator diferenciação competitiva em MKT, sendo muitas vezes
o único fator que diferencia um produto no mercado (o design determina seu
preço, valor agregado).

- É importante se diferenciar e se destacar no mercado. Mostrar conhecimento
e oferecer para o cliente o que muitas vezes ele nem sabe que existe,
mostrando interesse e disposição em conhecer sua empresa, para muitas
vezes fazer um logotipo. Este postura mostra ao cliente que estamos tentando
compreendê-lo para chegar a melhor solução para ele.

Marca
- O desenvolvimento da marca envolve fatores de percepção e posicionamento.
Quando falamos de percepção , me refiro as características a serem
evidenciadas, seus benefícios, seus valores e suas armas para impressionar e
persuadir.
- É preciso identificar a mensagem embutida e os atributos oferecidos.
Utilizando a criatividade como fator importante tornando-se um diferencial.
Essa identidade só desempenha este papel quando aplicada a partir de uma
base sólida conceitual.

- Imagem / conceito (de que forma gostaria de ser visto)
- O que o profissional ou empresa visa (objetivos e anseios do
cliente)
- Diferencial (preocupação com detalhes, acompanhamento,
atendimento, qualidade, transparência na relação com
fornecedores e clientes)
- Área de atuação (tipo de mercado, onde atuou)
- O que se propõe (metodologia de trabalho, prazo,
criatividade...)
- O que esperar (parceria e entendimento do negócio,
responsabilidade e profissionalismo)