Departamento de Desenvolvimento Profissional

Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica – NF
FC-e 65
Samanta Pinheiro da Silva
samanta@consultoriainovar.com.br

Rio de Janeiro - RJ
Março - 2015
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1

Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica – NFC-e 65
Sumário
Primeira Parte – Conceitos Básicos estabelecidos na Legislação do
ICMS
ICMS
Previsão Constitucional e Legislação Complementar
Princípios Gerais do ICMS
Definição Termos Comuns à Matéria
Fatos Geradores do ICMS
Contribuinte
Base de Cálculo
Alíquotas
Não Incidência/Suspensão/Isenção/Diferimento do ICMS

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Segunda Parte – Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica – Principais
Fundamentos
Legislação Aplicável
Conceito de Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica
Benefícios Esperados
Credenciamento do Contribuinte
Certificação Digital
Documentos que serão substituídos
Cronograma de Implantação
Da guarda do Arquivo XML
Do DANFE NFC-e e QR CODE
Do Cancelamento da NFC-e
Da Inutilização da NFC-e
Da Contingência da NFC-e
Da Consulta Publica da NFC-e
Do preenchimento das Informações do Destinatário
Versão 3.10

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Terceira Parte – Preenchimento da NFC-e e Cuidados Especiais

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Anexos

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Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica – NFC-e 65
O treinamento visa orientar e atualizar os participantes para a correta aplicação da tributação do
ICMS , bem como capacitá-los a ter uma visão crítica de possíveis oportunidades de redução de
carga tributária. Será também explanado o modelo operacional da NFC-e modelo 65 que substituirá
o Cupom Fiscal e a Nota Fiscal de Venda a Consumidor – Modelo 2.

3

........ salvo determinação em contrário da legislação: a) não implicará crédito para a compensação com o montante devido nas operações ou prestações seguintes........ II . em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços.155.......salvo deliberação em contrário e dos Estados e do Distrito Federal.... adotar-se-á: a) a alíquota interestadual............... a seguir............ quando mercadorias forem fornecidas com serviços não compreendidos na competência tributária dos municípios........................ b) sobre o valor total da operação.................” Já o § 2º e seus incisos....... b) acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores....................................... III ... define as regras gerais que regerão este tributo........ “§ 2º O imposto previsto no inciso II atenderá ao seguinte: I ........... VII ........... X . 155 da CF............................... cabendo o imposto ao Estado onde estiver situado o estabelecimento destinatário da mercadoria ou do serviço....incidirá também: a) sobre a entrada de mercadoria importada do exterior... Transcrevemos......... 4 ................ aquelas regras que julgamos mais importantes e pertinentes ao presente seminário....... abaixo transcrito.... assim como sobre serviço prestado no exterior... as alíquotas internas.... PREVISÃO CONSTITUCIONAL E LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR O Inciso II do Art.................... excluídos os semielaborados definidos em lei complementar.......... “Art.................... g............... V ......................................não incidirá: a) sobre operações que destinem ao exterior produtos industrializados........a isenção ou não incidência........... b) a alíquota interna...será não-cumulativo........... IX . VI ..... do mesmo Art.............. ainda quando se tratar de bem destinado a consumo ou ativo fixo doe estabelecimento..............em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado............ nos termos do disposto no Inciso XII............. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior... quando o destinatário for contribuinte do imposto.... IV ............... VIII ............. nas operações relativas à circulação de mercadorias e nas prestações de serviços.. não poderão ser inferiores às previstas para as operações interestaduais.. II – operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.................. quando o destinatário não for contribuinte dele....................... Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir imposto sobre: .... 155 da CF........ compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal.................. permite aos Estados e ao Distrito Federal instituírem o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte Intermunicipal e Interestadual e de Comunicação (ICMS)..PRIMEIRA PARTE – Conceitos Básicos Estabelecidos na Legislação do ICMS 1..........................................poderá ser seletivo....

nas exportações para o exterior. d) fixar. e) excluir da incidência do imposto. inclusive lubrificantes. 153. quando a operação. c) sobre o ouro. f) prever casos de manutenção de crédito. XII . o montante do imposto sobre produtos industrializados. § 5º. para efeito de sua cobrança e definição do estabelecimento responsável.b) sobre operações que destinem a outros Estados petróleo. de serviços e de mercadorias. relativamente à remessa para outro Estado e exportação para o exterior. configure fato gerador dos dois impostos. combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. nas hipóteses definidas no art. realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização.não compreenderá.” HIERARQUIA DAS LEIS NO ICMS – ANÁLISE DA PIRÂMIDE DE KELSEN CONSTITUIÇÃO FEDERAL E EMENDAS À CONSTITUIÇÃO NORMAS COMPLEMENTARES A CONSTITUIÇÃO: LEIS COMPLEMENTARES NORMAS ORDINÁRIAS: LEIS/MEDIDAS PROVISÓRIAS DECRETOS RESOLUÇÕES 5 . XI . a. isenções. mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal.cabe à lei complementar: a) definir seus contribuintes. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados. c) disciplinar o regime de compensação do imposto. serviços e outros produtos além dos mencionados no inciso X. e energia elétrica. em sua base de cálculo. b) dispor sobre substituição tributária. o local das operações relativas à circulação de mercadorias e das prestações de serviços. g) regular a forma como.

não pode haver entrada de mercadoria sem que fique em poder do seu recebedor cópia do documento que suportou a saída. torna-se imprescindível para o controle das operações a emissão de documentos fiscais. Princípio da escrituração Em decorrência do princípio da não cumulatividade e da forma como são documentadas as operações realizadas com mercadorias. Princípio da incidência sobre a saída da mercadoria O ICMS têm como momento de incidência o instante da saída da mercadoria. de forma não só a se positivarem as operações gravadas. 2. não ocorra o fato gerador ou não se exija o tributo. Como regra geral. o fato gerador e o momento de incidência do produto independem dos efeitos econômicos da operação. não interessando a natureza da operação realizada. pode-se afirmar que não pode haver saída de mercadoria sem documento fiscal que a acoberte. mas da saída da mercadoria (seja por venda. por disposição legal. Imposto seletivo O ICMS é norteado pelo Princípio da Essencialidade. de modo que. torna-se necessária a escrituração fiscal. desde sua origem (importação ou produção) até sua entrega ao consumidor final. entre o imposto devido sob os produtos saídos do estabelecimento e o pago relativamente aos produtos nele ingressados. se possa conhecer com clareza e precisão a situação do contribuinte.2. como também o débito ou crédito do imposto. Princípio documental Em resposta a: função do sistema orgânico do ICMS. o qual grava os produtos em função de sua essencialidade. 2. contudo. Imposto não cumulativo O ICMS está sujeito ao princípio constitucional da não cumulatividade. por transferência ou por qualquer outro motivo). a emissão de documentos (notas fiscais) é indispensável. 2. 2. a obrigação de pagar o imposto não decorre do tipo de operação realizada. ou seja. 2.2.6. PRINCÍPIOS GERAIS DO ICMS 2.1. Isto significa que o montante do imposto devido resulta da diferença a maior em determinado período.4. por parte da população. há diferenças nas alíquotas do imposto em razão do grau de menor ou maior necessidade.5. 6 . a qualquer tempo. por doação. É bem verdade que é exigido do contribuinte que a natureza da operação seja claramente indicada na nota fiscal. Mesmo para aquelas operações em que. nos quais fiquem consignados os respectivos valores. Princípio da incidência múltipla O ICMS acompanha a mercadoria em todas as fases de sua circulação. ou seja. em consumir cada produto. Assim como.3.

3. B. por pessoa física ou jurídica. F. Entrada de mercadoria importada. 175. a lei complementar que trata deste imposto. Suspensão do Imposto Nestes casos a lei suspende a cobrança do imposto visando a ocorrência de determinado evento futuro. Substituição Tributária Processo pelo qual é transferida a obrigação de recolher o imposto de uma pessoa para outra. Existirá um benefício fiscal que dispensará o pagamento do imposto. A isenção é um caso de exclusão do crédito tributário (art. geralmente a substituição tributária implica no reconhecimento antecipado da ocorrência do fato gerador.3. 3.7. uma vez que a Constituição Federal suprime ao legislador a competência ou o poder de tributar determinadas situações expressamente previstas pela Carta Magna. Prestações onerosas de serviços de comunicação. Diferimento do Imposto Nestes casos verifica-se a ocorrência do fato gerador do imposto normalmente.5. Imunidade É uma não incidência qualificada. definido em Lei. Operações relativas à circulação de Mercadorias. 87/96. em virtude da legislação não descrever a situação como hipótese de incidência. 3. 7 . D. Fornecimento de mercadorias com prestação de serviços não compreendidos na competência tributária dos municípios. I . 3. 3. bens. restaurantes e estabelecimentos similares. Prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal. ou. 3. Sobre serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior. DEFINIÇÃO TERMOS COMUNS A MATÉRIA 3. por qualquer via. 2º da LC. em regra geral. imponha a tributação separada do ICMS sobre as mercadorias empregadas. de pessoas. E.2. Não Incidência Em linhas gerais.3. 4. esse evento futuro relaciona-se ao retorno das mercadorias em determinado prazo.4.6.CTN). sendo apenas postergado o recolhimento do imposto dele decorrente.1. C. Fato Gerador É o fato real ou não. Isenção É o próprio poder público competente para exigir o tributo que tem o poder para isentar. quando sujeitos ao ISS. O Imposto incide sobre: A. FATOS GERADORES DO ICMS Os fatos geradores do ICMS estão definidos no Art. necessário e suficiente à caracterização da ocorrência da obrigação principal (obrigação de pagar o tributo). mercadorias e valores. ainda quando se tratar de bens destinados a consumo ou ativo permanente do estabelecimento. inclusive o fornecimento de alimentação e bebidas em bares. por não incidência entende-se a não ocorrência do fato gerador.

BASE DE CÁLCULO (Artigos 4 a 13 . de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo.G. • Nas saídas de mercadorias em prestação de serviços de competência do Município. • Na entrada no território do Estado de destino.Livro I – RICMS/RJ) Contribuinte é qualquer pessoa. 5. incluindo mercadorias e Serviço C) O preço de serviço D) O preço corrente E) Valor da Mercadoria + IPI + PIS+ COFINS IOF + Despesas Aduaneiras F) O valor de que decorreu A entrada G) O valor. Transmissão de mercadorias sem trânsito pelo transmitente. inclusive lubrificantes e combustíveis derivados de petróleo e de energia elétrica. • • • • Nas saídas de mercadorias Transmissão de propriedades de mercadorias depositadas.RICMS/RJ) A base de cálculo do ICMS será: A) O valor da operação B) O valor da operação. Adquira lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo oriundos de outro Estado. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. 6. de serviço iniciado em outro Estado e não esteja vinculado a operação ou prestação subseqüente. do serviço prestado. Seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior. no território do Estado destinatário. ainda que as destine a consumo ou ao ativo permanente do estabelecimento. operações de circulação de mercadoria ou prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. mesmo sem habitualidade: A. CONTRIBUINTE (Artigo 15 . D. no Estado de origem. É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que. quando não destinados à comercialização/industrialização.Livro I . 8 . Importe mercadorias do exterior. física ou jurídica. B. quando não destinados à comercialização. • Na utilização por contribuinte. Adquira em licitação de mercadoria apreendidas ou abandonadas. de petróleo. • Na entrada de bens importados. Sobre a entrada. C. No fornecimento de alimentação e bebidas • Na prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. que realize. com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial.

em outro Estado. ALÍQUOTAS As alíquotas vigentes do ICMS são: 7. Interestaduais a. Importação (RJ) As alíquotas nas operações de importação poderão variar em função do local em que a mercadoria será desembaraçada. C. B. juros e demais importâncias pagas.1. O IPI. A Tributação do Diferencial de Alíquota Será devido nas aquisições fora do Estaso. Alíquota 7 % Nas operações com mercadorias integrantes da cesta básica. bem como os descontos sob condição. quando a operação for realizada de contribuinte para não contribuinte ou entre contribuintes e o produto não se destinar à industrialização ou comercialização. Aquisições. caso o transporte seja efetuado pelo próprio remetente ou por sua conta e ordem e seja cobrado em separado. De se notar que o frete que acompanha essas mercadorias.4.3. 13 § 3º da Lei Complementar 87/96. B. Com destino a não contribuinte do imposto: 18% b.123/2003.INTEGRA A BASE TRIBUTÁVEL: A. Seguros. recebidas ou debitadas. Com destino a contribuinte localizado: . exceto nas hipóteses previstas no Decreto 33.exceto Espírito Santo: 12% c. e que sai tributado de outro estado sofre a incidência de diferencial de alíquota por estar elencado nos art. para seu consumo próprio ou para o ativo imobilizado. II c e 12. 7. Interna A. 7. de mercadoria para uso/consumo ou ativo fixo por contribuinte a diferença entre alíquota interna e a interestadual.2. XIII e art.Nas regiões Norte. 7. Nordeste. Obs: Deverá ser acrescido 1% de Adicional do Fundo de Combate a Pobreza e às Desigualdades. 9 . Frete.Nas regiões Sul e Sudeste. Alíquota 18%: Nas operações: a) Nas prestações com destino a consumidor final – ( não contribuinte ) b) Nas demais prestações ou operações internas. 11. 7. Centro-Oeste e no Estado do Espírito Santo: 7% .

I. F. ressalvadas as hipóteses de incidência previstas nesta mesma lei complementar.Art. B. 8. pelo próprio autor da saída. quando destinados à industrialização. G. Operações interestaduais relativas à energia elétrica e petróleo. Operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de bens móveis salvados de sinistro para companhias seguradoras. Operações com ouro. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial. ou a comercialização. não compreendida a venda do bem arrendado ao arrendatário. Saídas para fins de demonstração. desde que retornem em 180 dias prorrogáveis. O Imposto não incide sobre: A. ISENÇÃO E DIFERIMENTO DO ICMS 8. Operações e prestações que destinem ao exterior mercadorias. inclusive a operação efetuada pelo credor em decorrência do inadimplência de devedor. . inclusive produtos primários e produtos industrializados semi-elaborados. de serviço de qualquer natureza definido em lei complementar como sujeito ao imposto sobre serviços. C. quando o destinatário for contribuinte e estabelecido neste Estado. Operações com livros. inexistindo a figura do diferencial de alíquota. Operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de propriedade de estabelecimento industrial. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. 3º § único Equipara-se à operação de exportação a saída de mercadoria realizada com o fim específico de exportação para o exterior.1 Da Não Incidência O Art. inclusive trading ou outro estabelecimento da mesma empresa. SUSPENSÃO. desde que retornem em 30 dias prorrogáveis. Armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro. Operações decorrentes de alienação fiduciária em garantia. jornais. D.2 Da Suspensão O artigo 52 do RICMS/00 prevê os casos de suspensão do ICMS: Saídas para conserto. Operações de arrendamento mercantil. Empresa comercial exportadora. Operações relativas a mercadorias que tenham sido ou que se destinem a ser utilizadas na prestação. destinadas a: A. ou serviços. H. comercial ou de outra espécie. E. B.Quando a venda interestadual for para não contribuinte. 47 do RICMS/02 prevê os seguintes casos de não incidência do ICMS. reparo ou de industrialização. NÃO INCIDÊNCIA. 8. 10 . periódicos e o papel destinado à sua impressão. o entendimento é de que prevalecerá a alíquota original de 18 % +1% . de competência dos Municípios.

Exemplo: Saídas para feiras e exposições. conforme I Convênio do RJ/67. em regra. ou seja o ICMS não será cobrado na primeira saída e sim acaba sendo recolhido na operação subseqüente. não o seja em certas circunstâncias. fazendo com que o imposto. desde que retornem em 60 dias.3 Da isenção A isenção corresponde a uma norma aditiva. 11 . devido. que no caso do ICMS são os convênios celebrados e ratificados entre os Estados. que modifica a norma básica .4 Do diferimento O diferimento significa que a postergação do lançamento do tributo para momento subseqüente. 8.8. Exemplo: Venda de sucata nas operações internas.

No caso de entrega em domicilio (delivery) nas vendas para consumidor final. farmácias. • Uso de novas tecnologias de mobilidade. Cessação. Revalidação. restaurantes.). Em âmbito estadual. • Integração de plataformas de vendas físicas e virtuais. a NFC-e está regulamentada no Anexo I do Livro VI do RICMS/00. Mapa Resumo.785/14) e no Anexo II-A da Parte II da Resolução SEFAZ nº 720/14 (alterada pela Resolução SEFAZ nº 759/14).SEGUNDA PARTE – NOTA FISCAL DE CONSUMIDOR ELETRÔNICA – NFC-ePRINCIPAIS FUNDAMENTOS 1. • Simplificação de obrigações acessórias (dispensa de impressão de Redução Z e Leitura X. floriculturas. • Redução significativa dos gastos com papel. • Dispensa da figura do interventor técnico. com o intuito de documentar as operações comerciais de venda presencial ou venda para entrega em domicilio o consumidor final (pessoa física ou jurídica) em operação interna e sem geração de crédito de ICMS ao adquirente. etc.NF-e). Para as demais operações. Nessas hipóteses será exigida na NFC-e a identificação do consumidor (nome. CONCEITO DE NOTA FISCAL DE CONSUMIDOR ELETRÔNICA – NFC-e A Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) é um documento de existência apenas digital. térmica ou a laser. Somente deve ser utilizada nas operações comerciais de venda presencial ou venda para entrega em domicilio a consumidor final. o contribuinte deverá utilizar a nota fiscal eletrônica modelo 55 (NF-e). emitido e armazenado eletronicamente. que alterou o Ajuste Sinief no 07/05 (Nota Fiscal Eletrônica . como entregas de produtos provenientes de pizzarias. Lacres. • Uso de papel não certificado.427/00 (alterado pelo Decreto nº 44. aprovado pelo Decreto no 27.. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL A NFC-e foi instituída pelo Ajuste Sinief no 01/13. • Uso de Impressora não fiscal. a NFC-e somente poderá ser utilizada nas operações dentro do Estado. 3. 2. com menor requisito de tempo de guarda. • Transmissão em tempo real ou on-line da NFC-e. • Apelo ecológico. BENEFÍCIOS ESPERADOS Seguem vantagens na utilização da NFC-e: • Dispensa de homologação do software pelo Fisco. • Flexibilidade de expansão de PDV. lanchonetes. CPF/CNPJ se consumidor final) e do endereço de entrega. • Não há necessidade de autorização prévia do equipamento a ser utilizado. etc. Comunicação de ocorrências. 12 .

O projeto NFC-e foi desenvolvido para ser compatível com todos os tipos de plataformas móveis. Não é necessário autorizar qualquer equipamento ou software na SEFAZ para emitir a NFC-e. III .1. b) requererem inscrição estadual.º de outubro de 2014.CSC (token) é requisito de validade do DANFE-NFC-e. No ambiente de testes. de conhecimento exclusivo do contribuinte e da SEFAZ. obrigados ao uso de ECF não tenham solicitado autorização de uso de equipamento antes de 1º de outubro de 2014. II .º de janeiro de 2016. seguindo o padrão ICP-Brasil. as NFC-e possui validade jurídica e produz efeitos próprios dos documentos fiscais. • A3: é emitido em uma mídia criptográfica: HSM. DOCUMENTOS QUE SERÃO SUBSTITUÍDOS A NFC-e substitui: • a Nota Fiscal de Venda a Consumidor. não. 5. independentemente do regime de apuração a que estejam vinculados. ATENÇÃO! O Código de Segurança do Contribuinte . a partir da referida data. cartão inteligente ou token. portanto deve ser cadastrado no programa emissor do contribuinte antes da primeira nota fiscal emitida. 7. modelo 2. No ambiene de produção. CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DA NFC-E NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO I . b) que. proporcionando major mobilidade e segurança. CERTIFICAÇÃO DIGITAL Os certificados devem ser emitidos por uma autoridade certificadora. isto é. contribuintes optantes: 13 .1. • o Cupom Fiscal emitido por ECF. o documento não tem nenhum valor fiscal. usado para garantir a autoria e a autenticidade do DANFENFC-e. ainda que. O Código de Segurança do Contribuinte . 6.1. dispensando o uso de cartões inteligentes ou tokens. CREDENCIAMENTO DO CONTRIBUINTE A emissão de NFC-e tem como pré-requisito o cadastramento das empresas em cada um dos ambientes: Produção e Testes. contribuintes que: a) apuram o ICMS por confronto entre débitos e créditos.4.CSC (token) é um código alfanumérico.º de julho de 2015. podendo ser dos seguintes tipos: • A1: é gerado e armazenado em seu computador pessoal. contribuintes: a) voluntários para emissão em ambiente de produção. venham a se enquadrar em outro regime de apuração.

O layout do arquivo de solicitação de cancelamento de NFC-e 14 . O prazo máximo para cancelamento de uma NFC-e é de até 24 horas após a concessão da autorização de uso.000. disponível no Portal Nacional da NF-e. A impressão do QR-Code no DANFE NFC-e tem a finalidade de facilitar a consulta dos dados do documento fiscal eletrônico pelos consumidores. CANCELAMENTO DA NFC-E Somente poderá ser cancelada a NFC-e previamente autorizada e desde que ainda não tenha ocorrido a saída da mercadoria do estabelecimento.800. contribuintes optantes pelo Simples Nacional com receita bruta anual auferida no ano-base 2014 superior a R$ 360. DA GUARDA DO ARQUIVO XML Por se tratar de um documento fiscal digital. etc. IV .00 (trezentos e sessenta mil reais). endereço de entrega.00 (um milhão e oitocentos mil reais). O QR-Code é um código de barras bidimensional. • Para o caso da entrega em domicilio. que significa “código de resposta rápida" devido a capacidade de ser interpretado rapidamente. independentemente da receita bruta anual auferida. valores. 8.1. Tem as seguintes funções básicas: • Conter a chave de acesso da NFC-e para que se consulte a regularidade da mesma. inclusive os previstos no Livro V do RICMS/00. O documento fiscal relativo a operação é o arquivo digital da NFC-e.). o DANFE NFC-e acompanhará a mercadoria em trânsito. Não existe obrigatoriedade da guarda do DANFE NFC-e. que foi criado em 1994 pela empresa japonesa Denso-Wave. a NFC-e deve ser armazenada eletronicamente pelo período de 5 (cinco) anos.º de janeiro 2017. 9. O DANFE NFC-e deverá ser impresso conforme as especificações técnicas definidas em manual próprio.000. 10. • Conter a código de barras bidimensional da NFC-e (QR-Code) para que se consulte a regularidade da mesma. destinatário.º de julho 2016. V .a) pelo Simples Nacional com receita bruta anual auferida no ano-base 2014 superior a R$ 1.1. conforme determinado pela legislação tributária. O pedido de cancelamento de uma NFC-e deverá ser feito por meio do web service de eventos. fornecendo outras informações básicas sobre a venda (emitente. b) por demais regimes de apuração distintos do regime de confronto entre débitos e créditos. demais contribuintes. mediante leitura com o uso de aplicativo leitor de QR-Code instalado em smartphones ou tablets. devendo ser autorizado pela SEFAZ. DO DOCUMENTO AUXILIAR DA NFC-E – DANFE NFC-E E QR-CODE O DANFE NFC-e é uma representação simplificada da NFC-e. a partir de um smartphone ou tablet. Atualmente existem no mercado inúmeros aplicativos gratuitos para smartphones que possibilitam a leitura de QR-Code.

indicando este tipo de emissão. 12. Esta consulta poderá ser efetuada pelo consumidor de duas formas: pela digitação. • utilizar equipamento ECF (enquanto a legislação permitir). • efetuar geração prévia do documento fiscal eletrônico em contingência e autorização posterior.fazenda. 13. os números de NFC-e que não foram utilizados em razão de ter ocorrido uma quebra de sequência da numeração da NFC-e. As NFC-e canceladas.nfe.impresso em decorrência de problemas técnicos”. eventualmente. não foi utilizada antes da emissão da no 110. de acordo com a legislação tributária vigente. conforme definido no Manual de Orientação do Contribuinte. mas a faixa 101 a 109. por motivo de ordem técnica. Exemplo: a NFC-e no 100 e a no 110 foram emitidas. INUTILIZAÇÃO DA NFC-E O pedido da inutilização de numeração de NFC-e tem a finalidade de permitir que a emissor comunique a SEFAZ. disponível no Portal Nacional da NF-e (www. observado o disposto convênio específico. utilizando aplicativos gratuitos de leitura de QR Code. sendo que na hipótese de necessidade de vias adicionais a impressão poderá ser feita em qualquer tipo de papel. constantes impressos no DANFE NFC-e ou por consulta via leitura do QR Code constante impresso ou disponibilizado em meio eletrônico. com prazo máximo de envio de até 24 (vinte e quatro) horas. podendo o fisco não reconhecer o pedido nos casos de dolo.gov.br) 11. cancelada ou denegada). o Estado do contribuinte emitente deverá disponibilizar o serviço de consulta pública da NFC-e. CONTINGÊNCIA DA NFC-E Quando não for possível transmitir a NFC-e ou obter resposta à solicitação de autorização de uso em decorrência de problemas técnicos. em página web. por problemas técnicas ou de sistemas do contribuinte. denegadas e as números inutilizados devem ser escriturados. sem valores monetários. até o décimo dia do mês subsequente. Durante a emissão de NFC-e é possível que ocorra. contendo a expressão “DANFE NFC-e em Contingência . A inutilização de numeração só é possível caso a numeração ainda no tenha sido utilizada em nenhuma NFC-e (autorizada. uma quebra da sequência da numeração. dos 44 caracteres numéricos da chave de acesso. A inutilização do número tem caráter de denúncia espontânea do contribuinte de irregularidades de quebra de sequência de numeração. fraude ou simulação apurada.poderá ser consultado no Manual de Orientação do Contribuinte (MOC). 15 . adotando uma das seguintes alternativas: • imprimir duas vias do DANFE NFC-e em Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA). o contribuinte poderá operar em contingência para gerar arquivos. disponíveis para dispositivos móveis como smartphones e tablets. CONSULTA PÚBLICA DA NFC-E Para que o consumidor possa verificar a validade e autenticidade da NFC-e. A decisão da emissão da NFC-e em contingência é exclusiva do contribuinte e não depende de autorização do Fisco.

. por meio de um leiaute único para os dois modelos de documento fiscal. PREENCHIMENTO DAS INFORMAÇÕES DO DESTINATÁRIO Não há necessidade de preenchimento de informação do destinatário exceto nas hipóteses abaixo: É obrigatória a identificação do destinatário: a) quando o valor total da operação for superior ao montante equivalente a R$ 10. hipótese em que também deverá ser informado o endereço do adquirente.Identificação. interestadual ou operação com o exterior) a partir de um campo novo.00 (dez mil reais). para as UF que adotam este tipo de controle.Identificação de venda presencial. .14. se o destinatário possui Inscrição Estadual mesmo não sendo contribuinte do ICMS. pela Internet ou por outros meios de atendimento.am. VERSÃO 3. ou no exterior.000. .br/nfceweb/consultarNFCe.gov.Identificação de venda para Consumidor Final.Inclusão do campo de Hora de emissão da NF-e e no formato UTC1 e conversão dos demais campos de hora para o mesmo formato UTC. permitindo a autorização de uma NF-e em uma operação interna na UF para um destinatário com endereço em outra UF. b) quando solicitado pelo adquirente. nas operações cujo valor total for inferior a R$ 10.sefaz. quando houver entrega em domicílio do bem ou mercadoria objeto da operação. . Chave de Acesso: 13130304501136000136650020000000011009591488 Endereço para Consulta Pública SEFAZ AM: http://sistemas.do?acao=submitConsultaNFCeRedirect&tx tChaveAcessoNFe=13130304501136000136650020000000011009591488 16 . no leiaute da NF-e. Abaixo segue a chave de Acesso da 1ª NFC-e do Brasil e o link para sua consulta pública no portal da SEFAZ Amazonas.Identificação do tipo de operação (interna na UF.000. . 15.Compatibilização do leiaute da NF-e com o leiaute da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e).10 As principais mudanças documentadas nesta versão relacionadas com o leiaute da NF-e são: NT 2013/005: . c) independentemente do valor da operação.00 (dez mil reais).

Um cuidado adicional. Na recepção do documento fiscal. valores. isenção ou imunidade. é de fundamental importância a verificação da sua correta emissão. Espécie e volume da mercadoria transportada. é de se manter um cadastro dos fornecedores de forma a não se correr o risco de acatar NF’s de contribuintes em situação irregular. Data da emissão e da saída da mercadoria. Conceito de Documento Fiscal A Nota Fiscal é documento que serve aos fiscos municipal. existe a expressão legal que a sujeite. Se não foi emitida por pessoa distinta da que constar como emitente. o contribuinte destinatário passa a responder solidariamente ao contribuinte emissor do documento. cumprindo os requisitos tais como: natureza de operação. Dados do destinatário como nome. endereço. Destaque do imposto. Se é de fato fruto de operação realizada. destaques de tributos. descrição de produtos e mercadorias. Coluna observações: atentar para identificação do endereço de entrega quando não for o mesmo do destinatário. Sempre verificar: Se no caso de não incidência. 1. 17 . IE. Cuidados na emissão e na recepção das Notas Fiscais Ressaltamos que a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica é documento que deve está emitido dentro das regras legais. PROCEDIMENTOS GERAIS DE EMISSÃO E RECEPÇÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS 1.2. tanto perante o fisco estadual como perante o fisco federal. e quando aplicável a identificação do destinatário.TERCEIRA PARTE – PREENCHIMENTO DA NFC-E E CUIDADOS ESPECIAIS 1. estadual e federal para que se promovam as fiscalizações inerente aos registros contábeis e fiscais do faturamento e da circulação de mercadorias. Dados do Transportador e do veículo. Se o contribuinte tem regularidade em sua Inscrição Estadual ou CNPJ. se existente. O CST e o Código fiscal e a Descrição da Mercadoria. CNPJ. O CFOP e a natureza da operação. visto que se este for recepcionado e acatado estando irregular.1.

é considerado inidôneo.405 .omita indicação prevista na legislação. somente são aceitos os seguintes CFOP: 5.3. Conceitos de Documentos Inidôneos Com base nos artigos 24 do Livro VI do RICMS/00. 18 . Códigos Fiscais de Operações e Prestações – CFOP.Venda de produção do estabelecimento. "Orçamento". esteja com sua inscrição baixada.tenha sido emitido por pessoa distinta da que constar como emitente. VII . quando indevidamente utilizados como documentos fiscais.seja utilizado fora do prazo de validade que lhe for atribuído pela legislação tributária para o fim respectivo.Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros. efetivamente. (art. registrada na NFC-e. adquirente da mercadoria em operações interestaduais. 1. por ocasião da saída que promove.seja emitido por quem não esteja inscrito ou. VIII . entre dado constante de suas diversas vias. 5.1. a uma operação realizada. efetuada fora do estabelecimento. V . VI . como contribuinte substituído.104 .apresente divergência. esteja preenchido de forma ilegível ou contenha rasura ou emenda que lhe prejudique a clareza. é considerado “substituto tributário”. 5.103 .102 . efetuando o pagamento do imposto devido por substituição tributária na entrada da mercadoria em território fluminense. II . o documento que: I . O código CFOP (Código Fiscal de Operação e Prestação) identifica a natureza das operações e prestações realizadas pelo contribuinte.Venda de mercadoria de terceiros.4. recebida anteriormente em consignação mercantil. efetuada fora do estabelecimento.seja referente à mercadoria destinada a contribuinte não inscrito no cadastro estadual.Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros. já que. 4º da Resolução SEFAZ nº 537/12).115 . a exemplo de "Nota de Conferência". atua como substituído. suspensa ou com atividade impedida ou paralisada. mas não é impresso no DANFE NFCe.não corresponda. IX . fazendo prova apenas em favor do Fisco. ou esteja com sua inscrição suspensa nos termos da legislação tributária.101 .contenha declaração inexata. Na NFC-e. se inscrito. 5. Ele consta do XML.não seja o exigido para a respectiva operação ou prestação. sujeita a ST.não guarde requisito ou exigência prevista na legislação ou cuja impressão não tenha sido autorizada pelo Fisco. 5. para todos os efeitos fiscais.Venda de produção do estabelecimento. Esse código será utilizado inclusive nas hipóteses em que o varejista. sempre que obrigatória tal inscrição. 5.Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros. X . III . IV . "Pedido" e outros do gênero.

5.Venda de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento destinado a consumidor ou usuário final. O objetivo do CST é descrever..6. qual o tipo de tributação que o produto está sofrendo naquela operação e qual sua origem. Devoluções de vendas 1. traço ou barra.656 . de forma clara. Vendas Exportações Remessas em consignações Simples Faturamento. uma combinação de 3 dígitos. É importante observar que o Código de Situação Tributária não é separado por ponto. um ao lado do outro. Para escolha do CST correto. 5.5. Remessa para industrialização. Códigos de situação Tributária – CST. Remessa para concerto Remessa para armazenagem Compra de Produtor Rural Entrada por Importações Devoluções de remessas de. a sua utilização depende de convênio firmado entre o Estado e o município. para consumidor final. os contribuintes não devem considerar o tratamento fiscal do IPI que constar do respectivo documento fiscal. Ele é uma sequência de 3 algarismos arábicos sem separação.Nas operações sujeitas a mais de uma situação tributária constantes de uma mesma Nota Fiscal os valores relativos ao mesmo código devem ser subtotalizados.Prestação de serviço tributado pelo ISSQN (Nota Fiscal conjugada). somente serão utilizados os seguintes códigos: 19 . não impedindo a existência de outras em função da especificidade de determinadas atividades.5. não há nenhum convênio.. 1.933 . Natureza das operações. Embora tecnicamente haja possibilidade de inclusão de serviços tributados pelos municípios (ISS) na NFC-e. 2. As operações de movimentação de mercadorias podem ser representadas pelas seguintes.Venda de combustível ou lubrificante de terceiros. Na NFC-e. A análise para essa escolha deve limitar-se apenas ao tratamento do ICMS. tendo em vista tratar-se de documento que acoberta operações realizadas no varejo.Venda de combustível ou lubrificante a consumidor ou usuário final estabelecido em outra unidade da Federação. Na utilização dos CST devem ser observadas as seguintes regras básicas: 1. Atualmente.667 .653 . se nacional ou estrangeira. 5.

5.5.101 .Outras (será utilizado em situações muito específicas.653 -5. devendo ser utilizada o CST PIS/COFINS conforme a seguir: 20 . mesmo quando o contribuinte usufruiu de tratamento tributário especial.5.101 .5.Isenta 41 .5.656 .102 .5.102 . teremos as seguintes relações possíveis entre CST/CSOSN e CFOP: CST CFOP BC e Alíquota 00 5.Tributada integralmente 20 . como no caso dos restaurantes e padarias (Livro V) 20 5.104 . Assim.CST 00 .101 .405 .101 .104 .5.5.102 .115 Não são informados 300 5. Veja “Gorjeta” em “Operações Especiais”) Simples Nacional .5.102 .101 .103 .115 Não são informados 60 5.103 .CSOSN 102 .102 .405 . será utilizado como código do item “gorjeta”.104 .5.5.5. No Rio de Janeiro.667 Não são informados 2.5.ICMS cobrado anteriormente por substituição Tributária 90 .103 .Com redução de base de cálculo 40 .5.103 .5.5.103 .104 .5.115 Não são informados 500 5.101 .5.5.5.653 -5.Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito 300 .5.656 .5.102 .ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária (substituído) ou por antecipação *Inclusive os estabelecimentos com atividade de fornecimento de alimentação e as padarias e confeitarias sujeitos aos tratamentos tributários a que se referem os Títulos V e V-A do Livro V do RICMS/00.5.103 .115 Devem ser informados.5.667 Não são informados CSOSN CFOP BC e Alíquota 102 5.Não tributada 60 .Imune 500 .5.104 .115 Devem ser informados 40 5.5.5.104 .Regime Normal .5. PIS e COFINS Trata-se de tributos administrados pela Receita Federal do Brasil.115 Não são informados 41 5.

Tipo de cálculo: Percentual Alíquota: 0% Valor do PIS: 0. Na hipótese de se tratar de item que não possa ser classificado (alimentos servidos nos restaurantes.00 . constam os códigos da NCM dos produtos adquiridos. por exemplo). o interessado deverá consultar a unidade da Receita Federal do seu domicílio fiscal. nas NF-e emitidas para acobertar a operação de compra de mercadorias.Revenda a Alíquota Zero Operação Tributável por Substituição Tributária Operação Tributável a Alíquota Zero Operação Isenta da Contribuição Operação sem Incidência da Contribuição Operação com Suspensão da Contribuição Outras Operações de Saída Nas hipóteses em que o contribuinte não esteja obrigado ao preenchimento desses campos.TABELA CÓDIGO DA SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA REFERENTE AO PIS/PASEP/COFINS (CST-PIS/COFINS): CÓDIGO 01 02 03 04 05 06 07 08 09 49 Descrição Operação Tributável com Alíquota Básica Operação Tributável com Alíquota Diferenciada Operação Tributável com Alíquota por Unidade de Medida de Produto Operação Tributável Monofásica .PIS Campo CST: “99” (“outras operações”).7.COFINS Campo CST: “99” (“outras operações”). NCM O código da NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) é utilizado para identificar e classificar as mercadorias. Como é um campo obrigatório para todos os contribuintes. deve ser informado o código da NCM completo (8 posições) do produto. 21 . Basta consultar a NF-e de entrada da mercadoria. Em caso de dúvidas sobre a correta classificação fiscal de mercadorias. o campo deve ser preenchido com 8 zeros: “00000000” (Nota Técnica 2014/004). Dessa forma. Tipo de cálculo: Percentual Alíquota: 0% Valor do COFINS: 0. deverá ser informado: . e os mesmo constem do aplicativo utilizado. o varejista não terá dificuldades para preencher o campo. como no caso do optante pelo Simples Nacional.00 1. Na NFC-e.

desde que não modifiquem: a) as variáveis que determinam o valor do imposto tais como: base de cálculo.8.O código NCM consta do XML. modelo 55.9. conforme for o caso. Troco A informação sobre o troco não consta do leiaute da NFC-e. quantidade. alíquota. Nos casos que impliquem erro/ausência de valor no documento fiscal.10. 1. “Art.00. diferença de preço. reajustamento de preço. No DANFE NFC-e.000. serão impressas no campo destinado a “Mensagem de Interesse do Contribuinte”. mas não é impresso no DANFE NFC-e. consoante o disposto no artigo 32. o contribuinte deverá separá-los e inclui-los em outra NFC-e. Caso se trate de vários itens cuja soma total ultrapasse o referido valor. 1. É obrigatória a inclusão de telefone e endereço do órgão de fiscalização do Estado do Rio de Janeiro em Defesa do Consumidor – Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor PROCON–RJ e da Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro – ALERJ nos documentos fiscais emitidos pelos estabelecimentos comerciais do Estado do Rio de Janeiro. Informações Complementares As informações exigidas pela Lei nº 5.: A carta de correção não é aplicável para corrigir NFC-e. (CNPJ/Inscrição) c) a data de emissão ou de saída. deve ser emitida uma Nota Fiscal complementar/suplementar. valor da operação ou da prestação. o contribuinte deverá utilizar NF-e. b) a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário. Este documento só poderá ser utilizado para corrigir determinados campos da Nota Fiscal. ela não constará do arquivo XML nem do DANFE NFC-e. assim sendo. 22 . Carta de Correção. Obs. Livro I do Regulamento do ICMS – Rio de Janeiro. 1º. Valor Total O valor total da NFC-e não pode ultrapassar R$ 200. Mas caso se trate de um único item cujo valor seja superior a R$ 200.00. regularização em virtude de diferença de preço ou quantidade.000.817/10 devem constar da NFC-e.” 1.

Autorizada a convalidação das operações realizadas pelos contribuintes do Simples Nacional com NF. II . Acrescido o inciso IV ao caput da cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 01/13. 20/13.10. 30/13. 24/12. 08/09. 09/09. Vide o § 2º. 08/07.PROCEDIMENTOS NF-E/NFC-E Publicado no DOU de 05. 18/12.12. 05/12.12. relativamente à revogação das alterações do Ajuste SINIEF 08/11.à Nota Fiscal de Produtor. cláusula segunda-A. modelo 1 ou 1-A.11. 49/09.03. 33/08. pelo Ajuste SINIEF 06/11. III .NF-e. não produzindo efeitos que iniciava no dia 01. 01/13. Vide Ajuste SINIEF 14/11. no período de 01.à Nota Fiscal de Venda a Consumidor. modelo 1 ou 1-A. relativamente à transmissão de pedido de cancelamento de NF-e até 31. 15/10. 16/10.NF-e: Ato COTEPE/ICMS 72/05.01. O Conselho Nacional de Política Fazendária .12. que poderá ser utilizada pelos contribuintes do Imposto sobre Produtos Industrializados . Manual de Orientação do Contribuinte: Ato Cotepe/ICMS 11/12. 07/12. efeitos a partir de 09. 39/09. 12/09. 42/09. 04/14. Acrescido o inciso III ao caput da cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 01/13. efeitos a partir de 01.03.172.ANEXOS AJUSTE SINIEF 07/05 . 10/11. 191/10. efeitos a partir de 01. que trata de regime especial nas operações e prestações que envolvam revistas e periódicos. pelo Convênio ICMS 199/10.12. 09/14. modelo 1 ou 1-A. Convalidada a utilização de NF. modelo 2. modelo 4. 15/09. Institui a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica. Vide o Ajuste Sinief 01/12. 11/13.10.13. 23 .12.05. que trata de regime especial nas operações e prestações que envolvam jornais. Vide o Conv. 10/09. 18/10.05. 04/11. 199 do Código Tributário Nacional (Lei nº 5. 22/13. 22/08. Prorrogada a obrigação de preenchimento dos campos cEAN e cEANTrib para 01.13.02. Republicado no DOU de 07.13. Vide cláusula terceira do Ajuste SINIEF 16/12. 14/10. exclusivamente para CONAB. AM. 04/06.10. tendo em vista o disposto no art. ICMS 190/10. Vide Protocolos ICMS 10/07. 12/12. 31/13. 14/07.IPI ou Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre a Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . para o representante comercial e agente do comércio de jornais.01. pelo Conv. no dia 30 de setembro de 2005. Manual de Contingência Eletrônica (DPEC): Ato COTEPE/ICMS 34/08. 02/06. de 25 de outubro de 1966). 04/12. 11/08. 08/10. 03/10.à Nota Fiscal.ICMS em substituição: I . Cláusula primeira Fica instituída a Nota Fiscal Eletrônica .04. ICMS 24/11. relativamente à denominação do “Manual de Integração . na 119ª reunião ordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária. revistas e outras da CNAE 4618-4/99. 05/07. efeitos a partir de 01. realizada em Manaus. resolvem celebrar o seguinte A J U S T E Nova redação dada ao caput da cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 15/10. 17/10. 17/12. Alterado pelos Ajustes SINIEF 11/05. Manual de Integração da Nota Fiscal Eletrônica .CONFAZ e o Secretário Geral da Receita Federal do Brasil.Contribuinte”. a critério da unidade federada.03. 01/09. 16/12. 22/10.10 a 01. 05/14. 19/10.

de existência apenas digital.11 a 30. será identificada pelo modelo 65.04. Redação anterior dada ao § 4º da cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 16/12. modelo 1 ou 1-A. Redação anterior dada ao § 2º da cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 08/07.11. II .12. a critério da unidade federada. § 2º Ficam as unidades federadas autorizadas a estabelecer a obrigatoriedade da utilização da NF-e. Nova redação dada ao § 3º da cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 08/07.09. a qual será fixada por intermédio de Protocolo ICMS. atividade econômica ou natureza da operação por eles exercida.ao Cupom Fiscal emitido por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). a qual será fixada por intermédio de Protocolo ICMS.07.07.07.11. efeitos a partir de 04. o qual será dispensado na hipótese de contribuinte inscrito no cadastro do ICMS de uma única unidade federada. modelo 4. Renumerado o parágrafo único para § 1º da cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 05/07.na hipótese de contribuinte inscrito no cadastro do ICMS de uma única unidade federada. § 4º Quando a NF-e for emitida em substituição à: I .14.12. as unidades federadas poderão utilizar critérios relacionados à receita de vendas e serviços dos contribuintes. efeitos a partir de 01. efeitos de 01. Redação anterior dada ao § 4º da cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 15/10. será identificada pelo modelo 55. respeitado o disposto nos incisos III e IV do caput desta cláusula. 24 . Redação anterior dada ao § 2º da cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 05/07.12 a 31. § 2º Ficam as unidades federadas autorizadas a estabelecer a obrigatoriedade da utilização da NF-e.09.02. efeitos a partir de 01. ou ao Cupom Fiscal emitido por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). modelo 4 somente pelos contribuintes que possuem Inscrição Estadual e estejam inscritos no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica. modelo 2. efeitos de 04. § 4º A NF-e poderá ser utilizada em substituição à Nota Fiscal de Produtor. § 1º Considera-se Nota Fiscal Eletrônica . as unidades federadas poderão utilizar critérios relacionados à receita de vendas e serviços dos contribuintes ou atividade econômica por eles exercida. § 3º Para fixação da obrigatoriedade de que trata o protocolo previsto no § 2º. antes da ocorrência do fato gerador. Nova redação dada ao § 2º da cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 09/09. ou à Nota Fiscal de Produtor. cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e autorização de uso pela administração tributária da unidade federada do contribuinte. § 2º Ficam as unidades federadas autorizadas a estabelecer a obrigatoriedade da utilização da NF-e. a qual será fixada por intermédio de Protocolo ICMS.Nota Fiscal. efeitos de 01.07 a 08. § 3º Para fixação da obrigatoriedade de que trata o § 1º.10.14. Redação anterior dada ao § 3º da cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 05/07. efeitos de 01.07 a 31.07. efeitos a partir de 09. II .07. com o intuito de documentar operações e prestações.Nota Fiscal de Venda a Consumidor.NF-e o documento emitido e armazenado eletronicamente. modelo 4.01.07 a 31.a partir de 1º de dezembro de 2010. efeitos de 04.07. Nova redação dada ao § 4º da cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 22/13. § 4º A NF-e poderá ser utilizada em substituição à Nota Fiscal de Produtor. o qual será dispensado: I .11.IV .02. somente pelos contribuintes que possuem Inscrição Estadual.04.10.04.

07 em relação ao parágrafo único.02. efeitos a partir de 01.08. efeitos até 31. constantes dos Convênios 57/95 e 58/95.10.07. Nova redação dada ao § 5º da cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 22/13. além das demais informações previstas na legislação.NF-e que poderá ser utilizada em substituição a Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A.11.09. § 5º A NF-e será identificada pelo modelo 55. Cláusula primeira Fica instituída a Nota Fiscal Eletrônica . deverá conter a seguinte indicação: “Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica. cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e autorização de uso pela administração tributária da unidade federada do contribuinte. ambos de 28 de junho de 1995. ambos de 28 de junho de 1995. § 5º A NF-e modelo 55 poderá ser utilizada em substituição à Nota Fiscal de Produtor. § 6º A NF-e modelo 65.01. Cláusula segunda Para emissão da NF-e. efeitos a partir de 01. o contribuinte deverá solicitar. efeitos de 01. § 1º É vedado o credenciamento para a emissão de NF-e de contribuinte que não utilize sistema eletrônico de processamento de dados nos termos dos Convênios ICMS 57/95 e 58/95. ser identificada pelo modelo 65. podendo.14.11 em relação ao caput da cláusula primeira e 03.02. modelo 4. Acrescido o § 6º à cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 11/13.09. efeitos de 01. Nova redação dada ao § 1º da cláusula segunda pelo Ajuste SINIEF 11/08.14. Considera-se Nota Fiscal Eletrônica . § 1º O contribuinte credenciado para emissão de NF-e deverá observar.13 a 31. ambos de 28 de junho de 1995 e legislação superveniente. Parágrafo único.NF-e o documento emitido e armazenado eletronicamente. Redação anterior dada ao § 1º da cláusula segunda pelo Ajuste SINIEF 08/07. Nova redação dada ao § 6º da cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 22/13. Revogado o § 2º da cláusula segunda pelo Ajuste SINIEF 11/08. ainda que não atenda ao disposto no Convênio ICMS 57/95.ICMS.08. efeitos até 31. efeitos a partir de 01. 25 .10. seu credenciamento na unidade federada em cujo cadastro de contribuinte do ICMS estiver inscrito.08. ressalvado o disposto no § 2º. em caso de venda presencial no varejo a consumidor final.IPI ou Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre a Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação .Redação original. Acrescido o § 5º à cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 01/13.03. Redação original.07 a 30.NFC-e. § 2º O contribuinte que for obrigado à emissão de NF-e será credenciado pela administração tributária da unidade federada a qual estiver jurisdicionado. de existência apenas digital. as disposições relativas à emissão de documentos fiscais por sistema eletrônico de processamento de dados. § 1º É vedado o credenciamento para a emissão de NF-e de contribuinte que não utilize sistema eletrônico de processamento de dados nos termos dos Convênios ICMS 57/95 e 58/95. pelos contribuintes do Imposto sobre Produtos Industrializados . antes da ocorrência do fato gerador.NFC-e. no que couber.14.09.10. § 2º REVOGADO Redação anterior dada ao § 2º da cláusula segunda pelo Ajuste SINIEF 08/07. somente pelos contribuintes que possuem Inscrição Estadual.08.01. efeitos a partir de 01.13 a 31. § 6º A NF-e modelo 65 será denominada “Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica . efeitos de 01.07 a 30. efeitos de 01.14. com o intuito de documentar operações e prestações. respeitado o disposto nos incisos III e IV do caput desta cláusula.11. previamente.01.04.

efeitos de 01. Redação original.11.07.04. Cláusula segunda-A Ato COTEPE publicará o “Manual de Orientação do Contribuinte” da NFe. efeitos a partir de 01. observadas as seguintes formalidades: Redação original.09 a 08. exceto na hipótese prevista na cláusula décima primeira. exceto quando a legislação estadual assim permitir.11 a 31.07.06. Acrescido o § 4º à cláusula segunda pelo Ajuste SINIEF 22/13.10. exceto quando a legislação estadual assim permitir. Redação anterior dada à cláusula segunda-A pelo Ajuste SINIEF 12/09.11.01. efeitos de 01. disciplinando a definição das especificações e critérios técnicos necessários para a integração entre os Portais das Secretarias de Fazendas dos Estados e os sistemas de informações das empresas emissoras de NF-e. § 2º As referências feitas nas demais cláusulas deste Ajuste ao “Manual de Integração Contribuinte” consideram-se feitas ao “Manual de Orientação do Contribuinte. Cláusula terceira A NF-e deverá ser emitida com base em leiaute estabelecido no “Manual de Integração . Nova redação dada à cláusula segunda-A pelo Ajuste SINIEF 04/12. § 2º É vedada a emissão de nota fiscal modelo 1 ou 1-A por contribuinte credenciado à emissão de NF-e.05. efeitos a partir de 01.Contribuinte’. disciplinando a definição das especificações e critérios técnicos necessários para a integração entre os Portais das Secretarias de Fazendas dos Estados e os sistemas de informações das empresas emissoras de NF-e. Parágrafo único. por contribuinte credenciado à emissão de NF-e modelo 55. efeitos até 30.12.14. Cláusula segunda-A Ato COTEPE publicará o ‘Manual de Integração Contribuinte’. efeitos de 01.09.06 até 31.02. § 1º Nota técnica publicada no Portal Nacional da NF-e poderá esclarecer questões referentes ao Manual de Orientação do Contribuinte.09. Nova redação dada ao caput da cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 12/09.DANFE.04. 26 .12. Acrescido o § 3º à cláusula segunda pelo Ajuste SINIEF 08/07.10. § 3º É vedada a emissão de nota fiscal modelo 1 ou 1-A por contribuinte credenciado à emissão de NF-e. e de Cupom Fiscal por meio de Equipamento Emissor de Cupom Fiscal .09.04. modelo 4. exceto nas hipóteses previstas neste Ajuste ou quando a legislação estadual assim permitir. ou mediante prévia autorização da administração tributária. Nova redação dada ao § 3º da cláusula segunda pelo Ajuste SINIEF 22/13.10.07.ECF por contribuinte credenciado à emissão de Nota Fiscal Eletrônica modelo 65. efeitos até 11.02.14.Redação anterior dada ao § 2º da cláusula segunda pelo Ajuste SINIEF 04/06.14. § 3º É vedada a emissão de nota fiscal modelo 1 ou 1-A ou da Nota Fiscal de Produtor. por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. modelo 4. Redação anterior dada ao § 3º da cláusula segunda pelo Ajuste SINIEF 04/11. efeitos a partir de 01. efeitos de 12. exceto quando a legislação estadual assim permitir. § 2º É vedada a emissão de nota fiscal modelo 1 ou 1-A por contribuinte credenciado à emissão de NF-e. § 3º É vedada a emissão de nota fiscal modelo 1 ou 1-A ou da Nota Fiscal de Produtor. por contribuinte credenciado à emissão de NF-e.Contribuinte”. Nota técnica publicada no Portal Nacional da NF-e poderá esclarecer questões referentes ao ‘Manual de Integração .07 a 30. § 4º É vedada a emissão de Nota Fiscal de Venda a Consumidor. efeitos a partir de 09. modelo 2. quando será emitido o Documento Auxiliar da NF-e . exceto quando a legislação estadual assim permitir.

a partir de 1º de julho de 2014.ICP-Brasil. que comporá a “chave de acesso” de identificação da NF-e.a numeração da NF-e será seqüencial de 1 a 999. Nova redação dada ao inciso II da cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 08/07. Redação original.999.07. devendo ser reiniciada quando atingido esse limite ou.10. efeitos a partir de 01.a numeração da NF-e será seqüencial de 1 a 999. 27 . observadas as seguintes formalidades: I .07. por estabelecimento e por série.02.07.10 a 31.07. III .14. Redação original. II .10. certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . número e série da NF-e. juntamente com o CNPJ do emitente. b) nos demais casos: 1.a NF-e deverá conter um “código numérico”. Acrescido o inciso V à cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 12/09. efeitos até 11. obtido por meio de algoritmo fornecido pela administração tributária. 2. efeitos até 31. efeitos a partir de 01.a NF-e deverá conter um “código numérico”. a critério da unidade federada do emitente. efeitos de 12. Nova redação dada ao inciso IV da cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 11/08.999. Nova redação dada ao inciso III da cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 04/06. para NF-e modelo 55. com assinatura digital.a NF-e deverá ser assinada pelo emitente.999.11.999. por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. para NF-e modelo 65. efeitos a partir de 12.Cláusula terceira A NF-e deverá ser emitida com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE. Redação anterior dada ao inciso IV da cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 04/06. a fim de garantir a autoria do documento digital. anualmente. a partir de 1º de janeiro de 2015.ICP-Brasil.14. certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . contendo o CNPJ do emitente. a fim de garantir a autoria do documento digital. juntamente com o CNPJ do emitente.06.o arquivo digital da NF-e deverá ser elaborado no padrão XML (Extended Markup Language).a NF-e deverá ser assinada pelo emitente com assinatura digital. contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte.09. certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . com assinatura digital. contendo o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz.08.01. Nova redação dada ao inciso V da cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 22/13. Redação original.08.ICP-Brasil.06 a 30.07. devendo ser reiniciada quando atingido esse limite. efeitos de 01. efeitos a partir de 01.a NF-e deverá ser assinada pelo emitente. por estabelecimento. II .06. IV . realizadas por estabelecimento industrial ou a ele equiparado. efeitos até 11.01. V . IV . número e série da NF-e.A identificação das mercadorias comercializadas com a utilização da NF-e deverá conter o seu correspondente código estabelecido na Nomenclatura Comum do Mercosul .07.NCM: a) nas operações: 1. 2. III . IV .06. a fim de garantir a autoria do documento digital. de comércio exterior. gerado pelo emitente. nos termos da legislação federal. que comporá a “chave de acesso” de identificação da NF-e.

o seu correspondente código estabelecido na Nomenclatura Comum do Mercosul .07. até os prazos nela estabelecidos. § 3º Para efeitos da geração do código numérico a que se refere o inciso III.03. efeitos de 01.07. § 1º As séries serão designadas por algarismos arábicos. Nova redação dada ao § 1º da cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 08/09.07. efeitos a partir de 01.CRT e. sendo renumerado o parágrafo único para § 1º. § 2º O Fisco poderá restringir a quantidade de séries. efeitos de 01. § 6º A partir de 1º de julho de 2011. § 4º Nos casos previstos na alínea “b” do inciso V do caput. conforme definidos no Anexo. Acrescido o § 6º à cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 16/10. deverão ser indicados na NF-e o Código de Regime Tributário . Redação anterior dada ao parágrafo único da cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 04/06. vedada a utilização do algarismo zero e de subsérie. efeitos a partir de 01. efeitos a partir de 09.NCM. Parágrafo único.11. nas operações: a) realizadas por estabelecimento industrial ou a ele equiparado. efeitos a partir de 01. pelo Ajuste SINIEF 08/07.CRT e. Redação original.01 do Manual de Integração Contribuinte deverão ser indicados na NF-e o Código de Regime Tributário .14. b) de comércio exterior. em ordem crescente. Acrescido o § 2º à cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 08/07. o Código de Situação da Operação no Simples Nacional . será obrigatória somente a indicação do correspondente capítulo da Nomenclatura Comum do Mercosul NCM. o Código de Situação da Operação no Simples Nacional .01.11.09.06 a 31.01. efeitos de 01.CSOSN.10 a 28. em ordem crescente. quando o produto comercializado possuir código de barras com GTIN (Numeração Global de Item Comercial).A identificação das mercadorias comercializadas com a utilização da NF-e deverá conter. Nova redação dada ao § 5º da cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 14/10. também.02.07. § 1º As séries serão designadas por algarismos arábicos.10.NCM.09. será obrigatória somente a indicação do correspondente capítulo da Nomenclatura Comum do Mercosul .10.07. o campo correspondente deverá ser preenchido com zeros. Parágrafo único. na hipótese de a NF-e não possuir série. efeitos a partir de 01. após: 28 . conforme definidos no Anexo.10 a 31.14. efeitos a partir de 09. mediante prévia autorização da administração tributária. quando for o caso. § 5º A partir de 1º de outubro de 2010.11.02. § 5º A partir da utilização do leiaute definido na versão 4. O contribuinte poderá adotar séries para a emissão da NF-e. Redação anterior.06.CSOSN. Redação anterior dada ao § 5º da cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 03/10. Acrescido o § 3º à cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 08/09.09. fica obrigatório o preenchimento dos campos cEAN e cEANTrib da NF-e. quando for o caso. vedada a utilização de subsérie.07. Nova redação dada ao § 4º da cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 22/13. O contribuinte poderá adotar séries distintas para a emissão da NF-e.07.11.07. efeitos de 12. nos termos da legislação federal.11. § 4º Nas operações não alcançadas pelo disposto no inciso V do caput.V .07 a 08. Cláusula quarta O arquivo digital da NF-e só poderá ser utilizado como documento fiscal. Acrescido o § 4º à cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 12/09. efeitos até 11. a partir de 1.

14. Nova redação dada ao § 3º da cláusula quarta pelo Ajuste SINIEF 10/11. que também não será considerado documento fiscal idôneo. que também não será considerado documento fiscal idôneo. os vícios de que trata o § 1º atingem também o respectivo DANFE.11. III . II .06 a 31. os vícios de que trata o § 1º contaminam também o respectivo . efeitos até 04.14.13. Nova redação dada ao § 2º da cláusula quarta pelo Ajuste SINIEF 22/13. II .o credenciamento do emitente.10. Cláusula quinta A transmissão do arquivo digital da NF-e deverá ser efetuada via Internet.gerado pela NF-e não considerada documento idôneo. que possibilite.07 a 31.é resultado da aplicação de regras formais especificadas no Manual de Integração Contribuinte e não implica a convalidação das informações tributárias contidas na NF-e. fraude. efeitos até 11. a administração tributária da unidade federada do contribuinte analisará. não será considerado documento fiscal idôneo a NF-e que tiver sido emitida ou utilizada com dolo.11. série e ambiente de autorização. Redação anterior dada ao § 2º da cláusula quarta pelo Ajuste SINIEF 08/07. Parágrafo único. § 1º Ainda que formalmente regular. Redação anterior dada pelo Ajuste SINIEF 10/11. § 3º A autorização de uso da NF-e concedida pela administração tributária não implica validação das informações nela contidas. efeitos a partir de 01. impresso nos termos da cláusula nona ou décima primeira. com utilização de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária.06. nos termos da cláusula sexta. emitido nos termos da cláusula nona ou décima primeira. efeitos de 12.13. § 3º A concessão da Autorização de Uso: I . 29 . os vícios de que trata o § 1º atingem também o respectivo DANFE ou DANFE-NFC-e impressos nos termos das cláusulas nona. efeitos de 05.10. série e ambiente de autorização. II . Cláusula sexta Previamente à concessão da Autorização de Uso da NF-e. Redação anterior dada ao § 2º da cláusula quarta pelo Ajuste SINIEF 04/06.ser transmitido eletronicamente à administração tributária. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. número. § 2º Para os efeitos fiscais.11.08. § 2º Para os efeitos fiscais.01. no mínimo. Redação original. o não-pagamento do imposto ou qualquer outra vantagem indevida. § 2º Para os efeitos fiscais.I . os vícios de que trata o § 1º atingem também o respectivo DANFE.ter seu uso autorizado por meio de Autorização de Uso da NF-e.a autoria da assinatura do arquivo digital da NF-e.10. uma NF-e através do conjunto de informações formado por CNPJ do emitente. II .10. efeitos a partir de 05.a regularidade fiscal do emitente. os seguintes elementos: I .07.identifica de forma única uma NF-e através do conjunto de informações formado por CNPJ do emitente. A transmissão referida no caput implica solicitação de concessão de Autorização de Uso da NF-e. Redação original. nona-A ou décima primeira. Nova redação dada ao inciso II do § 3º da cláusula quarta pelo Ajuste SINIEF 11/13. efeitos de 01.identifica de forma única. que também não serão considerados documentos fiscais idôneos.11 a 31. para emissão de NF-e. mesmo que a terceiro. nos termos da cláusula quinta. efeitos a partir de 01.07.09. número. simulação ou erro.02. § 2º Para os efeitos fiscais. pelo prazo decadencial estabelecido pela legislação tributária.07.

em virtude de: a) irregularidade fiscal do emitente. estabelecer que a autorização de uso será concedida mediante a utilização de ambiente de autorização disponibilizado através de infraestrutura tecnológica da Receita Federal do Brasil ou de outra unidade federada. efeitos a partir de 05.da denegação da Autorização de Uso da NF-e. efeitos a partir de 01. Nova redação dada ao inciso II da cláusula sétima pelo Ajuste SINIEF 10/11. estabelecer que a autorização de uso será concedida pela mesma. V . efeitos de 01. II .IV . b) irregularidade fiscal do destinatário. Redação anterior dada ao § 2º à cláusula sexta pelo Ajuste SINIEF 08/07. efeitos a partir de 01. 30 . II .06. § 2º A unidade federada que tiver interesse poderá.10.11.10. efeitos a partir de 12. c) remetente não credenciado para emissão da NF-e.11.da rejeição do arquivo da NF-e. Nova redação dada ao inciso V da cláusula sexta pelo Ajuste 12/09. Acrescido o § 1º à cláusula sexta pelo Ajuste SINIEF 08/07.da denegação da Autorização de Uso da NF-e. a administração tributária cientificará o emitente: I . § 3º Nas situações constante dos §§ 1º e 2º.11. por protocolo. em virtude de: a) falha na recepção ou no processamento do arquivo.10.a numeração do documento. Redação anterior dada ao inciso II da cláusula sétima pelo Ajuste SINIEF 04/06. Cláusula sétima Do resultado da análise referida na cláusula sexta. § 1º A autorização de uso poderá ser concedida pela administração tributária da unidade federada emitente através da infra-estrutura tecnológica da Receita Federal do Brasil ou de outra unidade federada. mediante protocolo. efeitos a partir de 01.10. Nova redação dada à cláusula sétima pelo Ajuste SINIEF 04/06.07 a 04.a integridade do arquivo digital da NF-e. em virtude da irregularidade fiscal do emitente.a observância ao leiaute do arquivo estabelecido no ‘Manual de Integração . Nova redação dada ao § 2º da cláusula sexta pelo Ajuste SINIEF 10/11.07. a administração tributária que autorizar o uso da NF-e deverá observar as disposições constantes deste Ajuste estabelecidas para a administração tributária da unidade federada do contribuinte emitente. f) outras falhas no preenchimento ou no leiaute do arquivo da NF-e. na condição de contingência prevista no inciso I da cláusula décima primeira.07. e) falha na leitura do número da NF-e. mediante a utilização da infra-estrutura tecnológica da Receita Federal do Brasil ou de outra unidade federada.11.Contribuinte’. d) duplicidade de número da NF-e. a NF-e não poderá ser alterada. III . efeitos de 12.11.06 a 04.a observância ao leiaute do arquivo estabelecido em Ato COTEPE. efeitos a partir de 05.da concessão da Autorização de Uso da NF-e.11. a critério de cada unidade federada.09. VI . § 2º A unidade federada que tiver interesse poderá.07. Acrescido o § 3º à cláusula sexta pelo Ajuste SINIEF 08/07. Redação original.10.09. V . efeitos até 30. b) falha no reconhecimento da autoria ou da integridade do arquivo digital.09.07.11. § 1º Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e.

encaminhar ou disponibilizar download do arquivo da NF-e e seu respectivo Protocolo de Autorização de Uso ao destinatário. identificado como “Denegada a Autorização de Uso”. pelo tomador do serviço antes do início da prestação correspondente. § 3º Em caso de denegação da Autorização de Uso da NF-e.10. § 7º O emitente da NF-e deverá. sendo permitido ao interessado nova transmissão do arquivo da NF-e nas hipóteses das alíneas “a”. conforme o caso. efeitos de 01. o número da NF-e.ao destinatário da mercadoria. o mesmo não será arquivado na administração tributária para consulta. obrigatoriamente: a) ao destinatário da mercadoria.11 a 31. pelo emitente da NF-e. obrigatoriamente. encaminhar ou disponibilizar download do arquivo da NF-e e seu respectivo Protocolo de Autorização de Uso ao destinatário e ao transportador contratado.ao transportador contratado.04.11. Redação anterior dada ao § 7º da cláusula sétima pelo Ajuste SINIEF 08/10.10. pelo emitente da NF-e imediatamente após o recebimento da autorização de uso da NF-e. pelo tomador do serviço antes do início da prestação correspondente. podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. não será possível sanar a irregularidade e solicitar nova Autorização de Uso da NF-e que contenha a mesma numeração. Redação anterior dada ao § 7º da cláusula sétima pelo Ajuste SINIEF12/09.10.09 a 31. contendo.10 a 30.14.08 a 30. efeitos de 01. § 4º No caso do § 3º.07. Redação anterior dada ao § 7º da cláusula sétima pelo Ajuste SINIEF 17/10. ser encaminhado ou disponibilizado download do arquivo da NF-e e seu respectivo Protocolo de Autorização de Uso: I . b) ao transportador contratado. ao adquirente. o arquivo digital transmitido ficará arquivado na administração tributária para consulta. “b” e “e” do inciso I do caput. imediatamente após o recebimento da autorização de uso da NF-e. efeitos a partir de 01. efeitos de 01.14.01.02. § 6º Nos casos dos incisos I ou II do caput. observado leiaute e padrões técnicos definidos em Ato COTEPE. quando solicitado no momento da ocorrência da operação.08. § 7º Deverá ser encaminhado ou disponibilizado download do arquivo da NF-e e seu respectivo Protocolo de Autorização: I .§ 2º Em caso de rejeição do arquivo digital. nos termos da cláusula décima quinta. Acrescido o § 8º à cláusula sétima pelo Ajuste SINIEF 12/09. § 7º O emitente da NF-e deverá. obrigatoriamente. Nova redação dada ao § 7º da cláusula sétima pelo Ajuste SINIEF 22/13.no caso de NF-e modelo 55. imediatamente após o recebimento da autorização de uso da NF-e. § 7º Deverá.10.06. § 7º O emitente da NF-e deverá. § 5º A cientificação de que trata o caput será efetuada mediante protocolo disponibilizado ao emitente ou a terceiro autorizado pelo emitente. obrigatoriamente. II . encaminhar ou disponibilizar download do arquivo eletrônico da NF-e e seu respectivo protocolo de autorização ao destinatário. a “chave de acesso”. efeitos de 01. o protocolo de que trata o § 5º conterá informações que justifiquem de forma clara e precisa o motivo pelo qual a Autorização de Uso não foi concedida. efeitos a partir de 01. II . obrigatoriamente.09. via internet. imediatamente após o recebimento da autorização de uso da NF-e.09. 31 . a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária e o número do protocolo.07. modelo 65.no caso de NF-e. Acrescido o § 7º da cláusula sétima pelo Ajuste SINIEF 11/08.

a administração tributária cientificará o emitente: I . que. f) outras falhas no preenchimento ou no leiaute do arquivo da NF-e. II . § 2º Em caso de rejeição do arquivo digital. em virtude: a) irregularidade fiscal do emitente. o número da NF-e. II . Cláusula sétima Do resultado da análise referida na cláusula sexta.da denegação da Autorização de Uso da NF-e.12. a administração tributária da unidade federada do emitente deverá transmitir a NF-e para a Receita Federal do Brasil. o arquivo digital transmitido ficará arquivado na administração tributária para consulta. e) falha na leitura do número da NF-e. Cláusula oitava Concedida a Autorização de Uso da NF-e. conforme padrões técnicos a serem estabelecidos no ‘Manual de Integração Contribuinte’. podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. não será possível sanar a irregularidade e solicitar nova Autorização de Uso da NF-e que contenha a mesma numeração. a critério de cada unidade federada. via internet. nos termos da cláusula décima quinta. Redação original. b) irregularidade fiscal do destinatário. efeitos a partir de 01. § 6º Nos casos dos incisos I ou II do caput. emitente do documento fiscal ou destinatário das mercadorias.da rejeição do arquivo da NF-e. § 5º A cientificação de que trata o caput será efetuada mediante protocolo transmitido ao emitente. contendo. Nova redação dada ao § 1º da cláusula oitava pelo Ajuste SINIEF 08/07. c) remetente não credenciado para emissão da NFe. conforme o caso.12. Acrescido o § 9º à cláusula sétima pelo Ajuste SINIEF 16/12. efeitos até 11.11. o protocolo conterá informações que justifiquem o motivo que impediu a concessão da Autorização de Uso da NF-e.06.a unidade federada onde deva se processar o embarque de mercadoria na saída para o exterior.07. em virtude de: a) falha na recepção do arquivo. d) duplicidade de número da NF-e. no caso de operação interestadual. o interessado poderá sanar a falha e transmitir novamente o arquivo digital da NFe.§ 8º As empresas destinatárias podem informar o seu endereço de correio eletrônico no Portal Nacional da NF-e. estiver impedido de praticar operações na condição de contribuinte do ICMS. efeitos a partir de 01. III . a NF-e não poderá ser alterada.da concessão da Autorização de Uso da NF-e. § 1º A administração tributária da unidade federada do emitente também deverá transmitir a NF-e para: I .a unidade federada de destino das mercadorias. 32 . a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária e o número do protocolo. nos termos da respectiva legislação estadual. § 9º Para os efeitos do inciso II do caput considera-se irregular a situação do contribuinte. a “chave de acesso”. § 1º Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e. § 3º Em caso de denegação da Autorização de Uso da NF-e. identificado como “Denegada a Autorização de Uso”. § 4º No caso do § 3º. b) falha no reconhecimento da autoria ou da integridade do arquivo digital.07.

III .14.DANFE.07. respeitado o sigilo fiscal.08.a unidade federada de desembaraço aduaneiro.Superintendência da Zona Franca de Manaus .06 a 31. II .NF-e . efeitos de 12. § 2º A administração tributária da unidade federada do emitente ou a Receita Federal do Brasil também poderão transmitir a NF-e ou fornecer informações parciais para: I . efeitos a partir de 01.02. § 1º A administração tributária da unidade federada do emitente também deverá transmitir a NF-e para a unidade federada: I .onde deva se processar o embarque de mercadoria na saída para o exterior.07. fundações e autarquias.07. a Receita Federal do Brasil transmitirá as Notas Fiscais Eletrônicas .SUFRAMA quando a NF-e se referir a operações nas áreas beneficiadas.06 a 31.11. nos casos em que a NF-e envolva serviços. conforme leiaute estabelecido no Manual de Orientação do Contribuinte.de destino das mercadorias. ficará a Receita Federal do Brasil responsável pelo procedimento de que trata o §1º ou pela disponibilização do acesso a NF-e para as administrações tributárias que adotarem esta tecnologia. tratando-se de operação de importação de mercadoria ou bem do exterior. que necessitem de informações da NF-e para desempenho de suas atividades. efeitos a partir de 01. Redação anterior dada ao § 2º da cláusula oitava pelo Ajuste SINIEF 04/06. fundações e autarquias.01. indireta. mediante prévio convênio ou protocolo. III . de 28 de setembro de 2007.de desembaraço aduaneiro. II .administrações tributárias municipais. mediante prévio convênio ou protocolo de cooperação. § 2º A administração tributária da unidade federada do emitente também poderá transmitir a NF-e para: I . mediante prévio convênio ou protocolo de cooperação. § 4º Para o cálculo previsto na cláusula vigésima quinta do Convênio ICMS 110/07. 33 .07. IV . efeitos de 01. II . para acompanhar o trânsito das mercadorias acobertado por NF-e modelo 55 ou para facilitar a consulta prevista na cláusula décima quinta. mediante prévio convênio ou protocolo de cooperação. indireta. efeitos a partir de 01.10.que contenham o Grupo do Detalhamento Específico de Combustíveis das operações descritas naquele convênio para ambiente próprio hospedado em servidor da Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais. Redação anterior dada ao § 1º da cláusula oitava pelo Ajuste SINIEF 04/06. quando a NF-e tiver como destinatário pessoa localizada nas áreas incentivadas.SUFRAMA. Acrescido o § 4º à cláusula oitava pelo Ajuste SINIEF 30/13.14. § 3º Na hipótese da administração tributária da unidade federada do emitente realizar a transmissão prevista no caput por intermédio de WebService. respeitado o sigilo fiscal.outros órgãos da administração direta. efeitos de 12.III .14. Acrescido o § 3º à cláusula oitava pelo Ajuste SINIEF 11/08.10.administrações tributárias municipais. Nova redação dada ao § 2º da cláusula oitava pelo Ajuste SINIEF 08/07.07. tratando-se de operação de importação de mercadoria ou bem do exterior. que necessitem de informações da NF-e para desempenho de suas atividades. efeitos a partir de 01. no caso de operação interestadual.10.08. Redação anterior dada ao caput da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 08/10. nos casos em que a NF-e envolva serviços sujeitos ao ISSQN.10 a 31.07.outros órgãos da administração direta.a Superintendência da Zona Franca de Manaus . Cláusula nona Fica instituído o Documento Auxiliar da NF-e . Nova redação dada ao caput da cláusula nona pelo Ajuste SINIE 22/13.

DANFE.07 a 30. exceto papel jornal. observado o disposto na cláusula décima.06 a 30.10.01.10.11.” Redação anterior dada ao § 4º da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 08/07. Nova redação dada ao § 3º da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 08/10. § 2º No caso de destinatário não credenciado para emitir NF-e.07. prevista na cláusula décima quinta.07.10. prevista na cláusula décima quinta. o contribuinte que utilizar NF-e deverá imprimir o DANFE com o número de cópias necessárias para cumprir a respectiva norma. § 4º O DANFE deverá ser impresso em papel. para uso no trânsito das mercadorias ou para facilitar a consulta da NF-e. efeitos a partir de 01. Nova redação dada ao § 1º pelo Ajuste SINIEF 04/06. Redação anterior dada pelo Ajuste SINIEF 04/06. formulário de segurança. conforme leiaute estabelecido no ‘Manual de Integração .07.10. ressalvadas as hipóteses previstas na cláusula décima primeira.Cláusula nona Fica instituído o Documento Auxiliar da NF-e .08. conforme leiaute estabelecido no ‘Manual de Integração . a escrituração da NF-e poderá ser efetuada com base nas informações contidas no DANFE. para uso no trânsito das mercadorias ou para facilitar a consulta da NF-e. exceto papel jornal. formulário contínuo ou formulário pré-impresso.07.10.06. efeitos a partir de 12.09 a 31. § 3º O DANFE utilizado para acompanhar o trânsito de mercadorias acobertado por NF-e será impresso em uma única via.09.08. § 1º-A A concessão da Autorização de Uso será formalizada através do fornecimento do correspondente número de Protocolo. formulário contínuo ou formulário pré-impresso.Contribuinte’. Nova redação dada ao § 4º da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 11/08.07. Cláusula nona Fica instituído o Documento Auxiliar da NF-e . efeitos de 01.09. Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA). § 3º Quando a legislação tributária exigir a utilização de vias adicionais ou prever utilização específica para as vias das notas fiscais.07 a 31. efeitos a partir de 01. formulário de segurança.10. efeitos a partir de 01.07. Cláusula nona Fica instituído o Documento Auxiliar da NF-e . podendo ser utilizadas folhas soltas. efeitos de 01.Contribuinte’. efeitos de 12. Redação anterior dada ao § 3º da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 08/07. Nova redação dada ao § 2º pelo Ajuste SINIEF 04/06.DANFE. o contribuinte que utilizar NF-e deverá emitir o DANFE com o número de cópias necessárias para cumprir a respectiva norma. 34 . Acrescido o § 1º-A à cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 12/09. podendo ser utilizadas folhas soltas.DANFE. de que trata o inciso III da cláusula sétima. conforme definido no ‘Manual de Integração .11. § 4º O DANFE deverá ser impresso em papel.08.07.06 a 31. conforme leiaute estabelecido em Ato COTEPE. no tamanho A4 (210 x 297 mm). § 1º O DANFE somente poderá ser utilizado para transitar com as mercadorias após a concessão da Autorização de Uso da NF-e.09. § 3º Quando a legislação tributária exigir a utilização específica de vias adicionais para as notas fiscais. Redação anterior dada ao caput da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 12/09. para acompanhar o trânsito das mercadorias acobertado por NF-e ou para facilitar a consulta da NF-e. no tamanho mínimo A4 (210 x 297 mm) e máximo ofício 2 (230 x 330 mm).10.06. efeitos de 01. efeitos a partir de 12. efeitos de 12.Contribuinte’. Redação anterior dada ao caput da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 04/06. o qual deverá ser impresso no DANFE. ou na hipótese prevista na cláusula décima primeira. prevista na cláusula décima quinta.

10.11.10.Contribuinte’. Acrescido o § 9º à cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 08/07.10. § 5º-A Na hipótese de venda ocorrida fora do estabelecimento. devendo ser observado leiaute definido em Ato COTEPE. mediante autorização de cada unidade da Federação.12.10. Redação anterior dada ao § 7º da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 08/07. § 7º Os contribuintes.06 a 31. efeitos de 01.09.09. desde que mantidos os campos obrigatórios. Redação anterior dada pelo Ajuste SINIEF 04/06. desde que mantidos os campos obrigatórios da NF-e constantes do DANFE.07. previsto em Ato COTEPE. Nova redação dada ao § 7º da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 22/10.Contribuinte’. mediante autorização de cada Unidade da Federação.07. efeitos de 12. previsto no ‘Manual de Integração .10. Redação anterior dada ao § 7º da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 12/09.09. § 5º O DANFE deverá conter código de barras. § 7º As alterações de leiaute do DANFE permitidas são as previstas no Manual de Integração Contribuinte. podendo ser utilizadas folhas soltas ou formulário contínuo.07. conforme padrão estabelecido no ‘Manual de Integração . desde que mantidos os campos obrigatórios da NF-e constantes do DANFE.09. efeitos a partir de 01.06 a 30.06 a 31. efeitos a partir de 16. § 5º-A Na hipótese de venda ocorrida fora do estabelecimento. efeitos de 12. em tamanho inferior ao A4 (210 x 297 mm).07. em tamanho inferior ao A4 (210 x 297 mm).07.07 a 30. poderão solicitar alteração do leiaute do DANFE.09. Acrescido o § 8º à cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 08/07. § 8º Os títulos e informações dos campos constantes no DANFE devem ser grafados de modo que seus dizeres e indicações estejam bem legíveis. o DANFE poderá ser impresso em qualquer tipo de papel. efeitos de 01. para adequá-lo às suas operações. Nova redação dada ao § 5º da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 12/09. exceto papel jornal.10. bem como ser pré-impresso.08 a 30. conforme padrão estabelecido em Ato COTEPE. mediante autorização de cada unidade da Federação.12. caso em que será denominado “DANFE Simplificado”.11. efeitos a partir de 01.Redação anterior dada pelo Ajuste SINIEF 04/06.07. § 4º O DANFE deverá ser impresso em papel. para adequá-lo às suas operações. caso em que será denominado “DANFE Simplificado”. poderão solicitar alteração do leiaute do DANFE. efeitos a partir de 01. efeitos de 12.10. § 5º O DANFE deverá conter código de barras. para adequá-lo às suas operações.09. devendo ser observadas as definições constantes do ‘Manual de Integração . previsto em Ato COTEPE.Contribuinte’. Redação anterior dada ao § 7º da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 04/06.10. efeitos de 01. § 7º Os contribuintes. § 6º O DANFE poderá conter outros elementos gráficos.07. efeitos a partir de 01. poderão solicitar alteração do leiaute do DANFE. § 7º Os contribuintes.09. no tamanho A4 (210 x 297 mm). o DANFE poderá ser impresso em qualquer tipo de papel.09. 35 . Acrescido o § 5º-A à cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 11/08. exceto papel jornal.11. Nova redação dada ao § 5º-A da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 12/09. desde que não prejudiquem a leitura do seu conteúdo ou do código de barras por leitor óptico.09 a 15. exceto papel jornal.

efeitos a partir de 01. efeitos a partir de 01. efeitos a partir de 01. desde que não prejudiquem a leitura do seu conteúdo ou do código de barras bi-dimensional por leitor óptico. denominado de “Documento Auxiliar da NFC-e . poderá ter sua impressão substituída pelo seu envio em formato eletrônico ou pelo envio da chave de acesso do documento fiscal a qual ele se refere. § 4º O DANFE somente poderá ser utilizado para transitar com as mercadorias após a concessão da Autorização de Uso da NFe.06. Acrescido o § 12 à cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 22/13.11. Acrescida a cláusula nona-A pelo Ajuste SINIEF 22/13. de que trata o inciso III da cláusula sétima.14. deve ser feita em seu verso. conforme leiaute estabelecido em Ato COTEPE. § 10.em lugar do código de barras previsto no § 5º deverá conter um código bidimensional. conforme padrão definido pela administração tributária.02. 36 . conforme padrão estabelecido no “Manual de Orientação do Contribuinte.DANFE-NFC-e”. deverá ser feita em papel com largura mínima de 58 mm e altura mínima suficiente para conter todas as seções especificadas no “Manual de Orientação do Contribuinte”. § 3º O DANFE poderá conter outros elementos gráficos.09.o código bidimensional de que trata o inciso IV deste parágrafo conterá mecanismo de autenticação digital que possibilite a identificação da autoria do DANFE–NFC-e conforme padrões técnicos estabelecidos no “Manual de Orientação do Contribuinte. efeitos de 01. em qualquer sentido. efeitos até 11.07. quando do trânsito da mercadoria. o seguinte: I . § 1º O DANFE deverá ser impresso em papel comum. impressas no verso do DANFE. Redação original.DANFE.13 a 31. REVOGADO Acrescido o § 11 à cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 11/13. com a dimensão mínima de 10x15 cm.DANFE-NFC-e”.sua impressão. Acrescido o § 10 à cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 08/07. V . hipótese em que sempre será reservado espaço.07.a critério da unidade federada e se o adquirente concordar.01. conforme leiaute estabelecido no “Manual de Orientação do Contribuinte”. exceto papel jornal.02. o DANFE deverá ser escriturado no livro Registro de Entrada em substituição à escrituração da NF-e. efeitos a partir de 01. com tecnologia que garanta sua legibilidade pelo prazo mínimo de seis (6) meses. IV . § 2º O DANFE deverá conter código de barras bi-dimensional. § 12. Cláusula nona Fica instituído o Documento Auxiliar da NFe .§ 9º A aposição de carimbos no DANFE. § 5º No caso de destinatário não credenciado para emitir NFe. além das demais disposições desta cláusula. para representar as operações acobertadas por NF-e modelo 65 ou para facilitar a consulta prevista na cláusula décima quinta. Cláusula nona-A Fica instituído o Documento Auxiliar da NF-e.será denominado “Documento Auxiliar da NFC-e .14. para uso no trânsito das mercadorias ou para facilitar a consulta da NF-e.14. É permitida a indicação de informações complementares de interesse do emitente. quando ocorrer. Revogado o § 11 da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 22/13. O Documento Auxiliar da NF-e modelo 65 obedecerá. II . § 11. III . para atendimento ao disposto no § 9º. O DANFE não poderá conter informações que não existam no arquivo XML da NF-e com exceção das hipóteses previstas no “Manual de Orientação do Contribuinte”.02. no tamanho A4 (210 x 297 mm). prevista na cláusula décima quinta.14. § 11.

ou na hipótese prevista na cláusula décima primeira. efeitos a partir de 01. § 4º Sua impressão. pelo prazo estabelecido na legislação tributária. Redação anterior dada ao § 3º da cláusula décima pelo Ajuste SINIEF 19/10. mesmo que fora da empresa. devendo ser apresentadas à administração tributária. Nova redação dada à cláusula décima pelo Ajuste SINIEF 22/13. ressalvadas as hipóteses previstas na cláusula décima primeira. o qual deverá ser impresso no DANFE-NFC-e. mesmo que fora da empresa.14. quando solicitado.07. sob sua guarda e responsabilidade. conforme especificado no “Manual de Orientação do Contribuinte”. 37 . § 2º A concessão da Autorização de Uso será formalizada através do fornecimento do correspondente número de Protocolo. alternativamente. II .02. quando solicitado. conforme definido no “Manual de Orientação do Contribuinte”.01. Cláusula décima O emitente e o destinatário deverão manter em arquivo digital as NF-es pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais.14. conforme padrão estabelecido no “Manual de Orientação do Contribuinte”.01. quando ocorrer. efeitos de 16. Redação anterior dada a cláusula décima pelo Ajuste SINIEF 04/06. devendo ser disponibilizado para a Administração Tributária quando solicitado. efeitos de 01. Redação anterior dada ao caput da cláusula décima pelo Ajuste SINIEF 08/10.07. devendo ser disponibilizado para a Administração Tributária quando solicitado. § 5º O DANFE-NFC-e deverá conter um código bidimensional.ser impresso de forma resumida.10 a 31.12. Cláusula décima O emitente e o destinatário deverão manter a NF-e em arquivo digital. o qual deverá ser apresentado à Administração Tributária.ter sua impressão substituída pelo envio em formato eletrônico ou pelo envio da chave de acesso do documento fiscal a qual ele se refere. o destinatário deverá manter em arquivo o DANFE relativo a NF-e da operação. pelo prazo estabelecido na legislação tributária.§ 1º O DANFE-NFC-e somente poderá ser impresso após a concessão da Autorização de Uso da NF-e. de que trata o inciso III da cláusula sétima. com tecnologia que garanta sua legibilidade pelo prazo mínimo de seis meses. § 2º O destinatário da NF-e modelo 55 também deverá cumprir o disposto no caput desta cláusula e.06 a 31. sob sua guarda e responsabilidade. alternativamente ao disposto no caput. sem identificação detalhada das mercadorias adquiridas. caso não seja contribuinte credenciado para a emissão de NF-e modelo 55.01. § 6º O código bidimensional de que trata o § 5º desta cláusula conterá mecanismo de autenticação digital que possibilite a identificação da autoria do DANFE-NFC-e conforme padrões técnicos estabelecidos no “Manual de Orientação do Contribuinte”. efeitos: caput. § 3º A critério da unidade federada e se o adquirente concordar.08. quando solicitado.10 a 31. poderá.10 e §§ 1º e 2º de 12. devendo ser apresentado à administração tributária. Cláusula décima O emitente deverá manter a NF-e em arquivo digital. o DANFE-NFC-e poderá: I .14. deverá ser feita em papel com largura mínima de 58 mm e altura mínima suficiente para conter todas as seções especificadas no “Manual de Orientação do Contribuinte”. manter em arquivo o DANFE relativo à NF-e modelo 55 da operação.14. de 12. § 1º O destinatário deverá verificar a validade e autenticidade da NF-e e a existência de Autorização de Uso da NF-e. § 3º O emitente de NF-e modelo 55 deverá guardar pelo prazo estabelecido na legislação tributária o DANFE que acompanhou o retorno de mercadoria não entregue ao destinatário e que contenha o motivo do fato em seu verso.06 a 31.07. § 2º Caso o destinatário não seja contribuinte credenciado para a emissão de NF-e. § 1º O destinatário deverá verificar a validade e autenticidade da NF-e e a existência de Autorização de Uso da NF-e.

efeitos a partir de 01.10. informando que a respectiva NF-e foi emitida em contingência e adotar uma das seguintes alternativas: Redação anterior dada ao caput da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 11/08. o contribuinte deverá gerar novo arquivo. mediante a adoção de uma das seguintes alternativas. ou obter resposta à solicitação de Autorização de Uso da NF-e.09. Caso o destinatário não seja contribuinte credenciado para a emissão de NF-e.10.10. devendo ser apresentadas à administração tributária. Cláusula décima primeira Quando em decorrência de problemas técnicos não for possível transmitir a NF-e para a unidade federada do emitente.10. Redação original. efeitos de 01.transmitir a NF-e para o Sistema de Contingência do Ambiente Nacional (SCAN) ou para o Sistema de Sefaz Virtual de Contingência (SVC).06.02.Contribuinte’. Redação anterior dada ao inciso I da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 11/08. efeitos de 01. efeitos de 01. § 3º O emitente de NF-e deverá guardar pelo prazo estabelecido na legislação tributária o DANFE que acompanhou o retorno de mercadoria não recebida pelo destinatário e que contenha o motivo da recusa em seu verso.01. ou obter resposta à solicitação de Autorização de Uso da NF-e.10 a 31.10.09. mediante a adoção de uma das seguintes alternativas: Redação anterior dada ao caput da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 12/09. quinta e sexta deste Ajuste. conforme definições constantes no ‘Manual de Orientação do Contribuinte. ou obter resposta à solicitação de Autorização de Uso da NF-e.10.12. Cláusula décima O remetente e o destinatário das mercadorias deverão manter em arquivo as NF-es pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. quando solicitado. Nova redação dada ao caput da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 22/13. efeitos até 11. nos termos das cláusulas quarta. Cláusula décima primeira Quando em decorrência de problemas técnicos não for possível transmitir a NF-e para a unidade federada do emitente. o contribuinte poderá operar em contingência. gerando arquivos indicando este tipo de emissão. efeitos de 01.11. informando que a respectiva NF-e foi emitida em contingência e adotar uma das seguintes alternativas: Nova redação dada ao inciso I da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 10/11.07. Parágrafo único.14.09 a 15. observando-se em relação à NF-e modelo 65 exclusivamente o disposto nos §§ 15 e 16: Redação anterior dada ao caput da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 08/10.10.§ 3º O emitente de NF-e deverá guardar pelo prazo estabelecido na legislação tributária o DANFE que acompanhou o retorno de mercadoria não entregue ao destinatário e que contenha o motivo do fato em seu verso. Cláusula décima primeira Quando em decorrência de problemas técnicos não for possível transmitir a NF-e para a unidade federada do emitente. efeitos a partir de 01. o contribuinte poderá operar em contingência.07. gerando arquivos indicando este tipo de emissão.11. Cláusula décima primeira Quando em decorrência de problemas técnicos não for possível transmitir a NF-e para a unidade federada do emitente. conforme definido em Ato COTEPE. 38 . efeitos a partir de 05.08 a 30.10. o contribuinte deverá gerar novo arquivo. deverá conservar o DANFE e o número da Autorização de Uso da NF-e em substituição à manutenção do arquivo de que trata o caput. conforme definições constantes no ‘Manual de Integração Contribuinte’.08 a 04.14. ou obter resposta à solicitação de Autorização de Uso da NF-e. conforme definições constantes no ‘Manual de Integração .09 a 31.08. Acrescido o § 3º à cláusula décima pelo Ajuste SINIEF 12/09. I .

outra via deverá ser mantida em arquivo pelo emitente pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais.outra via deverá ser mantida em arquivo pelo emitente pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. IV . § 6º Na hipótese dos incisos III ou IV do caput. constando no corpo a expressão “DANFE em Contingência . o emitente deverá transmitir à administração tributária de sua jurisdição as NF-e geradas em contingência. efeitos de 01. II . III .08. § 1º Na hipótese prevista no inciso I.10 a 28. o Formulário de Segurança ou Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA) deverá ser utilizado para impressão de no mínimo duas vias do DANFE.imprimir o DANFE em Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA). Nova redação dada ao inciso II da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 11/08. II . observado o disposto em Convênio ICMS. para a Receita Federal do Brasil. efeitos a partir de 01. Redação anterior dada ao § 7º da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 12/09.uma das vias permitirá o trânsito das mercadorias e deverá ser mantida em arquivo pelo destinatário pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda de documentos fiscais. § 7º Na hipótese dos incisos II. observado o disposto na Cláusula décima sétima-A. sem prejuízo do disposto no § 3º da cláusula sexta. III e IV do caput. efeitos a partir de 01. § 3º Na hipótese do inciso II do caput. conforme disposto no § 1º. Acrescidos os incisos III e IV à cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 11/08. efeitos a partir de 01. a administração tributária da unidade federada emitente poderá autorizar a NF-e utilizando-se da infra-estrutura tecnológica da Receita Federal do Brasil ou de outra unidade federada.DPEC (NF-e).Receita Federal do Brasil.impresso em decorrência de problemas técnicos”.10. § 7º Na hipótese dos incisos II.uma das vias permitirá o trânsito das mercadorias e deverá ser mantida em arquivo pelo destinatário pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda de documentos fiscais. tendo as vias à seguinte destinação: I .10.10. constando no corpo a expressão “DANFE impresso em contingência .transmitir Declaração Prévia de Emissão em Contingência . § 2º Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e. § 4º Presume-se inábil o DANFE impresso nos termos do § 3º. existindo a necessidade de impressão de vias adicionais do DANFE previstas no § 3º da cláusula nona.08.03. a Receita Federal do Brasil deverá transmitir a NF-e para a unidade federada do emitente. nos termos da Cláusula Décima sétima-D. e até o prazo limite de cento e sessenta e oito horas da emissão da NF-e.transmitir a NF-e para o Sistema de Contingência do Ambiente Nacional (SCAN) . Nova redação dada aos §§ 1º a 6º da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 11/08. quando não houver a regular recepção da DPEC pela Receita Federal do Brasil. imediatamente após a cessação dos problemas técnicos que impediram a transmissão ou recepção do retorno da autorização da NF-e.02. dispensa-se a exigência do uso do Formulário de Segurança ou Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA). quinta e sexta deste Ajuste.imprimir o DANFE em Formulário de Segurança (FS). efeitos a partir de 01.04.DPEC regularmente recebido pela Receita Federal do Brasil”.I . o DANFE deverá ser impresso em no mínimo duas vias. contado a partir da emissão da NF-e de que trata o § 12. Nova redação dada ao § 7º da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 01/13. § 5º Na hipótese dos incisos III ou IV do caput. imediatamente após a cessação dos problemas técnicos que impediram a transmissão ou recepção do retorno da autorização da NF-e.13. e até o prazo limite definido no ‘Manual de 39 . tendo as vias a seguinte destinação: I . II .13. nos termos das cláusulas quarta.08. III e IV do caput. nos termos da cláusula décima sétima-D.

§ 9º O destinatário deverá manter em arquivo pelo prazo decadencial estabelecido pela legislação tributária junto à via mencionada no inciso I do § 3º ou no inciso I do § 5º.03. IV . 40 . no mesmo tipo de papel utilizado para imprimir o DANFE original.04. efeitos a partir de 16. Nova redação dada ao caput do § 11 da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 18/10. a via do DANFE recebida nos termos do inciso IV do § 8º. III e IV do caput. alíquota. II . § 8º Se a NF-e transmitida nos termos do § 7º vier a ser rejeitada pela administração tributária.Contribuinte’. as seguintes informações farão parte do arquivo da NF-e.providenciar. § 11.12. Nova redação dada aos incisos I e II do § 11 da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 12/09.10.solicitar Autorização de Uso da NF-e.a data.10.12. junto ao destinatário. contado a partir da emissão da NF-e de que trata o § 12. contado a partir da emissão da NF-e de que trata o § 12. Acrescido o § 10 à cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 11/08. § 11.gerar novamente o arquivo com a mesma numeração e série. o contribuinte deverá: I .10.10.o motivo da entrada em contingência. devendo ser impressas no DANFE: I . e até o prazo limite definido em Ato COTEPE.10. Nova redação dada ao § 8º da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 11/08. efeitos de 01. o destinatário não puder confirmar a existência da Autorização de Uso da NF-e correspondente.03. efeitos a partir de 01.08.10 a 15. efeitos a partir de 01. Se após decorrido o prazo limite previsto no § 7º. efeitos de 01.08. § 7º Na hipótese dos incisos II. Redação anterior dada ao caput do § 11 da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 12/09. o emitente deverá transmitir à administração tributária de sua jurisdição as NF-e geradas em contingência. II . a entrega da NF-e autorizada bem como do novo DANFE impresso nos termos do inciso III. Nova redação dada ao § 9º da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 11/08.Integração .10. valor da operação ou da prestação.08 a 31. As seguintes informações farão parte do arquivo da NF-e. o emitente deverá transmitir à administração tributária de sua jurisdição as NFe geradas em contingência. c) a data de emissão ou de saída. sanando a irregularidade desde que não se altere: a) as variáveis que determinam o valor do imposto tais como: base de cálculo. caso a geração saneadora da irregularidade da NF-e tenha promovido alguma alteração no DANFE. Na hipótese dos incisos II. § 10.08 a 31. Redação anterior dada ao § 7º da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 11/08. diferença de preço. deverá comunicar imediatamente o fato à unidade fazendária do seu domicílio. efeitos de 01. devendo ser impressas no DANFE: Acrescido o § 11 da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 11/08.04.10. III e IV do caput. III . hora com minutos e segundos do seu início. imediatamente após a cessação dos problemas técnicos que impediram a transmissão ou recepção do retorno da autorização da NF-e. b) a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário.imprimir o DANFE correspondente à NF-e autorizada.08. efeitos a partir de 01.10. efeitos a partir de 01. quantidade.10.10.

Nova redação dada ao caput do § 12 da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 10/11. efeitos de 01.na hipótese dos incisos III e IV do caput.12. Redação anterior dada ao § 13 da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 18/12. o contribuinte poderá emitir.14. IV . havendo problemas técnicos de que trata o caput. efeitos de 18. § 13.a data.o motivo da entrada em contingência. Considera-se emitida a NF-e: I .11. com a expressão “DANFE Simplificado em Contingência”. efeitos de 01. o DANFE Simplificado em contingência. II . Rio Grande do Sul.12. na hipótese do § 5º-A da cláusula nona. havendo problemas técnicos de que trata o caput. o contribuinte deverá emitir. havendo problemas técnicos de que trata o caput. na hipótese do § 5º-A da cláusula nona.13.10. havendo problemas técnicos de que trata o caput. Rio Grande do Sul. dentre as alternativas do caput.14.13 a 22. Na hipótese do § 5º-A da cláusula nona. em no mínimo duas vias. Acrescidos os incisos I e II do § 12 da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 11/08. Rondônia e Roraima.D. tendo como condição resolutória a sua autorização de uso: Acrescido o caput do § 12 à cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 11/08. modelo 6. Mato Grosso. em no mínimo duas vias. 41 . Para os Estados do Acre.10. informando: I . devendo ser observadas as destinações de cada via conforme o disposto nos incisos I e II do § 5º. Mato Grosso. dispensada a utilização de formulário de segurança. Amazonas.08 a 04. § 12. com a expressão “DANFE Simplificado em Contingência”. § 13.§ 11 O contribuinte deverá lavrar termo no livro Registro de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência. efeitos a partir de 05. Para os Estados do Acre. § 13. o DANFE Simplificado em contingência. em no mínimo duas vias. Rondônia e Roraima.10.12 a 17. em no mínimo duas vias. II . efeitos a partir de 01.12.11.na hipótese do inciso II do caput. Para os Estados do Amazonas. na hipótese do § 5º-A da cláusula nona. ficando os Estados do Amazonas e Mato Grosso autorizados a dispensar a utilização de formulário de segurança.identificar.08. o contribuinte poderá emitir. dispensada a utilização de formulário de segurança. devendo ser observadas as destinações da cada via conforme o disposto nos incisos I e II do § 5º. III . com a expressão “DANFE Simplificado em Contingência”.a numeração e série da primeira e da última NF-e geradas neste período. Mato Grosso e Rio Grande do Sul. com a expressão “DANFE Simplificado em Contingência”. Amazonas. efeitos de 20.12. Rio de Janeiro. o DANFE Simplificado em contingência. no momento da regular recepção da DPEC pela Receita Federal do Brasil. Redação anterior dada ao § 13 da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 24/12. no momento da impressão do respectivo DANFE em contingência. efeitos a partir de 23. Nova redação dada ao § 13 da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 09/14. devendo ser observadas as destinações de cada via conforme o disposto nos incisos I e II do § 5º.10. devendo ser observadas as destinações de cada via conforme o disposto nos incisos I e II do § 5º.12 a 19. conforme previsto na cláusula décima sétima . dispensada a utilização de formulário de segurança. o contribuinte poderá emitir. Considera-se emitida a NF-e em contingência.10. § 12.04.04. hora com minutos e segundos do seu início e seu término. § 13. Redação anterior dada ao § 13 da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 20/13. qual foi a utilizada.10. o DANFE Simplificado em contingência.

sendo dispensada a utilização de formulário de segurança. É vedada a reutilização.08 a 30. observado o disposto em convênio específico. presumindo-se inábil o DANFE impresso sem a regular recepção da DPEC pela unidade federada autorizadora. e imprimir pelo menos uma via do DANFE NFC-e que deverá conter a expressão “DANFE NFC-e impresso em contingência . No caso da NF-e modelo 65 serão admitidas as seguintes alternativas de operação em contingência: I . de 01. efeitos a partir de 01.14.ECF ou Sistema Autenticador e Transmissor . § 16. sendo que na hipótese de necessidade de vias adicionais a impressão poderá ser feita em qualquer tipo de papel.transmitir Declaração Prévia de Emissão em Contingência .SAT. em contingência. o DANFE Simplificado em contingência.02.04. devendo ser observadas as destinações da cada via conforme o disposto nos incisos I e II do § 5º.a critério da unidade federada: a) utilização de equipamento Emissor de Cupom Fiscal .12. Redação anterior dada ao inciso I do § 15 da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 22/13. Acrescido o § 14 à cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 08/10.. II .13 a 30.utilizar equipamento Emissor de Cupom Fiscal . [. b) contingência com geração prévia do documento fiscal eletrônico e autorização posterior.11.10. II . § 13.14. efeitos a partir de 01. havendo problemas técnicos de que trata o caput.09..04.imprimir o DANFE-NFC-e em Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA).08.13 a 31. com prazo máximo de envio de até 24 (vinte e quatro) horas. em no mínimo duas vias.09.DPEC (NF-e). o contribuinte deverá emitir. o contribuinte deverá observar o que segue: 42 .05. de número de NF-e transmitida com tipo de emissão ‘Normal’.. conforme definições constantes no “Manual de Orientação do Contribuinte”. nos termos da cláusula décima sétima-D. para inciso I do § 15.] Acrescido o § 15 à cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 11/13. III . IV .. efeitos de 01. § 15. efeitos a partir de 01. Nova redação dada ao § 15 da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 05/14. com a expressão “DANFE Simplificado em Contingência”. § 15. conforme definições constantes no “Manual de Orientação do Contribuinte.SAT.14 a 30.14 e.01. [. contendo a expressão “DANFE-NFC-e em Contingência .] I .10.DPEC regularmente recebido pela Administração Tributária autorizadora”. a critério de cada unidade federada.05.imprimir duas vias do DANFE-NFC-e em Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA). Na hipótese do § 5º-A da cláusula nona. observado o disposto em Convênio ICMS. as seguintes alternativas de operação em contingência: I .ECF ou Sistema Autenticador e Transmissor . para a unidade federada autorizadora. § 15. efeitos de 01. Nova redação dada ao § 16 da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 05/14. No caso da NF-e modelo 65 serão admitidas. efeitos de 01. § 14. Na hipótese dos incisos I e II do § 15.14.a prevista no inciso I do caput.efetuar geração prévia do documento fiscal eletrônico em contingência e autorização posterior.14.Acrescido o § 13 à cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 11/08.impresso em decorrência de problemas técnicos”. com prazo máximo de envio de até 24 horas.

em contingência.após a cessação dos problemas técnicos que impediram a transmissão ou recepção do retorno da autorização da NF-e modelo 65. b) na hipótese do inciso II do § 15. tendo como condição resolutória a sua autorização de uso. vier a ser rejeitada pela administração tributária. IV . III . II .DANFE-NFC-e original. transmitida nos termos do inciso III deste parágrafo. b) solicitar Autorização de Uso da NF-e modelo 65.impresso em decorrência de problemas técnicos”.a via do DANFE-NFC-e impressa em Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA) deverá conter no corpo a expressão “DANFE-NFC-e em Contingência . VI .I . no momento da impressão do respectivo DANFE-NFC-e em contingência. III . vier a ser rejeitada pela Administração Tributária. para as vias adicionais. 43 . o emitente deverá transmitir à administração tributária de sua jurisdição as NF-e geradas em contingência. e até o prazo limite de 24 (vinte e quatro) horas contado a partir de sua emissão.DANFE-NFC-e original. o emitente deverá transmitir à Administração Tributária de sua jurisdição as NF-e geradas em contingência.se a NF-e modelo 65. II . o emitente deverá: a) gerar novamente o arquivo com a mesma numeração e série. Acrescido o § 16 à cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 22/13.as seguintes informações farão parte do arquivo da NF-e modelo 65. transmitida nos termos do inciso I deste parágrafo. b) solicitar Autorização de Uso da NF-e. V . IV .havendo a impressão de mais de uma via do DANFE-NFC-e dispensase. sanando a irregularidade desde que não se altere as variáveis que determinam o valor do imposto. no momento da regular recepção da DPEC pela unidade federada autorizadora. conforme previsto na cláusula décima sétima-D. e até o prazo limite de vinte e quatro horas contado a partir de sua emissão.14 a 30. a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário e a data de emissão ou de saída. autorizada. no mesmo tipo de papel utilizado para imprimir o .se a NF-e modelo 65. efeitos de 01. hora com minutos e segundos do seu início.é vedada a reutilização.02. sanando a irregularidade desde que não se altere as variáveis que determinam o valor do imposto.considera-se emitida a NF-e modelo 65 em contingência: a) na hipótese dos incisos I do § 15.14. autorizada. c) imprimir o DANFE-NFC-e correspondente à NF-e modelo 65. o contribuinte deverá: a) gerar novamente o arquivo com a mesma numeração e série. a exigência do uso do Formulário de Segurança ou Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA). b) a data. devendo ser impressas no DANFE-NFC-e: a) o motivo da entrada em contingência.04.imediatamente após a cessação dos problemas técnicos que impediram a transmissão ou recepção do retorno da autorização da NF-e modelo 65. a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário e a data de emissão ou de saída. de número de NF-e modelo 65.o DANFE-NFC-e emitido em contingência deverá ser mantido pelo emitente pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda de documentos fiscais. modelo 65. c) imprimir o DANFE-NFC-e correspondente à NF-e modelo 65. no mesmo tipo de papel utilizado para imprimir o . transmitida com tipo de emissão “Normal”. § 16 Na hipótese do inciso I do § 15 o contribuinte deverá observar: I .

as seguintes informações farão parte do arquivo da NF-e modelo 65. tendo como condição resolutória a sua autorização de uso. 1º Na hipótese prevista no inciso I do caput.V . Redação anterior dada à cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 08/07. o contribuinte deverá gerar novo arquivo. § 4º Dispensa-se a exigência de formulário de segurança para a impressão das vias adicionais previstas no § 3º da cláusula nona. III . transmitida com tipo de emissão “Normal”. § 5º Na hipótese do inciso II do caput. II . IV . a administração tributária da unidade federada emitente poderá autorizar a NF-e utilizando-se da infra-estrutura tecnológica da Receita Federal do Brasil ou de outra unidade federada. o contribuinte deverá: I .09.07 a 30. em contingência.gerar novamente o arquivo com a mesma numeração e série. conforme definido em Ato COTEPE. a Receita Federal do Brasil deverá transmitir a NF-e para a unidade federada do emitente. II .providenciar. VII . o emitente deverá transmitir à administração tributária de sua jurisdição as NF-e geradas em contingência.solicitar nova Autorização de Uso da NF-e. junto ao destinatário.08. devendo ser impressas no DANFE-NFC-e: a) o motivo da entrada em contingência. II . constando no corpo a expressão “DANFE em Contingência. § 6º Se a NF-e transmitida nos termos do § 5º vier a ser rejeitada pela administração tributária.transmitir a NF-e para a Receita Federal do Brasil nos termos das cláusulas quarta. sanando a irregularidade. quinta e sexta deste Ajuste. o DANFE deverá ser impresso em no mínimo duas vias. observado o disposto na Cláusula décima sétima-A. conforme disposto no parágrafo anterior. efeitos de 01.considera-se emitida a NF-e modelo 65 em contingência. no momento da impressão do respectivo DANFE-NFC-e em contingência. § 2º Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e. tendo as vias a seguinte destinação: I . informando que a respectiva NF-e foi emitida em contingência e adotar uma das seguintes alternativas: I . Impresso em decorrência de problemas técnicos”. de número de NF-e modelo 65.11. Cláusula décima primeira Quando em decorrência de problemas técnicos não for possível transmitir a NF-e para a unidade federada do emitente. sem prejuízo do disposto no § 3º da cláusula sexta.é vedada a reutilização. caso a geração saneadora da irregularidade da NF-e tenha promovido alguma alteração no DANFE.uma das vias permitirá o trânsito das mercadorias e deverá ser mantida em arquivo pelo destinatário pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda de documentos fiscais. imediatamente após a cessação dos problemas técnicos que impediram a transmissão ou recepção do retorno da autorização da NF-e. hora com minutos e segundos do seu início. ou obter resposta à solicitação de Autorização de Uso da NF-e.imprimir o DANFE em formulário de segurança. 44 . a entrega da NF-e autorizada bem como do novo DANFE impresso nos termos do inciso III. VI . § 3º Na hipótese do inciso II do caput.imprimir em formulário de segurança o DANFE correspondente à NF-e autorizada.outra via deverá ser mantida em arquivo pelo emitente pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. b) a data.

e deverá ser mantida em arquivo pelo destinatário. utilizando formulário de segurança que atenda às disposições do Convênio ICMS 58/95. o interessado deverá emitir o DANFE nos termos do § 1º ou. informando o motivo da entrada em contingência. de 28 de junho de 1995.uma das vias permitirá o trânsito das mercadorias até que sejam sanados os problemas técnicos da transmissão da NF-e. 45 . número dos formulários de segurança utilizados. Cláusula décima primeira Quando não for possível a transmissão da NF-e. Parágrafo único. a nota fiscal modelo 1 ou 1-A em substituição a NF-e. Redação anterior dada à cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 04/06. o contribuinte tenha optado pela emissão de nota fiscal modelo 1 ou 1-A. o interessado deverá emitir o DANFE em duas vias. § 2º No caso do § 1º: I . Redação original. II . deverá ser utilizado formulário de segurança que atenda às disposições do Convênio ICMS 58/95.07. bem como a numeração e série das NF-e geradas neste período. em decorrência de problemas técnicos.o emitente deverá efetuar a transmissão da NF-e imediatamente após a cessação dos problemas técnicos que impediram a sua transmissão. tendo as vias a seguinte destinação: I . o destinatário não puder confirmar a existência da Autorização de Uso da NF-e. em no mínimo duas vias. de 28 de junho de 1995. § 9º O contribuinte deverá. § 8º Se após decorrido o prazo de 30 dias do recebimento de mercadoria acompanhada de DANFE impresso nos termos do inciso II do caput. junto à via mencionada no inciso I do § 3º. II . Ocorrendo a emissão do DANFE nos termos do caput: I .07. deverá providenciar. assim que superado o problema técnico. na hipótese do inciso II do caput. § 1º Ocorrendo à emissão do DANFE nos termos do caput. pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda de documentos fiscais. e consignado no campo de observações a expressão “DANFE emitido em decorrência de problemas técnicos”. efeitos de 12. a via do DANFE recebida nos termos do inciso IV do § 6º.06.o emitente deverá manter uma de suas vias pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. a critério da unidade federada.o emitente deverá efetuar a transmissão da NF-e imediatamente após a cessação dos problemas técnicos que impediram a sua transmissão. devendo o destinatário das mercadorias manter a outra via pelo mesmo prazo.10. Cláusula décima primeira Quando em decorrência de problemas técnicos não for possível gerar o arquivo da NF-e. deverá comunicar o fato à unidade fazendária do seu domicílio.uma das vias permitirá o trânsito das mercadorias até que sejam sanados os problemas técnicos. por problemas técnicos. III . o cancelamento da NF-e.07. § 3º No caso de ter havido a transmissão do arquivo da NF-e e.outra via deverá ser mantida em arquivo pelo emitente pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. II . lavrar termo no livro Registro de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência. transmitir ou obter a resposta da autorização de uso da NF-e. efeitos até 11. modelo 6.06 a 31.o destinatário deverá comunicar o fato à unidade fazendária do seu domicílio se no prazo de 30 dias do recebimento da mercadoria não puder confirmar a existência da Autorização de Uso da NF-e. caso esta tenha sido autorizada. a data e hora do seu início e seu término. informando inclusive o número dos formulários de segurança utilizados.§ 7º O destinatário deverá manter em arquivo pelo prazo decadencial estabelecido pela legislação tributária.

em casos excepcionais. o emitente poderá solicitar o cancelamento da NF-e.07. em prazo não superior ao máximo definido em Ato COTEPE. imediatamente após a cessação dos problemas técnicos e até o prazo limite de cento e sessenta e oito horas da emissão da NF-e.solicitar o cancelamento.10. desde que não tenha havido a circulação da respectiva mercadoria e prestação de serviço. desde que não tenha havido a circulação da mercadoria ou a prestação de serviço e observadas às normas constantes na cláusula décima terceira. de que trata o inciso III da cláusula sétima. de que trata o inciso III da cláusula sétima.06 a 30. o emitente. Cláusula décima segunda Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e.12 a 28.12.10 a 30. o emitente poderá solicitar o cancelamento da NF-e. excetuada a hipótese da utilização do Sistema de Contingência do Ambiente Nacional . observada a disciplina deste ajuste.13. o emitente deverá. 46 . efeitos de 01. efeitos de 01. Redação anterior dada à cláusula décima segunda pelo Ajuste SINIEF 12/09. contado do momento em que foi concedida a respectiva Autorização de Uso da NF-e. após a cessação das falhas: I .09. II .Acrescida à cláusula décima primeira-A pelo Ajuste SINIEF 08/07. efeitos a partir de 01. nos termos da cláusula décima quarta. de que trata o inciso III da cláusula sétima.04. Cláusula décima primeira-A Em relação às NF-e que foram transmitidas antes da contingência e ficaram pendentes de retorno.SCAN. Revogada a cláusula décima primeira-B pelo Ajuste SINIEF 01/13. em prazo não superior ao máximo definido no ‘Manual de Integração . o emitente poderá solicitar o cancelamento da respectiva NF-e.06. de que trata o inciso III da cláusula sétima.solicitar a inutilização. efeitos de 12.08 a 31. observadas as demais normas da legislação pertinente. Redação original.11. efeitos até 11. Redação anterior dada à cláusula décima segunda pelo Ajuste SINIEF 04/06. A critério de cada unidade federada.03. deverá transmitir à administração tributária de sua jurisdição as NF-e geradas em contingência. Nova redação dada à cláusula décima segunda pelo Ajuste SINIEF 12/12.08. efeitos a partir de 01. Cláusula décima segunda Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e. efeitos a partir de 01. efeitos de 01. contado do momento em que foi concedida a respectiva Autorização de Uso da NF-e. Cláusula décima primeira-B Na emissão de NF-e em contingência.Contribuinte’. Parágrafo único. desde que não tenha havido a circulação da mercadoria ou a prestação de serviço e observadas as normas constantes na cláusula décima terceira.11. nos termos da cláusula décima segunda.10.12. contado do momento em que foi concedida a Autorização de Uso da NF-e. poderá ser recepcionado o pedido de cancelamento de forma extemporânea.11. Cláusula décima primeira-B REVOGADA Acrescida à cláusula décima primeira-B pelo Ajuste SINIEF 12/12. Redação anterior dada à cláusula décima segunda pelo Ajuste SINIEF 11/08. Cláusula décima segunda Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e. o emitente poderá solicitar o cancelamento da NF-e.07.13.02.10. das NF-e que retornaram com Autorização de Uso e cujas operações não se efetivaram ou foram acobertadas por NF-e emitidas em contingência. desde que não tenha havido a circulação da mercadoria ou a prestação de serviço e observadas as normas constantes na cláusula décima terceira.07. da numeração das NF-e que não foram autorizadas nem denegadas.03. Cláusula décima segunda Em prazo não superior a vinte e quatro horas.

11.06 a 31. o emitente poderá solicitar o cancelamento da NF-e no prazo de até 12(doze) horas. § 4º A transmissão poderá ser realizada por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária.12. a fim de garantir a autoria do documento digital. efeitos a partir de 01.07 até 30. contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte. os Cancelamentos de NF-e. efeitos a partir de 01. a fim de garantir a autoria do documento digital.08. transmitido pelo emitente. Redação anterior dada ao § 6º da cláusula décima terceira pelo Ajuste SINIEF 04/06.10. contendo o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz. § 2º A transmissão do Pedido de Cancelamento de NF-e será efetivada via Internet.07.12. Cláusula décima terceira O cancelamento de que trata a cláusula décima segunda somente poderá ser efetuado mediante Pedido de Cancelamento de NFe. Nova redação dada ao § 6º da cláusula décima terceira pelo Ajuste SINIEF 08/07. podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento.ICP-Brasil. desde que não tenha havido a circulação da respectiva mercadoria e prestação de serviço.07. Cláusula décima terceira O cancelamento de que trata a cláusula décima segunda será efetuado por meio do registro de evento correspondente. Nova redação dada ao § 5º da cláusula décima terceira pelo Ajuste SINIEF 08/07.11.06 a 30. § 5º A cientificação do resultado do Pedido de Cancelamento de NF-e será feita mediante protocolo de que trata o § 2º disponibilizado ao emitente. 47 . podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento.10. Nova redação dada ao § 3º da cláusula décima terceira pelo Ajuste SINIEF 11/08. Redação anterior dada ao caput da cláusula décima terceira pelo Ajuste SINIEF 08/07. a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária e o número do protocolo. por meio de protocolo de segurança ou criptografia.10. à administração tributária que a autorizou.12. efeitos de 12. Nova redação dada ao § 1º da cláusula décima terceira pelo Ajuste SINIEF 12/09.08. efeitos a partir de 01.06 a 31.Contribuinte’.07. § 6º A administração tributária da unidade federada do emitente deverá transmitir para as administrações tributárias e entidades previstas na cláusula oitava. efeitos a partir de 01.10. efeitos a partir de 01.07. Nova redação dada ao caput da cláusula décima terceira pelo Ajuste SINIEF 16/12.Cláusula décima segunda Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e. Redação anterior dada ao § 5º da cláusula décima terceira pelo Ajuste SINIEF 04/06. a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária da unidade federada do contribuinte e o número do protocolo. via Internet. § 1º O Pedido de Cancelamento de NF-e deverá atender ao leiaute estabelecido no ‘Manual de Integração .ICP-Brasil. conforme o caso.07.07. via Internet. o número da NF-e.09. contendo. Redação anterior dada ao § 3º da cláusula décima terceira pelo Ajuste SINIEF 04/06. conforme o caso.11. o número da NF-e. § 3º O Pedido de Cancelamento de NF-e deverá ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . efeitos de 01. a “chave de acesso”. § 3º O Pedido de Cancelamento de NF-e deverá ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . contendo. efeitos de 12. § 5º A cientificação do resultado do Pedido de Cancelamento de NF-e será feita mediante protocolo de que trata o § 2º disponibilizado ao emitente.11.07. a "chave de acesso".09. de que trata o inciso III da cláusula sétima. efeitos de 12.

. a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária e o número do protocolo. à administração tributária de sua unidade federada.§ 6º Caso a administração tributária da unidade federada do emitente já tenha efetuado a transmissão da NF-e para as administrações tributárias e entidades previstas na cláusula oitava.12 a 31.12. caso não constem do arquivo XML da NF-e transmitido nos termos da cláusula quinta e seu respectivo DANFE. 48 . Cláusula décima terceira O cancelamento de que trata a cláusula décima segunda somente poderá ser efetuado mediante Pedido de Cancelamento de NFe. caso não constem do arquivo XML da NF-e modelo 55 transmitido nos termos da cláusula quinta e seu respectivo DANFE.09. por meio de protocolo de segurança ou criptografia.14.02. conforme o caso..ICP-Brasil. Acrescido o caput da cláusula décima terceira-A pelo Ajuste SINIEF 07/12. deverá transmitir-lhes os respectivos documentos de Cancelamento de NF-e. transmitido pelo emitente. contendo o CNPJ do emitente. disponibilizado ao emitente.07. via Internet. a “chave de acesso”. efeitos a partir de 01. § 2º A transmissão do Registro de Saída será efetivada via Internet.. 5º e 6º.10. Acrescidos os §§ 1º ao 7º à cláusula décima terceira-A pelo Ajuste SINIEF 07/12. deverão ser comunicadas através de Registro de Saída. contendo a chave de acesso da NF-e.] § 3º O Pedido de Cancelamento de NF-e deverá ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira .09.07. contendo. em relação ao caput. à hora de saída e ao transporte. deverão ser comunicadas através de Registro de Saída.01. efeitos a partir de 01. Cláusula décima terceira-A As informações relativas à data.06. à hora de saída e ao transporte. § 3º O Registro de Saída deverá ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira . efeitos até 31.. § 4º [. Cláusula décima terceira-A As informações relativas à data. Nova redação dada ao caput da cláusula décima terceira-A pelo Ajuste SINIEF 22/13. efeitos de 01. contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte. em relação ao § 1º e 11. podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento.09.] § 5º A cientificação do resultado do Pedido de Cancelamento de NF-e será feita mediante protocolo transmitido ao emitente.14. § 4º A transmissão poderá ser realizada por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. Redação original. § 1º O Pedido de Cancelamento de NF-e deverá atender ao leiaute estabelecido em Ato COTEPE. § 1º O Registro de Saída deverá atender ao leiaute estabelecido no “Manual de Orientação do Contribuinte”. § 5º O Registro de Saída só será válido após a cientificação de seu resultado mediante o protocolo de que trata o § 2º. § 2º [. deverá transmitir-lhes os respectivos documentos de Cancelamento de NF-e. a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária da unidade federada do contribuinte e o número do protocolo. § 6º Caso a administração tributária da unidade federada do emitente já tenha efetuado a transmissão da NF-e objeto do cancelamento à Secretaria da Receita Federal do Brasil ou à administração tributária de outra unidade federada. em relação aos §§ 3º.09.ICP-Brasil. a fim de garantir a autoria do documento digital. o número da NF-e. a fim de garantir a autoria do documento digital. via Internet. 30.

§ 6º A administração tributária autorizadora deverá transmitir o Registro de Saída para as administrações tributárias e entidades previstas na cláusula oitava. efeitos a partir de 01.06 a 31.valor igual ou superior a R$ 10.07. conforme o caso. a inutilização de números de NF-e não utilizados. Nova redação dada ao § 2º da cláusula décima quarta pelo Ajuste SINIEF 04/06.07. § 3º A cientificação do resultado do Pedido de Inutilização de Número da NF-e será feita mediante protocolo de que trata o § 2º disponibilizado ao emitente. § 1º.06 a 30. de 12. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. Cláusula décima quarta O contribuinte deverá solicitar. A identificação de que trata o caput será feita pelo CNPJ ou CPF ou.02. Parágrafo único. até o 10 (décimo) dia do mês subsequente. mediante Pedido de Inutilização de Número da NF-e.podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento.07. efeitos a partir de 12.11. na eventualidade de quebra de seqüência da numeração da NF-e.14. quando solicitado pelo adquirente. Nova redação dada ao caput e ao § 3º da cláusula décima quarta.000. e acrescido o § 4º.10. será efetivada via Internet. efeitos a partir de 01.07.08.09.entrega em domicílio.07. contendo. contendo o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz. mediante Pedido de Inutilização de Número da NF-e.000.ICP-Brasil.08. II .10. até o 10 (décimo) dia do mês subseqüente.07. § 2º A transmissão do Pedido de Inutilização de Número da NF-e. podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. Redação anterior dada à cláusula décima quarta pelo Ajuste SINIEF 04/06. tratandose de estrangeiro. § 1º O Pedido de Inutilização de Número da NF-e deverá ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira . documento de identificação admitido na legislação civil. os números das NF-e.06 a 31. Cláusula décima quarta O contribuinte deverá solicitar. § 4º A administração tributária da unidade federada do emitente deverá transmitir para a Receita Federal do Brasil as inutilizações de número de NF-e. a inutilização de números de NF-es não utilizados.. a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária da unidade federada do emitente e o número do protocolo. Nova redação dada ao § 1º da cláusula décima quarta pelo Ajuste SINIEF 11/08.06. na eventualidade de quebra de seqüência da numeração da NF-e. a fim de garantir a autoria do documento digital. III . § 1º O Pedido de Inutilização de Número da NF-e deverá ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira ICP-Brasil.07. Acrescida a cláusula décima terceira-B pelo Ajuste SINIEF 22/13.00 (dez mil reais). contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte. § 3º. efeitos a partir de 01. a fim de garantir a autoria do documento digital. via Internet. hipótese em que também deverá ser informado o respectivo endereço. § 2º [. efeitos: caput.valor inferior a R$ 10. § 7º Caso as informações relativas à data e à hora de saída não constem do arquivo XML da NF-e nem seja transmitido o Registro de Saída no prazo estabelecido no “Manual de Orientação do Contribuinte” será considerada a data de emissão da NF-e como data de saída.00 (dez mil reais). de 12.. de 12. Cláusula décima terceira-B A identificação do destinatário na NF-e modelo 65 deverá ser feita nas seguintes operações com: I . pelo Ajuste SINIEF 08/07.10.] 49 .

§ 3º A cientificação do resultado do Pedido de Inutilização de Número da
NF-e será feita mediante protocolo de que trata o § 2º disponibilizado ao emitente,
via Internet, contendo, conforme o caso, a “chave de acesso”, o número da NF-e,
a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária da
unidade federada do contribuinte e o número do protocolo, podendo ser
autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da
administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento.
Redação original, efeitos até 11.07.06.
Cláusula décima quarta Na eventualidade de quebra de seqüência da
numeração, quando da geração do arquivo digital da NF-e, o contribuinte deverá
comunicar o ocorrido, até o 10º(décimo) dia do mês subsequente, mediante
Pedido de Inutilização de Número da NF-e.
Parágrafo único. A cientificação do resultado do Pedido de Inutilização de
Número da NF-e será feita mediante protocolo transmitido ao emitente, via
Internet, contendo, conforme o caso, a “chave de acesso”, o número da NF-e, a
data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária da
unidade federada do contribuinte e o número do protocolo, podendo ser
autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da
administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento.
Nova redação dada ao caput da cláusula décima quarta-A pelo Ajuste SINIEF 22/13, efeitos
a partir de 01.02.14.
Cláusula décima quarta-A Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e de que trata a
cláusula sétima, e durante o prazo estabelecido no “Manual de Orientação do Contribuinte”, o emitente
poderá sanar erros em campos específicos da NF-e, modelo 55, observado o disposto no § 1º-A do art. 7º
do Convênio SINIEF s/nº de 1970, por meio de Carta de Correção Eletrônica - CC-e, transmitida à
Administração Tributária da unidade federada do emitente.
Redação anterior dada ao caput da cláusula décima quarta-A pelo Ajuste
SINIEF 08/10, efeitos de 01.08.10 a 31.01.14.
Cláusula décima quarta-A Após a concessão da Autorização de Uso da
NF-e, de que trata a cláusula sétima, durante o prazo estabelecido no ‘Manual de
Integração - Contribuinte’ o emitente poderá sanar erros em campos específicos
da NF-e, observado o disposto no §1º- A do art. 7º do Convênio SINIEF s/nº de
1970, por meio de Carta de Correção Eletrônica - CC-e, transmitida à
Administração Tributária da unidade federada do emitente.
Acrescida à cláusula décima quarta-A pelo Ajuste SINIEF 08/07, efeitos de
01.11.07 a 31.07.10.
Cláusula décima quarta-A Após a concessão da Autorização de Uso da
NF-e, de que trata a cláusula sétima, o emitente poderá sanar erros em campos
específicos da NF-e, observado o disposto no §1º- A do art. 7º do Convênio
SINIEF s/nº de 1970, por meio de Carta de Correção Eletrônica - CC-e, transmitida
à administração tributária da unidade federada do emitente.
Nova redação dada ao § 1º da cláusula décima quarta-A pelo Ajuste SINIEF 12/09, efeitos a
partir de 01.04.10.
§ 1º A Carta de Correção Eletrônica - CC-e deverá atender ao leiaute estabelecido no ‘Manual
de Integração - Contribuinte’ e ser assinada pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade
credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o nº do CNPJ de
qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital.
Redação anterior dada ao § 1º da cláusula décima quarta-A pelo Ajuste
SINIEF 11/08, efeitos de 01.10.08 a 31.03.10.
§ 1º A Carta de Correção Eletrônica - CC-e deverá atender ao leiaute
estabelecido em Ato COTEPE e ser assinada pelo emitente com assinatura digital
certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas
Brasileira - ICP-Brasil, contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos
do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital.
Acrescido o § 1º à cláusula décima quarta-A pelo Ajuste SINIEF 08/07, efeitos
de 01.11.07 a 30.09.08.
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§ 1º A Carta de Correção Eletrônica - CC-e deverá atender ao leiaute
estabelecido em Ato COTEPE e ser assinada pelo emitente com assinatura digital
certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas
Brasileira - ICP-Brasil, contendo o CNPJ do estabelecimento emitente ou da
matriz, a fim de garantir a autoria do documento digital.
Acrescidos os §§ 2º ao 5º à cláusula décima quarta-A pelo Ajuste SINIEF 08/07, efeitos a
partir de 01.11.07.
§ 2º A transmissão da CC-e será efetivada via Internet, por meio de protocolo de segurança ou
criptografia.
§ 3º A cientificação da recepção da CC-e será feita mediante protocolo disponibilizado ao
emitente, via Internet, contendo, conforme o caso, a “chave de acesso”, o número da NF-e, a data e a hora
do recebimento da solicitação pela administração tributária da unidade federada do contribuinte e o número
do protocolo, podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da
administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento.
§ 4° Havendo mais de uma CC-e para a mesma NF-e, o emitente deverá consolidar na última
todas as informações anteriormente retificadas.
§ 5º A administração tributária que recebeu a CC-e deverá transmití-la às administrações
tributárias e entidades previstas na cláusula oitava.
Nova redação dada ao § 6º da cláusula décima quarta-A pelo Ajuste SINIEF 11/08, efeitos a
partir de 01.10.08.
§ 6º O protocolo de que trata o § 3º não implica validação das informações contidas na CC-e
Acrescido o § 6º da cláusula décima quarta-A pelo Ajuste SINIEF 08/07,
efeitos de 01.11.07 a 30.09.08.
§ 6º O protocolo de que trata o § 4º não implica validação das informações
contidas na CC-e.
Acrescido o § 7º da cláusula décima quarta-A pelo Ajuste SINIEF 10/11, efeitos a partir de
05.10.11.
§ 7º A partir de 1º de julho de 2012 não poderá ser utilizada carta de correção em papel para
sanar erros em campos específicos de NF-e.
Nova redação dada à cláusula décima quinta pelo Ajuste SINIEF 04/06, efeitos a partir de
12.07.06.
Cláusula décima quinta Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e, de que trata a
cláusula sétima, a administração tributária da unidade federada do emitente disponibilizará consulta relativa
à NF-e.
§ 1º A consulta à NF-e será disponibilizada, em “site” na internet pelo prazo mínimo de 180
(cento e oitenta) dias.
§ 2º Após o prazo previsto no § 1º, a consulta à NF-e poderá ser substituída pela prestação de
informações parciais que identifiquem a NF-e (número, data de emissão, CNPJ do emitente e do
destinatário, valor e sua situação), que ficarão disponíveis pelo prazo decadencial.
§ 3º A consulta à NF-e, prevista no caput, poderá ser efetuada pelo interessado, mediante
informação da “chave de acesso” da NF-e.
Nova redação dada ao § 4º da cláusula décima quinta pelo Ajuste SINIEF 22/13, efeitos a
partir de 01.02.14.
§ 4º A consulta prevista no caput, em relação à NF-e modelo 55, poderá ser efetuada também,
subsidiariamente, no ambiente nacional disponibilizado pela Receita Federal do Brasil.
Acrescido o § 4º à cláusula décima quinta pelo Ajuste SINIEF 08/07, efeitos
de 01.11.07 a 31.01.14.
§ 4º A consulta prevista no caput poderá ser efetuada também,
subsidiariamente, no ambiente nacional disponibilizado pela Receita Federal do
Brasil.
Redação original, efeitos até 11.07.06.

51

Cláusula décima quinta Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e,
de que trata a cláusula sétima, a administração tributária da unidade federada do
emitente disponibilizará consulta pública relativa à NF-e.
§ 1º A consulta à NF-e será disponibilizada, em “site” na internet pelo
prazo mínimo de 90 (noventa) dias.
§ 2º Após o prazo previsto no caput, a consulta à NFe poderá ser
substituída pela prestação de informações parciais que identifiquem a NF-e
(número, data de emissão, CNPJ do emitente e do destinatário, valor e sua
situação), que ficarão disponíveis pelo prazo decadencial.
§ 3º A consulta à NF-e, prevista no caput, poderá ser efetuada pelo
interessado, mediante informação da “chave de acesso” da NF-e, constante no
DANFE, ou mediante outra informação que garanta a idoneidade do documento
fiscal.
Nova redação dada ao caput da cláusula décima quinta-A pelo Ajuste SINIEF 16/12, efeitos
a partir de 01.01.12.
Cláusula décima quinta-A A ocorrência relacionada com uma NF-e denomina-se “Evento da
NF-e”.
Acrescido o caput da cláusula décima quinta-A pelo Ajuste SINIEF 05/12,
efeitos de 01.09.12 a 30.11.12.
Cláusula décima quinta-A A ocorrência relacionada com uma NF-e
superveniente à sua respectiva autorização de uso denomina-se “Evento da NF-e”.
Acrescido o § 1º à cláusula décima quinta-A pelo Ajuste SINIEF 05/12, efeitos a partir de
01.09.12.
§ 1º Os eventos relacionados a uma NF-e são:
I - Cancelamento, conforme disposto na cláusula décima segunda;
II - Carta de Correção Eletrônica, conforme disposto na cláusula décima quarta-A;
III - Registro de Passagem Eletrônico, conforme disposto na cláusula décima sétima-C;
Nova redação dada ao inciso IV do § 1º da cláusula décima quinta-A pelo Ajuste SINIEF
07/12, efeitos a partir de 01.09.12.
IV - Ciência da Emissão, recebimento pelo destinatário ou pelo remetente de informações
relativas à existência de NF-e em que esteja envolvido, quando ainda não existem elementos suficientes
para apresentar uma manifestação conclusiva;
Acrescido o inciso IV ao § 1º da cláusula décima quinta-A pelo Ajuste SINIEF
05/12, sem efeitos.
IV - Ciência da Operação, recebimento pelo destinatário de informações
relativas à existência de NF-e em que ele é destinatário, mas ainda não existem
elementos suficientes para apresentar uma manifestação conclusiva;
IV - Ciência da Operação, recebimento pelo destinatário de informações relativas à existência
de NF-e em que ele é destinatário, mas ainda não existem elementos suficientes para apresentar uma
manifestação conclusiva;
Nova redação dada ao inciso V do § 1º da cláusula décima quinta-A pelo Ajuste SINIEF
22/13, efeitos a partir de 01.02.14.
V - Confirmação da Operação, manifestação do destinatário confirmando que a operação
descrita na NF-e ocorreu exatamente como informado nesta NF-e;
Acrescido o inciso V ao § 1º da cláusula décima quinta-A pelo Ajuste SINIEF
05/12, efeitos de 01.09.12 a 31.01.14.
V - Confirmação da Operação, manifestação do destinatário confirmando
que a operação descrita na NF-e ocorreu;
Nova redação dada ao inciso VI do § 1º da cláusula décima quinta-A pelo Ajuste SINIEF
22/13, efeitos a partir de 01.02.14.
VI - Operação não Realizada, manifestação do destinatário reconhecendo sua participação na
operação descrita na NF-e, mas declarando que a operação não ocorreu ou não se efetivou como
informado nesta NF-e;
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efeitos a partir de 01.Operação não Realizada. VIII .13. conjuntamente com a NF-e a que se referem. X . Acrescidos os incisos VIII.Registro de Saída.NF-e Referenciada em MDF-e.qualquer pessoa. Acrescidos os incisos XI. conforme disposto na cláusula décima sétima-D. IX e X ao § 1º da cláusula décima quinta-A pelo Ajuste SINIEF 07/12.Acrescido o inciso VI ao § 1º da cláusula décima quinta-A pelo Ajuste SINIEF 05/12.pelo emitente da NF-e modelo 55: a) Carta de Correção Eletrônica de NF-e. XIII .pelo destinatário da NF-e modelo 55. Acrescidos os §§ 2º. 3º e 4º à cláusula décima quinta-A pelo Ajuste SINIEF 05/12. registro que esta NF-e consta em um Conhecimento Eletrônico de Transporte.01. registro realizado pela autoridade fiscal com referência ao conteúdo ou à situação da NF-e.12. o Cancelamento de NF-e. XIV .pelo emitente da NF-e modelo 65. registro que esta NF-e consta em um Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais. Nova redação dada a cláusula décima quinta-B pelo Ajuste SINIEF 22/13.03.02.12 a 31.Manifestação do Fisco. II . efeitos de 01. II . XV . Cláusula décima quinta-B Na ocorrência dos eventos abaixo indicados fica obrigado o seu registro pelas seguintes pessoas: I . efeitos a partir de 01.12.Desconhecimento da Operação. envolvida ou relacionada com a operação descrita na NFe. III .12. efeitos a partir de 01.12.14. conforme leiaute.09. física ou jurídica. XIII e XIV ao § 1º da cláusula décima quinta-A do Ajuste SINIEF 16/12.órgãos da Administração Pública direta ou indireta. IX .Internalização Suframa.Vistoria Suframa. conforme leiaute. confirmação do recebimento da mercadoria pelo destinatário por meio da Declaração de Ingresso . manifestação do destinatário declarando que a operação descrita da NF-e não foi por ele solicitada. prazos e procedimentos estabelecidos no Manual de Orientação do Contribuinte. § 3º A administração tributária responsável pelo recebimento do registro do evento deverá transmiti-lo para o Ambiente Nacional da NF-e. § 2º Os eventos serão registrados por: I . § 4º Os eventos serão exibidos na consulta definida na cláusula décima quinta. conforme disposto na cláusula décima terceira-A. VII . manifestação do destinatário declarando que a operação descrita na NF-e foi por ele solicitada.09.NF-e Referenciada em CT-e. prazos e procedimentos estabelecidos na documentação do Sistema da NF-e.DI. XI .09. os seguintes eventos relativos à confirmação da operação descrita na NF-e: 53 . XII. a partir do qual será distribuído para os destinatários especificados na cláusula oitava.Declaração Prévia de Emissão em contingência. b) Cancelamento de NF-e. registro que esta NF-e consta como referenciada em outra NF-e. Acrescido o inciso XV ao § 1º da cláusula décima quinta-A pelo Ajuste SINIEF 01/13. efeitos a partir de 01. efeitos a partir de 01. homologação do ingresso da mercadoria na área incentivada mediante a autenticação do Protocolo de Internamento de Mercadoria Nacional .PIN-e. XII . mas esta operação não se efetivou.14. VI .NF-e Referenciada em outra NF-e.

09 a 31. VI e VII do § 1º da cláusula décima quinta-A.13. II . aqueles descritos nos incisos V. Cláusula décima sexta REVOGADA Redação anterior dada à cláusula décima sexta pelo Ajuste SINIEF 05/12.a) Confirmação da Operação. A critério de cada unidade federada.12 a 31.12 em relação ao caput e de 01. VI e VII do § 1º da cláusula décima quinta-A.registrar uma Carta de Correção Eletrônica de NF-e.08. sendo obrigatório nos seguintes casos: I .04. II . § 1º O cumprimento do disposto no inciso III do caput deverá observar o cronograma e os prazos constantes no Anexo II. efeitos de 01.14. Redação anterior dada ao caput e ao § 1º da cláusula décima sexta pelo Ajuste SINIEF 12/09. c) Desconhecimento da Operação. conforme o disposto no Anexo II. efeitos de 01.confirmação do recebimento da mercadoria ou prestação documentada por NF-e.12 a 31. efeitos a partir de 01. utilizando-se do registro dos respectivos eventos definidos na cláusula décima quinta-A: I .12. nos casos em que não houver mercadoria ou prestação documentada utilizando o evento “Confirmação da Operação”. b) Cancelamento de NF-e. Cláusula décima quinta-B São obrigatórios os registros dos seguintes eventos: I . V. Cláusula décima quinta-B O registro de eventos é de uso facultativo pelos agentes mencionados no § 2º da cláusula décima quinta-A. utilizando o evento “Confirmação da Operação”. efeitos a partir de 01.13.registrar as situações descritas nos incisos IV. Acrescida à cláusula décima quinta-B pelo Ajuste SINIEF 17/12.pelo destinatário da NF-e. do Recebimento das mercadorias e serviços constantes da NF-e. II .08.10. b) Operação não Realizada.pelo emitente da NF-e: a) Carta de Correção Eletrônica de NF-e. em conformidade com o Anexo II.09. exigir Informações do destinatário. Cláusula décima sexta As unidades federadas envolvidas na operação ou prestação poderão.09.confirmação de recebimento da NF-e. efeitos de 01.10 a 31.13 a 31. Cláusula décima sexta As unidades federadas envolvidas na operação ou prestação poderão exigir do destinatário as seguintes informações relativas à confirmação da operação ou prestação descrita na NF-e.09. Parágrafo único. poderá ser exigida a obrigatoriedade de registro prevista no inciso II do caput desta cláusula para outras hipóteses além das previstas no Anexo II. III . Redação anterior dada à cláusula décima quinta-B pelo Ajuste SINIEF 11/13.01. III . observados padrões estabelecidos no ‘Manual de Integração Contribuinte’. Revogada a cláusula décima sexta pelo Ajuste SINIEF 11/13.08.declaração do não recebimento da mercadoria ou prestação documentada por NF-e utilizando o evento “Operação não Realizada.13. o registro dos eventos previstos no inciso III do caput poderá ser exigido também de outros contribuintes que não estejam relacionados no Anexo II.efetuar o cancelamento de NF-e.12 em relação ao § 1º. § 2º A critério de cada unidade federada.08. a saber: 54 .

declaração de devolução total ou parcial da mercadoria documentada por NF-e. efeitos a partir de 12. e observados padrões estabelecidos em Ato COTEPE.06: Cláusula décima sétima Na hipótese de a unidade federada de destino das mercadorias ou de desembaraço aduaneiro. deverá ser observado o seguinte: I .08. Cláusula décima sexta As unidades federadas envolvidas na operação ou prestação poderão. será aceito pelo contribuinte destinatário.] § 1º A Informação de Recebimento. no caso de importação de mercadoria ou bem do exterior.confirmação de recebimento da NF-e. quando exigida.09.. não tiver implantado o sistema para emissão e autorização de NF-e. efeitos de 01.10.07. Revogada a cláusula décima sétima pelo Ajuste SINIEF 04/06. 55 . Cláusula décima sétima REVOGADA Redação original. exigir Informações do destinatário. deverá observar o prazo máximo estabelecido no ‘Manual de Integração . mediante legislação própria. pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais.[.10.08 a 31.] Redação anterior dada à cláusula décima sexta pelo Ajuste SINIEF 11/08. de 01. pelo destinatário. IV . [.07. efeitos até 11. nos casos em que não houver mercadoria documentada. em relação ao § 1º.Contribuinte’. § 4º A administração tributária da unidade federada do destinatário deverá transmitir para a Receita Federal do Brasil as Informações de Recebimento das NF-e.10. contendo. quando solicitado.09.. § 3º A cientificação do resultado da Informação de Recebimento será feita mediante arquivo.06. podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da administração tributária ou outro mecanismo que garanta a sua recepção. quando exigida. efeitos até 30. Redação original.o DANFE emitido em unidade federada que tenha implantado o sistema de NF-e. as Chaves de Acesso das NF-e..03.confirmação do recebimento da mercadoria documentada por NF-e.o contribuinte destinatário deverá conservar o DANFE com o respectivo número da Autorização de Uso da NF-e. mediante Protocolo ICMS. II . II . exigir a confirmação. deverá observar o prazo máximo estabelecido em Ato COTEPE. em relação ao caput. do Recebimento das mercadorias e serviços constantes da NF-e.declaração do não recebimento da mercadoria documentada por NF-e.09. no mínimo. a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária da unidade federada do destinatário. quando for o caso.. inclusive para fins de escrituração fiscal. em substituição à Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. § 1º A Informação de Recebimento. do recebimento das mercadorias e serviços constantes da NF-e.12. § 5º A Receita Federal do Brasil disponibilizará acesso às Unidades Federadas do emitente e do destinatário. Cláusula décima sexta As unidades federadas envolvidas na operação ou prestação poderão.10. os arquivos de Informações de Recebimento. em relação aos incisos I a IV do caput e aos §§ 2º a 5º. de 01. a confirmação ou declaração realizada. e o número do recibo. a saber: I . conforme o caso. e para Superintendência da Zona Franca de Manaus. III .08 a 30. devendo ser apresentados à administração tributária.08. § 2º A Informação de Recebimento será efetivada via Internet.08 a 31.

efeitos a partir de 01. efeitos a partir de 01. III .09. § 3º A partir de 1º de agosto de 2009.deverão ser observados os parágrafos 3º. A administração tributária do emitente da NF-e deverá disponibilizar consulta pública que possibilite a verificação da regularidade na emissão do DANFE.PAFS . I . § 1º Fica vedada a utilização de formulário de segurança adquirido na forma desta cláusula para outra destinação que não a prevista no caput. Redação anterior dada ao § 3º da cláusula décima sétima-A pelo Ajuste SINIEF 10/09. 56 .PAFS . § 3º Até 30 de junho de 2010 a Administração Tributária das unidades federadas poderá autorizar o Pedido de Aquisição de Formulário de Segurança . § 2º O fabricante do formulário de segurança de que trata o caput deverá observar as disposições das cláusulas quarta e quinta do Convênio 58/95. Nova redação dada ao inciso III da cláusula décima sétima-A pelo Ajuste SINIEF 22/13. Acrescidos os §§ 1º e 2º à cláusula décima sétima-A pelo Ajuste SINIEF 08/07.14.11. sendo permitido aos contribuintes utilizarem os formulários autorizados até o final do estoque.11. sendo permitido aos contribuintes utilizarem os formulários autorizados até o final do estoque. efeitos de 09.de que trata a cláusula quinta do Convênio ICMS 58/95.14. constar a expressão “DANFE” ou DANFE-NFC-e Acrescido o inciso III da cláusula décima sétima-A pelo Ajuste SINIEF 08/07.09 a 15. em seu lugar.07.12. de 30 de junho de 1995. efeitos a partir de 16. Nova redação dada ao caput da cláusula décima sétima-A pelo Ajuste SINIEF 22/13. devendo. II .de que trata a cláusula quinta do Convênio ICMS 58/95. III . efeitos de 19.02.01. constar a expressão “DANFE”. dispensando-se a exigência da Autorização de Impressão de Documentos Fiscais . devendo.PAFS.07.as características do formulário de segurança deverão atender ao disposto da cláusula segunda do Convênio ICMS 58/95.09. quando os formulários se destinarem à impressão de DANFE.07 a 31. quando os formulários se destinarem à impressão de DANFE. 4º.07.AIDF e a exigência de Regime Especial.09.11. efeitos a partir de 01. de 30 de junho de 1995. fica vedada à Administração Tributária das unidades federadas autorizar Pedido de Aquisição de Formulário de Segurança . sendo permitido aos contribuintes utilizarem os formulários autorizados até o final do estoque.01. efeitos de 01.não poderá ser impressa a expressão “Nota Fiscal”. Cláusula décima sétima-A Nas hipóteses de utilização de formulário de segurança para a impressão de DANFE ou DANFE-NFC-e previstas neste ajuste: Acrescido o caput da cláusula décima sétima-A pelo Ajuste SINIEF 08/07. 6º. Redação anterior dada ao § 3º da cláusula décima sétima-A pelo Ajuste SINIEF 01/09.07 a 31. para a aquisição do formulário de segurança. Cláusula décima sétima-A Nas hipóteses de utilização de formulário de segurança para a impressão de DANFE previstas neste Ajuste: Acrescidos os incisos I e II à cláusula décima sétima-A e §§ 1º e 2º pelo Ajuste SINIEF 08/07.09 a 08. 7º e 8º da cláusula quinta do Convênio ICMS 58/95.Parágrafo único.02.07. efeitos de 01. § 3º A partir de 1º de janeiro de 2010 fica vedado à Administração Tributária das unidades federadas autorizar o Pedido de Aquisição de Formulário de Segurança .14. nos termos deste Ajuste. de 30 de junho de 1995.11. quando os formulários se destinarem à impressão de DANFE. efeitos a partir de 01.não poderá ser impressa a expressão “Nota Fiscal”. Nova redação dada ao § 3º da cláusula décima sétima-A pelo Ajuste SINIEF 15/09.12.02.14. em seu lugar. de que trata a cláusula quinta do Convênio ICMS 58/95.

Cláusula décima sétima-C Toda NF-e que acobertar operação interestadual de mercadoria ou relativa ao comércio exterior estará sujeita ao registro de passagem eletrônico em sistema instituído por meio do Protocolo ICMS 10/03. quando os formulários se destinarem à impressão de DANFE.08 a 18. Cláusula décima sétima-D A Declaração Prévia de Emissão em Contingência .11.DPEC (NF-e) deverá ser gerada com base em leiaute estabelecido no ‘Manual de Integração . efeitos a partir de 01. efeitos a partir de 01. no mínimo. de 30 de junho de 1995. às empresas autorizadas à sua emissão. efeitos a partir de 01. conforme padrão estabelecido no ‘Manual de Integração .o arquivo digital da DPEC deverá ser elaborado no padrão XML (Extended Markup Language).08 a 30. I . consulta eletrônica referente à situação cadastral dos contribuintes do ICMS de seu Estado. Cláusula décima sétima-D A Declaração Prévia de Emissão em Contingência .09.10.09. efeitos a partir de 01.10.07. contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte. sendo permitido aos contribuintes utilizarem os formulários autorizados até o final do estoque.a transmissão do arquivo digital da DPEC deverá ser efetuada via Internet.07 a 30.10. efeitos de 01. observadas as seguintes formalidades: Redação dada ao inciso I da cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 11/08.08.A identificação do emitente. Nova redação dada à cláusula décima sétima-B pelo Ajuste SINIEF 12/09. II .02.10. efeitos a partir de 01.DPEC (NF-e) deverá ser gerada com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE. de que trata a cláusula quinta do Convênio ICMS 58/95. efeitos de 01.09. às empresas autorizadas à sua emissão.10. observadas as seguintes formalidades: Redação anterior dada à cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 11/08.a DPEC deverá ser assinada pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira .Informações das NF-e emitidas.08.08. conforme padrão estabelecido em ATO COTEPE.PAFS.Contribuinte’.09. efeitos a partir de 01. Acrescida à cláusula décima sétima-C pelo Ajuste SINIEF 08/07.09.10. no mínimo: I . contendo. II . Redação anterior dada à cláusula décima sétima-B pelo Ajuste SINIEF 08/07.10.Contribuinte’. a fim de garantir a autoria do documento digital. Nova redação dada ao caput da cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 12/09.08. para cada NF-e: 57 .ICP-Brasil. Redação dada ao inciso III da cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 11/08. consulta eletrônica referente à situação cadastral dos contribuintes do ICMS de seu Estado.Acrescido o § 3º à cláusula décima sétima-A pelo Ajuste SINIEF 11/08. § 3º A partir de 1º de março de 2009.11. Cláusula décima sétima-B A administração tributária das unidades federadas autorizadoras de NF-e disponibilizarão. efeitos de 01. fica vedada à Administração Tributária das Unidades Federadas autorizar Pedido de Aquisição de Formulário de Segurança . III . § 1º O arquivo da DPEC conterá informações sobre NF-e e conterá. Redação dada ao inciso II da cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 11/08. Acrescido o § 1º à cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 11/08.10.09.09. Parágrafo único Esses registros serão disponibilizados para a unidade federada de origem e destino das mercadorias bem como para a unidade federada de passagem que os requisitarem. efeitos a partir de 01. Cláusula décima sétima-B A administração tributária das unidades federadas autorizadoras de NF-e disponibilizarão.

09. IV . b) CNPJ ou CPF do destinatário. a Receita Federal do Brasil analisará: I . f) valor do ICMS retido por substituição tributária.10. II . efeitos a partir de 01. c) irregularidade fiscal do emitente. VI .08 a 30. § 2º Recebida a transmissão do arquivo da DPEC. Redação anterior dada ao § 2º à cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 11/08.a regularidade fiscal do emitente.outras validações previstas em Ato COTEPE. III . § 2º Recebida a transmissão do arquivo da DPEC.o credenciamento do emitente.outras validações previstas no ‘Manual de Integração . Acrescido o § 3º à cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 11/08.10.08. d) duplicidade de número da NF-e.a integridade do arquivo digital da DPEC. efeitos de 01.09. b) falha no reconhecimento da autoria ou da integridade do arquivo digital. II . I . efeitos de 01.a integridade do arquivo digital da DPEC.09. e) duplicidade de número da NF-e. I . e) outras falhas no preenchimento ou no leiaute do arquivo da DPEC.o credenciamento do emitente para emissão de NF-e.a) cave de Acesso. V .Contribuinte’.10. 58 . efeitos a partir de 01. f) falha na leitura do número da NF-e.10. Nova redação dada ao § 2º da cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 12/09. para emissão de NF-e.09. d) remetente não credenciado para emissão da NF-e.da rejeição do arquivo da DPEC.10. a Receita Federal do Brasil analisará: I . efeitos a partir de 01. b) falha no reconhecimento da autoria ou da integridade do arquivo digital.a autoria da assinatura do arquivo digital da DPEC. Redação anterior dada ao inciso I ao § 3º da cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 11/08. IV . V .a autoria da assinatura do arquivo digital da DPEC. c) remetente não credenciado para emissão da NF-e.a observância ao leiaute do arquivo estabelecido em Ato COTEPE. a Receita Federal do Brasil cientificará o emitente: Nova redação dada ao inciso I do § 3º da cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 12/09.da rejeição do arquivo da DPEC. § 3º Do resultado da análise.a observância ao leiaute do arquivo estabelecido no ‘Manual de Integração .09.08 a 30. em virtude de: a) falha na recepção ou no processamento do arquivo. d) valor da NF-e. III .09. em virtude de: a) falha na recepção ou no processamento do arquivo. e) valor do ICMS. c) unidade Federada de localização do destinatário.Contribuinte’.

via internet.07. efeitos a partir de 01. Redação anterior dada ao § 4º à cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 11/08.09.10. hora e minuto da recepção. 3º. a unidade federada autorizadora responsável pela sua recepção. forem diferenciadas somente pelo ambiente de autorização deverão ser regularmente escrituradas nos termos da legislação vigente. bem como assinatura digital da Receita Federal do Brasil. é vedada ao destinatário a aceitação de qualquer outro documento em sua substituição. 59 . o mesmo não será arquivado na Receita Federal do Brasil para consulta. contendo o motivo da rejeição na hipótese do inciso I do 3º ou o arquivo da DPEC. efeitos a partir de 01.10. quando de sua regular recepção pela Receita Federal do Brasil.11. § 6º A Receita Federal do Brasil disponibilizará acesso às Unidades Federadas e Superintendência da Zona Franca de Manaus aos arquivos da DPEC recebidas. prazos e procedimentos estabelecidos no Manual de Orientação do Contribuinte. efeitos a partir de 01. de acordo com a legislação tributária vigente.11. deverá observar.08. efeitos a partir de 05. Acrescido o § 7º à cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 11/08. o disposto nos §§ 2º.07.09. Acrescido o § 3º à cláusula décima oitava pelo Ajuste SINIEF 10/11. a DPEC também poderá ser registrada como evento. efeitos a partir de 01. de 15 de dezembro de 1970. Cláusula décima oitava Aplicam-se à NF-e.10.09.11. o arquivo do DPEC. § 7º Em caso de rejeição do arquivo digital.08.g) outras falhas no preenchimento ou no leiaute do arquivo da DPEC. efeitos de 01. hora e minuto da recepção. § 3º As NF-e que. Acrescido o § 8º à cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 16/12. § 1º As NF-e canceladas. no lugar da Receita Federal do Brasil. § 4º A cientificação de que trata o §3º será efetuada mediante arquivo disponibilizado ao emitente ou a terceiro autorizado pelo emitente. as normas do Convênio SINIEF S/Nº. Acrescido o inciso II ao § 3º da cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 11/08. bem como assinatura digital da Receita Federal do Brasil. data.12. na hipótese do inciso II do § 3º. efeitos a partir de 01. observado o disposto no §1º da cláusula quarta. Nova redação dada ao § 4º da cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 12/09. acrescentando-se informação explicando as razões para esta ocorrência.10. data.08 a 30. § 2º Nos casos em que o remetente esteja obrigado à emissão da NF-e. denegadas e os números inutilizados devem ser escriturados. efeitos a partir de 01. contendo. efeitos a partir de 01. § 4º A cientificação de que trata o § 3º será efetuada via internet. § 8º Alternativamente ao disposto nesta cláusula. no que couber. exceto nos casos previstos na legislação estadual. Acrescido o § 1º à cláusula décima oitava pelo Ajuste SINIEF 8/07. nos termos do inciso II do § 3º da cláusula quarta.10. sem valores monetários.08. Acrescido o § 2º à cláusula décima oitava pelo Ajuste SINIEF 8/07. número do recibo.05.da regular recepção do arquivo da DPEC. 7º e 8º desta cláusula. § 5º Presumem-se emitidas as NF-e referidas na DPEC. conforme leiaute.14. efeitos a partir de 01. nos termos do inciso II do § 15 da cláusula décima primeira. Acrescido o § 6º à cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 11/08. II . Acrescido o § 9º à cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 05/14.10. Acrescido o § 5º à cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 11/08.10.08.12. o número do recibo. 4º. § 9º Na hipótese de DPEC transmitida em virtude de contingência relacionada com a NF-e modelo 65.efeitos a partir de 01.

12. Pernambuco e Piauí e ao Distrito Federal. Redação original.05.06. aos Estados do Amapá.12. a partir de 1º de janeiro de 2006. a partir de 1º de abril de 2006. O disposto na cláusula segunda deste Ajuste aplica-se aos Estados do Amapá. Cláusula vigésima Este Ajuste entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. Piauí e Roraima e ao Distrito Federal. Espírito Santo. efeitos a partir de 29. 60 .Nova redação dada cláusula décima nona pelo Ajuste SINIEF 11/05. Cláusula décima nona O disposto neste Ajuste aplica-se. Paraíba. Manaus-AM. aos Estados do Espírito Santo. Acrescido o parágrafo único à cláusula décima nona pelo Ajuste SINIEF 02/06. efeitos a partir de 21. efeitos até 20. Cláusula décima nona O disposto na cláusula segunda se aplica. Pernambuco. Paraíba.03. Espírito Santo. Parágrafo único. 30 de setembro de 2005. Paraíba e Pernambuco e ao Distrito Federal a partir de 1º de janeiro de 2007.05.

Simples Nacional . 300.Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional contempladas com imunidade do ICMS. 300 . 500 e 900.Código de Situação da Operação no Simples Nacional . 202 .Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional contemplados com isenção concedida para faixa de receita bruta nos termos da Lei Complementar nº 123.Classificam-se neste código as operações que permitem a indicação da alíquota do ICMS devido no Simples Nacional e o valor do crédito correspondente.Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional contemplados com isenção para faixa de receita bruta nos termos da Lei Complementar nº 123. 203 . 102 . ANEXO I .excesso de sublimite da receita bruta 3 . de 2006.Regime Normal NOTAS EXPLICATIVAS: O código 1 será preenchido pelo contribuinte quando for optante pelo Simples Nacional. 201 .12.CRT 1 . conforme arts. e não estejam abrangidas nas hipóteses dos códigos 103.Código de Regime Tributário . 203. 400. e não estejam abrangidas nas hipóteses dos códigos 103.Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de receita bruta . TABELA B .Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de receita bruta e com cobrança do ICMS por substituição tributária .Imune .Renumerado o Anexo Único para Anexo I pelo Ajuste SINIEF 17/12. 500 e 900.Não tributada pelo Simples Nacional 61 . O código 3 será preenchido pelo contribuinte que não estiver na situação 1 ou 2.Simples Nacional 2 .10. efeitos a partir de 01.11. Anexo Único . 19 e 20 da LC 123/06.10 até 30.Classificam-se neste código as operações que não permitem a indicação da alíquota do ICMS devido pelo Simples Nacional e do valor do crédito. 103 . e com cobrança do ICMS por substituição tributária.Classificam-se neste código as operações que não permitem a indicação da alíquota do ICMS devido pelo Simples Nacional e do valor do crédito.12.Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito . 400.12. efeitos de 01.CSOSN 101 .CÓDIGOS DE DETALHAMENTO DO REGIME E DA SITUAÇÃO Redação anterior dada ao Anexo Único pelo Ajuste SINIEF 03/10.Códigos de Detalhamento do Regime e da Situação TABELA A .Classificam-se neste código as operações que permitem a indicação da alíquota do ICMS devido pelo Simples Nacional e do valor do crédito. 400 .Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito e com cobrança do ICMS por substituição tributária . e com cobrança do ICMS por substituição tributária. 300.Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito e com cobrança do ICMS por substituição tributária .Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito . 203. e com cobrança do ICMS por substituição tributária. O código 2 será preenchido pelo contribuinte optante pelo Simples Nacional mas que tiver ultrapassado o sublimite de receita bruta fixado pelo estado/DF e estiver impedido de recolher o ICMS/ISS por esse regime. de 2006.

14.13. a partir de 1º de julho de 2014. Nova redação dada ao inciso II do título “OBRIGATORIEDADE DE REGISTRO DE EVENTOS” pelo Ajuste SINIEF 04/14.13 a 31. 102.CRT for igual a “1”. e substituirá os códigos da Tabela B . nos casos de circulação de mercadoria destinada a: I . b) postos de combustíveis e transportadores revendedores retalhistas. a partir de 1º de julho de 2014. II . para toda NF-e que: I .02.acoberte operações com álcool para fins não-combustíveis.09.exija o preenchimento do Grupo Detalhamento Específico de Combustíveis. 203.14. das situações de que trata o inciso II.04.acoberte operações com álcool para fins não combustíveis.14. NOTA EXPLICATIVA: O Código de Situação da Operação no Simples Nacional . das situações de que trata o inciso III.09.CST do Convênio s/nº de 15 de dezembro de 1970.14 a 30. 103. pelo destinatário. a partir de 1º de julho de 2013. nos casos de circulação de mercadoria destinada a: a) estabelecimentos distribuidores de combustíveis. pelo destinatário.Classificam-se neste código as demais operações que não se enquadrem nos códigos 101.Tributação pelo ICMS do Anexo Código de Situação Tributária . é obrigatório o registro. DOS PRAZOS PARA O REGISTRO DE EVENTOS O registro das situações de que trata este anexo deverá ser realizado nos seguintes prazos. nos termos do Manual de Orientação do Contribuinte. Redação anterior dada à disciplina do Anexo II pelo Ajuste SINIEF 11/13. II . é obrigatório o registro. a partir de 1º de março de 2013.Outros . efeito de 01. a partir de 1º de julho de 2013.01.05. transportado a granel. 900 . II . Além do disposto nos demais incisos do caput da cláusula décima quintaB. efeitos de 01.ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária (substituído) ou por antecipação .Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional não sujeitas à tributação pelo ICMS dentro do Simples Nacional.14.Classificam-se neste código as operações sujeitas exclusivamente ao regime de substituição tributária na condição de substituído tributário ou no caso de antecipações.estabelecimentos distribuidores de combustíveis. efeitos a partir de 01. 500 .02. ANEXO II OBRIGATORIEDADE DE REGISTRO DE EVENTOS Nova redação dada à disciplina do Anexo II pelo Ajuste SINIEF 31/13. 300. efeito a partir de 01. Nova redação dada ao Anexo II pelo Ajuste SINIEF 11/13.CSOSN será usado na Nota Fiscal Eletrônica exclusivamente quando o Código de Regime Tributário . a partir de 1º de março de 2013. 202. 400 e 500.postos de combustíveis e transportadores revendedores retalhistas. contados da data de autorização de uso da NF-e: Em caso de operações internas: Evento Inciso do § 1º da cláusula 15ª-A 62 Dias .. Redação anterior dada ao inciso II pelo Ajuste SINIEF 31/13. efeitos a partir 01. para toda a NF-e que exija o preenchimento do Grupo Detalhamento Específico de Combustíveis. Além do disposto nos demais incisos do caput da cláusula décima quinta-B. nos termos do Manual de Orientação do Contribuinte. 201.

nos termos do Manual de Orientação do Contribuinte. a partir de 1º de julho de 2013. II .postos de combustíveis e transportadores revendedores retalhistas. é obrigatório o registro.03. das situações de que trata o inciso III. contados da data de autorização de uso da NF-e: Em caso de operações internas: Evento Inciso do § 1º da cláusula 15ª-A Dias Ciência da Operação IV 5 Confirmação da Operação V 20 Operação não Realizada VI 20 Desconhecimento da Operação VII 10 Em caso de operações interestaduais: Evento Inciso do § 1º da cláusula 15ª-A Dias Ciência da Operação IV 10 Confirmação da Operação V 35 Operação não Realizada VI 35 Desconhecimento da Operação VII 15 Em caso de operações interestaduais destinadas a área incentivada: Evento Ciência da Operação Inciso do § 1º da cláusula 15ª-A IV Dias 10 63 . ANEXO II OBRIGATORIEDADE DE REGISTRO ESTABELECIMENTOS OBRIGADOS AO REGISTRO DE EVENTOS DE EVENTOS DOS Além do disposto nos demais incisos do caput da cláusula décima quintaB. pelo destinatário.Confirmação da Operação V 20 Operação não Realizada VI 20 Desconhecimento da Operação VII 10 Em caso de operações interestaduais: Evento Inciso do § 1º da cláusula 15ª-A Dias Confirmação da Operação V 35 Operação não Realizada VI 35 Desconhecimento da Operação VII 15 Em caso de operações interestaduais destinadas a área incentivada: Evento Inciso do § 1º da cláusula 15ª-A Dias Confirmação da Operação V 70 Operação não Realizada VI 70 Desconhecimento da Operação VII 15 Redação anterior dada ao Anexo II pelo Ajuste SINIEF 01/13. nos casos de circulação de mercadoria destinada a: I . a partir de 1º de março de 2013.13 a 31. para toda a NF-e que exija o preenchimento do Grupo Detalhamento Específico de Combustíveis.08.13.estabelecimentos distribuidores. efeitos de 01. DOS PRAZOS PARA O REGISTRO DE EVENTOS O registro das situações de que trata este anexo deverá ser realizado nos seguintes prazos.

64 .estabelecimentos distribuidores. a partir de 1º de março de 2013.12 a 28. II .postos de combustíveis e em transportadores e revendedores retalhistas.Códigos de Detalhamento do Regime e da Situação pelo Ajuste SINIEF 17/12. a partir de 1º de julho de 2013. efeitos de 01.13.Confirmação da Operação V 70 Operação não Realizada VI 70 Desconhecimento da Operação VII 15 Acrescido o Anexo II . ANEXO II OBRIGATORIEDADE DE REGISTRO DE EVENTOS A obrigatoriedade de registro de eventos que trata o inciso III do caput da cláusula décima quinta-B será exigido nas entradas de mercadorias constantes em NF-e que exija o preenchimento do Grupo Detalhamento Específico de Combustíveis. para: I .12.02. conforme disposto no Manual de Orientação do Contribuinte.

65 .