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Universidade Anhanguera

Curso Superior Engenharia Civil

Atividade Avaliativa - ATPS
Física II
Prof. Euzenil Almeida de Oliveira

FELIPE AUGUSTO PIETRICOSKI – RA: 1299104024
JOÃO VITOR DARÉ COSTA – RA: 2951594035
JOSIAS GUIMARÃES EVANGELISTA – RA: 9858518814
MILTON GRIGGI FILHO – RA: 9890532661
WISLLANY LIMA LEITE – RA: 9064417428

Cuiabá / MT
2015

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FELIPE AUGUSTO PIETRICOSKI – RA: 1299104024
JOÃO VITOR DARÉ COSTA – RA: 2951594035
JOSIAS GUIMARÃES EVANGELISTA – RA: 9858518814
MILTON GRIGGI FILHO – RA: 9890532661
WISLLANY LIMA LEITE – RA: 9064417428

ATIVIDADE AVALIATIVA ATPS
Prof. Euzenil Almeida de Oliveira

Atividade Avaliativa: ATPS apresentado
ao Curso Superior Engenharia Civil da
Universidade Anhanguera, como requisito
para a avaliação da Disciplina de Física II
para a obtenção e atribuição de nota da
Atividade Avaliativa.

Cuiabá /MT
2015

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Sumario

Conteúdo

Introdução...............................................................................................................4
Desafio...................................................................................................................5
Etapa I – Leis de Newton.........................................................................................7
Passo 1 – Elevadores....................................................................................................7
Passo 2 – Como Funciona os Elevadores........................................................................7
Passo 3 – Normas Técnicas dos Elevadores..................................................................10
Passo 4 – Diagramas de Forças....................................................................................11
Etapa II.....................................................................................................................................11
Bibliografia...........................................................................................................12

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Introdução
Este trabalho foi elaborado com o objetivo de solucionar os desafios proposto na
ATPS, neles serão mostrados os conceitos apreendidos em aulas praticas e pesquisas, por
meios de sites e livros.
Irá mostrar com objetivos a aplicação das leis de Newton em conceitos básicos da
física. No decorrer do trabalho será apresentado todo o conteúdo pedido no desafio.

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Desafio
Uma empresa construtora de obras em engenharia civil pretende construir um edifício
residencial com cinco andares. No projeto, a empresa prevê a instalação de um elevador para
o transporte de pessoas. A seguir, estão elencadas algumas informações do referido edifício:
Cada andar do edifício possui quatro apartamentos.

Cada apartamento tem dois dormitórios, uma sala, um banheiro, uma cozinha e uma
área de serviço integrada com a cozinha, totalizando uma área de 49,5 m².

O prédio possuirá um único elevador, que operará com uma velocidade de 1,0 m/s, por
questão de conforto e rapidez.

A distância entre o piso de um andar e o piso de outro andar é 3,60 m.

O estacionamento não será acessado por meio do elevador.

Você e sua equipe trabalham no setor de projetos da empresa citada e receberam a
incumbência de dimensionar a potência do elevador a ser utilizado para atender à demanda
estimada de pessoas e apresentar uma análise para sua instalação de acordo com as normas
técnicas vigentes. O documento que contempla essa análise é chamado de cálculo de tráfego.
De acordo com as normas vigentes criamos uma tabela onde demonstra todos os
requisitos para o cálculo de tráfego, criado com base na norma NBR – 5665.
Tabela segue logo abaixo para comportar toda em uma única pagina.

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CÁLCULO DE TRÁFEGO - NBR 5665

Local:
Proprietário:
Autor do Projeto:
Construtor:
Destinação de Uso:

Faculdade Anhanguera Unidade IV
ATPS - Atividade Pratica Supervisionadas
Adriel - Diogo Henrique - Marcos - Julio Cesar dos Reis
3º Semestre de Engenharia Civil
Edifício Residencial

POPULAÇÃO:
Composição:
56 aptos. de 2 dorm. Sociais (1º - 14º)
Relação
4 pessoas por 2 dorm
População total
Porcentagem mínima a ser transportada
Intervalo de Trafego Máximo admissível (s)
ELEVADORES
Unidades no
1 Grupo
2 Capacidade (passageiros)
3 Paradas
Paradas
4 Prováveis
5 Percurso (m)
6 Velocidade (m/s)
7 Tipo de Portas
Abertura Livre
8 (m)
TEMPOS ADOTADOS
9 Aceleração e retardamento
10 Abertura e fechamento
11 Entrada e saída de passageiros
TEMPOS TOTAIS CALCULADOS
T1-Percurso
12 Total
13
14
15

16
17
18
19

T2-Aceleração e retardamento
T3-Abertura e fechamento das portas
T4-Entrada e saída de passageiros
Soma parcial (T1+T2+T3+T4)
Adicional 10% (T3+T4)
T - Tempo total de viagem
I - Intervalo de tráfego (s)
Capacidade de transporte (passageiros)
Capacidade de tráfego (passageiros)

224
26,88
80

2
8
18
7,53
43,2
1
AC

.

.

0,80

.

.

3,0
3,9
2,4

86,40
11,30
29,37
19,20
146,26
4,86
151,12
151,12

(43,2x2:1,00
)
(7,53x3,00:2
)
(7,53x3,9)
(8x2,4)

(300x8:151,8
15,88 )
15,88

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Etapa I – Leis de Newton
Passo 1 – Elevadores
Segundo BRAES; “Os elevadores teve como base no Antigo Egito, em 1500 a.C, os
egípcios já utilizavam rudimentares elevadores para elevar as águas do rio Nilo, através de
tração animal e humana. A partir daí, com a Revolução Industrial, principalmente, essas
formas de tração foram sendo substituídas pela energia do vapor e logo após, pela
eletricidade”.
Segundo BRAES; “Em 1853, o empresário americano Elis Graves Otis inventou o
primeiro elevador de passageiros. Os primeiros elevadores eram muito lentos; para um
passageiro alcançar o oitavo andar de um prédio, levava em média 2 minutos. Atualmente,
alguns elevadores são capazes de atingir a velocidade de 550m/mim, o que significa dizer que
são mais de 45 vezes mais rápidos do que os seus antecessores”.
Segundo ARQUI; “Em 1853, Otis inaugurou a primeira fabrica de elevadores. E no
ano seguinte, a novidade foi apresentada na Feira Mundial de Nova Iorque e na Exposição do
Palácio de Cristal, também em Nova Iorque. Em ambos os eventos, Otis soube explorar o
efeito dramático que seu evento provocava nos espectadores: o subir e descer várias vezes os
cabos de segurança forma cortados e acionaram-se as travas de seguranças. A imprensa da
época aplaudiu de pé”.
Ainda Segundo ARQUI; “Apesar da visão avançada, talvez nem Otis houvesse se dado
conta da magnitude de sua ideia. Ele não só havia inventado o elevador de segurança e mais
tarde a escada rolante, como também a ocupação do espaço vertical do planeta. Otis havia
inventado a metrópole. Isto ficou comprovado antes do final do século XIX, quando a
indústria da construção, amparada pela tecnologia dos elevadores, resolveu encara projetos de
edifícios cada vez mais altos. Começaram a nascerem obras monumentais e a maioria delas
atendidas por equipamentos Otis. Em 1889, foi a Torre Eiffel. Em 1931, o complexo de 67
elevadores para uma torre de 102 pavimentos e 381 metros de alturas. Seu nome: Empire
State Building. Sua lição: o mundo havia mudado”.

Passo 2 – Como Funciona os Elevadores
Segundo FCU; “Em 1652 um jovem cientista francês Blaise Pascal (1623-1662), um
grande colaborador nas ciências físicas e matemáticas, através do estudo no comportamento

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dos fluidos, enunciou um principio muito importante na Física, o Principio de Pascal: “A
variação de pressão sofrida por um ponto de um liquido em equilíbrio é transmitida
integralmente a todos os pontos do liquido e as parede do recipiente onde esta contido”. O
elevador hidráulico é um dos aparelhos que funcionam através deste principio, transmitindo a
pressão exercida sobre uma de suas colunas a todos os pontos do elevador e o resultado final é
que aplica-se uma força menor do que realmente necessária para se elevar um objeto.
Acompanhe na figura abaixo”.

Figura 1 – Princípio de Pascal
Ainda segundo FCU; “A pressão exercida na coluna mais estreita do elevador, onde a
seção reta possui área a, é transmitida a todos os pontos do fluido. Essa pressão é transmitida
até o outro extremo, cuja coluna tem seção reta de área A (maior que a). Se essa segunda
coluna for usada como a coluna de um elevador hidráulico, vemos que a força que agirá sobre
a coluna do elevador deverá ser maior que a força que foi aplicada na primeira coluna. Isto é:
p = f/a e também p = F/A, onde F é a força que age sobre a área de seção reta da coluna de
fluido que acomoda a base da coluna do elevador hidráulico. Igualando- se as equações, temse a equação F = (A/a) f, onde (A/a) é maior que 1. Isto implica que, se a área da coluna do
elevador for triplicada, a força também será, devido à pressão em ambas as colunas ser a
mesma”.
Segundo SCH; “A cabina é montada sobre uma plataforma, numa armação de aço
constituída por duas longarinas fixadas em cabeçotes (superior e inferior). O conjunto cabinaarmação-plataforma denomina-se carro”.
Ainda segundo SCH; “O contrapeso consiste numa armação metálica formada por
duas longarinas e dois cabeçotes, onde são fixados pesos (intermediários), de tal forma que o
conjunto tenha peso total igual ao do carro, acrescido de 40% a 50% da capacidade licenciada.
Tanto a cabina como o contrapeso desliza pelas guias (trilhos de aço do tipo T), através de
corrediças”.

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Ainda segundo SCH; “As guias são fixadas em suportes de aço, os quais são
chumbados em vigas, de concreto ou de aço, na caixa”.
Ainda segundo SCH; “O carro e o contrapeso são suspensos por cabos de aço ou
novos elementos de tração que passam por polias, de tração e de desvio, instaladas na casa de
máquinas ou na parte superior da caixa”.
Ainda segundo SCH; “O movimento de subida e descida do carro e do contrapeso é
proporcionado pela máquina de tração, a qual imprime à polia a rotação necessária para
garantir a velocidade especificada para o elevador. A aceleração e o retardamento ocorrem em
função da variação de corrente elétrica no motor. A parada é possibilitada pela ação de um
freio instalado na máquina. Além desse freio normal, o elevador é dotado de um freio de
segurança para situações de emergência. O freio de segurança é um dispositivo de atuação
mecânica, fixado na armação do carro ou do contrapeso, destinado a pará-los, de maneira
progressiva ou instantânea, prendendo-os às guias quando acionado pelo limitador de
velocidade. O limitador de velocidade, por sua vez, é um dispositivo montado no piso da casa
de máquinas ou no interior da caixa, constituído basicamente de polia, cabo de aço e
interruptor. Quando a velocidade do carro ultrapassa um limite preestabelecido, o limitador
aciona mecanicamente o freio de segurança e desliga o motor do elevador”.
Ainda segundo SCH; “Na figura seguinte pode ver quais os componentes principais de
um elevador com casa de máquinas”:

Figuras 2 – Componentes do Elevador com casa de maquinas

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Ainda segundo SCH; “A montagem de elevadores sem casa de máquinas tornou-se
possível em edifícios residenciais de médio porte e edifícios comerciais de pequeno porte e
tráfego. Os equipamentos de tração estão instalados na parte extrema superior da caixa,
enquanto os dispositivos de comando se distribuem pela cabina e o contrapeso está localizado
normalmente ao lado, na caixa”.
Ainda segundo SCH; “Na figura seguinte, pode ver quais os componentes principais
de um elevador sem casa de máquinas”:

Figuras 3 – Componentes do Elevador sem casa de maquinas

Passo 3 – Normas Técnicas dos Elevadores
Várias leis federais, estaduais ou municipais, em especial os códigos de obras, fazem
exigências adicionais, complementando as normas existentes e sempre obedecendo pelo
menos aos seus requisitos mínimos.
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) emitiu as seguintes normas
sobre Elevadores Elétricos, Escadas Rolantes e Esteiras Rolantes:
1.1. Elevadores Elétricos – Terminologia Norma NBR-5666.
Define os termos empregados em instalações de Elevadores Elétricos.

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1.2. Elevadores Elétricos de Passageiros - Requisitos de segurança para
construção e instalação Norma NBR NM-207.
Editada em novembro de 1999 esta norma cancela e substitui a NBR-7192 passando a
ter vigência a partir de 30-12-1999. Trata de requisitos de segurança relativos a elevadores
elétricos de passageiros e estabelece as regras mínimas para instalação de elevadores nos
edifícios/construções.
1.3. Cálculo de Tráfego nos Elevadores – Procedimento Norma NBR-5665.
A norma NBR-5665 Cálculo de Tráfego nos Elevadores, da ABNT, estabelece as
condições mínimas a serem observadas no tráfego das instalações de elevadores de
passageiros. Para edifícios de médio e grande porte recomenda-se uma análise detalhada do
projeto e orientações do fabricante que permitam alcançar o melhor desempenho de tráfego
para o edifício. Fixa as condições mínimas que devem ser observadas no cálculo de tráfego
das instalações de elevadores de passageiros.

Passo 4 – Diagramas de Forças
Como nossa força P é sempre constante, uma balança colocada no piso do elevador
indicara o valor da força FN aplicada em casa caso, Como exemplo, uma pessoa de massa=
70 kg, em um elevador que sobe e desce com uma aceleração de 3 m/s², tem uma força de
686N (considerando g=9,8m/s²) e a balança indicará sua FN variando de 476 N a 896 N. Com
isso podemos desmentir a falsa ideia de que a balança mede nossa força peso, ela mede a
força normal de reação à peso, que como vimos pode variar dependendo da situação. Uma
curiosidade é que se o elevador descer com uma aceleração igual à da gravidade
(simplesmente cair sob a ação da gravidade), a sua força normal é nula (FN = 0), sendo assim,
a pessoa flutuaria dentro do elevador. Este mesmo efeito é utilizado em aviões em queda livre
para treinamento de pilotos e astronautas, simulando a falta de gravidade.
FN= m.g

FR= m.a

FN= 70.9,8

FR= 70.3

FN= 686 N

FR= 210N

2 ETAPA
Para o nosso estudo podemos ignorar o peso da balança e o contato dela com o piso pois só
estamos interessados na força de contato dela com a pessoa.
Se o elevador estiver parado, ou em movimento uniforme (velocidade constante), ele será um
referencial inercial e vale a primeira lei de Newton, ou Lei da Inércia e, nesse caso, a

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resultante sobre a pessoa deverá ser nula e teremos:
Fn = P.
A balança, por sua vez, registrará a força de contato com a pessoa, isto é, o peso correto, nos
dois casos.
Quando elevador sobe acelerado, há claramente uma resultante para cima. Sobre a pessoa
ainda atuam as mesmas duas forças: peso e força de contato, portanto agora a força de contato
é maior que o peso de modo que:
Fn - P = R.
o registro da balança agora é maior que o peso da pessoa em repouso. Vejamos:
"se um elevador sobre com aceleração de 2m/s² e a pessoa tem massa de 75kg, e a aceleração
da gravidade vale 10m/s², então a balança estará registrando"
Fn = R + P >> Fn = 75 . 2 + 75 . 10 >> Fn = 900 N.
Vale notar que isso equivale à pessoa estar em um local cuja aceleração da gravidade fosse a
soma da aceleração resultante no elevador mais a aceleração normal da gravidade:
Fn = m .(a + g) >> Fn = 75(2 + 10) >> Fn = 900 N.
Suponha agora quetendo sido acelerado e adquirido uma velocidade para cima, o elevador
comece a ser desacelerado com o objetivo de parar num determinado andar.
Quando o elevador sobe em movimento retardado, a aceleração tem o sentido para baixo
(oposto ao da velocidade). O mesmo ocorre com a resultante, de modo que:
P - Fn = R.
A balança registra uma força menor que o peso da pessoa em repouso.
Fn = P – R.
Usando os mesmos valores numéricos do exemplo anterior.
Fn = 75 . 10 - 75 . 2 >> Fn = 600 N.
Desta vez tudo se passa como se a pessoa estivesse em repouso em um local cuja aceleração
da gravidade fosse a diferença entre '''g''' e '''a'''.
Fn = m .(g - a) >> Fn = 75 .(10 - 2) >> Fn = 75 . 8 >> Fn = 600 N.
O elevador descendo acelerado, devemos levar em conta que todo elevador desce com
aceleração menor do que '''g''', por razões óbvias. Isso implica que novamente o peso é maior
que a força de contato e a resultante é para baixo
P - Fn = R
Essa situação é exatamente análoga à anterior e a balança registra também agora uma força de
contato menor do que o peso em repouso
Agora quando o elevador desce retardado, a aceleração é para cima, assim como a resultante.
Novamente vemos outra situação análoga a uma anterior, ou seja ao movimento de subida
acelerada.
Fn - P = R.
ESTÁGIOS DE OPERAÇÃO DO ELEVADOR:
1º. A partir do repouso se inicia o movimento do elevador, passando nesse momento ater
velocidade de 1,0 m/s.
2º. O seu movimento com a velocidade constante, poderiamos usar a formula de VM=S/T

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teriamos a velocidade constante pela fórmula, mas porem lendo o desafio proposto
constatamos que ele distinguem a velocidade sendo 1,0m/s por questão de ter sido estipulado
no inicio do trabalho.
3º. Sobre a parada notamos que como o momento de repouso e 0 e a partir desse momento
inicia-se o movimento, mas quando vai chegando ao seu destino se utiliza a frenagem, assim
começando a redução da velocidade até a sua parada, quando fica em repouso novamente
velocidade 0.
CLASSIFICAMOS ASSIM OS ESTÁGIOS ACIMA COMO:
1º Movimento retilíneo uniforme;
2º Movimento retilíneo uniformemente acelerado;
3º Movimento retilíneo uniformemente acelerado.
Tempo do percurso: 3,6 seg.
O Cálculo realizado foi a partir da fórmula
T=s/v
Sendo assim o Tempo de percurso entre um andar e outro;
T=s/v
T = 3,60/1,0
T = 3,6 seg.
Com o cálculo da força obtemos os valores para podermos fazer o cálculo da aceleração:
Fórmula da aceleração é A = Fr / m
Aceleração da caixa:
A=fr/m
A=4,900/500
A= 0,098 m/s
Aceleração do contra peso:
A=fr/m
A=4,900/500
A= 0,098 m/s
Aceleração com o total de pessoas:
A=fr/m
A=5,880/600
A=0,098 m/s

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CONCLUSÃO:
Leva-se em consideração, todo o conteúdo oferecido pela ATPS, no qual dados de uma real
experiência, que com um objetivo lógico nos trarámaiores conhecimentos com a Física. Assim
podendo ser realizado cálculos fundamentados, aplicando a segunda Lei de Newton, da
mesma forma chegando a conhecimentos de como a variação em um sistema no qual sua
força resultante pode alterar todas as condições do seu movimento.

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Bibliografia
BRAES “Elevadores” http://www.brasilescola.com/historia/historia-elevador.htm ACESSO
EM 25/03/2015.
ARQUI “Elevadores” http://www.arquitetura.com/tecnologia.php?
id=2&id_tec=20050217172249 ACESSO EM 25/03/2015.
FCU “Como Funciona os Elevadores”
http://www2.fc.unesp.br/experimentosdefisica/mec34.htm ACESSO EM 26/03/2015.
SCH “Como Funciona os Elevadores”
http://seguranca-na-construcao.dashofer.pt/?s=modulos&v=capitulo&c=7655 ACESSO EM
26/03/2015.
“Normas

Técnicas”

http://www.schindler.com/content/dam/web/br/PDFs/NI/manual-

transporte-vertical.pdf ACESSO EM 29/03/15.