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Oxidacao Química: Processo no qual

eletrons sao removidos de uma
substancia, aumentando seu estado
de oxidacao.
Os POAs promovem a remocao de
eletrons de moleculas organicas
(oxidam) em uma velocidade muito
mais rapida do que ocorreria
naturalmente. Agente oxidante sao os
RADICAIS LIVRES (HO.)
VANTAGENS do POA:
-Mineralizam o poluente e nao
somente o transferem de fase sem
que ele seja de fato destruido como
ocorre em outros metodos de
transferencia de fase
-Sao muito usados para a degradacao
de compostos refratarios
transformando-os em compostos
biodegradaveis
-Podem ser usados combinados com
outros processos (pre e postratamento)
-Tem forte poder oxidante, com rapida
cinética de reacao
-Sao capazes de mineralizar os
contaminantes e nao formar subprodutos
FENTON
geracao catalitica de radicais hidroxila
a partir da reacao em cadeia entre o
ion ferroso (Fe2+) e o peroxido de
hidrogenio (H2O2), em meio acido,
tem demonstrado ser bastante
eficiente na oxidacao de compostos
organicos toxicos e nao
biodegradaveis.
Tem como capacidade eliminar
poluentes em quantidades minimas.
Processo explora a capacidade reativa
do radical hidroxila para oxidacao de
compostos organicos. A Hidroxila é
duas vezes mais reativa que o cloro.
Pode ser usada inclusive para
decomposicao de corantes, porem
nao eh indicada para solucoes
alcalinas.
P/ baixas concentraçoes de H2O2: O
OH. ataca o anel benzenico
P/ Altas concentracoes de H2O2:
competição entre o substrato e o
H2O2, para a formacao de OH2.
Sao radicais livres altamente reativos:
Fe2+ + H2O2 = Fe3+ + HO- +
HO.
H2O2 + HO. = HO2. + H2O
Fe2+ + HO. = Fe3+ + HOAPLICACOES:
O reagente de Fenton eh aplicado
essencialmente no tratamento de

aguas residuais, lamas e na
remediacao de solos contaminados.
Entre os varios efeitos obtidos como o
tratamento de Fenton destacam-se:
*Degradacao da materia organica .
*Diminuicao da toxicidade .
*Aumento da biodegradabilidade .
*Diminuicao da DBO, DQO e
compostos organicos toxicos.
*Remocao de cor e de odor.
principais equipamentos
necessarios sao:
Tanque de estocagem de H2O2 .
Tanque de estocagem de solucao
aquosa de Fe2+.
Bombas dosadoras para transferir o
H2O2 e a solucao de Fe ate o ponto
de alimentação no processo.
Decantador / Filtro para remover o
Fe(OH)3 precipitado do efluente
descontaminado.
Por que o ph tinha que tar numa
faixa:
O abaixamento da eficiência da reação
para pH superiores a 5 deve-se à
transição dos íons Fe2+ hidratados para
espécies coloidais férricas - Fe(OH)3.
Estas espécies decompõe
catalíticamente o peróxido de
hidrogênio em oxigênio e água,
impedindo a formação de radicais
hidroxila. Além desse efeito, a
precipitação do Ferro na forma de
hidróxido diminui a quantidade de
catalisador disponível para a produção
de radicais hidroxila.
Convém salientar que a adição do
reagente, bem como a própria reação
de oxidação (que conduz geralmente à
formação de ácidos orgânicos), afetam
o pH do meio. Convém por isso
controlar cuidadosamente o pH no
reator.
Temperatura
Apesar de se tratar de uma reação
exotérmica, verifica-se que a
velocidade de reação aumenta com o
aumento da temperatura. Mas não é
conveniente tratar o efluente a T
superiores a 40-50 ºC, dado que ocorre
a decomposição do peróxido em
oxigênio e água. Os estudos
consultados referenciam temperaturas
de operação entre 20 e 30 ºC.
Concentração de Ferro
Na ausência de Ferro não se verifica
formação de radicais hidroxila.
Aumentando a dose de ferro e fixando
todos os outros parâmetros, obtém-se
maiores remoções de DQO.

Porém, a partir de uma dada
concentração, um aumento na
dosagem de Ferro não causa uma
maior remoção. Este fato leva a crer
que existe uma quantidade ótima de
catalisador a utilizar.
Estudos indicam razão mássica
Fe:H2O2 de 1:5
Degradação azul de metileno
que o cloro do azul de metileno,
quando degradado forma cloreto
Produtos de sua decomposição: Pode
produzir óxido de nitrogênio, sulfúrico
e carbono.
em solução aquosa dissocia-se em
ânions cloreto e cátions azul de
metileno (C16 H18 N3 S+ )
tabela:
t = C = C.deltat = t.C.deltat = (t*t)^2.C.deltat = E = Eteta = teta
t* = soma(t.C.deltat)/soma(C.deltat)
E= cada C/soma(C.deltat)
E = C/A

Eteta = t*.E
teta = t/t*
dados experimentais:
A = soma(C.deltat)
t* = soma(t.C.deltat)/soma(C.deltat)
sigma^2 = soma((t*t)^2.c.deltat)/soma(C.deltat)
dados teoricos:
t* = V/vo
V = volume do reator
vo = fluxo no reator
A=Vpulso.Cpulso/vo (vo em ml/s)
calcular erros de t* e A
reator tubular: Pe=u.L/Dea
correlacao para Dea (CHUNG e WEN)
(Dea.Ro)/Mi = Re/ (0,20+0,011Re^0,48)
Re=(Dp.Q.Epslon.Ro)/Area.Mi
(area=pi.d^2/4)
acha Dea teorico
para achar Dea experimental usar
correlacao de Pe com o sigma
sigma^2/t*^2 = 2/Pe - 2/(Pe^2[1 - exp (Pe)]
com o Pe calcula o Dea experimental
Pe = u.L/Dea
REATOR CSTR em serie sigma^2 =
t^2/N