ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

Departamento de Engenharia de Construção Civil

FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE DISCIPLINAS
SIGLA DA DISCIPLINA: PCC-5951
NOME DA DISCIPLINA: Modelos Inovadores para Desenvolvimento de Empreendimentos no
Setor da Construção

PROGRAMA/ÁREA: Mestrado Profissional em Inovação no Setor da Construção Civil
Nº DA ÁREA:
VALIDADE INICIAL (Ano/Semestre): 1º. Período de 2013
DISCIPLINA NOVA ( X )

OU RECREDENCIAMENTO DE DISCIPLINA JÁ EXISTENTE (

)

Nº DE CRÉDITOS: 06
Aulas Teóricas: 02

Aulas Práticas, Seminários e Outros: 01

Horas de Estudo: 03

DURAÇÃO EM SEMANAS: 15

DOCENTE(S) RESPONSÁVEL(EIS):
1. João da Rocha Lima Junior
X Docente USP, n.º 30.414

Docente externo. Data de obtenção do título:

Instituição:

2. Cláudio Tavares Alencar
X

Docente USP, n.º 283.747
Docente externo. Data de obtenção do título:

Instituição:

3. Eliane Monetti (Professora Colaboradora)
X

Docente USP, n.º 2085510
Docente externo. Data de obtenção do título:

Instituição:

PROGRAMA
OBJETIVOS:
Conhecer os princípios de planejamento dos empreendimentos imobiliários e de base imobiliária,
com ênfase nas análises da qualidade e valor e nos sistemas inovadores de compartilhamento do
investimento. Conhecer as principais características dos contratos e dos investimentos nas
concessões de infraestrutura e de renovação urbanas, com ênfase na rotina de preparo para a
licitação e nos modelos e potencial de financiamento no cenário da economia brasileira.

JUSTIFICATIVA:
Os negócios em “real estate” e em concessões urbanas e de infraestrutura envolvem massas
expressivas de investimento e tem características completamente diversas dos investimentos mais
tradicionais no setor, como “construir e transferir” – obras empreitadas - e promover
empreendimentos habitacionais. Nesses segmentos tradicionais, os riscos de empreender estão
severamente vinculados à capacidade de construir, e os empreendimentos são de ciclo curto de
“payback”, o que permite um monitoramento de riscos mais confortável. Os investimentos de base
imobiliária e de concessões tem prazo de maturação de ciclo longo – 20 anos como ciclo mais
comum – de forma que os riscos tem vínculo mais forte no desempenho dos negócios, do que no
tema da sua implantação e, mais, apresentam um padrão de rigidez estrutural, que pressiona mais
a visão dos riscos dos empreendimentos. Essas características particulares ensejam métodos
específicos de análise e controle operacionais, frente de pesquisa a que o GEPE-RES tem se
dedicado com muito vigor e meio no qual há muito o que inovar.

CONTEÚDO (EMENTA):
1.
Decisões de investimento. Cenários de referência, configurações estressadas e indicadores
para o suporte da decisão.
2.
Decisões em ambiente inflacionário. O risco, os meios de mitigação e as medidas de
qualidade para ancorar empreendimentos imobiliários. A questão dos empreendimentos de baixa
renda.
3.
Idem para empreendimentos de base imobiliária, para investimentos em renovação urbana
e investimentos em infraestrutura.
4.
Modelos inovadores de investimentos e para captação de recursos. Iniciativa de
empreendedores.
5.
Modelos inovadores de investimentos e para captação de recursos. Mercado de capitais ações e títulos de investimento.
6.
Modelos inovadores de investimentos e para captação de recursos. Investimentos em
infraestrutura.
7.
O Estado como agente incentivador. As concessões e as questões de renovação urbana
ungidas de processos de incentivo.
8.
até 10. Estudos de Casos
11 e 12 Seminários sobre Casos. Os casos serão construídos pelos alunos em Grupo, diante de
uma configuração temática imposta pela disciplina (controle de fronteiras), serão expostos pelo
Grupo de alunos em seminários e debatidos pela classe.

BIBLIOGRAFIA:
ALENCAR, C. T. . Highway Concessions in Brazil: an Analysis Towards the Feasibility of the
Securitization. Journal of Financial Management of Property and Construction, Great Britain, v. 5, n.
3, p. 159-169, 2000.
BRUEGGEMAN; FISHER. Real Estate Finance and Investments. Richard D. Irwin. 2006.
GALLINELLI, F. Mastering Real Estate Investment. Real Data Inc., 2008.
RICARDINO, Roberto ; ALENCAR, C. T. ; SILVA, Sérgio Alfredo Rosa da . Planejamento da
Administração de Contratos. Engenharia (São Paulo), v. 582, p. 114-120, 2007.
ROCHA-LIMA J.; MONETTI E.; ALENCAR C. T. – Real Estate: Fundamentos para Análise de
Investimentos – Campus-Elsevier. Rio de Janeiro, 440p. 2011.
ROCHA-LIMA JÚNIOR, João; ALENCAR, C. T. O Mercado de Edifícios de Escritórios para Locação
em São Paulo: Ciclos para Absorção do Estoque e para a Retomada da Atratividade do

Investimento. Estudos Econômicos da Construção (São Paulo), São Paulo, v. 6, n. 1, p. 1-25, 2004.
ROCHA-LIMA JÚNIOR, João; ALENCAR, C. T. Os Atributos do Mercado Brasileiro de
Empreendimentos de Base Imobiliária para Captar Recursos de Investidores Estrangeiros. Real
Estate (São Paulo), São Paulo, v. 2, n. 2, p. 73-114, 2005
ROCHA-LIMA JUNIOR, João; ALENCAR, C. T. Foreign investment and the Brazilian real estate
market. International Journal of Strategic Property Management, v. 12, p. 109-123, 2008.
ROCHA-LIMA JUNIOR, João da; ALENCAR, C. T. Property Development Firms IPOs in Brazil: Was
There Overpricing or Not?. China-USA Business Review, v. 8, p. 35-43, 2009.
ROCHA-LIMA JÚNIOR, João; ALENCAR, C. T. The Office Buildings Market in São Paulo: Time
cycles to absorb vacant space and to recover investment attractiveness. Journal of Financial
Management of Property and Construction, v. 11, p. 59-71, 2006.
ROCHA LIMA JUNIOR, João. Securitização de portfólios de base imobiliária. São Paulo, EPUSP,
1993. 23p. (Boletim Técnico da Escola Politécnica da USP. Departamento de Engenharia de
Construção Civil, BT/PCC/99).
__________. Fundos de investimento imobiliário e títulos de investimento de base imobiliária. São
Paulo, EPUSP, 1994. 37p. (Boletim Técnico da Escola Politécnica da USP. Departamento de
Engenharia de Construção Civil, BT/PCC/130)
__________. Arbitragem de valor de portfólios de base imobiliária. São Paulo, EPUSP, 1994. 47p.
(Boletim Técnico da Escola Politécnica da USP. Departamento de Engenharia de Construção Civil,
BT/PCC/132).
__________ Fundos de investimento imobiliário, com portfólio de base imobiliária: notas sobre a
depreciação do ativo. São Paulo, EPUSP, 1997. 32p. (Boletim Técnico da Escola Politécnica da
USP. Departamento de Engenharia de Construção Civil, BT/PCC/187).
__________ Os sistemas operacionais para securitização de portfólios imobiliários e de base
imobiliária via debêntures. São Paulo, EPUSP, 1997. 85p. (Boletim Técnico da Escola Politécnica
da USP. Departamento de Engenharia de Construção Civil, BT/PCC/186).

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO:

A avaliação considerará o conjunto dos trabalhos a serem elaborados pelos alunos, individualmente
ou em grupo, e sua apresentação em sala de aula.

A consideração do desempenho na realização dos exercícios (E), do seminário/artigo (S) e da
participação em classe (P) seguirá a expressão abaixo:

A = P x (0,5 S + 0,5 E), sendo 0,9 < P < 1,2 e A < 10,0

OBSERVAÇÕES:
Sem observações

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Departamento de Engenharia de Construção Civil

CÂMARA CURRICULAR DO CoPGr
FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE DISCIPLINAS

SIGLA DA DISCIPLINA: PCC-5952
NOME DA DISCIPLINA: Modelagem da Informação da Construção (BIM)
PROGRAMA/ÁREA: Mestrado Profissional em Inovação no Setor da Construção Civil
Nº DA ÁREA:
VALIDADE INICIAL (Ano/Semestre): 1º. Período de 2013
DISCIPLINA NOVA ( X )

OU RECREDENCIAMENTO DE DISCIPLINA JÁ EXISTENTE (

Nº DE CRÉDITOS: 06
Aulas Teóricas: 02

Aulas Práticas, Seminários e Outros: 01

DURAÇÃO EM SEMANAS: 15
DOCENTE(S) RESPONSÁVEL(EIS):
1. Eduardo Toledo Santos
X Docente USP, n.º 66550
Docente externo. Data de obtenção do título:

Instituição:

2. Fabiano Rogerio Corrêa (Prof. Colaborador)
X

Docente USP, n.º 2960197
Docente externo. Data de obtenção do título:

Instituição:

3.
Docente USP, n.º
Docente externo. Data de obtenção do título:

PROGRAMA

Instituição:

Horas de Estudo: 03

)

antecipando problemas e otimizando as soluções encontradas. a Modelagem da Informação da Construção (BIM Building Information Modeling) tem ganho destaque como capaz de recuperar o enorme atraso na adoção de TI na área da Arquitetura. BIM é capaz de representar não só aspectos geométricos. indicando a urgente necessidade de mudança. bem como para os desenvolvimentos que serão necessários para sua adaptação às peculiaridades da Construção nacional.Building Information Modeling). está o limitado uso das Tecnologias da Informação (TI) no setor. A interoperabilidade viabiliza o uso efetivo de inúmeras outras ferramentas que agregam valor ao projeto. Mais ainda. além de oferecer a conceituação pertinente aos estudantes. mas também quaisquer outros dados ligados à construção. o planejamento e a segurança e. incorporadoras e construtoras que atuam no mercado nacional. Entre diversas outras causas para essa situação. Ao mesmo tempo. o uso adequado de ferramentas BIM pressupõe mudanças importantes na organização do processo de projeto. consistentes e interoperáveis. As ferramentas BIM são capazes de apoiar desde as concepções iniciais do empreendimento até a operação e manutenção do edifício. a formação adequada de recursos humanos com a compreensão dos conceitos fundamentais desta tecnologia é essencial não só para sua adoção pelo mercado. Engenharia e Construção. paramétricos. os conceitos que a sustentam têm sido desenvolvidos desde a década de 1980 e têm complexidade significativa. Os modelos assim construidos são orientados a objetos. Apesar da presença recente desta tecnologia no mercado. ao mesmo tempo. encontrando aplicações em todo o ciclo de vida da edificação.OBJETIVOS: Esta disciplina objetiva introduzir aos alunos conceitos e habilidades ligadas à Modelagem da Informação da Construção (BIM . reduzindo retrabalhos e riscos no empreendimento. A disciplina pretende. Assim. JUSTIFICATIVA: Estudos indicam que a Construção Civil é um dos ramos menos eficientes da indústria. também dar subsídios suficientes para a implantação do conceito BIM em escritórios. Tratando da modelagem dos dados da edificação. CONTEÚDO (EMENTA): . Recentemente. melhorando a qualidade do projeto. permitindo desde a produção semiautomática dos desenhos de documentação até simulações e análises complexas. agregando semântica às informações. seu impacto ambiental é cada vez mais caracterizado como um dos maiores entre todas as atividades humanas.

• Journal of Computing in Civil Engineering (ASCE ). Implantação de BIM em Empreendimentos.parte I (IDM – Information Delivery Manual / MVD – Model View Definition). Benefícios do BIM. Interoperabilidade .Introdução ao BIM – Definições. • Journal of Information Technology in Construction (ITcon). • Journal of Construction Engineering and Management.parte II (IFC – Industry Foundation Classes / IFD – International Framework for Dictionaries). • CIB-W102: Conference on Information and Knowledge Management in Construction. • International Journal of Architectural Computing. BIBLIOGRAFIA: Artigos dos seguintes periódicos: • Automation in Construction. Process. Conceitos de Modelagem. Livros: . • Journal of Management in Engineering. • TIC: Encontro de Tecnologia da Informação e Comunicação na Construção Civil. • Advanced Engineering Informatics. Artigos dos congressos: • CIB-W78: Conference on Information Technology in Construction. • Construction Innovation: Information. • ICCCBE: International Conference on Computing in Civil and Building Engineering. • Advances in Engineering Software. BIM & Sustentabilidade. • Computer Aided Civil and Infrastructure Engineering Journal. Management. Interoperabilidade . Usos do BIM no Ciclo de Vida da Edificação. Implementação Integrada de Empreendimentos – IPD.

Mastering Revit Architecture • EASTMAN. Managers. 255p • HARDIN. • SMITH. 2008. 2. • KRYGIEL. de acordo com os pesos abaixo: A = 0. KRYGIEL.1 P . 2008. G.. SACKS. TARDIF. D. W. 2007. NIES. M.• DZAMBAZOVA. C. 720p. R.. 2009 • JERNIGAN. TEICHOLZ. Hoboken: John Wiley & Sons.. 2008..4 E + 0. T. Methods. E. LISTON. Engineers.. • EASTMAN. . Hoboken: John Wiley & Sons. Building Information Modeling.5 S + 0. 2008. and Real Estate Asset Managers. G. K. 2007. seminário/monografia (S) e participação em classe (P). Building Product Models: Computer Environments Supporting Design and Construction. 626p. . and Workflows. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: A avaliação é feita através de exercícios (E). 1999. • ELVIN. Boca Raton: CRC Press. Hoboken: John Wiley & Sons.. Indianapolis: Wiley Publishing. B. and Building Information Modeling. M. BIM and Construction Management: Proven Tools. P. Indianapolis: Wiley Publishing. Green BIM: Successful Sustainable Design with Building Informaton Modeling. 2009 Além de sites na Internet. New York: McGraw-Hill (Mcgraw-Hill Construction Series). C. • KYMMELL.ed. BIG BIM little bim. Engineers and Contractors. K. BIM Handbook: A Guide to Building Information Modeling for Owners. Designers. E. 270p. F. FastTrack. 302p. 411p. Building Information Modeling: A Strategic Implementation Guide for Architects. Integrated Practice in Architecture: Mastering Design-Build. Hoboken: John Wiley & Sons. Constructors. 2011. B. DEMCHAK. Salisbury: 4Site Press. 241p.

Data de obtenção do título: Instituição: 2. n. Apresentar as diferentes metodologias numéricas para modelar e simular problemas complexos em diversas áreas da construção. Cheng Liang Yee X Docente USP. Data de obtenção do título: Instituição: PROGRAMA OBJETIVOS: O objetivo desta disciplina é introduzir ao aluno uma visão das técnicas de solução numérica de problemas práticos em dinâmica dos fluidos computacional no ramo da construção civil. Fernando Akira Kurokawa X Docente USP. tais como.º 5063257 Docente externo. Aspectos computacionais dessas técnicas e metodologias serão abordados para permitir a compreensão da aplicação em problemas práticos. n. n. Seminários e Outros: 01 Horas de Estudo: 03 DURAÇÃO EM SEMANAS: 15 DOCENTE(S) RESPONSÁVEL(EIS): 1.ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Construção Civil FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE DISCIPLINAS SIGLA DA DISCIPLINA: PCC-5953 NOME DA DISCIPLINA: Simulação Computacional do Desempenho na Construção PROGRAMA/ÁREA: Mestrado Profissional em Inovação no Setor da Construção Civil Nº DA ÁREA: VALIDADE INICIAL (Ano/Semestre): 1º. Período de 2013 DISCIPLINA NOVA ( X ) OU RECREDENCIAMENTO DE DISCIPLINA JÁ EXISTENTE ( ) Nº DE CRÉDITOS: 06 Aulas Teóricas: 02 Aulas Práticas. concretagem (concreto fresco). ventilação natural. Brenda Chaves Coelho Leite X Docente USP. . entre outros.º 393462 Docente externo. climatização do ar.º 2800288 Docente externo. Data de obtenção do título: Instituição: 2.

2. Estudo das equações governantes para escoamentos Newtonianos e não Newtonianos. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: Duas avaliações. HIRSCH.John Wiley. J. FLETCHER. 1977. A simulação em computador traz para a disciplina um grande potencial para aplicações através das equações de Navier-Stokes (conservação de massa e quantidade de movimento) e da equação de energia (trocas térmicas). AMES. . e PLETCHER. .. 7. C. BATCHELOR. CONTEÚDO (EMENTA): 1. New York. Estudo de algoritmos numéricos para averiguar escoamentos confinados e escoamentos com superfícies livres. W. séries de exercícios semanais e projetos a serem desenvolvidos pelos alunos. 1 e 2. C.An Introduction to Fluid Dynamics .H. 5.JUSTIFICATIVA: Novas abordagens vêm surgindo constantemente na área de Construção Civil. Métodos computacionais aplicados à solução das equações de Navier – Stokes e equação de energia.Springer-Verlag. 2/2 . Problemas envolvendo técnicas numéricas de solução aparecem nas mais diferentes áreas da ciência e engenharia. 7. Academic Press. OBSERVAÇÕES: Não há. R.F. . New York. .A. New York. Wiley.Computational Fluid Mechanics and Heat Transfer .C. TANNEHILL. 1967 4. Vols.H. 2. 3. D. 4. 1984. "Numerical Computation of Internal and External Flows". Familiarização de métodos numéricos para simulação computacional. Formulações e equações governantes de dinâmica dos fluidos. New York.Computational Techniques for Fluid Dynamics 1: Fundamental and General Techniques . FERZIGER.Numerical Methods for Partial Differential Equations . New York. .2nd Edition. 1988. 6.. J. . Nessa disciplina os alunos irão se aprofundar nas diversas técnicas numéricas disponíveis para realizar uma avaliação de desempenho na construção através da simulação computacional. Abordagens de métodos com malhas e métodos sem malha. 6. BIBLIOGRAFIA: 1.J. 1988.Springer-Verlag. C. Apresentação de ferramentas computacionais para simulação. 3. New York.Cambridge University Press. . 8. J. A.Computational Techniques for fluid Dynamics 2: Specific Techniques for Different Flow Categories . Breve introdução sobre modelagem da turbulência.McGraw-Hill.A. 9. 1988. G.Numerical Methods for Engineering Application . FLETCHER. ANDERSON.K. 1981. 5. Aplicações em problemas práticos da construção civil.

Data de obtenção do título: Instituição: 2. as novas demandas de desempenho e de tecnologia que afetam o processo de projeto. . levando em conta: a introdução de alterações sistêmicas na gestão do processo de projeto. Data de obtenção do título: Instituição: PROGRAMA OBJETIVOS: A disciplina tem por objetivos preparar os alunos para a gestão de empreendimentos. Sérgio Alfredo R.ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Construção Civil FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE DISCIPLINAS SIGLA DA DISCIPLINA: PCC-5954 NOME DA DISCIPLINA: Gestão de Projetos de Construção de Infraestrutura e de Base Imobiliária PROGRAMA/ÁREA: Mestrado Profissional em Inovação no Setor da Construção Civil Nº DA ÁREA: VALIDADE INICIAL (Ano/Semestre): 1º. n. Silvio Burrattino Melhado X Docente Usp. Silva (externo) Docente Usp.º 2084804 Docente externo. n. com ênfase para o papel do projeto. dentro do ambiente setorial competitivo.º 90252 Docente externo. Luiz Sergio Franco (colaborador) X Docente Usp. Data de obtenção do título: Instituição: 3. empresas construtoras e empresas projetistas.º X Docente externo. as aplicações dos conceitos de planejamento do processo de projeto. Período de 2013 DISCIPLINA NOVA ( X ) OU RECREDENCIAMENTO DE DISCIPLINA JÁ EXISTENTE ( ) Nº DE CRÉDITOS: 06 Aulas Teóricas: 02 Aulas Práticas. em empresas promotoras/incorporadoras. Seminários e Outros: 01 Horas de Estudo: 03 DURAÇÃO EM SEMANAS: 15 DOCENTE(S) RESPONSÁVEL(EIS): 1. n. de projeto simultâneo e de preparação da execução de obras.

ed. de Sustentabilidade Ambiental. são vitais para a organização do fluxo de trabalho nos processos de projeto e em suas relações como os demais processos do empreendimento de construção. Integração Concepção – Projeto – Execução de Obras. acentuam as dificuldades descritas. Paralelo com o contexto e as práticas da gestão de projetos e empreendimentos de construção em outros países. Porém. 2. exigem métodos de gestão de projetos de alta eficácia. Introdução de projetos voltados à produção. As novas demandas de desempenho e de tecnologia que afetam o processo de projeto: Normas de Desempenho. P. A fragmentação e diversidade dos agentes envolvidos. 4. ou mesmo da aplicação de novas soluções de Tecnologia da Informação e da Comunicação. Paris. verificação. Paris. Aplicações e implementação do conceito de projeto para produção. Coordenação de projetos. Building Information Modelling. 6. Organisation et qualité dans les agences d’architecture: guide pratique. análise crítica e validação de projetos. juin 1996. Enfoque do Projeto Simultâneo. associadas a esse contexto de novas demandas. BIBLIOGRAFIA: AGENCE QUALITE CONSTRUCTION. ALLUIN. A prática e as dificuldades da coordenação de projetos. Plan 2/4 . implementação de modelos. criando um cenário favorável para a realização de projetos e empreendimentos cada vez maiores e mais complexos. 155p. AQC. o Planejamento do Processo de Projeto. após um período prolongado de escassez de investimentos.JUSTIFICATIVA: O ciclo do atual crescimento econômico do país tem induzido o aumento da atividade no setor da Construção. Retroalimentação do processo de projeto. Avaliação. Perfil do coordenador de projetos. As demandas contemporâneas que advêm da introdução de requisitos de Desempenho. Ingénieries de conception et ingénieries de production: l’ingénierie dans les entreprises et industries du bâtiment et ses rapports avec la maîtrise d’œuvre. 5. Introdução aos temas da disciplina. O processo de projeto e sua gestão. Fluxos e sistemas de informação para a coordenação. em que a gestão será considerada fator-chave para a obtenção de resultados quanto a qualidade. Gestão de Empreendimentos (Project)e Gestão de Projetos (Design). 1. processos e sistemas de gestão em empresas de projeto. em que todos os agentes interagem e suas diversas interfaces são tratadas desde as fases iniciais. CONTEÚDO (EMENTA): 1. 3. Dentro de um modelo de Projeto Simultâneo. Os possíveis coordenadores. assim como a Preparação da Execução de Obras. Certificação Ambiental. Organização e gestão de empresas de projeto. prazos e custos. o setor encontra-se despreparado tecnológica e gerencialmente para essa nova realidade.

S.B.html 3/4 . Universidade de São Paulo. 2002. Páginas da Internet recomendadas: Biblioteca Virtual do Infohab http://www. Projeto e execução de lajes racionalizadas de concreto armado. São Paulo: 1997. J. FONTENELLE.P. MANZIONE. São Paulo: O Nome da Rosa Editora. O. São Paulo: 1994. 369p. Dissertação (Mestrado) . A.org. Preparação da execução de obras . S. SOUZA.J.M. E. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica. Gestão. Dissertação (Mestrado) . L. 2000. São Paulo: 2002. São Paulo: O Nome da Rosa. 2004. Design of manufacture: strategies.br/biblioteca_busca.infohab.M.L.B.L. Universidade de São Paulo.PEO.aspx Vídeo-conferências UNICAMP – USP – São Carlos 2007 (CameraWeb) http://www. Proceedings. BAÍA.R. 294p. A. 2000. MELHADO. cooperação e integração para um novo modelo voltado à qualidade do processo de projeto na construção de edifícios. 59p. principles and techniques. Universidade de São Paulo. S. SOUZA. Universidade de São Paulo. MELHADO. 2006. Projeto simultâneo na construção de edifícios.unicamp. Universidade de São Paulo. Universidade de São Paulo. Lisbon. São Paulo: O Nome da Rosa Editora. São Paulo: 2005. (Coord. 1998. Universidade de São Paulo. S. The quality certification in design process: case study in a group of brazilian design firms. CIB Task Group TG36. MELHADO. MACIEL. CORBETT et al. (Programmer Concevoir – pratiques de projet et ingénieries . Análise do desenvolvimento e da utilização de projetos para produção de vedações verticais na construção civil.B. MELHADO.C.Escola Politécnica. Estudos de caso sobre a gestão do projeto em empresas de incorporação e construção. Construction et Architecture.R. O projeto e a tecnologia construtiva na produção dos revestimentos de argamassa de fachada... FABRICIO. Dissertação (Mestrado) Escola Politécnica. M.B.br/fe/IC072. MELHADO. L. 1993. OLIVEIRA. 372p. 235p. Coordenação de projetos de edificações. 144 p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica. S. p. São Paulo: 2002.Urbanisme. S. São Paulo.Escola Politécnica.L.Recherche no 102) AQUINO. Tese (Livre-Docência) – Escola Politécnica. Lisbon. São Paulo. 2006. São Paulo.) et al.B.385-394.. Tese FABRICIO. 2005. 2003. A.R. Qualidade do projeto na construção de edifícios: aplicação ao caso das empresas de incorporação e construção. Tese (Doutorado) – Escola Politécnica.cameraweb.L. Modelo de gestão para pequenas empresas de projeto de edifícios. São Paulo: 2001.L. (Doutorado) – Escola Politécnica. Universidade de São Paulo.. Estudo de métodos de planejamento do processo de projeto de edifícios. Universidade de São Paulo. nov. In: International Conference on Implementation of Construction Quality and Related Systems: a Global Update. Massachusetts: Addison-Wesley. 116 p. M. Métodos de avaliação do processo de projeto de arquitetura na construção de edifícios sob a ótica da gestão da qualidade. Tese (Doutorado) – Escola Politécnica. J. MELHADO. BERTEZINI.

5 S + 0.com/aedm/ CIB’s Working Group W096 – Architectural Management http://cib-w096. A consideração do desempenho na realização dos exercícios (E).br/workshop08/ Manuais de escopos de projetos e de coordenação de projetos http://www.usp.9 < P < 1.iau.br/gestaodeprojetos/ Revista Architectural Engineering and Design Management http://www.com.usp. individualmente ou em grupo.br/ CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: A avaliação considerará o conjunto dos trabalhos a serem elaborados pelos alunos.0 OBSERVAÇÕES: Não há.5 E).nl/ VIII Workshop Brasileiro de Gestão do Processo de Projeto na Construção de Edifícios http://www. sendo 0.eesc.manuaisdeescopo. 4/4 .2 e A < 10.earthscanjournals.Revista Gestão & Tecnologia de Projetos http://www.arquitetura. e sua apresentação em sala de aula. do seminário/artigo (S) e da participação em classe (P) seguirá a expressão abaixo: A = P x (0.

A operação de edificações em uso. Data de obtenção do título: Instituição: 3.º 48146 Docente externo. Docente Usp. Moacyr Eduardo Alves da Graça (Professor Colaborador) X Docente Usp. nos dias de hoje.º Docente externo. exige um tratamento profissional. PROGRAMA/ÁREA: Mestrado Profissional em Inovação no Setor da Construção Civil Nº DA ÁREA: VALIDADE INICIAL (Ano/Semestre): DISCIPLINA NOVA (x) OU RECREDENCIAMENTO DE DISCIPLINA JÁ EXISTENTE ( ) Nº DE CRÉDITOS: 06 Aulas Teóricas: 02 Aulas Práticas. n. garantindo com isto: . Orestes Marracini Gonçalves X Docente Usp. Data de obtenção do título: Instituição: EPUSP 2. Seminários e Outros: 01 Horas de Estudo: 03 DURAÇÃO EM SEMANAS: 15 DOCENTE(S) RESPONSÁVEL(EIS): 1. Data de obtenção do título: Instituição: PROGRAMA OBJETIVOS: Esta disciplina visa gerar uma visão consistente e moderna sobre o gerenciamento de ativos imobiliários.º 2083995 Docente externo.ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Construção Civil FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE DISCIPLINAS SIGLA DA DISCIPLINA: PCC-5955 NOME DA DISCIPLINA: Gerenciamento de Ativos Imobiliários: Operações de Serviços. n. n.

conscientizando e familiarizando os alunos com os princípios e práticas modernas de gerenciamento de ativos imobiliários e de facilidades. a operação de um complexo construído deve ser realizada por meio do estabelecimento de processos eficientes. JUSTIFICATIVA: O crescimento do parque construído brasileiro traz consigo a necessidade de estabelecimento de sistemas de gestão do patrimônio imobiliário de maneira profissional e moderna. A fase de operação é de fato o período de vida útil da edificação. sem perda do foco da função primordial de qualquer edificação qual seja a de exercer a sua função de maneira eficiente e efetiva. O objetivo desta disciplina é trazer a luz a importância da questão. período durante o qual a edificação se transforma de um ente estático para um organismo “vivo” e pulsante com sua própria dinâmica operacional. capazes de realizar as tarefas de operação procurando otimizar as funções dos sistemas da edificação e dos serviços relacionados à infra-estrutura. de construção e de operação propriamente dita. aumentam os riscos e surgem as necessidades de adaptação às exigências de usuários cada vez mais intensas e complexas. Isto porque os requisitos da sociedade moderna e das modernas organizações impõem a necessidade de adoção de metodologias avançadas. Cabe então àqueles que tem a responsabilidade de garantir a integridade e a aderência permanente ás necessidades do usuário. exercer o seu papel de maneira responsável e profissional. É também função desta disciplina habilitar os alunos ao exercício das atividades de desenvolvimento de empreendimentos. Não é mais possível deixar o gerenciamento de tais facilidades construídas nas mãos de pessoas inexperientes. • Produtividade das pessoas no exercício das suas atividades • Melhoria da experiência na relação homem-edificação • Funcionalidade dos sistemas • Economia operacional • Preservação do valor dos ativos imobiliários • Controle dos riscos • Servibilidade • Rentabilidade do patrimônio • Valor agregado ao “core business” Assim. sem a formação profissional adequada. Durante este período ocorrem significativos custos. Para tanto há .• Alinhamento da administração da infra-estrutura com os objetivos do core-business. de projeto.

Gerenciamento de facilidades no Brasil e no mundo Projeto e gerenciamento da experiência do usuário: trabalho e meio ambiente. Um novo e frutífero campo de trabalho se descortina. c. Modelos de gestão de ativos imobiliários Gerenciamento de facilidades. Modelos de gestão d. A evolução do trabalho c. projeto e construção. O edifício: de abrigo a fator de produção . b. Gerenciamento de ativos imobiliários: o papel da infra-estrutura física nas organizações. Conceitos e princípios básicos c. o que torna esta disciplina imprescindível na formação de profissionais de alto nível com visão sistêmica e integrada de todo o ciclo de vida das edificações. A coexistência das gerações d.mindsets b. 2. Ambientes produtivos e. a. a. pessoas. Assim. Integração de propriedade. e processos. 3. Evolução. Estratégia empresarial e os ativos corporativos d. a. O profissional de engenharia é então. A função do engenheiro se estende além das fases de desenvolvimento. CONTEÚDO (EMENTA): 1. tornando-se imprescindível sua atuação na fase de operação das edificações. O homem e as organizações b. a formação adequada se torna cada vez mais necessária. elemento fundamental para assegurar a qualidade da operação de facilidades construídas que se constituem em ativos imobiliários cada vez mais relevantes para o desenvolvimento da sociedade moderna.necessidade do estabelecimento de princípios de gestão e de compreensão dos contextos e das técnicas mais avançadas e adequadas em nível compatível com o padrão avançado das modernas construções bem como daquelas que tem as suas funções permanentemente atualizadas por meio de retrofits. Práticas correntes e. Change Management .

PMBOK – Project Management Body of Knowledgement Manutenção e modernização da propriedade imobiliária.KPI – Key Performance Indicators Gerenciamento de projetos a. Projeto e qualidade do patrimônio imobiliário b. CMMS – Computerized Maaintenance Management System d. Planejamento de serviços d. Organizações e as operações de serviços: a. 5. Automação predial d. 7. Plano de manutenção c. Programas de conservação de água e energia. Análise de riscos . Green Maintenance g. Estruturas gerencias c. 8. Os sistemas prediais b. I oT – Internet of Things f. Controles no desenvolvimento de projetos f. Avaliação de desempenho . Qualidade no desenvolvimento de projetos c. 6. Princípios e práticas de gestão d. CAFM – Computer Aided Facilities Management e.4. Conceitos de serviços b. Inovação em sistemas prediais c. Gerenciamento de custo do ciclo de vida Gerenciamento de sistemas prediais a. Controle de riscos e crises em facilidades. Riscos b. a. Estruturas organizacionais e planejamento de projetos e. a. Modelos de contratação e SLA –Service Level Agreement e. Manutenção princípios e técnicas – Terotecnologia b.

. Corporate Real Estate Asset Management: Strategy and Implementation. 2003 280p. CHANTER.9. . Oxford : Blackwell Publishing. John Wiley & Sons Inc. BROOKS. ZEITHAML V. Mc GREGOR. A. J. 2005. Delivering Quality Service – Balancing Perceptions and Expectations. 2001 340p. D. O’MARA. 325p. PARAZURAMAN A. Oxford: Blackwell Publishing. Gerenciamento de crises Gerenciamento do desempenho das edificações e serviços: a. WORDSWORTH. . NINNINGTON.. W. Assessing Building Performance. Building Systems for Interior Designers. DELL’ISOLA. VISCHER. Risks. L. A. B. C. . New York: The Free Press. . .. c. 2005 256p. London: Arnold. 1996. . Strategy and Place: Managing Corporate Real Estate and Facilities for Competitive Advantage. Hoboken: Blackwell Publishing. E. RSMeans 2003 396p. P. HAYNES. BINGELLI. 248p. A. Hoboken. 2005. Oxford: EG Books. SWALLOW. N. P. 1990 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: . 1999. Modelos de maturidade d. BERRY L. 2003 469p. Desempenho de edificações b.S.M. 368p. BALDRY. Benchmarking e. John Wiley & Sons Inc. B. THEN.. 243p. D. London: Elsevier. Building Maintenance Management. Oxford : Blackwell Publishing. Facilitities Management and the Business of Space. E.. A. PREISER. BORODZICZ. 1999. S. . S. C.P. Hoboken. Life Cycle Costing for facilities. 238p BARRET. Crisis & Security Management. . J. Comissionamento BIBLIOGRAFIA: ATKIN. KIRK. 2010 298p. F. J. B. Lee’s Building Maintenance Management. New York: The Free Press. Facilities Management: towards best practice. . Desempenho de serviços c. Total Facililities Manamgement. Planos de contingência d. P.

S = nota de seminário. 3-O trabalho prático será desenvolvido por meio de estudo de caso com forte embasamento teórico. 2-Pretende-se balancear aspectos teóricos com exemplos práticos. A nota final será obtida pela equação a seguir: N = (S + 2P)/3 Em que: N = nota final. P = nota de prova. . OBSERVAÇÕES: 1-A bibliografia será complementada com artigos técnicos.A disciplina terá como método de avaliação uma nota relativa a um seminário em grupo abordando um dos temas e uma prova.

Praticar os métodos de planejamento e princípios de gestão de investimentos em portfólios de risco equilibrado.a estrutura desses instrumentos de análise e apoio à decisão e de mitigação de riscos. Sérgio Alfredo Rosa da Silva (externo) Docente USP.747 Docente externo. Período de 2013 DISCIPLINA NOVA ( X ) OU RECREDENCIAMENTO DE DISCIPLINA JÁ EXISTENTE ( ) Nº DE CRÉDITOS: 06 Aulas Teóricas: 02 Aulas Práticas. n.414 Docente externo. . Cláudio Tavares Alencar X Docente USP. Data de obtenção do título: Instituição: 3.º X Docente externo. Data de obtenção do título: 1999 Instituição: EP/USP PROGRAMA OBJETIVOS: Transmitir os conceitos fundamentais da estruturação e gestão dos negócios de real estate. usando como cenário os variados segmentos do real estate.º 283.os métodos para preparo dos instrumentos de informação nesta área e [iii] . [ii] . n. aplicando técnicas de modelagem e de gerenciamento do risco. caracterizando: [i] .os princípios que dão sustentação à doutrina do planejamento. Data de obtenção do título: Instituição: 2. Seminários e Outros: 01 Horas de Estudo: 03 DURAÇÃO EM SEMANAS: 15 DOCENTE(S) RESPONSÁVEL(EIS): 1.ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Construção Civil FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE DISCIPLINAS SIGLA DA DISCIPLINA: PCC-5956 NOME DA DISCIPLINA: Gestão do Risco de Empreendimentos PROGRAMA/ÁREA: Mestrado Profissional em Inovação no Setor da Construção Civil Nº DA ÁREA: VALIDADE INICIAL (Ano/Semestre): 1º. n.º 30. João da Rocha Lima Junior X Docente USP.

ROCHA-LIMA JÚNIOR. Highway Concessions in Brazil: an Analysis Towards the Feasibility of the Securitization.JUSTIFICATIVA: Estabelecer a base de conhecimentos necessária para que os alunos da área de Real Estate possam enveredar pelos temas de planejamento no ambiente das empresas e dos negócios. 5 casos envolvendo empreendimentos do setor: i. Estudos Econômicos da Construção (São Paulo). vetores e mitigação por meio do contrato e de sistemas de gerenciamento. 11 e 12 Seminários sobre Casos. 5. João. 159-169. Journal of Financial Management of Property and Construction. – Real Estate: Fundamentos para Análise de Investimentos – Campus-Elsevier. p. até 10. 440p. Gerenciamento com foco na mitigação dos riscos. Avaliação da sensibilidade. ii. São Paulo. diante de uma configuração temática imposta pela disciplina (controle de fronteiras).os diferentes modelos para empreender. do processo de produção e dos sistemas de contratação. Riscos dos investimentos em empreendimentos. C. Risco de empreendimentos. 3. MONETTI E. 4.riscos do contratante e do contratado. Os casos serão construídos pelos alunos em Grupo. ALENCAR. Sistemas de modelagem da análise de impactos cruzados dos fatores de risco. contrato de implantação (empreitada) .os riscos do concessionário e os meios de mitigação. . vetores e mitigação por meio de ações gerenciais . 2004. Great Britain. T.remanescente de risco e o seu impacto . do regime de implantação. p. para desenhar estruturas de controle ou de mitigação. T. BIBLIOGRAFIA: ROCHA-LIMA J.riscos remanescentes e preços adequados para sua cobertura. com ênfase nas características estruturais dos empreendimentos do setor. Sistemas de mesma hierarquia e a sua inserção de mercado e as correlações com a macroeconômica. v. 6. 2000. e 3. T. 1. 2. implantação de empreendimentos de base imobiliária . 6. saneamento ou mesmo reurbanização) .a questão do valor da outorga e a cobertura de risco para o concedente . Rio de Janeiro. 1-25. C. A leitura dos riscos pelo impacto na qualidade dos investimentos ou no produto final. implantação de empreendimentos imobiliários com fluxos de receita em moeda nominal e fluxos de custos sob inflação . os vetores de riscos e os meios de mitigação . controle ou transferência (seguros). ALENCAR. iv. v. ALENCAR C. v. indicação de impactos e vetores de gestão. serão expostos pelo Grupo de alunos em seminários e debatidos pela classe. implantação e operação de empreendimentos de infraestrutura sob concessão . CONTEÚDO (EMENTA): 1. T. iii. n. João. Os Atributos do Mercado Brasileiro de Empreendimentos de Base Imobiliária para Captar Recursos de Investidores Estrangeiros. empreendimentos sob concessão de serviços (ex.os vetores de risco e seu sistema de mitigação enfocando a conjuntura brasileira.riscos do empreendedor. ALENCAR.. Real . Meios de mitigação por intermédio de processos de gestão. ROCHA-LIMA JÚNIOR. Riscos derivados dos suprimentos.remuneração dos investimentos como prêmio adequado para o risco remanescente. 2011. n.. rodovia. O Mercado de Edifícios de Escritórios para Locação em São Paulo: Ciclos para Absorção do Estoque e para a Retomada da Atratividade do Investimento. C. e 5. Vetores de risco.

sendo 0. São Paulo. The Office Buildings Market in São Paulo: Time cycles to absorb vacant space and to recover investment attractiveness. 8. 1997. SILVA. ROCHA LIMA JUNIOR. 582. 1994. p. São Paulo. João da. Roberto . EPUSP. F.9 < P < 1. do seminário/artigo (S) e da participação em classe (P) seguirá a expressão abaixo: A = P x (0. v. Journal of Financial Management of Property and Construction. 2009. individualmente ou em grupo. GALLINELLI. ROCHA-LIMA JUNIOR. Foreign investment and the Brazilian real estate market. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: A avaliação considerará o conjunto dos trabalhos a serem elaborados pelos alunos. ALENCAR. Engenharia (São Paulo). 2006. v. 23p. Securitização de portfólios de base imobiliária. C. 2005 ROCHA-LIMA JUNIOR. Sérgio Alfredo Rosa da . EPUSP. 73-114. João. Planejamento da Administração de Contratos. C. Arbitragem de valor de portfólios de base imobiliária. 11. João. 109-123. International Journal of Strategic Property Management. Richard D. p. São Paulo. n.. 114-120. p. p. 59-71. Real Estate Finance and Investments. ALENCAR. Departamento de Engenharia de Construção Civil. São Paulo.5 E). T. Mastering Real Estate Investment. T. 85p.Estate (São Paulo). Departamento de Engenharia de Construção Civil. ROCHA-LIMA JÚNIOR. 12. Real Data Inc. BRUEGGEMAN. 2007. (Boletim Técnico da Escola Politécnica da USP.0 OBSERVAÇÕES: Sem observações . . __________. 2008. 2. EPUSP. v. 1993. T. ALENCAR. (Boletim Técnico da Escola Politécnica da USP. v. 2006. 47p. Departamento de Engenharia de Construção Civil. T. BT/PCC/99). 2.2 e A < 10. e sua apresentação em sala de aula. 35-43. v. __________ Os sistemas operacionais para securitização de portfólios imobiliários e de base imobiliária via debêntures. p. Irwin.5 S + 0. João. (Boletim Técnico da Escola Politécnica da USP. ALENCAR. FISHER. BT/PCC/186). 2008. A consideração do desempenho na realização dos exercícios (E). RICARDINO. C. BT/PCC/132). China-USA Business Review. C. Property Development Firms IPOs in Brazil: Was There Overpricing or Not?.

Racine T. água e de comunicação de edifícios e a sua inter-relação com o sistema urbano. n. componentes. água e de . sustentabilidade e a qualidade de materiais. Neste contexto é indispensável o aprimoramento de profissionais tendo em vista agilizar o processo de tomadas de decisões que considerem inovações tecnológicas nos sistemas de energia. Água e Comunicação PROGRAMA/ÁREA: Mestrado Profissional em Inovação no Setor da Construção Civil Nº DA ÁREA: VALIDADE INICIAL (Ano/Semestre): 1º. n. Período de 2013 DISCIPLINA NOVA ( X ) OU RECREDENCIAMENTO DE DISCIPLINA JÁ EXISTENTE ( ) Nº DE CRÉDITOS: 06 Aulas Teóricas: 02 Aulas Práticas. acirrada competitividade evidenciada pela atuação de empresas internacionais no mercado brasileiro.º 867421 Docente externo. A. Data de obtenção do título: Instituição: EPUSP PROGRAMA OBJETIVOS: Discutir as questões relacionadas à inovação tecnológica em sistemas de energia. JUSTIFICATIVA: O momento atual brasileiro da construção é caracterizado por grandes demandas de obras nos setores de infraestrutura urbana e habitacional. elementos e sistemas em todas as fases da cadeia produtiva.ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Construção Civil FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE DISCIPLINAS SIGLA DA DISCIPLINA: PCC-5957 NOME DA DISCIPLINA: Sistemas de Energia. Data de obtenção do título: Instituição: EPUSP 2. Seminários e Outros: 01 Horas de Estudo: 03 DURAÇÃO EM SEMANAS: 15 DOCENTES RESPONSÁVEIS: 1. Lúcia Helena de Oliveira X Docente USP. visão sistêmica de toda a cadeia produtiva da construção. Prado X Docente USP. Este cenário requer dos profissionais de Engenharia habilidades de gestão.º 2084825 Docente externo. tendo-se como princípios os conceitos de desempenho.

and operation of sustainable buildings. 1998. ILHA. Tony et al. Edifícios de alta tecnologia. 1997. A. Introdução às ciências da informação e da comunicação. Sistemas de energia renováveis e não renováveis: hidroelétrica. Swiss. C. ASHRAE GreenGuide – The design construction. uso e manutenção de sistemas prediais e urbanos. D. v. Automation in Construction. Elsevier. 5. Editora Tecniche Nuove. Hydro (São Paulo).Aspetti generali e di progetto. ASHRAE. p. Cláudio. 8.58. ASHRAE. 4.comunicações embasadas no conceito de sustentabilidade ambiental.L. 7. and chemicals. Switzerland. 3. CHENG.Europe Tomorrow. EVANS. Installations solaires thermiques. CONTEÚDO (EMENTA): 1. Academic Press/Elsevier.04. Marina S O.28. OLIVEIRA. 2. . Intelligent Buildings . Sistemas hidráulicos: água. execução. Rio de Janeiro. CHENG. Milano. Wind energy Handbook. John. DUFFIE. KACHADORIAN. Topic: B4.1016/j. BOUGNOUX. Architetural Journal. London. et al. operação. p. Petrópolis: Vozes. BECKMAN. 1-25. Vermont. 2006. et al. Sistemas de segurança patrimonial e de proteção contra incêndio. William A. 2009. econômica e social em quaisquer fases dos empreendimentos: concepção de projeto. Sistemas de automação. eólica e gás. Study on pressure distribution of drainage stack systems in high-rise apartment houses. esgoto sanitário e águas pluviais. Luigi e DE NARD. et al. Donald L. 2007. Soteris A. Proceedings… Switzerland. Decision-making and assessment tool for design and construction of high-rise building drainage systems. iluminação e acústico.005. Gli Edifici Intelligenti . 1991.autcon. KLASS. NBR 15527: Água de chuva – Aproveitamento de coberturas em áreas urbanas para fins não potáveis – Requisitos. fuels. Uk. Biomass for renewable energy. 2/3 . 6. Sistemas de conforto: condicionamento de ar.L. H. Paris. BIBLIOGRAFIA: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.2008. L. Solar Engineering of Thermal Processes. James. John Wiley & Sons. Alternativas para sistemas prediais de abastecimento de água.54 . 1989. Sistemas prediais em edifícios altos. Barrie. Julio de 1992. Observer. 2009. BURTON. Sistemas de comunicações: telefonia e cabeamento estruturado. BUSTI. Solar Energy Engineering – processes and systems. FARINA. Humberto. The passive solar house. doi:10. Kalogirou. PEUSER.. solar. In: INTERNATIONAL SYMPOSIUM CIB W62. Chelsea Green Publishing Company. 2006. John Wiley. C. F. 2006. 1996.

2007. Goiânia. Universidade de São Paulo. – Curso de Mestrado em Engenharia Civil. OBSERVAÇÕES: Não há. et al. Fundamentals of Renewable energy processes. 2007. 2005. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil) – Escola Politécnica. Hydro. Stuart R. ROSA.H.67. Jayme Neto. Florianópolis. REIS. Rio de Janeiro: Campus. Applied Photovoltaics. 2009. 228 f. Fatores que influenciam as vazões de projeto em sistemas de medição individualizada de água. Academic Press. 3/3 . Lineu B.et. v. 2008. 2ªed. out. Eldis C. 1995.55.2009. Universidade Federal de Goiás. 2001. 1st International Congress on Intelligent Buildings. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: A disciplina terá como método de avaliação uma nota relativa a um seminário em grupo abordando um dos temas e uma prova. 2005. Edifícios solares fotovoltaicos. Aldo V.. SOARES. 2004. RÜTHER. Barueri. Earth Scan. SPINOLA CASTRO. Energia elétrica e sustentabilidade. ISSN 1980-2218. OLIVEIRA. São Paulo. Sistemas integrados: aproveitamento de água pluvial e drenagem na fonte.N. Tel Aviv.A. al.OLIVEIRA. Ricardo. Analysis of High Technology Buildings Performance in Brazil and Spain. R. CUNHA. p. p. San Diego-London. São Paulo. YAMADA. L. and its impact in the project of New Buildings. 1995.50 . v. Junho de 1994. UFSC/Labsolar. Israel. Escola de Engenharia Civil.. A nota final será obtida pela equação a seguir: N = (S + 2P)/3 Em que: N = nota final. Proposição de parâmetros de dimensionamento e avaliação de desempenho de poço de infiltração de água pluvial. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil). Eduardo Seiji. Redes de Computadores . Editora Manole. Editora Carthago & Forte. dez. F.64 . Edifícios de Alta Tecnologia. S = nota de seminário.UK-USA.das LANS. P = nota de prova. Os impactos da medição individualizada do consumo de água em edifícios residenciais multi-familiares.H. L. L. 2001. SPINOLA CASTRO. Hydro.26. Jayme Neto. REIS.11.P. MANS e WANS às Redes ATM. ISSN 1980-2218. WENHAM.

Rafael Giuliano Pileggi X Docente Usp.º 2796131 Docente externo. bem como antever e solucionar problemas práticos com materiais. tecendo discussões baseadas nos fundamentos científicos que permitam compreender ou questionar a seleção dos materiais nos diferentes casos estudados. polímeros e compósitos). Antônio Domingues de Figueiredo X Docente Usp. . Período de 2013 DISCIPLINA NOVA ( X ) OU RECREDENCIAMENTO DE DISCIPLINA JÁ EXISTENTE ( ) Nº DE CRÉDITOS: 06 Aulas Teóricas: 02 Aulas Práticas. Seminários e Outros: 01 Horas de Estudo: 03 DURAÇÃO EM SEMANAS: 15 DOCENTE(S) RESPONSÁVEL(EIS): 1. Vanderley Moacyr John X Docente Usp. n. Procura-se assim fornecer bases de conhecimento aos alunos que os permitam compreender as características microestruturais que definem o comportamento das diferentes famílias de materiais (metais. Data de obtenção do título: Instituição: PCC/Poli/USP 2. Data de obtenção do título: Instituição: PCC/Poli/USP 3. fator decisivo no ganho de eficiência na produção dos mesmos e para discussão sobre o impacto ambiental das soluções adotadas.º 1761119 Docente externo. n. Data de obtenção do título: Instituição: PCC/Poli/USP PROGRAMA OBJETIVOS: A disciplina tem como meta introduzir conceitos fundamentais de ciência de materiais como ferramenta de decisão na seleção de materiais aplicados na construção civil.º 59187 Docente externo. a disciplina visa ainda discutir processos adotados para fabricação dos materiais. n. Para tanto. Por fim. tem como proposta a análise de soluções de engenharia reais previamente implementadas.ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Construção Civil FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE DISCIPLINAS SIGLA DA DISCIPLINA: PCC-5958 NOME DA DISCIPLINA: Ciência de Materiais Aplicada na Construção Civil PROGRAMA/ÁREA: Mestrado Profissional em Inovação no Setor da Construção Civil Nº DA ÁREA: VALIDADE INICIAL (Ano/Semestre): 1º. cerâmicos.

além de seus processos de fabricação.D. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. 1985. Z. Solid Mechanics. a disciplina proposta visa preencher tal lacuna de conhecimento. (Ed) Civil Engineering Materials. E. Materials Hankbook. Longman Scientific & Technical. 3rd ed. Periódicos: Materials Science. D. 6. ILLSTON. a prática usual de mercado está associada com a seleção baseada em informações de catálogo e custo. 1982.JUSTIFICATIVA: Os critérios de seleção e produção de materiais adotados na construção civil precisam incluir profundos conhecimentos à respeito das características microestruturais das diferentes famílias de materiais. J. Construction Materials. fornecendo subsídios técnicos aos profissionais que permitam uma melhoria no processo decisório de seleção e produção de materiais aplicados na construção civil.Fernández. 2002.their nature and behaviour. York. W. CONTEÚDO (EMENTA): • • • • • Introdução às famílias de materiais utilizadas na construção civil. F. The nature and properties of engineering materials. (Ed) Construction materials . focando no impacto da composição química e da microestrutura nas propriedades: o mecânicas o térmicas o óticas o elétricas o magnéticas o corrosão o superfícies Critérios de seleção considerando os processos de fabricação o metais o cerâmicas o polímeros o compósitos Discussão sobre o impacto ambiental de diferentes famílias de materiais BIBLIOGRAFIA: 1. 5a. S. M.D. 2. 5. 1977. 10.332 p CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: Participação nas discussões (25%). fato que pode resultar em falhas de uso. McGraw-Hill. LTC – Livros Técnicos e Científicos. Definição de estudos de caso Conceitos científicos aplicados na seleção de materiais. 1985. VAN VLACK. 4. Reading. Contudo. J. 2nd ed. 1991. Concise encyclopedia of building materials. Seminário 50%. 8. 3. L. 7. Por essa razão. Construction and Building Materials. G. 9. BRADY. Material architecture: emergent materials for innovative buildings and ecological construction Taylor & Francis. menor durabilidade e reduzida produtividade. Pergamon Press. TAYLOR. London. N. MOAVENZADEH. O. H. Prova 25% OBSERVAÇÕES: Não há 2/2 . CALLISTER. Materials for engineering. E & FN Spon. JACKSON. 1994. Addison Wesley. 1989. London. Rio de Janeiro. 2006 . MacMillan. N. JASTRZEBSKI. Building and Structures (RILEM). John Willey. Edição. G.

redução das demandas de manutenção. Data de obtenção do título: Instituição: 3. Data de obtenção do título: Instituição: 2.RAFAEL G. n. n. ambientais e de negócios ao longo de todo o ciclo de vida da construção. Data de obtenção do título: Instituição: PROGRAMA OBJETIVOS: Introduzir os principais novos materiais e soluções avançadas de construção que deverão chegar ao mercado e capacitar os alunos a analisar criticamente soluções tecnológicas. JUSTIFICATIVA: As mudanças culturais da sociedade em busca de uma construção sustentável estimulam uma continua busca por soluções que reduzam o impacto ambiental e que melhorem o desempenho em uso da construção. eficiência e geração de energia. Período de 2013 DISCIPLINA NOVA ( X ) Ou recredenciamento de disciplina já existente ( ) Nº DE CRÉDITOS: 06 Aulas Teóricas: 02 Aulas Práticas. considerando os aspectos técnicos.º 3171633 Docente externo. n.º 1761119 Docente externo. entre outros. SERGIO CIRELLI ANGULO X Docente Usp.ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Construção Civil FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE DISCIPLINAS SIGLA DA DISCIPLINA: PCC-5959 NOME DA DISCIPLINA: Materiais e soluções avançadas de construção PROGRAMA/ÁREA: Mestrado Profissional em Inovação no Setor da Construção Civil Nº DA ÁREA: VALIDADE INICIAL (Ano/Semestre): 1º. . Este cenário tem forçado uma busca constante por inovações em materiais e tecnologias de construção. Seminários e Outros: 01 Horas de Estudo: 03 DURAÇÃO EM SEMANAS: 15 DOCENTE(S) RESPONSÁVEL(EIS): 1. VANDERLEY M JOHN X Docente Usp. incluindo aspectos como desmaterialização da obra. PILEGGI X Docente Usp.º 2796131 Docente externo.

 JOHN. 2010. . M.lbl.EM. P. 267p. Materiais de Construção Civil: perspectivas e desafios futuros. Tese  de Doutorado  Dias..  JOHN. FIGUEIREDO. São paulo. 01 jun.  Fernando Oscar Ruttkay Pereira. H. A. 2007. 13 ‐ 18. Advanced Interactive Facades – Critical Elements for Future Green  Buildings? GreenBuild. Controle da qualidade dos agregados de resíduos de construção e  demolição reciclados para concretos a partir de uma ferramenta de caracterização. SAVASTANO JR.). Sao Paulo. the annual USGBC International Conference and Expo. (Org. Construção e Meio Ambiente.S. . P. p. B. D. . . Téchne.gov/adv_Sys/NTNU‐LBNL‐EuropeanFramesReport. 7. 9. Issue 7. . D. V. Fibrocimentos com gradação funcional. 6. . . John. v. na forma de organização de canteiro. p. 13. 1. a inexistência de experiência previa aumenta significativamente o risco da adoção destas tecnologias. 2010. 2. Volume 41. November 2003.M. 12. v. Disponivel em  http://windows. MARANHÃO. benefícios e riscos Soluções Multifuncionais Materiais auto-limpantes Materiais de mudança de fase e seu emprego Materiais frios no ambiente construído Materiais cimentícios de alta eficiência Resíduos como matérias primas Vidros de alto desempenho térmico Materiais com gradação funcional Materiais lignocelulósicos avançados Materiais bioinspirados Bioconsolidação de solos e materiais Materiais leves e isolantes BIBLIOGRAFIA: JOHN. C. V. V. 140‐146. considerando todo o ciclo de vida do produto e da construção. A.  A physico‐chemical basis for novel cementitious binders. KODAMA. . seja no projeto das obras. . C. V. Aschehoug.).. 519‐528. D. v. LBNL‐53876  Gustavsen.R. On the classification of  mixed construction and demolition waste aggregate by porosity and its impact on the mechanical  performance of concrete. CONTEÚDO (EMENTA): 1. 8. C. S. p. Norwegian University of Science and Technology 2007 84p. M.. ANGULO. 24. p. J. M. v. . A. 11. LOH. S. A. CARRIJO. In: Miguel Aloysio Sattler. 324–7. Petter Jelle. Cement and Concrete  Research. Porto Alegre: ANTAC. . 10. K. . 141. M. . KAHN. 50‐54.pdf   2/3 . V. Materiais de construção civil e principios de ciência e engenharia de materiais.. Se por um lado a adoção destas soluções avançadas podem significar um ganho de competitividade da empresa e significativos ganhos ambientais para a sociedade. In: Geraldo C  Isaia. 2008. p. nos modelos de negócio. Exploring the potential of functionally graded materials  concept for the development of fiber cement. (Org. O. P 736‐749  Selkowitz. Microbiologia em Foco. M. São Paulo:  IBRACON. LOH. 3. . 7. C. Revista de Tecnologia da Construção. . V. H. . Materials research society (MRS)  bulletin. 5.R.M. 2008. GLEIZE. C. July 2011. M. A. L. 4. Macphee. v. F. Lee. sua implicação em cada projeto especifica. K. Construction & Building Materials.. K.Estas novas soluções têm profundas implicações para a atividade econômica da construção.M. M. A gestão do nível de risco e a busca de um equilíbrio entre risco e benefícios exigem dos engenheiros civis e arquitetos uma capacidade técnica de analisar criticamente novas soluções. . Escola Politécnica da USP.  Gartner. CHAVES. na preparação de recursos humanos. Arasteh. H. Materiais e soluções avançadas de construção: tendências. . O uso da fotocatálise para a criação de materiais de construção com propriedades  autolimpantes  . 43. P. . 1687‐1698   JOHN. 2006.  169‐20  Dias. S. Materials and Structures. 2011. . Biocalcificação microbiana no ambiente  construído. JOHN.  Vernet CP. CINCOTTO.E. . P. M.   ANGULO. Ultra‐durable concretes: structure at the micro and nanoscale. 2004. p.  SHIRAKAWA.Kohler State‐of‐the‐Art Highly Insulating Window Frames ‐ Research  and Market Review. 1 ed. E. p.

 Issue 6. Issue 1. February 2012. Construction and Building Materials. energy‐efficient. 2006 . Seminário 50%.  Issue 5820. Pages  1146‐1166  CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: Participação nas discussões (25%). Frederic Veer.  Volume 27. Jan Belis. humidity and load‐duration. Prova 25% OBSERVAÇÕES: Não há.V. . D Renewable and Sustainable Energy Reviews Volume 11. and self‐diagnostic buildings. August 2007. Pages 1807‐1810  Tyagi.332 p Fernández. E. Science Volume 315. Material architecture:  emergent materials for innovative buildings and ecological  construction Taylor & Francis. J. Pages 280‐292. 3/3 . Materials for aesthetic. V. 30 March 2007. thermal cycling.Christian Louter. Jean‐Paul Lebet.E.   Fernández. J. Durability of SG‐laminated reinforced glass beams:  Effects of temperature. Buddhi.

econômica e social. ) . n. Data de obtenção do título: Instituição: 3. que incorporem conceitos de sustentabilidade ambiental.º 83132 Docente externo. Data de obtenção do título: Instituição: PROGRAMA OBJETIVOS: Apresentar e discutir os conceitos relacionados com o processo de desenvolvimento e inovação tecnológica na indústria da construção. bem como analisar metodologias para implantação de tecnologias avançadas no processo de produção. Ubiraci Espineli Lemes de Souza X Docente Usp. Fernando Henrique Sabbatini (Professor Colaborador) X Docente Usp. n.º 59062 Docente externo.º 74323 Docente externo. Data de obtenção do título: Instituição: 2. n. Seminários e Outros: 01 Horas de Estudo: 03 DURAÇÃO EM SEMANAS: 15 DOCENTE(S) RESPONSÁVEL(EIS): 1.ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Construção Civil FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE DISCIPLINAS SIGLA DA DISCIPLINA: PCC-5960 NOME DA DISCIPLINA: Tecnologias Avançadas de Construção PROGRAMA/ÁREA: Mestrado Profissional em Inovação no Setor da Construção Civil Nº DA ÁREA: VALIDADE INICIAL (Ano/Semestre): 1º. Mercia Maria Semensato Bottura de Barros x Docente Usp. Período de 2013 DISCIPLINA NOVA ( X ) OU RECREDENCIAMENTO DE DISCIPLINA JÁ EXISTENTE ( Nº DE CRÉDITOS: 06 Aulas Teóricas: 02 Aulas Práticas.

as quais vêm apresentando resultados positivos ao serem aplicadas junto ao meio produtivo. procura dar ao aluno da pós-graduação uma visão de como conduzir um processo de mudança tecnológica. vem procurando adotar novas estratégias de ação a fim de aumentar sua eficiência. Identificação de Tecnologias Avançadas de Construção disponíveis em países desenvolvidos que. Análise do processo de desenvolvimento e inovação tecnológica na indústria seriada e na indústria da construção civil: estudo dos principais modelos de desenvolvimento. comumente denominadas. Análise da metodologia proposta a partir de estudos de caso. as dificuldades para a implantação dessas tecnologias têm sido inúmeras. oferecendo-se aos alunos oportunidade para a continuidade das pesquisas e ao meio técnico uma forma de interação que o conduza a um patamar de desenvolvimento tecnológico mais avançado. Ao oferecer essa disciplina no curso de pós-graduação. 3. observar os requisitos de sustentabilidade econômica. sistemas estruturais e de vedação horizontal e vertical. 2. destacam-se o desenvolvimento e a implantação de Tecnologias Avançadas de Construção ou. Não obstante. a disciplina. 5. Neste contexto. Dentre as muitas estratégias possíveis. proporcionem superior nível de sustentabilidade aos produtos. Apresentação e discussão da metodologia para o Desenvolvimento e Implantação de Tecnologias Avançadas de Construção. Estudo específico das Tecnologias Avançadas de Construção visando à sua aplicação em empreendimentos nacionais. CONTEÚDO (EMENTA): 1. O estudo dos fatores intervenientes no processo de mudança e a análise das possíveis formas de ação que as empresas poderão adotar para a implantação das inovações é uma das maneiras de contribuir para a evolução tecnológica do setor. inovações tecnológicas. a qualidade dos produtos oferecidos ao mercado e. social e ambiental. • estratégia para a implantação.JUSTIFICATIVA: O segmento da construção civil. sistemas prediais e de proteção dos empreendimentos). nos últimos tempos. sobretudo pela ausência de uma visão sistêmica do processo de produção e da estruturação de um plano de ação que auxilie as empresas na condução do processo de mudança. procura-se consolidar o conhecimento acumulado. partindo das tecnologias avançadas de construção disponíveis em diferentes mercados. O foco será para tecnologias voltadas para infra-estrutura urbana e para o edifício (sistemas de contenções e fundações. • premissas para o desenvolvimento de novas tecnologias. ao serem incorporadas aos processos de construção. 4. no Brasil. baseando-se em estudos que vêm sendo realizados no âmbito de diversas pesquisas conduzidas no Departamento de Engenharia de Construção Civil da Escola Politécnica. inovação e transferência de tecnologia adotados pela indústria de bens de consumo e da construção civil. BIBLIOGRAFIA: 2/4 . passível de ser empreendido pelas empresas.

Ed. Paredes maciças. Metodologia para implantação de tecnologias construtivas racionalizadas na produção de edifícios. Buildings Innovation and technology Mulgrave : Images Publishing. Edition BS. USA: Ashgate. STUDIOS Architecture. Jones e Mohammed. Código Técnico de la Edificación (C. Instituto Português da Qualidade.ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. desenvolvimento e inovação (IDI). Manseau.UNE 166000:2006 Gestión de la I+D+i: terminología y definiciones de las actividades de I+D+i. Caparica. David M. Madrid. Factores Determinantes y propuestas para la gestión de la innovación en las empresas constructoras. Hawkins. Saad. London:Thomas Telford. BS 7000-1(1999) Design management system-part 1 – guide to managing innovation. Correa. INSTITUTO PORTUGUES DA QUALIDADE – NP 4457:2007 – Gestão da investigação. Bessant..E). 23 n. 422. Revista Téchne.AENOR . Hoboken:John Wiley & Sons. Building Research and Information. M.UNE 166002:2006 Gestión de la I+D+i: requisitos del sistema de gestión de la I+D+i. 3/4 . cop. Mercia M. Do regulations encourage innovation? – The case of energy efficiency in housing. BARROS.S. Madrid. Ed. Yepes. Instituto Português da Qualidade. Building innovation : complex constructs in a changing world London : Thomas Telford. BOLETÍN OFICIAL DEL ESTADO. D. Aldershot. desenvolvimento e inovação (IDI): Requisitos de um projeto de IDI. Instituto Português da Qualidade. Ministério de Vivenda. NBR 15575:2008 Desempenho de edifícios habitacionais de até cinco pavimentos.1. ASSOCIACIÓN ESPAÑOLA DE NORMALIZACIÓN . Burlington. England. INSTITUTO PORTUGUES DA QUALIDADE – NP 4458:2007 – Gestão da investigação. ASSOCIACIÓN ESPAÑOLA DE NORMALIZACIÓN . Yepes.. 1998. André e Shields.. Tese de Doutorado. London. AENOR. Terminologia e definições das atividades de IDI. Ed. Fevereiro 2009. BRITISH STANDARD. desenvolvimento e inovação (IDI): Requisitos do sistema de gestão da IDI.) Building tomorrow: innovation in construction and engineering. E. Managing innovation in construction. Rio de Janeiro. Pellicer.AENOR . Editora PINI. V. Caparica. C. ed. Revista Ingenieria de Construcción v. 2003. 22 n. High-involvement innovation : building and sustaining competitive advantage through continuous change. Revista Ingenieria de Construcción.UNE 166001:2006 Gestión de la I+D+i: requisitos de um projeto de I+D+i. Wang. v. ASSOCIACIÓN ESPAÑOLA DE NORMALIZACIÓN . 1996. 2006. Madri. INSTITUTO PORTUGUES DA QUALIDADE – NP 4456:2007 – Gestão da investigação. 26(5):280-96. E. Ed. S. 143. 2000. John. Gann. Ed.AENOR . Correa. Renato Faria. agosto de 2008. abril de 2007. 2003 Pellicer. EPUSP.. 2009. Ed. Enhancing R&D&I through standardization and certification: the case of the Spanish construction industry. Rob.2. Gann. AENOR.T.. Y. AENOR. 2005 Martyn. Madrid. (editores. R.. V.B. C. Caparica. São Paulo.

4/4 .CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: NF = Onde P1 = primeira avaliação P2 = segunda avaliação OBSERVAÇÕES: Não há.

º Docente externo. Data de obtenção do título: Instituição: 3. se pertinente. n. Período de 2013 DISCIPLINA NOVA ( X ) OU RECREDENCIAMENTO DE DISCIPLINA JÁ EXISTENTE ( ) Nº DE CRÉDITOS: 06 Aulas Teóricas: 02 Aulas Práticas. Docente Usp. n.Karin Regina de Casas Castro Marins x Docente Usp.ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Construção Civil FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE DISCIPLINAS SIGLA DA DISCIPLINA: PCC-5961 NOME DA DISCIPLINA: Cidades. orçamento previsto para o exercício.º 2212574 Docente externo. Infraestruturas e Serviços  PROGRAMA/ÁREA: Mestrado Profissional em Inovação no Setor da Construção Civil Nº DA ÁREA: VALIDADE INICIAL (Ano/Semestre): 1º. Alex Kenya Abiko x Docente Usp. Data de obtenção do título: Instituição: 2. particularmente as brasileiras. em folha anexa) PROGRAMA OBJETIVOS: Esta disciplina tem por objetivo discutir a situação das cidades. n. Data de obtenção do título: Instituição: CUSTOS REAIS DA DISCIPLINA: R$ (Apresentar.º 69932 Docente externo. Seminários e Outros: 01 Horas de Estudo: 03 DURAÇÃO EM SEMANAS: 15 DOCENTE(S) RESPONSÁVEL(EIS): 1. Esta situação deverá ser discutida a partir do diagnóstico atual e das perspectivas de se resolver os problemas existentes com a contribuição da construção enquanto setor produtivo. . de suas infraestruturas e dos serviços públicos prestados aos seus cidadãos.

Portanto.Prospecção e estudos de futuro nas cidades. 2010. .7 milhões de habitantes urbanos para mais de 160 milhões. 2011. OBSERVAÇÕES: Não há. Brasília: IPEA. transportes. segurança. como habitação. Infraestrutura Social e Urbana no Brasil (vários autores). Paulo e vários autores. José e vários autores. saúde. . passa a ser de 190. BIBLIOGRAFIA: Goldemberg. 2010.Diagnóstico da infraestrutura das cidades brasileiras e dos serviços públicos prestados. Volume 4: Energia e Desenvolvimento Sustentável. em 70 anos passamos de 12.Diagnóstico da situação urbana brasileira e da habitação. Este crescimento urbano em período tão curto de tempo criou uma série de problemas entre os quais os de infraestrutura básica. educação. Klink. incorporando inúmeras inovações tecnológicas e de gestão. Nota-se que o enfrentamento desta situação de carências exige uma ação cada vez mais coordenada e sistêmica. Governança das Metrópoles. Orlando Alvez. . 2010. 2011. saneamento.3% dela moradora de áreas urbanas. Série Sustentabilidade. passando por todos os setores de atuação do poder público.JUSTIFICATIVA: A população brasileira. sendo 84. Volume 6: Metrópoles e o Desafio Urbano frente ao Meio Ambiente. Volumes 1: População e Ambiente.).Instrumentos urbanísticos: Estatuto da Cidade.Sustentabilidade em infraestrutura urbana e serviços. Saldiva. . . Montandon.7 milhões em 2010. sendo 31. .2% urbana. um acréscimo de quase 150 milhões de pessoas vivendo em cidades no Brasil em menos de um século. Planos Diretores de Desenvolvimento Urbano. entre outros. 2/2 . Volume 5: O Desafio da Sustentabilidade na Construção Civil. Volume 8: Espaço. Meio Ambiente e Saúde. Leis de Uso e Ocupação do Solo. CONTEÚDO (EMENTA): . Daniel (org. São Paulo: Ex-Libris. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: Avaliação de trabalhos práticos a serem elaborados pelos alunos em grupo e sua apresentação em sala de aula.Processo de urbanização no Brasil e no mundo: histórico e tendências futuras. São Paulo: Annablume. Rio de Janeiro: Letra Capital: Observatório das Cidades: IPPUR/UFRJ. Jeroen (org. Os Planos Diretores Municipais PósEstatuto da Cidade.Alternativas e inovações em infraestrutura e serviços.).2 milhões de pessoas em 1940. Santos Júniro. São Paulo: Blucher. que contava com 41.

º 59062 Docente externo. Docente USP. Seminários e Outros: 01 Horas de Estudo: 03 DURAÇÃO EM SEMANAS: 15 DOCENTE(S) RESPONSÁVEL(EIS): 1. Docente USP. Período de 2013 DISCIPLINA NOVA ( X ) OU RECREDENCIAMENTO DE DISCIPLINA JÁ EXISTENTE ( ) Nº DE CRÉDITOS: 06 Aulas Teóricas: 02 Aulas Práticas. Data de obtenção do título: Instituição: 2. n. de forma sistêmica. . n. Data de obtenção do título: Instituição: PROGRAMA OBJETIVOS: Desenvolver nos alunos a capacidade de analisar. Data de obtenção do título: Instituição: 3.ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Construção Civil FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE DISCIPLINAS SIGLA DA DISCIPLINA: PCC-5962 NOME DA DISCIPLINA: Construção Baseada em Desempenho PROGRAMA/ÁREA: Mestrado Profissional em Inovação no Setor da Construção Civil Nº DA ÁREA: VALIDADE INICIAL (Ano/Semestre): 1º. o processo de produção e a introdução de novas tecnologias na construção civil. n.º Docente externo.º Docente externo. diagnóstico de problemas patológicos e conceitos de durabilidade e vida útil. utilizando as ferramentas: análise de desempenho. Mercia Maria Semensato Bottura de Barros x Docente USP.

os problemas pós-obra e aspectos relacionados com a durabilidade e vida útil do edifício e de seus subsistemas. aspectos econômicos 3. Introdução à análise sistêmica e ao conceito de desempenho 2. materiais e componentes a serem empregadas não são considerados adequadamente o desempenho em utilização. pouco questionadora e restrita ao ciclo de produção no canteiro de obra. 2010. Recuperação de problemas patológicos. 6. tipologia. 9. ABNT. 5. CONTEÚDO (EMENTA): 1. Estudo de casos de problemas patológicos na construção civil. Problemas patológicos: conceituação. Análise e discussão dos parâmetros de desempenho estabelecidos pela norma ABNT NBR 15575 . vida útil. possibilita-lhes desenvolver a visão sistêmica necessária para entender o complexo processo de criação.JUSTIFICATIVA: Os profissionais que atuam na construção civil têm uma formação com enfoque voltado para o processo de produção tradicional. 4. 8. Isto implica que na definição e na escolha das tecnologias construtivas. produção e uso de edifícios. Além disto. além de permitir que os alunos adquiram habilidade no seu uso. condições de utilização. Aplicação dos requisitos e critérios da norma NBR 15575 a edifícios voltados à habitação de interesse social. 7. Conceitos fundamentais: Durabilidade. requisitos e critérios de desempenho. A avaliação do desempenho. os conhecimentos dominados por estes profissionais não contribuem para que atuem no aperfeiçoamento e racionalização das tecnologias tradicionais e inibem sua atuação na análise de tecnologias construtivas inovadoras. Metodologia de desempenho: as necessidades dos usuários. Fatores e mecanismos de degradação. Como resultado tem-se a manutenção de práticas conservadoras que dificultam a evolução do setor. 2/3 . metodologia para diagnóstico. a adoção de soluções que geram problemas patológicos futuros e o comprometimento da vida útil do edifício e de suas partes. manutenção. o que lhes desenvolve uma visão que dificulta a evolução dos processos. Aplicação dos requisitos e critérios de desempenho aplicados a inovações tecnológicas para a construção civil. O estudo conceitual e aplicado do ferramental objeto da disciplina.Edifícios habitacionais de até cinco pavimentos – Desempenho (partes 1 a 6).

TRAW.au/shop/Details. [Roterdam] : CIB. BOWEN. Australian Building Codes Board. CPGEC/UFRGS. IBC. Building Research & Information. Atenuação de ruído de impacto em pisos de edificações de pavimentos múltiplos. 1987 107p. Amanda 'Performance-based building regulation: current situation and future needs'. (Dissert. [Rotterdam]. [Rotterdam].1080/0961321042000322780. URL: http://dx. 2010 (disponível em: https://www. 263p. (CIB Report Publication 64) FERRAZ. 2008.org/10.cfm?ProdID=119&category=0) CIB The performance concept and its terminology.doi. 3/3 .abcb. CIB-RILEM. Universidade Federal de Minas Gerais. (2005).C. L. Escola Politécnica da USP. MOORE. (CIB Report Publication 96) CIB Working with the performance approach in building. Brian.1080/0961321042000322780 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: NF = Onde P1 = primeira avaliação P2 = segunda avaliação OBSERVAÇÕES: Não há. 2009. 91 — 106. Porto Alegre. M. 1982 30p. ISBN: 978-1-58001-725-1. DOI: 10. 2008 (Dissertação). Carlos A. [1990] 41p e anexo. Jon. 33: 2. BONIN.gov. Robert. MEACHAM. Rafaela.BIBLIOGRAFIA: BORGES. Mestrado) BUILDING CODE OF AUSTRALIA. 1975 CIB Prediction of service life of building materials and componentes. A abordagem sistêmica da produção de edificações. O conceito de desempenho de edificações e sua importância para a construção civil no Brasil. INTERNATIONAL BUILDING CODE. CIB.

Data de obtenção do título: Instituição: PROGRAMA OBJETIVOS: 1) Criar as bases do conhecimento quanto à ciência. Francisco Ferreira Cardoso X Docente Usp.º 59062 Docente externo. n. Docente Usp. etc.ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Construção Civil FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE DISCIPLINAS SIGLA DA DISCIPLINA: PCC-5963 NOME DA DISCIPLINA: Cadeia Produtiva da Construção: Tecnologia. cadeia produtiva. Sustentabilidade e Inovação  PROGRAMA/ÁREA: Mestrado Profissional em Inovação no Setor da Construção Civil Nº DA ÁREA: VALIDADE INICIAL (Ano/Semestre): 1º. Data de obtenção do título: Instituição: 3. Data de obtenção do título: Instituição: 2. agentes.º Docente externo.º 78028 Docente externo. Mercia Maria Semensato Bottura de Barros x Docente Usp. n. características setoriais. competitividade setorial. n. à tecnologia e à inovação aplicadas ao setor da Construção e quanto ao entendimento do papel da pós-graduação e do pesquisador nesse contexto. Seminários e Outros: 01 Horas de Estudo: 03 DURAÇÃO EM SEMANAS: 15 DOCENTE(S) RESPONSÁVEL(EIS): 1. . 2) Desenvolver a compreensão das características do setor da Construção pelo lado da oferta de bens e serviços: aspectos ambientais e macroeconômicos. Período de 2013 DISCIPLINA NOVA ( X ) OU RECREDENCIAMENTO DE DISCIPLINA JÁ EXISTENTE ( ) Nº DE CRÉDITOS: 06 Aulas Teóricas: 02 Aulas Práticas.

Organização do setor. 5. Metodologia para avaliação de impacto ambiental sonoro da construção civil no meio urbano. projetos de investimentos. A sustentabilidade nas diversas fases de um empreendimento imobiliário. 2/4 . valor agregado e percebido. M. Rio de Janeiro. 11. associações cientificas. 9. segmentos de mercados. BIBLIOGRAFIA: 1. 6. Aspectos e impactos sociais e econômicos do canteiro de obras. (Brasil e mundo). Monitoramento dos Impactos Ambientais Decorrentes da Execução de Fundações. instituições e mecanismos de fomento. Dissertação (Mestrado) . inovação tecnológica na produção de edifícios e de obras de infraestrutura JUSTIFICATIVA: Trata-se de uma disciplina de base para o curso de mestrado profissional proposto. Mudanças de paradigmas.). gestão de empresas. temas prioritários. gestão de empreendimentos. Atividades. etc. produtos. CONTEÚDO (EMENTA): 1. investidor. 2011. 4. 2. Alternativas tecnológicas existentes e suas implicações no incremento da sustentabilidade e no custo dos empreendimentos. condições de trabalho e de segurança. Inovações Tecnológicas visando à sustentabilidade de edifícios. industrialização.Universidade Federal do Rio de Janeiro. A tecnologia e a gestão como estratégia de ação das empresas: dificuldades e desafios. S. Recife. Sistemas sustentáveis de aquisição de suprimentos. Sistema de Produção. Tese (Doutorado) . 12. Norma de Desempenho. 8. M. etc. A. estrutura organizacional e formas de gestão. 10. ANDRADE. porque reúne os principais conceitos a ele relacionados e busca levar o aluno ao entendimento sistêmico de seu papel enquanto pesquisador e partícipe do mercado. Competitividade setorial.Escola Politécnica da Universidade de Pernambuco.T&I. 198p. bens de produção (máquinas e equipamentos). ARAÚJO. 4) Desenvolver a compreensão das características do setor da Construção pelo lado da oferta de pesquisa cientifica e tecnológica: política de C. O papel estratégico das tecnologias. 3. 5) Desenvolver a compreensão dos problemas e dos desafios do setor da Construção e das oportunidades de C. centros de pesquisa. mecanismos de defesa do consumidor. 7.G. Competitividade empresarial e o tripé: estratégia. com a responsabilidade precípua de fazer evoluir o setor de construção de edifícios pelo aumento da qualidade de produtos e aumento da produtividade empresarial. Gestão de recursos no canteiro de obras.T&I relacionados aos temas: Agenda 21. ferramentas. o Processo Produção e seus subprocessos. Cadeia produtiva do setor da construção de edifícios. etc. Metodologias de avaliação da sustentabilidade: panorama no Brasil.3) Desenvolver a compreensão das características do setor da Construção pelo lado da demanda de bens e serviços: necessidades sociais do País. gestão do conhecimento. atratividade do setor (para trabalhador. 2004. 2. mobilização do poder de compra.

Dissertação (Mestrado) . 9. 2009. 7. (org. EPUSP-PCC. Levantamento do estado da arte: Canteiro de Obras. 15. PRADO. pp. Julho.A. F. FORCADA. PINI. São Paulo. Gestão Ambiental de resíduos da construção civil: a experiência do SindusCon-SP. CIB Report Publication 237. CARDOSO. Téchne. 11. innovation and design. 2005 21. FCAV. 2007. P. R. 558571. 100. V. Departamento de Engenharia de Construção Civil. 34(9-10). 100. Scheme Document SD 5055. 4.F. 18. Boas práticas para habitação mais sustentável. Notícias da Construção: São Paulo. Issue 3. 823-40. BREEAM Offices 2008. DEGANI. Florianópolis. Milner. 20. J.. p. Lessons from Canada housing research-and-development experience.F. T. 48p. UFSC/ANTAC. 2003. 2005. Aplicação do conceito de responsabilidade social em empresas construtoras: o público interno. 2006. Referencial técnico de certificação. Environment and Planning C-Government And Policy. P. N. GANGOLELLS. M. 2009. 241p. F. S.. Luiz Henrique. ARAÚJO. X.. ROCA. V. CASALS. 38p. July 1999. T. A construção civil e o meio ambiente. Projeto Finep 2386/04: Tecnologias para construção habitacional mais sustentável. BT/PCC/527. CIB. C. PINTO. 10(1). 16. CEOTTO. Miozzo. G. São Paulo. 8. ARAÚJO. V. São Paulo. A. 2004. March 2009. J. mais anexos. Quintas. Agenda 21 on Sustainable Construction. Demaid. 603-610. 26(5-6). 2010.3. Hack. Fev. Ed. SindusCon-SP. 727-744. São Paulo. F. London: BRE Global Limited. 22.Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Housing Studies. Knowlewdge across cultures in the construction industry: sustentability.). Téchne. 12. 19. 61-76. A. FURTADO. INSTITUTO ETHOS. BRE. 2003. São Paulo.. ISBN 85-89478-18.. P. Edifícios Habitacionais – Processo AQUA. 2002.. PINHEIRO. O que mudou na Construção Civil nos Últimos dez anos. 20 p. 6. S. Regulation and innovation: rethinking inclusive housing design. Indicadores Ethos de Responsabilidade Social Empresarial 2009.. 2005 23. (coord). 202 p. P. Skabburskis. 14. Madigan. 5. Julho. GASSÓ./Mar. São Paulo: Páginas & Letras. São Paulo. A. Ed. fevereiro de 2010. IPT. CARDOSO. 10. PINI. março de 2007. Departamento de Engenharia de Construção Civil. v. V. P.Edifícios escolares. M. ________. 78p. M. Edifícios do setor de serviços – Processo AQUA. FUERTES. A. Selo Azul Caixa. M. 202p. A methodology for predicting the severity of environmental impacts related to the construction process of residential buildings. 17. P. Dewick. R. ISSN 0103-9830. (51 a 54). M. M. F. CARDOSO. BRITEZ. 223p. V.M. JOHN. O que mudou na Construção Civil nos Últimos dez anos. p.. Dissertação (Mestrado) . Gestão com Responsabilidade socioambiental: Ferramentas e tecnologias socioambientais. 1992.. Referencial técnico de certificação. IPT. Futures.. Implantação da responsabilidade social empresarial na gestão de fornecedores da construção civil – análise do Programa Tear.. 315p. São Paulo: SINDUSCON-SP. mais apêndice. In: XI Encontro Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído: A Construção do Futuro (ENTAC 2006). Sistemas de gestão ambiental em construtoras de edifícios. 2008. São Paulo: Fundação Carlos Alberto Vanzolini. Rotterdam: The International Council for Research and Innovation in Building and Construction. São Paulo: Fundação Carlos Alberto Vanzolini. A. 92p. 2007. 13. Building and Environment. Escritórios .C. Technovation. V. V. Sustenaible technologies and the innovation – regulation paradox. Práticas recomendadas para gestão mais sustentável de canteiros de obras.Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. 19(5).44. 3/4 . 23-25 agosto 2006.

E. 11-22. Oxford. RILEY. Building Reseach and Information. 31. F. 2008. 28. Poluição atmosférica por emissão de material particulado: avaliação e controle nos canteiros de obras de edifícios. 2-17. BT/PCC/485.S. São Paulo. LEED 2009 for New Construction and Major Renovations. 27. UNEP. Procurement of sustainable construction services in the United States: the contractor’s role in green buildings. São Paulo. U. WORLD BANK. V. 30. F. 23 p. L. Implementation of construction innovations. J. SOUZA. 1998. M. Building Research and Information. EPUSP-PCC. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: A = (2P1 + 2P2+T ) / 5 onde: A = nota final de aproveitamento P1 = média aritmética do Seminário apresentado e do trabalho escrito P2 = prova final T = média aritmética dos exercícios propostos OBSERVAÇÕES: Não há.. 2000. The World Bank Group in collaboration with the United Nations Environment Programme and the United Nations Industrial Development Organization. 457 p. P. Words and Publications.Manual de Gestão do Consumo de Materiais na Construção Civil. pp 66-69. K. São Paulo. F. UNEP Industry and Environment April – September 2003. United Nations Environment Programme. 2005. Motivating small construction companies to adopt new technology. Poluição atmosférica por emissão de material particulado: avaliação e controle nos canteiros de obras de edifícios. USA: U. PEXTON. DRILLING. Editora Pini. USGBC. G.C. 2009. Green Building Council.. Cleaner Production–Energy Efficiency (CP-EE) Manual. F. 28(1).24. 210p. Updated October 2011. 128p. Aouad. p. D. Como Reduzir Perdas nos Canteiros . 99p. 29.. E. Dissertação (Mestrado) . Washington. ISSN 0103-9830 26. CARDOSO..S. Sexton. 25. 34(1). 2007. 296 p. UK. RESENDE. 32. p. Slaughter. D.Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. 2006. RESENDE. 2004. Barrett. v. Pollution prevention and abatement handbook: toward cleaner production. 4/4 .