Colégio de Aplicação da Univali

Arquitetur
a
da
Idade
Média

Aluna: Maria Carolina Sauer
Professor: Marcelo
Turma: 102

Arquitetura
Gótica:

A arquitetura Gótica, que dominou as construções religiosas da Europa entre
o final do século XII ao século XV na França, construindo igrejas, templos,
monteiros, catedrais e até mesmo castelos. As principais características e
curiosidades dessa arquitetura são:






Formato horizontal sendo substituído pelo vertical, o que fazia com
que a construção se aproximasse do céu e demonstrava proximidade
com Deus.
Janelas em grande quantidade, que são preenchidas com vitrais
coloridos, formando desenhos e mosaicos e fornecendo uma maior
iluminação no interior das igrejas.
Leveza e harmonia dos traços,
Torres em formato de pirâmides.
Arcos de volta-quebrada e ogivas.
Paredes mais finas e de aspecto mais leve.
Foi quase exclusivamente urbana.
As igrejas são constituídas de grandes torres elevadas e pontiagudas.

Uma referência conhecida da arquitetura gótica, é a Catedral de Notre
Dame de Chartres, seus três portais centrais de acesso, conhecido como
Portal Régio, dão acesso à nave central da Igreja de Notre Dame.

E cada um desses portais, apresenta um tímpano totalmente esculpido,
narrando momentos diferentes da vida de Jesus Cristo.

No final do século XII e no século XIII, a arquitetura gótica superou a
românica em popularidade. O aumento da riqueza, o progresso da cultura, a
expansão dos interesses seculares e o orgulho das cidades agora livres e
prósperas determinaram a procura de um estilo arquitetônico mais
aprimorado, que exprimisse os ideais de uma nova época. A arquitetura
gótica foi quase exclusivamente urbana. Seus monumentos, as catedrais,
sés de bispados, estavam localizadas nas cidades mais importantes. Esses
templos não eram apenas centros religiosos. Neles havia bibliotecas e
escolas de música. Por isso, também eram centros de cultura e educação e
por vezes, era usada como câmara municipal.

Arquitetura
Romântica:

Igreja Notre-Dame la Grande de Poitiers – França | Foto: Reprodução

O estilo românico dominou a arquitetura europeia na época da Alta Idade
Média, entre os séculos XI e XIII. As construções deste estilo faziam uso das
antigas construções mais simples para que servissem como base para
construções mais imponentes. As características também são comuns às
obras deste estilo como:





O uso de arcos de volta-perfeita.
Interior pouco iluminado.
Pilares muito grossos que sustentavam arcos redondos.
Teto abobadado.
Predominância de linhas horizontais.
Tanto os castelos como as Igrejas mostravam-se com um estilo de
defesa, paredes grossas e pouca incidência de janelas, construções
“pesadas”. Isto ocorria porque as igrejas deveriam servir como
proteção contra as forças do mal e os castelos deveriam proteger o
povo contra as constantes invasões territoriais que ocorriam na
época.



Substituição do teto de madeira por abóbadas;
Grande espessura de paredes e pouco número de janelas;
Construção de grandes pilares de reforço, internos e externos às
paredes, para sustentação das abóbadas e da edificação em si;

Construção de arcos por meio de arquivoltas (molduras em arcos
ornamentadas), na entrada das edificações;
A planta das Igrejas eram dispostas em forma de cruz, no qual eram
distribuídas várias naves que se interligavam.
Normalmente na entrada principal das Igrejas Românicas, existe um
óculo (abertura circular para passagem de iluminação e ventilação);
A construção em pedra destacando a monumentalidade horizontal, a
fortaleza, e o "poder da Igreja";
Forte presença de elementos decorativos (pintura e escultura)
internos e externos, em portas, capitéis, colunas, pilares e abóbadas
das naves;
Castelos contendo uma fachada principal, formado por um espaço
cúbico central, que normalmente é dividido por duas grandes torres
verticais de vários pavimentos, tendo seu teto finalizado em forma de
coifa.