IL1

INTEGRAIS DE LINHA (CURVILÍNEOS)

Intervalo de integração

Função integranda

Integral definido

Segmento de recta

f. real

Integral de linha

Curva

f. vectorialH

campo escalar
campo vectorial

PROBLEMAS TIPO

Problemas relacionados com:
É Distribuição de uma grandeza escalar (massa, carga
eléctrica) ao longo de uma curva.
Campo escalar ª Integral de linha de 1ª espécie
É Medição do escoamento de um fluido ao longo de um
trajecto curvo (circulação), i.e. problemas relacionados
com o deslocamento de vectores ao longo de curvas.
Campo vectorial ª Integral de linha de 2ª espécie

APLICAÇÕES:
É
É
É
É

Trabalho realizado por uma força;
Energia potencial;
Fluxos;
Circulação de fluidos

IL2

CONCEITOS ELEMENTARES
Def.: Seja  ¢ 0 ‰ l ¦ l uma função vectorial. Se  é contínua
em 0 , a  chama-se caminho em l , e o contradomínio de 
, ²0³ diz-se uma curva.
Sendo ²!³ uma representação paramétrica da curva, !  0
designa-se por parâmetro da representação paramétrica.
g (a )
g ( t)
g (b )
g

a

t

b

Obs.: ²³ - ponto inicial do caminho  
²³ - ponto final do caminho 
Exemplo: A função  ¢ ´ c Á µ ¦ l tal que ²!³ ~ ² b !Á ! ³ é
contínua em ´ c Á µ
g ( t) = ( 1 + t,t3 ) - R e p r e s e n ta ç ã o p a r a m é tr ic a d e C
g - C a m in h o
1

0

C D de g = C urva C

1

2

-1

Def.: Um conjunto ( ‰ l é uma curva de classe *  se existe
um caminho de classe *  que representa paramétricamente (À
Obs.: A curva * do exemplo será uma curva de classe *  ?

) Def. -1 4 -1 2 -0.5 -4 1 1 Hélice cilíndrica ²!³ ~ ² !Á  !Á !³ Caminho simples ª Curva simples fechado ª Curva Circunferência  ²!³ ~ ² !Á   !³ Caminho fechada D!Á !Z  µÁ ´ ! £ !Z ¬ ²!³ £  !Z ! ²³ ~  ! . em cada um dos quais  é de classe *  .5 0.5 0 00 -2 0.: A curva * ~ * r * não é de classe *  ( não tem derivada no ponto ²Á ³) no entanto * é seccionalmente de classe *  .: Um caminho  ¢ 0 ‰ l ¦ l diz-se seccionalmente de classe * se for possível decompor o intervalo 0 num número finito de subintervalos. 1 C1 C2 1 2 Obs. Uma curva diz-se seccionalmente de classe *  se for o contradomínio de um caminho de classe *  .5 -0.IL3 CONCEITOS ELEMENTARES (Cont.

: Sejam  ¢ 0 ¦ l e  ¢ 1 ¦ l dois caminhos em l . O comprimento do caminho  é o supremo desse conjunto. com ²!³ ~ ²!Á ! ³ e  ¢ ´Á µ ¦ l . tal que Z ²!³ £  para !  0 e ²!³ ~  ´ ²!³µÀ Se Z ²!³ €  diz-se que os caminhos têm o mesmo sentido isto é  preserva o sentido.IL4 CONCEITOS ELEMENTARES (Cont. com ²!³ ~ 6 ! c Á ² ! c ³ 7À Considere ainda que existe uma função  ¢ ´Á µ ¦ ´Á µ definida por  ²!³ ~ ! b À Mostre que  e  são caminhos equivalentes com o mesmo sentido.: Um caminho diz-se rectificável se o conjunto dos comprimentos de linhas poligonais nele inscritas for majorado.  e  dizem-se equivalentes se existe uma função  ¢ 0 ¦ 1 . Exemplo: Sejam  ¢ ´Á µ ¦ l . O comprimento da curva é o ínfimo dos comprimentos de todos os caminhos rectificáveis que a representam parametricamente. . Diz-se que uma curva é rectificável se puder ser representada parametricamente por um caminho rectificável. se Z ²!³   diz-se que os caminhos têm o sentido oposto isto é  inverte o sentido. COMPRIMENTO DE CURVAS E CAMINHOS P2 P3 P1 P4 P0 Linha poligonal inscrita na curva a b Def.) Def. bijectiva e continuamente diferenciável.

) Teorema: Um caminho  ¢ ´Á µ ¦ l de classe *  é rectificável se OOZ OO é uma função integrável em ´Á µ. com !  ´Á µ tem-se: &  '   OOZ ²!³OO ~ m² % ! ³ b ² ! ³ b ² ! ³ . sendo o comprimento de  entre ²³ e ²!³ ²!  ´Á µ³ dado por: ! ²!³ ~  OOZ ²"³OO " Obs. 2: O comprimento do arco elementar da curva:  ~ OOZ ²!³OO!.IL5 COMPRIMENTO DE CURVAS E CAMINHOS (Cont. Então o comprimento do caminho  è dado por:  &  '   ~  m² % ! ³ b ² ! ³ b ² ! ³ ! . 3: O comprimento da curva entre  e  ¢  ~ ²³ ~  OOZ ²!³OO ! 4: Sendo ²!³ ~ 6 ²!³Á  ²!³Á ÀÀÀÁ  ²!³7 tem-se OOZ ²!³OO ~ l´Z  ²!³µ b ´Z ²!³µ b ÀÀÀ b ´Z ²!³µ 5: No caso de um caminho  ¢ ´Á µ ¦ l . 1: ²!³ diz-se a função comprimento de arco. sendo ²!³ ~ 6%²!³Á &²!³Á '²!³7.

IL6 COMPRIMENTO DE CURVAS E CAMINHOS (Cont. a parametrização da curva é dada por %~! H & ~  ²!³ Á !  ´Á µ isto é ²!³ ~ ²!Á  ²!³³À Então Z ²!³ ~ ²Á  Z ²!³³ e OOZ ²!³OO ~ l b ´ Z ²!³µ . Exemplo: Determinar o comprimento do arco da hélice helicoidal definido parametricamente pelo caminho  ¢ l ¦ l com  ²!³ ~ ²!  !Á ! !Á ! ³ entre  ²³ e  ² ³ ²!  ´Á  µ³À . representa uma curva em l . Deste modo o comprimento da curva será:  ~  l b ´ Z ²!³µ ! Exemplo: Calcular o comprimento do arco da catenária definido parametricamente pelo caminho  ¢ ´Á µ ¦ l com ²!³ ~ ²!Á   !³.) Obs. 6: Se & ~  ²%³Á com %  ´Á µ. Nota:   ! ~ ! bc!    ! ~ ! cc!     ! c  ! ~ .

y) S O ξι b =tn ti . nem da escolha de 8 .  ~ % O! c !c O .1 y ti C Pi Pi .IL7 DEFINIÇÃO DE INTEGRAL DE LINHA z z =ϕ (x.1 a=t0 B=Pn Qi A=P0 x Integral de Linha de 1ª Espécie:    ~ lim  ²8 ³ " ¦B *  ¦ ~  se o valor do limite não depende da decomposição de ´Á µ.

: Se  ~ Á o que representa *   ? . Lagrange com   µ! c !c ´ Deste modo. sendo 8 ~ ² ³ tem-se:   ²8 ³ " ~   ~  ´² ³µ Z ² ³²! c !c ³ ~ ”————————————•————————————– Soma de Riemann para . Z em ´Áµ . Z contínua em ´Á µ ¬ E integral de Riemann de . em ´Á µ Z Então:   ²! c !c ³ ~ ´²!³µ Z ²!³! lim  ´² ³µ ² ³”—•—– Z ¦B ~  ¦  "! ~   ´²!³µ OOZ ²!³OO ! Finalmente tem-se o integral de linha de  sobre a curva * relativo ao comprimento do arco definido pelo caminho :    ~ ´²!³µ OOZ ²!³OO !  * Obs.IL8 CÁLCULO DO INTEGRAL DE LINHA RECORRENDO AO INTEGRAL DEFINIDO "  Z ~ ²! ³ c ²!c ³ ~ ² ³²! c !c ³ T.

: Numa curva constituída por várias secções * .2.0) C1 x b) Calcular * C2 (1.2.0) ²% c & b '³  y .1) C3 C4 (0.2.0.IL9 REPRESENTAÇÃO PARAMÉTRICA DE CURVAS Obs. z C = C1 C2 C3 (1. É Recta definida por dois pontos 7 ~ ²% Á & Á ' ³ e 8 ~ ²% Á & Á ' ³: → 9 ~ 7 b ! 7 8 ~ 7 b !²8 c 7 ³ ~ ² c !³7 b !8 ~ %²!³ ~ % b ! % c % ! ~ ² c !³% b !%      9 ~ ²%²!³Á &²!³Á '²!³³ ¯  &²!³ ~ & b ! & c & ! ~ ² c !³& b !& € '²!³ ~ ' b ! ' c ' ! ~ ² c !³' b !' Exemplo: a) Representar parametricamente a curva * da figura. o último valor de ! em * corresponde ao primeiro valor de ! em *b .0) (0.

IL10 É Curva definida por & ~  ²%³Á com %  ´Á µ ¢ %~! H & ~  ²!³ Á !  ´Á µ É Curva definida por ²%³ b ²&³ ~  %~ H& ~      !  ! Á !  ´Á µ  ~  ª Circunferência  £  ª Elipse Exemplo: Calcular a área da superfície lateral do sólido limitado superiormente pelo plano ' ~  c % c & e inferiormente pelo círculo % b &   do plano ' ~ À MASSA E CENTRO DE MASSA Sendo  a densidade de massa por unidade de comprimento de um filamento curvo *Á então a massa total é: 4 ~  * O centro de massa do filamentoÁ ²%Á &Á '³ é: ~  %~ 4 % ²%Á &Á '³     *   & ~ 4 & ²%Á &Á '³  *    ' ~  ' ²%Á &Á '³  € 4 * .

Como  ~ ² Á  Á ÀÀÀÁ  ³ e  ~ ² Á  Á ÀÀÀÁ  ³ a igualdade (1) pode escrever-se: *  O ~   b   b ÀÀÀ b   ~ *   ~   ´²!³µOZ ²!³ ! ~  (2) .: Interpretação física: Mede o trabalho realizado por um campo de forças  ao deslocar uma partícula ao longo de uma curva * .IL11 INTEGRAL DE LINHA DE CAMPOS VECTORIAIS OU DE 2ª ESPÉCIE Seja * um curva representada parametricamente por um caminho  ¢ ´Á µ ¦ l e  um campo vectorial contínuo definido em * . sujeita à acção desse campo. que toma valores em l . Chama-se integral de linha de  ao longo do caminho  ao integral  *  O ~  ´²!³µOZ ²!³ !  (1) Obs.

IL12 Caso bidimensional: Equações paramétricas da curva:H ~   * % ~  ²!³ & ~  ²!³ !  ´Á µ  O ~  % b  & ~ * Z  ´ ²!³Á  ²!³µO ²!³ ! b    ´ ²!³Á  ²!³µOZ ²!³! Caso tridimensional: ~ % ~  ²!³  Equações paramétricas da curva: & ~  ²!³ € ' ~  ²!³  !  ´Á µ  O ~  % b  & b  ' ~ * *  ~   ´ ²!³Á  ²!³Á  ²!³µOZ ²!³ ! b   ´ ²!³Á  ²!³Á  ²!³µO Z ²!³! b  b   ´ ²!³Á  ²!³Á  ²!³µOZ ²!³! Exemplo: Seja  o campo vectorial definido por  ²%Á &³ ~ ²% b &Á % ³Á D²%Á &³  l . b) a curva de equações paramétricas % ~ !Á & ~ ! Á   !  À . Calcular o integral de linha de  de ²Á ³ até ²Á ³. ao longo de cada um dos seguintes caminhos: a) o segmento de recta de equações paramétricas % ~ !Á & ~ !Á   !  .

g ( t ) g ( t+ h ) g ( t) Obs. à recta que passa por ²!³ e é paralela a Z ²!³À 2: Se .: Designa-se por vector tangente à curva * no ponto ²!³.IL13 PROPRIEDADES DOS INTEGRAIS DE LINHA Def. ²!³ é o versor de Z ²!³Á então .  ¦ g ’(t) g ( t+ h ) . f(P 2) f(P 1) T (t1 ) T (t2 ) P2 P1 g (t1 ) B g (t2 ) A g (a ) 0 g (b ) . ²!³ ~ Z ²!³ OOZ ²!³OO ~  !  ! ~   3: A curva * de classe *  parametrizada pelo caminho  ¢ ´Á µ ¦ l Á diz-se regular se Z ²!³ £ Á D !  ´Á µÀ Propriedades: É À O integral de linha de um campo vectorial ao longo de uma curva regular é o integral de linha do campo escalar relativo ao comprimento do arco. a derivada Z ²!³ ~ lim ²!b³c²!³ quando existe e é não nula.1: Chama-se tangente ao caminho  (e à curva por ele descrita).

IL14 Propriedades (cont.  O ~ f  O * * Obs. consoante a relação entre os sentidos dos dois caminhos. Então: É À ² b  ³ ~    b    * * * e ² b  ³O ~   O  b  O  D Á   l * * * É À Se * ~ * r * r ÀÀÀ r * (   h) e  é um caminho seccionalmente de classe *  que representa * . então   ~   b   b ÀÀÀ b   * * * *    e  O ~  O b  O b ÀÀÀ b  O * * * *    onde  ² ~ Á ÀÀÀÁ ³ é a restrição de  a um certo intervalo de modo que constitua uma parametrização de * . .): Sejam  e  campos escalares definidos em l e  e  campos vectoriais definidos em l com valores em l .: O sinal é positivo ou negativo. É #À Sejam  ¢ 0 ¦ l e  ¢ 1 ¦ l dois caminhos seccionalmente de classe *  equivalentes em l e * a curva por eles definida. Se  é um campo vectorial tal que  ¢ * ¦ l então.

tal que F ~ I  c função potencial de F. .campos de forças eléctricas.IL15 CAMPOS VECTORIAIS CONSERVATIVOS Def.: I (grad  ) c gradiente de  I ~ C C%  b C C&  Exemplo: Mostre que F²%Á &³ ~ %  b &  é um campo vectorial conservativo.campos magnéticos.campos gravitacionais.: Um campo vectorial F diz-se conservativo se existe alguma função diferenciável  . Obs. . Campos Vectoriais Conservativos . .

no plano. O campo vectorial F²%Á &³ ~ 4 ²%Á &³ b 5 ²%Á &³ é conservativo sse C5 C% ~ C4 C& Ê Como investigar se um campo vectorial. no espaço.IL16 CRITÉRIO DE CAMPO VECTORIAL CONSERVATIVO Ê Como investigar se um campo vectorial. é ou não conservativo? Sejam 4 e 5 funções com derivadas parciais de 1ª ordem contínuas num disco (intervalo) aberto. é ou não conservativo? .Noção de rotacional de um campo vectorial em l3 F²%Á &Á '³ ~ 4 %Á &Á ' ! b 5 %Á &Á ' ! b 7 %Á &Á ' !  †  † † C rot F²%Á &Á '³ ~ I d F²%Á &Á '³ ~ † C% † †4 ~ 6 C7 C& c C5 C' 7 c 4 C7 C% c C4 5 C'   C C& 5 b 6 C5 C% c  †† C † C' † ~ † 7 † C4 C& 7 .

5 e 7 funções com derivadas parciais de 1ª ordem contínuas numa esfera (intervalo) aberta.e C7 C& ~ C5 C' . O campo vectorial F²%Á &Á '³ ~ 4 ²%Á &Á '³ b 5 ²%Á &Á '³ b 7 ²%Á &Á '³ é conservativo sse rot F²%Á &Á '³ ~ 0Á i.IL17 Sejam 4 . C7 C% ~ C4 C' e C5 C% ~ C4 C& CAMPOS VECTORIAIS CONSERVATIVOS E INDEPENDÊNCIA DO CAMINHO Exemplo: Determinar o trabalho realizado pelo campo vectorial F %Á &! ~ %&Á % ! para deslocar uma partícula de Á ! a Á ! ao longo dos seguintes caminhos: a) * ¢ & ~ %Â b) * ¢ % ~ &  Â .

IL18 TEOREMA FUNDAMENTAL DOS INTEGRAIS DE LINHA Seja * uma curva seccionalmente de classe C1 . entre dois pontos fixos de 9 .e. e 4 e 5 são contínuas em 9 . então FO ~ I O ~ * * ~  %  !Á &  !! c  % !Á & !! sendo  uma função potencial de F. . incluída numa região aberta 9 e definida por  !! ~ % !! b & !!Á   !  À Se F²%Á &³ ~ 4 ²%Á &³ b 5 ²%Á &³ é conservativo em 9 . Exemplo: Aplique este resultado ao exemplo anterior Obs. o integral é independente do caminho.: Pelo teorema anterior se F é contínuo e conservativo num aberto 9 então o valor de * FO é o mesmo para qualquer curva seccionalmente de classe C1 . i.

O ~ OO.IL19 Trabalho Realizado por uma Força Definido como um Integral de Linha É Força Constante com a Direcção e o Sentido do Deslocamento da Partícula > ~ OO.OO² c ³ l F F a b b-a .OO OOOO  .

.

varia em ´Á µ ¢ > ~  .~ ~ OO.²%³ % sendo .²%³ ~ OO.OO² c ³ ~ >  Se .OO em cada %  ´Á µ .

O * Exemplo: Calcular o trabalho realizado pelo campo de forças . tem-se: Def. .O ~ OO-1 OO² c ³ ~ > Em geral. seccionalmente de classe *  À O trabalho > realizado por uma força . se .quando o seu ponto de aplicação percorre a curva é dado por > ~ .: Seja  ¢ ´Á µ ¦ l ²  ³ um caminho que define parametricamente a curva * .IL20 É Força Constante com a Direcção diferente da do Deslocamento da Partícula l F F2 a F F1 b b-a Somente - intervém no trabalho realizado: > ~ OO-1 OO² c ³ isto é.~ ²- Á - ³ e  ~ ² c Á ³. então: .²%Á &Á '³ ~ %i c %&j b ' k sobre uma partícula que se move sobre a hélice definida parametricamente pelo caminho ²!³ ~  !i b !j b !k desde ²Á Á ³ até ² c Á Á  ³.

: O trabalho realizado por  ao longo de * é igual à diferença entre a energia cinética no fim e no início do movimento. ²³ > ~  O ~   # ²³ c   # ²³ ²³ .IL21 Princípio do Trabalho e Energia Energia cinética em ( ¢ . ~    # ²³ Energia cinética em ) ¢ . ~    # ²³ #²!³ ~ OOv²!³OO c velocidade no instante !À f( P 2 ) P f( P 1 ) P 1 r (t1 ) B 2 r (t2 ) r(b ) A r(a ) 0 r²!³ c vector posição da partícula no instante !À Prop.

simplesmente conexo. fechado. + diz-se simplesmente conexo. não conexo. 9 c conj. e com derivadas parciais de 1ª ordem contínuas num conjunto aberto que contenha * r 9À Então .IL22 Fórmula de Riemann-Green Def. B B A R2 R1 A R3 9 c conj. Teorema: Seja 9 uma região simplesmente conexa. simples e seccionalmente de classe *  .: Um conjunto + diz-se conexo. multiplamente conexo. Obs. cuja fronteira é a curva * . 9 c conj. se for possível unir quaisquer dois pontos do interior de + por uma curva contínua. Se esta condição não for verificada + diz-se multiplamente conexo. orientada no sentido directo (i. Seja ainda  ²%Á &³ ~ 4 ²%Á &³"% b 5 ²%Á &³"& um campo vectorial contínuo.: Se o complementar de + for igualmente conexo.e tal que um obsevador que o percorra veja a região 9 sempre à sua esquerda) e representada parametricamente pelo caminho ²!³ definido em l2 .

*  O ~ .

4 % b 5 & ~ ² C5 C% c * 9 C4 C& ³%& .

IL23 .