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Analista do Controle de

Qualidade

Analista do Controle da Qualidade

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Analista do Controle da Qualidade
Analista de Controle da Qualidade
© SENAI-SP 2011
Material formatado pela Visão e Ação Consultoria Empresarial para o curso de
Analista de Controle de Qualidade da Escola SENAI “Manuel Garcia Filho”, integrante
do Programa de Formação Continuada.
Equipe responsável

Coordenação Geral
Coordenação Técnica

Wagner Inarelli
Marcos A . Tomazini

Diagramação e Capa

Ricardo Alves Florindo

Coorden. Visão e Ação

José Carlos de Souza

Elaboração

Robson Caldeira
Marcio da Silva
Rafael Almeida
Cláudio Vicente
Rodrigo Sousa

SENAI

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial
Escola SENAI “Manuel Garcia Filho”
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Analista do Controle da Qualidade

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Analista do Controle da Qualidade

Sumário
Apresentação da Qualidade

07

Leiaute

13

Kanban

23

APQP

35

Metodologia do Plano de controle

69

Apêndices

77

FMEA

119

MSA

145

PPAP

183

Introdução ISO TS 16949

237

Requisitos da Norma ISO TS 16949

247

White Belt – Lean Six Sigma

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ferramentas básicas e rotinas para auditoria do sistema de acordo com as normas técnicas relativas à área da qualidade. aplicando as ferramentas da qualidade. seus conceitos. objetivando a melhoria da qualidade. saúde. PERFIL Analisa e soluciona os problemas de qualidade. seguindo procedimentos de trabalho e normas da qualidade. 7 . produtividade e satisfação dos clientes. segurança e meio ambiente.Analista do Controle da Qualidade Apresentação da Qualidade OBJETIVO O Curso de Qualificação Profissional – Analista de Controle da Qualidade tem por objetivo o desenvolvimento de competências relativas à gestão pela qualidade.

INTRODUÇÃO Á QUALIDADE REFLEXÃO: O QUE É QUALIDADE? Discussão em grupo 8 . Liderança. Organização.Analista do Controle da Qualidade CARACTERÍSTICAS • • • • • • Boa comunicação. Motivação. Percepção. Saber trabalhar em equipe.

. É atender as necessidades e os anseios dos clientes.. Diversos fatores como cultura. Propriedade. curso..... modelos mentais. necessidades e expectativas influenciam diretamente nesta definição. Atributo: Aquilo que é próprio do ser..  Um conceito subjetivo que está relacionado diretamente às percepções de cada indivíduo.  Adequação ao uso..Analista do Controle da Qualidade INTRODUÇÃO Á QUALIDADE QUALIDADE é. No seu trabalho... tipo de produto ou serviço prestado.. Na sua escola... No país.. INTRODUÇÃO Á QUALIDADE IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE Na sua saúde. Na política. 9 . atributo ou condição das coisas ou pessoas capaz de distingui-las das outras e de lhes determinar natureza. Nas suas escolhas.

EVOLUÇÃO DA QUALIDADE Anos 20 Anos 30 Anos 50 Anos 60 Anos 70 10 Anos 80 Anos 90 .U. por necessidade dos organismos militares dos E.Analista do Controle da Qualidade EVOLUÇÃO DA QUALIDADE Iniciou-se nos anos 20 através do conceito de “inspeção final” e das primeiras teorias do “Controle estatístico da qualidade”.A.

Para ele. Edwards Deming Nascimento: Morte: País de origem: 14/10/1900 20/12/1993 EUA Introduziu técnicas gerenciais e métodos estatísticos. 11 . Suas prescrições baseiam-se em profundas mudanças nas relações entre empresas. clientes e funcionários. adequação ao uso e ênfase nas ações preventivas. fornecedores. OS MAIORES PERCURSORES DA QUALIDADE JURAN Joseph Moses Juran Nascimento: 24/12/1904 Morte: 28/02/2008 País de origem: Romênia Apresentou o conceito de conformidade com as especificações. controle e melhoria. administrar a qualidade envolve três processos: Planejamento.Analista do Controle da Qualidade OS MAIORES PERCURSORES DA QUALIDADE DEMING W.

12 . Atualmente é presidente da General Systems. Philip B. concluindo com uma filosofia de compromisso com a melhoria. tratando-o como questão estratégica que demanda profundo envolvimento de todos dentro da organização.Analista do Controle da Qualidade OS MAIORES PERCURSORES DA QUALIDADE CROSBY Criou a concepção “zero defect” ( zero defeito) e popularizou o conceito de fazer certo da primeira vez. "Phil" Crosby Nascimento: 18/06/1926 Morte: 18/08/2001 País de origem: EUA OS MAIORES PERCURSORES DA QUALIDADE FEIGENBAUM Armand Vallin Feigenbaum Nascimento: 1922 Morte: País de origem: EUA Desenvolveu o conceito de TQC ( Total Quality Control ).

13 . QUALIDADE HOJE COM A EXPANSÃO DAS INDÚSTRIAS SURGIRAM: CLIENTES MAIS RIGOROSOS. MAIOR EXIGÊNCIA DE QUALIDADE. •MELHORES PRODUTOS. Além dos círculos de controle da qualidade. •NOVOS MÉTODOS. as sete ferramentas de Ishikawa constituiu-se num ferramental importantíssimo nos processos de controle da qualidade. •MELHORIA NOS PROCESSOS.Analista do Controle da Qualidade OS MAIORES PERCURSORES DA QUALIDADE ISHIKAWA KAORU ISHIKAWA Nascimento: 1915 Morte: 1989 País de origem: Japão Aplicou o CWRC ( Company Wide Quality Control ). •BUSCA PELA MELHORIA CONSTANTE. •NOVAS TECNOLOGIAS. MELHORIA NO ATENDIMENTO AO CLIENTE. podendo ser utilizados por qualquer trabalhador. programas de qualidade participativa.

Controle da Qualidade: Parte da Gestão da Qualidade focada no atendimento a requisitos da qualidade.Analista do Controle da Qualidade QUALIDADE HOJE Planejamento da Qualidade: Parte da Gestão da Qualidade focada no estabelecimento dos objetivos da qualidade. QUALIDADE HOJE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE QUALIDADE NOS PROCESSOS PRODUTIVOS 14 . Garantia da Qualidade: Parte da Gestão focada em prover confiança de que os requisitos da qualidade serão atendidos. e que especifica os recursos e processos operacionais necessários para atender a este objetivos. Melhoria da Qualidade: Parte da Gestão da Qualidade focada no aumento da capacidade de atender os requisitos da qualidade.

 Identificar problemas existentes nos processos. equipamento e mão de obra no espaço disponível. 15 .  Identificar as causas raiz dos problemas e solucioná-los de forma eficaz.  Diminuir custos. Melhor combinação do material. fornecedores e produtos. Objetivo final que é a eficiência de produção.  LAY-OUT 5´S e Lay-out O QUE É: Estudo do arranjo físico.  Melhorar a cooperação em todos os níveis da organização.Analista do Controle da Qualidade Leiaute 5´S e Lay-out Momento Qualidade Total? Visão Geral Devidamente aplicadas as ferramentas poderão levar a organização à: Elevar os níveis de qualidade por meio da solução eficaz de problemas. Integra todos os recursos de produção num conjunto lógico e ordenado. Prestígio. Baixos custos de produção.  Executar projetos melhores.

LAY-OUT Arranjo físico posicional ou de posição fixa : 16 5´S e Lay-out . Arranjo físico linear ou por produtos.Analista do Controle da Qualidade LAY-OUT 5´S e Lay-out Tipos básicos de arranjo físico: Arranjo físico posicional ou de posição fixa. Arranjo físico funcional ou por processos.

Produzido sob encomenda. LAY-OUT Arranjo físico posicional ou de posição fixa : 17 5´S e Lay-out . Produzido em pequena quantidade.Analista do Controle da Qualidade LAY-OUT 5´S e Lay-out Arranjo físico posicional ou de posição fixa : De difícil movimentação.

Maior segurança. 18 5´S e Lay-out .Analista do Controle da Qualidade LAY-OUT 5´S e Lay-out Arranjo físico posicional ou de posição fixa : LAY-OUT Arranjo físico posicional ou de posição fixa : Vantagens: Distâncias minimizadas. Menores custos indiretos de supervisão. Facilitando a programação e controle da produção. disposição racional das seções.

Moral mais alto do operariado. LAY-OUT Arranjo físico linear ou por produtos : 19 5´S e Lay-out .Analista do Controle da Qualidade LAY-OUT 5´S e Lay-out Arranjo físico funcional ou por processos : Exemplos típicos: Ferramentaria Fabricantes de máquinas Fabricantes de móveis Cozinha industrial Laboratório Vantagens: Facilidade de organização da produção . Menores custos indiretos de supervisão. Facilitando a programação e controle da produção.

Equip. LAY-OUT 20 5´S e Lay-out . Maior segurança. Menor quantidade de material em processo. e MO.. Balanceamento adequado dos recursos Mat.Analista do Controle da Qualidade LAY-OUT 5´S e Lay-out Arranjo físico linear ou por produtos : Vantagens: Melhor aproveitamento dos recursos disponíveis. Distâncias minimizadas. disposição racional das seções.

6. 5. que no caso é será apresentado como o “Antes”. Planejar um novo Lay-out aplicando os conceitos dos 5´S. 3. 21 . 4. as mesmas devem ser descritas no rodapé. Apresentar o antes e depois. Caso no Lay-out não ficar visivel as aplicações de 5´S. Escolher um Lay-out. 2. Desenhar este Lay-out. Desenhar este novo Lay-out.Analista do Controle da Qualidade 5´S e Lay-out Atividade em Grupo 1. que possa ser efetuado uma correção ou melhoria.

Analista do Controle da Qualidade 22 .

 Alavancar a eficiência de produção.  Respeitar o Fluxo Puxado. quanto produzir e para onde levar.  Maior controle e limites nos níveis de estoque.  Dar autonomia a qualquer processo dentro de uma empresa. 23 .  Reduzir falhas nos abastecimentos e tempos ociosos na linha de montagem ou equipamento.Analista do Controle da Qualidade Kanban Introdução  O Kanban é uma metodologia de origem japonesa que significa registro ou placa visível. conseqüentemente redução de espaço. quando produzir. Kanban é um sinal visual que lhe informa o que produzir.  Fluxo peça a peça.  Melhorar o gerenciamento da Produção.  Com simplicidade a ferramenta apresenta toda informação necessária do que deve ser realizado.  Redução de WIP*.

Analista do Controle da Qualidade Onde podemos aplicar o Kanban?  Fornecedor  Estoque de Matéria-prima  Fabricação de Componentes  WIP – Work in Process  Na linha de montagem  Estoque de Produto Acabado → Cliente Como funciona? Vou ao supermercado e compro um vidro de azeitonas. Se o estoque chegar no nível de “estoque mínimo” é lançado uma ordem de serviço para o fornecedor de azeitonas solicitando a entrega do próximo lote. Quando passo no caixa para pagar o produto o sistema debita um vidro de azeitonas do estoque. Vamos levar o conceito do Supermercado para as nossas fábricas!!! 24 . Sabemos que este sistema funciona porque quando voltamos ao supermercado podemos comprar novamente azeitonas.

Montagem 1 WIP Quadros Eletrônicos Identificações no Piso Bandeiras e-kanban 25 .Analista do Controle da Qualidade Tipos de Kanban Luzes Cartões b 001 Aste Azul 1x2 L.

Montagem 1 Ciclo do cartão WIP 26 .Analista do Controle da Qualidade Símbolos de Movimentação do Cartão  Valor Agregado  Estoque  Transporte  Controle KANBAN – Como funciona? Cartão Kanban de Produção b 001 Aste Azul 1x2 Referência / Código do produto Descrição do produto (1) Nº de caixas / (2) Nº de peças por caixa L.

02 Caixa Plástica 3x5 (Nome do Fornecedor) PCM Referência / Código do produto Descrição do produto (3) Nº de caixas / (5) Nº de peças por caixa Nome do Fornecedor Quadro PCM Ciclo do cartão Alm oxarifado Cartão Kanban de Produto Acabado b 006.02-1 Referência / Código do produto Televisor 42’’ .Sony Descrição do produto / Marca 1x5 (1) Nº de caixas / (5) Nº de peças por caixa Linha Sony FG Ciclo do cartão Embarque 27 .Analista do Controle da Qualidade KANBAN – Como funciona? Cartão Kanban de Fornecedores b 008.

Analista do Controle da Qualidade KANBAN – Como funciona Kanban de Produção? 28 .

Formador de Lotes .Estoque de Produto Acabado Abastecedores de Componentes Formador de Lotes (componentes) Estoque de Componentes 29 .FG Lançador de Lotes – FG .Analista do Controle da Qualidade Dinâmica na Produção Quadro Expedição .

na quantidade e no momento certo 3ª) A caixa em transporte acompanha um cartão 4ª) O Fornecedor produz apenas os cartões solicitados pelo 30 Cliente .Analista do Controle da Qualidade Regras do Sistema Kanban 1ª) O Cliente retira o produto no fornecedor 2ª) O Cliente retira o produto necessário.

Analista do Controle da Qualidade 5ª) A Produção deve respeitar rigorosamente a sequência dos cartões 6ª) Produtos com defeito devem ser segregados 7ª) Colocar apenas um cartão e no local certo no formador de lotes 8ª) Disponibilizar a referência no local correto 31 .

Analista do Controle da Qualidade 9ª) Lugar do cartão é no Formador. Lançador de Lotes e nas caixas 10ª) Respeito ao Cartão gera estoque organizado 11ª) Respeito ao Cartão é Respeito ao FIFO* 32 .

Analista do Controle da Qualidade Qual é a Importância do Kanban?  A Produção sabe o que deve ser produzido  Minimiza estoques em processo  O ritmo de produção é estabelecido pela puxada do Cliente  Permite uma maior capacidade reativa do setor produtivo à mudança da demanda  O estoque fica organizado  Os funcionários trabalham com menos stress  Permite o controle visual ao longo das etapas de fabricação  Elimina os desperdícios entre os processos dentro da fábrica  Reduz o lead time dos produtos  Quando um defeito é encontrado o estoque é reduzido para a revisão  Estimula a melhoria contínua Como Assegurar uma Empresa com Kanban Fazendo Auditorias 33 .

Analista do Controle da Qualidade 34 .

o termo “fornecedor” designará também um subcontratado.Analista do Controle da Qualidade APQP Introdução O propósito deste curso é divulgar as diretrizes comuns do Planejamento Avançado da Qualidade do Produto (APQP) e Plano de Controle desenvolvidos em conjunto pela General Motors. Esta apostila estabelece diretrizes para um Plano da Qualidade do Produto. o qual servirá de base para o desenvolvimento de produtos e serviços que satisfarão os Clientes. Da mesma forma. como também um serviço. Ford e Chrysler. O termo “produto” servirá para designar tanto um produto propriamente dito. 35 .

Planejamento Antecipado . 2º.O 4º.Analista do Controle da Qualidade Ap R) JA NE er fe Co iço nt am ín en uo to (A LA (P G IR ) Ciclo de Planejamento da Qualidade do Produto D Te esen cn olo volv gia ime e C nto on da ce Avaliação e Ação ito Corretiva de Feedback U ST (E uto od Pr ção do alida ão aç de V rm nfi sso Co roce eP Validação do Produto e Processo Planejar e Definir Projeto e Desenv. do Produto s es oc r /P ipo Projeto e Desenv. .A Ação de Implantação . 36 . . estágio estabelece duas importantes consequências da avaliação de resultados: Determinar se o cliente está satisfeito e garantir a obtenção da melhoria contínua. uto otót d r o do Processo Pr o P o d o d ão çã caç a rm rifi nfi Ve o e C o R) DA R) E AZ F ( Características Ciclo de Planejamento da Qualidade do Produto 1º.Os primeiros 3 estágios são dedicados a um planejamento prévio da Qualidade do produto. através da homologação do produto e dos processos.

Avaliação e Ações Corretivas X X X 7. Transporte. Definição do escopo X X X 1. Projeto e Desenvolvimento do Produto X 3. 37 . Tratamentos Superficiais. Análise de Viabilidade (“Feasibility”) X X X 4. Validação do Produto e do Processo X X X 6. “Feedbacks”.Analista do Controle da Qualidade Matriz de Responsabilidades no planejamento da Qualidade do Produto Etapas do Planejamento da Qualidade do Produto Responsáveis pelo Projeto Manufatura apenas Fornecedores de Serviços * 0. Planejamento e Definição do Programa X 2. etc. Projeto e Desenvolvimento do Processo X X X 5. Metodologia do Plano de Controle X X X *Tratamento Térmico. Armazenamentos.

Um APQP efetivo depende do comprometimento da Alta Administração da Companhia com o esforço necessário para atingir a satisfação do cliente. A equipe básica também deve incluir. Alguns dos benefícios do APQP são: • • • • Direcionar esforços no sentido de satisfazer o cliente. As práticas de trabalho. subfornecedores e clientes. representantes da engenharia. Evitar mudanças tardias. O objetivo do APQP é facilitar a comunicação com qualquer envolvido para assegurar que todas as etapas requeridas serão completadas no prazo. como apropriado. manufatura. melhor. Promover uma identificação precoce das mudanças requeridas. serviços de garantia. qualidade.Analista do Controle da Qualidade Fundamentos do Planejamento da Qualidade do Produto O Planejamento da Qualidade do Produto é um método estruturado de definição e estabelecimento das etapas necessárias para assegurar que o produto satisfaça o cliente. O APQP requer um envolvimento maior que somente o do departamento da Qualidade. O ritmo e seqüência reais de execução dependerá das necessidades e expectativas do cliente e/ou outras questões práticas . Providenciar a qualidade do produto no prazo e a baixo custo. compras. 38 . Quanto mais cedo puderem ser aplicadas as práticas de trabalho. ferramentas e técnicas analíticas. controle de materiais. vendas. ferramentas e técnicas analíticas descritas serão descritas em uma seqüência lógica para facilitar que sejam seguidas. ORGANIZE UMA EQUIPE O primeiro passo do fornecedor no APQP é delegar responsabilidade a uma equipe interfuncional.

GARANTA ENVOLVIMENTO ENTRE CLIENTE E FORNECEDOR O cliente pode iniciar o processo de planejamento da qualidade com o fornecedor. expectativas e requisitos.Analista do Controle da Qualidade DEFINA O ESCOPO ( ABRANGÊNCIA ) É importante que. Todavia. se aplicável). • Selecionar as práticas. (Use a técnica do QFD. inicialmente. Isto pode incluir reuniões regulares com estas equipes. pelo menos: • Selecionar um líder de projeto responsável por supervisionar o processo de planejamento. A equipe deve. • Identificar custos. • Definir o papel e as responsabilidades de cada área representada. requisitos de performance e processos de manufatura. • Definir os requisitos dos clientes. ritmo de atividades e restrições que devam ser considerados. Os fornecedores devem esperar o mesmo desempenho de seus subcontratados. A extensão dos contatos dependerá do volume de assuntos que requererá solução. Em alguns casos pode ser vantajoso substituir o líder ao longo do ciclo de planejamento. • Determinar a assistência necessária requerida do cliente. • Identificar o processo ou método de documentação. • Entender as expectativas do cliente. o fornecedor deve estabelecer a equipe interfuncional para gerenciar o APQP.habilidades e subcontratações que devam ser adicionadas à equipe. bem como aquelas desnecessárias. ESTABELEÇA CANAIS DE COMUNICAÇÃO ( EQUIPE ) A equipe de APQP deve estabelecer canais de comunicação com outras equipes do cliente ou de fornecedores. • Identificar os clientes internos e externos. a equipe de APQP defina as necessidades do cliente. • Avaliar a exeqüibilidade do projeto proposto. 39 . por exemplo: aspecto (“design”) ou número de testes. EXECUTE TREINAMENTO O sucesso do APQP dependerá de um efetivo programa de treinamento que comunique todos os requisitos e desenvolva as habilidades que cumpram as necessidades e expectativas dos clientes.

A equipe assegura que outras áreas ou equipes planejem e executem atividades que garantam a meta (ou metas) comum. CRIE PLANOS DE CONTROLE Planos de Controle são descrições escritas dos sistemas para controlar peças e processos. controles do processo. Refazem a série seqüencial de fases onde os resultados são transmitidos para a área seguinte para execução.Analista do Controle da Qualidade PROCEDA À ENGENHARIA SIMULTÂNEA Engenharia Simultânea é um processo onde as equipes interfuncionais esforçam-se por uma meta comum. O objetivo é acelerar a introdução da qualidade do produto rapidamente. RESOLVA ASPECTOS RELACIONADOS ( RESOLUÇÃO PROBLEMAS ) Durante o processo de planejamento a equipe encontrará projeto de produto e/ou processamentos relacionados. Métodos de solucionamento de problemas são recomendados em situações de dificuldade. ESTABELEÇA UM PLANO DE RITMO DE TRABALHO (“TIMING PLAN”) 40 . Técnicas analíticas também poderão ser utilizadas como apropriado. testes e sistemas de medição que ocorrerão durante a produção em regime. com responsabilidades estabelecidas e prazos. • PRODUÇÃO: Documentação compreendendo as características do produto/ processo. Estes aspectos relacionados deverão ser documentados em uma matriz. Planos de Controle distintos cobrem três fases distintas: • PROTÓTIPO: Descrição das medições dimensionais e de material e testes de performance que ocorrerão durante a fase de protótipo • PRÉ-SÉRIE: Descrição das medições dimensionais e de material e de testes de performance que ocorrerão após o protótipo e antes da produção em regime.

ação e ritmo (sequência e prazos). O Diagrama também proporciona à equipe de planejamento uma forma consistente de traçar o progresso e ajustar agendas de reunião. ( O Método do Caminho Crítico pode ser apropriado).Analista do Controle da Qualidade Após as atividades organizacionais. com o ponto real de progresso registrado. A equipe de APQP é responsável por assegurar que a seqüência atende ou excede o Plano de Ritmo de Trabalho do cliente. Equipes de planejamento devem ser preparadas para modificar planos de qualidade de produto. 41 . delegações e outros eventos. O tipo de produto. de forma a atingir a expectativa do cliente. Relatórios de “status” apoiam monitorações do programa com um foco na identificação de itens que requeiram atenção especial. Todos os membros da equipe deverão concordar com cada evento. a complexidade e as expectativas do cliente devem ser considerados na seleção dos elementos que serão planejados e registrados. O Diagrama de Fases e o Ciclo do APQP exigem que a equipe concentre seus esforços na prevenção de defeitos. Um Diagrama de Fases bem organizado deverá listar tarefas. ANOS RELATIVOS AO DIAGRAMA DE FASES (“TIMING CHART”) O sucesso de qualquer plano depende de atingir as necessidades e expectativas do cliente em um prazo tal que o custo ainda seja adequado. Para facilitar o reporte do “status”. a primeira coisa que a equipe de APQP deve desenvolver é um Plano de Ritmo de Trabalho. A prevenção de defeitos é obtida pela Engenharia Simultânea. executada em conjunto pelas funções de Engenharia de Produto e de Manufatura. cada evento deve ter uma data de início e de encerramento.

a fim de se definir e planejar um programa da qualidade. 42 .PLANEJAMENTO E DEFINIÇÃO DO PROGRAMA DIAGRAMA DE FASES DO APQP INTRODUÇÃO Esta etapa orienta no sentido de determinar as necessidades e expectativas do cliente.Analista do Controle da Qualidade 1 . A primeira etapa do APQP é garantir que as necessidades e expectativas do cliente estão claramente entendidas. Todo o trabalho executado deve considerar que os produtos e serviços providenciados sejam melhores que a concorrência.

CEP • PLANO DE GARANTIA DO PRODUTO • SUPORTE GERENCIAL 43 .RESUMO • VOZ DO CLIENTE − Pesquisa de Mercado − Informações Históricas de Garantia e Qualidade − Experiência da Equipe • PLANO DE NEGÓCIOS / ESTRATÉGIAS DE MARKETING • DADOS DE BENCHMARK DO PRODUTO E DO PROCESSO • PREMISSAS SOBRE O PRODUTO/PROCESSO • ESTUDOS DE CONFIABILIDADE DO PRODUTO • DADOS DE ENTRADA DO CLIENTE SAÍDAS (SÃO CONSIDERADAS ENTRADAS NA ETAPA SEGUINTE) .Analista do Controle da Qualidade ENTRADAS .RESUMO • OBJETIVO DE PROJETO • METAS DE CONFIABILIDADE E QUALIDADE • LISTA DE MATERIAL PRELIMINAR • FLUXOGRAMA DE PROCESSO PRELIMINAR • LISTA PRELIMINAR DE CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS DE PRODUTO E DE PROCESSO .

INFORMAÇÕES HISTÓRICAS DE GARANTIA E QUALIDADE • • • • • • • RELATÓRIOS TGW . dados e informações obtidos de clientes internos ou externos que serão repassados para as características do produto e processo. ETC.PESQUISA DE MERCADO • • • • • • ENTREVISTAS COM O CLIENTE ANÁLISE DE QUESTIONÁRIOS DO CLIENTE TESTES DE MERCADO E ANÁLISE DE POSICIONAMENTO ESTUDOS DE QUALIDADE E CONFIABILIDADE DE NOVO PRODUTO ESTUDOS DE QUALIDADE DE PRODUTOS CONCORRENTES RELATÓRIOS TGR .“THINGS GONE WRONG” (COISAS QUE DERAM ERRADO) RELATÓRIOS DE GARANTIA INDICADORES DE CAPABILIDADE RELATÓRIOS DE QUALIDADE DOS FORNECEDORES INTERNOS RELATÓRIOS DE PROBLEMAS SOLUCIONADOS RETORNOS E REJEIÇÕES DE CLIENTES INTERNOS ANÁLISES DE PRODUTOS RETORNADOS DE CAMPO 1.3.1. Recomendações.EXPERIÊNCIA DA EQUIPE • • • • • • • • PROJETOS PASSADOS DE QFD OU DE OUTRO SISTEMA DE ANÁLISE ANÁLISES E COMENTÁRIOS DA MÍDIA: JORNAIS. SUGESTÕES E CARTAS DE CLIENTES RELATÓRIOS TGR/TGW COMENTÁRIOS DE EMPRESÁRIOS COMENTÁRIOS DOS FUNCIONÁRIOS DA LINHA DE FRENTE RELATÓRIOS DE SERVIÇOS DE CAMPO AVALIAÇÕES INTERNAS USANDO CLIENTES SELECIONADOS 44 .1.2.“THINGS GONE RIGHT” (COISAS QUE DERAM CERTO) 1. 1.1.Analista do Controle da Qualidade 1.VOZ DO CLIENTE Reclamações. MAGAZINES.1.

4. PONTOS DE VENDASCHAVE E CONCORRENTES-CHAVE 1. PREÇO. IDENTIFIQUE OS BENCHMARKS ADEQUADOS 2. ATÉ MESMO. SUPERAR O BENCHMARK 1.PLANO DE NEGÓCIOS / ESTRATÉGIAS DE MARKETING • PLANO DE NEGÓCIOS: PODE VIR A ESTABELECER RESTRIÇÕES TAIS COMO RITMO. • ESTRATÉGIA DE MARKETING: DEFINIRÁ O(S) TIPO(S) DE CLIENTE(S). INVESTIMENTO.2. ANALISE OS MOTIVOS DA DIFERENÇA ENTRE SUA POSIÇÃO ATUAL E A DO BENCHMARK 3.3.PREMISSAS SOBRE O PRODUTO / PROCESSO • SUPONHA CERTOS ASPECTOS.Analista do Controle da Qualidade • • • • • TESTES DE RODAGEM COMENTÁRIOS OU DIRETRIZES GERENCIAIS RELATÓRIOS DE PROBLEMA E DE OPINIÃO DE CLIENTES INTERNOS REQUISITOS E REGULAMENTOS GOVERNAMENTAIS REVISÕES DE CONTRATO 1. DESENVOLVA UM PLANO DE AÇÃO PARA ANULAR ESTA DIFERENÇA OU. POSICIONAMENTO DO PRODUTO E RECURSOS EM PESQUISA E DESENVOLVIMENTO (P&D) QUE AFETARÃO A DIREÇÃO TOMADA PELA EQUIPE. DESIGN OU CONCEITOS DE PROCESSO. 45 .DADOS DE BENCHMARK DO PRODUTO E DO PROCESSO • PERMITE ESTABELECER METAS DE DESEMPENHO PARA O PRODUTO/PROCESSO • P&D PODE CONCILIAR BENCHMARK COM IDÉIAS CONCEITUAIS • ROTEIRO ADEQUADO DE BENCHMARK : 1.

partes por mil.6.METAS DE CONFIABILIDADE E QUALIDADE Metas globais de confiabilidade podem ser expressas em termos de limites de probabilidade e de confiança.OBJETIVO DO PROJETO • DESDOBRAMENTO DA VOZ DO CLIENTE EM PROPOSTAS DE OBJETIVOS DE PROJETO MENSURÁVEIS.DADOS DE ENTRADA DO CLIENTE • ESTUDOS E REVISÕES JÁ CONDUZIDOS PELO CLIENTE • UTILIZAR ESTES ESTUDOS PARA DESENVOLVER COM O CLIENTE / FORNECEDOR ACORDOS A RESPEITO DE MEDIDAS DE SATISFAÇÃO DO CLIENTE ( INDICADORES DE SATISFAÇÃO ). por ex: PPM . AVALIAÇÕES DE CONFIABILIDADE E NOVAS TECNOLOGIAS. PM . 1. redução de refugos. 1.partes por milhão.7.5. Metas de qualidade são objetivos baseados em melhoramentos contínuos. 1.8. MATERIAIS MODERNOS. Para tanto. SUBSTITUIÇÃO DE COMPONENTES DENTRO DE UM PERÍODO DETERMINADO OU RESULTADOS DE LONGO PRAZO EM TESTES DE DURABILIDADE/CONFIABILIDADE.ESTUDOS DE CONFIABILIDADE DO PRODUTO • FREQÜÊNCIA DE REPARO. 1. etc. níveis de defeito.Analista do Controle da Qualidade • INCLUA INOVAÇÕES TÉCNICAS. deve-se levar em conta: 46 . • GARANTE QUE A VOZ DO CLIENTE NÃO SE PERDERÁ AO LONGO DAS ATIVIDADES POSTERIORES DE PROJETO.

9. RELATÓRIOS DE CONSUMIDORES OU FREQÜÊNCIA DE REPAROS DURANTE UM CERTO PERÍODO. * BENCHMARKS DE CONFIABILIDADE. 47 . baseada na análise das necessidades e expectativas do cliente. 1. • IDENTIFICAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS DOS PROCESSOS PRÉVIOS DE MANUFATURA. * OBJETIVOS PROGRAMADOS.LISTA DE MATERIAL PRELIMINAR • BASEADA NAS SUPOSIÇÕES SOBRE O PRODUTO / PROCESSO • INCLUI UMA LISTA PRÉVIA DE SUBCONTRATADOS 1.Analista do Controle da Qualidade * DESEJOS E EXPECTATIVAS DO CLIENTE. além daquelas selecionadas pelo fornecedor através de seu conhecimento do produto e processo. • IDENTIFICAÇÃO DOS REQUISITOS E METAS DE CONFIABILIDADE.FLUXOGRAMA DE PROCESSO PRELIMINAR • DESENVOLVIDO A PARTIR DA LISTA DE MATERIAL E SUPOSIÇÕES DE PRODUTO/PROCESSO 1. Ela deve incluir.10. a equipe deverá assegurar que uma lista CEPP preliminar. EX: CONFIABILIDADE DO PRODUTO CONCORRENTE. Neste estágio.LISTA PRELIMINAR DAS CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS DE PRODUTO E DE PROCESSO CEPP’s são identificadas pelo cliente. EX: AUSÊNCIA DE FALHAS OU ASPECTOS DE DURABILIDADE.11. foi elaborada. COM BASE NA ANÁLISE DE SUAS EXPECTATIVAS E NECESSIDADES.mas não se limitar a: • SUPOSIÇÕES SOBRE O PRODUTO.

OU OUTRO FATOR QUE POSSA COLOCAR O PROGRAMA EM RISCO • INCLUI O DESENVOLVIMENTO DO FMA . As atualizações devem ser formais e em eventos que permitam questionamentos e respostas. comprometimento e apoio da alta administração são fundamentais para o sucesso da equipe de APQP. reforçar seu comprometimento e apoio.PLANO DE GARANTIA DO PRODUTO DESDOBRA AS METAS DE PROJETO EM REQUISITOS DE PROJETO • REQUISITOS DE CONFIABILIDADE E DURABILIDADE • REQUISITOS DE NOVA TECNOLOGIA. EMBALAGENS.CONDIÇÕES DE MANUFATURA.FAILURE MODE ANALYSIS • REQUISITOS DOS PADRÕES PRELIMINARES DE ENGENHARIA 1. SERVIÇOS. A equipe deve manter a administração atualizada sobre a conclusão de cada fase do APQP a fim de mantê-la interessada. MATERIAIS.12.Analista do Controle da Qualidade • FMEA’s DE PEÇAS SIMILARES. Atualizações e/ou solicitações de assistência podem ocorrer tanto quanto a equipe desejar. 48 . COMPLEXIDADES.13. 1. A participação da Administração em encontros de planejamento da qualidade do produto é vital para assegurar o sucesso do programa. APLICAÇÕES.SUPORTE GERENCIAL O interesse. AMBIENTES.

peso.PROJETO E DESENVOLVIMENTO DO PRODUTO DIAGRAMA DE FASES DO APQP INTRODUÇÃO Nesta fase do processo de planejamento são estabelecidos os aspectos e características de projeto em sua forma quase definitiva.Analista do Controle da Qualidade 2 . confiabilidade. 49 . custo unitário e de ritmo de trabalho. A equipe deverá considerar todos os fatores de projeto no processo de planejamento mesmo que o projeto seja de propriedade do cliente. Um projeto exeqüível deve permitir condições de volume e programação da produção e deve ser consistente com a habilidade de atingir requisitos de engenharia. Inclui a etapa de construção de um protótipo. Ainda que estudos de confiabilidade e planos de controle sejam inicialmente baseados nos desenhos de engenharia e nas especificações requeridas. a fim de verificar que o produto ou serviço vai de encontro aos objetivos da Voz do Cliente. qualidade.custo investido. valiosas informações podem ser obtidas de ferramentas analíticas. ou parte parte dele. que ajudam a definir e priorizar as características que possam necessitar de controles especiais de produto e processo.

RESUMO • • • • • • • METAS DE PROJETO METAS DE QUALIDADE E CONFIABILIDADE LISTA DE MATERIAL PRELIMINAR FLUXOGRAMA DE PROCESSO PRELIMINAR LISTA PRELIMINAR DE CARACTERÍSTICAS DE PRODUTO E DE PROCESSO . ENTRADAS (SÃO AS SAÍDAS DA FASE ANTERIOR) . Neste estágio.PLANO DE CONTROLE DESENHOS DE ENGENHARIA (INCLUINDO DADOS MATEMÁTICOS) ESPECIFICAÇÕES DE ENGENHARIA ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAL ALTERAÇÕES DE DESENHOS E ESPECIFICAÇÕES 50 .CEPP PLANO DE GARANTIA DO PRODUTO SUPORTE GERENCIAL SAÍDAS DA ATIVIDADE RESPONSÁVEL PELO PROJETO ( SERÃO AS ENTRADAS DA FASE SEGUINTE ) RESUMO • • • • • • • • • FMEA DE PROJETO (DFMEA) PROJETO DE MANUFATURABILIDADE E MONTAGEM VERIFICAÇÃO DE PROJETO ANÁLISE CRÍTICA DE PROJETO CONSTRUÇÃO DE PROTÓTIPO .Analista do Controle da Qualidade Aqui o APQP é projetado de tal forma que assegure uma revisão crítica e ampla dos requisitos de engenharia e outras informações técnicas. uma análise preliminar de viabilidade será procedida para avaliar os problemas potenciais que poderiam ocorrer durante a fase de produção.

PROJETO DE MANUFATURABILIDADE E MONTAGEM • PROCESSO DE ENGENHARIA SIMULTÂNEA QUE OBJETIVA OTIMIZAR O RELACIONAMENTO ENTRE A FUNÇÃO DE PROJETO. CONFORME NECESSÁRIO • PREENCHER A LISTA DE VERIFICAÇÃO DO DFMEA. REGULAMENTAÇÕES GOVERNAMENTAIS E REQUISITOS DE SERVIÇO (ASSISTÊNCIA TÉCNICA). 51 .Analista do Controle da Qualidade SAÍDAS DA EQUIPE DE APQP (SERÃO AS ENTRADAS DA FASE SEGUINTE) • • • • REQUISITOS DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS NOVOS. FERRAMENTAS E INSTALAÇÕES CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS DE PRODUTO E PROCESSO .1.FMEA DE PROJETO (DFMEA) • MANTER CONTINUAMENTE ATUALIZADO COM AS EXPECTATIVAS E NECESSIDADES REQUERIDAS PELO CLIENTE • OPORTUNIDADE DE REVER AS CARACTERÍSTICAS PREVIAMENTE SELECIONADAS DO PRODUTO E PROCESSO • ADICIONAR.CEPP’s REQUISITOS DE CALIBRADORES E EQUIPAMENTOS DE TESTES COMPROMISSO DE VIABILIDADE DA EQUIPE E SUPORTE GERENCIAL 2. EM FUNÇÃO DO CONHECIMENTO E EXPERIÊNCIA DA EQUIPE. CONSIDERAR PELO MENOS: • • • • • • • • DESIGN. ENVOLVE TAMBÉM A EQUIPE DO APQP.2. PRODUTO/PROCESSO. FUNÇÕES E SENSIBILIDADE A VARIAÇÕES DE FABRICAÇÃO PROCESSOS DE FABRICAÇÃO E MONTAGEM TOLERÂNCIA DIMENSIONAIS REQUISITOS DE PERFORMANCE NÚMERO DE COMPONENTES AJUSTES DE PROCESSO MANUSEIO DE MATERIAL OUTROS FATORES. FABRICAÇÃO E FACILIDADE DE MONTAGEM. CONCEITO. MUDAR OU SUPRIMIR CARACTERÍSTICAS. 2.

Analista do Controle da Qualidade 2. DEVENDO INCLUIR OUTRAS ÁREAS AFETADAS. CONJUNTO DE ATIVIDADES DE VERIFICAÇÃO. designado como “Plano e Relatório de Verificação de Projeto” (DVP&R) • USADO PELA FORD E CHRYSLER • DOCUMENTO DE VERIFICAÇÃO DE PROJETO • INDICA A VALIDAÇÃO DO PRODUTO E PROCESSO. MECANISMO DE MONITORAÇÃO DE PROGRESSO DO PROJETO INSTRUMENTO DE RELATO À GERÊNCIA. MÉTODO EFICAZ DE PREVENÇÃO DE PROBLEMAS E DESENTENDIMENTOS. SUPERIOR A UMA VERIFICAÇÃO DA ENGENHARIA.ANÁLISE CRÍTICA DE PROJETO • REUNIÕES REGULARES DE ACOMPANHAMENTO COORDENADAS PELA ENGENHARIA DE • • • • PROJETO DO FORNECEDOR. 2. 52 . INCLUI AVALIAÇÃO DE: • • • • • • CONSIDERAÇÕES SOBRE REQUISITOS DE PROJETO / PROCESSO OBJETIVOS DE CONFIANÇA E CONFIABILIDADE FORMAL CICLOS DE COMPROMISSO ENTRE COMPONENTES / SUBSISTEMAS / SISTEMAS RESULTADOS DE TESTES DE BANCADA E SIMULAÇÕES DE COMPUTADOR FMEA’s DE PROJETO (DFMEA’s) ANÁLISE CRÍTICA DO PROJETO COM RELAÇÃO A MANUFATURABILIDADE E DIFICULDADE DE MONTAGEM • RESULTADOS DAS VARIAÇÕES DO DELINEAMENTO DE EXPERIMENTOS (DOE) E DE MONTAGEM EXECUTADAS • TESTES DE FALHAS • PROGRESSOS NA VERIFICAÇÃO DE PROJETO (MANTER ACOMPANHAMENTO) O fornecedor pode manter controle sobre o andamento das atividades de verificação de projeto através do uso de um plano ou relatório padronizado.3.VERIFICAÇÃO DE PROJETO • VERIFICA SE AS ATIVIDADE DE PROJETO ESTÃO ATENDENDO OS REQUISITOS DO CLIENTE. PARA COMPONENTES E MONTAGENS. CONFORME ESTABELECIDO NA ETAPA ANTERIOR.4.

• IDENTIFICAR AS CONDIÇÕES E CONTROLES DAS SUPERFÍCIES E DOS PONTOS DE LOCAÇÃO / APOIO BEM COMO OS CALIBRADORES ADEQUADOS E OUTROS EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS PARA CONTROLE. • DESENHOS SOB RESPONSABILIDADE DO FORNECEDOR: EQUIPE DE PLANEJAMENTO DEVE MANTER O CONTROLE SOBRE OS DESENHOS PARA DETERMINAR QUAIS CARACTERÍSTICAS AFETAM O AJUSTE. DE MATERIAL E FUNCIONAIS DO PROTÓTIPO. • GARANTIR INFORMAÇÕES SUFICIENTES PARA A CONSTRUÇÃO DIMENSIONAL DE CADA PEÇA EM SEPARADO.DESENHOS DE ENGENHARIA ( INCLUINDO DADOS MATEMÁTICOS ) • INCLUEM CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS (REGULAMENTAÇÕES GOVERNAMENTAIS E SEGURANÇA). PARA QUE HAJA UMA TROCA DE COMUNICAÇÃO EFETIVA. DURABILIDADE E/OU REQUISITOS DE SEGURANÇA REGULAMENTADOS OFICIALMENTE • A EQUIPE DE PLANEJAMENTO DEVE ANALISAR CRITICAMENTE SEMPRE OS DESENHOS. REVISAR TODOS OS PROTÓTIPOS APLICÁVEIS. DESVIO E/OU IMPACTO DE CUSTO AO CLIENTE 2.CONSTRUÇÃO DE PROTÓTIPO . 53 .PLANO DE CONTROLE • PLANO DE CONTROLE DO PROTÓTIPO: CONTROLES DIMENSIONAIS. • UTILIZAR DANOS E EXPERIÊNCIA PARA ESTABELECER OS PARÂMETROS PRELIMINARES DE PROCESSO E REQUISITOS DE EMBALAGEM • COMUNICAR QUALQUER CONCEITO.5. FUNÇÃO. • DIMENSÕES DEVEM SER AVALIADAS PARA GARANTIR EXEQÜIBILIDADE E COMPATIBILIDADE COM OS PADRÕES DE FABRICAÇÃO E MONTAGEM. • GARANTIR QUE A “BASE MATEMÁTICA” É COMPATÍVEL COM O SISTEMA DO CLIENTE.Analista do Controle da Qualidade 2. MESMO QUE SEJAM DO CLIENTE. A FIM DE: • ASSEGURAR QUE O PRODUTO OU SERVIÇO ATENDE AOS DADOS ESPECIFICADOS • GARANTIR QUE FOI DADA ATENÇÃO PARTICULAR PARA AS CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS DO PRODUTO / PROCESSO.6.

REQUISITOS DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS NOVOS. 2. COM RELAÇÃO ÀS PROPRIEDADES FÍSICAS DE PERFORMANCE.ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAL • COMPLEMENTAM OS DESENHOS E ESPECIFICAÇÕES DE DESEMPENHO • APLICAM-SE ÀS CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS. DEVERÃO SER PRONTAMENTE COMUNICADAS E DOCUMENTADAS A TODAS AS ÁREAS AFETADAS 2.CEPP’s • OBTER CONSENSO NA ANÁLISE CRÍTICA E DESENVOLVIMENTO DOS ASPECTOS DE PROJETO.10. TAMBÉM DEVEM SER IDENTIFICADAS NO PLANO DE CONTROLE.11.Analista do Controle da Qualidade 2. ATRAVÉS DA AVALIAÇÃO DAS INFORMAÇÕES TÉCNICAS .ALTERAÇÕES DE DESENHOS E ESPECIFICAÇÕES • ONDE REQUERIDO.9. FREQUÊNCIA DE AMOSTRAS E CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO. PARA PERMITIR O TRYOUT DA PRODUÇÃO. • • • • A PARTIR DO DFMEA. 2. FERRAMENTAS E INSTALAÇÕES. PLANO DE GARANTIA DO PRODUTO E REVISÕES DE PROJETO ADICIONAR ESTES ITENS AO DIAGRAMA DE FASES (TIMING CHART) CONSIDERAR CAPABILIDADES E DISPONIBILIDADES DENTRO DOS PRAZOS MONITORAR A ADEQUAÇÃO DAS INSTALAÇÕES.7. • REGISTRAR ESTE CONSENSO NO PLANO DE CONTROLE • APLICAR OS SÍMBOLOS ADEQUADOS PARA CADA MONTADORA (APÊNDICE C) 54 .ESPECIFICAÇÕES DE ENGENHARIA • REQUISITOS FUNCIONAIS. 2. DE DURABILIDADE E APARÊNCIA • TAMANHOS DE AMOSTRA.CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS DO PRODUTO E DO PROCESSO .8. DO AMBIENTE E DE ESTOCAGEM.APOIAR-SE NA RELAÇÃO PRELIMINAR DAS CEPP’s.

Analista do Controle da Qualidade • APLICA-SE AOS PLANOS DE CONTROLE DO PROTÓTIPO.  Embalado.  Expedido. 55 .  Montado. 2.COMPROMISSO DE VIABILIDADE DA EQUIPE E SUPORTE GERENCIAL • VERIFICAR A VIABILIDADE DO PROJETO • ESTENDER ESTA VERIFICAÇÃO TAMBÉM PARA PROJETOS DO CLIENTE • CERTIFICAR-SE QUE O PROJETO PODE SER:  Fabricado.12- REQUISITOS DE CALIBRADORES E EQUIPAMENTOS DE TESTES • ADICIONAR ESTES REQUISITOS AO DIAGRAMA DE FASES (TIMING CHART) • MONITORAR SEU PROGRESSO PARA GARANTIR OS OBJETIVOS 2. • Formalizar o consenso da equipe para o suporte gerencial  Usar o “Registro de Compromisso de Viabilidade” ou similar (Apêndice E). EM QUANTIDADE SUFICIENTE E A UM CUSTO ADEQUADO AO CLIENTE • UTILIZAR A LISTA DE VERIFICAÇÃO DE INFORMAÇÕES DE PROJETO  Usar como base para determinar questões de discussão para o comprometimento de viabilidade da equipe.13.  Testado. PRÉ-SÉRIE E PRODUÇÃO • DEVE HAVER REQUISITOS ESPECÍFICOS DE APROVAÇÃO.

PROJETO E DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO DIAGRAMA DE FASES DO APQP INTRODUÇÃO Nesta fase de evolução se discute os aspectos de desenvolvimento de um eficaz sistema de manufatura e os planos de controle relacionados para se atingir a qualidade dos produtos. As questões a serem resolvidas neste estágio do APQP dependerá das execuções bem sucedidas das duas fases anteriores.RESUMO • FMEA DE PROJETO (DFMEA) 56 . ENTRADAS (SÃO AS SAÍDAS DA FASE ANTERIOR) .Analista do Controle da Qualidade 3 .

1. FERRAMENTAS E INSTALAÇÕES CARACTERÍSTICA ESPECIAIS DE PRODUTO E PROCESSO .PLANO DE CONTROLE DESENHOS DE ENGENHARIA ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAL ALTERAÇÕES DE DESENHO E ESPECIFICAÇÕES REQUISITOS DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS NOVOS.PADRÕES E ESPECIFICAÇÕES DE EMBALAGEM • INCORPORAR OS PADRÕES DE EMBALAMENTO DO CLIENTE NAS ESPECIFICAÇÕES • ASSEGURAR A INTEGRIDADE DO PRODUTO ATÉ O PONTO DE USO 3.2 - ANÁLISE CRÍTICA DO SISTEMA DA QUALIDADE DO PRODUTO / PROCESSO • ANALISAR CRITICAMENTE O MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE APLICÁVEL À MANUFATURA  Considerar necessidades adicionais de controle ou alterações de procedimentos  Incluir no plano de controle de fabricação as alterações efetuadas. 57 .Analista do Controle da Qualidade • • • • • • • • • • • PROJETO DE FABRICAÇÃO E MONTAGEM VERIFICAÇÃO DE PROJETO REVISÃO DE PROJETO CONSTRUÇÃO DE PROTÓTIPO .RESUMO • • • • • • • • • • • • PADRÕES E ESPECIFICAÇÕES DE EMBALAGEM ANÁLISE CRÍTICA DO SISTEMA DA QUALIDADE DO PRODUTO / PROCESSO FLUXOGRAMA DO PROCESSO PLANO DE “LAYOUT” DO LOCAL DE TRABALHO MATRIZ DE CARACTERÍSTICAS FMEA DE PROCESSO (PFMEA) PLANO DE CONTROLE DE PRÉ-LANÇAMENTO INSTRUÇÕES DE PROCESSO PLANO DE ANÁLISE DO SISTEMA DE MEDIÇÃO PLANO PRELIMINAR DE ESTUDO DE CAPABILIDADE DO PROCESSO ESPECIFICAÇÕES DE EMBALAGEM SUPORTE GERENCIAL 3.CEPP’s REQUISITOS DE CALIBRADORES E EQUIPAMENTOS DE TESTES COMPROMISSO DE EXEQÜIBILIDADE DA EQUIPE E SUPORTE GERENCIAL SAÍDAS (SERÃO AS ENTRADAS DA FASE SEGUINTE) .

FLUXOGRAMA DE PROCESSO • REPRESENTAÇÃO ESQUEMÁTICA DO FLUXO DE PROCESSO PROPOSTO • ENFATIZA O IMPACTO DAS VARIAÇÕES DE PROCESSO DEVIDO A:  Máquina  Material  Método  Mão-de-Obra • APLICA-SE DO INÍCIO AO FIM DOS PROCESSOS DE FABRICAÇÃO E MONTAGEM • AUXILIA A EQUIPE DE APQP FOCAR ONDE CONDUZIR O PFMEA E PLANOS DE CONTROLES DESIGNADOS. 58 .3. 3.Analista do Controle da Qualidade • OPORTUNIDADE DE MELHORIA DO SISTEMA DA QUALIDADE ATUAL • USAR A LISTA DE VERIFICAÇÃO DA QUALIDADE DO PRODUTO / PROCESSO PARA AUXILIAR ESTA VERIFICAÇÃO 3. • USAR A LISTA DE VERIFICAÇÃO DO FLUXOGRAMA DO PROCESSO PARA AUXILIAR SUA AVALIAÇÃO.4.PLANO DE “LAYOUT” DO LOCAL DE TRABALHO • DETERMINA O NÍVEL DE ADEQUAÇÃO DE:  Instalações  Pontos de inspeção  Localização das cartas de controle  Aplicabilidade de apoios visuais  Estações de reparos provisórios  Áreas de material não-conformes • RELACIONAR O FLUXO DE MATERIAL NO FLUXOGRAMA E NO PLANO DE CONTROLE • USAR A LISTA DE VERIFICAÇÃO DO PLANO DE LAYOUT DO LOCAL DE TRABALHO PARA AUXILIAR SUA VERIFICAÇÃO.

QUE PRECISA SER ATUALIZADO DURANTE QUANDO NOVAS FALHAS SURGEM • USAR A LISTA DE VERIFICAÇÃO DO FMEA DE PROCESSO PARA AUXILIAR SUA AVALIAÇÃO 3.5.FMEA DE PROCESSO • • • • EXECUTADO DURANTE O APQP E ANTES DO INÍCIO DE PRODUÇÃO.MATRIZ DE CARACTERÍSTICAS • TÉCNICA ANALÍTICA RECOMENDADA PARA VISUALIZAR A RELAÇÃO ENTRE OS PARÂMETROS DE PROCESSO E AS ESTAÇÕES DE MANUFATURA.Analista do Controle da Qualidade 3. RESOLVE OU MONITORA PROBLEMAS POTÊNCIAIS DE PROCESSO DOCUMENTO VIVO.PLANO DE CONTROLE DE PRÉ-LANÇAMENTO APLICA-SE À ETAPA POSTERIOR AO PROTÓTIPO E ANTERIOR À PRODUÇÃO • FORMALIZA:  As medições dimensionais  Os testes de material  Os testes funcionais • DEVE SER INCREMENTADO DE CONTROLES ADICIONAIS DE PRODUTO / PROCESSO ANTES DO PROCESSO DE FABRICAÇÃO SER VALIDADO. TÉCNICA DE ANÁLISE E REVISÃO DISCIPLINADA DE PROCESSOS NOVOS OU ALTERADOS ANTECIPA. • ACUSA NÃO-CONFORMIDADES POTENCIAIS ANTES OU DURANTE AS CORRIDAS INICIAIS DE PRODUÇÃO. 3.7.6.  Inspeções muito freqüentes  Muitos pontos de controle durante o processo ou no final  Avaliações estatísticas  Incrementos de auditorias • USAR A LISTA DE VERIFICAÇÃO DO PLANO DE CONTROLE PARA AUXILIAR SUA VERIFICAÇÃO 59 .

 Fluxograma de processo  Plano de “layout” do local de trabalho  Matriz de características  Padrões de embalamento  Parâmetros de processo  Experiência e conhecimento dos funcionários nos processos e produtos  Requisitos de manuseio  Operadores do processo • INSTRUÇÕES DE PROCESSO DEVEM INCLUIR PARÂMETROS DE “SETUPS” EX: VELOCIDADES.8.9.INSTRUÇÕES DE PROCESSO • • • • DE COMPREENSÃO SIMPLES NÍVEL DE DETALHAMENTO SUFICIENTE APLICÁVEL A TODO PESSOAL OPERACIONAL ENVOLVIDO DIRETAMENTE DESENVOLVIDAS COM BASE EM:  FMEA’s  Planos de controle  Desenhos de engenharia. CICLOS OU AVANÇOS DE MÁQUINAS • DEVEM SER FACILMENTE ACESSÍVEIS AOS OPERADORES / SUPERVISORES 3.PLANO DE ANÁLISE DO SISTEMA DE MEDIÇÃO • INCLUI.Analista do Controle da Qualidade 3. padrões industriais. RESPONSABILIDADES PARA GARANTIR:  Linearidade do instrumento  Exatidão  Repetibilidade  Reprodutibilidade  Correlação com calibradores-duplicata 60 . NO MÍNIMO. especificações de desempenho.

Analista do Controle da Qualidade 3.PLANO PRELIMINAR DE ESTUDO DE CAPABILIDADE DO PROCESSO • USAR COMO BASE AS CARACTERÍSTICAS IDENTIFICADAS NO PLANO DE CONTROLE 3.10. TRANSPORTE E DESEMBALAMENTO. INCLUINDO PARTES INTERIORES.12. • DEVEM SER COMPATÍVEIS COM TODOS OS EQUIPAMENTOS DE MANUSEIO DE MATERIAIS.11- ESPECIFICAÇÕES DE EMBALAGEM • CONSIDERAR O EMBALAGEM INDIVIDUAL DO PRODUTO.SUPORTE GERENCIAL • APRESENTAR UMA REVISÃO FORMAL PARA REFORÇAR O COMPROMETIMENTO GERENCIAL COM A CONCLUSÃO DA FASE DE PROJETO E DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO • REQUERER SUPORTE PARA QUALQUER ASSUNTO AINDA PENDENTE 61 . 3. INCLUINDO ROBOTS. • USAR PADRÕES DE EMBALAGENS OU REQUISITOS GERAIS DE EMBALAGEM DO CLIENTE CONFORME APROPRIADO • ASSEGURAR QUE AS CARACTERÍSTICAS DOS PRODUTOS E SEU DESEMPENHO NÃO SE ALTEREM DURANTE O EMBALAMENTO.

ENTRADAS (SÃO AS SAÍDAS DA FASE ANTERIOR) . rodução.RESUMO 62 . Durante a produção-piloto produção a equipe deverá atestar que o plano de controle e o fluxograma de processo estão sendo seguidos e que os produtos atendem os requisitos do cliente.VALIDAÇÃO DO PRODUTO E DO PROCESSO DIAGRAMA DE FASES DO APQP INTRODUÇÃO Esta fase discute os principais aspectos de validação do processo de Fabricação. através de uma avaliação de uma produção-piloto piloto (“Trial Run”). Aspectos adicionais deverão ser identificados para investigação e resolução prévias às corridas regulares de produção.Analista do Controle da Qualidade 4 .

1.Analista do Controle da Qualidade • • • • • • • • • • • • PADRÕES DE EMBALAGEM REVISÕES DO SISTEMA DA QUALIDADE DO PRODUTO / PROCESSO FLUXOGRAMA DO PROCESSO PLANO DE “LAYOUT” DO LOCAL DE TRABALHO MATRIZ DE CARACTERÍSTICAS FMEA DE PROCESSO (PFMEA) PLANO DE CONTROLE DE PRÉ-SÉRIE INSTRUÇÕES DE PROCESSO PLANO DE ANÁLISE DO SISTEMA DE MEDIÇÃO PLANO PRELIMINAR DE ESTUDO DE CAPABILIDADE DE PROCESSO ESPECIFICAÇÕES DE EMBALAGEM SUPORTE GERENCIAL SAÍDAS (SERÃO AS ENTRADAS DA FASE SEGUINTE) . 63 . MAS PODE SER EXCEDIDA PELA EQUIPE DE APQP. incluindo operadores regulares  Recursos normais  Ciclo normal de produção • INICIA A VALIDAÇÃO DA EFETIVIDADE DO PROCESSO DE MANUFATURA • QUANTIDADE MÍNIMA A PRODUZIR NESTA ETAPA É NORMALMENTE DEFINIDA PELO CLIENTE.PRODUÇÃO DO LOTE-PILOTO (“TRIAL RUN”) • PRODUÇÃO COM O USO DE:  Ferramentas de produção  Equipamentos de produção  Ambiente definitivo.RESUMO • • • • • • • • PRODUÇÃO DE LOTE-PILOTO (“TRIAL RUN”) AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE MEDIÇÃO ESTUDO PRELIMINAR DE CAPABILIDADE DO PROCESSO APROVAÇÃO DE AMOSTRA DE PRODUÇÃO (PPAP) TESTE DE VALIDAÇÃO DA PRODUÇÃO AVALIAÇÃO DE EMBALAGEM PLANO DE CONTROLE DE PRODUÇÃO APROVAÇÃO FINAL DO PLANEJAMENTO DA QUALIDADE E SUPORTE GERENCIAL 4.

FTC)  Aprovação final do planejamento da qualidade 4.TESTE DE VALIDAÇÃO DA PRODUÇÃO 64 .3.Analista do Controle da Qualidade • OS RESULTADOS DO LOTE-PILOTO (PRODUTO) SÃO USADOS PARA:  Estudo preliminar de capabilidade do processo  Avaliação do sistema de medição  Exeqüibilidade final  Análise Crítica do processo  Teste de validação da produção  Aprovação de amostra de produção (ppap)  Avaliação de embalamento  Capabilidade inicial (“First Time Capability” .2. 4.AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE MEDIÇÃO • VERIFICAR AS ESPECIFICAÇÕES DE ENGENHARIA IDENTIFICADAS NO PLANO DE CONTROLE E AVALIAR SEUS SISTEMAS DE MEDIÇÃO DURANTE OU ANTES DO LOTE-PILOTO.APROVAÇÃO DE AMOSTRA DE PRODUÇÃO (PPAP) • CERTIFICAR QUE AS PEÇAS EXECUTADAS A PARTIR DAS FERRAMENTAS E PROCESSOS DE PRODUÇÃO ATENDEM OS REQUISITOS DE ENGENHARIA 4.ESTUDO PRELIMINAR DE CAPABILIDADE DO PROCESSO • EXECUTADO NAS CARACTERÍSTICAS IDENTIFICADAS NO PLANO DE CONTROLE • AVALIA O ESTADO DE ADEQUAÇÃO DO PROCESSO DE FABRICAÇÃO 4.4.5.

devem conter todas as características especiais especificadas no plano de controle e todas as recomendações do PFMEA devem ter sido formalizadas. ANTES DO PRIMEIRO FORNECIMENTO.8- APROVAÇÃO FINAL DO PLANEJAMENTO DA QUALIDADE E SUPORTE GERENCIAL • A EQUIPE DE APQP DEVE GARANTIR TODOS OS PLANOS DE CONTROLE E FLUXOGRAMAS • A APROVAÇÃO FINAL DEVE SER FORMAL • EXECUTAR. QUANDO COMPARADOS COM OS PADRÕES DE ENGENHARIA 4. 65 .  Instruções de processo. existência e viabilidade para todas as operações afetadas.Analista do Controle da Qualidade • TESTES DE ENGENHARIA QUE VALIDAM OS PRODUTOS FABRICADOS A PARTIR DAS FERRAMENTAS E PROCESSOS DE PRODUÇÃO.6. UMA ANÁLISE CRÍTICA SOBRE:  Planos de controle.AVALIAÇÃO DE EMBALAGEM • TESTES DE EXPEDIÇÃO E EMBARQUE EXEQÜÍVEIS PARA AVALIAR A PROTEÇÃO DO PRODUTO CONTRA DANOS E FATORES ADVERSOS DE MEIO AMBIENTE 4.PLANO DE CONTROLE DE PRODUÇÃO • • • • DESCRIÇÃO ESCRITA DO SISTEMA DE CONTROLE DE PEÇAS E PROCESSOS DEVE ESTAR PERMANENTEMENTE ATUALIZADO É O RESULTADO NATURAL DO PLANO DE CONTROLE DE PRÉ-SÉRIE A PRODUÇÃO NORMAL OFERECE OPORTUNIDADES PARA:  Avaliar saídas  Revisar os planos de controle  Processar mudanças adequadas • UMA LISTA DE VERIFICAÇÃO PODE SER ÚTIL PARA AUXILIAR ESTA REVISÃO 4.7.

“FEEDBACKS”. Também é o momento de se avaliar a efetividade efetividade do esforço APQP.Analista do Controle da Qualidade  Equipamentos de testes e calibradores. Esta fase considera as avaliações aplicáveis ao processo de fabricação para qualquer causa comum ou especial de variação presente. verificar o uso adequado e o R&R dos equipamentos de testes e calibradores constantes no plano de controle. O Plano de Controle é a 66 . 5 . AVALIAÇÃO E AÇÕES CORRETIVAS DIAGRAMA DE FASES DO APQP INTRODUÇÃO O planejamento da Qualidade não termina com a validação e instalação do processo. • O SUPORTE GERENCIAL DEVE SER ANTERIOR A APROVAÇÃO FINAL DO PLANEJAMENTO DA QUALIDADE • O ATENDIMENTO DOS REQUISITOS DE PLANEJAMENTO DEVE SER EVIDENCIÁVEL • OBTER SUPORTE DA ALTA ADMINISTRAÇÃO PARA OS ASSUNTOS PENDENTES • USAR UM SUMÁRIO DO APQP E RELATÓRIO DE APROVAÇÃO FINAL PARA AUXILIAR NA EVIDÊNCIA CIA DE UMA APROVAÇÃO FINAL EFETIVA DO PLANEJAMENTO DA QUALIDADE.

1.RESUMO • REDUÇÃO DA VARIAÇÃO • MELHORIA NA SATISFAÇÃO DO CLIENTE • MELHORIA NA ENTREGA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA 5. ENTRADAS (SÃO AS SAÍDAS DA ETAPA ANTERIOR) . NEGOCIAÇÃO OU EVOLUÇÃO DO NÍVEL DO PROJETO DO PRODUTO.RESUMO • • • • • • • • PRODUÇÃO DE LOTE-PILOTO AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE MEDIÇÃO ESTUDO PRELIMINAR DE CAPABILIDADE DO PROCESSO APROVAÇÃO DE AMOSTRA DE PRODUÇÃO (PPAP) TESTE DE VALIDAÇÃO DA PRODUÇÃO AVALIAÇÃO DE EMBALAGEM PLANO DE CONTROLE DE PRODUÇÃO APROVAÇÃO FINAL DO PLANEJAMENTO DA QUALIDADE E SUPORTE GERENCIAL SAÍDAS . ETC. VARIAÇÃO DA REDUÇÃO. É PRERROGATIVA DO CLIENTE DECIDIR PELA IMPLEMENTAÇÃO. PROCEDER A ESTUDOS DE CAPABILIDADE DE LONGO PRAZO 67 . Dados por variáveis ou atributos devem ser avaliados. como ser atendidos os requisitos dos Clientes para todas as características. O PASSO DAS MUDANÇAS E A ANTECIPAÇÃO DAS MELHORIAS PARA ANÁLISE CRÍTICA DO CLIENTE REDUÇÃO/ ELIMINAÇÃO DE CAUSAS COMUNS FREQUENTEMENTE REDUZ CUSTOS O FORNECEDOR NÃO DEVE RELUTAR EM PREPARAR PROPOSTAS BASEADAS NA ANÁLISE DE VALOR. principalmente as especiais.REDUÇÃO DA VARIAÇÃO • • • • • • • • UTILIZAR CARTAS DE CONTROLE OU OUTRAS TÉCNICAS ESTATÍSTICAS ANALISAR E PROMOVER AÇÕES CORRETIVAS PARA REDUZIR VARIAÇÕES ATACAR TANTO AS CAUSAS ESPECIAIS COMO AS COMUNS LEVAR EM CONSIDERAÇÃO OS CUSTOS.Analista do Controle da Qualidade base para essa avaliação de produto ou serviço.

5. ATRAVÉS DE:  Compactação do processo  Redução de inventários  Redução dos custos da qualidade • PROVIDENCIAR UM COMPONENTE OU SISTEMA MELHORES PARA O PRÓXIMO PRODUTO.MELHORIA NA ENTREGA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA • CONTINUIDADE DA PARCERIA ENTRE CLIENTES E FORNECEDOR • MELHORAMENTO CONTÍNUO • ESTENDER AS CONSIDERAÇÕES DE QUALIDADE. CUSTO E DISTRIBUIÇÃO PARA AS REPOSIÇÕES DE PEÇA E OPERAÇÕES DE SERVIÇO • IMAGEM E PARCERIA DO FORNECEDOR DEPENDE DE SUA CAPACIDADE EM CORRIGIR PROBLEMAS PRONTAMENTE • CLIENTE E FORNECEDOR DEVEM ESCUTAR “A VOZ DO CLIENTE” • A EXPERIÊNCIA OBTIDA NESTA FASE PROVÊ AO CLIENTE E AO FORNECEDOR O CONHECIMENTO NECESSÁRIO PARA RECOMENDAR REDUÇÕES DE PREÇO.2.Analista do Controle da Qualidade 5.3.MELHORIA NA SATISFAÇÃO DO CLIENTE • ATIVIDADES DE PLANEJAMENTO DETALHADAS E DEMONSTRAÇÃO DA CAPABILIDADE DO PROCESSO NEM SEMPRE GARANTEM A SATISFAÇÃO DO CLIENTE  O produto / serviço deve ser eficaz no ambiente do cliente • Os estágios de uso do produto / serviço requerem atenção do fornecedor  Aqui pode ser avaliada a efetividade dos esforços dispendidos • POSTURA DE PARCERIA ENTRE CLIENTE E FORNECEDOR PARA SE PROCESSAR CORREÇÕES NECESSÁRIAS DOS PROBLEMAS. 68 .

VISÃO GERAL OBJETIVO • AUXILIA NA FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE ACORDO COM OS REQUISITOS DE QUALIDADE DO CLIENTE.  Deve ser utilizado de forma permanentemente atualizada mantém-se por todo o ciclo de vida do produto  Formaliza os controles estabelecidos para o produto e processo • UM MESMO PLANO DE CONTROLE PODE SER APLICADO A UM GRUPO OU FAMÍLIA DE PRODUTOS SIMILARES. FABRICADOS A PARTIR DE UM MESMO PROCESSO E UTILIZANDO OS MESMOS RECURSOS. EXPEDIÇÃO E OUTROS REQUISITOS REGULARES PARA ASSEGURAR QUE TODAS AS SAÍDAS DE PROCESSOS ESTEJAM CONTROLADAS. 69 . CONFORME NECESSIDADES ESPECÍFICAS • INCLUI AS FASES DE RECEBIMENTO.1.  Proporciona uma descrição sumária documentada utilizada para minimizar as variações de produto e processo. PROCESSO. • PODEM SER ADAPTADAS AOS PLANOS DE CONTROLE FIGURAS OU OUTRAS FORMAS DE ILUSTRAÇÕES.Analista do Controle da Qualidade Metodologia do Plano de Controle 6 .METODOLOGIA DO PLANO DE CONTROLE 6.

) OutrasAprovações/Data (Se Req.) Nome da Peça/Descrição Aprovação da Planta/ Fornecedor /Data Aprovação da Qualidade do Cliente/Data (Se Req..) Fornecedor/Planta Nome do Número da Peça/ Processo / Descrição da Código do Fornecedor Máquina. Caract. Especial Método Especificação/ Tolerância Produto/Processo 70 Técnica de Medição Avaliação Amostra Tamanho Método de Controle Freq. Ferramentas para Manufatura Características Nº Produto Processo Classif. Disp. Padrão.Analista do Controle da Qualidade PLANO DE CONTROLE Protótipo Pré-lançamento Produção Data (Emissão) Contato Chave/Telefone Data (Revisão) Número do Plano de Controle Número da Peça/Último Nível de Alteração Equipe Principal Aprovação da Engenharia do Cliente/Data (Se Req. Plano de Reação .) OutrasAprovações/Data (Se Req.

Caract. Especial 2 Produto 1 Processo 2 1 Método Especificação/ Tolerância 2 Produto/Processo 71 Técnica de Medição 2 Avaliação Amostra Tamanho Método de Controle Freq. 1 Aprovação da Engenharia do Cliente/Data (Se Req. Ferramentas..) 4 Fornecedor/Planta Código do Fornecedor 5 Nome do Número da Peça/ 4 1 Proces C1 Máquina.Analista do Controle da Qualidade PLANO DE CONTROLE 1 Protótipo Número do Plano de Controle Pré-lançamento 2 Produção Data (Emissão) Contato Chave/Telefone 7 Data (Revisão) 1 1 Número da Peça/Último Nível de Alteração 3 Equipe Principal Nome da Peça/Descrição Aprovação da Planta/ Fornecedor /Data 9 Aprovação da Qualidade do Cliente/Data (Se Req.) 1 OutrasAprovações/Data (Se Req. para Manuf.) OutrasAprovações/Data (Se Req.) 1 8 Nº 1 6 1 Características Classif. 2 Plano de Reação 2 . Disp.

o plano de controle identifica e comunica mudanças nas características do produto/processo.DESENVOLVIMENTO E BENEFÍCIOS • O DESENVOLVIMENTO DO PLANO DE CONTROLE DEPENDE DE UM CONHECIMENTO PRÉVIO DAS INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS AO MELHOR CONHECIMENTO DO PROCESSO  Fluxograma do processo  FMEA’s de projeto e processo  Características especiais  Experiências adquiridas com peças similares  Conhecimento da equipe com o processo  Revisões de projeto  Métodos de otimização (por ex: QFD. O Plano de Controle identifica as características do processo e colabora na identificação das fontes de variação (variações de entrada) que causas variações no produto (variações de saída). DOE. Permite uma avaliação cuidadosa do produto e do processo. nos métodos de controle e medições aplicáveis às características. A alocação adequada de recursos nestes pontos principais ajuda a reduzir custos sem prejuízo da qualidade  COMUNICAÇÃO Sendo um documento vivo. manufatura e montagem.Analista do Controle da Qualidade 6. ETC) • BENEFÍCIOS DE SE DESENVOLVER E IMPLEMENTAR UM PLANO DE CONTROLE  QUALIDADE O Plano de Controle reduz desperdícios e incrementa qualidade de produto durante projeto. 72 .2.  SATISFAÇÃO DO CLIENTE O Plano de Controle foca recursos nos processos e nos produtos relacionados às características que são importantes para o cliente.

podem ser acrescentadas outras de processo sejam rotineiramente rastreados durante as operações normais. subsistema ou componentes são descritos no fluxograma do processo. 73 . onde aplicável. CARACTERÍSTICAS: Um aspecto distinguível.3. FMEA’s e Croquis (gerados por computador ou não). que pode ser um dado variável ou de atributo. Devem ser listadas todas as características especiais no plano de controle. uma dimensão ou propriedade de um processo ou de suas saídas (produtos). componente ou conjunto que são descritas em desenhos ou informações primárias de engenharia.NÚMERO DA PEÇA / DESCRIÇÃO: Considere o nome e a descrição do produto / processo a ser controlado.NÚMERO DO PLANO DE CONTROLE: Estabelecer uma numeração que atenda requisítos de rastreabilidade. se aplicável. liste cada peça individualmente e seus processos. se requerido. Uma lista anexa pode ser recomendável. 16-DESCRIÇÃO DA OPERAÇÃO / NOME DO PROCESSO: Todas as etapas de fabricação de um sistema. Apoios visuais podem ser utilizados. 19-PRODUTO: Características do produto são aspectos ou propriedades de uma peça.EQUIPE PRINCIPAL: Considere os nomes e telefones dos responsáveis individuais pela preparação do plano de controle em sua última revisão.DESCRIÇÃO DOS CAMPOS DO PLANO DE CONTROLE (CAMPOS PRINCIPAIS) 2. Adicionalmente. 8. numeração “Blue Print”. 18-NÚMERO: Referência cruzada com todos os documentos aplicáveis tais como: Fluxograma do processo. 15-NÚMERO DE PEÇA / PROCESSO: Este número de item é normalmente referenciado a partir do fluxograma de processo. Identifique o nome da operação / processo que melhor descreva a atividade que está sendo apontada.Analista do Controle da Qualidade 6. Caso haja múltiplas peças (conjuntos). 4.

O âmbito destas ações deve. Estas características possuem terminologia variada:  “Crítica”  “Chave”  “Segurança”  “Significativa” 25-MÉTODO DE CONTROLE: Breve descrição de como a operação será controlada. ajuste ou aparência. Pode haver uma ou mais características de processo listada para cada característica de produto. caso seja uma característica não designada. Este campo também pode designar números específicos de planos de reação e identificar responsáveis.Analista do Controle da Qualidade 20-PROCESSO: Características de processo são as variáveis de processo que tem uma causa e um efeito relacionados com a características de produto relacionada.Gerente Responsável de Projeto) para designar o tipo de característica especial ou este campo poderá ficar em branco. adequação a regulamentos. Basear-se em. Os clientes utilizam símbolos específicos para designar características importantes. 26-PLANO DE REAÇÃO: Especifica ações corretivas necessárias para evitar a produção de produtos não conformes ou de operações fora de controle. ser de responsabilidade do pessoal dedicado no próprio processo (operador / ajustador ou líder / supervisor). normalmente. tais como aquelas que afetam a segurança. Dispositivos a prova de erro (automatizados e não automatizados) e planos de amostragem. FORMULÁRIO DO PLANO DE CONTROLE PARA CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS 74 . 21-CLASSIFICAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS: Utilize a classificação estabelecida pelo OEM (Owner Engeneering Manager .. Inspeção. Devem ser identificadas as características de processo que precisam ser controladas para minimizar a variação de produto. por ex. CEP. funcionamento. Dados de Atributo.

Este formulário. quando utilizado. 75 .Analista do Controle da Qualidade A coluna descrição / análise lógica inclui todas as características especiais de produto / processo concordadas pela equipe multifuncional. um formulário suplementar descreverá os pontos de medição e as coordenadas. Quando considerar necessário. será considerado uma extensão do plano de controle. Desenvolva uma base racional para cada característica especial e adicione esta informação na lista para esclarecimentos. Um número sequencial é estabelecido para cada característica listada para assegurar que não haja alteração pelo fornecedor quando o plano de controle for completado.

Analista do Controle da Qualidade PLANO DE CONTROLE DE CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS (OPCIONAL) Protótipo Pré-lançamento Produção Data (Emissão) Contato Chave/Telefone Data (Revisão) Número do Plano de Controle Número da Peça/Último Nível de Modificação Equipe Principal Aprovação da Engenharia do Cliente/Data (Se Req.) OutrasAprovações/Data (Se Req.) Nome da Peça/Descrição Aprovação do Fornecedor/Planta/Data Aprovação da Qualidade do Cliente/Data (Se Req.) OutrasAprovações/Data (Se Req. 76 Ilustração/Figura .) Fornecedor/Planta Nº Código do Fornecedor Descrição/Análise Lógica Especificação/Tolerância Class.

Ferramentas e de Testes A-4 Lista de Verificação da Qualidade do Produto/Processo A-5 Lista de Verificação do Plano de Piso de Fábrica A-6 Lista de Verificação do Fluxograma do Processo A-7 Lista de Verificação do FMEA de Processo A-8 Lista de Verificação do Plano de Controle 77 Equipamentos .Analista do Controle da Qualidade Apêndices .APQP APÊNDICES APÊNDICE A – Listas de Verificação do Planejamento da Qualidade do Produto A-1 Lista de Verificação de FMEA de Projeto A-2 Lista de Verificação de Informação de Projeto A-3 Lista de Verificação para Novos Equipamentos.

Analista do Controle da Qualidade A-1 LISTA DE VERIFICAÇÃO DE FMEA DE PROJETO Nº. DA PEÇA (INTERNA OU DO CLIENTE)__________________________________________________________________ Questão Sim 1 O SFMEA e/ou DFMEA foi preparado usando o Manual de referência FMEA (Potential Failure Mode and Effects Analysis) da General Motors/Chrysler/Ford ? 2 Dados históricos de campanha e garantia foram revisados? 3 Os DFMEA’s de peças similares foram considerados? 4 O SFMEA e/ou DFMEA identifica as características especiais? 5 Características de desenho que afetam os modos de falha com alta prioridade de rsico foram identificados? 6 Ações corretivas apropriadas foram apontadas para os números de alta prioridade de risco? 7 Ações corretivas apropriadas foram apontadas para os números com alta severidade? 8 As prioridades de risco foram revisadas quando as ações corretivas foram completadas e verificadas? Não Comentários/Ação Requerida Responsável Data de Implantação Revisão / Data____________Preparado por:____________ 78 .

Analista do Controle da Qualidade A-2 LISTA DE VERIFICAÇÃO DE INFORMAÇÃO DE PROJETO Nº. ele foi completado por uma equipe multi-funcional? 79 Não Comentários/Ação Requerida Responsável Data de Implantação . Geral O Projeto requer: 1  Novos materiais? 2  Ferramental especial? 3 Análise da variação da instalação da montagem foi considerada? 4 O Delineamento de Experimentos foi considerado? 5 Existe um plano para protótipos no local certo? 6 Um DFMEA foi completado? 7 Um DFMA foi completado? 8 Resultados de manutenção e assistência foram considerados? 9 O Plano de Verificação do Projeto foi completado? 10 Se sim. DA PEÇA (INTERNA OU DO CLIENTE)__________________________________________________________________ Questão Sim A.

Analista do Controle da Qualidade 11 Todos os testes. equipamentos e critérios de aceitação especificados estão claramente definidos e entendidos? 12 As características especiais estão propriamente documentadas? 13 A lista de material está completa? 14 As características especiais estão propriamente documentadas? Revisão / Data____________Preparado por:____________ 80 . métodos.

Especificações de Desempenho de Engenharia 20 Todas as características especiais foram identificadas? 21 A carga de testes é suficiente para prevenir todas as condições. DA PEÇA (INTERNA OU DO CLIENTE)__________________________________________________________________ Questão Sim B.Analista do Controle da Qualidade A-2 LISTA DE VERIFICAÇÃO DE INFORMAÇÃO DE PROJETO . Desenhos de Engenharia 15 As dimensões que afetam a forma. validação de produção e uso final? 81 Não Comentários/Ação Requerida Responsável Data de Implantação . função e durabilidade foram identificadas? 16 As dimensões de referência estão identificadas para minimizar o tempo de inspeção de “layout”? 17 Os pontos de controle e dados de superfície são suficientes para o projeto de calibradores funcionais? 18 As tolerâncias são compatíveis com as normas de manufatura aceitas? 19 Existem alguns requisitos especificados que não podem ser avaliados usando-se as técnicas de inspeção conhecidas? C. isto é.CONTINUAÇÃO Nº.

aprovação do Cliente foi obtida para equipamentos de teste? Revisão / Data____________Preparado por:____________ 82 . e ainda conduzir regularmente testes em processo programados? 24 Todos os testes de produto serão feitos internamente? 25 Se não. será feito feito por um Sub-contratado aprovado? 26 O tamanho da amostra e/ou frequência de teste especificado é exeqüível? 27 Se requerido.Analista do Controle da Qualidade 22 Especificações mínimas e máximas de peças manufaturadas foram testadas? 23 Amostras adicionais podem ser testadas quando um plano de reação requerer.

Analista do Controle da Qualidade A-2 LISTA DE VERIFICAÇÃO DE INFORMAÇÃO DE PROJETO . 33  As características serão verificadas internamente? 34  Equipamento de teste está disponível? 35  Treinamento será requerido para assegurar resultados exatos? 36 Laboratórios externos serão usados? 37 Todos os laboratórios usados são acreditados (se requerido)? 83 Não Comentários/Ação Requerida Responsável Data de Implantação . DA PEÇA (INTERNA OU DO CLIENTE)__________________________________________________________________ Questão Sim D. tratamento térmico e tratamentos superficiais são compatíveis com os requisitos de durabilidade noambiente identificado? 30 Os Fornecedores de material pretendidos estão em uma lista aprovada pelo Cliente? 31 Os Fornecedores de material serão exigidos a prover certificação com cada fornecimento? 32 As características de materiais que requerem inspeção foram identificadas? Se sim. Especificações de Material 28 Características especiais de material estão identificadas? 29 Materiais especificados.CONTINUAÇÃO Nº.

Analista do Controle da Qualidade Os seguintes requisitos de material foram considerados: 38  Manuseio? 39  Estocagem? 40  Ambiente? Revisão / Data____________Preparado por:____________ 84 .

FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS DE TESTES Nº. DA PEÇA (INTERNA OU DO CLIENTE)__________________________________________________________________ Questão Sim O projeto de ferramenta e equipamento foi estabelecido para: 1  Sistema flexível. célula de manufatura? 2  Trocas rápidas? 3  Flutuações de volume? 4  À prova de erro? Listas foram preparadas para identificar: 5  Equipamento novo? 6  Ferramenta nova? 7  Equipamento de teste novo? Critérios de aceitação foram combinados para: 8  Equipamento novo? 9  Ferramenta nova? 85 Não Comentários/Ação Requerida Responsável Data de Implantação . isto é.Analista do Controle da Qualidade A-3 LISTA DE VERIFICAÇÃO PARA NOVOS EQUIPAMENTOS.

Analista do Controle da Qualidade 10  Equipamento de teste novo? 11 Um estudo de capabilidade preliminar será conduzido no fabricante da ferramenta e/ou equipamento? 12 Exequibilidade eexatidão de equipamento de teste foram estabelecidos? 13 Um plano de manutenção preventiva está completo para equipamentos e ferramentas? Revisão / Data____________Preparado por:____________ 86 .

DA PEÇA (INTERNA OU DO CLIENTE)__________________________________________________________________ Questão Sim Não Comentários/Ação Requerida Responsável Data de Implantação 14 Instruções de “set-up” para equipamento e ferramenta novos estão completos e compreensíveis? 15 Calibradores capazes estarão disponíveis para executar estudos da capabilidade preliminar do processo no equipamento da instalação do Fornecedor? 16 Estudos de capabilidade preliminar do processo serão executados na planta de produção? 17 Características de processo que afetam características especiais do produto foram identicadas? 18 Características especiais do produto foram usadas na determinação de critérios de aceitação? 19 Os equipamentos de manufatura tem capacidade suficiente para manusear volumes de produção e serviços previstos? 20 A capacidade de teste é suficiente para proporcionar adequada prova de ensaio? Revisão / Data___________Preparado por:____________ 87 .Analista do Controle da Qualidade A-3 LISTA DE VERIFICAÇÃO PARA NOVOS EQUIPAMENTOS. FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS DE TESTES .CONTINUAÇÃO Nº.

Analista do Controle da Qualidade A-4 LISTA DE VERIFICAÇÃO DA QUALIDADE DO PRODUTO/PROCESSO Nº. DA PEÇA (INTERNA OU DO CLIENTE)__________________________________________________________________ Questão Sim 1 A assistência da qualidade assegurada do Cliente ou atividade de engenharia do produto é necessitada para desenvolver ou contribuir com o plano de controle? 2 O Fornecedor identificou quem será a ligação de qualidade com o seu Cliente? 3 O Fornecedor identificou quem será a ligação de qualidade com os seus subcontratados? 4 O sistema da qualidade foi analisado criticamente usando o sistema da avaliação da qualidadeda General Motors/Chrysler/Ford ? Existem pessoas suficientes identificadas para cobrir: 5  Requisitos do plano de controle? 6  Inspeção de “layout”? 7  Testes de desempenho de engenharia? 8  Análise de resolução de problemas? Existe um programa de treinamento identificado que: 88 Não Comentários/Ação Requerida Responsável Data de Implantação .

Analista do Controle da Qualidade 9  Inclua todos os empregados? 10  Listas de quem já foi treinado? 11  Forneça um cronograma de treinamento? Revisão / Data____________Preparado por:____________ 89 .

Analista do Controle da Qualidade A-4 LISTA DE VERIFICAÇÃO DA QUALIDADE DO PRODUTO/PROCESSO . DA PEÇA (INTERNA OU DO CLIENTE)__________________________________________________________________ Questão Sim O treinamento foi completado para: 12  Controle estatístico do processo? 13  Estudos de capabilidade? 14  Solução de problemas? 15  À prova de erro? 16  Outros tópicos como identificados? 17 Cada operação está estabelecida com instruções de processo que são ajustadas ao plano de controle? 18 Instruções padrão do operador estão disponíveis em cada operação? 19 Os operadores/líderes de equipe foram envolvidos no desenvolvimento das instruções padrão do operador? As instruções de inspeção incluem: 20  Especificações de desempenho de engenharia facilmente entendidas? 90 Não Comentários/Ação Requerida Responsável Data de Implantação .CONTINUAÇÃO Nº.

Analista do Controle da Qualidade 21  Frequências de teste? 22  Tamanhos de amostras? 23  Planos de reação? 24  Documentações? Revisão / Data____________Preparado por:____________ 91 .

Analista do Controle da Qualidade A-4 LISTA DE VERIFICAÇÃO DA QUALIDADE DO PRODUTO/PROCESSO .CONTINUAÇÃO Nº. DA PEÇA (INTERNA OU DO CLIENTE)__________________________________________________________________ Questão Sim Os auxílios visuais são: 25  Facilmente entendidas? 26  Disponíveis? 27  Acessíveis? 28  Aprovadas? 29  Datadas e atualizadas? 30 Existe um procedimento para implementar. manter e estabelecer planos de reação para cartas de controle estatístico? 31 Existe um efetivo sistema de análise da causa da raiz em uso? 32 Providências foram tomadas para colocar os últimos desenhos e especificações no ponto de inspeção? 33 Formulários/registros estão disponíveis ao pessoal apropriado para registrar resultados de inspeção? 92 Não Comentários/Ação Requerida Responsável Data de Implantação .

Analista do Controle da Qualidade Providências foram tomadas para colocar o seguinte na operação monitorada: 34  Dispositivos de inspeção? 35  Instruções de medição? 36  Amostras de referência? 37  Registros de inspeção? 38 Providências foram tomadas para certificar e rotineiramente calibrar calibradores e equipamentos de teste? Revisão / Data____________Preparado por:____________ 93 .

e previnir embarques de produtos não-conforme ? 94 Não Comentários/Ação Requerida Responsável Data de Implantação . segregar.CONTINUAÇÃO Nº. DA PEÇA (INTERNA OU DO CLIENTE)__________________________________________________________________ Questão Sim Estudos de capabilidade do sistema de medição requeridos foram: 39  Completados? 40  Aceitáveis? 41 Equipamentos e instalações da inspeção de “layout” são adequados para prover “layout” inicial e contínuo de todos os detalhes e componentes? Existe um procedimento para controlar produtos recebidos que identifica: 42  Características a serem inspecionadas? 43  Frequência de inspeção? 44  Tamanho de amostra? 45  Locação designada para produto aprovado? 46  Disposição de produto não-conforme? 47 Existe um procedimento para identificar.Analista do Controle da Qualidade A-4 LISTA DE VERIFICAÇÃO DA QUALIDADE DO PRODUTO/PROCESSO .

Analista do Controle da Qualidade 48 Procedimentos de retrabalho/reparo estão disponíveis? 49 Existe um procedimento para requalificar material reparado/ retrabalhado? 50 Existe um sistema apropriado de rastreabilidade de lotes? 51 Auditorias periódicas de produtos enviados são planejadas e implementadas? 52 Avaliações periódicas do sistema da qualidade são planejadas e implementadas? 53 O Cliente aprovou as especificações de embalagem? Revisão / Data____________Preparado por:____________ 95 .

Analista do Controle da Qualidade A-5 LISTA DE VERIFICAÇÃO DO PLANO DE PISO DE FÁBRICA Nº. DA PEÇA (INTERNA OU DO CLIENTE)__________________________________________________________________ Questão Sim 1 O plano de piso de fábrica identifica todos os pontos de inspeção e processo requeridos? 2 Áreas para todos os materiais. ferramentas e equipamentos de cada operação claramente marcados foram consideradas? 3 Espaço suficiente foi alocado para todos os equipamentos? Áreas de inspeção e processo são: 4  De tamanho adequado? 5  Adequadamente iluminadas ? 6 Áreas de inspeção contém equipamentos e arquivos necessários? Existem adequados: 7  Áreas de concentração para transporte? 8  Áreas cercadas? 9 Pontos de inspeção são logicamente localizados para prevenir embarque de produtos 96 Não Comentários/Ação Requerida Responsável Data de Implantação .

Analista do Controle da Qualidade não-conformes? 10 Controles foram estabelecidos para eliminar o potencial de um operador. incluir 11 O material é protegido de contaminação por sistemas de manuseio aéreos ou ar? 12 Instalações para auditoria final foram providenciadas? 13 Os controles são adequados para prevenir o movimento de material recebido nãoconforme para o estoque ou ponto de uso? Revisão / Data____________Preparado por:____________ 97 .

DA PEÇA (INTERNA OU DO CLIENTE)__________________________________________________________________ Questão Sim 1 O fluxograma ilustra a sequência das estações de produção e inspeção? 2 Todos os FMEA’s (SFMEA.? 5 O sistema/otimização de puxar foi considerado para este processo? 6 Providências foram tomadas para identificar e inspecionar produtos retrabalhados antes de serem usados? 7 Problemas potenciais de qualidade devido à manuseio e processamento externo foram identificados e corrigidos? Não Comentários/Ação Requerida Responsável Data de Implantação Revisão / Data____________Preparado por:____________ A-7 LISTA DE VERIFICAÇÃO DO FMEA DE PROCESSO 98 . DFMEA) apropriados foram disponibilizados e usados como ajuda para desenvolver o fluxograma de processo? 3 O fluxograma está ajustado às verificações do produto e do processo no plano de controle? 4 O fluxograma descreve como o produto se movimentará. isto é. etc. “containers”.Analista do Controle da Qualidade A-6 LISTA DE VERIFICAÇÃO DO FLUXOGRAMA DO PROCESSO Nº. por transportador (“conveyor”).

regulamentos governamentais e de segurança foram identificados e listados sequencialmente? 3 FMEA’s de peças similares foram considerados? 4 Dados históricos de campanha e garantia foram revisados? 5 Ações corretivas apropriadas foram planejadas e tomadas para números de alto risco de prioridade? 6 Ações corretivas apropriadas foram planejadas e tomadas para números de alta severidade? 7 Os números de risco de prioriodades foram revisados quando uma mudança de projeto foi completada? 8 Os números de alta severidade foram revisados quando uma mudança de projeto foi completada? 9 Os efeitos consideram o Cliente nos termos de operação. função.Analista do Controle da Qualidade Nº. durabilidade. montagem e produto subsequente? 99 Não Comentários/Ação Requerida Responsável Data de Implantação . montagem. DA PEÇA (INTERNA OU DO CLIENTE)__________________________________________________________________ Questão Sim 1 O FMEA de processo foi preparado usando as guias da General Motors/Chrysler/Ford ? 2 Todas as operações que afetam.

providências foram tomadas para controlar a causa anterior para a próxima operação? Revisão / Data____________Preparado por:____________ 100 .Analista do Controle da Qualidade 10 Informações de garantia foram usadas com uma ajuda no desenvolvimento do FMEA de processo? 11 Problemas da planta do Cliente foram usados como uma ajuda no desenvolvimento do FMEA de processo? 12 As causas foram descritas nos termos de alguma coisa que possa ser fixada ou controlada? 13 Onde a detecção é o maior fator.

DFMEA e PFMEA foram utilizados para preparar o plano de controle? 5 As especificações de material que requerem inspeção estão identificadas? 6 O plano de controle aplica-se a materiais/ componentes) recebidos passando pelo processamento/ montagem incluindo embalamento? 7 Os requisitos de teste de desempenho de engenharia estão identificadas? 8 Os equipamentos de calibragem e teste estão disponíveis como requerido pelo plano de controle? 9 Se requerido.Analista do Controle da Qualidade A-8 LISTA DE VERIFICAÇÃO DO PLANO DE CONTROLE Nº. o Cliente aprovou o plano de controle? Não Comentários/Ação Requerida Responsável Data de Implantação 10 Os métodos de medição estão compatíveis entre Fornecedor e Cliente? Revisão / Data____________Preparado por:____________ 101 . DA PEÇA (INTERNA OU DO CLIENTE)__________________________________________________________________ Questão Sim 1 A metodologia do plano de controle refenciada na seção 6 foi usada na preparação do plano de controle? 2 Todos os interesses do Cliente conhecidos foram identificados para facilitar a seleção de características especiais do produto/ processo? 3 Todas as características especiais do produto/processo estão incluídas no plano de controle? 4 O SFMEA.

DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO O diagrama de causa e efeito é uma ferramenta analítica que indica o relacionamento entre um “efeito” e todas as possíveis “causas” que o influenciam. Isto é algumas vezes referido como um diagrama “espinha de peixe”. etc. diagrama de Ishikawa.Analista do Controle da Qualidade APÊNDICE B – Técnicas Analíticas ANÁLISE DA VARIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DA MONTAGEM Uma análise da variação do desenvolvimento da montagem é uma análise que simula a construção de uma montagem e examina acumulação de tolerância. “Benchmarking” deveriam estabelecer um ponto de partida para desenvolver projetos e processos novos que excedam as capabilidades das companhias consideradas “benchmark”. Pode também estabelecer idéias para aperfeiçoar processos de negócios e procedimentos de trabalho. “Benchmarking” de produto e processo deveria incluir a identificação de “world class” ou “best-in-class” baseados nas medidas e pesquisa de desempenho objetivo dentro de como este desempenho foi encontrado. sensibilidade e investigação “o que se”. “BENCHMARKING” “Benchmarking” é uma sistemática de aproximação para identificar padrões por comparação. Estabelece entrada para o estabelecimento de metas de desempenho mensuráveis. 102 . tão bem quanto idéias para o projeto do produto e do projeto do processo. parâmetros estatísticos.

mais importante o controle de uma característica se torna. Descrição 1 Diâmetro interno 2 FACE Tolerância 05 10 X C 3 20 X X C C X L L 4 X 5 X 6 Diâmetro externo 30 X C= Característica em uma operação usada para travamento L= Característica em uma operação usada para posicionamento X= Característica criada ou mudada pela operação deveria igualar o formulário de diagrama de fluxo do processo 103 . Indiferentemente do tamanho da matriz. Todas as operações e estações de manufatura aparecem sobre a parte superior e os parâmetros de processo estão listados abaixo. Uma matriz típica é mostrada a seguir. os relacionamentos de características contrários são evidentes. MATRIZ DE CARACTERÍSTICAS (EXEMPLO) Nos das Operações Dimensão No. Quanto mais os relacionamentos de manufatura existem. na coluna à esquerda.Analista do Controle da Qualidade MATRIZ DE CARACTERÍSTICAS Uma matriz de características é uma exposição dos relacionamentos entre parâmetros de processo e estações de manufatura. O método recomendado de desenvolver a matriz de características é numerar as dimensões e/ou aspectos sobre a cópia da peça e cada operação de manufatura.

(2) quantificar os efeitos através da amplitude representada pelos níveis das variáveis. Representantes de planta deveriam ser consultados antecipadamente no processo do projeto para revisar componentes ou sistemas e estabelecer entradas sobre requisitos específicos de montagem emanufatura. Isto auxiliará em identificar o equipamento requerido e algumas mudanças de processo necessárias. PROJETO PARA MANUFATURABILIDADE E MONTAGEM Projeto para manufaturabilidade e montagem é um Processo de Engenharia Simultânea projetado para otimizar o relacionamento entre função de projeto. A intensificação de projetos para montagem e manufatura é um passo importante. Aplicação antecipada no ciclo de desenvolvimento do produto/ processo pode resultar em: (1) rendimentos do processo aperfeiçoado.Identificação de recurso. Pode estabelecer informação valiosa tal como: .Analista do Controle da Qualidade MÉTODO DO CAMINHO CRÍTICO O método do caminho crítico pode ser um “Pert” ou “Gráfico de Gantt” que mostra a sequência cronológica de tarefas que requerem o maior tempo esperado para se concluir. 104 . (3) tempo de desenvolvimento reduzido.Identificação de responsabilidade .Antecipação de problemas . e (4) custos globais reduzidos. (3) beneficia um melhor entendimento da natureza dos sistemas causais em trabalho no processo. (2) variabilidade reduzida em torno de um valor alvo ou nomimal. A resposta de interesse é avaliada sob as várias condições: (1) identificar as variáveis de influência entre as variáveis testadas. alocação e nivelamento PROJETO DE EXPERIMENTOS Um experimento projetado é um teste ou sequência de testes onde variáveis que influenciam potencialmente o processo são sistematicamente mudadas de acordo com uma matriz de projeto. manufaturabilidade e facilidade de montagem. e (4) comparar os efeitos e interações.Interrelacionamentos .

Analista do Controle da Qualidade À PROVA DE ERROS (POKA-YOKE) À prova de erros (poka yoke) é uma técnica para eliminar erros frequentes referidos à “prevenção de falhas”. em contraparte características de controle ou requisitos de projeto. Estabelece ambos como um meio de comunicação e análise para planejar. Dependendo do produto específico. Estes diagramas de fluxo do processo deveriam ser usados para identificar aperfeiçoamentos e localizar características significativas ou críticas do produto e do processo que serão enderaçadas em planos de controle a serem desenvolvidos mais tarde. DIAGRAMA DO FLUXO DO PROCESSO Diagrama do fluxo do processo é um acesso visual para descrever e desenvolver atividades sequênciais ou relacionadas ao trabalho. QFD estabelece um meio de converter requisitos gerais do Cliente em específico características de controle final do produto e do processo. Visto que uma meta de qualidade assegurada é eliminar defeitos e aperfeiçoar a eficiência de processos de manufatura e montagem. a Fase I do QFD . À prova de erros deveria ser usado como uma técnica preventiva para controlar ações ou tarefas repetitivas. QFD se focaliza sobre os itens mais importantes e estabelece o mecanismo para áreas alvo selecionadas para intensificar vantagens competitivas. isto é. planos avançados da qualidade do produto deveriam incluir ilustrações dos controles e recursos envolvidos.Planejamento do produto traduz requisitos do Cliente. “Voz do Cliente”. Esta técnica é projetada para reduzir preocupações do Cliente. a técnica de QFD pode usada como uma estrutura para o processo de planejamento da qualidade. Em particular. atividades de desenvolvimento e processos de manufatura. exibindo e documentando a informação traduzida na forma de matriz. DESDOBRAMENTO DA FUNÇÃO QUALIDADE (QFD) QFD é um procedimento sistemático para traduzir a “Voz do Cliente” dentro de requisitos técnicos e termos operacionais. 105 .

Processo e Produção.  Aperfeiçoa qualidade do produto e dos serviços. e a interface entre elementos do sistema.  B.  Reduz o número de alterações devido a conhecimento de Engenharia. entre sub-sistemas. É uma análise funcional tipo “top-down”. ASPECTOS DO QFD As duas dimensões do QFD são: Desdobramento da qualidade: Tradução dos Requisitos do Cliente em Requisitos de Projeto do Produto. sub-sistema e níveis funcionais menores.  Desdobramento da Função: Tradução de Requisitos de Projeto em requisitos apropriados de Peça. O SFMEA focaliza sobre falhas potenciais associadas com as funções desempenhadas em um sistema. SISTEMA DE ANÁLISE DO MODO E EFEITOS DA FALHA (FMEA) Um SFMEA é uma técnica analítica que é usada para identificar fraquezas potenciais em um projeto de sistema global.  Focaliza várias atividades da companhia sobre objetivos orientados do Cliente. É usado para analisar fraquezas de sistemas no estágio de conceito antecipado antes que o”hardware” tenha sido definido.  Identifica requisitos de projeto conflitantes. O SFMEA também focaliza sobre a interação entre sistemas.  Reduz custos de engenharia.Analista do Controle da Qualidade A.  Reduz tempo do ciclo de desenvolvimento do produto. BENEFÍCIOS DO QFD Vários benefícios do QFD são aqueles que:  Aumenta o asseguramento em reunir a Voz do Cliente. 106 . manufatura e serviços.

atendimento à regulamentação governamental. provavelmente não irá afetar de forma significativa a segurança de operação. processo e de ocorrer provavelmente irá testes. em que a verificação é obrigatória. função incluídas no Plano de montagem ou aparência. porém o controle do processo corrente não é automaticamente comandado. tais qualidade precisarão ser como interfaces. Controle. capacitação e controle do processo por toda a vida da peça Está limitada a destacar características críticas nos desenhos (de produção) de peças. se produto. INTERFACE/FUNÇÃO <F/F> CARACTERÍSTICA SIGNIFICATIVA – SC NENHUM Simbologia 107 Identifica características críticas específicas que sejam dirigidas pelo processo (controladas) e portanto requerem CEP para a medição da estabilidade. se ocorrer razoavelmente cedo. importantes para a afetar de forma satisfação do cliente e significativa a satisfação para os quais ações de do cliente com o produto planejamento da (outro que não S/C).Analista do Controle da Qualidade APÊNDICE C – Características Especiais e Simbologia GENERAL MOTORS NÃO Definição: Características não chave É uma característica do produto cuja variação. DIAMANTE <D> PENTÁGONO <P> . CHRYSLER Não utilizada Não utilizada “Padrão” Nomenclatura Padrão Nenhuma Simbologia Definição: Caracteísticas-Chave (Não relativas à Segurança ou Considerações Legais) Nomenclatura É uma característica do São aqueles requisitos do produto cuja variação. ferramentas e dispositivos e procedimentos de assistência ao ferramental. ou habilidade para processá-lo ou construi-lo. a interface/função do veículo FORD MOTOR CO.

ruído ou prevenção contra roubo ESCUDO <S>  .Analista do Controle da Qualidade Definição: É uma característica do São aqueles requisitos do produto cuja variação. freios. de de direção. interferência de ou monitoração e inclusão freqüências de rádio.). etc. proteção requer ações específicas dos ocupantes. controle do fabricante. aplicáveis a materiais do componente. montagem. de despacho emissões. ocorrer razoavelmente Especificações de testes) cedo. se produto (Dimensões. poderia afetar de ou parâmetros de Características-Chave forma significativa o processo que podem (Não relativas à Segurança produto em sua afetar o atendimento à ou Considerações Legais) segurança de operação ou regulamentação atendimento à governamental ou a regulamentação segurança funcional do governamental (como veículo/produto. e que inflamabilidade. operação (ões) de montagem que requerem controle da fabricação para assegurar o atendimento a requisitos governamentais de segurança veicular. emissões. etc. no Plano de Controle Nomenclatura SEGURANÇA / ATENDIMENTO <S/C> CARACTERÍSTICA CRÍTICA <CC> ∇ ∇ Simbologia 108 Características de seguranças são definidas como especificações designadas pela enhenharia ou requisitos do produto.

Analista do Controle da Qualidade APÊNDICE E – Compromisso da Equipe de Viabilidade Data:_______________ Cliente:_______________ Nome da Peça:___________________ Número da Peça:_______________ Considerações de Viabilidade Nossa equipe de planejamento da qualidade do produto considerou as seguintes questões. Todas as respostas “não” são suportadas com comentários anexados identificando nossas preocupações e/ou mudanças propostas a nos habilitar em reunir todos os requisitos especificados. não planejado ser todas inclusas. SIM NÃO CONSIDERAÇÃO O produto está adequadamente definido (requisitos de aplicação.33? 109 . etc. em desempenhar uma avaliação de viabilidade.) em reunir avaliação de exeqüibilidade? Especificações de Desempenho de Engenharia podem ser reunidas como escrito? O produto pode ser manufaturado para tolerâncias especificadas sobre desenho? O produto pode ser manufaturado com Cpk’s que reuna os requisitos? Existe capacidade adequada para produzir o produto? O projeto permite o uso de técnicas de manuseio de material eficientes? O produto pode ser manufaturado sem incorrer qualquer não usual:  Custos para equipamento?  Custos para ferramental?  Métodos de manufatura alternativo? Controle estatístico do processo é requerido sobre o produto? Controle estatístico do processo é atualmente usado sobre produtos similares? Onde o controle estatístico do processo é sobre produtos similares:  Os processos estão sob controle e são estáveis?  Cpk’s são maiores que 1. Os desenhos e/ou especificações fornecidas têm sido usadas como uma base para analisar a habilidade em reunir todos os requisitos especificados.

Analista do Controle da Qualidade Conclusão Viável Produto pode ser produzido como especificado sem revisões Viável Mudanças recomendadas (veja anexo) Não Viável Revisão de projeto requerida para produzir produto dentro dos requisitos especificados Assinaturas Membro da equipe/ Título/ Data Membro da equipe/ Título/ Data Membro da equipe/ Título/ Data Membro da equipe/ Título/ Data Membro da equipe/ Título/ Data Membro da equipe/ Título/ Data 110 .

DE CALIBRADORES E EQUIPAMENTOS DE TESTE QUANTIDADE REQUERIDO 111 ACEITÁVEL PENDENTE* .Analista do Controle da Qualidade APÊNDICE F – Sumário e assinatura no Planejamento da Qualidade do Produto DATA:________________ NOME DO PRODUTO:________________________ NÚMERO DA PEÇA:_______________________________ CLIENTE:__________________________________ PLANTA DE MANUFATURA:________________________ 1. ANÁLISE DO SISTEMA DE MEDIÇÃO. CATEGORIA DAS CARACTERÍSTICAS DAS AMOSTRAS DE PRODUÇÃO INICIAL QUANTIDADE CARACTERÍSTICAS POR AMOSTRA AMOSTRAS ACEITÁVEL PENDENTE* DIMENSIONAL VISUAL LABORATÓRIO DESEMPENHO 4. ESTUDO DE CAPABILIDADE PRELIMINAR DO PROCESSO QUANTIDADE REQUERIDO ACEITÁVEL PENDENTE* Ppk . APROVAÇÃO DO PLANO DE CONTROLE (Se requerido) APROVADO: SIM/ NÃO DATA APROVAÇÃO___________ 3.CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS 2.

EMBALAMENTO/ EMBARQUE QUANTIDADE REQUERIDO ACEITÁVEL APROVAÇÃO DO EMBALAMENTO ENSAIOS DE EMBARQUE 7.Analista do Controle da Qualidade CARACTERÍSTICA ESPECIAL 5. ASSINATURAS MEMBRO DA EQUIPE/ CARGO/ DATA MEMBRO DA EQUIPE/ CARGO/ DATA MEMBRO DA EQUIPE/ CARGO/ DATA MEMBRO DA EQUIPE/ CARGO/ DATA MEMBRO DA EQUIPE/ CARGO/ DATA MEMBRO DA EQUIPE/ CARGO/ DATA * REQUER PREPARAÇÃO DE UM PLANO DE AÇÃO PARA IDENTIFICAR PROGRESSO 112 PENDENTE* . MONITORAMENTO DO PROCESSO QUANTIDADE REQUERIDO ACEITÁVEL PENDENTE* INSTRUÇÕES DO MONITORAMENTO FOLHAS DE PROCESSO AUXÍLIOS VISUAIS 6.

Lista de material: Lista total de todos os componentes/ materiais requeridos para manufaturar o produto. e os modos de falha potencial e suas causas/ mecanismos associados tenham sido considerados e endereçados. Sinônimo com o termo Distribuição de Confiabilidade.Glossário Distribuição: Refere-se neste manual como uma parte da Engenharia de Confiabilidade. Análise do Modo e Efeitos da Falha de Projeto (DFMEA): Uma técnica analítica usada por um engenheiro/ equipe responsável de projeto como um meio de assegurar. Projeto para Manufaturabilidade e Montagem: Um processo de engenharia simultânea projetado para otimizar o relacionamento entre função de projeto. Dados de “benchmark”: Os resultados de uma investigação para determinar como os concorrentes e/ou as melhores companhias na categoria conseguem seu melhor nível de desempenho. que a possível amplitude. Matriz de Características: Uma técnica analítica para exposição dorelacionamento etre parâmetros do processo e estações de manufatura. manufaturabilidade e facilidade de montagem. a qual é a designação das metas de confiabilidade de sistema para sub-sistema de tal modo que o sistema completo terá a confiabilidade requerida. 113 .Analista do Controle da Qualidade APÊNDICE H . Revisões de Projeto: Um processo pró-ativo para prevenir problemas e desentendimentos. Lista de Verificação de Informação de Projeto: Uma lista de verificação à prova de erro projetada para assegurar que todos os itens importantes sejam considerados no estabelecimento dos requisitos do projeto.

Quando o modelo matemático está sujeito a cargas conhecidas. Análise de Elementos Finitos: Uma técnica para modelar uma estrutura complexa. 114 . O significado popular é aperfeiçoamento contínuo de todas as áreas de uma companhia não somente de qualidade. A verificação de projeto pode incluir atividades tais como:  Revisão de Projeto  Cálculos alternativo  Testes de desempenho e demonstrações de entendimento  Revisão dos Documentos no Estágio de Projeto antes da execução Durabilidade: A probabilidade que um item continuará a função em um nível de expectativa do Cliente. Exeqüibilidade: Uma determinação que um processo. projeto. o deslocamento da estrutura pode ser determinado. sem requerer revisão ou reconstrução devido à desgaste. Análise dos Modos de Falha (FMA): Um procedimento formal estruturado usado para analisar dados do modo de falha de processos atuais e antecedentes para prevenir ocorrência destes modos de falha no futuro.Analista do Controle da Qualidade Validação de Projeto: Ensaios para assegurar que o produto esteja em conformidade às necessidades e/ou requisitos definidos do usuário. Kaizen: Formada das palavras japonesas Kai e zen onde kai significa mudança e zen significa bom. Verificação de Projeto: Ensaio para assegurar que todas as saídas de projeto reunam os requisitos de entrada do projeto. Múltiplas validações podem ser realizadas se existirem diferentes usos pretendidos. Manutenibilidade: A probabilidade que um sistema falhado pode ser operável em um intervalo especificado ou tempo ocioso da máquina. procedimento ou plano pode ser bem sucedidamente executado no tempo de execução requerido. Validação do projeto segue uma verificação de projeto bem sucedida e é normalmente realizada sobre o produto final sob condições de operação definida. e na vida útil.

Analista do Controle da Qualidade
Embalamento: Uma unidade que fornece proteção e acondicionamento de itens mais
facilidade de manuseio por meios manuais ou mecânicos.

Lista de material preliminar: Uma lista de material inicial completada antecipadamente para o
projeto e liberação de cópias.

Fluxograma Preliminar do Processo: Uma descrição prévia do processo de manufatura
antecipado para um produto.

Análise do Modo e Efeitos da Falha do Processo (PFMEA): Uma técnica analítica usada por um
engenheiro responsável/ equipe de manufatura como um meio de assegurar que, para a
amplitude possível, modos de falha potenciais e suas causas/mecanismos associados tenha
sido considerados e endereçados.

Plano de Asseguramento do Produto: Uma parte do Plano de Qualidade do Produto. É uma
ferramenta de gerenciamento orientada para a prevenção que dirige o projeto do produto,
projeto do processo e quando aplicável, projeto de software.

Teste de Experimentação da Produção: Produto feito usando todas as ferramentas de
produção, processos, equipamentos, ambiente, instalações e tempo de ciclo.

Acompanhamento do Planejamento da Qualidade: Uma revisão e compromisso pela equipe
de Planejamento da Qualidade do Produto de que todos os controles e processos planejados
estão sendo seguidos.
Confiabilidade: A probabilidade de que um item continuará a função em níveis de expectativas
do Cliente em um ponto de medição, sob condições ambientais e ciclos obrigatórios
especificados.

Simulação: A prática de imitar alguma ou todos os comportamentos de um sistema com um
diferente sistema heterogêneo.

Engenharia Simultânea: Um método de simultaneamente projetar produtos e o processo por
manufatura destes produtos, através do uso de equipes multi-funcionais para assegurar a
manufaturabilidade e reduzir o tempo de ciclo.

115

Analista do Controle da Qualidade

Características Especiais: Características de produto ou processo designadas pelo Cliente,
incluindo regulamentos governamentais e de segurança, e/ou selecionados pelo fornecedor
através do conhecimento do produto e do processo.

Sub-sistema: Uma parte maior de um sistema o qual ele mesmo tem as características de um
sistema, usualmente consistindo de vários componentes.

Sistema: Uma combinação de vários componentes ou peças de equipamentos integrados para
desempenhar uma função específica.

Compromisso da Equipe de Exeqüibilidade: Um compromisso pela Equipe de Planejamento da
Qualidade do Produto que o projeto pode ser manufaturado, montado, testado, embalado, e
embarcado em quantidade suficiente em um custo aceitável, e conforme programado.

Plano de Tempo: Um plano que lista tarefas, obrigações, eventos, e tempo requerido para
fornecer um produto que reuna necessidades e expectativas do Cliente.

Engenharia do Valor/ Análise do Valor: Uma aproximação planejada para resolver problemas,
focalizando sobre características específicas do projeto do produto e do processo. A análise do
valor é empregada para aperfeiçoar o valor depois da produção ter começado, e a engenharia
do valor é empregada para maximixar o valor antes de despesas de dinheiro com instalações e
ferramentas.

Voz do Cliente: O Cliente realimenta ambos lados positivo e negativo, incluindo gostos,
desgostos, problemas e sugestões.

Voz do Processo: Dados estatísticos que é realimentação para o pessoal no processo tomar
decisões sobre a estabilidade do processo e/ou capabilidade como uma ferramenta de
aperfeiçoamento contínuo.

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Analista do Controle da Qualidade

Referências Bibliográficas

AIAG – Automotive Industry Action Group ( Grupo de Ação da Indústria Automotiva )

APQP – Planejamento Avançado da Qualidade do Produto ( 2ª edição, de 2008 )

FMEA – Análise dos Modos de Falha e seus Efeitos ( 4ª edição, de 2008 )

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Analista do Controle da Qualidade

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Analista do Controle da Qualidade

FMEA
História
Embora os engenheiros tenham sempre executado análises informais para seus
projetos e processos de fabricação, a primeira aplicação do FMEA foi introduzido
formalmente em meados dos anos 40 com a introdução do padrão militar, como
disciplina deu-se na Indústria Aeroespacial Americana (NASA) em meados dos anos
60, no desenvolvimento do foguete, e serviu bem para enviar o homem a lua. A Ford
Motor Company re-introduziu o FMEA em meados de 1970, para a segurança e
considerações regulamentares após o caso desastroso do modelo “Pinto", também
usou eficazmente para a melhoria de produção e melhoria de projeto . Hoje, o principal
uso e objetivo desta ferramenta é o de auxiliar os Engenheiros e Técnicos a aplicarem
os conceitos de prevenção e melhoria contínua durante o desenvolvimento de um
projeto ou processo. Nos nossos dias observa-se que todos os fornecedores da
indústria automobilística aplicam este método através da norma QS9000. Esta adoção
está iniciando a ser aplicada em outro tipo de indústria como, por exemplo, na
indústria elétrica, eletrônica, transportes, gráficas, entre outras.
A maior parte das pessoas que conhece e usa o FMEA, não o vê como uma
ferramentapoderosa, mas sim como um documento que é preciso fazer de maneira a
cumprir todos os requisitos das auditorias de qualidade, ou as especificações
dos clientes. Fica a impressão de que o FMEA nada mais é do que uma
burocracia na documentação necessária dentro de uma organização, uma vez que
quando da idealização do projeto (seja ele de produto ou de processo),
já tenham identificado os problemas que podem surgir e fazem as correções
necessárias sem precisar ficar “preenchendo papel”. A diferença básica entre este
pensamento e uma aplicação adequada do FMEA é que namaioria das vezes,
as mudanças feitas sem a sistemática definida levam os esforços canalizados
somente para detecção de falhas, sem ser dada a devida importância para
a prevenção das mesmas, que por sua vez, levam a diminuição de ações corretivas,
interinas e adaptativas principalmente para projetos futuros.

119

Analista do Controle da Qualidade
O FMEA (Failure Mode and Effects Analysis) é uma ferramenta que segue uma
Análise sistemática para orientar e evidenciar de forma preventiva as
falhas em potencial dosprodutos e processos em desenvolvimento de
modo que suas respectivas causas sejam analisadas, para que se possam
tomar ações preventivas necessárias, evitandosuas ocorrências, deve ser
desenvolvida através da contribuição do trabalho em equipe.
A formação e o comprometimento da equipe é um componente vital para o sucesso do
FMEA, pois o FMEA é uma ferramenta de prevenção e como tal, depende da
capacidade das pessoas em tentar prever todos os possíveis modos de falha, seus
efeitos e causas que estão vinculados ao processo de desenvolvimento.
É por esta razão que é recomendado o trabalho em equipe para a elaboração dos
FMEA’s, uma vez que várias pessoas que, de alguma forma, estão ou vão estar
Ligadas ao projeto, podem contribuir com idéias e colocações que podem passar
Despercebidas por aqueles que de fato elaboraram os projetos.
O FMEA é um documento vivo que exige revisões constantes para sua atualização.
Sendo assim, faz parte de uma metodologia de melhoria contínua que visa o
aperfeiçoamento contínuo da qualidade dos produtos e serviços oferecidos na
empresa, e também assegura que os métodos de análise serão padronizados e será
criado um histórico de problemas potenciais que podem servir de base pra
desenvolvimentos futuros, interagindo com o planejamento da produção e da
qualidade através dos Planos de Controle.
O Engenheiro Responsável pelo projeto deve promover o envolvimento direto e ativo
de representantes de todas as áreas afetadas. Estas áreas devem abranger, mas não
estão limitadas a: engenharia de produtos, engenharia de manufatura, engenharia de
produção, manufatura, qualidade, assistência técnica, compras, manutenção,
segurança de trabalho e medicina ocupacional (quando for necessário), fornecedores
(quando há desenvolvimento conjunto) e o cliente (no mínimo com informações, caso
não possa estar presente). A decisão de quem deve ser chamado vai depender de
quais as áreas que vão estar com suas operações relacionadas ao projeto e do
momento de desenvolvimento do FMEA.
O FMEA deve ser realizado desde as etapas iniciais de concepção do projeto e deve
estender-se em revisões ao longo do desenvolvimento.
Um dos fatores mais importantes para implantação bem sucedida do FMEA é o seu
posicionamento no tempo. Ele é supostamente uma ação para “antes do evento” e não

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Analista do Controle da Qualidade
um exercício “depois do fato”. Para alcançar maiores benefícios, o FMEA deve ser
efetuado antes que um modo de falha de projeto ou processo seja introduzido ao
produto por razões desconhecidas.
Inicialmente, quando modificações de produto/processo podem ser implementadas
muito mais facilmente, o tempo gasto na execução de um FMEA adequado eliminará
tensões/custos causados por mudanças tardias, uma vez que esta ferramenta pode
reduzir ou eliminar a chance de implantação de mudanças corretivas.
Os clientes do FMEA podem ser externos e são aqueles que sentem os efeitos da
Falha do projeto de forma geral.

A voz do cliente é um recurso muito importante que deve ser levado em consideração
quando da elaboração dos FMEA’s, pois ela pode ajudar a estabelecer as diretrizes a
serem tomadas quando necessário.
A voz do cliente abrange as recomendações, queixas, dados e informações obtidas
Dos clientes que devem ser levados em consideração em todas as etapas do projeto e
fabricação dos produtos.
Para a realização de FMEA deve-se ter sempre em mente que FMEA’s bem feitos
melhoram a qualidade, confiabilidade, segurança, satisfação do cliente, além de prover
documentação e histórico.
O FMEA vem se firmando como uma das ferramentas mais importante no
aprimoramento contínuo da qualidade e na redução de custos de produto, tornando-o
cada vez mais competitivo e desta forma visando atender cada vez mais as exigências
dos clientes. Estudos sobre campanhas (ou Recalls) de produtos provam que um
programa completo de FMEA implementado poderia ter prevenido vários destes
problemas.

Objetivos do FMEA
• Contribuir para a melhoria dos produtos e processos na obtenção de vantagem
competitiva, prevenindo contras fontes potenciais de insatisfação do cliente.
• Levar em consideração a Voz do cliente
• Concentrar esforços na qualidade total, visando a Melhoria Contínua através da
diminuição dos riscos de falha;
• Avaliar o projeto do produto e do processo de fabricação em termos de redução

121

Analista do Controle da Qualidade
de custos e melhoria da qualidade;
• Reduzir o tempo de desenvolvimento dos produtos/processos;
• Desenvolver e manter produtos/processos robustos;
• Incrementar e fortalecer a filosofia de prevenção ao invés da detecção.
• Documentar e divulgar os riscos provenientes do desenvolvimento dos produtos
para servir de base para projetos futuros;
• Avaliar os modos de falhas potenciais e seus efeitos identificando suas causas e
encontrar ações que possam eliminar ou reduzir a chance de sua ocorrência.
• Promover a integração e trabalho multifuncional visando a Engenharia
Simultânea.

Benefícios do FMEA
O principal benefício do FMEA é implantar e fortalecer uma filosofia de prevenção ao
invés de detecção, e entre outros:
• Aumento de confiabilidade, qualidade e segurança do produto/processo;
• Redução do custo e tempo de desenvolvimento dos produtos/processos;
• Critério de planejamento e aplicação seletiva das inspeções, ensaios e controles
necessários;
• Ajudar a alcançar e superar as expectativas dos clientes;
• Documentação do conhecimento tecnológico que a empresa adquire sobre o
produto/processo, tais como “lições aprendidas”;
• Obter uma melhor inter-relação entre a Engenharia de Produto, Engenharia de
Manufatura e Engenharia de Produção, para que se torne possível identificar
simultaneamente potenciais problemas e resolve-los antes que aconteçam;
• Documentação e acompanhamento de ações tomadas com o objetivo de reduzir
riscos.

Resultados do FMEA
Na realização do FMEA deve-se ter sempre em mente que FMEAs bem feitos
melhoram a qualidade, confiabilidade, segurança, e satisfação do cliente, além de
prover documentação e histórico.
O FMEA supostamente é uma ação para “antes do evento” e não um exercício “depois
do fato”. Para alcançar maiores benefícios, o FMEA deve ser efetuado antes que um
modo de falha de projeto ou processo seja introduzido ao produto por razões

122

Analista do Controle da Qualidade
desconhecidas.

Quando deve ser Iniciado um FMEA
Novos projetos, tecnologias ou processos – escopo todo o projeto / processo
Modificações em projeto ou processo – escopo as partes modificadas e suas
interações
Ampliações do local de trabalho – escopo o impacto em todas mudanças no novo local
/ posto de trabalho
Início do Trabalho do FMEA

Formação da equipe do FMEA
• Determinação do Coordenador da Equipe (Líder), que na maioria das vezes é o
próprio responsável pelo processo/projeto;
• Determinação dos outros membros da equipe;
• Escolha do Redator;
• Definição do Controlador do Tempo;
• Definição dos objetivos da equipe;
• Determinação de regras e diretrizes para a equipe.
• Coleta de dados necessários para a elaboração dos FMEAs tais como desenhos
relevantes e outros FMEAs, sejam eles de projetos similares ou de etapas
anteriores. (No caso da Engenharia de Manufatura, seria o FMEA do projeto e
no caso da Engenharia de Produção, seriam os FMEAs vindos da Engenharia
de Produto e da Engenharia de Manufatura).
• Logística (sala adequada, software, mapão do FMEA, etiquetas adesivas,
canetas, etc.).

Limite de Análise do FMEA
O limite de análise do FMEA é um consenso da equipe que irá fazer o FMEA a
Respeito do escopo que será tratado para os tópicos em questão.
Dessa forma, deve ser definido o que será incluído ou excluído do contexto das
discussões, para que a equipe não se “perca” abrangendo tópicos
irrelevantes ou que “vão além” da análise que deve ser realizada.
FMEA de Projeto

123

Analista do Controle da Qualidade

• É uma técnica analítica usada fundamentalmente pela equipe responsável pelo
projeto, com a finalidade de assegurar que, na extensão possível, os modos de
falha potenciais e suas causas/mecanismos sejam considerados e abordados.
• Deve ser iniciado antes ou na finalização do conceito do projeto
• Deve ser continuamente atualizada de acordo com as alterações ocorridas ou
através de informações adicionais obtidas durante todas as fases de
desenvolvimento do produto

Objetivos do FMEA de Projeto
• Ajudar a identificar Modos de Falha Potenciais de produto na fase de
desenvolvimento, antes da liberação dos desenhos;
• Ajudar a identificar Características Especiais em potencial que serão
confirmadas no FMEA de processo;
• Ajudar a identificar possíveis problemas relacionados a itens de segurança e que
afetam regulamentações governamentais do produto para que possam ser
resolvidos ainda nessa etapa;
• Ajudar a avaliar objetivamente os requisitos e alternativas do projeto,
estabelecendo prioridades para ações de melhoria;
• Documentar o raciocínio por trás das mudanças do projeto, para direcionar o
desenvolvimento de futuras alterações do produto;
• Prover documentação adequada para desenvolvimento de futuros projetos;
• Buscar soluções alternativas para o projeto utilizando os conceitos de DFA
(Design for Assembly) e DFM (Design for Manufacturing).

Aplicação do FMEA de Projeto
O FMEA é uma ferramenta que deve ser aplicada durante o desenvolvimento do
projeto. Tal análise é efetuada dividindose o produto em níveis de complexidade como
sistemas, subsistemas, subconjuntos e componentes.

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Analista do Controle da Qualidade
FMEA de SISTEMA
Um sistema pode ser considerado como sendo constituído por vários subsistemas
Exemplo: Bicicleta

FMEA de Subsistema
Um subsistema é um subconjunto de um sistema maior.

FMEA de Componente
FMEA de componente é geralmente focada no subconjunto de um subsistema.

125

Se a função tiver mais de um requisito. bem como a Voz do Cliente e falhas em itens similares. É também recomendável recorrer a FMEAs anteriores. é altamente recomendado que cada um destes requisitos e funções sejam listados separadamente. ou seja. garantia. é recomendável listar as funções separadamente. é a forma pela qual o item deixa de atender os requisitos do projeto e/ou as expectativas do cliente. A função do produto deve ser indicada de forma tão concisa quanto possível e. relatórios de problemas e ensaios de qualidade. ou seja. “a atividade ou uso para qual o objeto se destina”. Uma função deve: Estar no verbo no infinitivo + substantivo Incluir Especificações de desempenho desejadas e seus respectivos números Incluir condições de operação especiais mensuráveis Definição de Requisito no FMEA de Projeto Cada uma das funções deverá (ão) ser analisadas com base nos requisitos do cliente e na discussão da equipe. Há dois tipos de abordagens que podem ser derivadas da análise dos modos de falha. Se o item tiver mais de uma função com diferentes modos de falhas potenciais. mesmo que tais condições ocorram somente em situações excepcionais. devem ser incluídas informações relativas às especificações e ao ambiente em que o sistema deve operar (condições especiais).Analista do Controle da Qualidade Definição de Função no FMEA de Projeto A função do item em estudo expressa a necessidade que o item precisa satisfazer. com diferentes modos de falha potencial. alguns questionamentos auxiliam na identificação de possíveis modos de falhas dentro da abordagem funcional : 126 . Dado um determinado item. além disso. com sua(s) função (ões) já explicitada. Devem-se levar em conta todos os tipos de falha possíveis. Definição de Modo de Falha no FMEA de Projeto O modo de falha é definido pela maneira como a falha se manifesta. durabilidade e confiabilidade. Todas as condições que podem ser imaginadas (como condições ambientais e condições de uso) devem ser alvas de análises de modos de falha. A abordagem funcional normalmente apresenta os modos de falha como problemas de funcionamento do produto em relação à função que deveria executar. A abordagem funcional e a abordagem física.

Neste outro tipo de abordagem. que por sua vez é aquela que deve ser considerada no preenchimento do FMEA de Projeto. • Achatado • Frouxo • Com vazamento • Amassado • Entupido • Oxidado • Curto-circuito • Descolorado • Trincado • Sem sinal • Solto • Infiltração de água • Amolecido • Sinal Intermitente • Enfraquecido • Suporte Inadequado • Rasgado • Arranha ao engatar • Deformado • Desvio de posição Outro fato que pode ser observado. é possível chegar à abordagem física. os Modos de Falhas são expressos em termos físicos.Analista do Controle da Qualidade • Como é a função não realizada? • Como é a função realizada apenas parcialmente? • Como é a função realizada apenas de vez em quando? • Como é a função realizada degradadamente? • Como é a função realizada exageradamente? A partir da abordagem funcional. é que a abordagem física está mais próxima da causa do modo de falha como a abordagem funcional está mais próxima do efeito do mesmo: Exemplos de efeitos de falhas: • Ruído • Inoperância • Aparência Degradada • Barulho • Vazamentos • Operação Incorreta • Aspereza • Odor Desagradável • Operação Intermitente • Não Conformidade à Legislação 127 .

O índice de severidade é a classificação associada ao efeito mais grave para um dado modo de falha. Performance. A tabela a seguir mostra critérios de avaliação sugeridos para classificar os efeitos. 128 .Analista do Controle da Qualidade Índice de Severidade no FMEA de Projeto A severidade é uma estimativa da gravidade dos efeitos da falha com relação a: •Insatisfação do cliente •Custo para a empresa. •Riscos de segurança pessoal do usuário •Desobediência às regulamentações governamentais A redução do índice de classificação da severidade somente pode ser realizada Através de uma alteração de projeto. A severidade deve ser estimada em uma escala que vai de 1(um) a 10(dez). •Imagem da empresa. Outros Sistemas.

Essa classificação servirá de base para a determinação dos itens a serem controlados nos Planos de Controle saídos do FMEA de Processo. NOTA 2: Severidade com classificação 1(um). Não são normalizados neste documento os símbolos de característica especial de produto ou processo. Assim. se o Índice de Severidade for 9 (nove) ou 10 (dez). 129 . Classificação no FMEA de Projeto Para classificar as características no FMEA de Projeto. a característica será critica de segurança em potencial. Recomenda-se utilizar o símbolo para denotação das Características Críticas/Segurança em potencial. deve-se levar em consideração qualquer característica especial do produto. Se o item em questão afetar a segurança ou desrespeitar regulamentações governamentais. pois seu uso são direcionados por política específica da organização. este terá que ser classificado como item de segurança egurança em potencial. não deveriam ser mais analisados.Analista do Controle da Qualidade NOTA 1: Não é recomendado modificar os valores 9 e 10 do critério de classificação.

confiabilidade) para estimar a taxa esperada de ocorrência comparável para a aplicação 130 . através de uma alteração no projeto ou no processo. Na determinação desta probabilidade/estimativa. subsistema ou sistema? • Foi utilizada uma análise de engenharia (ex. subsistemas ou sistemas similares? • O componente é completamente novo? • A aplicação do componente foi alterada? • Quais as modificações no ambiente? • Controles preventivos foram colocados em prática? • Foi utilizada alguma análise de engenharia para estimar a taxa de ocorrência comparável estimada para esta aplicação? • O componente é radicalmente diferente de um componente de um nível anterior? • O componente é proveniente ou similar ao nível anterior de componente. A classificação da ocorrência deve variar de uma escala de 1(um) a 10(dez).Analista do Controle da Qualidade Índice de Ocorrência no FMEA de Projeto O índice de ocorrência é a probabilidade de que um mecanismo/causa especifica venha a ocorrer e a ocasionar o modo de falha considerado. A única forma de reduzir efetivamente o índice de ocorrência é prevenindo ou controlando as causas / mecanismos do modo de falha. questões como as mostradas abaixo devem ser consideradas: • Qual é a experiência histórica de campo com componentes.

Controles atuais (ex.Prevenção: 131 . testes de protótipos. A equipe deveria sempre estar focada em melhorar os controles de projeto: por exemplo.Analista do Controle da Qualidade Controles atuais do projeto Liste as atividades de prevenção. estudos matemáticos. projeto tipo falhou/ acionou tal como uma válvula de alívio de pressão. teste de frota) são aqueles que são usados ou tem sido usado no mesmo projeto ou em projetos similares. ensaios de laboratório. validação / verificação do projeto (VP). etc. análises críticas de viabilidade. criando novos sistemas de ensaios em laboratório ou criando novos sistemas de algoritmos de modelagem. análises críticas de projeto. testes de rodagem. ou outras que estão sendo completadas ou comprometidas e aquelas que assegurarão a adequação do projeto para o modo de falha e/ ou causa/ mecanismo sob consideração. Existem dois tipos de Controles do Projeto a considerar: .

tanto por métodos analíticos ou físicos. Detecção é um índice relativo.Detecção: Detectar a causa/ mecanismo da falha ou o modo de falha. antes do item ser liberado para produção. desde que eles sejam incorporados como parte do objetivo do projeto.Analista do Controle da Qualidade Prevenir a ocorrência da causa/ mecanismo de falha ou de modo de falha. Índice de Detecção no FMEA de Projeto Detecção é a classificação associada com o melhor controle de detecção listado no controle de projeto. . e / ou verificação) tem de ser melhorado O índice de detecção no FMEA de Projeto pode variar de 1(um) a 10(dez) e os Critérios de avaliação sugeridos para classificação da detecção podem ser vistos na tabela a seguir: 132 . ou reduzir a sua taxa de ocorrência. Os índices iniciais de detecção serão baseados nos controles de projeto que também detectam a causa / mecanismo da falha ou detectam o modo de falha. geralmente o planejamento do controle de projeto (por exemplo: atividades de validação. Os índices iniciais de ocorrência serão afetados pelos controles de prevenção. se possível. Para alcançar um índice menor. A abordagem preferencial é primeiramente usar os controles de prevenção. dentro do escopo da FMEA individual.

Analista do Controle da Qualidade Número de Prioridade de Risco (NPR) O Número de Prioridade de Risco (NPR) é o produto dos índices de Severidade. Não existe um valor limite para a análise dos NPRs. ou seja. Para o cálculo. utiliza-se o maior índice de Severidade. o índice de Ocorrência e o índice de Detecção. Ocorrência e Detecção. não é recomendável 133 .

em geral. independentemente do NPR resultante. Esta análise deve ser baseada de acordo com as prioridades encontradas e a disponibilidade de tempo que a equipe tem para tomar as ações correspondentes. Nota: Na prática. 134 .Analista do Controle da Qualidade que se utilize parâmetro mínimo para levar em consideração (tomar ações preventivas) os fatores em questão. atenção especial deve ser dedicada quando a severidade é elevada (Problemas que afetam a segurança ou regulamentações governamentais).

O objetivo do FMEA de Processo é identificar ao longo do fluxo produtivo. promovendo desta forma uma abordagem de equipe. 135 . os riscos de falhas que um produto possa apresentar devido ao seu processo. ou seja. na extensão possível. O FMEA deve ser visto como parte integrante deste desenvolvimento. mas que estão sendo realizados com nova tecnologia.Analista do Controle da Qualidade FMEA de Processo É uma técnica analítica usada fundamentalmente pela equipe responsável pela manufatura/montagem. para assegurar que todas as falhas em potencial e suas respectivas causas sejam analisadas e ações preventivas necessárias sejam tomadas. A FMEA começa pelo desenvolvimento de uma lista do que o processo é esperado a fazer ou esperado a não fazer. No desenvolvimento da FMEA de processo o responsável deve envolver direta e ativamente representante de todas as áreas envolvidas. O FMEA de processo deveria começar com um fluxograma do processo global. • Processos existentes. Momento para Elaboração do FMEA de Processo Os FMEA’s (Projeto e Processo) devem ser elaborados simultaneamente ao desenvolvimento do Projeto/Processo. os modos de falha potenciais e suas causas/mecanismos sejam considerados e abordados. com a finalidade de assegurar que. • Processos existentes. A FMEA de processo deveria ser um catalisador para estimular a troca de idéias entre as áreas envolvidas. o objetivo do processo. mas que estão passando por aperfeiçoamento. Quando o FMEA de Processo deve ser aplicado O FMEA de Processo é uma ferramenta usada por Engenheiros e Técnicos durante o desenvolvimento de um processo. O FMEA de Processo se aplica a: • Novos processos.

• Identifica as causas potenciais de falhas do processo de manufatura ou montagem e as variáveis que deverão ser controladas para redução da ocorrência ou melhoria da eficácia da detecção das falhas. • Ajudar na análise de um novo processo de montagem ou fabricação • Identificar modos de falhas relativos ao produto / processo e avaliar seus efeitos sobre o cliente. • Identificar variáveis de processo nas quais serão focalizados controles para redução de índices de ocorrências ou detecção das condições de falha.Analista do Controle da Qualidade Objetivos do FMEA de Processo • Identifica as funções e requisitos de processo. • Identificar características especiais e ajudar na estruturação dos planos de controle e controles especiais a serem adotados • Estabelecer prioridades para ações de melhoria do processo • Documentar o raciocínio das mudanças de processo para dirigir o desenvolvimento de futuros processos de montagem ou fabricação 136 .

Analista do Controle da Qualidade 137 .

138 .Analista do Controle da Qualidade Exemplo: Índice de Severidade no FMEA de Processo A seguri tabela de severidade do FMEA de Processo.

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Analista do Controle da Qualidade Índice de Ocorrência no FMEA de Processo Índice de Detecção no FMEA de Processo 140 .

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caso sua classificação de severidade seja 9 ou 10. Responsável do processo – O nome do responsável pelo processo em questão 6.O número da página em questão e o número total de páginas deste FMEA. 10. Data chave – É a data correspondente ao Job#1. Efeito potencial da falha – Todos os efeitos potenciais das falhas devem ser descritos. cujo índice de ocorrência seja maior ou igual a quatro e o índice de severidade estiver entre 5 e 8. Severidade – O índice de severidade para cada um dos efeitos encontrados no campo anterior devem ser listados neste campo. 12. Função do processo/requisitos – As funções do processo e seus respectivos requisitos devem ser colocados neste campo conforme explicações anteriormente vistas no curso. representando as características significativas. 15. Página_de_ . Emitente – O nome da pessoa responsável pela emissão do FMEA deve ser colocado neste campo. deverão ser colocados os símbolos caso o item seja de segurança ou afete regulamentações governamentais. FMEA nr. 7. etc. 8. 5. 14. (Ex. Participantes do grupo – Todos os participantes do grupo e suas áreas correspondentes devem ser listados. ou seja. Peça afetada – Este campo deve ser preenchido com dados relativos à peça que passa pelo processo em questão.Analista do Controle da Qualidade 1. Modo potencial da falha – Os modos de falhas potenciais devem ser descritas. 11. Evento – Este campo deve ser preenchido com a razão pela qual está sendo realizado o FMEA. 4. 9. 13.: Alguns formulários não aceitam um 143 . aquisição de novo equipamento. – O número do FMEA deve ser anotado. isto é. (Obs. Também deve ser colocado um S. Classificação – Neste campo. Data emissão – A data de emissão do FMEA deve ser colocado neste campo.) 3.: Produto novo. Item/área – Este campo deve ser preenchido com o item ou a área os quais será feito o FMEA de Processo. 2.

25. 16. principalmente o acontecimento dos modos de falhas. ocorrência e detecção 21. ou seja. Tal classificação varia de 1 a 10. Ocorrência – O índice de ocorrência de cada modo de falha em potencial 18. 19.Ações tomadas e data efetiva – Neste campo são tomadas de fato e a data efetiva das mesmas. N. 24. Ações preventivas recomendadas – Neste campo devem ser listadas as ações preventivas recomendadas.P. – É o índice de risco potencial.Controles a serem implantados para as prevenções do modo de falha. Causa(s) potencial(is) mecanismo(s) de falha – Este campo deve ser s de falha (causas primárias) e/ou os preenchido com as causas potenciai mecanismos de falha.Detecção – O índice de detecção de cada modo de falha em potencial. 144 . é o produto das classificações da severidade.índice de severidade 9 ou 10).27.Analista do Controle da Qualidade S (Sim) ou N (Não) se o item for de segurança ou não. ocorrencia e detecção para baixar o N. 22.R.P. 20.R e atingir a pontuação desejada.26. Novas pontuações para os indices de severidade. 17. Responsabilidade pela ação recomendada e data de conclusão 23.

Analista do Controle da Qualidade MSA  Definições aplicáveis à análise do Sistema de Medição  Analisando um Sistema de Medição: - objetivos - variação conhecida  Implementando os estudos - requisitos da ISO /TS 16949:2002 - passo-a-passo  Erros comuns verificados em auditorias 145 .

operações.Analista do Controle da Qualidade - Exemplos  Estudos (segundo manual do AIAG / MSA ) - o que cada um mede - Condução  Sistemas de medição  Conjunto de instrumentos. dispositivos. padrões. ambiente e premissas usado para quantificar uma unidade de medida ( polegadas. É o processo completo usado para obter medições 146 . métodos. pessoal. gramas.etc) ou estabelecer avaliação para a característica que está sendo medida. software.

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Analista do Controle da Qualidade 1) Seleção das Peças Selecionar aleatoriamente cinco peças cujas medidas cubram a faixa de utilização do equipamento de medição. 2) Medição de referência ( X ) 166 .

de peças e m = n°.  Linearidade: condução ( continuação ) Onde.  Linearidade: condução ( continuação ) 3) Coleta de dados Escolher um dos operadores que normalmente utilizam o equipamento de medição e medir várias vezes ( m ≥ 10 ). a linha de “tendência = 0 ” deve estar inteiramente contida na faixa de confiança da linha de melhor ajuste. 8) Análise dos numérica resultados Se a análise gráfica indica que a linearidade do sistema de medição é aceitável. de medições 7) Critério de aceitação Para a linearidade do sistema de medição ser aceitável. LI = limite inferior e LS = limite superior g = n°.Analista do Controle da Qualidade Medir cada peça com equipamento de precisão para determinar seu valor de referência. caso não conheça o valor padrão. 4) Cálculo da tendência ( Y ) Calcular a média das medições ( X ) e tendência média para cada padrão. então a seguinte hipótese deve ser verdadeira: 167 .

Analista do Controle da Qualidade  Linearidade : Exemplo conceitual (linearidade não aceitável) Desvio 1 0 -1 2 3 4 5 6 7 8 9 Valores de referência Intervalo de confiança Reta ajustada 168 10 .

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Analista do Controle da Qualidade  Repetitividade: definição  Variação das medições obtidas com • mesmo equipamento de medição • várias vezes • por um mesmo avaliador • na mesma característica • na mesma peça  Repetitividade: definição  Verifica se a variabilidade do sistema de medição é consistente  Fontes de erro : 1) próprio equipamento 2) variação da posição da peça no equipamento  As duas fontes podem ser representadas pelas amplitudes das medições  Por isso pode ode ser demonstrada pela carta das amplitudes (R)  Repetitividade: condução  Utilizar a mesma metodologia do Controle Estatístico de Processo (CEP) ( 170 .

σe) 171 .Analista do Controle da Qualidade  Elaborar a carta de amplitudes (R) para análise  Calcular o desvio padrão (σe)  Calcular a repetibilidade para 99% das medições em uma distribuição normal (5.15.

a média das leituras entre operadores vai diferir  Por isso ser demonstrada pela carta das médias () 172 .Analista do Controle da Qualidade  Reprodutibilidade: definição  Variação da média das medições obtidas com  mesmo equipamento de medição  várias vezes  por diferentes avaliadores  na mesma característica na mesma peça  Reprodutibilidade: definição  Verifica se a variabilidade entre operadores é consistente  Fonte de erro : • desvio adicionado pelo avaliador  Se um desvio (além daquele do equipamento) existe.

Analista do Controle da Qualidade  Reprodutibilidade : condução  Utilizar a mesma metodologia do Controle Estatístico de Processo (CEP)  Elaborar a carta de médias () para análise  Calcular o desvio padrão (σo)  Calcular a reprodutibilidade para 99% das medições em uma distribuição normal (5.  Reprodutibilidade: variação peça-a-peça  Um sistema de medição é considerado adequado se:  a maioria das médias das peças cai fora do limites e  os pontos fora coincidem entre os operadores 173 .15. muitas médias cairão fora destes limites  Se nenhuma cai. a variação entre peças está escondida dentro da variação do sistema de medição (repetibilidade)  Se as peças são as que representam o processo. então o sistema de medição é inaceitável para analisar o processo. deve-se subtrair σe (fração devida ao equipamento)  Reprodutibilidade: variação peça-a-peça  Pode ser verificada na carta de médias  Calculando-se os limites da carta baseado na repetibilidade (amplitudes).σo)  Nota : para obter σo puro.

no mínimo. – – PV deveria eria significar. PV = 5.15 x (Rp/ d2). 50% da variação total do sistema de medição. R&R : Estudo em conjunto – – Três técnicas mais utilizadas: – Amplitudes – Médias e Amplitudes – ANOVA Todas são sujeitas ao pré-requisito de estabilidade estatística (estudo de estabilidade) – – R&R : método das amplitudes – Só provê uma aproximação da variação – Não a decompõe em repetibilidade e reprodutibilidade 174 .Analista do Controle da Qualidade  Reprodutibilidade: variação peça-a-peça peça – Calculada pela amplitude entre as médias (Rp) dividido pela constante d2 e multiplicada por 5. ou seja.15 (99% da distribuição normal).

utiliza-se : – 10 peças – 2 ou 3 avaliadores – medir cada peça 2 ou 3 vezes  R&R : método das médias e amplitudes  1) Análise gráfica • Elaborar cartas de controle ( & R. 175 . R&R : método das médias e amplitudes – Determina a repetibilidade. • Se não.amplitudes). detectar e eliminar causas especiais. • Todos os pontos dentro dos limites da carta das médias significa que os avaliadores são consistentes. reprodutibilidade. normalmente – 2 avaliadores – 5 peças – 1 medição cada. mas não a interação entre elas – O método de ANOVA determina a interação entre equipamento e avaliador – O método  & R é sugerido quando não há auxílio de um computador – Quando há deveria ser utilizado método de ANOVA R&R : método das médias e amplitudes – Normalmente.Analista do Controle da Qualidade – – – Utiliza. Só considerar pontos fora dos limites (não são dados ordenados. • A área dentro dos limites de controle representa a sensibilidade da medição. não se pode analisar tendências). com limites) • Analisar se o sistema de medição está sob controle (carta R.

Se não. Mais de 50% das médias devem estar fora dos limites (carta ). •  R&R : método das médias e amplitudes 1) Análise gráfica • Vários outros métodos gráficos podem ser utilizados: – Carta de erros – Gráfico seqüencial – Carta normal individualizada – Gráfico de Whiskers – X-Y das médias por tamanho – comparação X-Y –  R&R : método das médias e amplitudes 2) Análise numérica – Existem várias planilhas disponíveis para fazer os cálculos – Considerações importantes. TV): – repetibilidade (EV) 176 . Identifique-a e elimine-a. o sistema não é adequado para controle de processo.Analista do Controle da Qualidade • Avaliar se o sistema de medição detecta as variações peça-a-peça. • Repetir ou descartar qualquer leitura com amplitude maior que o Limite Superior de Controle (LSCR) • Trata-se de uma causa especial.  R&R : método das médias e amplitudes 2) Análise numérica – Estima-se a variação e o percentual da variação do processo: • Sistema de medição (variação total.

substitua TV pela tolerância ÷ 6 (aproximação para tolerância = 6 desvios padrão) • Tanto a Variação Total (TV) quanto a tolerância pode ser usada. dependendo da utilização pretendida para o sistema de medição e dos desejos do cliente. etc • % R&R > 30% = não aceitável.Analista do Controle da Qualidade – reprodutibilidade (AV) – variação peça-a-peça (PV) –  R&R : método das médias e amplitudes 2) Análise numérica – A soma dos percentuais consumidos por cada fator não é igual a 100% – R&R é dado por • R&R = (EV2 + AV2)1/2 • %R&R = 100 (R&R/TV) •  R&R : método das médias e amplitudes 2) Análise numérica • Se a análise é baseada na tolerância ao invés da variação do processo (TV). necessita correções • 177 . dependendo de custo. importância. •  R&R : método das médias e amplitudes 2) Análise numérica – Critério de aceitação (mais utilizado): • % R&R < 10% = sistema aceitável • 10% < %R&R < 30% = pode ser aceitável.

possíveis causas: • equipamento necessita manutenção • dispositivo necessita ser redesenhado para ganhar rigidez • fixação dos instrumentos precisa ser melhorada 178 . • A análise gráfica também é similar. • A análise numérica decompõe as fontes de variação. adicionando-se gráficos de interação. •  R&R : todos os métodos Análise dos Resultados  Se EV (repe) >> AV (repro).Analista do Controle da Qualidade – – R&R : método de ANOVA – ANOVA = Análise de Variância (analysis of variance) – A variação pode ser decomposta em 4 categorias: peças • avaliadores • interação entre peças e avaliadores • replicação do erro devido ao equipamento (repetibilidade) R&R : método de ANOVA – – • Desvantagens: • requer maior número de cálculos • requer que o usuário tenha um maior grau de conhecimento para interpretar os resultados R&R : método de ANOVA – Orientações gerais: • O método de coleta de dados é importante • Podem ser coletados utilizando o formulário do método de médias e amplitudes.

Analista do Controle da Qualidade • muita variação da própria peça  R&R : todos os métodos Análise dos Resultados  Se AV (repro) >> EV (repe) . possíveis causas: • avaliador precisa ser melhor treinado (realização da medição e leitura) • leitura do equipamento não é clara  pode ser necessário um dispositivo para o avaliador utilizar o equipamento 179 .

padrões visuais) que resultam em mais categorias não são cobertos pelos estudos a seguir.  O mais comum destes é o dispositivo passa/não-passa passa/não passa (dois resultados possíveis).Analista do Controle da Qualidade  Sistemas por Atributo : definição  O valor medido é um de um número finito de categorias. ex. poss  Outros dispositivos (p. 180 .

Edição – versão Português 181 . Guia para a expressão da incerteza de medição – 2ª. Edição – versão Português 2. Manual do MSA 3ª.Analista do Controle da Qualidade Bibliografia 1.

Analista do Controle da Qualidade 182 .

Quais evidências I requisitos. 183 . você exigiria de seus fornecedores? Esteja preparado para apresentar.Analista do Controle da Qualidade Processo de Aprovação de Peça de Produção – PPAP 4ª EDIÇÃO Introdução Considere que você é responsável pela validação de materiais comprados de sua organização.

O propósito do PPAP é determinar se todos os registros de projetos de engenharia e requisitos específicos do Cliente são corretamente compreendidos pelo fornecedor e que o processo tem o potencial para produzir produtos que satisfazem de forma constante estas exigências durante um período de produção real a uma taxa de produção cotada. A palavra "deveria" indica recomendação. Os parágrafos marcados "NOTA" são para orientação de entendimento ou para esclarecer o requisito associado. A palavra "deve" que aparece em uma NOTA é apenas para orientação. 184 . valem os termos definidos na Iso/Ts 16949 e no glossário do PPAP. Abordagem O termo "deve" indica os requisitos obrigatórios.Analista do Controle da Qualidade Propósito Processo de Aprovação de Peças de Produção (PPAP) define requisitos genéricos para aprovação de peças de produção. incluindo materiais a granel e de produção. Para os propósitos do PPAP.

Nota 1: Veja os requisitos específicos do cliente para informações adicionais. Esta dispensa pode ser dada apenas por um representante autorizado do cliente. Nota 3: Para uma organização ou um fornecedor requerer uma dispensa. materiais de produção. Nota 4: Peças de catalogo são identificadas ou pedidas através de especificações funcionais ou por normas reconhecidas da indústria. ou materiais a granel. a menos que dispensado por um representante oficial do cliente. 185 .Analista do Controle da Qualidade Aplicabilidade O PPAP deve ser aplicado a instalações da organização. Para materiais a granel. peças originais para serviços. Todas as questões sobre PPAP devem ser endereçadas ao representante autorizado do cliente. deve atender aos requisitos do PPAP. Uma organização que fornece peças padronizadas de catálogo ou peças originais para serviços. internas e externas. o PPAP não é requerido a menos que seja solicitado por um representante autorizado do cliente. que fornecem peças de produção. deve contatar o representante autorizado do cliente. Nota 2: Um cliente pode formalmente dispensar requisitos do PPAP para uma organização.

Analista do Controle da Qualidade Cronograma do Planejamento da Qualidade do Produto Conceito / Aprovação Início / do Programa Protótipo Piloto Lançamento Aprovação Planejamento Planejamento Projeto e desenvolv. Projeto e desenvolvimento Validação do Produção Análise da retroalimentação e ação corretiva Planejar e Definir Verificação do Verificação do Validação do Avaliação da o Programa Projeto e Projeto e Produto e Retroalimentação e Desenvolvimento Desenvolvimento Processo Ação do Produto do Processo 186 Corretiva .

Requisitos Específicos do Cliente 18. Registros de Resultados de Material/Desempenho 11. Amostra Padrão 16. Estudos Iniciais de Processo 12. Amostra de Peças de Produção 15. são oriundos do Planejamento da Qualidade do Produto (APQP). Identifique para cada requisito do quadro abaixo. Documentação de Laboratório Qualificado 13. FMEA de projeto (DFMEA) 5. Relatório de Aprovação de Aparência (AAR) 14. FMEA de Processo (PFMEA) 7. Fluxograma do Processo 6. Aprovação de engenharia do Cliente 4. qual fase do APQP gera este requisito. Auxílios de Verificação 17. Plano de Controle 8. Referência da Requisitos para Aprovação de Peça Fase do APQP 1. Estudos de Análise do Sistema de Medição (MSA) 9. Alteração de documentos autorizada pela engenharia 3.Analista do Controle da Qualidade Requisitos do Processo PPAP Os requisitos do processo do PPAP. Resultados Dimensionais 10. Certificado de Submissão de Peça (PSW) 187 . Registros de projeto de produto 2.

ou cor não fornecida anteriormente para o cliente específico). 4. uma nova peça ou produto (ex.Analista do Controle da Qualidade Seção 1 – Generalidade 1. especificações ou materiais. correção de uma discrepância na peça submetida anteriormente.1 Submissão do PPAP A organização deve obter aprovação do representante autorizado do cliente para: 1. Nota: Se existir qualquer questão sobre a necessidade do PPAP. qualquer situação requerida na seção. 3. 188 . 2. contate o representante autorizado do cliente. uma peça específica. produto modificado por uma modificação de engenharia nos registros de projeto.

podem ser usados para estimar os estudos iniciais de capabilidade de processo ou de performance de um produto novo ou similar. processo. ferramenta ou modelo. medidores. Para materiais a granel. Nota: Para material a granel. cada posição de uma matriz de cavidade múltipla. a menos que o representante da qualidade autorizado do cliente especifique outra coisa.Requisitos do Processo PPAP 2.1 Corrida Significativa de Produção Para peças de produção. produto para PPAP deve ser tomado de uma corrida de produção significativa. devem ser medidas e peças representativas testadas. um plano de contenção pode ser colocado em prática até que exista uma produção suficiente que demonstre capabilidade ou performance. a menos que especificado de outra forma pelo cliente.: linha de montagem duplicada e/ou célula de trabalho. Peças de cada processo de produção. molde. Esta corrida de produção deve ter de uma a oito horas de produção e com a quantidade específica da produção de um total mínimo de 300 peças consecutivas.Analista do Controle da Qualidade Seção 2 . ex. 189 . Nos casos onde não existem históricos de produção de um produto similar. na taxa de produção. Esta corrida deve ser manufaturada no local da produção. A amostra submetida deve ser conduzida de forma a assegurar que representa o "estado constante/médio/estável" de operação do processo. os históricos de produção dos produtos correntes. ou uma nova tecnologia seja aplicada. nenhum número específico de peças é requerido. materiais. e operadores do ambiente de produção. usando o ferramental.

2. 2.1 à 2. A organização deve também atender todos os requisitos específicos do cliente aplicáveis ao PPAP.18). Nota 2: Um único registro de projeto pode representar múltiplas peças ou configurações de montagem. 190 .2 Requisitos do PPAP A organização deve atender todos os itens especificados nos requisitos do PPAP relacionados a seguir (2. deve existir apenas um registro de projeto. dimensionamento geométrico e de tolerâncias [GD&T]. a organização deve produzir uma cópia em papel (por exemplo. figuras. dados matemáticos de CAD/CAM. por exemplo. Nota 1: Para qualquer produto. Se os registros de projeto estiverem em formato eletrônico. desenhos) para identificar medidas feitas. incluindo registros de projeto para componentes ou detalhes. Se alguma especificação da peça não puder ser atendida.1. e deve contatar o representante autorizado do cliente para que ele esteja de acordo com a determinação das ações corretivas apropriadas. Registro de Projeto A organização deve possuir os registros de projeto para os produtos/peças vendáveis. a organização deve documentar seus esforços para solucionar o problema.Analista do Controle da Qualidade 2. Peças de produção devem estar de acordo com todos os registros de projeto do cliente e especificações (incluindo seguranças e requisitos regulamentares). O registro de projeto pode fazer referência a outros documentos que farão parte do registro de projeto.2. independente de quem seja responsável pelo projeto.2. peça ou componente vendável. Requisitos de PPAP de material a granel são definidos por um check list completo de Requisitos para Material a Granel.

Nota 4: Para peças identificadas como peças de catálogo. Se resultados dimensionais não se aplicam. 2.com/index. Nota 3: Para peças identificadas como "black box" (caixa preta).mdsystem. OlMOS está disponível no site http://www.2 Marcações de Peças Poliméricas Onde aplicável. o registro de projeto pode incluir a identificação da matéria prima. Os seguintes critérios de peso devem determinar se o requisito de marcação é aplicável:  Peças plásticas pesando no mínimo 100g (usar ISO 11469/1043-1)  Peças elastômeras pesando no mínimo 200g (usar ISO 11469/1629) 191 .1.1 Relatando a Composição do Material da Peça A organização deve evidenciar que o relatório da Composição do Material 1 Substância requerido pelo cliente foi feito para a peça e que os dados do relatório estão de acordo com os requisitos específicos do cliente. a organização deve identificar peças pOliméricas com os símbolos definidos pela ISO como os especificados na ISO 11469. Nota 5: Para materiais a granel. os requisitos de CAD/CAM também não se aplicam. então. os registros de projeto especificam as interfaces e requisitos de performance.Analista do Controle da Qualidade por exemplo.jsp. uma montagem de uma sub moldura com várias configurações de furos para diferentes aplicações.Identificação genérica e marcação de produtos plásticos" e/ou ISO 1629 "Borrachas e Rótulas Nomenclatura". "Plásticos .1.2. 2. Nota: Este relatório de materiais pode ser no IMOS (International Materiais Data System) ou outro sistema ou método especificado pelo cliente. e uma especificação do produto acabado ou o critério de aceitação. os registros de projeto podem consistir apenas de uma especificação funcional ou uma referência a uma norma reconhecida pela indústria. etapas e parâmetros do processo. formulações.2.

4 FMEA do Projeto (DFMEA) para organizações responsáveis pelo projeto As organizações responsáveis pelo projeto do produto devem desenvolver o FMEA de projetos de acordo com o requisito específico do cliente. Nota: Um único FMEA de Projeto pode ser aplicado para uma família de peças ou materiais similares. Nota: Para materiais a granel.2.2. 2. 2. a organização deve ter evidência de aprovação da engenharia do cliente.2 Alteração de Documentos Autorizada pela Engenharia A organização deve possuir documentos de qualquer alteração autorizada de engenharia.2. que ainda não foram documentadas no registro de projeto.Analista do Controle da Qualidade Nota: Referencias de nomenclatura e abreviações para suportar o uso da ISO 11469 estão contidas na ISO 1043-1 para polímeros e na ISO 1043-2 para enchimentos e reforços.3 Aprovação da Engenharia do Cliente Quando especificado pelo cliente. este requisito é satisfeito pela assinatura na linha "Aprovação de Engenharia" no Check List dos Requisitos de Material a Granel e/ou inclusão na lista do cliente de materiais aprovados. mas que já esteja incorporada ao produto. 2. peça ou ferramental. 192 .

2. 193 . Nota 1: Um Plano de Controle por famílias de peças pode ser aplicado se a nova peça for analisada criticamente pela organização. equivale ao Fluxograma do Processo. uma Descrição do Processo. como apropriado e que cumpra apropriadamente as necessidades.7 Plano de Controle A organização deve possuir um Plano de Controle que define todos os métodos utilizados no controle de processo e estar de acordo com os requisitos específicos do cliente. Para materiais a granel. Nota: Um único Fluxograma pode ser aplicado para uma família de peças similares se a organização fizer uma analise crítica da nova peça.Analista do Controle da Qualidade 2.2.2. Nota 2: Aprovação de Plano de Controle pode ser requisito de alguns clientes.2. 2. requisitos e expectativas do cliente. se analisado criticamente pela organização.5 Fluxograma do Processo A organização deve possuir um fluxograma do processo no formato especificado pela organização que descreva claramente os passos e seqüência do processo de produção. Nota: Um único FMEA de Processo pode ser aplicado para um processo que manufatura uma família de peças ou materiais similares.6 FMEA de Processo (PFMEA) A organização deve desenvolver um FMEA de Processo de acordo e em conformidade com os requisitos específicos do cliente.

mas que ainda não conste no registro de projeto. ou outros desenhos auxiliares usados em conjunto com o desenho da peça). características e especificações como definidas nos registros de projeto e Plano de Controle. por exemplo. A organização deve registrar o nível da alteração. Deve ser obtido um consentimento do Cliente para os atuais requisitos. para todos os equipamentos usados em meios de medição ou equipamentos de ensaio novos ou modificados.9 Resultados dimensionais A organização deve fornecer evidência de que foram realizados as verificações dimensionais requeridas nos registros de projeto e no Plano de Controle e os resultados devem indicar conformidade com os requisitos especificados. data de desenho. nível de alteração e qualquer alteração autorizada incorporada à peça. tendência. A organização deve ter resultados dimensionais de cada processo de manufatura. Nota 1: O Critério de aceitação para R&R esta definido no Manual de Referência da Análise do Sistema de Medição. padrões ou matrizes. linearidade. linhas de produção. nome da organização e código da peça (part number) em todos os documentos auxiliares (como. como células. traçados. Nota 2: Para material a granel. resultados de inspeção CMM. todas as cavidades. moldes.Analista do Controle da Qualidade 2. resultados suplementares de lay out. GR&R. estabilidade. As cópias destes materiais auxiliares devem acompanhar os resultados 194 . 2. A organização deve indicar a data do registro de projeto.2.8 Estudos de Análise do Sistema de Medição (MSA) A organização deve realizar os estudos de análise dos sistemas de medição (MSA). A organização deve registrar com os resultados atuais: todas as dimensões (exceto dimensões de referência). esboços. dimensionamento geométrico e tolerância GD& T. o MSA pode não ser aplicável.2.

• Quaisquer documentos de alteração de engenharia autorizadas e ainda não incorporadas ao registro de projeto. A organização deve identificar uma das peças medidas como amostra padrão (ver 2.15). • O número. • O nome do fornecedor do material. Nota 2: Resultados dimensionais tipicamente não se aplicam à materiais a granel.10 Registros de Resultados de Material/Desempenho A organização deve possuir registro de teste de material e/ou desempenhos especificados no registro de projeto ou no Plano de Controle. físicos ou metalúrgicos forem especificados no registro de projeto ou no Plano de Controle.1 Resultados de Teste de Material A organização deve realizar teste para todos os materiais de peças ou produtos quando requisitos químicos. Nota: Os resultados dos testes de material podem ser apresentados em qualquer formato conveniente. data e nível de alteração da especificação com a qual a peça foi testada. Nota 1: O formulário de resultados dimensionais no apêndice pode ser usado para este fim. • A quantidade testada. Um exemplo é mostrado no apêndice. • A data dos testes. das peças testadas.Analista do Controle da Qualidade dimensionais de acordo com a Tabela de Retenção / Submissão. 2. o código do fornecedor designado pelo cliente. O traçado deve ser incluído quando for necessária a inspeção por comparador ótico.10.2. 2.2. • O resultado atual.2. Os resultados dos testes de material devem indicar e incluir: • O nível de alteração do registro de projeto. 195 . e quando requerido pelo cliente.

2. A organização deve obter uma concordância do cliente com o índice para estimar a capabilidade inicial do processo antes da submissão.2. Um exemplo é mostrado no apêndice.8) 196 .10. 2.2 Resultados dos Testes de Desempenho A organização deve realizar testes de desempenho para todos as peças ou produtos quando requisitos de desempenho ou funcionais são especificados pelo registro de projeto ou Plano de Controle. • A data dos testes.11.1 Generalidades O nível dos estudos iniciais de capabilidade ou desempenho do processo deve ser determinado e aceito antes da submissão para todas as Características Especiais designadas pelo cliente ou pela organização. Nota: Os resultados dos testes de desempenho podem ser apresentados em qualquer formato conveniente. data e nível de alteração da especificação com a qual a peça foi testada. • O número. • O resultado atual. (ver 2. • Quaisquer documentos de alteração de engenharia autorizadas e ainda não incorporadas ao registro de projeto. Resultados de teste de desempenho devem indicar e incluir: • O nível de alteração do registro de projeto. das peças testadas.2.Analista do Controle da Qualidade 2. A organização deve realizar a análise do sistema de medição para entender como os erros da medição afetam os estudos.2. • A quantidade testada.11 Estudos Iniciais de Processo 2.

O estudo inicial de processo é focado em variáveis. quantidade de dados.2.2 índices da Qualidade Estudos iniciais de processo devem ser sumarizados com os índices de capabilidade e de desempenho. amostragem. defeitos de superfície. métodos. Nota 4: Estudos iniciais de processo. Para certos processos. desde que aprovados antecipadamente pelo representante autorizado do cliente. método de coleta de dados. Os requisitos dos dados para o estudo inicial de processo podem ser alterados pelo histórico longo de dados do mesmo processo ou processo similar.Analista do Controle da Qualidade Nota 1: Quando não existir características especiais identificadas. materiais. Mesmo para estes estudos curtos. são estudos curtos e não verificam os efeitos do tempo e variações de pessoas. sistemas de medição e meio ambiente. equipamentos.11. A menos que aprovado por um representante autorizado do cliente. demonstração de controle estatístico.1). Nota 1: Os resultados do estudo inicial de processo são dependentes do propósito do estudo. Nota 5: Muitas características podem ser estudadas usando as cartas X-barra e R. não dados por atributos. com a aprovação do cliente. Veja o Manual de Referência do Controle Estatístico do Processo para informações adicionais no entendimento de princípios básicos de estabilidade estatística e medições de processos (índices). ferramentas analíticas alternativas como as cartas individuais e amplitude móvel podem ser apropriadas e permitidas desde que aprovadas antecipadamente pelo representante autorizado do cliente. Nota 3: Cpk e Ppk são descritos a seguir. que são importantes de serem entendidos. Nota 2: O propósito deste requisito é determinar se o processo de produção é capaz de produzir produtos que atendam os requisitos do cliente. falhas em testes. etc. são exemplos de dados por atributos. (ver 2. Erros de montagem. o cliente pode determinar que os estudos sejam feitos em outras características. 2. é importante coletar e analisar os dados na ordem produzida usando cartas de controle. mas não são o foco dos estudos iniciais de processo. Outros métodos mais apropriados para certos processos ou produtos podem ser submetidos. Para entender o desempenho de características monitoradas por dados por atributos é necessária a coleta de mais dados num período de tempo maior. dados por atributo não são aceitos na submissão do PPAP. 197 . um estudo curto deveria usar no mínimo 25 subgrupos contendo no mínimo 100 leituras de peças consecutivas de uma produção significante.

se requerido. Ppk . um método estatístico adicional é requerido.índice de desempenho. Quando dados históricos estão disponíveis ou um número suficiente de dados iniciais existem para plotarmos uma carta de controle (pelo menos 100 amostras individuais). "s"). O Ppk não pode isolar a variação dentro do subgrupo e entre subgrupos.2.Analista do Controle da Qualidade Cpk . O Cpk não inclui o efeito da variabilidade do processo entre subgrupos. o uso do Cpk sozinho.índice de capabilidade para processos estáveis. pode ser um indicador incompleto do desempenho do processo. contate o representante autorizado do cliente para desenvolver um plano aceitável. Ppk não é limitado a variação entre subgrupos. Quando não existem suficientes dados « 100 amostras) ou existem fontes desconhecidas de variação.11.3 Critério de Aceitação para Estudo Inicial 198 . De outra forma. Como o Cpk. Cpk e Ppk podem ser comparados e e as fontes de variação do processo. Estudos Iniciais de Processo. o Ppk deve ser usado. O Cpk é um indicador de quão bom um processo poderia ser se todas as variações entre subgrupos pudessem ser eliminadas. analisadas. Nota 2: Para estudo inicial de processo envolvendo mais do que um processo. De todo modo. Quando calculados através do mesmo conjunto de dados. Nota 3: Para materiais a granel. O propósito do estudo inicial de processo é entender as variações do processo não apenas atingir um valor de índices especificados. o Cpk pode ser calculado se o processo for estável. O Cpk é um indicador da capabilidade do processo baseada na variação do processo dentro de cada subgrupo dos dados. A estimativa do sigma é baseada na variação total (todas as amostras individuais usadas na variação normal. 2. para determinar a capabilidade efetiva estimada. para processos com causas especiais conhecidas e previsíveis e saída que atinjam as especificações. a organização deve obter um acordo com o cliente com relação as técnicas apropriadas para o estudo inicial do processo. A estimativa do sigma é baseada na variação dentro do subgrupo (R-barra/d2 ou sbarra/c4). O Ppk é um indicador do desempenho do processo baseado na variação do processo através de todos os dados.

para processos que se conhece as causas especiais e estas são previsíveis e ainda a saída do processo atinge os requisitos da especificação.1 e 2.Analista do Controle da Qualidade A organização deve usar o seguinte como critério de aceitação para avaliar os resultados do estudo inicial de processo para processos que apresentam estabilidade.2.11. A organização deve identificar. Contate o representante autorizado do cliente para analisar os resultados Processo corrente não atende ao critério de aceitação. avaliar e sempre que possível eliminar as causas especiais de variação antes da submissão do PPAP.11. Resultados Interpretação índice> 1.67 índice < 1. Nota 1: Alcançar o critério de aceitação dos estudos iniciais de processo é um entre os inúmeros requisitos do cliente para aprovação da submissão do PPAP.4 Processo Instável Dependendo da natureza da instabilidade. um plano de ações corretivas pode não ser requerido pejo cliente. o uso desta análise não se torna 199 .5 Processo com Especificação Unilateral ou Distribuição Não Normal A organização deve determinar com o representante autorizado do cliente um critério aceitável alternativo para processos com especificações unilaterais e distribuições não normais. Quando isto não é verdadeiro. 2.2.2.2.11. Nota 2: veja 2.33 O processo pode ser aceitável.3) assume estabilidade e especificação bilateral (com o objetivo centralizado). Nota: Para materiais a granel.2. Nota: O critério mencionado acima (2.11.11.2.67 O processo corrente atende ao critério de aceitação 1. um processo instável pode não atingir os requisitos do cliente. 2. A organização deve notificar o representante autorizado do cliente para cada processo instável existente e deve submeter-lhe um plano de ações corretivas antes de qualquer submissão.33 S índice S1. Contate o representante autorizado do cliente para analisar os resultados.

2.2. a organização deve submeter os resultados nos registros do próprio laboratório. desde que esta amostra seja representativa de toda a corrida de produção. 100% de inspeção significa uma avaliação de amostras do produto de um processo contínuo ou bateladas homogêneas.13 Relatório de Aprovação de Aparência (AAR) 200 .12 Documentação de Laboratórios Qualificados Inspeções e testes para o PPAP devem ser realizadas por um laboratório qualificado como definido pelos requisitos do cliente (como um laboratório acreditado).Analista do Controle da Qualidade real. Os critérios alternativos podem requerer diferentes tipos de índices ou métodos de transformação de dados.2. Nota 2: Para materiais a granel. O foco deveria ser em entender as razões para a não normalidade (como é estável todo o tempo?) e a gestão da variação.3) não puder ser atingido até a data de submissão do PPAP. a data da realização e as normas utilizadas para os testes devem ser identificadas. ou até a aprovação pelo cliente. A organização deve submeter ao representante autorizado do cliente para aprovação um plano de ação corretiva e o Plano de Controle modificado normalmente acrescentando inspeção 100%. 2. Esforços para reduzir a variação devem continuar até que o critério de aceitação seja atendido. Quando um laboratório externo/comercial for utilizado. Nota 1: A metodologia de inspeção 100% deve ser analisada e acordada com o cliente.6 Ações Que devem ser Tomadas Quando o Critério de Aceitação Não É Satisfeito A organização deve contatar o representante autorizado do cliente se o critério de aceitação (2.2.11. O laboratório qualificado (interno ou externo à organização) deve ter um escopo do laboratório e documentação mostrando que o laboratório é qualificado para os tipos de medições ou testes realizados.2. O nome do laboratório que realizou os testes. 2.11.

A organização deve reter uma amostra padrão para cada posição de múltiplas cavidades. ou a) até uma nova amostra padrão for produzida para o mesmo número de peça do Cliente para aprovação do Cliente. A amostra padrão deve ser identificada como tal.14 Amostra de Peças de Produção A organização deve fornecer amostras do produto. como referência ou padrão a ser utilizado. Com a conclusão satisfatória de todos os critérios requeridos. Nota 2: Alguns clientes podem não requerer o preenchimento de todos os campos do AAR. ou b) onde uma amostra padrão é requerida nos registros de projeto.2.15 Amostra Padrão A organização deve reter uma amostra padrão por um período idêntico aos dos registros de aprovação de peças de produção.2. 2. e deve mostrar a data de aprovação do Cliente na amostra. ou processo de produção a menos que 201 . granulação. a organização deve registrar as informações requeridas no relatório AAR. 2. Veja requisitos específicos do cliente para qualquer requisito adicional.Analista do Controle da Qualidade Um AAR separado deve ser completo para cada peça ou série de peças para as quais uma submissão é requerida e se o produto Ipeça tem requisitos de aparência no registro de projeto. Plano de Controle ou critério de inspeção. Os AAR's devem acompanhar o Certificado de Submissão de Peça (PSW) até a submissão final baseada no nível de submissão requerido. molde. ou requisitos de aparência de superfície. Veja os requisitos específicos dos clientes para instruções detalhadas do preenchimento do AAR. ferramenta ou matriz. Nota 1: O AAR é tipicamente aplicável somente para peças com cor. conforme requerido pelo Cliente. O AAR preenchido e os produtos/peças representativos da produção devem ser submetidos ao local especificado pelo Cliente para receberem disposição.

2. Nota 1: Quando o tamanho da peça. A organização deve documentar todas as alterações de desenho de engenharia feitas e incorporadas no auxílio para verificação. Nota 2: Muitas das propriedades do material a granel. devem ser conduzidos de acordo com os requisitos do cliente..2.8) Nota1: Auxílios de verificação podem incluir fixtures. Estudos de análise do sistema de medição. resultados de testes e certificado de análise dos ingredientes chaves da amostra de submissão aprovada. A organização deve promover manutenção preventiva no auxílio de verificação. O propósito da amostra padrão é auxiliar em definir o padrão de produção. modelos. os requisitos de retenção de amostra podem ser modificados ou podem ser renunciados por escrito por um representante autorizado do cliente. e se unia amostra padrão for requerida. Nota 2: Auxílios de verificação. linearidade.2.17 Requisitos Específicos do Cliente 202 . etc. A organização deve certificar que todos os aspectos do auxílio de verificação atendem aos requisitos dimensionais da peça. são pela própria natureza dependentes do tempo.16 Auxílios para Verificação Se solicitado pelo cliente. esta pode consistir em registros de produção. especialmente onde dados são ambíguos ou os detalhes insuficientes para reproduzir completamente a peça no seu estado original de aprovação. qualquer componente ou peça específica montada utilizada como auxílio de verificação. padrões. tendência. tipicamente não se aplicam a materiais a granel. fizer com que o armazenamento de uma amostra padrão se mostre difícil.Analista do Controle da Qualidade especificado em contrário pelo Cliente. como GR&R. durante a vida da peça. a organização deve contatar o representante autorizado do cliente sobre a aplicação deste requisito. a organização deve submeter com o PPAP.(ver 2. dispositivos de variáveis ou atributos.2. específicos para o produto que esta sendo submetido. Se auxílios de verificação forem usados para materiais a granel. no momento da submissão. estabilidade. volume das peças. 2.

suportes de 203 . Um responsável oficial da organização deve aprovar o PSW e fornecer informações de contato. molde. medida e expressa em quilogramas com quatro casas decimais significativas (0. Para materiais a granel. Nota 2: Os PSW's podem ser submetidos eletronicamente de acordo com os requisitos do cliente. ou em um anexo ao PSW.18 Certificado de Submissão de Peças (PSW) Com a conclusão de todos os requisitos da PPAP. O peso não deve incluir protetores para transporte. estão inclusos na submissão como apropriado. como linha ou célula.9) em uma peça de cada.2. moldes. Um certificado individual deve ser preenchido para cada número de peça do Cliente a não ser que acordado com o representante autorizado do cliente. 3 e 4.Analista do Controle da Qualidade A organização deve fornecer evidencia de cumprimento de todos os requisitos específicos do cliente. matriz ou processo de produção.2. requisitos específicos dos clientes aplicáveis devem ser documentados no Check List de Requisitos de Material a Granel.. etc. linhas específicas. a organização deve completar a avaliação dimensional (ver 2.0000) a menos que especificado de outra forma pelo cliente. cantanta que as mudanças sejam documentadas adequadamente e a submissão esteja de acordo com os tempos requeridos no programa do cliente.18. As cavidades.2. o peso da peça que foi enviada. a organização deve preencher o certificado de submissão de peça (PSW). 2. ferramental. devem ser identificadas na linha"Molde/Cavidade/Processo de Produção" do certificado PSW. 2. Nota 1: Uma garantia por part number do cliente deve ser usada para sumarizar algumas alterações.1 Peso da Peça (Massa) A organização deve registrar no PSW. A organização deve verificar que todos os resultados de medições e ensaios mostrem conformidade com os requisitos do cliente e que toda a documentação requerida está disponível e par os níveis 2. Se as peças de produção forem produzidas em mais de uma cavidade. modelo.

5. calcular e registrar o peso médio. Número de Ordem de Compra: Insira o número que se encontra na ordem de compra ou contrato. 204 . linha ou processo a ser utilizado na produção do produto. selecionadas aleatoriamente. Nível de Alteração de Engenharia e Data: Nível de alteração e a data do registro de projeto. Alterações Adicionais de Engenharia e Datas: Relacionar todas as alterações autorizadas ainda não incorporadas ao registro de projeto. Nome da Peça e 2a Part Number do Cliente 2. deverá ser medida. Pelo menos uma peça de cada cavidade. 3. 4. Para determinar o peso da peça. o fornecedor deve pesar dez peças individualmente. 6. caso contrário "Não". Para materiais a granel. 7. Nota: Este peso só é usado para análise do peso do veículo e não afeta o processo de aprovação.PSW INFORMAÇÕES DA PEÇA 1. Número Mostrado no Desenho: Os registros de projeto que especificam o part number do cliente que esta sendo submetido. Onde não há solicitação de produção ou serviço para pelo menos dez peças.Analista do Controle da Qualidade montagem ou material de embalagem. a organização deveria utilizar o número solicitado. ferramenta.Sim" se indicado no registro de projeto. o campo peso da peça não é aplicável. Certificado de Submissão de Peça de Produção . para cálculo do peso médio da peça. mas que já foram incorporadas a peça. Número da Peça do Cliente: Número da Peça definido pela organização se existir. Segurança e/ou Regulamentação Governamental: .

etc. em adição à marcação 205 . Nome do Comprador e Código do Comprador: Escreva o nome e o código do comprador. Aplicação: Entre o ano modelo. 17. o nível de alteração e a data. Se submetido via outro formato do cliente. entre com a data de confirmação de recebimento pelo cliente. o nome do veículo. e quaisquer outras informações conforme solicitado pela especificação do cliente. Peso: Insira o peso real em quilogramas com quatro casas decimais a menos de outra forma especificada pelo cliente. Nivel de Alteração e Data: Se requerido pelo cliente. RELATÓRIOS SOBRE MATERIAIS 16. motor. Nome do Cliente/Divisão: Apresentar o nome corporativo e a divisão ou grupo de operação. Endereço do Fornecedor: Apresentar o endereço completo do local onde o produto foi fabricado. Versão #. INFORMACÃO DA MANUFATURA DA ORGANIZACÃO 11. 14. "Não" ou "n/a". Substâncias Preocupantes: Marque "Sim". insira o número do auxílio de verificação. Se submetido via IMDS incluir: Módulo ID #. Nome e Código Da Organização: Apresentar o nome e o código designado ao local de manufatura na ordem de compra/contrato. Identificação de peças de Polimeros: Entre com "Sim". 15. RAZÕES PARA SUBMISSÃO 18. Número do Auxílio de Verificação. "Não" ou n/a. IMDS/Outro Formato do Cliente: Circule "IMDS" ou "Outro Formato do Cliente" como apropriado. Marque a caixa apropriada: Para materiais a granel. INFORMACÃO DO CLIENTE PARA SUBMISSÃO 13.Analista do Controle da Qualidade 8. 9/10. 12. transmissão. e Data de Transmissão para o cliente.

206 .Analista do Controle da Qualidade apropriada. Entre o tempo (em horas) que levou a corrida significativa de produção. quando apropriado. marque "Outros” e escreva “Material a Granel” no espaço apropriado. Nível de Submissão Identifique o nível de submissão solicitado por seu cliente.18. DECLARAÇÃO 23. Marque a caixa apropriada para dimensionais. Explicações/Comentários: Forneça quaisquer detalhes explicativos aos resultados de submissão ou qualquer desvio da Declaração. 26. Pode não ser aplicado a fornecimento interno do OEM. Assinatura Autorizada da Organização: O responsável oficial da organização. avaliação de aparência e dados estatísticos. PARA USO EXCLUSIVO DO CLIENTE Deixe em branco. Moldes/Cavidades/Processos de Produção: Para instruções veja 2. Anexe informação adicional. 24. 22. responda “Sim” ou “Não”. após verificar que os resultados estão em conformidade com todos os requisitos do Cliente e que toda a documentação requerida está disponível. 21.2. 27. Identificação/ Marcação de ferramentas do cliente: As ferramentas de propriedade do cliente estão identificadas de acordo com a ISSO/TS 16949 e qualquer requisito específico do cliente. Se “NÃO” explicar em “Comentários” abaixo. NÍVEL DE SUBMISSÃO 19. teste de material. Número de Telefone e Número de Fax e e-mail. de desempenho. RESULTADOS DA SUBMISSÃO 20. 25. deve aprovar a declaração e fornecer seu Título. Marque a caixa apropriada. Entre com o número de peças manufaturadas durante uma corrida de produção significativa.

Correção de Discrepância Peças Produzidas em Locação Adicional. Também certifico que os documentos que evidenciam tal conformidade encontram-se arquivados e disponíveis para análise. Nível 5 .Certificado. dados de suporte completos submetidos ao cliente.Certificado apenas (e para os itens de aparência. um Relatório de Aprovação de Aparência) submetido ao cliente.Certificado.nº: Sim Não Nº Ordem de Compra: Peso (kg) Aviso de Alteração de Engenharia Data INFORMAÇÕES DA ORGANIZAÇÃO (local de manufatura) INFORMAÇÕES DE SUBMISSÃO DO CLIENTE Nome do Fornecedor & Fornecedor / Código do Fornecedor Nome Cliente / Divisão Endereço Comprador / Código do Comprador: Cidade Região Cep País Aplicação RELATÓRIO DOS MATERIAIS As substâncias requeridas pelo cliente foram relatadas? Sim Não N/A Sim Não N/A Submetido pelo IMDS ou outro formato do cliente: Peças poliméricas são identificadas como apropriado no formato ISO do cliente: RAZÃO PARA SUBMISSÃO (Checar pelo menos um) Submissão Inicial Mudança para Construção Opcional ou Material Alteração de Engenharia Sub-Fornecedor ou Mudança na Fonte do Material.É requerido uma Explanação) Molde / Cavidade / Processo de Produção DECLARAÇÃO Afirmo que as amostras representadas por este certificado são representativas de nossas peças as quais foram fabricadas por um processo que encontra-se em acordo com os requisitos do Manual de Processo de Aprovação de Peça de Produção 4º Edição. com amostras peças de produção e uma quantidade limitada de dados de suporte submetidos ao cliente. Reparo ou Adicional. Ferramenta: Tranferência. Nível 3 . Governamental Auxiliar de verific. Nível 2 . Adicionalmente afirmo que estas amostras foram produzidas na razaõ de ____/____ . Nível 4 . E-mail PARA USO DO CLIENTE SOMENTE (SE APLICÁVEL) Disposição da Certificação do PPAP: Aprovado Rejeitado Outros: Assinatura do Cliente Nome Legível Data: Nº de Rastreamento do Cliente (Opcional) 207 . Ferramenta Inativa por mais de 1 ano Outros . Eu anotei todos o desvios desta declaração abaixo EXPLANAÇÃO / COMENTÁRIOS: Cada ferramenta do cliente é identificada e numerada? Sim Não Assinatura Autorizada pelo Fornecedor Date Nome legível Cargo Telefone nº Fax Nº. NÍVEL DE SUBMISSÃO REQUERIDO (marque um) Nível 1 . com amostras peças de produção.Analista do Controle da Qualidade Certificado de Submissão de Peças DAIMLER CHRYSLER Nome da Peça Nº da Peça do Cliente Exposto no Desenho Nº Nº da Peça na Organização Nível de Alteração de Engenharia Data: Alterações Adicionais de Engª: Data: Segurança e/ou Regulam. Mudança no Processo da Peça.Certificado.Por favor especifique Abaixo. com amostras peças de produção e dados de suporte analisados criticamente no local de manufatura do fornecedor. RESULTADOS DE SUBMISSÃO Os resultados para medições dimensionais Estes resultados atendem a todos os requisitos do desenho: material e testes funcionais Sim Não critérios de aparência dados estatísticos (Se "Não" . Reposição.Certificado e outros e outros requerimentos definidos pelo cliente.

9. que ele diz ser equivalente.Analista do Controle da Qualidade Seção 3 . com características superiores as iniciais não aprovada no processo inicial de submissão. opção definida no desenho do produto. por uma questão de logística. O fornecedor voltou a produzir e entregar. alterando a dureza do material fornecido. 2.Um fornecedor altera a matéria prima para uma outra. Nesta transferência. mas não submetido no submissão inicial. A partir desta data ele utiliza a matéria-prima S. porém não altera o critério de aceitação. 8. não interfere no desempenho do produto fornecido ao cliente. Notificação Submissão Notificação requerida requerida Situação não requerida 1. No desenho do produto. Um fornecedor possui três máquinas equivalentes. a máquina que estava sendo utilizada para injeção da peça. Esta alteração segundo o fornecedor. para sua filial no interior do estado. Um molde de injeção de uma peça acidentalmente. 7. 10. 208 . Foi substituído um fornecedor de um tratamento superficial. quebra e ele transfere o molde para uma das máquinas equivalentes. caiu e quebrou. o fornecedor garante que o processo não foi alterado. Após uma re-análise do FMEA de processo. 5. existe uma nota onde o fornecedor pode utilizar dois tipos de matéria prima. alterou um componente interno ao produto sem que o registro do projeto fosse alterado. O fornecedor imediatamente confeccionou outro molde e iniciou sua utilização. Um fornecedor decidiu. Uma peça fornecida. transferir suas linhas de produção do produto XXX.Notificação ao Cliente e Requisitos de Submissão Para as situações abaixo descritas. Um fornecedor de um produto "Slack Sox". verifique se existe necessidade de submissão. notificação ou não notificação ao cliente. sendo que esta ação resultou em um controle adicional no processo. ficou inativa durante 15 meses. foi tomada uma ação para redução do NPR. 4. 6. 3. Na submissão ele utilizou a matéria prima A. O fornecedor adquiriu um novo sistema de teste que aumenta a produtividade do teste.

fazendo com que existisse um ganho de produtividade de 10%. Em uma estamparia. Um padrão utilizado para calibração é substituído por estar desgastado. Foi alterado uma posição de máquina dentro da fábrica. 3. (tabela 3. Nesta correção ele coloca a peça dentro das especificações do projeto. 12. a menos que especificada de outra forma pelo cliente.1) Nota: A organização é responsável por notificar o representante autorizado do cliente de todas as alterações do projeto da peça e/ou do processo de manufatura. o fornecedor corrige uma peça que foi submetida com cotas incorretas. 209 . Após a notificação e aprovação das alterações pelo representante autorizado do cliente. sendo mantido o mesmo fluxo de processo. 13.1 Notificação Requerida A organização deve notificar o representante autorizado do cliente de qualquer planejamento de alteração de projeto. do processo ou da planta.Analista do Controle da Qualidade 11. a submissão do PPAP é requerida após a implementação. conforme indicado abaixo.

.. Isto não significa descrever ferramentas comuns/padrão (novas ou conservadas). etc. Isto não ou mudar significa a função confundir com manutenção normal. utilizando ferramentas. existente/atual. para os quais nenhuma mudança no desempenho é esperada e métodos de verificação após o concerto foram estabelecidos. Uso de outra construção ou Por exemplo. da mesma forma como dispositivos de medição padrão. desempenho. ou incrementar a capacidade. Este requisito se aplica a ferramentas que devido ao seu formato ou funcionamento único. moldes. Estas alterações podem ser feitas sem aprovação do Cliente a não ser que o fluxo de processo seja alterado como resultado deste ajuste. Produção como descrita na Tabela 3. Podem ser requeridos ajustes menores/mínimos/pequenos do equipamento de produção para satisfazer requisitos d segurança tais como.2 #3. Melhoria significa modificação e/ou reconstrução de uma ferramenta ou máquina. novas ou modificadas (exceto ferramentas perecíveis). outra construção como documentada em material diferente do que foi desvio (permitido) ou incluída como nota no registro de usado projeto. matrizes. eliminação do risco potencial de ESD. diagrama de fluxo do processo (incluindo a adição de um processo novo).Analista do Controle da Qualidade Tabela 3. pode se esperar que influencie a integridade do produto final. conserto ou substituição de peças. instalações de coberturas protetoras. 210 . incluindo ferramental adicional ou substituto. Reorganização é definida como 3. etc. etc. etc. 2. Produção seguida de melhoria uma atividade que muda a sucessão do fluxo de ou reorganização de ferramental produto/processo em relação àquela documentada no ou equipamento.1 Exemplo de alterações que Esclarecimentos requerem notificação 1. não coberta por uma mudança de engenharia na peça ou produto previamente aprovado. ferramentas (manuais ou mecânicas).

Ter estado inativo permanecer inativo para produção de volume durante para doze meses ou mais. localidade adicional. Ferramental e equipamentos de produção transferidos para Ferramental e/ou equipamento de processo de uma localização diferente na produção transferido entre prédios ou instalações em própria unidade ou de uma um ou mais locais. anterior. a peça existir e o ferramental existente tem baixo volume de uso. incluindo alteração nos fornecedores para a organização e seus fornecedores. ou serviços (ex. 211 . desempenho. Alteração em método de Para alteração no método de ensaio. A única exceção é quando a peça produção em volume. como. materiais não A organização é responsável pela aprovação de equivalentes. materiais e serviços. que afete requisitos do cliente. 5.Analista do Controle da Qualidade Notificação Requerida (continuação) Exemplo de alterações que Esclarecimentos requerem notificação 4. durante doze meses ou mais. ou por fornecedores. por exemplo: serviço ou veículos especiais. ajuste. durabilidade.nova técnica deve mostrar evidência que o novo método tenha (que não afete no critério de capabilidade das medidas. tratamento térmico ou superficial). Produto produzido depois do para ferramental. função. Para produtos que foram produzidos após o ferramental estar inativo durante doze meses ou mais: Notificação é requerida quando nenhuma ordem de compra ativa 6. equivalentes ao método aceitação). Alterações processo de produto relacionadas e com componentes de produção do produto fabricado internamente Qualquer mudança. a organização teste/inspeção . 7. De qualquer forma o cliente pode especificar certos requisitos de PPAP para peças de serviço. Alteração de fornecedor de peças. forma. 8.

antes da notificação para. a menos que o representante autorizado do cliente dispense este requisito (ver Tabela 3. 212 .2 Submissão ao Cliente A organização deve submeter para aprovação do PPAP antes da primeira expedição de produção nas seguintes situações. todos os itens aplicáveis do arquivo de PPAP para refletir o processo de produção. A organização deve analisar criticamente e atualizar. o representante autorizado do cliente é definido.2). Nota: Nas situações descritas abaixo. Nova fonte de material a granel de um novo fornecedor ou Normalmente estas alterações podem ter efeito no fornecedor existente.Analista do Controle da Qualidade Notificação Requerida (continuação) Exemplo de alterações que Esclarecimentos requerem notificação Adicional para materiais a granel: 9. ou comunicação com. AlteIação nos atributos de aparência do proqLito. O arquivo de PPAP deve conter o nome do representante autorizado do cliente autorizando a derroga e a data. 3. independente do cliente requerer ou não submissão formal. desempenho do produto 10. como necessário.

Questões de Fornecedores. Correção de uma discrepância em Questões dimensionais ou de capacidade. material ou cor não fornecida previamente ao cliente). Alterações de Engenharia dos registros de desenhos especificações. Submissão é exigida para corrigir qualquer discrepância em peça previamente submetida. . Apenas para Materiais a Granel: Tecnologia de processo nova para a organização. especificações ou materiais.questões de validação de engenharia 3. inicial) ou um produto previamente aprovado que tem um novo número de peças ou um número revisado. 5.2 Requisito Esclarecimentos Submissão é requerida para um novo produto (lançamento 1.Analista do Controle da Qualidade Tabela 3.Aprovação de uma peça que substitui uma Aprovação Interina - Ensaios incluindo material.: uma peça específica. Uma nova peça ou produto (ex. 213 . Uma nova peça/produto ou material adicionado a uma família pode usar documentação de PPAP. aprovação. não usada previamente para este produto. apropriada de uma peça previamente aprovada dentro da mesma família de produto. Submissão é requerida em qualquer alteração de engenharia no registro de projeto para produto/peça de produção. Uma discrepância pode estar relacionada com: . desempenho. uma peça previamente submetida à .O desempenho do produto contra os requisitos do Cliente 2. ou materiais para produção de produto /Part Number.

Nível 4 Certificado e outros requisitos definidos pelo cliente. o requisito de submissão mínimo para material a granel está no PSW e no Checklist de Material a Granel. NOTA 1: O representante autorizado do cliente identificará o nível de submissão. Certificado com amostras do produto e dados de suporte limitados submetidos ao Cliente. A organização deve usar nível 3 como sendo nível padrão para todas as submissões a menos que o responsável pela atividade de aprovação do produto do cliente especifique um outro valor. um relatório de aprovação de aparência) submetido ao Cliente.1 Níveis de submissão A organização deve submeter os itens e/ou registros especificados no nível identificado abaixo na Tabela 4.Analista do Controle da Qualidade Seção 4 . Certificado com amostras do produto e dados de suporte completos submetidos ao Cliente.1: Tabela 4. diferenté do nível 214 . Isso indica que o "Checklist de Requisitos de Material a Granel" era usado para especificar os requisitos PPAP para o material a granel e deve ser incluído no pacote de submissão.1 Nível 1 Nível 2 Nível 3 Apenas o certificado (e para itens designados por aparência.Níveis de Evidência 4. Nível 5 Certificado com amostras do produto e dados de suporte completos disponíveis para revisão no local de manufatura do fornecedor Ver Requisitos de Retenção/Submissão Tabela 4.Submissão ao Cliente . Para submissões PPAP de Material a Granel.2 para requisitos de cada nível de submissão. checar "Outros" na Razão para Seção de Submissão no formulário de PSW e especificar "Material a Granel".

Diferentes locais do Cliente podem fixar diferentes níveis de submissão para o mesmo local de fábrica da organização. A aceitação desses formatos será confirmada com o representante autorizado do cliente antes da 215 primeira submissão. . que será usado com cada organização. ou combinação de organização e número de peça do Cliente.Analista do Controle da Qualidade padrão. NOTA 2: Todos os formulários referenciados neste documento podem ser substituídos por formatos gerados em computador.

2/lista requisitos de retenção/submissão. para componentes/detalhes próprios R R R * R .) Níveis de Submissão Requisito Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 4 Nível 5 Registros de Projeto R S S * R . Requisitos obrigatórios e aplicáveis para registros PPAP são definidos no manual de PPAP e pelo cliente.2 (Normativo) (NOTA: A Tabela 4.Analista do Controle da Qualidade Requisitos de Retenção/Submissão Tabela 4. para todos os outros componentes/detalhes R S S * R 2 Alteração de documentos de Engenharia (se houver) R S S * R 3 Aprovação de Engenharia do Cliente (se exigido) R R S * R 4 FMEA de Projeto (DFMEA) R R S * R 5 Fluxograma de Processo R R S * R 6 FMEA de Processo (PFMEA) R R S * R 7 Plano de Controle R R S * R 8 Estudos de Análise do Sistema de Medição R R S * R 9 Resultados Dimensionais R S S * R 10 Resultados de Testes de Material/Performance R S S * R 11 Estudos Iniciais de Processo R R S * R 12 Documentação de Laboratório Qualificado R S S * R S S S * R 13 Relatório de Aprovação de Aparência (RAA) se aplicável 14 Amostra de Produto R S S * R 15 Amostra Padrão R R R * R 16 Auxílios de Verificação R R R * R R R S * R 17 Registros de Conformidade com Requisitos Específicos 216 .

a organização deve assegurar que a produção futura continue satisfazendo todos os requisitos do Cliente. quando requerido.2 Situação do Cliente PPAP 217 . *= A organização deve reter nas localidades apropriadas e submeter ao cliente.2 Seção 5 .Tabela 4.Analista do Controle da Qualidade do Cliente 18 Certificado de Submissão de Peças (PSW) Checklist de Material a Granel (ver 4.1 acima) S S S S R S S S S R s= A organização deve entregar ao cliente e reter uma cópia dos registros ou itens documentação nas localidades apropriadas R = A organização deve reter nas localidades apropriadas e tê-I os facilmente disponíveis para o cliente. submissão da documentação exigida aprovada será considerada como aprovação do Cliente.Situação da Submissão de Peça 5. 5. Requisitos de Retenção / Submissão . quando requerido.1 Geral Sobre aprovação de submissão. a menos que a organização seja notificada em contrário. NOTA: Para aquelas organizações que forem classificadas como "autocertificadas" (submissão PPAP nível 1) por um Cliente específico.

5. Materiais cobertos por aprovação condicional que não cumprirem o plano de ação acordado. 218 . as submissões e/ou processos. 5. incluindo todos os sub-componentes. devem ser corrigidos para atender os requisitos do cliente.1 Aprovação Indica que a peça ou material. sujeito a comunicados da atividade de programação do Cliente. Em alguns casos.2.2 Aprovação Condicional (interina) Permite remessa de material para os requisitos de produção com base em uma limitação de tempo ou quantidade de peça. A organização está. A submissão deve ser aprovada antes das quantidades de produções possam ser expedidas.3 Rejeitado Significa que a submissão de PPAP do lote de produção do qual foi originada a documentação associada não satisfaz os requisitos do Cliente. atende a todos os requisitos do Cliente. Nenhuma remessa adicional será autorizada a menos que uma extensão da aprovação condicional seja concedida. autorizada a enviar quantidades de produção do produto. Re-submissão PPAP para obter "aprovação" é requerida.Analista do Controle da Qualidade 5. • Preparando um plano de ação aprovado pelo Cliente. seja pela expiração de data de vencimento ou a remessa de quantidade autorizada serão rejeitados.2. Aprovação Condicional só será concedida quando a organização tiver: • Claramente definido a não-conformidade que impede aprovação da produção. conforme apropriado. portanto.2. e.

indiferente do nível de submissão. Isso deveria ser identificado por uma "gap analysis" de PPAP entre o número da peça antigo e novo. NOTA: Um exemplo de um registro/documento apropriado que deveria ser transmitido do antigo arquivo para o arquivo da nova peça. 219 . Requisitos Específicos de Clientes A Seção 11 do Manual de PPAP 3a Edição foi removida. A organização deve garantir que os registros apropriados de PPAP de uma peça substituída são incluídos no novo arquivo PPAP da peça. deve ser mantido pelo período de tempo em que a peça é considerada ativa (ver Glossário) mais um ano calendário.Retenção de Registros Registro de aprovação de peças de produção (ver 2. deveria ser uma certificação de material de um fornecedor de matériaprima para uma nova peça que representa apenas uma alteração dimensional do antigo número da peça.2). Os requisitos específicos de clientes quanto ao PPAP e sua documentação estão disponíveis nos websites e documentações adicionais dos clientes automotivos. ou referido no novo arquivo do PPAP da peça.Analista do Controle da Qualidade Seção 6 .

Analista do Controle da Qualidade Apêndices 220 .

Analista do Controle da Qualidade 221 .

Analista do Controle da Qualidade 222 .

Analista do Controle da Qualidade 223 .

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Analista do Controle da Qualidade 226 .

montagens. operadores. e (c) documentar todo o processo. temperatura. Ambiente irá variar para cada planta. e/ou documentação relacionada (ou registros submetidos para. Referência: Manual de referência de Análise de Modo e Efeito de Falha Potencial. Black Box: referem-se a peças (como. Os requisitos de Black Box. HVAC. processo. ou revisados pelo. e situação do processo. dispositivos elétricos. por exemplo: velocidades. ambiente. material. conexões e verificação de requisitos funcionais definidos pelo cliente. barulho. material. pressões. dispositivos mecânicos. cliente) atenderam a todos os reauisitos do cliente. Análise de Modo e Efeitos de Falhas (FMEA): é um grupo de atividades sistemáticas com a intenção de: (a) reconhecer e avaliar falhas potenciais de um produto/processo e os efeitos dessa falha. proporção de cota de linha. Ambiente é definido como todas as condições do processo que cercam ou afetam a fabricação ou a qualidade de uma peça ou produto. que incluem o ferramental de produção. Esse complementa o processo definindo o que um processo ou projeto tem que fazer para satisfazer o cliente. são geralmente limitados as características de intertaces. medidores. ou módulos de controle) onde a responsabilidade pelo projeto pertence a organização ou ao fornecedor. iluminação. controles ESD e riscos de segurança relacionados a housekeeping. a organização é autorizada a embarcar produto diretamente ao cliente. tempo de ciclo. mas geralmente inclui: housekeeping. Depois da aprovação ou da aprovação interina. 227 .Analista do Controle da Qualidade GLOSSÁRIO Ambiente de Produção: é o local de fabricação dentro da planta de produção. (b) identificar ações que possam eliminar ou reduzir a chance de falhas potenciais ocorrerem. Aprovado: é usado no PPAP para dizer que a peça.

Conformidade: significa que a peça ou material. Cartas de Controle: ver o Manual de referência de Controle Estatístico do Processo. com um valor conhecido padrão sobre condições específicas. Referência requisitos específicos do cliente.Analista do Controle da Qualidade Calibração: é um conjunto de operações que compara valores vindos da peça a ser inspecionada. adequação. desempenho ou processamento subseqüente de produto. 228 . Certificado de Submissão de Peça (PSW): é um documento padrão industrial exigido para todos os produtos recentemente remodelados ou revisados em qual a organização confirma que inspeções e testes em peças de produção mostram conformidade com os requisitos do cliente. função. alcançou as especificações ou requisitos do cliente. Cliente: é quem recebe o produto ou serviço da organização. Certificado: ver Certificado de Submissão de Peça. Características Especiais: são características de produto ou parâmetros de processo de manufatura que possam afetar segurança ou conformidade com regulamentações. medidas e equipamentos de teste ou dispositivo. Capacidade do processo CPK: é a faixa total de variação inerente a um processo estável.

a instalação de todos os fechos exigidos. a organização é responsável por obter um desenho para conduzir resultados de uma inspeção dimensional. Exemplos incluem: o esforço de fechar uma porta em Newtons. calibrações e testes específicos que o laboratório da organização tem a habilidade e competência para desempenhar. Quando esse registro de projeto é utilizado. Exemplos incluem a presença ou a ausência de uma rotulagem exigida. Controle Estatístico: é a condição de um processo pela qual todas as causas especiais de variação foram eliminadas e apenas causas comuns ficaram. onde medições são utilizadas para análise. Dados de Matemática CAD/CAM: é uma forma de registro de projeto pela qual todas as informações dimensionais necessárias para definir um produto como eletronicamente condutível. Ver o Manual de referência de Controle Estatístico do Processo. ou a colagem de anéis de metais qualquer instrumento que serve para afixar ou prender coisas em Newton . Dados Variáveis: são dados quantitativos. Escopo de Laboratório: é registro de qualidade contendo os seguintes: • As avaliações. a concentração de eletrólito em porcentagem. 229 . Desenho aprovado: é um desenho de engenharia assinado por um engenheiro.Analista do Controle da Qualidade Controle: ver Controle Estatístico. Dados por atributos: são dados qualitativos que podem ser contados para serem registrados e analisados.metros. • A lista de equipamentos que é usada para desempenhar os acima.

embutidos. Especificação: é um documento que determina os requisitos. Especificações não devem ser confundidas com limites de controle. usados para produzir um produto e que são consumidos no processo. Nota 2: fluxogramas do processo podem aplicar-se a quaisquer aspectos do negócio. Ferramental Perecível: são pedaços de broca. o fluxograma do processo deveria focar sobre o processo de manufatura.Analista do Controle da Qualidade • A lista de métodos e padrões que desempenham os acima. Nota 1: para PPAP. tratamento de calor. cortadores. incluindo cultivo e concerto. Ferramenta: é definida como a porção do processo de maquinaria que é específico a um componente ou sub-montagem. montagem. Fluxograma do Processo: é uma representação esquematizada do fluxo do processo. ou produção ou serviço de peças. Medições atuais e resultados de testes são exigidos. Fornecedores: são fornecedores de materiais de produção. pintura. soldagem. Ferramentas (ferramental) são usadas in processos de maquinaria para transformar matéria-prima em uma peça terminada ou montagem. cada característica do produto assim como identificada pelas especificações de engenharia tem que atender os requisitos. etc. revestimento ou outro 230 . Nota: para PPAP. Ferramental de Produção Regular: é o ferramentaI com o qual o fabricante tem a intenção de produzir a produção do produto. o que representa "a voz do processo" Estudo Inicial do Processo: ver o Manual de referência de Controle Estatístico do Processo.

um organismo de acreditação reconhecido pelo cliente. dimensional. assinado e datado pelo engenheiro do cliente (o número de mudança de engenharia tem que ser incluído). Impressão Checada: é um desenho de engenharia liberado com resultados de medição real registrados pela organização adjacente para cada dimensão do desenho e outros requisitos.. Alguns clientes identificam itens de aparência em seus desenhos. laboratório de Acreditação: é um que foi analisado criticamente e aprovado por um organismo de acreditação nacional reconhecido ou. como alternativa. ou equivalente nacional. em conformidade com o ISO/IEC Guide 58 para calibração ou laboratório de teste acreditado a ISO/IEC 17025. índice de Qualidade: são medições de capabilidade ou desempenho tanto para produto ou processo quanto para Cpk ou Ppk. Item de Aparência: é um produto que está visível quando o veículo está completo. física. teste de confiabilidade ou validação de teste. metalúrgica. uma aprovação especial de aparência (cor. grão. etc. Nestas situações. Impressão Marcada: é o desenho de engenharia modificado. aceita pelo 231 . elétrica.) é requerida antes da submissão. Ver o manual de referência de Controle Estatístico do Processo.Analista do Controle da Qualidade serviço de acabamento diretamente para uma organização fornecendo OEM ou outros clientes exigindo esse documento. textura. laboratório: é uma instalação de teste que pode incluir química. Lista de fonte aprovada: é uma lista da organização e fornecedores.

DIM. ASTM.limite de Robusto Pretendido: são limites que parâmetros possam ser permitidos para variar enquanto ainda garante que um produto está conforme com adequação dos requisitos de uso. Um material a granel pode se tornar um material de produção se receber um número de peça (ver MATERIAL DE PRODUÇÃO). Proporção de Produção: é o número de peças produzidas consentido em um período de tempo planejado para atender os requisitos de volume de produção da planta de montagem ou fabricação . Ver o Manual de referência de Controle Estatístico do Processo. químicos.considerando outros mix de produto e maquinários disponíveis. lubrificantes. ISO) ou por especificações do cliente. como adesivos. Processos Estáveis: são processos que estão em controle estatístico. acabamentos. Material a Granel: é uma substância (sólido não dimensional. Material de produção: é o material que o cliente emitiu na produção de um número de peça e enviado diretamente ao cliente. líquido ou gasoso). Nível de Submissão: refere-se ao nível de evidência exigida para submissão de 232 . selantes. Material aprovado: são materiais definidos por um padrão normalizado (SAE. Projeto . A utilização de produtos de uma lista de fornecedores aprovados. Lista de Requisitos de Material a Granel (Check List): define os requisitos de PPAP para material a granel. não exime a organização da responsabilidade pela qualidade do produto. etc.Analista do Controle da Qualidade cliente.

materiais). material 3 granel e de processos. ou d) tratamento de calor.Analista do Controle da Qualidade PPAP (ver PPAP. testes) que serão usados na produção de um produto específico ou de uma família de produtos (ex: peças. ISOfTS 16949 e os requisitos específicos do cliente. "peça ativa" refere-se ao material a granel contratado. 4. Referência: Manual de Referência de Planejamento Avançado da Qualidade do Produto e Plano de Controle. Plano de Controle: são descrições escritas do sistema de controle de produção de peças ou. Planejamento da Qualidade incorpora os conceitos de prevenção de defeitos e melhoria contínua como contraste com descobrimento de defeitos (ver manual de referência de Planejamento Avançado da Qualidade do Produto e Plano de Controle). uma confirmação por escrito da área de Compras do cliente é requeriaa para a desativação da peça.1). pintura. uma família de Plano de Controle pode ser aplicada a um número de peças produzidas usados em um processo comum. mas em muitos casos. soldagem. Para peças que o ferramental é de propriedade do cliente. Eles são escritos pela organização para identificar as características importantes e requisitos de engenharia do produto. Planta: é o local onde ocorre no processo de fabricação a adição de valor. A peça continua ativa até que seja dada autorização do sucateamento do ferramental. Organizações: são fornecedores de: a) materiais de produção. 233 . b) peças de produção ou serviço. c) montagem. Cada peça deve ter um Plano de Controle. diretamente com o OEM ou outro consumidor requerendo esse documento. ou situações que múltiplas peças são feitas a partir de um mesmo ferramental. revestimento ou outros serviços de acabamento. Planejamento da Qualidade: é um processo estruturado para definir os métodos (ex: medições. Nota: para material a granel. Peça Ativa: é uma sendo fornecida atualmente para o cliente para equipamento original ou aplicações de serviços.

Limite de Robusto Pretendido: são limites que parâmetros possam ser permitidos para variar enquanto ainda garante que um produto está conforme com adequação dos requisitos de uso. operadores. Peça de Produção: é fabricada na planta de produção utilizando o ferramental de produção. Proporção de Produção: é o número de peças produzidas consentido em um período de tempo planejado para atender os requisitos de volume de produção da planta de montagem ou fabricação . material. Peça/Produto que está a venda: refere-se a peça/produto especificado no contrato entre o cliente e organização. 234 . dados de calibração. ambiente. tempo de ciclo. temperatura. Processos Estáveis: são processos que estão em controle estatístico. por exemplo: velocidades. Projeto . pressões.Analista do Controle da Qualidade não a peça produzida com este material. Nota: a proporção de produção combinada é tipicamente especificada no acordo de compra. ex: resultados de testes. medidores. Ver o Manual de referência de Controle Estatístico do Processo. Registro da Qualidade: é um documento declarando resultados atingidos ou fornecimento de evidências de atividades de desempenho. Processo: é um conjunto de atividades inter-relacionadas ou que interagem entre si.considerando outros mix de produto e maquinários disponíveis. processo. e situação do processo. transformando entradas em saídas. resultados de auditorias internas.

1. 235 . por meio de fornecimento de evidência objetiva. que os requisitos para um uso ou aplicação específica tenham sido realizados. especificações e/ou dados eletrônicos (CAD) da peça usados para conduzir informações necessárias para a produção do produto. que os requisitos para um uso ou aplicação específica tenham sido realizados.Analista do Controle da Qualidade Registro de Projeto: é o desenho. tirada da série de produção significante feita com ferramental de produção. Essas peças ou materiais submetidos para aprovação de peça de produção têm queser verificadas pela organização para atender todos os requisitos específicos dos registros de projeto. Verificação: é a confirmação. processos e tempo de ciclo. Representante Autorizado do Cliente: são pessoas que tem autoridade de aprovação em nome do cliente. 2. Submissão de Processo de Aprovação de Peça: é baseada em quantidades específicas de peças de produção ou materiais de produção. Validação: é a confirmação. Nota: o processo do cliente deveria identificar a autoridade pela aprovação Série de Produção Significante: ver PPAP. por meio de fornecimento de evidência objetiva.

Analista do Controle da Qualidade 236 .

A ISO/TS foi organizada pelo International Automotive Task Force (IATF). O trabalho de preparação das Normas Internacionais é normalmente realizado por meio dos comitês técnicos da ISO.Uma Especificação Disponível Publicamente (ISO/PAS) representa açor com especialistas técnicos e um grupo de trabalho da ISO. 237 . Gestão da Qualidade e garantia da qualidade. .A publicação como uma Norma Internacional. . requer aprovação de 75% dos organismos membros com direito a voto. A Isso colabora com a Electrotechnical Commision (IEC). com suporte da ISO/TC 176. .Analista do Controle da Qualidade Introdução ISO/TS14949 ISO/TS16949 INTRODUÇÃO e FUNDAMENTOS O QUE É ISO ? A Organização Internacional para Normalização = é uma federação mundial de organismos nacionais de normalização (organismos membros da ISO).Uma Especificação Técnica (ISO/TS) representa um acordo entre os membros de um comitê técnico e sua publicação é aceita caso seja aprovada por 2/3 dos membros do comitê com direito a voto. sua aprovação requer aprovação de 50% dos membros do comitê principal com direito a voto.

Envolvimento de Pessoas = pessoas de todos os níveis são a essência de uma organização. e procurem exceder as suas expectativas. Abordagem Factual para tomada de decisão = decisões eficazes são baseadas na análise dos dados e informações Benefícios mútuos nas relações com os fornecedores = uma organização e seus fornecedores são interdependentes. Abordagem de Processo = um resultado desejado é alcançado mais eficientemente quando as atividades e os recursos relacionados são gerenciados como um processo. Convém que eles criem e mantenham uma ambiente interno. no qual as pessoas possam estar totalmente envolvidas no propósito de atingir os objetivos da organização. os seus requisitos. e seu total envolvimento possibilita que as suas habilidades sejam usadas para o benefício da organização. e uma relação de benefícios mútuos aumenta a capacidade de ambos em agregar valor. Abordagem sistêmica para a gestão = identificar. 238 . entender e gerenciar os processos inter-relacionados como um sistema contribui para a eficácia e eficiência da organização no sentido desta atingir os seus objetivos. portanto é recomendável que atendam às necessidades atuais e futuras do cliente. Foco no cliente = Organizações dependem de seus clientes. Melhoria contínua = convém que a melhoria contínua do desempenho global da organização seja seu objetivo permanente.Analista do Controle da Qualidade PRINCIPIOS DA GESTÃO DA QUALIDADE O conhecimento e uso dos Oito Princípios de Gestão da Qualidade deveriam ser demonstrados e desdobrados através da organização pela Alta Direção. Liderança = líderes estabelecem a unidade de propósito e o rumo da organização.

Freqüentemente. que usa recursos para transformar insumos (entradas) em produtos (saídas) pode ser considerado como um PROCESSO. A identificação sistemática e a GESTÃO DOS PROCESSOS empregados na organização e. a saída de um processo resultará diretamente na entrada do processo seguinte.  obter resultados de desempenho e EFICÁCIA do processo. Qualquer atividade.inputs” e “dados de saída outputs”. Usado no SGQ esta abordagem de processos enfatiza a:  entender e atender os requisitos ( CLIENTES INTERNOS E CLIENTES EXTERNOS ).Analista do Controle da Qualidade ABORDAGEM DE PROCESSO Uso do enfoque de processo e uma nova estrutura que considera todos os trabalhos em termos de “dados de entrada .  melhorar continuamente baseado em MEDIÇÕES OBJETIVAS Melhoria contínua do sistema de gestão da qualidade Responsabilidade da direção Medição análise e melhoria Requisitos Gestão de recursos Entrada CLIENTES Realização do produto Legenda: Atividades que agregam valor Fluxo de informação 239 Produto Satisfação CLIENTES Saída .  necessidade de considerar os PROCESSOS em termos de VALOR AGREGADO. particularmente. ou conjunto de atividades. as INTERAÇÕES entre tais processos são conhecidas como "abordagem de processos".

Analista do Controle da Qualidade MAPEAMENTO DE PROCESSOS POC (Processo Orientado ao Cliente). 240 .

Autoridade e Comunicação. Avaliação da diretoria. Responsabilidade. Infra-estrutura. Política da qualidade. Relações com a ISO 9004. Seção 5 Responsabilidade da direção Inclui requisitos e orientações sobre: Compromisso da direção. Recursos humanos (treinamento). Abordagem de processo. Seção 2 Referência Normativa Inclui informações sobre: as referências sobre as quais a ISO/TS16949se baseia e às quais ela subscreve. Ambiente de trabalho.Analista do Controle da Qualidade Visão Geral da ISO/TS 16949 Seção 0 Introdução Incluir informações sobre. Seção 3 Termos e definições Defini os termos específicos da indústria automotiva e os termos da ISO que se modificaram e/ou foram alterados para atender ás necessidades da indústria automotiva. Seção 4 Sistema de gestão da qualidade Inclui requisitos e orientação sobre: Generalidades e documentação. 241 . Enfoque no cliente. Seção 6 Gestão de recursos Inclui requisitos e orientações sobre: Provisão de recursos. Generalidades. Planejamento. Seção 1 Objetivo Inclui informações sobre: Generalidades e Aplicações da ISO/TS16949.

análise e melhoria Inclui requisitos e orientações sobre: Generalidades. Projeto e desenvolvimento. Monitoramento e medição. Provisão para produção e serviços. Controle de monitoramento e dispositivos de medição. 242 . Processos relacionados ao cliente.Analista do Controle da Qualidade Seção 7 Realização do produto Inclui requisitos e orientações sobre: Planejamento de realização do produto. Compras. Seção 8 Medição. Análise de dados e Melhoria. Controle de produto não-conformes.

Analista do Controle da Qualidade Prefácio A ISO (a Organização Internacional para Normalização) é uma federação mundial de organismos nacionais de normalização (organismos membros da ISO). O trabalho de preparação das normas internacionais é normalmente realizado por meio dos comitês técnicos da ISO. também participam do trabalho. Em outras circunstancias. A publicação como Norma Internacional requer a aprovação de 75% dos organismos membros com direito a voto. A ISO/TS 16949 foi organizada pelo International Automotive Task Force (IATF). Gestão da qualidade e garantia da qualidade. As Normas Internacionais são elaboradas de acordo coma regras definidas nas Diretivas ISO/IEC. um comitê técnico poderá decidir publicar outros tipos de documentos normativos:  Uma Especificação Disponível Publicamente (ISO/PAS) representa um acordo entre especialistas técnicos em um grupo de trabalho da ISO e sua publicação é aceita caso seja aprovada por mais de 50% dos membros do comitê principal com direito a voto. Part 2. A ISO colabora intimamente com a International Electrotechnical Commission (IEC) em todas as questões referentes à normalização eletrotécnica. Circula-se o projeto das Normas Internacionais aprovado pelos comitês técnicos entre os organismos membros para votação. principalmente que há um no mercado para tais documentos. governamentais e não governamentais em coordenação com a ISO. 243 .  Uma Especificação Técnica da ISO (ISO/TS) representa um acordo entre os membros de um comitê técnico e sua publicação é aceita caso seja aprovada por 2/3 dos membros do comitê com direito a voto. A tarefa principal dos comitês técnicos é elaborar Normas Internacionais. Cada organismo membro interessado em um assunto para o qual se tenha estabelecido um comitê técnico tem o direito e ser representado naquele comitê. As organizações internacionais. com o suporte da ISO/TC 176.

a palavra “deve(m)” (shall) indica um requisito. O texto original da ISO 9001:2008 é apresentado dentro de molduras. qualquer sugestão será dada somente como uma orientação. é reconhecida pelos clientes membros do IATF quando obtida em conformidade com processo de certificação do IATF (veja as “Regras para obter o reconhecimento do IATF”). Nesta Especificação Técnica. Os parágrafos com a identificação “NOTA” têm o propósito de servir de orientação na compreensão e no esclarecimento do requisito associado. O Anexo A forma a parte normativa desta Especificação Técnica Considerações para a certificação A certificação de acordo com esta especificação técnica . que foi alterada tecnicamente de acordo com a ISO 9001:2008. incluindo os requisitos específicos do cliente. Os requisitos suplementares específicos do setor são apresentados fora das molduras. quando houver. Podem-se obter os detalhes nos endereços dos organismos de supervisão locais mencionados a seguir.Analista do Controle da Qualidade Esta terceira edição da ISO/TS 16949 cancela e substitui a segunda edição (ISO/TS 16949:2002). Quando o termo “tal (tais) como “ for utilizado. A palavra “deveria(m)” (should) indica uma recomendação. Associazione Nazionale Fra Industrie Automobilistiche (ANFIA) 244 .

França Web site: www.iatfglobaloversight.uk Verband der Automobilindustrie (VDA) qualitätsmanagement Center (QMC) Web site: www.iaob.iatf-france. (SMMT Ltd.org 245 .Analista do Controle da Qualidade Web site: www.) Web site: www.smmt.vda-qmc.org IATF.com Socient of Motor Manufacturers and Tradres Ltd.de Toda informação publicada sobre a IATF pode se encontrar no site: www.anfia.co.it International Automotive Oversight Bureau (IAOB) Web site: www.

Analista do Controle da Qualidade 246 .

Os requisitos do sistema de gestão da qualidade especificados nesta Norma são complementares aos requisitos para produtos. 247 . b) Suas necessidades que se alteram. e) Os processos utilizados. c) Seus objetivos particulares. f) Seu porte e estrutura organizacional. mudanças nestes ambiente e os riscos associados com este ambiente. Não é intenção desta Norma impor uniformidade na estrutura de sistemas de gestão da qualidade ou uniformidade da documentação. As informações identificadas como “NOTA” se destinam a orientar o entendimento ou esclarecer o requisito associado.1 Generalidades ISO 9001:2008.01 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização.Analista do Controle da Qualidade SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE ABNT NBR ISO TS 16949:2009 PARA ORGANIZAÇÕES DE PRODUÇÃO AUTOMOTIVA E PEÇAS DE REPOSIÇÃO PERTINENTES 0. Sistemas de gestão da qualidade – requisitos Introdução 0. O projeto e a implementação de um sistema de gestão da qualidade de uma organização são influenciados por a) Seu ambiente organizacional. d) Os produtos fornecidos.

A aplicação de um sistema de processos em uma organização. os estatuários e os regulamentares. Os princípios de gestão da qualidade declarados nas ISO 9001 e ISO 9004 foram levados em consideração durante o desenvolvimento desta Norma. ela tem que determinar e gerenciar diversas atividades interligadas. para avaliar a capacidade da organização da atender aos requisitos do cliente.Analista do Controle da Qualidade Esta Norma pode ser usada por partes internas e externas. Para uma organização funcionar de maneira eficaz.2 Abordagem de processo ISO 9001:2008. bem como sua combinação e interação. interações desses processos e sua gestão para produzir o resultado desejado. aplicáveis ao produto e aos seus requisitos. incluindo organismos de certificação. junto com a identificação. pode ser referenciada com a “abordagem de processo”. sistemas de gestão da qualidade – requisitos 0.2 Abordagem de processo Esta Norma promove a adoção de uma abordagem de processo para o desenvolvimento. Uma vantagem da abordagem de processo é o controle continuo que ela permite sobre a ligação entre os processos individuais dentro do sistema de processos. Uma atividade ou conjunto de atividades que usa recursos e que é gerenciada de forma a possibilitar a transformação de entradas em saídas pode ser considerado um processo. Frequentemente a saída de um processo é a entrada para o processo seguinte. 0. 248 . implementação e melhoria da eficácia de um sistema de gestão da qualidade para aumentar a satisfação do cliente pelo atendimento aos seus requisitos.

mas não apresenta processos em um nível detalhado. conforme mostrado na figura 1. O modelo mostrado na Figura 1 abrange todos os requisitos desta Norma. d) Da melhoria continua de processo baseada em medições objetiva. NOTA Adicionalmente pode ser aplicada a metodologia conhecida como “ Plan-Do-Check-Act” (PDCA) para todos os processos. Act (agir): executar ações para promover continuamente a melhoria do desempenho do processo. O modelo PDCA pode ser descrito resumidamente como segue: Plan (planejar): estabelecer os objetivos e processos necessários para gerar resultados de acordo com os requisitos do cliente e com as políticas da organização. 249 . Esta ilustração mostra que os clientes desempenham uma papel significativo na definição dos requisitos como entradas.Analista do Controle da Qualidade Quando usada em um sistema de gestão da qualidade. ilustra as ligações dos processos apresentadas nas Seções 4 e 8. b) Da necessidade de considerar aos processos em termos de valor agregado c) Da obtenção de resultados de desempenho e eficácia do processo. esta abordagem enfatizada a importância a) Do entendimento e atendimento dos requisitos. aos objetivos e aos requisitos para o produto e relatar os resultados. Do (fazer): implementar os processos. O monitoramento da satisfação do cliente requer a avaliação de informações relativas à percepção do cliente sobre se a organização atendeu aos requisitos do cliente. Check(checar): monitorar e medir processos e produtos em relação a políticas. baseado em uma abordagem de processo. O modelo de um sistema de gestão da qualidade.

mas podem. também. as quais foram projetadas para se complementarem mutuamente. 250 .3 Relação com ISO 9004 ISO 9001:2008.3 Relação com a ISO 9004 As ISO 9001 e ISO 9004 são normas de sistema de qualidade.Analista do Controle da Qualidade Figura 1 – Modelo de um sistema de gestão da qualidade baseada em processo 0. sistema de gestão da qualidade – Requisitos 0. ser usadas independentemente.

regulamentar ou contratual. a ISO 9004 estava em revisão. Esta Norma não inclui requisitos específicos para outros sistemas de gestão. É possível a uma organização adaptar seus sistemas de gestão 251 . Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 0. ela não se destina ao uso para certificação. esta Norma possibilita a uma organização o alinhamento ou a integração de seu próprio sistema de gestão da qualidade com requisitos de sistemas de gestão relacionados. NOTA O conhecimento e uso dos oito princípios de gestão da qualidade referidos na ISO 9000:2005 e ISO 9004:. Entretanto. gestão financeira ou de risco.Analista do Controle da Qualidade A ISO 9001 especifica requisitos para um sistema de gestão da qualidade que podem ser usados pelas organizações para aplicação interna. tais como aqueles específicos à gestão ambiental. A edição revisada da ISO 9004 fornecera orientação para atingir sucesso sustentado para qualquer organização em um ambiente complexo. gestão de segurança e saúde ocupacional. ela contempla as necessidades e expectativas de todas as partes interessadas e sua satisfação. A ISO 9004 provê um foco mais amplo sobre gestão da qualidade do que a ISO 9001. O Anexo a mostra a correspondência entre a ISO 9001:2008 e ISO 14001:2004.deveriam ser demonstrados e difundidos em toda organização pela Alta Direção. as prescrições da ISO 14001:2004 foram consideradas para aumentar a compatibilidade entre as duas normas em beneficio da comunidade de usuários. À época da publicação desta Norma Internacional. Ela esta focada na eficácia do sistema de gestão da qualidade em atender aos requisitos dos clientes.4 Compatibilidade com outros sistemas de gestão ISO 9001:2008. Entretanto. por meio da melhoria continua e sistemática do desempenho da organização. para certificação ou para fins contratuais. 0. exigente e de constante mudança .4 Compatibilidade com outros sistemas de gestão Durante o desenvolvimento desta Norma.

com ênfase na prevenção de defeitos e a redução da variação e do desperdício na cadeia de fornecimento. em conjunto com os requisitos específicos aplicáveis do cliente. 0.Analista do Controle da Qualidade existente para estabelecer um sistema de gestão da qualidade que cumpra com os requisitos desta Norma. define os requisitos fundamentais do sistema de gestão da qualidade para os signatários desta Especificação Técnica. Esta Especificação Técnica. 252 .5 Objetivo desta Especificação Técnica O objetivo desta especificação técnica é o desenvolvimento de um sistema de gestão da qualidade que promova a melhoria continua. Esta Especificação Técnica tem o propósito de evitar múltiplas auditorias de certificação e proporciona uma abordagem em comum para um sistema de gestão de qualidade para as organizações de produção automotiva e de peças de reposição pertinentes.

Analista do Controle da Qualidade Especificação Técnica ISO TS 16949:20009(E) Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos específicos para a aplicação da ISO 9001:2008 para as organizações de produção automotiva e de peças de reposição.1 Generalidades ISO 9001:2008. quando uma organização a) necessita demonstrar sua capacidade para fornecer produtos que atendam de forma consistente aos requisitos do cliente e requisitos estatuários e regulamentares aplicáveis. e b) pretende aumentar a satisfação do cliente por meio da aplicação eficaz do sistema incluindo processos para melhoria continua do sistema.1 Generalidades Esta Norma especifica requisitos para um sistema de gestão da qualidade. 1 Escopo 1. o termo “produto” aplica-se apenas para 253 . e assegurar a conformidade com os requisitos do cliente e os requisitos estatuários e regulamentares aplicáveis. NOTA 1 Nesta Norma. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 1 Escopo 1.

uma vez que servem de suporte as instalações. o desenvolvimento. a instalação e serviços dos produtos relacionados à industria automotiva.produto pretendido ou requerido por um cliente . sejam no local do cliente sejam em local remoto (tais como centro de projetos. a produção e. 1. sedes corporativas e centros de distribuição).qualquer resultado pretendido e resultante dos processos de realização do produto. Esta Especificação Técnica. Esta Especificação Técnica também pode ser aplicada ao longo da cadeia de fornecimento. define os requisitos do sistema de gestão da qualidade para o projeto.Analista do Controle da Qualidade . fazem parte da auditoria das instalações. Esta Especificação Técnica se aplica às instalações das organizações onde são fabricadas as peças especificadas pelos clientes para produção e/ou serviços. As funções de suporte. quando relevante. NOTA 2 Requisitos estatuários e regulamentares podem ser expressos como requisitos legais.2 Aplicações 254 . Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 1. me conjunto com a ISO 9001:2008.2 Aplicação ISO 9001:2008. mas não podem obter certificação independente desta Especificação Técnica.

a não ser que as exclusões estejam limitadas aos requisitos na Seção 7 e que tais exclusões não afetem a capacidade ou responsabilidade da organização de fornecer produto que atenda aos requisitos do cliente e requisitos estatuários e regulamentares aplicáveis. alegações de conformidades com esta Norma não serão aceitáveis. Para referencias datadas. ele(s) pode(m) ser considerado(s) para exclusão. As únicas exclusões permitidas para esta Especificação Técnica se relacionam à cláusula 7. aplicam-se as edições mais recentes do referido documento (incluindo emendas). Quando algum(ns) requisito(s) desta Norma puder(em) ser aplicado(s). Para referencias não datadas. 255 . independentemente do seu tipo. devido a natureza de uma organização e seu produto. aplicam-se somente as edições citadas. Quando forem efetuados exclusões.Analista do Controle da Qualidade Todos os requisitos desta Norma são genéricos e se pretende que sejam aplicáveis a todas as organizações. As exclusões permitidas não incluem o projeto do processo de manufatura. Sistema de gestão da qualidade – Fundamentos e vocabulário. 2 Referencia normativa O documento relacionado a seguir é indispensável à aplicação deste documento. ISO 9000:2005. do seu porte e do produto que fornecem.3. nos casa em que a organização não é responsável pelo projeto e desenvolvimento do produto.

2 Organização responsável pelo projeto Organização com autoridade para estabelecer uma nova especificação ou para altera uma especificação existente de um produto. Sistemas de gesta da qualidade – Requisitos 3 Termos e definições Para os efeitos deste documento.1 Plano de controle Descrições documentadas dos sistemas e processos requeridos para controlar um produto NOTA Ver Anexo A 3. 3. onde aparecer o termo “produto”. aplicam-se os termos e definições da ISO 9000. aplicam-se os seguintes termos apresentados na ISO 9000:2005 e os seguintes: 3.Analista do Controle da Qualidade 3 Termos e definições ISO 9001:2008.1.1. Ao longo do texto desta Norma. 256 .1 Termos e definições para indústria automotiva Para os efeitos deste documento. este também pode significar “serviço”.

3.tratamentos térmicos.Analista do Controle da Qualidade NOTA Esta responsabilidade inclui teste e verificação do desempenho do projeto dentro da aplicação especifica pelo cliente.3 Abordagem a prova de erros Projeto e desempeno de um produto e processo de manufatura para evitar a fabricação de produto não conforme.montagens.peças de produção ou serviços. ensaios químicos. entre outros. .1.uma lista de equipamentos que são usados para realizar o mencionado acima.6 Manufatura Processo para fazer ou fabricar: . dimensionais.1. elétricos ou de confiabilidade. e . 3. solda.uma lista dos métodos e norma com os quais realiza o mencionado acima.1.1. metalúrgicos. ensaio ou calibração que podem incluir. físicos.materiais produtivos . avaliações e calibrações especificam que o laboratório esta qualificado para realizar.5 Escopo do laboratório Documento controlado contendo o seguinte: .ensaios.4 Laboratório Instalações para inspeção. tratamento superficial ou outros serviços de acabamento. 3. ou . . pintura. 257 . 3.

3.1.9 Fretes especiais Custos ou encargos extras incorridos nas entregas contratadas NOTA Isso pode ser causada pelo método.1. 3. 3. quantidade.10 Local remoto Locais que servem de suporte às instalações e onde ocorrem processos nãoprodutivos. 3. etc.1.1.1. entrega não programadas ou atrasadas. como uma saída do projeto do processo de manufatura. 3.Analista do Controle da Qualidade 3. o desempenho ou o processamento subsequente do produto.12 Características especiais Características do produto ou parâmetros do processo de manufatura que podem afetar a segurança ou o cumprimento da legislação.1.7 Manufatura preditiva Atividades baseadas nos dados de processo com o objetivo de evitar problemas de manutenção mediante a predição de prováveis modos de falhas. 258 . a função.8 Manutenção preventiva Ação planejada para eliminar as causas de falhas de equipamentos e interrupções não programadas na produção.11 Instalações Local onde ocorrem os processos de manufatura com valor agregado. a adequação.

implementar e manter um sistema de gestão da qualidade. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 4 Sistema de gestão da qualidade 4. d) Assegurar a disponibilidade de recursos e informações necessárias para apoiar a operação e o monitoramento desses processos.Analista do Controle da Qualidade 4 Sistema de gestão da qualidade 4.1 Requisitos Gerais ISO 9001:2008. 259 . Esses processos devem ser gerenciados pela organização de acordo com requisitos dessa Norma. e f) Implementar ações necessárias para atingir resultados planejados e a melhoria continua desses processos. A organização deve a) Determinar os processos necessários para o sistema de gestão da qualidade e sua aplicação por toda a organização (ver 1.1 Requisitos gerais A organização deve estabelecer. medir onde aplicável e analisar esses processos. documentar. c) Determinar critérios e métodos necessários para assegurar que a operação e o controle desses processos sejam eficazes. e) Monitorar. b) Determinar a seqüência e interação desses processos.2). e melhorar continuamente a sua eficácia de acordo com os requisitos desta Norma.

4.1 e 7.4. O tipo e a extensão do controle a ser aplicado a esses processos terceirizados devem ser definidos dentro do sistema de gestão da qualidade. NOTA 2 Um “processo terceirizado” é um processo que a organização necessita para seu sistema de gestão da qualidade e que a organização escolhe para ser executada por uma parte externa. a organização deve assegurar o controle desses processos.4.3 260 . NOTA 1 Os processos necessários para o sistema de gestão da qualidade acima referenciados incluem processos para atividades de gestão. estatuário e regulamentares.1 Requisitos gerais – Suplemento A garantia do controle dos processos terceirizado não exime a organização da responsabilidade de Ester em conformidade com todos os requisitos do cliente. realização do produto e medição.1. 4. provisão de recursos.Analista do Controle da Qualidade Quando uma organização optar por terceirizar algum processo que afete a conformidade do produto em relação aos requisitos. b) o grau no qual o controle do processo é compartilhado.1. NOTA Ver também 7. NOTA 3 Assegurar que o controle sobre os processos terceirizados não exima a organização da responsabilidade de estar conforme com todos os requisitos do cliente. c) a capacidade de atingir o controle necessário por meio da aplicação de 7. analise e melhoria. O tipo e a extensão do controle a ser aplicado ao processo terceirizado podem ser influenciados por fatores como a) impacto potencial do processo terceirizado sobre a capacidade da organização de fornecer produto em conformidade com os requisitos.

Um requisito para um procedimento documentado pode ser coberto por mais de um documento. incluindo registros. e d) Documentos. b) Um manual da qualidade.1 Generalidades A documentação do sistema de gestão da qualidade deve incluir a) Declaração documentada de uma política de qualidade e dos objetos da qualidade. e c) À competência do pessoal.Analista do Controle da Qualidade 4. NOTA 2 A abrangência da documentação do sistema de gestão da qualidade pode diferir de uma organização para outra devido a) Ao porte da organização e ao tipo de atividades. implementado e mantido. a operação e o controle eficazes de seus processos.2 Generalidades ISO 9001:2008.1. determinados pela organização como necessários para assegurar o planejamento.2 Requisitos de documentação 4. NOTA 1 Onde termo “procedimento documentado” aparecer nesta Norma.2. significa que o procedimento é estabelecido. b) À complexidade dos processos e suas interações.2 Requisitos e documentação 4. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 4. Um único documento pode cobrir os requisitos para um ou mais procedimentos. 261 . documentado. c) Procedimentos documentados e registros requeridos por esta Norma.

Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 4.2 Manual da qualidade ISO 9001:2008. 4.2 Manual da qualidade A organização deve estabelecer e manter um manual da qualidade que inclua a) O escopo de sistema de gestão da qualidade. incluído detalhes e justificativas para quais quer exclusões (ver 1. Registros são um tipo especial de documento e devem ser controlados de acordo com os requisitos apresentados em 4. 4.3 Controle de documentos ISO 9001:2008.2. antes da sua emissão.2. e c) Uma descrição da interação entre os processos dos sistema de gestão da qualidade. quando necessário. b) Analisar criticamente e atualizar.2. b) Os procedimentos documentados estabelecidos para o sistema de gestão da qualidade. Sistemas de gestão de qualidade 4. d) Assegurar que as versões pertinentes dos documentos aplicáveis estejam disponíveis nos locais de uso.2). c) Assegurar as alterações e a situação da revisão atual dos documentos sejam identificadas.2.4. e reaprovar documentos.2. ou referencia a eles.3 Controle de documentos Os documentos requeridos pelo sistema de gestão da qualidade devem ser controlados. Um procedimento documentado deve ser estabelecidos para definir os controles necessários para a) Aprovar documentos quanto a sua adequação.Analista do Controle da Qualidade NOTA 3 A documentação pode estar em qualquer forma ou tipo de meio de comunicação. 262 .

A implementação deve incluir os documentos atualizados.2. A analise critica em tempo hábil deveria ser feita o mais prontamente possível e não deve exceder a duas semanas úteis. 4.4 Controle de registros ISO 9001:2008. e g) Evitar o uso não pretendido de documentos obsoletos e aplicar identificação adequada nos casos em que eles foram retidos por qualquer propósito. as FMEAs.Analista do Controle da Qualidade e) Assegurar que os documentos permaneçam legíveis e prontamente identificáveis. tais como o plano de controle.2. Sistemas de gestão da qualidade – Registros 4. 4. f) Assegurar que documentos de origem externa determinados pela organização como necessário para os planejamentos e operação do sistema de gestão da qualidade sejam identificados e que sua distribuição seja controlada. A organização deve manter um registro da data na qual cada alteração é implementada na produção. NOTA Uma alteração nessas norma/especificações requer um registro atualizado do processo de aprovação de peça de produção do processo do cliente quando essas especificações forem referenciadas no registro de projeto ou se afetarem os documentos do processo de aprovação de peças de produção. a distribuição e a implementação em tempo hábil de todas as norma/especificações de engenharia do cliente e suas alterações. etc.1 Especificações de engenharia A organização deve estabelecer um processo para assegurar a analise crítica.2.4 Controle de registro Registros estabelecidos para prover evidenciam de conformidade com requisitos e da operação eficaz do sistema de gestão da qualidade devem ser 263 .3. baseado na programação requerida pelo cliente.

264 . Registros devem permanecer legíveis.Analista do Controle da Qualidade controlados. 4. regulamentares e os do cliente. NOTA 1 “Disposição” mencionada acima inclui descarte. prontamente identificáveis e recuperáveis. NOTA 2 Em “ registros” também se incluem os registro especificados pelo cliente. recuperação. A organização deve estabelecer um procedimento documentado para definir do controles necessários para a identificação.4.2. proteção. armazenamentos.1 Retenção de registros O controle dos registros deve satisfazer os requisitos estatuários. retenção e disposição dos registros.

b) estabelecendo a política da qualidade.1 e 8.1. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 5 Responsabilidade da direção 5. como também aos requisitos estatuários e regulamentares.1 Comprometimento da direção A alta direção deve fornecer evidencia do seu comprometimento com o desenvolvimento e com a implementação do sistema de gestão da qualidade.2.1) 5. e e) assegurando a disponibilidade de recursos. 265 .2.1 Eficiência do processo A alta direção deve analisar criticamente os processos de realização do produto e os processos de suporte para assegurar a sua eficiência e eficácia. com a melhoria continua de sua eficácia a) comunicando à organização da importância de atender aos requisitos dos clientes. (ver 7. c) assegurando que os objetivos da qualidade são estabelecidos.Analista do Controle da Qualidade 5 Responsabilidade da direção 5.1 Comprometimento da direção ISO 9001:2008. d) conduzindo as analises criticas pela direção.

2 Foco do cliente A Alta Direção deve assegurar que os requisitos do cliente sejam determinados e atendidos com o propósito de aumentar a satisfação do cliente 5. 5. e e) Seja analisada criticamente para a continuidade de sua adequação.3 Política da qualidade A Alta Direção deve assegurar que a política da qualidade a) seja apropriada ao propósito da organização.3 Política da qualidade ISO 9001:2008.4.4 Planejamento 5.1 Objetivo da qualidade 266 .Analista do Controle da Qualidade 5. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 5. Sistema de gestão da qualidade – Requisitos 5.2 Foco no cliente ISO 9001:2008. b) Inclua um comprometimento com o atendimento aos requisitos e com a melhoria continua da eficácia do sistema de gestão da qualidade c) Proveja uma estrutura para estabelecer e analisar crítica dos objetivos da qualidade d) Seja comunicada e entendida por toda a organização.

sejam estabelecidos nas funções e nos níveis pertinentes da organização. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 5. 5.1. bem como os objetivos da qualidade. incluindo aqueles necessários para atender aos requisitos do produto (ver 7. NOTA Os objetivos da qualidade devem considerar as expectativas do cliente e ser passiveis de serem alcançados dentro de um período de tempo definido.4.4.1.4 Planejamento 5.2 Planejamento do sistema de gestão da qualidade ISO 9001:2008.1 Objetivo da qualidade A Alta Direção deve assegurar que os objetivos da qualidade. 5.2 Planejamento do sistema de gestão da qualidade A Alta Direção deve assegurar que a) o planejamento do sistema de gestão da qualidade seja realizado de forma a satisfazer os requisitos citados em 4.4. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 5.1 a).1 Objetivos da qualidade – Suplementos A Alta Direção deve definir os objetivos da qualidade e medições que devem ser incluídos no plano de negócios e usados no desdobramento da política de qualidade.Analista do Controle da Qualidade ISO 9001:2008. e b) a integridade do sistema de gestão da qualidade seja mantida quando 267 .4. Os objetivos da qualidade devem ser mensuráveis e consistentes com a política da qualidade.

5 Responsabilidade.1 Responsabilidade pela qualidade Os Gerentes com responsabilidade e autoridade pelas ações corretivas devem ser prontamente informados dos produtos ou processos que não estejam em conformidade com os requisitos.5.Analista do Controle da Qualidade mudanças no sistema de gestão da qualidade são planejadas e implementadas.1 Responsabilidade e autoridade A Alta Direção deve assegurar que as responsabilidades e a autoridade sejam definidas e comunicadas em toda a organização. assegurar conformidade ais requisitos do produto. 5. ou com a responsabilidade delegada para. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 5. 5.5.5 Responsabilidade. O pessoal responsável pela conformidade aos requisitos do produto deve ter a autoridade de interromper a produção para corrigir problemas com a qualidade. Autoridade e comunicação 5.5. 5.5.1.1 Responsabilidade e autoridade ISO 9001:2008. As operações de produção em todos os turnos devem ser supervisionadas por pessoal responsável para.2 Responsabilidade da direção 268 . Autoridade e comunicação 5.

Isso inclui a seleção de características especiais. os 269 .4 Comunicação interna A Alta direção deve assegurar que sejam estabelecidas.3 Comunicação interna ISO 9001:2008. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 5. NOTA A responsabilidade de um representante da direção pode incluir a ligação com partes externas em assuntos relativos ao sistema de gestão da qualidade. projeto e desenvolvimento do produto.5. 5.1 Representação do cliente A Alta Direção deve designar pessoal com responsabilidade e autoridade para assegurar o atendimento dos requisitos do cliente.5. ações corretivas e preventivas. implementados e mantidos.2.Analista do Controle da Qualidade ISO 9001:2008. deve ter responsabilidade e autoridade para a) Assegurar que os processos necessários para o sistema de gestão da qualidade sejam estabelecidos. independentemente de outras responsabilidades. e c) Assegurar a promoção da conscientização sobre is requisitos do cliente em toda a organização.5. 5. b) Relatar a Alta Direção o desempenho do sistema de gestão da qualidade e qualquer necessidade de melhoria. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 5.5.2 Responsabilidades da direção A Alta Direção deve indicar um membro da administração da organização que. na organização. o estabelecimento de objetivos da qualidade e o treinamento associado.

270 .2. incluindo a política da qualidade e os objetivos da qualidade.6. 5. suficiência e eficácia.4).1 Desempenho do sistema de gestão da qualidade Essas analises críticas devem incluir todos requisitos do sistema de gestão da qualidade e as tendências de seu desempenho como uma parte essencial do processo de melhoria continua.6 Analise pela direção 5.1 Generalidades ISO 9001:2008. Essa analise critica deve incluir a avaliação de oportunidades para melhoria e necessidade de mudanças no sistema de gestão da qualidade. para assegurar sua continuas adequação.1 Generalidades A Alta Direção deve analisar criticamente o sistema de gestão da qualidade da organização.6 Analise pela direção 5. Parte da analise critica pela direção deve ser o monitoramento dos objetivos da qualidade e o relato e a avaliação regular do custo da má qualidade (ver 8. a intervalos planejados.1. 5.Analista do Controle da Qualidade processos de comunicação apropriados e que seja realizada a comunicação relativa à eficácia do sistema de gestão da qualidade.5.6. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 5.1).6.1 e 8.4. Deve se mantidos registro das analises critica pela direção (ver 4.

a satisfação do cliente com o produto fornecido. 5.1 Entradas para analise critica – Suplemento As entradas para a analise critica pela direção devem incluir uma analise das falhas de campo reais e potenciais e seu impacto na qualidade. e .2.2. Ações de acompanhamentos sobre as analises criticas anteriores pela direção. Realimentação de cliente. segurança ou ambiente. f) Mudanças que posam afetar o sistema de gestão da qualidade.6.Analista do Controle da Qualidade Esses resultados devem ser registrados para proporcionar.os objetivos da qualidade especificados no plano de negócios. evidencia de que foram atingidos .6. no mínimo.2 Entradas para a analise crítica ISO 9001:2008. Entrada para a analise crítica As entradas para a analise crítica pela direção devem incluir informações sobre a) b) c) d) e) Resultados de auditorias. 5. e g) Recomendações para melhoria. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 5. 271 . Situação das ações preventivas e corretivas.6. Desempenho de processo e conformidade de produto.

e 272 .6.1 Provisão de recursos A organização deve determinar e prover recursos necessários para a) Implementar e manter o sistema de gestão da qualidade e melhorar continuamente sua eficácia. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 5. e c) Necessidade de recursos.4 Saídas da analise critica As saídas da analise critica pela direção devem incluir quaisquer decisões e ações relacionadas a a) Melhorias da eficiência do sistema da gestão da qualidade e de seus processos b) Melhoria do produto em relação aos requisitos do cliente.Analista do Controle da Qualidade 5. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 6 Gestão de recursos 6. 6 Gestão de recursos 6.3 Saídas da analise criticas ISO 9001:2008.1 Provisão de recursos ISO 9001:2008.6.

Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 6.1 Generalidades As pessoas que executam atividade que afetam a conformidade com os requisitos do produtos devem ser competentes.2 Recursos humanos 6.2 Competência. 6. b) Onde aplicável.Analista do Controle da Qualidade b) Aumentar a satisfação do cliente mediante o atendimento aos seus requisitos. c) Avaliar a eficácia das ações executadas d) Assegurar que o seu pessoal esta consciente quanto a pertinência e importância de suas atividades e de como elas contribuem para atingir 273 .1 Generalidades ISO 9001:2008. habilidade e experiência apropriados. treinamento e conscientização A organização deve a) Determinar a competência necessária para as pessoas que executam trabalhos que afetam a conformidade com os requisitos do produtos.2. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 6.2. com base em educação. 6. prover treinamento ou tomar outras ações para atingir a competência necessária.2. treinamento. NOTA A conformidade com os requisitos do produto pode ser afetada direta ou indiretamente pelas pessoas que desempenham qualquer tarefa dentro do sistema de gestão da qualidade. treinamento e conscientização ISO 9001:2008.2 Recursos humanos 6.2 Competência.2.

habilidade e experiência (ver 4.2. com atenção particular à satisfação dos requisitos do cliente.1 Habilidades no Projeto do Produto A organização deve assegurar que o pessoal com responsabilidade pelo projeto do produto seja competente para atender requisitos do projeto e qualificados nas ferramentas e técnica aplicáveis.2.2. treinamento. O pessoal cujo trabalho afete a qualidade deve ser informado sobre as 274 . NOTA 1 Isto se aplica a todos os funcionários em todos os níveis da organização que afetem a qualidade. A organização deve identificar as ferramentas e técnicas aplicáveis.2. incluindo o pessoal por contrato ou de agencia.2 Treinamento A organização deve estabelecer e manter procedimentos documentados para a identificação das necessidades de treinamento e para obter a competência necessária para todo o pessoal que realiza atividades que afetam a conformidade aos requisitos do produto. 6.2. NOTA 2 Um exemplo dos requisitos específicos do cliente é a aplicação de uma base de dados matematicamente digitalizados.4).2.3 Treinamento no local de trabalho A organização deve proporcionar treinamento no local de trabalho para o pessoal em qualquer atividade nova ou modificada que afete a conformidade aos requisitos do produto. 6. 6. conforme a necessidade.Analista do Controle da Qualidade as objetivos da qualidade.2. e e) Manter registros apropriados de educação. O pessoal que executa tarefas específicas designadas deve ser qualificado.

6.3 Infra-estrutura A organização deve determinar.2. fazer melhorias continuas e criar um ambiente que promova a inovação. b) Equipamento de processo (tanto materiais e equipamento quanto programas de computador). Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 6.1.2.d).2. quando aplicável.Analista do Controle da Qualidade conseqüências para o cliente das não-conformidades com os requisitos da qualidade. prover e manter a infra-estrutura necessária para alcançar a conformidade com os requisitos do produto.3. A organização deve ter um processo para medir o grau de conscientização do pessoal quanto à relevância e importação de suas atividades e como elas contribuem para o alcance dos objetivos da qualidade (ver 6.3. Os layouts da planta devem otimizar a movimentação e o manuseio de materiais e os uso com valor agregado do espaço físico e devem facilitar o fluxo 275 . O processo deve incluir a promoção da qualidade e a conscientização tecnológica por toda a organização. instalações e equipamentos. 6.4 Motivação e empowerment dos funcionários A organização deve ter um processo para motivar os funcionários a alcançar as objetivos da qualidade.2. instalação e equipamentos A organização deve usar uma abordagem multidisciplinar (ver 7. e c) Serviços de apoio (como sistemas de transporte. espaço de trabalho e instalações associados.3 Infra-estrutura ISO 9001:2008.1 Planejamento da Planta. comunicação ou informação).1) para o desenvolvimento de planos para a planta. A infra-estrutura inclui. a) Edifícios. 6.

Analista do Controle da Qualidade sincronizado dos materiais. NOTA O termo “ambiente de trabalho” se refere aquelas condições sob as quais o trabalho é executado. incluindo fatores físicos. 6. falhas em equipamentoschave e retornos de campo. principalmente no processo de projeto e desenvolvimento e nas atividades do processo de manufatura. 6. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 6.4. ambientais e outros (tais como ruído.4 Ambiente de trabalho ISO 9001:2008. NOTA Esses requisitos deveriam se concretizar nos princípios da produção enxuta e a associação com a eficácia do sistema de gestão da qualidade. 276 . Deve-se desenvolver e implementar métodos par aliviar e monitorar a eficácia das operações existentes. iluminação e condições meteorológicas). 6.2 Planos de contingência A organização deve elaborar planos de contingência para atender aos requisitos do cliente no caso de emergência tais como interrupções no serviço de energia elétrica e água.4 Ambiente de trabalho A organização deve determinar a gerenciar o ambiente de trabalho necessário para alcançar a conformidade com os requisitos do produto. falta de mão-de-obra. temperatura.3.1 Segurança do pessoal para alcançar conformidade aos requisitos do produto A segurança do produto e os meios para minimizar os riscos potenciais aos funcionários devem ser considerados pela organização. umidade.

inspeção e atividades de ensaios requeridos. específicos para o produto.1).1 Planejamento da realização do produto ISO 9001:2008. limpeza e reparo consistente com as necessidades do produto e processo de manufatura.4). validação. O planejamento da realização do produto deve ser consistente com os requisitos de outros processos do sistema de gestão da qualidade (ver 4. A saída deste planejamento deve ser em uma forma adequada ao método de operação da organização. bem como os critérios para a aceitação do produto. medição.2. monitoramento. b) A necessidade de estabelecer processos e documentos e prover recursos específicos para o produto.2 Limpeza das instalações A organização deve manter suas instalações em um estado de ordem. Ao planejar a realização do produto. quando apropriado: a) Os objetivos da qualidade e requisitos para o produto.Analista do Controle da Qualidade 6. NOTA 1 Um documento especificando os processos do sistema de gestão da 277 . a organização deve determinar. c) A verificação.4.1 Planejamento da realização do produto A organização deve planejar e desenvolver os processos necessários para a realização do produto. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 7 Realização do produto 7. d) Os registros necessários para fornecer evidenciam de que os processos de realização e o produto resultante atendem aos requisitos (ver 4. 7 Realização do produto 7.

1.3 no desenvolvimento dos processos de realização do produto.1.Analista do Controle da Qualidade qualidade (incluindo os processos de realização do produto) e os recursos a serem aplicados a um produto.1 Planejamento da realização do produto – Suplemento Os requisitos do cliente e as referencias às suas especificações técnicas devem ser incluídos no planejamento da realização do produto como um componente para o plano da qualidade. empreendimento ou contrato específico pode ser referenciado como um plano de qualidade. NOTA 2 A organização também pode aplicar os requisitos apresentados em 7.1). 278 . Para a amostragem de dados por atributos. 7. O planejamento avançado da qualidade do produto incorpora os conceitos de prevenção de erros e melhoria continua em oposição à detecção de erros e se baseia na abordagem multidisciplinar.1.2 Critérios de aceitação Os critérios de aceitação devem ser definidas pela organização e. 7.3 Confidencialidade A organização deve assegurar a confidencialidade dos produtos e dos projetos em desenvolvimento contratados pelo cliente e das informações relacionadas ao produto.2. 7. o nível de aceitação deve ser de zero defeito (ver 8.3. NOTA Alguns clientes se referem à gestão de projetos ou ao planejamento avançado da qualidade com um meio de alcançar a realização do produto. quando requerido. aprovados pelo cliente.

7.2 Processos relacionados à cliente ISO 9001:2008.1 Determinação de requisitos relacionados ao produto A organização deve determinar a) Os requisitos especificados pelo cliente. NOTA 1 Qualquer alteração na realização do produto que afete aos requisitos adicionais de verificação/identificação. As alterações devem ser validadas antes de sua implementação.2. incluindo os requisitos para entrega e para atividade de pós-entregas. deve-se atender aos requisitos adicionais de verificação/identificação tais como aqueles requeridos para a introdução de um novo produto.1.2 Processos relacionados à cliente 7. tais como aqueles requeridos para a introdução de um novo produto. c) Requisitos estatuários e regulamentares aplicáveis ao produto. Deve-se avaliar quaisquer alterações. inclusive aquelas de iniciativas de algum fornecedor e deve-se definir as atividades de verificação e validação para assegurar cumprimento dos requisitos de cliente. e 279 . onde conhecido.4 Controle de alterações A organização deve ter um processo para controlar e reagir às alterações que causem impacto na realização do produto.Analista do Controle da Qualidade 7. b) Os requisitos não declarados elo cliente. mas necessários para o uso especificado ou pretendido. NOTA Os requisitos acima se aplicam às alterações no produto e no processo de manufatura. Para os projetos pelo cliente. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 7.

Análise crítica dos requisitos relacionados ao produto A organização deve analisar criticamente os requisitos relacionados ao produto. Esta análise crítica deve ser realizada antes da organização assumir o compromisso de fornecer um produto para o cliente (por exemplo. eliminação ou disposição de materiais. obrigações contratuais. armazenamento. NOTA 1 As atividades de pós-entregas incluem qualquer serviço de pós-venda do produto. por exemplo.3).3. tais como serviços e manutenção e serviços suplementares. manuseio.1. 7.2. 7.1 Características especiais definidas pelo cliente A organização deve demonstrar conformidade com os requisitos do cliente em relação à designação. fornecido como parte de contrato do cliente ou do pedido de compras. de segurança e ambientais aplicáveis à aquisição. NOTA 3 o cumprimento de item c) inclui todos os regulamento governamentais.2. ações sob condição de garantia.2 Análise crítica dos requisitos relacionados ao produto ISO 9001:2008. reciclagem. NOTA Atividades pós-entrega incluem.2. como reciclagem e descarte. NOTA 2 Este requisito inclui a reciclagem.Analista do Controle da Qualidade d) Quaisquer requisitos adicionais considerados necessários pela organização. 280 . Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 7. o impacto ambiental e as características identificadas como resultados do conhecimento d organização a respeito do produto e dos processos de manufatura (ver 7. documentação e controle das características especiais.2.

2.Analista do Controle da Qualidade apresentação de propostas.4).2. 7.22 para uma análise crítica formal (ver nota) deve requerer a autorização do cliente. a organização deve assegurar que os documentos pertinentes sejam revisados e que o pessoal pertinente seja conscientizados sobre os requisitos alterados. Quando o cliente não fornecer uma declaração documentada dos requisitos.2.1 Análise crítica dos requisitos relacionados ao produto – Suplemento A derroga do requisito mencionado em 7. Nesses casos. Quando os requisitos do produto forem alterados.2 Viabilidade de manufatura pela organização A organização deve investigar. Devem ser mantidos registros dos resultados da análise crítica e das ações resultantes da análise crítica (ver 4. como catálogos ou material de propaganda.2. NOTA Em algumas situações. b) Os requisitos de contrato ou de pedido que difiram daqueles previamente manifestados estejam resolvidos. confirmar e documentar a viabilidade de manufatura dos produtos propostos no processo de análise crítica de contrato.2. a organização deve confirmar os requisitos do cliente antes da aceitação. aceitação de contratos ou pedidos. 7. incluindo a análise de riscos. aceitação de alterações em contratos ou pedidos) e deve assegurar que a) Os requisitos do produto estejam definidos. a análise critica pode compreender as informações pertinentes ao produto.3 Comunicação como cliente 281 . uma análise crítica formal para cada pedido é impraticável. como vendas pela internet. e c) A organização tenha a capacidade para atender aos requisitos definidos.2. 7.

troca eletrônica de dados).3 Projeto e desenvolvimento 7. contratos ou pedidos.3.2.3 incluem o projeto e desenvolvimento do produto e do processo de manufatura e se concentram mais na prevenção de erros do que na detecção.3. incluindo dados.3 Comunicação com o cliente A organização deve determinar e implementar providências eficazes para se comunicar com os clientes em relação a a) Informações sobre o produto. e c) Realimentação do cliente. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 7. b) Tratamento de consultas. incluindo suas reclamações. incluindo emendas.3 Projetos e desenvolvimento NOTA Os requisitos da clausula 7. dados do Projeto Auxiliado pelo computador. em linguagem e formato especificados pelo cliente (por exemplo.Analista do Controle da Qualidade ISO 9001:2008. 7.1 Comunicação com o cliente – Suplemento A organização deve ter a habilidade de comunicar as informações necessárias.1 Planejamento do projeto e desenvolvimento ISO 9001:2008.1 Planejamento do projeto e desenvolvimento A organização deve planejar e controlar o projeto e desenvolvimento do 282 . 7. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 7.3. 7.2.

O desenvolvimento e análise crítica dos planos de controle. incluindo as ações para reduzir os riscos potenciais. NOTA Análise crítica de projeto e desenvolvimento. Estas atividades podem ser conduzidas e registradas separadamente ou em qualquer combinação.Analista do Controle da Qualidade produto. 7.1 Abordagem multidisciplinar A organização deve usar uma abordagem multidisciplinar para preparar a realidade do produto. e c) As responsabilidades e a autoridades para projetos e desenvolvimento A organização deve gerenciar as interfaces entre os diferentes grupos envolvidos no projeto e desenvolvimento. Durante o planejamento do projeto e desenvolvimento. verificação e validação têm propósitos distintos. e . a organização deve determinar a) Os estágios do projeto e desenvolvimento. na medida em o projeto e o desenvolvimento progridem.O desenvolvimento/finalização e monitoramento de características especiais. b) A análise crítica. na forma adequada para o produto e a organização. As saídas do planejamento devem ser atualizada apropriadamente. .O desenvolvimento e análise crítica das FMEAs.1. verificação e validação que sejam apropriadas para cada estágio do projeto e desenvolvimento.3. 283 . para assegurar a comunicação eficaz e a designação clara de responsabilidades. incluindo: .

manufatura.3.2 Entradas de projetos e desenvolvimento As entradas relativas a requisitos de produto devem ser determinadas e registros devem ser mantidos (ver 4. produção e outro pessoal apropriado da organização. As entradas devem ser analisadas criticamente quanto à suficiência. informações originadas de projetos anteriores semelhantes.1) estão incluídas neste requisito.Analista do Controle da Qualidade NOTA Uma abordagem multidisciplinar geralmente inclui o pessoal da área de projeto. 7.2.2.1. documentar e analisar criticamente os requisitos de entradas de projeto do produto. e d) Outros requisitos essenciais para projeto e desenvolvimento. sem ambiguidade e não conflitantes entre si. 7. NOTA As características especiais (ver 7.1 Entrada de projeto do produto A organização deve identificar.4). incluindo o seguinte: 284 .2.3. Essas entradas devem incluir a) Requisitos de funcionamento e de desempenho b) Requisitos estatuários e regulamentares aplicáveis c) Onde aplicável.3. engenharia. qualidade. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 7. Requisitos devem ser completos.2 Entradas de projetos e desenvolvimento ISO 9001:2008.

dos dados de campo e de outras fontes relevantes.Os requisitos do cliente (análise crítica de contrato). se houver. incluindo o seguinte: . capacidade do processo e custo.As metas para conformidade aos requisitos do produto. 7. tais como as características especiais (ver 7. tempo e custo do produto. durabilidade.3.2 Entrada de projeto do processo de manufatura A organização deve identificar.Requisito do cliente.3). d) e: .Dados de saída de projeto do produto. . e 285 .O uso da informação: a organização deve ter um processo para desdobrar as informações obtidas dos projetos anteriores.3 Características especiais A organização deve identificar as características especiais (ver 7.cumprir as definições e símbolos especificados pelo cliente.Analista do Controle da Qualidade . confiabilidade.2.2.Experiência de desenvolvimentos anteriores.2. para os projetos atuais e futuros de natureza similar. tempo de vida. 7. .3. da retroalimentação dos fornecedores. . documentar e analisar criticamente os requisitos de entradas de projeto do processo de manufatura.3. da análise dos concorrentes. a rastreabilidade e a embalagem.3. . . a identificação. das entradas internas.Inclui todas as características especiais no plano de controle. . NOTAS O projeto de processo de manufatura inclui o uso de métodos à prove de erros em um grau apropriado à magnitude dos problemas e de acordo com os riscos encontrados.Metas de produtividade.3. manutenabilidade.

e devem ser aprovadas antes de serem liberadas. c) Conter ou referenciar critérios de aceitação do produto.3. 7.3.identificar os documentos do controle do processo.3.3. NOTA Informações para produção e prestação de serviço podem incluir detalhes para preservação do produto. as FMEAs. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 7. os planos de controle e as instruções do operador com o símbolo do cliente para características especiais ou o símbolo ou notações equivalente da organização para incluir esses passos do processo que afetam as características especiais. e d) Especificar as características do produto que são essenciais para seu uso seguro e adequado. b) Fornecer informações apropriadas para aquisição. NOTA As características especiais podem incluir as características do produto e os parâmetros do processo. incluindo os desenhos.Analista do Controle da Qualidade .1 Saídas de projeto do produto – Suplemento 286 . 7.3 Saídas de projeto e desenvolvimento ISO 9001:2008. produção e prestação de serviço.3 Saídas de projeto e desenvolvimento As saídas de projeto e desenvolvimento devem ser apresentadas em uma frma adequada para a verificação em relação às entradas de projeto e desenvolvimento. As saídas de projeto e desenvolvimento devem a) atender aos requisitos de entrada para projeto e desenvolvimento.

1). .Os resultados das análises críticas da projeto do produto. e .As diretrizes para o diagnostico. quando aplicável.2 Saídas de projeto do processo de manufatura As saídas de projeto do processo de manufatura devem ser expressas em termos que possam ser verificados em relação aos requisitos de entrada de projeto do processo de manufatura e validados.as especificações e desenhos. . As saídas de projeto de produto devem incluir: . quando apropriado.os critérios de aceitação de aprovação do processo. .Analista do Controle da Qualidade As saídas de projeto do produto devem ser expressas em termos que possam ser verificados e validados em relação aos requisitos de entrada de projeto do produto.As características especiais e as especificações do produto. . resultados de confiabilidade.A FMEA de projeto. manutenabilidade e mensurabilidade. .5.1.os dados da qualidade. . .3.as instruções de trabalho.o plano de controle (vê 7. . .as FMEA’s do processo de manufatura. . 287 . . quando apropriados. .os métodos de detecção rápida e retroalimentação de não-conformidades do produto/processo de manufatura.os fluxograma/layout do processo de manufatura. As saídas de projeto do processo de manufatura devem incluir. e .A definição do produto incluindo os desenhos ou as bases de dados matemáticos. 7.os resultados da abordagem à prova de erros. confiabilidade.A abordagem à prova de erros do produto.3.

de acordo com disposições planejadas (ver 7. em fases apropriadas. 7. analisar e reportar as medições em etapas específicas do projeto e desenvolvimento com resultados resumidos como entradas para a análise crítica pela direção.3.1 Monitoramento Deve-se definir.4. 7. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 7.3.2. os caminhos críticas e outros. e b) identificar qualquer problema e propor as ações necessárias.3.3. custos.1) para a) avaliar a capacidade dos resultados do projeto e desenvolvimento em atender aos requisitos. quando apropriado. NOTA Essas medições incluem os riscos da qualidade.4 Análise crítica de projeto e desenvolvimento ISO 9001:2008.4 Análise crítica de projetos e desenvolvimento Análises críticas sistemáticas de projeto e desenvolvimento devem ser realizadas. os tempos de processo.3. Devem ser mantidos registros dos resultados das análises críticas e de quaisquer ações necessárias (ver 4. Entre os participantes dessas análises críticas devem estar incluídos representantes de funções envolvidas com o(s) estagio(s) de projeto e desenvolvimento que está(ão) sendo analisado(s) criticamente. NOTA Essas análises críticas são normalmente coordenadas com as fases de projeto incluem o projeto e desenvolvimento do processo de manufatura.5 Verificação de projeto e desenvolvimento 288 .Analista do Controle da Qualidade 7.4).

3.6 Validação de projeto e desenvolvimento A validação do projetos de ser executada conforme disposições planejadas (ver 7. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 7.1 Validação de projeto e desenvolvimento – Suplemento A validação de projeto e desenvolvimento deve ser realizada de acordo com os requisitos do cliente.1). Devem ser mantidos registros dos resultados de validação e de quaisquer ações necessárias (ver 4. 289 .6 Validação de projeto e desenvolvimento ISO 9001:2008. 7. incluindo o cronograma do programa.6. 7.4). NOTA 2 Os requisitos 7. NOTA 1 O processo de validação normalmente inclui uma análise de relatórios de campo de produtos similares. Onde for praticável.3. Devem ser mantidos registros dos resultados da verificação e de quaisquer ações necessárias (ver 4.5 e 7.2.3.Analista do Controle da Qualidade ISO 9001:2008.2.3. para assegurar que o produto resultante seja capaz de atender aos requisitos para aplicações especificada ou uso pretendido.3. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 7.3. para assegurar que as saídas do projeto e desenvolvimento estejam atendendo aos requisitos de entrada do projeto e desenvolvimento.3.1).5 Verificação de projeto e desenvolvimento A verificação deve ser executada conforme disposições planejadas (ver 7. onde conhecido.3.6 se aplicam tanto ao produto como aos processos de manufatura. a validação deve ser concluída antes da entrega ou implementação do produto.4).

a organização deve ter um programa de protótipo e um plano de controle.Analista do Controle da Qualidade 7. os mesmos fornecedores.7 Controle de alterações de projeto e desenvolvimento ISO 9001:2008.3. Todas as atividades de ensaios de desempenho devem ser monitoradas para serem concluídas em tempo hábil e atenderem aos requisitos.6. Esse procedimento de aprovação do produto e do processo de manufatura também deve se aplicar aos fornecedores.6.3 Processo de aprovação do produto A organização de estar em conformidade com o procedimento de aprovação e do processo de manufatura reconhecido pelo cliente.2 programa do protótipo Quando requerido pelo cliente.3. a organização deve se responsabilizar por esses serviços terceirizados e prover a liderança técnica. sempre que possível. Mesmo que a organização opte por terceirizar esses serviços.3.7 Controle de alterações de projetos e desenvolvimento 290 .3. NOTA A aprovação do produto deveria ser posterior à verificação do processo de manufatura. 7. 7. ferramental e processos de manufatura que serão usados na produção. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 7. A organização deve usar.

1 Processo de aquisição A organização deve assegurar que o produto adquirido esta conforme com s requisitos especificados de aquisição. verificadas e validadas. A análise crítica das alterações de projeto e desenvolvimento deve incluir a avaliação do efeito das alterações em partes componentes e no produto já entregue. Critérios para seleção. NOTA As alterações no projeto e no desenvolvimento incluem todas as alterações durante o tempo de vida do produto (ver 7. Devem ser mantidos registros dos resultados da análise crítica de alterações e de quaisquer ações necessárias (ver 4.4) 291 .2.4).4).2. 7.4. avaliação e reavaliação devem ser estabelecidos. A organização deve avaliar e selecionar fornecedores com base na sua capacidade de fornecer produto de acordo com os requisitos da organização.4 Aquisição 7.1 processo de aquisição ISO 9001:2008.4 Aquisição 7.1. O tipo e a extensão do controle aplicados ao fornecedor e ao produto adquirido devem depender do efeito do produto adquirido na realização subsequente ou no produto final.4. como apropriados. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 7. e aprovadas antes da sua implementação. oriundas da avaliação (ver 4. Devem ser mantidos registros dos resultados das avaliações e de quaisquer ações necessárias.Analista do Controle da Qualidade As alterações de projeto e desenvolvimento devem ser identificadas e registros devem ser mantidos. As alterações devem ser analisadas criticamente.

7. NOTA A priorização da qual fornecedor será realizado o desenvolvimento dependera.Analista do Controle da Qualidade NOTA 1 Produtos adquiridos mencionados acima incluem todos os produtos e serviços que afetem os requisitos do cliente tais como submontagem.4.1 conformidade aos estatutos e regulamentos Todos os produtos ou materiais adquiridos usados no produto devem atender aos requisitos estatuários. 7. A conformidade com a Norma ISO 9001:2008 é o primeiro passo para atingir essa meta. por exemplo.2 Desenvolvimento do sistema de gestão da qualidade do fornecedor A organização deve realizar o desenvolvimento do sistema de gestão da qualidade do fornecedor com a meta de obter conformidade do fornecedor à esta Especificação Técnica. classificação retrabalho e serviços de calibração. a organização deveria verificar a continuidade do sistema de gestão da qualidade do fornecedor e sua eficácia. 292 . sequenciamento. regulamentares aplicáveis. NOTA 2 quando houver fusões.4. os fornecedores da organização devem ter certificação de terceira parte de acordo com a ISO 9001:2008 por um organismo de certificação de terceira parte acreditado.1.1. Salvo especificação em contrario pelo cliente. aquisições ou afiliações associadas com os fornecedores. do desempenho da qualidade do fornecedor e da importância do produto fornecido.

ou me especificações). em desenhos de engenharia.2 Informações de aquisição As informações de aquisição devem descrever produto a ser adquirido e incluir. onde apropriado.4. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 293 . incluindo fornecedores de ferramental/dispositivos. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 7. não exime a organização da responsabilidade de assegurar a qualidade dos produtos adquiridos. b) Requisitos para a qualificação de pessoal. a) requisitos para a reprovação de produto.4. procedimentos. 7.4. a organização deve adquirir produtos. materiais ou serviços de fontes de fornecimento aprovadas. A organização deve assegurar a adequação dos requisitos de aquisição especificados antes da sua comunicação ao fornecedor. Processos e equipamento. 7. O uso de fontes de fornecimento designadas pelo cliente.Analista do Controle da Qualidade 7.1.2 Informações de aquisição ISO 9001:2008. e c) Requisitos de sistema de estão da qualidade.4.3 Fontes de fornecimento aprovadas pelo cliente Quando especificado em contrato (por exemplo.3 verificação do produto adquirido ISO 9001:2008.

Quando a organização ou seu cliente pretender executar a verificação nas instalações do fornecedor. 7. . .4. nas informações de aquisição. quando associadas aos registros aceitáveis de conformidade aos requisitos do produto entregue.inspeção de recebimento e/ou ensaios tais como amostragem baseada no desempenho.1 Conformidade aos requisitos do produto recebido A organização deve ter um processo para assegurar a qualidade do produto recebido (ver 7.4.3.avaliação ou auditorias de segunda e/ou terceira parte das instalações do fornecedor.recebimento e avaliação de dados estatísticos pela organização. as providencias de verificação pretendidas e o método de liberação de produto.3) utilizando um ou mais dos seguintes métodos: .4.Analista do Controle da Qualidade 7.outro método acordado com o cliente: 7. .3. a organização deve declarar.4.4 verificação do produto adquirido A organização deve estabelecer e implementar a inspeção ou outras atividades necessárias para assegurar que o produto adquirido atenda aos requisitos de aquisição especificados.2 Monitoramento do fornecedor O desempenho do fornecedor deve ser realizado por meio dos seguintes indicadores: 294 .avaliação das peças por um laboratório designado .

Condições controladas devem incluir.Analista do Controle da Qualidade . b) A disponibilidade de instruções de trabalho. incluindo os retornos de campo.as notificações do cliente de situações especiais relacionadas à questão de qualidade ou entrega. .5.o desempenho do cronograma de entregas (incluindo os incidentes de frete especiais) .5 Produção e prestação de serviço 7. c) O uso de equipamento adequado.as rupturas com os clientes.5. A entrega deve incentivar que o fornecedor monitore o desempenho e seus processos de manufatura. quando aplicável.a conformidade aos requisitos do produto fornecido. . Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 7.1 Controle de produção e prestação de serviço ISO 9001:2008. a) A disponibilidade de informações que descrevam as características do produto.1 Controle de produção e prestação de serviço A organização deve planejar e realizar a produção e a prestação de serviço sob condições controladas. d) A disponibilidade e uso de equipamento de monitoramento e medição e) A implementação de monitoramento e medicação. Produção e prestação de serviço 7. quando necessárias. e 295 .5. 7.

quando houver.4).2. e . 296 .Analista do Controle da Qualidade f) A implementação de atividades de liberação. entrega e pós-entrega do produto.3) definidos tanto pelo cliente como pela organização. o processo de manufatura. componente e/ou material para os produtos fornecidos. Os planos de controle devem ser analisados criticamente e atualizados quando houver qualquer alteração que afete o produto.1 plano de controle A organização deve ser: .iniciar um plano de reação especificado (ver 8.incluir informações requeridas pelo cliente. O plano de controle deve: .ter um plano de controle de pré-lançamento e produção que leve em conta as saídas de FMEA de projeto e FMEA do processo de manufatura.3. . 7. NOTA pode ser requerida a aprovação do cliente após a análise crítica ou a atualização do plano de controle.desenvolver planos de controle (ver Anexo A) em nível de sistema.3.instalar os controles usados para o controle do processo de manufatura.1. . subsistema.5.incluir métodos para o monitoramento do controle exercido sobre as características especiais (ver 7.1.2. a medição. bem como peças. a logística e as fontes de fornecimento ou as FMEA’s (ver 7. incluindo aqueles para processos que produzem materiais a granel. e .1) quando o processo se tornar instável ou incapaz em termos estatísticos.

1. Essas instruções devem estar acessíveis para o seu uso nas estações de trabalho. As instruções de trabalho devem estar disponíveis para o pessoal da preparação (set-up).5. a alteração de material ou alterações de trabalho. 7. NOTA Recomendam-se as comparações com a ultima peça. 297 . como na corrida inicial de um trabalho.4 Manutenção preventiva e preditiva A organização deve identificar as equipamentos-chave de processo e proporcionar recursos para a manutenção das maquinas/equipamentos e desenvolver um sistema eficaz de manutenção preventiva totalmente planejada.Analista do Controle da Qualidade 7.1.1. 7. No mínimo o sistema deve incluir o seguinte: .2 Instruções de trabalho A organização deve preparar instruções de trabalho documentadas para todos os funcionários que tenham responsabilidades pela operação dos processos que causam impacto na conformidade aos requisitos do produto.5. A organização deve usar métodos estatísticos de verificação sempre que aplicáveis.atividades de manutenção planejada. o plano de controle e o processo de realização do produto.5. Essas instruções de trabalho devem ser originar de fontes como o plano da qualidade.3 Verificação da preparação para o trabalho (set-up) As preparações ( set-up) para o trabalho devem ser verificadas sempre que se realize.

programa de alteração de ferramental para o ferramental deteriorável.instalações e pessoal para manutenção e reparo. .5 Gerenciamento do ferramental de produção A organização deve proporcionar recursos para as atividades de projeto.embalagem e preservação de equipamentos.documentação das modificações de projeto do ferramental. . . avaliação e melhoria dos objetivos de manutenção. . fabricação e verificação do projeto de ferramental e dispositivos. . .5. 298 . .Analista do Controle da Qualidade . incluindo as alterações de engenharia. no reparo ou na disposição. .documentação.armazenamento e recuperação.preparação (set-up).identificação do ferramental. A organização deve estabelecer e implementar um sistema a gestão do ferramental de produção que inclua: .1. tais como na produção.modificação do ferramental e revisão d documentação. A organização deve utilizar métodos de manutenção preditiva para melhorar continuamente e eficácia e eficiência dos equipamentos de produção. 7.disponibilidade de peças de reposição para os equipamentos-chave de manufatura. definição de seu estado. ferramental e dispositivos.

Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 7.5. 7.2 Validação dos processos de processos e prestação de serviço A organização deve validar quaisquer processos de produção e prestação de serviço onde a saída resultante não possa ser verificada por monitoramento ou 299 . 7.2 Validação dos processos de produção e prestação de serviço ISO 9001:2008. engenharia e projeto. NOTA Esse requisito se aplica também a disponibilidade de ferramental para as peças de reposição de veículos. 7.5.1.7 Retroalimentação de informações de serviço Deve-se estabelecer e manter um processo para a comunicação de informações das situações de serviço que se apresentam nas atividades de manufatura. NOTA O objetivo de se acrescentar “situações de serviço” nesta cláusula é assegurar que a organização esteja consciente das não-conformidades que ocorrem fora da organização.Analista do Controle da Qualidade A organização deve implementar um sistema para monitorar essas atividades se algum trabalho for terceirizado.6 Programação de produção A produção deve ser programada para cumprir as requisitos do cliente.5.1.5. Átis como o Just-in-time que conta com o suporte de um sistema de informações que permita o acesso às informações de produção nos estágios-chave do processo e é regido conforme os pedidos do cliente.

Aprovação de equipamento e qualificação de pessoal Uso de métodos e procedimento específicos Revalidação. A validação deve demonstrar a capacidade desses processos de alcançar os resultados planejados. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 7.5.1 Validação dos processos de produção e prestação de serviço – Suplemento Os requisitos da clausula 7. a) b) c) d) Critérios definidos para analise criticam e aprovação dos processos. A organização deve identificar a situação do produto no que refere aos requisitos de monitoramento e de medição ao longo da realização do produto. 7. A organização deve estabelecer providencia para esses processos. como conseqüência. deficiente não possa ser verificada por monitoramento ou medição subsequente e. 300 .5.3 identificação e rastreabilidade Quando apropriado. a organização deve identificar o produto pelos meios adequados ao longo da realização do produto. 7.5. como conseqüência. quando aplicável.5. incluindo.Analista do Controle da Qualidade medição subsequente e.2. deficiências tornam-se aparente somente depois que o produto estiver em uso ou o serviço tiver sido entregue.2 devem se aplicar a todos os processos para a produção e fornecimento de serviço.3 identificação e rastreabilidade ISO 9001:2008.

a organização deve informar ao cliente este fato e manter registros (ver 4.2.5. documentado e cumpre o propósito pretendido.5. S e qualquer propriedade do cliente for perdida.1 identificação e rastreabilidade – Suplemento As palavras “quando apropriado” em 7. danificada ou considerada inadequada para uso.4 Propriedade do cliente ISO 9001:2008. proteger e salvaguardar a propriedade do cliente fornecida para uso ou incorporação no produto. NOTA Em alguns setores de atividade. A organização deve identificar. 7. verificar.2.3 não se aplicam. Permitem-se alternativas se o estado estiver claramente identificado.5. 7.4 Propriedade do cliente A organização deve ter cuidado com a propriedade do cliente enquanto estiver sob o controle da organização ou sendo usada por ela.5. NOTA Propriedade do cliente pode incluir propriedade intelectual e dados 301 . Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 7. NOTA A situação de inspeção e ensaio não é indicada pela localização do produto no fluxo de produção a menos que seja inerentemente óbvia tal como material em produção por processo de transferência automática. a gestão de configuração é um meio pelo qual a identificação e a rastreabilidade são mantidas.4).4). a organização deve controlar a identificação unívoca do produto e manter registros (ver 4.Analista do Controle da Qualidade Quando a rastreabilidade for um requisito.3.

A preservação também deve ser aplicada as partes integrantes de um produto.5.Analista do Controle da Qualidade pessoais. equipamentos e o ferramental de manufatura. NOTA A embalagem retornável de propriedade do cliente se inclui nesta subcláusula.5. manuseio. a fim de manter a conformidade com os requisitos. a preservação deve incluir identificação.5. Quando aplicável. deve-se avaliar a condição do produto em estoque a intervalos planejados apropriados. 7. ensaios e inspeção de propriedade do cliente devem estar permanentemente marcados para que a propriedade de cada item seja visível e possa ser determinada.5 Preservação do produto ISO 9001:2008. 7. embalagem.4 Ferramental de propriedade do cliente As ferramentas.1 Armazenamento e inventário Com o objetivo de detectar deterioração. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 7.5 Preservação do produto A organização deve preservar o produto durante o processamento interno e a entrega no destino pretendido. 302 .5.5. armazenamento e proteção. 7.

6 Controle de equipamento de monitoramento e medição A organização deve determinar o monitoramento e a medição a serem realizados e equipamento de monitoramento e medição necessária para fornecer evidências da conformidade do produto com os requisitos determinados. A organização deve tornar ação apropriada 303 . contra padrões de medição rastreáveis a padrões de medição internacionais ou nacionais. tal como “primeiro que entra primeiro que sai” (PEPS). Adicionalmente. d) Ser protegido contra ajustes que invalidariam o resultado da medição. ou ambos. manutenção e armazenamento.5 Controle de equipamento de monitoramento e medição ISO 9001:2008. quando necessário. ou antes do uso.Analista do Controle da Qualidade A organização deve usar um sistema de gestão de inventario para otimizar os giros de inventário ao longo do tempo e assegurar a rotação do estoque. e e) Ser protegido contra dano e deterioração durante o manuseio. quando esse padrão não existir.4). a base usada para calibração ou verificação deve ser registrada (ver 4. A organização deve estabelecer processos para assegurar que o monitoramento e a medição possam ser realizados e sejam executados de maneira consistente com os requisitos de monitoramento e medição. O produto obsoleto deve ser controlado de maneira semelhante ao produto não . c) Ter identificação para determinar sua situação de calibração. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 7. 7. a organização deve avaliar e registrar a validade dos resultados de medições anteriores quando constatar que o equipamento não esta conforme com os requisitos. Quando necessário para assegurar resultados válidos. b) Ser ajustado ou reajustado.conforme. o equipamento de medição deve a) Ser calibrado ou verificado.2. a intervalos especificados.

Podem-se usar outros métodos analíticos e critérios de aceitação. incluindo os equipamentos de propriedade do funcionário e do cliente.4). quando aprovados pelo cliente. Quando programa de computador for usado no monitoramento e medição de requisitos especificados. 7. NOTA Um número ou outra indicação rastreavel de calibração do dispositivo atende ao propósito do requisito c) acima indicado. 7.2 Registros de calibração/verificação Os registros das atividades de calibração/verificação para todos os dispositivos. se necessário.Analista do Controle da Qualidade no equipamento e em qualquer produto afetados.6.2. NOTA A confirmação da capacidade do programa de computador para atender à aplicação pretendida incluiria. Isto deve ser feito antes do uso inicial e reconfirmado. Os métodos analíticos e os critérios de aceitação usados devem estar conformes com os manuais de referencia do cliente sobre a análise dos sistemas de medição.6. deve ser confirmada a sua capacidade para atender à aplicação pretendida. sua verificação e gestão da configuração para manter sua adequação ao uso.1 Análise do sistema de medição Deve-se realizar estudos estatísticos para analisar a variação presente nos resultados de cada tipo de sistema de medição e ensaio. devem incluir: 304 . equipamentos de medição e ensaio. Esse requisito deve ser aplicar aos sistemas de medição referenciados no plano de controle. Registros dos resultados de calibração e verificação devem ser mantidos (ver 4. tipicamente. necessário para proporcionar evidencia de conformidade do produto a determinados requisitos.

).3. ASTM.6. . incluindo o padrão de medição contra o qual se calibrou o equipamento.Analista do Controle da Qualidade .A revisão dos registros de qualidade relacionados.Revisões posteriores nas alterações de engenharia.Os ensaios do produto. O laboratório deve especificar e implementar.A competência do pessoal de laboratório. no mínimo. Este escopo do laboratório deve ser incluído na documentação do sistema de gestão da qualidade.Qualquer leitura for das especificações quando do recebimento para calibração/verificação .Declaração de conformidade às especificações após a calibração/verificação.A adequação dos procedimentos do laboratório. 7. . os requisitos técnicos para: . . . rastreáveis com as normas relevantes do processo (por exemplo. ensaio ou calibração requeridos.Uma avaliação do impacto das condições fora de especificação . .A capacidade para realizar esses serviços corretamente.Identificação do equipamento. 305 . e .6. etc.Notificação ao cliente se foi expedido algum produto ou material suspeito.1 Laboratório interno As instalações de laboratório interno da organização devem ter um escopo definido que inclua a capacidade para realizar os serviços de inspeção. EM. e .3 Requisitos de laboratório 7.

ensaio ou calibração requeridos e: . os serviços de calibração poderão ser executados pelo fabricante do equipamento.Analista do Controle da Qualidade NOTA Pode-se usar certificação ISO/IEC 17025 para demonstrar a conformidade do laboratório interno da organização. a este requisito.Deve haver evidencia de que o laboratório externo seja aceitável para o cliente.6.O laboratório deve ser certificado de acordo com a ISO/IEC 17025 ou equipamento nacional. ou com uma avaliação de segunda parte aprovada pelo cliente de que o laboratório cumpra com o propósito da ISO/IEC 17025 ou equivalente nacional. ou . 7. mas não é mandatório. 306 . NOTA 1 Esta evidencia pode ser demonstrada.3. por exemlo. Nesses casos. devem ter o escopo do laboratório definido que inclua a capacidade de realizar a inspeção.3. Ensaio e calibração pela organização. NOTA 2 Quando não houver um laboratório qualificado disponível para um determinado equipamento.6. por uma avaliação do cliente. a organização deveria garantir que os requisitos listados em 7. por exemplo.2 Laboratório externo As instalações de um laboratório externo comercial/independente usados para os serviços de inspeção.1 tenham sido atendidos.

1. tais como variação. 8. Análise e Melhoria 8. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 8 Medição. e c) Melhorar continuamente a eficácia do sistema de gestão da qualidade. e a extenção de seu uso. 8. 307 . incluindo técnicas estatísticas. Análise e Melhoria 8. o controle (a estabilidade). a capacidade do processo e o supercontrole devem ser entendidos por toda a organização.1 Identificação de ferramentas estatísticas Devem-se determinar as ferramentas estatísticas apropriadas para cada processo durante o planejamento avançado da qualidade e se incluí-las no plano de controle. análise e melhoria para a) Demonstrar a conformidade aos requisitos do produto. Isto deve incluir a determinação dos métodos aplicáveis.1 Generalidade A organização deve planejar e implementar os processos necessários de monitoramento.1 Generalidade ISO 9001:2008.1. medição.2 Conhecimento dos conceitos estatísticos básicos Os conceitos estáticos básicos. b) Assegurar a conformidade do sistema de gestão da qualidade.Analista do Controle da Qualidade 8 Medição.

2. elogios. NOTA Deveria se considerar tanto os clientes internos como externos. dados do cliente sobre a qualidade dos produtos entregues.Analista do Controle da Qualidade 8.1 Satisfação do cliente ISO 9001:2008. pesquisa de opinião dos usuários.2. análise de perda de negócios.2 Monitoramento e medição 8. reivindicações de garantia e relatório de revendedor. 8. NOTA monitoramento da percepção do cliente pode incluir a obtenção de dados de entrada de fontes. Os indicadores de desempenho devem estar baseados em dados objetivos e incluir.1.1 Satisfação do cliente – Suplemento Deve-se monitorar a satisfação dos clientes com a organização por meio da avaliação continua do desempenho dos processos de realização. tais como pesquisas de satisfação do cliente. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 8. Os métodos para obtenção e uso dessas informações devem ser determinados. entre outros: 308 .2 Monitoramento e medição 8.2.1 Satisfação do cliente Como uma das medições do desempenho do sistema de gestão da qualidade a organização deve monitorar informações relativas a percepção do cliente sobre se a organização atendeu aos requisitos de cliente.

levando em consideração a situação e a importância dos processos e áreas a serem auditadas. e b) Está mantido e implementado eficazmente. . Os critérios da auditoria.As rupturas com os clientes. e .2 Auditoria interna ISO 9001:2008.O desempenho da qualidade das peças fornecidas. com os requisitos desta Norma e com os requisitos do sistema de gestão da qualidade estabelecidos pela organização. Os auditores não devem auditar o seu próprio trabalho.2.Analista do Controle da Qualidade .2 Auditoria interna A organização deve executar auditorias internas a intervalos planejados para determinar se o sistema da gestão da qualidade a) Está conforme com as disposições planejadas (ver 7. freqüência e métodos devem ser definidos. A seleção dos auditores e a execução das auditorias devem assegurar objetividade e imparcialidade do processo de auditoria.O desempenho no cronograma de entregas (incluindo os incidentes de fretes especiais). incluindo os retornos de campo. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 8. Um procedimento documentado deve ser estabelecido para definir as 309 . escopo.As notificações do cliente relacionadas à qualidade ou `s questões de entrega.2.1). A organização deve monitorar o desempenho dos processos de manufatura para demonstrar o atendimento aos requisitos do cliente na qualidade do produto e eficiência do processo. . bem como os resultados de auditorias anteriores. Um programa de auditoria deve ser planejado. 8.

em tempo hábil.2. para eliminar não-conformidades detectadas e suas causas. Registros das auditorias e seus resultados devem ser mantidos (ver 4. NOTA Ver ISO 19011 para orientação.1 Auditoria do sistema de gestão da qualidade A organização deve auditar o seu sistema de gestão da qualidade para verificar a sua adequação a esta Especificação Técnica e qualquer outro requisito adicional do sistema de gestão da qualidade.2. 310 .4).5. tais como as dimensões.2.2.2).2. embalagem e etiquetagem do produto com uma freqüência definida. 8. A administração responsável pela área que esta sendo auditada deve assegurar que quaisquer correções e ações corretivas necessárias sejam executadas. funcionalidade.Analista do Controle da Qualidade responsabilidades e os requisitos para planejamento execução de auditorias.2. 8. estabelecimento de registros relato de resultados. As atividades de acompanhamento devem incluir a verificação das ações executadas e o relato dos resultados de verificação (ver 8.2 Auditoria do processo de manufatura A organização deve auditar cada processo de manufatura para determinar a sua eficácia.2.3 Auditoria do produto A organização deve auditar os processos em etapas apropriadas d produção e entrega para verificar a conformidade com todos os requisitos especificados. 8.

8. para medição dos processos do sistema d gestão da qualidade. a freqüência da auditoria deve ser aumentada apropriadamente.2. Esses métodos devem demonstrar a capacidade dos processos em alcançar os resultados planejados. como apropriado.2. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 8. Quando os resultados planejados não forem alcançados.5 Qualificação dos auditores internos A organização deve ter auditores internos que estejam qualificados para auditar os requisitos desta Especificação Técnica (ver 6. NOTA Deveriam ser usadas listas de verificação especificas para cada auditoria.4 Planos de auditorias internas As auditorias internas devem cobrir todos os processos.2). Quando houver reclamações do cliente ou não-conformidade internas ou externas. NOTA Ao determinar métodos adequados. atividades e turnos relacionados com a gestão da qualidade e devem ser programadas de acordo com um plano anual.3 Monitoramento e medição ISO 9001:2008.Analista do Controle da Qualidade 8.2. 8.3 Monitoramento e medição de processos A organização deve aplicar métodos adequados para monitoramento e.2.2.2. é recomendável que a organização 311 .2.2. onde aplicável. correções e ações corretivas devem ser executadas.

2.Técnicas de medição. por meio de instruções de produção.Analista do Controle da Qualidade considere o tipo e a extensão de monitoramento ou medição apropriado para cada um dos seus processos em relação aos seus impactos sobre a conformidade com os requisitos e sobre a eficácia do sistema de gestão da qualidade.Planos de amostragem. quando os critérios de aceitação não são cumpridos. 8. . . Um plano de ação corretiva deve.1 Monitoramento e medição de processos de manufatura A organização deve desenvolver estudos de processos de todos os processos novos de manufatura (incluindo montagem e sequenciamento) para verificar a capacidade do processo e para proporcionar entradas adicionais para controle do processo. bem como os critérios de aceitação. quando aplicáveis. tais como alteração não de ferramental ou reparo de máquina.Planos de reação. A organização deve iniciar um plano de reação a partir do plano de controle para as características estatisticamente instáveis ou incapazes. A organização deve manter a capacidade ou desempenho do processo de manufatura segundo as especificações constantes nos requisitos do processo de aprovação de peça de produção do cliente. dessa forma ser cumprido 312 . medição e ensaio e manutenção. a manutenabilidade. Os resultados dos estudos do processo devem ser documentados com especificações. Esses planos de reação devem incluir a contenção do produto e a inspeção a 100% segundo seja apropriado. Os eventos significativos dos processos. incluindo o cumprimento às especificações sobre: . e . devem ser registrados.3. Esses documentos devem incluir os objetivos para capacidade do processo de manufatura. A organização deve assegurar que o plano de controle e os fluxogramas do processo estejam implementados.Critérios de aceitação. a confiabilidade.

de acordo com as providencias planejadas (ver 7. Registros devem indicar a(s) pessoa(s) a liberar o produto para entrega ao cliente (ver 4. levando a: 313 .2. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 8. Nota quando se selecionam as parâmetros do produto para monitorar o cumprimento dos requisitos internos e externos. indicando os tempos específicos e as responsabilidades definidas para assegurar que o processo se torne estável e capaz.2. Isto deve ser realizado em estágios apropriados do processo de realização do produto.2. quando requerido.4 Monitoramento e medição de produto A organização deve monitorar e medir as características do produto ara verificar se os requisitos do produto forma atendidos.Analista do Controle da Qualidade pela organização. Os planos devem ser analisados criticamente com o cliente e aprovados por ele. A organização deve manter registros da data em que foram efetivadas as alterações do processo. pelo cliente. a menos que aprovado de outra maneira por uma autoridade pertinente e.4).1). a organização determina os tipos de características do produto.4 Monitoramento e medição de produto ISO 9001:2008. 8. A liberação do produto e a entrega do serviço ao cliente não devem prosseguir até que todas as providencias planejadas (ver 7.1) tenham sido satisfatoriamente concluídas. Evidencias de conformidade com os critérios de aceitação deve ser mantida. quando aplicável.

4. incluindo a iluminação. NOTA A inspeção de layout é uma medição completa de todas as dimensões do produto mostrado nos registros de projeto.A verificação de que o pessoal que realiza as avaliações de aparência seja competente e esteja qualificado para essa função. e .Analista do Controle da Qualidade .Os tipos de medição.Os meios adequados de medição. textura. 8. e . para a avaliação. polimento.2. . 314 .Os padrões de cores.1 Inspeção de layout e ensaio funcional Deve-se realizar um inspeção de layout e uma verificação funcional conforme especificações para desempenho e material estabelecidas pela engenharia do cliente para cada produto como especificados nos planos de controle. granulação. distinção de imagem (DOI).A manufatura e controle dos padrões de aparência e equipamentos de avaliação. conforme apropriado. . Os resultados devem estar disponíveis para a análise critica pelo cliente.2 Itens e aparência As organizações que manufaturam peças designadas pelo cliente como “itens de aparência” devem proporcionar: .A capacidade e habilidade requeridas.4.2. brilho metálico.Os recursos apropriados. . 8.

3 Controle de produto não conforme ISO 9001:2008. 315 .2. da nãoconformidade quando o produto não conforme for identificado após entrega ou inicio do uso do produto. c) Execução de ações para eliminar o seu uso pretendido ou aplicações originais. pelo cliente. onde aplicável.4). Onde aplicável. este deve ser submetido a reverificação para demonstrar a conformidade com os requisitos. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 8.3 Controle de produto não conforme A organização deve assegurar que os produtos que não estejam conformes com os requisitos do produto sejam identificados e controlados para evitar seu uso ou entrega não pretendidos. a organização deve tratar os produtos não conformes por uma ou mais das seguintes formas: a) Executados de ações para eliminar a não-conformidade detectada.Analista do Controle da Qualidade 8. b) Autorização do seu uso. Quando o produto não conforme for corrigido. incluindo concessões obtidas (ver 4. Devem ser mantidos registros sobre a natureza das não-conformidades e quaisquer ações subseqüentes executadas. liberação ou aceitação sob concessão por uma autoridade pertinente e. ou efeitos potenciais. d) Execução de ação apropriada aos efeitos. Um procedimento documentado deve ser estabelecido para definir os controles e as responsabilidades e as autoridades relacionadas para lidar com produto não conforme.

5.3. 316 . 8.Analista do Controle da Qualidade 8. 8. incluindo os requisitos de re-inspeção.3).3. O material expedido mediante a uma autorização deve ser identificado apropriadamente em cada contêiner de expedição. Isso se aplica igualmente aos produtos comprados.2 Controle de produto retrabalha As instruções para o retrabalho. devem estar accessíveis ao pessoal apropriado e serem por ele utilizados.3.1 Controle de produção não conforme – Suplemento O produto em um estado não-identificado ou suspeito deve ser classificado com produto não – conforme (ver 7. A organização deve manter um registro da data de expiração ou da quantidade autorizada. A organização também deve assegurar o cumprimento com as especificações e requisitos originais ou substitutos quando expirar a autorização.4 Derroga do cliente A organização deve obter uma concessão do cliente ou uma permissão de desvio antes de continuar com seu processamento.3. 8. sempre que o produto ou o processo de manufatura seja diferente daqueles que tenha uma aprovação vigente. A organização deve aprovar qualquer solicitação dos fornecedores antes da submissão ao cliente.3 Informação ao cliente Os clientes devem se informados prontamente caso algum produto não conforme tenha sido expedido.

1).2.3 e 8.2.Um sistema de informações para o pronto relato das informações do produto decorrente do uso. e d) Fornecedores (ver 7.4). . . 317 . Isto deve incluir dados gerados como resultado do monitoramento e da medição e de outras fontes pertinentes. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 8.4.4).4) c) Características e tendências dos processos e produtos. b) Conformidade com os requisitos do produto (ver 8.Determinação das tendências-chave relacionadas ao cliente e sua correlação para dar suporte à análise crítica da situação.Analista do Controle da Qualidade 8. incluindo oportunidades para ação preventiva (ver 8.2.1 Análise e uso de dados As tendências na qualidade e no desempenho operacional devem ser comparadas com progresso em direção aos objetivos e levar a uma ação para dar suporte ao seguinte: .Desenvolvimento de prioridades para a pronta solução dos problemas relacionados com o cliente. A análise de dados deve fornecer informações relativas a a) Satisfação de clientes (ver 8.4 Análise de dados A organização deve determinar. a tomada de decisões e o planejamento em longo prazo. Coletar e analisar dados apropriados para demonstrar a adequação e eficácia do sistema de gestão da qualidade e para avaliar onde melhoria continua da eficácia do sistema de gestão da qualidade pode ser feita. 8.2.4 Análise de dados ISO 9001:2008.

1.5.1 Melhoria continua ISO 9001:2008. ações corretivas e preventivas e análise crítica pela direção.1 Melhoria continua A organização deve continuamente melhorar a eficácia do sistema de gestão da qualidade por meio do uso da política da qualidade.5.1 Melhoria continua da organização A organização deve definir um processo para a melhoria continua. 8.1. NOTA 1 As características controladas estão documentadas no plano de controle.5. resultados de auditorias.5 Melhoria 8. análise de dados.5 Melhoria 8. objetivos da qualidade.2 Melhoria doa processos de manufatura A melhoria dos processos de manufatura deve se concentrar continuamente no controle e redução da variação nas características dos produtos e nos parâmetros dos processos de manufatura. 318 . Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 8. 8.Analista do Controle da Qualidade NOTA Os dados deveriam ser comparados com os concorrentes e/ou com os benchmarks apropriados. 8.5.

319 . As ações corretivas devem ser apropriadas aos efeitos das não-conformidades detectadas. d) Determinação e implementação de ações necessárias. 8. e) Registro dos resultados de ações executadas (ver 4. a organização deve usar o formato prescrito. c) Avaliação da necessidade de ações para assegurar que nãoconformidade não ocorrem novamente. ou que as características do produto sejam previsíveis e atendam os requisitos do cliente.2.2. e f) Análise crítica da eficácia da ação corretiva executada. Um procedimento documentado deve ser estabelecido os requisitos para a) análise crítica de não-conformidades (incluindo reclamações de clientes).5.2 Ação corretiva ISO 9001:2008. de forma a evitar sua repetição.Analista do Controle da Qualidade NOTA 2 A melhoria continua é implementada uma vez que o processo de manufatura seja capaz e estável. 8.4).2 Ação corretiva A organização deve executar ações para eliminar as causas de nãoconformidades.5. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 8. Se existir um formato para resolução de problemas prescrita pelo cliente.1 Resolução de problemas A organização deve ter processo definido para a resolução de problemas dirigida à identificação e eliminação da causa raiz.5. b) Determinação das causas de não-conformidades.

5. as instalações de engenharia e os revendedores.5.2.2 Abordagem à prova de erros A organização deve usar métodos de abordagem à prova de erros em seu processo de ação corretiva.Analista do Controle da Qualidade 8. a fim de eliminar a causa de uma nãoconformidade. A organização deve minimizar o tempo de ciclo desse processo.5. Os registros dessas análises devem ser mantidos e estarem disponíveis mediante solicitação.2.3 Impacto da ação corretiva A organização deve aplicar a ação corretiva e os controles implementados a outros processos ou produto similares.3 Ação preventiva A organização deve definir ações para eliminar as causas de nãoconformidades potenciais.2. Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos 8. NOTA A tempo de ciclo relativo à análise dos produtos rejeitados deveria ser consistente com a determinação da causa raiz. a ação corretiva e o monitoramento da eficácia da implementação. 8. As ações preventivas devem ser apropriadas aos efeitos dos problemas potenciais. 8. de forma a evitar sua ocorrência. A organização deve realizar a análise e iniciar a ação corretiva para evitar e recorrência. 8.5.3 Ação preventiva ISO 9001:2008.5.4 Ensaio/análise dos produtos rejeitados A organização deve analisar as peças rejeitadas pelas plantas de manufatura do cliente. 320 .

b) Avaliação da necessidade de ações para evitar a ocorrência de nãoconformidades.Analista do Controle da Qualidade Um procedimento documentado deve ser estabelecido definindo os requisitos para a) Determinação de não-conformidades potenciais e de suas causas. c) Determinação e implementação de ações necessárias. e e) Análise crítica da eficácia da ação preventiva executada. d) Registros de resultados de ações executadas (ver 4.4). 321 .2.

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Analista do Controle da Qualidade White Belt – Lean Six Sigma 323 .

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