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OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS, PLANEJAMENTO, NORMAS,
FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU.
PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO
AULA 0

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1. Planejamento de projetos e obras: programação e controle. 2.
Viabilidade, planejamento e controle das construções: técnico, físicofinanceiro e econômico. 3. Noções sobre gestão na produção de
edificações, incluindo gestão de: projeto, materiais, execução, uso e
manutenção.

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Olá pessoal!

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Convido vocês a participarem deste novo curso de Obras de Edificações
Especiais, Planejamento, Normas, Fiscalização e Legislação em
exercícios para a CGU.

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É uma grande satisfação estarmos juntos na preparação para o próximo
concurso de Analista de Finanças e Controle da Controladoria-Geral da União –
CGU. É uma satisfação especial porque trabalhei na CGU até o ano de 2009,
tendo sido aprovado no concurso de 2006. Trago ótimas lembranças do órgão,
dos colegas e do trabalho que eu realizava.

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O Edital ESAF n° 07, de 16 de abril de 2012, do concurso público para
provimento de cargos de analista de finanças e controle da Controladoria-Geral
da União – CGU, para Auditoria e Fiscalização de Infraestrutura, dividiu o
conteúdo programático dos conhecimentos especializados em quatro áreas:

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1. Obras – planejamento, normas, fiscalização e legislação;

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2. Obras de edificações especiais;

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3. Obras rodoviárias;

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4. Obras hídricas.

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Contudo, há superposição de conteúdo entre a primeira e a segunda área. Isto
faria com que, caso o Ponto dos Concursos lançasse um curso para cada uma
das quatro áreas, inevitavelmente ocorresse repetição de conteúdo entre os
cursos. Pensando na melhor relação custo-benefício para os alunos, e
buscando a melhor didática, optou-se por abordar o conteúdo das áreas 1 e 2
em um mesmo curso. Assim, os tópicos de planejamento, normas, fiscalização
e legislação serão temas abordados neste curso, conjuntamente com as obras
de edificações e especiais.

Prof. Marcelo Ribeiro

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O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia,
divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.

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OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS, PLANEJAMENTO, NORMAS,
FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU.
PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO

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Muito embora o programa do concurso contenha temas complexos, os
assuntos serão abordados nas aulas até a profundidade necessária à resolução
das questões dos concursos anteriores. Não se pretende aqui esgotar os temas
ou ir além da abrangência exigida pela banca examinadora. Assim, o foco das
aulas será manter o custo-benefício do estudo, indo até a medida necessária e
suficiente à resolução das questões de prova.

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A metodologia proposta neste curso consiste em apresentar exercícios com
resolução comentada, de forma a trazer aos alunos, de forma organizada, clara
e concisa, as melhores questões das bancas examinadoras, preferencialmente
da ESAF, cobrindo a totalidade do conteúdo programático proposto.

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No fim das aulas os exercícios nelas comentados serão apresentados numa
lista, para que o aluno, a seu critério, os resolva antes de ver o gabarito e ler
os comentários correspondentes.

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Durante o curso daremos preferência para as questões de provas da ESAF.
Contudo, devido ao universo restrito de concursos da ESAF em que houve a
cobrança de conhecimentos de obras, complementaremos o curso com
questões do CESPE.

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Veremos agora o conteúdo e o cronograma do curso.

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Conforme comentamos, o curso será baseado no Edital ESAF n° 07, de 16 de
abril de 2012.

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Assim, daremos ênfase às questões cobradas nos últimos concursos realizados
pela ESAF e pelo CESPE na área de obras. Numa divisão mais didática que a do
edital, buscando ser o mais completo e objetivo possível, serão 13 aulas,
desenvolvidas da seguinte forma:
Data

Conteúdo
1. Planejamento de projetos e obras: programação e
controle. 2. Viabilidade, planejamento e controle das
construções: técnico, físico-financeiro e econômico. 3.
25/04
Noções sobre gestão na produção de edificações, incluindo
gestão de: projeto, materiais, execução, uso e manutenção.

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Aula

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1. NBR 12721 – Avaliação de custos unitários e preparo de
02/05 orçamento. 2. Quantificação de materiais e serviços. 3.
Avaliação de custos.

2

1. Análise orçamentária: composição de custos unitários,
04/05 planilhas de orçamento: sintético e analítico. 2. Curva ABC:
de serviços e de insumos. 3. Benefícios e despesas indiretas

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(BDI). 4. Encargos sociais. 5. Exigências da LDO quanto à
utilização de parâmetros de referências de custo. 6. Sistema
Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil
– SINAPI. Conceitos básicos e aplicação.

4

1. Organização do canteiro de obras. 2. Segurança e higiene
do trabalho.
11/05 1. Execução de fundações.

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16/05

6

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09/05

1. Estruturas de concreto armado e protendido. 2. Estruturas
metálicas (inclusive para coberturas).

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1. Instalações (elétrica, hidrossanitária, prevenção a
incêndio etc).
1. Alvenaria. 2. Impermeabilização. 3. Cobertura. 4.
23/05
Esquadrias. 5. Pisos. 6. Revestimento. 7. Pinturas.

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1. Especificações de materiais e serviços. 2. Controle de
material (cimento, agregados, aditivos, concreto usinado,
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aço, madeira, materiais cerâmicos, vidro etc). 3. Controle de
execução de obras e serviços.

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1. Engenharia legal. NBR 13752 – Perícias de engenharia na
construção civil. 2. Engenharia de avaliações: métodos;
30/05 níveis de rigor; depreciação; fatores de homogeneização. 3.
Desapropriações; laudos de avaliação (NBR 14653 – antiga
NBR 5676 – Avaliação de Imóveis Urbanos).
1. Documentação da obra: diários, documentos de
legalização,
ARTs.
2.
Análise
e
interpretação
de
01/06 documentação
técnica
(editais,
contratos,
aditivos
contratuais, cadernos de encargos, projetos, diário de obras
etc.).
1. Acompanhamento de obras: apropriação de serviços. 2.
Controle de execução de obras e serviços. 3. Fiscalização:
acompanhamento da aplicação de recursos (medições,
cálculos de reajustamento, mudança de data-base, emissão
06/06
de fatura etc.). 4. Fiscalização de obras civis, linhas de
transmissão, instalações especiais e de equipamentos
elétricos. 5. Ensaios de recebimento da obra.

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1. Noções de legislação ambiental. Resolução CONAMA n.º
237/97: licenciamento ambiental (licença prévia, licença de
instalação, licença de operação). 2. Resolução CONAMA n.º
08/06 001/86: estudo de impacto ambiental e relatório de impacto
ambiental. 3. Unidades de conservação (Lei n.º 9985/00).
4. Lei n.º 9.605/98 – Lei de Crimes Ambientais.

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.com. PLANEJAMENTO. divulgação e distribuição. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. cópia. Sucesso. vedada.br    4  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. NORMAS.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 Será um prazer acompanhá-lo na preparação para o concurso de Analista de Finanças e Controle da Controladoria-Geral da União. Prof. Marcelo Ribeiro www. a sua reprodução. por quaisquer meios e a qualquer título. boa sorte e bom estudo! N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 9 Marcelo Ribeiro. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.pontodosconcursos.

É uma representação devido à capacidade limitada da memória humana e da incerteza envolvida nos processos.com. trata de documentar o que foi decidido para todo o empreendimento. PLANEJAMENTO. A programação determina onde. Ou seja. . preferencialmente durante a execução do empreendimento. Nesse contexto. É sabido que alterações ou interrupções levam ao aumento de prazo e ao acréscimo de custo. Dimensões do planejamento As dimensões do planejamento são: Prof. N om e9 Ainda. por quaisquer meios e a qualquer título.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. planejamento é “o processo de tomada de decisão que envolve o estabelecimento de metas e dos procedimentos necessários para atingi-las. NORMAS. (ESAF/CGU/AFC/Auditoria de Obras/2008) Planejamento e controle de projetos podem ser definidos como um enfoque sistemático e formal na execução das responsabilidades administrativas. No planejamento é definido o que fazer. 99 N om e9 9 a) A elaboração do planejamento obriga analisar antecipadamente os projetos e quantificar o que é necessário para um desempenho satisfatório da execução. 99 99 99 99 99 N om e9 99 O gerenciamento das construções é composto por planejamento. de modo a permitir a tomada de decisão apropriada para cada situação. em que sequência e quando. vedada. divulgação e distribuição. vejamos alguns conceitos sobre o gerenciamento da produção de edificações. quanto fazer e com que recursos. Além disso. assinale a opção incorreta.pontodosconcursos.br    5  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. que envolve a definição de objetivos. 99 99 99 Primeiramente. acompanhamento e controle. O acompanhamento trata da execução propriamente dita e o controle é utilizado para conferir contra um padrão e verificar ou não a ocorrência de desvios a serem corrigidos. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. as incertezas envolvidas na construção de um empreendimento são muitas e devem ser evitadas ou contornadas para evitar interrupções constantes. om e9 Planejamento da produção de edificações 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N Planejamento pode ser definido como “um futuro desejado e os meios eficazes para alcançá-lo”. Deve ser feito principalmente quando executamos tarefas nunca antes realizadas. um plano para alcançar os resultados esperados e um sistema de relatórios. Marcelo Ribeiro www. sendo efetivo quando seguido de um controle”. programação. a sua reprodução. segundo Formoso (1991). cópia. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 1.

compreende o planejamento de longo e médio prazo. por quaisquer meios e a qualquer título. Compreende as etapas de preparação do processo de planejamento (I). Corresponde às decisões a serem tomadas no curto prazo. O horizonte é de longo ou médio prazo. 99 99 N om e9 99 99 b) Vertical – ilustra a forma como essas etapas são vinculadas entre os diferentes níveis gerenciais de uma organização. cópia. a sua reprodução. difusão da informação (IV). O planejamento tático. avaliação do processo de planejamento (V) e ação (VI). N om e9 99 99 99 99 99 N ¾ Tático – enumera os meios e as limitações para alcançar as metas. PLANEJAMENTO. que varia com o horizonte de planejamento. faz o recrutamento e treinamento de pessoal. 99 99 99 Os níveis são: om e9 ¾ Estratégico – define o escopo e as metas. As etapas (I) e (V) ocorrem somente quando do lançamento de novos empreendimentos. Marcelo Ribeiro www.pontodosconcursos. vedada. preparação de planos (III). Assim: Prof. O planejamento é realizado em todos os níveis gerenciais da organização. em termos de horizonte de tempo. divulgação e distribuição. ¾ Operacional – nele é feita à seleção do curso das ações através das quais as metas são alcançadas. vinculadas às etapas iniciais do processo de projeto. . O horizonte de planejamento considera as incertezas e o grau de detalhamento dos planos. coleta de informações (II). os planos são detalhados em cada nível com o grau apropriado. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. Já o operacional é o de curto prazo. Decisões de questões de longo prazo. Por causa da incerteza no processo construtivo. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO om e9 9 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N Ilustração das etapas da dimensão horizontal do planejamento: 99 99 99 99 9 a) Horizontal – etapas pelas quais o processo de planejamento e controle é realizado. identificar os recursos. NORMAS.com. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. estrutura o trabalho.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS.br    6  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999.

vedada. É um planejamento móvel (lookahead planning). mas somente na segunda metade do século XX a realização de projetos começou a ser feita de acordo com sólidos princípios formais. sendo essencial para a melhoria do plano de curto prazo.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. Prof. om e9 Atenção! A incerteza de execução de uma atividade aumenta com o aumento do horizonte necessário para a implementação do plano (são grandezas diretamente proporcionais). vejamos a conceituação de projeto. além da superação de desafios técnicos. Simultaneamente. por quaisquer meios e a qualquer título. Marcelo Ribeiro www. a coordenação do trabalho de milhares de pessoas e o atendimento a requisitos de prazo e custo. PLANEJAMENTO. divulgação e distribuição. começando a contar a partir da segunda semana. N om e9 99 99 99 Tradicionalmente. a sua reprodução. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 ¾ Planejamento de longo prazo – tem baixo grau de detalhamento e é chamado de plano mestre. para informá-la e para estabelecer contratos. Busca identificar e remover as restrições que impedem o fluxo contínuo do trabalho. o advento dos computadores permitiu a criação de técnicas mais sofisticas de planejamento e controle dos projetos. O lookahead planning tem um horizonte de 4 semanas planejadas. NORMAS. um engenheiro realiza projetos. cópia. Ele considera: análise de fluxo. para a redução de custos e durações.br    7  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. Ele determina que atividades devem ser concluídas no plano de médio prazo. uma vez que a primeira semana refere-se ao curto prazo. Contribuíram para o desenvolvimento teórico da área o surgimento dos grandes projetos militares e espaciais. Destina-se à alta gerência.pontodosconcursos. Projeto é uma palavra que a maioria das pessoas tem uma noção intuitiva do que seja. 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 9 ¾ Planejamento de médio prazo – vincula as metas do plano mestre com o curto prazo. identificação de recursos necessários à execução.com. especificação de métodos construtivos. . quantificação de recursos disponíveis em canteiro e restrições relacionadas ao desenvolvimento dos trabalhos. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. 99 99 99 99 99 N om e9 ¾ Planejamento de curto prazo – tem a função de proteger a produção contra os efeitos da incerteza. 99 99 N Agora. Descreve o trabalho a ser executado através de metas gerais. que exigiam. É usado para facilitar a identificação dos objetivos do empreendimento. Possibilita que trabalhos interdependentes sejam agrupados e ajusta os recursos disponíveis do fluxo do trabalho. Trata de um plano com análise de cumprimento dos requisitos e das razões para que as tarefas planejadas não sejam cumpridas.

cópia. Esses recursos são aplicados diretamente nas atividades. Isso distingue o projeto dos trabalhos operacionais de natureza contínua. mas sim que um projeto possui um início e um término definidos. a sua reprodução. acompanhar e controlar um número de tarefas relacionadas entre si. As atividades que compõe um projeto são compostas e executadas por recursos de mão-de-obra. por quaisquer meios e a qualquer título. persegue uma meta estabelecida e utiliza um conjunto de recursos para alcançá-la. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO O que é um projeto? 99 99 99 99 9 “Um empreendimento único e não-repetitivo.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. custo. mas certamente eles serão construídos em lugares diferentes e possivelmente em tempos diferentes e por pessoas diferentes.br    8  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. interagem e são interdependentes. de duração determinada. Elementos de um projeto Prof. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.” Fonte: Darci Prado. contextos. condições. 99 99 99 N om e9 Dois termos da definição de projetos merecem destaque. . NORMAS. Estas atividades formam um sistema complexo e se interrelacionam. PLANEJAMENTO. visando estimar. agregando valor ao produto final e devem ser previamente definidos dentro de um plano de condições de prazo. o resultado de cada projeto é obtido sob uma combinação exclusiva de objetivos. circunstâncias. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. Marcelo Ribeiro www. 99 99 99 N om e9 9 “É o processo de reunir e liderar uma equipe de pessoas e outros recursos. podemos utilizar o mesmo desenho arquitetônico para dois edifícios diferentes. Por exemplo. fornecedores etc. podemos concluir que o projeto é um conjunto de atividades. N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 Com base nas definições apresentadas.pontodosconcursos. formalmente organizado e que congrega e aplica recursos visando o cumprimento de objetivos preestabelecidos. materiais e equipamentos. planejar. Duração determinada não significa necessariamente de curta duração. vedada. que resulta num produto final exclusivo. 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 E exclusivo indica a singularidade da natureza de cada projeto. que deve ser criado num prazo.com. qualidade e risco. pois mesmo que elementos repetitivos ou similares possam estar presentes em algumas entregas do projeto. divulgação e distribuição. dentro de um orçamento e de acordo com as especificações.” 99 99 Fonte: American Management Association. que tem um ponto inicial e um estado final definidos.

fornecedores. qualidade.br    9  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. programação. cultura nacional. Gabarito: Item CERTO. divulgação e distribuição. de forma a atingir as metas e os objetivos propostos. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO Em maior ou menor grau. om e9 9 ¾ Unicidade: é um produto de características únicas. 99 N ¾ Natureza temporária: início e fim definidos. outros projetos. 99 N om e9 99 99 O projeto é condicionado pelo ambiente em que está inserido. são recursos importantes e seu acompanhamento ao longo do tempo de execução garante um produto final que se enquadra dentro do plano de condições de planejamento. concorrentes. em função do exposto. principalmente os seguintes: 99 99 99 99 9 ¾ Objetivo: resultado (custo. ou seja. visando o sucesso do projeto. ou seja. 99 99 ¾ Recursos no ciclo de vida: recursos mudam nas fases do projeto. estratégia da empresa. Dessa forma. usuários. recursos. Prof. governo. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.com. durante todo o tempo de execução até a sua conclusão. relacionando-se com todos os fatores que podem afetá-lo durante sua vida: geografia.pontodosconcursos. acompanhamento e controle a garantia de que todas as atividades que compõem o projeto estejam sendo executadas dentro das diretrizes e metas estabelecidas. vedada. om e9 99 99 99 99 O gerenciamento de um projeto em toda a sua plenitude garante ao longo do tempo de planejamento. deve ser planejado e acompanhado. 99 99 N om e9 O projeto. 99 99 99 99 99 N A mão-de-obra. é o futuro planejado. ¾ Incerteza: internas e externas. Portanto o planejamento e o acompanhamento são as principais ferramentas de sucesso de um projeto. todos os projetos têm alguns elementos em comum. os materiais e os equipamentos aplicados diretamente no projeto. prazo). por quaisquer meios e a qualquer título. a questão está correta porque a elaboração do planejamento obriga analisar antecipadamente os projetos e quantificar o que é necessário para um desempenho satisfatório da execução. . N om e9 99 99 99 Planejar é traçar objetivos e metas. Marcelo Ribeiro www. e outros. ¾ Complexidade: relacionamento entre tarefas. Acompanhar é realizar os objetivos e as metas. cópia. alcançando o sucesso planejado. é o presente realizado a cada dia. para atingir todos os seus objetivos. subcontratados. NORMAS.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. PLANEJAMENTO. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. a sua reprodução.

instalações e equipamentos. vedada.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. para o cargo de AFC. om e9 99 99 99 99 99 N om No caso específico do planejamento de uma obra civil. divulgação e distribuição. 99 99 99 99 99 N Logo. o controle de resultados é importantíssimo. Prof. N om e9 Importante: naturalmente. Dessa forma. O plano irá orientá-lo na busca de informações detalhadas sobre o seu ramo. e9 99 99 99 99 99 N Trata-se de um documento onde o empreendedor expõe sua estratégia de abordagem do negócio. Sob o ponto de vista do empreendedor. . por quaisquer meios e a qualquer título. Marcelo Ribeiro www. de forma a atingir os objetivos do projeto com o menor custo.pontodosconcursos. os assuntos mais explorados em determinada prova de concurso são aqueles mais relevantes para o desempenho das atividades do cargo a ser preenchido. sobre os pontos fortes e fracos do seu negócio. 99 99 N om e9 Gabarito: Item CERTO. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.br    10  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. 99 99 99 c) O planejamento e o controle de resultados de um projeto devem ser constantemente adaptados às circunstâncias. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 b) A elaboração de um plano de resultados implica no uso mais econômico de mão-de-obra. a questão está correta porque a elaboração de um plano de resultados implica no uso mais econômico dos recursos necessários (mão-de-obra. PLANEJAMENTO. contemplando as etapas do processo. sendo um assunto extensamente cobrado em prova. suas características e as estratégias adotadas para sua implementação. a sua reprodução. há sempre a busca pelo melhor negócio. pelo melhor resultado. principalmente. concorrentes. cópia.com. o plano de resultados é o documento que materializa o gerenciamento do empreendimento. qual seja a consecução dos objetivos propostos com a menor utilização dos diversos recursos necessários. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. materiais e equipamentos). matéria-prima. fornecedores e. NORMAS. seus clientes. om e9 9 Importante: o Plano de Resultados é mais conhecido na prática como Plano de Negócios. em função de eventos que surgem no decorrer da sua execução. contribuindo para a identificação da viabilidade de sua idéia e na gestão da empresa. os produtos e serviços que irá oferecer.

vejamos a conceituação de controle: 99 99 99 99 9 Controle de projetos om e9 9 O controle é a prática gerencial cujo objetivo é acompanhar a evolução do trabalho realizado em termos físicos e financeiros. a real necessidade de replanejamento.ato ou efeito de medir tem por objetivo quantificar os serviços realizados. Prof. nos tempos gastos e nos recursos empregados. quais atividades sofreram desvios. Marcelo Ribeiro www. cópia. divulgação e distribuição. etc. 99 99 N om e9 99 99 99 a) Apropriação – corresponde às atividades referentes à coleta de informações quanto a: número de homens ou equipamentos empregados na realização de cada atividade. Agora. tempestiva e adequada. amparar a tomada de decisão quanto à orientação de eventuais ações corretivas. PLANEJAMENTO. O processo de planejamento e controle de projeto é grandemente ajudado pelo uso de técnicas que auxiliam os gerentes de projeto a lidar com sua complexidade e sua natureza temporal: Método do Caminho Crítico – CPM. metro quadrado de azulejo colocado. área de grama plantada. e quantifica. por quaisquer meios e a qualquer título. registrar e comparar o trabalho e o custo realizados com o que foi programado ou pactuado. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO Pessoal. E. 99 99 99 99 99 N Por meio do controle é possível realizar uma análise de conformidade quando são verificados desvios nos quantitativos e nas características de cada trabalho realizado. volume de aterro compactado ou a ser transportado. insumos disponibilizados em canteiro. etc. Análise de Custos. já vimos o conceito de planejamento e projeto. NORMAS. Como exemplo tem-se: volume de concreto lançado. Medição. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. 99 99 99 99 99 c) Análise de Custos . de ação corretiva necessária à solução dos desvios constatados. além disso. vedada.visa efetuar a comparação entre os custos incorridos com os planejados. tornando possível uma deflagração.br    11  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. e. .Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. Evidencia. então. a sua reprodução. om e9 Atividades do Controle. avaliar e relatar a evolução do processo de execução do projeto.com. N om e9 A análise de conformidade mostra. homens-hora ou horas de equipamento despendidos na realização de cada trabalho ou serviço. N om e9 99 99 99 b) Medição .pontodosconcursos. insumos e equipamentos utilizados nas composições de custos. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. custo de empregados. nos custos praticados. 99 99 N O processo de controle ocorre sob três atividades: Apropriação.

com. N om e9 99 99 99 A programação dos serviços e o acompanhamento e controle são trabalhos que se completam. ou seja. apesar dos novos fatos. evitar o seu fracasso. e Técnica PERT – Avaliação e Revisão de Programas. mas sim atualizados em função das circunstâncias para. 99 99 99 99 9 Em resumo. divulgação e distribuição. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. a sua reprodução. (nota de aula: abordaremos estas técnicas ao longo desta aula). . temos os seguintes: 99 99 99 99 O controle é feito com o intuito de evitar o fracasso do projeto. PLANEJAMENTO. o primeiro pelo acompanhamento do processo executivo em termos de tempos e o segundo pelo acompanhamento dos recursos consumidos neste processo. vedada. com a utilização de técnicas específicas. no sentido de serem determinados por elas. Dessa forma. Esta última deve ser flexível para permitir essa atualização. atingirem os objetivos previamente determinados. financeiros. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO Gráfico de GANTT. Normalmente controla-se o prazo e o custo. NORMAS. No caso o controle serve para alimentar a programação. o controle de projetos é um conjunto de atividades.br    12  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 9 Dentre os fatores que contribuem para o fracasso de um projeto. que visa garantir o sucesso do planejamento. devido à imprevisibilidade dos fatores da construção civil.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. o enunciado da questão está errado porque o planejamento e o controle de resultados de um projeto não devem ser adaptados às circunstâncias. por quaisquer meios e a qualquer título. econômicos e gerenciais. cópia. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. Prof. Marcelo Ribeiro www.pontodosconcursos. 99 99 N om e9 Um sistema de controle eficaz deve permitir analisar o projeto sob todos os seus aspectos: técnicos.

vedada. de forma a se determinar quais as medidas necessárias para terminar o projeto no prazo previsto.pontodosconcursos. 2000 e 2004. inclusive o português do Brasil. 99 N om e9 d) Uma vez concluído. passividade) às circunstâncias. Um dos principais difusores do gerenciamento de projetos e da profissionalização do gerente de projetos é o Instituto de Gerenciamento de Projetos (PMI . sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. mas sim organizar (no sentido de reagir) as ações necessárias à consecução dos objetivos apesar das circunstâncias. o PMI é distribuído geograficamente pelo mundo em Capítulos. essa questão aborda conceitos relacionados ao PMBOK. Prof. 99 99 Atenção! Pessoal. N om e9 99 99 99 Duas das principais iniciativas do PMI na difusão do conhecimento em gerenciamento de projetos são a certificação profissional em gerência de projetos — Project Management Professional (PMP) e Certified Associate in Project Management (CAPM) — e a publicação de um Guia do Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK® . FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. .Project Management Body of Knowledge). de 2008. divulgação e distribuição. Marcelo Ribeiro www. Existe o Capítulo Brasil do PMI e capítulos em diversos estados brasileiros.Project Management Institute). Assim. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 Exemplificando. a sua reprodução. imagine que determinada atividade não tenha sido concluída no tempo planejado. e traduzido oficialmente para diversos idiomas. NORMAS. apesar do atraso dessa atividade.br    13  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. As edições anteriores foram publicadas nos anos de 1996. e9 99 99 Os conceitos constantes do Guia PMBOK têm sido cobrados em provas recentes. o Guia PMBOK está atualmente na quarta edição. Tal acontecimento faz com que seja necessária uma atualização do planejamento. Editado na forma de livro.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. cada vez mais reconhecimento e importância. 99 99 99 99 99 N om O gerenciamento de projetos (GP) é uma área de atuação e conhecimento que tem ganhado. nos últimos anos. 99 99 N om e9 Fundado nos Estados Unidos em 1969 e atualmente difundido em mais de 120 países.com. PLANEJAMENTO. um plano somente torna-se eficaz quando a equipe responsável exercer esforços contínuos no sentido da sua execução. 99 99 99 99 Gabarito: Item ERRADO. cópia. vamos contemplá-lo no nosso estudo. por quaisquer meios e a qualquer título. 99 N om e9 9 O atraso da atividade não causará o atraso do projeto porque o planejamento não deve se adaptar (no sentido de resignação.

como a própria definição de projeto e do seu ciclo de vida. Tempo. serviço ou resultado exclusivo. 99 N O PMBOK conceitua projeto como um esforço temporário empreendido para criar um produto. Estes conhecimentos estão categorizados em nove áreas e os processos relacionados são organizados em cinco grupos de processos ao longo do ciclo de vida do projeto. Custos e Qualidade são os principais determinantes para o objetivo de um projeto: entregar um resultado de acordo com o escopo. NORMAS. a sua reprodução. E Integração abrange a orquestração de todos estes aspectos.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. Qualidade. Marcelo Ribeiro www. Comunicações e Riscos devem ser continuamente abordados para manter as expectativas e as incertezas sob controle. em outras palavras. 99 99 Áreas de conhecimento om e9 99 99 As nove áreas de conhecimento caracterizam os principais aspectos envolvidos em um projeto e no seu gerenciamento: Integração. materiais e dinheiro realizando trabalho para atingir determinado objetivo. Escopo. com qualidade adequada. quanto e como. Riscos. cópia. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. Recursos humanos.pontodosconcursos. Tempo. . e Aquisições. vedada. Recursos Humanos e Aquisições são os insumos para produzir o trabalho do projeto.br    14  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO om e9 9 99 99 99 99 9 O PMBOK formaliza diversos conceitos em gerenciamento de projetos. divulgação e distribuição. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. Também identifica na comunidade de gerenciamento de projetos um conjunto de conhecimentos amplamente reconhecido como boa prática. 99 99 99 Um projeto consiste nisso: pessoas (e máquinas) que utilizam tempo. no prazo e no custo definidos. aplicáveis à maioria dos projetos na maior parte do tempo. assim como o projeto no rumo certo. Custos. 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N Escopo. N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 Ilustração das nove áreas de conhecimento: Prof. o que. PLANEJAMENTO. quando. por quaisquer meios e a qualquer título. Comunicações.com.

as ferramentas e as técnicas que podem ser aplicadas. NORMAS.br    15  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. conforme ilustrado abaixo.Act): Planejar . O grupo de Planejamento corresponde ao Planejar. e Monitoramento e controle englobam Verificar e Agir. Cada processo é caracterizado por suas entradas. 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 Os grupos de processos de gerenciamento de projetos têm grande correspondência com o conceito do Ciclo PDCA (Plan . o entendimento e a aplicação do conhecimento.Agir (corrigir e melhorar). vedada.Check .com. ambiente. Execução. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 A aplicação dos conhecimentos requer a adoção eficaz de processos apropriados. área de aplicação. a sua reprodução.Verificar . E como a natureza dos projetos é finita. e as saídas resultantes. Prof. Cada área de conhecimento abrange diversos processos no gerenciamento de projetos.pontodosconcursos. N om e9 Por fim. administração geral e habilidades interpessoais. ao Fazer. om e9 9 Um processo é um conjunto de ações e atividades inter-relacionadas que são executadas para alcançar um objetivo. cópia.Fazer . sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.Do . das habilidades. por quaisquer meios e a qualquer título. Marcelo Ribeiro www. e Encerramento. . PLANEJAMENTO. Um gerenciamento de projetos eficaz exige que a equipe de gerenciamento de projetos entenda e use o conhecimento e as habilidades de pelo menos cinco áreas de especialização: gerenciamento de projetos. Execução. Monitoramento e Controle. divulgação e distribuição. das ferramentas e das técnicas amplamente reconhecidas como boa prática não são suficientes isoladamente para um gerenciamento de projetos eficaz. o PMBOK ainda caracteriza os grupos de processos que iniciam (Iniciação) e finalizam (Encerramento) um projeto. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. Planejamento. 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N Os cinco grupos de processos de gerenciamento de projetos são: Iniciação.

sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. 99 99 Pessoal. uma vez concluído. (CESPE/ANTAQ/Especialista/2009) A estrutura analítica de partição do projeto (EAP) é uma divisão natural do projeto.pontodosconcursos. utilizando-se de conhecimentos e habilidades de todas as áreas de conhecimento necessárias ao melhor gerenciamento do projeto. a real necessidade de replanejamento. 99 99 99 N e) Um sistema de planejamento e controle de resultados deve ser concebido de modo a adaptar-se ao meio específico a que se destina. de ação corretiva necessária à solução dos desvios constatados.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. NORMAS. além disso. um plano somente torna-se eficaz quando a equipe responsável exerce esforços contínuos no sentido da sua execução. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. Marcelo Ribeiro www. É uma estrutura em árvore exaustiva. No âmbito de gerência de projetos. a sua reprodução. tempestiva e adequada. divulgação e distribuição. tornando possível uma deflagração. que se realiza levando-se em conta os produtos finais e as suas divisões funcionais suscetíveis de controle. 99 99 99 N om e9 O controle de resultados mostra. . vedada. com a aplicação das técnicas corretas. quais atividades sofreram desvios. PLANEJAMENTO. é exatamente isso. hierárquica (de mais geral para mais específica) orientada às entregas que precisam ser feitas para completar um projeto. como comentamos na letra “c” desta questão.com. uma Estrutura Analítica de Projetos (EAP) é uma ferramenta de decomposição do trabalho do projeto em partes controláveis. por quaisquer meios e a qualquer título. e. Prof. a questão está correta porque. de caráter essencialmente prático. apesar delas.br    16  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. então. N om e9 Gabarito: Item CERTO. cópia. atingirem os objetivos previamente determinados. N om e9 99 99 99 99 99 2. deve ser atualizado e modificado continuamente. e quantifica. Evidencia. om e9 9 Gabarito: Item CERTO. o enunciado da questão está certo porque o planejamento e o controle de resultados de um projeto devem ser atualizados em função das circunstâncias para. e9 99 99 O planejamento e a programação devem ser flexíveis para permitir atualizações em função da imprevisibilidade dos fatores da construção civil. 99 99 99 99 99 N om Dessa forma. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 Assim.

Uma curva representa o valor planejado ao longo do tempo. a EAP serve como base para a maior parte do planejamento de projeto. é mostrado um projeto de R$ 50. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. a sua reprodução. Cada gerente de projeto ou membros equipe encarregados da decomposição deve usar o bom senso de parar nível no qual o custo de acompanhar o pacote seja inferior ao benefício controle. sendo o processo caráter eminentemente prático. de da no de e9 99 99 99 99 99 N Contudo.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. por quaisquer meios e a qualquer título. divulgação e distribuição. outra representa o valor realmente gerado até o momento e a terceira curva representa o valor do custo do projeto. (CESPE/MPU/Analista de Engenharia Civil/2010) Define-se como valor agregado o montante de trabalho valorado de quanto deveria ter sido realizado conforme previsão em cronograma. Assim. significa analisar três curvas de desempenho. Marcelo Ribeiro www. organizada e pequena o suficiente para que o progresso possa ser medido.00. como custo real.br    17  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999.com. cópia. um obstáculo para a realização do projeto. e.pontodosconcursos. 99 99 N om Gabarito: Item CERTO. N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 O gerenciamento do valor agregado consiste em avaliar a execução do planejamento pela comparação do custo do projeto com seu valor agregado. NORMAS. N om e9 99 99 99 3. A ferramenta primária para descrever o escopo do projeto (trabalho) é a estrutura analítica do projeto (EAP). 99 99 A análise de valor agregado é uma ferramenta de gerenciamento de projetos. De forma resumida. mas não detalhada o suficiente para se tornar. . PLANEJAMENTO. serviços e resultados a serem feitos em um projeto). PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 O objetivo de uma EAP é identificar elementos terminais (os produtos. om e9 9 A EAP deve ser completa. atrasado e acima do custo previsto: Prof. No exemplo abaixo. o custo do trabalho que deixou de ser realizado.000. vedada. ela mesma. não há regras para os níveis de decomposição.

sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. Como o valor atual da linha azul está abaixo da linha preta. O COTR (EV) é o valor dos serviços realmente executados baseados nos preços orçados.com. o projeto está acima do custo previsto. a sua reprodução. Como o valor atual da linha vermelha está acima da linha preta. por quaisquer meios e a qualquer título. Marcelo Ribeiro www. Ainda.br    18  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. No gráfico está representado pela linha azul. é o valor da medição – em Reais – de um empreendimento. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 N Gráfico COTA x COTR x CRTR e9 99 99 99 99 COTA (PV): Custo Orçado do Trabalho Agendado ou PV – Planned Value: É o custo planejado do projeto na sua linha de base. N om e9 Dessa forma. 99 99 99 99 99 N om CRTR (AC): Custo Real do Trabalho Realizado ou AC – Actual Cost: É o custo efetivamente desembolsado no projeto até o momento. divulgação e distribuição. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. a questão está errada porque se define como valor agregado o montante de trabalho valorado de quanto foi realizado (valor medido). o quanto deveria ter sido realizado conforme previsão em cronograma é o valor planejado (COTA) e o custo real é o custo do trabalho que foi realizado.Nome99999999999 om e9 99 99 99 99 99 N om e9 9 99 99 99 99 9 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. ou seja. e9 99 99 99 99 99 N om COTR (EV): Custo Orçado do Trabalho Realizado ou EV – Earned Value: É o custo planejado do projeto para o trabalho realizado até o momento. PLANEJAMENTO. Gabarito: Item ERRADO. cópia. sendo em regra o custo usado para o cotação do projeto. NORMAS. o projeto está atrasado. No gráfico está representado pela linha vermelha. vedada. .pontodosconcursos. No gráfico acima está representado pela linha preta. Prof.

tanto os incorporados à obra construída quanto aqueles usados na construção. materiais e equipamentos. PLANEJAMENTO. Os cronogramas normalmente são gerados por algum software (ex: MSProject. esta questão trata de um assunto muito cobrado em prova: o cronograma físico-financeiro. 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 Ilustração de um cronograma físico-financeiro: N om e9 Dessa forma.com. cópia. permite que se determine o desembolso e o faturamento a ser feito ao longo da execução da obra. Primavera).br    19  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. Gabarito: Item CERTO. (CESPE/Banco da Amazônia/Técnico Científico /Engenharia Civil/2007) O cronograma físico-financeiro de uma obra é a representação gráfica do andamento previsto para a obra ou serviço. de materiais. 99 99 99 99 99 N Em termos gerais.pontodosconcursos. (CESPE/STM/Analista Judiciário/Especialidade Engenharia Civil/2011) O cronograma físico-financeiro é a representação gráfica Prof. Atualmente há softwares inclusive para o planejamento com linha de balanço. constituindo-se no chamado cronograma físico-financeiro. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 4. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. cujas características veremos ao longo dessa aula. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. om e9 9 Atenção! Pessoal. em relação ao tempo e respectivos desembolsos financeiros.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. de mão-de-obra. quando fazemos a programação da obra. divulgação e distribuição. a questão está correta. a sua reprodução. vedada. NORMAS. 99 99 99 99 99 N om e9 O cronograma é uma ferramenta de planejamento que permite acompanhar o desenvolvimento físico dos serviços e efetuar previsões de quantitativos de mão-de-obra. de barras. e físico-financeiro. 5. . por quaisquer meios e a qualquer título. Marcelo Ribeiro www. de equipamentos. os resultados são apresentados na forma de cronogramas de redes. Ainda.

Em relação às ferramentas de controle desses processos. N om e9 99 99 99 99 99 Vimos que o cronograma físico-financeiro é a representação gráfica do plano de execução da obra. materiais e equipamentos. (CESPE/STM/Analista Judiciário/Especialidade Engenharia Civil/2011) Os custos indiretos não são considerados na elaboração do cronograma físico-financeiro. é a representação gráfica do plano de execução da obra e. Prof.pontodosconcursos. em que medida cada tipo de tais recursos será necessário durante a execução do projeto. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO do plano de execução da obra. a questão está errada porque os custos indiretos. Gabarito: Item ERRADO. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. a questão está correta porque o cronograma físico-financeiro. PLANEJAMENTO. cópia. pois não podem ser quantificados para fins de acompanhamento e controle por parte da fiscalização. constitui a entrada de vários processos de acompanhamento e controle. vedada. Logo. não seria possível visualizar o desembolso e o faturamento se todos os custos não estivessem considerados no cronograma. indicando os prazos em que deverão ser executadas as atividades necessárias. om e9 9 99 99 99 99 9 Um cronograma é a representação gráfica da execução de um projeto. em que todas as fases de execução são representadas. 99 99 N om e9 99 Assim. para que todo o projeto seja visualizado. assim como os diretos. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. 99 99 N om O orçamento. . permitindo inclusive a visualização do desembolso e do faturamento realizados ao longo da execução da obra. além do objetivo de valorar a obra. NORMAS. julgue o item a seguir. a sua reprodução. mostradas de forma lógica. como todo cronograma.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. divulgação e distribuição. todas as suas fases de execução devem estar representadas. 99 99 99 99 N Pode ser apresentado como rede (gráficos PERT/CPM) ou como gráfico de barras (gráfico de Gantt). sendo estes mais usados para mostrar partes detalhadas que aqueles. Assim. por quaisquer meios e a qualquer título.com. são considerados na elaboração do cronograma físico-financeiro. É interessante mostrar através de cronogramas de recursos como mão-de-obra. e9 99 99 99 Gabarito: Item CERTO. Marcelo Ribeiro www. N om e9 99 99 99 6. para que o projeto termine dentro de condições previamente estabelecidas.br    20  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999.

nunca produzidos antes em série. só pode existir um caminho crítico. Assim. ambos desenvolvidos na década de 1950. Por causa desse tratamento estatístico a técnica PERT é chamada de probabilística. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU.com. PERT e CPM. a sua reprodução. o qual requeria um sólido planejamento e um rígido controle. O projeto contava com 200 empreiteiras.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. Por causa disto o CPM é chamado de determinístico. O prazo inicial era de cinco anos e por razões políticas foi reduzido para três. possibilitando a elaboração da rede com uma única determinação de prazo para cada atividade. construir um foguete. O desvio padrão é σ = (b – a)/6 e a variância é σ². Como não se tinha experiência nos prazos de fabricação de cada componente. respectivamente desenvolvidos para a Marinha americana (pela empresa Bozz-Allen and Hamilton) e pela empresa Dupont. NORMAS. N om e9 99 99 99 A técnica CPM (Critical Path Method . considerando para as atividades durações obtidas em projetos muito semelhantes. na realidade são dois modelos de planejamento em rede. julgue o item subsequente. . Marcelo Ribeiro www. executados por ela anteriormente.Método do Caminho Crítico) foi desenvolvida em 1957.pontodosconcursos. para uma dada atividade a empresa possuía em seus arquivos o prazo e as condições em que foi executada. vedada. (CESPE/ANTAQ/Especialista/2009) Em uma rede PERT/CPM. perguntou-se aos fabricantes que prazos máximos (b). O projeto envolveu muitos profissionais e componentes. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. foi elaborado por volta de 1958 por uma equipe de Projetos Especiais da Marinha dos EUA que necessitava desenvolver um projeto muito complexo. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 O bom planejamento e o acompanhamento de projetos são condições indispensáveis para o sucesso de empreendimentos da indústria da construção civil. 9000 subempreiteiras e deveriam ser construídas em torno de 70. PLANEJAMENTO. Prof. Com estes dados determinou-se o tempo esperado (T): T= (a + 4 m + b)/6. Acerca desse assunto. divulgação e distribuição. cópia. normal (m) e mínimo (a) seriam necessários para produzir cada peça.000 peças. por uma empresa de produtos químicos (Dupont) que ao expandir seu parque fabril resolveu planejar suas obras por meio da técnica de redes.br    21  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. 7. 99 N om e9 9 Atenção! Nesta questão é cobrado o conhecimento de uma técnica de planejamento importantíssima para o nosso estudo: o PERT/CPM. om e9 99 99 99 99 PERT/CPM. 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N O PERT – (Program Evaluation and Review Technique – Técnica de Avaliação e Revisão de Programas). por quaisquer meios e a qualquer título.

Marcelo Ribeiro www. sobretudo do tempo necessário para cumpri-las.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. e9 99 99 99 99 99 N O diagrama PERT/CPM sistematicamente é um método de análise de tarefas. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 Como os procedimentos operacionais de montagem de redes propostos para os dois métodos se mostraram semelhantes.br    22  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. ocorrendo diferença apenas no estabelecimento da duração do atributo tempo das atividades. divulgação e distribuição. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. PLANEJAMENTO. ou seja. é uma metodologia recomendada para ser aplicada no processo de gestão de projetos. adequadamente. as atividades de planejamento. Objetivo O método do PERT/CPM foi desenvolvido com o objetivo de: Prof. de forma determinística. um tempo mínimo total necessário para concluir o projeto. E. vedada. . a duração das atividades é determinada de forma probabilística. atualmente ambos os métodos estão abrigados sob a denominação: PERT/CPM. 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 Gestão e PERT/CPM: N om e9 Atenção! O PERT/CPM pode ser aplicado em tudo que se possa imaginar que tenha uma origem e um término previamente fixado. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.com. NORMAS. O objetivo é minimizar o tempo. dada a facilidade em integrar e correlacionar. Desde a fabricação de um prego até a elaboração de um projeto de uma missão espacial.pontodosconcursos. cópia. a sua reprodução. por quaisquer meios e a qualquer título. no CPM. No método do PERT. encontrar o tempo para concluir cada uma das tarefas e identificar um “caminho”. então. om e9 9 Assim. a diferença entre os dois métodos está adstrita à determinação do atributo tempo de cada atividade. 99 99 99 N om O PERT/CPM. coordenação e controle.

br    23  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. o projeto como um todo ainda será concluído dentro do prazo. PLANEJAMENTO. e outros atributos que as caracterizam. é porque no mínimo uma das atividades do caminho crítico não foi concluída na data programada. Prof. 99 99 ¾ Ser um forte instrumento de planejamento. divulgação e distribuição. são as atividades que devem ter controle prioritário para que o projeto possa ser concluído dentro do prazo final. de qualquer fator crítico que possa prejudicar o desempenho e permitir uma adequada e corretiva tomada de decisão. Marcelo Ribeiro www.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. vedada. Na ilustração abaixo. 99 99 99 99 99 N om e9 Qualquer rede de planejamento é definida segundo suas atividades constitutivas. atrasos. cópia. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU.com. e você alocar recursos adicionais em atividades que não estão no caminho crítico. Se o prazo final for excedido. Por outro lado. As atividades que integram o caminho crítico são chamadas de atividades críticas. Por exemplo. e9 Caminho crítico 99 99 99 99 99 N om O caminho crítico é a sequência de atividades compreendidas entre o início e o fim da rede que apresentam folga zero. permitindo a constatação. 99 99 99 ¾ Estabelecer o momento em que cada envolvido deverá iniciar ou concluir suas atribuições. coordenação e controle. N om e9 9 ¾ Manter a administração informada quanto ao desenvolvimento. a sua reprodução. favorável ou desfavorável. N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 É importante entender a sequência do caminho crítico para saber onde você tem e onde você não tem flexibilidade. você poderá ter uma série de atividades que foram concluídas com atraso. no entanto. Ou seja. de cada etapa ou atividade do projeto. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. porque estas atividades não se encontravam no caminho crítico. antecipada. por quaisquer meios e a qualquer título. .pontodosconcursos. suas durações. antecipadamente. 99 99 99 99 9 ¾ Conhecer. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO ¾ Minimizar problemas localizados de projetos. NORMAS. sendo o caminho crítico composto pelas seguintes atividades: A→ D→ F→ I. isto não fará com que o projeto termine mais cedo. as datas em que elas ocorrem. tais como: estrangulamentos da produção e interrupções de serviços. se o seu projeto está atrasado. elas estão ressaltadas com setas cujo corpo é mais largo que as demais. atividades criticas cujo cumprimento possa influenciar a duração total do programa.

cópia. é chamada de determinística. no planejamento de uma obra. Já a técnica CPM. NORMAS. como foi elaborada com base em um histórico de projetos semelhantes. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 9 99 99 99 99 9 Ilustração de uma rede PERT/CPM segundo o Método Americano (as setas representam as atividades. Conforme vimos na questão anterior. (CESPE/STM/Analista Judiciário/Especialidade Engenharia Civil/2011) Na elaboração de redes de planejamento. N om e9 99 99 99 8. por quaisquer meios e a qualquer título. Prof. em função do tratamento estatístico. com sua duração. PLANEJAMENTO. julgue o seguinte item. . Marcelo Ribeiro www. vislumbra-se que em uma rede pode haver mais de uma sequência de atividades cujas folgas. a sua reprodução. farão com que o projeto não seja concluído no tempo planejado. por causa do tratamento estatístico empregado. e os nós representam eventos. Quando há mais de um caminho crítico. fazendo com que possa existir mais de um caminho crítico. ele é conhecido como caminho crítico alternativo. resultando na elaboração da rede com uma única determinação de prazo para cada atividade.pontodosconcursos. divulgação e distribuição. o tempo é um parâmetro importante para que se garanta a conclusão da obra dentro dos prazos acordados.com. 99 99 N om e9 Considerando que. vedada.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS.br    24  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. a técnica PERT é chamada de probabilística. 99 99 99 99 Gabarito: Item ERRADO. caso ultrapassadas. a técnica PERT é também chamada de probabilística. com as datas de início e fim limitantes das atividades): 99 N om e9 99 99 99 99 A partir do entendimento do que significa o caminho crítico. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU.

a questão está errada porque o caminho crítico representa o maior caminho entre o início e o fim do projeto e não o menor. sendo do interesse de todos os envolvidos que o projeto seja concluído no menor prazo possível. NORMAS.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. não há razão para se prolongar um projeto além do necessário. 99 99 99 99 99 N O caminho crítico determina o menor tempo no qual um projeto pode ser concluído. om e9 9 99 99 99 99 9 9. Marcelo Ribeiro www. Contudo. O que devemos ter em mente para nossa prova é que o fundamento teórico do método CPM é que as atividades críticas possuem folga zero. ou seja. cópia. representa o menor caminho entre o início e o fim do projeto. N om e9 99 99 99 99 10. em regra. PLANEJAMENTO. om 99 N Gabarito: Item ERRADO. por quaisquer meios e a qualquer título. Contudo. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO Gabarito: Item CERTO. nós vimos que o caminho crítico é a sequência de atividades compreendidas entre o início e o fim da rede que apresentam folga zero. Como. Dizer que apresentam folga zero não é o mesmo que dizer que apresentam as menores folgas e isto pode gerar uma polêmica. como afirmado no enunciado. não torna a questão errada porque as atividades que possuírem folga zero serão consequentemente as atividades que apresentam as menores folgas.com. Ou seja. este Prof. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. 99 N om e9 Dizer que o caminho crítico determina o menor tempo no qual um projeto pode ser concluído é o mesmo que dizer que ele determina o caminho mais longo do projeto. . (CESPE/STM/Analista Judiciário/Especialidade Engenharia Civil/2011) Em uma rede de planejamento. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. N om e9 99 99 99 99 99 Pessoal. e9 99 99 99 99 Assim. já as atividades críticas são aquelas que apresentam sempre as menores folgas. (CESPE/MPU/Analista de Engenharia Civil/2010) O caminho crítico de um projeto é a sequência das atividades que determinam o prazo total do projeto. vedada. o menor tempo possível costuma ser entendido como prazo total do projeto.br    25  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. Existe uma divergência entre os estudiosos do método do caminho crítico com relação à existência de folga diferente de zero no caminho crítico. o caminho MAIS longo determina o MENOR tempo do projeto. o caminho crítico é a sequência de atividades críticas compreendidas entre o início e o fim da rede. a sua reprodução. divulgação e distribuição.pontodosconcursos.

por exemplo). se esta atividade depende de um evento que apenas acontece às quintas-feiras (uma reunião ou uma vistoria. Marcelo Ribeiro www. a sua reprodução. por quaisquer meios e a qualquer título. PLANEJAMENTO. om e9 Gabarito: Item CERTO. resultante da metodologia de execução definida.pontodosconcursos. seria finalizada na quarta-feira. Isto fará com que sejam inseridas folgas no cronograma do projeto por condicionantes externas à execução da própria atividade. como. Isso causa a existência de folgas no caminho crítico do cronograma do projeto. 99 99 99 99 99 N 11.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. o tempo de duração de um projeto constitui um dos elementos fundamentais do seu planejamento. 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 9 Porém. uma atividade que teoricamente poderia ser iniciada na segunda-feira. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. vedada. no qual a atividade não poderá ser realizada por causa de eventos externos. a utilização de um único calendário para todas as atividades e a disponibilidade dos insumos necessários às atividades. (CESPE/STM/Analista Judiciário/Especialidade Engenharia Civil/2011) O tempo de duração de determinada atividade é obtido dividindo-se a produtividade da equipe de trabalho a ser empregada na atividade pela quantidade de serviço a ser executado. atenção! Citei esse exemplo de planejamento apenas para alertálos para a existência desta discussão e porque o enunciado da questão falou em “menor folga”. teremos um tempo ocioso de segunda a quinta.br    26  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. cópia. Por exemplo. O mesmo aconteceria se houvesse o conhecimento prévio da indisponibilidade dos recursos necessários à execução de uma atividade. com duração de dois dias. por exemplo. Essas folgas criadas por eventos externos às atividades consequentemente aumentam o prazo do projeto.com. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. Sua determinação é feita a partir da duração de cada uma das atividades que compõem o projeto e do respectivo inter-relacionamento. o caminho crítico tem atividades com folga zero. Contudo. . PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 método foi validado segundo determinadas hipóteses. ou que apenas podem ser realizadas em um determinado dia da semana. 99 99 99 99 99 N om e9 Mas pessoal. Para a nossa prova isso não deve ser abordado e fiquem com a regra: no método CPM. A duração de cada atividade é determinada em função do tipo e da quantidade de serviço que a compõe. em um planejamento real podemos nos deparar com atividades que não podem ser realizadas aos sábados ou domingos. N om e9 Segundo Limmer (1997). bem como em função da produtividade da mão-deProf. por exemplo. divulgação e distribuição. NORMAS.

e não o contrário como diz a questão. 99 99 99 99 Gabarito: Item ERRADO. a sua reprodução. cópia. Prof. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. Em ambos os métodos. admitindo-se inicialmente estarem disponíveis tempestivamente a mão-de-obra. convenciona-se representar cada atividade por um reta interligando dois círculos.com. Marcelo Ribeiro www. O tempo é representado por cronogramas e definido no planejamento. om e9 99 A mão-de-obra é constituída por equipes de trabalhadores de diferentes profissões e níveis de especialização (pedreiros. O tempo total estimado para a duração do projeto pode ser representado na forma de um cronograma. (CESPE/MPU/Analista de Engenharia Civil/2010) Há dois métodos de construção de diagramas de rede: o método das flechas e o método dos blocos. A duração de uma dada atividade é: D = Q / P D -> duração. com a função de alimentar a programação e o controle da obra. no sentido paralelo a esta. 99 99 99 99 A duração é estimada por profissionais experientes ou orçamentistas. N P -> produtividade da mão-de-obra que a executa. por quaisquer meios e a qualquer título. é permitida a inclusão do nome da atividade sobre a reta. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. PLANEJAMENTO. No planejamento e no controle de projetos podem ser utilizados tanto o cronograma em rede (PERT/CPM) quanto o cronograma em barras (Gantt). no método que utiliza flechas. Isto acontece porque a mão-de-obra é um dos dois insumos mais presentes em todas as atividades de um projeto. equipamentos e outros recursos necessários a sua execução. N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 12. os tipos e quantidades de materiais. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 obra que a executa. vedada. serventes). 99 N om e9 Assim. Diferentemente do que ocorre no método dos círculos. . NORMAS.br    27  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. divulgação e distribuição. om e9 9 Q -> quantidade de serviço a ser executado na atividade.pontodosconcursos. a questão está errada porque o tempo de duração de determinada atividade é obtido dividindo-se a quantidade de serviço a ser executado pela produtividade da equipe de trabalho. 99 99 99 99 99 N Quando os prazos são estimados a partir da mão-de-obra necessária à sua execução. montadores. na verdade está-se alocando o recurso mão-de-obra às atividades.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS.

pontodosconcursos. Marcelo Ribeiro www. as setas interligam os eventos que definem a data de início e a data de fim limitante de cada atividade. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. uma rede de planejamento. por quaisquer meios e a qualquer título. especialmente quando se calcula os tempos e as folgas vinculados a cada evento. os nós. Porém. pois é de mais fácil interpretação pelo leigo. datas.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. 99 99 99 Método Americano ou de Setas ou de Flechas 99 99 99 99 99 N om e9 Neste método. .com. isto é. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. Além disto. indicam a seqüência de execução lógica das atividades. é mais trabalhoso ao se determinar as folgas e os tempos correlatos às atividades. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 Cronograma em redes: são chamados de redes de planejamento. NORMAS. manualmente. As redes podem ser representadas com as atividades em setas e com as atividades em nós.br    28  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. Dois são os métodos adotados para a caracterização das redes PERT/CPM. om e9 9 ¾ Método Francês de Blocos ou Redes Roy. ¾ Método Americano ou de Setas ou de Flechas. 99 99 99 99 N A montagem de uma rede pelo método Americano ou de Setas (flechas) é de mais fácil utilização. Recomenda-se sua utilização quando se elabora. cópia. divulgação e distribuição. Recomenda-se sua utilização quando se divulga o resultado das redes. o consumo de recursos relacionados à atividade de produção. caracterizam eventos. As setas. ou seja. PLANEJAMENTO. vedada. cada seta representa uma atividade. então. N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 Exemplo de uma Rede PERT/COM utilizando o Método Americano: Prof. a sua reprodução. E. 99 99 N om e9 99 O método Francês permite uma visualização mais expedita.

ocorra apenas uma única atividade. divulgação e distribuição. N om e9 As redes elaboradas segundo o método Frances prescindem de tal artifício. A necessidade de interpor uma atividade fantasma ocorre quando há uma repetição de dependência. entre dois eventos consecutivos.Nome99999999999 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 9 99 99 99 99 9 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. o artifício proposto é criar uma atividade denominada de “fantasma”. Prof. 99 99 99 99 99 N om e9 Havendo a necessidade de estabelecer duas atividades entre dois eventos consecutivos. PLANEJAMENTO. ou fictícia. . vedada.br    29  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. NORMAS. A atividade fantasma. por quaisquer meios e a qualquer título. tal exigibilidade não ocorre. A repetição de dependência é caracterizada quando uma atividade é dependente de duas ou mais atividades que lhe são precedentes. já que os nós representam atividades.pontodosconcursos. ou método francês. recomenda que. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 99 N om e9 A aplicação do PERT/CPM. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. É interessante notar que a atividade fantasma é utilizada somente no método americano. é um artifício utilizado visando facilitar a representação gráfica. utilizando o método de flechas ou americano. cópia.com. a sua reprodução. Marcelo Ribeiro www. No caso da rede Roy. diferentemente do método americano onde representam eventos. mantendo a condição de unicidade de atividades entre eventos consecutivos.

sua duração é zero sendo representada por uma linha tracejada. os nós. especificam o nome da atividade. pode levar a equívocos quanto à determinação dos tempos de início e de fim de cada atividade intermediária da rede. ela não tem atributo.br    30  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. apresentam as redes de planejamento pelo método francês dada sua fácil visualização e entendimento. fato que colide com as exigibilidades contratuais e. Porém. por sua vez. As duas redes representam uma mesma EAP: N om e9 99 99 99 99 99 Ao ser elaborada uma rede Roy. divulgação e distribuição. Prof. N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 Visando comparar as duas redes. foi desenvolvido pelo matemático francês Roy. Neste formato. a sua reprodução. Caso contrário poder-se-á obter uma rede que apresente diversos inícios ou finais. . também. o modo de calcular tempos e folgas é similar ao método americano. NORMAS. a ilustração abaixo mostra uma mesma rede elaborada pelo método francês e pelo método americano. Marcelo Ribeiro www. Este procedimento permite a perfeita caracterização do início e do final da rede. indicam. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 Pode-se definir atividade fantasma como a representação de uma atividade que visa solucionar problemas de interdependência entre atividades ou estabelecer uma melhor comunicação gráfica.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. representados por blocos. Alguns softwares. simplesmente. também denominado de rede de blocos ou redes de Roy. om e9 9 Método Francês de Blocos ou Redes Roy 99 99 99 99 99 N O Método Francês.com. por quaisquer meios e a qualquer título. As setas.pontodosconcursos. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. Por convenção. o seu atributo tempo bem como a folga total. PLANEJAMENTO. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. a exemplo do Microsoft-Project e do Primavera. relações de precedência entre atividades. cópia. vedada. Como a atividade fantasma é um artifício. é recomendável caracterizar o evento início e o final da rede por um bloco de início e outro de fim.

14. . FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. Assim. apesar de incompleto. vedada. a questão estaria errada porque sabemos que não é sempre que as atividades são representadas por setas. Contudo. Nesse contexto. o enunciado. em apenas um dos métodos. a questão está errada. convenciona-se representar cada atividade por um reta interligando dois círculos. julgue o item seguinte. (CESPE/ME/Engenheiro/2008) Em atividades são representadas por setas. está correto. o enunciado está incompleto porque as atividades também podem ser representadas por blocos. Outro erro da questão é diferenciar o método dos círculos (americano) do método que utiliza flechas. a questão está correta. por exemplo. uma rede PERT/CPM. as redes PERT/CPM são instrumentos usados para o planejamento de uma obra. sendo trata-se do mesmo método. Contudo. e não em ambos. Não há erro em afirmar que em uma rede PERT/CPM as atividades são representadas por setas.br    31  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. as 99 99 99 99 99 13. divulgação e distribuição. Prof. realmente há dois métodos de construção de diagramas de rede: o Método das Flechas (Americano) e o Método dos Blocos (Francês). Dessa forma.pontodosconcursos. o sendo também por blocos.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. Com relação a planejamento e redes PERT/CPM. N om e9 Gabarito: Item CERTO. NORMAS. cópia. a sua reprodução. PLANEJAMENTO. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO om e9 9 99 99 99 99 9 Como vimos.com. 99 99 99 99 99 N om Se no enunciado houvesse a afirmação. por quaisquer meios e a qualquer título. Marcelo Ribeiro www. Como vimos na questão anterior. N om e9 99 99 99 99 O planejamento das atividades de construção é de fundamental importância para o sucesso técnico e econômico de um empreendimento. (CESPE/MPU/Analista de Engenharia Civil/2010) O PERT/CPM preconiza que o planejamento deve ser feito sempre em consideração à sequência das atividades (precedências) e à disponibilidade de recursos. 99 N Gabarito: Item ERRADO. que é no método Americano. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. e9 Atenção! e9 99 99 99 99 99 N om Esta questão é exemplar para ilustrar um tipo de enunciado muito utilizado pelo CESPE e que causa dúvida nos alunos. que “as atividades são SEMPRE representadas por setas”.

pontodosconcursos. e9 99 99 99 Já as atividades não críticas. pois assim podem-se concentrar esforços para que as atividades críticas tenham prioridade na alocação dos recursos produtivos.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. 99 99 N om Gabarito: Item ERRADO.com. por quaisquer meios e a qualquer título. Ao montar o PERT/CPM é feita a consideração de que os recursos estarão sempre disponíveis. É com base no PERT/CPM que será possível fazer a administração dos recursos da forma mais eficiente possível. recomenda-se ao empreiteiro: 99 99 99 99 a) investir em equipamentos para reduzir custos unitários e o custo total da obra como forma de ganhar a concorrência. NORMAS. mas sim. (ESAF/CGU/AFC/Auditoria de Obras/2008) Um empreiteiro. vedada. . a sua reprodução. a questão está errada. Dessa forma. quer melhorias de produtividade. visando quer alterações de capacidade. divulgação e distribuição. 99 99 99 99 99 N om e9 Pessoal. como possuem folga.br    32  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. permitem certa margem de manobra pelo gestor do projeto. antes da licitação. cópia. PLANEJAMENTO. porém se uma delas consumir sua folga total passará a gerar um novo caminho crítico que merecerá atenção. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. O ponto de partida para o planejamento financeiro de uma obra é a definição do que se pretende produzir e em quanto tempo. em consideração à sequência das atividades. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. 99 N om e9 99 99 99 15. essa questão cobra conceitos de programação de recursos. Para vencer a licitação. Prof. 99 99 N om e9 9 É por isso que a identificação do caminho crítico de um projeto é de fundamental importância para o seu gerenciamento. N om e9 Torna-se assim fundamental que quaisquer propostas de alteração dos sistemas existentes. Em consequência. No caso da questão. sejam previamente avaliadas e os consequentes valor e custo previstos. pelo que os sistemas de produção de bens ou de serviços devem funcionar dentro de princípios de economia dos recursos que utiliza. devidamente ponderados. Vivemos num mundo de recursos limitados. confronta-se com um preço vencedor e a necessidade de planejar um equilíbrio ótimo entre receita. essa é uma decisão muito simples. o sucesso de qualquer empreendimento passa necessariamente pela sua viabilidade econômica. uma vez que o edital da concorrência traz todas as informações sobre a obra que se pretende contratar. investimentos em estoques e equipamentos e a produção efetiva. Marcelo Ribeiro www. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 O PERT/CPM não preconiza que o planejamento deve ser feito sempre em consideração à disponibilidade de recursos.

vedada. a empresa reduz a probabilidade de ocorrerem eventos não previstos ou situações não consideradas previamente.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. a sua reprodução. 99 99 99 99 99 N Por fim. dentre aquelas que atendam aos requisitos físicos da obra.com. NORMAS.pontodosconcursos.br    33  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. Assim. será conhecida a técnica que permita a construção da obra nas características e no prazo contratados. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. Prof. PLANEJAMENTO. em função dos quantitativos dos serviços e do prazo de execução. a análise financeira indicará a melhor técnica a ser empregada. e9 99 99 99 Gabarito: Item ERRADO. c) dar preferência à estabilidade da produção para reduzir custos. prevendo as medidas compensatórias a serem adotadas. 99 99 N om e9 9 A questão está errada porque caso já tenha sido adotada a melhor opção em termos financeiros. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 Logo. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. garantindo que as atividades planejadas sejam cumpridas. e9 99 99 99 O enunciado da questão cita as medidas corretas que devem ser adotadas pela empresa no sentido de aumentar suas chances de vencer a licitação. 99 99 N om b) fazer um planejamento abrangente e detalhado da produção. Marcelo Ribeiro www. assegurando conformidade ao plano. 99 99 N om Ao fazer um planejamento abrangente e detalhado da produção. Logo. ao manter um controle rígido sobre a execução dos planos a empresa está em consonância com a melhor prática de gestão de projeto. divulgação e distribuição. cópia. . os novos equipamentos não seriam a opção de melhor resultado financeiro. no menor custo possível. N om e9 Gabarito: Item CERTO. por quaisquer meios e a qualquer título. a empresa faz uma análise dos diversos cenários que podem vir a acontecer durante a execução da obra e se antecipa a eles. estabelecer uma política rígida de produção e deixar investimentos variarem em relação direta com a receita. o aumento do investimento em equipamentos causará o aumento dos custos unitários uma vez que a quantidade a ser produzida e o prazo são fixos (a obra está determinada). preparar planos contingenciais para situações de desequilíbrio e manter um controle rígido sobre a execução dos planos. om e9 99 99 99 Ao preparar planos contingenciais.

FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. não configuraria um diferencial competitivo a ser utilizado para vencer a licitação. caso seja feita. om e9 99 99 99 De acordo com o exposto. Embora o preço seja. 99 99 N om e9 Dessa forma. PLANEJAMENTO. om e9 9 99 99 99 99 9 No caso específico da situação trazida pela questão. em regra os investimentos são realizados anteriormente às receitas. estes oferecem suas propostas tendo pleno conhecimento do objeto a ser contratado e do fluxo de caixa a ser gerado durante a execução. por quaisquer meios e a qualquer título. o ato de gerir recursos ociosos possuidores de valor econômico e destinado ao suprimento das necessidades futuras de materiais na obra. Os investimentos não são dirigidos por uma organização somente para aplicações diretas que produzam lucros. que trata de uma obra pública contratada mediante licitação. a sua reprodução. Marcelo Ribeiro www.com. vedada. superior aos custos. 99 99 99 99 99 N Gabarito: Item ERRADO. a questão está errada porque a variação dos investimentos em função direta com a receita não reflete a realidade da construção de uma obra e. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO O erro da questão está em afirmar que a empresa deve deixar os investimentos variarem em relação direta com a receita. e9 99 99 99 99 99 N A grande maioria dos negócios de construção civil exige o investimento de capital. em regra. Assim. os projetos e o cronograma físicofinanceiro são parte da documentação disponibilizada aos licitantes. tais como os investimentos em Prof. até mesmo porque é necessário investir para poder realizar a obra e ter o direito a receber. os investimentos são definidos de forma a obter a melhor equação financeira para o empreendimento. uma vez que se tem conhecimento com antecedência do cronograma físico-financeiro.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS.br    34  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. cópia. 99 99 99 99 99 N om Logo. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. NORMAS. Contratos de prestação de serviços de construção civil por empreitada quase sempre exigem que se coloque antecipadamente uma quantidade de recursos para alavancar a sua produção. Assim. não há margem para ajustar posteriormente os investimentos às receitas. . divulgação e distribuição. basicamente.pontodosconcursos. a receita entra no caixa bem depois da necessidade de pagamentos de despesas. os investimentos não variam em relação direta com a receita. A gestão de estoque é. A não ser no caso de uma alteração do planejamento. N om e9 d) dar preferência à estabilidade de estoques e fazer a produção flutuar em relação direta com a receita.

destinadas a cobrir fatores de risco em circunstâncias imprevisíveis e de solução imediata.br    35  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. igualam. este conceito não é muito adequado porque os materiais a serem estocados variam qualitativamente em função da etapa em que se encontra a obra. a não ser nos casos de obras repetitivas. portanto. a descontinuidade das operações ou serviços etc. por quaisquer meios e a qualquer título. uma vez que se sabe com antecedência a quantidade de obra a ser executada e o valor a ser faturado. aparentemente. 99 99 99 99 99 N Por exemplo. Prof. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO máquinas e em equipamentos destinados ao aumento da produção e. e está fortemente relacionado à dimensão quantitativa do estoque. NORMAS.pontodosconcursos.com. obra bruta. . Logo. das vendas. não produzem lucros. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. É o caso dos investimentos em estoque.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. om e9 99 99 99 99 99 N O conceito de estabilidade de estoque é mais aplicado em indústrias com produção em série. Entre estes estão as inversões de capital. como a indústria automobilística. em constante equilíbrio em relação ao nível econômico ótimo dos investimentos. Assim. numa primeira abordagem. cópia. Marcelo Ribeiro www. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. manter os recursos ociosos expressos pelo inventário. Na construção civil. Na construção civil. sem correr o risco de não tê-los em quantidades suficientes e necessárias para manter o fluxo da produção da encomenda em equilíbrio com o fluxo de consumo. om e9 99 99 99 99 99 N om e9 Porém. não há margem para ajustar a produção às receitas. não faz sentido falarmos em estabilidade quantitativa de estoque se não há uma estabilidade qualitativa de estoque em função das características próprias da construção civil. em importância estratégica e econômica. acabamento. N om e9 99 99 99 99 99 N Logo. PLANEJAMENTO. os investimentos em estoque aos investimentos ditos diretos. E isto é obtido mantendo estoques mínimos. esse nível varia ao longo da execução da obra em função das diversas etapas da obra (estrutura. etc). consequentemente. Contudo.. a paralisação de fabricação. que trata de uma obra pública contratada mediante licitação. om e9 9 99 99 99 99 9 Outros tipos de investimentos. toda a aplicação de capital em inventário priva de investimentos mais rentáveis uma organização industrial ou comercial. que evitam que se perca dinheiro em situação potencial de risco presente. vedada. além dos custos adicionais e excessivos que. divulgação e distribuição. na falta de materiais ou de produtos que levam a não realização de vendas. No caso específico da questão. A gestão dos estoques visa. o cronograma físico-financeiro é parte da documentação disponibilizada aos licitantes. a partir destes fatores. estes oferecem suas propostas tendo o pleno conhecimento do fluxo de caixa a ser gerado durante a execução. a regra é manter os estoques no menor nível possível. a sua reprodução.

Contudo. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 Dessa forma. 99 99 99 99 99 N om Logo. de forma a viabilizar a obtenção do objetivo planejado apesar da situação imprevista. a sua reprodução. a troca de uma técnica por outra. vedada. . e permitir que haja razoável flexibilidade para acomodar desvios. N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 Tenha em mente: o planejamento não é rígido. mas sim atualizados em função das circunstâncias para. Prof. As situações imprevistas não podem fazer com que os resultados planejados sejam alterados.com. quando houver uma situação imprevista. cópia. Viram como a diferença é sutil? Os desvios são justamente o que o planejamento busca evitar. o planejamento não deve ser alterado para se adequar às situações imprevistas. mas para combater seus efeitos. atingirem os objetivos previamente determinados. N om e9 99 99 99 Atenção! Pessoal. Deve ser flexível e modificado à medida que surgem situações imprevistas que impactem a consecução dos objetivos planejados. devemos ficar muito atentos às construções semânticas utilizadas pelas bancas examinadoras. o planejamento deve ser alterado para. om e9 9 e) fazer planejamento da compra de matéria-prima. o planejamento e o controle de resultados de um projeto não devem ser adaptados às circunstâncias. de mão-de-obra. Gabarito: Item ERRADO. Estas questões de planejamento frequentemente possuem redações prolixas e tentam confundir o candidato utilizando uma excessiva quantidade de termos e informações nos enunciados. estoques. e9 99 99 99 99 99 Como vimos na aula passada.br    36  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. contemplar um aumento na utilização de mãode-obra ou de algum equipamento. Ele é flexível para acomodar alterações de forma a evitar desvios nos objetivos planejados. por quaisquer meios e a qualquer título. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. da utilização de equipamentos. por exemplo. a substituição de um material por outro. divulgação e distribuição. Marcelo Ribeiro www. despesas administrativas. o planejamento não é flexível para acomodar desvios. NORMAS. a questão está errada porque a estabilidade de estoques e a flutuação da produção com as receitas são características que não configuram um diferencial competitivo a ser utilizado para vencer a licitação. PLANEJAMENTO.pontodosconcursos. Dessa forma. apesar delas.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. 99 99 N O erro da questão está em afirmar que para vencer a licitação a empresa deva permitir que haja flexibilidade para acomodar desvios em seu planejamento. O planejamento deve ser modificado para garantir que os resultados sejam atingidos apesar das imprevisões. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU.

FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. N om e9 99 99 99 99 99 De acordo com Costa Neto. superior aos custos. 99 99 N Pessoal. Embora o preço seja. Marcelo Ribeiro www. PLANEJAMENTO. essa seria uma situação onde. decidiu-se alterar o objetivo planejado.pontodosconcursos.br    37  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999.com. Contratos de prestação de serviços de construção civil por empreitada e incorporações imobiliárias quase sempre exigem que se coloque antecipadamente uma quantidade de recursos para alavancar a sua produção. Brim Junior e Amorin (2003). voluntariamente. NORMAS. é correto afirmar que: om e9 a) uma vez que se utilizem modelos teóricos quantitativos. cópia. por quaisquer meios e a qualquer título. fazer um estudo da viabilidade econômico-financeira desse empreendimento. há a possibilidade de o planejamento ser alterado em função de uma modificação do objetivo a ser atingido. Nesse contexto. divulgação e distribuição. vamos falar um pouco de estudo de viabilidade econômico-financeira de projetos. em regra. (ESAF/CGU/AFC/Auditoria de Obras/2008) O estudo de viabilidade econômico-financeira de um projeto de construção consiste da avaliação do projeto específico. do local onde será implantado e do momento no tempo. a análise de investimentos consiste em coletar informações e aplicar técnicas de engenharia econômica. . e decorre de um conjunto de ações relacionadas com várias áreas do conhecimento. vedada. os prazos e os valores previstos em fluxo de caixa. 99 99 99 N Gabarito: Item ERRADO. Não é o caso de alterar o objetivo compulsoriamente em virtude de uma situação imprevista. 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 16. faz-se necessário ao empreendedor. Contudo. a questão está errada porque o planejamento não deve ter razoável flexibilidade para acomodar desvios. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. a sua reprodução. om e9 9 Em virtude do exposto. considerando as taxas de desconto. a receita entra no caixa bem depois da necessidade de pagamentos de despesas. em tese. N om e9 99 99 99 No atual cenário econômico globalizado e em meio às diferentes tecnologias existentes no mundo contemporâneo.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. A grande maioria dos negócios de construção civil exige o investimento de capital. por alguma razão. A análise de viabilidade está relacionada especificamente ao estudo de uma nova construção. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 Ainda. Prof. mas sim para acomodar alterações que impeçam o desvio do objetivo previsto. o resultado do estudo é objetivo. no momento de decidir em que será aplicado seu capital.

FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. Logo. Marcelo Ribeiro www. a questão está errada. PLANEJAMENTO.br    38  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. então. a avaliação possui aspectos subjetivos. se analisam quais delas são atrativas econômico-financeiramente. Depois de relacionadas as alternativas viáveis tecnicamente. 1995 apud COSTA NETO. dois analistas possam através da utilização das mesmas técnicas chegarem a conclusões diferentes com relação à avaliação de um ativo. levando-se em conta os saldos a cada momento (fluxo de caixa). Em função do exposto. por quaisquer meios e a qualquer título. há várias áreas na avaliação em que existe espaço para discórdia. cópia. divulgação e distribuição. vedada.com. a escolha de vários métodos é sempre salutar. Isso também ajuda a respeitar os princípios e limites de cada método. Gabarito: Item ERRADO. Faz-se relevante. Ou seja. que não são certos. 2003). utilizando-se técnicas em uma análise múltipla. quando a decisão de investir está baseada na disponibilização de recursos. om e9 99 99 99 99 99 N Além disso. ou seja. 99 N om e9 9 A decisão de fazer um investimento de capital é parte de um processo que envolve a geração e a avaliação de alternativas que atendam às especificações técnicas.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. N om e9 99 99 99 99 99 N Autores como Damodaran (1997) e Souza e Clemente (2004) ressaltam que a decisão de investir é de natureza complexa. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. trata-se de viabilização financeira (BEZERRA DA SILVA. por exemplo. comparando as respostas de cada método de forma a cruzar informações. porque muitos fatores. Prof. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 Em suma. om e9 99 99 99 99 Para se estabelecer a viabilidade econômico-financeira de uma atividade devem-se considerar diversos indicadores para assegurar a inferência sobre os resultados. é necessário que se desenvolva um modelo teórico mínimo para prever e explicar essas decisões. . mesmo que estes tenham características distintas. avaliar os ganhos potenciais futuros de cada alternativa apresentada. a sua reprodução. BRIM JUNIOR e AMORIN. pode-se tomar decisões menos viesadas por um outro método individualmente. Isso faz com que. N om e9 99 99 99 99 99 Apesar disso.pontodosconcursos. inclusive de ordem pessoal. entram em cena. mesmo que os modelos de avaliação sejam quantitativos. levando em consideração o risco inerente a cada alternativa. pois certamente vão se complementar na cobertura das variáveis importantes no ato da decisão. NORMAS. com o objetivo de se obter o equilíbrio das entradas e saídas. Entretanto. entre estas: a estimativa dos fluxos de caixa e do custo de oportunidade.

Assim. mas apenas um parâmetro para auxiliar no processo de tomada de decisão. 99 99 N om Gabarito: Item CERTO. N om e9 De acordo com Macedo (2006). alterando assim os riscos inerentes à projeção uma vez que houve uma diminuição das incertezas. mais importante que o resultado encontrado é a perfeita compreensão da ferramenta de análise utilizada. e9 Diante do exposto. vedada. Prof. uma vez que as considerações realizadas podem. divulgação e distribuição. os gestores devem usar técnicas de valor de dinheiro no tempo para reconhecer explicitamente suas oportunidades de obter resultados positivos quando avaliando séries de fluxos de caixa esperados associados a alternativas de decisão. essa questão possui um enunciado “escorregadio”. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. . por melhor elaborado que seja. faz uso de projeções de situações futuras. a sua reprodução. Marcelo Ribeiro www. um estudo de viabilidade econômico-financeira. a questão está correta. à medida que os dados estimados se materializem ou não. É preciso entender as restrições. om e9 99 99 99 99 99 N om Dessa forma. por quaisquer meios e a qualquer título. Com isso. cópia. com o passar do tempo. NORMAS. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO b) um estudo bem pesquisado e elaborado é perecível e necessita logo ser atualizado. Devemos ter em mente que todo estudo de viabilidade é feito com base em projeções e tem sua validade vinculada à manutenção das projeções consideradas.br    39  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. o estudo deve ser atualizado porque aquela situação deixa de ser uma projeção para se tornar realidade. a aplicação de qualquer técnica não se constitui em uma estimativa precisa de valor. PLANEJAMENTO. Logo.com. ou não. aplicações e resultados que podem ser encontrados na utilização de uma certa formulação matemática e não encará-la como uma fórmula “mágica”. 99 99 99 c) um bom estudo oferece uma estimativa precisa de valor. o estudo pode ou não continuar válido. 99 99 99 99 99 N Ainda que a projeção realizada se materialize. os estudos devem ser constantemente atualizados. A banca examinadora busca confundir o candidato ao vincular o conceito de “bem pesquisado e elaborado” a “perecível”. om e9 9 99 99 99 99 9 Pessoal. e9 99 99 99 99 99 N De acordo com Macedo e Siqueira (2006). eles preferem basear-se em técnicas de valor presente. terem se mostrado acertadas.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS.pontodosconcursos. Devido ao fato deles estarem no tempo zero (atual) ao tomar decisões.

NORMAS. e9 99 99 99 99 Outras técnicas também são importantes. que mede a riqueza gerada por um determinado ativo a valores atuais. pois complementam as ferramentas do modelo DFC. a valor presente. que representa a análise. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. e9 99 99 99 99 99 N om Além disso. sendo preferível a conjugação de fatores quantitativos e subjetivos para obter uma melhor avaliação. N om e9 99 99 99 99 99 N om Como vimos no comentário da letra “c”. várias técnicas podem ser utilizadas. Para isso. É preciso entender as restrições. que representa o ponto mínimo de operação de um negócio. PLANEJAMENTO. até uma medida de risco representada pela probabilidade de viabilidade dos projetos. N om e9 9 Um dos modelos de análise econômico-financeira mais importantes e mais utilizados para avaliar ações de investimento. em termos financeiros. por quaisquer meios e a qualquer título. Os modelos essencialmente quantitativos (objetivos) ou estritamente subjetivos não fornecem uma avaliação confiável. melhor a avaliação. aplicações e resultados que podem ser encontrados na utilização de uma certa formulação matemática. que representa a rentabilidade do projeto. a Taxa Interna de Retorno (TIR). e o Período de Payback Descontado (PPD). temos que a melhor avaliação é a que se apresenta mais equilibrada entre os aspectos objetivos e subjetivos. a questão está errada. que representa a relação entre o valor presente das entradas e o das saídas de caixa. que vai desde a atribuição discreta de valores a certas variáveis para saber o impacto desta variação nos indicadores de viabilidade. a sua reprodução. divulgação e distribuição.pontodosconcursos. como é o caso da Análise do Ponto de Equilíbrio (PE). Conjugando-se esta realidade com as condições de incerteza inerentes às previsões realizadas e o aspecto subjetivo inerente às considerações. a consideração de condições de incerteza na análise se faz necessária. a aplicação de qualquer técnica não se constitui em uma estimativa precisa de valor. vedada. a Relação Benefício Custo (B/C). tem-se a possibilidade de fazer uma análise de sensibilidade. que representa o prazo de recuperação do capital investido.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. passando pela análise de pontos de mudança de decisão. 99 N om e9 99 99 99 99 99 Neste modelo. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO Gabarito: Item ERRADO. mas apenas um parâmetro para auxiliar no processo de tomada de decisão. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. tais como: o Valor Presente Líquido (VPL). empresa ou projeto.br    40  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. Marcelo Ribeiro www. 99 99 99 99 9 d) quanto mais quantitativo o modelo utilizado.com. cópia. . é o Modelo de Desconto de Fluxo de Caixa (DFC). considerando explicitamente o valor do dinheiro no tempo. Dessa forma. Prof. dos fluxos de caixa futuros líquidos gerados.

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e) o produto da avaliação (ou seja, o valor) é o que importa.

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Gabarito: Item ERRADO.

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De acordo com Brigham & Houston (1999) as decisões de negócios não são
tomadas em um vácuo, os tomadores de decisão têm em vista objetivos
específicos. Certamente um dos mais presentes é a maximização da riqueza
dos proprietários do empreendimento, que consiste na maximização do valor
deste.

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Muitos fatores combinam para fazer com que a elaboração do orçamento de
capital, ou seja, estruturar os projetos através da descrição de seu fluxo de
caixa ao longo do tempo, para posterior análise, represente, talvez, a função
mais importante de uma análise econômico-financeira.

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Neste sentido, Gitman (2001) afirma que vários investimentos representam
dispêndios consideráveis de recursos que comprometem o investidor com um
determinado curso de ação. Conseqüentemente, este necessita de
procedimentos para analisar e selecionar apropriadamente seus investimentos.
Para tanto se faz necessário mensurar os fluxos de caixa relevantes e aplicar
técnicas de decisão apropriadas. O Modelo de Desconto de Fluxo de Caixa
(DFC) é um processo que cumpre este papel em consonância com a meta de
maximização da riqueza dos proprietários do empreendimento.

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Na análise de qualquer projeto se faz necessário uma abordagem de
viabilidade econômico-financeira. Para isso, se faz importante o entendimento
do timing dos fluxos de caixa destes, ou seja, o valor do dinheiro no tempo,
que é baseado na idéia de que uma unidade monetária hoje vale mais do que
uma outra que será recebida em uma data futura. Isso explica porque desejase receber o quanto antes e pagar o mais tarde possível uma determinada
quantia que não será reajustada ao longo do tempo.

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Dessa forma, no estudo de viabilidade econômico-financeira o valor exerce
papel primordial, mas não é o único fator a ser levado em consideração. A
distribuição temporal dos valores, em função dos fluxos de caixa destes,
também é de importância capital para a análise de projetos.
O valor não pode ser considerado de forma absoluta, devendo ser considerado
juntamente com as demais características econômico-financeiras do
empreendimento. O resultado final das análises de viabilidade econômica pode
ser expresso sob a forma de taxas internas de retorno, valor presente líquido,
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custo anual, períodos de recuperação (pay-back) e índices de lucratividade.
Logo, a questão está errada.

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Gabarito: Item ERRADO.

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17. (CESPE/MPU/Analista de Engenharia Civil/2010) A técnica
denominada linha de balanço é utilizada no planejamento de
atividades repetitivas. Essa técnica consiste em traçar, referidas a um
par de eixos cartesianos, linhas que representam cada uma das
atividades e seu respectivo andamento. No eixo das ordenadas, é
marcado o tempo e, no das abscissas, os valores acumulados do
andamento planejado para cada unidade do conjunto.

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No planejamento de longo prazo, o horizonte dos planos abrange todo o
período de construção e tem como objetivo a definição dos ritmos das
atividades, que constituem as grandes etapas construtivas do empreendimento
como, por exemplo, a estrutura, a alvenaria e as instalações hidrossanitárias
(MENDES JR e HEINECK, 1998). Em função do fluxo de recursos financeiros,
desenvolvidos no estudo de viabilidade e da estimativa de custo, são dadas
instruções para a coordenação destas atividades (TOMMELEIN e BALLARD,
1997).

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Outra importante decisão, relacionada a esse nível de planejamento, trata da
definição da estratégia de ataque à obra. Através deste estudo é estabelecido
o sequenciamento das atividades, eliminando-se possíveis interferências entre
equipes, propiciando a melhoria dos fluxos de materiais e mão-de-obra dentro
do canteiro.

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A elaboração dos planos é realizada a partir do uso de técnicas de
programação, como a Linha de Balanço, no qual são especificadas informações
a respeito do início e fim das atividades, bem como a duração máxima
necessária para a execução do empreendimento (TOMMELEIN e BALLARD,
1997; MENDES JR. E HEINECK, 1998).

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A técnica da Linha de Balanço (Line of Balance – LOB) para programação de
tarefas foi criada pela empresa Goodyear nos anos 40. Suas primeiras
aplicações foram na indústria de manufaturados para programar o fluxo de
produção. O Método da LOB é um dos métodos mais conhecidos entre os
pesquisadores para a programação de projetos lineares.
Seu uso na construção civil se difundiu mais na Europa em obras com serviços
bastante repetitivos, como estradas e pontes. Recentemente vários
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pesquisadores vêm procurando diversas formas de difundir o uso da Linha de
Balanço nos EUA e outros países, em conjuntos habitacionais e edifícios altos,
estudando os seus conceitos juntamente com outras técnicas matemáticas ou
computacionais, como simulação, e sistemas baseados no conhecimento.

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A técnica da Linha de Balanço se resume ao conceito de que as tarefas são
repetidas inúmeras vezes ao longo de uma unidade de repetição. Por exemplo,
o serviço de revestimento de paredes é realizado inúmeras vezes ao longo de
todas as unidades de um conjunto habitacional ou pavimentos de um edifício.
O ritmo de conclusão da tarefa nas diversas unidades dependerá de quantas
equipes sejam alocadas. A técnica é de aplicação bastante simples
principalmente por que pode ser feita graficamente, se assumirmos a
linearidade do desenvolvimento da tarefa, podendo ser visualizada num gráfico
espaço versus tempo, indicando a unidade e quando a tarefa é executada
nesta unidade.

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A Linha de Balanço é uma técnica de planejamento e controle que considera o
caráter repetitivo das atividades de uma edificação. Por meio da Linha de
Balanço o engenheiro da obra passará a ter uma visão mais simples da
execução das atividades, servindo como ferramenta de apoio na melhoria da
produtividade e qualidade nos canteiros. Ainda, poderá dispor de uma técnica
eminentemente gráfica (visual) que será um valioso aliado nas suas
comunicações na obra.

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Atenção! Esta técnica é adotada principalmente quando se trata de obras
repetitivas.

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Exemplo de planejamento utilizando Linha de Balanço:

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divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.

apartamentos. . vedada. cópia.com.Nome99999999999 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 9 99 99 99 99 9 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. PLANEJAMENTO. metros de canalização. etc. fachadas. obtendo-se um conjunto de curvas de produção mostradas num plano cartesiano com unidades de repetição (cômodos. eliminação dos gargalos na obra – tarefas que são executadas com ritmo lento atrapalhando as demais. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 A LOB é derivada do gráfico de barras (Gantt). definição de estratégias de execução que permitam o espalhamento das atividades pela obra diminuindo o tempo de ocupação ou de entrega de uma unidade. os pavimentos. Prof. inclinadas. por exemplo. onde ao invés de colocarmos as atividades ou fases da obra no eixo vertical. 99 99 N om Dessa forma a Linha de Balanço pode indicar o sequenciamento da atividade pelas diversas unidades de repetição da obra (pavimentos. pavimentos. N om e9 99 99 99 O balanceamento das linhas pode ser obtido através de: eliminação de conflitos entre equipes pela mudança da precedência de uma atividade ou pela mudança de ritmo (número de operários executando a tarefa basicamente é o que indica o ritmo). por quaisquer meios e a qualquer título. a sua reprodução. colocamos.) e durações (semanas) definindo-se ritmos de trabalho (iguais ou diferentes) que promovam linhas balanceadas. representando o seu ritmo de avanço. as casas ou as repetições do mesmo serviço. etc).br    44  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999.pontodosconcursos. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. quilômetros de estrada. Marcelo Ribeiro www. divulgação e distribuição. casas. apartamentos. entre outras decisões gerenciais que a Linha de Balanço pode apoiar de uma forma mais efetiva do que outras técnicas de planejamento e controle. Assim cada barra continua representando uma atividade ou fase da obra. NORMAS.

minimização dos estoques e produtos em processo. cópia. (CESPE/CEF/Engenheiro Civil/2010) O controle de projeto requer um sistema que seja adequado às suas peculiaridades. permitindo: estudo de reaproveitamento de equipes. a melhoria da produtividade na forma clássica (taylorista – repetição e volume de trabalho) ou o apoio à gestão moderna da produtividade e qualidade. om e9 ¾ Quando fazer (qual semana). Prof. assinale a opção correta.br    45  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. N om e9 Gabarito: Item ERRADO. 99 99 99 ¾ Onde fazer (qual cômodo. vedada. entre os benefícios mais importantes. melhores possibilidades de implantação do trabalho em grupo (células de produção). sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. Perceba no exemplo acima que temos “casas” nas ordenadas e “tempo (minutos)” nas abscissas. apartamento. qualitativas e quantitativas. 18. Marcelo Ribeiro www. por quaisquer meios e a qualquer título. que podem ser de duas formas. qual pacote de trabalho) deve ser feito. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 Através da adoção do conceito da Linha de Balanço as atividades seguirão ritmos de produção definidos. PLANEJAMENTO. om e9 99 99 Todos os principais componentes necessários à programação de obra são identificados na Linha de Balanço: N ¾ O quê (qual atividade. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. é que irá determinar quais os benefícios mais importantes e qual a ênfase a ser dada na aplicação da Linha de Balanço. divulgação e distribuição. A sua estratégia de produção. e uma gerência facilitada – visual. atendendo aos objetivos da empresa. Esse controle recai sobre as atividades desenvolvidas em obra. agrupamento do trabalho com melhor definição de tarefas. Nesta situação diz-se que a produção está balanceada. evitar interrupções do trabalho de uma equipe melhorando sua produtividade.pontodosconcursos. apartamentos ou pavimentos) estarão concluídas num determinado tempo. a sua reprodução. NORMAS. Acerca desse assunto. a Linha de Balanço permite atender às necessidades de programação de uma obra tradicional. 99 99 ¾ Quem deve fazer (qual ou quais equipes). . 99 99 99 99 99 N O enunciado da questão está errado apenas porque troca o eixo das abscissas (x) pelo eixo das ordenadas (y). melhor programação das equipes. 99 99 99 N om e9 9 Este balanceamento permite definir quantas unidades (cômodos.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. pavimento ou fachada).com. 99 99 99 N om e9 99 99 Resumindo.

N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 O controle deve ser feito por profissionais alocados no canteiro de obras. equipamentos e materiais. A Lei de Pareto (também conhecida como princípio 80-20). cópia. mapas padrões. . determinando-se o peso do valor de cada um em relação ao valor do conjunto. como: verificações e liberações. materiais e equipamentos. controle de instalações. PLANEJAMENTO. 99 99 N om e9 As informações de controle podem ser: atualização do cronograma físicofinanceiro. divulgação e distribuição. antecipar e permitir que a gerência seja informada em prazo oportuno sobre desvios. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.pontodosconcursos. e ser acessível para se ajustar rapidamente às mudanças do ambiente organizacional. etc. 99 99 99 99 99 N O controle de projeto requer um sistema que seja adequado a suas peculiaridades. afirma que para muitos fenômenos. alocação de custos unitários dos serviços. N om e9 99 99 99 Para determinar o que deve ser controlado pode-se utilizar o princípio de Pareto. por quaisquer meios e a qualquer título. controle de montagem.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. vedada. 80% das consequências advém de 20% das causas. controle de lançamento de materiais. recursos humanos. atuando diretamente nas frentes de serviços. qualitativas e quantitativas. Ela controla os estoques nos processos de produção. que podem ser de duas formas. 99 99 99 99 99 Atualmente as empresas recorrem ao uso de softwares para a execução do planejamento e seu acompanhamento na forma de controle. A classificação ABC é baseada neste princípio. Ele recai sobre as atividades desenvolvidas em obra. NORMAS. As primeiras são aquelas voltadas ao controle de qualidade da obra. entre outros. calculando-se em Prof. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. de modo que ações corretivas possam ser iniciadas. Este deve: ser relacionado com as demais funções do projeto. As questões cobram tanto os casos de sua aplicação quanto sua base teórica no princípio de Pareto. ser econômico. por todas as bancas examinadoras. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 a) A classificação ABC é feita com base no princípio de Pareto e pode ser utilizada para controle de estoque de materiais nos processos de produção da construção. ensaios e testes. a sua reprodução. A faixa A abrange cerca de 20% do total de todos os itens considerados e corresponde a 80% do valor total. faturamento. cerca de 30% e corresponde a 15% do valor total e a C 50% e corresponde a 5%. Os itens devem ser ordenados por sua importância relativa. apuração de índices de produtividade da mão-de-obra. om e9 9 Atenção! Pessoal. para justificar seu custo operacional. para que a resposta seja rápida e permita-se a tomada de decisão em tempo hábil.com. controle de quantitativos executados. a classificação ABC é um assunto que é constantemente cobrado em provas.br    46  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. Marcelo Ribeiro www. a B. exatidão de faturas. As segundas envolvem a verificação ou elaboração das medições.

99 99 N om e9 O controle pode abranger aspectos econômicos ou operacionais. qualidade e produtividade. a sua reprodução. ferramentas e equipamentos. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO om e9 99 99 99 99 99 N om e9 9 99 99 99 99 9 seguida os valores acumulados desses pesos. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. divulgação e distribuição. Tudo depende de seu objetivo. Verificam-se ainda falhas em materiais. Para operacionalizar os controles utilizam-se cronogramas. composições de custos unitários ou de custo global segmentado por componentes desse custo e fichas de produtividade. arranjo físico e mão-de-obra. de recursos e de custos.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. cópia. comparando-se com o controle dos ensaios de materiais. fichas de execução das atividades.com. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. O número de ordem do item e o respectivo valor acumulado definem um ponto e com uma série de pontos. Prof. A classe C representa os itens menos importantes.pontodosconcursos. 99 N om e9 Gabarito: Item CERTO.br    47  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. de forma a garantir o realizado com o planejado. conforme abaixo: 99 99 99 99 99 N A classe A reflete os itens mais importantes e que merecem tratamento especial em termos de acompanhamento e controle de obra. N om e9 99 99 99 Na execução de um projeto são feitos os seguintes controles: custos e prazo. PLANEJAMENTO. A classe B é uma situação intermediária. por quaisquer meios e a qualquer título. Na curva ABC é possível controlar a intensidade dos custos dos itens. orçamentos. 99 99 99 99 b) O controle de um projeto resulta da integração dos controles de prazos. NORMAS. vedada. No caso do controle da qualidade há uma metodologia relacionada com o sistema de controle da qualidade. a classificação ABC pode ser representada de forma gráfica. . Marcelo Ribeiro www.

pontodosconcursos. O segundo tem o objetivo de verificar o atendimento das especificações técnicas dos materiais. O primeiro tem o objetivo de garantir a execução do planejamento. por quaisquer meios e a qualquer título. . Logo. N om e9 Diante do conceito visto na questão anterior. NORMAS. Prof. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. sendo que não há relação entre o controle de um projeto e o controle de ensaios de materiais. comparando-se o que foi realizado com o planejado. fica fácil responder essa questão. 1997): 99 99 99 Bom. cópia. de recursos e de custos. 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 9 99 99 99 99 9 Curva de controle – comparação entre o planejado e o realizado (Limmer. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. agora que já vimos os conceitos relacionados ao controle de execução de obras. Gabarito: Item ERRADO.com. N om e9 Gabarito: Item ERRADO. o CESPE misturou dois conceitos diferentes de controle na questão. Marcelo Ribeiro www. a sua reprodução.br    48  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. concluímos que este item está errado porque a técnica de Linha de Balanço utilizada na indústria da construção civil visa permitir maior controle da execução da obra. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO O controle de um projeto resulta da integração dos controles de prazos. vedada. 99 99 99 99 99 c) A técnica de linha de balanço utilizada na indústria da construção civil visa permitir maior controle contábil de uma obra. divulgação e distribuição. não tenho nenhuma relação com o controle contábil. PLANEJAMENTO. não é mesmo? 99 99 99 99 99 N om e9 O erro da questão está na parte final do enunciado.

para comparação com os parâmetros orçados e planejados. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. coordenação e controle. o tempo e as despesas para correções. Assim. 99 99 99 99 99 N om e9 Finalizando. da responsabilidade lhe atribuída e da duração de sua participação. o exercício de atividades de controle fica favorecido. 99 99 99 99 99 N om e9 9 Com relação ao processo de controle. N om e9 Deve-se também verificar a parte por executar para ver sua adequação ao plano. para que medidas de correções de desvios possam ser tomadas em tempo hábil e para fornecer meios para correções de ações.com. NORMAS. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 d) A modelação por intermédio de redes de PERT/CPM permite a visualização do planejamento de um empreendimento de construção. Como vimos. dentre outros. a questão está errada. em decorrência. o método do PERT/CPM foi desenvolvido com o objetivo de ser um forte instrumento de planejamento. considerando que as datas de início e final de cada atividade são adequadamente definidas. torna-se expedita a definição da mobilização de cada ator envolvido no processo. 99 99 99 99 99 e) O controle é a operação pela qual se obtém o custo relativo de determinado serviço por meio do acompanhamento de cada etapa de sua execução. . dada a expressão de coerência dos fluxos de caixa com as atividades previstas ou realizadas. Prof. Logo. permite prever as datas de contratação de projetistas e fornecedores de modo a não ocorrer solução de continuidade entre a atuação dos diversos atores durante a execução do projeto. e não permite a visualização dos processos de controle da produção. N om e9 Gabarito: Item ERRADO. divulgação e distribuição. PLANEJAMENTO. 99 99 99 99 99 N om e9 O controle tem por objetivo acompanhar a execução de determinado produto ou processo e dar suporte ao sistema construtivo no sentido de garantir que as atividades planejadas sejam cumpridas. pois torna-se imediato comparar os tempos e custos realizados com aqueles planejados. Uma das atividades do controle é a verificação da execução de uma ou mais etapas de serviços e o controle dos preços de seus insumos.pontodosconcursos. por quaisquer meios e a qualquer título. a sua reprodução. também. pode-se conhecer o desempenho do projeto.br    49  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. Isto é feito ao comparar os resultados contra um padrão. Marcelo Ribeiro www. Quanto mais eficientes forem estas ações. vedada. cópia. Isto tornou o processo de controle dinâmico. menores serão os desvios. E.

N om e9 A NBR 14653-4 (Parte 4: Empreendimentos) é a primeira Norma da ABNT que trata da avaliação de empreendimentos. vedada. o assunto foi tratado de forma limitada em algumas das normas de avaliação específicas. c) descrição das atividades básicas. a questão está errada. valor presente líquido. destina-se a diagnosticar a viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. cópia. seus significados e aplicações na avaliação de empreendimentos. por quaisquer meios e a qualquer título. (CESPE/CEF/Engenheiro Civil/2010) O estudo de viabilidade técnico-econômica. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 Obter o custo de determinado serviço é o objetivo da orçamentação e não do controle. NORMAS. custo anual. A respeito dos indicadores de viabilidade. valor econômico adicionado – EVA. d) definição da metodologia básica. f) requisitos básicos de laudos e pareceres técnicos de avaliação. divulgação e distribuição. e9 99 99 99 99 99 N 19. 99 99 99 99 99 N om a) O índice de lucratividade é o tempo necessário para que a renda líquida acumulada do empreendimento iguale o investimento nele comprometido.ROA. símbolos e abreviaturas.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. definições. O controle permite avaliar se o custo da execução de um serviço ou de uma etapa de serviço está de acordo com o custo orçado. Anteriormente. . retorno sobre investimentos – ROI. a sua reprodução. nos aspectos que dizem respeito à avaliação de empreendimentos. b) instituição de terminologia. Marcelo Ribeiro www. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. valor de mercado adicionado (market value added) – MVA e o Retorno sobre o patrimônio líquido – ROE). om e9 9 Gabarito: Item ERRADO. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. períodos de recuperação (pay-back) e índices de lucratividade (por exemplo: retorno sobre ativos . PLANEJAMENTO. 99 99 99 99 99 Esta parte da NBR 14653 visa detalhar e complementar os procedimentos gerais estipulados na NBR 14653-1. Assim. Prof.com.br    50  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. com a utilização de indicadores de viabilidade.pontodosconcursos. Indicadores de viabilidade N om e9 O resultado final das análises de viabilidade econômica pode ser expresso sob a forma de taxas internas de retorno. definido na NBR 14653. sendo que a utilização isolada do índice de lucratividade como indicador de viabilidade não é conclusiva. e) especificação das avaliações. assinale a opção correta. 99 99 99 99 99 N om e9 A NBR 14653-4 fixa as diretrizes para a avaliação de empreendimentos quanto a: a) classificação da sua natureza.

para uma taxa de desconto equivalente ao custo de oportunidade de igual risco. e9 99 99 99 99 A utilização isolada do período de recuperação como indicador de viabilidade não é conclusiva. divulgação e distribuição. 99 N om e9 99 99 99 O tempo de retorno pode ser simples ou descontado: o simples corresponde ao tempo necessário para anular a diferença entre as despesas de investimento e as receitas líquidas. cópia. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. sem considerar a remuneração do capital.br    51  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. para uma taxa de desconto equivalente ao custo de oportunidade de igual risco. A condição de viabilidade de empreendimento trazida pelo enunciado da questão é o da taxa interna de retorno. sendo o empreendimento considerado viável quando seu índice de lucratividade for igual ou superior à taxa de desconto equivalente ao custo de oportunidade de igual risco.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO Índice de lucratividade 99 99 99 99 9 É a relação entre o valor presente das receitas líquidas e o dos investimentos. Taxa interna de retorno Prof. vedada. om e9 9 Tempo de retorno 99 99 N Este indicador de viabilidade é expresso pelo tempo necessário para que a renda líquida acumulada do empreendimento iguale o investimento nele comprometido.com. quando as parcelas são descontadas a uma taxa de desconto. 99 99 99 99 Gabarito: Item ERRADO. Marcelo Ribeiro www. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. N om e9 Como vimos na letra “a”. 99 99 99 99 99 N om e9 b) O índice de lucratividade é a relação entre o valor presente das receitas líquidas e o valor dos investimentos. NORMAS. por quaisquer meios e a qualquer título. mas é útil para comparar alternativas de investimento a uma mesma taxa de desconto. .pontodosconcursos. O empreendimento será considerado viável quando o seu índice de lucratividade for igual ou superior à unidade. o empreendimento será considerado viável quando o seu índice de lucratividade for igual ou superior à unidade. 99 N om A questão está errada porque trocou os conceitos de tempo de retorno e índice de lucratividade. PLANEJAMENTO. o descontado corresponde ao tempo necessário para anular a mesma diferença. a sua reprodução.

Marcelo Ribeiro www.pontodosconcursos. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. divulgação e distribuição. para uma taxa de desconto equivalente ao custo de oportunidade de igual risco. sendo o empreendimento considerado viável quando o seu valor presente líquido for nulo ou positivo. om e9 O empreendimento será considerado viável quando o seu valor presente líquido for nulo ou positivo. . vedada. 99 N om e9 99 99 99 99 c) O valor presente líquido é expresso pelo tempo necessário para que a renda líquida acumulada do empreendimento se iguale ao investimento nele comprometido. 99 99 99 99 99 N Gabarito: Item ERRADO. 99 99 99 99 A questão está errada porque mistura os conceitos de Valor Presente Líquido e Tempo de Retorno. a sua reprodução.com. Esta questão cobra conceitos que já vimos na letra “a” e “c” e está errada porque mistura os conceitos de Valor Presente Líquido e Tempo de Retorno. para uma taxa de desconto equivalente ao custo de oportunidade de igual risco. e9 Valor presente líquido 99 99 99 99 99 N om Este indicador de viabilidade é expresso pelo valor presente do fluxo de caixa descontado. PLANEJAMENTO. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 Este indicador de viabilidade é expresso pela taxa de desconto que anula o valor presente do fluxo de caixa projetado no horizonte do empreendimento. por quaisquer meios e a qualquer título.br    52  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. para uma taxa de desconto equivalente ao custo de oportunidade de igual risco. projetado no horizonte do empreendimento. projetado no horizonte do empreendimento. 99 N Gabarito: Item ERRADO. cópia. Gabarito: Item ERRADO. om e9 9 O empreendimento será considerado viável quando a sua taxa interna de retorno for igual ou superior à taxa de desconto equivalente ao custo de oportunidade de igual risco. incluindo o valor do investimento a realizar. NORMAS. sendo o empreendimento considerado viável quando o seu tempo de retorno for nulo ou positivo. Prof. incluindo o valor do investimento a realizar. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. N om e9 d) O tempo de retorno é expresso pelo valor presente do fluxo de caixa descontado. incluindo o valor do investimento a realizar.

pontodosconcursos.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS.br    53  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. a questão está errada porque o método da Linha de Balanço se aplica principalmente em projetos de construção com serviço repetitivos.com. Com relação às ferramentas utilizadas para planejamento de obras. PLANEJAMENTO. 99 99 99 99 99 N Como vimos. 99 99 N om Gabarito: Item ERRADO. NORMAS. por quaisquer meios e a qualquer título. Gabarito: Item CERTO. 99 99 99 99 Gabarito: Item CERTO. N om e9 O PERT/COM é um instrumento de planejamento que distribui as atividades a serem realizadas em rede. o enunciado traz corretamente o conceito de Taxa Interna de Retorno. 99 N Como vimos no item “b”. divulgação e distribuição. vedada. o enunciado da questão está correto. . a Linha de Balanço é uma técnica de planejamento e controle que considera o caráter repetitivo das atividades de uma edificação. retratando o projeto que se pretende executar. Prof. 99 99 99 99 99 N om e9 20. a sua reprodução. com o início e o final de cada uma delas devidamente definidos. Marcelo Ribeiro www. (ESAF/MPU/Analista – Área: Pericial – Especialidade: Engenharia Civil/2004) Diversas ferramentas de planejamento podem ser utilizadas para a montagem de um cronograma físico para execução de obras. Dessa forma. bem como a lógica de execução segundo a tecnologia adotada. incluindo o valor do investimento a realizar. é incorreto afirmar que: om e9 a) a aplicação do método da Linha de Balanço se restringe a projetos de construção com serviços não-repetitivos. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. 99 99 99 b) os métodos PERT e CPM fundamentam-se na montagem de uma rede de trabalho que retrate o projeto real. e9 Dessa forma. cópia. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO om e9 9 99 99 99 99 9 e) A taxa interna de retorno é um valor expresso pela taxa de desconto que anula o valor presente do fluxo de caixa projetado no horizonte do empreendimento. sendo o empreendimento considerado viável quando a sua taxa interna de retorno for igual ou superior à taxa de desconto equivalente ao custo de oportunidade de igual risco.

divulgação e distribuição. vedada. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. 99 99 99 Atenção! O caminho crítico é definido como sendo o caminho da rede em que todos os eventos/atividades que o constituam apresentem FOLGA ZERO. 99 99 99 N Gabarito: Item CERTO. indicando as respectivas durações por barras horizontais. é porque no mínimo uma das atividades do caminho crítico não foi concluída na data programada.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. O Gráfico de Gantt (Cronograma de Gantt ou Gráfico de Barras) é um gráfico que apresenta as “atividades” em uma coluna. Marcelo Ribeiro www. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 c) o caminho crítico representa a seqüência de atividades que definem o prazo mínimo para realização de uma obra. o caminho crítico define o prazo mínimo para a realização de uma obra. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. Se o prazo final for excedido.com. N om e9 9 Conforme já comentamos. NORMAS. é uma forma de representar as atividades com suas precedências e distribuídas em um intervalo de tempo. Prof. a sua reprodução. N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N O cronograma de barras.br    54  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. criado por Gantt.pontodosconcursos. PLANEJAMENTO. om e9 99 99 Dessa forma. cópia. o caminho crítico é a seqüência de atividades que devem ser concluídas nas datas programadas para que o projeto possa ser finalizado dentro do prazo final. por quaisquer meios e a qualquer título. estando correta a questão. . om e9 99 99 d) o Diagrama de Gantt é um recurso gráfico que permite a visualização direta das datas de início e término das atividades previstas.

FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. Prof. Gabarito: Item CERTO. NORMAS. divulgação e distribuição. O PERT/CPM é a forma como este programa organiza a precedência entre as atividades. N om e9 99 99 99 São utilizados na representação de cronogramas de demanda de mão-de-obra.br    55  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. o que lhe confere certa rigidez. por quaisquer meios e a qualquer título. É perfeitamente aplicável quando se lida com um número não muito grande de atividades e de durações relativamente curtas. devem ser definidas antes na programação implicará seu 99 99 99 99 99 N om e9 A desvantagem desse cronograma é interdependência entre as atividades.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. como é o caso do detalhamento de pacotes de trabalho. As atividades do caminho crítico são destacas das demais por outra coloração. não mostrar com clareza a desvantagem e que as datas de folgas. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. Marcelo Ribeiro www. assim como as de se desenhar. . Assim. de materiais e de equipamentos. o Diagrama de Gantt é um recurso gráfico que permite a visualização direta das datas de início e término das atividades previstas. estando correta a questão. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 9 99 99 99 99 9 Exemplo genérico do cronograma de barras: 99 99 99 99 No MSProject é esse cronograma que aparece na tela. pois qualquer mudança redesenho. 99 99 N om e9 As vantagens são: facilidade de entendimento e pode ser empregado como complemento de outras técnicas de programação. Outra início e fim de uma atividade. PLANEJAMENTO.pontodosconcursos. cópia.com. sendo de fundamental importância no uso da técnica de alocação e nivelamento de recursos. conforme vimos. a sua reprodução. vedada.

sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. as redes PERT/CPM são instrumentos usados para o planejamento de uma obra. conforme comentamos naquela oportunidade. divulgação e distribuição. PLANEJAMENTO. . N Logo. om e9 9 ¾ Método Francês de Blocos ou Redes Roy. 99 99 99 99 99 N 21.br    56  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. om e9 99 99 99 99 99 N O planejamento das atividades de construção é de fundamental importância para o sucesso técnico e econômico de um empreendimento. a questão está correta. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO e) a apresentação do planejamento PERT pode ser feita com o uso de diagramas de flechas ou de diagramas de blocos. Alerta-se que todo programa deve ser iniciado em um único evento. veremos com maior detalhe alguns aspectos que também são cobrados em provas. vimos que existem dois métodos para a caracterização das redes PERT/CPM: ¾ Método Americano ou de Setas ou de Flechas. Prof.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. o tempo inicial de uma atividade não-crítica não precisa ser necessariamente igual ao tempo final da sua atividade precedente. materiais tecnológicos ou financeiros. julgue os itens seguintes. 99 99 99 99 9 Pessoal. agora que já vimos os conceitos básicos das redes PERT/CPM. cópia. Recursos esses: humanos. por quaisquer meios e a qualquer título. a sua reprodução. 99 99 99 Definições N om e9 a) Atividade – é a denominação pela qual se caracteriza uma tarefa. om e9 99 Gabarito: Item CERTO. Não consome tempo ou recursos. Com relação a planejamento e redes PERT/CPM. b) Evento – representa um marco temporal.pontodosconcursos.com. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. Marcelo Ribeiro www. 99 99 99 99 Observe que a redação desta questão é mais adequada tecnicamente do que a da questão 13 (do CESPE). serviço ou projeto a ser realizado e que consome tempo e recursos. NORMAS. (CESPE/ME/Engenheiro/2008) Na programação das atividades de uma construção. vedada. c) Evento Inicial – representa a data de início do programa. Nesse contexto. uma data delimitando o tempo de início ou de término de qualquer atividade. 99 99 N om e9 Pessoal. ou seja.

99 N om e9 9 f) Tempo Mais Cedo de Início – TCI é definido como o tempo mais cedo possível de se iniciar uma atividade. o custo e os recursos envolvidos. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. l) Dependência – é definida como a relação entre duas atividades contíguas.com. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. Equivale à data mais cedo possível de se iniciar uma atividade sem ocorrer atraso na data mais cedo de término previsto para o evento final da rede. N om e9 99 99 99 k) Caminho Crítico – é definido como sendo o caminho da rede em que todos os eventos que o constituam apresentem FOLGA ZERO. Ou. divulgação e distribuição. data a tecnologia adotada. e) Atributo – exprime a medida (unidade) da atividade. somente possa ser iniciada quando a imediatamente precedente estiver conclusa. PLANEJAMENTO. por quaisquer meios e a qualquer título. . PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 d) Evento Final – representa a data final do programa. Marcelo Ribeiro www. Equivale à data mais cedo possível de se concluir uma atividade sem ocorrer atraso na data mais cedo de término previsto para o evento final da rede. de modo que uma atividade.pontodosconcursos. Corresponde à data mais tarde possível de se concluir uma atividade sem causar atraso na data mais tarde de término prevista para o evento final da rede. Similarmente à definição anterior. alerta-se que todo programa deve ser finalizado em um único evento. Como atributos são considerados: o tempo de duração. Corresponde à data mais tarde possível de se iniciar uma atividade sem causar atraso na data mais tarde de término prevista para o evento final da rede. Exemplo de representação de tempos e eventos: Prof. caso ocorra folga nos eventos iniciais e finais da rede.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS.br    57  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. a sua reprodução. vedada. NORMAS. denominada dependente. e9 99 99 99 99 99 h) Tempo Mais Cedo de Fim – TCF é definido como o tempo mais cedo possível de se concluir uma atividade. N om e9 99 99 99 99 g) Tempo Mais Tarde de Início – TTI corresponde ao tempo mais tarde possível de se iniciar uma atividade sem causar atraso no início da(s) atividade(s) subseqüente(s). 99 99 99 99 99 N om i) Tempo Mais Tarde de Fim – TTF corresponde ao tempo mais tarde possível para ser concluída uma atividade sem causar atraso no início da(s) atividade(s) subseqüente(s). cópia. o caminho crítico corresponde àquele que apresentar a MENOR FOLGA TOTAL. 99 99 N om e9 j) Folga de Evento – é definida como a disponibilidade de tempo medida pela diferença entre a data mais tarde e a data mais cedo de ocorrência de um evento.

. podemos visualizar isso no item “d” da questão 18. indicando respectivamente prazos sequenciais e concomitância de prazos.Nome99999999999 om e9 9 99 99 99 99 9 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. (CESPE/ME/Engenheiro/2008) O diagrama de Gantt consiste de barras horizontais e paralelas que indicam atividades executadas. vedada. Ainda. Prof. NORMAS. A questão está errada porque o tarde de um evento corresponde à data de início do evento que será realizado em seguida e não do último evento a ser realizado. (CESPE/ME/Engenheiro/2008) O tarde de um evento corresponde à data de início do evento que será realizado por último na programação da obra.pontodosconcursos. 99 99 99 99 99 N Gabarito: Item CERTO. a sua reprodução. a questão está correta. PLANEJAMENTO. ou dispostas umas sobre as outras. om e9 Pessoal. o tempo inicial de uma atividade não-crítica não precisa ser necessariamente igual ao tempo final da sua atividade precedente em função da folga inerente às atividades nãocríticas. Assim. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. cópia.br    58  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. ou a executar. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU.com. Marcelo Ribeiro www. Gabarito: Item ERRADO. divulgação e distribuição. vimos que caso a atividade faça parte do caminho crítico (atividade crítica). N om e9 23. onde há atividades dispostas em série e em paralelo. 99 N om e9 99 Logo. o Tempo Mais Cedo de Fim de qualquer atividade corresponde ao Tempo Mais Cedo de Início da atividade subseqüente. não haverá folga nos eventos. dispostas em série em uma escala de tempo horizontal. na programação das atividades de uma construção. por quaisquer meios e a qualquer título. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 N Como vimos. 99 99 99 99 99 N om e9 22. 99 99 99 99 Gabarito: Item CERTO. indicando concomitância de prazos.

no desenvolvimento de uma tecnologia. entre outras características. financeiros. está correta a questão. E isso é o que acontece na maioria dos nossos empreendimentos: numa construção civil. 99 99 N om e9 99 99 Ela é muito usada e particularmente útil para as atividades de planejamento e controle porque fornece uma visão que propicia uma interpretação bastante sensível e prática para ajustes e adequações tanto na fase do planejamento quanto na do controle. tal como a “Curva ABC”.br    59  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999.pontodosconcursos.) aplicados na realização de empreendimentos quaisquer. permite visualizar o ritmo de andamento previsto para a implementação do projeto. é outra curva de aspecto particular e característico. humanos.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. pela sua facilidade de visualização e de entendimento. a sua reprodução. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. PLANEJAMENTO. Existem tabelas de curva S. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. 99 N A “Curva S”. etc. numa montagem industrial. 99 99 99 Dessa forma. NORMAS. Porém. permite visualizar o ritmo de andamento previsto para a implementação do projeto. (CESPE/ANTAQ/Especialista/2009) A curva S é amplamente utilizada no planejamento de projetos e. representativa de “fatos” do nosso dia-a-dia. N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 Ilustração exemplificativa de uma “Curva S”: Prof.com. Ainda. Marcelo Ribeiro www. a curva é característica da individualidade de cada projeto. etc. om e9 9 A representação gráfica da correlação entre variáveis é um dos recursos amplamente usados no planejamento. por quaisquer meios e a qualquer título. Tem tipicamente a forma de um “S” porque essa é a aparência da soma acumulada (“integral”) de uma distribuição de “valores” que crescem no início e decrescem próximo ao fim de um período. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 24. 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 Apresentando a soma acumulada de recursos (materiais. vedada. . divulgação e distribuição. cópia.

Marcelo Ribeiro www. Com relação a esta ferramenta. 99 99 99 99 99 N om e9 26. por quaisquer meios e a qualquer título. vedada. (ESAF/MPU/Analista – Área: Pericial – Especialidade: Engenharia Civil/2004) A curva S é uma ferramenta gráfica utilizada para controle da aplicação e consumo de recursos ao longo da execução de um empreendimento. graficamente. om e9 9 99 99 99 99 9 25. b) a curva S pode ser utilizada como ferramenta no controle do consumo de concreto durante a execução da obra. valor agregado (EV) e custo real (AC) representam a soma acumulada de recursos (materiais. 99 99 99 N Conforme vimos na questão 3 da aula. N om e9 Gabarito: Item CERTO. NORMAS. corresponde ao planejamento inicial. a sua reprodução. etc. financeiros. mas sim a curva do valor planejado que. 99 99 99 99 Gabarito: Item ERRADO. 99 N om e9 99 99 A questão está errada porque a curva S elaborada a partir do cronograma físico-financeiro da obra não representa a curva do valor agregado. divulgação e distribuição. Prof. A questão está correta porque a curva S pode ser utilizada como ferramenta no controle do consumo de qualquer recurso necessário à execução da obra. humanos. (CESPE/STM/Analista Judiciário/Especialidade Engenharia Civil/2011) A curva S.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. corresponde ao planejamento inicial. as curvas de valor planejado (PV). sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.pontodosconcursos. . cópia. graficamente. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO Gabarito: Item CERTO. representa a curva do valor agregado que.br    60  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. 99 99 99 99 99 N Para traçar a curva S é necessário ter o conhecimento do comportamento do consumo dos recursos ao longo do tempo de execução da obra. a questão está correta. elaborada a partir do cronograma físicofinanceiro da obra. Dessa forma. é incorreto afirmar que: om e9 a) a curva S depende da existência de um planejamento adequado para o consumo de recursos durante a execução da obra. PLANEJAMENTO. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU.com.) aplicados na realização de empreendimentos quaisquer e têm tipicamente a forma de um “S”.

pela curva S. 99 99 99 99 Gabarito: Item ERRADO. sendo que aquela é da ESAF (2004) e esta é do CESPE (2007). Como vimos anteriormente.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. . om e9 99 d) a curva S pode ser utilizada na avaliação do progresso físico da obra em função do custo apropriado. divulgação e distribuição. relacionando-os às datas previstas de utilização. apresentando sempre a utilização de recursos ao longo do tempo de forma acumulada.br    61  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999.pontodosconcursos. NORMAS. a curva S também permite visualizar o ritmo de andamento previsto para a implementação da obra. e9 99 99 99 Gabarito: Item CERTO. Pessoal. material. N om e9 99 99 99 27. como mão-de-obra.com. como mão-de-obra. e9 99 99 99 99 A questão está certa porque a curva S é um tipo de curva de carga. vedada. Prof. N om e9 9 A questão está errada porque a curva S pode ser utilizada como ferramenta no controle do consumo de qualquer recurso necessário à execução da obra. Marcelo Ribeiro www. (CESPE/TCU/ACE/ Auditoria de Obras Públicas/2007) A representação de um recurso. essa questão é boa para que vocês vejam como alguns assuntos são sempre cobrados em prova. mostra a distribuição desse recurso de forma cumulativa. equipamentos e recursos monetários. letra “e”. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO Gabarito: Item CERTO. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. Na questão anterior. por quaisquer meios e a qualquer título. 99 99 N om Gabarito: Item CERTO. 99 N om e) a curva S apresenta sempre o consumo acumulado de recursos ao longo do tempo de construção. PLANEJAMENTO. cópia. 99 99 N Conforme já vimos. independentemente de qual seja a banca examinadora. a questão está correta porque a curva S mostra a distribuição de qualquer recurso da obra de forma cumulativa. 99 99 99 99 9 c) a curva S caracteriza os recursos a serem utilizados apenas em termos monetários. a sua reprodução. temos uma cobrança idêntica à questão atual. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU.

PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO Gabarito: Item CERTO. cobram um mesmo conhecimento ao longo dos anos. . inclusive recursos monetários. ou outras bancas. om e9 9 99 99 99 99 9 28. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. cópia. Marcelo Ribeiro www. é sempre crescente. a questão está correta. matéria-prima e equipamentos) na execução de um projeto hipotético em função do tempo. chegando até mesmo a praticamente repetir questões. divulgação e distribuição. Comparem esta questão do MPU 2010 com a anterior do TCU 2007 e com o item “e” da questão do MPU 2004. PLANEJAMENTO. 99 N om e9 Novamente. II e III a seguir mostram a distribuição da alocação de três recursos (mão-de-obra. de forma cumulativa. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. empregada em estudos e análises para tomada de decisões gerenciais sobre desembolso e fluxos de caixa. por quaisquer meios e a qualquer título.com. (CESPE/TSE/Analista Judiciário/Engenharia Civil/2006 – Item 46) As figuras I. 99 99 99 99 99 N Atenção! Nessa questão temos mais uma vez um exemplo de como o CESPE. NORMAS. a curva S mostra a distribuição de qualquer recurso da obra. a sua reprodução. pois os valores que a compõem são acumulados. Prof. (CESPE/MPU/Analista de Engenharia Civil/2010) A curva S. Logo. N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 29.br    62  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. vedada. 99 99 99 99 Gabarito: Item CERTO.pontodosconcursos.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS.

assinale a opção correta. NORMAS. Marcelo Ribeiro www. .Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. 99 N om e9 9 As oscilações do gráfico da figura I demonstram que houve grande variação da mão-de-obra mobilizada. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 A figura IV mostra a curva S de custos totais e a curva de receitas. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. por quaisquer meios e a qualquer título. vedada.com. a sua reprodução. cópia. Prof. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. Esta variação brusca deve ser evitada. uma vez que picos de alocação são seguidos por vales.pontodosconcursos. PLANEJAMENTO. divulgação e distribuição. A partir da análise dos cronogramas ilustrados nas figuras. sendo preferível uma variação mais suave. a) A figura I mostra que a alocação da mão-de-obra ao longo do tempo foi satisfatória.br    63  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 Ilustrações: Gabarito: Item ERRADO. As ilustrações abaixo demonstram como deve ser a alocação “ideal” e como é na prática a alocação “real” de recursos.

99 99 N om Ocorreu um pico de utilização de matéria-prima ao longo da obra. Sob sua forma clássica. representados na figura IV. e9 99 99 99 Gabarito: Item ERRADO. NORMAS. 99 99 99 99 Gabarito: Item CERTO. 99 N om e9 c) A figura III mostra que a alocação da matéria-prima na obra foi intensificada para encurtar o prazo de execução da obra. escalonada. 99 N om e9 9 Como vimos na ilustração da questão anterior. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. não deve ser entendida como o fluxo de caixa do projeto. divulgação e distribuição. (M. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. a questão está correta. por quaisquer meios e a qualquer título. a sua reprodução. pode ser considerada como satisfatória. e. PLANEJAMENTO. se os recursos despendidos correspondem ao volume de serviços realizados. Ou. . instrumento destinado ao acompanhamento periódico de seu andamento. N om e9 A Curva “S” é um tipo de curva de carga. e9 99 99 99 99 Analisando a figura III percebemos que a alocação da matéria-prima não foi intensificada para encurtar o prazo de execução da obra porque o pico de utilização não se deu próximo ao período final da obra. quando permite verificar se ocorre compatibilidade entre o que foi pago e o efetivamente realizado. Embora a figura II esteja com o pico um tanto achatado se comparado com a curva tida como “ideal” pela doutrina. 1995). a alocação “ideal” não tem variações bruscas.pontodosconcursos. a utilização é recomendada para a análise do comportamento dos fluxos de caixa. desse modo. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 b) A figura II mostra que a alocação de equipamentos segue uma curva teórica ideal. vedada. (Antonio V. Avila) Prof.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS.com.br    64  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. já que uma curva é contínua e a outra. em outras palavras. mas sem características que permitam concluir que a obra teve seu prazo de execução encurtado. Marcelo Ribeiro www. cópia. Casarotto. 99 99 99 99 99 N om d) A sobreposição do cronograma de desembolso acumulado (curva S) com o da receita acumulada.

O caixa em determinado momento é dado pela diferença entre a Curva S de desembolso e a curva escalonada de receitas. PLANEJAMENTO. om e9 9 Gabarito: Item ERRADO. relativos ao planejamento das atividades para acompanhamento da obra em questão. é apresentado na figura e na tabela seguintes.pontodosconcursos.000 m2 distribuídos em um terreno com 40.com.br    65  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. e tem como evento de início o nó 3. divulgação e distribuição. N om e9 30. Marcelo Ribeiro www. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N O resumo das atividades previstas para o primeiro período da construção de um edifício. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 Assim. a questão está correta. NORMAS.000 m2 de área. Prof. Assim. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. . 99 99 99 99 99 N Tendo em vista esse resumo de atividades e sua composição usual nas obras de engenharia. a sua reprodução. a questão está errada porque a Curva S da figura IV permite a análise do fluxo de caixa apesar da curva representativa das entradas das receitas ser escalonada. (CESPE/INSS/Analista/Engenheiro Civil/2008) A execução de fundações com estacas pré-fabricadas tem como evento de início o nó 3 e depende do término das atividades de instalação provisória e de drenagem. por quaisquer meios e a qualquer título. cópia. Em função da rede apresentada.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. vedada. percebemos que a atividade “E” tem como predecessores as atividades “B” e “D”. cujo planejamento global inclui uma área total de construção igual a 5. julgue os itens que se seguem.

Prof. cópia. divulgação e distribuição. exemplificado na tabela a seguir. No planejamento e no controle de projetos. “C” e “F”. a sua reprodução.com. é correto afirmar que a execução da atividade C somente será iniciada após a conclusão da atividade B.br    66  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. Logo. (CESPE/INSS/Analista/Engenheiro Civil/2008) A duração total do projeto com evento de início no nó 1 e com evento de término no nó 5 é de 60 unidades de tempo. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om Cronogramas de atividades são ferramentas de planejamento que permitem acompanhar o desenvolvimento físico dos serviços e efetuar previsões de quantitativos de obras. NORMAS.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. 99 99 99 99 9 31. Dessa forma. letra “d”. PLANEJAMENTO. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. e9 99 99 99 Gabarito: Item ERRADO. materiais e equipamentos. (CESPE/SECONT-ES/Auditor do Estado/Engenharia Civil) A partir do cronograma de barra apresentado acima. . por quaisquer meios e a qualquer título. N om e9 32. vedada. Como vimos na resolução da questão 9. a duração total será a soma da duração das atividades “A”. 99 99 99 Em relação a esse assunto e ao cronograma apresentado acima. um dos tipos básico de cronograma é o cronograma em barra. a questão está errada. totalizando 120 unidades de tempo. 99 99 N om e9 9 A duração total do projeto será obtida pela soma da duração das atividade que formam o caminho mais demorado entre os nós de início (1) e fim (5). PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO Gabarito: Item CERTO. Marcelo Ribeiro www. julgue os itens a seguir. a principal desvantagem do cronograma de barras (Gantt) é não mostrar com clareza a interdependência entre as atividades.pontodosconcursos.

br    67  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. voltada para a preparação para o cargo de Analista de Finanças e Controle da CGU. cópia. a sua reprodução. em busca da tão almejada aprovação na CGU! Marcelo Ribeiro N om e9 Aguardo você para nosso próximo encontro. 99 99 99 99 99 33. mediante a apresentação de exercícios com teoria comentada. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. por quaisquer meios e a qualquer título. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. N om e9 9 Gabarito: Item ERRADO. podendo ter sido planejado assim por mera conveniência. divulgação e distribuição. . essa é a nossa primeira aula.pontodosconcursos. N om e9 Pessoal. vedada. 99 99 99 Como vimos ao longo da aula. vejam que esta questão é recente (2009) e de resolução muito simples. 99 99 N om Assim. 99 99 99 Aqui começa nossa jornada. não é possível afirmar que haja uma relação de dependência entre as atividades. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 Com base no cronograma não é possível afirmar que a atividade C somente será iniciada após a conclusão da atividade B.com. NORMAS. (CESPE/SECONT-ES/Auditor do Estado/Engenharia Civil/2009) O esquema de cronograma apresentado é um exemplo de gráfico de Gantt. PLANEJAMENTO. gráfico) de Gantt. Contudo. Bons estudos! Prof. o cronograma de barras é também conhecido como cronograma (diagrama. O que é possível afirmar é que se planejou que a atividade C comece no período de tempo imediatamente posterior ao término da atividade B. e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 Gabarito: Item CERTO. pessoal.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. Marcelo Ribeiro www.

como custo real. N om e9 4. de caráter essencialmente prático. divulgação e distribuição. Nesse contexto.Item 80) O cronograma físico-financeiro é a representação gráfica do plano de execução da obra. em que todas as fases de execução são representadas. além disso. deve ser atualizado e modificado continuamente. 99 N om e9 c) O planejamento e o controle de resultados de um projeto devem ser constantemente adaptados às circunstâncias. 99 99 99 99 99 N 3. por quaisquer meios e a qualquer título. Marcelo Ribeiro www. (CESPE/STM/Analista Judiciário/Especialidade Engenharia Civil/2011 .Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. . o custo do trabalho que deixou de ser realizado. 99 99 99 99 d) Uma vez concluído. PLANEJAMENTO. cópia. um plano somente torna-se eficaz quando a equipe responsável exercer esforços contínuos no sentido da sua execução. (ESAF/CGU/AFC/Auditoria de Obras/2008) Planejamento e controle projetos podem ser definidos como um enfoque sistemático e formal execução das responsabilidades administrativas. que envolve a definição objetivos. assinale a opção incorreta. a sua reprodução. 99 99 99 99 b) A elaboração de um plano de resultados implica no uso mais econômico de mão-de-obra. (CESPE/Banco da Amazônia/Técnico Científico /Engenharia Civil/2007) O cronograma físico-financeiro de uma obra é a representação gráfica do andamento previsto para a obra ou serviço. instalações e equipamentos. 5. em função de eventos que surgem no decorrer da sua execução. om e9 99 99 99 99 2. (CESPE/MPU/Analista de Engenharia Civil/2010 – Item 118) Define-se como valor agregado o montante de trabalho valorado de quanto deveria ter sido realizado conforme previsão em cronograma. 99 N a) A elaboração do planejamento obriga analisar antecipadamente os projetos e quantificar o que é necessário para um desempenho satisfatório da execução. NORMAS. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO LISTA DE QUESTÕES COMENTADAS NESTA AULA de na de de om e9 9 99 99 99 99 9 1. Prof. um plano para alcançar os resultados esperados e um sistema relatórios.pontodosconcursos.br    68  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. 99 N om e9 e) Um sistema de planejamento e controle de resultados deve ser concebido de modo a adaptar-se ao meio específico a que se destina. e. vedada. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. e. (CESPE/ANTAQ/Especialista/2009) A estrutura analítica de partição do projeto (EAP) é uma divisão natural do projeto. em relação ao tempo e respectivos desembolsos financeiros.com. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. matéria-prima. que se realiza levando-se em conta os produtos finais e as suas divisões funcionais suscetíveis de controle.

já as atividades críticas são aquelas que apresentam sempre as menores folgas. a técnica PERT é também chamada de probabilística. (CESPE/MPU/Analista de Engenharia Civil/2010 – Item 115) O caminho crítico de um projeto é a sequência das atividades que determinam o prazo total do projeto. (CESPE/STM/Analista Judiciário/Especialidade Engenharia Civil/2011 . N om e9 12.br    69  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. 99 99 99 99 99 N om 11. além do objetivo de valorar a obra.com. vedada.Item 77) O tempo de duração de determinada atividade é obtido dividindo-se a produtividade da equipe de trabalho a ser empregada na atividade pela quantidade de serviço a ser executado.pontodosconcursos. no método que utiliza flechas. só pode existir um caminho crítico. N om e9 99 99 99 9.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. em função do tratamento estatístico. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 O orçamento. o tempo é um parâmetro importante para que se garanta a conclusão da obra dentro dos prazos acordados. convenciona-se representar cada atividade por um reta interligando dois círculos. ou seja. é permitida a inclusão do nome da atividade sobre a reta. julgue o item a seguir. 99 99 N om 8. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. (CESPE/ANTAQ/Especialista/2009) Em uma rede PERT/CPM.Item 76) Em uma rede de planejamento. julgue o seguinte item. no planejamento de uma obra. divulgação e distribuição. e9 99 99 99 99 Considerando que. Marcelo Ribeiro www. O planejamento das atividades de construção é de fundamental importância para o sucesso técnico e econômico de um empreendimento. Em relação às ferramentas de controle desses processos. 99 N 7. e9 99 99 99 99 99 10. por quaisquer meios e a qualquer título. Prof. Em ambos os métodos. Nesse contexto. pois não podem ser quantificados para fins de acompanhamento e controle por parte da fiscalização. a sua reprodução. (CESPE/MPU/Analista de Engenharia Civil/2010 – Item 112) Há dois métodos de construção de diagramas de rede: o método das flechas e o método dos blocos. om e9 9 6. . PLANEJAMENTO. (CESPE/STM/Analista Judiciário/Especialidade Engenharia Civil/2011 .Item 78) Na elaboração de redes de planejamento. (CESPE/STM/Analista Judiciário/Especialidade Engenharia Civil/2011 . FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. representa o menor caminho entre o início e o fim do projeto. Diferentemente do que ocorre no método dos círculos. cópia. NORMAS. o caminho crítico é a sequência de atividades críticas compreendidas entre o início e o fim da rede. (CESPE/STM/Analista Judiciário/Especialidade Engenharia Civil/2011 . no sentido paralelo a esta.Item 79) Os custos indiretos não são considerados na elaboração do cronograma físico-financeiro. constitui a entrada de vários processos de acompanhamento e controle.

recomenda-se ao empreiteiro: N om e9 a) investir em equipamentos para reduzir custos unitários e o custo total da obra como forma de ganhar a concorrência. 99 N om e9 c) dar preferência à estabilidade da produção para reduzir custos. Marcelo Ribeiro www. cópia. Nesse contexto. preparar planos contingenciais para situações de desequilíbrio e manter um controle rígido sobre a execução dos planos. om e9 9 14. estabelecer uma política rígida de produção e deixar investimentos variarem em relação direta com a receita. (CESPE/ME/Engenheiro/2008 – Item 95) Em uma rede PERT/CPM. 99 99 99 99 d) dar preferência à estabilidade de estoques e fazer a produção flutuar em relação direta com a receita. 99 99 99 99 99 N 15. (ESAF/CGU/AFC/Auditoria de Obras/2008 – Item 3) Um empreiteiro. despesas administrativas.com. 99 99 99 99 99 b) fazer um planejamento abrangente e detalhado da produção. NORMAS.pontodosconcursos. Para vencer a licitação. as atividades são representadas por setas. é correto afirmar que: a) uma vez que se utilizem modelos teóricos quantitativos.br    70  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. de mão-de-obra. Com relação a planejamento e redes PERT/CPM. julgue o item seguinte. PLANEJAMENTO. b) um estudo bem pesquisado e elaborado é perecível e necessita logo ser atualizado. por quaisquer meios e a qualquer título. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO as redes PERT/CPM são instrumentos usados para o planejamento de uma obra. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. investimentos em estoques e equipamentos e a produção efetiva. e permitir que haja razoável flexibilidade para acomodar desvios. Prof. . N om e9 99 99 99 99 99 16. da utilização de equipamentos. antes da licitação. divulgação e distribuição. (CESPE/MPU/Analista de Engenharia Civil/2010 – Item 119) O PERT/CPM preconiza que o planejamento deve ser feito sempre em consideração à sequência das atividades (precedências) e à disponibilidade de recursos. do local onde será implantado e do momento no tempo. (ESAF/CGU/AFC/Auditoria de Obras/2008 – Item 6) O estudo de viabilidade econômico-financeira de um projeto de construção consiste da avaliação do projeto específico. confronta-se com um preço vencedor e a necessidade de planejar um equilíbrio ótimo entre receita. estoques. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. vedada. N om e9 e) fazer planejamento da compra de matéria-prima. o resultado do estudo é objetivo. e decorre de um conjunto de ações relacionadas com várias áreas do conhecimento.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. 99 99 99 99 9 13. a sua reprodução.

no das abscissas. 99 99 99 99 9 e) o produto da avaliação (ou seja. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. com a utilização de indicadores de viabilidade. Prof. N om e9 19. qualitativas e quantitativas. de forma a garantir o realizado com o planejado. a sua reprodução. destina-se a diagnosticar a viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. (CESPE/MPU/Analista de Engenharia Civil/2010 – Item 116) A técnica denominada linha de balanço é utilizada no planejamento de atividades repetitivas. 99 99 99 c) A técnica de linha de balanço utilizada na indústria da construção civil visa permitir maior controle contábil de uma obra. (CESPE/CEF/Engenheiro Civil/2010 – Item 52) O estudo de viabilidade técnico-econômica. NORMAS. por quaisquer meios e a qualquer título. Essa técnica consiste em traçar. assinale a opção correta. é marcado o tempo e. de recursos e de custos. 99 99 99 e) O controle é a operação pela qual se obtém o custo relativo de determinado serviço por meio do acompanhamento de cada etapa de sua execução. e9 99 99 99 99 a) A classificação ABC é feita com base no princípio de Pareto e pode ser utilizada para controle de estoque de materiais nos processos de produção da construção. que podem ser de duas formas.pontodosconcursos. (CESPE/CEF/Engenheiro Civil/2010 – Item 18) O controle de projeto requer um sistema que seja adequado às suas peculiaridades. Marcelo Ribeiro www. comparando-se com o controle dos ensaios de materiais. e não permite a visualização dos processos de controle da produção. assinale a opção correta. . 99 99 99 N om e9 9 17. linhas que representam cada uma das atividades e seu respectivo andamento. PLANEJAMENTO.br    71  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. referidas a um par de eixos cartesianos. seus significados e aplicações na avaliação de empreendimentos. os valores acumulados do andamento planejado para cada unidade do conjunto. Esse controle recai sobre as atividades desenvolvidas em obra. vedada. 99 99 N om b) O controle de um projeto resulta da integração dos controles de prazos.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. divulgação e distribuição. cópia. Acerca desse assunto. No eixo das ordenadas. 99 99 N om e9 d) A modelação por intermédio de redes de PERT/CPM permite a visualização do planejamento de um empreendimento de construção. melhor a avaliação. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO c) um bom estudo oferece uma estimativa precisa de valor. o valor) é o que importa. A respeito dos indicadores de viabilidade. 99 N om e9 99 99 18. definido na NBR 14653.com. d) quanto mais quantitativo o modelo utilizado.

divulgação e distribuição.com. . por quaisquer meios e a qualquer título. projetado no horizonte do empreendimento. (ESAF/MPU/Analista – Área: Pericial – Especialidade: Engenharia Civil/2004 – Item 41) Diversas ferramentas de planejamento podem ser utilizadas para a montagem de um cronograma físico para execução de obras. sendo o empreendimento considerado viável quando seu índice de lucratividade for igual ou superior à taxa de desconto equivalente ao custo de oportunidade de igual risco. e9 99 99 99 99 99 N c) O valor presente líquido é expresso pelo tempo necessário para que a renda líquida acumulada do empreendimento se iguale ao investimento nele comprometido. c) o caminho crítico representa a seqüência de atividades que definem o prazo mínimo para realização de uma obra. incluindo o valor do investimento a realizar. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 a) O índice de lucratividade é o tempo necessário para que a renda líquida acumulada do empreendimento iguale o investimento nele comprometido. b) os métodos PERT e CPM fundamentam-se na montagem de uma rede de trabalho que retrate o projeto real. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. é incorreto afirmar que: N om e9 a) a aplicação do método da Linha de Balanço se restringe a projetos de construção com serviços não-repetitivos. sendo o empreendimento considerado viável quando o seu tempo de retorno for nulo ou positivo. para uma taxa de desconto equivalente ao custo de oportunidade de igual risco. PLANEJAMENTO. NORMAS. om e9 9 b) O índice de lucratividade é a relação entre o valor presente das receitas líquidas e o valor dos investimentos. para uma taxa de desconto equivalente ao custo de oportunidade de igual risco.pontodosconcursos. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. sendo o empreendimento considerado viável quando o seu valor presente líquido for nulo ou positivo. vedada. Com relação às ferramentas utilizadas para planejamento de obras. cópia. sendo o empreendimento considerado viável quando a sua taxa interna de retorno for igual ou superior à taxa de desconto equivalente ao custo de oportunidade de igual risco. 99 99 99 99 99 N om 20. e9 99 99 99 99 99 N om e9 e) A taxa interna de retorno é um valor expresso pela taxa de desconto que anula o valor presente do fluxo de caixa projetado no horizonte do empreendimento. a sua reprodução. Marcelo Ribeiro www. incluindo o valor do investimento a realizar.br    72  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. Prof. sendo que a utilização isolada do índice de lucratividade como indicador de viabilidade não é conclusiva. 99 99 99 99 99 N om d) O tempo de retorno é expresso pelo valor presente do fluxo de caixa descontado.

br    73  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. 99 99 99 99 99 N om 22.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. representa a curva do valor agregado que. dispostas em série em uma escala de tempo horizontal. b) a curva S pode ser utilizada como ferramenta no controle do consumo de concreto durante a execução da obra. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. o tempo inicial de uma atividade não-crítica não precisa ser necessariamente igual ao tempo final da sua atividade precedente. . a sua reprodução. Prof. Marcelo Ribeiro www. entre outras características. Com relação a planejamento e redes PERT/CPM. elaborada a partir do cronograma físico-financeiro da obra. corresponde ao planejamento inicial. (CESPE/ANTAQ/Especialista/2009 . (ESAF/MPU/Analista – Área: Pericial – Especialidade: Engenharia Civil/2004 – Item 43) A curva S é uma ferramenta gráfica utilizada para controle da aplicação e consumo de recursos ao longo da execução de um empreendimento. N om e9 23. PLANEJAMENTO. é incorreto afirmar que: a) a curva S depende da existência de um planejamento adequado para o consumo de recursos durante a execução da obra. 99 N om e9 9 O planejamento das atividades de construção é de fundamental importância para o sucesso técnico e econômico de um empreendimento. (CESPE/ME/Engenheiro/2008 – Item 97) Na programação das atividades de uma construção. Com relação a esta ferramenta. por quaisquer meios e a qualquer título. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. (CESPE/STM/Analista Judiciário/Especialidade Engenharia Civil/2011 . PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO d) o Diagrama de Gantt é um recurso gráfico que permite a visualização direta das datas de início e término das atividades previstas. 99 99 N om e9 25. cópia. ou dispostas umas sobre as outras. julgue os itens seguintes. e9 99 99 99 99 21.com. Nesse contexto. 99 99 99 99 9 e) a apresentação do planejamento PERT pode ser feita com o uso de diagramas de flechas ou de diagramas de blocos. 99 99 99 99 99 24. ou a executar. as redes PERT/CPM são instrumentos usados para o planejamento de uma obra. permite visualizar o ritmo de andamento previsto para a implementação do projeto. divulgação e distribuição. (CESPE/ME/Engenheiro/2008 – Item 99) O tarde de um evento corresponde à data de início do evento que será realizado por último na programação da obra.Item 67) A curva S é amplamente utilizada no planejamento de projetos e. graficamente. vedada.pontodosconcursos. (CESPE/ME/Engenheiro/2008 – Item 98) O diagrama de Gantt consiste de barras horizontais e paralelas que indicam atividades executadas. indicando concomitância de prazos.Item 81) A curva S. NORMAS. N om e9 99 99 99 26.

pontodosconcursos. (CESPE/TSE/Analista Judiciário/Engenharia Civil/2006 – Item 46) As figuras I. (CESPE/TCU/ACE/ Auditoria de Obras Públicas/2007 – Item 192) A representação de um recurso. relacionando-os às datas previstas de utilização. a) A figura I mostra que a alocação da mão-de-obra ao longo do tempo foi satisfatória. mostra a distribuição desse recurso de forma cumulativa. II e III a seguir mostram a distribuição da alocação de três recursos (mão-de-obra. uma vez que picos de alocação são seguidos por vales. por quaisquer meios e a qualquer título.com. Marcelo Ribeiro www. assinale a opção correta. pela curva S. Prof. pois os valores que a compõem são acumulados. vedada.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. . (CESPE/MPU/Analista de Engenharia Civil/2010 – Item 117) A curva S. a sua reprodução. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO c) a curva S caracteriza os recursos a serem utilizados apenas em termos monetários. NORMAS. 99 99 99 99 9 d) a curva S pode ser utilizada na avaliação do progresso físico da obra em função do custo apropriado. om e9 9 e) a curva S apresenta sempre o consumo acumulado de recursos ao longo do tempo de construção. A partir da análise dos cronogramas ilustrados nas figuras. N om e9 99 99 99 28. é sempre crescente. como mão-de-obra. divulgação e distribuição. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. matéria-prima e equipamentos) na execução de um projeto hipotético em função do tempo. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. empregada em estudos e análises para tomada de decisões gerenciais sobre desembolso e fluxos de caixa. N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 29. A figura IV mostra a curva S de custos totais e a curva de receitas.br    74  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. 99 99 N 27. cópia. PLANEJAMENTO.

e. Marcelo Ribeiro www.br    75  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. escalonada. pode ser considerada como satisfatória. 99 99 99 99 9 c) A figura III mostra que a alocação da matéria-prima na obra foi intensificada para encurtar o prazo de execução da obra. 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 99 99 99 99 O resumo das atividades previstas para o primeiro período da construção de um edifício. cópia. .000 m2 de área. (CESPE/INSS/Analista/Engenheiro Civil/2008 – Item 114) A execução de fundações com estacas pré-fabricadas tem como evento de início o nó 3 e depende do término das atividades de instalação provisória e de drenagem. NORMAS. representados na figura IV. vedada. desse modo. divulgação e distribuição. já que uma curva é contínua e a outra. julgue os itens que se seguem. é apresentado na figura e na tabela seguintes. Prof. 30. 99 N om e9 9 d) A sobreposição do cronograma de desembolso acumulado (curva S) com o da receita acumulada.pontodosconcursos.com. cujo planejamento global inclui uma área total de construção igual a 5. N om e9 Tendo em vista esse resumo de atividades e sua composição usual nas obras de engenharia. relativos ao planejamento das atividades para acompanhamento da obra em questão. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO b) A figura II mostra que a alocação de equipamentos segue uma curva teórica ideal. por quaisquer meios e a qualquer título.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. não deve ser entendida como o fluxo de caixa do projeto. PLANEJAMENTO. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal.000 m2 distribuídos em um terreno com 40. a sua reprodução.

é correto afirmar que a execução da atividade C somente será iniciada após a conclusão da atividade B. julgue os itens a seguir.br    76  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. por quaisquer meios e a qualquer título. .com. No planejamento e no controle de projetos.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. NORMAS. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. 99 99 99 99 99 N om e9 32. um dos tipos básico de cronograma é o cronograma em barra.pontodosconcursos. N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 33. Prof. Marcelo Ribeiro www. PLANEJAMENTO. 99 99 99 Em relação a esse assunto e ao cronograma apresentado acima. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO 99 99 99 99 9 31. 99 99 N om e9 99 99 99 99 99 N om e9 9 Cronogramas de atividades são ferramentas de planejamento que permitem acompanhar o desenvolvimento físico dos serviços e efetuar previsões de quantitativos de obras. divulgação e distribuição. (CESPE/SECONT-ES/Auditor do Estado/Engenharia Civil/2009 – Item 105) O esquema de cronograma apresentado é um exemplo de gráfico de Gantt. materiais e equipamentos. (CESPE/SECONT-ES/Auditor do Estado/Engenharia Civil/2009 – Item 104) A partir do cronograma de barra apresentado acima. exemplificado na tabela a seguir. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. vedada. a sua reprodução. cópia. (CESPE/INSS/Analista/Engenheiro Civil/2008 – Item 115) A duração total do projeto com evento de início no nó 1 e com evento de término no nó 5 é de 60 unidades de tempo.

Disponível em: http://www. cópia. CLEMENTE.ufsc. 2004. Disponível em: http://operandobien. ALMEIDA..br/gerenciamento_de_ projetos/ pequena-introducao-a-analise-de-valor-agregado-earned-valueanalysis-eva/#ixzz1EcNzqr3i Prof. J.pdf N om e9 99 99 99 SOUZA. São Paulo: Atlas.gerenciamentoeconomico. A. São Cristóvão. 99 99 99 99 MACEDO.com. 4 de maio de 2010. PMBOK e Gerenciamento de Projetos. acompanhamento e controle de obras.ecv. Planejamento – Disp. Custo e estrutura de capital – uma abordagem crítica. Rio de Janeiro: Freitas Bastos..br/ topicos/gestao/pmbok.html 99 99 N om ANTONIO VICTORINO AVILA. M. J. S.com/2007/10/curva-s-como-eporque-fazer-e-usar. O Conceito de Produtividade Variável aplicado aos manuais de orçamentação. In: MARQUES. PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: 99 99 99 99 9 CHARBEL ATALLA ANTONIO. Programação da Produção na Construção de Edifícios de Múltiplos Pavimentos. Finanças Corporativas: conceitos e aplicações. como e porque fazer e usar. M. C. 99 N om e9 DÉBORA DE GOIS SANTOS. a sua reprodução.br    77  O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Nome99999999999. SILVA.Nome99999999999 OBRAS DE EDIFICAÇÕES ESPECIAIS. J.. vedada. 99 N om e9 FERREIRA. 2001 99 99 N LUIZ EDUARDO LOLLATO JUNQUEIRA . Curva S – o que é. SILVA. R.pontodosconcursos. SIQUEIRA. programação.com. Pequena Introdução à Análise de Valor Agregado – EVA. A. Marcelo Ribeiro www.com. Escola Politécnica da USP. R. NORMAS. PLANEJAMENTO.0®. sujeitando-se os infratores à responsabilização civil e criminal. A. 2006. 5 ed. Sergipe. São Paulo: Pearson/Prentice Hall. por quaisquer meios e a qualquer título. 99 99 99 SOUZA. 2006. Revisão 3. FISCALIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO EM EXERCÍCIOS PARA A CGU. Decisões Financeiras e Análise de Investimentos: fundamentos. sd. Fernanda Marchiori de. Disciplina: Gerenciamento de Obras – 101295. A. Planejamento.html om e9 9 RICARDO MENDES JUNIOR. Luciano Luis Ribeiro da. 2005. . e9 99 99 99 99 MÁRCIO D'ÁVILA. São Paulo.mhavila. 2006. M. Guilherme. Ubiraci Espinelli Lemes de. A. 2003. J. técnicas e aplicações.br/site/downloads/apoio_did%E1tico/ECV5318%20%20Planjamento_cap13.– UFSC.blogspot. Finanças Corporativas: aspectos essenciais. SIQUEIRA. São Carlos. Disponível em: http://www. S. divulgação e distribuição.Aplicação da Lean Construction para Redução dos Custos de Produção da Casa 1. 146p. em http://petecv. V.