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Universidade Federal de Alagoas – UFAL
Faculdade de Direito de Alagoas – FDA

PROJETO
DIDÁTICO-PEDAGÓGICO
DO CURSO DE DIREITO

JANEIRO DE 2006

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Universidade Federal de Alagoas – UFAL
Faculdade de Direito de Alagoas – FDA

CURSO DE DIREITO

COLEGIADO DO CURSO
JOSÉ BARROS CORREIA JUNIOR – Coordenador
JOSÉ CARLOS MALTA MARQUES – Vice-Coordenador
ALBERTO JORGE CORREIA DE BARROS LIMA
FERNANDO ANTONIO BARBOSA MACIEL
FÁBIO LINS DE LESSA CARVALHO

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

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Nome do curso:

DIREITO.

Título ofertado:

BACHARELADO.

Reconhecimento:

Decreto n.º 8.921, de 4 de março de 1942.

Turnos:

DIURNO e NOTURNO.

Carga horária:

CARGA HORÁRIA TOTAL: 3.840 HORAS;
PARTE FIXA: 3.640 HORAS;
PARTE FLEXÍVEL: 200 HORAS;
ANO LETIVO: 40 SEMANAS – 200 DIAS;
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL MÁXIMA: 400 HORAS;
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL MÍNIMA: 250 HORAS.

Duração:

MÍNIMA: 10 SEMESTRES;
MÉDIA: 12 SEMESTRES;
MÁXIMA: 16 SEMESTRES.

Vagas:

150 ANUAIS -

50 DIURNO PRIMEIRO SEMESTRE;
50 DIURNO SEGUNDO SEMESTRE;
e 50 NOTURNO POR ANO.

Perfil:

FORMAR BACHARÉIS EM DIREITO, COM HABILITAÇÃO
PARA O EXERCÍCIO DAS PROFISSÕES JURÍDICAS,
APTOS PARA APLICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO
DIREITO ANTE A SOCIEDADE EM MUDANÇAS.

Campo de atuação: ADVOCACIA FORENSE; CONSULTORIA, ASSESSORIA
E DIREÇÃO JURÍDICAS, MAGISTRATURA; MINISTÉRIO
PÚBLICO DA UNIÃO E DOS ESTADOS; DEFENSORIA
PÚBLICA; ADVOCACIAS DA UNIÃO, DOS ESTADOS E
MUNICÍPIOS; MAGISTÉRIO JURÍDICO; CARREIRAS
PÚBLICAS CUJO REQUISITO SEJA O BACHARELATO
EM DIREITO E OUTRAS ATIVIDADES CORRELATAS.
SUMÁRIO

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1.INTRODUÇÃO.....................................................................................................................5
2.MARCO REFERENCIAL ....................................................................................................9
3.PERFIL DO EGRESSO ......................................................................................................11
4.HABILIDADES, COMPETENCIAS E ATITUDE DO BACHAREL EM DIREITO ......13
5.HABILITAÇÕES E ÊNFASES ..........................................................................................15
6.CONTEÚDOS – MATRIZ CURRICULAR.......................................................................18
6.1.Extensão Universitária...............................................................................................19
6.2.Pesquisa .....................................................................................................................21
6.3.Pós-Graduação (Stricto-Sensu e Lato-Sensu)............................................................23
7.ORDENAMENTO CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO .............................25
8.EMENTÁRIO......................................................................................................................29
9.ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE PRÁTICA JURÍDICA.............................................65
10.TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC .....................................................67
11.ATIVIDADES COMPLEMENTARES ............................................................................68
12.AVALIAÇÃO DO DISCENTE ........................................................................................71
13.CORPO DOCENTE (NOMINAL COM TITULAÇÃO)..................................................72
14.AVALIAÇÕES DO CURSO E PROJETO PEDAGÓGICO ............................................74
ANEXO I................................................................................................................................75
ANEXO II ..............................................................................................................................78

1. INTRODUÇÃO
Quando houve a incorporação da Faculdade de Direito de Alagoas à

º 50. O prédio originário veio a ser adquirido pelo Conselho Seccional da OAB-AL. de 31 de maio de 1961. Em 1978. ou seja. Paralelamente. a unidade responsável pelo curso jurídico passou a denominar-se “Faculdade de Direito”. até o final de 1972. na Praça do Montepio.º 226.º 73.970. passou a funcionar o Colegiado do Curso de Direito e sua respectiva Coordenação. que reestruturou a UFAL. durante quase duas décadas. Essa estrutura dispersou a unidade em que consistia a Faculdade de Direito. que era muito freqüentada pela comunidade jurídica acadêmica e profissional. mediante a Portaria n. O acervo bibliográfico de Direito foi incorporado à Biblioteca Central. de Ciências Econômicas e de Filosofia. o que comprometeu a qualidade e o desempenho do curso. Em 1978. inclusive biblioteca jurídica própria. integrante do Centro de Ciências Sociais Aplicadas. Em 1974. incumbido da administração docente. com todas suas instalações.aprofundando o processo de centralização administrativa da Universidade . ao lado das Faculdades de Medicina. por força do Decreto Federal n.673. integrantes do Centro de Ciências Sociais Aplicadas. principalmente em relação com os alunos. a Faculdade de Direito foi extinta e com ela a autonomia do curso jurídico. em 25 de janeiro de 1961. dando lugar a um Departamento de Direito. o Departamento de Direito Público e o de Direito Privado. Letras e Artes) da UFAL. no Pontal da Barra. Ciências e Letras.C. de Engenharia. responsável perante a Pró-Reitoria competente. que aprovou o Estatuto da Universidade. O corpo docente de Direito jamais se adaptou à nova estrutura. no Tabuleiro dos Martins. em virtude de contribuição adicional dos advogados e de doação financeira do Estado de Alagoas. houve a transferência para o Campus Tamandaré. responsável pela administração acadêmica do curso. nas dependências da antiga Escola de Aprendizes Marinheiros.tendo o Departamento de Direito sido desdobrado em dois. Permaneceu a Faculdade de Direito funcionando no prédio de sua fundação. que concentrou a Área III (Ciências Humanas e Sociais. o Curso de Direito da UFAL foi transferido para o Campus A. de Odontologia. o Ministro de Educação aprovou a nova redação do Estatuto da UFAL . Simões.5 Universidade Federal de Alagoas. por força do Decreto n. . extinguindo o sistema acadêmico seriado e implantando o sistema de crédito e de matrículas por disciplinas isoladamente. No início de 1973.

de 15. vinculado ao CCSA.554/95. O esforço conjugado de professores e alunos redundou na criação do novo Centro pelo Conselho Universitário da UFAL.º 30/95 CONSUNI.º 190/95. No início da década de oitenta. com a criação da Associação dos Docentes da UFAL. com a atribuição da organização de Cursos de Especialização. na busca de objetivos comuns. Krell. composto de três Departamentos (de Direito Público. designando os Profs. que veio com a Portaria n. de Direito Privado e de Direito Processual e Penal).º CJUR/2-95. em homenagem às suas origens. a Portaria MEC n. de dezembro de 1968. o Conselho do CJUR deliberou que se utilizaria a denominação simbólica de “Faculdade de Direito de Alagoas” após a designação do Centro. com a denominação de Centro de Ciências Jurídicas . Durante a década de setenta foi intensa a participação política dos estudantes de Direito nas questões nacionais.6 Apesar das dificuldades enfrentadas. da implantação do Programa de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) no CJUR e do acompanhamento da elaboração e da defesa das Monografias Finais (TCCs) do Curso de Direito. os professores de Direito passaram a interagir mais com os demais docentes da Universidade. o nono da UFAL. com o propósito de gerar atividades e recursos em . a partir do advento do AI-5. por iniciativa dos professores e em virtude das reclamações dos alunos.1995. que se tornaram obrigatórias para os formandos do CJUR já desde ano de 1997. mediante a Resolução n. introduzindo o Centro de Ciências Jurídicas (CJUR). os docentes fundaram a Associação dos Professores de Direito da UFAL (ADIR).º 404 trouxe uma nova reestruturação da UFAL: os dois Departamentos de Direito fundiram-se em um único.º 1. No final de 1995 foi criado também o Núcleo de Pesquisa e PósGraduação (NPP). Em 1983. sob a coordenação do Prof. para responderem pela Diretoria do Curso até que houvesse a homologação ministerial da alteração do Estatuto da UFAL. Por seu turno. à frente de movimentos populares e reivindicativos. O Reitor Fernando Gama editou a Portaria n. houve várias tentativas de implementação de reformas curriculares do Curso de Direito. agravadas pela repressão política do regime militar.CJUR. Paulo Lôbo e George Sarmento Lins Jr.09. Andreas J. Por força da Resolução n.

funcionando em dependências do CJUR em Maceió. em convênio com o Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas. durante os anos de 1996 a 2001. Assim. cartuchos e um número elevado de livros jurídicos. no ano de 2000. Psicologia e Serviço Social se empenham para resolver complexos litígios de forma serena e eficiente. mediante doação. nos últimos 5 anos. beneficiando cerca de 30 mil pessoas carentes a receberem assistência judiciária gratuita e de boa qualidade. realizada em 1998. como uma máquina de XEROX. está empenhado em formar pesquisadores e professores de alto nível. o Curso de Direito possui um dos maiores projetos de extensão universitária do Brasil: o Escritório de Prática Jurídica que tem desempenhado. computadores e impressoras. Com os recursos arrecadados foram adquiridos vários equipamentos para garantir o funcionamento do Centro. Hoje. todo este material permanente foi transferido ao patrimônio da UFAL. à organização didático-pedagógica e às instalações físicas. Em 2004. um importante papel na concretização do acesso à justiça para as camadas mais desfavorecidas da sociedade alagoana. Na primeira avaliação de condições de oferta dos cursos de graduação do país. Só para se ter uma idéia da magnitude desse projeto. aparelhos de ar-condicionado. o Curso de Direito da UFAL . no Campus da UFAL. Em convênio com a Faculdade de Direito do Recife (UFPE) foram realizadas.7 benefício do CJUR. foi reconhecido pela CAPES o Curso de Mestrado em Direito Público da UFAL. Além disso. móveis. foram realizados vários serviços de conserto e manutenção no Centro. depois de rigorosa avaliação da Comissão de Especialistas do MEC. culminando com a construção e instalação do Fórum Universitário. especialmente através da realização de Cursos de Especialização. relativamente ao corpo docente. toner. com ênfase na qualificação dos professores do Centro. duas turmas especiais do Curso de Mestrado daquela Universidade (“Fora de Sede”). O CJUR conseguiu implantar também um dos mais organizados Núcleos de Prática Jurídica (NPP) do país. em parceria com o Tribunal de Justiça. O Fórum Universitário tem sido um verdadeiro laboratório em que estudantes de Direito. cerca de 10 mil processos foram ajuizados.

Hoje o Estado de Alagoas conta com mais de dois milhões e meio de . Após dias de intenso debate sobre os destinos da nova unidade acadêmica. que prevê a construção de salas para os professores. Além de ter sido o primeiro curso de Direito do Estado de Alagoas e do constante reconhecimento pelas suas qualidades e conquistas. o Curso de Direito obteve em cinco anos consecutivos o conceito “A”. Durante o mês de agosto de 2005.8 obteve o conceito geral CB (condições boas). salas de estudos em grupo e um auditório. Em 2005. funcionando em dependências improvisadas e dispersas em vários blocos da Cidade Universitária. a comunidade do CJUR se reuniu para elaborar o Plano de Desenvolvimento Estratégico da unidade que está prestes a ser implantada: a FACULDADE DE DIREITO DE ALAGOAS. o Curso foi agraciado com o diploma “A OAB RECOMENDA”. título que foi concedido apenas a quarenta e cinco cursos jurídicos públicos e privados no Brasil inteiro. Atualmente. funcionários e alunos encontram-se empenhados no processo de modernização do ensino jurídico na UFAL. premiando os esforços de vários anos pela elevação da qualidade. mas também de candidatos advindos do interior alagoano e até de outros Estados. A segunda etapa do projeto. da pesquisa e da extensão. com amplas salas de aula e um bom espaço para o funcionamento dos seus setores administrativos. o Bloco de Direito foi entregue pela Reitora Ana Dayse Resende Dória. Embora seja o primeiro curso superior implantado nas Alagoas. de 1999 a 2003. os participantes elegeram os valores e estratégias a serem adotados como forma de enfrentar os novos desafios não só no campo administrativo. mas. sobretudo no desenvolvimento do ensino. O título é concedido apenas de quatro em quatro anos e a única IES de Alagoas a receber foi a UFAL. Nos “Provões” do MEC. Em 2003. ainda aguarda a sua execução no futuro. o que o colocou entre os 12% dos melhores Cursos de Direito do Brasil. o curso de Direito da Universidade Federal de Alagoas – UFAL – é o único curso público e gratuito do Estado. o Direito estava a 32 anos aguardando instalações adequadas para desenvolver suas atividades pedagógicas. professores. atendendo a uma demanda não só da capital onde está localizado.

ultimamente. postulando foros de cidade para outras fontes de emanação normativa paraestatais e a própria destinação dos estudos do Direito. Isto se prova com a elevação da dificuldade das avaliações do exame da Ordem dos Advogados do Brasil – seccional de Alagoas – nos dois últimos anos. que deveriam incluir a investigação das . Contudo. bem como da sua economia. a Seção Judiciária Federal de Alagoas cresceu de quatro varas para sete varas. o que acarreta na necessidade de novos juízes. nos últimos anos. promotores. algumas correntes têm questionado o monopólio estatal da criação do Direito. O Direito estatal é o objeto primordial desses cursos. Ademais. procuradores e outras atividades correlatas. advogados. neste início de século. MARCO REFERENCIAL Os cursos jurídicos têm sido afetados pela crise do Estado e das demandas insatisfeitas da sociedade.9 habitantes com um constante crescimento do nível educacional público e particular. professores. onde a grande maioria dos aprovados pertence ao curso de Direito da UFAL. formandos por um curso gratuito e de um elevado nível de qualidade. 2. defensores públicos. o mesmo ocorrendo com a Justiça do Trabalho e que deverá ocorrer já em 2006 com o Tribunal de Justiça de Alagoas e suas varas espalhadas pelo Estado.

assim identificadas: demandas sociais de novos sujeitos. a busca de novos paradigmas tem vitalizado a ciência do Direito. reacende-se a temática recorrente da legitimidade e da justiça social. meio ambiente. . éticas. inclusive pela reformulação e atualização do projeto pedagógico do Curso de Direito. de efetivação do acesso de todos à justiça e de refundamentação Científica e de novos paradigmas. O desafio que se coloca atualmente aos cursos jurídicos é o da sua adequação às demandas da sociedade moderna. Portanto. a crise de um modelo de Direito tradicional em face das exigências da atualidade. da revolução tecnológica de ponta. a rigor. e da tutela de interesses metaindividuais que engendram novos direitos: consumidor. As mudanças têm sido introduzidas nos cursos jurídicos pela atenção mais detida aos fenômenos da massificação social. o curso jurídico há de considerar estudos que levam à reflexão crítica das condições de vida aqui existentes. com distanciamento do Estado mínimo que privilegiava o indivíduo e se despreocupava com os interesses sociais mais amplos e comunitários. das causas da miséria e do desemprego. comunicação social. tecnológicas. da oligopolização e da internacionalização da economia. mas cabe à universidade pública contribuir para tal desiderato. No Nordeste. Por outro lado. sem perder de vista a necessária interdisciplinariedade. de novas formas organizativas do exercício profissional. A crise do ensino jurídico é. infância e adolescência. de especialização.10 soluções dos conflitos de interesses das grandes massas da população. técnicas. da redefinição dos direito humanos. Não é tarefa fácil. da urbanização prevalecente. do novo papel da mulher. particularmente agravadas em relação ao restante do país.

11 3. consultores e assessores jurídicos de empresas. professores de Direito. dos Estados e dos Municípios. defensores públicos. procuradores da União. magistrados. delegados de polícia de carreira e inúmeras outras atividades correlatas. cresce o número de profissionais que se dedicam a . Essa graduação é necessária para os que desejarem atuar como profissionais do Direito: advogados. No estágio atual. PERFIL DO EGRESSO Os cursos jurídicos destinam-se a formar Bacharéis em Direito. membros do Ministério Público.

Em nossa região. A proliferação de cursos jurídicos no Brasil é um dos fatores da inquietante queda de sua qualidade. sem embargo do grande número de inscritos. Em geral. No Estado de Alagoas. No Estado de Direito. que tem refletido naturalmente na queda de qualidade dos profissionais do Direito. com função de prevenir conflitos (assessores. A maioria associa outras atividades remuneradas ao exercício profissional. O presente Projeto Pedagógico reflete esse objetivo. Concursos públicos abertos para acesso a carreiras jurídicas não conseguem preencher as vagas ofertadas. trabalhista e tributário. como meta permanente. Essa breve cartografia dos problemas não deve inibir os cursos jurídicos que procurem a elevação da qualidade e da competência. favorecendo a formação de profissionais melhor qualificados e melhor adaptados às mudanças e transformações sociais de nossa época. em virtude. habilitando-se a seu exercício mediante inscrição na OAB.12 atividades jurídicas extrajudiciais. o crescimento das carreiras jurídicas do Estado estimulou a demanda às vagas dos cursos jurídicos. Estes ainda fornecem os profissionais indispensáveis à atuação do Poder Legislativo e de vários setores do Poder Executivo. sobretudo. acarretando prejuízo à sociedade como um todo. penal. Releva notar a formação de grupos emergentes de profissionais voltados à defesa dos interesses dos movimentos populares. O segmento majoritário dos egressos dos cursos jurídicos toma o rumo da advocacia. havendo maior concentração nas áreas tradicionais: civil. . um percentual minoritário dedica-se à advocacia em tempo integral. da remuneração atrativa. empresarial. um dos Três Poderes constituídos (o Judiciário) recruta todos os seus integrantes entre os egressos dos cursos jurídicos. é na atividade forense que o profissional mais se identifica. que têm pleiteado mudanças nos cursos jurídicos para desenvolver competentemente suas atividades. No entanto. consultores). os profissionais dificilmente podem atuar de forma especializada.

c) pesquisa e utilização da legislação. da doutrina e de . igualmente. b) interpretação e aplicação do Direito. correspondam às que a Comissão de Direito do Exame Nacional de Cursos tem divulgado. a saber: a) leitura e compreensão de textos e documentos. HABILIDADES.13 4. fundamentalmente. COMPETENCIAS E ATITUDE DO BACHAREL EM DIREITO Neste ponto. o curso de Direito da UFAL tem procurado realizar práticas pedagógicas que permitam aos seus alunos o desenvolvimento das habilidades que. da jurisprudência.

Adotou-se metodologia flexível de ensino e de avaliação dos discentes. a partir de linhas de pesquisa definidas. e) correta utilização da linguagem com clareza. o que revelou melhor manejo da linguagem pelos alunos. e) exercício do Direito. prioritariamente interdisciplinares. tem provocado crescente interesse por pesquisas. Uma política de expansão dos . capacitou melhor os docentes a tratar com metodologia e conteúdos mais adequados à realização das habilidades. o raciocínio crítico necessário para resolução de problemas variados. precisão e propriedade fluência verbal e riqueza de vocabulário. d) produção criativa do Direito. optou-se por pesos diferenciados a Português e literatura portuguesa. Ênfase especial tem sido dada às práticas pedagógicas (máxime com leitura e discussão de textos e seminários) que substituam o acúmulo passivo de informações. integrando o Núcleo de Prática Jurídica. no vestibular. h) utilização de instrumentos e técnicas para conhecimento. A iniciação científica. A política de capacitação dos docentes. de argumentação. A organização da parte flexível do curso de Direito da UFAL (atividades complementares) estimula a participação dos alunos em variados modos de desenvolvimento da formação crítica e reflexiva. manejando material jurídico em constante mudança. o curso jurídico deve estar orientado a prover as ferramentas conceituais para que o futuro profissional possa desenvolver. Para o ingresso no Curso de Direito da UFAL. de modo a privilegiar as que permitam o desenvolvimento das habilidades referidas.14 outras fontes do Direito. marcadamente de baixa renda. A extensão é obrigatória. por outro lado. autonomamente. particularmente pela interação com as comunidades urbanas do entorno do "campus" da Universidade. com coordenação própria em suas variadas dimensões. de persuasão e de reflexão critica. g) julgamento e tomada de decisões. f) utilização do raciocínio lógico. estimulando a pós-graduação "stricto sensu". Na atualidade.

tem permitido um maior relacionamento dos alunos com a realidade social e com o mercado de trabalho potencial. da SESu-MEC e do INEP (Exame Nacional de Cursos). O perfil geral observa as características definidas pela Comissão de Direito do Exame Nacional de Cursos. a saber: a) formação humanística. em sua formação.886/94 e aos padrões gerais de qualidade c onsensualmente estabelecidos pela comunidade acadêmica de Direito e pelas Comissões de Especialistas do Conselho Federal da OAB. com empresas. HABILITAÇÕES E ÊNFASES O projeto pedagógico do Curso de Direito da UFAL foi inteiramente reformado para se adaptar às diretrizes curriculares introduzidas pela Portaria MEC n° 1. 5. indispensáveis à . com outras entidades da sociedade civil.15 convênios com órgãos ligados à administração da justiça. técnico-jurídica e prática. notadamente quanto à compatibilidade com o perfil do profissional do Direito que deve atender.

transmissão crítica e produção criativa do Direito. com a compreensão da causalidade e finalidade das normas jurídicas e da busca constante da libertação do homem e do aprimoramento da sociedade. tem optado por desenvolver as atividades profissionais no Estado de Alagoas. b) senso ético e profissional. nas carreiras jurídicas e para jurídicas. consciência dos problemas de seu tempo e de seu espaço. o principal espaço de atuação do profissional do Direito reside no setor público. historicamente. em menor proporção.16 adequada compreensão interdisciplinar do fenômeno jurídico e das transformações sociais. e a redução critica do setor público. parecem não afetar essa demanda. Em segundo lugar. às empresas. o projeto pedagógico do curso privilegiou a formação em Direito público. os egressos destinam-se a escritórios de advocacia e. e) capacidade de desenvolver formas extrajudiciais de prevenção e solução de conflitos individuais e coletivos. em particular. tendendo a ser a principal atividade econômica. de movimentos populares e de organizações não governamentais. Questionários aplicados pela UFAL aos vestibulandos e formandos de Direito demonstram que a opção largamente preferencial dos alunos é a qualificação para o sucesso em concursos públicos. . tendo em vista que a grande maioria de seus egressos. c) capacidade de apreensão. f) visão atualizada de mundo e. associado à responsabilidade social. O crescimento do setor de turismo no Estado. o curso de Direito da UFAL tem presente a necessidade de agregar outros elementos de identificação do perfil. No Estado de Alagoas. Outra vertente do curso de Direito da UFAL é a ênfase em conteúdos que capacitem o profissional a atuar em vários espaços de exercício de cidadania. aliada ao raciocínio lógico à consciência da necessidade de permanente atualização. Todavia. d) capacidade para equacionar problemas e buscar soluções harmônicas com as exigências sociais. Por essa razão. O atendimento a essas características gerais permite formar um profissional que possa atuar em qualquer dimensão espacial e enfrentar de modo adequado às demandas sociais.

não atraíam o interesse dos alunos. após anos de discussão e experiência de seus corpos docente e discente. bem retratadas nas características gerais do perfil profissional. que devem ser atualizados periodicamente pelos docentes de cada área. A introdução do seriado acadêmico anual. no caso da UFAL.17 em demanda crescente de serviços jurídicos próprios. A experiência demonstrou que as habilitações específicas. As transformações havidas no projeto pedagógico do curso resultaram benéficas pela sentida elevação de qualidade de seus graduados. abdicando das áreas de concentração ou especialização. . têm sido adequadamente respondidas pelo Curso de Direito da UFAL. O desenvolvimento do projeto impõe atenção especial à capacitação para o exercício de atividades profissionais preventivas ou extrajudiciais. Procurou-se atendê-la não só nas disciplinas profissionalizantes que devem. As demandas reais do mercado de trabalho regional e as demandas qualitativas para o processo de mudança social. sempre que possível. optou pela formação geral. incluir essas matérias em seus conteúdos programáticos. o curso de Direito da UFAL. que preferiam uma formação geral mais sólida. não só pela compatibilidade de seu projeto pedagógico como pela exigência de permanente atualização dos conteúdos e práticas didáticas de seus docentes. superandose a exclusividade do modelo tradicional de formação para o litígio forense. fortaleceu a necessidade de formação geral com número menor de disciplinas e mais ênfase nos conteúdos programáticos. na reformulação de seu projeto pedagógico. Ante as necessidades sociais. em substituição ao regime de créditos e de matrícula por disciplinas.

n.921/42 tem como objetivo geral a formação de bacharéis em Direito.º 1.2000. o Currículo Pleno do Curso de Direito da Universidade Federal de Alagoas pode ser assim resumido: o curso de Direito de Direito da Faculdade de Alagoas.886. 146/02 e 67/03 da Comissão de Ensino Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE-CES) e pelo Parecer da Comissão de Especialistas de Ensino de Direito (CEED-SESu-MEC). criado em 24 de maio de 1931 e reconhecido pelo Dec.º 8. Em linhas gerais.º 776/97. com . e pelos Pareceres posteriores n.07.18 6. de 1994. de 14. CONTEÚDOS – MATRIZ CURRICULAR As diretrizes curriculares do Curso de Graduação em Direito são orientadas pela Portaria MEC n. que trabalhou em parceria com a Comissão de Ensino Jurídico do Conselho Federal da OAB.

Um novo modelo de Educação Superior vem sendo implantado no país. aptos para aplicação e desenvolvimento do direito ante a sociedade em mudanças. Soma-se a isto o eixo de disciplinas eletivas do curso. na nova estrutura da Faculdade . Extensão Universitária A Universidade encontra-se em um momento de redefinição de rumos e reafirmação do seu papel na sociedade. o qual deverá todo aluno participar em no mínimo 80 (oitenta) horas. Atento a essas transformações. tendo como referencial o Núcleo de Prática Jurídica. Leis Orgânicas da Advocacia da União e dos Estados. Para se adequar a esse momento. devem participar também de atividades complementares (parte flexível) e do estágio supervisionado curricular (Núcleo de Prática Jurídica). Os alunos.19 habilitação para o exercícios das profissões jurídicas. De acordo com as recentes determinações do MEC. pesquisa e extensão. não contando como atividade complementar. sociologia e ética. inclusive com a mudança dos currículos dos cursos de graduação. filosofia. contendo as disciplinas obrigatórias que prepararão o aluno para a vida profissional. o Curso de Direito da UFAL vem se preparando para os desafios futuros de forma mais ágil. 6. A educação jurídica atual divide-se obrigatoriamente em cada um de seus setores em ensino. composto pelas disciplinas propedêuticas que servirão de base para o entendimento interdisciplinar do curso. Estatuto da Magistratura e Lei Orgânica do Ministério Público. eixo de formação profissionalizante. o ensino jurídico está dividido em três eixos básicos: eixo de formação fundamental. portarias do MEC e outras espécies normativas congêneres. tais como direito penal. tais como introdução ao direito.1. procurando atender melhor as demandas da sociedade em consonância com as diretrizes nacionais. O curso é hoje regulamentado pelo Estatuto da Advocacia e da OAB. civil e do trabalho. e o eixo de formação prática fazendo o elo entre a teoria dos dois primeiros eixos e as atividades a serem exercidas após a formação do aluno. Lei Orgânica da Defensoria Pública. além do tradicional cumprimento do ordenamento curricular relacionado às disciplinas a serem ministradas.

A extensão será desenvolvida sob a forma de integrações comunitárias e de serviços no cumprimento de programas específicos. bem como de participação em iniciativas de qualquer destes fatores. orientação e elaboração de projetos. empenhada no equacionamento das questões que afligem a maioria da população. • elevação do nível cultural da população. artísticas e culturais. foi criado na estrutura do Centro de Ciências Jurídicas o Núcleo de Mediação Familiar . que em consonância com o Plano Nacional de Extensão. Entretanto. CIDADANIA e MEIO AMBIENTE. educacionais. Além do Núcleo de Prática Jurídica que presta relevantes serviços à comunidade. portanto. de natureza interdisciplinar. São. • democratização do acesso ao saber. tem como objetivo dinamizar e promover a integração do aluno com a sociedade.NIMEFAM. ao abordar a realidade em sua plenitude promove a produção do conhecimento de forma integrada alcançando outras áreas temáticas. tendo como área temática DIREITOS HUMANOS. ou de cursos e treinamentos nas modalidade de atualização e profissional e difusão cultural. de consulta. Esses serviços de extensão serão oferecidos sob a forma de atendimento.20 de Direito de Alagoas foi criado um Núcleo de Extensão e Pesquisa . a extensão universitária como processo educativo. como os objetivos do programa de extensão a ser desenvolvido pelo Curso de Direito: • promoção do conhecimento. A relação entre o ensino e a extensão impõe transformações no processo pedagógico visando à socialização do saber acadêmico. em matérias científicas. numa . Neste sentido a extensão deve ser realizada considerando o compromisso social da Universidade enquanto instituição pública. técnicas. cultural e científico deve caminhar articulada com o ensino e a pesquisa. estabelecendo um elo entre a comunidade acadêmica e a sociedade. sendo a ação extensionista interdisciplinar por natureza. de realização de estudos. Sendo assim. conhecimento científico e filosófico. • intervenção solidária junto à comunidade para a transformação social. e • relação respeitosa entre conhecimento popular.NEP.

43. às famílias em desajuste instrumentos de auxílio para a resolução de conflitos. . infância e adolescência. no mundo. esse projeto vai além da assistência jurídica porque atuará em questões sociais como a organização de mulheres. com as seguintes atribuições: • fomentar e supervisionar as atividades de pesquisa e de pós-graduação em direito. totalizando aproximadamente 227 famílias. nas dependências do Fórum Universitário.2. própria ou interdisciplinar. • a manutenção de periódicos para publicação da produção intelectual de seus corpos docente e discente.º 03-CJUR. É um projeto inovador que visa oferecer. educação. gratuitamente. proporcionando uma rica experiência para que o estudante tenha uma visão da realidade daquela comunidade. A mediação é uma técnica privada não adversarial de solução de conflitos que vem demonstrando. controle da natalidade. Já implantado. Pesquisa Para os fins do art. o NIMEFAM estará iniciando suas atividades de atendimento ao público a partir dos meados do mês de setembro/2005. de acordo com as Diretrizes Curriculares do Curso de Direito (do MEC/CEED). de forma direta ou mediante intercambio: • a formação de grupos de pesquisa com participação discente em programas de iniciação científica. sua grande eficiência nos conflitos interpessoais. Outro projeto que está em fase de estudos e discussões é o SAJU/AL Serviço de Apoio Jurídico Universitário.21 integração com Psicologia e Serviço Social. O Núcleo de Pesquisa e Pós-Graduação está disciplinado pela Resolução n. discriminação racial. o curso jurídico deve incentivar as atividades de pesquisa jurídica. tendo como destinatários a comunidade de pescadores do Jaraguá. de 14 de dezembro de 1995 (ANEXO II). a instituição deve propiciar. como atividade interligada ao NPJ. na UFAL. Nesse sentido. 6. da LDB. Idealizado por alunos do Curso de Direto com a participação de alunos de outros Cursos da UFAL. III. • a integração da atividade de pesquisa com o ensino.

• coordenar e acompanhar os programas de iniciação científica. Nos últimos três anos. Pesquisador (Nível 1C) e Bolsista de . cujo projeto foi construído a partir das linhas de pesquisa deste grupo. Os líderes do grupo. Já houve várias repercussões dos trabalhos do grupo. no interesse da pesquisa e da ampliação de conhecimento entre os alunos de direito. Drs. O Grupo possui duas linhas de pesquisa: a) Os Direitos Humanos e as Liberdades Públicas e sua aplicação em Alagoas. Andreas Krell integra também o corpo docente do Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA) da UFAL. em meados de 2006. Profs. é uma significativa expansão de integrantes e trabalhos publicados nos próximos anos. • supervisionar e acompanhar o programa de monitoria. especialmente com as defesas e publicações das dissertações de Mestrado. houve várias publicações dos integrantes do grupo (livros e artigos em revistas especializadas). o Prof. portanto. • divulgar. Dr. b) Políticas públicas e meio ambiente: aspectos jurídicos e institucionais. existe um Grupo de Pesquisa registrado na PROPEP e na Plataforma LATTES intitulado “Os Direitos Humanos e as Liberdades Públicas e sua aplicação em Alagoas”. A tendência do grupo. Andreas Krell e George Sarmento também integram o corpo docente do Curso de Mestrado em Direito Público. desenvolvido pelos alunos de Direito. pelos alunos de Direito. Andreas Krell. programa especial de treinamento (PET) e equivalentes. representando-os junto à Administração Central da UFAL. os eventos relacionados a suas atividades. • coordenar e manter os programas de mestrado e especialização em direito. Na Faculdade de Direito. estabelecendo as instruções necessárias. Além disso.22 • assessorar o Conselho e a Diretoria do CJUR no planejamento e acompanhamento dessas atividades. A existência do grupo também vem influenciando uma parte dos alunos do Curso de Graduação na formulação dos seus projetos de pesquisa do PIBIC e na escolha dos temas para elaboração das suas TCCs. • coordenar as atividades relacionadas com a elaboração da monografia final. O Prof. junto a professores e alunos.

George Sarmento recentemente foi acrescentado o conceito “Laboratório de Direitos Humanos”. que representa o único curso de pós-graduação stricto sensu na área do Direito no Estado de Alagoas. Dr. Gabriel Ivo. está executando o Projeto de Pesquisa intitulado “A concretização dos direitos fundamentais a um meio ambiente ecologicamente equilibrado e à saúde mediante implementação e controle de políticas públicas pelo Estado brasileiro”. patrocinado pelo CNPq e pela FAPEAL através dos programas de Iniciação Científica. O projeto prevê a integração de bolsistas do PIBIC (2 em 2005/06). que está prestes de formar um grupo de pesquisa com projetos concentrados nas áreas da Teoria Geral do Direito e do Direito Tributário. com ênfase da análise das normas constitucionais. com duração de 2005 a 2008. Pós-Graduação (Stricto-Sensu e Lato-Sensu) Em setembro de 2004 iniciou-se o Curso de Mestrado em Direito da UFAL. bem como mestrandos e doutorandos do Programa de Pós-Graduação em Direito da UFPE. Outro docente ativamente envolvido em atividades de pesquisa é o Prof. dogmáticos e sociológicos.23 Produtividade em Pesquisa do CNPq. cujo objetivo é promover pesquisas de campo a fim de verificar a efetividade dos Direitos Humanos em Alagoas. Pretende-se a formação de docentes e pesquisadores qualificados para preenchimento de cargos nos Cursos de Direito da UFAL e nas faculdades . Atualmente desenvolve o Projeto de Pesquisa “Violência doméstica e assédio moral contra as mulheres em Maceió”. cuja área de concentração é o tema “Fundamentos constitucionais dos direitos”.3. Objetivo do Curso é formar mestres que tenham a capacidade de compreender o fenômeno do Direito sob seus variados pontos de vista. orientandos no Curso de Mestrado em Direito e do PRODEMA da UFAL. 6. Ao nome da Linha de Pesquisa do Prof. que ganharam importância fundamental para o entendimento e a interpretação das normas de todas as áreas do Direito. em que colabora desde 1996. especialmente os aspectos filosófico-axiológicos. credenciado pela CAPES. Dr.

Marcos Bernardes de Mello (UFAL. o que beneficiará os alunos dos Cursos de Direito da região. aposentado desde jul. 3) Sociologia do Direito – Profa. na base da Teoria da Constituição no Estado Social. com ênfase na questão da sua implementação e no controle das respectivas políticas públicas pelo Judiciário e pela sociedade civil. incluindo-se a abordagem da Teoria do Fato Jurídico e outras teorias que analisam a importância da linguagem para o mundo jurídico. inglês ou italiano). Dr. Além disso. Nesta linha discutem-se. com discussão das mudanças de paradigma que surgiram no moderno Estado de Direito.0 em alemão. O processo de seleção para o Mestrado está composto por uma prova escrita de conhecimentos jurídicos (nota mínima: 7. A primeira Linha de Pesquisa que dá suporte material ao Curso é intitulada “Os Direitos Fundamentais e sua Aplicação na Modernidade”. aposentada. São disciplinas optativas: 1) Direitos Humanos-fundamentais – Prof. Dr.24 particulares. cada uma com carga horária de 45 horas/aula (15h = 1 crédito). 2005. que transformaram os parâmetros de interpretação jurídica. francês. Artur Stamford da Silva (UFPE. para propiciar um ensino de maior qualidade e um aumento da cultura jurídica em geral. atualmente professora voluntária). 2) Filosofia do Direito – Profa. devendo o aluno integralizar 24 créditos para obtenção do grau de Mestre. o candidato deve apresentar e defender um Projeto de Pesquisa sobre o tema da sua futura dissertação.0) e uma prova escrita de língua estrangeira (nota mínima: 5. continuará como voluntário). George Sarmento Lins Júnior . a efetividade dos direitos fundamentais das diferentes dimensões. Ferreira (exprofessora da UFAL. Dra. externo convidado). São disciplinas obrigatórias: 1) Teoria Geral do Direito – Prof. Sônia Cândido da Silva (CSOUFAL) e Prof. Dra. A grade curricular está composta por três disciplinas obrigatórias e sete optativas. Erinalva M. Dr. A segunda Linha tem o título “Transformações do Direito” e tem por objeto principal a análise do processo de constitucionalização dos diferentes áreas do Direito.

para preencher as lacunas ainda existentes no currículo do Curso de Mestrado. 7) Temas Jurídicos Fundamentais (3 módulos de 15h. Gabriel Ivo (CJUR-UFAL: 40h). 5) Tributação e Cidadania – Prof. Andreas (CJUR-UFAL: DE). Dr. 4) Direito Civil-Constitucional – Prof. 2005. Renira Lisboa de Moura Lima (CHLA-UFAL). Alberto Jorge Correia de Barros Lima. Joachim Krell 3) Constituição e Processo – Prof. nesse ponto. que foram provocadas também pela recente aposentadoria de três docentes. Os conhecimentos adquiridos no . Dra. Dr. 2) Políticas Públicas e Meio Ambiente – Prof. A seleção da Segunda Turma do Mestrado está prevista para o primeiro semestre de 2006. sendo a seleção para a Segunda prevista para o primeiro semestre de 2006. Barbosa Maciel). Francisco Wildo Lacerda Dantas (CJUR-UFAL: 40h). Na área da pós-graduação lato sensu. 6) Metodologia da Pesquisa Científica – Profa. a abertura dos próximos concursos para professores efetivos será direcionada para candidatos doutores com dedicação exclusiva. que três professores efetivos da Faculdade de Direito de Alagoas estão cursando o Doutorado da Faculdade de Direito do Recife (Profs. sendo a sua integração como docentes do Curso de Mestrado prevista para o ano de 2006. A integração entre graduação em pós-graduação se da pelo fato de que três integrantes da Primeira Turma de Mestrado são professores efetivos do Curso de Direito (2 efetivos. A duração máxima do Curso é de 24 meses. há 17 alunos matriculados na Primeira Turma do Curso. Maria da Graça Marques Gurgel e Fernando A. Dr. a ser analisado em cada caso pelo Colegiado do Curso. ministrados por três docentes convidados). a Faculdade de Direito pretende retomar a realização de Cursos de Especialização. que foram oferecidas à comunidade jurídica do Estado anualmente entre 1996 e 2002 nas áreas do Direito Constitucional e Direito Processual. Paulo Luiz Netto Lobo (UFAL. Dr. continuará como voluntário). Deve ser ressaltado. Além disso. Atualmente. aposentado desde ago. 1 substituto).25 (CJUR-UFAL: 40h). sendo possível um pedido de prorrogação por seis meses.

7. o Curso de Mestrado está planejando palestras e seminários com docentes da UFAL e convidados externos. aos quais terão acesso os alunos da graduação. sendo a defesa das respectivas programada para o ano de 2006. Está sendo estudada também a possibilidade da instituição de um estágio docente (obrigatório ou facultativo) dos mestrandos. com possível limitação de vagas. que já está sendo praticado em outras IES (UFPE) e outros Cursos de pós-graduação stricto sensu da UFAL.26 Mestrado levam a uma melhoria imediata das suas aulas ministradas na graduação. ORDENAMENTO CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO PARTE FIXA 1º 2º CARGA HORÁRIA SEMANAL SEMESTRAL Introdução ao Direito 1 4H 80 H Sociologia do Direito 1 2H 40 H Filosofia do Direito 1 4H 80 H Ciência Política 4H 80 H Metodologia da Pesquisa do Trabalho Científico 4H 80 H Economia Política 2H 40 H CARGA HORÁRIA TOTAL 20 H 400 H Introdução ao Direito 2 4H 80 H Sociologia do Direito 2 2H 40 H Filosofia do Direito 2 2H 40 H Teoria da Constituição 4H 80 H Introdução à Psicologia Forense 2H 40 H Antropologia Jurídica 2H 40 H CARGA HORÁRIA TOTAL 16 H 320 H . Ao mesmo tempo. Além disso. há três professores efetivos (só um afastado para este fim) que estão matriculados no Curso de Doutorado em Direito da UFPE.

27 3º 4º 5º 6º 7º Direitos Humanos Fundamentais 4H 80 H Criminologia 2H 40 H Teoria Geral do Direito Civil 4H 80 H Teoria Geral do Direito Penal 1 4H 80 H Teoria Geral do Processo 4H 80 H CARGA HORÁRIA TOTAL 18 H 360 H Processo Constitucional 4H 80 H Teoria Geral do Direito Penal 2 4H 80 H Direito das Obrigações 4H 80 H Direito Processual Penal 1 2H 40 H Direito Processual Civil 1 4H 80 H CARGA HORÁRIA TOTAL 18 H 360 H Direito Penal Especial 1 4H 80 H Contratos 4H 80 H Direito Processual Penal 2 2H 40 H Direito Processual Civil 2 4H 80 H Direito do Trabalho 1 4H 80 H Direito Empresarial 1 2H 40 H CARGA HORÁRIA TOTAL 20 H 400 H Direito Penal Especial 2 2H 40 H Responsabilidade Civil 4H 80 H Direito Processual Penal 3 2H 40 H Direito Administrativo 1 4H 80 H Direito do Trabalho 2 4H 80 H Direito Empresarial 2 2H 40 H Direito Tributário 1 2H 40 H CARGA HORÁRIA TOTAL 20 H 400 H Medicina Legal 2H 40 H Estágio de Prática Jurídica – Mediação 2H 40 H .

600 HORAS .28 8º 9º 10º Direito Processual Penal 4 2H 40 H Direito Administrativo 2 2H 40 H Direito de Família 4H 80 H Processo do Trabalho 2H 40 H Direito Tributário 2 2H 40 H Estágio de Prática Jurídica – Civil 2H 40 H CARGA HORÁRIA TOTAL 18 H 360 H Direito Ambiental e Urbanístico 4H 80 H Direito Internacional 4H 80 H Estágio de Prática Jurídica – Penal 2H 40 H Estágio de Prática Jurídica – Trabalhista 2H 40 H Direito das Sucessões 2H 40 H Direito Penitenciário e Execução Penal 2H 40 H Direito Cambial e Contratos Empresariais 4H 80 H CARGA HORÁRIA TOTAL 20 H 400 H Direitos Reais 4H 80 H Direito da Reforma Agrária 2H 40 H Estágio de Prática Jurídica – Escritório Modelo 1 4H 80 H Metodologia do Trabalho de Conclusão de Curso 2H 40 H Direito Falimentar 2H 80 H Ética Profissional 2H 40 H CARGA HORÁRIA TOTAL 14 H 280 H Direito Financeiro e Orçamentário 4H 80 H Estágio de Prática Jurídica – Escritório Modelo 2 4H 80 H Direito Eleitoral 2H 40 H CARGA HORÁRIA TOTAL 10 H 200 H CARGA HORÁRIA OBRIGATÓRIA TOTAL DO CURSO Eixo de Formação Fundamental Eixo de Formação Profissionalizante 720 Horas 2.480 Horas Eixo de Formação Prática 320 Horas Eixo de disciplinas eletivas do curso (mínimo) 80 Horas CARGA HORÁRIA FIXA 3.

1989 DINIZ. Lisboa: Calouste Gulbenkian. Relações do direito com outras áreas do saber. N.1999.C. 1996. Ato e fato jurídico.800 HORAS EIXO DE DISCIPLINAS ELETIVAS DO CURSO História do Direito 2H 40 H Direitos das Crianças e dos Adolescentes 2H 40 H Direito Bancário 2H 40 H Direito Previdenciário 2H 40 H Direito Internacional Privado 2H 40 H Direito do Consumidor 2H 40 H Bio-Ética e Bio-Direito 2H 40 H Atualidades e tópicos especiais do Direito 2H 40 H Português Forense 2H 40 H Inglês Instrumental 2H 40 H Noções de Contabilidade 2H 40 H Noções de Economia 2H 40 H FORA DO CURSO 8. . Lei de introdução ao código civil. N. BOBBIO. São Paulo: Icone. Normas de uso social.29 PARTE FLEXÍVEL 200 HORAS CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO 3. importância e objeto da disciplina. Justiça e equidade. 1988. O Positivismo jurídico. Criação do direito: fontes formais e materiais. Compêndio de Introdução à Ciência do Direito. Direito objetivo e direito subjetivo. Teoria da Norma. Tendências do direito brasileiro contemporâneo. CLAUS. Introdução ao pensamento jurídico. ENGISH. Ramos do direito: direito publico e direito privado. K. Codificação no direito brasileiro. Pensamento sistemático e conceito de sistema na ciência do direito. Moral e direito. Maria Helena. Lisboa: Calouste Gulbenkian. Organização judiciária. W. B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: BOBBIO. São Paulo: Saraiva. São Paulo: Icone. 1995. EMENTÁRIO Eixo de formação fundamental: INTRODUÇÃO AO DIREITO 1 E M E N T A: Conceito.

PASUKANIS. Direito e Democracia: entre facticidade e validade. Rio de Janeiro: Forense. B. São Paulo: Saraiva. A. realismo. Instituições de Direito Civil. B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: BOBBIO. REALE. 1991. Introdução ao pensamento jurídico. Rio de Janeiro: Forense. procedimentos de integração. P. E. Introdução ao Estudo do Direito: técnica. Lisboa: Estampa. 1995. escola de exegese. C. 1987. PAUPËRIO. Hierarquia e constitucionalidade das leis. Introdução Crítica ao Direito. J. Maria Helena. Orientação sociológica. TEUBNER. Eficácia da lei no tempo. SANTOS. Interpretação da lei. Introdução ao Direito Civil. 1996. Lisboa: Calouste Gulbenkian. STUCKA. 1995. 2000. PEREIRA. Orlando Gomes. PAUPËRIO. T. Teoria da Norma. N. São Paulo: Atlas. 1994. decisão e dominação. Introdução ao Estudo do Direito: técnica. Rio de Janeiro: Forense. 1995. O Direito como Sistema Autopoético. 1989 DINIZ. W. Positivismo. Rio de Janeiro: Forense. WOLKMER. Rio de Janeiro: Renovar. Pensamento sistemático e conceito de sistema na ciência do direito. . Introdução ao Estudo do Direito. 1989. G. 1999. São Paulo: Icone. 1997 (2 volumes).1999. decisão e dominação. K. 1988. BOBBIO. São Paulo: Acadêmica. 1994. MIAILLE. ENGISH. Lisboa: Calouste Gulbenkian. M. São Paulo: Icone. T. Direito e Luta de Classes. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. Contratualismo. São Paulo: Atlas. Espécies e resultados. teoria do ordenamento jurídico. Hermenêutica jurídica: obrigatoriedade e aplicação da lei. Historicismo. Lisboa: Calouste Gulbenkian. Teoria Geral do Direito e Marxismo. O Positivismo jurídico.2000. Escolas do pensamento jurídico: Jusnaturalismo. INTRODUÇÃO AO DIREITO 2 E M E N T A: Conhecimento jurídico. 1994. M. Lisboa: Calouste Gulbenkian. Introdução histórica ao Direito.30 FERRAZ JUNIOR. CLAUS. Caio Mário da Silva. Introdução ao pensamento jurídico crítico. Compêndio de Introdução à Ciência do Direito. HABERMAS. Lições Preliminares de Direito.C. Arthur Machado. Arthur Machado. São Paulo: Saraiva. 1993. São Paulo: Acadêmica. FERRAZ JUNIOR. J. GILISSEN. Perspectivas Atuais do Direito. Técnica jurídica. 1995. N.

São Paulo: LED. P. MIAILLE. REALE. NALINI. 2. G. WOLKMER. PAUPËRIO. ÉTICA PROFISSIONAL E M E N T A: Moral. Lisboa: Calouste Gulbenkian. Rio de Janeiro: Renovar. Ética profissional do advogado. M. 1999. PAUPËRIO. Lições Preliminares de Direito. B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: Araújo Júnior. SOCIOLOGIA DO DIREITO 1 E M E N T A: Definição e objeto de estudo da Sociologia jurídica como Ciência Social – Direito e Poder na sociedade – História e precursores da Sociologia do Direito – Cientificidade do Direito para a Sociologia jurídica – Ensino da Sociologia jurídica no Brasil. Arthur Machado. São Paulo: Saraiva. TEUBNER. ed. Bizzato. 1993. Deontologia jurídica e Ética profissional. 2000. Curso de Ética jurídica: Ética geral e profissional. 1999. Bittar. M. PASUKANIS.Código de Ética da Advocacia – Especificidades das normas éticas nas diferentes profissões jurídicas – Conselhos de Ética nas diferentes profissões. 2003. Marco Antonio. São Paulo: Acadêmica. São Paulo: RT. Eduardo C. 2004. São Paulo: Martins Fontes.31 KELSEN. Farah. São Paulo: Juarez de Oliveira. Elementos de Direito). Introdução ao Estudo do Direito. 2. 1987. O Direito como Sistema Autopoético.. 2. STUCKA. E. São Paulo: Acadêmica. ed. PEREIRA. Instituições de Direito Civil. 2004. Editora Premier. Teoria Geral do Direito e Marxismo. Elias. ed. Caio Mário da Silva. 1995. Introdução Crítica ao Direito. SANTOS. ed.. Arthur Machado. Perspectivas Atuais do Direito. A. Rio de Janeiro: Forense. A Teoria Pura do Direito. 1989. Orlando Gomes. 1994. B. Ética profissional (Col.. José Ildefonso. José Renato. Rio de Janeiro: Forense. 2004. Ética e Direito: bases filosóficas – Deontologia – OAB e defesa dos direitos humanos . Ética geral e profissional. 1995. Rio de Janeiro: Forense. B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: . Introdução ao pensamento jurídico crítico. Rio de Janeiro: Forense. B. 2005. H. Introdução ao Direito Civil. 1991... 4. São Paulo: Saraiva.2000. Lisboa: Estampa. Direito e Luta de Classes. C.

Sociologia Jurídica: condições sociais e possibilidades teóricas. 3. As Raízes da Psicologia Social Moderna. João F. 8. Porto Alegre: Sergio Fabris.32 Castro. Campinas: Edicamp. São Paulo: Atlas. 3. Morais. Joaquim (org. Souto. Manual de Sociologia geral e jurídica. Torraca de.. Celso A. Falcão. Coimbra: Almedina. ed. 2000. Temas de Psicologia Jurídica. SAbadelL. Pluralismo Jurídico: fundamentos de uma nova cultura no Direito. Robert M. Ed.. Sociologia Jurídica contemporânea. ed. Sociologia do Direito: origens. ed. ed. ed.. Petrópolis: Vozes. 2003. Emprego da Psicologia na área do Direito. Pinheiro de. 2002. Marina de Andrade. . Fernando de. exclusão social e criminalidade – Técnicas de Pesquisa em Sociologia do Direito. 1998. Souza Júnior. 2002. 2004. Sociologia Geral. Sociologia do Direito. Antônio Carlos. José Geraldo de. Violência real e simbólica. Álvaro. Cláudio. 1979. Nick. SOCIOLOGIA DO DIREITO 2 E M E N T A: Linhas e representantes atuais da Sociologia jurídica no Brasil – Direito Alternativo – Pluralismo Jurídico – Participação popular – Acesso à Justiça – Direito. Lakatos. 2. 2002.. 2001. Scuro Neto.). Sociologia Jurídica.. Ed. Barueri-SP: Manole. Cabral. 2. ed. A situação do cidadão comum perante os órgãos da justiça. Sociologia do Direito: uma visão substantiva. Souto.. INTRODUÇÃO À PSICOLOGIA FORENSE E M E N T A: Objeto e elementos da Psicologia. Souto.. ed. Relume Dumara. 2. Jean. Cláudio. Psicologia dos operadores jurídicos. São Paulo: Alfa-Omega. Leila M. Porto Alegre: Livraria do Advogado. Renato. São Paulo: Atlas. ed. 1997. 1999. Cultrix. Eva Maria. Ana Lúcia.. São Paulo: Revista dos Tribunais. 7.. Cláudio. Manual de Sociologia Jurídica: introdução a uma leitura externa do Direito.. Regis de. Pedro. Treves. AB. Psicologia aplicada à Justiça. pesquisas e problemas. São Paulo: Saraiva. B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: Carbonnier. Porto Alegre: Sergio Fabris. Marconi. 1997. Solange. B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: Brito. 1997. 1999. São Paulo: Pioneira. Sociologia e Direito – Textos básicos para a disciplina de Sociologia Jurídica. ed. Jesus. Tempo do Direito Alternativo. Wolkmer. Edit. Farr. 2. Souto. Dicionário Técnico de Psicologia. 4. Eva.

GOMES. Furtado. São Paulo: Catavento.. David G. Trindade. José Eduardo. Howard J. São Paulo: Brasiliense. Formação econômica do Brasil. Eliana. Maceió: EdUFAL. Amartya. Mucchielli. 2000. Guia prático de Economia brasileira. Celso. Silva. 14. Psicologia da relação de autoridade. Estado. Martins Fontes. Francisco C.. 1999. Evolução do pensamento econômico: uma síntese (Série Apontamentos. Cavalcanti Filho. Arnóbio. 1995. Galvez. À Margem do Direito – Ensaio de Psicologia Forense. José. Rio de Janeiro: Forense Universitária. Jorge. Myers. desemprego e exclusão social – Economia no Nordeste brasileiro – Desenvolvimento econômico sustentável.). A política econômica do Nordeste. ed.. Campinas: Unicamp. 1999. ed. Ed.33 Mira y Lopez. São Paulo: Ed. 2000. Brasília: IPEA. HERMAN. Carlos. CARVALHO. ed. LTC. Edit. São Paulo: Campus. 1998. Florianópolis: Ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 5.. Ana Luiza Jardim. Emílio. Manual da Economia Política atual. Sobre Ética e Economia. 2003. ECONOMIA POLÍTICA E M E N T A: História e evolução da Ciência Econômica: os pensadores clássicos – As “leis” econômicas – Crise e crítica da Economia Política – Intervenção estatal na Economia – Efeitos econômicos da Globalização – Política monetária e dívida externa – Política econômica. 8). LESSA. SOLA. O Direito na Economia globalizada. Sen. Estratégia de desenvolvimento.. Petrópolis: Vozes. 1997. Carlos. do Autor. 1996. 2004. Denise M. Brasil: rumo ao Primeiro Mundo. Gustavo. LZN. Loureiro. 1998. Desenvolvimento sustentável no Nordeste. 29. Psicologia Jurídica no Processo Civil Brasileiro. Maceió: EdUFAL. 1993. Economia brasileira ao alcance de todos. Pontes de Miranda. Roger. Manual de Psicologia Jurídica. 1998. Manual de Psicologia Jurídica para operadores de Direito. Ed. mercado e democracia: política e economia comparadas. . B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: CARDOSO. NOIL. Campinas: Bookseller. Egon. Poressini da. Casa do Psicólogo. Lourdes (org. Introdução à Psicologia Geral. 2002. Porto Alegre: Livraria do Advogado. n.. 2003. Historia do pensamento econômico. São Paulo: Companhia das Letras. 1996. 1995. São Paulo: Nacional. Faria.

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21. protestos. A instrumentalidade do Processo. 21. Ada Pellegrini. Procedimentos cautelares específicos: arresto. 6. Campinas: Bookseller. 1999.. Teoria Geral do Processo. Alvim. 4. notificações e interpelações. São Paulo: Revista dos Tribunais. . Processo cautelar. São Paulo: Malheiros. Nelson. 2005. 2000. São Paulo: Rev. São Paulo: Saraiva. 2000. Rio de Janeiro: Forense. São Paulo: Saraiva. Cândido R. Procedimentos especiais. Baptista da SILVA. atentado. Garantias Constitucionais do Processo Civil. 2001. Justiça e Processo. 1997.. São Paulo: Saraiva. Carnelutti. Ovídio A. seqüestro. ed. Giuseppe. Processo cautelar. 1999. Dinamarco. Francesco. Primeiras Linhas de Direito Processual Civil – 3 volumes. ed. Cândido Rangel. DIREITO PROCESSUAL CIVIL 2 E M E N T A: Procedimentos especiais.. Moacyr Amaral dos. Grinover. Poder. 2001. PASSOS. São Paulo: Malheiros. O poder geral de cautelas. São Paulo: Malheiros. SANTOS. 2000. Princípios do Processo Civil na Constituição Federal. 2005. 1998. Cintra. 6. José de Albuquerque. Manual de Direito Processual Civil Vol. Instituições de Direito Processual Civil – 3 volumes. São Paulo: Revista dos Tribunais.. Dinamarco. 1999. Curso de Direito Processual Civil. Chiovenda. 12. O poder geral de cautelas. Teoria Geral do Processo. Antônio Carlos de Araújo. ed. Baptista da SILVA. Ada Pellegrini.. dos Tribunais. São Paulo: Revista dos Tribunais. Arruda. Manual de Direito Processual Civil Vol. Direito. Humberto. GRINOVER. José Rogério Cruz e. ROCHA.. ed. ed.. TUCCI. José Joaquim Calmon de. NERY JUNIOR. José Frederico. 1: Parte Geral. O Processo em Evolução. Rio de Janeiro: Forense Universitária. São Paulo: Revista dos Tribunais. Teoria Geral do Processo Civil. 1998. 1: Parte Geral. 1989. MARQUES. natureza e princípios.56 Alvim. Rio de Janeiro: Forense. THEODORO JR. ed. 2000. 1997. Manual de Direito Processual Civil. Instituições de Direito Processual Civil – 3 volumes.. São Paulo: Revista dos Tribunais. busca e apreensão. Teoria Geral do Processo Civil. Ovídio A. Processo de execução: conceito. Arruda. B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: Código de Processo Civil atualizado. Processo de execução: natureza e princípios.

Moacyr Amaral dos. José Frederico. Rio de Janeiro: Forense. ed. 1989. Fernando da Costa. Fernando. Curso de Direito Processual Civil. Direito processual penal. MIRABETE. Dinamarco. Ação penal e sua relação com a ação civil. São Paulo: Malheiros. Teoria Geral do Processo. NUCCI. 1999. 1998. PASSOS. v. Ada Pellegrini. Saraiva. RT. V. Ada Pellegrini. Dinamarco. 2000. Bookseller. B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: CAPEZ. GOMES. TUCCI. Vicente. . Manual de processo penal. Grinover.. Júlio Fabbrini. Instituições de Direito Processual Civil – 3 volumes. ed. Inquérito policial. Direito. Rio de Janeiro: Forense Universitária. ROCHA. Teoria Geral do Processo. Poder.1 e 2. Processo penal. ed. Curso de Processo Penal. SANTOS. Cândido Rangel. O Processo em Evolução. 1 e 2. Curso de processo penal. Lumens Júris. Direito processual penal. Francesco. São Paulo: Rev. 21. Cândido R. Saraiva. 1999. Saraiva. Paulo. v. Guilherme de Souza. Luiz Flavio. dos Tribunais. Princípios constitucionais.. Rio de Janeiro: Forense. São Paulo: Saraiva. 12. NERY JUNIOR. DIREITO PROCESSUAL PENAL 1 E M E N T A: Objeto e evolução do Direito Processual Penal. RANGEL. RT GRECO FILHO. Humberto. Princípios do Processo Civil na Constituição Federal. Justiça e Processo. MARQUES. José Rogério Cruz e. São Paulo: Malheiros. 2000. Giuseppe. Campinas: Bookseller. Aplicação do Direito processual penal. 1998.. Atlas. Heráclito Antonio. José Frederico. Código de processo penal comentado. Instituições de Direito Processual Civil – 3 volumes. São Paulo: Revista dos Tribunais. RT MOSSIN. ed. MARQUES. 2005. 2000. São Paulo: Malheiros. THEODORO JR. 21. Processo penal. São Paulo: Saraiva. Chiovenda. 1999. José Joaquim Calmon de. A instrumentalidade do Processo. Primeiras Linhas de Direito Processual Civil – 3 volumes. 4..1 e 2. Elementos de direito processual penal. Antônio Carlos de Araújo. Manual de Direito Processual Civil. Cintra. José de Albuquerque. 2005. Garantias Constitucionais do Processo Civil.57 Carnelutti. GRINOVER. 2000. São Paulo: Saraiva. TOURINHO FILHO. Nelson.

Saraiva. Atlas. MARQUES. Processo penal. __________. Saraiva. Luiz Flavio. V. Saraiva. Manual de processo penal. Bookseller. José Frederico. Atos processuais. Júlio Fabbrini. NUCCI. Guilherme de Souza. Heráclito Antonio. B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: CAPEZ. Fernando da Costa. v. __________. DIREITO PROCESSUAL PENAL 3 E M E N T A: Sujeitos processuais. Competência. Paulo. GOMES. Direito processual penal. RT. Processo penal. __________. v. Luiz Flavio. RT. Curso de Processo Penal. Paulo. Vicente. Lumens Júris. Júlio Fabbrini. Fernando da Costa. GOMES. Direito processual penal. Saraiva. Direito processual penal.58 __________. Provas. Saraiva. Guilherme de Souza. TOURINHO FILHO. 2 volumes. Direito processual penal. Curso de processo penal. RT GRECO FILHO. Manual de processo penal. Saraiva. Código de processo penal. . Elementos de direito processual penal. RANGEL. Saraiva. RT GRECO FILHO. Fernando.1 e 2.1 e 2. 2 volumes. Elementos de direito processual penal. Saraiva. Fernando. Atlas. Manual de processo penal. TOURINHO FILHO.1 e 2. RT MOSSIN. Saraiva. MARQUES. RT MOSSIN. 1 e 2. __________. Curso de Processo Penal. MIRABETE. Vicente. Curso de processo penal. Manual de processo penal. Prisão e liberdade B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: CAPEZ. Código de processo penal comentado. Código de processo penal. v. Questões e processos incidentes. Processo penal. José Frederico. NUCCI. provisória. __________. Manual de processo penal. Código de processo penal comentado. Saraiva. DIREITO PROCESSUAL PENAL 2 E M E N T A: Jurisdição. V. Lumens Júris. Código de processo penal. v. Processo penal. 2 volumes. MIRABETE. Bookseller.1 e 2. Saraiva. RANGEL. Saraiva. 1 e 2. Heráclito Antonio.

2001. Curso de Direito Internacional Público. José Francisco. Atlas. direitos de família. 2 volumes. 1 e 2. v. 4. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC E M E N T A: Desafios e chances da TCC – As diferentes partes do projeto: . Ventura. Curso de Processo Penal. 2004.Direitos Humanos no DIP . Fernando. Deisy.Solução de conflitos . Saraiva. DOLINGER.Fontes e regras de conexão . Fernando da Costa. GOMES. sucessões e obrigações. Rio: Forense. Sistema recursal. B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: CAPEZ.59 DIREITO PROCESSUAL PENAL 4 E M E N T A: Procedimentos processuais penais. Rio de Janeiro-São Paulo: Renovar. Processo penal. Nulidades processuais. Guilherme de Souza. Direito processual penal. Vicente. Código de processo penal. B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: Litrento. 2. 1997. Lumens Júris. Manual de processo penal.1 e 2.DIP do Mar – Agentes diplomáticos .Aplicação de normas estrangeiras – Reenvio e ordem pública Estatuto Pessoal. Manual de processo penal.Organizações internacionais . SEITENFUS. Júlio Fabbrini. 2001. V. José Frederico. São Paulo: Saraiva. Beat Walter. Paulo. Heráclito Antonio. 1996. Nádia de. Jacob. DIREITO INTERNACIONAL E M E N T A: Origens e fundamentação do DIP .. 1998. MARQUES. ed. __________.MERCOSUL . Ricardo. ed. Luiz Flavio. Saraiva. v..DIP e ordem jurídica interna – Responsabilidade . RANGEL. Direito Internacional Privado.Sujeitos e fontes . RT MOSSIN. Processo penal. Rio de Janeiro: Renovar. ao CC . Direito Internacional Privado I. Direito processual penal. MIRABETE. Saraiva. Bookseller. __________. Curso de processo penal. Direito Internacional Privado: teoria e prática brasileira. Código de processo penal comentado. Porto Alegre: Livraria do Advogado.1 e 2. RECHSTEINER. TOURINHO FILHO. RT GRECO FILHO. Saraiva. Oliveiros. RT. Direito Internacional Público. São Paulo: Saraiva. Saraiva. ARAÚJO. NUCCI.Lei de Introd.História do DIPriv. Introdução ao Direito Internacional Público. . REZEK. Elementos de direito processual penal.

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1996. Antônio Magalhães. Justiça oficial e os equivalentes jurisdicionais. Gomes Filho. Recursos no Processo Penal. 1997. Como chegar ao Sim – A negociação de acordos sem concessões. MILHOMENS. Eduard Vinyamata. Vencer ou Vencer O bom é quando os dois ganham. Barcelona: Editorial Ariel. HAYNES. Instrumentos alternativos de resolução de disputa. Manual Prático do Advogado. Prática de procedimentos penais. Gretchen L. mediación. Geraldo Magela. Fernando. Willian. Fernando da Costa. e TAYLOR. Prática de Processo Penal. negociatión. O processo de Mediação. São Paulo: Saraiva. HAYNES.61 CLT. JESUS. Manual de prevención y resolución de conflictos. Steven J. Rio de Janeiro: Imago. GRINOVER. Porto Alegre: Artes Médicas.1999. Pesquisa de jurisprudência. Damásio E. B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: BRAMS. Código de Processo Civil e legislação extravagante atualizados. Antonio Scarance. La mediación en el divorcio. Processo Penal Completo. São Paulo: Saraiva. Ada Pellegrini. Jônatas. São Paulo: Saraiva. Conceito e Legitimação para agir. ESTÁGIO DE PRATICA JURÍDICA – ESCRITÓRIO MODELO 1 . Barcelona: Granica. Tradução de Vera Ribeiro e Ana Luiza Borge. Visitas a órgãos estatais acompanhadas. CAMP. ESTÁGIO DE PRÁTICA JURÍDICA – MEDIAÇÃO E M E N T A: Acesso à Justiça. CAPEZ. Projeto de Negociação da Harvard Low School. FISHER. Bruce. Curso de Processo Penal. B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: Códigos Penal e de Processo Penal atualizados TOURINHO FILHO. 1998. Fundamentos da Mediação Familiar. Interesses Difusos. ______. 2ª ed. VILAS-BOAS. O mediador e as equipes interdisciplinares de Mediação. Conciliación. Fernandes. URY. Rio de Janeiro: Campus. Assistência e relatório de audiências e sessões criminais. Alan D. Rodolfo de Camargo. de. Alves. John M. Roger. MANCUSO. 2000. São Paulo: Revista dos Tribunais. São Paulo: Saraiva. Rio: Forense. Marco Antonio. PATTON. 1994. ESTÁGIO DE PRÁTICA JURÍDICA PENAL E M E N T A: Processo Penal simulado completo. Direito Penal. São Paulo: Revista dos Tribunais.

Jan. n. Os Direitos da Criança e do Adolescente. Estatuto da criança e adolescente comentado. não participa da concordata devedora. bem como a participação em práticas trabalhistas. Josiane Rose. 16ed. B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: Códigos Civil e de Processo Civil. Jorge. Paulo Roberto Colombo. Revista de Estudos Jurídicos UNESP. Penal e de Processo Penal e CLT. Marcos Alves. B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: Códigos Civil e de Processo Civil. LOBO. São Paulo: Saraiva. São Paulo: RT. O titular de cheques pós-datados./1999. Teoria e prática dos títulos de crédito. ___. Penal e de Processo Penal e CLT. n. Direito bancário. NOGUEIRA. v. PINTAR.94-98. Munir.4. Contratos bancários./Abr. São Paulo: LTr. São Paulo: Saraiva.2. Revista de Direito Bancário e do Mercado de Capitais. VERONESE. Mercado de capitais. p. Instituições financeiras. São Paulo: Saraiva. 2000. 2001. 1997. bem como a participação em práticas trabalhistas. B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: ABRAO. ALMEIDA. atualizada e ampliada por Carlos Henrique Abrão. Analise do ECA. credor com garantia real.7.62 E M E N T A: Prática Processual em Vara Judicial especializada em Direito de Família e Juizado Especial Cível e Criminal.4. Direito bancário. ./1999. Edição revista. Jan. ARNOLDI. Amador Paes de. 1999. Franca: UNESP. São Paulo: Revista dos Tribunais. 6ed. Eixo de formação eletiva: DIREITO BANCÁRIO E M E N T A: Sistema financeiro nacional. 2000. DIREITOS DAS CRIANÇAS E DOS ADOLESCENTES E M E N T A: Estudos sobre a criança e o adolescente./Jul. São Paulo: Saraiva. p. ESTÁGIO DE PRATICA JURÍDICA – ESCRITÓRIO MODELO 2 E M E N T A: Prática Processual em Vara Judicial especializada em Direito de Família e Juizado Especial Cível e Criminal. 7ed. v. B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: CURY. A teoria geral dos títulos de crédito e a substituição destes por obrigações contábeis. Estatuto da criança e adolescente anotado.123-134. 1998. Paulo Lúcio. Nelson.

Micro e macrobiodireito. Rio de Janeiro: Renovar. B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: ARAÚJO. CASELLA. 1995 STRENGER. A norma no Direito Internacional Privado. LTr. Biodireito: Nascimento e elementos. J. O Positivismo Jurídico. Aspectos jurídicos de experimentação animal e com planta. Sujeitos das Relações Internacionais Privadas. J. W. 1997 BATALHA. Tratado de Direito Internacional Privado. à luz da Bioética. Direito Internacional Privado. J. 1996 VALLADÃO. et alii. Amílcar de. Principais aspectos atinentes à vida. São Paulo: Malheiros. DAVID. à saúde e à morte. RODAS.E. São Paulo: LTr. . Rio de Janeiro: Freitas Bastos. Os Grandes Sistemas do Direito Contemporâneo. Rio de Janeiro: Forense. Legislação e principais documentos (nacionais e internacionais) referentes à Bioética. Contratos Internacionais. B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: BOBBIO. Relações profissionais de saúde versus paciente. Rio de Janeiro: Renovar. et alii Contratos Internacionais. Mercosul: exigências e perspectivas.G. I. Novas tendências do Direito Internacional Privado. São Paulo: Revista dos Tribunais. Instituições do direito romano e sua recepção no direito moderno. 1973. São Paulo. Direito Internacional Privado. P. Direito Internacional Privado. Profissões de saúde e riscos no trabalho.63 DIREITO INTERNACIONAL PRIVADO E M E N T A: Caracterização e evolução histórica do Direito Internacional Privado. N. Rio de Janeiro: Renovar. 1996. Proteção à vida. BIOÉTICA E BIODIREITO E M E N T A: Definição e conceito de Bioética. Editor: Icone. CASTRO. ARAÚJO. O Direito na Economia Globalizada. São Paulo: Revista dos Tribunais. Norberto. 1998. B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: HISTÓRIA DO DIREITO E M E N T A: Elementos de história dos direitos dos povos. René. 1996. C. à luz da Bioética. 1999. Direito Internacional Privado. DOLINGER. H.B. 1997 FARIA. N. Código do Mercosul: Tratados e Legislações. Evolução histórica do Direito brasileiro. O Direito Internacional Privado como um direito das relações internacionais privadas.

Horizonte/MG/Brasil. Práticas comerciais abusivas.N. São Paulo: Ltr. 1993. GONÇALVES. São Paulo: Atlas. Rio de Janeiro: Trabalhista. São Paulo: Atlas. 1999. TAVARES. São Paulo: LTr. BULGARELLI. Direito do Consumidor. W. JULIÃO.N. DIREITO DO CONSUMIDOR E M E N T A: Direito do consumidor. Fundamentos de Historia Direito. J. administrativa e penal do fornecedor de produtos e serviços. São Paulo: Atlas. FREITAS JUNIOR.64 WOLKMER. Consolidação das leis da previdência social. Direito previdenciário. A sociedade de consumo. Previdência dos servidores públicos. Questões contratuais no Código de Defesa do Consumidor. 2000. W. 1998. Relação de consumo. 1995. Cláusulas contratuais abusivas. Leonir. Rio de Janeiro: Lumen Juris. CARVALHO. Marcelo Leonardo. 1999. Antonio Carlos. São Paulo: Revista dos Tribunais.U. FREITAS. 1999. Direitos sociais. Walter. MARTINEZ. Curitiba: Juruá. Sagra Luzzatto. 1998. O . 1990. Direito do Consumidor para o Mercosul. Previdência privada. COIMBRA. Curso de direito previdenciário. A defesa do consumidor em juízo. 1999. 1992 MARTINEZ. Direito previdenciário – aspectos materiais. F. 1998. Pedro Augusto Musa. Relação das empresas com a previdência. 1997 . Del Rey. Waldirio. B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: ALVIM. Rio de Janeiro: Forense. Porto Alegre: Livraria do Advogado. Rio de Janeiro: Forense. Curso básico de direito previdenciário. A et alii. Belo DIREITO PREVIDENCIÁRIO E M E N T A: Estrutura da previdência social. Edições 70. Antônio Rodrigues de. Porto Alegre. B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: BALERA. Jean. BASTITI. Finalidade e campo de incidência do Código de Defesa do Consumidor. Código do Consumidor comentado. A seguridade social na Constituição Federal. Direito Previdenciário Brasileiro. BAUDRILLARD. Brasil. Manual de Direito Previdenciário. Sylvio Vicente. Custeio e benefícios da previdência social e os direitos dos trabalhadores. e a constituição de 1988. 1998 OLIVEIRA. Vladimir Passos de. São Paulo: LTr. Proteção do consumidor pré-contratual e contratual. A responsabilidade civil. Curso de Direito Previdenciário.

São Paulo: Revista dos Tribunais. Crimes contra o consumidor. São Paulo: Malheiros. Del Rey. delegados de polícia. Rio de Janeiro: Forense. São Paulo: Altlas. CAVALIEIRI FILHO. C. 1999. Moderna Editora. Código Brasileiro de Defesa do Consumidor. Ada Pellegrini. o Estágio de Prática Jurídica é disciplina obrigatória do curso de Direito da UFAL. ATUALIDADES E TÓPICOS ESPECIAIS DO DIREITO E M E N T A: Recentes inovações sociais. Ética globalizada e sociedade de consumo. Direitos do consumidor. CHIAVENATO. defensores públicos etc. Flavio Queiroz. 1997. 1999. Também visa sensibilizar os alunos para a dimensão social do Direito. advogados. 1996. CAVALCANTI. Júlio José. 1998. consultores. estimulando-lhes a vocação para a defesa da cidadania.Z. ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE PRÁTICA JURÍDICA O Estágio de Prática Jurídica tem a missão de articular os conhecimentos teóricos e o exercício da advocacia em seu sentido mais amplo. Código de Defesa do Consumidor. Manual do Consumidor em Juízo. Coordenado pelo NPJ. 9. MANCUSO. GRINOVER. Antonio Cezar Lima de. filosóficas e jurídicas. B I B L I O G R A F I A B Á S I C A: Indicação livre do docente. Responsabilidade por fato do produto no Código de Defesa do Consumidor. FONSECA. Rodolfo de Camargo. MARQUES. Programa de responsabilidade civil. É ministrada durante 4 semestres. Belo Horizonte. promovendo atividades voltadas para a formação de magistrados. COSTA JR. 1999. Paulo José da. Porto Alegre: Livraria do Advogado. dos direitos humanos e das instituições democráticas. Contratos no Código de Defesa do Consumidor. procuradores. Debates e análise de textos inovadores das ciências jurídicas e afins. Rio de Janeiro: Forense Universitário.L. H. 1998. 1998. nos . São Paulo: Saraiva. Direito Penal do Consumidor. Sergio.65 CAVALCANTI. 1996. Brasília: Jurídica Brasileira. Flavio Queiroz. promotores de justiça. GAMA. 1998.

• informal dos assistidos. de 02 de maio de 1995 (ANEXO I). simular processos. As atribuições do Núcleo de Prática Jurídica estão disciplinadas na PORTARIA n. • atuar em conjunto com a unidade jurisdicional especial que seja instalada em dependências da UFAL. Durante o Estágio III e IV. Tribunal Regional eleitoral. cuja demanda é aquela que processa os serviços prestados pelo Escritório Modelo. • avaliar as atividades práticas desenvolvidas pelos alunos do curso jurídico da UFAL e comunicar os resultados obtidos ao controle acadêmico. Os alunos também são estimulados a fazer análise de autos findos. especialmente serviço social. projeto de natureza interdisciplinar. os alunos desenvolvem atividades de assistência judiciária gratuita para a comunidade carente na área do direito de família e pequenas causas no Fórum Universitário. Além disso. desenvolver raciocínio lógico e adquirir competências na redação de peças jurídicas. civil e trabalhista. diretamente ou em convênios com entidades públicas ou privadas. diretamente ou em convênio com a Defensoria Pública e outras entidades. Tribunal Regional do Trabalho. são estimuladas novas formas de resolução de litígios. prestando-lhe o apoio necessário e cumprindo as obrigações que forem cometidas à Universidade. • apoiar as disciplinas profissionalizantes do curso. . • controlar o serviço de triagem e conciliação.º DIR/3-95. que funciona junto ao NPJ. no ano 2005. realiza seminários temáticos sobre oratória judiciária e deontologia das carreiras jurídicas. a exemplo da mediação familiar. O Estágio I e II prepara os alunos para a prática de processo penal.66 últimos dois anos do Curso. Para sua implementação foi criado. entre outros. medicina e engenharia. Ministério Público. o Núcleo Interdisciplinar de Mediação Familiar (NINEFAM). • promover projetos de extensão jurídica. envolvendo os alunos. • manter serviço de assistência jurídica aos necessitados. incluindo prestação de serviços comunitários. Fórum de Maceió. além de realizar visitas supervisionadas ao Tribunal de Justiça. in verbis: • supervisionar. com a participação de professores e alunos de outros cursos da UFAL. psicologia. controlar e orientar o estágio de prática jurídica. no desenvolvimento das práticas específicas. superintendência da Polícia Federal.

2003. • Escritório de Prática Jurídica. de forma como dispõe a Resolução n. em um total de 320 horas.º DIR-3-95. de forma exclusivamente prática (simulada e real). • Mediação Familiar. de 23. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC A conclusão do curso dependerá da elaboração individual de monografia final.886/94 do MEC. com defesa perante banca examinadora. ao final de cada semestre letivo. A mesma tem como finalidade desenvolver a capacidade crítica e a produção criativa do aluno. na forma prevista na Portaria n.Núcleo de Prática Jurídica.06. 10. Ao contrário do que ocorre nas demais disciplinas divididas em apenas três turmas de 50 alunos. que devem ser totalmente realizadas.5. Assim sendo. 9 da Portaria n. mediante atribuição de pontos às atividades práticas. demonstrando os conhecimentos adquiridos no . o aluno realizará obrigatoriamente o estágio curricular. desenvolvendo as atividades previstas em Estágio I e Estágio II.º 01-CJUR. de 2. sendo obrigatória a sua entrega por escrito e a respectiva defesa individual perante banca examinadora formada por no mínimo 02 (dois) professores que não participaram da orientação do trabalho.67 A infra-estrutura do Estágio de Prática Jurídica é a seguinte: • Fórum Universitário (Vara de Família e Juizado Especial Cível e Criminal).º 1. A monografia representa o trabalho de final de curso previsto no art.1995. objetivando a melhor supervisão e orientação dos discentes. os matriculados nas disciplinas de Estágio Supervisionado curricular serão divididos em turmas de no máximo 10 (dez) alunos. supervisionado pelo NPJ . A avaliação de desempenho dos alunos estagiários será efetuada cumulativamente. sob coordenação do NPP – Núcleo de Pesquisa e Pós-Graduação do CJUR/UFAL.

conferências. definindo a carga horária correspondente a cada atividade. 11. devem ser desenvolvidas ao longo do curso. núcleos temáticos. se forem compatíveis com a formação do bacharel em direito. ATIVIDADES COMPLEMENTARES As atividades complementares.68 decorrer do curso. extensão. Para tanto. científicos e estudantis (congressos. dentre outras e todas vinculadas a áreas de interesse do curso jurídico: pesquisa. eventos culturais. dentro da carga horária prevista. segundo programação de cada aluno. monitoria. temas interdisciplinares. disciplinas extracurriculares ministradas fora do curso ou por outras instituições. seminários. além do auxílio de um orientador o aluno contará na estrutura curricular com disciplinas como metodologia da pesquisa e trabalho científico no início do curso e TCC 1 e TCC 2 nos dois últimos semestres. cursos). palestras. considerando-se. encontros. O Colegiado do Curso cadastrará as atividades individuais dos alunos. Tais atividades cumprem as antigas exigências da Ordem dos .

GRUPO 3 Até 150 horas no total. Podem ser jurídicas. através de sua Comissão de Ensino Jurídico no II Seminário “O Ensino Jurídico no Limiar do Século XXI”. trabalho. Disciplinas isoladas. de outros cursos. Local GRUPO 2 5 horas por 10 horas dia sem por dia com trabalho trabalho Participação em eventos: Até 50 horas por ano e seminários.69 Advogados do Brasil que propôs. não devem ser uniformemente realizadas pelos alunos. encontros estudantis. Núcleos temáticos. conforme o perfil de seus interesses e vocações. CEPE n. A Parte Flexível da Faculdade de Direito de Alagoas (FDA) com carga horária total de 200 (duzentas) horas terá a seguinte composição: Desdobramento dos Grupos de Atividades – Res. 10 a 30 horas para cada. Total da carga horária da disciplina. Trabalhos publicados. Estágios extracurriculares. “que as atividades complementares objetivem propiciar a formação do bacharel em Direito. Até 100 horas por ano e 150 horas no total. Atividades de extensão. cursos de Fora da cidade atualização. mas sempre fora da grade curricular e fora do elenco de disciplinas optativas. mas diversificadas”.º 113/95 Até 100 horas por ano GRUPO 1 Monitoria. Até 100 horas por ano e 150 horas no total. ou não. completo e no total. até o total de 120 horas. até 150 horas no total. Atividades de pesquisa e iniciação científica. congressos. Até 50 horas por ano e até 150 horas no total. 10 horas 20 horas por dia sem por dia com trabalho. Até 100 horas por ano e 150 horas no total. conferências. Logo. . e ocorridas dentro ou fora de Instituição de Ensino.

técnico-jurídica e prática do bacharel em direito. dentro da Universidade ou em parceria com outras instituições. palestra ou congresso. No auxílio ao aluno para a realização das atividades complementares cada eixo do curso realizará uma vez por semestre um seminário. fomentando a diversificação das atividades dos discentes. Será ainda fomentada a participação em pesquisa e extensão na área jurídica ou afim e realizadas de modo interligado com o ensino. com a devida valoração como atividade complementar. Até 50 horas por ano e 100 horas no total.70 GRUPO 4 Administração e representação em entidades estudantis. Representação em colegiados da UFAL. com a respectiva computação da carga horária. de forma a atender à formação fundamental. sócio-política. observada a interdisciplinaridade. Até 50 horas por ano e 100 horas no total. As atividades devem ser pertinentes e úteis à formação do Bacharel em Direito e admitidas pelo Colegiado do Curso. em pasta própria. Os documentos comprobatórios devem permanecer sob a guarda do aluno. depois de visados pelo Coordenador do Curso. .

. AVALIAÇÃO DO DISCENTE As avaliações semestrais deverão ser procedidas segundo Resolução do CEPE. obrigatoriamente. no último ano do curso elaborar e apresentar individualmente um trabalho de conclusão de curso na forma de monografia. cabendo a todos os alunos.71 12.

72

13.
CORPO DOCENTE (NOMINAL COM
TITULAÇÃO)
Professores Efetivos (em ordem alfabética):
Doutores
- Andreas Joachim Krell (1993 - Freie Universität Berlin, Alemanha);
- Gabriel Ivo (2004 - PUC-SP);
- George Sarmento Lins Júnior (2002 - UFPE);
- Francisco Wildo Lacerda Dantas (2004 - Universidade de Lisboa, Portugal).
Mestres
- Alberto Jorge Correia de Barros Lima (Doutorando na UFPE);
- Fábio Lins de Lessa Carvalho (UFPE);
- Fernando Antonio Barbosa Maciel (doutorando UFPE);
- Jairo Silva Melo (UFPE - afastado até jan.º 2006);
- Jasiel Ivo (UFPE);
- João Leite de Arruda Alencar (UFPE);
- John Silas da Silva (UFPE);
- José Barros Correia Júnior (UFPE);
- Maria da Graça Marques Gurgel (doutoranda UFPE – afastada até janeiro de
2006);
- Maurício André Barros Pitta (UFPE);
- Raymundo Antonio Palmeira de Araújo (UFPE);
- Tácito Yuri de Melo Barros (UFPE);
- Tutmés Airan de Albuquerque Melo (UFPE).
Especialistas
- Humberto Estáquio Soares Martins;
- José Carlos Malta Marques;
- Marcos Torres Cavalcante (mestrando UFAL);
- Maria Anicleres Vieira Soares;

73

- Moézio de Vasconcellos Costa Santos (mestrando UFAL);
- Paulo Machado Cordeiro (mestrando UFAL);
- Wlademir Paes Lira;
- Dilmar Lopes Camerino.
Graduados
- Augusto de Oliveira Galvão Sobrinho;
- Maria de Lourdes Azevedo Moreira Mello;
- Rosa Maria Leão de Mello;
- Sonia Tereza Beltrão da Silva Brandão.
Professores Substitutos (em setembro de 2005):
Mestres
- Carla Padilha Rebelo (UFPE);
- Elaine Cristina Pimentel Costa (UFAL);
- Luís Carlos Monteiro Coutinho (UFPE).
Especialistas
- Adriano Costa Avelino;
- Alfredo de Oliveira Silva;
- Fernando Antonio Jambo Muniz Falcão;
- Fernando Sérgio Tenório de Amorim (Mestrando UFPE);
- Karla Quintiliano Cabral Silva;
- Marcos Augusto de Albuquerque Ehrhardt Júnior (Mestrando UFAL);
- Ramon Jorge Almeida da Silva (Mestrando Fac. Candido Mendes-RJ);
- Williams Pacífico Araújo dos Santos.
Professores doutores aposentados colaboradores:
- Paulo Luiz Netto Lobo (USP);
- Marcos Bernardes de Mello (PUC-SP);
- Erinalva Medeiros Ferreira (Granada-ESP).

74

14.
AVALIAÇÕES DO CURSO E PROJETO
PEDAGÓGICO
A avaliação permanente do projeto Pedagógico do curso de Direito da
FDA a ser implementado com esta proposta é importante para aferir o sucesso
do novo currículo para o curso, como também para certificar-se de alterações
futuras que venham a melhorar este projeto, vez que o projeto é dinâmico e
deve passar por constantes revisões e avaliações.
Os mecanismos a serem utilizados deverão permitir uma avaliação
institucional e uma avaliação do desempenho acadêmico – ensino e
aprendizagem – de acordo com as normas vigentes, viabilizando uma análise
diagnóstica e formativa durante o processo de implementação do referido
projeto. Deverão ser utilizadas estratégias que possam efetivar a discussão
ampla do projeto mediante um conjunto de questionamentos previamente
ordenados que busquem encontrar suas deficiências, se existirem.
O curso será avaliado também pela sociedade através da açãointervenção docente-discente expressa na produção e nas atividades
concretizadas no âmbito da extensão universitária em parceria com a iniciativa
privada alagoana, órgãos públicos federais, estaduais e municipais e estágios
curriculares não obrigatórios.
O roteiro proposto pelo INEP-MEC para a avaliação das condições de
ensino também servirá de instrumento para a avaliação, sendo o mesmo
construído pelos seguintes tópicos:
Organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto do
curso, atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;
Corpo docente: formação profissional, condições de trabalho, atuação e
desempenho acadêmico-profissiona;
Infra-estrutura: instalações gerais, biblioteca, instalações e laboratórios
específicos.

75

A qualidade do ensino do curso será ainda verificado através de
avaliações feitas aos alunos conforme as determinações da Ordem dos
Advogados do Brasil, seja durante ou após o curso. A avaliação do
desempenho docente será efetivada pelos alunos-disciplinas fazendo uso de
formulário próprio e de acordo com o processo de avaliação institucional.

do Centro de Ciências Sociais Aplicadas.atuar em conjunto com a unidade jurisdicional especial que seja instalada em dependências da UFAL. diretamente ou em convênio com a Defensoria Pública e outras entidades. prestando-lhe o apoio necessário e cumprindo as obrigações que forem cometidas à Universidade. envolvendo os alunos. controlar e orientar o estágio de prática jurídica. incluindo prestação de serviços comunitários. medicina e engenharia. psicologia. VI .avaliar as atividades práticas desenvolvidas pelos alunos do curso jurídico da UFAL e comunicar os resultados obtidos ao controle acadêmico.886/94. 1º.manter serviço de assistência jurídica aos necessitados.º DIR/3-95. de 02 de maio de 1995. considerando o disposto nos artigos 10 a 15 da Portaria MEC 1. III . Fica criado. Cria o Núcleo de Prática de Jurídica (NPJ) no Departamento de Direito e define suas atribuições O CHEFE DO DEPARTAMENTO DE DIREITO.controlar o serviço de triagem e conciliação informal dos assistidos. IV . . 2º. diretamente ou em convênios com entidades públicas ou privadas. São atribuições do NPJ: I . no uso das atribuições conferidas pelo Estatuto e Regimento Geral da UFAL. a ser dotado de instalações adequadas para o desempenho de suas atribuições. especialmente serviço social. RESOLVE: Art. com a participação de professores e alunos de outros cursos da UFAL. V . no âmbito do Departamento de Direito.promover projetos de extensão jurídica.76 ANEXO I UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Centro de Ciências Sociais Aplicadas PORTARIA n. o Núcleo de Prática Jurídica (NPJ). da Universidade Federal de Alagoas. II .supervisionar. Art.

para orientação das atividades do NPJ. III . convênios com entidades para desenvolvimento das atividades de estágio. 4º. e ainda de acompanhamento a audiências e sessões judiciárias reais. 5º. sendo no mínimo cinco processos civis. d) participação efetiva em assistência jurídica real. As atribuições e instalações do anterior estágio e do Escritório Jurídico são absorvidas pelo NPJ. V . salvo quando subscritos diretamente pelo Reitor da UFAL.apoiar as disciplinas profissionalizantes desenvolvimento das práticas específicas. b) orientação prática da organização judiciária e dos estatutos da Advocacia. a quem compete executar as atribuições referidas no artigo 2º e. em um total geral de 30 horas. em um total geral de 100 horas. II .coordenar as atividades e a freqüência dos professores designados pelo Chefe do Departamento. contendo a relação de atividades práticas por este efetivamente desenvolvidas. com redação de peças profissionais e atos processuais. nos dois últimos anos do curso jurídico. e respectivos códigos de ética profissional. Art. órgãos do Ministério Público e de entidades correlatas de interesse das profissões jurídicas. assistência jurídica e extensão. O NPJ é dirigido por um Coordenador.encaminhar relatórios periódicos das atividades desenvolvidas. com referência às cargas horárias máximas: a) formação de processos simulados.77 VII . órgãos de registro público. escritórios de advocacia e departamentos jurídicos. incluindo plantões .manter fichário de acompanhamento da assistência jurídica. cumpridas integralmente em um total de 300 horas. As atividades do estágio de prática jurídica são exclusivamente práticas.firmar. no Art. Art. ao Plenário e à Chefia do Departamento. As atividades são assim distribuídas. do curso. IV . Foros. VI .supervisionar as atividades do corpo de monitores estudantis vinculados ao NPJ. c) visitas orientadas e controladas pelo NPJ aos Juizados.manter ficha individual de cada aluno do estágio de prática jurídica. 3º. designado pelo Chefe do Departamento. delegacias de Polícia. em um total geral de 50 horas. da Magistratura e do Ministério Público. Tribunais. em conjunto com o Chefe do Departamento. com as avaliações atribuídas pelos professores orientadores. estando vedada a utilização regular de aulas prelecionais. § 1º. ainda: I . três processos penais e dois processos trabalhistas.

segundo instruções do Colegiado do Curso. § 4º. Art. e bem assim simultânea análise de autos reais findos correspondentes. conciliação e arbitragem. programados e acompanhados pelo NPJ. judiciárias. considerando o disposto no art. e para os alunos que desejarem inscrever-se no quadro de estagiários dessa entidade. as atividades do estágio de prática jurídica serão apropriados pelo estágio profissional de advocacia (Lei 8. 7º. pode ser destinada a completar a carga horária da parte flexível do curso jurídico. e fora das atividades do estágio. 6º. até o total geral de 100 horas. Nos processos referidos na alínea «a» do § 1º inclui-se a simulação de audiências. comunitárias e sindicais. e. até o total de 150 horas são realizadas preferencialmente durante o primeiro ano do estágio.78 definidos pelo NPJ. As visitas e acompanhamentos referidos na alínea «c» do § 1º. 12 da Portaria MEC 1. § 3º.906/94). credenciados pelo NPJ e pela OAB. sustentações orais em tribunais e atuação no Tribunal do Júri.886/94. treinamento de técnicas de negociações coletivas. A participação em projetos de extensão. prestação de serviços profissionais jurídicos reais em entidades públicas. até a aprovação final no estágio. Art. são comprovadas mediante relatórios sumários de cada atividade e apresentados pelo aluno ao NPJ para avaliação. em um total geral de 120 horas. O aluno deve manter. As atividades referidas nas alíneas «a». Dê-se ciência e cumpra-se. PROF. § 2º. PAULO LUIZ NETO LÔBO Chefe do Departamento . empresariais. «b» e parte de «c». complementando-se a carga horária com mais 50 horas com atividades práticas típicas de advogado. pastas contendo cópias das atividades cumpridas e anotadas com avaliação na ficha individual pelo NPJ. em assistência jurídica ou em escritórios de advocacia e setores jurídicos públicos e privados. quando houver convênio. em um total mínimo de dez. § 5º. Mediante convênio com a OAB-AL.

º 01-CJUR. § 1º. V . dentre: I . O aluno deverá apresentar o projeto básico da monografia.profissionais do direito. segundo os requisitos e calendários definidos pelo NPP. aceito pela Coordenação do NPP/CJUR. II . 1º. relativamente aos professores do CJUR. que ministrem disciplinas em áreas de conhecimento relacionadas com as disciplinas do curso de direito. IV . sendo um geral e outros específicos. a partir do terceiro ano do curso. Cabe ao aluno. Regulamenta a elaboração da Monografia Final ou TCC do Curso de Direito da UFAL O CONSELHO DO CENTRO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS da UFAL. ou até o terceiro grau. com no mínimo curso de especialização em direito. b) regime de 20 horas: aceitação mínima de 2 orientações. em linha reta. após sua aceitação. no uso de suas atribuições. .79 ANEXO II UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Faculdade de Direito de Alagoas Resolução n. é atividade acadêmica incluída na computação das respectivas cargas horárias.professores do CJUR. de 26 de maio de 2003. Aos professores do CJUR são atribuídos os seguintes encargos de orientação de monografia. II . § 3º. Art. com justificativa. por ano letivo: a) regime de DE ou 40 horas: aceitação mínima de 5 orientações. § 2º. e bem assim designá-los. na linha colateral. III . 2º. A orientação à monografia. observada a seguinte estrutura: I .Metodologia a ser utilizada e os instrumentos de pesquisa.Cronograma de desenvolvimento da monografia. O orientador não poderá ser parente do orientando.Introdução. III . com respectivas disponibilidades de vagas e áreas de conhecimento.Título do Trabalho.Objetivos. RESOLVE: Art. Compete à Coordenação do NPP divulgar os nomes dos professores.outros professores da UFAL. § 4º. escolher o orientador de sua monografia final. com atividade docente em curso jurídico.

no tempo máximo de uma hora. § 1º. Será considerado aprovado o aluno que obtiver média 7. e) conclusão. § 3º. pelo aluno. 4º. desde que o orientador a considere apta para defesa. quando concluí-la. assim desenvolvida: a) até 20 minutos para a apresentação. no que forem aplicáveis. Será permitida a troca de orientador. § 1º. A monografia será defendida pelo aluno perante banca examinadora designada pelo NPP composta por dois membros. A desaprovação possibilitará ao aluno substituir a monografia. Incumbe ao orientador atender periodicamente a seus alunos. o professor estará aceitando sua orientação. b) até 10 minutos para cada arguição. submetendo-se a nova defesa. nos casos definidos pelo NPP. d) desenvolvimento. § 2º. O aluno deverá elaborar a monografia de acordo com as orientações de seu orientador e do NPP. assinada por ele e pelo orientador. antes da defesa. A defesa será pública. até oito anos do ingresso no curso. f) bibliografia. c) introdução. § 2º. O texto do trabalho deverá ser distribuído em no mínimo 30 páginas e no máximo 100 páginas. § 3º. contendo divisão em partes ou capítulos e as notas bibliográficas e.Bibliografia inicial. seguida de até 10 minutos para cada resposta. A banca poderá decidir pela reformulação da monografia. para que seja reformulada.80 VI . . Art. § 4º. em horários que fixar. b) sumário. se houver. tabelas. O orientador poderá decidir pela devolução da monografia. O aluno deverá entregar ao NPP quatro cópias de sua monografia. § 1º. Ao assinar o projeto. § 3º. após sua defesa. A estrutura formal da monografia deve observar os critérios adotados pela ABNT. informando à Coordenação do NPP sobre o andamento dos trabalhos individuais. Art. g) anexos (se houver) § 2º. compondo-se de: a) folha de rosto. 3º.

observará exclusivamente as regras adotadas pela ABNT. com aprovação do orientador. A entrega de uma via do projeto dar-se-á na secretaria do CJUR. de 14 de dezembro de 1995. 6º.Entrega tempestiva da monografia final. A avaliação da disciplina correspondente à elaboração da Monografia Final ou TCC consistirá. II . com as alterações posteriores. e aprovado pelo orientador. 5º.Nota de 0 a 10 atribuída pela banca examinadora ao conteúdo da monografia final e à sua defesa: peso 8. . § 2º. 9º.Entrega tempestiva do projeto. no prazo fixado pelo NPP: peso 1. dar-seá na Secretaria do NPP. 3º. para o Curso de Direito da UFAL. § 1º. 2º. Art. III . observado o disposto no art. aprovada pelo Orientador. 10º. no que concerne à metodologia do trabalho. de: I . observado o art. na escala de 0 a 10. Sala de reuniões. de acordo com as regras da ABNT. O conteúdo da disciplina Metodologia do Trabalho Científico. A carga horária da disciplina equivalente TCC. 8º. Art. 7º. de 80 horas. em 26 de maio de 2003. Esta resolução entra em vigor nesta data. que aporá seu recebimento na via do aluno. será preenchida com o tempo destinado pelo aluno à elaboração do trabalho e a orientação recebida do orientador. A banca examinadora.º 03-CJUR. que aporá o recebimento na via do aluno. Art. § 3º.81 Art. deverá concentrar parte da carga horária ao treinamento da elaboração instrumental do trabalho científico. Art. Revoga-se a Resolução n. no prazo fixado pelo NPP: peso 1. A entrega das vias da monografia final. Art. O CJUR organizará cursos periódicos de atualização de metodologia do trabalho científico para seu corpo docente.