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ISOLADA – COMEÇANDO DO ZERO

Direito Tributário
Josiane Minardi

EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO – Art. 148 CF
1) Guerra externa ou sua iminência e
Calamidade Pública
2) Investimento Público de caráter urgente e
relevância nacional
TAXAS
Art. 78. Considera-se poder de polícia atividade
da administração pública que, limitando ou
disciplinando direito, interêsse ou liberdade,
regula a prática de ato ou abstenção de fato, em
razão de intêresse público concernente à
segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à
disciplina da produção e do mercado, ao
exercício
de
atividades
econômicas
dependentes de concessão ou autorização do
Poder Público, à tranqüilidade pública ou ao
respeito à propriedade e aos direitos individuais
ou coletivos. (Redação dada pelo Ato
Complementar nº 31, de 28.12.1966)
Taxas de Exercício Regular do Poder de
Polícia:
1) Taxa de Alvará
2) Taxa de Fiscalização de Anúncios
3) Taxa de Fiscalização dos Mercados de
Títulos e valores Mobiliários pela CVM (RE
nº 177.835)

3) Taxa de Fiscalização dos Mercados de
Títulos e valores Mobiliários pela CVM
(RE nº 177.835)
4) Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental
(RE nº 416.601)
Para o STF o simples fato de existir um Órgão
estruturado e em pleno funcionamento viabiliza
a exigência de taxa. (RE nº 416.601)
b) Taxa pela utilização Efetiva ou potencial
de Serviço Público Específico E divisível.
Taxas Constitucionais:
1) Taxa de Coleta de Lixo Individual
2) Custas e Emolumentos (ADI 1378)
Cuidado:
1) Taxa de Segurança Pública: Trata-se de
serviço púbico ao qual todos têm direito, nos
termos do art. 144, caput, V e § 5º da CF. Por
essa razão não pode ser remunerada por meio
de taxa e sim por meio de IMPOSTOS.
2) Limpeza Pública: Não pode ser remunerada
por meio de Taxa. É a limpeza dos logradouros
públicos, atrelada a atividades de varrição,
lavagem, capinação, desentupimento de
bueiros.

TAXAS
Art. 78. Considera-se poder de polícia atividade
da administração pública que, limitando ou
disciplinando direito, interêsse ou liberdade,
regula a prática de ato ou abstenção de fato, em
razão de intêresse público concernente à
segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à
disciplina da produção e do mercado, ao
exercício
de
atividades
econômicas
dependentes de concessão ou autorização do
Poder Público, à tranqüilidade pública ou ao
respeito à propriedade e aos direitos individuais
ou coletivos. (Redação dada pelo Ato
Complementar nº 31, de 28.12.1966)
Taxas de Exercício Regular do Poder de
Polícia:
1) Taxa de Alvará
2) Taxa de Fiscalização de Anúncios

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Não se confunde com Taxa de Coleta de Lixa, é
sim constitucional.
Súmula Vinculante 19:
A taxa cobrada exclusivamente em razão dos
serviços públicos de coleta, remoção e
tratamento ou destinação de lixo ou resíduos
provenientes de imóveis, não viola o artigo 145,
II, da Constituição Federal.
Art. 145 CF (...)
§ 2º - As taxas não poderão ter base de cálculo
própria de impostos.
Art. 77 CTN (...)
Parágrafo único. A taxa não pode ter base de
cálculo ou fato gerador idênticos aos que
correspondam a impôsto nem ser calculada em
função do capital das emprêsas.

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. SEJA SOB A CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988. REDAÇÃO DADA PELO ART. ART. Tributo cuja base de calculo coincide com a que corresponde ao imposto de importação.cers. 1. SEJA SOB A CARTA DE 1969. STF – RE 138. Tribunal Pleno. o ensino fundamental público. COMBUSTÍVEIS E MINERAIS DO PAÍS. EMENTA: TRIBUTÁRIO. Súmula 659 STF: É LEGÍTIMA A COBRANÇA DA COFINS. SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES. SEBRAE 2) Contribuições Sociais da Seguridade Social .br Súmula 732 do STF: É CONSTITUCIONAL A COBRANÇA DA CONTRIBUIÇÃO DO SALÁRIO-EDUCAÇÃO. Relator(a): Min. II da CF 2 .ISOLADA – COMEÇANDO DO ZERO Direito Tributário Josiane Minardi OBS: a) Contribuição ao Salário Educação: 1) A Taxa de Licenciamento de Importação. serviços de telecomunicação. 2. Recurso não conhecido. E NO REGIME DA LEI 9424/1996. como prestação subsidiária da empresa aos seus empregados e filhos destes. § 6º da CF respeitam apenas a anterioridade nonagesimal . Fonte de Custeio da Seguridade Social: 1) 2) 3) 4) Importação Receita de Loterias Trabalhador Empregador e Empresa 1) Importação: Art.Nos termos do art. 10 DA LEI 2. 195. da Constituição Federal de 1988. Inconstitucionalidade que se declara do dispositivo legal em referencia. SESI. DERIVADOS DE PETRÓLEO. são ingressos necessariamente direcionados a instrumentar a atuação da União no setor da ordem social. DA LEI N. DO PIS E DO FINSOCIAL SOBRE AS OPERAÇÕES RELATIVAS A ENERGIA ELÉTRICA. foi reconhecida inconstitucional pelo STF pois tinha base de cálculo idêntica do Imposto sobre Importação.690/88. ou seja. A referida taxa ignorou o valor do serviço prestado e adotou como base de cálculo o valor da mercadoria importada. 145. também conhecida como taxa de Expediente. § 2º. DJ 1002-1995 PP-01888 EMENT VOL-01774-07 PP01376 RTJ VOL-00161-01 PP-00358) CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS: São caracterizadas pela sua destinação. o valor da mercadoria importada. (RE 167992. ILMAR GALVÃO. 149.145/53. 7. SESC.com.Nos termos do art. 195. Foi concebida para financiar. em face da norma do art. TAXA DE LICENCIAMENTO DE IMPORTAÇÃO. como adicional. § 7º da CF imunidade para as Entidades de Assistência Social sem fins lucrativos Incidem sobre o faturamento das empresas que realizam operações relativas à energia elétrica. § 5º CF) b) Contribuições ao Sistema S (art. derivados de petróleo.284-8 1) Contribuições Sociais Gerais (aquelas não destinadas à Seguridade) 2) Contribuições de Seguridade Social 3) Outras Contribuições Sociais 1) Contribuições Sociais Gerais: a) Contribuição ao Salário educação (art. julgado em 23/11/1994. combustíveis e minerais. SENAI. par. 240 CF) Características: 1) São de Competência da União 2) São instituídas por lei ordinária e obedecem ao princípio da anterioridade comum www. b) Contribuições do Sistema “S”: São destinadas às entidades privadas de serviços sociais autônomos e de formação profissional. 212. vinculadas ao sistema sindical.

introduzida pela Emenda Constitucional nº 33/2001. 3) Trabalhador (RE 474132. com o escopo de conferir efetividade ao princípio da garantia do desenvolvimento nacional (art. excetuando-se os valores destinados ao Programa de Crédito Educativo. incluindo o doméstico DA CONTRIBUIÇÃO SOBRE A RECEITA DE CONCURSOS DE PROGNÓSTICOS 4) Empregador e Empresa Art.total das importâncias relativas às várias modalidades de jogos. 195.cers. e a finalidade do referido dispositivo constitucional seria a desoneração ampla das exportações.cinco por cento sobre o movimento global de sorteio de números ou de quaisquer modalidades de símbolos. Receitas decorrentes de exportação. I. haja vista a distinção ontológica entre os conceitos de lucro e receita. I. cartões ou quaisquer outras modalidades. estadual. da Constituição também não alcança a Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira (CPMF). Recurso extraordinário a que se nega provimento. subsede ou outra dependência da entidade. II . loterias e apostas de qualquer natureza no âmbito federal. 3º .movimento global das apostas . Abrangência. § 2º.048/99 Contribuições Previdenciárias do trabalhador avulso e do segurado empregado. promovidos por órgãos do Poder Público ou por sociedades comerciais ou civis. § 2º A contribuição de que trata este artigo constitui-se de: Recurso extraordinário.com. 149. deduzidos os valores destinados ao pagamento de prêmios.movimento global de sorteio de números . Constitui receita da seguridade social a renda líquida dos concursos de prognósticos. Imunidade. da Constituição).renda líquida . entende-se como: I . apregoadas para o público no prado de corrida. 7. para sorteio realizado em qualquer condição. mas sobre operações financeiras posteriormente realizadas. GILMAR MENDES. julgado em www. inclusive o de acumulada. de impostos e de despesas com administração. 212. I.renda líquida dos concursos de prognósticos realizados pelos órgãos do Poder Público destinada à seguridade social de sua esfera de governo.o total da arrecadação.cinco por cento sobre o movimento global de apostas em prado de corridas. 212 do Decreto nº 3. Vencida a tese segundo a qual a interpretação teleológica da mencionada regra de imunidade conduziria à exclusão do lucro decorrente das receitas de exportação da hipótese de incidência da CSLL. 149. pois o referido tributo não se vincula diretamente à operação de exportação. apurada com a venda de cartelas. a) Contribuição social patronal sobre a folha de pagamentos. 6. e III . da Constituição.ISOLADA – COMEÇANDO DO ZERO Direito Tributário Josiane Minardi 2) Receita de Loterias Art. 3. Contribuições sociais. A exação não incide sobre o resultado imediato da operação. § 3º Para o efeito do disposto no parágrafo anterior. Relator(a): Min. b) Contribuição ao PIS/PASEP c) Contribuição sobre o lucro líquido (CSLL) d) Contribuição para financiamento da Seguridade Social (COFINS) § 1º Consideram-se concurso de prognósticos todo e qualquer concurso de sorteio de números ou quaisquer outros símbolos.br 3 . Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira (CPMF). pois o conceito de lucro pressuporia o de receita. do Distrito Federal ou municipal. 4. § 2º. III da CF e art. não alcança a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). A imunidade prevista no art. 8. II . I . Tribunal Pleno. 2. e III .o total da receita bruta. A norma de exoneração tributária prevista no art.

DJe 05/03/2013) OBS1: O STJ entendeu que não há base legal para cobrança de IPTU de quem apenas se utiliza de servidão de passagem de imóvel alheio. OBS 2: Há entendimento doutrinário no sentido de que o superficiário também poderá figurar como contribuinte. SEGUNDA TURMA. PROCESSUAL CIVIL. Ministro HUMBERTO MARTINS. SÚMULA 284/STF. Rel. in casu. Rel. ou plantar em seu terreno urbano ou rural.228 do Código Civil é quem tem a faculdade de usar. VIOLAÇÃO DO ART. 1. p. haja vista que é possuidor por relação de direito pessoal. julgado em 26/6/2012. Primeira Turma. AgRg no REsp 1205250/RJ. Não é a posse direta do locatário. 32 a 34 do CTN Critério Material: Ser Proprietário de Imóvel Urbano Proprietário nos termos do art. ALEGAÇÃO GENÉRICA.) 2. DJe-231 DIVULG 30-11-2010 PUBLIC 01-12-2010 EMENT VOL-02442-01 PP-00026) administrador de bem de terceiro. mediante escritura 4 .Imposto Predial e Territorial Urbano. do arrendatário de terreno. 8ª Edição . 2 – o mero detentor. barracas de camping e banca de jornal. pleno ou não. O contribuinte da exação é o proprietário do imóvel. do www. Luiz Fux. sendo possuidor do imóvel como simples detentor de coisa alheia. "Não é qualquer posse que deseja ver tributada. gratuita ou onerosamente.371. e o direito de reavê-la do poder de quem quer que injustamente a possua ou detenha. 34 do CTN). MERO ADMINISTRADOR. AUSÊNCIA DE IDENTIDADE ENTRE CESSIONÁRIO E CONTRIBUINTE. quiosques. o titular do seu domínio ou seu possuidor a qualquer título (art. como sendo todo aquele que tem de fato o exercício. IPTU. TRIBUTÁRIO. Não são considerados Contribuintes: 1 – Cessionário de uso de bem público. julgado em 14/08/2012.cers. gozar e dispor da coisa." (in Curso de Direito Tributário.ISOLADA – COMEÇANDO DO ZERO Direito Tributário Josiane Minardi 12/08/2010. CONCESSÃO DE USO. O fato gerador do IPTU. conforme dispõe o art.(REsp 1327539/DF. Código Civil) Superfície é o direito real pelo qual o proprietário concede por tempo determinado ou indeterminado. TLP.. (AgRg no REsp 1350801/DF. Rel. Cesar Asfor Rocha. 156. 2. Agravo regimental improvido. uma vez que responde pelos encargos e tributos que incidirem sobre o imóvel (art. de algum dos poderes inerentes à propriedade (art. Coodenador Ives Gandra da Silva Martins. aquele que conserva a posse em nome de outrem e em cumprimento das ordens deste. 3. é a propriedade. arrendatário e comodatário 5 – Contrato de direito real de concessão de uso. 32 do CTN. I da CF e Arts. a outrem o direito de construir. SEGUNDA TURMA. NÃO INCIDÊNCIA DO TRIBUTO. não exercendo animus domini. AUSÊNCIA DE ANIMUS DOMINI. A jurisprudência do STJ é pacífica no sentido de que somente a posse com animus domini é apta a gerar a exação predial urbana. Segunda Turma. (.196 do Código Civil). que apenas possui a qualidade de administrador de bens de terceiros. o cessionário do direito de uso não é o contribuinte do IPTU e da TLP. 1. 1. 3 – o usuário e o titular de direito de habitação 4 – Locatário. DJe 7/8/2012.com. CONTRIBUINTE. Ministro HUMBERTO MARTINS.). IPTU – Art. CONDOMÍNIO. ou seja. 1. 6 – Circos. DJe 16/11/2010.br TRIBUTÁRIO. 535 DO CPC. Min. Min. julgado em 26/10/2010.Recurso especial improvido. A posse prevista no Código Tributário como tributável é a de pessoa que já é ou pode ser proprietária da coisa.4. IPTU. o que não ocorre com o condomínio. do usuário ou habitador (uso e habitação) ou do possuidor clandestino ou precário (posse nova etc. Nos termos da jurisprudência do STJ.736/737). julgado em 21/02/2013. RELAÇÃO DE DIREITO PESSOAL. DJe 20/08/2012) A posse deflui do conceito de possuidor. Rel.. o domínio útil ou a posse. do comodatário. Precedentes: AgRg no AREsp 152437/DF. IMÓVEL PERTENCENTE À UNIÃO.

br (. IPTU. 1. por si só. que trata do fato gerador do tributo. Cuida-se de um ônus a ser suportado. RESTITUIÇÃO DE INDÉBITO. LEGALIDADE. responsável pelo seu pagamento. conjuntamente com o proprietário do imóvel. Na verdade.6. USUFRUTUÁRIO. DJe 14/05/2012) OBS 4: Entende-se que o usufrutuário é contribuinte porque tem direito a posse. a limitação de fração da propriedade urbana por força do reconhecimento de área de preservação permanente. Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES.. RESTRIÇÃO À UTILIZAÇÃO DE PARTE DO IMÓVEL QUE NÃO DESNATURA A OCORRÊNCIA DO FATO GERADOR DO TRIBUTO. como ocorre. houver pago parcelas contratuais e se encontrar habilitado a lavrar escritura ou promover a adjudicação compulsória.No que se refere à legitimidade do usufrutuário para questionar a cobrança de IPTU. 535 DO CPC. IPTU. LIMITAÇÃO DE NATUREZA RELATIVA. julgado em 06/04/2006. no caso dos autos. INCIDÊNCIA SOBRE ÁREA DE IMÓVEL URBANO DENOMINADA ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE. Rel. 1ª Seção. LEGITIMIDADE PASSIVA DO POSSUIDOR (PROMITENTE COMPRADOR) E DO PROPRIETÁRIO (PROMITENTE VENDEDOR). 543-C do CPC).SUPOSTA OFENSA AO ART. DJe de 18.. para esta 5 . (. o que não gera o cerceamento total da disposição. PRIMEIRA TURMA. 137) OBS 5: Quem sendo contribuinte e esbulhado na posse pelo próprio Município.551/SP. nas desapropriações. p. CONTRATO DE PROMESSA DE COMPRA E VENDA DE IMÓVEL. www. Min. não fica caracterizada ofensa ao art. Agravo regimental não provido.2009 — recurso submetido à sistemática prevista no art.1. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO. TRIBUTÁRIO. (CC.2. utilização ou alienação da propriedade. Rel. ESPECIAL EFICÁCIA VINCULATIVA DO ACÓRDÃO PROFERIDO NO RESP 1. "A jurisprudência desta Corte Superior é no sentido de que tanto o promitente comprador (possuidor a qualquer título) do imóvel quanto seu proprietário/promitente vendedor (aquele que tem a propriedade registrada no Registro de Imóveis) são contribuintes responsáveis pelo pagamento do IPTU" (REsp 1. Súmula 399 STJ: Cabe à legislação municipal estabelecer o sujeito passivo do IPTU. PROPRIEDADE. não está obrigado a recolher o tributo até nela ser reintegrado por sentença judicial. não há falar em solidariedade passiva no tocante ao IPTU quando apenas o usufrutuário é quem possui o direito de usar e fruir exclusivamente do bem. DJ 04/05/2006. LEGITIMIDADE.. nada tem de obscuro o aresto que entendeu encontrar-se o acórdão recorrido encontra-se em consonância com o entendimento desta Corte acerca do assunto.110. pois. Aliás. não conduz à violação do artigo 32 do CTN. art.ISOLADA – COMEÇANDO DO ZERO Direito Tributário Josiane Minardi pública. a exemplo do que se tem feito no tema envolvendo o ITR sobre áreas de preservação permanente. porquanto. administração e percepção dos frutos do imóvel. O não pagamento da exação sobre certa fração da propriedade urbana é questão a ser dirimida também à luz da isenção e da base de cálculo do tributo.551/SP. art. por exemplo. Mauro Campbell Marques. SEGUNDA TURMA. (Resp nº 117.617/RS. O promitente comprador será contribuinte se se tratar de promessa irretratável de venda.cers. julgado em 08/05/2012. Não havendo no acórdão recorrido omissão.3..041/RJ.) II . INEXISTÊNCIA DE VÍCIO NO ACÓRDÃO RECORRIDO. Rel. uso. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL.com.895) OBS 6: Área de Preservação Permanente Ambiental e o IPTU LOTEAMENTO. TRIBUTÁRIO. 1. RECURSO ESPECIAL. AUSÊNCIA DE LEI ISENTIVA. devidamente resgistrada no Cartório de registro de Imóveis. OBSCURIDADE. nas hipóteses de usufruto de imóvel.) (EDcl no AgRg no REsp 698.370 e Estatuto da Cidade. 535 do CPC. PROCESSUAL CIVIL. 4. pois poderá haver exploração da área mediante prévia autorização da Secretaria do Meio Ambiente do município.257/01) OBS 3: O promitente comprador pode ser considerado contribuinte do IPTU. Ministro FRANCISCO FALCÃO.(AgRg no AREsp 114. 21 – Lei nº 10.369.110. a limitação não tem caráter absoluto. INOCORRÊNCIA. obscuridade ou contradição.

"a" e "b". Art 15. A recorrente demonstra mero inconformismo em seu agravo regimental que não se mostra capaz de alterar os fundamentos da decisão agravada. 3.escola primária ou posto de saúde a uma distância máxima de 3 (três) quilômetros do imóvel considerado. MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO PRETO. INCIDÊNCIA. dos cinco melhoramentos do § 1º do Art. mesmo que localizados fora das zonas definidas nos termos do parágrafo anterior. observado o requisito mínimo da existência de melhoramentos indicados em pelo menos 2 (dois) dos incisos seguintes. Agravo regimental não provido.172.rede de iluminação pública. O disposto no art. Rel. julgado em 18/03/2010. sobre a propriedade predial e territorial urbana tem como fato gerador a propriedade. III . seja utilizado em exploração extrativa vegetal.com.abastecimento de água. Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES.sistema de esgotos sanitários. PRIMEIRA TURMA. IMÓVEL SITUADO EM ÁREA URBANA DESPROVIDA DE MELHORAMENTOS. II . O imposto. Ministro BENEDITO GONÇALVES. destinados à habitação. não abrange o imóvel de que. 32. TRIBUTÁRIO.794/SP. 32. 31. comprovadamente. da Lei 9. 1. 15 do Decreto-Lei nº 57/66. de competência dos Municípios. mesmo que não contenha os melhoramentos previstos no art. SÍTIO RECREIO. 2. IPTU. Rel.172/66.ISOLADA – COMEÇANDO DO ZERO Direito Tributário Josiane Minardi situação. II. (AgRg no REsp 783. § 1º. sôbre o mesmo. ou de expansão urbana. à www. § 1º Para os efeitos deste imposto.br indústria ou ao comércio. § 2º A lei municipal pode considerar urbanas as áreas urbanizáveis. agrícola. (REsp 1128981/SP. com ou sem posteamento para distribuição domiciliar. no mínimo. DESNECESSIDADE. pecuária ou agro-industrial. Exceção: Destinação nos termos do art. A jurisprudência desta Corte é pacífica no sentido de que é legal a cobrança do IPTU dos sítios de recreio. incidindo assim. § 1º. V . AGRAVO REGIMENTAL. definida pela Lei Municipal – Necessária a existência de dois. como definido na lei civil. localizados em zona de expensão urbana definida por legislação municipal. por exemplo. há lei federal permitindo a exclusão de áreas da sua base de cálculo (artigo 10. construídos ou mantidos pelo Poder Público: I . DJe 08/02/2010).cers. localizado na zona urbana do Município. DJe 25/03/2010) Imóvel Urbano: Regra Geral: Localização: Zona urbana. Art. 32 da Lei nº 5. de 25 de outubro de 1966. com canalização de águas pluviais. o ITR e demais tributos com o mesmo cobrados.393/96). do CTN. entende-se como zona urbana a definida em lei municipal. 2) Critério Temporal: 1º de janeiro de todo ano 6 . § 1º. do CTN c/c arts. 32 do CTN. julgado em 15/12/2009. IV . nos termos do arts. constantes de loteamentos aprovados pelos órgãos competentes. o domínio útil ou a posse de bem imóvel por natureza ou por acessão física. 14 do Decreto-lei nº 57/66 e 29 da Lei 5.meio-fio ou calçamento. SEGUNDA TURMA.

156. Nos tributos sujeitos a lançamento de ofício. (. § 4º. 1. PRESUNÇÃO DE NOTIFICAÇÃO QUE SE AFASTA MEDIANTE COMPROVAÇÃO DO CONTRIBUINTE. Parágrafo único.com... Rel.. I da CF (permitida apenas após EC nº 29/2000) É INCONSTITUCIONAL A LEI MUNICIPAL QUE TENHA ESTABELECIDO. IPTU. no imóvel.256/SP..111.124-PR (ART. QUE NÃO POSSUA OUTRO.124-PR.ISOLADA – COMEÇANDO DO ZERO Direito Tributário Josiane Minardi 3) Critério Espacial: Súmula 539 STF: Município de Localização do Bem 4) Critério Pessoal: Sujeito Ativo: Município da situação do bem Sujeito Passivo: Proprietário do bem É CONSTITUCIONAL A LEI DO MUNICÍPIO QUE REDUZ O IMPOSTO PREDIAL URBANO SOBRE IMÓVEL OCUPADO PELA RESIDÊNCIA DO PROPRIETÁRIO. 182. SEGUNDA TURMA. NOTIFICAÇÃO. EXECUÇÃO FISCAL. PRESCRIÇÃO QUINQUENAL. julgado em 27/11/2012. para efeito de sua utilização. SALVO SE DESTINADA A ASSEGURAR O CUMPRIMENTO DA FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE URBANA. LANÇAMENTO DE OFÍCIO. 1. exploração.. aformoseamento ou comodidade. 33. O Recurso Especial n. APLICAÇÃO DO RESP "REPETITIVO" N. como no caso do IPVA e IPTU.) 3. ALÍQUOTAS PROGRESSIVAS PARA O IPTU. IPTU.) Súmula nº 668 – STF É INCONSTITUCIONAL A ADICIONAL PROGRESSIVO PREDIAL E TERRITORIAL FUNÇÃO DO NÚMERO DE CONTRIBUINTE. (. FIXAÇÃO DE DO IMPOSTO URBANO EM IMÓVEIS DO (AgRg no AREsp 246. DJe 04/12/2012) PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTÁRIO.cers.br TRIBUTÁRIO E PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. 1. a partir desta. A base do cálculo do imposto é o valor venal do imóvel. iniciando. Súmula nº 589 STF: www. não se considera o valor dos bens móveis mantidos. II Art. Ministro HUMBERTO MARTINS.). 174 do Código Tributário Nacional. conforme a 7 . b) Alíquotas Progressividade: Art. (.111. ANTES DA EMENDA CONSTITUCIONAL 29/2000. a constituição do crédito tributário perfectibiliza-se com a notificação ao sujeito passivo. TERMO A QUO. nos termos do art. 543-C DO CPC). O contribuinte do IPTU é notificado do lançamento pelo envio do carnê ao seu endereço. Na determinação da base de cálculo. 5) Critério Quantitativo Súmula 397 do STJ: a) Base de Cálculo: Art. em caráter permanente ou temporário.. o termo a quo para a contagem do prazo prescricional quinquenal para a execução fiscal. representativo de controvérsia.

cers. DJ 16/5/2005.129. DJ 24/2/2003. DJ 18/10/2007. (Informativo STJ .472-SP. AgRg no REsp 885.ISOLADA – COMEÇANDO DO ZERO Direito Tributário Josiane Minardi sistemática do art. e REsp 325. É proibida a inovação de tese recursal em sede de agravo regimental. 5. (AgRg no AREsp 91.938-RJ. se há provas de que o carnê não foi entregue (ônus de prova pelo contribuinte). salvo quando aquela detém a posse mediante relação pessoal. AgRg no Ag 878.903-MGRel.332-RJ. REsp 696. DJe 1º/7/2009. cabendo ao contribuinte o ônus de provar que não o recebeu. necessário se faz sua notificação.nº 506) www. DJe 6/8/2009. Min. julgado em 13/11/2012.br 8 .121.com. que se presume com a entrega do carnê do IPTU. julgado em 9/10/2012. Rel. Ministro BENEDITO GONÇALVES. AgRg no Ag 1.353-RJ. Agravo regimental não provido. Implicando. Min.337. PRIMEIRA TURMA. a nulidade da execução fiscal. AgRg no . sufragou o entendimento nesta Corte acerca da necessidade da notificação do contribuinte. nos termos do art. 6. 543-C do CPC.888-RJ. DJe 29/10/2009. REsp 1. sem animus domini. sua ausência. Rel.489-SP. DJe 22/11/2012) O IPTU é exigível de cessionária de imóvel pertencente à União. Portanto. Castro Meira.127/PR. Precedentes citados: AgRg no REsp 1. 142 e 145 do CTN. 4.

com.br 9 .cers.ISOLADA – COMEÇANDO DO ZERO Direito Tributário Josiane Minardi www.