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1.

Introdução
2. Estrutura Geral
2.1. Entendendo os módulos e a interação entre cada um deles – Visão geral;

Lançamento Estrutural
CAD/Formas

Análise Estrutural
Grelha – TQS
Pórtico – TQS

Dimensionamento, Detalhamento e Desenho
CAD/Lajes
CAD/Vigas
CAD/Pilar
CAD/Fundações

Sistemas Especializados
Escadas – TQS
SISEs (Sistema de Interação Solo – Estruturas)
CAD/AGC&DP (Desenho Genérico de Concreto Armado e Desenho Paramétrico)
CAD/Alvest
TQS PREO
CAD/Lajes Protendidas (módulo complementar ao CAD/Lajes)

Plotagem

Ferramentas
Tarefas do Projeto
Compactar ou Restaurar
SCP
Importar ou Exportar

2. Organização dos arquivos e estruturação das pastas. • • Principais pastas: TQS e TQSW Importância da pasta TQSW .2.

Térreo – determinará que o vento irá atuar deste pavimento para cima. Criando Novo Edifício 3. sempre clicar nos botões “Atualizar Dwg” e depois em “Salvar Dwg” para manter o corte esquemático atualizado. Duplex – quando há a necessidade de repetir “n” vezes uma dupla de pavimentos diferentes entre si. Triplex . b) Inserir o nível do primeiro pavimento da edificação no botão “Avançado”. por exemplo. d) Preencher o campo “Título Opcional”. c) Preencher o campo “Prefixo de Plantas” com código interno da RKS do pavimento. Dica: Nos pavimentos tipo com repetição. de acordo com o modelo a ser utilizado para cada pavimento. . Dicas e cuidados (listados por cada aba).3.1. por exemplo. mas isso não significa que não podemos lançar elementos de fundações em outros pavimentos. O programa ira incrementar a numeração dos demais tipos automaticamente. • Gerais a) Preencher o campo “Prefixo de Plantas” com o código interno da RKS da obra. Nunca colocar texto no formato “Tipo 2 ao 9”.quando há a necessidade de repetir “n” vezes um trio de pavimentos diferentes entre si. • Modelo a) Escolher entre os modelos IV ou VI b) Escolher pelo método do GamaZ ou P-Delta para análise global de 2ª ordem (default = GamaZ) • Pavimentos a) As classes dos pavimentos que merecem atenção: Fundação – deverá sempre ser o primeiro pavimento do edifício. deixar o título no formato ”Tipo 2”. escolher entre “Grelha de Lajes Nervuradas” ou “Grelha de Lajes Plana”. b) No botão “Modelo Estrutural”. c) Preencher comentários pertinentes no campo “Descrição do Projeto”. Este texto será o apresentado nos detalhamento dos pilares. e) Após criação ou edição dos pavimentos.

que por default vem desmarcado. . b) No botão “Avançado” de Sobrecargas.• Cargas a) Entrar no botões “Avançado” nas Cargas Permanentes. adequar fatores de redução das cargas acidentais de acordo com o uso do edifício. Sobrecargas e Vento para habilitar ponderador favorável.

separando-os por layers diferentes.4. .dwg (tipo TQS).1. limpar desenhos de arcos (principalmente os que aparecem em portas). d) No que for possível.dwg (tipo CAD) para . c) Deixar todos os pavimentos dentro do mesmo arquivo. sem preocupação com escalas. Arquivos de referencia 4. Inserindo no sistema TQS a) Converter o arquivo . b) Definir origem do desenho. Na aba “Plotagem”. 4.2. b) Copiar este arquivo para cada pasta de cada pavimento do edifício criado. realizar a sequencia “Converter – DWG-ACAD para DWG-TQS”. Como preparar arquivo no sistema CAD (AutoCAD / ZwCAD) a) Manter medidas do desenho em cm.

se acostumar com os comandos padrões do programa para unificar a linguagem RKS-RKS e RKS-SuporteTQS. Dicas a) “Shift” funciona como um ativador temporário do sistema ortogonal. b) Na aba “Editar”. Na caixa do canto inferior direito. definir entre as opções de apoio. sendo possível copiar e colar qualquer elemento sem restrição. Pilares a) Dentro dos dados atuais do pilar. Modelador Estrutural 5. clicar em “Tudo” para que a captura funcione em todos os elementos. utilizar a aba “Plantas/Seções” dentro dos dados atuais do pilar. seguir os passos “Níveis – Alterar”. e) Apesar de o programa oferecer a edição dos comandos de atalho. h) Comandos auxiliares de captura podem ser acumulados.3.5. que existe exatamente para esse fim. d) Na aba “Arquivos”. c) Quando quiser realizar um desenho de referencia para que fique permanente. selecionar o arquivo de referencia. apagar elementos sem ordem préestabelecida. b) Utilizar o modo “Orto Inclinado” quando necessário.1. .2. clicar em “Propriedades” e definir o “Fator de escala” para definir a escala em que a fôrma será trabalhada. 5. f) Tirar proveito das ferramentas de Filtro e Filtro Avançado. utilizar o próprio arquivo de arquitetura ou o Rascunho. d) Tirar proveito da flexibilidade na manipulação dos elementos estruturais. g) Nunca esquecer que o TQS trabalha muito com menus dinâmicos. Para realizar alterações de seções entre lances ou definir pavimentos em que nasce e morre. 5. na aba “Modelo”. deixar ligados os layers de interesse. b) O pilar sempre será um elemento único entre todos os pavimentos. c) No botão “Modos de Captura”. Assim que selecionado. Primeiros passos a) Inserir os arquivos de referencia em todos os pavimentos. não sendo necessário lançá-lo em cada pavimento individualmente.

é possível lançar todos os demais automaticamente mantendo os espaçamentos configurados mesmo entre lajes diferentes.6. .4. b) A maneira mais segura de trabalho ainda é manter todas as lajes engastadas entre si por default e rotular ou tratar cada vínculo individualmente no modelador estrutural. Cuidado ao rotular uma laje e desejar desfazer o comando e retomar o engastamento. Inserindo um elemento. Vigas a) Dentro dos dados atuais da viga. 5. pois auxilia na produtividade do lançamento da estrutura. utilizar os comandos de inserção/distribuição de formas para ganho de produtividade. 5. Lajes a) Em lajes nervuradas.5. na aba “Intersecção”. Fundações a) Não é possível elevar a cota do topo do bloco em relação ao pavimento. utilizar estes recursos para ajustes necessários no modelo. b) Utilizar o comando “Viga x Viga”.5.

Processamento Global 6. Para analisar a geração do modelo de grelha e caso queira realizar alguma alteração manualmente.4. Utilizar visualizadores de pórticos e grelhas para análise de esforços.5. Plantas de Fôrmas a) A planta gerada será a mesma que a configurada no Modelador Estrutural em visualização. Médio e Grave. classificados em Leve. levando esse resultado para a tabela de planta de cargas.2.1. Processamento de Planta de Cargas a) Cuidado: o programa leva em consideração os sinais de positivo e negativo na interpretação de esforços máximos e mínimos. Processamento 6.6.dxf.3. Ex: Se num mesmo pilar ocorrem duas combinações que resultam em dois valores de momentos fletores Mx1=5tf. c) Sempre copiar e colar os desenhos tendo a origem do desenho como referencia.dwg 6. processar “Extração de Dados do Modelo Estrutural” com o pavimento em questão selecionado. d) O AutoCAD ainda se mostra mais eficiente para desenhos de fôrmas. b) No Grelha-TQS processar a “Geração do Modelo” e selecionar todos os itens caso queira transferir os esforços deste processamento para dimensionamento de Lajes e Vigas posteriormente. Verificar relatório “Estabilidade Global” no Pórtico-TQS. 6.m e Mx2=30tf. acessar o arquivo GRExxxx. Em caso contrário. basta acessar a listagem do processamento. b) É possível gerar tabela em Excel da planta de cargas. ele interpretará que 5 é maior que -30. Fôrmas. copiar e colar em planilha. Análise dos Resultados a) b) c) d) Avaliar resultados com erros.dwg(TQS) para .m. Processamento de Pavimentos Isolados a) No CAD/Formas. 6. b) Converter arquivo . . não selecionar as duas opções de transferência de esforços.

por metro ou por metro de seção) para ser comparado adequadamente com resultados apresentados diretamente na grelha.7. CAD/Lajes a) Acessar os parâmetros de visualização e na aba “Faixa de esforços” no campo “Comparar diferença de armaduras”. mas tomar cuidado que ocorrem bugs com frequência. e) A visualização das faixas amarelas pode ser utilizada para controle de edição. ele irá automaticamente reinicializar a edição DAS FAIXAS mesmo que a opção de detalhamento esteja desabilitada. Rosa: Faixas homogeneizadas de acordo com critérios. i) Ao visualizar os esforços. g) Trabalhar primeiramente com a edição das faixas e após finalizadas realizar a geração das armaduras. selecionar a unidade de momentos (por barra. b) Certificar que os esforços que alimentam os módulos de detalhamento estão atualizados em relação ao modelo atual. b) Ainda nos parâmetros de visualização na aba “Diagramas” no campo “Envoltória” selecionar “somente máximos”. j) Ao passar para o Editor Gráfico. c) Atentar sempre para as configurações utilizadas para a homogeneização das faixas. d) Cores das faixas: Verde: são faixas originadas do dimensionamento direto da barra de grelha. .1. selecionar “com diagramas”. Dimensionamento e Detalhamento 7. Geral a) Em todos os módulos sempre trabalhar primeiramente no “Editor de Esforços e Armaduras” e somente depois de finalizadas as análises e alterações de detalhamento trabalhar no “Editor Gráfico”. 7. alimentá-lo com o desenho das fôrmas finalizado e limpo para servir de base para o detalhamento das lajes.2. A lógica do comando: faixas em azul estão com armadura maior que a necessária e em vermelho com deficiência. pois o Editor Gráfico na V16 é limitado e qualquer edição pode tornar-se demorada. h) Editar os desenhos das armaduras no que for possível ainda no Editor de Esforços e Armaduras. Amarelas: Editadas no Editor Gráfico. k) Cuidado: ao reprocessar a grelha do pavimento por qualquer motivo. f) O comando “Armadura efetiva x Armadura calculada” é interessante.

Quando um pavimento possui repetição. Para igualar vigas utilizar o comando “Equivalência de Vigas”. utilizar o comando “Dados de Vigas”. . g) Executar o máximo de comandos de verificação e adaptação de detalhamento no “Editor de Esforços e Armaduras”.7. e) Para a verificação de pilares que não passaram é necessário impor armaduras ou alterar seção diretamente no Editor Rápido de Armaduras. e) Executar o máximo de comandos de verificação e adaptação de detalhamento no “Editor de Esforços e Armaduras”. d) Para alterar a disposição e bitolas das seções dos pilares. CAD/Vigas a) b) c) d) Para dimensionar um grupo de vigas. f) Após finalizada as analises e alterações de detalhamento.4.3. f) Cuidado: a nomenclatura dos arquivos de detalhamento esta diretamente ligada ao número de lances que o pilar apresenta. Isso pode gerar problemas caso seja necessário criar alguma revisão para inclusão de algum pavimento no arquivo de cálculo. CAD/Pilar a) Certamente o módulo mais “amarrado” de todo o programa. É mais seguro detalhar todos os pilares separadamente.5. h) Após finalizada as analises e alterações de detalhamento. b) No comando “Relatórios”. c) O Comando “Equivalência de Pilares” não se mostra eficiente. utilizar o comando de “Subprojeto de Vigas”. Para impor armaduras longitudinais. Cuidar muito em momentos de edições e reprocessamentos da estrutura. CAD/Fundações a) Utilizar o Editor de Esforços e Armaduras para adequar detalhamentos e finalizá-lo no Editor Gráfico. as vigas são calculadas levando em conta a envoltória dos esforços automaticamente. visualizar “Resumo do Detalhamento”. finalizar edição no Editor Gráfico. recomenda-se utilizar o comando “Bitolas/Área de Armadura”. onde são apresentados vários dados de cada lance do pilar. 7. 7. finalizar edição no Editor Gráfico.

Sistemas Especializados 9. 10. Plotagem a) Antes de iniciar qualquer prancha.1. b) Importar e Exporta: utilizada para exportar arquivo a ser alimentado no Revit. É preciso enviar em arquivo separado. b) Lembrar que no TQS é obrigatório que cada prancha tenha um número único no projeto. Desta forma um novo arquivo é criado contemplando os dados fornecidos. Ferramentas a) SCP: utilizado para compartilhamento de um mesmo edifício. d) Utilizar o sistema CEP (Controle de Emissão de Plantas) para organizar arquivos e suas revisões. Em seguida. . f) Cuidar para sempre deixar a pasta da árvore de edifício corretamente selecionada ao criar as pranchas. c) Todos os desenhos são apresentados na prancha com viewports (tanto desenhos de detalhamento como tabelas de aço e selo). CAD/AGC&DP a) Necessário carregar o arquivo da biblioteca para alimentar com os dados solicitados. Elas serão armazenadas na pasta selecionada. Portanto qualquer edição nesses arquivos irá alterar seu detalhamento na prancha automaticamente.8. 9. basta processar o arquivo gerado criando assim o desenho. configurar padronização de nomenclatura de arquivos.PLT. Para utilizá-lo é obrigatório gerar as pranchas em formato . e) Resumo de volume de concreto não é gerado nas pranchas.