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ÉTICA
EXAME DE SUFICIÊNCIA CONTÁBIL
Esta apostila é destinada aos Técnicos e Bacharéis em contabilidade
que irão prestar o Exame de Suficiência Contábil. A sua distribuição é
gratuita em qualquer website desde que se cite a origem e o link:
http://suficienciacontabil.com.br.
É permitida a cópia sem restrição.
Desde o reinício do Exame de Suficiência Contábil em 2011, a matéria
Ética tem sido cobrada de forma regular - 3 questões por exame, ou seja,
6% da pontuação total da prova. Pode parecer pouco, mas estes pontos
podem ser fundamentais para definir a aprovação de um candidato e o
estudo desta matéria não pode ser negligenciado. Ainda mais por possuir
um assunto razoavelmente fácil. A prova de Ética no exame do CRC se
baseia principalmente nas legislações:
- Resolução CFC 803/96
- Resolução CFC 1370/2011
- Decreto Lei n.º 1.040/69
- Decreto-Lei n.º 9.295/46
- NBC PG 100
A Resolução 803/96 trata do Código de Ética Profissional do
Contador. De leitura fácil, mais de 90% das questões do exame se baseiam
nesta legislação.
A Resolução 1370/2011 só foi cobrada no Exame de Suficiência
Contábil 2014.1 e em apenas uma questão. Por fim, tanto o Decreto-Lei
1.040/69 como o 9.295/46, nunca foram cobrados no Exame de Suficiência
Contábil. O último exame (2014.2) cobrou duas questões da NBC PG 100.
Então, conforme o histórico de Exames, foque o estudo na Resolução CFC
803/96, mas não deixe de ler as demais legislações.
A apostila está dividida em três partes:
PARTE I – QUESTÕES: Todas as questões de Ética que já foram cobradas
nos Exames de Suficiência Contábil Gabarito.

PARTE II – Legislação Grifada: Possui a Resolução 803/96 com os grifos
das partes principais – todo trecho que já foi cobrado no Exame de
Suficiência está destacado em negrito e sublinhado.

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PARTE III – Legislações Pura – Toda a Legislação de Ética cobrada no
Exame de Suficiência Contábil.

Desejo muito sucesso a todos que irão prestar o Exame de Suficiência
Contábil. Tenho certeza que esta apostila irá auxiliá-los e garanto que, para
a matéria Ética, vocês não precisarão de nenhum outro material além deste.
Cadastre-se no Suficiência Contábil e obtenha gratuitamente novas
apostilas e atualizações.
Um grande abraço,

Érico Almeida
SuficienciaContabil.com.br - Tudo sobre o Exame do CFC

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ÍNDICE
PARTE I
Questões................................................................................4
Gabarito................................................................................15

PARTE II
Resolução 803/96 – Código de Ética Profissional do Contador
GRIFADA...............................................................................16

PARTE III
Resolução CFC 803/96– Código de Ética Profissional do
Contador...............................................................................26
Resolução CFC 1370/2011 – Regulamento Geral dos Conselhos de
Contabilidade..........................................................................36
Decreto Lei n.º 1.040/69 - Dispõe sobre os Conselhos Federal e
Regionais de Contabilidade, regula a eleição de seus membros, dá
outras providências.............................................................54
Decreto-Lei n.º 9.295/46 - Cria o Conselho Federal de
Contabilidade, define as atribuições do Contador e do Guarda-livros, e
dá outras providências ...........................................................57
NBC PG 100..........................................................................67

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Os clientes foram contatados um a um. Em razão de sua aposentadoria. qualquer que seja o porte da empresa.1) Um contabilista. o contabilista poderá ser penalizado por infração legal ao exercício da profissão. mas não consiste em infração ao disposto no Código de Ética Profissional do Contabilista. (2011. c) Cassação do exercício profissional. resolve elaborar a escrituração contábil em regime de caixa. recusou-se a assumir o trabalho por não se achar capacitado. 3. indicado pelo juiz para atuar em uma questão relativa auma dissolução de sociedade. o contabilista transferiu seus contratos de serviço para seu genro. também contabilista. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. caso a empresa em questão seja uma microempresa. a) Advertência pública. I. d) não consiste em infração ao disposto no Código de Ética Profissional do Contabilista. Para cada cliente captado.1) Conforme a legislação vigente que regula o exercício profissional. e se manifestaram de acordo com a mudança. 2. assinale a opção CORRETA. d) Suspensão temporária do exercício da profissão. mas está em desacordo com os Princípios de Contabilidade. analise as situações hipotéticas apresentadas nos itens abaixo e.1) Com relação ao comportamento dos profissionais da Contabilidade. por telefone. b) está em desacordo com os Princípios de Contabilidade.SuficienciaContabil. (2011. III.4 PARTE I Questões dos Exames de Suficiência Contábil 1. A atitude do contabilista: a) está em desacordo com os Princípios de Contabilidade e consiste em infração ao disposto no Código de Ética Profissional do Contabilista. II. Assinale a opção que NÃO corresponde à penalidade ético-disciplinar aplicável.(2011. c) não consiste em infração ao disposto no Código de Ética Profissional do Contabilista e está em conformidade com os Princípios de Contabilidade. qualquer que seja o porte da empresa. b) Advertência reservada.com. em seguida. em razão do enquadramento de empresa cliente em regime de tributação simplificado. Um contabilista iniciante contratou um agenciador de serviços para atuar na captação de clientes.br . o agenciador irá receber 1% dos honorários acertados. Um perito-contador. caso a empresa em questão seja uma microempresa.

2) Com relação à determinação do valor dos serviços profissionais. Um contabilista pratica preços diferenciados para um mesmo tipo de serviço.SuficienciaContabil. levando em conta se o cliente é eventual. Um contabilista estabelece honorários em contratos por escrito. estimativa de horas para realização do trabalho e local onde o serviço será realizado. (2011. d) O profissional da Contabilidade poderá requerer desagravo público ao Conselho Regional de Contabilidade. Com essa estratégia. quando atingido. O preço estabelecido em cada um dos contratos levou em conta o seguinte critério: o cliente pagará honorários correspondentes a 40% aos honorários pagos ao profissional da Contabilidade que atendia anteriormente ao cliente.2) Em relação às sanções éticas previstas pelo Ética Profissional do Contador. apenas. habitual ou permanente. pode ser considerada como agravante ação cometida que resulte em ato que denigra publicamente a imagem do profissional da Contabilidade. Código de a) Na aplicação das sanções éticas. d) II e III. 5. julgue as situações hipotéticas apresentadas nos itens abaixo e. b) Na aplicação das sanções éticas. preocupado em ampliar a sua base de clientes. II e III. 4.br . c) I. no exercício de sua profissão. III. b) I e II. apenas. adotou uma estratégia de praticar preços abaixo da concorrência. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. I. tais como complexidade. pública e injustamente. apenas.com. podem ser consideradas como atenuantes a ausência de punição ética anterior e prestação de relevantes serviços à Contabilidade. aos Conselhos Regionais de Contabilidade. previamente à realização dos serviços. c) O julgamento das questões relacionadas à transgressão de preceitos do Código de Ética cabe. II. conseguiu dois novos contratos de prestação de serviços. o comportamento do profissional da Contabilidade está em DESACORDO com os deveres descritos no Código de Ética Profissional do Contabilista nos itens: a) I. levando em conta as características do contrato. em seguida.5 De acordo com as três situações acima descritas. assinale a opção CORRETA. (2011. Um contabilista. unicamente. assinale a opção INCORRETA.

o Perito Contador. passou a reter a documentação das empresas inadimplentes sob condição de recebimento das quantias devidas por elas. é CORRETO afirmar que o Perito: a) agiu de acordo com o Código de Ética Profissional do Contador. b) II e III. porém não em consequência de disposição expressa no Código de Ética Profissional do Contador. considerando os interesses dos clientes. se o profissional provar que o procedimento era necessário para a continuidade do negócio. pois o citado código não trata do assunto. Na situação acima. o comportamento do profissional da Contabilidade está em DESACORDO com o que estabelece o Código de Ética Profissional do Contador no(s) item(ns): a) I.2) Uma determinada organização contábil presta serviços para diversos clientes.com. o profissional da Contabilidade: a) cometeu um ato abusivo. b) cometeu um ato abusivo. c) descumpriu o Código de Ética Profissional do Contador. No entanto. ao tomar medidas para garantir o recebimento. mas não existe previsão para sanções éticas. apenas. (2013. será anistiado. pois o citado código afirma que o contador. Apesar de estar pessoalmente convicto de que deveria ser dado ganho de causa à parte reclamante. honestidade e capacidade técnica. ateve-se ao âmbito técnico e limitou-se aos quesitos propostos. sem prejuízo da dignidade e independência profissionais. 7. não expôs sua opinião no documento que elaborou e assinou. ao elaborar o laudo pericial. apenas.br . quando perito. nomeado pelo Juiz. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. II e III.6 De acordo com as três situações acima descritas. apenas. d) III. d) praticou um ato que não está previsto no Código de Ética Profissional do Contador. (2011.SuficienciaContabil. conforme disposição no Código de Ética Profissional do Contador. limitando-se ao que foi contratado para fazer. Em relação à situação descrita. pois o citado código afirma que o contador deve exercer a profissão com zelo. o contabilista responsável.1) Em uma ação judicial sobre lucros cessantes. b) comportou-se de forma ética. c) praticouum ato que está previsto no Código de Ética Profissional do Contador. 6. deve abster-se de expender argumentos ou dar a conhecer sua convicção pessoal sobre os direitos de quaisquer das partes interessadas. c) II. Como aumento da inadimplência de seus clientes. logo não houve nenhum ato abusivo. diligência.

c) não infringiu o código de ética. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. b) infringiu o código de ética ao propor ato contrário à legislação tributária e societária. d) Valer-se de agenciador de serviços. aquele que representa um comportamento que NÃO infringe o Código de Ética Profissional do Contador. nos exercícios seguintes. d) não infringiu o referido código ética. julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e. c) Oferecer ou disputar serviços profissionais com redução excessiva no valor dos honorários.1) Conforme o Código de Ética Profissional do Contador. em seguida assinale a opção CORRETA.(2013. 9. O faturamento da empresa está crescendo e ameaça extrapolar o limite de receita bruta da modalidade tributária Lucro Presumido. pois a atitude do contador pode ser considerada como planejamento tributário. mas agiu contra o empresário ao aumentar a complexidade das atividades administrativas. a) Evitar conceder declarações públicas sobre os motivos da renúncia às suas funções.com. 10. Para manter o enquadramento tributário.1) Determinada empresa atua em dois segmentos de negócio: retificadora de motores e revenda de peças para automóveis. 8.1) Assinale.br . a atitude do profissional citado: a) infringiu o código de ética ao aconselhar o cliente contra disposições expressas nos Princípios de Contabilidade e nas Normas Brasileiras de Contabilidade. b) Exercer suas atividades profissionais demonstrando comprovada incapacidade técnica. no que se refere ao desempenho das funções do profissional da Contabilidade. o contador sugeriu ao proprietário. mediante a participação desse nos honorários a receber.(2012. aprovado pela Resolução CFC Nº 803/96 e alterações posteriores. Considerando o estabelecido no Código de Ética Profissional do Contador. dentre os itens a seguir.(2013.SuficienciaContabil. motivada por falta de confiança por parte do cliente. pois o citado código não trata do assunto. que desmembrasse a empresa em duas.7 d) desperdiçou a oportunidade de posicionar-se como um bom profissional e demonstrar que sua capacidade ia além do serviço contratado. em dezembro. porém não descumpriu disposição expressa no Código de Ética Profissional do Contador. sendo uma retificadora de motores e outra revenda de peças.

É vedado ao profissional da Contabilidade não revelar negociação confidenciada pelo cliente ou empregador para acordo ou transação que. b) V. bem como fornecendo falsas informações ou elaborando peças contábeis inidôneas. 11. tenha tido conhecimento.br . c) F. V. a pedido do interessado. com quebra de sigilo profissional. e alterações posteriores. em publicação em que haja menção a trabalho que tenha realizado ou orientado. V. no prazo estabelecido. (2012. assinale a opção CORRETA. entre outros. aprovado pela Resolução CFC n. F. cumprir os Programas Obrigatórios de Educação Continuada estabelecidos pelo T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. IV. II. É vedado ao profissional da Contabilidade não cumprir. V. julgar o caso em Segunda Instância. a fim de habilitá-lo para o bom desempenho das funções a serem exercidas. São deveres do profissional da Contabilidade. alterando ou deturpando o exato teor de documentos. A sequência CORRETA é: a) F. Se substituído em suas funções.1)Com relação aos deveres dos profissionais da Contabilidade. É vedado ao profissional da Contabilidade iludir ou tentar iludir a boa-fé de cliente. em seguida. F. I. II. III.1)Um contador foi condenado com a penalidade de Censura Pública. V. V.º 803/96.8 I. d) V. b) deverá recorrer ex officio ao Tribunal Superior de Ética e Disciplina.com. c) poderá. F. Diante desse. determinação dos Conselhos Regionais de Contabilidade. V.SuficienciaContabil. F. F. é dever do profissional da Contabilidade informar ao substituto sobre fatos que devam chegar ao conhecimento desse. 12. julgue os itens abaixo e. bem como a ocorrência de outros fatos necessários ao controle e fiscalização profissional. empregador ou de terceiros. dentro do devido processo legal instaurado no Conselho Regional de Contabilidade – CRC. depois de regularmente notificado. d) deverá aguardar manifestação do interessado para recorrer ex officio. É vedado ao profissional da Contabilidade emitir referência que identifique o cliente ou empregador. III. É dever do profissional da Contabilidade comunicar ao CRC a mudança de seu domicílio ou endereço e da organização contábil de sua responsabilidade. comprovadamente. F. salvo quando autorizado por eles. de acordo com o Código de Ética Profissional do Contador. fato é CORRETO afirmar que o CRC: a) poderá recorrer ex officio ao Tribunal Superior de Ética e Disciplina.(2012.

(2012. d) 2. a) Advertência reservada. 15. 2.SuficienciaContabil. d) Advertência pública. II e III.9 Conselho Federal de Contabilidade e auxiliar a fiscalização do exercício profissional. c) 2. 1.2) Descumpre o Código de Ética Profissional do Contador o profissional da Contabilidade que: a) transfere parcialmente a execução dos serviços a seu cargo a outro profissional da Contabilidade.2) Em relação à infração ética. apenas. apenas.(2012. b) I e II.br . b) 1. assinale a opção CORRETA.(2012. 1. 2. censura reservada e censura pública. 2. 1. 1. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. 1. e III. mantendo como sua a responsabilidade técnica. ( ) Punição ética anterior transitada em julgado. 2. A sequência CORRETA é: a) 1. 2. b) Advertência reservada. (2) Agravantes das sanções éticas. apenas. b) renuncia às funções que exerce logo que se positive falta de confiança por parte do cliente ou empregador. c) I. evitando declarações públicas sobre os motivos da renúncia. 2. ( ) Ausência de punição ética anterior. ( ) Prestação de relevantes serviços à Contabilidade. 1. 1. ( ) Ação desenvolvida em defesa de prerrogativa profissional.2) Relacione os atenuantes ou agravantes a serem considerados na aplicação das sanções éticas com as situações apresentadas e. censura reservada e multa. c) Advertência pública. 13. em seguida. ( ) Ação cometida que resulte em ato que denigra publicamente a imagem do Profissional da Contabilidade. 2. 1.com. 2. censura pública e multa. Estão CORRETOS os itens: a) I. censura reservada e censura pública. (1) Atenuantes das sanções éticas . d) II e III. 14. assinale o item que apresenta apenas sanções previstas no Código de Ética Profissional do Contador.

especializações. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. apenas. d) zelar pelo prestígio da classe. Um contador adota como estratégia de marketing publicar anúncios em jornal. 18. além de não cumprir os Programas Obrigatórios de Educação Continuada estabelecidos pelo CFC. mediante participação desse nos honorários a receber. com relação à classe: a) acataras resoluções votadas pela classe contábil. mantém-se atualizado. julgue as situações hipotéticas abaixo e. apenas. julgue as situações hipotéticas abaixo e. além da relação dos clientes que autorizaram a publicação de seu nome. inclusive quanto a honorários profissionais. De acordo com o que determina o Código de Ética Profissional do Contador. obrigatoriamente.10 c) recusa sua indicação como perito judicial quando reconheça não se achar capacitado em face da especialização requerida.SuficienciaContabil. b) prestar seu concurso moral. NÃO é norma de conduta a ser observada. apenas. trabalhos realizados. Nos anúncios. b) I e III. De acordo com a Resolução CFC n°. em seguida. Um profissional da Contabilidade que atua como consultor tributário orienta os seus clientes a manterem escrituração contábil regular. De acordo com o que determina o Código de Ética Profissional do Contador. c) I. II. 16. pelo profissional da Contabilidade. seminários e outros eventos. I. assinale a opção CORRETA. intelectual e material. II e III. participando de cursos de extensão. independentemente do regime tributário escolhido.com. c) valer-se de agenciador de serviços. III. 17. Um auditor. 803/96 – Código de Ética Profissional do Contador e suas alterações. salvo circunstâncias especiais que justifiquem a sua recusa. em seguida. pela dignidade profissional e pelo aperfeiçoamento de suas instituições. d) exerce a profissão demonstrando comprovada incapacidade técnica. assinale a opção CORRETA. serviços oferecidos. Os profissionais citados nas situações acima agiram em conformidade com o que determina o Código de Ética Profissional do Contador nos itens: a) I e II. d) II e III.br . atento ao programa de educação continuada. ele faz indicação de títulos.

III. cujo trabalho não orientou nem supervisionou. II e III. atuando como auditor.(2014. o contador transferiu totalmente o trabalho para um colega.SuficienciaContabil. apenas. c) I. 19. por força maior. cursando o último ano da graduação em Ciências Contábeis.br . julgue as situações apresentadas nos itens abaixo e. se recusou a emitir opinião no Relatório de Auditoria por não ter conseguido executar os testes necessários para assegurar sua opinião acerca das demonstrações contábeis. apenas. apenas.1 –ADAPTADA) Com base na conduta do profissional da Contabilidade estabelecida no Código de Ética Profissional do Contador – CEPC. b) I e III. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. I . apresenta-se como contador.11 I. II.com. apenas.Um contador. Um perito contador. apresentou suas convicções pessoais sobre os direitos da parte a que está representando. atuando como perito. c) III. e já fez constar esta informação também no seu cartão de visitas e no site da empresa prestadora de serviços contábeis do qual é proprietário. Um contador assinou as demonstrações contábeis preparadas por seu primo. III . Agiram em desacordo com o que determina o Código de Ética Profissional do Contador. juntamente com sua análise técnica aos quesitos propostos. Para não prejudicar o cliente. 20.1) Com base na conduta do profissional da Contabilidade estabelecida no Código de Ética Profissional do Contador – CEPC. indicado para atuar em um caso de apuração de haveres.Um profissional da Contabilidade iniciou um trabalho técnico e. d) II e III. d) I e III. recém-formado e ainda não registrado no CRC local por não ter sido aprovado no Exame de Suficiência. II. Um técnico em contabilidade. assinale a opção CORRETA. precisou se ausentar do País. em seguida. os profissionais citados nas situações: a) I e II. (2014. em seguida. recusou sua indicação por não se achar capacitado para a tarefa requerida. Está(ão) correto(s) apenas o(s) item(ns): a) I. assinale a opção CORRETA.Um contador. b) II. não tendo consultado ou comunicado ao cliente. julgue as situações apresentadas nos itens abaixo e.

21. III . I. julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e.1) Conforme estabelecido no Regulamento Geral dos Conselhos de Contabilidade.Um contador se recusou a assinar uma demonstração contábil. III. Na hipótese de inadimplência. em seguida.” Com base nesta cláusula. autorizado pela administração.br .Em 15. aprovado pela Resolução CFC No 1370/2011. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www.2013. (2014. depois que provar no CRC de sua jurisdição que os responsáveis pela parte técnica e os que executam trabalhos técnicos. d) I e II. fiscalizadas e assinadas pelo contador anterior. apenas. os sócios respondem solidariamente pelos atos relacionados ao exercício da profissão contábil praticados por profissionais ou por leigos em nome da organização contábil. c) III. aguardando o pagamento das parcelas do serviço em aberto. o contador estabeleceu que toda a documentação dos clientes inadimplentes deve permanecer retida no escritório. II e III. É dispensado do registro profissional perante o CRC.Uma empresa de serviços contábeis colocou como cláusula de seus contratos de prestação de serviços contábeis o seguinte: “Cláusula 5ª. próprios ou de terceiros. a pessoa jurídica somente poderá explorar serviços contábeis. fosse divulgado o seu nome como responsável técnico. assinale a opção CORRETA. apresentadas em 20. nos órgãos da administração pública. pois foi efetuado registro contábil. Infrige(m) o Código de Ética Profissional do Contador – CEPC a(s) situações descrita(s) no(s) item(ne): a) I. supervisionadas. no respectivo setor ou serviço. cargo ou função que envolva atividades que constituem prerrogativas dos contadores e dos técnicos em contabilidade. II. Em relação à aplicação de penalidades por infrações cometidas. O contador contratado exigiu que.4. que implicava a produção de uma informação em desacordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade. apenas. o profissional que ocupe.2013. b) II. elaboradas. na publicação das demonstrações contábeis do exercício de 2012. a contratada se reserva no direito de não devolver a documentação da contratante até que o débito esteja totalmente quitado. direta ou indireta e fundacional e nas empresas públicas.12 I .SuficienciaContabil.com. o contador foi contratado para assumir a contabilidade de um grupo empresarial. II . são profissionais em situação ativa e regular perante o CRC de seu registro.4. Qualquer que seja a forma de sua organização. apenas.

a respeito do sigilo profissional. inclusive no ambiente social. 1. 3 3 2 1 23. 2. V. 1. 22. 3. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. (2014. relacione as nomenclaturas dos princípios éticos que o profissional da Contabilidade deve cumprir. e permanecer alerta à possibilidade de divulgação involuntária de informações sigilosas de seus clientes a familiares.br .13 A sequência CORRETA é: a) F.2) Com base na NBC PG 100 – Aplicação Geral aos Profissionais da Contabilidade. com as situações descritas na segunda coluna e. assinale a opção CORRETA: I- II- III- A necessidade de se cumprir o princípio do sigilo profissional encerra-se após cinco anos. F. 2. 2. assinale a opção CORRETA: a) b) c) d) 1. contados a partir do término das relações entre o profissional da Contabilidade e seu cliente ou empregador. V. V.2) De acordo com o que determina a NBC PG 100 – Aplicação Geral aos Profissionais da Contabilidade. em seguida.SuficienciaContabil. c) V. F. F. V. apresentadas na primeira coluna. julgue os itens abaixo e. O profissional da Contabilidade deve tomar as providências adequadas para assegurar que o pessoal da sua equipe de trabalho respeite o dever de sigilo do profissional de contabilidade O profissional de contabilidade deve manter sigilo das informações obtidas no exercício profissional. (2014. d) V. b) F. em seguida. 3.com. F.

conceder. b) exercer a função normativa superior e baixar os atos necessários à interpretação e execução deste Regulamento e à disciplina e fiscalização do exercício profissional. técnico em contabilidade e organização contábil. apenas. d) representar. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. organizar. baixar revigorar e cancelar os registros de contador. II e III.com. compete aos Conselhos Regionais de Contabilidade: a) elaborar. II e III. I.br .SuficienciaContabil. os profissionais da Contabilidade brasileiros nos órgãos internacionais e coordenar a representação nos eventos internacionais de Contabilidade. apenas. aprovar e alterar as Normas Brasileiras de Contabilidade de Natureza Técnica e Profissional e os princípios que as fundamentam. manter. c) processar. apenas. (2014.14 Está(ão) certo(s) o(s) item(ns): a) b) c) d) I e II. 24.370/11 – Regulamento Geral dos Conselhos de Contabilidade. com exclusividade. III.2) De acordo com a Resolução CFC Nº 1.

br .com.15 GABARITO 1-A 2-A 3-B 4-C 5-D 6-A 7-A 8-D 9-A 10-A 11-B 12-A 13-C 14-B 15-D 16-C 17-C 18-B 19-A 20-D 21-D 22-C 23-C 24-C T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www.SuficienciaContabil.

portanto.com atenção especial aos trechos grifados. As partes que foram grifadas são as que já foram cobradas pela FBC (Fundação Brasileira de Contabilidade).br . tenha leia a Resolução 803/96 completa. Os itens costumam se repetir.SuficienciaContabil. quando no exercício profissional e nos assuntos relacionados à profissão e à classe. 20 foram do Código de Ética Profissional. honestidade e capacidade técnica. RESOLUÇÃO CFC Nº 803/96 Aprova o Código de Ética Profissional do Contador – CEPC CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO CONTADOR CAPÍTULO I DO OBJETIVO Art. diligência. observada toda a legislação T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www.16 PARTE II Resolução 803/96 – Código de Ética Profissional do Contador GRIFADA Das 21 questões do Exame de Suficiência Contábil.com. 2º São deveres do Profissional da Contabilidade: I – exercer a profissão com zelo. 1º Este Código de Ética Profissional tem por objetivo fixar a forma pela qual se devem conduzir os Profissionais da Contabilidade. CAPÍTULO II DOS DEVERES E DAS PROIBIÇÕES Art.

VIII – manifestar. contudo. VI – renunciar às funções que exerce. em documento reservado. para que os interesse dos mesmos não sejam prejudicados. a quem deverá notificar com trinta dias de antecedência. antes de emitir opinião sobre qualquer caso.SuficienciaContabil. a existência de impedimento para o exercício da profissão. seja zelando por condições de trabalho compatíveis com o exercício éticoprofissional da Contabilidade e seu aprimoramento técnico. V – inteirar-se de todas as circunstâncias.com. VII – se substituído em suas funções. desde logo. X – cumprir os Programas Educação Continuada estabelecidos pelo CFC. informar ao substituto sobre fatos que devam chegar ao conhecimento desse. entre estas os Conselhos Regionais de Contabilidade. Obrigatórios de T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. logo que se positive falta de confiança por parte do cliente ou empregador. estendendo-se a obrigação a sócios e executores. II – guardar sigilo sobre o que souber em razão do exercício profissional lícito. seja propugnando por remuneração condigna. a fim de habilitá-lo para o bom desempenho das funções a serem exercidas. sem prejuízo da dignidade e independência profissionais. inclusive no âmbito do serviço público. a qualquer tempo. ressalvados os casos previstos em lei ou quando solicitado por autoridades competentes. eventual circunstância adversa que possa influir na decisão daquele que lhe formular consulta ou lhe confiar trabalho. evitando declarações públicas sobre os motivos da renúncia. III – zelar pela sua orientação técnica dos serviços a seu cargo. ao cliente ou empregador. IX – ser solidário com os movimentos de defesa da dignidade profissional. competência exclusiva na IV – comunicar. zelando.17 vigente. e resguardados os interesses de seus clientes e/ou empregadores.br . em especial aos Princípios de Contabilidade e as Normas Brasileiras de Contabilidade.

trabalhos realizados e relação de clientes. serviços de qualquer natureza. II – assumir. em detrimento aos demais.SuficienciaContabil. conteúdo que resulte na diminuição do colega. quando impedido. III – auferir qualquer provento em função do exercício profissional que não decorra exclusivamente de sua prática lícita. ato definido como crime ou contravenção. 3ºNo desempenho de suas funções. direta ou indiretamente. ao CRC. alheio à sua orientação. sendo sempre admitida a indicação de títulos. XII – auxiliar a fiscalização do exercício profissional. IX – solicitar ou receber do cliente ou empregador qualquer vantagem que saiba para aplicação ilícita. da Organização Contábil ou da classe. é vedado ao Profissional da Contabilidade: I – anunciar. supervisão e fiscalização. especializações. VII – valer-se de agenciador de mediante participação desse nos honorários a receber. no exercício da profissão. com prejuízo moral ou desprestígio para a classe. Art. serviços oferecidos. a mudança de seu domicílio ou endereço e da organização contábil de sua responsabilidade.18 XI – comunicar.br . serviços. IV – assinar documentos ou peças contábeis elaborados por outrem.com. por qualquer meio. bem como a ocorrência de outros fatos necessários ao controle e fiscalização profissional. V – exercer a profissão. ou facilitar. o seu exercício aos não habilitados ou impedidos. em qualquer modalidade ou veículo de comunicação. VI – manter Organização Contábil sob forma não autorizada pela legislação pertinente. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. VIII – concorrer para a realização de ato contrário à legislação ou destinado a fraudá-la ou praticar.

pelo que. depois de regularmente notificado. salvo quando autorizado por eles. empregador ou de terceiros. com quebra de sigilo profissional. determinação dos Conselhos Regionais de Contabilidade.SuficienciaContabil. em publicação em que haja menção a trabalho que tenha realizado ou orientado. XVI – emitir referência que identifique o cliente ou empregador. alterando ou deturpando o exato teor de documentos. papéis documentos. XIX – intitular-se com categoria profissional que não possua. comprovadamente. culposa ou dolosamente. XVIII – não cumprir.br . tenha tido conhecimento. ou XIII – aconselhar o cliente ou o empregador contra disposições expressas em lei ou contra os Princípios de Contabilidade e as Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade.com.19 X – prejudicar. XIV – exercer atividade ou ligar o seu nome a empreendimentos com finalidades ilícitas. no prazo estabelecido. XVII – iludir ou tentar iludir a boa-fé de cliente. bem como fornecendo falsas informações ou elaborando peças contábeis inidôneas. XV – revelar negociação confidenciada cliente ou empregador para acordo ou transação comprovadamente. na profissão contábil. confiadas. comprovadamente confiados à sua guarda. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. XX – executar trabalhos técnicos contábeis sem observância dos Princípios de Contabilidade e das Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade. XII – reter abusivamente livros. interesse confiado a sua responsabilidade profissional. XI – recusar-se a prestar contas de quantias que lhe forem.

deverá. Art. em seu nome. devendo evitar quaisquer restrições ou imposições que possam prejudicar a eficácia e correção de seu trabalho. II – abster-se de interpretações tendenciosas sobre a matéria que constitui objeto de perícia. assinado e sob sua responsabilidade. mantendo seu laudo no âmbito técnico e limitado aos quesitos propostos.com. 4º O Profissional da Contabilidade poderá publicar relatório. XXII – publicar ou distribuir. 5º O Contador. XXIII confiados a sua guarda. III – abster-se de expender argumentos ou dar a conhecer sua convicção pessoal sobre os direitos de quaisquer das partes interessadas. IV – considerar com imparcialidade o pensamento exposto em laudo submetido à sua apreciação. assistente técnico. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www.SuficienciaContabil. auditor ou árbitro. quando perito. ou da justiça da causa em que estiver servindo.20 XXI – renunciar à liberdade profissional. trabalho científico ou técnico do qual não tenha participado. V – mencionar obrigatoriamente fatos que conheça e repute em condições de exercer efeito sobre peças contábeis objeto de seu trabalho. – Apropriar-se XXIV – Exercer comprovada incapacidade técnica. mantendo absoluta independência moral e técnica na elaboração do respectivo laudo. 2º. a indevidamente profissão de valores demonstrando XXV – Deixar de apresentar documentos e informações quando solicitado pela fiscalização dos Conselhos Regionais.br . I – recusar sua indicação quando reconheça não se achar capacitado em face da especialização requerida. respeitado o disposto no inciso II do art. parecer ou trabalho técnico-profissional. Art.

observando as restrições contidas nas Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade.br . papéis de trabalho. por contrato escrito. VIII – considerar-se impedido para emitir parecer ou elaborar laudos sobre peças contábeis. habitual ou permanente. VII – assinalar equívocos ou divergências que encontrar no que concerne à aplicação dos Princípios de Contabilidade e Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo CFC. relatórios e outros documentos que deram origem e orientaram a execução do seu trabalho. IX – atender à Fiscalização dos Conselhos Regionais de Contabilidade e Conselho Federal de Contabilidade no sentido de colocar à disposição desses. considerados os elementos seguintes: I – a relevância. a complexidade e a dificuldade do serviço a executar. 6º O Profissional da Contabilidade deve fixar previamente o valor dos serviços. sempre que solicitado. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. CAPÍTULO III DO VALOR DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS Art. III – a possibilidade de ficar impedido da realização de outros serviços. IV – o resultado lícito favorável que para o contratante advirá com o serviço prestado.21 VI – abster-se de dar parecer ou emitir opinião sem estar suficientemente informado e munido de documentos. VI – o local em que o serviço será prestado. V – a peculiaridade de tratar-se de cliente eventual. II – o tempo que será consumido para a realização do trabalho.SuficienciaContabil.com. o vulto.

observar as seguintes normas de conduta: I – abster-se de fazer referências prejudiciais ou de qualquer modo desabonadoras.br . apresentando-os como próprios. de acordo com as normas expedidas pelo Conselho Federal de Contabilidade. que deles não tenha participado. em consonância com os postulados de harmonia da classe. apreço e solidariedade. Parágrafo único. III – jamais apropriar-se de trabalhos. respeito. O Profissional da Contabilidade poderá transferir parcialmente a execução dos serviços a seu cargo a outro profissional. O espírito de solidariedade. não induz nem justifica a participação ou conivência com o erro ou com os atos infringentes de normas éticas ou legais que regem o exercício da profissão. 9º A conduta do Profissional da Contabilidade com relação aos colegas deve ser pautada nos princípios de consideração. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. II – abster-se da aceitação de encargo profissional em substituição a colega que dele tenha desistido para preservar a dignidade ou os interesses da profissão ou da classe. Art. com a anuência do cliente.22 Art. 8º É vedado ao Profissional da Contabilidade oferecer ou disputar serviços profissionais mediante aviltamento de honorários ou em concorrência desleal. Art. 7º O Profissional da Contabilidade poderá transferir o contrato de serviços a seu cargo a outro profissional. sempre por escrito. 10 O Profissional da Contabilidade deve. CAPÍTULO IV DOS DEVERES EM RELAÇÃO AOS COLEGAS E À CLASSE Art. iniciativas ou de soluções encontradas por colegas. mantendo sempre como sua a responsabilidade técnica.SuficienciaContabil.com. em relação aos colegas. Parágrafo único. mesmo na condição de empregado. desde que permaneçam as mesmas condições que ditaram o referido procedimento.

segundo a gravidade. IV – acatar as resoluções votadas pela classe contábil.23 IV – evitar desentendimentos com o colega a que vier a substituir no exercício profissional.br . II – censura reservada. admitindo-se a justa recusa. Art. VIII – jamais utilizar-se de posição ocupada na direção de entidades de classe em benefício próprio ou para proveito pessoal. inclusive quanto a honorários profissionais. sancionada. com a aplicação de uma das seguintes penalidades: I – advertência reservada. pela dignidade profissional e pelo aperfeiçoamento de suas instituições. V – zelar pelo cumprimento deste Código. salvo circunstâncias especiais que justifiquem a sua recusa. III – aceitar o desempenho de cargo de dirigente nas entidades de classe. intelectual e material. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www.SuficienciaContabil.com. II – zelar pelo prestígio da classe. VII – representar perante os órgãos competentes sobre irregularidades comprovadamente ocorridas na administração de entidade da classe contábil. 12 A transgressão de preceito deste Código constitui infração ética. CAPÍTULO V DAS PENALIDADES Art. 11 O Profissional da Contabilidade deve. VI – não formular juízos depreciativos sobre a classe contábil. com relação à classe. observar as seguintes normas de conduta: I – prestar seu concurso moral.

14 O Profissional da Contabilidade poderá requerer desagravo público ao Conselho Regional de Contabilidade. (Redação alterada pela Resolução CFC nº 950. podem ser consideradas como atenuantes: I – ação desenvolvida em defesa de prerrogativa profissional. o Tribunal Regional de Ética e Disciplina deverá recorrer exofficio de sua própria decisão (aplicação de pena de Censura Pública). originariamente. Art. no exercício de sua profissão. de 29 de novembro de 2002) § 2ºNa hipótese do inciso III do art. quando atingido. § 3ºQuando se tratar de denúncia. facultado recurso dotado de efeito suspensivo. pública e injustamente.SuficienciaContabil. II – ausência de punição ética anterior. Art. que funcionarão como Tribunais Regionais de Ética e Disciplina.br . aos Conselhos Regionais de Contabilidade. 12. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. § 1º Na aplicação das sanções éticas. podem ser consideradas como agravantes: I – Ação cometida que resulte em ato que denigra publicamente a imagem do Profissional da Contabilidade. interposto no prazo de quinze dias para o Conselho Federal de Contabilidade em sua condição de Tribunal Superior de Ética e Disciplina. II – punição ética anterior transitada em julgado. o Conselho Regional de Contabilidade comunicará ao denunciante a instauração do processo até trinta dias após esgotado o prazo de defesa.com. III – prestação de relevantes serviços à Contabilidade. § 2º Na aplicação das sanções éticas.24 III – censura pública. § 1ºO recurso voluntário somente será encaminhado ao Tribunal Superior de Ética e Disciplina se o Tribunal Regional de Ética e Disciplina respectivo mantiver ou reformar parcialmente a decisão. 13 O julgamento das questões relacionadas à transgressão de preceitos do Código de Ética incumbe.

SuficienciaContabil.br . 12. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. alterado pela Lei nº.com.249/10.25 CAPÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 9.295/46. 15 Este Código de Ética Profissional se aplica aos Contadores e Técnicos em Contabilidade regidos pelo Decreto-Lei nº.

(Redação alterada pela Resolução CFC nº 1. 1º Este Código de Ética Profissional tem por objetivo fixar a forma pela qual se devem conduzir os Profissionais da Contabilidade. de 09/12/2010) CAPÍTULO II DOS DEVERES E DAS PROIBIÇÕES Art. e resguardados os interesses de seus clientes e/ou empregadores.26 PARTE III LEGISLAÇÕES RESOLUÇÃO CFC Nº 803/96 Aprova o Código de Ética Profissional do Contador – CEPC CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO CONTADOR CAPÍTULO I DO OBJETIVO Art.307/10.SuficienciaContabil.307/10. quando no exercício profissional e nos assuntos relacionados à profissão e à classe. honestidade e capacidade técnica. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www.br . ressalvados os casos previstos em lei ou quando solicitado por autoridades competentes. observada toda a legislação vigente. de 09/12/2010) II – guardar sigilo sobre o que souber em razão do exercício profissional lícito. (Redação alterada pela Resolução CFC nº 1. de 09/12/2010) I – exercer a profissão com zelo. em especial aos Princípios de Contabilidade e as Normas Brasileiras de Contabilidade. inclusive no âmbito do serviço público. 2º São deveres do Profissional da Contabilidade: (Redação alterada pela Resolução CFC nº 1.com. diligência. entre estas os Conselhos Regionais de Contabilidade. sem prejuízo da dignidade e independência profissionais.307/10.

contudo. VIII – manifestar. 5º.com. VII – se substituído em suas funções. de 09/12/2010) Art. 3ºNo desempenho de suas funções. logo que se positive falta de confiança por parte do cliente ou empregador. (Criado pelo Art. da Resolução CFC nº 1. a fim de habilitá-lo para o bom desempenho das funções a serem exercidas. bem como a ocorrência de outros fatos necessários ao controle e fiscalização profissional. ao cliente ou empregador. desde logo.br . (Criado pelo Art. eventual circunstância adversa que possa influir na decisão daquele que lhe formular consulta ou lhe confiar trabalho. VI – renunciar às funções que exerce. em documento reservado. de 09/12/2010) XI – comunicar. seja zelando por condições de trabalho compatíveis com o exercício éticoprofissional da Contabilidade e seu aprimoramento técnico. de 09/12/2010) XII – auxiliar a fiscalização do exercício profissional.27 III – zelar pela sua orientação técnica dos serviços a seu cargo. a existência de impedimento para o exercício da profissão.307/10. zelando. ao CRC. da Resolução CFC nº 1. X – cumprir os Programas Obrigatórios de Educação Continuada estabelecidos pelo CFC. estendendo-se a obrigação a sócios e executores.307/10. antes de emitir opinião sobre qualquer caso. a qualquer tempo. é vedado ao Profissional da Contabilidade: (Redação alterada pela Resolução CFC nº 1. 6º. seja propugnando por remuneração condigna. (Criado pelo Art. para que os interesse dos mesmos não sejam prejudicados.SuficienciaContabil. da Resolução CFC nº 1. IX – ser solidário com os movimentos de defesa da dignidade profissional. a mudança de seu domicílio ou endereço e da organização contábil de sua responsabilidade. 7º. informar ao substituto sobre fatos que devam chegar ao conhecimento desse. V – inteirar-se de todas as circunstâncias.307/10. de 09/12/2010) T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. competência exclusiva na IV – comunicar. evitando declarações públicas sobre os motivos da renúncia.307/10. a quem deverá notificar com trinta dias de antecedência.

o seu exercício aos não habilitados ou impedidos. serviços de qualquer natureza. papéis ou documentos.307/10. supervisão e fiscalização. (Redação alterada pela Resolução CFC nº 1. comprovadamente. serviços oferecidos. culposa ou dolosamente.28 I – anunciar. XIII – aconselhar o cliente ou o empregador contra disposições expressas em lei ou contra os Princípios de Contabilidade e as T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. no exercício da profissão. direta ou indiretamente. VI – manter Organização Contábil sob forma não autorizada pela legislação pertinente. interesse confiado a sua responsabilidade profissional. por qualquer meio. III – auferir qualquer provento em função do exercício profissional que não decorra exclusivamente de sua prática lícita.br . XII – reter abusivamente livros.com. IV – assinar documentos ou peças contábeis elaborados por outrem.SuficienciaContabil. em detrimento aos demais. IX – solicitar ou receber do cliente ou empregador qualquer vantagem que saiba para aplicação ilícita. ato definido como crime ou contravenção. ou facilitar. alheio à sua orientação. com prejuízo moral ou desprestígio para a classe. confiadas. X – prejudicar. conteúdo que resulte na diminuição do colega. especializações. em qualquer modalidade ou veículo de comunicação. da Organização Contábil ou da classe. VII – valer-se de agenciador de serviços. V – exercer a profissão. mediante participação desse nos honorários a receber. comprovadamente confiados à sua guarda. trabalhos realizados e relação de clientes. de 09/12/2010) II – assumir. sendo sempre admitida a indicação de títulos. VIII – concorrer para a realização de ato contrário à legislação ou destinado a fraudá-la ou praticar. XI – recusar-se a prestar contas de quantias que lhe forem. quando impedido.

12. (Redação alterada pela Resolução CFC nº 1.br . empregador ou de terceiros. de 09/12/2010) T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www.307/10. depois de XIX – intitular-se com categoria profissional que não possua.307/10. na profissão contábil. de 09/12/2010) XIV – exercer atividade ou ligar o seu nome a empreendimentos com finalidades ilícitas. da Resolução CFC nº 1. Contabilidade. alterando ou deturpando o exato teor de documentos. em publicação em que haja menção a trabalho que tenha realizado ou orientado. devendo evitar quaisquer restrições ou imposições que possam prejudicar a eficácia e correção de seu trabalho. em seu nome. – Apropriar-se indevidamente de valores (Criado pelo Art. comprovadamente.29 Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade. XVII – iludir ou tentar iludir a boa-fé de cliente.SuficienciaContabil. XV – revelar negociação confidenciada pelo cliente ou empregador para acordo ou transação que.com. salvo quando autorizado por eles. bem como fornecendo falsas informações ou elaborando peças contábeis inidôneas. (Redação alterada pela Resolução CFC nº 1. com quebra de sigilo profissional. no prazo estabelecido. determinação dos Conselhos Regionais de regularmente notificado. XX – executar trabalhos técnicos contábeis sem observância dos Princípios de Contabilidade e das Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade. trabalho científico ou técnico do qual não tenha participado. XVI – emitir referência que identifique o cliente ou empregador. XVIII – não cumprir.307/10. XXIII confiados a sua guarda. XXII – publicar ou distribuir. de 09/12/2010) XXI – renunciar à liberdade profissional. tenha tido conhecimento.

II – abster-se de interpretações tendenciosas sobre a matéria que constitui objeto de perícia.307/10. de 09/12/2010) Art. III – abster-se de expender argumentos ou dar a conhecer sua convicção pessoal sobre os direitos de quaisquer das partes interessadas. 14. (Criado pelo Art. (Criado pelo Art. de 09/12/2010) XXV – Deixar de apresentar documentos e informações quando solicitado pela fiscalização dos Conselhos Regionais. I – recusar sua indicação quando reconheça não se achar capacitado em face da especialização requerida. respeitado o disposto no inciso II do art. VII – assinalar equívocos ou divergências que encontrar no que concerne à aplicação dos Princípios de Contabilidade e Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo CFC. de 09/12/2010) VIII – considerar-se impedido para emitir parecer ou elaborar laudos sobre peças contábeis.307/10. auditor ou árbitro.30 XXIV – Exercer a profissão demonstrando comprovada incapacidade técnica. mantendo seu laudo no âmbito técnico e limitado aos quesitos propostos. de 09/12/2010) Art. 13. (Redação alterada pela Resolução CFC nº 1. assinado e sob sua responsabilidade. 4º O Profissional da Contabilidade poderá publicar relatório. da Resolução CFC nº 1. 2º. (Redação alterada pela Resolução CFC nº 1. IV – considerar com imparcialidade o pensamento exposto em laudo submetido à sua apreciação. 5º O Contador. V – mencionar obrigatoriamente fatos que conheça e repute em condições de exercer efeito sobre peças contábeis objeto de seu trabalho.br .com. mantendo absoluta independência moral e técnica na elaboração do respectivo laudo.SuficienciaContabil. quando perito. ou da justiça da causa em que estiver servindo. assistente técnico.307/10. parecer ou trabalho técnico-profissional. VI – abster-se de dar parecer ou emitir opinião sem estar suficientemente informado e munido de documentos. da Resolução CFC nº 1. deverá. observando as restrições contidas T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www.307/10.

considerados os elementos seguintes: (Redação alterada pela Resolução CFC nº 1.com. com a anuência do cliente. relatórios e outros documentos que deram origem e orientaram a execução do seu trabalho. III – a possibilidade de ficar impedido da realização de outros serviços. CAPÍTULO III DO VALOR DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS Art. II – o tempo que será consumido para a realização do trabalho. Art. (Redação alterada pela Resolução CFC nº 1. habitual ou permanente. de acordo com as normas expedidas pelo Conselho Federal de Contabilidade. papéis de trabalho. sempre por escrito.307/10.SuficienciaContabil. V – a peculiaridade de tratar-se de cliente eventual. 7ºO Profissional da Contabilidade poderá transferir o contrato de serviços a seu cargo a outro profissional. sempre que solicitado.31 nas Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade. de 09/12/2010) T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. IX – atender à Fiscalização dos Conselhos Regionais de Contabilidade e Conselho Federal de Contabilidade no sentido de colocar à disposição desses. VI – o local em que o serviço será prestado. de 09/12/2010) I – a relevância. a complexidade e a dificuldade do serviço a executar.br . o vulto. 6ºO Profissional da Contabilidade deve fixar previamente o valor dos serviços.307/10. IV – o resultado lícito favorável que para o contratante advirá com o serviço prestado. por contrato escrito.

307/10. 9º A conduta do Profissional da Contabilidade com relação aos colegas deve ser pautada nos princípios de consideração. não induz nem justifica a participação ou conivência com o erro ou com os atos infringentes de normas éticas ou legais que regem o exercício da profissão. respeito.com. observar as seguintes normas de conduta: (Redação alterada pela Resolução CFC nº 1. O espírito de solidariedade. que deles não tenha participado.307/10. de 09/12/2010) I – abster-se de fazer referências prejudiciais ou de qualquer modo desabonadoras. de 09/12/2010) Art. O Profissional da Contabilidade poderá transferir parcialmente a execução dos serviços a seu cargo a outro profissional.307/10.br . mantendo sempre como sua a responsabilidade técnica. (Redação alterada pela Resolução CFC nº 1.307/10. 8º É vedado ao Profissional da Contabilidade oferecer ou disputar serviços profissionais mediante aviltamento de honorários ou em concorrência desleal. de 09/12/2010) Parágrafo único. mesmo na condição de empregado. (Redação alterada pela Resolução CFC nº 1. em consonância com os postulados de harmonia da classe. em relação aos colegas. apreço e solidariedade. Art. desde que permaneçam as mesmas condições que ditaram o referido procedimento. apresentando-os como próprios.SuficienciaContabil. II – abster-se da aceitação de encargo profissional em substituição a colega que dele tenha desistido para preservar a dignidade ou os interesses da profissão ou da classe. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. iniciativas ou de soluções encontradas por colegas.32 Parágrafo único. 10 O Profissional da Contabilidade deve. IV – evitar desentendimentos com o colega a que vier a substituir no exercício profissional. de 09/12/2010) CAPÍTULO IV DOS DEVERES EM RELAÇÃO AOS COLEGAS E À CLASSE Art. III – jamais apropriar-se de trabalhos. (Redação alterada pela Resolução CFC nº 1.

com relação à classe. VIII – jamais utilizar-se de posição ocupada na direção de entidades de classe em benefício próprio ou para proveito pessoal. VII – representar perante os órgãos competentes sobre irregularidades comprovadamente ocorridas na administração de entidade da classe contábil. II – censura reservada. sancionada. de 09/12/2010) I – prestar seu concurso moral.33 Art. III – aceitar o desempenho de cargo de dirigente nas entidades de classe. com a aplicação de uma das seguintes penalidades: I – advertência reservada. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. 11 O Profissional da Contabilidade deve. segundo a gravidade. salvo circunstâncias especiais que justifiquem a sua recusa. III – censura pública. IV – acatar as resoluções votadas pela classe contábil. admitindo-se a justa recusa. VI – não formular juízos depreciativos sobre a classe contábil. observar as seguintes normas de conduta: (Redação alterada pela Resolução CFC nº 1. inclusive quanto a honorários profissionais. 12 A transgressão de preceito deste Código constitui infração ética. intelectual e material. CAPÍTULO V DAS PENALIDADES Art.307/10. pela dignidade profissional e pelo aperfeiçoamento de suas instituições.SuficienciaContabil. II – zelar pelo prestígio da classe. V – zelar pelo cumprimento deste Código.br .com.

no exercício de sua profissão. pública e injustamente. interposto no prazo de quinze dias para o Conselho Federal de Contabilidade em sua condição de Tribunal Superior de Ética e Disciplina. originariamente.com. CAPÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. podem ser consideradas como atenuantes: I – ação desenvolvida em defesa de prerrogativa profissional. § 2º Na aplicação das sanções éticas. aos Conselhos Regionais de Contabilidade. 14 O Profissional da Contabilidade poderá requerer desagravo público ao Conselho Regional de Contabilidade. o Conselho Regional de Contabilidade comunicará ao denunciante a instauração do processo até trinta dias após esgotado o prazo de defesa. 13 O julgamento das questões relacionadas à transgressão de preceitos do Código de Ética incumbe. que funcionarão como Tribunais Regionais de Ética e Disciplina.SuficienciaContabil.34 § 1º Na aplicação das sanções éticas. Art. Art. § 2º Na hipótese do inciso III do art.br . podem ser consideradas como agravantes: I – Ação cometida que resulte em ato que denigra publicamente a imagem do Profissional da Contabilidade. facultado recurso dotado de efeito suspensivo. II – ausência de punição ética anterior. 12. quando atingido. o Tribunal Regional de Ética e Disciplina deverá recorrer exofficio de sua própria decisão. § 3º Quando se tratar de denúncia. II – punição ética anterior transitada em julgado. § 1º O recurso voluntário somente será encaminhado ao Tribunal Superior de Ética e Disciplina se o Tribunal Regional de Ética e Disciplina respectivo mantiver ou reformar parcialmente a decisão. III – prestação de relevantes serviços à Contabilidade.

T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www.35 Art. 15 Este Código de Ética Profissional se aplica aos Contadores e Técnicos em Contabilidade regidos pelo Decreto-Lei nº.br . 12.295/46. alterado pela Lei nº.SuficienciaContabil.com.249/10. 9.

com. de cada Conselho Regional de Contabilidade (CRC). tanto na área privada quanto na pública.os 9. o Cadastro de Qualificação Técnica e os Programas de Educação Continuada. criados pelo Decreto-Lei n.36 RESOLUÇÃO CFC N. constitui competência dos Conselhos de Contabilidade. 1º Os Conselhos de Contabilidade.695/65. observados o disposto nos Arts.º 9.040/69 e das Leis n. 5. e com registro em CRC nessa categoria. em conformidade com o estabelecido na Lei de Diretrizes e Bases da Educação.12. a organização e o funcionamento estabelecidos por este Regulamento Geral. independentemente da denominação que se lhe tenha atribuído. prestam serviço de natureza pública e têm a estrutura. por força de lei.SuficienciaContabil.710/46 e 1. de 27 de maio de 1946. com registro nessa categoria em CRC. fiscalizar. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. III – editar Normas Brasileiras de Contabilidade de natureza técnica e profissional.º 9. § 2º A sede do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) é em Brasília-DF e.º 9. com as alterações constantes dos Decretos-Leis n. 17 e 18 deste regulamento: I – registrar. § 3º O exercício da profissão contábil. a capital da unidade federativa da respectiva base territorial.160/05 e 12. bem como aquele que. técnica e eticamente. orientar e disciplinar. dotados de personalidade jurídica de direito público e forma federativa. 2º Os Conselhos de Contabilidade fiscalizarão o exercício da profissão baseada em critérios que observem a finalidade e/ou a atividade efetivamente desempenhada. o exercício da profissão contábil em todo o território nacional. § 2º do Decreto-Lei n.295/46. bem como os Princípios Contábeis. § 5º Técnico em Contabilidade é o diplomado emcurso de nível médio na área contábil. § 1º Nos termos da delegação conferida pelo Decreto-Lei n. lhe é equiparado.º 1370/2011 Regulamento Geral dos Conselhos de Contabilidade. Art.295/46. CARACTERÍSTICAS E FINALIDADES Art.os 570/48.295. II – regular sobre o Exame de Suficiência. CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO. 4. constitui prerrogativa exclusiva dos contadores e dos técnicos em contabilidade. 11.br .730/71.249/2010. § 4º Contador é o diplomado em curso superior de Ciências Contábeis. nos termos do Art.

649/98. Art. são autônomos no que se refere à administração de seus serviços. nos termos do Art. com independência e autonomia. (§ 1º com nova redação dada pela Resolução CFC nº 1.37 Art.040/69 e do § 3º do Art. 4º Os empregados dos Conselhos de Contabilidade são regidos pela legislação trabalhista.º 9. Art. às condições e aos requisitos por este estabelecido. Parágrafo único. sendo vedada qualquer forma de transposição. 6º Constitui competência do Conselho Federal de Contabilidadea regulamentação das atividades-fins do Sistema CFC/CRCs. conforme IN TCU n. § 1º As contas do CFC e dos CRCs. 58 da Lei n. Federal e Regionais.459/13) § 2º Os Conselhos Regionais encaminharão. Parágrafo único. econômicas. Os empregados dos Conselhos de Contabilidade.º 1. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. administrativas. serão submetidas à apreciação e ao julgamento do Plenário do CFC até o último dia útil do mês de maio do exercício social subsequente. sem qualquer vínculo funcional. 3º Os Conselhos de Contabilidade são organizados e dirigidos pelos próprios contadores e técnicos em contabilidade e mantidos por estes e pelas organizações contábeis. de acordo com resolução editada pelo CFC. contábeis e orçamentárias dos Conselhos de Contabilidade. por meio de concurso público. rendas e serviços.SuficienciaContabil. ao regime de trabalho e às relações empregatícias. Art. com pareceres e deliberações das Câmaras de Controle Interno e dos seus respectivos Plenários. à gestão de seus recursos. ao qual se subordinam. até 28 de fevereiro do exercício social subsequente.º 63/10. Os Conselhos Regionais de Contabilidade. técnico. 8º do Decreto-Lei n. bem como a fiscalização e o controle das atividades financeiras.br . suas prestações de contas do exercício findo ao Conselho Federal. organizadas e apresentadas por seus presidentes.com. 5º Os Conselhos de Contabilidade gozam de imunidade tributária total em relação aos seus bens. transferência ou deslocamento para o quadro da administração pública direta ou indireta. serão contratados em regime celetista. com organização básica determinada pelo Conselho Federal de Contabilidade. administrativo ou hierárquico com qualquer órgão da administração pública direta ou indireta. com observância aos procedimentos.

com. 22 e 27 do Decreto-Lei n.para fins do disposto no inciso II. 8º Compete ao CFC regular sobre os critérios e os valores das anuidades devidas pelos contadores. cabendo ao CFC estabelecer os critérios que nortearão o edital de licitação. no Diário Oficial da União.o Conselho Federal deverá realizar auditoria interna nos Conselhos de Contabilidade. que emitirá parecer e relatórios circunstanciados de auditoria sobre a sua prestação de contas e as dos Conselhos Regionais.o Conselho Federal contratará auditoria independente. 7º Compete originariamente à Justiça Federal conhecer. I . além de outras peças necessárias que venham a ser exigidas. estando impedido de participar da análise e/ou do julgamento o gestor responsável pelas contas ou o conselheiro do CFC que tenha participado do mandato. processar e julgar as controvérsias relacionadas aos Conselhos de Contabilidade. CAPÍTULO II T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www.br .459/13) Art. bem como os relativos aos valores de serviços e de multas. o balancete mensal da gestão orçamentária e contábil. II . no mínimo. § 4º A não apresentação das contas no prazo fixado poderá determinar a instauração do processo de Tomada de Contas Especial. IV .º 9. no Diário Oficial do Estado ou Distrito Federal ou no Diário Oficial da União. Art. os CRCs remeterão ao CFC. III .SuficienciaContabil. até o último dia do mês subsequente. nos termos dos Arts. Parágrafo único. Constitui título executivo extrajudicial de dívida líquida e certa a certidão emitida pelo Conselho Regional relativa a crédito previsto neste artigo.21.a análise e o julgamento das Prestações de Contas referidas no inciso I serão realizados pela Câmara de Controle Interno e pelo Plenário do CFC.295/46. V . pelos técnicos em contabilidade e pelas organizações contábeis. b) as referentes aos Conselhos Regionais de Contabilidade. (letra “b” do inciso V com nova redação dada pela Resolução CFC nº 1.38 § 3º O Conselho Federal encaminhará as suas contas à Câmara de Controle Interno para exame e deliberação e posterior julgamento pelo Plenário até 28 de fevereiro do exercício social subsequente.as contas aprovadas e as quitações dadas aos responsáveis serão publicadas no Diário Oficial: a) as referentes ao CFC.

9º O cargo de conselheiro é de exercício gratuito e obrigatório. por 1/3 (um terço) e por 2/3 (dois terços). 10.com. 9º com nova redação dada pela Resolução CFC nº 1. alternadamente. será observada a proporção de 2/3 (dois terços) de contadores e de 1/3 (um terço) de técnicos em contabilidade. portador do registro mais antigo. aprovação e registro das chapas concorrentes.39 DOS CONSELHOS DE CONTABILIDADE: COMPOSIÇÃO. especialmente quanto ao recolhimento da parcela da anuidade que a este pertence. § 3º Para a composição das chapas referidas no § 2º. só poderão participar representantes de CRC em situação regular com suas obrigações no CFC. discussão. § 1º. realizando a eleição 24 (vinte e quatro) horas após a sessão preliminar. 19. reunir-se-á. nos termos do disposto no Art. Os membros do CFC serão eleitos por um colégio eleitoral integrado por 1 (um) representante de cada CRC. por convocação do presidente do CFC. com renovação a cada biênio.459/13) § 1°O Conselho Federal de Contabilidade será constituído por 1 (um) membro efetivo de cada Conselho Regional de Contabilidade e respectivo suplente. § 3º No período compreendido entre o término do mandato de Presidente e até que se proceda a eleição.br . Art. MANDATO. § 2º O colégio eleitoral. § 2° Na composição do CFC e dos CRCs. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. e será considerado serviço relevante. (Art. por este eleito por maioria absoluta. eleitos na forma da legislação vigente.SuficienciaContabil. COMPETÊNCIA E RECEITAS SEÇÃO I COMPOSIÇÃO. assumirá a Presidência o Conselheiro da categoria de Contador do terço remanescente. ELEIÇÃO. eleitos para mandato de 4 (quatro) anos. o CFC comunicará aos CRCs quais as vagas a preencher. preliminarmente. com antecedência mínima de 30 (trinta) dias da data do pleito. ELEIÇÃO E MANDATO Art. para exame. em reunião especialmente convocada. § 1º Desse colégio eleitoral.

secreto e obrigatório. o presidente do CRC poderá interpor recurso. 12. aplicando-se pena de multa em importância correspondente a até o valor da anuidade ao contabilista que deixar de votar sem causa justificada. nos CRCs. o conselheiro será substituído por suplente convocado pelo presidente. dentre os da mesma categoria profissional e. § 1º A limitação de reeleição aplica-se também ao vicepresidente que tiver exercido mais da metade do mandato presidencial. preferencialmente. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www.com.459/13) Art. facultando-se-lhe suspender qualquer deliberação de seu Plenário considerada inconveniente ou contrária aos interesses da profissão ou da instituição.40 Art. com igual número de suplentes e. (§ 3º com nova redação dada pela Resolução CFC nº 1. não a confirmar por maioria de 2/3 (dois terços).459/13) § 4º Caso a sua decisão não seja aprovada. admitida uma única reeleição consecutiva. Os CRCs terão. não haverá o recurso previsto no § 4º. 11 com nova redação dada pela Resolução CFC nº 1. 11. (§ 2º com nova redação dada pela Resolução CFC nº 1. no máximo. § 2º Ao presidente incumbe a administração e a representação do respectivo Conselho.459/13) § 1º Na avaliação para fixar considerados os critérios estabelecidos pelo CFC. (Art. para mandato de 2 (dois) anos. Os presidentes dos Conselhos de Contabilidade serão eleitos dentre seus respectivos membros contadores. serão § 2º Os membros dos CRCs e igual número de suplentes serão eleitos de forma direta. § 3º Considera-se revogada a decisão suspensa. do mesmo terço. § 5º No caso do CFC. 9 (nove) membros. prevalecendo a aplicação do § 3º. cujo exercício ficará sempre condicionado à vigência do mandato de conselheiro. mediante decisão fundamentada.SuficienciaContabil. Art. 13. o máximo. Nos casos de falta ou impedimento temporário ou definitivo.br . o número considerado pelo CFC indispensável ao adequado cumprimento de suas funções. ao CFC. que a julgará no prazo máximo de 60 (sessenta) dias. se o Plenário. com efeito suspensivo. na sua reunião subsequente. mediante voto pessoal. no mínimo.

II – não tiver habilitação profissional na forma da legislação em vigor. o profissional que: I – não tiver cidadania brasileira.br .41 Art. mesmo na condição de suplente. III – não tiver pleno gozo dos direitos profissionais. em instância administrativa ou judicial. segundo apuração definitiva. Nos casos de falta ou impedimento temporário. c) sofrido penalidade ética aplicada por Conselho de Contabilidade. Parágrafo único.com. ou de improbidade na administração pública. 14. declarada em sentença transitada em julgado. resguardado o direito de defesa. V – tiver praticado ato de improbidade administrativa no CFC ou em qualquer CRC. função ou emprego. f) cometido atos irregulares no exercício de representação de entidade de classe. Em caso de afastamento definitivo. Não é elegível membro do CFC ou de CRC. d) sofrido penalidade disciplinar aplicada por Conselho de Contabilidade.SuficienciaContabil. após decisão transitada em julgado. enquanto persistirem os efeitos da pena. desde que apurada por processo regular. o conselheiro será substituído por suplente convocado pelo presidente. com sentença transitada em julgado. IV – tiver má conduta. b) sido destituído de cargo. VIII – seja portador de registro provisório. (Parágrafo único com nova redação dada pela Resolução CFC nº 1. será convocado o Conselheiro eleito para cumprimento de mandato complementar. dentre os da mesma categoria profissional. por efeito de causa relacionada à prática de ato irregular na administração privada.459/13) Art. VII – não estiver com seu registro ativo e em situação regular no CRC quanto a débitos de qualquer natureza. assegurado o direito de ampla defesa e ao contraditório. após decisão transitada em julgado. civis e políticos. 15. VI – tiver.459/13) e) sido condenado por crime doloso. transitado em julgado. (letra “d” do inciso VI com nova redação dada pela Resolução CFC nº 1. no CFC. nos últimos 5 (cinco) anos: a) contas rejeitadas pelo CFC relativas ao exercício de cargos ou funções. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. da mesma categoria profissional e mesmo Estado.

com.15 deste Regulamento. nos últimos 2 (dois) anos. deverá entregar a declaração de bens ao Regional. SEÇÃO II DA COMPETÊNCIA T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. que desejar se candidatar deverá renunciar até 150 (cinquenta) dias antes da data de eleição. prevista no inciso X deste artigo será renovada anualmente. 16. após. com exceção daqueles que estão concorrendo à reeleiçãodo mesmo terço. sem motivo justificado. VIII – por falta de decoro ou conduta incompatível com a representação institucional e a dignidade profissional. VI – por ausência. A extinção ou perda de mandato. empregado de Conselho de Contabilidade. feita a apuração pelo Plenário em processo regular.459/13) Art. no exercício do mandato do terço remanescente. em cada ano. III – por efeito de mudança da categoria. § 1º O conselheiro. apuração em processo administrativo. no prazo de 15 (quinze) dias. § 2ºO disposto no caput deste artigo e nos seus incisos se aplicam aos membros do CFC e dos CRCs. no Conselho Federal de Contabilidade ou em Conselho Regional de Contabilidade.br . resguardado o direito a ampla defesa e ao contraditório. ocorre: I – em caso de renúncia. salvo motivo de força maior. IX – nas hipóteses previstas nos incisos de III a VII do Art. II – por superveniência de causa de que resulte inabilitação para o exercício da profissão. VII– por falecimento. na data da posse. § 3ºA entrega da declaração de bens. se incorrer em qualquer das condições impeditivas da elegibilidade. devidamente justificado e aceito pelo Plenário. IV – por condenação a pena de reclusão em virtude de sentença transitada em julgado. após o início do mandato. (§ 3º criado pela Resolução CFC n.SuficienciaContabil. V – por não tomar posse no cargo para o qual foi eleito. a contar do início dos trabalhos no Plenário ou no órgão designado para exercer suas funções. XI – estiver no exercício do mandato de conselheiro em CRC. sob pena de perda do mandato. X – deixar de apresentar concordância expressa de que. a 3 (três) reuniões consecutivas ou 6 (seis) intercaladas de qualquer órgão deliberativo do CFC ou de CRC. XII – estiver no exercício do cargo de delegado do CRC.º 1.42 IX – for ou ter sido.

43 Art. III – exercer a função normativa superior. baixando os atos necessários à interpretação e execução deste Regulamento e à disciplina e fiscalização do exercício profissional. para o fim de assegurar que os trabalhos sejam previstos e realizados de modo ordenado e sistematizado. XVI – examinar e julgar suas contas. VII – eleger os membros de seu Conselho Diretor e de seus órgãos colegiados internos. IV – elaborar. programas de trabalho e julgar suas contas. aprovar e alterar as Normas Brasileiras de Contabilidade de Natureza Técnica e Profissional e os princípios que as fundamentam. os profissionais da Contabilidade brasileiros nos órgãos internacionais e coordenar a representação nos eventos internacionais de Contabilidade. II – adotar as providências e medidas necessárias à realização das finalidades dos Conselhos de Contabilidade. com exclusividade. aprovar e alterar as normas e procedimentos de mediação e arbitragem. obedecidos os limites máximos estabelecidos na legislação em vigor. Ao CFC compete: I – elaborar. alienação ou oneração de bens imóveis dos Conselhos de Contabilidade. V – elaborar. neles T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. orientar e inspecionar os CRCs. XII – dispor sobre a identificação dos registrados nos Conselhos de Contabilidade. 6º e seus incisos e parágrafos. observado o disposto no Art. VIII – disciplinar e acompanhar a fiscalização do exercício da profissão em todo o território nacional.SuficienciaContabil. XIII – dispor sobre os símbolos. orientar e acompanhar os programas das atividades dos CRCs.br . emblemas e insígnias dos Conselhos de Contabilidade. dos valores de serviços e das multas. XIV – autorizar a aquisição. prerrogativas e valorização da profissão e de seus profissionais.com. XV – colaborar nas atividades-fins da Fundação Brasileira de Contabilidade. VI – regular sobre os critérios e valores das anuidades devidas pelos profissionais e pelas organizações contábeis. XI – representar. X – zelar pela dignidade. organizadas e apresentadas por seu presidente. 17. XVII – instalar. aprovar e alterar o Regulamento Geral e o seu Regimento Interno. cuja composição será estabelecida pelo Regimento Interno. especialmente na área da Fiscalização. independência. aprovar seus orçamentos. IX – aprovar.

ou a seus provimentos. XXII – apreciar e julgar os recursos de decisões dos CRCs. podendo firmar convênio com tais entidades. 18 deste Regulamento.(Inciso XX com nova redação dada pela Resolução CFC nº 1. demonstrações contábeis do encerramento do exercício e a deliberação do julgamento do seu processo de prestação de contas. de ofício ou mediante representação.(Inciso XXV com nova redação dada pela Resolução CFC nº 1. dentro dos limites dos recursos orçamentários disponíveis. respeitada a legislação vigente. bem como ao exercício profissional. portaria de abertura de créditos adicionais autorizados em resolução. bem como as operações de crédito e baixa de bens móveis. ao seu ensino e pesquisa. qualquer ato contrário a este Regulamento Geral. criar plano de cargos. fixar salários e gratificações. bem como prestar-lhes assistência técnica e jurídica. bem como autorizar a contratação de serviços especiais. memorando de entendimentos e termos de adesão com organismos nacionais e internacionais relacionados à Contabilidade com a finalidade de promover estudos. contratos e orçamentos.459/13) XIX – expedir instruções disciplinadoras do processo de suas eleições e dos CRCs. orçamento e respectivas modificações. baixado por CRC ou autoridade que o represente. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. bem como extratos de editais. ao seu Regimento Interno. XXIII – conhecer e dirimir dúvidas suscitadas pelos CRCs. pesquisas e o desenvolvimento das Ciências Contábeis. XXVII – celebrar convênios. XXIX – aprovar o seu quadro de pessoal. XXV – publicar no Diário Oficial da União e nos seus meios de comunicação as resoluções editadas.br . e funcionar como Tribunal Superior de Ética e Disciplina. na forma do inciso III do Art. salários e carreira. protocolos. (Inciso XVIII com nova redação dada pela Resolução CFC nº 1.SuficienciaContabil.44 intervindo quando indispensável ao estabelecimento da normalidade administrativa ou financeira e à observância dos princípios de hierarquia institucional. ao Código de Ética Profissional do Contador.430/13) XXI – editar e alterar o Código de Ética Profissional do Contador. XXVIII – revogar. XX – aprovar seu plano de trabalho.430/13) XXVI – manter intercâmbio com entidades congêneres públicas ou privadas e fazer-se representar em organismos internacionais e em conclaves no País e no exterior relacionados à Contabilidade e suas especializações. XXIV – examinar e julgar as contas anuais dos CRCs. modificar ou embargar.com. XVIII – homologar o Regimento Interno e as Resoluções dos Conselhos Regionais em matéria relacionada ao seu campo de competência.

18. submetendo-as à homologação do CFC quando a matéria disciplinada tiver implicação ou reflexos no âmbito federal. VII – aprovar o orçamento anual e suas modificações. XXXVII – delegar competência ao presidente. inclusive na área de educação. XXXI – estimular a exação na prática da Contabilidade. submetendo à homologação do CFC somente o orçamento. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. XL – emitir instrução normativa interpretativa de norma de interesse dos Conselhos de Contabilidade. baixar. Ao CRC compete: I – adotar e promover todas as medidas necessárias à realização de suas finalidades. inclusive ensino e pesquisa em qualquer nível. IV – eleger os membros do Conselho Diretor. organizar. III – elaborar e aprovar resoluções sobre assuntos de seu peculiar interesse. ao exercício de todas as atividades e especializações a ela pertinentes. técnico e cultural dos profissionais da Contabilidade. XXXIII – dispor sobre Exame de Suficiência Profissional como requisito para concessão do registro profissional e disciplinar o registro no Cadastro Nacional de Auditores Independentes. II – elaborar e aprovar seu Regimento Interno. conceder. submetendo-o à homologação do CFC.45 XXX – funcionar como órgão consultivo dos poderes constituídos em assuntos relacionados à Contabilidade. V – processar. bom nome da classe e dos que a integram. XXXVIII – disciplinar a elaboração dos atos que instrumentam as atribuições legais e regimentais do Sistema CFC/CRCs.SuficienciaContabil. velando pelo seu prestígio. dos órgãos colegiados internos e o representante no Colégio Eleitoral de que trata o Art. XLI – disponibilizar anualmente a sua prestação de contas. XXXV – aprovar os orçamentos dos Conselhos de Contabilidade. técnico em contabilidade e organização contábil.br . XXXII – colaborar com os órgãos públicos e instituições privadas no estudo e solução de problemas relacionados ao exercício profissional e à profissão. XXXIV – instituir e disciplinar o Programa de Educação Continuada para manutenção do registro profissional. XXXIX – editar súmula relativa a sua jurisprudência consolidada. os créditos adicionais especiais e os decorrentes do aumento do orçamento anual.com. Art. e cuja solução ou repressão não seja de sua alçada. XXXVI – incentivar o aprimoramento científico. revigorar e cancelar os registros de contador. manter. VI – desenvolver ações necessárias à fiscalização do exercício profissional e representar as autoridades competentes sobre fatos apurados. 10.

submetendo-as ao exame e ao julgamento do CFC.4590/13) XIV – funcionar como Tribunal Regional de Ética e Disciplina. XI – expedir carteira de identidade para os profissionais e alvará para as organizações contábeis. observados os valores fixados pelo Conselho Federal de Contabilidade.SuficienciaContabil. fixar salários e gratificações. salários e carreira. demonstrações contábeis do encerramento do exercício e a deliberação do julgamento. bem como autorizar a contratação de serviços especiais. das resoluções e dos demais atos.com. XIII – aprovar suas contas anuais. XVII – aprovar o seu quadro de pessoal. pelo Conselho Federal. ao seu ensino e pesquisa. penalidades (quando couber). bem como ao exercício profissional. criar plano de cargos. bem como preços de serviços e multas. respeitado o limite de suas receitas próprias. portaria de abertura de créditos adicionais autorizados em resolução. do seu processo de prestação de contas. e com observância da disciplina geral estabelecida pelo CFC. X – cumprir e fazer cumprir as disposições da legislação aplicável. contratos e orçamentos. (Inciso VIII com nova redação dada pela Resolução CFC nº 1. 6º e seus incisos e parágrafos. XV – estimular a exação na prática da Contabilidade. bom nome da classe e dos que a integram.430/13) IX – cobrar. do seu Regimento Interno. podendo firmar convênio com tais entidades. mediante aprovação prévia do Conselho Federal. dentro dos limites dos recursos orçamentários disponíveis. XVIII – manter intercâmbio com entidades congêneres públicas ou privadas e fazer-se representar em organismos internacionais e em conclaves no País e no exterior relacionados à Contabilidade e suas especializações. XX – admitir a colaboração das entidades de classe em casos relativos a matéria de sua competência. XII – julgar infrações e aplicar penalidades previstas neste Regulamento Geral e em atos normativos baixados pelo CFC. bem como extratos de editais.46 VIII – publicar no Diário Oficial do Estado e/ou da União e nos seus meios de comunicação as resoluções editadas. observado o disposto no Art. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. e aprovar suas contas mensais.459/13) XIX – colaborar nas atividades-fins da Fundação Brasileira de Contabilidade. bem como os do CFC. XVI – propor ao CFC as medidas necessárias ao aprimoramento dos seus serviços e do sistema de fiscalização do exercício profissional. (Inciso XVIII com nova redação pela Resolução CFC nº 1. velando pelo seu prestígio.br . (Inciso XIII com nova redação dada pela Resolução CFC nº 1. deste Regulamento Geral. conforme orientações específicas. arrecadar e executar as anuidades.

II – legados. (inciso XXVII criado pela Resolução CFC nº 1. observada a disciplina estabelecida pelo CFC. XXIV – promover a execução do Programa de Educação Continuada. 19.br . doações. indenizações. quando justificados. inclusive na área de educação.430/13) SEÇÃO III DAS RECEITAS Art. II – legados. III – rendas patrimoniais. § 3º A cobrança das anuidades será feita por meio de estabelecimento bancário oficial.aprovar as operações de crédito submetendo à homologação do CFC. IV – outras receitas. (Inciso XXIV com nova redação dada pela Resolução CFC nº 1. § 1° Constituem receitas do CFC: I – 1/5 da receita bruta de cada CRC. § 2° Constituem receitas dos CRCs: I – 4/5 de sua receita bruta. doações e subvenções.com. restituições e outros. científico e cultural dos profissionais da Contabilidade e da sociedade em geral.SuficienciaContabil. IV – outras receitas. doações e subvenções. receitas patrimoniais.430/13) XXVIII – aprovar as baixas de bens móveis.459/13) XXII – propor alterações ao presente Regulamento Geral e colaborar com os órgãos públicos no estudo e na solução de problemas relacionados ao exercício profissional. excetuados os legados. XXVI – disponibilizar anualmente a sua prestação de contas.47 XXI – incentivar e contribuir para o aprimoramento técnico. subvenções. III – rendas patrimoniais. (Inciso XXI com nova redação dada pela Resolução CFC nº 1. As receitas dos Conselhos de Contabilidade serão aplicadas na realização de suas finalidades institucionais. (inciso XXVIII criado pela Resolução CFC nº 1. nos termos das decisões de seus Plenários e deste Regulamento Geral. pelo respectivo CRC. XXVII . T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. XXIII – adotar as providências necessárias à realização de Exames de Suficiência para concessão do registro profissional.459/13) XXV – delegar competência ao presidente.

por meio: (Art. da cota correspondente ao mês anterior.459/13) Art. na proporção de 1/5 e de 4/5 nas contas. V – da remessa. acrescidas de atualização monetária. SEÇÃO IV DAS NORMAS DE SUBORDINAÇÃO DOS CRCs (Seção IV criada pela Resolução CFC n. respectivamente. IV – da remessa. 19 A. VI – da remessa mensal das Demonstrações de Receita e Despesa referentes ao mês anterior. dentro dos prazos fixados. até o dia 10 (dez) do mês subsequente. anualmente. além do prazo fixado. serão observados os seguintes princípios: I – as importâncias correspondentes às remessas recebidas pelo CFC. criado pela Resolução CFC n. incidirá multa de 2% mais juros de 1% ao mês. das prestações de contas. A subordinação hierárquica dos CRCs ao CFC. § 5º Deverão ser observadas as especificações e as condições estabelecidas em ato do CFC. § 1º Na aplicação do disposto no inciso V. o qual disciplinará. especialmente. organizadas de acordo com as normas legais. acompanhada da demonstração da receita nele arrecadada.º 1.º 1.com. os casos especiais de arrecadação direta pelos CRCs. estabelecida pela legislação vigente. VII – da colaboração permanente nos assuntos ligados à realização dos fins institucionais. III – da observância de suas recomendações e dos prazos assinalados.br . e VIII – da apresentação do relatório das atividades.SuficienciaContabil. também. calculada pela variação do Índice Nacional T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. rigorosamente.459/13) I – do imediato e fiel cumprimento de suas decisões. II – do pronto atendimento das requisições de informações e esclarecimentos. quando o atraso for superior a um ano. efetiva-se pela exata e rigorosa observância de suas determinações e.48 § 4º O produto da arrecadação será creditado. com efetivo recebimento pelo CFC. serão acrescidas de atualização proporcional ao período do atraso. inclusive a parte compartilhada. direta eautomaticamente. 19A. do CFC e dos CRCs. e II – para as importâncias correspondentes às anuidades arrecadadas no mês e não incluídas na cota respectiva.

§ 5º A penalidade aplicada pelo Conselho Federal de Contabilidade a Presidente ou Conselheiro do Sistema CFC/CRCs somente decorrerá de processo administrativo instaurado no CFC.IBGE.br . fica sujeito às seguintes penalidades. observadas as especificações e as discriminações estabelecidas em resolução do CFC. III – suspensão por até 60 (sessenta) dias. CAPÍTULO III DAS PRERROGATIVAS PROFISSIONAIS E DO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO Art. calculado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .IPCA. com rigorosa exação. e II – ofensivo ao decoro ou à dignidade do CFC ou de seus membros. § 2º O Presidente do CRC que não cumprir. observada a ordem de gradação. O exercício de qualquer atividade que exija a aplicação de conhecimentos de natureza contábil constitui prerrogativa dos contadores e dos técnicos em contabilidade em situação regular perante o CRC da respectiva jurisdição. IV – destituição da função de Presidente. II – advertência pública. precedido de sindicância. por proposta do Conselho Diretor e decisão do Plenário do CFC: I – advertência escrita e reservada. à disciplina e à fiscalização do exercício profissional. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. § 3º As mesmas penalidades podem ser aplicadas ao Presidente do CRC ou a seu membro que praticar ato: I – em descumprimento de norma legal ou regimental.49 de Preços ao Consumidor Amplo . especialmente quanto à observância dos limites de suas atribuições que se relacionem. § 4º A substituição do Presidente suspenso ou destituído observará as normas estabelecidas no Regimento Interno do respectivo CRC. unicamente. de acordo com a gravidade da falta. as obrigações previstas neste artigo. V – restituição do valor do prejuízo apurado.com. 20. ou não fizer cumprir.SuficienciaContabil. no qual será assegurado o contraditório e a ampla defesa. execução § 1º Por exercício da profissão contábil entende-se a das tarefas especificadas em resolução própria.

direta ou indireta e fundacional.50 independentemente de exigência de Contabilidade para quaisquer fins legais. bem como a transferência de registro e de cadastro. Art. 22. com observância dos requisitos e do modelo estabelecidos pelo CFC. registrarão ou legalizarão livros ou documentos contábeis quando assinados por profissionais em situação regular perante o CRC. com domicílio permanente no Brasil. sempre que solicitados pelo CRC da respectiva jurisdição. § 1º A exploração da atividade contábil é privativa de organização contábil em situação regular perante o CRC de seu cadastro. cargos ou funções são profissionais registrados e ativos perante o CRC de seu registro.com. nas condições mencionadas no § 4º do Art. os cargos ou as funções que envolvem atividades que constituem prerrogativas dos contadores e dos técnicos em contabilidade somente poderão ser providos e exercidos por profissionais devidamente registrados. Art. ativos e em situação regular perante o CRC de seu registro. § 3º Os órgãos públicos de registro. O exercício da profissão contábil é privativo do contador e do técnico em contabilidade com registro ativo e situação regular. especialmente os de registro do comércio e dos de títulos e documentos. § 5º As entidades e órgãos referidos no § 4º. somente arquivarão. A Carteira de Identidade Profissional expedida pelo CRC. § 6º As entidades e os órgãos mencionados no § 4º somente poderão contratar a prestação de serviços de auditoria contábil e de auditores independentes. 20. § 4º Nas entidades privadas e nos órgãos da administração pública. nas empresas públicas e nas sociedades de economia mista. devem demonstrar que os ocupantes desses empregos. 21. § 2º O exercício eventual ou temporário da profissão fora da jurisdição do registro ou do cadastro principal. assinatura do profissional da § 2º Os documentos contábeis somente terão valor jurídico quando assinados por profissional habilitado com a indicação do número de registro e da categoria. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. substitui. autônomos. atenderá às exigências estabelecidas pelo CFC.br . sob pena de nulidade do ato.SuficienciaContabil. consorciados ou associados. os empregos.

23. VI – manter conduta incompatível com o exercício da profissão. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. evidenciando incapacidade profissional. IV – deixar o profissional ou a organização contábil de comunicar ao CRC a mudança de domicílio ou endereço. quando registrado. IX – reter abusivamente ou extraviar arquivos.º 6. segundo critério do CFC. XII – elaborar peças contábeis sem lastro em documentação hábil e idônea. VIII – incidir em erros reiterados. conforme estabelecido pelo Decreto-Lei n. bem como a ocorrência de outros fatos necessários ao controle e à fiscalização profissional. filiais ou sucursais das organizações contábeis.br . Os contadores e os técnicos em contabilidade poderão associar-se para colaboração profissional recíproca sob a forma de sociedade. II – sobre o registro de sociedades constituídas entre profissionais da Contabilidade e outros com respectivo registro em Conselho de Profissão Regulamentada. que lhes tenham sido profissionalmente confiados. V – transgredir os Princípios de Contabilidade e as Normas Brasileiras de Contabilidade. no exercício da atividade profissional. o diploma. desde que não previsto em outro dispositivo. II – exercer a profissão sem registro no CRC ou. Constitui infração: I – transgredir o Código de Ética Profissional do Contador (CEPC). também denominadas sociedades de profissionais. O CFC disporá: I – sobre registro de dependências. e serve de documento de identidade para todos os fins. tem fé pública. ato que a lei define como crime ou contravenção.459/13) CAPÍTULO IV DAS INFRAÇÕES E PENALIDADES Art. X – praticar. (Inciso II com nova redação dada pela Resolução CFC nº 1.com. livros ou documentos contábeis. 1º da Lei n. Art.295/46 e pelo Art. físicos ou eletrônicos.SuficienciaContabil. 24.51 para efeito de prova.º 9. Parágrafo único. esteja impedido de fazê-lo. III – manter ou integrar organização contábil em desacordo com o estabelecido em ato específico do CFC. VII – fazer falsa prova de qualquer dos requisitos para registro em CRC.206/75. XI – praticar ato destinado a fraudar as rendas públicas.

quando exigida pelo CRC. XV – apropriar-se indevidamente de valores confiados a sua guarda e responsabilidade. privativamente. aos Conselhos de Contabilidade. a fim de comprovar os limites e a extensão da responsabilidade técnica perante cliente ou empregador. IV – censura pública. quando for o caso. § 1º Os critérios para enquadramento das infrações e da aplicação de penas serão estabelecidos por ato do CFC. sem necessidade de representação de autoridade.º 1. feita a imediata e obrigatória comunicação. aplicarem penalidades a quem infringir disposições deste Regulamento Geral e da legislação vigente. por meio de processo regular. de ofício. VI – cassação do exercício profissional. no qual será assegurado o amplo direito de defesa e ao contraditório. Art.br . XIV – deixar de apresentar prova de contratação dos serviços profissionais. Art.459/13) § 4º Os sócios respondem solidariamente pelos atos relacionados ao exercício da profissão contábil praticados por profissionais ou por leigos em nome da organização contábil.com. O CFC classificará as infrações segundo a frequência e a gravidade da ação ou da omissão.SuficienciaContabil. 25. ao CRC do registro principal. dentro dos limites de suas competências. Federal e Regionais. II – advertência reservada. a relevância de valores bem como os prejuízos dela decorrentes. V – suspensão do exercício profissional. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. III– censura reservada. § 3º (Revogado). Os Conselhos de Contabilidade atuam e deliberam.52 XIII – emitir peças contábeis com valores divergentes dos constantes da escrituração contábil. Parágrafo único. Cabe. 26. Parágrafo único. § 2º Para conhecer e instaurar processo destinado à apreciação e à punição. é competente o CRC da base territorial onde tenha ocorrido a infração. de qualquer de seus membros ou de terceiro interessado. (§ 3ºrevogado pela Resolução CFC n. As penas consistem em: I – multas. os reflexos perante a sociedade.

Art.° 960.br . Brasília-DF. Este Regulamento Geral entrará em vigor partir de 1° de janeiro de 2012. 29. Parágrafo único. dependendo suas aquisições e alienações da estrita observância das formalidades previstas neste Regulamento Geral. de 6 de maio de 2003. A alteração ou revisão deste Regulamento Geral exige deliberação por. Contador Juarez Domingues Carneiro Presidente T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. 2/3 (dois terços) dos votos dos membros do CFC. Parágrafo único.SuficienciaContabil. ao ensino. Fica revogada a Resolução CFC n. Art. 30. única ou basicamente.53 CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E FINAIS Art. a pessoa jurídica somente poderá explorar serviços contábeis. depois que provar no CRC de sua jurisdição que os responsáveis pela parte técnica e os que executam trabalhos técnicos no respectivo setor ou serviço são profissionais em situação ativa e regular perante o CRC de seu registro. próprios ou de terceiros. ao controle da profissão.com. Art. seu patrimônio será transferido a uma ou mais instituições sem fins lucrativos e dedicadas. 20. nas condições mencionadas no § 4º do Art. devendo a proposta ser distribuída aos conselheiros com pelo menos 20 (vinte) dias de antecedência da data da reunião especialmente convocada para exclusiva realização dessa finalidade. 28. O patrimônio dos Conselhos de Contabilidade é de sua única e exclusiva propriedade. à pesquisa ou ao desenvolvimento da Contabilidade. 8 de dezembro de 2011. A substituição desses profissionais obriga a nova prova por parte da pessoa jurídica. Qualquer que seja a forma de sua organização. no mínimo. 27. No caso de dissolução dos Conselhos de Contabilidade. Art. 31.

299. por este eleito em reunião especialmente convoca da. regula a eleição de seus membros.Lei n° 2. não podendo o período presidencial ultrapassar o término do mandato como Conselheiro. § 2° O terço a ser renovado em 1971 terá mandato de quatro anos. § 1 ° O colégio eleitoral convocado para a composição do Conselho Federal reunir-se-á. aprovação e registro das chapas concorrentes. e dá outras providências. preliminarmente. para exame. alternadamente. realizando as eleições 24 (vinte e quatro) horas após a sessão preliminar. b) 1/3 (um terço) de técnicos de contabilidade.SuficienciaContabil. 3°Os Presidentes dos Conselhos Federal e Regionais terão mandato de 2 (dois) anos e serão eleitos dentre seus respectivos membros contadores. 1° O Conselho Federal de Contabilidade . § 3° (Revogado pelo art. por 1/3 (um terço) e 2/3 (dois terços). T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. 3ºdo Decreto. eleitos para mandatos de 4 (quatro) anos. 2° Os membros do Conselho Federal de Contabilidade e respectivos suplentes serão eleitos por um colégio eleitoral composto de um representante de cada Conselho Regional de Contabilidade.54 DECRETO-LEI N° 1. em substituição ao terço. de 21 de novembro de 1986) Art. a iniciar-se em 1 ° de janeiro de 1972. DE 21 DE OUTUBRO DE 1969 Dispõe sobre os Conselhos Federal e Regionais de Contabilidade. A composição dos Conselhos Federal e Regionais de Contabilidade obedecerá à seguinte proporção: a) 2/3 (dois terços) de contadores. Art.com.CFC será constituído por 1 (um) representante efetivo de cada Conselho Regional de Contabilidade .br . Parágrafo único.040/69. cujos mandatos se encerram a 31 de dezembro de 1971. Art.CRC. e respectivo suplente. com renovação a cada biênio. discussão. admitida uma única reeleição consecutiva.

civis e políticos. 9°As eleições do corrente ano para os Conselhos Federal e Regionais de Contabilidade serão realizadas. 6° O mandato dos membros e respectivos suplentes do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais de Contabilidade será de 4 (quatro) anos. respectivamente. até os dias 30 de novembro e 20 de dezembro. •A segunda parte do parágrafo único do art. 5° As eleições para o Conselho Federal e para os Conselhos Regionais serão realizadas. Art. A Lei n° 6. no mínimo. Art. através do voto pessoal.906. A receita dos Conselhos Federal e Regionais de Contabilidade só poderá ser aplicada na organização e funcionamento de serviços úteis à fiscalização do exercício profissional (. c)pleno gozo dos direitos profissionais. 7° foi revogada pela Lei n° 6. ficando sem efeito as eleições realizadas nos termos do Decreto-Lei n° 877.994/82 foi revogada pela Lei n° 8. mesmo na condição de suplente. de 26 de maio de 1982. 60 (sessenta) dias e. Parágrafo único.55 Art. b)habilitação profissional na forma da legislação em vigor. no máximo. renovando-se a sua composição de 2 (dois) em 2 (dois) anos. ao contabilista que deixar de votar sem causa justificada. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. ao preenchimento dos seguintes requisitos e condições básicas: a) cidadania brasileira. nos termos deste Decreto-Lei. 30 (trinta) dias antes do término dos mandatos. Art. de 4 de julho de 1994. 8° Aos servidores dos Conselhos Federal e Regionais de Contabilidade se aplicará o regime jurídico da Consolidação das Leis do Trabalho. além das exigências constantes do artigo 530 da Consolidação das Leis do Trabalho e legislação complementar.. por 1/3 (um terço) e por 2/3 (dois terços).). ficarão subordinados. secreto e obrigatório. Art. 7° O exercício do mandato de membro do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais de Contabilidade. alternadamente.SuficienciaContabil. 4° Os membros dos Conselhos Regionais de Contabilidade e os respectivos suplentes serão eleitos pelo sistema de eleição direta.994. aplicando-se pena de multa em importância correspondente a até o valor da anuidade. Art. de 16 de dezembro de 1969.com. assim como a respectiva eleição.br . d)inexistência da condenação por crime contra o fisco ou contra a segurança nacional..

promoverá a elaboração e aprovação do Código de Ética Profissional dos Contabilistas.com. e demais disposições em contrário.br . 11 Este Decreto-Lei entra em vigor na data de sua publicação. de 16 de setembro de 1969. AUGUSTO HAMANN RADEMAKER GRÜNEWALD AURÉLIO DE LYRA TAVARES MÁRCIO DE SOUZA E MELIO T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www.56 Art. 21 de outubro de 1969.SuficienciaContabil. com a participação de todos os Conselhos Regionais. 10 O Conselho Federal de Contabilidade. revogado o Decreto-Lei n° 877. Parágrafo único. Art. Brasília. O Conselho Federal de Contabilidade funcionará como Tribunal Superior de Ética Profissional.

com habilitação profissional legalmente adquirida. assim entendendo-se os profissionais habilitados como contadores e técnicos em contabilidade. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. Art. sendo dois contadores e um guarda-livros. de acordo com o que preceitua o presente Decreto-lei. 1o. usando da atribuição que lhe confere o artigo 180 da Constituição. parte uma representação de cada associação profissional ou sindicato de classe composta de três membros. Art.57 DECRETO-LEI Nº 9. Cria o Conselho Federal de Contabilidade. DE 27 DE MAIO DE 1946. ao qual ficam subordinado os Conselhos Regionais. em relação aos membros enumerados e na alínea b deste artigo a seguinte proporção: dois terços de contadores e um terço de guardalivros.295.br . 4º O Conselho Federal de Contabilidade será constituído de nove (9) membros brasileiros. define as atribuições do Contador e do Guarda-livros. b) os demais serão escolhidos em Assembleia que se realizará no Distrito Federal. 3º Terá sua sede no Distrito Federal o Conselho Federal de Contabilidade. 1º Ficam criados o Conselho Federal de Contabilidade e os Conselhos Regionais de Contabilidade. Parágrafo único. Art. na qual tomará.SuficienciaContabil. e obedecerá à seguinte composição: a) um dos membros designado pelo Governo Federal e que será o presidente do Conselho. e dá outras providências O PRESIDENTE DA REPÚBLICA.com. 2o A fiscalização do exercício da profissão contábil. será exercida pelo Conselho Federal de Contabilidade e pelos Conselhos Regionais de Contabilidade a que se refere o art. DECRETA: CAPÍTULO I DO CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE E DOS CONSELHOS REGIONAIS Art. A Constituição do Conselho Federal de Contabilidade obedecerá.

c) subvenções dos Governos.58 Art. e editar Normas Brasileiras de Contabilidade de natureza técnica e profissional. b) doações e legados. do cadastro de qualificação técnica e dos programas de educação continuada. 7º – Ao Presidente compete. a decisão suspensa.com. e) publicar o relatório anual de seus trabalhos. esta entrará em vigor imediatamente. além da direção do Conselho suspensão de qualquer decisão que mesmo tome e lhe pareça inconveniente. em que deverá figurar a relação de todos os profissionais registrados. d) decidir. Um terço dos membros do Conselho Federal será renovado para o seguinte triênio Art. b) aprovar os Regimentos Interno organizados pelos Conselhos Regionais modificando o que se tornar necessário. 8º – Constitui renda do Conselho Federal de Contabilidade: a) 1/5 da renda bruta de cada Conselho Regional nela não se compreendendo doações. c) tomar conhecimento de quaisquer dúvidas suscitadas nos Conselhos Regionais e dirimi-las. por dois terços de seus membros. 6º São atribuições do Conselho Federal de Contabilidade: a) organizar o seu Regimento Interno.SuficienciaContabil.br . a fim de manter a respectiva unidade de ação. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. Parágrafo único. legados e subvenções. e se segundo julgamento o Conselho mantiver. do Exame de Suficiência. Art. a contar de seu ato. Parágrafo único – O ato da suspensão vigorará até novo julgamento do caso. em última instância. salvo o do representante do Governo Federal. recursos de penalidade imposta pelos Conselhos Regionais. 5º O mandato dos membros do Conselho Federal de Contabilidade durara três anos. f) regular acerca dos princípios contábeis. para o qual o Presidente convocará segunda reunião no prazo de quinze dias. Art.

submetendo-o à aprovação do Conselho Federal de Contabilidade. f) representar ao Conselho Federal Contabilidade acerca de novas medidas necessárias. g) admitir a colaboração das entidades de classe nos casos relativos à matéria das alíneas anteriores Art. d) publicar relatório anual de seus trabalhos e a relação dos profissionais registrados. podendo estender-se a mais de um Estado a ação de qualquer deles. 9º – Os Conselhos Regionais de Contabilidade serão organizados nos moldes do Conselho Federal. nos Territórios e nos Municípios dos Órgãos julgados necessários. decidindo a respeito. cabendo a este fixar-lhes o número de componentes. 10 – São atribuições dos Conselhos Regionais: a) expedir e registrar a carteira profissional prevista no artigo 17. Parágrafo único – O Conselho promoverá a instalação. b) 4/5 das multas aplicadas conforme alínea "b. d) doações e legados. determinando a forma da eleição local para sua composição. relativos ao exercício da profissão de contabilista. c) fiscalizar o exercício das profissões de contador e guarda-livros.SuficienciaContabil. enviando às autoridades competentes minuciosos e documentados relatórios sobre fatos que apurarem. impedindo e punindo as infrações.com. para regularidade do serviço e para fiscalização do exercício das profissões previstas na alínea "b".59 Art. e) elaborar a proposta de seu regimento interno. nos Estados. Art. 11 – A renda dos Conselhos Regionais será constituída do seguinte: a) 4/5 da taxa de expedição das carteiras profissionais estabelecidas no art. e bem assim. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. 17 e seu parágrafo único. 21 e seus parágrafos. deste artigo." do artigo anterior. c) 4/5 da arrecadação da anuidade prevista no art. inclusive do respectivo Presidente. e cuja solução ou repressão não seja de sua alçada.br . b) examinar reclamações a representações escritas acerca dos serviços de registro e das infrações dos dispositivos legais vigentes.

T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. serviços técnicos contábeis. Art. 12. sem o registro a que alude este artigo.60 e) subvenções dos Governos. fará visar. associações. prova. ou a seu cargo tiverem alguma seção que a tal se destine. Art. e suas filiais que exerçam ou explorem. CAPÍTULO II DO REGISTRO DA CARTEIRA PROFISSIONAL Art. registrado em qualquer dos Conselhos Regionais de Contabilidade mudar de domicílio. companhias e empresas em geral. não poderão obter o registro sem provar o pagamento das multas em que houverem incorrido. Os profissionais a que se refere este Decreto-Lei somente poderão exercer a profissão após a regular conclusão do curso de Bacharelado em Ciências Contábeis. e seu parágrafo único. no Conselho Regional a que o novo local dos seus trabalhos estiver sujeito. firmas. Art. somente poderão executar os respectivos serviços. Parágrafo único – As substituições dos profissionais obrigam a nova.SuficienciaContabil. a carteira profissional de que trata o art. reconhecido pelo Ministério da Educação. será considerado como infração do presente Decreto-lei. sociedades. sob qualquer forma. 15 – Os indivíduos. 13 – Os profissionais punidos por inobservância do artigo anterior. § 2o Os técnicos em contabilidade já registrados em Conselho Regional de Contabilidade e os que venham a fazê-lo até 1o de junho de 2015 têm assegurado o seu direito ao exercício da profissão. depois de provarem. por parte das entidades a que se refere este artigo. desde que o profissional exerça qualquer das profissões. 14 – Se o profissional. § 1o O exercício da profissão.br . por prazo maior de noventa dias. no novo domicílio. 17 Considera-se que há mudança. perante os Conselhos de Contabilidade que os encarregados da parte técnica são exclusivamente profissionais habilitados e registrados na forma da lei. aprovação em Exame de Suficiência e registro no Conselho Regional de Contabilidade a que estiverem sujeitos.com.

j) sua assinatura. f) a data em que foi diplomado ou provisionado. registrada e visada no Conselho Regional respectivo. A todo profissional registrado de acordo com este Decreto-lei. 18. 18. servirá de carteira de identidade e terá fé pública. 20. classificados conforme os títulos de habilitação e a fará publicar no Diário Oficial. Art. será entregue uma carteira profissional. Parágrafo único. só receberão impostos relativos ao exercício da profissão de contabilista. As autoridades federais. a qual conterá: a) seu nome por extenso. mediante exibição da carteira a que se refere o art. Todo aquele que. placas. Art. h) o número do registro do Conselho Regional respectivo. A expedição da carteira fica sujeita à taxa de Cr$ 30. cartões comerciais. 17. i) sua fotografia de frente e impressão dactiloscópica do polegar. 19. c) sua nacionalidade e naturalidade. e) denominação da escola em que se formou ou declaração de sua categoria de provisionado. mediante anúncios. em T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. 16 – O Conselho Federal organizará. estaduais e municipais. Art.br . se propuser ao exercício da profissão de contabilista. A carteira profissional substituirá.com. anualmente. g) a natureza do título ou dos títulos de sua habilitação. Art.SuficienciaContabil. o diploma ou o título de provisionamento para os efeitos legais. ou outros meios. a relação completa dos registros. com as alterações havidas e em ordem alfabética.00 (trinta cruzeiros) . d) a data do seu nascimento. indicação do número do registro no órgão competente do Departamento Nacional de Educação.61 Art. numerada. bem como. b) sua filiação.

00 (novecentos e cinquenta reais). § 2o As anuidades pagas após 31 de março serão acrescidas de multa. Art.62 qualquer de seus ramos.SuficienciaContabil.R$ 950. para pessoas jurídicas. Às empresas ou a quaisquer organizações que explorem ramo dos serviços contábeis é obrigatório o pagamento de anuidade ao Conselho Regional da respectiva jurisdição.br . Os profissionais registrados nos Conselhos Regionais de Contabilidade são obrigados ao pagamento da anuidade. a sua categoria profissional de contador ou guarda-livros. nos termos da legislação vigente. Parágrafo único. a regra do § 2o do art.IPCA.00 (trezentos e oitenta reais). realizar-se por ocasião de ser expedida a carteira profissional. 21. 21. para pessoas físicas. anuidade será efetuado até 31 de Março de cada ano. § 3o Na fixação do valor das anuidades devidas ao Conselho Federal e aos Conselhos Regionais de Contabilidade. § 4o Os valores fixados no § 3o deste artigo poderão ser corrigidos anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo . T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. devendo. serão observados os seguintes limites: I . ficam os profissionais obrigados a declarar. aplicando-se. CAPÍTULO III DA ANUIDADE DEVIDA AOS CONSELHOS REGIONAIS Art. após essa data. 22. § 2º O pagamento da primeira anuidade deverá ser feito por ocasião da inscrição inicial no Conselho Regional. Para fins de fiscalização. em todo e qualquer trabalho realizado e nos elementos previstos neste artigo.com. § 1º O pagamento da. juros de mora e atualização monetária. II . calculado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE.R$ 380. § 1o A anuidade deverá ser paga até o dia 31 de março. bem como o número de seu registro no Conselho Regional. no primeiro ano de exercício da profissão. fica sujeito às penalidades aplicáveis ao exercício ilegal da profissão. se não estiver devidamente registrado.

SuficienciaContabil. revisão de balanços e de contas em geral. bem como de todos os necessários no conjunto da organização contábil e levantamento dos respectivos balanços e demonstrações. b) escrituração dos livros de contabilidade obrigatórios. Art. 23. São considerados trabalhos técnicos de contabilidade: a) organização e execução de serviços de contabilidade em geral. 26. 24. as atribuições definidas na alínea c do artigo anterior são privativas dos contadores diplomados. Somente poderão ser admitidos à execução de serviços públicos contabilidade. b) multa de 1 (uma) a 10 (dez) vezes aos profissionais e de 2 (duas) a 20 (vinte) vezes o valor da anuidade do exercício em curso às empresas ou T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. assistência aos Conselhos Fiscais das sociedades anônimas e quaisquer outras atribuições de natureza técnica conferidas por lei aos profissionais de contabilidade. O profissional ou a organização contábil que executarem serviços contábeis em mais de um Estado são obrigados a comunicar previamente ao Conselho Regional de Contabilidade no qual são registrados o local onde serão executados os serviços. Salvo direitos adquiridos ex-vi do disposto no art. inclusive à organização dos mesmos.63 Art. CAPÍTULO V DAS PENALIDADES Art. CAPÍTULO IV DAS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS Art. 12 e 26 deste Decreto-Lei. o profissional ou pessoas jurídicas que provem quitação de suas anuidades de outras contribuições a que estejam sujeitos. c) perícias judiciais ou extrajudiciais.033. As penalidades ético-disciplinares aplicáveis por infração ao exercício legal da profissão são as seguintes: a) multa de 1 (uma) a 10 (dez) vezes o valor da anuidade do exercício em curso aos infratores dos arts.br . 25. regulações judiciais ou extrajudiciais de avarias grossas ou comuns.com. 2º do Decreto nº 21. verificação de haveres revisão permanente ou periódica de escritas. sob qualquer modalidade. de 8 de Fevereiro de 1932. 27. por contrato particular. Art.

forem responsáveis por qualquer falsidade de documentos que assinarem e pelas irregularidades de escrituração praticadas no sentido de fraudar as rendas públicas. desde que homologada por 2/3 (dois terços) do Plenário do Tribunal Superior de Ética e Disciplina.com. b) os profissionais que. 10 do Decreto-Lei no 1. a critério do Conselho Regional de Contabilidade a que estiver sujeito. O profissional suspenso do exercício da profissão fica obrigado a depositar a carteira profissional ao Conselho Regional de Contabilidade que tiver aplicado a penalidade. não fizerem. de 21 de outubro de 1969. São considerados como exercendo ilegalmente a profissão e sujeitos à pena estabelecida na alínea a do artigo anterior: a) os profissionais que desempenharem quaisquer das funções especificadas na alínea c . ou com referência a eles não for feita a comunicação exigida no artigo 15 e seu parágrafo único.br . 29. aos profissionais que. e) suspensão do exercício da profissão. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. do artigo 25 sem possuírem. conforme previsão do art. Art. g) advertência reservada. f) cassação do exercício profissional quando comprovada incapacidade técnica de natureza grave.SuficienciaContabil. Art. censura reservada e censura pública nos casos previstos no Código de Ética Profissional dos Contabilistas elaborado e aprovado pelos Conselhos Federal e Regionais de Contabilidade. sob pena de apreensão desse documento. quando se tratar de infração dos arts. porém. 28. facultada. crime contra a ordem econômica e tributária. o título a que se refere o artigo 26 deste Decreto-lei. embora legalmente habilitados. até a expiração do prazo de suspensão. ao profissional com comprovada incapacidade técnica no desempenho de suas funções. devidamente legalizado. c) multa de 1 (uma) a 5 (cinco) vezes o valor da anuidade do exercício em curso aos infratores de dispositivos não mencionados nas alíneas a e b ou para os quais não haja indicação de penalidade especial. ao interessado a mais ampla defesa.040. pelo prazo de 6 (seis) meses a 1 (um) ano. dentro do âmbito de sua atuação e no que se referir à parte técnica. produção de falsa prova de qualquer dos requisitos para registro profissional e apropriação indevida de valores de clientes confiados a sua guarda. 15 e 20 e seus respectivos parágrafos.64 a quaisquer organizações contábeis. d) suspensão do exercício da profissão. pelo período de até 2 (dois) anos.

As multas serão aplicadas no grau máximo quando os infratores já tiverem sido condenados. Art. Aos Conselhos Regionais de Contabilidade fica cometido o cargo de dirimir quaisquer dúvidas suscitadas acerca das atribuições de que trata o capítulo IV. sociedades. 34. na forma da legislação vigente. companhias. recurso para o Conselho Federal Contabilidade. 33. contra o infrator. por sentença passada em julgado. 32. 35. Os Conselhos Federal e Regionais de Contabilidade apresentarão anualmente a prestação de suas contas aos seus registrados. por noventa dias. Art. 36-A. As penalidades estabelecidas neste Capítulo não isentam de outras. 36. A falta de pagamento de multa devidamente confirmada. firmas. por violação de outras leis.SuficienciaContabil. para o Conselho Federal de Contabilidade. CAPÍTULO VI DISPOSIÇÕES GERAIS Art. sem efeito suspensivo. No caso de reincidência mesma infração. importará. depois de Julgados definitivamente. Art. com recurso suspensivo para o Conselho Federal Contabilidade. dentro do prazo de sessenta dias. § 2º Os autos de infração.65 Art. tiver incorrido. 30. Art. serão estas cobradas pelo executivo fiscal. § 3º São solidariamente responsáveis pelo pagamento das multas os infratores e os indivíduos. associações ou empresas a cujos serviços se achem. a penalidade se elevada ao dôbro da anterior. a quem compete decidir em última instância sobre a matéria. em suspensão. 31. Art. contados da notificação.br . em virtude da violação de dispositivos legais. em que os infratores hajam incorrido. As penas de suspensão do exercício serão impostas aos profissionais pelos Conselhos Regionais. § 1º Não se efetuando amigavelmente o pagamento das multas. do profissional ou da organização que nela.com. Das multas impostas pelos Conselhos Regionais poderá. praticada dentro prazo de dois anos. decorridos trinta (30) dias da notificação. ser interposto recurso. constituem títulos de dívida líquida e certa para efeito de cobrança a que se refere o parágrafo anterior. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. Art.

O presente Decreto-lei entrará em vigor trinta (30) dias após sua publicação no Diário Oficial. Art. Enquanto não houver associações profissionais ou sindicatos em alguma das regiões econômica que se refere a letra b . 38.66 Art. Revogam-se as disposições em contrário. 41. conforme a jurisdição onde ocorrer a falta. 37. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. Art. A exigência da carteira profissional de que trata o Capítulo II somente será efetiva a partir 180 dias. contados da instalação respectivo Conselho Regional. A renovação de um terço dos membros do Conselho Federal. 5º. Art. Art.SuficienciaContabil. 40.com. 4º a designação dos respectivos representantes caberá ao Delegado Regional do Trabalho. 39. ou ao Diretor do Departamento Nacional do Trabalho. far-se-á no primeiro Conselho mediante sorteio para os dois triênios subsequentes.br . do art. a que elude o parágrafo único do art.

2 – Seção 130 – Competência e zelo profissionais 130. alterado pela Lei n.1 120. 6º do Decreto-Lei n.25 – Seção 110 – Integridade 110. no Brasil. 110.8 – T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. 130.249/10. elaborada de acordo com as Seções 100.67 NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE – NBC PG 100.6 – Seção 140 – Sigilo profissional 140. 120.com. no exercício de suas atribuições legais e regimentais e com fundamento no disposto na alínea “f” do art. 120.br . a tradução e a publicação de suas normas pelo CFC e IBRACON. publicação e distribuição das normas internacionais. 110.295/46. 140 e 150 da Parte A do Código de Ética da IFAC: NBC PG 100 – APLICAÇÃO GERAL AOS PROFISSIONAIS DA CONTABILIDADE Esta Norma tem por base as Seções 100. DE 24 DE JANEIRO DE 2014 Dispõe sobre a NBC PG 100 – Aplicação Geral aos Profissionais da Contabilidade.SuficienciaContabil.1 130.º 12. Sumário Item Seção 100 – Introdução e princípios éticos 100. 140 e 150 da Parte A do Código de Ética da IFAC. faz saber que foi aprovada em seu Plenário a seguinte Norma Brasileira de Contabilidade (NBC). considerando o processo de convergência das Normas Brasileiras de Contabilidade aos padrões internacionais e que a IFAC autorizou.1 110. outorgando os direitos de realizar tradução.1 140.º 9.1 100. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. 130.3 – Seção 120 – Objetividade 120.

1 Uma marca característica da profissão contábil é a aceitação da responsabilidade de agir no interesse público. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. Portanto.br . 100. consequentemente. que o cumprimento dos princípios éticos não está comprometido. fornecendo exemplos de salvaguardas que podem ser adequadas para tratar ameaças ao cumprimento dos princípios éticos. O profissional da contabilidade deve usar julgamento profissional ao aplicar essa estrutura conceitual. O profissional da contabilidade externo também pode aplicar a NBC PG 300 para circunstâncias específicas.SuficienciaContabil. Além disso. e (c) aplicar salvaguardas.68 Seção 150 – Comportamento profissional 150. para eliminar as ameaças ou reduzi-las a um nível aceitável. O não cumprimento de parte desta Norma por determinação legal ou regulamentar não desobriga o profissional do cumprimento daquilo que não for vedado. a circunstância ou relacionamento que cria as ameaças deve ser evitado.3 As NBCs PG 200 e 300 descrevem como essa estrutura conceitual se aplica em determinadas situações específicas. As salvaguardas são necessárias quando o profissional da contabilidade avalia que as ameaças não estão em nível em que um terceiro com experiência. (b) avaliar a importância das ameaças identificadas. A NBC PG 200 aplica-se ao profissional da contabilidade externo e a NBC PG 300 ao profissional da contabilidade interno.1 150. Ao agir no interesse público. conhecimento e bom senso concluiria. a responsabilidade do profissional da contabilidade não é exclusivamente satisfazer as necessidades do contratante.2 Esta Norma estabelece a estrutura conceitual que o profissional da contabilidade deve aplicar para: (a) identificar ameaças ao cumprimento dos princípios éticos. ponderando todos os fatos e circunstâncias específicas disponíveis para o profissional da contabilidade naquele momento.com. o profissional da contabilidade deve observar e cumprir esta Norma. 100. quando necessário. conforme definições desta Norma. descrevem situações em que não há salvaguardas disponíveis para tratar as ameaças e.2 – Seção 100 – Introdução e princípios éticos 100.

69 100. (c) Competência profissional e devido zelo – manter o conhecimento e a habilidade profissionais no nível adequado para assegurar que clientes e/ou empregador recebam serviços profissionais competentes com base em desenvolvimentos atuais da prática. e agir diligentemente e de acordo com as normas técnicas e profissionais aplicáveis. a natureza dos trabalhos e das designações de trabalho pode variar e. legislação e técnicas. Portanto. Todos esses princípios éticos são discutidos mais detalhadamente nas Seções 110 a 150. Princípios éticos 100. portanto. Abordagem da estrutura conceitual 100. pessoa física ou jurídica. (b) Objetividade – não permitir que comportamento tendencioso. conflito de interesse ou influência indevida de outros afetem o julgamento profissional ou de negócio. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. diferentes ameaças podem ser criadas. nem usar as informações para obtenção de vantagem pessoal pelo profissional da contabilidade ou por terceiros.4 O uso da palavra “deve” nesta Norma impõe uma exigência ao profissional da contabilidade.br . de cumprir as disposições específicas. não divulgar nenhuma dessas informações a terceiros. (e) Comportamento profissional – cumprir as leis e os regulamentos pertinentes e evitar qualquer ação que desacredite a profissão. Além disso. consequentemente.5 O profissional da contabilidade deve cumprir os seguintes princípios éticos: (a) Integridade – ser franco e honesto em todos os relacionamentos profissionais e comerciais. esta Norma estabelece uma estrutura conceitual que requer que o profissional da contabilidade identifique. a menos que haja algum direito ou dever legal ou profissional de divulgação. o que requer a aplicação de diferentes salvaguardas. É impossível definir todas as situações que criam ameaças ao cumprimento dos princípios éticos e especificar as medidas adequadas.6 As circunstâncias em que o profissional da contabilidade trabalha podem criar ameaças específicas ao cumprimento dos princípios éticos.SuficienciaContabil. (d) Sigilo profissional – respeitar o sigilo das informações obtidas em decorrência de relacionamentos profissionais e comerciais e. O cumprimento é exigido a menos que haja uma exceção permitida.com.

SuficienciaContabil. o profissional da contabilidade deve declinar ou descontinuar o serviço profissional específico envolvido. que as ameaças seriam eliminadas ou reduzidas a um nível aceitável mediante a aplicação das salvaguardas. o profissional da contabilidade pode encontrar situações em que as ameaças não podem ser eliminadas ou reduzidas a um nível aceitável. se necessário. ele T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. conhecimento e bom senso concluiria. renunciar ao trabalho (no caso de profissional da contabilidade externo) ou desligar-se da organização empregadora (no caso de profissional da contabilidade interno). A abordagem da estrutura conceitual auxilia o profissional da contabilidade no cumprimento das exigências éticas desta Norma e da responsabilidade de agir no interesse público. de modo que o cumprimento dos princípios éticos não esteja comprometido. 100. seja porque as salvaguardas adequadas não estão disponíveis ou não podem ser aplicadas.7 Quando o profissional da contabilidade identificar ameaças ao cumprimento dos princípios éticos e.br .70 avalie e trate as ameaças ao cumprimento dos princípios éticos. o profissional da contabilidade deve efetuar julgamento profissional e levar em consideração se um terceiro com experiência. com base na avaliação dessas ameaças. ponderando todos os fatos e circunstâncias específicas disponíveis para o profissional da contabilidade naquele momento. Se o profissional da contabilidade identificar um desvio de qualquer outra disposição das normas profissionais.com.8 O profissional da contabilidade deve avaliar quaisquer ameaças ao cumprimento dos princípios éticos quando ele souber ou suspeitar da existência de circunstâncias ou relações que podem comprometer o cumprimento dos princípios éticos. 100. Nessas situações. o profissional da contabilidade deve avaliar se as salvaguardas apropriadas estão disponíveis e podem ser aplicadas para eliminar as ameaças ou reduzi-las a um nível aceitável. ou.9 O profissional da contabilidade deve levar em consideração os fatores qualitativos bem como os quantitativos ao avaliar a importância de uma ameaça.10 As NBCs PA 290 e 291 contêm disposições que o profissional da contabilidade deve obedecer se ele encontrar um desvio de disposição sobre independência. Ao aplicar a estrutura conceitual. Ela comporta muitas variações em circunstâncias que criam ameaças ao cumprimento dos princípios éticos e pode evitar que o profissional da contabilidade conclua que uma situação é permitida se não for especificamente proibida. Ao fazer essa avaliação. concluir que elas não estão em nível aceitável. seja porque a ameaça é significativa. 100. 100.

(d) ameaça de familiaridade é a ameaça. recomenda-se que o profissional da contabilidade consulte o órgão profissional ou o órgão regulador competente. o mais rápido possível.br .12 Ameaças podem ser criadas por ampla gama de relações e circunstâncias. devido a relacionamento longo ou próximo com o cliente ou empregador.SuficienciaContabil.11 Quando o profissional da contabilidade encontrar circunstâncias não usuais nas quais a aplicação de requisito específico resultaria em resultado desproporcional ou resultado que pode não ser de interesse público. para resolver satisfatoriamente os efeitos do desvio. de o profissional da contabilidade tornar-se solidário aos interesses dele ou aceitar seu trabalho sem muito questionamento. (c) ameaça de defesa de interesse do cliente é a ameaça de que o profissional da contabilidade promoverá ou defenderá a posição de seu cliente ou empregador a ponto em que a sua objetividade fique comprometida. e (e) ameaça de intimidação é a ameaça de que o profissional da contabilidade será dissuadido de agir objetivamente em T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. 100. por exemplo.com. na qual o profissional da contabilidade confia para formar um julgamento como parte da prestação do serviço. Ameaças e salvaguardas 100.71 deve avaliar a importância do desvio e seu impacto na habilidade dele seguir os princípios éticos. O profissional da contabilidade deve determinar se reporta ou não o desvio. ou por outra pessoa física ou jurídica a ele ligada direta ou indiretamente. Quando um relacionamento ou circunstância cria uma ameaça. O profissional da contabilidade deve tomar quaisquer ações que estejam disponíveis. essa ameaça pode comprometer o cumprimento dos princípios éticos por profissional da contabilidade. órgão profissional. àqueles que possam ter sido afetados por ele. (b) ameaça de autorrevisão é a ameaça de que o profissional da contabilidade não avaliará apropriadamente os resultados de julgamento dado ou serviço prestado anteriormente por ele. e uma ameaça pode afetar o cumprimento de mais de um princípio ético. As ameaças se enquadram em pelo menos uma das categorias a seguir: (a) ameaça de interesse próprio é a ameaça de que um interesse financeiro ou outro interesse influenciará de forma não apropriada o julgamento ou o comportamento do profissional da contabilidade. Uma circunstância ou relacionamento podem criar mais de uma ameaça. regulador competente ou autoridade de supervisão.

(e) monitoramento disciplinares. respectivamente.SuficienciaContabil. 100.14 As salvaguardas criadas pela profissão. (d) normas profissionais. pela legislação ou por regulamento. de treinamento e de experiência para ingressar na profissão. empregadores e T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. 100. 100.72 decorrência de pressões reais ou aparentes. pela legislação ou por regulamento incluem: (a) requisitos educacionais. e (b) salvaguardas no ambiente de trabalho. que podem ser criadas pela profissão. que permitem que colegas. pela classe ou por órgão regulador. (c) regulamentos de governança corporativa. de documentos. e se enquadram em duas categorias amplas: (a) salvaguardas criadas pela profissão. pela legislação ou por regulamento ou por organização empregadora.13 Salvaguardas são ações ou outras medidas que podem eliminar ameaças ou reduzi-las a um nível aceitável. dos relatórios. incluindo tentativas de exercer influência indevida sobre o profissional da contabilidade.br . profissional ou regulatório e procedimentos (f) revisão externa por terceiro. respectivamente. legalmente autorizado. Essas salvaguardas. (b) requisitos de desenvolvimento profissional contínuo. As NBCs PG podem ser profissional profissionais PG 300 para 200 e 300 explicam como essas categorias de ameaças criadas por profissional da contabilidade externo e da contabilidade interno. 100. das comunicações ou das informações produzidas pelo profissional da contabilidade. Os da contabilidade externos também podem aplicar a NBC circunstâncias específicas.15 As NBCs PG 200 e 300 discutem as salvaguardas no ambiente de trabalho para profissional da contabilidade externo e para profissional da contabilidade interno.16 Determinadas salvaguardas podem aumentar a probabilidade de identificar ou evitar comportamento antiético. incluem: (a) sistemas de reclamações eficazes e bem divulgados e monitorados pela organização empregadora.com.

73
membros da sociedade chamem atenção para comportamentos
não profissionais ou antiéticos;
(b) obrigação explicitamente declarada de comunicar desvios de
exigências éticas.
Conflitos de interesse
100.17 O profissional da contabilidade pode defrontar-se com um conflito
de interesse quando empreender uma atividade profissional.(*) Um
conflito de interesse cria uma ameaça para outros princípios éticos.
Tais ameaças podem ser criadas quando:
 o profissional da contabilidade empreende uma atividade
profissional relacionada a uma questão particular para duas ou
mais partes cujos interesses a respeito daquela questão estão em
conflito; ou
 os interesses do profissional da contabilidade a respeito daquela
questão particular e os interesses de uma parte para quem o
contador profissional empreende uma atividade profissional
relacionada àquela questão estão em conflito.
(*)

Atividade profissional é a atividade que requer habilidades
contábeis ou relacionadas empreendidas por profissional da
contabilidade, incluindo contabilidade, auditoria, tributação,
consultoria empresarial e financeira.

100.18 As NBCs PG 200 e 300 discutem conflitos de interesse para
profissional da contabilidade externo e para profissional da
contabilidade interno, respectivamente.
Solução de conflitos éticos
100.19 O profissional da contabilidade pode ter que resolver um conflito
para cumprir com os princípios éticos.
100.20 Ao iniciar uma solução formal ou informal de conflito, os seguintes
fatores, individualmente ou conjuntamente com outros fatores,
podem ser relevantes para o processo de solução:
(a) fatos pertinentes;
(b) assuntos éticos envolvidos;
(c) princípios éticos relacionados com o assunto em questão;
(d) procedimentos internos estabelecidos; e
(e) cursos de ação alternativos.

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74
Tendo considerado os fatores pertinentes, o profissional da
contabilidade deve avaliar o curso de ação apropriado, ponderando as
consequências de cada curso de ação possível. Se o assunto
permanecer não resolvido, o profissional da contabilidade pode
querer consultar outras pessoas apropriadas dentro da firma ou da
organização empregadora para ajudar a chegar a uma solução.
100.21 Quando um assunto envolver conflito com uma organização, ou
dentro dela, o profissional da contabilidade deve avaliar se devem ser
consultados os responsáveis pela governança da organização, como o
conselho de administração ou o comitê de auditoria.
100.22 Pode ser útil para o profissional da contabilidade documentar a
essência do assunto, os detalhes de quaisquer discussões mantidas e
as decisões tomadas em relação a esse assunto.
100.23 Se um conflito significativo não puder ser resolvido, o profissional da
contabilidade pode considerar obter assessoria profissional do órgão
profissional competente ou de consultores jurídicos. O profissional da
contabilidade pode geralmente obter orientação sobre assuntos éticos
sem violar o sigilo profissional se o assunto for discutido com o
Conselho Federal ou Regional de Contabilidade sem a identificação do
cliente ou com consultor jurídico sob a proteção de sigilo legal.
Inúmeros são os casos em que o profissional da contabilidade pode
considerar obter assessoria jurídica. Por exemplo, o profissional da
contabilidade pode ter identificado uma fraude, cuja comunicação
pode violar a responsabilidade do profissional da contabilidade de
respeitar o sigilo profissional. O profissional da contabilidade pode
considerar obter assessoria jurídica nesse caso para avaliar se há
exigência de comunicação.
100.24 Se, depois de esgotar as possibilidades pertinentes, o conflito ético
permanecer não resolvido, o profissional da contabilidade, quando
possível, recusar-se-á em continuar associado com o assunto que cria
o conflito. O profissional da contabilidade deve avaliar se, nas
circunstâncias, é apropriado retirar-se da equipe de trabalho, da
designação específica ou renunciar ao trabalho, à empresa ou à
organização empregadora.
100.25 Ao se comunicar com os responsáveis pela governança de acordo
com as disposições desta Norma, o profissional da contabilidade ou a
firma deve determinar, considerando a natureza e a importância das
circunstâncias particulares e o assunto a ser comunicado, as pessoas
apropriadas na estrutura de governança da entidade que devem ser
comunicadas. Se o profissional da contabilidade ou a firma se
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comunica com um subgrupo da governança, por exemplo, o comitê
de auditoria ou um indivíduo, o profissional da contabilidade ou a
firma deve determinar se a comunicação com todos os responsáveis
pela governança também é necessária para que sejam
adequadamente informados.
Seção 110 – Integridade
110.1

O princípio de integridade impõe a todos os profissionais da
contabilidade a obrigação de serem diretos e honestos em todos os
relacionamentos profissionais e comerciais. Integridade implica,
também, negociação justa e veracidade.

110.2

O profissional da contabilidade não deve conscientemente
participar dos relatórios, documentos, comunicações ou outras
informações nas quais ele acredita que as informações:
(a) contêm declaração materialmente falsa ou enganosa;
(b) contêm declarações
leviana; ou

ou

informações

fornecidas

de

maneira

(c) omitem ou ocultam informações que devem ser incluídas em
casos em que essa omissão ou ocultação seja enganosa.
Quando o profissional da contabilidade tomar ciência de que esteve
associado com essas informações, ele deve tomar providências para
desvincular-se dessas informações.
110.3

O profissional da contabilidade não será considerado como
tendo infringido o item 110.2 se ele fornecer relatório modificado em
relação ao assunto contido no item 110.2.

Seção 120 – Objetividade
120.1

O princípio da objetividade impõe a todos os profissionais da
contabilidade a obrigação de não comprometer seu julgamento
profissional ou do negócio em decorrência de comportamento
tendencioso, conflito de interesse ou influência indevida de outros.

120.2

O profissional da contabilidade pode ser exposto a situações
que podem prejudicar a objetividade. É impraticável definir e avaliar
todas essas situações. O profissional da contabilidade não deve
prestar um serviço profissional se uma circunstância ou
relacionamento distorcerem ou influenciarem o seu julgamento
profissional com relação a esse serviço.

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empregadores ou outros usuários de seus serviços profissionais sobre as limitações inerentes dos serviços.2 A prestação de serviço profissional adequado requer o exercício de julgamento fundamentado ao aplicar o conhecimento e a habilidade profissionais na prestação desse serviço. exaustiva e tempestiva.3 A manutenção da competência profissional adequada requer a consciência permanente e o entendimento dos desenvolvimentos técnicos. e (b) manter a competência profissional. 130.5 O profissional da contabilidade deve tomar as providências adequadas para assegurar que os que estão trabalhando sob sua autoridade tenham treinamento e supervisão apropriados. 130. 130. sem estar prévia e especificamente T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www.6 Quando apropriado.4 Diligência abrange a responsabilidade de agir de forma cuidadosa. Os desenvolvimentos técnicos contínuos permitem que o profissional da contabilidade desenvolva e mantenha a capacitação para o desempenho adequado no ambiente profissional.76 Seção 130 – Competência e zelo profissionais 130. o profissional da contabilidade deve informar os clientes. de acordo com a tarefa requisitada.1 O princípio do sigilo profissional impõe a todos os profissionais da contabilidade a obrigação de abster-se de: (a) divulgar fora da firma ou da organização empregadora informações sigilosas obtidas em decorrência de relacionamentos profissionais e comerciais.br . Seção 140 – Sigilo profissional 140. A competência profissional pode ser dividida em duas fases distintas: (a) atingir a competência profissional. 130.SuficienciaContabil. profissionais e de negócios pertinentes.com. (b) agir diligentemente de acordo com as normas técnicas e profissionais aplicáveis na prestação de serviços profissionais. 130.1 O princípio da competência e zelo profissionais impõe a todos os profissionais da contabilidade as seguintes obrigações: (a) manter o conhecimento e a habilidade profissionais no nível necessário para que clientes ou empregadores recebam serviço profissional adequado.

por escrito.6 A necessidade de cumprir o princípio do sigilo profissional permanece mesmo após o término das relações entre o profissional da contabilidade e seu cliente ou empregador.4 O profissional da contabilidade deve manter sigilo informações dentro da firma ou organização empregadora. também. ele pode usar sua experiência anterior. quando solicitado. por escrito. inclusive no ambiente social. 140.br .3 O profissional da contabilidade deve manter sigilo informações divulgadas por cliente potencial ou empregador. para si ou para outrem. são apresentadas circunstâncias nas quais os profissionais da contabilidade são ou podem ser solicitados a divulgar informações confidenciais ou nas quais essa divulgação pode ser apropriada: (a) a divulgação é permitida por lei e autorizada pelo cliente ou empregador. por escrito e fundamentadamente. assim como as pessoas das quais são obtidas assessoria e assistência. informações obtidas em decorrência de relacionamentos profissionais e comerciais para obtenção de vantagem pessoal. permanecendo alerta à possibilidade de divulgação involuntária de informações sigilosas de seus clientes. Contudo. especialmente a colega de trabalho próximo ou a familiar próximo ou imediato.77 autorizado pelo cliente. das 140.2 O profissional da contabilidade deve manter sigilo. a menos que haja um direito ou dever legal ou profissional de divulgação.SuficienciaContabil. (b) a divulgação é exigida por lei. das 140.com. quando não proibido por lei. 140. respeitem o dever de sigilo do profissional da contabilidade.7 A seguir. 140. pelo Conselho Federal de Contabilidade e T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www.5 O profissional da contabilidade deve tomar as providências adequadas para assegurar que o pessoal da sua equipe de trabalho.7A O auditor independente. Quando o profissional da contabilidade mudar de emprego ou obtiver novo cliente. ele não deve usar ou divulgar nenhuma informação confidencial obtida ou recebida em decorrência de relacionamento profissional ou comercial. e (b) usar. (c) há dever ou direito profissional de divulgação. 140. 140.

deve ser usado o julgamento profissional para avaliar o tipo de divulgação que deve ser feita. e (d) se as partes para quem a comunicação é dirigida são as pessoas apropriadas para recebê-la. as qualificações que têm ou a experiência que obtiveram. podem ser prejudicados se o cliente ou empregador consentir com a divulgação das informações pelo profissional da contabilidade. T UDO SO BRE O E XA ME DE S UFI CIÊ NCIA V O CÊ E NCONT RA A Q UI! www. os papéis de trabalho e os relatórios. ou (b) não fazer referências depreciativas ou comparações infundadas com o trabalho de outros profissionais da contabilidade. que poderiam afetar adversamente a boa reputação da profissão.78 Conselhos Regionais de Contabilidade.br . a documentação. incluindo a fase de pré-contratação dos serviços.8 Ao decidir sobre a divulgação de informações sigilosas. (b) se todas as informações relevantes são conhecidas e comprovadas. ponderando todos os fatos e circunstâncias específicas disponíveis para o profissional da contabilidade naquele momento. os profissionais da contabilidade não devem desprestigiar a profissão. incluindo partes cujos interesses podem ser afetados. os fatores pertinentes a serem considerados incluem: (a) se os interesses de terceiros. (c) o tipo de comunicação que é esperado e para quem deve ser dirigida. informações incompletas ou conclusões não comprovadas. Quando a situação envolver fatos não comprovados. 140.com. conhecimento e bom senso concluiria. 150. Seção 150 – Comportamento profissional 150. deve exibir as informações obtidas durante o seu trabalho. na medida praticável. Isso inclui ações que um terceiro com experiência. caso seja feita. Os profissionais da contabilidade devem ser honestos e verdadeiros e: (a) não fazer declarações exageradas sobre os serviços que podem oferecer.1 O princípio do comportamento profissional impõe a todos os profissionais da contabilidade a obrigação de cumprir as leis e os regulamentos pertinentes e evitar qualquer ação que o profissional da contabilidade sabe ou deveria saber possa desacreditar a profissão.SuficienciaContabil.2 Na divulgação comercial das pessoas e na promoção do seu trabalho.