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LABORATÓRIO DE FÍSICA III

RELATÓRIO Nº 02
INSTRUMENTOS DE MEDIDAS
BIPOLOS ELÉTRICOS: RESISTOR E LÂMPADA

Bauru/2012

LABORATÓRIO DE FÍSICA III
RELATÓRIO Nº 02
INSTRUMENTOS DE MEDIDAS
BIPOLOS ELÉTRICOS: RESISTOR E LÂMPADA

Mayara F. Fraidemberg Maia

RA 11021578

Maikon Souza

RA 11024135

Bauru/2012
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classificá-los em passivos e ativos conforme a curva característica cruze a origem ou corte o eixo das coordenadas cartesianas em dois pontos. comprovar a Lei de Ohm. OBJETIVOS A partir do gráfico determinar a curva característica da lâmpada e do resistor e definir se os bipolo classificam-se em lineares e não lineares. INTRODUÇÃO TEÓRICA Pré-relatório 02. 3 . simétrico ou assimétrico. Pode-se ainda. ou seja.1. respectivamente. 2. conforme sua curva característica seja uma reta ou não.

quantidade. DPS 40 – 2M Multímetros 02 UNI-T M3900 Resistores 06 - - Lâmpada de 12V 01 - - Cabos 08 - - Tabela 01: Descrição detalhada dos materiais com suas respectivas. MATERIAIS Material Qtdade. marca e modelo .3. Marca Modelo Fonte de Tensão Variável 01 KEPCO Programmable Power Supply MODEL No.

Após o cálculo. colocando os dados dos dois resistores num mesmo gráfico (para observar as diferenças entre as curvas) e calcular a resistência de ambos. que foram separadas para o segundo resistor escolhido. Monta-se então o circuito com a fonte de tensão e o resistor. deve-se construir um gráfico de tensão versus corrente. dois resistores dos que foram feito a leitura. A tensão da fonte deve ser variada entre um valor abaixo da máxima permitida no resistor e o zero.4. Concluindo a partir disso se o resistor valida a Lei de Ohm ou não. Posteriormente. Agora com os dados coletados. Calibra-se a escala dos multímetros de modo que a mesma escala seja usada para os dois resistores escolhidos. inverte-se a polaridade da fonte e repete-se o procedimento e completa-se a segunda parte da Tabela 02. O resistor deve ser trocado e com isso coletar novas medidas. acoplando-os aos multímetros (um que será usado como amperímetro e outro que terá a função de voltímetro). no papel milimetrado. deverão ser escolhidos para se calcular a tensão máxima que pode ser aplicada em cada um. Calcula-se então o desvio percentual com relação ao valor antes anotados e verificando se está na faixa de tolerância daquele determinado resistor. após essa observação começamos a coletar os dados do amperímetro e do voltímetro e preenchemos a Tabela 02 para dez medidas diferentes de tensão. com as suas respectivas resistências. para o preenchimento das demais colunas da Tabela 02. . PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL Resistor – Parte Experimental I Primeiramente fizemos uma leitura das faixas dos resistores através do código de cores que estava em nosso Pré-relatório e completamos a Tabela 01. calculam-se os valores dos resistores. para a polaridade invertida. Com um multímetro.

e posteriormente. constrói-se então no papel milimetrado. e se a lâmpada pode ser determinada pela Lei de Ohm. calcula-se os valores das resistências para cada valor de tensão variada. esses valores deverão ser colocados na Tabela 03. Com base nos dados obtidos. com a fonte de tensão contínua (selecionada na escala de tensão contínua inicialmente em 0 Volt). caracterizando o bipolo. 6 . A tensão da fonte deve ser variada conforme os dados da Tabela 03. que informará os valores coletados para lâmpada a hora da construção do gráfico. que caracterizam o circuito com a lâmpada. A partir dos dados obtidos através desse circuito.Lâmpada – Parte Experimental II Deve-se montar um circuito agora. o voltímetro deve ser ajustado. e da mesma forma. cada valor em sua determinada coluna. e um outro gráfico da resistência (Ω) versus tensão (V) todos esses gráficos referente aos respectivos valores da Tabela 03. pode-se descobrir se a lâmpada é considerada um resistor ôhmico. o gráfico da corrente (I) versus tensão (V) da lâmpada. Ajusta-se a escala do amperímetro de modo que a corrente a ser medida não ultrapasse a do medidor. onde a partir disso. os multímetros devem estar funcionando como amperímetro e voltímetro. nas curvas dos gráficos.

os valores da tensão sobre o resistor e a corrente do circuito.3 Monte o circuito da Figura 01. pelo multímetro. tendo uma fonte de tensão contínua variável em série com o resistor.1 Pelo código de cores.RESISTOR 1. Seqüência de cores Valor nominal Tolerância Valor real Desvio Marrom/cinza/vermelho 680 Ω 34 Ω 672 Ω 8Ω Alaranjado/alaranjado/marrom/ouro 330 Ω 16. 7 . Figura 01: Circuito para montagem da CCAR do resistor R.5 Ω 328 Ω 2Ω Marrom/cinza/marrom/ouro 180 Ω 9Ω 181.5 Ω 149.2. 1. Compare ambos os valores (Desvio= valor nominal – valor real.3 Ω 7Ω Marrom/preto/marrom/ouro 100 Ω 5Ω 99. Varie a tensão da fonte em diferentes valores e meça. Com a ajuda de um multímetro meça os valores destes resistores (valor real).8 Ω 1. 1. em módulo).4 O resistor R é bipolo elétrico em estudo. Anote os dados na Tabela 01.8 Ω Alaranjado/alaranjado/vermelho/ouro 3300 Ω 165 Ω 3. RESULTADOS E DISCUSSÕES – PARTE I . leia todos os valore dos resistores (valor nominal). Registre os dados na Tabela 02.7 Ω 3Ω Tabela 01: valores nominais e reais dos resistores. Curva característica do resistor 1. Sabendo que a potencia do resistor em estudo é de 1/8 W e o seu valor real.28 Ω 20 Ω Marrom/verde/marrom/ouro 150 Ω 7. determine a tensão máxima que pode ser aplicada em cada um. utilizando um dos resistores escolhidos do item 1.2 Escolha dois valores de resistores. 1.5.

4 A 7.6 V 2.89 V 3.0 V 1.20 V 0A 1.6 V -2.0 A -27.88 V -1.I2 (18x10-3A) 0V -0.4 A -7.0 3.6 V -4.4 V 3.72 V -0.5 Inverta a polaridade da fonte e repita as medidas.0 V 3.6 A -5.7 A 0V -0.89 V -3.6 A 29.5 A -9.89 V 0A -3.3 A 7.2V) .20 V 0A -1.9 A -10.8 V -2.2 A .4 6.15 V 1.0 A 27.73 V -2.71 V 0.7 Ω R2 = 328 Ω Vf V1 (3.5 A 5.2 1.6 V 0.21 V 6.7 A 12.57 V 1.1 A -14.4 A -7.0 V -2.V1 (3.8 V -1. R1 = 99.22 V -6.2 A 9.2 A -19.V2 (6.35 V -0.47 V -4.14 V -2.Vf .6 A -16.79 V -2.2 V -5.14 V 2.53 V -0.6 A 5.31 V 2.0 V -1.05 V 5.4 V -3.05 V -5.6 1.2 V 0V -0.6 A 18.6 A 0 0.7 A -12.57 V -1.42 V -1.Vf .2 V 0V 0.1 A 8.0 V 2.70 V 2.I1 (32x10-3A) .Tabela 02: Dados Experimentais para CCAR do resistor.0 A 14.2V ) I1 (32x10-3 A) Vf V2 (6.2 A 22. conforme o item 3.53 V 0.88 V 0A 3.88 V 1.16 V -1.32 V -2.78 V 2.8 A -29.20V) I2 (18x10-3 A) 0V 0.6 4.4 V -6.72 V -2.0 V -3.20V) .4 V 0V -0.1 A 19.8 V 1.5 A 16.6 A -18.4 V 0.8 A 10.4 A -22.2 A Legenda Tabela 02.7 A 3.2 V -1.5 A -5.4 0V 0. 8 .47 V 4.8 2.4 3.42 V 1.2 5.0 A -8.6 V -1.6 V -0.7 A -3.73 V 2.4 V -0. Vf = tensão da fonte V1= tensão lida para o resistor 1 V2 = tensão lida para o resistor 2 I1 = corrente registrada para o resistor 1 I2 = corrente registrada para o resistor 2 1.35 V 0.4 V -3.0 V -3.

para cada tensão a que o bipolo estiver submetido. a razão de V/I deverá ser constante. o resistor pode ser considerado ôhmico.1.1.8 O resistor pode ser considerado ôhmico? Discuta a Lei de OHM para esse componente.6. Sim. Verifique se o valor medido está dentro da faixa de tolerância. OBS: Os dados obtidos neste item deverão ser plotados no mesmo eixo xy que do gráfico do item 1. ou seja. 9 .2 ao 1.7 Repita os procedimentos dos itens de 1. sua característica (gráfico e I em função de V ) será uma reta. Como consequência. Registre os dados na tabela 2. 1. Obtenha a partir do gráfico o valor do resistor R e calcule o desvio percentual com relação ao valor lido no item 1. Tensão (V) Corrente (A) Resistor de 99.6 No papel milimetrado construam um gráfico de tensão versus corrente.7 Ω.6 para um outro valor nominal de resistor. 1. A lei de OHM estabelece que um bipolo pode ser caracterizado como um resistor linear (Ôhmico) se sua resistência for independente da corrente.

Tensão (V) Corrente (A) Resistor de 328 Ω. Obs: bipolo elétrico é qualquer dispositivo elétrico com dois terminais acessíveis. 10 . mediante os quais pode ser feita a sua ligação a um circuito.

7 = I I = 32x10-3 A  Cálculo da tensão máxima e da corrente do resistor de 328Ω Vf = tensão da fonte com um resistor de 328Ω P = Vf2/R Vfmax=√PR Vfmax=√1/8.53V (usaremos uma tensão de 3.Cálculo da tensão máxima e da corrente do resistor de 100 Ω Vf = tensão da fonte com um resistor de 100Ω P = Vf2/R Vfmax=√PR Vfmax=√1/8.2/328 = I I =18x10-3 A 11 .2 = 328 I 6.7 I 3.20V para margem de segurança) Corrente em um resistor de 328Ω Vf=RI 6.40 V (usaremos uma tensão de 6.328 Vfmax=6.2 para margem de segurança) Corrente em um resistor de 100Ω Vf=RI 3.99.7 Vfmax=3.2 = 99.2/99.

Seqüência de cores Valor nominal Tolerância Valor real Desvio Alaranjado/alaranjado/marrom/ouro 330 Ω 16.0053A Tensão(2):1.0139 Tgθ=327.33Ω Desvio: Desvio= (328-327.55/0.28-1.33)/100 x 100% Desvio=0. Cálculo da tangente para o resistor de 328Ω.73V R=tgθ Tgθ= ( 6.73)/(0.5 Ω 328 Ω 2Ω 12 .0192A Tensão(1): 6.20V Corrente(2): 0.67% Desvio=0.33Ω Tgθ=r R=327. a partir do Gráfico: Resistor de 328Ω Corrente(1) : 0.0192-0.0053) Tgθ=4.67% está dentro do padrão de desvio que é 5% nesse resistor de acordo com a cor da faixa.

0072A tensão(1): 0.7 Ω 3Ω 13 .0296-0. Cálculo da tangente para p resistor de 100Ω.0224 Tgθ=104.35/0.91Ω Desvio: Desvio= (100-104.91% está dentro do padrão de desvio que é 5% nesse resistor de acordo com a cor da faixa. a partir do Gráfico: Corrente(1) : 0.91Ω Tgθ=r R=104. Seqüência de cores Valor nominal Tolerância Valor real Desvio Marrom/preto/marrom/ouro 100 Ω 5Ω 99.88-0.88V R=tgθ Tgθ= ( 2.0072) Tgθ=2.53V Corrente(2): 0.53)/(0.91)/100 x 100% Desvio=4.0296A tensão(2):2.

2. Figura 02: Circuito com uma fonte de tensão contínua em série com uma lâmpada.3 Com os dados registrados na tabela 3 determinem o valor da resistência da lâmpada (RL) para cada tensão na lâmpada VL. porque um resistor ôhmico é aquele cujo a razão entre tensão aplicada sobre corrente é sempre constante.4 Construa os gráficos: corrente versus tensão na lâmpada (I x V L) e resistência da lâmpada versus tensão (RL x VL). 2. 2. Meça a tensão na lâmpada (VL) e corrente no circuito. com uma fonte de tensão contínua (tensão V1 selecionada na escala de tensão contínua da fonte – inicialmente em 0V) e uma lâmpada de 12V. 2.5 A lâmpada pode ser considerada um resistor ôhmico? Por quê? A lâmpada não pode ser considerado um resistor ôhmico. para montagem da CCAR da lâmpada L.LÂMPADA 2. Curva característica da Lâmpada 2.5.1 RESULTADOS E DISCUSSÕES – PARTE II.2 Varie a tensão da fonte com base nos valores citados na tabela 3. a lâmpada quando desligada possui uma resistência diferente de quando é submetida a um trabalho a variação de temperatura do filamento altera sua resistência.1 Monte o circuito da Figura 02. Se plotarmos um gráfico de 14 . Inverta a polaridade da fonte e complete a tabela 3. O filamento da lâmpada é feito de metal e os metais alteram sua resistência conforme aumenta a sua temperatura.

simétrico ou assimétrico e ativo ou passivo. classificá-los em passivos e ativos conforme a curva característica cruze a origem ou corte o eixo das coordenadas cartesianas em dois pontos.tensão versus corrente na lâmpada iremos observar que o gráfico não gera uma reta que é uma das principais características de um resistor ôhmico. 2. Então o gráfico gerado por corrente versus tensão da lâmpada de 12V mostra que a lâmpada é um bipolo ativo onde a variação da resistência. Os bipolo classificam-se em lineares e não lineares. porque em alguns metais quando se aumenta ou diminui a temperatura a uma variação na resistência do material. 15 . por exemplo. ou seja. Pode-se ainda. conforme sua curva característica seja uma reta ou não. Lâmpada de 12V. Um dos motivos dessa variação de resistência é o aumento da temperatura no filamento da lâmpada. é um bipolo passivo. se é linear ou não linear. respectivamente. com coeficiente angular R. Um resistor com resistência constante. pois a função V=RI é representada por uma reta passando pela origem.6 Caracterize o tipo de bipolo.

conforme a temperatura aumenta a resistência que passar pela lâmpada ficara mais intensa. ou seja. Quanto maior a temperatura em que se encontra a lâmpada maior vai ser sua resistência. o que acarretará na crescente intensidade da corrente da lâmpada. com a temperatura da lâmpada crescendo maior será a passagem de elétrons na corrente. Isto é. mais forte.2. 16 .7 Faça uma análise qualitativa do comportamento de R L com a Temperatura (T).

16 Ω 0Ω 4.038 A 0.95 V 5.7.106 A 0.Tabela 03: Dados experimentais para CCAR da Lâmpada.027 A 0.041 A 0.32 V 0.044 A 0.15 Ω 35.45 Ω 29.19 V 2.75 V RL 41.049 A 0.012 A 0A 0.04 V 4.8 .088 A 0.5.42 V 2.8 0.6 Ω 12.0 .4 .168 A 0.03 A 0.151 A 0.98 V 4.24 V 3.0.00 Ω 33.09 V 3.69 Ω 38.0 2.0 6.62 V 0.66 Ω 5.07 V 0.2 .00 Ω 14.108 A 0.022 A 0.2 0.12 V 0.30 V 0.0.0 I 0.78 V 1.3.6 0.36 Ω 14.00 Ω 12.2 .3 Ω 29.0 .16 V 0.53 Ω 25.2.53 V 0.0 3.92 Ω 10.068 A 0.088 A 0.065 A 0.0.89 V 5.165 A VL 6.88 Ω 36.88 Ω 25.47 Ω 40.09 Ω 15.09 V 3.47 V 0.015 A 0.4 0. Vf 8.81 V 6.42Ω 38.62 Ω 35.035 A 0.0 7.0 4.91 Ω 20.0 0.9 Ω 17 .0 5.05 V 0V 0.158 A 0.14 A 0.0 .8.1.2 1.046 A 0.6 .0 .0 .0.23 V 1.85 Ω 7.45 Ω 4.68 V 0.6.4.123 A 0.0 1.0 .92 Ω 10.137 A 0.0 .032 A 0.23 V 0.96 V 5.66 Ω 5.1.34 Ω 20.0 .122 A 0.38 V 0.

012 R=V/I R=2.065 R=20Ω R=V/I R=V/I R=0.04/0.66Ω R=33.030 R=4.168 R=14.152 R=12.088 R=25.96/0.34Ω R=4.09/0.14Ω R=V/I R=V/I R=0.85Ω R=36Ω R=V/I R=V/I R=0.53/0.046 R=6.45Ω R=29.23/0.23/0.14 R=10.035 R=5.53Ω R=V/I R=0.05/0.92Ω R=39.16Ω .3Ω R=V/I R=V/I R=0.022 R=3.123 R=7.12/0.19/0.108 R=5.42Ω R=V/I R=V/I R=0.78Ω R=41.68/0.041 R=5.30/0.38/0. Cálculo de resistência da lâmpada R=V/I R=1.95/0.

36Ω R=V/I R=0.62/0.47/0.049 R=15.16/0.027 R=5.137 R=35.032 R=10Ω R=V/I R=0.62Ω R=V/I R=4.81/0.24/0.90Ω .122 R=32.068 R=20. R=V/I R=0.9Ω R=V/I R=1.42/0.09Ω R=V/I R=0.044 R=14.088 R=25.106 R=29.45Ω R=V/I R=3.165 R=40.78/0.09/0.47Ω R=V/I R=6.75/0.66Ω R=V/I R=0.93Ω R=V/I R=0.88Ω R=V/I R=2.038 R=12.98/0. Cálculo de resistência da lâmpada (pólos invertidos).07/0.151 R=38.015 R=4.32/0.89/0.69Ω R=V/I R=5.15Ω R=V/I R=3.

devido a sua reta passar pela origem. pois. pois a variação do seu gráfico não é linear. demonstrando assim que ele não fornecerá: nem corrente nem tensão para o circuito montado. Através da análise dos gráficos consideramos que o resistor é um agente passivo. No caso da lâmpada. CONCLUSÃO Conforme foi demonstrado experimentalmente e analisando os resultados experimentais podemos concluir que o resistor pode ser classificado como ôhmico. o que foi representado no gráfico. observamos que ela não é caracterizada como um resistor ôhmico. Assim como o resistor a lâmpada se enquadra como um agente passivo. seus valores de tensão e corrente irão variar linearmente. que no caso a união de seus pontos formará uma reta. que no caso a união de seus pontos acabará formando uma curva. .6.

3. fornecida pela Professora. Livros Técnicos e Científicos. 1996.7.Seções 25. Resnick e Walker. Rio de Janeiro. 21 . 6a edição. Vol. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS [1] Halliday. Fundamentos de Física.1 a 25.9 [2] Apostila para a realização do experimento.