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CIB

A Comissão Intergestores Bipartite- CIB, foi criada pela Norma Operacional Básica NOB/93/MS, como fórum de pactuação entre os gestores estadual e municipal. É
composta igualmente de forma paritária e integrada por representação do Estado e do
Município e as decisões sempre serão tomadas por consenso.
A Comissão Intergestores Bipartite – CIB é instância de caráter deliberativo e foi
instituída na Bahia pela Portaria de nº 2.094 de 21/06/93 do Secretário da Saúde do
Estado da Bahia – SESAB, publicado no Diário Oficial do dia vinte e dois de junho de
1993.
Na Bahia foram também instituídos os Colegiados de Gestão Microrregionais - CGMR,
instâncias colegiadas, de natureza permanente e de caráter deliberativo sobre as
competências definidas dentro do território microrregional, a partir de decisões
tomadas por consenso, dentro do conjunto dos municípios correspondentes às
microrregiões de saúde estabelecidas pelo Plano Diretor de Regionalização - PDR/BA
e de caráter consultivo para a CIB/BA quando se referir às questões que envolvam
outras microrregiões/macrorregiões do Estado.
O CGMR é também foro privilegiado para a negociação, pactuação, planejamento e
avaliação da gestão das políticas de saúde no Estado entre as Secretarias Municipais
de Saúde/SMS, através de seus gestores municipais de saúde, e a Secretaria da
Saúde do Estado da Bahia/SESAB.
A Gestão atual da SESAB entende que a CIB-BA é um espaço de construção e
consolidação de parceria entre Secretarias Municipais e Estadual na direção de um
Sistema Único de Saúde Universal, Integral, Equânime primando por diretrizes como
participação social e regionalização visando a Garantia da Acesso Integral,
humanizado e de qualidade de ações e serviços de saúde, articulados territorialmente
de forma participativa e intersetorial.

CIT
A Comissão Intergestores Tripartite (CIT) é um espaço de articulação e expressão das
demandas dos gestores federais, estaduais e municipais. Ela é formada pelas três
instâncias do Suas: a União, representada pelo Ministério do Desenvolvimento Social
e Combate à Fome (MDS); os estados, representados pelo Fórum Nacional de
Secretários de Estado de Assistência Social (Fonseas); e os municípios,
representados pelo Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social
(Congemas).
A CIT viabiliza a Política Nacional de Assistência Social (PNAS), caracterizando-se
como instância de negociação e pactuação de aspectos operacionais da gestão
do Sistema Único de Assistência Social (Suas). Ela mantém contato permanente com

A Lei garante que o Vice-Presidente seja um conselheiro do plenário. ao nível estadual.142. inclusive nos aspectos econômicos e financeiros. de 28 de dezembro de 1990. atuar como fórum de pactuação de instrumentos. entre muitas outras CES O Conselho Estadual de Saúde é um órgão colegiado de caráter permanente e deliberativo. Propor critérios e valores para a remuneração de serviços e os parâmetros de cobertura assistencial. visando a observação de padrões éticos compatíveis com o desenvolvimento sócio-cultural do Estado. O Gestor do Sistema Único de Saúde. independente do nível de governo. . com funções de formular estratégias. com um total de 20 conselheiros titulares.as Comissões Intergestores Bipartite (CIBs). São competências específicas e regimentais do Conselho Estadual de Saúde de Santa Catarina: Atuar na formulação da estratégia e no controle da execução da Política Estadual de Saúde. de acordo com o Sistema Único de Saúde. programas. conforme prevê a Lei 8. de 18 de junho de 1993.142/90. a Conferência Estadual de Saúde. Acompanhar e controlar a atuação do setor privado da área da saúde credenciado mediante contrato ou convênio. Acompanhar e controlar a compra de ações de saúde dos serviços regionais de promoção. no que concerne à caraterização das necessidades sociais do Estado. está desrespeitando a Lei. Propor critérios para definição de padrões e parâmetros assistenciais. em caráter extraordinário. nos termos da Lei 8. para a troca de informações sobre o processo de descentralização. projetos e benefícios.120. e Convocar. Aprovar os relatórios de gestão do Sistema Único de Saúde. Avaliar as demonstrações de resultados do Fundo Estadual de Saúde. estabelecer acordos sobre questões operacionais da implantação dos serviços. mecanismos de implementação e regulamentação. O Conselho Estadual de Saúde de Santa Catarina é presidido pelo Secretário de Estado da Saúde ou pelo Secretário-Adjunto. proteção e recuperação da saúde. Articular-se com a Secretaria de Estado da Educação. dentre elas o aumento da representação de 20 para 32 conselheiros titulares.982. em função das características epidemiológicas e da organização dos serviços. O Conselho Estadual de Saúde/SC foi criado através da Lei 9. consignados pelo SUS. pactuar os critérios e procedimentos de transferência de recursos para cofinanciamentos. Estabelecer diretrizes a serem observadas na elaboração de Planos de Saúde. que não institui e mantém em funcionamento esse foro. de acordo com os princípios e diretrizes do SUS e a Política Estadual de Saúde. Cultura e Desporto e com o Conselho Estadual de Educação quanto à criação de novos cursos de ensino superior na área da saúde. parâmetros. controlar e fiscalizar a execução da política estadual de saúde. Em 15 de dezembro de 1998. Elaborar o cronograma de transferência de recursos financeiros aos municípios. Acompanhar o processo de desenvolvimento e incorporação científica e tecnológica na área da saúde. Entre suas principais funções estão pactuar estratégias para implantação e operacionalização. o Conselho passou por algumas alterações por conta da Lei 10.

PDR O propósito de um Plano Diretor de Regionalização (PDR) da saúde é constituir um dos pilares para estruturação e descentralização dos sistemas de co-gestão e organização dos serviços de saúde em redes.CMS Os Conselhos Municipais de Saúde são órgãos permanentes e deliberativos com representantes do Governo. da priorização para alocação dos recursos. Regra financeira É distribuído um valor de R$ 10 a R$ 18 por habitante do município. tipicamente municipal. dando transparência aos fluxos estabelecidos e definir. As ações financiadas com esses recursos são:  consultas médicas em especialidades básicas. Assim sendo. se torna importante ao SUS por apresentar e definir as ações necessárias para assistir a população. onde em consonância com o processo de planejamento são definidas e quantificadas as ações de saúde para população residente em cada território. um instrumento de planejamento em saúde ao estabelecer uma base territorial e populacional para cálculo das necessidades. Tem por objetivo organizar a rede de serviços. Ou seja. a partir de critério e parâmetros pactuados. profissionais de saúde e usuários. no PPI é apresentada toda a programação do que deverá ser feito na área da saúde.SUS. da descentralização programática e gerencial PPI é um processo instituído no âmbito do Sistema Único de Saúde . tendo em vista possibilitar o direcionamento equitativo da implementação das políticas públicas. portanto. PAB O Piso de Atenção Básica (PAB) consiste em recursos financeiros destinados a investimentos de procedimentos e ações de assistência básica. O PDR é. os limites financeiros destinados à assistência da população própria e das referências recebidas de outros municípios. bem como efetuados os pactos intergestores para garantia de acesso da população aos serviços de saúde. inclusive nos aspectos econômicos e financeiros. Clique aqui para obter informações sobre os Conselhos Municipais de Saúde. . Atuam na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde. dos prestadores de serviço. um planejamento.

visita e atendimento ambulatorial e domiciliar do Programa de Saúde da Família (PSF). PAB AMPLIADO A citada NOAS-SUS 01/2002 criou a Gestão Plena da Atenção Básica Ampliada como uma das condições de gestão dos sistemas municipais de saúde.          atendimento odontológico básico. a saúde da mulher e a saúde bucal. vacinação. a saúde da criança. atividades educativas a grupos da comunidade. assistência pré-natal e ao parto domiciliar. o controle da hipertensão arterial. pequenas cirurgias. atividades de planejamento familiar. . pronto atendimento em unidade básica de saúde. a eliminação da hanseníase. atividades dos agentes comunitários de saúde. atendimentos básicos por outros profissionais de nível superior e nível médio. o controle da diabetes mellitus . Agrega às atividades acima o controle da tuberculose.