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INSTRUÇÕES

:
- ENTREGAR OS CASOS RESOLVIDOS NO DIA DA AVALIAÇÃO (12/09/13)
- DEVERÃO SER ENTREGUES INDIVIDUALMENTE (A RESOLUÇÃO PODE SER
FEITA EM GRUPO, MAS OBRIGATORIAMENTE DEVERÃO SER ENTREGUES
INDIVIDUALMENTE).
- DEVERÃO SER ENTREGUES MANUSCRITOS.
- SERÃO PARTE DA MÉDIA FINAL.

1. VIAS DE ADMINISTRAÇÃO, BRONCODILATADORES E SIMPATOMIMÉTICOS
R.D.S., 18 anos, masculino, branco, solteiro, estudante, residente em São Paulo. O paciente foi
atendido na sala de emergência, queixando-se de intensa dispnéia. Informou ter asma brônquica
desde os seis anos de idade. Os episódios eram mais freqüentes no inverno e cediam com o uso
de aerossol de simpatomimético. A presente crise se iniciara 12 horas antes, com dispnéia
constante, que não aliviou com o uso repetido do aerossol e de injeção de teofilina. Referiu estar
gripado, com tosse e febre há quatro dias. Exame Físico: a) PA: 130/80 mmHg; b) Taquipnéia
(aumento do número de incursões respiratórias na unidade de tempo), cianose de lábios
(coloração azul-arroxeada da pele), estertores sibilantes disseminados e roncantes esparsos em
ambos os pulmões. O atendimento de emergência compreendeu:
- Oxigênio por cateter nasal, 3L/min
- Salbutamol, 1 mg, por via subcutânea
- Aminofilina (derivado da teofilina), 240 mg por via intravenosa, lentamente
- Hidrocortisona (antiinflamatório esteroidal) 200 mg, por via intravenosa
1.Qual a justificativa para se utilizar um simpatomimético por via sistêmica em vez de
respiratória?
2. Explique quais são os principais efeitos colaterais do salbutamol.
2. FARMACOCINÉTICA / BIOTRANSFORMAÇÃO
C.R.T., 50 anos apresentou-se à clínica pela primeira vez. Suas principais queixas eram
fraqueza, dificuldade respiratória e “inchaço” nas pernas. Os antecedentes clínicos incluíam
diagnóstico prévio de insuficiência cardíaca congestiva (ICC). O exame físico foi normal,
exceto pela observação de edema de tornozelo. A anamnese posterior revelou episódios recentes
de desconforto respiratório e aumento da fadiga. Os medicamentos em uso atual eram digoxina
(glicosídeo cardiotônico) e rifampicina (antibiótico). O médico solicitou avaliação dos níveis
sanguíneos de digoxina. O nível sanguíneo de digoxina encontrado estava abaixo da faixa
terapêutica, cujo reflexo foi provavelmente o edema de tornozelo. A paciente foi questionada
sobre a regularidade do uso da digoxina. Ela insistiu que tomava a digoxina todos os dias e que
o edema no tornozelo apareceu alguns dias após haver iniciado a terapia com rifampicina para
tratamento de infecção urinária.
1. Se a paciente segue a posologia adequada da digoxina como afirmou, o que poderia ter
causado os níveis subterapêuticos da digoxina?
2. Considerando o baixo índice terapêutico da digoxina, o que poderia ocorrer se a paciente
decidisse aumentar a dose desse medicamento sem consulta médica?

ANTICOAGULANTES A paciente JCS. Preocupada com estes sintomas.). Posteriormente. a paciente sofreu um infarto do miocárdio. como de costume.7 (Relação Normalizada Internacional . hipertensa. >1Coagulação Lenta).).3. foi constatado que seu INR era de 0. Imediatamente o médico suspendeu o tratamento com varfarina e administrou vitamina K 2. Baseado nesse quadro clínico a prescrição médica foi de varfarina 5 mg (comp. se automedicou com ácido acetilsalicílico (Aspirina) 500 mg (comp. Porque foi administrada a vitamina K? .0. passou a apresentar manchas pelo corpo (pequenas hemorragias) e sangramento no nariz (epistaxe).5 mg (IV). O valor de INR no dia seguinte era de 2. pela manhã. 1. 52 anos. <1-Coagulação rápida. O que pode ter levado a paciente a apresentar o quadro hemorrágico? 2. Em pouco tempo o sangramento foi interrompido e as manchas desapareceram. que solicitou uma nova avaliação do seu valor de INR obtendo o resultado de 8.Valores de Referência: Normal=1. Em uma terça-feira. Chegando ao hospital. retornou ao médico.). com diagnóstico prévio de úlcera duodenal está em tratamento com cimetidina 200mg (comp. Após uma semana de tratamento a paciente sentiu fortes dores de cabeça e.