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Genealogia
Família Paro
NÚCLEO DE ORIGEM Luigi Paro e Giovanna Gobbo e seus três filhos: Luigi Paro “Figlio” (?) Benedetto Paro (1854-1930) Giovanni Paro (1845-?)

Luigi > Benedetto > Antonio

* Sagarana 1*

Família de Antonio Paro – Missa de Bodas de Ouro.

Organização da genealogia
Zenaide é filha de Aurélia Paro, neta de Antonio Paro e bisneta de Benedetto Paro Filho de Benedicto Vello, neto de Marina Paro e bisneto de Benedetto Paro

Nestor de Oliveira Filho e Zenaide Paro Tônus de Oliveira Valdemar Vello

* As sagaranas são narrativas, histórias e “causos” que edificam uma família.

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Dedicatória
Nestor, aguardo dedicatória (mais pro final)

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Genealogia

Família Paro
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Luigi > Benedetto > Antonio

Família de Antonio Paro

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Agradecimentos
Nestor, aguardo “agradecimentos” (mais pro final)

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Apresentação Você já experimentou observar amorosamente a árvore de sua família, a seiva que lhe dá vitalidade, as flores e frutos que ela produz, e imaginar as raízes que lhe dão sustentação?

Em sua memória, guardadas em cartas, cartões e álbuns de fotos ou, quem sabe, ainda bem próximas de você há raízes, troncos e ramos de árvores frondosas que acumulam sabedoria e ternura, carinho e compreensão e muitas histórias boas para serem relembradas. Converse com elas e descobrirá tantos detalhes curiosos que irão enriquecer sua história. Faça anotações e tire também boas fotos... Depois de percorrer o mundo, nas rodas de relacionamentos e de amizades, chegará o tempo em que você voltará sua atenção para a história da família. Para sua verdadeira história! Rodeado pelos familiares me veio um pensamento... Comparei-me a um jacarandá já bem velho, que deu muitos frutos. E desses frutos, as sementes que caíram ao chão se transformaram em arvorezinhas, que cresceram, cresceram, formando um lindo bosque. E eu bem firme no meio delas. Com os olhos em lágrimas eu me senti igual aquele velho jacarandá. Mas que, com o tempo, perdeu alguns galhos bem bonitos. Galhos fortes que tantos frutos deram e que foram motivo de muitas alegrias. Nesse devaneio, quase sonhando acordado, olhei mais uma vez ao meu redor, e vi outro tronco tão forte como o do jacarandá. Esse era o de uma cerejeira... Uma árvore também vistosa e muito florida. Nela me revi caminhando há muitas décadas... Ela, com sua seiva, misturando-se a do jacarandá, contribuiu para dar mais vida a todas essas arvorezinhas do nosso lindo bosque. Agora, muito feliz, rodeado por arvorezinhas de jacarandás e cerejeiras, vejo com alegria nossas famílias unidas perpetuando a dádiva mais sublime: a consagração da vida! Nesse momento de emoção, reafirmo:

Poder contribuir para resgatar a genealogia das nossas famílias foi uma graça de Deus!
Nestor de Oliveira Filho

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SUMÁRIO
Homenagens do Nestor Sagarana da família Paro: Fazenda Monte Belo
Teu chão abençoado Tempo de criança Recordar a sua história Quando a saudade aperta Ser caipira Lindo sertão Fogão à lenha Cão Tisiu Gotinhas de orvalho

Registros no Memorial do Imigrante Notas históricas do Nestor Foto-Galeria

Luigi > Benedetto
Luigi Paro e Giovanna Gobbo: filhos, noras e netos Benedetto Paro e Luigia Cardini: filhos, noras e netos Sagarana 1

Luigi > Benedetto > Antonio
Antonio Paro e Eugenia Girardi: filhos, noras e netos Antonio Paro e Eugenia Girardi: netos, bisnetos, tataranetos...
Antonio > Luiz Antonio Antonio > Luiza Antonio > Genoveva Antonio > Pedro Antonio Antonio > José Antonio Antonio > Matilde Antonio > Aurélia Antonio > Joana Antonio > João Antonio > Antonio Filho

Sagarana 2

Luigi > Benedetto > Giacomo
Giacomo Paro e Angela Marin: filhos, noras e netos Giacomo Paro e Angela Marin: netos, bisnetos, tataranetos...
Giacomo > Santo Giacomo > Guerino Giacomo > Heleutério Giacomo > Antônio Giacomo > Aurélio Giacomo > Joana Giacomo > Maria Giacomo > Angelina Giacomo > Olinda Giacomo > Zica

Sagarana 3

Luigi > Benedetto > Marina
Marina Paro e Serafino Pietro Paolo Velo: filhos, noras e netos Marina Paro e Serafino Pietro Paolo Velo: netos, bisnetos, tataranetos...
Marina > Maria Marina > Antonio Marina > Benedicto Marina > Luiza Marina > João Marina > Mário Marina > Luzia Marina > Deolinda Marina > Anna Marina > Izolina

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Sagarana 4

Luigi > Benedetto > Catarina
Catarina Paro e João Polizelli: filhos, noras e netos Catarina Paro e João Polizelli: netos, bisnetos, tataranetos...
Catarina > Luiz Catarina > Vitorio Catarina > Benedito Catarina > Erminio Catarina > Olindo Catarina > Lidia Catarina > Luiza Catarina > Ana Catarina > Nair Catarina > Maria Inês Catarina > Ivanilde

Sagarana 5

Luigi > Benedetto > Ângelo
Ângelo Paro e Santa Amabile Piai: filhos, noras e netos Ângelo Paro e Santa Amabile Piai: netos, bisnetos, tataranetos...
Ângelo > Amália Ângelo > Otávio Ângelo > Ângelo Paro Filho Ângelo > Mário Ângelo > Adelaide Ângelo > Luiz Ângelo > Elza Ângelo > Ildica Ângelo > Alcebíades Ângelo > Jacy Ângelo > Lauremi Ângelo > Sonia Ângelo > Doraci Maria Ângelo > Benedito José

Sagarana 6

Luigi > Benedetto > Elvira
Elvira Paro e João Piai: filhos, noras e netos Elvira Paro e João Piai: netos, bisnetos, tataranetos...
Elvira Elvira Elvira Elvira Elvira Elvira Elvira Elvira Elvira Elvira > > > > > > > > > > xxxx xxxx xxxx xxxx xxxx xxxx xxxx xxxx xxxx xxxx

Sagarana 7

Luigi > Benedetto > Ernesto
Ernesto Paro e Antonia Favaretto: filhos, noras e netos Ernesto Paro e Antonia Favaretto: netos, bisnetos, tataranetos...
Ernesto > Luiza Antonieta Ernesto > Anna Ernesto > João Ernesto Ernesto > Maria Tereza Ernesto > José Benedito Ernesto > Terezinha ou Lurdinha Ernesto > Célio Antonio Ernesto > Paulo Benedito Ernesto > Maria do Carmo Ernesto > Rosa Maria

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Luigi > Luigi “Figlio”
Luigi Paro “Figlio” e Luigia Barbieri: filho, nora e netos

Sagarana 8

Luigi > Luigi “Figlio” > Luigi “Nipote”
Luigi Paro e Amabile Vello: filhos, noras e netos Luigi Paro e Amabile Vello: netos, bisnetos, tataranetos...
Luigi Paro > Antonio Luiz Luigi Paro > Carlos Luigi Paro > Alonso Orlando Luigi Paro > Policarpo Luigi Paro > Ricieri Luigi Paro > Luiza Luigi Paro > Maria Luigi Paro > Celeste Luigi Paro > Gentile Luigi Paro > Aurora

Luigi > Giovanni
Giovanni Paro e Luigia Rossi / Barbieri: filhos, noras e netos Sagarana 9

Luigi > Giovanni > Domenico
Domenico Paro e Filomena Osto: filhos, noras e netos Domenico Paro e Filomena Osto: netos, bisnetos, tataranetos...
Domenico > João Domingos Domenico > Jose Domingos Domenico > Otavio Domenico > Domingos Paro Filho Domenico > Antonio Domenico > xxxx Domenico > xxxx Domenico > xxxx

Sagarana 10

Luigi > Giovanni > Enrico
Enrico Paro e Silvia Segantini: filhos, noras e netos Enrico Paro e Silvia Segantini: netos, bisnetos, tataranetos...
Enrico > Luiza Enrico > Santa Enrico > Henrique Paro Júnior Enrico > João Henrique Enrico > Armando Enrico > Anita Enrico > Izolina Enrico > Antonieta

Sagarana 11

Luigi > Giovanni > Maria
Maria Paro e Bortolo Benetti: filhos, noras e netos Maria Paro e Bortolo Benetti: netos, bisnetos, tataranetos...
Maria > Severino Maria > João Maria > xxxx Maria > xxxx Maria > xxxx Maria > xxxx Maria > xxxx

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Sagarana 12

Luigi > Giovanni > Regina
Regina Paro e Pedro Cavalini: filhos, noras e netos Regina Paro e Pedro Cavalini: netos, bisnetos, tataranetos...
Regina > Luiz Regina > Belmiro Regina > João Regina > Joaquim Regina > Pedro Regina > Helena Regina > Luiza Regina > Olivia Regina > Leonilda

Sagarana 13

Luigi > Giovanni > Virginia
Virginia Paro e xxxx: filhos, noras e netos Virginia Paro e xxxx: netos, bisnetos, tataranetos...
Virginia Virginia Virginia Virginia Virginia Virginia Virginia > > > > > > > xxxx xxxx xxxx xxxx xxxx xxxx xxxx

Sagarana 14

Luigi > Giovanni > Marina
Marina Paro e xxxx: filhos, noras e netos Marina Paro e xxxx: netos, bisnetos, tataranetos...
Marina Marina Marina Marina Marina Marina Marina > > > > > > > xxxx xxxx xxxx xxxx xxxx xxxx xxxx

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Homenagens do Nestor
Sobre a organização desta genealogia:

Pra continuar a brincadeira, pra você eu vou dizer. Este trabalho dá canseira, mas é gostoso de fazer. Velando vou seguindo, pois avante temos que andar. Passos firmes, descobrindo, a grande obra não vai Parar!

Sobre a Igreja de Nossa Senhora Aparecida, construída na Fazenda Monte Belo e inaugurada em 1928:

Monte Belo é um bairro rural da cidade de Colina. Cidade, meu berço natal, falar bem de ti é minha sina. A festa da padroeira era sempre em setembro. Dia 8, dia santo. Isso ainda eu me lembro. Lá havia uma árvore. Ela era a maioral! A mais gigante da terra. Eu nunca vi outra igual! A festa se realizava à sombra daquela figueira. Os galhos protegiam a comunidade inteira. Tinha o bar e as barracas, o coreto pro leilão. Todo o povo da redondeza... uma grande multidão. A festa já começava Com uma grande alvorada, Com o padre e os fiéis, uma missa era rezada. Via-se naquele povo Uma grande devoção, Seguir a imagem da Santa, todo mundo em procissão. Terminando o preceito, Com Jesus o rei da messe, O povão com alegria, ia todo pra quermesse. *****

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Sagarana da Família Paro em Colina

Fazenda Monte Belo

Monte Belo, Monte Belo! Meu pedacinho de chão. Tuas imagens do passado, Eu ‘inda’ guardo no coração.
Nestor de Oliveira Filho

A POESIA E A PROSA DA GENTE DA TERRA
Texto de João Guimarães Rosa na edição do livro Sagarana para a editora italiana Feltrinelli:

“(...) avevo molta nostalgia. Perché conoscevo un po’ meglio la terra, gli animali, gli alberi. Perché la gente di campagna – senza convenzione – ‘pose’ dà personaggi di parábola migliori. Vi si vedono bene le reazioni umane e l’azione dell destino: vi si vede bene un fiume che precipita in una cascata o passa intorno a una montagna, e i grande alberi che schioccano sotto il fulmine, e ogni tallo dell’erba umana che rinasce sotto la pioggia o si abbrustolisce nella siccità.”

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Teu chão abençoado
Ouve-se longe uma cantiga
Nestor de Oliveira Filho

Teu chão abençoado é todo branco, no areão. O branco da paz sagrada, conquistada em oração.

‘Manhãzinha’ na fazenda amiga, Desponta o sol no horizonte. Pássaros farfalham em cantiga, Voam aves e jorra a fonte.
Vê o azul e o verde monte, onde o céu com a terra se liga. De um carro passando a ponte, ouve-se longe uma cantiga.

Ouve-se o mugido da boiada, o zurrar dos burros pastando. O relinchar da cavalhada. E, no terreiro, o galo cantando.

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Tico-tico

Tempo de criança
Descalço pisei no chão!
Nestor de Oliveira Filho

Vi meu povo jogar boccia, vi também jogar baralho. Vi, bem cedo, madrugada, todos irem pro trabalho. Nesse tempo de criança, muita alegria eu tinha. Na gangorra, na balança e na carne de galinha. Comia muito angu, carne de porco e canjiquinha. Mamãe fazia tutu, torresmo e feijão com farinha.

Descalço andei na grama, Descalço pisei no chão. Descalço chutei bola, Descalço fiz poeirão!
Com barro fiz pelotas pra ‘tacar’ na passarada. No estilingue não fiz mira, não ‘certei’ uma pedrada. Colhi café maduro, cortei arroz e ‘ranquei’ feijão. Colhi mamona na roça, debulhei milho na mão. Cortei mato de todo tipo, beldroega, pelinho e colchão. Caruru, capim-angola, pé-de-galinha, carrapicho e picão.

Manejei muito enxada, Rastelo, rodo e enxadão. Martelo, foice e peneira, Faca, pá e cambão.

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Do livro ‘Mil e uma noites’ ouvi, do pai, toda a história. Ele falava noite ‘todinha’, pois tinha boa memória. Histórias do ‘João com a Joana’ e do ‘Saci Pererê’. Da ‘mula sem cabeça’ e do ‘escuta a grama-nascê’. Contava da ‘branca de neve’ e aquela do ‘quero pacuera’. Do ‘sertão do major Camilo’, que ficava atrás da serra. Até a história da ‘bruxa’ e a do ‘compadre folharada’. Engraçada era a do ‘tatu, suspense’ e a do ‘rei da bicharada’.

Noite escura, medo aumenta. Já pensava em assombração. Curiango batendo as asas. Já saíamos num carreirão!
Tropel da cavalhada, em noite de lua clara, eu vi! Coruja assustava cavalos e, todos, corríamos do saci. No brejo do tabual, aquele foguinho eu também vi! Diziam que era alma penada, que à noite passeava ali. Outros falavam ‘é cobra-de-fogo’, que tem nome de boitatá. Acho mesmo que era vaga-lume. Todas as crianças fugiam de lá.

Neste mundo tudo passa. A infância também passou. Foi chegando a mocidade... Pouco tempo ela durou!
Tem que ser bem responsável, quando chega a idade adulta. A gente perde a inocência. Nossa vida é uma labuta!

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Recordar a sua história
Monte Belo, anos cinqüenta...
Nestor de Oliveira Filho

Nos versos a seguir, Vou testar minha memória. Monte Belo, anos cinqüenta... Recordar a sua história.
Não sou pretensioso pra lembrar todo passado. Mas, daquilo que me lembro, espero ser aprovado. De alguns não me recordo. Vou falar de coração. Outros que me desculpem, Peço logo meu perdão. O senhor Antônio Paro, família de tradição, Às crianças do Monte Belo, ensinava religião. Seu Antônio falava firme, com muita fé e devoção. Catecismo, sem barulho! A varinha pedia atenção. Dele poderia escrever mais coisas com carinho... Todos meses, pra trocar fubá, eu ia em seu moinho. Dona Eugênia Girardi Paro, bem pouco conheci. Vítima de dor reumática, nem à capela podia i(r).

Lúcia Paro

Dona Lúcia, predileta dos pais, foi braço direito. Educou até sobrinho e pajeou neném de peito. Lúcia, bem cuidadosa, zelou pela capela. Benemérita no bairro devemos favor a ela.

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Quando a saudade aperta
Eu sinto o cheiro do mato
Nestor de Oliveira Filho

Os projetos pra minha vida, Sempre com amor eu selo. O pensamento vai bem longe, Sempre vai pro Monte Belo.
Este filme está gravado Dentro do meu consciente. Quando a saudade aperta, A cena se torna presente. Toda vez que dou asas Pro pensamento voar, Ele vai pra minha terra, Pra saudade matar. Vejo a colônia comprida, Povoada de boa gente! Vejo criançada brincando, Como era antigamente. Eu sinto o cheiro do mato E o cheiro da terra batida. Vejo todo aquele povo Da minha infância querida. Com muita alegria e saudade Eu vou terminar minha poesia. Quem morou no Monte Belo, Ainda quero rever um dia.

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Ser caipira
A pureza da Mãe Terra
Nestor de Oliveira Filho

Minha escrita é bem simples. E bem simples sou também. Simplicidade traz no bojo O amor que a pessoa tem! Dizem que sou caipira, Disfarço, mas não consigo. Esse tema que me inspira: Certeza, ele nasceu comigo! O caipira é homem bom. Ser simples é uma virtude! Caipira da cidade ou do sertão, Importa, mesmo, sua atitude! Sou caipira porque expresso Toda riqueza da terra querida. Sol, água, planta, que beleza! Sou feliz! Lá eu tenho guarida. O caipira traz na alma A pureza da Mãe Terra. A beleza do canto do pássaro, O clarão da lua detrás da serra!
Deus fez o homem lá no Éden com barro do sertão abençoado. Perfeita mistura de amor e terra! Ele viu que era bom o que foi criado.

Viviani Sperque

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Onde ouço a sinfonia do maestro sabiá
Nestor de Oliveira Filho

Lindo sertão

Eu tenho um sítio Bem longe da minha terra. Fica bem no pé da serra E tem flor de manacá. Neste meu sítio plantei maracujá, Tem pé de jatobá e canarinho da terra. No meu sítio tem bela cachoeira, Tem mamão e tem mangueira. Pé de jambolão e cultivo de algodão. Roça de feijão, melancia e macaxeira. Meu pedaço de chão tem alegria, Onde ouço a sinfonia do maestro sabiá. Tem ainda um lindo pé de jacarandá, Tem capoeira, tem cipó e tem cará. Tem harmonia entre toda a criação, O jaú, o macaco, o dourado e o pavão. Lá eu vejo o sol nascer bem cedo, Porque lá no meu torrão não existe medo. Toda noitinha ‘vô sentá’ lá no terreiro, ‘Puxá prosa’ com Sinhô, meu bom companheiro. Lá na minha tapera tem sapé à beira chão, Tem rede no alpendre onde eu canto uma canção. Lá eu vejo os astros e as estrelas, lá eu vejo meu ‘luá’. De madrugada, pra vida se ‘alegrá’, ouço meu galinho ‘cantá’. Esse é o meu lindo sertão!

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Fogão à lenha
Mamãe cantava e assobiava!
Nestor de Oliveira Filho

Minha mãe cozinhava, arroz, feijão-rosinha, virado e batatinha. Bonito lenço na cabeça, alegria no rosto e avental no peito. Eu no quintal brincava, corria e tratava as galinhas, Ajuntava as palhas de milho e catava os gravetos.
Ela cantava e assobiava.

Quanta felicidade!
A lenha queimava, o fogo ardia, no peito eu sentia a felicidade. Pulava da cama, mamãe me chamava, descalço, com frio no fogão subia. Mamãe amorosa na panela mexia, no caldeirão fervia o leite e o café. Papai e mamãe já me abraçavam, me abençoavam no início do dia.
Ela cantava e assobiava.

Era o que eu queria!
Aquele cozido naquele calor, era tão gostoso, tinha outro sabor. Além do calor daquele braseiro, tinha o calor do seu coração. Naquele alimento tinha muito carinho e o tempero era o amor, Que mamãe doava pra toda família com entusiasmo e dedicação.
Ela cantava e assobiava.

Quanta alegria!
A labareda daquele fogão marcou minha vida naquele sertão. A brasa vermelha aquecia o corpo... e conservava a família na união. Na cozinha a família alegre falava... e fazia feliz sua refeição. Na chapa quente o queijo eu assava, quanta saudade daquele fogão!
Mamãe cantava e assobiava.

Que saudade!

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Lado a lado nas andanças
Nestor de Oliveira Filho

Cão Tisiu

Um menino com esperança E um cão cor de carvão. Lado a lado nas andanças, Eu tenho recordação. À roça era o destino, Os dois naquele estradão. O cão protegia o menino E o menino estimava o cão. Tão bela, nossa amizade: Dois seres da criação. Quando eu ia pra cidade Me esperava no portão. Valente e amoroso Era este cão Tiziu; Pra defender foi corajoso, Ladrão nunca insistiu. Comer e beber na roça Na marmita e garrafão. O cão bebia na poça E comia na minha mão!

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A grande mensagem escutai!
Nestor de Oliveira Filho – Americana, SP, 01/12/2003

Bíblia

Dentro do livro sagrado Há tanta coisa bonita. Qual presente ofertado, Envolto em laço de fita! Ao abri-lo, a vida transmite; Ao guardá-lo, é luz apagada. Aberto, a santidade consiste; Fechado, é mero conto de fada! Quando abri-lo, enxergai! A grande mensagem escutai! Ela faz transformação! Colha bem esta semente, Que se transforma lá na frente Em alimento, tal qual o pão!

Padre Antonio – Família Tônus.

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Gotinhas de orvalho
Quadrinhas do Nestor para Monte Belo

Com a enxada carpi café, Com o rodo fiz ruação. Com o machado rachei lenha, Com a tic-tac fiz plantação. Todo ano fazia fogueira Pra São João, o precursor. Passava descalço na brasa, Não sentia ‘nadinha’ de dor. E brinquei de passar anel. E brinquei de cobra-cega. E corri atrás de vaga-lume. E brinquei muuuito de pega. Professor Adão Corrêa Melges Era o nosso Grupo Escolar. Hoje o nome é Benedito Paro, O patrono deste Belo lugar.

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Das moças eu conheci Carmem, Lourdinha e Rosa. Seu Ernesto, bem calado, Não ‘tava pra quarqué’ prosa. Anésia casou com Lupércio, O grande beque da região. Quando ele estava em campo Seu nome era Caminhão!

Também o Bastião-pé-sujo Vi, descalço, trabalhando. Andava ao lado da sua carroça, Sempre, c’os burros gritando.

Já falei, vocês se lembram, Que morei no Henrique Paro. Mas pra tocar café à meia, Mudamos pro Antônio Paro. Bela igreja, aquela então, Da Senhora Aparecida. Boa mãe, de manto azul, Abençoava nossa vida.

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Recordando esta colônia, Vejo uma grande paineira. Nesta casa eu vi morar O Sebastião de Oliveira.

O seu pai era José, Sua mãe a Jovelina. Foi a mulher mais santa Que conheci em Colina.

Verdes campos da mi’a terra Eu jamais os esquecerei Enquanto vida eu tiver O meu povo exaltarei.

O canário canta alegre, O sabiá... a gorjear. A rolinha corre n’areia E a pomba voa-voa no ar.

Seu Pedro e sua esposa, Filho e filha tinham, então. Foi naquela casa da torre Que eu conheci televisão.

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Passava no Monte Belo, De Colina à Figueira, Carlos Paro dirigindo A famosa jardineira.

Água corrente é riozinho, No remanso é bebedouro. Luiz Giácomo, o marruco, Na bola parecia um touro.

Sobre mim não sei falar, Nem vantagem nem castigo. Isso eu deixo para ‘vance’ Que é muito meu amigo.

Ao chegar mais a idade, Tudo volta na lembrança. As imagens vêm na memória E a gente volta a ser criança.

Desejo a todos muita saúde, Felicidade e paz na vida. Com as bênçãos de Jesus E Nossa Senhora Aparecida.

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Registros no Memorial do Imigrante
NOME
BENEDETTO LUIGIA ANTONIO GIACOMO

SOBRENOME
PARRO (PARO) CARDINI PARO PARO

PARENTESCO
MARIDO MULHER FILHO FILHO

IDADE
32 ANOS (1854) 30 ANOS (1856) 4 ANOS (1882) 2 ANOS (1884)

ENTRADA
13/2/1887 13/2/1887 13/2/1887 13/2/1887

NACIONALIDADE
ITALIANA ITALIANA ITALIANA ITALIANA

Notas do Vello
Na família há informações de que MARINA PARO, também filha de Benedetto Paro e Luigia Cardini, nasceu no navio BOURGOGNE, na viagem ao Brasil. Portanto, Marina nasceu em 1887. O vapor Bourgogne, procedente de Marseille e com escala em Genova, de onde partiu em 28 de janeiro de 1887, desembarcando em Santos no dia 13 de fevereiro do mesmo ano. Marina só foi registrada em Ribeirão Preto em 1895.

O que é o destino, só de imaginar que a minha nonna Marina Paro nasceu nesse vapor em 1887! 4 luglio 1898 – Nave a vapore francesa, Bourgogne, affonda in seguito a collisione con veliero inglese Cromartyshire al largo della Nuova Scozia; 549 morti.

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Com base no registro do Memorial, os outros filhos de Benedetto Paro e Luigia Cardini nasceram no Brasil: Catarina (?), Ângelo (1893), Elvira (?) e Ernesto (1897). ... Nessa genealogia vamos adotar a escrita original dos nomes em italiano (sem acentos, etc.), sempre que houver registro no Memorial do Imigrante ou em outro documento italiano. Os filhos nascidos no Brasil seguem as normas da escrita oficial dos nomes, sempre que possível, conforme registro de nascimento.

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NOME
GIOVANNA GIOVANNI ROSA (ROSSI) MARIA DOMENICO REGINA MARIA ENRICO VIRGINIA

SOBRENOME
GABBO (GOBBO) MÃE DO GIOVANNI PARRO (PARO) OU MARIA LUIGIA ROSSI PARO PARO PARO PARO PARO

PARENTESCO
MÃE (VIÚVA) MARIDO MULHER FILHO FILHA FILHA FILHO FILHA

IDADE
64 ANOS (1822) 41 ANOS (1845) 35 ANOS (1851) 14 ANOS (1872) 10 ANOS (1876) 4 ANOS (1882) 2 ANOS (1884) 6 MESES (1886)

ENTRADA
13/2/1887 13/2/1887 13/2/1887 13/2/1887 13/2/1887 13/2/1887 13/2/1887 13/2/1887

NACIONALIDADE
ITALIANA ITALIANA ITALIANA ITALIANA ITALIANA ITALIANA ITALIANA ITALIANA

Fato marcante desse registro é a vinda de Giovanna Gobbo para o Brasil, registrando-se junto com o filho Giovanni Paro. Poucos familiares em Colina sabiam dessa informação. Não há testemunho oral, por enquanto. O sobrenome GABBO nesse registro do memorial deve ser engano, pois Gabbo ocorre com baixa freqüência apenas na Lombardia (conforme consulta em GENS ITALIA). Enquanto GOBBO é muito freqüente no Vêneto, principalmente em Treviso, origem da família Paro e, provavelmente, da família Gobbo. Nessa nossa genealogia, vamos adotar como correto o sobrenome GOBBO.

...

Giovanna Gobbo já estava viúva de Luigi Paro quando veio ao Brasil. Destaca-se, ainda, que não há registro de entrada de Luigi Paro “Figlio”. Também não há informação sobre a entrada no Brasil de Luigi Paro “Nipote” (neto de Giovanna Gobbo). Esse neto, Luigi Paro, nasceu em 1878 e faleceu em 1938; com essa data, o nascimento só pode ter ocorrido na Itália. Daí a “surpresa” de não haver fonte precisa.
Para entender melhor essa relação de parentesco dos LUIGI: “Patre” – Luigi Paro (?) casado com Giovanna Gobbo; “Figlio”– Luigi Paro (?) casado com Luigia Barbieri; “Nipote”– Luigi Paro (1878-1938) casado com Amábile Vello. Na vinda da família ao Brasil, Luigi “Nipote” estava com 9 anos.

...
No Memorial do Imigrante a mulher de Giovanni Paro é ROSA MARIA. Esse nome não confere com a tradição familiar, que confirma o nome Luigia Rossi. É provável que seja ROSSI MARIA, com o sobrenome italiano antes do nome. Para isso ser verdade, então o nome poderia ser MARIA LUIGIA ROSSI. O que nos forneceria o nome consagrado pela família, ou seja, LUIGIA ROSSI (um documento resolveria facilmente a dúvida).

...

Ainda, pelo registro do memorial, conclui-se que Domenico, Regina, Maria, Enrico e Virginia são filhos de Giovanni Paro e Luigia Rossi. É preciso confirmação, pois Giovanni casou-se com a cunhada LUIGIA BARBIERI (viúva) depois que Luigia Rossi faleceu. Há informações de que Giovanni Paro teve mais uma filha, MARINA PARO. A mãe de Marina deve ser a segunda esposa, LUIGIA BARBIERI. Aguardamos detalhes que poderão ser fornecidos pelos Paro de Ibitiúva e Pitangueiras.

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Notas históricas do Nestor
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A família Paro era de Treviso, Itália. Chegou ao Brasil no ano de 1887 e se instalou inicialmente no município de Ribeirão Preto, SP, onde havia grandes fazendas de café. Quando os irmãos Paro chegaram ao Brasil, cada um já tinha sua família constituída, eram eles, Luiz, Benedito e João. Fala-se também que tinham uma irmã, que não temos o nome, e que foi morar na Argentina. Os pais de Benedito Paro, que vêm a ser tetravôs da Zenaide, minha esposa, chamavam-se Luiz Paro e Joana Gobbo. Joana veio para o Brasil viúva.

...
A fazenda que Benedito Paro administrava era tocada com a mão-de-obra dos antigos escravos, que foram libertados alguns anos antes. Benedito trabalhou como colono e, depois, meeiro para o Sr. Martinico Prado, de família muito influente no Estado de São Paulo. Meeiro é o que planta “a meias” com o dono do terreno, a quem tem de dar parte do rendimento da plantação.

...
Nas terras de Ribeirão Preto, com trabalho e economia, a família Paro guardou um bom dinheiro. Dali se mudou para a fazenda Estiva no município de Colina, também para cultivar lavoura cafeeira, onde, em outubro de 1896 comprou um sítio. Depois de muito trabalho, conseguiu guardar mais um bom dinheiro e no ano de 1911 adquiriu terras virgens ali mesmo em Colina. Depois de ter derrubado a mata plantou enormes lavouras de café. Deu a essa fazenda o nome Monte Belo, que por ser muito grande e bonita e também por estar agregada na mesma gleba com outras fazendas de Paro, foi denominada Bairro Monte Belo. No ano de 1915 Benedito construiu em sua fazenda uma escola e contratou por conta própria uma professora particular para dar aulas aos filhos de seus colonos.

Antonio Paro Filho

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Benedito Paro, patriarca de numerosa família, seus sobrinhos Luiz Paro e Henrique Paro e famílias, juntamente com Ernesto Paro e Pedro Paro e familiares, ao lado de conterrâneos seus como Girardi, Piai, Polizelli, Giachetto, Cavalini, Spechoto, Hespanhol e outros mais, foram os primeiros italianos a cuidar da agricultura em Colina. Adquiriram terras na Fazenda Estiva e dali se disseminaram por Monte Belo, Turvo, Jaborandí, Bebedouro, etc.

A vida do lavrador É trabalhar de sol-a-sol. No Monte Belo morou O senhor José Hespanhol.
Nestor de Oliveira Filho

...
Os irmãos Paro prosperaram nesta nova terra e exerceram grande influência no crescimento da cidade, tanto na parte financeira como na religiosa. Além, das tradições e dos bons costumes, que permanecem ainda hoje.

...
Benedito Paro 1854-1930) era casado com a dona Luiza Cardini (1856-1926) e dessa união nasceram os filhos Antônio (1882), Jácomo (1884), Marina (1887), Catarina, Ângelo (1893), Elvira e Ernesto (1897).

...
Em suas terras, em agradecimento à graças recebidas, construíram uma capela em louvor a Nossa Senhora Aparecida, inaugurada no dia 15/12/1928, com missa celebrada pelo padre Jaime, e que está em atividade até hoje. Nesse ano, antes da construção da capela, o padre Vítor Coelho de Almeida, de Aparecida do Norte, SP, havia pregado uma Missão ali na fazenda Monte Belo. Também construíram um armazém (a venda), um campo de futebol e um Grupo Escolar, que foi inaugurado no dia 09/04/1954. Foi neste Grupo Escolar que cursamos o nosso primário, onde, no dia 13/12/1957, Nestor, e 13/12/1961, Zenaide, recebemos o diploma de 4º ano.

Zenaide, já na idade d’infância, Trabalhava com desembaraço. Nas refeições, só queria frutas, Igualzinho o pássaro sanhaço.
Nestor de Oliveira Filho

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Antônio Paro chegou ao Brasil com 5 anos. Ele nasceu em Treviso, Itália. Antônio Paro casou com Eugênia Girardi, nascida em 1884, em Gênova, Itália, e veio para o Brasil com 9 meses, filha de José Girardi e Luiza Chapim.

Eugenia Girardi e Antonio Paro.

...
Antônio Paro (1882-1973) e Eugênia Girardi (1884-1969) tiveram 12 filhos. O primeiro era João, que nasceu em 1904 e faleceu em 1920, vítima de apendicite aguda. Os outros: Luiz Antônio (1905), Luiza (1908), Genoveva (1909), Pedro (1910), José Antônio (1912), Lúcia (1913), Matilde (1916), Aurélia (1918), Joana (1920), João (1923) e Antônio Paro Filho (1930).O nome de Joana e do segundo João foi em homenagem ao primeiro filho que havia falecido. A casa construída em alvenaria, que por sinal é muito boa e bonita, e ainda hoje é sede da fazenda, foi inaugurada em 13/12/1924. A primeira casa (sede), construída com tábuas, localizava-se à direita desta de alvenaria, mais ou menos 80 m de distância e 50 m para baixo.

Guerino Tônus e Aurélia Paro, pais de Zenaide Paro Tônus.

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Antônio “Benedito” Paro, depois de adulto recebeu o pronome Benedito, para identificá-lo como filho do Benedito, diferenciando-o assim de outro fazendeiro que tinha o mesmo nome. Antônio foi um homem muito respeitado e querido na região, tanto em Monte Belo como nas cidades da região. Com aquele coração bondoso, ele ajudou muita gente naquela região de Colina, Bebedouro e Barretos. Na capela, além de ajudar celebrar a missa e rezar o terço, ensinava o catecismo da igreja católica para a criançada. Também alguns de seus filhos fizeram isso, aqui posso citar: Lúcia, João e Tonico. E mais, seu filho João Paro, além de bom vereador, foi prefeito de Colina, e exerceu com responsabilidade e dignidade o alto cargo que o povo colinense lhe outorgou.

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Aqui transcrevo, com as palavras do Prefeito João Paro, parte do documento de acerto de contas com o eleitorado colinense, no final de seu mandato (01/01/1964).

Palavras de João Paro
“Com a consciência do dever cumprido e com imensa satisfação, podemos nos apresentar aos nossos munícipes para expor o que por nós foi realizado no quatriênio 1960–1963. No dia sete de setembro de 1959, apresentamos ao eleitorado colinense, um programa de 30 (trinta) itens apontados como problemas de Colina, propondo-nos solucioná-los se fôssemos eleitos. Aí está caros eleitores, nosso programa de trabalho totalmente cumprido com exceção de pouca coisa, que não nos foi possível, por certas circunstâncias, embora tivéssemos nos esforçados para isto. Mas, como compensação, realizamos muitas obras que não constavam em nosso programa (totalizando quarenta e seis itens) e, embora exista alguém não querendo enxergá-las, aí estão elas a vistas de todos, e aqueles que ainda não viram, mas que conheceram Colina a quatro (quatro) anos atrás, analise, e vê o que foi feito na atual administração. Colinenses, o cumprimento de um programa de governo conforme o que foi prometido pela atual administração nos credencia a solicitar mais uma vez o seu voto e o seu apoio. E a vocês, isso representa a confiança em João Ademar Paro, meu candidato”.

...
Além do senhor João Paro, Colina teve mais três prefeitos Paro, João Henrique Paro, João Ademar Paro e João Henrique Paro Júnior, e uma imensidade de Paro na vereança do município.
2006 1918 1999

1999

Estação Ferroviária de Colina.

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1. Vapor Bourgogne que trouxe a família Paro da Itália; 2. Igreja N. S. Aparecida, de Monte Belo; 3. Parque Débora Paro, Colina; 4. André Paro; 5. Bodas de Ouro de Aurélia Paro e Guerino Tônus; 6. Carlos Paro; 7. Rua Sete de Setembro, Colina; 8. Casa de Antonio Paro.

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9. Alunas de Monte Belo, 1960; 10. Colhendo látex da seringueira, Nestor, Ricardo e Nestor Ezequiel; 11. Família Tônus em Monte Belo; 12. e 13. Futebol em Monte Belo; 14. Lourdes Paro e seu pai Luiz Antonio Paro; 15. Lúcia Paro; 16. e 17. Benedetto Paro e ‘sua’ escola; 18 Roça de milho de M. Belo.

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19. Casa do Tio Luizim Paro; 20. Filho e nora do Nestor; 21. Primeira turma diplomada no Grupo Escolar de Monte Belo, 1954. Nela estão Adenir Paro, José Antonio Tônus, Antonio José Paro, Maria Aparecida Fogalli...; 22. Só pra matar saudade dos bichinhos da fazenda; 23. Pé de café em flor em Monte Belo; 24. Família Paro Tônus - Bodas da Lourdes.

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25. ; 26. ; 27. ; 28 .

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Genealogia Paro
Luigi > Benedetto

BENEDETTO PARO

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Luigi Paro e Giovanna Gobbo: filhos, noras e netos
LUIGI PARO (?) + GIOVANNA GOBBO (1822-?)

Luigi Paro “Figlio” -

Luigia Barbieri 1854-1926 Benedetto Paro 1854-1930

Luigia Cardini 1856-1926

Giovanni Paro 1845-?

Luigia Rossi (1851-?) / Luigia Barbieri 1854-1926

Luigi Paro “Nipote” 1878-1938

Domenico 1872-?

Antonio “Benedito” 1882-1973 Regina 1876-?

Giacomo 1884-?

Marina 1887(reg.95)-1935

Maria 1882-?

Enrico 1884-? Catarina Virginia 1886-?

Ângelo 1893-1975 Marina (Barbieri?)

Elvira -

Ernesto “Benedito” 1897-?

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Notas do Nestor
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“No Início de Colina eram duas famílias que predominavam: Junqueira Franco e Paro; os Mello Nogueira e Venâncio Dias que também eram influentes, uns da mesma família Junqueira, outros de parentesco próximo; então, eram todos considerados Junqueira”.

...
“Como havia muitos Paro, os nomes eram iguais; se, por exemplo, falava João Paro, aí vinha a pergunta: de que Paro? Não sei se ainda é assim, mas naquele tempo se dizia: ‘é do Parão da Gurita’; ou ‘é do Paro do Monte Belo’, ou ‘é do Paro de Ibitiúva’, Pintangueiras; e tem outra família Paro, essa os filhos tinham o pronome Pedro, é a do patriarca Pedro Paro, que também era do Monte Belo, essa para distinguir falava-se ‘é do Zelão’. Quando o Piquira deixou a prefeitura ele elegeu para prefeito João Ademar Paro, filho do João Pedro Paro, que é da família do Zelão.” “Uma parte dessa família foi para Andradina, Nova Andradina, Três Lagoas... Americana: Maria Paro Favaretto e familiares e Emílio Paro e familiares; entre as famílias do meu pai, do meu sogro e do Emílio existe, desde o Monte Belo até hoje, uma amizade tão bonita comparada a irmãos...” “Emílio foi querido de todos no Monte Belo. Além de lavrador era aplicador de injeções, foi sempre o massagista do futebol, tomava conta do bar do campo... E, quando um fazendeiro sacrificava uma rês pra vender a carne pros colonos ou meeiros, era ele com sua habilidade quem matava e recortava os bois ou vacas, como é costume”.

João Ademar Paro, prefeito de Colina de 1964 a 1969. João Ademar ‘era Paro do Zelão’.

...
“Os da Gurita eram denominados os ‘Parão’ porque eram homens grandes; na fazenda deles formaram um time de futebol, jogavam onze, um reserva e o pai era o técnico; era difícil de serem derrotados”.

Para matar minha saudade vou falar do meu timão. Monte Belo no futebol era só alegria e emoção!
Nestor de Oliveira Filho

...
“Dependendo da família, acrescentavam nomes para diferenciar: Antonio “Benedito”, para saber que era filho do Benedito; Antonio “Ernesto”, para saber que era filho do Ernesto (de outra família). Do mesmo modo havia Ernesto “Benedito”, etc.

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Benedetto Paro e Luigia Cardini: filhos, noras e netos
[?] > LUIGI PARO >

BENEDETTO PARO (21/03/1854–28/09/1930) + LUIGIA CARDINI (1856–01/02/1926)
Antonio Paro 1882-1973 Eugenia Girardi 1884-1969 Giacomo Paro 1884-? Angela Marin 1884-1969 Marina Paro 1887-1935 Serafino Pietro Paolo Vello 1890-1962 Catarina Paro João Polizelli -

João Paro 1904-1920 Luiz Antonio Paro 1905 Luiza Paro 1908 Genoveva Paro 1909 Pedro Antonio Paro 1910 José Antonio Paro 1912-1978 Lúcia Paro 1913-2004 Matilde Paro 1916- 2006 Aurélia Paro 1918-1990 Joana Paro 1920

Santo Paro Guerino Paro Heleutério Paro Antônio Paro Aurélio Paro Joana Paro Maria Paro Angelina Paro Olinda Paro Zica Paro

Maria Vello (Mariquinha) Antonio Vello Benedicto Vello 1918-1985 Luiza Vello João Vello Mário Vello 1924-1990 Luzia Vello Deolinda Vello (Diola) Anna Vello Izolina Vello

Luiz Paro Polizelli Vitorio Paro Polizelli Benedito Paro Polizelli Erminio Paro Polizelli Olindo Paro Polizelli Lidia Paro Polizelli Luiza Paro Polizelli Ana Paro Polizelli Nair Paro Polizelli Maria Inês Paro Polizelli Ivanilde Paro Polizelli

João Paro (Piquira) 1923
Antonio Paro Filho 1930-2006
[?] > LUIGI PARO >

BENEDETTO PARO (21/03/1854–28/09/1930) + LUIGIA CARDINI (1856–01/02/1926)
Ângelo Paro 1893-1975 Santa Amabile Piai ?-1959 Elvira Paro João Piai Ernesto “Benedito” Paro 1897-? Antonia Favaretto -

Amália Paro Otávio Paro Ângelo Paro Filho Mário Paro Adelaide Paro Luiz Paro Elza Paro Ildica Paro Alcebíades Paro Jacy Paro Lauremi Paro Sonia Paro Doraci Maria Paro Benedito José Paro

Luiza Antonieta Paro Anna Paro João Ernesto Paro Maria Tereza Paro José Benedito Paro Terezinha ou Lurdinha Paro Célio Antonio Paro Paulo Benedito Paro Maria do Carmo Paro Rosa Maria Paro

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Genealogia Paro

Luigi > Benedetto > Antonio
Antonio Paro e Eugenia Girardi: filhos, noras e netos
Antonio Paro e Eugenia Girardi: netos, bisnetos, tataranetos...

Antonio > Luiz Antonio Antonio > Luiza Antonio > Genoveva Antonio > Pedro Antonio Antonio > José Antonio Antonio > Matilde Antonio > Aurélia Antonio > Joana Antonio > João Antonio > Antonio Filho

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Luigi > Benedetto > Antonio

Família de Antonio Paro, foto de 1929.

Antonio Paro e Eugenia Girardi: filhos, noras e netos
[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO >

ANTONIO PARO (18/04/1882 – 21/12/1973) + EUGENIA GIRARDI (28/08/1884 – 21/09/1969)
Luiz Antonio Santa Paro Tônus 1905 Zeferino Paro Antonio Nenem Paro Zico Paro Nilo Pérsio Paro José Gentil Paro Lourdes Paro Luiz Paro Luiza Paro 1908 José Bolonhês Genoveva Paro 1909 Antonieta Adelaide José [conf] Pedro [conf] Antonio Favaretto

[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO >

ANTONIO PARO (18/04/1882 – 21/12/1973) + EUGENIA GIRARDI (20/08/1884 – 21/09/1969)
Pedro Antonio Ana Paro Cola 30/08/1910 01/01/1911 Pedro Laércio Paro Maria Paro 18/08/1934 Darci Olímpio Paro Antonio Laerte Paro Aparecida Paro José Antonio Dionizia Paro Giachetto 1912–1978 Antonio José Paro Paulo Roberto Paro Maria Eugênia Paro Jair Aurélio Paro Marcos Antonio Paro Ana Gilda Paro Vera Lúcia Paro Nilo Sérgio Paro Gilberto Fábio Paro Tânia Regina Paro Lúcia Paro -

Solteira, não teve filhos.

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[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO >

ANTONIO PARO (18/04/1882 – 21/12/1973) + EUGENIA GIRARDI (20/08/1884 - 21/09/1969)
Matilde Eupídio Paro Alves Costa 1916 Aparecida Matilde Alves José Antonio Alves Ademir Alves Maria Isabel Alves Aurélia Guerino Paro Tônus 1918-1990 1916-1996 Maria Theresinha Tônus 16/10/1940 José Antonio Tônus 01/06/1942 Luiz Aparecido Tônus 1943 – 1943 Luiza Aparecida Tônus 21/06/1945 José Mário Tônus 16/05/1947 Zenaide Paro Tônus 21/01/1951 Maria do Carmo Tônus 29/05/1953 Maria Isabel Tônus 26/08/1954 Maria de Lourdes Tônus 04/02/1959 Maria Bernadete Tônus 26/12/1960 [?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO > Joana Antonio Paro Marini 1920 José Paulo Marini Maria Eugênia Marini Izilda Marini Lourdes Marini

ANTONIO PARO (18/04/1882 – 21/12/1973) + EUGENIA GIRARDI (20/08/1884 - 21/09/1969)
João Paro 14/12/1923 Antônio Celso Paro Izaias Paro Maria José Paro 24/02/1952 Marisa Paro Ercília do Nascimento Antonio Paro Filho 1930 Mariniza Paro Wagner Roberto Paro Maria Rita Paro Paulo Paro Ricardo Alexandre Paro Nilza Spechoto

Dia da missa de Bodas de Ouro do casal Antonio Paro e Eugenia Girardi.

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Antonio Paro e Eugenia Girardi: netos, bisnetos, tataranetos...
Antonio > Luiz Antonio
[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO > ANTONIO PARO >

LUIZ ANTONIO PARO (25/10/1905) + SANTA TÔNUS (1907)
Zeferino Paro EDSON Clarinha Marin Antonio Nenem Paro Neusa Aparecida Petri Zico Paro -

MARLENE APARECIDA

EDVALDO

ROSÂNGELA MÁRCIA

PAULO DE TARSO

CÁSSIA

FLÁVIO

RODRIGO

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[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO > ANTONIO PARO >

LUIZ ANTONIO PARO (25/10/1905) + SANTA TÔNUS (1907)
José Gentil Paro PATRÍCIA Antonia Meneguelo Lourdes Aparecida Paro RICARDO Alfredo Simões Luiz Antonio Paro Filho LUIS ANTONIO Arlete

DANIELA

RENATA

EDUARDO

ROBERTA

FERNANDO

RAQUEL

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Antonio > Luiza
[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO > ANTONIO PARO >

LUIZA PARO (1908) + JOSÉ BOLONHÊS

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Antonio > Genoveva
[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO > ANTONIO PARO >

GENOVEVA PARO (1909) + ANTONIO FAVARETTO ( )
Antonieta Adelaide José [conf]

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[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO > ANTONIO PARO >

GENOVEVA PARO (1909) + ANTONIO FAVARETTO ( )
Pedro [conf]

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Antonio > Pedro Antonio
[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO > ANTONIO PARO >

PEDRO ANTONIO PARO (1910) + ANA COLA ( )
Pedro Laércio Paro JOSÉ ROBERTO PARO () Casado com: Cecylle Mariotti Brandão Fonseca () Filhos: Jéssica Caroline Paro Leonardo Henrique Paro Aymêe Mariotti Brandão Paro LUIZ CARLOS PARO MARIA CIRLEI CARLI () Casada com: Mauro Alves de Souza () Filhos: Cristiano Carli de Souza Ricardo Carli de Souza Talice Carli de Souza PAULO CELSO PARO FRANCISCO DAIR CARLI () Casado com: Silvana Fernandes () Filhos: Raphael Fernandes Carli Aline Fernandes Carli ANTONIO CELSO PARO () Casado com: Altina Barcellos Pereira () Filhos: Pedro Ernesto Pereira Paro Guilherme Pereira Paro LUCILENE PARO () Casada com: Milton Roncasaglia Filhas: Ana Carolina Paro Roncasaglia Milene Paro Roncasaglia Maria Paro Francisco Carli Darci Olímpio Paro Pierina Gasparotto

JOSÉ VANDERLEI CARLI () Casado com: Maria de Fátima Agostinho () Filhos: Daniel Agostinho Carli Larissa Agostinho Carli

LUCIMAR PARO () Casada com: Celso Fiorini Filho: Felipe Paro Fiorini

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[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO > ANTONIO PARO >

PEDRO ANTONIO PARO (1910) + ANA COLA ( )
Antonio Laerte Paro Idalina Pereira Aparecida Paro 30/07/1941 Antonio Rodrigues Gonçalves 06/04/1938 – –

BELMIRA PEREIRA PARO () Casada com: Marcio Vieira dos Santos () Filhos: Lucas Paro Vieira dos Santos Izabela Paro Vieira dos Santos

VALTER ANTÔNIO PARO RODRIGUES 20/05/1964 Casado com: Claudete Matos Goveia 27/04/1997 Filhos: Vinícius Goveia Rodrigues 28/10/1988 Felipe Goveia Rodrigues 13/05/1990 João Victor Goveia Rodrigues 03/07/2000

JOSÉ ANTONIO PARO () Casado com: Maria José da Silva () Filhos: Gabriel Henrique Paro Pedro Antonio Paro Ana Carolina Paro ADRIANA PEREIRA PARO () Casada com: Bernardes Vicente Marioto () Filhas: Natalia Paro Marioto Nicole Paro Marioto

VÂNIA LÚCIA PARO RODRIGUES 09/08/1965 Casada com: Roberto Santos de Araújo 14/06/1964

VIVIANE PARO RODRIGUES 24/02/1975

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Antonio > José Antonio
[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO > ANTONIO PARO >

JOSÉ ANTONIO PARO (31/01/1912-1978) + DIONÍZIA GIACHETTO (24/02/1921-31/07/1990)
Antonio José Áurea Paro Boiago 17/05/1944 GUSTAVO BOIAGO PARO Paulo Roberto Antonia Maria Paro Espanhol 03/09/1946 PAULO ROBERTO ESPANHOL PARO Casado com: Lúcia Jocelaine Bragalda Filhos: Tatiani Paro Fernanda Paro Maria Eugênia Paro – 20/06/1948 SOLTEIRA, NÃO TEM FILHOS.

GISELI BOIAGO PARO

ANDRÉ RICARDO PARO Casado com: Thânia de Moraes Barros Filhas: Gabriela Maria Paro Elis Maria Paro

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[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO > ANTONIO PARO >

JOSÉ ANTONIO PARO (31/01/1912-1978) + DIONÍZIA GIACHETTO (24/02/1921-31/07/1990)
Jair Aurélio Paro 31/03/1950 Idalina Pereira da Silva Marcos Antonio Paro 04/08/1952 Maria Aparecida Nascimento / Vânia Correia Cavalcante MARCOS ANTONIO PARO JUNIOR Ana Gilda Paro -

RODRIGO DA SILVA PARO

NÃO TEM FILHOS.

FERNANDA CARLA PARO E SILVA Casada com: Elvis Pires e Silva

MARCELO PARO

JULIANA FLÁVIA PARO LUCAS Casada com: Adilson José Lucas

TIAGO PARO

KAMILA CAVALCANTE PARO

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[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO > ANTONIO PARO >

JOSÉ ANTONIO PARO (31/01/1912-1978) + DIONÍZIA GIACHETTO (24/02/1921-31/07/1990)
Vera Lúcia Paro Valdir Caetano Rosolen Nilo Sérgio Paro Elaine Márcia Delagnesi / Ivonete Souza Cardoso RAFAEL DELAGNESI PARO Gilberto Fábio Paro Izabel Regina Pimentel

MARCELA PARO ROSOLEN

GUILHERME PIMENTEL PARO

RICARDO PARO ROSOLEN

NILO HENRIQUE CARDOSO PARO

JOSÉ ANTONIO PARO NETO

IZABELA PIMENTEL PARO

JÚLIA GIACHETTO PARO

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[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO > ANTONIO PARO >

JOSÉ ANTONIO PARO (31/01/1912-1978) + DIONÍZIA GIACHETTO (24/02/1921-31/07/1990)
Tânia Regina Paro Valter Aparecido Belídio

FELIPE PARO BELÍDIO

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Antonio > Matilde
[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO > ANTONIO PARO >

MATILDE PARO (31/05/1916) + ELPÍDIO ALVES COSTA ( )
Matilde Aparecida Alves FREIRA – Antonio José Alves Ademir Alves

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[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO > ANTONIO PARO >

MATILDE PARO (31/05/1916) + ELPÍDIO ALVES COSTA ( )
Isabel Alves Itamar

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Antonio > Aurélia
[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO > ANTONIO PARO >

AURÉLIA PARO (05/05/1918 – 24/06/1990) + GUERINO TÔNUS (07/04/1916 – 13/11/1996)
Maria Theresinha Tônus 16/10/1940 FREIRA – José Antonio Tônus 01/06/1942 Maria Cristina Martins de Mello 08/08/1947 Luiza Aparecida Tônus 21/06/1945 Rui Soares Proença 07/06/1922

MARCO AURÉLIO MARTINS DE MELLO TÔNUS (10/10/1973) Casado com: Emilia Villani 25/06/1975 Filhos: Enzo Villani Tônus 27/09/2006 CRISTIANE MARTINS DE MELLO TÔNUS DOS SANTOS (02/12/1977) Casada com: Vinicius Eduardo Slemer Andrade dos Santos (25/11/1976)

NÃO TEM FILHOS.

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[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO > ANTONIO PARO >

AURÉLIA PARO (05/05/1918 – 24/06/1990) + GUERINO TÔNUS (07/04/1916 – 13/11/1996)
José Mário Tônus 16/05/1947 Rosalina Fonseca 15/10/1948 Zenaide Paro Tônus 21/01/1951 Nestor de Oliveira Filho 22/11/1946 Maria do Carmo Eliel Rodrigues Tônus de Oliveira 29/05/1953 06/05/1950 CLEBER TÔNUS DE OLIVEIRA 02/06/1975 Casado com: Mônica Ap. Pereira de Oliveira 21/04/1976 Filho ad: Matheus M. Pereira 04/04/1997

VANDERSON MESSIAS TÔNUS 08/05/1968 Casado com: Maria Aparecida Ferreira 23/02/1971 Filhos: Jéssica Ferreira Tônus 02/04/1988 Jaqueline ferreira Tônus 02/04/1988 Vanderson Messias Tônus Junior 22/04/1993

MARIA AUXILIADORA DE OLIVEIRA 26/08/1970 Casada com: Edivaldo de Oliveira Bastos 21/02/1967 Filhos: Bruno Albert de Oliveira Bastos 22/02/1995 Aline Maria de Oliveira Bastos 22/02/1997

VANDER WILSON TÔNUS 28/05/1969 Casado com: Rosângela Gonzaga Costa 11/11/1968 Filha: Larissa Gonzaga Costa Tônus 09/10/1998

NESTOR EZEQUIEL DE OLIVEIRA 17/12/1971 Casado com: Viviani Franciérica Sperque de Oliveira 07/12/1974 Filhos: Vinícios Henrique de Oliveira 30/10/1997 - 08/02/1998 Vitor Henrique de Oliveira 28/06/1999 Gabriel de Oliveira 30/12/2001

LUCIANA TÔNUS DE OLIVEIRA 20/03/1978 Casada com: João Dirceu Pavam Junior 03/03/1979 Filha: Luana de Oliveira Pavam 16/04/2005

ROSANA APARECIDA TÔNUS 05/02/1971 – faleceu bebê

JOSÉ ROBERTO DE OLIVEIRA 20/03/1974 Casado com: Jussara Stina Siriani de Oliveira 05/02/1975 Filho: Estêvão Stina Siriani de Oliveira 20/12/2006

MIRIÃ TÔNUS DE OLIVEIRA ALVES 13/08/1981 Casada com: Marcelo de Oliveira Alves 08/02/1978

VANISE TÔNUS RUAS 07/04/1975 Casada com: Vanderlei Alves Ruas 11/04/1972 Filhos: Caroline Tônus Ruas 08/06/1994 Gabriel Tônus Ruas 05/01/1997 Alessandra Tônus Ruas 17/01/1999 Gustavo Tônus Ruas 14/04/2002

JOÃO PAULO DE OLIVEIRA 14/10/1982

7/9/2007

Antonio Paro Final

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[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO > ANTONIO PARO >

AURÉLIA PARO (05/05/1918 – 24/06/1990) + GUERINO TÔNUS (07/04/1916 – 13/11/1996)
Maria Isabel Tônus 26/08/1954 José Luiz dos Santos 21/07/195630/06/2000 Maria de Lourdes Tônus 04/02/1959 Paulo Rodrigues Vargas 19/06/1958 Maria Bernadete Tônus 26/12/1960 Antonio Aparecido Marinho 31/05/1959

PRISCILA TÔNUS DOS SANTOS 14/10/1975

MAURÍCIO TÔNUS VARGAS 17/03/1984

PATRÍCIA TÔNUS MARINHO 04/05/1981 Casada com: Denis Carascki

PRICIANE TÔNUS DOS SANTOS 08/06/1977 Casada com: Waldenir Horas dos Santos 20/10/1976 Filhas: Natália Tônus Horas dos Santos 16/09/1997 Júlia Tônus Horas dos Santos 05/03/2000 CATIANE TÔNUS BERALDO 07/06/1980 Casada com: Rafael Beraldo 15/11/1980 Filhos: Luiz Gustavo Tônus Beraldo 01/05/2003 Eduardo Tônus Beraldo 01/02/2005 LUIZ JOSÉ TÔNUS DOS SANTOS 01/09/1981 Casado com: Débora Cristina do Nascimento dos Santos (10/03/1978)

MARCO ANTONIO MARINHO 12/09/1984

7/9/2007

Antonio Paro Final

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Antonio > Joana
[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO > ANTONIO PARO >

JOANA PARO (1920) + ANTONIO MARINI ( )
José Paulo Marini Maria Eugênia Marini – Izilda Marini

SOLTEIRA, NÃO TEM FILHOS.

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Antonio Paro Final

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[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO > ANTONIO PARO >

JOANA PARO (1920) + ANTONIO MARINI ( )
Lourdes Marini Maria Regina Marini

7/9/2007

Antonio Paro Final

Página 61 de 64

Antonio > João
[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO > ANTONIO PARO >

JOÃO PARO (14/12/1923) + ERCÍLIA DO NASCIMENTO ( – )
Antônio Celso Paro Naime Ramadam Izaias Paro Carolina Buzzulini Maria José Cézar Paro Forte 24/02/1952 BEATRIZ HELENA PARO FORTE 02/07/1983

ANDRÉ RICARDO RAMADAM 07/04/1975

ANA ELISA BUZZULINI PARRO 19/05/1977

CARLOS EDUARDO RAMADAM 05/06/1979

LUIZ HENRIQUE RAMADAM 26/11/1980

[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO > ANTONIO PARO >

JOÃO PARO (16/11/1923) + ERCÍLIA DO NASCIMENTO ( )
Marisa Paro

SOLTEIRA, NÃO TEM FILHOS.

7/9/2007

Antonio Paro Final

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Antonio > Antonio Filho
[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO > ANTONIO PARO >

ANTONIO PARO FILHO (11/02/1930 – ) + NILZA SPECHOTO ( )
Wagner Roberto Paro ANA ANGÉLICA [?] / [?] Mariniza Paro TIAGO José Júlio Badesso Maria Rita Paro ANA CAROLINA [?] Alves

PATRIANA

GUSTAVO

BRUNA

RAFAEL

VITÓRIA

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Antonio Paro Final

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[?] > LUIGI PARO > BENEDETTO PARO > ANTONIO PARO >

ANTONIO PARO FILHO (11/02/1930 – ) + NILZA SPECHOTO ( )
Paulo Paro NATALIA Isabel Chaboli Ricardo Alexandre Paro PAULO RICARDO Vanessa Laurindo

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Antonio Paro Final

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