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“...eis que estou convosco todos os dias... “ (Mt 28:20)

"... esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo ..." (Fp 3:13,14).

PREGAÇÃO NA PIPB – 24.02.2010. Primeira Igreja Presbiteriana de Brasília Pastor: Rev. Sabino Cordeiro Dourado Endereço: Sandu Norte - Taguatinga Norte. TEMA: Provai e Vede que o Senhor é Bom – Salmos 34. PSALM 34 A Psalm of David, when he changed his behaviour before Abimelech; who drove him away, and he departed.

1 I will bless the LORD at all times: his praise shall continually be in my mouth. 2 My soul shall make her boast in the LORD: the humble shall hear thereof, and be glad. 3 O magnify the LORD with me, and let us exalt his name together. 4 I sought the LORD, and he heard me, and delivered me from all my fears. 5 They looked unto him, and were lightened: and their faces were not ashamed. 6 This poor man cried, and the LORD heard him, and saved him out of all his troubles. 7 The angel of the LORD encampeth round about them that fear him, and delivereth them. 8 O taste and see that the LORD is good: blessed is the man that trusteth in him. 9 O fear the LORD, ye his saints: for there is no want to them that fear him. 10 The young lions do lack, and suffer hunger: but they that seek the LORD shall not want any good thing. 11 Come, ye children, hearken unto me: I will teach you the fear of the LORD. 12 What man is he that desireth life, and loveth many days, that he may see good? 13 Keep thy tongue from evil, and thy lips from speaking guile. 14 Depart from evil, and do good; seek peace, and pursue it. 15 The eyes of the LORD are upon the righteous, and his ears are open unto their cry. 16 The face of the LORD is against them that do evil, to cut off the remembrance of them from the earth. 17 The righteous cry, and the LORD heareth, and delivereth them out of all their troubles. 18 The LORD is nigh unto them that are of a broken heart; and saveth such as be of a contrite spirit. 19 Many are the afflictions of the righteous: but the LORD delivereth him out of them all. 20 He keepeth all his bones: not one of them is broken. 21 Evil shall slay the wicked: and they that hate the righteous shall be desolate. 22 The LORD redeemeth the soul of his servants: and none of them that trust in him shall be desolate.

Salmos 34 1 Bendirei o SENHOR em todo o tempo, o seu louvor estará sempre nos meus lábios. 2 Gloriar-se-á no SENHOR a minha alma; os humildes o ouvirão e se alegrarão. 3 Engrandecei o SENHOR comigo, e todos, à uma, lhe exaltemos o nome. 4 Busquei o SENHOR, e ele me acolheu; livrou-me de todos os meus temores. 5 Contemplai-o e sereis iluminados, e o vosso rosto jamais sofrerá vexame. 6 Clamou este aflito, e o SENHOR o ouviu e o livrou de todas as suas tribulações. 7 O anjo do SENHOR acampa-se ao redor dos que o temem e os livra. 8 Oh! Provai e vede que o SENHOR é bom; bem-aventurado o homem que nele se refugia. 9 Temei o SENHOR, vós os seus santos, pois nada falta aos que o temem. 10 Os leõezinhos sofrem necessidade e passam fome, porém aos que buscam o SENHOR bem nenhum lhes faltará. 11 Vinde, filhos, e escutai-me; eu vos ensinarei o temor do SENHOR. 12 Quem é o homem que ama a vida e quer longevidade para ver o bem? 13 Refreia a língua do mal e os lábios de falarem dolosamente. 14 Aparta-te do mal e pratica o que é bom; procura a paz e empenha-te por alcançá-la.
Autor: Crerparaver@gmail.com (não se esqueça de citar as fontes) Visite: http://www.jamaisdesista.com.br (JAMAIS DESISTA!) http://www.scribd.com/crerparaver (SCRIBD)

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“...eis que estou convosco todos os dias... “ (Mt 28:20)

"... esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo ..." (Fp 3:13,14).

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Os olhos do SENHOR repousam sobre os justos, e os seus ouvidos estão abertos ao seu clamor. O rosto do SENHOR está contra os que praticam o mal, para lhes extirpar da terra a memória. Clamam os justos, e o SENHOR os escuta e os livra de todas as suas tribulações. Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito oprimido. Muitas são as aflições do justo, mas o SENHOR de todas o livra. Preserva-lhe todos os ossos, nem um deles sequer será quebrado. O infortúnio matará o ímpio, e os que odeiam o justo serão condenados. O SENHOR resgata a alma dos seus servos, e dos que nele confiam nenhum será condenado.

Antes de entrarmos especificamente no teor deste salmos maravilhoso, escrito por volta de 1012 antes de Cristo, vamos contextualizá-lo para entendermos como e porque foi ele escrito. Iremos agora meditar na palavra de Deus que se encontra em I Samuel 21: 10 a 15. 10 Levantou-se Davi, naquele dia, e fugiu de diante de Saul, e foi a Aquis, rei de Gate. 11 Porém os servos de Aquis lhe disseram: Este não é Davi, o rei da sua terra? Não é a este que se cantava nas danças, dizendo: Saul feriu os seus milhares, porém Davi, os seus dez milhares? 12 Davi guardou estas palavras, considerando-as consigo mesmo, e teve muito medo de Aquis, rei de Gate. 13 Pelo que se contrafez diante deles, em cujas mãos se fingia doido, esgravatava nos postigos das portas e deixava correr saliva pela barba. 14 Então, disse Aquis aos seus servos: Bem vedes que este homem está louco; por que mo trouxestes a mim? 15 Faltam-me a mim doidos, para que trouxésseis este para fazer doidices diante de mim? Há de entrar este na minha casa? No primeiro versículo deste capítulo 21 de I Samuel veremos que Davi foi a Nobe, lugar próximo a Jerusalém, a procura de Aimeleque ou Aís, sumo sacerdote, bisneto de Eli e filho de Aitube. Davi estava fugindo de Saul que o perseguia injustamente e por temor ao Senhor não o enfrentava. Quem lhe deu a dica de que deveria fugir porque o rei Saul tinha determinado em seu coração feri-lo de morte foi seu amigo Jonatas, filho do rei Saul. Então ao chegar em Nobe, mente ao sumo sacerdote quando disse que o rei Saul lhe tinha dado uma ordem específica. Consegue alimentar-se com o pão sagrado, os pães da proposição que eram renovados aos sábados e em número de 12, dos quais serviam somente os sacerdotes (Ex 25:30; Lv 24:5-9). Aimeleque tranquiliza Davi dizendo que poderiam comer dos pães se não se tivessem chegado a mulheres. Também Davi tomou da espada de Golias que estava ali guardada como memorial no santuário. O vs 7 nos revela que estava ali detido, talvez por causa de lepra (Lv 14:4, 11, 21) Doegue que significa tímido que seria posteriormente o carrasco de Nobe, pois a mentira de Davi iria custar a vida desses sacerdotes de Nobe (I Sm 22:18-19 e ) executados não pela guarda real que se recusou a cometer este crime, mas pelas mãos do Idumeu, Doegue. A degola foi tão grande que não pouparam nem animais, nem crianças, nem mulheres. Flávio Josefo diz que eram ao todo 385 pessoas, sendo 85 sacerdotes e 300 familiares! Que barbaridade! Que crueldade! Que diferença entre o Saul quando ungido rei de Israel e agora rejeitado pelo Senhor. Para saciar a nossa curiosidade lembramos aos amados irmãos que o Salmo 34 é mais um dos salmos acrósticos em que cada versículo se inicia com uma letra do alfabeto hebraico que tem 22 letras. A letra, no hebraico, a 8ª, que inicia o versículo que nos escolhemos para nosso tema é o

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Heth ( ), numericamente equivale ao 8 (cada letra no hebraico corresponde a um número). O som corresponde ao som de “ch alemão”. Também cada letra do alfabeto hebraico corresponde a um símbolo e o heth representa “tufo” (tu.fo = s. m. 1. Porção de lã aberta. 2. Porção de plantas, flores, penas etc., juntas. 3. Proeminência, montículo. 4. Saliência formada pelo tecido de um vestuário. – Dicionário Digital Michaelis UOL). Outros exemplos: Aleph (boi) , Beit (casa) , Guimel (camelo) , Dalet (porta) , He (grito) , Vav (Gancho) , Zayin (arma) , Heth (tufo), Thet (cobra) , Yod (mão) , Kaph (palma) , Lamed (laço) , Meim (água) , Nun (peixe) , Samech (apoio) , Ayin (olho) , Pei (boca) , Tsadey (gafanhoto) , Koph (macaco) , Reish (cabeça) , Sin , Shin (dente) , Tav ou tau (cruz). Como estávamos falando, Davi, apesar dos pesares, resolve que deve mais do que bendizer e ter o louvor continuamente entre os seus lábios (vs 1). Do vs 2 até o 10, ele está orando, louvando e se encorajando a confiar nele. vs 1 Ação do salmista Bendirei o SENHOR em todo o tempo, o seu louvor estará sempre nos meus lábios. Gloriar-se-á no SENHOR a minha alma; os humildes o ouvirão e se alegrarão. Engrandecei o SENHOR comigo, e todos, à uma, lhe exaltemos o nome. Busquei o SENHOR, Contemplai-o Clamou este aflito, dos que o temem... Promessa Condicionada/Comentário Não há nenhuma promessa condicionada, prometida. Davi foi certamente visitado pelo Senhor, por isso exulta, conclama, exorta. Nos 3 primeiros versículos ele prepara o ouvinte/leitor para citar os vs 4 a 7. Percebe-se que ele está alegre, feliz, contente e cheio do Espírito Santo. Ele está aqui adorando ao Senhor: bendizendo, gloriando-se, engrandecendo e exaltando o Senhor.

‫ח‬

2

3

4 5 6 7

e ele me acolheu; livrou-me de todos os meus temores. e sereis iluminados, e o vosso rosto jamais sofrerá vexame. e o SENHOR o ouviu e o livrou de todas as suas tribulações. O anjo do SENHOR acampa-se ao redor... e os livra

Davi que se encontrava numa situação complexa, buscou o Senhor e este tanto o acolheu como o livrou de todos os seus temores. A partir de sua experiência e de seu resultado ele exorta a buscarmos ao Senhor em todo o tempo. Ele usa os verbos: BUSCAR, CONTEMPLAR, CLAMAR. TEMER. Ele estabelece condições e afirma, garante, os resultados: busque a Deus e você será acolhido e ele te livrará de seus temores; contemple ao Senhor e você será iluminado; clame-o nas aflições e o Senhor te ouvirá e ainda te livrará de todas as suas tribulações; tema ao Senhor, sempre, e ele te livrará, pois o anjo do Senhor acampamse ao nosso redor.

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Oh! Provai e vede que o SENHOR é bom; bem-aventurado o homem que nele se refugia. Temei o SENHOR, vós os seus santos, Os leõezinhos sofrem necessidade e passam fome, porém aos que buscam o SENHOR

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Há no livro de Salmos somente 3 ocorrências do termo “Anjo do Senhor”. Aqui e no Salmos 35: 5 e 6. Aqui está a essência do Salmo 34. Para mim é a chave, o ponto central e nevrálgico deste lindo salmo inspirado pelo Espírito Santo. O seu verso 8 resume todos os versículos que o antecederam e ainda os versos 9 e 10. por isso há dois fortes verbos no imperativo: PROVAI! e VEDE! A certeza do salmista, de Davi, é esta: DEUS É BOM! Como eu sei que Deus é bom? pois nada falta aos que Este versículo é um reforço do que está no o temem. vs 7 que fala de proteção e livramento e neste de provisões e bens que também não faltarão. bem nenhum lhes Este versículo também é um reforço do faltará. versículo 4 que fala da acolhida do Senhor e do livramento de todos os seus temores. Aqui, o reforço enfatiza que bem algum faltará aos que o buscam (nem alimento, nem bem algum, nem acolhida do Senhor, nem livramento de temores, nada faltará aos que o buscam.

Eu tinha falado que para mim a essência do salmo 34 está no versículo 8 que resume todos os versículos que o antecederam e ainda os versos 9 e 10. Dois verbos no imperativo: PROVAI e VEDE! Realmente Deus é muito bom, bem acima do que sonha nossa vã teologia. Um pedreiro foi chamado para consertar o telhado de nosso templo. Homem experiente, de mais ou menos 1,65m, uns 70 kg, mas descuidou-se e ao pisar nas telhas em determinado lugar, caiu sem a mínima chance de conseguir se segurar em qualquer lugar. Simplesmente despencou! A altura do vão da igreja é de uns 10m de altura. O resultado mais óbvio e esperado é que o mesmo tenha morrido ou que tenha se arrebentado todinho. No entanto, Deus é bom! Ele apenas quebrou seu pulso. Em sua queda, caiu exatamente sobre um banco da igreja e o banco suportou seu peso ao ponto de se flexionar, quebrando e descartando ele no chão, com apenas seu pulso trincado, não quebrado. Qualquer outro lugar que tivesse caído ou no próprio banco, sem ser em seu assento, seu corpo teria se arrebentado. Ele caiu na posição certa, no ponto certo do banco, da forma certa. Um milagre! Estima-se que sua velocidade ao atingir o banco era de 14m/s, ou seja, uns 50 km/h e o seu peso equivalente a uns 980 kg, quase uma tonelada! Alguns diriam: que coincidência! Mas os crentes no Deus que criou os céus e a terra diriam: que cristoincidência! Realmente, Deus é muito bom. Davi, no versículo 8, parece desafiar-nos. É como se o Espírito Santo estivesse nos querendo dizer: “olhem, vejam o quanto eu sou bom e ajudo cada um de vocês. Meu servo Davi estava triste, assustado, sendo perseguido e desesperançado da vida, mas me buscou, clamou por mim, inclinouse a mim e eu o ajudei. Vocês também podem vir a mim que eu os ajudarei. Provem isso e vejam!” No versículo 7 e no 9 a ênfase é para o temor do Senhor o qual é prometido livramento com o socorre de anjos e provisão para os que o possuem. Em minhas pregações anteriores eu tinha ressaltado que o segredo para todas as coisas é o temor do Senhor. Você quer mais intimidade com

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"... esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo ..." (Fp 3:13,14).

Deus? A intimidade de Deus pertence aos que o temem (Sl 25:14). Você quer ter as promessas de Deus confirmadas em sua vida? Incline-se ao temor do Senhor (Sl 119:38). Antes de mergulharmos na análise dos versículos de 11 ao 14, onde o Espírito Santo irá nos ensinar o que é o temor do Senhor, não podemos deixar de ressaltar a parte “b” do versículo 8, ao qual eu estou elegendo-o como o principal versículo desse salmo. Diz-nos o verso 8: “Oh! Provai e vede que o SENHOR é bom; bem-aventurado o homem que nele se refugia.”. Bem-aventurado é quem? Aquele que se refugia no Senhor. Algumas versões trazem a palavra “confia” (Versão Almeida corrigida, revisada e fiel), no lugar de “se refugia”. A seguir, o versículo 8 na Bíblia Interlinear com os respectivos números da cadeia de Strong’s (siga os links da cadeia Strong’s para navegar e descobrir o significado palavra por palavra sugeridos).
2620 1397 835 3068 2896 3588 7200 2938

‫ב ֽו׃‬ bov
In hin nele

‫יחסה־‬ ‫ה ֝ג֗בר‬ ‫א ש ר ֥י‬ ye·che·seh- hag·ge·ver ash·rei
He-is-taking refuge toma refúgio is the man é o homem blessed feliz

‫יהו֑ה‬ Yah·weh;
the LORD o senhor

‫֣וב‬ ֽ‫ט‬ to·vv
is good é bom

‫כי־‬ kifor como

‫ו וראו‬ u·re·'u
and see e vede

‫ט ע מ ֣ו ו‬ ‫מ‬ ta·'a·mu
taste provai

Sobre a palavra “refúgio”, ou “tomar refúgio”, que apresenta versões como “confiam”: NAS EXHAUSTIVE CONCORDANCE. Word Origin: a prim. Root. Definition: to seek refuge. NASB Word Usage: has a refuge (1), seek refuge (3), seek shelter (1), sought refuge (1), take refuge (25), taken refuge (3), takes refuge (3). (NAS Exhaustive Concordance of the Bible with HebrewAramaic and Greek Dictionaries. Copyright © 1981, 1998 by The Lockman Foundation. All rights reserved Lockman.org). STRONG’S EXHAUSTIVE CONCORDANCE: have hope, make refuge, put trust. A primitive root; to flee for protection (compare batach); figuratively, to confide in -- have hope, make refuge, (put) trust. 1

Refugiar-se ou confiar nele têm ambos o mesmo sentido. Primeiramente, o Espírito Santo está a nos ensinar e até a desafiar-nos, como dantes já falamos, a prová-lo e ver, isto é, experimentar, passar pela experiência, comprovar depois disso que em todas as circunstâncias, sejam elas o que forem, que o Senhor é bom e completando a frase em conclusão nos diz: bem-aventurados, felizes, os que nele buscam refúgio ou nele confiam, isto é, não serão jamais decepcionados. A confiança no Senhor requer uma entrega total e absoluta a Deus de que ele está no controle de tudo e de todas as coisas, tanto as visíveis quanto as invisíveis. Quando confiamos no homem, mesmo no amigo, poderemos nos decepcionarmos ou nos frustrarmos, mas em Deus, certamente isso não ocorrerá. O “provai” e o “vede” são apelativos, próprios de quem está querendo desafiar, provocar, instigar a pessoa a fazer aquilo que estamos propondo. A parte “b” do versículo é o reforço da idéia sugerida na parte “a”, mostrando que serão bem felizes quem acreditar. E você, acredita que Deus é bom e que são felizes os que nele se refugiam ou nele confiam? Quem confia no Senhor e tem a sua vida nas mãos de Deus, descansam das preocupações, conforme prega o Pr. Sabino, das “pré” ocupações, isto é, ocupar-se com algo que ainda nem existe, por isso
1

http://www.biblebrowser.com/psalms/34-8.htm

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“...eis que estou convosco todos os dias... “ (Mt 28:20)

"... esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo ..." (Fp 3:13,14).

que é “pré”. Aprenda a descansar no Senhor, pois ele é o seu refúgio. O que é refúgio se não um esconderijo, um abrigo seguro? O Senhor é o teu abrigo seguro nas tempestades! Aleluias!
Quero ainda ressaltar algo sobre a bondade de Deus, pois afinal de contas, o tema de nossa reflexão é PROVAI E VEDE QUE O SENHOR É BOM. Provai e vede o quê? Ora, que o Senhor é bom! Eu gosto de destacar a bondade de Deus e amo falar disso. Eu já disse outras vezes e até já preguei sobre isso. Que a bondade de Deus é algo tão espetacular que se pudéssemos trazer à existência a bondade e personificá-la diante de nós de forma que conseguíssemos ver a sua forma e apalpá-la, nós estaríamos diante do próprio Deus. A sua bondade é a sua pessoa. Eu também sempre gosto de destacar em sua pessoa duas outras características que abuso de falar e de pregar: a sua soberania e a sua sabedoria. No entanto, a sua bondade, o seu amor, é algo que mais forte fala ao meu coração. Deus é bom! Deus é muito bom! Lendo Gerard Van Groningen (altamente recomendado) vi ele narrando em suas páginas de CRIAÇÃO E CONSUMAÇÃO (ainda estou no volume 1) o episódio em que Moisés está diante de Deus no Sinai e atrevidamente, ousadamente lhe dirige uma oração, um pedido, um clamor que só mesmo uma pessoa do caráter de Moisés poderia ter feito: “hare enima et-kebodeka” (Faça-me ver, por favor, a sua glória – Ex 33:18). “Moisés foi assegurado por Yahweh de que ele se revelaria fazendo passar kal-tûbî (toda a minha bondade) diante dele. O termo "bondade" descreve o que Yahweh é: ele é precisamente o que diz ser. "Bom" transmite a idéia de alguém ser o que diz ser, fazer o que diz que fará no contexto de produzir a satisfação perfeita do outro. E Yahweh prosseguiu assegurando a Moisés de que sua bondade seria exibida através da demonstração da sua misericórdia e compaixão de acordo com a sua vontade soberana (Ex 33.19).”2 Moisés, como falado, pediu a Deus esse pedido ousado e atrevido. Deus não atendeu plenamente, pois lhe disse que não poderia ver a sua face porque ninguém poderia vê-lo e viver. Foi-lhe então concedido vê-lo pelas costas e assim lhe deu garantias de sua presença (Moisés buscava isso!). No entanto, Yahweh, ali, naquele momento verbalizou uma série de virtudes (7+1) declarações incluídas em sua auto proclamação que deram a Moisés garantia poderosa de Deus Yahweh era, de fato, o Senhor pactual. Deus então passou toda a sua bondade diante dele “kal-tubi” (toda a minha bondade) o termo bondade revela o que ele é “Bom”. Na análise de Gerard Van Groningen “O que se segue à repetição do seu nome é a explicação de Yahweh do seu amor, que é a característica abrangente do seu próprio ser (1 Jo 4.16). O termo "amor" (âheb, verbo; 'ahabâ, substantivo) não está no texto. Sua qualidade essencial está expressa em várias declarações (Ex 34.6-7).”

1. “'el rahûm (Deus de compaixão NIV). O termo traduzido como "compaixão" não aparece na
forma qal do verbo. Como um verbo denominativo, aparece no piel, e fala de um amor intenso. Yahweh ama intensamente; ele ama como uma mãe ama o filho que foi formado no seu ventre (rehem, raham). A idéia transmitida é a de suavidade, ternura e gentileza motivadas por uma afeição profunda. A palavra em português "compaixão", derivada do latin cum (com) passus (particípio passado do verbo significando suportar sofrimento) não transmite totalmente o que o termo hebraico diz; ele expressa o pensamento de que Yahweh,
2

Pág. 408. CRIAÇÃO E CONSUMAÇÃO. Groningen, G. V. Ed. Cultura Cristã. Para melhor entendimento do termo “Bom”, o autor nos remete ao capítulo 2, do mesmo livro. Recomendo a leitura!
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em sua ternura e gentileza, sente e suporta com seus filhos suas dores, sofrimentos e mágoas. 2. wehannûn (um adjetivo derivado do termo hanan, mostrar favor ou ser gracioso). A idéia é a de que Deus Yahweh ama o culpado que é indigno de amor. 3. 'erek 'appîm (literalmente, de fôlego longo). A idéia transmitida é a de paciência. Yahweh respira longa e profundamente quando é ofendido; quando provocado, ele não reage imediata, veemente, violentamente. Ele tem e exercita auto controle sem ser "acomodado" ou preparado para negligenciar ou desculpar.

4. werab-hesed (e grande bondade). O termo hebraico expressa um conceito que é traduzido

como benevolência, benignidade, fidelidade, misericórdia. Um pensamento básico é o de que Yahweh, sem obrigação, revela seu amor ao necessitado, ferido, sofredor.”3

5. we'emet (e fidelidade). O modificador rab (grande) deve ser entendido como qualificador de ambos, hesed e 'emet. Yahweh é absolutamente confiável na manutenção e demonstração do seu amor pelo seu povo. O termo 'emet também pode conotar o pensamento de verdade; Yahweh é completa e inteiramente fiel a si mesmo, à sua palavra, e ao seu pacto com seu povo. Os primeiros cinco conceitos enfatizaram o caráter de Yahweh; isto é seguido pelo que ele faz. 6. noser hesed la'alapîm (mantém bondade a milhares). O verbo, um qal ativo particípio, enfatiza pela sua forma assim como pelo pensamento básico que Yahweh nunca para de demonstrar sua bondade, seu amor pelo necessitado, ferido e sofredor. Yahweh não disse "a todos"; ele sempre revelará sua benignidade e misericórdia a muitas, muitas pessoas. Esta bondade e misericórdia é particularmente demonstrada através da remoção da fonte da necessidade, da dor e do sofrimento. 7. nose' awôn wapesa'wehatta'â (remover a culpa, transgressão e o pecado). Yahweh suspende e leva para longe, isto é, ele perdoa o povo. awôn pode ser traduzido como maldade, corrupção ou culpa. O termo aponta para a condição ou natureza da pessoa que se afastou de Yahweh e se rebelou contra ele exibindo, assim, a condição enganosa, rebelde e corrupta do pecador. pesa' aponta para "ultrapassar os limites" para a vida pactual. Ele fala da rebelião contra o modo de vida que Yahweh expôs para o povo pactual. hatta nos informa que Yahweh estabeleceu uma meta mas o pecador erra o alvo intencionalmente.

8. wenaqqeh lo'yenaqqeh (e absolver, ele não absolverá; o piel infinitivo absoluto com o piel
imperfeito e a negativa adicionada apresentam uma negativa muito forte). Yahweh absolutamente não absolverá, inocentará ou deixará impune o 'awôn (culpado) devido à transgressão e pecado. A retidão e justiça de Yahweh serão demonstradas. As oito declarações incluídas na auto proclamação de Yahweh indicam que seu amor, graça e misericórdia por seu povo, declarados nas sete primeiras, são o desejo mais profundo de Yahweh. Sua retidão e justiça, no entanto, declaradas por último, mas enfaticamente e em declarações em justaposição, nunca serão anuladas pelo seu amor.

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Groningen, G. V. CRIAÇÃO E CONSUMAÇÃO – vol. 1. Ed. Cultura Cristã – vocês deveriam ler, estudar este livro!

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“...eis que estou convosco todos os dias... “ (Mt 28:20)

"... esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo ..." (Fp 3:13,14).

Mas, ao declarar as positivas primeiramente, Yahweh lembrou Moisés e o povo que, assim como havia feito, iria continuar a deter a realização da sua retidão e julgamentos justos àqueles que se submetessem, fossem humilhados e renovados pelo amor de Yahweh exercido em seu favor. A auto proclamação de Yahweh descreve, em foco brilhante, o caráter do Deus elaborador e mantenedor do pacto. Vejamos agora o que nos diz os versos de 11 a 14 onde o Espírito Santo irá nos ensinar o que é o temor do Senhor: “11 Vinde, filhos, e escutai-me; eu vos ensinarei o temor do SENHOR. 12 Quem é o homem que ama a vida e quer longevidade para ver o bem? 13 Refreia a língua do mal e os lábios de falarem dolosamente. 14 Aparta-te do mal e pratica o que é bom; procura a paz e empenha-te por alcançá-la.” Antes mesmo de começar o ensino, faz-nos um apelo irresistível e que certamente somente terá uma resposta, ou melhor três: - eu amo a vida! - eu quero longevidade! - eu quero ver o bem! Deus é o Deus de compromisso com a vida e não com a morte! Você já reparou que ele colocou em teu coração a eternidade e que jamais você imagina nem lhe passa pela cabeça que você vai morrer? É como eu digo (às vezes, tenho de tomar cuidado para não ser mal interpretado): “eu não morro, quem morre é você!” Calma, muita calma nesta hora, que eu explico: “eu não moro” no sentido de que não serei jamais testemunha de minha morte com meu corpo físico. Isto é impossível! Logo, somente poderei testemunhar a morte dos outros, mas jamais a minha própria morte. Então, eu vejo que as pessoas morrem e concluo daí que eu também passarei por isso, mas eu mesmo não terei essa experiência, entenderam? Tem um ditado que diz: “jamais morrerei porque jamais saberei que morri, mas se um dia eu vier a sabê-lo, então não estou morto, mas vivo” (autor: DDAB). Isso significa que da testemunha é exigida consciência, mas esta consciência somente está presente nos vivos e não nos que morrem. Quando Deus colocou no coração do homem a eternidade, ele deu a este homem a sensação de que jamais ele morrerá. Podem reparar: ninguém imagina que morre ou que morrerá, por isso estamos sempre fazendo planos para a vida. Deus é Deus de vida e de amor, nos diz com muita propriedade Gerard Van Groningen quando faz suas narrativas espetaculares em Criação e Consumação (altamente recomendado: leia e você irá se deliciar com uma leitura profunda e de um homem que teme ao Senhor). Não está presente nos planos de Deus a morte, mas a vida, por isso ela é eterna e tudo quanto Deus faz, faz para durar eternamente, sustentado apenas pela sua palavra e pelo seu poder, pois para ele são todas as coisas. Vocês se lembram quando Jesus conversava com os saduceus: “E que os mortos hão de ressuscitar, Moisés o indicou no trecho referente à sarça, quando chama ao Senhor o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó. Ora, Deus não é Deus de mortos, e sim de vivos; porque para ele todos vivem.” (Lc 20:37,38). Isto mesmo, Deus não é Deus de mortos, mas de vivos, pois para Deus todos vivem! Aleluias! Eu jamais morrerei! Sempre estarei vivo para a glória de Deus!

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“...eis que estou convosco todos os dias... “ (Mt 28:20)

"... esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo ..." (Fp 3:13,14).

Pois bem, todos nós amamos a vida, queremos longevidade e queremos ver o bem. E você? Ama a vida? Quer longevidade? Quer ver o bem? Então segue o ensino sobre o temor do Senhor:

1. Refreia a língua do mal e os lábios de falarem dolosamente. 2. Aparta-te do mal e pratica o que é bom; 3. Procura a paz e empenha-te por alcançá-la.
Refrear a língua significa dizer que ela precisa ser freada! Isso é importante! Diz o ditado que “os passarinhos voam nos céus e não podemos impedi-los, mas podemos impedir de que eles façam ninhos em nossas cabeças”. Antes que a palavra venha a nossa boca, ela transitou pelos nossos céus e nós podemos enxotá-las. Apartar-se do mal e praticar o que é bom significa que não basta afastar-se do mal, mas também exercitar-se na prática do que é bom. Tem gente que pratica o que é bem, mas não se afasta do mal e tem gente que se afasta do mal, mas não pratica o que é bom e acaba se machucando. Se você está em situações complexas e que sabe que elas poderão gerar o mal, o melhor caminho, às vezes, é a fuga. Por exemplo, tem gente que adora flertar o outro naqueles instantes quase infinitesimais quando nossos carros se cruzam e os olhares se encontram. Se você é casado ou casada: foge deste vício, pois poderá ser que em um dado momento desses uma flecha transpasse o teu coração e você ficará fisgado, como um peixe num anzol. Resultado: queda! Mas eu sou forte... mentira! Fuja do mal! Não de a outros a tua honra! “1 ¶ Filho meu, atende à minha sabedoria; à minha inteligência inclina o teu ouvido; 2 Para que guardes os meus conselhos e os teus lábios observem o conhecimento. 3 Porque os lábios da mulher estranha destilam favos de mel, e o seu paladar é mais suave do que o azeite. 4 Mas o seu fim é amargoso como o absinto, agudo como a espada de dois gumes. 5 Os seus pés descem para a morte; os seus passos estão impregnados do inferno. 6 Para que não ponderes os caminhos da vida, as suas andanças são errantes: jamais os conhecerás. 7 Agora, pois, filhos, dai-me ouvidos, e não vos desvieis das palavras da minha boca. 8 Longe dela seja o teu caminho, e não te chegues à porta da sua casa; 9 Para que não dês a outrem a tua honra, e não entregues a cruéis os teus anos de vida; 10 Para que não farte a estranhos o teu esforço, e todo o fruto do teu trabalho vá parar em casa alheia; 11 E no fim venhas a gemer, no consumir-se da tua carne e do teu corpo. 12 E então digas: Como odiei a correção! e o meu coração desprezou a repreensão! 13 E não escutei a voz dos que me ensinavam, nem aos meus mestres inclinei o meu ouvido! 14 No meio da congregação e da assembléia foi que eu me achei em quase todo o mal. 15 ¶ Bebe água da tua fonte, e das correntes do teu poço. 16 Derramar-se-iam as tuas fontes por fora, e pelas ruas os ribeiros de águas? 17 Sejam para ti só, e não para os estranhos contigo. 18 Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade. 19 Como cerva amorosa, e gazela graciosa, os seus seios te saciem todo o tempo; e pelo seu amor sejas atraído perpetuamente. 20 E porque, filho meu, te deixarias atrair por outra mulher, e te abraçarias ao peito de uma estranha? 21 Eis que os caminhos do homem estão perante os olhos do SENHOR, e ele pesa todas as suas veredas. 22 Quanto ao ímpio, as suas iniqüidades o prenderão, e com as cordas do seu pecado será detido. 23 Ele morrerá, porque desavisadamente andou, e pelo excesso da sua loucura se perderá.” (Provérbios 5: 1-23) Procurar a paz e empenhar-se por alcançá-la requer comprometimento e disposição mental pacífica, mansa. Nas nossas decisões e negócios não devemos provocar o nosso irmão ou trazer-lhe aborrecimentos simplesmente por não concordarmos com ele. A Bíblia é clara no ensino de que

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“...eis que estou convosco todos os dias... “ (Mt 28:20)

"... esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo ..." (Fp 3:13,14).

devemos procurar e nos esforçarmos pela paz. Às vezes, isso é tão difícil e custa o sacrifício de vidas, mas nosso Deus nos perdoou e nos amou para que com nossos irmãos tenhamos comunhão. A paz requer unidade de propósitos, principalmente se somos da mesma igreja. Em seguida, já finalizando o salmo, dos versos de 15 a 22, o salmista nos faz lembrar do cuidado que o Senhor tem conosco em todos os detalhes. Fala de seus olhos, de seu rosto, de seus ouvidos, de sua proximidade, de seu livramento, cuidado e resgate. É todo o ser de Deus envolvido conosco nos dando garantias de cuidado, dedicação e atenção. Será que restam dúvidas em teu coração da bondade do Senhor? Provai! Este é o desafio que ele nos faz: vamos prová-lo e não somente aprová-lo, mas comprovar, ver (PROVAR e VER) que o Senhor é bom. Há uma profecia aqui neste salmos que se aplicou a Cristo e se encontra no vs 20. “Dela nada deixarão até à manhã, e dela não quebrarão osso algum; segundo todo o estatuto da páscoa a celebrarão.” e “Porque isto aconteceu para que se cumprisse a Escritura, que diz: Nenhum dos seus ossos será quebrado. “ (Nm 9:12 e Jo 19:36). “15 Os olhos do SENHOR repousam sobre os justos, e os seus ouvidos estão abertos ao seu clamor. 16 O rosto do SENHOR está contra os que praticam o mal, para lhes extirpar da terra a memória. 17 Clamam os justos, e o SENHOR os escuta e os livra de todas as suas tribulações. 18 Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito oprimido. 19 Muitas são as aflições do justo, mas o SENHOR de todas o livra. 20 Preserva-lhe todos os ossos, nem um deles sequer será quebrado. 21 O infortúnio matará o ímpio, e os que odeiam o justo serão condenados. 22 O SENHOR resgata a alma dos seus servos, e dos que nele confiam nenhum será condenado.”

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"... esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo ..." (Fp 3:13,14).

NASB ©

Hebrew

Transliteration

Strong's

Definition

Origin

O taste and see that the LORD

‫ט ע מ ֣ו ו‬ ‫מ‬ ‫ו ור או ו‬ ‫יהו֑ה‬ ‫֣וב‬ ֽ‫ט‬ ‫אשר ֥י‬ ‫ה֝ג֗ב ר‬
takes

ta·'a·mu u·re·'u Yah·weh

2938 7200 3068

to perceive to see

taste, a prim. root a prim. root

the proper name from havah of the God of Israel pleasant, from tob agreeable, good happiness, blessedness man to seek refuge from ashar from gabar a prim. root

is good; How blessed is the man who refuge in Him!

to·vv ash·rei hag·ge·ver ye·che·seh-

2896a 835 1397 2620

‫יח ס ה־‬

Ref.: http://biblelexicon.org/psalms/34-8.htm

34. I will bless the Lord at all times. His praise will always be in my mouth. 1. David praises God, and exhorts others thereto by his experience 8. They are blessed who trust in God 11. He exhorts to the fear of God 15. The privileges of the righteous
Matthew Henry's Whole Bible Commentary PSALM 34 This psalm was penned upon a particular occasion, as appears by the title, and yet there is little in it peculiar to that occasion, but that which is general, both by way of thanksgiving to God an instruction to us. I. He praises God for the experience which he and others had had of his goodness (v. 1-6). II. He encourages all good people to trust in God and to seek to him (v. 7-10). III. He gives good counsel to us all, as unto children, to take heed of sin, and to make conscience of our duty both to God and man (v. 11-14). IV. To enforce this good counsel he shows God's favour to the righteous and his displeasure against the wicked, in which he sets before us good and evil, the

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“...eis que estou convosco todos os dias... “ (Mt 28:20)

"... esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo ..." (Fp 3:13,14).

blessing and the curse (v. 15-22). So that, in singing this psalm, we are both to give glory to God and to teach and admonish ourselves and one another. Meaning: 1) to taste, perceive, eat 1a) (Qal) to taste Origin: a primitive root; TWOT - 815; v Usage: AV - taste 10, perceive 1; 11 08798 Stem - Qal (See 08851) Mood - Imperative (See 08810) Count - 2847 Matthew Henry Notes: Verses: 1-10 The title of this psalm tells us both who penned it and upon what occasion it was penned. David, being forced to flee from his country, which was made too hot for him by the rage of Saul, sought shelter as near it as he could, in the land of the Philistines. There it was soon discovered who he was, and he was brought before the king, who, in the narrative, is called Achish (his proper name), here Abimelech (his title); and lest he should be treated as a spy, or one that came thither upon design, he feigned himself to be a madman (such there have been in every age, that even by idiots men might be taught to give God thanks for the use of their reason), that Achish might dismiss him as a contemptible man, rather than take cognizance of him as a dangerous man. And it had the effect he desired; by this stratagem he escaped the hand that otherwise would have handled him roughly. Now, 1. We cannot justify David in this dissimulation. It ill became an honest man to feign himself to be what he was not, and a man of honour to feign himself to be a fool and a mad-man. If, in sport, we mimic those who have not so good an understanding as we think we have, we forget that God might have made their case ours. 2. Yet we cannot but wonder at the composure of his spirit, and how far he was from any change of that, when he changed his behaviour. Even when he was in that fright, or rather in that danger only, his heart was so fixed, trusting in God, that even then he penned this excellent psalm, which has as much in it of the marks of a calm sedate spirit as any psalm in all the book; and there is something curious too in the composition, for it is what is called an alphabetical psalm, that is, a psalm in which every verse begins with each letter in its order as it stands in the Hebrew alphabet. Happy are those who can thus keep their temper, and keep their graces in exercise, even when they are tempted to change their behaviour. In this former part of the psalm, I. David engages and excites himself to praise God. Though it was his fault that he changed his behaviour, yet it was God's mercy that he escaped, and the mercy was so much the greater in that God did not deal with him according to the desert of his dissimulation, and we must in every thing give thanks. He resolves, 1. That he will praise God constantly: I will bless the Lord at all times, upon all occasions. He resolves to keep up stated times for this duty, to lay hold of all opportunities for it, and to renew his praises upon every fresh occurrence that furnished him with matter. If we hope to spend our eternity in praising God, it is fit that we should spend as much as may be of our time in this work. 2. That he will praise him openly: His praise shall continually be in my mouth. Thus he would show how forward he was to own his obligations to the mercy of God and how desirous to make others also sensible of theirs. 3. That he will praise him heartily: "My soul shall make her boast in the Lord, in my relation to him, my interest in him, and expectations from him.'' It is not vainglory to glory in the Lord. II. He calls upon others to join with him herein. He expects they will (v. 2): "The humble shall hear thereof, both of my deliverance and of my thankfulness, and be glad that a good man has so much favour shown him and a good God so much honour done him.'' Those have most comfort in God's mercies, both to others and to themselves, that are humble, and have the least confidence in their own merit and sufficiency. It pleased David to think that God's favours to him would rejoice the heart of every Israelite. Three things he would have us all to concur with him in:1. In great and high thoughts of God, which we should express in magnifying him and exalting his name, v. 3. We cannot make God greater or higher than he is; but if we adore him as infinitely great, and higher than the highest, he is pleased to reckon this magnifying and exalting him. This we must do together. God's praises sound best in concert, for so we praise him as the angels do in heaven. Those that share in God's favour, as all the saints do,

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“...eis que estou convosco todos os dias... “ (Mt 28:20)

"... esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo ..." (Fp 3:13,14).

should concur in his praises; and we should be as desirous of the assistance of our friends in returning thanks for mercies as in praying for them. We have reason to join in thanksgiving to God, (1.) For his readiness to hear prayer, which all the saints have had the comfort of; for he never said to any of them, Seek you me in vain. {1.} David, for his part, will give it under his hand that he has found him a prayer-hearing God (v. 4): "I sought the Lord, in my distress, entreated his favour, begged his help, and he heard me, answered my request immediately, and delivered me from all my fears, both from the death I feared and from the disquietude and disturbance produced by fear of it.'' The former he does by his providence working for us, the latter by his grace working in us, to silence our fears and still the tumult of the spirits; this latter is the greater mercy of the two, because the thing we fear is our trouble only, but our unbelieving distrustful fear of it is our sin; nay, it is often more our torment too than the thing itself would be, which perhaps would only touch the bone and the flesh, while the fear would prey upon the spirits and put us out of the possession of our own soul. David's prayers helped to silence his fears; having sought the Lord, and left his case with him, he could wait the event with great composure. "But David was a great and eminent man, we may not expect to be favoured as he was; have any others ever experienced the like benefit by prayer?'' Yes, {2.} Many besides him have looked unto God by faith and prayer, and have been lightened by it, v. 5. It has wonderfully revived and comforted them; witness Hannah, who, when she had prayed, went her way, and did eat, and her countenance was no more sad. When we look to the world we are darkened, we are perplexed, and at a loss; but, when we look to God, from him we have the light both of direction and joy, and our way is made both plain and pleasant. These here spoken of, that looked unto God, had their expectations raised, and the event did not frustrate them: Their faces were not ashamed of their confidence. "But perhaps these also were persons of great eminence, like David himself, and upon that account were highly favoured, or their numbers made them considerable;'' nay, {3.} This poor man cried, a single person, mean and inconsiderable, whom no man looked upon with any respect or looked after with any concern; yet he was as welcome to the throne of grace as David or any of his worthies: The Lord heard him, took cognizance of his case and of his prayers, and saved him out of all his troubles, v. 6. God will regard the prayer of the destitute, Ps. 102:17. See Isa. 57:15. (2.) For the ministration of the good angels about us (v. 7): The angel of the Lord, a guard of angels (so some), but as unanimous in their service as if they were but one, or a guardian angel, encamps round about those that fear God, as the life-guard about the prince, and delivers them. God makes use of the attendance of the good spirits for the protection of his people from the malice and power of evil spirits; and the holy angels do us more good offices every day than we are aware of. Though in dignity and in capacity of nature they are very much superior to us,though they retain their primitive rectitude, which we have lost;-though they have constant employment in the upper world, the employment of praising God, and are entitled to a constant rest and bliss there,-yet in obedience to their Maker, and in love to those that bear his image, they condescend to minister to the saints, and stand up for them against the powers of darkness; they not only visit them, but encamp round about them, acting for their good as really, though not as sensibly, as for Jacob's (Gen. 32:1), and Elisha's, 2 Ki. 6:17. All the glory be to the God of the angels. 2. He would have us to join with him in kind and good thoughts of God (v. 8): O taste and see that the Lord is good! The goodness of God includes both the beauty and amiableness of his being and the bounty and beneficence of his providence and grace; and accordingly, (1.) We must taste that he is a bountiful benefactor, relish the goodness of God in all his gifts to us, and reckon that the savour and sweetness of them. Let God's goodness be rolled under the tongue as a sweet morsel. (2.) We must see that he is a beautiful being, and delight in the contemplation of his infinite perfections. By taste and sight we both make discoveries and take complacency. Taste and see God's goodness, that is, take notice of it and take the comfort of it, 1 Pt. 2:3. he is good, for he makes all those that trust in him truly blessed; let us therefore be so convinced of his goodness as thereby to be encouraged in the worst of times to trust in him. 3. He would have us join with him in a resolution to seek God and serve him, and continue in his fear (v. 9): O fear the Lord! you his saints. When we taste and see that he is good we must not forget that he is great and greatly to be feared; nay, even his goodness is the proper object of a filial reverence and awe. They shall fear the Lord and his goodness, Hos. 3:5. Fear the Lord; that is, worship him, and make conscience of your duty to him in every thing, not

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"... esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo ..." (Fp 3:13,14).

fear him and shun him, but fear him and seek him (v. 10) as a people seek unto their God; address yourselves to him and portion yourselves in him. To encourage us to fear God and seek him, it is here promised that those that do so, even in this wanting world, shall want no good thing (Heb. They shall not want all good things); they shall so have all good things that they shall have no reason to complain of the want of any. As to the things of the other world, they shall have grace sufficient for the support of the spiritual life (2 Co. 12:9; Ps. 84:11); and, as to this life, they shall have what is necessary to the support of it from the hand of God: as a Father, he will feed them with food convenient. What further comforts they desire they shall have, as far as Infinite Wisdom sees good, and what they want in one thing shall be made up in another. What God denies them he will give them grace to be content without and then they do not want it, Deu. 3:26. Paul had all and abounded, because he was content, Phil. 4:11, 18. Those that live by faith in God's all-sufficiency want nothing; for in him they have enough. The young lions. often lack and suffer hunger-those that live upon common providence, as the lions do, shall want that satisfaction which those have that live by faith in the promise; those that trust to themselves, and think their own hands sufficient for them, shall want (for bread is not always to the wise)-but verily those shall be fed that trust in God and desire to be at his finding. Those that are ravenous, and prey upon all about them, shall want; but the meek shall inherit the earth. Those shall not want who with quietness work and mind their own business; plain-hearted Jacob has pottage enough, when Esau, the cunning hunter, is ready to perish for hunger. Geneva Bible Notes: None for this verse. 3212 yalak {yaw-lak'} Meaning: 1) to go, walk, come 1a) (Qal) 1a1) to go, walk, come, depart, proceed, move, go away 1a2) to die, live, manner of life (fig.) 1b) (Hiphil) to lead, bring, lead away, carry, cause to walk Origin: a primitive root [compare 01980]; TWOT - 498; v Usage: AV - go 628, walk 122, come 77, depart 66, ...away 20, follow 20, get 14, lead 17, brought 8, carry 5, bring 4, misc 62; 1043 08798 Stem - Qal (See 08851) Mood - Imperative (See 08810) Count - 2847 Matthew Henry Notes: Verses: 11-22 David, in this latter part of the psalm, undertakes to teach children. Though a man of war, and anointed to be king, he did not think it below him; though now he had his head so full of cares and his hands of business, yet he could find heart and time to give good counsel to young people, from his own experience. It does not appear that he had now any children of his own, at least any that were grown up to a capacity of being taught; but, by divine inspiration, he instructs the children of his people. Those that were in years would not be taught by him, though he had offered them his service (Ps. 32:8); but he had hopes that the tender branches will be more easily bent and that children and young people will be more tractable, and therefore he calls together a congregation of them (v. 11): "Come, you children, that are now in your learning age, and are now to lay up a stock of knowledge which you must live upon all your days, you children that are foolish and ignorant, and need to be taught.'' Perhaps he intends especially those children whose parents neglected to instruct and catechise them; and it is as great a piece of charity to put those children to school whose parents are not in a capacity to teach them as to feed those children whose parents have not bread for them. Observe, 1. What he expects from them: "Hearken unto me, leave your play, lay by your toys, and hear what I have to say to you; not only give me the hearing, but observe and obey me.'' 2. What he undertakes to teach them-the fear of the Lord, inclusive of all the duties of religion. David was a famous musician, a statesman, a soldier; but he does not say to the children, "I will teach you to play on the harp, or to handle the sword or spear, or to draw the bow, or I will teach you the maxims of state policy;'' but I will teach you the fear of the Lord, which is better than all arts and sciences, better than all burnt-offerings and sacrifices. That is it which we should be solicitous both to learn ourselves and to teach our children. I. He supposes that we all aim to be happy (v. 12): What man is he that desireth life? that is, as it follows, not only to see many days, but to see good comfortable days. Non est vivere, sed valere, vita-It is not being, but well being, that constitutes life. It is asked, "Who wishes to live a long and pleasant life?'' and it is easily answered, Who does
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"... esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo ..." (Fp 3:13,14).

not? Surely this must look further than time and this present world; for man's life on earth at best consists but of few days and those full of trouble. What man is he that would be eternally happy, that would see many days, as many as the days of heaven, that would see good in that world where all bliss is in perfection, without the least alloy? Who would see the good before him now, by faith and hope, and enjoy it shortly? Who would? Alas! very few have that in their thoughts. Most ask, Who will show us any good? But few ask, What shall we do to inherit eternal life? This question implies that there are some such. II. He prescribes the true and only way to happiness both in this world and that to come, v. 13, 14. Would we pass comfortably through this world, and out of the world, our constant care must be to keep a good conscience; and, in order to that, 1. We must learn to bridle our tongues, and be careful what we say, that we never speak amiss, to God's dishonour or our neighbours prejudice: Keep thy tongue from evil speaking, lying, and slandering. So great a way does this go in religion that, if any offend not in word, the same is a perfect man; and so little a way does religion go without this that of him who bridles not his tongue it is declared, His religion is vain. 2. We must be upright and sincere in every thing we say, and not double-tongued. Our words must be the indications of our minds; our lips must be kept from speaking guild either to God or man. 3. We must leave all our sins, and resolve we will have no more to do with them. We must depart from evil, from evil works and evil workers; from the sins others commit and which we have formerly allowed ourselves in. 4. It is not enough not to do hurt in the world, but we must study to be useful, and live to some purpose. We must not only depart from evil, but we must do good, good for ourselves, especially for our own souls, employing them well, furnishing them with a good treasure, and fitting them for another world; and, as we have ability and opportunity, we must do good to others also. 5. Since nothing is more contrary to that love which never fails (which is the summary both of law and gospel, both of grace and glory) than strife and contention, which bring confusion and every evil work, we must seek peace and pursue it; we must show a peaceable disposition, study the things that make for peace, do nothing to break the peace and to make mischief. If peace seem to flee from us, we must pursue it; follow peace with all men, spare no pains, no expense, to preserve and recover peace; be willing to deny ourselves a great deal, both in honour and interest, for peace' sake. These excellent directions in a way to life and good are transcribed into the New Testament and made part of our gospel duty, 1 Pt. 3:10, 11. And, perhaps David, in warning us that we speak no guile, reflects upon his own sin in changing his behaviour. Those that truly repent of what they have done amiss will warn others to take heed of doing likewise. III. He enforces these directions by setting before us the happiness of the godly in the love and favour of God and the miserable state of the wicked under his displeasure. Here are life and death, good and evil, the blessing and the curse, plainly stated before us, that we may choose life and live. See Isa. 3:10, 11. 1. Woe to the wicked, it shall be ill with them, however they may bless themselves in their own way. (1.) God is against them, and then they cannot but be miserable. Sad is the case of that man who by his sin has made his Maker his enemy, his destroyer. The face of the Lord is against those that do evil, v. 16. Sometimes God is said to turn his face from them (Jer. 18:17), because they have forsaken him; here he is said to set his face against them, because they have fought against him; and most certainly God is able to out-face the most proud and daring sinners and can frown them into hell. (2.) Ruin is before them; this will follow of course if God be against them, for he is able both to kill and to cast into hell. {1.} The land of the living shall be no place for them nor theirs. When God sets his face against them he will not only cut them off, but cut off the remembrance of them; when they are alive he will bury them in obscurity, when they are dead he will bury them in oblivion. He will root out their posterity, by whom they would be remembered. He will pour disgrace upon their achievements, which they gloried in and for which they thought they should be remembered. It is certain that there is no lasting honour but that which comes from God. {2.} There shall be a sting in their death: Evil shall slay the wicked, v. 21. Their death shall be miserable; and so it will certainly be, though they die on a bed of down or on the bed of honour. Death, to them, has a curse in it, and is the king of terrors; to them it is evil, only evil. It is very well observed by Dr. Hammond that the evil here, which slays the wicked, is the same word, in the singular number, that is used (v. 19) for the afflictions of the righteous, to intimate that godly people have many troubles, and yet they do them no hurt, but are made to work for good to them, for God will deliver them out of them all; whereas wicked people have fewer troubles, fewer evils befal them, perhaps but one, and yet that one may prove their utter ruin. One trouble with a curse in it kills and slays, and does execution;

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“...eis que estou convosco todos os dias... “ (Mt 28:20)

"... esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo ..." (Fp 3:13,14).

but many, with a blessing in them, are harmless, nay, gainful. {3.} Desolation will be their everlasting portion. Those that are wicked themselves often hate the righteous, name and thing, have an implacable enmity to them and their righteousness; but they shall be desolate, shall be condemned as guilty, and laid waste for ever, shall be for ever forsaken and abandoned of God and all good angels and men; and those that are so are desolate indeed. 2. Yet say to the righteous, It shall be well with them. All good people are under God's special favour and protection. We are here assured of this under a great variety of instances and expressions. (1.) God takes special notice of good people, and takes notice who have their eyes ever to him and who make conscience of their duty to him: The eyes of the Lord are upon the righteous (v. 15), to direct and guide them, to protect and keep them. Parents that are very fond of a child will not let it be out of their sight; none of God's children are ever from under his eye, but on them he looks with a singular complacency, as well as with a watchful and tender concern. (2.) They are sure of an answer of peace to their prayers. All God's people are a praying people, and they cry in prayer, which denotes great importunity; but is it to any purpose? Yes, {1.} God takes notice of what we say (v. 17): They cry, and the Lord hears them, and hears them so as to make it appear he has a regard to them. His ears are open to their prayers, to receive them all, and to receive them readily and with delight. Though he has been a God hearing prayer ever since men began to call upon the name of the Lord, yet his ear is not heavy. There is no rhetoric, nothing charming, in a cry, yet God's ears are open to it, as the tender mother's to the cry of her sucking child, which another would take no notice of: The righteous cry, and the Lord heareth, v. 17. This intimates that it is the constant practice of good people, when they are in distress, to cry unto God, and it is their constant comfort that God hears them. {2.} He not only takes notice of what we say, but is ready for us to our relief (v. 18): He is nigh to those that are of a broken heart, and saves them. Note, First, It is the character of the righteous, whose prayers God will hear, that they are of a broken heart and a contrite spirit (that is, humbled for sin and emptied of self); they are low in their own eyes, and have no confidence in their own merit and sufficiency, but in God only. Secondly, Those who are so have God nigh unto them, to comfort and support them, that the spirit may not be broken more than is meet, lest it should fail before him. See Isa. 57:15. Though God is high, and dwells on high, yet he is near to those who, being of a contrite spirit, know how to value his favour, and will save them from sinking under their burdens; he is near them to good purpose. (3.) They are taken under the special protection of the divine government (v. 20): He keepeth all his bones; not only his soul, but his body; not only his body in general, but every bone in it: Not one of them is broken. He that has a broken heart shall not have a broken bone; for David himself had found that, when he had a contrite heart, the broken bones were made to rejoice, Ps. 51:8, 17. One would not expect to meet with any thing of Christ here, and yet this scripture is said to be fulfilled in him (Jn. 19:36) when the soldiers broke the legs of the two thieves that were crucified with him, but did not break his, they being under the protection of this promise as well as of the type, even the paschal-lamb (a bone of him shall not be broken); the promises, being made good to Christ, through him are sure to all the seed. It does not follow but that a good man may have a broken bone; but, by the watchful providence of God concerning him, such a calamity is often wonderfully prevented, and the preservation of his bones is the effect of this promise; and, if he have a broken bone, sooner or later it shall be made whole, at furthest at the resurrection, when that which is sown in weakness shall be raised in power. (4.) They are, and shall be, delivered out of their troubles. {1.} It is supposed that they have their share of crosses in this world, perhaps a greater share than others. In the world they must have tribulation, that they may be conformed both to the will of God and to the example of Christ (v. 19); Many are the afflictions of the righteous, witness David and his afflictions, Ps. 132:1. There are those that hate them (v. 21) and they are continually aiming to do them a mischief; their God loves them, and therefore corrects them; so that, between the mercy of heaven and the malice of hell, the afflictions of the righteous must needs be many. {2.} God has engaged for their deliverance and salvation: He delivers them out of all their troubles (v. 17, 19); he saves them (v. 18), so that, though they may fall into trouble, it shall not be their ruin. This promise of their deliverance is explained, v. 22. Whatever troubles befal them, First, They shall not hurt their better part. The Lord redeemeth the soul of his servants from the power of the

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grave (Ps. 49:15) and from the sting of every affliction. He keeps them from sinning in their troubles, which is the only thing that would do them a mischief, and keeps them from despair, and from being put out of the possession of their own souls. Secondly, They shall not hinder their everlasting bliss. None of those that trust in him shall be desolate; that is, they shall not be comfortless, for they shall not be cut off from their communion with God. No man is desolate but he whom God has forsaken, nor is any man undone till he is in hell. Those that are God's faithful servants, that make it their care to please him and their business to honour him, and in doing so trust him to protect and reward them, and, with good thoughts of him, refer themselves to him, have reason to be easy whatever befals them, for they are safe and shall be happy. In singing these verses let us be confirmed in the choice we have made of the ways of God; let us be quickened in his service, and greatly encouraged by the assurances he has given of the particular care he takes of all those that faithfully adhere to him. PSALM 35 David, in this psalm, appeals to the righteous Judge of heaven and earth against his enemies that hated and persecuted him. It is supposed that Saul and his party are the persons he means, for with them he had the greatest struggles. I. He complains to God of the injuries they did him; they strove with him, fought against him (v. 1), persecuted him (v. 3), sought his ruin (v. 4, 7), accused him falsely (v. 11), abused him basely (v. 15, 16), and all his friends (v. 20), and triumphed over him, (v. 21, 25, 26). II. He pleads his own innocency, that he never gave them any provocation (v. 7, 19), but, on the contrary, had studied to oblige them (v. 12-14). III. He prays to God to protect and deliver him, and appear for him (v. 1, 2), to comfort him (v. 3), to be nigh to him and rescue him (v. 17, 22), to plead his cause (v. 23, 24), to defeat all the designs of his enemies against him (v. 3, 4), to disappoint their expectations of his fall (v. 19, 25, 26), and, lastly, to countenance all his friends, and encourage them (v. 27), IV. He prophesies the destruction of his persecutors (v. 4-6, 8). V. He promises himself that he shall yet see better days (v. 9, 10), and promises God that he will then attend him with his praises (v. 18, 28). In singing this psalm, and praying over it, we must take heed of applying it to any little peevish quarrels and enmities of our own, and of expressing by it any uncharitable revengeful resentments of injuries done to us; for Christ has taught us to forgive our enemies and not to pray against them, but to pray for them, as he did; but, 1. We may comfort ourselves with the testimony of our consciences concerning our innocency, with reference to those that are any way injurious to us, and with hopes that God will, in his own way and time, right us, and, in the mean time, support us. 2. We ought to apply it to the public enemies of Christ and his kingdom, typified by David and his kingdom, to resent the indignities done to Christ's honour, to pray to God to plead the just and injured cause of Christianity and serious godliness, and to believe that God will, in due time, glorify his own name in the ruin of all the irreconcilable enemies of his church, that will not repent to give him glory. A psalm of David. Geneva Bible Notes: Psa 34:11 Come, ye children, hearken unto me: I will teach you the (1) fear of the LORD. (1) That is, the true religion and worship of God.

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