Ministério da Educação

Universidade Tecnológica Federal do Paraná

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UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ

Engenharia Elétrica

AUTORES: DIEGO DIAS PINHEIRO E FILLIPE LUCCHIN PAUKNER
ORIENTAÇÃO: PROF. DR. JEAN PATRIC DA COSTA

PATO BRANCO, JULHO 2014.
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Engenharia Elétrica

SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO ...................................................................................................... 4
2. INICIALIZANDO O AMBIENTE MATLAB ............................................................. 6
3. CONCEITOS E COMANDOS FUNDAMENTAIS NO MATLAB ............................ 8
3.1 Operações Matemáticas, Relacionais e Expressões Lógicas .......................... 10
3.2 Calculadora Científica ...................................................................................... 12
3.3 Formatos Numéricos........................................................................................ 13
3.4 Funções Matemáticas ...................................................................................... 14
4. VETORES........................................................................................................... 18
4.1 Criando Vetores com Elementos Espaçados de um Fator Constante ............. 19
4.2 Criando Vetores Especificando o Primeiro e Último Termo; e em Seguida o
Número de Termos. ............................................................................................... 20
4.3 Referência a um Elemento do Vetor ................................................................ 21
4.3.1 Dois Pontos (:) Referenciando Elementos de Vetor .................................. 22
4.4 Adicionando Elementos AO Vetor ................................................................... 23
5. MATRIZES....... ..................................................................................................... 25
5.1 Referência a um Elemento da Matriz ............................................................... 26
5.1.1 Dois pontos (:) Referenciando elementos da matriz.................................. 27
5.2 Adicionando Elementos a uma Matriz.............................................................. 28
5.3 Eliminando Termos de uma Matriz .................................................................. 29
5.4 Matrizes Elementares ...................................................................................... 29
5.5 Operações Básicas com Matrizes ................................................................... 30
5.5.1 Adição e Subtração ................................................................................... 31
5.5.2 Multiplicação ............................................................................................. 32
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5.5.3 Transposta ................................................................................................ 35
5.5.4 Inversa ...................................................................................................... 36
5.5.5 Exponenciação .......................................................................................... 36
5.5.6 Determinante ............................................................................................. 37
5.6 Funções Nativas do Matlab com Vetores ........................................................ 39
6.POLINÔMIOS......................................................................................................... 44
6.1 Análise Polinomial ........................................................................................... 44
6.1.1 Comando Polyval ...................................................................................... 45
6.1.3 Multiplicação de Polinômios ...................................................................... 46
6.1.4 Divisão de Polinômios ............................................................................... 46
6.1.5 Raízes do Polinômio ................................................................................. 47
6.1.6 Calculo ...................................................................................................... 48
7. GRÁFICOS... ...................................................................................................... 50
7.1

Comando - PLOT ......................................................................................... 50

7.1.1

Comando Subplot .................................................................................. 54

7.2

Comando POLAR......................................................................................... 56

7.3

Histogramas ................................................................................................. 57

8. PROGRAMAÇÃO .M .......................................................................................... 58
8.1

Algoritmos .m ............................................................................................... 58

8.2

Função Disp e Fprintf ................................................................................... 61

3

simulação de sistemas dinâmicos. com o intuito de fornecer aos seus alunos de matemática. redes neurais. O MATLAB possui um ambiente de simulação de aplicações totalmente orientado para operações que impliquem em cálculos matemáticos complexos com sua visualização gráfica. uma vez que o usuário poderá utilizar funções pré-definidas. neste poderoso software dispõem-se também de um amplo conjunto de programas de apoio especializado. cálculo matemático simbólico. 4 . INTRODUÇÃO O MATLAB (Matrix Laboratory). que otimizam o tempo necessário para realizar rotinas. os quais são executados em a medida que são lidos pelo programa.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica 1. foi criado em 1970 por Cleve Moler na Universidade do Novo México. de análise e de visualização de dados. Em ambientes universitários. identificação de sistemas. controle robusto. lógica fuzzy. cálculo matricial e processamento de sinais em um meio onde as soluções dos problemas matemáticos são propostos de forma clara e objetiva. sem necessidade de fazer uso de técnicas de programação avançada. sistemas lineares. o MATLAB converteu-se em uma ferramenta básica para professores e alunos. O MATLAB ainda trabalha como um interpretador de código. Estes Toolboxes cobrem praticamente todas as áreas principais no universo da engenharia. as bibliotecas de cálculo numérico por ele desenvolvidas utilizando o fortran. sinais. destacando-se entre elas a toolbox de processamento de imagens. tornando-se um rico apoio em disciplinas como álgebra linear. análise financeira. denominados Toolboxes. processamento de sinais. tornou-se um software de computação numérica. Além disso. sistemas de controle. de maneira que não é necessário compilar os códigos desenvolvidos para ele. entre outras disciplinas que compõem as grades curriculares de variados cursos de graduação. podendo funcionar como uma calculadora ou como uma linguagem de programação científica. entre outros. estatística. De um software de “laboratório de matrizes”. É possível desfrutar da análise numérica.

O software MATLAB é um programa abrangente. Os principais objetivos dessa apostila são também impulsionar e fundamentar os estudos da ferramenta MATLAB. elaborado pelo acadêmico de engenharia elétrica Diego Dias Pinheiro em sua primeira versão.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica PROPÓSITO DA APOSTILA A UTFPR dispõe de licenças institucionais utilizadas para o ensino em diferentes disciplinas dos cursos de graduação e pós-graduação. Jean Patric da Costa. atualizado pelo mestrando em Engenharia Elétrica Fillipe Lucchin Paukner e revisado pelo Profº. os estudantes serão capazes de aprofundar em tópicos mais avançados. Porém. versões anteriores possuem também as ferramentas necessárias para os estudos abordados nessa apostila. Este material trata-se de uma Apostila “Introdução ao MATLAB”. A versão do MATLAB abordada aqui nessa apostila é a 2013a. muitas vezes recorrendo apenas ao menu Help do próprio MATLAB. Por esse motivo. O propósito dessa apostila é primeiramente apresentar os fundamentos básicos do MATLAB. Bom Estudo! 5 . Dr. Uma vez consolidado esses fundamentos. é inviável abordar todas as particularidades em um só material. a partir de noções básicas.

para ter o controle da janela principal. Workspace.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica 2. É ativada sempre que o software é inicializado. a partir deste ponto.  Command Window: A principal janela do MATLAB. portanto. A versão do software utilizada para a elaboração da apostila é o Matlab2013a. Esse é o modo de abertura padrão (default) do Matlab. INICIALIZANDO O AMBIENTE MATLAB Uma vez inicializado o MATLAB. Nesta janela. Current Folder.Janela Inicial do MATLAB. Figura 1 . A figura 1 apresenta as quatro principais janelas de inicialização. 6 . basta procurar na barra de ferramentas por Environment  Layout  Show e marcar ou desmarcar as opções. o prompt padrão(>>) é exibido na tela e. o MATLAB espera as instruções do usuário. aparecerá a janela principal. composta de quatro pequenas janelas: Command Window. Command History.

A figura 2 apresenta a janela Editor. Pode ser útil quando é preciso repetir uma sequência de comandos ou localizar uma sintaxe de comando usada anteriormente. Caso seja necessário realizar alguma modificação na lista de comandos. rodar o arquivo. Se forem necessárias modificações ou correções em um determinado comando da série executada e os resultados gerados por eles afetarem comandos em uma certa sequência encadeada. então. toda a sequência de comando deve ser selecionada e executada novamente na linha do prompt da janela Command Window. Uma forma diferente de executar o algoritmo no MATLAB é criando um arquivo com uma lista de comandos.  Command History: Apresenta o histórico dos comandos mais recentes digitados na janela Command Window. M-files ou script files. Dessa maneira. Outra janela importante é o Editor  M-files.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica  Current Folder: Exibe os arquivos presentes no diretório ou na pasta desejada. Quando o arquivo é executado. um comando de série deve ser chamado e executado outra vez. isto é. E na janela Command Window cada vez que a tecla Enter é pressionada. basta modificar o algoritmo. salvá-lo e executar novamente. caso deseje-se digitar comandos variados no Command Window é necessário utilizar o comando Shift Enter. na barra de Menus acessando New Script. Muitas vezes. Na sequência serão realizadas algumas rotinas. tentar resolver um determinado problema no MATLAB digitando muitos comandos seguidos é demasiadamente trabalhoso. 7 . o comando digitado é executado. onde os scripts Mfiles são gerados. a lista de comando vai sendo processada na ordem em que está listada no arquivo.  Workspace: Disponibiliza informações sobre as variáveis e dados em uso. para melhor entendimento do funcionamento do software. Os arquivos criados com esse propósito são denominados rotinas. salvá-la e.

mas apenas o último comando será executado. 8 .Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica Figura 2 .  Vários comandos podem ser digitados na mesma linha.  Os comandos ainda podem ser digitados em linha separadas desde que separados pelo comando Shift Enter. os comandos são executados.  Para que o comando seja executado bastar apertar a tecla Enter. basta separá-los por vírgulas. para realizar esse feito. Quando a tecla Enter for pressionada. CONCEITOS E COMANDOS FUNDAMENTAIS NO MATLAB Observações quando ao uso da janela Command Window:  Para digitar um comando. o cursor deve ser posicionado junto ao prompt de comando (>>). 3.Janela Editor. sucessivamente da esquerda para direita.

ou quando a impressão é muito extensa como. o comando é executado pelo programa. O mesmo também faz a distinção entre as letras minúsculas e maiúsculas (case-sensitive).  Os comandos de ajuda são muito úteis.  Deve-se tomar cuidado com as declarações de variáveis. no qual pode-se navegar usando as teclas seta-para-cima “↑” e seta-parabaixo “↓”.  As variáveis podem ser redefinidas a qualquer momento. clear ou clear all – Exclui todas as variáveis do espaço de trabalho. Apesar da impressão ser suspensa. Por exemplo: help – É a forma mais simples de conseguir ajuda caso você saiba exatamente o tópico a respeito do qual necessita de informações. Esse comando é útil quando a impressão do resultado na tela não interessa. as quais devem ser iniciadas com letras e não podem conter espaços ou caracteres de pontuação.” não exibem as variáveis de resposta na tela. uma matriz 100 x 100. lookfor – Fornece ajuda fazendo uma busca em toda a primeira linha dos tópicos de ajuda e retornando aqueles que contém as palavras-chaves que você especificou. 9 . Por exemplo: clear nome_da_variável – Exclui somente a variável especificada. bastando apenas atribuí-las um novo valor. por exemplo.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica  Os comandos digitados são armazenados em um buffer de comandos. As mesmas podem ser excluídas do espaço de trabalho usando o comando clear. O mais importante é que a palavra-chave não precisa ser um comando no MALTAB. até para os usuários mais experientes. clc – Limpa a tela Command Window.  Os comandos terminados com ponto e vírgula “. pois esses comandos ensinam como utilizar determinadas funções ou comandos.

Os parênteses podem ser usados para alterar esta ordem. que por sua vez são seguidas pelas operações de adição ou subtração. Operador Relacional Descrição > Maior que >= Maior Igual a < Menor que <= Menor Igual a 10 .1 OPERAÇÕES MATEMÁTICAS. A tabela 1 apresenta as operações básicas.Operações Básicas. Uma expressão se diz lógica se os operadores são lógicos e os operandos são relações ou variáveis do tipo lógico. Tabela 1 . RELACIONAIS E EXPRESSÕES LÓGICAS No MATLAB as expressões seguem a ordem matemática  potenciação. OPERAÇÃO SÍMBOLO EXEMPLO Adição + 3+1 Subtração - 3–2 Divisão / 4/2 Multiplicação * 3*3 Potenciação ^ 3^3 Note que o espaço na linha de comando não é considerado durante a execução do algoritmo. Os operadores relacionais utilizados pelo MATLAB são apresentados na tabela 2. Neste caso. Tabela 2 – Operações Relacionais. os parênteses mais internos são avaliados antes dos mais externos. Os operadores relacionais realizam comparações entre valores do mesmo tipo.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica 3. seguida da multiplicação ou divisão.

Operadores Lógicos. a resposta será 1 que significa verdadeiro e 0 que significa falso. Por exemplo no MATLAB: >> 7 >= 3 ans = 1 >> 2==1 ans = 0 Os operadores lógicos permitem a combinação ou negação das relações lógicas.Ministério da Educação PR Universidade Tecnológica Federal do Paraná UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica == Igual a ~= Diferente de Note que o operador matemático '=' é usado para atribuição de uma valor a uma variável e o operador relacional '==' é utilizado para realizar comparações. No MATLAB os operadores relacionais podem ser usados para comparar vetores de mesmo tamanho ou escalares. Tabela 3 . O resultado de uma relação ou de uma expressão lógica é verdadeiro ou falso. ou seja. Os operadores lógicos do MATLAB são apresentados na tabela 3. Operador Lógico Descrição Uso ~ NÃO Negação | OU Disjunção & E Conjução 11 .

através da digitação de comandos diretamente no seu prompt da janela Command Window e pressionando a tecla Enter. de como utilizar o MATLAB como calculadora. Quadro 1 – Calculadora Científica >> 3+6/3 ans = 5 >> (7+3)/2 ans = 5 >> 2^3/4 ans = 2 >> 3^(1/2)+2^0.8 ans = 3. No quadro 1 são demonstrados alguns exemplos.2411 12 .8 ans = 3. O MATLAB calcula as expressões emite uma resposta ans e exibe o resultado numérico na linha seguinte.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica 3.4732 >> 3^1/2+2^0.2 CALCULADORA CIENTÍFICA A primeira forma de se utilizar o MATLAB ou a maneira mais simples é como calculadora científica.

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica Nota-se que o resultado da operação no MATLAB foi atribuído à variável ans. c = 7. Se os dígitos significativos estiverem fora desta faixa. o programa mostra o resultado com uma aproximação de até quatro casas decimais. Quando um resultado é um número real. será mostrado o próprio. o quadro 2 apresenta como é realizado a atribuição de valores a variáveis. apresentado na tabela 4.Formatos Padronizados Comando format short Descrição 4 dígitos decimais (formato default) Ex: 23. d = 2 a= 4 b= 5 c= 7 >> resultado = (a+b+c)/3 resultado = 5. será apresentado o resultado em forma de notação científica.2000 format long 16 dígitos decimais 13 . se o resultado for um número inteiro. Tabela 4 . É possível atribuir nomes a essa auxiliar. pode-se pré-definir um formato diferente utilizando os seguintes comandos.3333 3.3 FORMATOS NUMÉRICOS É possível controlar o formato segundo o qual o MATLAB exibe os dados na tela. b=5. Caso nenhum formato esteja definido. Porém. Quadro 2 – Calculadora Científica >> a = 4.

Uma função é caracterizada por um nome e um argumento entre parênteses.320000000000000e+1 format rat Exibe no formato Racional Ex: 116/5 format bank 2 dígitos decimais Ex: 23.Ministério da Educação PR Universidade Tecnológica Federal do Paraná UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica Ex: 23. a função que calcula o valor absoluto de um variável abs(a).3200e+1 format long e 16 dígitos mais expoente Ex: 2. O nome da função é abs e o argumento é a. Por exemplo. A tabela 5 apresenta uma lista de funções elementares. assim como em expressões.Funções Matemáticas. Tabela 5 . Função abs(x) Descrição Exemplo Valor absoluto ou módulo de um >> y = abs(-12) número complexo y= 12 cos(x) Cosseno do argumento x >> y = cos(pi/4) y= 0.4 FUNÇÕES MATEMÁTICAS O MATLAB possui uma biblioteca imensa de funções. mostrando ao lado como utilizar essas funções.2000000000000000 format short e 5 dígitos mais expoente Ex: 2.7071 acos(x) Arco cosseno >> y = acos(2/3) y= 0. Funções também podem ser incluídas no argumento de outras funções.8411 14 .20 3.

3.8660 asin(x) Arco Seno >> y = asin(1/3) y= 0.3398 tan(x) Tangente do argumento x >> y = tan(pi/4) y= 1.0000i log(x) Logaritmo natural >> y = log(3) 15 .5586 exp(x) Exponencial >> y = exp(3) e x – constante matemática neperiana y = 20.0855 20.0000 .Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica sin(x) Seno do argumento x >> y = sin(pi/3) y= 0.0855 angle(x) Ângulo de um número complexo >> x = 2+3i. >> y = angle(y) y= 0.0000 atan(x) Arco Tangente >> y = atan(5/8) y= 0.9828 real(x) Parte real de um número complexo >> y = real(x) y= 2 imag(x) Parte imaginária de um número >> y = imag(x) complexo y= 3 conj(x) Conjugado Complexo >> y = conj(x) y= 2.

dentro de um congelador à temperatura constante Ts. y = 18. cosd.Ministério da Educação y= Universidade Tecnológica Federal do Paraná Engenharia Elétrica log10(x) Logaritmo na base 10 1. deve-se utilizar as funções sind. acosd e atand.y) Máximo divisor comum de x e y >> x = 4. Com base no que foi apresentado até então. y = 18. tem-se o seguinte exemplo a ser resolvido: Exemplo de Aplicações no Matlab 1. cos e tan para variáveis em radianos. A variação de temperatura do objeto é determinado pela seguinte lei: 16 .y) Mínimo múltiplo comum de x e y >> x = 4.6990 sqrt(x) Raiz quadrada de x >> y = sqrt(18) y= 4. >> z = gcd(x. >> z = lcm(x.0986 PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ >> y = log10(5) y = 0. Como por exemplo definição de vetores.y) z=2 Por fim. Caso queira utilizar ângulos em graus.y) z = 36 gcd(x. É importante salientar que o MATLAB calcula as funções sin.2426 lcm(x. tand. Um determinado objeto que está submetido a uma temperatura inicial T0 é colocado no instante de t = 0. observa-se ainda que o MATLAB utiliza o ponto para casa decimal e a vírgula fica reservada para funções especiais. ou os arcos asind.

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica Onde T é a temperatura do objeto em um tempo t qualquer e k é uma constante. Calcule: a) . k = 0. b φ a c 17 .7. >> T = Ts + (T0 . No triângulo retângulo mostrado na figura 3. Determine o valor da expressão: a) 3. 4 horas após a lata ser colocada no congelador. Com base nas informações.8241 Teste – Resolva os problemas a seguir utilizando a janela Command Window. b) c) 2. Considere a constante k = 0. Em seguida. Determine o valor do cateto adjacente ‘b’ utilizando o Teorema de Pitágoras e em seguida determine o ângulo φ em graus. Determine a temperatura da lata em graus Celsius. Ts = 2.7. t = 4.7ºC. Dica: Declare as variáveis inicialmente. 1. >> T0 = 39. a = 10cm e c = 4cm.35. considere uma lata de refrigerante na qual encontra-se a uma temperatura de 39.35. é colocada dentro de um congelador onde a temperatura é 2.7ºC. Declare as variáveis x e z como x = 3.Ts)*exp(-k*t) T= 11.1 e z = 8.

A distância d de um ponto (x0.2 na escala Richter é maior do que um terremoto 5. Para criar uma variável onde é armazenada uma matriz. Dica: Declare as variáveis A.4 Joules é uma constante (energia liberada em um tremor de terra de referência). onde os elementos de uma mesma linha da matriz separados por vírgula ou espaço e as colunas separadas por ponto e vírgulas. a tabela 6 apresenta o crescimento populacional que podem ser utilizados para criar duas listas de números: uma referente a anos e outra da população. sendo esta a essência do software. na sequência calcule d. Cada lista pode ser consideradas como sendo constituídas de entradas.x0.y0) à função da reta é expressa por Ax+By+C = 0 é dada por: Determine a distância do ponto(3. 4. Por exemplo. basta escrever os elementos da matriz entre colchetes. Onde E é a energia liberada pelo tremor e E0 = 104.-2) à reta 2x + 5y – 8 = 0. A maneira mais fácil de introduzir pequenas matrizes no MATLAB é uma lista explícita.y0. organizados em linha ou coluna. 5. Qualquer lista de números pode ser tratada como um vetor.3 nessa mesma escala. VETORES O MATLAB inicialmente tinha como propósito de trabalhar com manipulações de matrizes. Determine quantas vezes a energia liberada em um terremoto de 7. A intensidade M de um terremoto na escala Richter é dada pela seguinte equação: .C. 18 .B. Observa-se que um escalar é uma matriz de dimensão 1x1 e que um vetor é uma matriz que possui somente uma linha ou uma coluna. elementos de um vetor.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica 4.

” indica a próxima linha. Quadro 4 – Criando uma Matriz >> K = [1 2 3. No entanto vetores podem ser constituídos especificando-se valores iniciais. 19 . >> Populacao = [127 130 136 145 158 178 221]. incrementos e finais. Por exemplo. porém o “. Quadro 3 – Criando Vetores >> Ano = [1984 1986 1988 1990 1992 1994 1996]. mas de três em três. o quadro 5 apresenta este modo. Ano 1984 1986 1988 1990 1992 1994 1996 População 127 130 136 145 158 178 221 (milhões) O quadro 3 apresenta a criação dos vetores da tabela 6 no MATLAB. o quadro 4 ilustra como armazenar a matriz K. E para declarar uma matriz no software. segue a mesma ideia dos vetores.1 1CRIANDO 4 5 6 CONSTANTE Os vetores acima tiveram seus elementos definidos um a um.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica Tabela 6 . onde foi definido um vetor A variando de 2 a 7 (de um em um) e outro indo de 0 a 15.Crescimento Populacional.4 5 6] K= 2 3 VETORES COM ELEMENTOS ESPAÇADOS DE UM FATOR 4.

2750 1.3333 19. 4.8333 38.2 CRIANDO VETORES ESPECIFICANDO O PRIMEIRO E ÚLTIMO TERMO.0. separá-los por dois pontos ':' .6667 31. bastando para isso.5500 0.38. B = 0:3:15 A= 2 3 4 5 6 7 3 6 9 12 15 B= 0 Portanto. Alguns exemplos são apresentados no quadro 6.n) (O MATLAB determina o incremento/decremento correto). pode-se definir um vetor utilizando apenas o valor do primeiro termo.1000 O comando linspace sem o último elemento fornece um vetor de 100 elementos como padrão.7) V= 1. como no exemplo abaixo: 20 .Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica Quadro 5 – Vetores >> A = 2:7.1. pode ser criado por meio do comando linspace(i.0000 2.1667 13.5000 25. o último elemento é f e o número de elementos é n. Um vetor cujo o primeiro elemento é i.f. E EM SEGUIDA O NÚMERO DE TERMOS. Quadro 6 – Comando linspace >> V = linspace(1.0000 >> W = linspace(3.0000 7. O tamanho do vetor pode ser verificado com o comando length. o espaçamento entre cada termo e o valor do último termo.5) W= 3.8250 0.

A primeira posição. isto é. Por exemplo.j.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica >> c = linspace(1. Por exemplo. 4. ou ainda. A ausência do terceiro argumento. Para um vetor x. fornece 50 elementos entre 10i e 10j. quando elementos em subgrupos são usados para redefinir uma nova variável. útil quando é necessário redefinir apenas um dos elementos ou grupo de elementos de um vetor ou usar o valor de um elemento específico em cálculos. é possível mudar o valor desse elemento atribuindo-lhe um novo valor na posição desejada. x(2) = 32. n. basta digitar x(k) = novo valor. Alguns exemplos: 21 . se o vetor x possui cinco elementos: [x] = 12 32 45 67 19 Então.3 REFERÊNCIA A UM ELEMENTO DO VETOR Elementos em um vetor podem ser referenciados (endereçados) individualmente ou em subgrupos. Realizar referência a um elemento de um vetor é indicar a posição que ele ocupa na linha ou coluna desse vetor. Para realizar esse feito. >> comprimento_do_vetor = length(c) comprimento_do_vetor = 100 De maneira similar o comando logspace(i. é a número 1.10).n) fornece n elementos entre 10i e 10j. x(5) = 19 e x(1) = 12. Um único elemento do vetor. mais à esquerda do vetor. x(k) referencia o elemento na posição k. x(k) pode ser usado como uma variável.

isso é realizado através do comando “:”.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica >> y = [3 21 62 12 78 56 48 99] y= 3 21 62 12 78 56 48 99 >> y(4) ans = 12 >> y(7) ans = 48 >> z = y(1)+y(8) z= 102 >> w = sqrt(y(3))+y(1)^3-y(2) w= 13. Para um vetor a(:)  Referencia todos os elementos do vetor a (na linha ou coluna do vetor).1 Dois Pontos (:) Referenciando Elementos de Vetor É possível referenciar uma faixa de elementos dentro de um vetor. a(x:y)  Referencia os elementos entre as posições x e y do vetor a. Exemplo: >> a = [1 4 -9 23 24 7] a= 1 4 -9 23 24 7 >> b = a(2:5) b= 4 -9 23 24 22 .8740 4.3.

20.9000 Função Descrição mean(A) Se A é um vetor. e assim por diante. o MATLAB. retorna o valor >> A = [1 4 3 8 5] médio dos elementos do vetor Exemplo A= 1 4 3 8 5 >> mean(A) 23 .Ministério da Educação PR Universidade Tecnológica Federal do Paraná UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica 4.4 ADICIONANDO ELEMENTOS AO VETOR Os elementos podem ser adicionados atribuindo-se valores aos novos elementos do vetor. Por exemplo.9 q= 0 0 0 -0. Exemplos: >> v = [1 5 3 -9 5] v= 1 5 3 -9 5 >> v(6:12) = linspace(8. pode-se aumenta-lo atribuindo valores aos elementos 7.7) v= 1 5 3 -9 5 8 0 99 10 12 14 16 18 20 >> w = [ 2 5 3 7] w= 2 5 3 7 >> w(6) = 99 w= 2 5 3 7 >> q (4) = -0. encarrega-se de atribuir zeros aos elementos posicionados entre o último elemento original e o novo elemento terminal do vetor. se um vetor possui 6 elementos. Se um vetor possui n elementos e um novo valor é atribuído ao elemento cuja a referência é n+4 ou maior. 8.

2000 B = max(A) Se A é um vetor.n] = max(A) Para o menor elemento de A. B receberá o >> A = [1 4 3 -11 9 8 51] maior elemento de A. dos elementos do vetor >> sum(A) ans = 10 sort(A) Se A é um vetor. retorna a soma >> A = [1 2 3 4].n] = min(A) d= -11 n= 1 sum(A) Se A é um vetor. B= -11 >> [d.n] = max(A) maior elemento de A e n indica d = a posição desse elemento no vetor. 51 n= 7 C = min(A) Semelhante à função max(A).Ministério da Educação PR Universidade Tecnológica Federal do Paraná UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica ans = 4.n] = min(A) 4 0 8 >> B = min(A) Semelhante a [d.n] = max(A) Se A é um vetor. d recebe o >> [d. Se A é A = uma matriz. B é um vetor linha 1 contento o maior elemento em 51 cada coluna de A 4 3 -11 9 8 >> B = max(A) B= 51 [d. ordena os >> A = [ 3 2 1 7 6] elementos de A na ordem A = 24 . >> A = [-11 4 0 8] mas retorna o menor elemento A = de A -11 [d.

Os vetores a = podem ser tanto linha quanto 1 coluna 3 4> >> b = [5 8 1] b= 5 8 1 >> dot(a.b) dois vetores a e b (a x b). Os ans = dois vetores devem possuir três -29 19 -7 elementos. exercem um papel importante na álgebra linear e são usadas na engenharia (e em outras ciências) para descrever muitas grandezas físicas.b) Determina o produto vetorial de >> cross(a.Ministério da Educação PR Universidade Tecnológica Federal do Paraná UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica crescente 3 2 1 7 6 >> sort(A) ans = 1 std(A) 2 3 6 7 Se A é um vetor. MATRIZES O conhecimento das técnicas de manipulação de matrizes é fundamental pois dados importados para o espaço de trabalho do MATLAB são tratados como matrizes.b) ans = 33 cross(a. 25 . Além disso.b) Determina o produto escalar de >> a = [1 3 4] dois vetores a e b. retorna o >> A = [1 -3 4 5 2 -7] desvio – padrão dos elementos A = do vetor 1 -3 4 5 2 -7 >> std(A) ans = 4. 5.5461 dot(a.

5943 66.1) = 6. dada uma matriz: Então.6158 5.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica As entradas de uma matriz podem conter números ou expressões matemáticas (formadas de números.n) faz referência ao elemento na linha m e na coluna n. ele deve ser digitado. Assim como nos vetores. As linhas das matrizes também podem ser definidas através dos comandos utilizados anteriormente para se definir vetores linha.9 e N(3.linspace(2. 26 .8. Por exemplo: >> A =[1:4. variáveis declaradas e funções).sin(b/c) a^3/tan(a/b)] A= -7. A seguir. b*sqrt(c).2164 0.5:5:20] A= 1 2 3 4 2 4 6 8 5 10 15 20 >> A = [a-c. Declarando uma matriz qualquer N.3) = -0. são apresentados alguns exemplos com a manipulação das posições dos elementos da matriz.1 REFERÊNCIA A UM ELEMENTO DA MATRIZ A posição de referência de um elemento em uma matriz é definida especificando-se o número da linha e da coluna que o elemento ocupa. Caso um elemento na linha contenha o valor zero. sendo a mesma N(m. N(2.8000 23. Por exemplo.4). é possível alterar o valor de apenas um elemento da matriz atribuindo-lhe um novo valor. É necessariamente importante que todas as linhas possuam a mesma quantidade de elementos.

:)  Referencia os elementos da matriz A em todas as colunas da linha n.n)  Referencia os elementos da matriz A em todas as linhas da coluna n.4984 0.4) M= 0.4984 0.2309 >> O = N(3.6463 0.1592 4.7547 0.9502 0.7655 0.4456 0.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica N= 4.9611 3.4898 0.4387 0.4) O= 3.3711 5.1 Dois pontos (:) Referenciando elementos da matriz Para uma matriz: A(:.8235 0.1190 0.6797 0.7952 0.0971 0.1626 0.6700 3.0344 0.9597 0.3) . Exemplos: >> A = rand(4.5302 0.6) A= 0. A(m:n. A(n.7887 3.:)  Referencia os elementos da matriz A em todas as colunas entre as linhas m e n.3846 3.6) B= 0.8559 1.7157 0.6551 0. A(:.2309 >> M = N(3.3404 27 .m:n)  Referencia os elementos da matriz A em todas as linhas entre as colunas m e n.N(1.3937 1.2760 0.9597 0.3171 0.3816 0.1190 0. A(m:n.1.3404 >> B = A(:.2456 3.7094 0.6948 0.1869 0.2774 0.k:l)  Referencia os elementos da matriz A entre as linhas m e n e as colunas k e l.

1626 >> F = A(3:4.4387 0.3816 5.2760 0.4456 0.7655 0.2 ADICIONANDO ELEMENTOS A UMA MATRIZ Conforme o vetor.6948 0. linhas e colunas podem ser inseridas em uma matriz previamente declarada.4984 >> E= A(:.:) C= 0.0344 0.9502 0.6797 0.1869 0.6551 0.7952 0.:) D= 0. Exemplos: >> M = [ 1 3 4.2760 0.3171 0.7094 0.8235 0.4898 0.7655 0. 1 4 5] M= 1 3 4 1 4 5 >> M(3.:) = [ 2 6 9] M= 1 3 4 1 4 5 2 6 9 28 .6948 0.6463 0.1:2) F= 0. Isso é feito atribuindo–se valores novos aos elementos situados nas linhas e colunas da matriz.9597 >> D = A(1:2.4387 0.7952 0.7094 0.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica >> C = A(3.7547 0.6463 0.0971 0.1190 0.1869 0.6551 0.6797 0.4456 0.3:5) E= 0.

Apagando o(s) elemento(s) desejados.Matrizes Elementares.5) =[12 21] N= 1 3 4 5 12 5 4 3 1 21 5.9593 0. Tipo de Matriz Matriz Identidade Descrição Exemplo Cria uma matriz quadrada >> A = eye(3) com n linhas e n colunas. A = cujos elementos da 1 0 0 principal são 0 1 0 iguais a 1 e os demais são 0 0 1 diagonal 0 Matriz Nula Cria uma matriz m x n.8909 0.3) A= 0.3 ELIMINANDO TERMOS DE UMA MATRIZ Um termo ou um grupo de elementos em uma variável declarada pode(m) ser apagada(s) atribuindo vazio a esse elemento.3) = [] A= 0. >> B = zeros(3.5472 0.1493 0. Exemplos: >> A = rand(2.1386 5. Isso é feito usando-se colchetes sem nenhum espaço ou caractere entre eles.1386 0.5472 0.4 MATRIZES ELEMENTARES Tabela 7 .9593 0.8909 0.2) cujos os elementos são os B = 29 .2575 >> A(:.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica >> N(:.

No entanto.6557 0.  Exponenciação.  Multiplicação.7922 0. .  Transposta.5 OPERAÇÕES BÁSICAS COM MATRIZES O MATLAB contém dois tipos diferentes de operações aritméticas.3) cujos os elementos são os c = números 1. como as operações matriciais e com arrays são iguais para soma e para a subtração. Matriz Aleatória 1 1 1 1 1 1 Cria uma matriz >> D = rand(2.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica números 0.9595 0.“não são utilizados para estas operações.  Inversa. >> c = ones(2. As operações aritméticas com arrays (conjuntos) são efetuadas elemento por elemento. +” e “.0357 5.  Subtração. 30 .4218 0. O caractere de ponto decimal “.  Determinante. As operações básicas com matrizes no MATLAB são as seguintes:  Adição. o par de caractere “. Matriz Unidade 0 0 0 0 0 0 Cria uma matriz m x n.” distingue as operações matriciais das operações com arrays.3) com números randômicos D= 0. As operações aritméticas matriciais são definidas pelas regras de Álgebra Linear.9157 0.

A adição e a subtração também são definidas se um dos operadores for um escalar. Neste caso.0000 -2. ou seja.3+A C= 6.0000 19.9000 12. Assim como na matemática.0000 -1.0000 -2.0000 9.0000 3.6. uma matriz 1x1.3000 4.5.0000 5.0000 3.0000 -31.6000 1. respectivamente. o escalar é adicionado ou subtraído de todos os elementos do outro operador.3000 5.3000 1.0000 1.0000 21. 1 21 9] A= 3.6000 9.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica 5.6000 4.0000 31 . Exemplos: 1) Operação de Matriz com Escalares >> A A= 3.0.6 4 -31] B= 1.0000 -6. as operações são definidas apenas se as matrizes apresentarem as mesmas dimensões n x n. por “+” e “-“.0000 >> B = A-2 B= 1.1 Adição e Subtração A adição e a subtração de matrizes são indicadas.3000 2) Operações de Adição e Subtração de Matrizes >> A = [ 3 -2 5.0000 21.0000 -4.0000 >> B = [1 3 -6.0000 0.0000 8.3000 24.6000 7.0000 >> C = 3.

2 Multiplicação A operação de multiplicação (*) é executada no MATLAB de acordo com as regras de álgebra linear. Exemplos: 1) Operação com escalares >> A = [1 4.9000 -1.5.0.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica >> C = A+B C= 4.4000 1.5664 3.0000 11.7.7699 32 .6000 25.0000 5.0000 4.1 3.6239 2. se A e B são duas matrizes.9 -1. ou seja.0000 -0.0000 40.2] A= 1.0000 1.1416 12.8274 -3. a operação A*B tem sentido se.1416 11.4000 17. e somente se.2000 >> B = pi*A B= 3.7000 0.0000 -22.0000 1.0000 3.6000 0.0000 >> D = A-B D= 2. o número de colunas da matriz A for igual ao número de linhas da matriz B. Dois vetores podem ser multiplicados um pelo outro apenas se possuírem o mesmo número de elementos e se um dos vetores for um vetor linha e outro vetor coluna.0000 -5. O resultado é uma matriz que possui o número de linhas da matriz A com o número de colunas da matriz B.

-9 3 -12] B= 0.6000 11.5000 -67.4000 >> D = [1 2.0000 1.0000 -12.8000 5.4 9] E= 3 1 4 9 >> F = D*E F= 14.2000 33 .0000 8.0000 7.8] A= -1.0000 15.0000 -68. 6 8.0000 -9.0000 6.0000 5.4000 45.5000 7.0000 74.8000 >> B = [0.0000 >> G = E*D G= 8.0000 68.5 7] D= 1.6000 3.0000 9.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica 2) Operação de Multiplicação de Matrizes >> A = [-1 5.2000 43.0000 >> E = [3 1.8.8000 36.0000 -10.0000 >> C = A*B C= -45.0000 3.9000 41.4000 49.0000 2.2000 26. 9 1.5 7.0000 -54.6 3.

0000 >> G = E*D G= 8.2000 43.2 1] A= 1 2 2 1 >> B = [2 3.se um ponto (.4 9] E= 3 1 4 9 >> F = D*E F= 14.2000 26.0000 15.4000 49.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica >> E = [3 1.0000 74. 3) Operação de Multiplicação de Matrizes Elemento a Elemento >> A = [1 2.3 2] B= 2 3 3 2 >> C = A.2000 OBS: O produto F = D*E não é igual ao produto G = E*D. 34 .0000 68.) antes do operador de multiplicação(*).*B C= 2 6 6 2 OBS: Este tipo de operação é realizada utilizando.

0000i 3.0000 .0000i 35 . basta utilizar o apóstrofo “ ‘ “.0000 + 1.4 5 6.5. Essa ordem invertida significa que para realizar a transformação de um matriz para uma matriz transposta.0000i -1.1.0000 .0000i -1.0000 + 2. Caso a matriz A for complexa a operação “ ‘ “.0000 . Exemplos: >> A = [ 1 2 3.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica 5. 7 8 9] A= 1 2 3 4 5 6 7 8 9 >> B = A' B= 1 4 7 2 5 8 3 6 9 >> C C= 1.7.0000i 3.3 Transposta Dada uma matriz A de ordem m x n.0000i >> D = C' D= 1. indica a transposta de uma matriz.0000i 0.0000 . basta trocar os elementos das linhas pelo das colunas.0000 + 1.2. além de realizar a transposição também realiza o conjugado dos números complexos.1.0000 + 7. a matriz transposta será representada por At de ordem n x m. Para obter a matriz transposta no MATLAB.0000i 0.

Ambas as matrizes devem ser quadradas e a multiplicação deve comutar.5 Exponenciação A expressão A^n eleva A à n-ésima potência e é definida se A é matriz quadrada e n é um escalar. Exemplo: >> A = [3 -1.3103 0.1034 >> B = inv(A) B= 0.0345 -0. Se n é um inteiro maior do que 1.5.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica 5.0345 -0.0690 0.4 Inversa Uma matriz B é a matriz inversa da matriz A se o produto dessas duas matrizes é a matriz identidade (supondo que é possível multiplicar as duas matrizes).2 9] A= 3 -1 2 9 >> B = A^-1 B= 0.3103 0. a exponenciação é executada como múltiplas multiplicações. 36 . Obviamente.5. isto é. a ordem BA ou AB não é importante. se B é a inversa de A. No MATLAB.0690 0. naturalmente A será inversa de B. a inversa de uma matriz pode ser obtida elevando a matriz à potência –1 ou utilizando a função inv().1034 5.

>> B = A.0000 23. 12 -9 0.0000 31.6 Determinante A determinante de uma matriz é uma função matricial.0075e+03 37 .Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica >> A = [1 3.0000 -9.0000 0. Exemplo: >> A = [ 1 23 8. Esta função permite determinar se a matriz possui ou não inversa.0000 0 4.^7 B= 1 2187 2097152 4782969 5.0000 8.9000 >> B = det(A) B= 3. 4 31 0. que associa a cada matriz quadrada a um escalar.0000 12.5. A.8 9] A= 1 3 8 9 >> B = A^7 B= 4389625 5665125 15107000 19496625 A exponenciação por elemento entre matrizes é definida de maneira similar à multiplicação por elemento. ou seja.^n = aij bij.9] A= 1.

0210 >> xyz = inv(A)*B xyz = 4.2448 4.7y + 8z = 11 3x + y – 3z = 5 -8x + 9y – z = 0 Utilizando as regras de álgebra linear mostradas anteriormente. o sistema de equações acima pode ser rescrito na forma matricial Ax = B: >> A = [2 -7 8.-8 9 -1] A= 2 -7 8 3 1 -3 -8 9 -1 >> B = [11.2727 4.2448 4.0210 38 . Usando operações matriciais para resolver o seguinte sistema de equações lineares. 2x .2727 4.0] B= 11 5 0 >> xyz = A\B xyz = 4.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica Exemplo de Aplicações do Matlab 2.3 1 -3.5.

n] = max(A) Para o menor elemento de A. >> A = [-11 4 0 8] mas retorna o menor elemento A = de A [d. Se A é A = uma matriz.n] = min(A) -11 4 0 8 >> B = min(A) Semelhante a [d. B receberá o >> A = [1 4 3 -11 9 8 51] maior elemento de A.Ministério da Educação PR Universidade Tecnológica Federal do Paraná UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica 5. d recebe o >> [d.2000 B = max(A) Se A é um vetor. B é um vetor linha 1 contento o maior elemento em 51 cada coluna de A 4 3 -11 9 8 >> B = max(A) B= 51 [d.n] = max(A) Se A é um vetor.n] = max(A) maior elemento de A e n indica d = a posição desse elemento no vetor.n] = min(A) d= -11 39 . 51 n= 7 C = min(A) Semelhante à função max(A).6 FUNÇÕES NATIVAS DO MATLAB COM VETORES Função mean(A) Descrição Exemplo Se A é um vetor. B= -11 >> [d. retorna o valor >> A = [1 4 3 8 5] médio dos elementos do vetor A= 1 4 3 8 5 >> mean(A) ans = 4.

b) Determina o produto vetorial de >> cross(a.b) Determina o produto escalar de >> a = [1 3 4] dois vetores a e b.Ministério da Educação PR Universidade Tecnológica Federal do Paraná UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica n= 1 sum(A) Se A é um vetor. Os vetores a = podem ser tanto linha quanto 1 coluna 3 4> >> b = [5 8 1] b= 5 8 1 >> dot(a.b) ans = 33 cross(a. ordena os >> A = [ 3 2 1 7 6] elementos de A na ordem A = crescente 3 2 1 7 6 >> sort(A) ans = 1 std(A) 2 3 6 7 Se A é um vetor. retorna o >> A = [1 -3 4 5 2 -7] desvio – padrão dos elementos A = do vetor 1 -3 4 5 2 -7 >> std(A) ans = 4.b) dois vetores a e b (a x b). retorna a soma >> A = [1 2 3 4].5461 dot(a. dos elementos do vetor >> sum(A) ans = 10 sort(A) Se A é um vetor. Os ans = dois vetores devem possuir três -29 19 -7 40 .

Determine a força total (ou resultante) aplicada ao suporte. e i e j são os vetores unitários nas direções x e y. pode – se determinar F e α. respectivamente. 41 .Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica elementos. No sistema de coordenadas cartesianas. Sendo conhecidas as componentes Fx e Fy. um vetor bidimensional F pode ser escrito em suas componentes de acordo com: Onde F é o módulo do vetor F. ou seja. y F3 = 700N F2 = 500N 143º 30º x 20º F1 = 400N Uma força é uma grande vetorial. Fx e Fy são as componentes de F nas direções x e y. respectivamente. α é o ângulo medido relativamente ao eixo x. uma grandeza física que possui módulo direção e sentido. A figura a seguir apresenta três forças sendo aplicadas em um suporte. Exemplo de Aplicação no MATLAB 3.

8770 -136. vejamos uma solução do problema no MATLAB.9453 42 .0449 421. >> F1 = 400.alfa3 = 37*pi/180.0000 >> F3xy = F3*[-cos(alfa3) sin(alfa3)] F3xy = -559.8449 534.0127 250.F2 = 500. >> alfa1 = -20*pi/180.1335 >> angle_total_graus = angle_total*180/pi angle_total_graus = 64.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica A força resultante aplicada ao suporte é obtida adicionando-as forças individuais que agem sobre o suporte.9768 >> angle_total = atan(Ftxy(2)/Ftxy(1)) angle_total = 1.F3 = 700.alfa2 = 30*pi/180. A seguir. >> F1xy = F1*[cos(alfa1) sin(alfa1)] F1xy = 375.2705 >> Ftxy = [F1xy(1)+F2xy(1)+F3xy(1) F1xy(2)+F2xy(2)+F3xy(2)] Ftxy = 249.8081 >> F2xy = F2*[cos(alfa2) sin(alfa2)] F2xy = 433.4625 >> F_total = sqrt(Ftxy(1)^2+Ftxy(2)^2) F_total = 589.

0000 117. Quando F é medido e sendo conhecidos os valores de m.8000 >> mi = Forca.8 g= 9.5995 0.5969 0.5 30 61 117 294] Forca = 12.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica Exemplo de Aplicação no MATLAB 4.5000 23.5 23. o coeficiente de atrito cinético pode ser determinado por: Um conjunto de seis medidas é mostrado na tabela abaixo.0000 >> g = 9.6122 0./(Massa*g) mi = 0.6224 0.0000 294.6378 0.5 30 61 117 294 Força (N) >> Massa = [2 4 5 10 20 50] Massa = 2 4 5 10 20 50 >> Forca = [12. O coeficiente de atrito cinético (μ) pode ser determinado experimentalmente medindo-se o módulo da força necessária para mover uma massa m sobre uma superfície com atrito.0000 61.6115 43 . Determine o coeficiente de atrito por medida e a respectiva média no experimento.5 23. m F atrito Medida 1 2 3 4 5 6 Massa (kg) 2 4 5 10 20 50 12.5000 30.6000 >> mi_medio = mean(mi) mi_medio = 0.

(51*x^2)/10 + x .POLINÔMIOS O MATLAB traz uma série de comando para realizar a análise polinomial. através de vetores. sem interferir em seu valor. além de meios de avaliar os polinômios e seu comportamento.+ x . Como exemplo tem-se o seguinte polinômio: Se x assumir valores escalares. Polinômios normalmente aparecem em aplicações em Engenharia e nas Ciências em geral por constituírem bons modelos na representação de sistemas físicos. 6.9 >> pretty(fx) 2 3 51 x 2 x . tem o objetivo de organizar a função desejada.9 44 . pode-se escrever da seguinte forma no MATLAB: >> fx = 2*x^3-5.1 ANÁLISE POLINOMIAL Polinômios são representados no MATLAB.----. onde cada elemento do vetor corresponde a um dos coeficientes do polinômio.1*x.1*x^2+x-9 fx = 2*x^3 .(51*x^2)/10 + x . Se x for um vetor ou uma matriz deve-se escrever: >> fx = 2*x.9 10 A função pretty acima.^2+x-9 fx = 2*x^3 .Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica 6.^3-5.

1000 1.4000 2.x) gx = 8 7 7 8 10 6.1.0000 -9.1 Comando Polyval O valor de um polinômio para um dado ponto “x” pode ser avaliado pelo função polyval.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica 6.5000 1.1000 -11.0000 1.2 Adição e Subtração de Polinômios As operações de adição e subtração de polinômios de mesmo grau é simples. >> y =[1 -1 5].0000 >> f = polyval(a. >> z = x+y 45 z= 2 7 7 .[1 2 3]) f= -11.1000 >> a =[2 -3 8] a= 2 -3 8 >> x = 0:0. basta operar os vetores correspondentes: >> x =[1 8 2].5000 2.0000 >> gx = polyval(a. Exemplo: >> a = [2 -5.1 1 -9] a= 2.5:2 x= 0 0.1.0000 -5.

Exemplo: >> a = [3 4 5]. o resultado e o resto da divisão. A multiplicação de mais de 2 polinômios requer o uso repetido de conv.b) c= 15 23 8 4 1 45 %15x^5+23x^4+8x^3+4x^2+x+45 6. %5x^3+x^2-7x+0 >> c = conv(a.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica Quando os polinômios diferem em grau é necessário “completar” os termos do que tem menor grau para operar os vetores com soma e subtração: >> x =[1 8 2 8] x= 1 8 2 8 -1 5 -3 -3 >> y = [0 y] y= 0 1 >> z = y-x z= -1 -7 6.4 Divisão de Polinômios E de maneira similar a divisão é feita com o comando deconv. %3x^2+4x+5 >> b = [5 1 -7 9].1.1. 46 .3 Multiplicação de Polinômios A multiplicação polinomial é efetuada por meio do comando conv (que realiza a convolução entre dois conjuntos). que retorna duas saídas.

Observe que os termos com coeficiente zero têm de ser incluídos.4478 + 1. um polinômio é representado por um vetor linha dos seus coeficientes em ordem decrescente. Se a função(x) for um polinômio de grau n. como por exemplo. Dada esta forma.3333 -0.0000i 0. Quando tem-se as raízes de um polinômio é possível reconstruí-lo. No MATLAB.a) p= -1. >> r = roots(p) r= -1.1053i 0.9280 + 0.r] = deconv(b. ou seja. e analisando a estabilidade de um filtro digital.1. ou ainda resposta de motor CC. é um problema comum em muitas áreas do conhecimento.2222 r= 0 0 3. as raízes do polinômio são encontradas utilizando-se o comando roots do MATLAB. Estas n raízes podem conter múltiplas raízes ou raízes complexas.8235 + 0. No MATLAB.0000i 1. o comando poly é encarregado de executar 47 .1053i A recíproca é verdade.4478 .1111 6. os valores para os quais o polinômio é igual a zero. Exemplos: >> p = [-1 1 2 -3 5]. achar as raízes de equações que regem o desempenho de um sistema de controle de levitador magnético. a mesma terá exatamente n raízes.5 Raízes do Polinômio Obter as raízes de um polinômio.1.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica >> [p.8889 -2.

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essa tarefa. Onde o argumento do comando é o vetor contendo as raízes do
polinômio que deseja-se determinar. Exemplo

As raízes da função acima são:
2+i, 2-i e -2.
>> r = [2+i 2-i -2]'
r=
2.0000 - 1.0000i
2.0000 + 1.0000i
-2.0000 + 0.0000i
>> p = poly(r)
p=
1

-2

-3

10

Testes – Determine as raízes dos seguintes polinômios:
a)
b)

6.1.6 Calculo
Em alguns caso precisa-se utilizar uma variável simbólica, a qual
chamaremos de x, para definir como sendo qualquer variável do domínio, ou seja,
uma variável contínua. Para isso existe o comando syms.

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Comando
limit(f(x),x,a)

Descrição

Exemplo

Calcula o limite da função >> syms x
f(x), onde tende para o >> fx = 2*x^2+3*x-8
termo ‘a’.

fx =
2*x^2 + 3*x – 8
>> a = 5
a=
5
>> limit(fx,x,a)
ans =
57

diff(f(x),x,n)

Calcula

a

derivada

da >> fx = 2*x^2+3*x-8

função f(x), onde n indica fx =
a ordem da derivação

2*x^2 + 3*x - 8
>> diff(fx,x,2)
ans =
4

int(f(x),x)

Calcula

integrais >> fx = 2*x^2+3*x-8

indefinidas

fx =
2*x^2 + 3*x – 8
>> int(fx,x)
ans =
(x*(4*x^2 + 9*x - 48))/6
>> pretty(ans)

int(f(x),x,a,b)

Calcula integrais definidas

>> int(fx,x,0,pi)
ans =
pi*(pi*((2*pi)/3 + 3/2) - 8)

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7. GRÁFICOS
A construção de gráficos no MATLAB é mais uma das facilidades do
sistema. Através de comandos simples pode-se obter gráficos bidimensionais ou
tridimensionais com qualquer tipo de escala e coordenada.
Alguns comandos frequentes para plotar gráficos bidimensionais são:
Comando

Descrição

plot

Plotar linear

loglog

Gráfico em escala logarítmica

semilogx

Gráfico em escala semi – logarítmica (eixo x)

semilogy

Gráfico em escala semi – logarítmica (eixo y)

Fill

Desenhar polígono 2D

polar

Gráfico em coordenadas polares

stem

Gráfico de sequência discreta

stairs

Gráfico em degrau

bar

Gráficos de barras

hist.

Histograma

rose

Histograma em ângulo

compass

Gráfico em forma de bússola

feather

Gráfico em forma de pena

fplot

Gráfico da função

comet

Gráfico com trajetória de cometa

7.1

COMANDO - PLOT
O comando plot é o comando mais comum para plotagem de dados

bidimensionais
Exemplo:
Se Y é um vetor, plot (Y) produz um gráfico linear dos elementos de Y versos o
índice

dos

elementos

de

Y.

Por

exemplo,

para

plotar

os

números

[0.0,0.48,0.84,1.0,0.91,0.6,0.14]:
50

4 0.6 0.1 0 1 2 3 4 5 6 7 Exemplo: Plotar a função x²+1 >> x =-5:0.9 0.84 1.7 0.8400 1.6000 0.8 0.9100 0.5 0.0000 0.^2+1.2 0.0 0.3 0.6 0.14] Y= 0 0.1400 >> plot(Y) 1 0.48 0.y) 30 25 20 15 10 5 0 -5 -4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 5 51 .91 0. >> y = x.0 0. >> plot(x.5:5.4800 0.Ministério da Educação PR Universidade Tecnológica Federal do Paraná UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica >> Y = [0.

c.4 0. Por exemplo.8 0. figure (1).8 -1 0 2 4 6 8 10 12 14 Ainda seria possível utilizar o comando Hold on.x.c) 1 0.x. >> b = cos(x). >> c = cos(3*x).a.b.6 -0. plotar as funções sen(x).'b') plot(x.4 -0.a. plot(x.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica É possível plotar mais que uma função no mesmo gráfico. cos(x) e cos(3x). no mesmo gráfico: >> x = 0:pi/100:4*pi. Existem dois modos: um através do comando plot e outro através do comando hold. >> a = sin(x). >> plot(x. para fazer com que os plots sejam realizados no mesmo gráfico: x = 0:pi/100:4*pi.2 -0. plot(x.6 0. 'k') 52 .2 0 -0. a = sin(x). c = cos(3*x).'r') hold on.b. b = cos(x).

’texto desejado’) Adiciona texto em algum lugar específico do gráfico gtext(‘texto desejado’) Adiciona texto com a posição escolhida pelo mouse grid on Linhas de grade Além de títulos. Na tabela abaixo são apresentados os principais comandos para alterar cores. alterando: cores. pode-se definir mais propriedades gráficas. designação dos eixos (title. xlabel. estilos de marcadores.Ministério da Educação PR Universidade Tecnológica Federal do Paraná UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica Para acrescentar informações aos gráficos existem alguns comandos que permitem realizar tarefas.ylabel). A cor e o estilo da linha e o tipo de marcador para pontos de dados na linha podem ser selecionado pelo uso de uma cadeia de caractere de atributos após os vetores x e y da função do plot. estilos de linhas. legend. Ponto - Sólido m rosa º Círculo : Pontilhado (magenta) c Azul (ciano) x X -. os quais são apresentados na tabela a seguir: Comando Descrição title(‘Nome_do_Titulo’) Título do gráfico xlabel(‘xxxxx’) Título do eixo – x axis[(xmin xmax ymin ymax)] Limita o gráfico legend(‘-----’) Inclui legenda no gráfico text(x. marcadores e estilos de linhas dos gráficos. legendas.y. Cor Marcadores Estilo da Linha y Amarelo . Ponto – Traço r Vermelho + Mais -- Tracejado g Verde * Asterisco b Azul s Quadrado w Branco v Triângulo para baixo k Preto ^ Triângulo para cima 53 .

8 0 5 10 15 Tempo(s) 7.6 -0. >> r = exp(-0.r. >> plot(t.2 -0.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica p pentágono O exemplo a seguir mostra um sinal sendo plotado. >>grid on.1 Comando Subplot É possível colocar mais de um conjunto de eixos em uma mesma figura.2 0 -0.') >> title('Função Seno Amortecida') >> ylabel('y(t)').1. criando assim múltiplos diagramas.'g. Função Seno Amortecida 1 0.01:15.6 0.4 -0.*sin(2*t).8 0. Os subdiagramas são criados pelo comando 54 .1*t). >> xlabel('Tempo(s)').4 y(t) 0. utilizando alguns comandos auxiliares. >> t = 0:0.

5 -1 -4 -3 -2 -1 0 55 .j. >> subplot(211) >> plot(x.5 0 -0.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica subplot(i. >> grid on. >> a = sin(x). >> x = -pi:pi/20:pi. utilizando o comando subplot para dividir a janela em dois subgráficos. >> subplot(212) >> plot(x. onde i representa o número de linhas e j o número de colunas e k indica a posição do gráfico. >> title('Gráfico_1'). Plotar as funções sen(x) e cos(x).5 0 -0. >> grid on.b). >> title('Gráfico_2').a). >> b = cos(x). com x = -pi:pi/20:pi.5 -1 -4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 1 2 3 4 Gráfico2 1 0. na mesma janela mas em gráficos separados. Gráfico1 1 0.k).

r. >> r = 2*(1+cos(theta)).2 COMANDO POLAR O MATLAB contém uma função chama polar(theta. >> title('Cardioide em Coordenadas Polares') Cardioide em Coordenadas Polares 90 4 120 60 3 2 150 30 1 180 0 210 330 240 300 270 56 . Exemplo: Cardióide – A Cardióide pode ser expressa através de coordenadas polares: Utilizando o comando polar. >> polar(theta. grafique a Cardióide: >> theta = 0:pi/50:2*pi.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica 7.r) que é destinada a plotar gráficos nas coordenadas polares.'y+').

hist(y.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica 7.1). cria um histograma com 10 grupos igualmente espaçados. cria um histograma com n grupos igualmente espaçados. Para criar um histograma. >> hist(y) >> title(‘Histograma’) Histograma 30 25 20 15 10 5 0 -3 -2 -1 0 1 2 3 Dicas úteis: O Comando 'print -dmeta' pode ser utilizado no Command Window para exportar uma figura em alta qualidade para a área de transferência. e o número de valores de dados que distribuem em cada grupo é determinado.3 HISTOGRAMAS Um histograma é um diagrama que mostra a distribuição de valores em um conjunto de dados. 57 . Exemplo: >> y = randn(100. A contagem resultante pode ser representada em um diagrama como função do número do grupo. a faixa de valores em um conjunto de dados é dividida em grupos regularmente espaçados. Alguns das sínteses para gerar histogramas são: hist(y). O Comando 'figure(n)' criar uma figura nova no qual o plot será gerado.n).

basta abri-lo. Os arquivos criados com esse propósito são denominados rotinas.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica 8. então rodar o arquivo. o comando da série deve ser chamado e executado todo de uma vez.M Quando uma rotina é executada. as variáveis usadas nos cálculos dentro do arquivo devem ser inicializadas a fim de otimizar o tempo de execução do algoritmo. Muitas vezes tentar resolver um determinado problema no MATLAB digitando muitos comandos consecutivos pode ser trabalhoso ou até mesmo impraticável. É importante salientar que o nome do arquivo. 8.1 ALGORITMOS . a lista de comandos é executada na ordem em que estão listadas no arquivo. mas pode se tornar inviável quando se está trabalhando com cálculos mais complexos. Uma forma diferente de executar comandos no MATLAB é primeiro criar um arquivo com uma lista de comandos. Observa-se também que o símbolo (%) é utilizado para inserir comentários no código de programação os quais não são executados pelo compilador. Quando o arquivo é executado. algumas observações devem ser levadas em conta quanto ao uso para elaboração do algoritmo: 58 . Caso seja necessárias correções ou alterações nesse arquivo. salvá-lo e testar o novo arquivo. toda a sequência de comandos deve ser selecionada e executada novamente na linha do prompt da janela Command Window. Além disso. PROGRAMAÇÃO . por permitir a visualização instantânea dos resultados dos cálculos realizados. ou seja.m não pode conter espaços.M A utilização da janela Command Window é excelente para a realização de pequenos cálculos matemáticos. Se forem necessárias modificações ou correções em um determinado comando da série executada e os resultados gerados por eles afetarem comandos em uma certa sequência encadeada. salvá-la e. m-files ou script files. modificar os comandos ou a sequência lógica de interesse.

o MATLAB executa os comandos na ordem em que eles foram escritos. porque lhes são atribuídas extensões . a mesma é exibida na janela Command Window. da Prova 3: '). prova_exame = input('Nota do Exame: '). permitindo ao usuário a entrada de cada nota das provas e retornando a situação do aluno.Parabens').  O uso de rotinas é bastante conveniente.m: 1) O programa a seguir efetua o cálculo da média das notas de provas de um aluno durante o semestre.  As rotinas do MATLAB são denominas M-files. else disp('Reprovado'). % Esta rotina calcula a média das provas. colá – las no editor do MATLAB. nota_final = (prova_exame + media_final)/2 if(nota_final > 50) disp('Aprovado .  É possível digitar e/ou editar rotinas em qualquer editor de texto e. da Prova 2: ').Exame'). em seguida.m quando salvadas.  Quando uma rotina possui um comando que gera uma saída.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica  Rotina é uma sequência de comandos do MATLAB (também denomida programa). porque elas podem ser reeditadas e executadas muitas vezes.  Quando uma rotina é testada. Exemplos de programas . else disp('Exame'). % A nota das provas são atribuídas as variáveis nota por meio do comando input % Notas da Provas do prova1 = input('Nota prova2 = input('Nota prova3 = input('Nota Acadêmico da Prova 1: '). end end 59 . %Média das Provas media_final = (prova1+prova2+prova3)/3 if (media_final > 70) disp('Aprovado .

com velocidade inicial %4. a resistência do resistor.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica 2) Efetua o cálculo de lançamento de um projétil.teta. A potência dissipada em cada resistor é dada por: A figura abaixo apresenta um circuito com sete resistores conectados em série. o qual permite que o usuário insira em um vetor o valor da fonte de tensão e a 60 .2f Km/h \n e atingira o solo a uma distância de %g km'. a queda de tensão em cada um deles pode ser determinadas pela regra do divisor de tensão: Onde Vn.d) 3) Divisor de Tensão – Quando resistores são conectados para formar um circuito série.2f graus. % Velocidade inicial em Km/h teta = 30. % Este algoritmo calcula o alcance do lançamento do projetil % dados a velocidade inicial e o ângulo de lancamento. fprintf('O projétil foi lançado a %2. Rn.v. d = vms*cos(30*pi/180)*2*t/1000. v = 1500.8.Req e Vs são respectivamente a queda de tensão sobre o resistor n. % Velocidade inicial em m/s t = vms*sin(30*pi/180)/9. R1 R2 R3 R4 Vs R7 R6 R5 Para calcular a queda de tensão e a potência dissipada em cada resistor de um circuito série com sete resistores desenvolveu-se um script de MATLAB. % Ângulo (em graus) vms = v*1000/3600. a resistência equivalente ou total e é a tensão da fonte.

Pn = Rn*Vs^2/Req^2. Vn = Rn*Vs/Req. disp('') disp('Resistência Tensão disp('(Ohms) (Volts) disp('') disp(Tabela) disp('') Potência') (Watts)') fprintf('A corrente no circuito e %.\n '). O programa exibirá uma tabela com as resistências listadas na primeira coluna. R7 = 10Ω % Este programa calcula a queda de tensão em cada resistor em um circuito % em série Vs = input('Tensão da fonte do circuito elétrico: '). o programa deve exibir a corrente no circuito e a potência total dissipada. Potencia_Total = Vs*i. 61 . R4 = 18Ω. R5 = 8Ω.Vn'. Para que isso aconteça. Tabela = [Rn'.2 FUNÇÃO DISP E FPRINTF O comando disp mostra o valor das variáveis na tela. Ainda é possível utilizá-lo para combinar frases com variáveis alfanuméricas.Potencia_Total) 8. Após a tabela. R1 = 20Ω. a queda de tensão na segunda coluna e a potência dissipada na terceira coluna.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica resistência de cada resistor.Pn'].3f Amps'. for i=1:7 Resistores = input('Valores dos resistores como elementos de um vetor. i = Vs/Req.i) = [Resistores]. R6 = 15Ω. R3 = 12Ω. end Req = sum(Rn). Rn(1. R2 = 14Ω.i) fprintf('\n A potência total dissipada no circuito e %. Sugestão de valores do circuito: Vs = 24V.3f Watts'.

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica é interessante combinar o comando disp com o comando num2str que convertem valores numéricos em valores alfanuméricos. os itens onde aparecem %d serão substituídos pelas variáveis. O comando num2str converte qualquer número (ou matriz) em uma cadeia de caractere. um escalar ou um elemento da matriz. Disp(frase) O comando fprintf é um dos métodos mais simples de saída de dados. já o comando int2srt converte primeiro os valores inteiros. ou seja. Exemplo: x = 2. Ainda.X. Com ele é possível combinar frases com variáveis numéricas de dimensão 1. %d significa que só aparecerá a parte inteira de x e y. os seguintes comandos: %d Exibe o valor como inteiro %e Exibe o valor no formato exponencial %f Exibe o valor em ponto flutuante %g Escolhe o mais curto entre ponto flutuante e exponencial 62 .Y) Acima o que está entre aspas aparecerá para o usuário. Frase = [‘O valor de e^13 é:’num2srt(exp(13))]. enquanto y vale %d’. ainda. para só então transformá-los em caracteres. Existem. mantendo o formato dos elementos. y = 5. respeitando-se a ordem em que aparecem. fprintf(‘O x vale %d.

Curso de Matemática. PET ENGENHARIA ELÉTRICA UFSM.br/petee/ http://www. UFMG. Noções Básicas de Utilização e Programação em Matlab. 2008 Frederico Ferreira Campos Filho.D.B.ufsm. Departamento de Ciência da Computação.LITTLEFIELD. ICEX. São Paulo. 2007. Santa Maria. Disponível em :http://www. Universidade Federal de Santa Maria. “Apostila de Matlab”. MAKRON Books do Brasil.Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Engenharia Elétrica REFERÊNCIAS HANSELMAN.mathworks.com/help/matlab 63 .MATLAB – Versão Estudante – Guia do Usuário – Versão 4. Programa de Educação Tutorial.Introdução ao MATLAB.1997.