Será tão importante DESCRIMINALIZAR ?

Impressionante como no Brasil o Criminoso é SEMPRE o favorecido, uma
questão que tem dois aspectos radicalmente diferente, tem nos discursos uma acentuada
preocupação com o bem estar do Criminoso, e não com o Cidadão de Bem.
Afinal, aquele que é viciado em Drogas Ilícitas, tem na presumível doença, sem
apoio a sua cura, o aboninável, o indecente, o indecoroso, RESPALDO, para
IMPUNIMENTE, sendo um dos integrantes ATIVOS do Tráfico de Drogas Ilícitas, “saciar
suas necessidades”, sem que seja levado em consideração o fato, concreto, de que,
efetivamente, FINANCIA o Tráfico de Drogas, justamente onde encontramos o PODER
dos TRAFICANTES.
Em outro contexto, aquele que é Tarado, NÃO TEM na presumível doença, sem
apoio a sua cura, merecidamente, o Respaldo para “saciar suas necessidades”, e por
isso, é devidamente “apenado”, normalmente em regime “fechado”.
Igualmente, em outro contexto, aquele que é Amoral, NÃO TEM na presumível
doença, sem apoio a sua cura, o Respaldo para “saciar suas necessidades”, e por isso,
merecidamente, é devidamente 'apenado”, de forma compatível ao Crime cometido, como
por exemplo Estelionato, Receptação de Produto Roubado, Manipulação Criminosa de
Alimentos, Manipulação Criminosa de Remédios.
Portanto, para alguns “brasileiros”, diferentemente de Alguns Outros como
Eu, quem porta droga, não compra, apenas e tão somente, usa droga, que
presumivelmente, “foi ganha de presente”, portanto, não é um receptador de Produto
Ilícito, e pior, NÃO É o Principal, e Único, FINANCIADOR do Tráfico de Drogas,
justamente aquele que é Constitucionalmente EQUIPARADO a Crime Hediondo, quando
então, pela Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 1988, coloca
como cúmplice quem sabe de práticas e se omite.
Se, por ventura, souber onde fica uma “boca de fumo” e não denunciar, pela
Constituição Federal sou CÚMPLICE, contudo, para alguns, quem COMPRA, quem
PAGA, pela Droga é apenas e tão somente, um Doente, que pela Doença, deixa de ser
Criminoso, mesmo que se RECUSE tratamento, e possivelmente, ser CURADO.
Estou Louco, Estou Aturdidom Estou Perplexo, quando TANTOS assuntos
importantes, e dúbios, no Sistema Jurídico-Constitucional Brasileiro, vemos a Suprema
Corte Constitucional, que é o Supremo Tribunal Federal, se debruçar em discutir se a
posse de droga é Crime ? Será que desconhecem o Constituição Federal ? Será que
desconhecem que a base do PODER DO TRÁFICO esta na posse de volume
descomunal de DINHEIRO, que somente é conseqguido, através da VENDA de Drogas ?
A HIPOCRISIA Brasileira, mais uma vez, se manifesta quando cobra das
Autoridades Policiais o combate a compras de Drogas, e o combate a compras Armas,
pelos NarcoTraficantes, quando, considera a possibilidade Daqueles que os
FINANCIAM serem INOCENTES... É Brasil.... um Brasil que não enxerga, não se
preocupa, não tem qualquer apreço pelo seu POVO...
Estou com Rui Barbosa, um País sem Leis é um País de Ladrões....

Estou com Joko Widodo, infelizmente que a certeza é lá, no seu País Traficante
não fica RICO, não vira CELEBRIDADE e nem segue CARREIRA POLÍTICA...
Estou com José Mujica, que em entrevista televisiva, declarou que a Maconha esta
sendo liberada no Uruguay, País que não pode, e nem deve ser comparado ao Brasil,
porque a banalização da violência esta começando a existir no Uruguay, em função do
Tráfico de Drogas.
Será que a Corte Suprema Constitucional Brasileira demorará a discutir uma
questão ÓBVIA, que é a POSSE DE DROGA ser CRIME, pelo menos, de Associação ao
Tráfico, pelo Financiamento, do Tráfico de Drogas, que é equiparado a Crime
Hediondo pela Constituição da República Federativa do Brasil ? Pior, será que o
Supremo Tribunal Federal será capaz, apesar de tudo, NÃO CONSIDERAR CRIME a
posse de Drogas ?
O Brasil é um País SURREAL, onde avaliações, são feitas sem levar em
consideração, a Pobreza, as Dificuldades cotidianas, principalmente, o DETERMINADO
pela Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 1988, considerada
Internacionalmente, como uma Constituição Revolucionária, e Vanguardista, que
tentando preservar a Sociedade Brasileira do NEFASTO que é o Tráfico de Drogas, em
TODOS os seus ASPECTOS, em TODAS as suas FORMAS, ao ponto de equiparar a
simples omissão à crime hediondo.
Esta situação me obriga a mencionar Petição - Sugestão Reflexão Embriaguez
ao Volante enviada ao Supremo Tribunal Federal Supremo Tribunal Federal Praça dos
Tres Poderes 70150-900 - Brasília – DF Enviada através do SEDEX SQ005054337BR em
15 de julho de 2008, publicada na https://pt.scribd.com/doc/3956724/Peticao-ReflexaoEmbriaguez-ao-Volante , onde tem como ANEXO I - Criminal - Dever de proteção: Qual
a semelhança entre o furto privilegiado e o tráfico de drogas? por Lenio Luiz Streck
.
Iniciado por :
Considerações iniciais: situando o problema — a opção do legislador constituinte
em combater determinadas condutas por intermédio do Direito Penal.
O conteúdo do debate acerca de qual sentido que deve tomar, no interior do Estado
Democrático (e Social) de Direito, o modelo penal e processual penal brasileiro vem
mantendo acesa uma celeuma filosófica — ainda que não explícita —, a partir de
dissensos que envolvem concepções de vida e modos-de-ser-no-mundo centrados nas
mais diversas justificações materiais e espirituais.
O substrato de fundo destes embates, entre tradições de pensamento tão diversas
e, em grande parte dos assuntos, antagônicas, revela uma contraposição ainda mais
fundamental consistente em um conflito quanto aos bens jurídico-penais que efetivamente
merecem proteção penal nesta quadra da história.[1] Ao contrário do que acontece na
maioria das Constituições contemporâneas, estes conflitos estão positivados no texto
constitucional brasileiro. Isso implica a tomada de atitudes por parte do legislador
ordinário.
Ocorre, entretanto, que o legislador, ao lado da doutrina e da jurisprudência pátrias,
continua atrelado ao paradigma liberal-individualista, podendo-se perceber, nestes vinte
anos de Constituição compromissória e social, entre outros aspectos: a) certa dificuldade
de coexistência de determinados princípios e valores tradicionalmente imputados ao

Direito Penal pelas vertentes liberais-iluministas, caracteristicamente individualistas; e b)
outra gama de princípios e valores (como defini-los?) que sustentam a legitimidade de
novas matrizes normativas dirigidas à tutela de bens não individuais. A opção do
legislador constituinte em positivar comandos criminalizantes provocou — ou deveria ter
provocado — uma drástica mudança no tratamento dos bens jurídico-penais.
Em outras palavras, é possível afirmar que, ao contrário do que sustentam os
penalistas adeptos de posturas minimalistas, o constituinte não albergou a tese da
“intervenção mínima do Direito Penal”, mas, ao contrário disso, colocou, pelo menos
hipoteticamente, a possibilidade de subversão de grande parte de uma hegemonia
histórica nas relações de poder sustentadas e reproduzidas, em não desprezível parcela,
pela aplicação da lei penal. Essa questão vem agravada a partir do comando
constitucional de o legislador enquadrar algumas condutas no rol dos crimes hediondos.
E com as conseqüências que isso terá. Com efeito, a Constituição do Brasil
estabelece: Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza,
garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do
direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos
seguintes: (...) XLIII - a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou
anistia a prática da tortura, o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e
os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, os executores
e os que, podendo evitá-los, se omitirem;
Despiciendo lembrar, já de início, uma questão irrefutável: o comando
constitucional (originário) não pode ser inconstitucional. Do mesmo modo, não há
registros, nos tribunais e na literatura penal, de questionamento ao enquadramento, no rol
dos crimes hediondos, dos crimes de estupro e de atentado violento ao pudor — para
falar apenas destes, não explicitados no inciso constitucional. E relembremos — por
absoluta relevância — que, no caso do tráfico de entorpecentes, o legislador constituinte
vai ao ponto de vedar a concessão, a esse tipo de crime, de favores legais (v.g., graça e
anistia).
Têm-se, então, dois problemas, que se constituem em base para qualquer
discussão: — primeiro, está-se diante de hipótese de obrigação constitucional de
criminalizar; — segundo, está-se diante de uma vedação constitucional de concessão de
favores legais aos traficantes. Parte-se, pois, de limitações explícitas ao legislador
ordinário.
A questão é saber as dimensões desses limites do legislador, isto é, de que modo
deve ser atendido o complexo (e duro) comando constitucional. Nesse sentido, desde
logo deve ser apresentada a pergunta: quando da elaboração da Lei 11.343/06, poderia o
legislador ter enfraquecido/mitigado a resposta penal conferida às condutas que
consubstanciam o tráfico de drogas?
Ou seja, na medida em que a Constituição Federal, em seu artigo 5º, inciso XLIII,
prevê o crime de tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins como hediondo, proibindo
graça e anistia, e sendo a República Federativa do Brasil signatária de tratados
internacionais que têm como meta o combate a esse crime, poderia o legislador ordinário,
sem apresentar qualquer prognose e em desobediência aos princípios da integridade, da
coerência e da igualdade (além da proibição de proteção deficiente), ter concedido favor
legal consistente na expressiva diminuição da pena em patamar variável de 1/6 a 2/3?
A necessidade de uma nova visão acerca da questão dos “bens jurídicos”: a
importância dos princípios da proibição de excesso (Übermassverbot) e da proibição de
proteção deficiente (Untermassverbot) Tem razão Alessandro Baratta quando esclarece
que, no Estado Democrático de Direito, está-se diante de uma política integral de
proteção dos direitos. Tal definição permite que se afirme que o dever de proteção estatal
não somente vale no sentido clássico (proteção negativa) como limite do sistema punitivo,
mas, também, no sentido de uma proteção positiva por parte do Estado.[2]

Isso decorre, obviamente, da evolução do Estado e do papel assumido pelo Direito
nessa nova forma de Estado, sob a direção de um constitucionalismo compromissório e
social. É por isto que não se pode mais falar tão-somente de uma função de proteção
negativa do Estado. Parece evidente que não, e o socorro vem de Baratta, que chama a
atenção para a relevante circunstância de que esse novo modelo de Estado deverá dar a
resposta para as necessidades de segurança de todos os direitos, também dos
prestacionais por parte do Estado (direitos econômicos, sociais e culturais) e não somente
daquela parte de direitos denominados de prestação de proteção, em particular contra
agressões provenientes de comportamentos delitivos de determinadas pessoas.
Perfeita, pois, a análise de Baratta: é ilusório pensar que a função do Direito (e,
portanto, do Estado), nesta quadra da história, esteja restrita à proteção contra abusos
estatais. No mesmo sentido, o dizer de João Baptista Machado, para quem o princípio do
Estado de Direito, neste momento histórico, não exige apenas a garantia da defesa de
direitos e liberdades contra o Estado: exige, também, a defesa dos mesmos contra
quaisquer poderes sociais de fato.
Desse modo, ainda com o pensador português, é possível afirmar que a idéia de
Estado de Direito demite-se da sua função quando se abstém de recorrer aos meios
preventivos e repressivos que se mostrem indispensáveis à tutela da segurança, dos
direitos e liberdades dos cidadãos.[3]
Tanto isso é verdadeiro que o constituinte brasileiro optou por positivar um
comando criminalizador, isto é, um dever de criminalizar com rigor alguns crimes, em
especial, o tráfico de entorpecentes, inclusive epitetando-o, prima facie, de hediondo.
...
Sem me preocupar em transcrever todo o texto que esta disponível na página
acima citada, uma pergunta não quer se calar, como pode os Responsáveis Pela
Interpretação do Texto Constitucional, não perceberem, não conhecerem, ou mesmo,
não reconhecerem, tão importantes referenciais DETERMINANTES ?
Afinal no site oficial do Supremo Tribunal Federal, na página “A Constituição e o
Supremo”, nos assegura a certeza de que não basta o Congresso decidir, é imperioso
que seja Legítimo, Justo, e Legal, uma vez que, consta:
http://www.stf.jus.br/portal/constituicao/sumariobd.asp.
“Separação dos poderes. Possibilidade de análise de ato do Poder Executivo pelo
Poder Judiciário. (...) Cabe ao Poder Judiciário a análise da legalidade e
constitucionalidade dos atos dos três Poderes constitucionais, e, em vislumbrando
mácula no ato impugnado, afastar a sua aplicação.” (AI 640.272-AgR, Rel. Min. Ricardo
Lewandowski, julgamento em 2-10-09, 1ª Turma, DJ de 31-10-07). No mesmo sentido: AI
746.260-AgR, Rel. Min. Cármen Lúcia, julgamento em 9-6-09, 1ª Turma, DJE de 7-8-09.
"Ninguém é obrigado a cumprir ordem ilegal, ou a ela se submeter, ainda que
emanada de autoridade judicial. Mais: é dever de cidadania opor-se à ordem ilegal; caso
contrário, nega-se o Estado de Direito." (HC 73.454, Rel. Min. Maurício Corrêa,
julgamento em 22-4-96, 2ª Turma, DJ de 7-6-96)
"A decisão, como ato de inteligência, há de ser a mais completa e convincente
possível. Incumbe ao Estado-Juiz observar a estrutura imposta por lei, formalizando o
relatório, a fundamentação e o dispositivo. Transgride comezinha noção do devido

processo legal, desafiando os recursos de revista, especial e extraordinário
pronunciamento que, inexistente incompatibilidade com o já assentado, implique recusa
em apreciar causa de pedir veiculada por autor ou réu.
O juiz é um perito na arte de proceder e julgar, devendo enfrentar as matérias
suscitadas pelas partes, sob pena de, em vez de examinar no todo o conflito de
interesses, simplesmente decidi-lo, em verdadeiro ato de força, olvidando o ditame
constitucional da fundamentação, o princípio básico do aperfeiçoamento da prestação
jurisdicional.” (RE 435.256, Rel. Min. Marco Aurélio, julgamento em 26-5-09, 1ª Turma,
DJE de 21-8-09)
“Devem ser postos em relevo os valores que norteiam a Constituição e que devem
servir de orientação para a correta interpretação e aplicação das normas constitucionais e
apreciação da subsunção, ou não, da Lei n. 8.899/94 a elas. Vale, assim, uma palavra,
ainda que brevíssima, ao Preâmbulo da Constituição, no qual se contém a explicitação
dos valores que dominam a obra constitucional de 1988 (...). Não apenas o Estado haverá
de ser convocado para formular as políticas públicas que podem conduzir ao bem-estar, à
igualdade e à justiça, mas a sociedade haverá de se organizar segundo aqueles
valores, a fim de que se firme como uma comunidade fraterna, pluralista e sem
preconceitos (...). E, referindo-se, expressamente, ao Preâmbulo da Constituição
brasileira de 1988, escolia José Afonso da Silva que ‘O Estado Democrático de Direito
destina-se a assegurar o exercício de determinados valores supremos. ‘Assegurar’,
tem, no contexto, função de garantia dogmático-constitucional; não, porém, de
garantia dos valores abstratamente considerados, mas do seu ‘exercício’. Este signo
desempenha, aí, função pragmática, porque, com o objetivo de ‘assegurar’, tem o efeito
imediato de prescrever ao Estado uma ação em favor da efetiva realização dos ditos
valores em direção (função diretiva) de destinatários das normas constitucionais que dão
a esses valores conteúdo específico’ (...). Na esteira destes valores supremos
explicitados no Preâmbulo da Constituição brasileira de 1988 é que se afirma, nas
normas constitucionais vigentes, o princípio jurídico da solidariedade.” (ADI 2.649,
voto da Min. Cármen Lúcia, julgamento em 8-5-08, Plenário, DJE de 17-10-08)
Atenciosamente,
Dr. Plinio Marcos Moreira da Rocha
“Colando” (copiando) Grau de Doutor, com Doutorado em Direito de
“Merda” (inexistente), em Estabelecimento de “Merda” (inexistente),
reconhecido pelo Ministério de Estado da Educação de “Merda (que TUDO
assiste, duplo sentido), de um Estado de Direito de “Merda” (que TUDO
permite), conforme o documento “Sugestões de ação no RESGATE da
Credibilidade”.
http://pt.scribd.com/doc/145276286/Sugestoes-de-Acao-no-RESGATE-daCredibilidade
Rua Gustavo Sampaio nº112 apto. 603 – LEME – Rio de Janeiro – RJ
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Tel. (Res) 2542-7710
Tel. (Cel) 9 8618-3350
Penso, não só Existo, Me Faço PRESENTE
Um Cinquentão com índole de um Jovem revolucionário apaixonado por TUDO que
se envolve, por isso, tem a Despreocupação Responsável em MUDAR Conceitos e

Valores.
A Despreocupação Responsável em MUDAR Conceitos e Valores
La leggerezza responsabile di MODIFICARE Concetti e Valori
Die Nachlässige verantwortlich zu ändern Konzepte und Werte
Descuidos a la Responsable de CAMBIAR conceptos y valores
De onzorgvuldige Verantwoordelijke VERANDERING van concepten en Waarden
The Responsible Easiness in CHANGING Concepts and Values
Le négligent responsable de changement Concepts et valeurs

‫إن إهمال المسؤولين إلى تغيير المفاهيم والقيم‬
不注意な変更概念と値に責任
Analista de Sistemas, presumivelmente único Cidadão Brasileiro COMUM, que
mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o
primeiro semestre completo em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem
Bacharél, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas nas 6ª, e 7ª,
edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem
como premissa o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo
Conselho Julgador, conforme o documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM No
Meio Juridico II,
http://pt.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-MeioJuridico-II