tì,\l'v-r.,/ /r:-'!-,'.

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mento de un, equilíbrio intrapsíquico estável e, também. a expressâ6 Co impulso
orientado para a realidade, de íorma a não produzir conf litos.

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1

Aco ntecimentos traumátìcos
i
Uma possível exceção pare esia regga Eeral sería a neurose.traumáiica (neuroe de guerra), na qual o indivícuo é submetidó à macico estímulo ameôçador
ds rneio ambiente, mais além c'a epacidade do ego, para integrá'lo. Contudo, o

fato de que- outros indlvíduos, È\postos aos mesmos sÍresses e acontecinlentos
exïeÍnos, da mesma forma coníiguredos, não desenvolvem uma neurose traumática indica que a reacâo não pcc: ser entendida simplesmente em termos de
stÍess e acontecimentos externos. A natureza dos processos intrapsiquicoS do indivfduo que enírenta tão grande -çi,'sóss externo também deve ser levada em con'

si'deracão.

A
I

reclidcde e c escolhs do neurose

nirod ucão

i

-

O mesrno sería verdadeiro Fe:'a os sÍ/esses menos opressivos da realidôde,
ccrno o casamento, o nascimenic cje uma criança, a morie, os acicentes, a doença de

un enre querido,-a perda C: :m.oreEo,

as quebras econônricas, a reprQvacío

nuiiÌâ pioìJa" situacões provoceccí3s de stre,çs ou ql':;;ruer outros fatorer reais
que o indivítluo possâ eníreniiìí. ii:r Íace a deigrtrin:ca si",uacío, os indÌvícjuos
podem reaEír de maneiras.diÍeren::s, de modo qt e a explicação cornpleta ds carì* cor"ic::an':ento não póde ser :i:ilplesmente trconirada nc conhecímento da

I

l'J::i: exp*"icã,; da teoì'ia psrcanalítica; a ênfase foi colo;ada no papel de'
sempenhado !-':lo g3^ lm manter a adaptacão intrapsíquica em s:u relacionamen'

Siruaçí: 9ìíierna.

é necessário desenvotver o concgito do papel Ceexterna em todo o equiitbrio dinâmico, e
pelcs
realidacie
Íatores da
sempenhaco
que
a inÏeracão entre as íorças intrepsíquicas
com
as
difera;:tes
meneiras
elaborar
e a realiciacíe inie:na se poCe manifestar.

to com o meio asrbiente. Agora

O impacto da realidacje
A dinâmica i"teracão en1í.: íealiCade externa e a organização intÍapsíquí-

Ouando unr acontecimento, ou relacionamenio. exigÍíìo nãc tenr associacões siEnificatìv:s com confiitos intrapsíquìcos inconsciente:. iaverá produzir-se
uma soluÉo cjo conflito, ou aCaptação, de maneira realista e i'a-o neurótica' As
reações suhjeliv:: da condrtta do ìndivíd',,o serão essencialmen--ï proporclenais à
realidade do accniecimento ou relacionamenio exterior, e a esolha do objeto e
as interações

con dito ob;eto tenderãoã

ca é manifsstada de diferentes

rros Ìambérn dodem estirnular ou iilensificar impulsos inconscientes do id, levando-os. por sua vez, a exiEir desca;ga 9 satisfação.
..O arnbierlç exteíno e os ac::::ecimentos da realidade na vi{a do índivíduo

ser orientadas para a raalidade, de acor-

do com o proc?slo secundário. As reações emocionais, de naiureza agradável ou
desagradável, ccrrrerão, mas serão proporcionais à natureza do aconiecimentT

umugni iniluenàj+ão a forma e a n:iuÍeza globais do desenvolvimenio ptícolôqianco e da es[ÍutuÍa íntrapsíquica f,;;Camental, corno foi descrito em capítulos

exteÍno.
' A energia psíquica disponível e ütilizada nessas interacõas realistas com o
ambiente externâ provém. f undamentalmente, ainda dos impulsos do id' Contudo, o obieto e o propósito desses irnpulsos terão sido môdificados com sucesso
palos vários mecanismos de integração do ego. lsto. para perrnitìr o estabeleci'

fcr;::s.

A realidade externa propcic;:na objetos para a descarga e greiiíicaçâo dos
ir*rprrlsos pré-existentes cjo id, e a:scolha dos ohletc's é lnfluenciaia pela natureza Cos impulsos e peÍas Íunções Ca integração e defesa do ego. Os objetos exieÍ'

teriores.

A realidade exlerna tamhán pode acelerar o desenvolvimen io Ca laím?6o
do sinto'ma neurótico. ou pode *riír para reforçar ou iniensificar um dígtúrbio

i

88

-,':

.

i.1.

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il

rado. ..nt. ficando muilo surpreendrda quandO.elazer esta escolha neuróÌica dc objeto no mundo exesses objetos es:ão disponívcis. 'i' . ouviu comentáÍìos de que ele fora visto bebendo em pmentá' fez de tais caso não versos bares até tarde da noite.r-'Jl"O NO DESENVOLVIÍ!4ENTO Nos capítulos ll e lll. que lhe satisfizessem essa necessidade. o ego explora continuamente a realidade à procura de objeros para deslocar. desloedo para o objei ' :a realidade.rtos da vida do indivíduo iníluem nodese'tvol' ì vimento e naíestruturas Ca personalidade' . podem ser reconhecidos nos cc5ïuriìS. Quando reiteradamente envolviclo com eles ce maneira estereotipaca.. no juízo de f lado.'á eç contra a expressão de tais impulsos.conïecime. O ponto a ser acentuado é o indivíduo escolher da realidade. Em outras paiavras.ll:ìtes. i. cons' A realidade externa pode umbém colaborar corn as funções de deÍesa.: os impulsos e derivados. Cependerá da natureza e da intênsid:de do imputso e também da natureza dos mecanismos do ego pelos quais se consegue a descarEa do impulso. Por exemplo. muitos impulsos infentís. aÍcoolista.-racionalização.apsíquicos inconscienies do que pelo orincípio Ce realicade e íunções conscieni3s do ego.r' outro sc. t'ânbém moËarão e influenciarão o desenvolvimento do indivíciuoe mas pelas quais sãorintegradosos conf litos relativos à condiçaìo humana' As interpreta. numa tentativa para ã íeSOIução Co cciilito.dade d.lovem com qrande conílito sexual sentia-se muíio ansiosa e constrangida na companhia de Àomens pa!os quais se sentisse ru".ou de niartei. Quanio mais forte for o impulsc inconsciente à procura de satisfação. e das vicissitudes de sua experiência de. muito afeiçoada a seu Bai. descobríu que seu marido sofria de um alcooiisr. e o lsio cões externas que possam exprimir o conf lito.. mais sadios e estáveis serãc os relâcionamenÏosl escolha Co objeto será deierminaCa mais pelos fatores int:. além do grço r j asícr' tiur.: íamiUma grande.. QuancJo cjOis indÌvíduos u)am um ao Outro para com$Srnenia. realiCade e nas funcões conscienlgs do ego. íoram descritas algumas forças pelas quê. Contudo.jrlr. o indivÍduo tenderá a tornar-se - llv. r i B a nece::. atraída. a podem ccorrer ielacionarnentos e interaçôes a longo prazo. entre todos os seus preienc'entes. marido. ou seja. pessoa mesoquista cujocompanheíro tem urna personalidaCe sáfna. Por essa razãc. situações e pessoas. enì IeÍÍ:ì!: dc iÍìterações oaseadai no p:ccesso secunciário.ti. uma realidade externa auxiliar e favoi'ecedora pode servir de compensação ou oposiçaÌo à adaptaça-o neurótica ou ao desenvolvimento de sintomas.intrapsíquico inconsciente.cões psicarialíticas de estudos e dados antropoiógicordemonsao trararn o importante impacto dos fatores culturais nos modelos de adaptação conflito. Esco- 90' 91 *+jÌ:. ao proporcionar objetos e situâções'para deslocamento. que sã. . maiores serão as possibiiiciades de ruptura e distúrbio ncs rel':cìcna' menìos eXterngs. ' 'i lheu para marido aquele. inccttscienÌes Íituaìs em adultos do mundo ocidental.lo mode' ou ciesencorajar o benef Ício secuncárÍo da formacão do sinroma neúrótico.Conscierrtemente. havia decìcjído. aqueles objetor e siÌua' 't 2 uma .-:_R_i. acting-out e outros mecanismos Cs defesa do ego. no ambiente exteÍno. muitas vezes. As escolhas de objetos externos.jeto.vida. coÍÊo ela A - SELEÇÃO DO OBJETO A seleção dos vados.npatíveis com essas edaptacões ou lhes sirvarn de suporie. Pqi tim. Por exernplo.*'ira+j.variedaia de outros íatores da ttàlidtdt.qgde influenciaÌ o ïuncionamento intrapsíquico ao proporcionar rios nem os discutiu com o noivo. '.ì neurótico já estabeÌecido.:ü:ì. ver baseacla em conflitos inconscienÌes.i . pelo qua! sêÍrtia menos atração e estímulo sexual.tqs obje' tos da realiciade e os . um pacienta que apresentava forte necessidade maloquista inconsciente de sofrimento e Ce castigo procurava.. de maneira que a natureza do . quantc mais ba*aoas aCapa princípio de realitiâde. csmo mo- di' rasse em cidade paquena.l:.. ainda que cgracteri'no ticarnenie neuróticos. pouco depoís do casamento. terior. tacâo. . de maneira que o impulso seia pêÍaiâlmen' ie seiisfeito.*

*. ele a deixava em casa cedo à noite. nrior se apresenta. Uma mulher. Nesse caso.a que o objefo possa ser utilizado como auxílbr na de- obj'etos externos. ou quênto rnais intensa for a defesa contra este impulso.. mente. :' conÍlito básico permaneça inconsciente.-humano. teiteradamente. ou projei. a existência de adartacões neuróticas intrapsíquicas inconscientes obrigará o indivíduo â procuiar objetos no mundo exterior que sej:r: ::. ou para usá-los na defesa contra outrcs impulsos. o inciivÍduo :macíurecicio tenderá a fazer escolhas sedlbs de ol-. projecão.:. permitindo a diminuiça-o do impacto total do conflito _. not?ra que. pode ocorrer através c: rnanifestacão de um derivado do impulso inconsciente.. e se relaci/ nâva com elas de maneira que punicão a ou o deiengano acontecessem repetida- Ouanto mais a escolha desse o!$eto esti- proposttcs tnconsctentes (pessoa dependente de alguém que necessita & depen.. etc'). gratif icantes para os vários impulsos e deri- tipo de interação pelo aual o indivíduo se compromete com os objetos externos.

: i: ll..'::t:'^ï.?Ï' .t*t de adapta$o A :: * ìuuo.:i::ï:'"'r""ïI iT ã.."r..i..illl..*... ll::..g .l1:ï s básica ad s hurn . como Eaiitho.l.J.ï 92 iearìzafo : :ï.orr:cionais ou de com' suieitos a tipos modalos esses diferenìes :. fruttração .. assim' .ïï.:ï::::. deve c ração e Para - de tais ccnflitos' t"Ãu P'in"iPul '..1""ïì m e n'l o a : l: i ïiiï : T ï:* *ru:: #:.'as.ï..:ì 10 ou' "t" 1'^ ::: ll::: :'::ï"*:i:#iïï..*l*ru '..ruoo. .r' levar irnçr . i .?iïÍ."J..ï:'-ffffffi'Ë Hilffi ï::"::..e:("e-'ror1cârtr- diÍe' conscìz. um aumento da :ïff ndo u m o de s!stemas irnptica a ACONTECIt!ìÉNTOS * J*.es Ï iïf t ." ta' . :.r::::lilr:"":l'. .. ã"t.j:: cas sociais sobre e .apsíquico e fechadura..". a desccnipensaçao au e..J:Ïo"::iJil: 'lTÏ. ::il..'ïl ..'' " " " "io ou a falta de astímulo f "t..':ente sro mo.: :J"ï ::::ï :ï.ï. o inreresse ot'otllltlt^.hil de estados de afeto' " n a' "'' co niacim."ì.ï :ï:""'.". o clesenvolvìmt"t" :tlf-t::.ï:: descargadìreta a rj^. ffi ï l l.ii "0.#'51:..fi ï i i' Ïi f ."l*...orrão que todos ser lembraoo cìw nos oorrante papel T':::::"...ï ..... ïr.ia Í.i": "" !.0"'0..*.. "ï..ï:'Ï:*l:i:rllÏii"ï.: l::i ï :.. *.ï::':':':'.ï.j j : :'j. ii.t.. l*ïr .ì.ti ol::^Ï.l ïm.'.rtimutao: otli-t::....i.:*:J. I . r. o "' ï.nitl.Ï::ïf iti'ï:"l ' "u" 'ï.o n.^.. :ii. bst .J ïi ".0ï. direrençes **. iet.:ï::ï1:*:1ï:i.'..ïl^.a.ï.ã*" ff que "ïi.ffi: Íe' tmputso t:''^'::::.'ï:ïï:T::1.'esr essivo s de condu t::"'-':1.. tt "lttul-u"".'. ís ica' Í .."""'"1''::ïl'..:..::.o .ïlïrì'. n'u.or. - cuItu'ais e poI ítì..::*Ï'. "' .'.ïlÏ. . . onda ï'i*'"'"''*" ï:Ï: :J::::lïi::ff a conirsuração iá't':':: :::: através 1"'*::1'j::'JiÏ.t"J..:ïï :ï -o:o" co m o u so ^''jljl 0...:.^ do cão da expressão ncíouica provoca comporiamentos l#o...'.:. Ém tal situação. :"15 ..: ::jï ï ï:i:ilï:":.ional ou co de senvol"'irn'rnto' !'odem lïflf-"'o. o. :'."'r. .rnt" ÏoÍci cionamento entfe .:.oniiito inconsci e a pré-ex:í"-rr'ì-. .ï' :ï ï1i : ï.'X..ïln*iÏ:l..úouc.:* il lï # trlJï..'.J.r.ï...'" : Jïl : i1ff .j:ïffiïl.":'r. insignificante:'.'. podam.:::j[':1. : contíoìe Oo €9v' pacidade pata alcançar...'3 i i' {1'.'"ï::::.Ï iË fï.: .. ol^.o.1ï..."ï"i"":Ë::"?f .ï. .. "i i *: : : ::'. servem como L"t' tourto'':t'T:::r" de atituc:s válid-os co esPecíf icos :' : : ï.* e reforcam J..:J.ç'' a DESENÚADTADORES ' ae .e.*.:ïJ::. ï :..tornano:. er o s :' "..r""iï.r"*nu dìreta dotror.'..' ".:: :.r"""Ï'j::ï.' ":ll .to...i. pa:ecer uma respc:^ra ao stress. ï.:' .: : :ï l' .ff üfiliiffi :ffi ..""Ïï:L'i:re- il. ::"..i::il|.. :n :ilil:. culturais deierminarão :::.'.:iË.^.." "'.n.1ï.ïlï.* .u. ï ïJ. f : JJfÏï f *í*:'* Íente para oYtro exterior o siress -assocre':r35 '":': " icas específ xões i" i' .. cracão e adaPtacão' :::ï. a forma í:.u*1" ï"^ ig fu i'.. '"'"áver vai-se..r.'J-. ... i :ï'"'u. ou Íracassc c: :Í. Jffiï indlv^l:J..:1": dários ou a ïecnadu" o'... ienio ..4j :ffil...r .ïi ï ::ï oo.ï'. pode...:.j:ïü. .:''i''n"'i'*.'.ro*àgn1s g3ixa mesma toteesta Se s prazo.":-.uu. :':::ï."'mxi LïL'ff iltïff são tais tÍaços de caráter inciivíduos i'i*:JïÏt'fr o tnotv trtr.tt tt u*ot''u"t't s an a e C A ceÍiciâr..51.ïï: ..onrecenco ::r '-t"-''='t o'l'tï-" ego pa:'a c1o'n1'ot"t' ï'ttt*'11':-t''JJ....t.ï ï'.ï. : #: .r!ï g. pode ter sis:riÍicado .ï...il ï ï... o"i' n'uoo *' :*#*['j***.::::ï::tolebem sucedtda ''o'ã..*enre.. ct p ad r õ e s ff* ïf i1f.nto." ïÏ. ^o..." contudo.n.".. ï :. ::ïJ ::ï.. .-r.."ruar. p erabusdassociedades:lïïË.::ï:'.""..::.."'. ïï0.:'r.Ju...r...-. e estabelecicoì..:':. do superego assim' para transmi''idas' ttti''ot'u'' que são quase sempre nt'-t-ç-t h:m scciedade ocìdental " '' sucedida n: .. ..r"o...'... po. ..i ï ï.ro1... ...ï'.uu "''"'." rã íeoresenta iJ:ï:.i. - com o estado inìr ""'iaiiva * t .""ïT...i.'ia ï. i"i+.1.::i:::ï... u. As íorças sociais :#.

::c. lJe5ïe poi'lic. portanio. então. rnas que.rh vÌriucie do evento. 'ì- Essa '-i eiploraç{o .. cesenvcÍv:u u.eíìì releçãc com s:u próprio pai. pero brcqueio"ou interierência no uso cos rrrecaÍìrjinos co t3o que. por rÊnto i. pôÍ::íì- Em o'.. fstav... ou uín conf lito inÌef no inlâ.. e racionalizar a diÍiculdade paÍa sua muÍher. ie ma.l íníarto cc rniccércic e..tj- ? Freqüeniemente. A sciìa de seus sentimentos Cepressivos..r3reender c3sos srn qr: c sein condicões ce::. a escreveÍ o'iníorme científico final.cometido suícídío quando eìa era menina..ducão dos distúrbios intrapsíquicos e da formacão neurótica de sintoma.r. que iravia. .. foi. não obsiântd Épaz de modesta reaíizecão científica em virtucji ie seu relacicnamenio csfir o entre o aconiecimento exiei'no e o coníri:o intrapsÍquico. guJei'a eviÌar o ccnheciiìì3nii c: sau prôprl.de concentrafo). c. disposto a rnantê'lo com grandes pfesenÌes em dinheiro. ieve c. harjãm sico i.A r-ealidade exierna também pode proporcionar o veíqgl9 pelo qual.. de su: íalta cie .. GraÇas à realidade fato. Uma Enulher de 26 anos queixava-se do retorno de sua Cepressão... Conciui-se. deib*. Ccn:ucjo. dos siÁtomas ie mal artrculados e desoiganizidos. depois de ver televicausa €pareãÌie.:depencância exc:ssiva. dos deriv. as re:cões ao coniínuo conflito intrapsíquico tenderão ô perrnanecar q.á' vel de ïei pai rico. o índiv íduo ciesconhece eises associar-ões inconsc.1s' cienre. que. violência e Írê'úva ce .p. ccmo resultã.a cc.de.:. p:ria.'óómpreenrlia que ambos ei-am rerevanïes pur. Por exempio. desancadear ou re- I inc!":íc-o chec: a su:crlaí uma grance 31. com ronseqü:nie sensacão d: ansieCade: ciesenvclvirnenio de ouiros siniomas neuróticos. rÈspondeu que num o ierna era de :.a' um distúrbio neurótico esrabelecido. um distúrbio.3.i agudas ou intermitenï. rnanejados conìo se o distúrbio esi::'nc Íosçe e principal causa de dificulCade.ipiica mencs srr€sí c'J rraior s::..--.-r.Í a C:íesa aiiierior do eEc... um 94 / .rJência passi'.::co. às vezes. integraca-o urilizados pelo indivícuo. c.sÍação. também. o r3mein des:.A esposa. é iíustrada peta ocorrência ie urn resto diurno na íorm#a de um :onho. anieliorrnsÍìte.êt. ìl iì irl ..âniês c..scomcensa*-o (o pr-ision'. não resolvída. u:na forma€o.ias:e"'-rais.i siiuaçâc ia reaiiCace::'" '-r. O mesmo ocorreu nc seu plano financeilo.." l1ïo :r'.. (Encuantc ele pòde projetar. ca natureza dos *rcrnir.e C: i.c'os do impurso e. E-ORESTODIUÂNO I D _ A REALIDADE NOS PROCESSOS DE DEFESA ajucando a manrer um equir íbrio .'r. um hornem'cie ic aios...a ou -.õ. depoìs de unl irôtamento psicci*-.l: t:rn3 seiì fc ..ncs de defesa e.ierra que a ieâção ao aconiecimenrr cesencadeador foge ao reconhecimento consciente co I.jr..r..::.0.nf lito sexual e sua ansìeC.r. o egc escoihe üma.::.. nab pocjem mais ser utilizaclcp-. que an'teríormenie'ha'ia fer'to uso c'a ext'erna a:iviC:Ce e inCependênc.eíìtisia de 39 anos..:::iie cuidado.icar nã c3Íììd e ser pes:. ela não i -.. . e seu impacto no equitíbric psíquico.ientativa iatal de suicidio. depenCando Ca natureza io impuiso inconsciente.ios'senìirngntos e reeçoes... que o pacienie sente como inexplicáveìs. 's! tduer. com uma grave inibicãc ao ti-abalho. . Às ve:es.pôre n-'ais usar zquelas ief+sas.ico. Ìo. principalmente. lnquiriCa aceié i:t: : orôgr-amai Ce TV.-. à morre do pai fora causaca peta rearidade externa do conteúdo do programade TV.tias situacões.rvolveu grave imootència sexual.ra:ão sexuai. próp.. em 7erÍiçá. enquônIo o outro trade urna.s exierior for resolvído."" tempo quanto durar esta sÍtuacão exierna. Enquanto vía esses programas.-r' formacão do sonho. íeita'pelo ego. do paciente e. ugor=.icissitudes da reariciace e ós ieracionamenÌos do inCivíduo com seu meio externo podem.::us pr'óprio5 problem3s seri:-j icíí:ata::ae maniÍesios-) Ê:sa Íc:nuiacão ajuc:: cJí-.. pessoa que sofria uma agressão. o c-ue roinpeu seu equil Íbrio inirapsíquico.'En' do.1o .-''. -' ' Por ex:np!c. portantes na n:anurencão de un cquir íbric o'inânrico. relacionada aor rru raaaão. :: -' vás de r.r.eati. pcdem ser exieriorizados e.Este arranjo permitiu ao pacienie maior conforto e e$3bilidade em sua adapi:cão neurótica e uma re$ue-o na incidência de seus con{Ìitos neuróticos. através do trabatho cnírico.ó que nfuteriaiido possíúel se acontecesse o pai ser pobre.e:iiv: c:. íoi possíveN uma forma coníortáve! ce adaptacão CepsnCente Fassiva.: sinioma neuróiico nem d. .q realidade exierna.Dasmilhares cje p?rcepções e &ç?' riências cc inclivíduo no decorrer de um dia.Cuaido a situacão externa íoi .. ou s:^o aconiecirn€nto oustres. as.. sejo ce depe.. urrlcn-iern ti* i0 anos quei:<ou'se por muitos anos de irigiCez de sua esposa 3.1:a' raia e :l: não.u.. quencc á libert:cjo e a siiuaca-o de realid:de exiei'ne ir'..rira s:rr ce.".. isso pode apeieniat uÍ?3. um econtecimenio da rearidade extgÍnâ pocie servir como fator desencrie3nte de rrna descompensacão neurótic. PaÍa I c. :aya ..:s.ários mecanismos do ego.: i.crmacão i. sem uma "veio quando eu estêva pronta para deítar.a. e enáo desenvolve teÌs transtÕ:ios da Euer.. por exemplo. íorcar padrões de distúrbio neurótico. curcu-se da frigiCez e comecou a fazer exig3.

onttiio.r" tivas de resorução do confríto íntrapsíquico através da fcrmaçâo au lon. poderíarnos citar o indivíduo que. coÍno o funcionamento normal da mente. ffi..l. outro que pudesse servirà mesma função dinâmica o. ou -. i estaberecimento dessa formação pi-imária ds coi:rpromisro'pod. Inire os recóm-rascitjos há rna. como foi descrito anterÍorrnente. o benefício primário já Íoi eraborado . de ortro *"d". "lõ - túrbios psicopatológicos também existem... maniíestada. não sio especificamente resÌritos ès -a . fatores que determinam a aliernaiiva final da neurose. nc momento. duo que simura._io. o farc observado de argunrâs crianças ficarem satisfei.ïo desses impursos. vs)r.*ploraçaÌo maior de outros variacos acontecimentos. 96 I io pSíqÏ-ióõ-nõffiTffi ..ï. demonstrando menor reacâo.n_ luenciar o ambient: de modo mais favorável para si pró. nismoy'de adaptação não sa-o específicos.-caries ci'iíei-enças na irr:ensida.:r::::ïi... Embora seja possíver arguma generariza- A _ OS FATOffES CONSTITUCIONAIS um importanie papel e o dos fatores constiÌuc. No dia do sqnho. capítulo lll. Os fatores na escolha da Aol do neurose o dessas for ro nam en numa continuídade. podem oodem çr ser vi<t-. interigência. conscienremente. é provavermente ur-n re. ou esté. também. de mane. $o.váriai eìtidades nosológicas. Jrun- cíonamento e energia biorógica gerar.rnc.. .. 97 . nãô tìvesse ocorrido. estaberecendo-se como resurtante de outras foi-ças ínconscientes e dífi_ culrando ao indivíduo a renúncia da adapução neuróti* em favor de outra mais a rnadure f cída. ou as atitudes' em reracalo ao paciente. subseqüentemenie' em infruenciar ou modificar o ambienta do paciente..pro. pode haver maior ou me- nor intensidade na atividade especifica do impurso. tas corn maior rapidez.nirro inconsciente e restabeíecimento de um equilíbrío dinâmico. i.il...$ção externa e o conÍlíto Íntrapsíquico manifestado no sonho.riOo qgç1. embora de forma um tanlo diferente. o benefício secuncário tende-a perpetuar e reforçar a formação do sintoma. o aconteci'nentÕ Êxterno torna-se um objeto para o ceslocamento dos derívados do ímputso ou da' deíesas e' como tar. enquentc cutras manifesiem ÍespostaS de frustração rna- ciça e prorongada e outras. . dosobjetos com os qu:is ere inte:age. e a possibilidade de b:nef ício secundário não é fator importante na formação do sìntorna é nada mais que um bônus adicíona/' coniudo. embora de fornra mais brandá....". vários síntomas *r.'"'ï.Arém disso.i. os sintomas desenvolven-se inconscieniemente. DeÍa r'duerr. erÌ vÍrtud. .iÍarmo neurótico. nïu.o't" área em que a neuÍose e a rearidade interagem é o beneÍício secun- dário da enfermidade.. prímeiro lugar. recebe u. lativa cio iinpurso. -. conf orme as conseqüências dos faiores experirnentaís os fatores constitucíonais são também imporranies quanto à natureza das variadas funcões autônomas de seus aparelhos..ì. ccmo exempro.aconÍeòimento paÍricular. constitucionarmenta.diferenças específicas em sua íntensideCa. .. denüe os vários impuísos. liza- i.. conseqúénremenÌe.rln". maneira.._".. parece haver diferenças na intensidade congênita entre indivíduos àe impursos orais. ' F _CI BENEFICIOSECUNDÁRIO .-'ì iipo oe atenção iJiferente. no sentído de uma gama que vá do normal ao patológico e. de aparente dos irnpursos." co..rto oiurno. quesrão que..p€o. . A forrna mais e::remada de Desde que a natureza quaritativa dos confritos ìntrapsiquicos e dos meca'."atificanre. logia. màis g. oarecem mais capazes de aceitar a frustracão..i.. pode ser utirizâdo pero aparerho mentar na adaptação do conÍrito intrapsíquico.ï a compreensão compreÌa do desenvorvirnento e do conteúdo da neurose em qualquer momento particular ainda deve repousar no esiabelecimento ca relativ: importância dds vários fatores relevantes para tal caso. ..rrra. díspensadc Cc execuiar as tarefas desegradávels ou diÍÍceis que. ernbora se cesconhe- cam ainda os mecanismos por msio cios quais eles exercem sua infruência. deveria esperar.ra a proporpíonar maisganhos oL. ou ainda. ..Essa escorha é fundamentada na associacão incoi:sciente entre o acontecË mento Qg a perce. . ainda.por exemplo.rt-r-pol.o na intensiiêce u n. ou percepçõe1 . anaise fáricos. No indivÍduo neurótico. desempenham um pãper guanto às ciíerenças na intensidad. d. Essa arteróaiiva da neurose será a resurtante final da interaçâo ce uma variedade de forcas genéticas e dinâniicas. CÍe ser urn e.rt'elJo inarvr. e que muiios oo..onais.n.se apresen. tería f.rexo ijas diferencas constitucionais congênitas... habílidacie motora. enrre os normais.. .r*o. ' o f benef ício *. da resposta è fi'ustraç.-.to . L:-:l'ícros para o pacisnte. . Fatores como mEmória. vistos.ìuïru.. sssirn ccr.. **orì.. r. . mutros muitos oos dos mecantsmos mecanismos de integração i e adaptação.u .l. cujo uso contribui para o depenvorvimento da psicopatoroQia. já que evoluem durante o seu desenvolvimento. resurtar.t.-. capaci- 2O - Ver nora 15.

'-2menìe o sis:ema nervüio cerì:ral (€p: ii- çãa do ccnflitcOs cbjatos ::.1.s? da me:ãde da vida e velhice.dadê eÍn cada um destes p::..c:r:res: cr expressc-c co imp':'rlso ins:inii''c.'Jos serãc muito ou ieni:s.lenii:slac5:s de pertur-baçãc :erío esÍ.oiatedasituacãodeviciadoindivíduoduranteodecoíreÍdociesgnlclria 2l-i'. pocenco t:mbén': en.rlensicade com que são utiliz._ . e i. cias que tai.jieza Cos rnecãnismos A _ FATOfrES DÀ:XF:RIÊ}JCIA Cc. indiretarnente.c..sc :rbjacenie. .. ir' irrl .rên.'quiáiricas Ifatores constitucior.s de tais objetos inffuenciarão o nível f inal de amaCureclmgndo mesmo to do ego e os rrjocietos Ce integracão.\ A sreser!ça ou ausência desses objetos' principalmenie os primitivcs' íinal do ego.predtsposicões constitucionais para rup:J.ic.r ou cestigêt'n o uso c3 cuÌrls' D:sse na mü.s.rÍluenciarão definitivamente a natur€?a dog rnecanismos c'.Mes:::o menio.::tòn-ilc.j:o.'bu.cdcs vi'. Ítuenciar a natureza das adaptacões tciais psicologicas e ps. nos r. As p3l: sua pi"opcr'cicle r cbj:itts co cr-i:i::. i: ii.s.rriãni. cu a predisposicão para desvios filiológicos e a.onì.s.:l bo ego. cos iÍacos Ce caráter. A natureza das relações . Co pr:ce.ro já foi visto..nstìntivo. indiv Íc:c. erc=:eliie.-'ci ca.ia intensidaCe do irnpulsc. e. enquanto prevìna. Ua mesÍpê toíma pode h3ver. em que as para relacões subseqÜentes com cs Cbjeros co as Íanlis serqsem como protótipo anÌbiente externo. sició:ic:: e objeto a. . com outros indivíduos... il-t. rnas algumas serâo tsmbér -:.'mecanisrno psíquicc e a .! Ha.' rôrnicos especííicos.. que a s:tisfeção cu a Cor. nieit tarde. Finalmenle.-e:. com o óbieto é outro imponante faïot deiernrl' prinritivas experiêncìas innan:e na expeíiência de vìda do.feienies entidades nosológícas :. -.i.aís na esquizo?renia ou psicose maníacc-depr:.do pÈlo enb:-:nre exlerno ào ego e peles diíerantes açõesda rÈl.ies incluern o côÍá:er especíÍico das írus:rac5e$ e rri:s:i' pelâ quâl as criancas 3ci3piãm e Íesolvefiì Os conili' ções do irnpulso e a rnaneïÍa Ì*íÍsïicês sexuais secundérias poCe.-l slrn::órl. a naiureza. 1l. a-rravés Ce suas vivências..' Relações com o .3odaín peÍmÌiii' cu ie::ll? :n.. Essas identif icacões terão impoitanle ef e ãc3c:3resoi--ção de sìa tentativa vier a uriii::r que a cniailca cos mecarrismos se:r.l tl :r . cr.as cia.3 ou p:rturbacão cje natureïa esoecífica'.':a- in.ic".. as principaísl.' será .n-àì di. íru:iracão dos impulsos e nas experièn' . pilCe occíreí.cossomáticas. cria-s: :eÍequilíbíic dinârerco deviCo ao incremgnto .ais- t Obs:rra'se que nsste: períoCos Ce -iransforrnaçaìo vital é onde mais se Cesencadeia= cs FrccetsosFsiccpe$lógìcas.'erá conseqüencías n-ais di:elas.el9 inpor:ante íator de reorganizaçaïo que íepreseniam. primevcs tanrbén-r são irnportantes potqu: . pósierícres sei as ct:ìse' :. Sm iermoi iinãmicos. . em ía' objelos -çubsaquentes' mç<jo.). alterrrativ: ::: sinicn:'as neuróticos. assirn êomo os rnec. esses obietos atuaÍn de maneira da cliSnça ccrì relacionemÊnto possêm e o aconiecer.indivíduo. rno!éstias ou procgssos mdloc'os c: adaplacão ciispon ívsis. iníluencicr.:-i . Nestes mornenios.ro grande grupo de farores implícados na alteÍnatiyafinal é o da e>:::riência. degenerativor poseam cauçr às maneir:s ol . por meio dos quais a cíiançâ procìjra ce tipts Cs aiquire adaptacão e hoÍ'Ììeosiase.'podem.ii:. ou .r s:n. Ê seperegoes Ce ìuita inrilância com relacão ao desen'rolvimento ou parCas .-siva).lores e:(peíi:i:rìJis a serem elaboradcs.ian.Ì ' consiiiucionais. sJa suscgtibilidade ou im'-rnidacie para certas moléstías a procÊssos dcgenera r:. jã que estes íníluenciam a adapta'cão total. fur:ão rje Cefesa e de iniegracão.iitosque urn indivíduo enfrenta. Cs tcCos os í. ierninai:s pelA naiu. duian(e a lormação do sintoma neurólicc' ' -t''i- t' As variações somáricas..ïês..:l::-ose cál:L::. tais fatores constitucionaÍs operariarn mnclusivar:::nt: através das distorcões ou perturbações das funcões de íntegracão do ego.olvimento para o desenvolvinrcnio do próprio ego inlantil e do l Í :l ide:*iíicaçãu.es ye.lEumas d:s r._'.:s pa.eciÍìctmen:: ::. em ocasiões eÍn que as perturbac. ao Ciferene posicionamento exl:.jo. .rr inÍluenciar a Í:ãIuriza e aíoÍrna dos ccn. f..lham a ínf luenclar o modelo íinaid* aCaptacão e eiusiameniC' 99 s8 .. pela inteÍaca:o com identiíiCações ulte' e interações Emora tais co desenvolvimento. in:po. do mesmo modo.'os biolc. Essas experiênc..'. a.les:=: -1.:í.. assirn.re o iniivÍduo pÍovavelmente irá usar e. iir.ascular. através das consec.: c cìi:sen'.áriós sÌslemas qrgãnicos. O indivíduo será inf !uencíaCc.arivo eieiio e iniluènc.t::..'.ioSrupodffíatoresconstituc. crrÌiibuindo eì:o na natu:"eza senso de identidade. Co íuncinnamento biológico do próprio. com relacão eo d9s€nvo::'imenio dos siniomas nguíóticoi ne:::. Corno foi itustrado anteriorrnente.'::n.spoAemserinclufdasasdirasCaies rìtaisctés:'4s iaCol:icãasìa. os objelcs peternos também exeícsin signiíic. ouì.orajar ou í3ccíìi:3nsar cgíic sia.. de.'r gi. cerl.-o â iì-ì:urcze c: sua adaptacão 'oial e.--.-.Je vida subseqüentes ieìs Õbjeros tende a repÊtir-se nas situações tanrbénÌmuitc são de rel:cões cbjeto primìti. ec iì-'3sino c? ïi3r q-u pio.nismoi de adaptação que eÍnpÍegi pare lidar com tais confliios- mêis tarde. eic.::'alar. o caráteída adapEcão íinal.

and Anrroplogy' ln:e. Ëm uma ansiedade.^rr nnitpm ier dive:-sas consecirúrgìcos na infáncia podem ter Cive:-sas Por exemplo.ue não podem' por este en' q.podendo.requerem.qüências não terão lr t..:uiose.rápídasdecisõesouinteruençõesnoi. 100 t .r.'"t#:ï t i r i ca ç o 0. Geza t1950-19õtill' Psychoanalys.^. meniodopaciente.io^.|to' exierna.rção i trapsíquicas...-terna e de coisascomo dor' desconforio "*u' :-iI' ll:Ïïi :ïï:::: . anos' doobieto.ie iraunrético' ios anì. de todoi os fatores mencionados aciróticos requer uma compreensão integrada cepois de amplo esiuco e investigação rna. t'ipotético visanclo à aìiernariva de i.'ï'_1:.:Frêuticê.':n:'ïï :ï:'ïi'ilï..^^-c^.ï:l::ï. l.Sidney(1962}. Jacob (1969). e indivíduo "tttï.ï.:en..s TARAcHow.::ïfi : ::'":.rrnu. Nova lorque'The sense of realityandv:lusoítheanaiystasanecessaryíac' NOVÉY.. "'ã fantasy and di:tuêances oÍ coiscicus experience"' ARIOW.ntu.favoreceradaptacõeseintegraçõesmais podem tir conseqüêndias opostas.-0"'"-tg'jo''""runcão e' portânto' umaÍunção O" rância Co âcontecrrnenroiraumático :. mâ5 da pess^" 1ra época da ocor- 11 :ï1t iì.c e essas inferên.. ::: ï:ï:' i:.eC' '-- Âtííed A' Knopf' HENDRICK.1 ' tritnç' dessa mores supoÍtado' a sexualidade' desenvolvimento' com conf lìtos sobre de edípica aue está na fase provavelmentet poÍ fantasias de castração um processo cirúrgico "'ponúuel' por *ou-''* e possíver castigo reagirá ao aconteclme provavelmente Ca f utanaiu.ìttatt de obieto qtlrnti11t.etc. uf. .. "Unconscious PsYchoana!' Ouart' 33.Samuel (1966). ct :^{r^. visando a alternativar c sígniÍicaccs rje vários sin' lizações e inferência. . Facts and -. estimulanCo e favorecendo qual indìvíduo o ao au*.s ou íormações de caráter.::.. Helen 119521.'^'Ï: *.dessamaneira.doiraa.ï:'::ï:::::::ï:ï::i.na"íor:al Universitie! ROHEIM.luu de sintomas neuróticos finais' Press. podem Cs Scontecimentos .': ":-: ïi:: :11i. Algumas experièncias in' perturbações as e a distorçã'o diminuir e gstabilidade tendência a reÍorçar a ão ã:ï. caete.lo "" '-.(1969).Ousodetaisinferênciasegen*alizações'comoumtÍaDalho é láliio no conjul.. gico' 13'ïlj:. lacunas na sua compreensão específica' Napráticaclínìca.. em 5eu UmaformulaçãccompletadaorigemedossiEnificadosdcssintomasneu. Franz & ROSS.:..".. que os dadcs co pacieni: especíÍico as con' cias são reconhecidas como tais até firmem ou invalidem. e medo co processo ctrur' .. nâ? Ìratamos ser bem compreendido gut. lsto é teoricamente possível apenas e mesmo enlãoainda peím:necem grandes iarn g.. ainda. .contudo.. processos compadiretamentê ser motivci' q.-- ':r^-rânÊrçistêntessituações'deconflitonãoresolvidasepontosdeim' do ego' que' porr)tru (urrr\ oulsó ou Íixação I. Lo.ï:J.s' levar em consiCeracão outros fatores signrircaoc psíquico' sern radas.i JlÏ ee'^': -significativas conseqüências PUue'. Theories torinPsychoanalysis"'/nt' F'Psycho'Anal'47'192' ^----rrrÀi. "Fantasy.ï] Jiï' " 1' "' ï :':: :'.u. L . o sÍress rupmaiores perturbacões intrapsíquicas e total insiabilidade e 4ecificamenÌe tura do eqriilíbrio dinãmico" - resolução' Verif icação da vida O irauma e as vicissitucies é o caráter e a intenna alternativa íinal da neurose Ouiro fator importante ou sidadedasdiferenteseinevitáveisexperiênciasesituacõestraunráiicasàsquaiso que podem provocar diverscs tipos de adaptaçao egtá exposto.il..::::i:::.:.. grande impacto j.ôr.d r õ e s d e i den ....ï.'r*.oientais aiuciaram T:l:'::]:0"' a inreg..::.jáquesãoestasasexperiênciasintrapsíquicasprimáriaseosteidade' Numa criança normal' de 5 Leitura sugericía po'''-t Dynamic Psychiatrl' Uni..'1ï#..O.43' 377."oi:::l. Outras está eiposto..1.. i" : ï :". já que a9 pressões Ca situaça-o clíni' tomas neuróticos..1:::::. interna' de tal experiência' A realidade psíquica' também da realidade -tlïll1Ï.ersity oí Chicago ALEXANDER. rnecessários à süa conteniÉo ou -souÍs e.lnlerpreìa.'ar ou licar ccm o aconieclnltnto.rtf ao concluir o tratâmento). isto é''de sadias e mais amadurecidas.ï '..".ionandrealityinpsychotarap Anal.t..:ï'"'j.H. deixar traumáticos trautÍlatruu).. lves (1958)..':r:ss.i* psicológÌca. causará t'itntuïo"n'l' de 2 anos' tal impa-cto provavelmenteou perda fig"t dos pais' Íaniasias de abandono devido à *01'*o d' volvidos..nerôoÍyandrealitylcxitu"'Psychoana!'Quan'33':8' of PsJchaanatysìs' 3.o p' r 0utrogrupodefatoressãoasvicissitudesacidentaisdavidaeoimpacto com daquelas que poderão ter ocorrido '-ïi:-:"*"sidade terão que podem causar na experiência total do indivíduo. o.:'.Ï. sobre os mecanismos i.énecessáriofazer'::'raquan:iC:ciedegenera- precoces. n."ï:J.l.:.

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*. ele a deixava em casa cedo à noite. nrior se apresenta. Uma mulher. Nesse caso.a que o objefo possa ser utilizado como auxílbr na de- obj'etos externos. ou quênto rnais intensa for a defesa contra este impulso.. mente. :' conÍlito básico permaneça inconsciente.-humano. teiteradamente. ou projei. a existência de adartacões neuróticas intrapsíquicas inconscientes obrigará o indivíduo â procuiar objetos no mundo exterior que sej:r: ::. ou para usá-los na defesa contra outrcs impulsos. o inciivÍduo :macíurecicio tenderá a fazer escolhas sedlbs de ol-. projecão.:. permitindo a diminuiça-o do impacto total do conflito _. not?ra que. pode ocorrer através c: rnanifestacão de um derivado do impulso inconsciente.. e se relaci/ nâva com elas de maneira que punicão a ou o deiengano acontecessem repetida- Ouanto mais a escolha desse o!$eto esti- proposttcs tnconsctentes (pessoa dependente de alguém que necessita & depen.. etc'). gratif icantes para os vários impulsos e deri- tipo de interação pelo aual o indivíduo se compromete com os objetos externos.

: i: ll..'::t:'^ï.?Ï' .t*t de adapta$o A :: * ìuuo.:i::ï:'"'r""ïI iT ã.."r..i..illl..*... ll::..g .l1:ï s básica ad s hurn . como Eaiitho.l.J.ï 92 iearìzafo : :ï.orr:cionais ou de com' suieitos a tipos modalos esses diferenìes :. fruttração .. assim' .ïï.:ï::::. deve c ração e Para - de tais ccnflitos' t"Ãu P'in"iPul '..1""ïì m e n'l o a : l: i ïiiï : T ï:* *ru:: #:.'as.ï..:ì 10 ou' "t" 1'^ ::: ll::: :'::ï"*:i:#iïï..*l*ru '..ruoo. .r' levar irnçr . i .?iïÍ."J..ï:'-ffffffi'Ë Hilffi ï::"::..e:("e-'ror1cârtr- diÍe' conscìz. um aumento da :ïff ndo u m o de s!stemas irnptica a ACONTECIt!ìÉNTOS * J*.es Ï iïf t ." ta' . :.r::::lilr:"":l'. .. ã"t.j:: cas sociais sobre e .apsíquico e fechadura..". a desccnipensaçao au e..J:Ïo"::iJil: 'lTÏ. ::il..'ïl ..'' " " " "io ou a falta de astímulo f "t..':ente sro mo.: :J"ï ::::ï :ï.ï. o inreresse ot'otllltlt^.hil de estados de afeto' " n a' "'' co niacim."ì.ï :ï:""'.". o clesenvolvìmt"t" :tlf-t::.ï:: descargadìreta a rj^. ffi ï l l.ii "0.#'51:..fi ï i i' Ïi f ."l*...orrão que todos ser lembraoo cìw nos oorrante papel T':::::"...ï ..... ïr.ia Í.i": "" !.0"'0..*.. "ï..ï:'Ï:*l:i:rllÏii"ï.: l::i ï :.. *.ï::':':':'.ï.j j : :'j. ii.t.. l*ïr .ì.ti ol::^Ï.l ïm.'.rtimutao: otli-t::....i.:*:J. I . r. o "' ï.nitl.Ï::ïf iti'ï:"l ' "u" 'ï.o n.^.. :ii. bst .J ïi ".0ï. direrençes **. iet.:ï::ï1:*:1ï:i.'..ïl^.a.ï.ã*" ff que "ïi.ffi: Íe' tmputso t:''^'::::.'ï:ïï:T::1.'esr essivo s de condu t::"'-':1.. tt "lttul-u"".'. ís ica' Í .."""'"1''::ïl'..:..::.o .ïlïrì'. n'u.or. - cuItu'ais e poI ítì..::*Ï'. "' .'.ïlÏ. . . onda ï'i*'"'"''*" ï:Ï: :J::::lïi::ff a conirsuração iá't':':: :::: através 1"'*::1'j::'JiÏ.t"J..:ïï :ï -o:o" co m o u so ^''jljl 0...:.^ do cão da expressão ncíouica provoca comporiamentos l#o...'.:. Ém tal situação. :"15 ..: ::jï ï ï:i:ilï:":.ional ou co de senvol"'irn'rnto' !'odem lïflf-"'o. o. :'."'r. .rnt" ÏoÍci cionamento entfe .:.oniiito inconsci e a pré-ex:í"-rr'ì-. .ï' :ï ï1i : ï.'X..ïln*iÏ:l..úouc.:* il lï # trlJï..'.J.r.ï...'" : Jïl : i1ff .j:ïffiïl.":'r. insignificante:'.'. podam.:::j[':1. : contíoìe Oo €9v' pacidade pata alcançar...'3 i i' {1'.'"ï::::.Ï iË fï.: .. ol^.o.1ï..."ï"i"":Ë::"?f .ï. .. "i i *: : : ::'. servem como L"t' tourto'':t'T:::r" de atituc:s válid-os co esPecíf icos :' : : ï.* e reforcam J..:J.ç'' a DESENÚADTADORES ' ae .e.*.:ïJ::. ï :..tornano:. er o s :' "..r""iï.r"*nu dìreta dotror.'..' ".:: :.r"""Ï'j::ï.' ":ll .to...i. pa:ecer uma respc:^ra ao stress. ï.:' .: : :ï l' .ff üfiliiffi :ffi ..""Ïï:L'i:re- il. ::"..i::il|.. :n :ilil:. culturais deierminarão :::.'.:iË.^.." "'.n.1ï.ïlï.* .u. ï ïJ. f : JJfÏï f *í*:'* Íente para oYtro exterior o siress -assocre':r35 '":': " icas específ xões i" i' .. cracão e adaPtacão' :::ï. a forma í:.u*1" ï"^ ig fu i'.. '"'"áver vai-se..r.'J-. ... i :ï'"'u. ou Íracassc c: :Í. Jffiï indlv^l:J..:1": dários ou a ïecnadu" o'... ienio ..4j :ffil...r .ïi ï ::ï oo.ï'. pode...:.j:ïü. .:''i''n"'i'*.'.ro*àgn1s g3ixa mesma toteesta Se s prazo.":-.uu. :':::ï."'mxi LïL'ff iltïff são tais tÍaços de caráter inciivíduos i'i*:JïÏt'fr o tnotv trtr.tt tt u*ot''u"t't s an a e C A ceÍiciâr..51.ïï: ..onrecenco ::r '-t"-''='t o'l'tï-" ego pa:'a c1o'n1'ot"t' ï'ttt*'11':-t''JJ....t.ï ï'.ï. : #: .r!ï g. pode ter sis:riÍicado .ï...il ï ï... o"i' n'uoo *' :*#*['j***.::::ï::tolebem sucedtda ''o'ã..*enre.. ct p ad r õ e s ff* ïf i1f.nto." ïÏ. ^o..." contudo.n.".. ï :. ::ïJ ::ï.. .-r.."ruar. p erabusdassociedades:lïïË.::ï:'.""..::.."'. ïï0.:'r.Ju...r...-. e estabelecicoì..:':. do superego assim' para transmi''idas' ttti''ot'u'' que são quase sempre nt'-t-ç-t h:m scciedade ocìdental " '' sucedida n: .. ..r"o...'... po. ..i ï ï.ro1... ...ï'.uu "''"'." rã íeoresenta iJ:ï:.i. - com o estado inìr ""'iaiiva * t .""ïT...i.'ia ï. i"i+.1.::i:::ï... u. As íorças sociais :#.

::c. lJe5ïe poi'lic. portanio. então. rnas que.rh vÌriucie do evento. 'ì- Essa '-i eiploraç{o .. cesenvcÍv:u u.eíìì releçãc com s:u próprio pai. pero brcqueio"ou interierência no uso cos rrrecaÍìrjinos co t3o que. por rÊnto i. pôÍ::íì- Em o'.. fstav... ou uín conf lito inÌef no inlâ.. e racionalizar a diÍiculdade paÍa sua muÍher. ie ma.l íníarto cc rniccércic e..tj- ? Freqüeniemente. A sciìa de seus sentimentos Cepressivos..r3reender c3sos srn qr: c sein condicões ce::. a escreveÍ o'iníorme científico final.cometido suícídío quando eìa era menina..ducão dos distúrbios intrapsíquicos e da formacão neurótica de sintoma.r. que iravia. .. foi. não obsiântd Épaz de modesta reaíizecão científica em virtucji ie seu relacicnamenio csfir o entre o aconiecimento exiei'no e o coníri:o intrapsÍquico. guJei'a eviÌar o ccnheciiìì3nii c: sau prôprl.de concentrafo). c. disposto a rnantê'lo com grandes pfesenÌes em dinheiro. ieve c. harjãm sico i.A r-ealidade exierna também pode proporcionar o veíqgl9 pelo qual.. de su: íalta cie .. GraÇas à realidade fato. Uma Enulher de 26 anos queixava-se do retorno de sua Cepressão... Conciui-se. deib*. Ccn:ucjo. dos siÁtomas ie mal artrculados e desoiganizidos. depois de ver televicausa €pareãÌie.:depencância exc:ssiva. dos deriv. as re:cões ao coniínuo conflito intrapsíquico tenderão ô perrnanecar q.á' vel de ïei pai rico. o índiv íduo ciesconhece eises associar-ões inconsc.1s' cienre. que. violência e Írê'úva ce .p. ccmo resultã.a cc.de.:. p:ria.'óómpreenrlia que ambos ei-am rerevanïes pur. Por exempio. desancadear ou re- I inc!":íc-o chec: a su:crlaí uma grance 31. com ronseqü:nie sensacão d: ansieCade: ciesenvclvirnenio de ouiros siniomas neuróticos. rÈspondeu que num o ierna era de :.a' um distúrbio neurótico esrabelecido. um distúrbio.3.i agudas ou intermitenï. rnanejados conìo se o distúrbio esi::'nc Íosçe e principal causa de dificulCade.ipiica mencs srr€sí c'J rraior s::..--.-r.Í a C:íesa aiiierior do eEc... um 94 / .rJência passi'.::co. às vezes. integraca-o urilizados pelo indivícuo. c.sÍação. também. o r3mein des:.A esposa. é iíustrada peta ocorrência ie urn resto diurno na íorm#a de um :onho. anieliorrnsÍìte.êt. ìl iì irl ..âniês c..scomcensa*-o (o pr-ision'. não resolvída. u:na forma€o.ias:e"'-rais.i siiuaçâc ia reaiiCace::'" '-r. O mesmo ocorreu nc seu plano financeilo.." l1ïo :r'.. (Encuantc ele pòde projetar. ca natureza dos *rcrnir.e C: i.c'os do impurso e. E-ORESTODIUÂNO I D _ A REALIDADE NOS PROCESSOS DE DEFESA ajucando a manrer um equir íbrio .'r. um hornem'cie ic aios...a ou -.õ. depoìs de unl irôtamento psicci*-.l: t:rn3 seiì fc ..ncs de defesa e.ierra que a ieâção ao aconiecimenrr cesencadeador foge ao reconhecimento consciente co I.jr..r..::.0.nf lito sexual e sua ansìeC.r. o egc escoihe üma.::.. nab pocjem mais ser utilizaclcp-. que an'teríormenie'ha'ia fer'to uso c'a ext'erna a:iviC:Ce e inCependênc.eíìtisia de 39 anos..:::iie cuidado.icar nã c3Íììd e ser pes:. ela não i -.. . e seu impacto no equitíbric psíquico.ientativa iatal de suicidio. depenCando Ca natureza io impuiso inconsciente.ios'senìirngntos e reeçoes... que o pacienie sente como inexplicáveìs. 's! tduer. com uma grave inibicãc ao ti-abalho. . Às ve:es.pôre n-'ais usar zquelas ief+sas.ico. Ìo. principalmente. lnquiriCa aceié i:t: : orôgr-amai Ce TV.-. à morre do pai fora causaca peta rearidade externa do conteúdo do programade TV.tias situacões.rvolveu grave imootència sexual.ra:ão sexuai. próp.. em 7erÍiçá. enquônIo o outro trade urna.s exierior for resolvído."" tempo quanto durar esta sÍtuacão exierna. Enquanto vía esses programas.-r' formacão do sonho. íeita'pelo ego. do paciente e. ugor=.icissitudes da reariciace e ós ieracionamenÌos do inCivíduo com seu meio externo podem.::us pr'óprio5 problem3s seri:-j icíí:ata::ae maniÍesios-) Ê:sa Íc:nuiacão ajuc:: cJí-.. pessoa que sofria uma agressão. o c-ue roinpeu seu equil Íbrio inirapsíquico.'En' do.1o .-''. -' ' Por ex:np!c. portantes na n:anurencão de un cquir íbric o'inânrico. relacionada aor rru raaaão. :: -' vás de r.r.eati. pcdem ser exieriorizados e.Este arranjo permitiu ao pacienie maior conforto e e$3bilidade em sua adapi:cão neurótica e uma re$ue-o na incidência de seus con{Ìitos neuróticos. através do trabatho cnírico.ó que nfuteriaiido possíúel se acontecesse o pai ser pobre.e:iiv: c:. íoi possíveN uma forma coníortáve! ce adaptacão CepsnCente Fassiva.: sinioma neuróiico nem d. .q realidade exierna.Dasmilhares cje p?rcepções e &ç?' riências cc inclivíduo no decorrer de um dia.Cuaido a situacão externa íoi .. ou s:^o aconiecirn€nto oustres. as.. sejo ce depe.. urrlcn-iern ti* i0 anos quei:<ou'se por muitos anos de irigiCez de sua esposa 3.1:a' raia e :l: não.u.. quencc á libert:cjo e a siiuaca-o de realid:de exiei'ne ir'..rira s:rr ce.".. isso pode apeieniat uÍ?3. um econtecimenio da rearidade extgÍnâ pocie servir como fator desencrie3nte de rrna descompensacão neurótic. PaÍa I c. :aya ..:s.ários mecanismos do ego.: i.crmacão i. sem uma "veio quando eu estêva pronta para deítar.a. e enáo desenvolve teÌs transtÕ:ios da Euer.. por exemplo. íorcar padrões de distúrbio neurótico. curcu-se da frigiCez e comecou a fazer exig3.

onttiio.r" tivas de resorução do confríto íntrapsíquico através da fcrmaçâo au lon. poderíarnos citar o indivíduo que. coÍno o funcionamento normal da mente. ffi..l. outro que pudesse servirà mesma função dinâmica o. ou -. i estaberecimento dessa formação pi-imária ds coi:rpromisro'pod. Inire os recóm-rascitjos há rna. como foi descrito anterÍorrnente. o benefício primário já Íoi eraborado . de ortro *"d". "lõ - túrbios psicopatológicos também existem... maniíestada. não sio especificamente resÌritos ès -a . fatores que determinam a aliernaiiva final da neurose. nc momento. duo que simura._io. o farc observado de argunrâs crianças ficarem satisfei.ïo desses impursos. vs)r.*ploraçaÌo maior de outros variacos acontecimentos. 96 I io pSíqÏ-ióõ-nõffiTffi ..ï. demonstrando menor reacâo.n_ luenciar o ambient: de modo mais favorável para si pró. nismoy'de adaptação não sa-o específicos.-caries ci'iíei-enças na irr:ensida.:r::::ïi... Embora seja possíver arguma generariza- A _ OS FATOffES CONSTITUCIONAIS um importanie papel e o dos fatores constiÌuc. No dia do sqnho. capítulo lll. Os fatores na escolha da Aol do neurose o dessas for ro nam en numa continuídade. podem oodem çr ser vi<t-. interigência. conscienremente. é provavermente ur-n re. ou esté. também. de mane. $o.váriai eìtidades nosológicas. Jrun- cíonamento e energia biorógica gerar.rnc.. .. 97 . nãô tìvesse ocorrido. estaberecendo-se como resurtante de outras foi-ças ínconscientes e dífi_ culrando ao indivíduo a renúncia da adapução neuróti* em favor de outra mais a rnadure f cída. ou as atitudes' em reracalo ao paciente. subseqüentemenie' em infruenciar ou modificar o ambienta do paciente..pro. pode haver maior ou me- nor intensidade na atividade especifica do impurso. tas corn maior rapidez.nirro inconsciente e restabeíecimento de um equilíbrío dinâmico. i.il...$ção externa e o conÍlíto Íntrapsíquico manifestado no sonho.riOo qgç1. embora de forma um tanlo diferente. o benefício secuncário tende-a perpetuar e reforçar a formação do sintoma. o aconteci'nentÕ Êxterno torna-se um objeto para o ceslocamento dos derívados do ímputso ou da' deíesas e' como tar. enquentc cutras manifesiem ÍespostaS de frustração rna- ciça e prorongada e outras. . dosobjetos com os qu:is ere inte:age. e a possibilidade de b:nef ício secundário não é fator importante na formação do sìntorna é nada mais que um bônus adicíona/' coniudo. embora de fornra mais brandá....". vários síntomas *r.'"'ï.Arém disso.i. os sintomas desenvolven-se inconscieniemente. DeÍa r'duerr. erÌ vÍrtud. .iÍarmo neurótico. nïu.o't" área em que a neuÍose e a rearidade interagem é o beneÍício secun- dário da enfermidade.. prímeiro lugar. recebe u. lativa cio iinpurso. -. conf orme as conseqüências dos faiores experirnentaís os fatores constitucíonais são também imporranies quanto à natureza das variadas funcões autônomas de seus aparelhos..ì. ccmo exempro.aconÍeòimento paÍricular. constitucionarmenta.diferenças específicas em sua íntensideCa. .. denüe os vários impuísos. liza- i.. conseqúénremenÌe.rln". maneira.._".. parece haver diferenças na intensidade congênita entre indivíduos àe impursos orais. ' F _CI BENEFICIOSECUNDÁRIO .-'ì iipo oe atenção iJiferente. no sentído de uma gama que vá do normal ao patológico e. de aparente dos irnpursos." co..rto oiurno. quesrão que..p€o. . A forrna mais e::remada de Desde que a natureza quaritativa dos confritos ìntrapsiquicos e dos meca'."atificanre. logia. màis g. oarecem mais capazes de aceitar a frustracão..i.. pode ser utirizâdo pero aparerho mentar na adaptação do conÍrito intrapsíquico.ï a compreensão compreÌa do desenvorvirnento e do conteúdo da neurose em qualquer momento particular ainda deve repousar no esiabelecimento ca relativ: importância dds vários fatores relevantes para tal caso. ..rrra. díspensadc Cc execuiar as tarefas desegradávels ou diÍÍceis que. ernbora se cesconhe- cam ainda os mecanismos por msio cios quais eles exercem sua infruência. deveria esperar.ra a proporpíonar maisganhos oL. ou ainda. ..Essa escorha é fundamentada na associacão incoi:sciente entre o acontecË mento Qg a perce. . ainda.por exemplo.rt-r-pol.o na intensiiêce u n. ou percepçõe1 . anaise fáricos. No indivÍduo neurótico. desempenham um pãper guanto às ciíerenças na intensidad. d. Essa arteróaiiva da neurose será a resurtante final da interaçâo ce uma variedade de forcas genéticas e dinâniicas. CÍe ser urn e.rt'elJo inarvr. e que muiios oo..onais.n.se apresen. tería f.rexo ijas diferencas constitucionais congênitas... habílidacie motora. enrre os normais.. .r*o. ' o f benef ício *. da resposta è fi'ustraç.-.to . L:-:l'ícros para o pacisnte. . Fatores como mEmória. vistos.ìuïru.. sssirn ccr.. **orì.. r. . mutros muitos oos dos mecantsmos mecanismos de integração i e adaptação.u .l. cujo uso contribui para o depenvorvimento da psicopatoroQia. já que evoluem durante o seu desenvolvimento. resurtar.t.-. capaci- 2O - Ver nora 15.

'-2menìe o sis:ema nervüio cerì:ral (€p: ii- çãa do ccnflitcOs cbjatos ::.1.s? da me:ãde da vida e velhice.dadê eÍn cada um destes p::..c:r:res: cr expressc-c co imp':'rlso ins:inii''c.'Jos serãc muito ou ieni:s.lenii:slac5:s de pertur-baçãc :erío esÍ.oiatedasituacãodeviciadoindivíduoduranteodecoíreÍdociesgnlclria 2l-i'. pocenco t:mbén': en.rlensicade com que são utiliz._ . e i. cias que tai.jieza Cos rnecãnismos A _ FATOfrES DÀ:XF:RIÊ}JCIA Cc. indiretarnente.c..sc :rbjacenie. .. ir' irrl .rên.'quiáiricas Ifatores constitucior.s de tais objetos inffuenciarão o nível f inal de amaCureclmgndo mesmo to do ego e os rrjocietos Ce integracão.\ A sreser!ça ou ausência desses objetos' principalmenie os primitivcs' íinal do ego.predtsposicões constitucionais para rup:J.ic.r ou cestigêt'n o uso c3 cuÌrls' D:sse na mü.s.rÍluenciarão definitivamente a natur€?a dog rnecanismos c'.Mes:::o menio.::tòn-ilc.j:o.'bu.cdcs vi'. Ítuenciar a natureza das adaptacões tciais psicologicas e ps. nos r. As p3l: sua pi"opcr'cicle r cbj:itts co cr-i:i::. i: ii.s.rriãni. cu a predisposicão para desvios filiológicos e a.onì.s.:l bo ego. cos iÍacos Ce caráter. A natureza das relações . Co pr:ce.ro já foi visto..nstìntivo. indiv Íc:c. erc=:eliie.-'ci ca.ia intensidaCe do irnpulsc. e. enquanto prevìna. Ua mesÍpê toíma pode h3ver. em que as para relacões subseqÜentes com cs Cbjeros co as Íanlis serqsem como protótipo anÌbiente externo. sició:ic:: e objeto a. . com outros indivíduos... il-t. rnas algumas serâo tsmbér -:.'mecanisrno psíquicc e a .! Ha.' rôrnicos especííicos.. que a s:tisfeção cu a Cor. nieit tarde. Finalmenle.-e:. com o óbieto é outro imponante faïot deiernrl' prinritivas experiêncìas innan:e na expeíiência de vìda do.feienies entidades nosológícas :. -.i.aís na esquizo?renia ou psicose maníacc-depr:.do pÈlo enb:-:nre exlerno ào ego e peles diíerantes açõesda rÈl.ies incluern o côÍá:er especíÍico das írus:rac5e$ e rri:s:i' pelâ quâl as criancas 3ci3piãm e Íesolvefiì Os conili' ções do irnpulso e a rnaneïÍa Ì*íÍsïicês sexuais secundérias poCe.-l slrn::órl. a naiureza. 1l. a-rravés Ce suas vivências..' Relações com o .3odaín peÍmÌiii' cu ie::ll? :n.. Essas identif icacões terão impoitanle ef e ãc3c:3resoi--ção de sìa tentativa vier a uriii::r que a cniailca cos mecarrismos se:r.l tl :r . cr.as cia.3 ou p:rturbacão cje natureïa esoecífica'.':a- in.ic".. as principaísl.' será .n-àì di. íru:iracão dos impulsos e nas experièn' . pilCe occíreí.cossomáticas. cria-s: :eÍequilíbíic dinârerco deviCo ao incremgnto .ais- t Obs:rra'se que nsste: períoCos Ce -iransforrnaçaìo vital é onde mais se Cesencadeia= cs FrccetsosFsiccpe$lógìcas.'erá conseqüencías n-ais di:elas.el9 inpor:ante íator de reorganizaçaïo que íepreseniam. primevcs tanrbén-r são irnportantes potqu: . pósierícres sei as ct:ìse' :. Sm iermoi iinãmicos. . em ía' objelos -çubsaquentes' mç<jo.). alterrrativ: ::: sinicn:'as neuróticos. assirn êomo os rnec. esses obietos atuaÍn de maneira da cliSnça ccrì relacionemÊnto possêm e o aconiecer.indivíduo. rno!éstias ou procgssos mdloc'os c: adaplacão ciispon ívsis. iníluencicr.:-i . Nestes mornenios.ro grande grupo de farores implícados na alteÍnatiyafinal é o da e>:::riência. degenerativor poseam cauçr às maneir:s ol . por meio dos quais a cíiançâ procìjra ce tipts Cs aiquire adaptacão e hoÍ'Ììeosiase.'podem.ii:. ou .r s:n. Ê seperegoes Ce ìuita inrilância com relacão ao desen'rolvimento ou parCas .-siva).lores e:(peíi:i:rìJis a serem elaboradcs.ian.Ì ' consiiiucionais. sJa suscgtibilidade ou im'-rnidacie para certas moléstías a procÊssos dcgenera r:. jã que estes íníluenciam a adapta'cão total. fur:ão rje Cefesa e de iniegracão.iitosque urn indivíduo enfrenta. Cs tcCos os í. ierninai:s pelA naiu. duian(e a lormação do sintoma neurólicc' ' -t''i- t' As variações somáricas..ïês..:l::-ose cál:L::. tais fatores constitucionaÍs operariarn mnclusivar:::nt: através das distorcões ou perturbações das funcões de íntegracão do ego.olvimento para o desenvolvinrcnio do próprio ego inlantil e do l Í :l ide:*iíicaçãu.es ye.lEumas d:s r._'.:s pa.eciÍìctmen:: ::. em ocasiões eÍn que as perturbac. ao Ciferene posicionamento exl:.jo. .rr inÍluenciar a Í:ãIuriza e aíoÍrna dos ccn. f..lham a ínf luenclar o modelo íinaid* aCaptacão e eiusiameniC' 99 s8 .. pela inteÍaca:o com identiíiCações ulte' e interações Emora tais co desenvolvimento. in:po. do mesmo modo.'os biolc. Essas experiênc..'. a.les:=: -1.:í.. assirn.re o iniivÍduo pÍovavelmente irá usar e. iir.ascular. através das consec.: c cìi:sen'.áriós sÌslemas qrgãnicos. O indivíduo será inf !uencíaCc.arivo eieiio e iniluènc.t::..'.ioSrupodffíatoresconstituc. crrÌiibuindo eì:o na natu:"eza senso de identidade. Co íuncinnamento biológico do próprio. com relacão eo d9s€nvo::'imenio dos siniomas nguíóticoi ne:::. Corno foi itustrado anteriorrnente.'::n.spoAemserinclufdasasdirasCaies rìtaisctés:'4s iaCol:icãasìa. os objelcs peternos também exeícsin signiíic. ouì.orajar ou í3ccíìi:3nsar cgíic sia.. de.'r gi. cerl.-o â iì-ì:urcze c: sua adaptacão 'oial e.--.-.Je vida subseqüentes ieìs Õbjeros tende a repÊtir-se nas situações tanrbénÌmuitc são de rel:cões cbjeto primìti. ec iì-'3sino c? ïi3r q-u pio.nismoi de adaptação que eÍnpÍegi pare lidar com tais confliios- mêis tarde. eic.::'alar. o caráteída adapEcão íinal.

and Anrroplogy' ln:e. Ëm uma ansiedade.^rr nnitpm ier dive:-sas consecirúrgìcos na infáncia podem ter Cive:-sas Por exemplo.ue não podem' por este en' q.podendo.requerem.qüências não terão lr t..:uiose.rápídasdecisõesouinteruençõesnoi. 100 t .r.'"t#:ï t i r i ca ç o 0. Geza t1950-19õtill' Psychoanalys.^. meniodopaciente.io^.|to' exierna.rção i trapsíquicas...-terna e de coisascomo dor' desconforio "*u' :-iI' ll:Ïïi :ïï:::: . anos' doobieto.ie iraunrético' ios anì. de todoi os fatores mencionados aciróticos requer uma compreensão integrada cepois de amplo esiuco e investigação rna. t'ipotético visanclo à aìiernariva de i.'ï'_1:.:Frêuticê.':n:'ïï :ï:'ïi'ilï..^^-c^.ï:l::ï. l.Sidney(1962}. Jacob (1969). e indivíduo "tttï.ï.:en..s TARAcHow.::ïfi : ::'":.rrnu. Nova lorque'The sense of realityandv:lusoítheanaiystasanecessaryíac' NOVÉY.. "'ã fantasy and di:tuêances oÍ coiscicus experience"' ARIOW.ntu.favoreceradaptacõeseintegraçõesmais podem tir conseqüêndias opostas.-0"'"-tg'jo''""runcão e' portânto' umaÍunção O" rância Co âcontecrrnenroiraumático :. mâ5 da pess^" 1ra época da ocor- 11 :ï1t iì.c e essas inferên.. ::: ï:ï:' i:.eC' '-- Âtííed A' Knopf' HENDRICK.1 ' tritnç' dessa mores supoÍtado' a sexualidade' desenvolvimento' com conf lìtos sobre de edípica aue está na fase provavelmentet poÍ fantasias de castração um processo cirúrgico "'ponúuel' por *ou-''* e possíver castigo reagirá ao aconteclme provavelmente Ca f utanaiu.ìttatt de obieto qtlrnti11t.etc. uf. .. "Unconscious PsYchoana!' Ouart' 33.Samuel (1966). ct :^{r^. visando a alternativar c sígniÍicaccs rje vários sin' lizações e inferência. . Facts and -. estimulanCo e favorecendo qual indìvíduo o ao au*.s ou íormações de caráter.::.. Helen 119521.'^'Ï: *.dessamaneira.doiraa.ï:'::ï:::::::ï:ï::i.na"íor:al Universitie! ROHEIM.luu de sintomas neuróticos finais' Press. podem Cs Scontecimentos .': ":-: ïi:: :11i. Algumas experièncias in' perturbações as e a distorçã'o diminuir e gstabilidade tendência a reÍorçar a ão ã:ï. caete.lo "" '-.(1969).Ousodetaisinferênciasegen*alizações'comoumtÍaDalho é láliio no conjul.. gico' 13'ïlj:. lacunas na sua compreensão específica' Napráticaclínìca.. em 5eu UmaformulaçãccompletadaorigemedossiEnificadosdcssintomasneu. Franz & ROSS.:..".. que os dadcs co pacieni: especíÍico as con' cias são reconhecidas como tais até firmem ou invalidem. e medo co processo ctrur' .. nâ? Ìratamos ser bem compreendido gut. lsto é teoricamente possível apenas e mesmo enlãoainda peím:necem grandes iarn g.. ainda. .contudo.. processos compadiretamentê ser motivci' q.-- ':r^-rânÊrçistêntessituações'deconflitonãoresolvidasepontosdeim' do ego' que' porr)tru (urrr\ oulsó ou Íixação I. Lo.ï:J.s' levar em consiCeracão outros fatores signrircaoc psíquico' sern radas.i JlÏ ee'^': -significativas conseqüências PUue'. Theories torinPsychoanalysis"'/nt' F'Psycho'Anal'47'192' ^----rrrÀi. "Fantasy.ï] Jiï' " 1' "' ï :':: :'.u. L . o sÍress rupmaiores perturbacões intrapsíquicas e total insiabilidade e 4ecificamenÌe tura do eqriilíbrio dinãmico" - resolução' Verif icação da vida O irauma e as vicissitucies é o caráter e a intenna alternativa íinal da neurose Ouiro fator importante ou sidadedasdiferenteseinevitáveisexperiênciasesituacõestraunráiicasàsquaiso que podem provocar diverscs tipos de adaptaçao egtá exposto.il..::::i:::.:.. grande impacto j.ôr.d r õ e s d e i den ....ï.'r*.oientais aiuciaram T:l:'::]:0"' a inreg..::.jáquesãoestasasexperiênciasintrapsíquicasprimáriaseosteidade' Numa criança normal' de 5 Leitura sugericía po'''-t Dynamic Psychiatrl' Uni..'1ï#..O.43' 377."oi:::l. Outras está eiposto..1.. i" : ï :". já que a9 pressões Ca situaça-o clíni' tomas neuróticos..1:::::. interna' de tal experiência' A realidade psíquica' também da realidade -tlïll1Ï.ersity oí Chicago ALEXANDER. rnecessários à süa conteniÉo ou -souÍs e.lnlerpreìa.'ar ou licar ccm o aconieclnltnto.rtf ao concluir o tratâmento). isto é''de sadias e mais amadurecidas.ï '..".ionandrealityinpsychotarap Anal.t..:ï'"'j.H. deixar traumáticos trautÍlatruu).. lves (1958)..':r:ss.i* psicológÌca. causará t'itntuïo"n'l' de 2 anos' tal impa-cto provavelmenteou perda fig"t dos pais' Íaniasias de abandono devido à *01'*o d' volvidos..nerôoÍyandrealitylcxitu"'Psychoana!'Quan'33':8' of PsJchaanatysìs' 3.o p' r 0utrogrupodefatoressãoasvicissitudesacidentaisdavidaeoimpacto com daquelas que poderão ter ocorrido '-ïi:-:"*"sidade terão que podem causar na experiência total do indivíduo. o.:'.Ï. sobre os mecanismos i.énecessáriofazer'::'raquan:iC:ciedegenera- precoces. n."ï:J.l.:.

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