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A B C da Farmácia

Manuel de Souza Gomes Júnior

Manuel de Souza Gomes Júnior

ORGANIZAÇÃO ANDREI EDITORA LTDA.
Caixa Postal 4989 - T e l . : 220-7246 - São Paulo (SP)
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1988

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Capa: Bruscky & Santiago, Isabel Cristina

Pireitos autorais exclusivos d a
Organização A n d r e i E d i t o r a L t d a .

I m p r e s s o n a s O f i c i n a s Gráficas d a
Organização A n d r e i E d i t o r a L t d a .

15 Importância d o S i n d i c a t o 17 A F a r m á c i a . C .. 7 5 Assistência e R e s p o n s a b i l i d a d e Técnica 8 1 Farmacêutico e Farmácia C o m e r c i a l 8 5 Posto deMedicamentos 8 9 C o n t r a t o d eTrabalho 9 3 Produtos Controlados 9 7 Diversificação — Sobrevivência d a Farmácia 1 0 1 C o n t r o l e d e Preços 1 0 5 O b r i g a t o r i e d a d e d o s Plantões n a F a r m á c i a 1 0 9 Z o n e a m e n t o s d e Farmácias 1 1 1 3 . d a Farmácia" - 5 7 Dorivaldo Schuller Apresentação 9 Reconhecimento 11 Preito d eSaudade 13 P a r a o H o m e m d a Farmácia™}. 3 7 O s D i v e r s o s D i p l o m a s L e g a i s — A s p e c t o s Jurídicos 4 3 N o r m a s d e Comercialização 4 9 Organização — Instalação e F u n c i o n a m e n t o d e Farmácia 5 5 Central deCompras deMedicamentos 6 5 O Comércio Farmacêutico 71 O s 1 0 P r i n c i p a i s I t e n s p a r a a B o a Apresentação d e s u a Farmácia . B .. Rápidas Considerações d e s u a H i s t ó r i a ) 2 1 Função S o c i a l d a Farmácia 2 7 A F a r m á c i a c o m o U n i d a d e d e Saúde P ú b l i c a 2 8 C i c l o E c o n ó m i c o d a Saúde 2 9 C i c l o Económico d a Doença 3 0 C o m p o n e n t e s d o Nível d e V i d a d e u m a C o m u n i d a d e 3 1 L e i e Legislação 3 3 Legislação F a r m a c ê u t i c a • • .ÍNDICE Prefácio — P e d r o Z i d o i " 0 A .

C u r s o s Técnicos " A Saúde d o s e u E m p r e g a d o 1 1 5 1 1 9 Legislação Sanitária 1 2 1 Anuidades dos Conselhos Profissionais 1 5 3 Legislação P r o f i s s i o n a l 1 6 1 Jurisprudência 1 8 5 Bibliografia 2 1 1 L i v r o s p a r a a Farmácia 2 1 3 L i v r o s p a r a a Farmácia Homeopática 2 1 5 4 .

DE da Associação SOUZA Brasileira GOMES JÚNIOR. pela elogiável oportura farmacêutico comércio exerce membro na Região a pessoa esse história farmacêutica. farmácia da fatos que como consonância guia o longa em especializada nas áreas e acompanhou os fatos. a sua existência profissionais. da de outras diversos as autoridades de DR. de imprescindível Faculdades reconhecimento observou e em para publicar com teve farmacêutico. dos o mérito de obra. para o da causa que lhe confere o acolherão comércio brasileira adotarão o presente farmacêutico em e certamente como as compêndio alunos. e o por trabalho. livro recordar das pessoas nessa no próprio e. hoje. da Academia dedicação que um tudo para Federação Farmácia. do comércio iniciada Durante sido das hora MANUEL profissional do boa os profissionais vida profissional quer obra ensejou-nos época. de Acreditamos mais SOUZA ou diretor como Federal responsável Ao a e dos no seu dia a dia. necessitam JÚNIOR a advocacia instalação do a GOMES sempre Farmácia. Farmácia obrigatório para os seus e à fato a presente as exigências MANUEL a sua militou do SENAC. do Comércio os parabéns Farmacêutico. das farmácias certa publicação. de Sindicato. no entidades. Conselhos tendo Regionais de Nordeste. presidente Comércio. P E D R O ZIDOI Presidente d a A B C F A R M A 5 . de seu mister hospitalar como É Leis. Nacional inúmeras do autor e drogarias. marcaram O aquilo bom da onde autor em desempenho Dr.PREFÁCIO A leitura Farmácia. Farmácia ser DE e comercial Conselho compila. que O presente relembramo-nos sanitárias farmácia Bioquímica das entidades.

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nos alfarábios para em tão bela e árdua A preocupação advogado já conquistado obtenha da profissão num necessário fascínio ao — Resoluções — Portarias o aprimoramento farmacêutica. eficaz de para — de maneira dela e o deste bibliotecários àqueles Manuel possuidor de trabalho. que idos. tensões buscassem o colírio na tão a agitação que homens de bem fez com promulgação necessário medra.B. 6 4 0 4 - Comercial A S F A R C O M P A R . de espaços.C. a conscientização que militam um buscando e um e aos que querem profissão.outubro D O R I V A L D O O A B S C H U L L E R - C o n s u l t o r J u r í d i c o d a Associação d a Farmácia d o E s t a d o d o Paraná - 7 1988 Pr. — harmonicamente que entendimento e necessário para entrosado e proteção entre a Estado."O As A. Esta de tem Souza vasto sido Gomes curriculum. Curitiba . DA FARMÁCIA" conturbadas grosseira da busca aliviar as nossos códigos ordens sociais. e no a forma na tentativa de entendimento ao desenvolvimento da de profissão farmacêutica. elaborada. desde os tempos largo aprendizado ingressar a constante Júnior. tirarão e se desenrola o néctar — Decretos que o leitor o desenvolvimento seu patrimônio fiscalização na grandeza transmitir para do companheiro e farmacêutico. se espelha obra fora ricamente os menos avisados das: Leis Decretos-leis Pareceres.

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9 sobre esforço exercício "Começar do as no legislações sentido de suas Começo". e sanitária. Após vinte porta. na da Farmácia. e nem da Farmácia. ABC profissional des aos problemas verdes. o desdobrar da que assuntos confiança de superar no condições pelos não ouvimos a luz do sol. d a prisão p e r m a n e c e u Apenas não o c o r r e r a aberta du- a o prisioneiro a i d e i a d e examiná-la. de interesse capazes no decorrer cantar um falta atividades pela falta de solução dificuldades Não nossa às nossas Possuímos as a cada desconhecemos. Saiu abrir a a o ar livre. n a Idade a seguinte Média. aos farmácia desse modo. de atividaevitan- . a beleza a grandeza todos pela desses Temos e sobretudo encontramos árvores dos pássaros. A porta experimentar abriu-se. o carcereiro trazia-lhe u m a m o r i n g a d'água e u m a f a t i a d e p ã o . sua afirmação e como como unidade de pública." Ê o que mesmos zem acontece respeito responsáveis condições que o que fizemos vimos vimos e sentimos exigindo de responsável saúde O esclarecer do saúde dia própria. pois rante todo q u ea porta aquele tempo. Bo th em um de seus livros. a b e l e za dasflores e gozou a l u z d b s o l pela primeira v e znos últi- esses v i n t e a n o s para g o z a r d o s bens mos vinte anos. a. que já contendo comentários é o resultado se encontram e àqueles dificuldades que do nosso em pleno querem futuras. ocorreu — Experimentou a o prisioneiro —.APRESENTAÇÃO Conta Charles "Houve B. Não p r e c i s a v a da t e resperado natureza. o u v i u a v o z d o s pássaros. o céu a z u l . u m h o m e m são e a l i p e r m a n e c e u história: q u e f o i lançado n a p r i - vinte anos entregue à tristeza e a o deses- pero. não vimos das flores o céu azul. De vinte e quatro e mvinte e quatro horas. na sua dinâmica de esforços e bem-estar gozamos para da comunidade o mas realizadora. disão Farmácia. e foi anos. v i u árvores v e r d e s . os problemas a dia nós que de nosso e superar trabalho. de nós. anos.

novos firmação exige. SERVIR todos À todos de que. escritas especializada. — possa realmente e inexperientes. o prática' e veteranos consubstanciados. académico. que redobrado mais amplos esforços sempre que grande circunda. carinho da noite que e galardão marcava esquecia. nense para engrandecer decisivamente da dia esforços de empenhamos vam a grandeza cia para sem a que sanitária. desses o de apresentar trazer renovando conhecimentos. os pela os momentos e da mais 53 cujo todos que reafirmamos 1970. através 42 ar- da anos im- dedicados FARMÁCIA. agora. Afirmamos todos ilustre n? Guilherme. das des- e não sua farmácia. a servir o espaço que nos como de afirmamos em coração. e reafirmação dos o instante não união de- sacrifícios. Jamais no ideal nos medimos comum No cional de 05 terminação em como que não não abalava.Os que ingressam conhecendo bem como proceder à determinação ples tico para dirimir Esta. e que servirá. não foi mas. nal e na as legislações circunstância mas obrigava. à Farmácia tes ainda A sos assumíamos objetiva- na Academia alta tradição era o farmacêutico oportunidade a Farmácia sem meças dando-lhe como farmácatari- a nossa de todo o negrume Na- da. brasileira. Manuel 10 outubro de Souza Gomes de 1988 Júnior . a preocupação. Nosso que nosso mais propósito a Farmácia manual. alicerçava e ao Direito. as horas. obrigados dúvida. no aos a rea- ideal de FARMÁCIA. que uma com para a publicação deste livro. registrando Farmácia. representa nossos uma contribuição pronunciamentos de nos- a respeito da FARMÁCIA. a cadeira E/izeu colaborar a Farmácia. resultado pronunciadas. mas companheiros qual patrono é profundo também dividia. no em sodalício de continuar todas trago com razão Farmácia. sencial à Farmácia específicas de publicar e objetiva. realizadas no em suas de uma série e respondidas decorrer desses páginas o es- de palestras. alguma os conhecimentos — o nosso utilidade aos estudiosos A B C. o " A B C da Farmácia''. quando que recebemos aquele mas aproximava. a de servir na rebusca que a ambos. de horizon- Farmácia. Recife. de novembro Farmácia. tigos regularizar qualquer estão e instalar noção sem dúvidas a complexidade face qualquer básica. naquela os momentos. a razão a respeito do nosso da e consultas. haverá ardor. prensa nos salevou em linguagem sim- como prá- manual legislações profissio- manual.

assegurando-me. companheira elas. Lúcia dedicada. mais fonte perene adiante. filhas Ela. minha pela de saudosa de honra linha reta por memória. Paulo. eles de que me quem con- traçada com sabedoria Mara Lúcia — amor. e de dignidade. a de espe- verdadei- imortalidade. frutos de . — Daniela carinho — Camilla e devoção 11 do e João vovô.RECONHECIMENTO Aos recebi meus duziram e Manoel e Izaura do sentimento através da vida Dinorá. Lúcia. netinhos o amor. À de Fátima que me rança ra pais o exemplo — Rosa tem nas esposa Lúcia estimulado quais me e às minhas e Nora em revejo. Aos meus uma nova geração. todas as horas.

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D A R O C H A n o spatrocinando - JOSÉ S Y L V I O e J A Y M E C I M I N O - T O R R E S .PREITO DE SAUDADE Nesta queridos pelos oportunidade. p o r q u e não n o s a c o s t u m a m o s nunca des- a sepa- ração d e e n t e s q u e r i d o s . sacerdócio. eram criaturas nhas corretas a quem d e caráter. 13 esses Conven- correspondênm a lq u e dia . n ã o a d i a n t a m a s e x p l i c a ç õ e s r e l i g i o s a s ses p a s s o s p a r a o u t r a v i d a . não f o r a m p o u c o s e s s e s i n s t a n t e s . n o decorrer de^nos- nhas atividades profissionais e ctassistas. u m prestígio c o n s i s t e n t e e s i n c e r o . n o sdiversos m o m e n t o s foram F R A N - verdadeiros d e q u edeles necessi- t a m o s e . Da e profissão. n o s Congressos. a gratidão e m q u econgregavam e mtorno de s e u s n o m e s . f i z e r a m o respeito d o soutros. r e c e b i d o s de a vida quatro espiritual. d a estima e d o respeito d e quantos tiveram o pri- vilégio d e s u a s a m i z a d e s . distantes de minorar trocavam o grande a d i a c r e s c e e m s u a f a i n a inglória d e d e s t r u i r a Farmácia. Não valem a s explicações científicas d o fenómeno d a paralisa- ção d a s n o s s a s e n e r g i a s v i t a i s . apoio reverenciar a memória q u epartiram para e colaboração. apresentando a o estudo se faziam C o mos Colegas sugestões d o s problemas presentes capazes d a farmácia. Sempre saudosos ções cia dedicados companheiros e Encontros. CÁSSIO M O R E I R A S E N R A CISCO S T R A N G mestres. a n o s s a c a m i n h a d a pela FARMÁCIA e para a FARMÁCIA. ensinamentos. C I M I N O e J A Y M E RES. S T R A N G D A R O C H A . companheiros cabe-nos e amigos. i m p o n d o a o tempo aqui e a l i . CÁSSIO S E N R A . p o i s vêm d e l o n g a s d a t a s q u a n do iniciávamos e m 1 9 4 9 . tornando-os credores o destino se incunnbiu d e inteligência de modelar e sobretudo TORe m li- de sentimentos.

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A paz social depende zada públicas deste grupo a sociedade q u edeve q u eo Sindicato como d e u a o sSindicatos a prerrogativa d e cola- órgãos t é c n i c o s e c o n s u l t i v o s . i n - sindical. funções estruturando as diferentes Volta-se o Estado para pria vida e d e toda da de Morais eminentes boaordem a vida Diz das ainda que. Afirma sempenha cial. d e suas con- dições d e t r a b a l h o . o seu conceito ciedade. têm. considerar ainda. forço- conta. como representa voluntária constituindo força d e representação u m esteio para de elementos a democracia. p r o t e g e n d o e d e f e n d e n d o s e u s i n t e r e s s e s . representativos o instrumento capaz profissional É formado o u econó- pela de determinada de promover a melhoria associacategoria. O programa ção a m p l a d e ação d o S i n d i c a t o e efetiva d o profissional clusive c o m o dirigente Devemos cura ser estabelecer tratado é caracterizado e m todas pela as atividades participa- sindicais. p r o f i s s i o n a l . já q u e a s u a p r ó - existir entre o s ocupados profissões. quando a entidade o u económica assim. ção Sindicato. d e ser l e v a d o e m borar a b o a organização p r o f i s s i o n a l . o u planificada. não s e p o d e condição os homens. solução com disso. profissional elevando moral. 17 pro- e o direito d e perante a so- . como O legislador ensaio de economia deixar d e lado dos problemas a produção e a dirigida.I M P O R T Â N C I A DO S I N D I C A T O O mica. o papel a dignidade c o mrespeito. n o e s t u d o q u e se r e l a c i o n a m c o mo respectivo grupo e o u profissão l i b e r a l . O S i n d i c a t o moderno de- d e Organização S o - profissões a q u e s e d e d i c a m riqueza nacionais. organi- a organização prévia e o s s e u s i n s t r u m e n t o s d e estruturação d a própria atividade pro- económica. e m qualquer s a m e n t e . depende fissional. Evaristo atualmente Filho. brasileiro c o mo Estado.

o u seja: o d e colaborar O n a solução d o s p r o b l e - órgãos d e d e f e s a e r e i v i n d i c a ç ã o . é dever d e t o d o aquele que se preza. inclusive d o s direie m ques- tões j u d i c i a i s e a d m i n i s t r a t i v a s .l h e s m a i s p r e r r o g a t i v a s e atuação. A Assembleia Constituinte decidiu torização d o E s t a d o p a r a no órgão c o m p e t e n t e . como O Ficou também o au- registro público a interferência e a i n t e r - dispositivo já havia sido aprovado s o f r e u m o d i f i c a ç ã o através d e e m e n d a s . confederativo d a contribuição 18 fixará a c o n - será d e s c o n t a d a d e s u a representação prevista e m lei. A agosto Assembleia de 1988. decidido q u ea o sindicato tos e interesses coletivos ressalvado o u individuais cabe a defesa da categoria. q u e e l e s não s e c o m os Conselhos Profissionais.se p r o f i s s i o n a l . o próprio poderá o u profissional. não t e m o p o d e r condições p a r a em prerrogativas e deveres. Nacional concedeu C o n s t i t u i n t e e m s u a plenária d o d i a 1 1 d e novos benefícios aosSindicatos. asseguran- d o . v e d a d a s a o p o d e r venção no n a organização primeiro turno q u e a l e i não poderá e x i g i r a fundação d o s i n d i c a t o . sindical. daí. u m ai m p o r t a n t e Estado atribuição exer- o s poderes públicos n o d e s e n v o l - d e criar Sindicatos e apenas estabele- q u eeles s e j a m criados. é p o r i s s o . o E s t a d o .Foram e m folha. Prestigiar a entidade A colaboração são pois somente interesses sindical. O s S i n d i c a t o s n a s c e m d a v o n - tade desse grupo profissional tade desse g r u p o para o u económico homogéneo. e. a d i s p o s i - revolucionário q u a n t o a — Valorização Sindical. rejeitadas . n a s c e m d a v o n - a defesa d e d i r e i t o s e reivindicações. criados pelo Estado. f o i c o n s i d e r a d o a p r o v a d o também e m s e g u n d o turno. m u i t a s oposição à própria v o n t a d e confundem com devem p a r a a existência d a h a r m o n i a social. A tribuição para Constituinte decidiu ainda d a categoria custeio d o sistema independentemente q u ea assembleia geral q u e . recebida. c o m a t r i b u i ç õ e s específicas d e f i s c a l i z a r o e x e r c í c i o p r o f i s s i o n a l . o s S i n d i c a t o s v i m e n t o d asolidariedade cer d o sindicato às relações d e t r a b a l h o . a o l h e r e c o n h e c e r vezes d o E s t a d o .Reconhecendo mas concernentes a importância p e r s o n a l i d a d e jurídica a t r i b u i . reverterá o Sindicato de u m grupo económico ção d e órgão d e colaboração ção e intransigência para forte. c o mos poderes d o governo prestígio representar dada d a profis- e defender os a sua condi- públicos.l h e C o m o cer também sindical. sindical.

e acabar já está g a r a n t i d o . também se a e m e n - às c e n t r a i s sindi- . não p o d e pela (PT-SP). ção da ambas o d o deputado custeio da unidade d o assunto porque d a expressão f o r aprovada. tendiam suprimir imposto sindical. q u e pre- sindical".as d u a s emendas. falta Luiz Gushiken d o sistema sindical ainda apreciar "sindicato" a unicidade confederativo 19 c o mo disposi- totalmente q u e propõe a s u b s t i t u i - "organização será e s t e n d i d a mas o ser considerado u m aemenda cais. O tivo princípio q u e trata aprovado.

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e r a q u a s e zer. 7 0 0 a n o s A . v a m o s China. Da fase religiosa. símbolos d a prudência e d a vigilância. noções s o b r e a F a r m á c i a e M e d i c i n a . Na na f a s e r e l i g i o s a . a Farmácia. d a sreceitas.A FARMÁCIA. n o s médica e a aplica- a medicina ec o m ção d o s r e m é d i o s . levitas. o u s e j a . A seus C O B R A emblemas.q u e o s espíritos c e l e s t e s . disposições s o b r e livros sagrados a orientação d o shindus. q u e e r au m a com e principalmente. passou-se. p e r s a s e egípcios. s u r g i u a c h a mada escola de Alexandria. q u e o s g r e g o s na imagem receberam d o s egípcios. No Egito e entre o s hebreus. Entre os tratados quais os povos mais mais antigos velhos se e n c o n t r a m d o O r i e n t e . e o G A L O . publicados cerca d e 2 . Metafísica e P o s i t i v a . q u ee x c l u s i v a m e n t e espécie d e m a g i a . e l a . . quando 21 a s ciências s e r e f u g i a r a m n o Egito . e r a m sendo aquela a o p a s s a d o q u e já v a i m u i t o ainda hoje conservada como homenagem longe. n o s Pent-sao. escritos sagrados q u eforam encontrar. à f a s e filo- sófica. " A pátria mãe d a s civilizações m o d e r n a s " . q u e t e v e o s e u i n í c i o n a Grécia q u e f o i . q u eg u a r d a v a m tinha pois era exercida consigo o segredo tejúrjica. depois de muitos séculos. célebre m é d i c o e c i r u r g i ã o grego. n o período teológico. n o d i z e r d e u m o r a d o r . C . f o i d i v i n i - d e E s c u l á p i o o u A s c l é p i a s . RÁPIDAS CONSIDERAÇÕES D E S U A H I S T O R I A A ficar Farmácia e a M e d i c i n a e m quatro grandes têm a s u a história. h i n d u s . q u e p o d e m o s fases: A Religiosa — A classi- Filosófica — A Expe- r i m e n t a l e a Científica — Teológica. A zada arte médica. escondidas n o s templos. D e p o i s d a divisão d o I m p é r i o d e A l e x a n d r e o G r a n d e . o q u eq u e r d i p o rfundamento relações pelos profetas sacerdotes. são o s V e d a s .

o período d a s C r u z a d a s . a Farmácia N o tempo fundaram-se q u ed u r o u grandes transfor- o d o m í n i o árabe n o O c i d e n - escolas e m Bagdad. sucessivamente Papiro época. C . Durante muitos séculos. d e s c r e v i a .e e m Alexandria. o C r i s t i a n i s m o e x e r c e u cia sobre der a s esperanças d e c u r a dores a medicina. f u n d a d a p o r p o rfundamento o Estudo Ex- Medicamentos. o a m b i e n t e p r o p í c i o às s u a s investigações. n a venda a s distinções q u ehavia assim o s q u efabricavam os q u e vendiam entre medicamen- medicamentos ples S a t i o n a r i i e . s e g u i n d o .s e a d e M o n t p e l l i e r e a s d e Pádua e S a l e r m o . procurassem na Alquimia. u m d o smais antigos data complicadas.s e No a Escola tinha floresceu Empírica. a s fórmulas d e Ebers. telúrgica. . c h a m a v a m . Sevi- l h a e T o l e d o . No mou-se te século X I . q u e ser- a Polifarmácia. viram esta. A l g u m a s f ó r m u l a s c o n t i n h a m c e r c a d e 3 5 substâncias. i s t o é. o u s e j a a prescrição d e m u i - d o século X V I manuscritos A . pelo p o com os a pouco dando per- ensejo. N e s tas escolas A a Farmácia c o m o primeira. c o m e m Ciência. das promessas para o s quais e sempre. m a s o s a s s u n t o s dendo isso. n o século I I I A . a q u a l perimental dos de ponto naquela d e partida tos medicamentos.eferência q data de (J2237) q u a n d o decreto regulamentando cina.s e S t a t i o n e s . defen- o s sofre- à espera d o s milagres. por acordo secreto c o m algum as parte Confectionarii. a Farmácia d a M e d i - Frederico I I d a Sicília. p o r muito e m voga e n - t r e o s árabes. u m centro intelectual o n d e e. o exercício d e farmácia. cia e Medicina.j. se m e n c i o n a v a exercidas. p o r f a z e r d o sS a n t o s . . de Moisés. 22 de medica- fabricante. tornando-se a escola dogmática Serapis. Na vo Idade Média. diu se ensinava dicos serem donos U e se t e m No tos referido atividades decreto chamavam-se da Medicina. p o u c o substâncias m e d i c a m e n t o s a s . p r o i b i n d o d e farmácia q u eeram d o estudo separando o Imperador e obterem mentos. e c o mmaior o u menor metafísicos a s u a importância n e s s e c a m p o a q u e os estudiosos empregadas sucesso foram de acordo pouco d e atividades. Apreciavam-se. apelavam tornando-a n o culto p o r intermédio profunda influên- n o v a m e n t e . lucros expe- a o s mé- sim- . Córdoba. da Europa. pô-las e aplicações c o n t r a d a Farmá- antes d o t e m p o métodos p a r a com- a s e n f e r m i d a d e s : já r e g i s t r a v a a p r á t i c a d a P o - l i f a r m á c i a . C . o se s t a b e l e c i m e n t o s . a s fórmulas empíricas e r a m c o massiduidade casos clínicos.

d a h u m a n i d a d e . P e b r a r i i os vendedores distinApothi- especiarias de pimenta. Entre o s boticários ções. a descoberta grande o u s o d a s pedras c o m rapidez. os produtos humana. q u a n d o visitavam seus doentes. u m caráter r e s p e i t á v e l . de Bauderaon. até q u e o parlamento d o Rei. p o r seuaspecto simultaneamente místico e científico. Concomitantemente. O nome d e boticário nominação c o m dados t e msuaorigem que era conhecida n o grego A P O R T E K E . as novas. nha. a quina. a urina. o s h o l a n d e s e s a p a r e c e r a m c o m o chá. a d o s cirurgiões e a d o s boticários. c o n s e q u e n t e m e n t e . V i v i a m . havia c o m a profissão e x e r c i d a os q u e vendiam determinados também p o r cada certas u m deles: remédios. a esse Com os excrementos. tado a lembrança d a c h a r l a - de desenvolvimento. drogas passaram a ocupar lugar d e n a s f a r m á c i a s e . o s comentários as farmacopéias dices. p u b l i c a d o s de Jean direito cujos nomes verdadeiros a história beneméritos d a ciência e . guarda e farmácia. na medicina a saliva. fizeram desaparecer 23 e m es- . d e a c o r d o carii. e n t ã o . a Pharmacopeia de medicina e pesquisas. a ipecacua- n a França e n e s s a m e s m a época.. a f a r m á c i a d o s séculos X V ! e e remédios n o v o s introduzidos tais c o m o XVII. de- u m a p e q u e n a c a i x a e mq u e e r a m o s remédios q u e o s médicos g r e g o s guar- antigos traziam.s e três c l a s s e s distintas. co- m o : a d o s médicos. C o m o destaque era natural. como intensifica- p o rMathiole e m 1559. con- sigo. concedeu Com os a divulgação estudos a divulgação eles. c r i a r a m . cresciam enquanto preciosas. e s s a s a t i v i d a d e s e m m e i o à m a i o r c o n f u s ã o . oferece-nos. S p e c i a r i i . a gor- d e reputação e o u s o d o s intensamente. e o s estudiosos d e Diocórides. o s q u e v e n d i a m remédios. ou daquela época. tais de numerosas farmacêuticos ram como a o s médicos o obras desenvolveram-se d e seus trabalhos de Renou. sempre. n a t u r a i s d e secreção. notáveis e da medicina dentre e os primeiros — có- Pharmacopeia 1638.Em virtude dessa separação. decresceu impulso o café e o c a c a u . e n q u a n t o a b o t i c a d o b o t i c á r i o d o século X V I . a s " o f i c i n a s " q u e s e c r i a r a m n o século X V I I . d a A m é r i c a . o s q u e v e n d i a m p e r f u m e s e H e b r a r i i o sv e n d e d o r e s d e e r v a s . Aroma- t i i . e a Codez Parisiensis e m da d e fiscalizá-las. como poder popular dura curativo. destacando-se Coloniense e m 1627 d ' A m s t e r d a m e m 1 6 3 6 . etc. descobridores. Surgiram. c o m o remédios v e g e t a i s e r a v u l g a r i z a d o tomou tempo. farmácia então.

onde e r a . a farmácia permaneceu estacio- não t i n h a m unidade de objetivos daque- n e m visão g e r a l d o s médico-farmacêuticos. até m e s m o a s f i g u r a s alegóricas d o s a l q u i m i s t a s q u e . Esta existente ro nos tempos o u loja n o s hospitais Mascateando e drogas para ros ambulantes ros. o láudamo d e S y d e n h a m e m u i t o s medicamentos. abril Diário FARMÁCIA N O B R A S I L d e São P a u l o . p e l a la época. também. A O de DA. Com piou cas a vinda d o s jesuítas p a r a a alterar-se. guardado. longo f a l t a d e u n i d a d e e e s p í r i t o d e c o o p e r a ç ã o d o s sábios segredo. n o s sécu- l o s a n t e r i o r e s . e administração publicada P H A R M A C E U T A L . Mas. H E R B A N I I . o s boticários essa c o m q u eos primeiros da natureza d e remé- compartimento aosdoentes a s populações d a colonização sobreviver Assim deçjoticj) a se abastecia denominação de animais. FARMACÊUTICOS. a situação d e instruir E m São P a u l o . fazendo chamava-se o público específicos percorriam faltava. durante nária. pois e m seus colégios. o s q u a i s problemas E de tros período. comercial dios. d o se destinado para prepa- doenças humanas curandei- montados até m e s m o para ao internados. tornava o s REMÉDIOS a água d e m e l i s s a d o s c a r m e l i t a s . a s pílulas d e B e l l o s t e . civis buscassem recursos conseguiram e militares. trataram o B r a s i l . Mui- d o s índios e a o s a s m e z i n h a s extraí- das d a flora local. i s s o é c o n s i d e r a d o 24 princi- enfermeiras e boticomo . de medicamentos remédios "socorro" tos a tratamento n o início n a Edição d e 1 5 coloniais: coloniais. n o s t e m p o s " N o casa Brasil. O U AIN- combater graças a a m i z a d e e n s i n a m e n t o s d o s pajés n a a r t e d e p r e p a r a r e m burforma de povoadores doenças. e r a m tão v e n e r a d a s . Contudo. o secretos. adquiriram grande ou- popula- ridade. o elixir G a r r u s . pelo seu uso constante. q u e na mesma época. como religiosamente p o r exemplo.tanice e . e m m a t é r i a de 1979 intitulada: PHÁRMACOPEI: O S A N T I G O S r e f e r i u à farmácia d o B r a s i l .

s e como: Compri- ultrafiltros. sábio inglês investigações p o r sua vez ofereceu hormônios muitos à terapêutica. Granulados. E m conclusão a esta Farmácia e d a M e d i c i n a . mentação. h o j e e m d i a . p a r a os fatores d e nutrição f o i d e s - o s q u a i s F u n k p r o p u s e r a n o começo d e s - s e século. d e s d e o s métodos d e t r a b a l h o até o i n s t r u - m e n t a l mecânico. o s antibióticos. alguns e m sua composi- naturais. n ã o só p a r a A química estrógenos orgânica e outros ção a d o s p r o d u t o s Até m e s m o de f i n s d e nutrição e m g e r a l m a s . O s jesuítas p o s - receituário fórmulas particular onde se e n c o n t r a v a m de medicamentos. ligeira digressão não p o d e m o s nessa luta tremenda 25 n o mundo esquecer d a História d a o imenso progresso que s o b r e a e s t r u t u r a d o áto- . d e partida para u m a indústria suas essen- cialmente extrativa.o primeiro suíam b o t i c á r i o d a s t e r r a s d e P i r a t i n i n g a . são u s a d o s . Finalmente Pasteur. tais Cápsulas e c o m o s t r i t u r a d o r e s . semelhantes. camentos q u e procurava p o rdemonstrar de muitas enfermidades. soluções o u e m u l s õ e s p e r f e i t a s . como seus processos não de só a s prepara- ção". moe- pós e x t r e m a m e n t e finos. Criaram-se novas midos. ponto é ainda. o n o m e a p r o p r i a d o d e " V i t a m i n a s " q u e . o b t i v e r a m . a c a b o u gável o r i g e m e sua equipe. e líquidos. A partir-do dadeiramente gloriosas hoje século científica X I X . d e c u j a d e s c o b e r t a f o i p i o n e i r o o g r a n - Fjejrjjng. tornaram esclarecer o papel o fenómeno d a f e r - patogênico d a s bactérias. está t e n d o a humanidade. e m g r a n de bém. científicas q u etomou como os cogumelos. a farmácia a d q u i r i u e. Tudo s e aperfeiçoava. tam- p a r a c o m b a t e r a s afecções d e carência v i t a m í n i c a .s e célebres e s e u s n o m e s citados c o m respeito e grande admiração. uma a farmácia orientação percorreu ver- etapas e m u i t o s f a r m a c ê u t i c o s t o r n a r a m . a partir dele. nebulizadores formas de medicamentos. O vendado papel pela importante q u eexercem Bioquímica. dores. n ú m e r o . i n e - O s estudos realizados p o r Pasteur possível a i n t r o d u ç ã o d a E s t e r i l i z a ç ã o d o s de u s ointerno e externo e n a cirurgia. a preparação Mediestéril dos curativos e d o material para ligaduras e suturas. como percursores são da ciência f a r m a c ê u t i c a .

. n o c a m p o d a encontrado n a cirurgia. e s s e n c i a l m e n t e . e m O f t a l m o l o g i a — Otorri- corta. C o m medicina tagem as mais q u eo diversas Laser t e m de proporcionar d a s aplicações é. o u radia- e terapêuticos. o laser u m a indiscutível v e d e t e d a t e c n o l o g i a . O R A I O 33 ISÓTOPOS p e s a d o s substâncias. radiativo. d i a g n ó s t i c o s emission \ é a s i g l a d a expressão i n g l e s a Light of radiation cria- tornou-se amplification by stimula- ( a m p l i f i c a ç ã o d a l u z p o r emissão e s t i m u l a d a d a r a d i a ç ã o ) é. anos. Laser ted importantes. o p r i m e i r o r a i o laser. passados 2 8 a n o s . construiu u mcilindro caseiro d e quatro polegadas que uma do 1960. a o êxito. graças a v a n - o trabalho grande sobre campos secos. n o e n t a n t o . nolaringologia — Dermatologia —Ginecologia —Odontologia 26 etc. H o j e . como u m d o smais f u n c i o n a l d a tiróide p o r m e i o d o i o d o E m o engenheiro a exploração L A S E R Theôdore Maiman.m o e sobre tivos para como a possibilidade a utilização podemos de obterem-se dessas ressaltar. cientista alemão d e continha v a r a d e r u b i r o d e a d a d e u m a lâmpada d e d e s c a r g a elétrica. a l t a c o n c e n t r a ç ã o d e l u z e c a l o r . F o i a s s i m . coagular o sangue a om e s m o t e m p o que V e m sendo aplicado com maior repercussão.

divulgação agradável. como n o Brasil. d a s coisas comentavam-se fatos. está televisão já c h e g a não mudado. dios cidades torno os tempos mormente d o interior brasileiro aqueles notícias ainda exerce. o rádio e x p a n d e perdeu n a scidades q u edividiam d o interior. tumeiros u m ponto os jogos ainda é hoje. Naquele assuntos ambiente importantes. d e farmácia. E m toda comerciante. ponderante essa movimentação o farmacêutico e sempre está a p a r d e t o d o s d a farmácia. A civilização conhecimento a o s lugares n a scidades d e distração. a p l a u s o s e " t o r c i d a " derados o s maiores. é a f i g u r a homem r i c o s l o c a i s . o pre- tudo". d e irradiação c u l t u r a l d e s i . onde importância. o u o prático reconhecido como os acontecimentos. permanente d e gamão e d e d a m a . até m e s m o Mesmo a a s s i m . a farmácia o s e u prestígio. dando-se a o s letrados.FUNÇÃO SOCIAL DA FARMÁCIA A farmácia e x e r c e u importantíssima tempos. f o i u m centro Nas em função congregava q u e buscavam remé- também o s d e m a i s q u e quando escassos pro- os meios de comunicações d e divulgação d e a c o n t e c i m e n t o s políticos e s o c i a i s . n a s preferências. não s o m e n t e para a cura curavam e m todos social. q u e dos mexe- . preferência aos de cunho para expansão maior interessantes q u eleram discutiam-se político. uma n o s velhos d e destacada indivíduos d e suas e n f e r m i d a d e s . c o m o e lugarejos. p o r q u e mais distantes. pela habilidade Hoje. v i eram cos- o s circunstantes pelos disputantes que eram consi- e pela sabedoria dos ataques e defesas. m a s novidades. do oportunidade to. t a r d i a m e n t e . o s e u proprietário. c h e g a v a m às s u a s m ã o s . tudo divulgação. c o m especialidade d o mundo. q u e dá s u a o p i n i ã o s o b r e t u d o e s o b r e 27 q u e"sabe q u eguarda segredo todos. interioranas trouxe meios rápidos d e e n o t í c i a s e . dan- de seu pensamen- n o slivros o u nos jor- n a i s q u e . Era las a Farmácia. c o m o centro de aglomeração e d e s o c i a b i l i d a d e .

além d e s u a função interioranas. m a t e r i a l d e educação sanitária.C O M O C E N T R O D E SAÚDE: a) posto gratuito d e imunização. a s a b e r : 1.A A cidades de FARMÁCIA C O M O U N I D A D E D E SAÚDE Farmácia. elemento de deprecioso d e r e a l i z a r p a p e l d e v a n g u a r d a d e g r a n d e relevância para a s p o p u l a ç õ e s c a r e n t e s d e u m a assistência sanitária d i r e t a . e m colaboração c o m órgãos d e Saúde P ú b l i c a . d e insetos etc. . d i r e t a m e n t e l i g a d o s à Saúde P ú b l i c a . substâncias responsáveis subspela dependência. água p o t á v e l e t c ) . b ) colocação d e c a r t a z e s . seus distritos.C O M O C E N T R O D E EDUCAÇÃO: a) distribuição de material dades assistenciais enviado p o r órgãos sanitários. c a p a z é s e m qualquer dúvida.C O M O C E N T R O D EA T E N D I M E N T O D E URGÊNCIA: a ) c u r a t i v o s . repre- s e n t a n d o u m a c é l u l a sanitária a serviço d a c o m u n i d a d e . p e n s o s . socie- etc. PÚBLICA ainda desempenha nas lugarejos e zonas rurais. 3. c) d i s t r i b u i ç ã o e n t r e m é d i c o s d e m a t e r i a l d e saúde. maioria sem qualquer social. g) difundir efeitos nocivos dos saneantes. psicotrópicos. e) procurar promover. i m p o r t a n t e a t i v i d a d e . oralmente o u p o r impressos. injeções e t c . f o s s a s . e m sua gran- assistência m é d i c a . a farmácia poderá f u n c i o n a r sobre três a s p e c t o s fundamen- t a i s . h e m o r r a g i a s . de o n o s s o d e área c o n t i n e n t a l . p e s a g e n s g r a t u i t a s etc. b ) s o c o r r o s médicos. A s s i m . 2. a s f i x i a c) m o r d e d u r a s d ecobras. e m p r o c e s s o a farmácia saúde. assun- t o s d e p r o f i l a x i a ( h i g i e n e g e r a l . f) explicar tâncias efeitos tóxicos q u e induzem d o sentorpecentes. d) participar das campanhas municipais. N u m país c o m o senvolvimento. b ) a l u g u e l d e balanças p a r a bebés. a o hábito. 28 etc. estaduais e federais de Saúde.

humana educação e qualidade. altos investimentos e m saúde p ú b l i c a e medicina energia de alta preventiva. m e i o s d e subsistência adequados. investimentos reduzidos e m assistência médica.C I C L O ECONÓMICO D A SAÚDE A L T A P R O D U Ç Ã O : b e n s e serviços. nutrição. T B E M . T m e n o s doença.E S T A R 29 (SAÚDE) . abastecimento d'água adequados. habitação.

habitação. altos investimentos e m assistência médica. nutrição. a b a s t e c i m e n t o d'água inadequados. t DOENÇA 30 . energia h u m a n a d e baixa educação e qualidade. limitados investimentos e m medicina preventiva e saúde p ú b l i c a . t m a i s doença.C I C L O ECONÓMICO DA D O E N Ç A B A I X A P R O D U Ç Ã O : b e n s e serviços. li m e i o s d e subsistência reduzidos.

Adaptação d a f i g u r a a p r e s e n t a d a cina d e la c o m u n i d a d . 68. Buenos por: Aires 31 Ferrara. Etalii — Medi— Intermédica — 1972 — p. . Floreai A .

1 .

A intensidade forme a finalidade. a l e i e m s u a expressão d e q u e se revestem o s atos d o Poder popular. é i m p o s t a c o a t i v a m e n t e à obediência d e t o d o s " . d e s t i n a d o s p o r q u e se deve reger e disciplinar geral manifesta- a s relações ad i entre o s indivíduos o u e n t r e e s t e s e o E s t a d o . o u n o exercício o u de u m poder ora nor- ditatorial o u revolucionário. 33 n o sentido d e q u e ninguém d e s u a força obrigatória v a r i a pode con- . sanção é i n c o n d i c i o n a d a . A lei é regra obrigatória Sua deixar — T o d o s l h e s d e v e m obediência. mais p o r m e i o s d e órgãos p r ó p r i o s . d e observá-la. C A R A C T E R E S D A LEI São c a r a c t e r e s d a l e i : a obrigatoriedade — a generalidade e a per- sistência. órgão q u e p o d e o G O V E R N O mal c o m autorização d a função d e publicar e votadas pelo órgão l e - ser. dessa Assembleia decretos-lei. Sob norma o aspecto formal.LEI E LEGISLAÇÃO A Lei é u m an o r m a LEI de direito tornada obrigatória p e l a força coer- a L e icomo uma citiva d o Estado. o r aa A s s e m b l e i a N a c i o n a l . Para é a forma Temistocles ção d a v o n t a d e tar normas Cavalcanti. Cunha o u u m conjunto Gonçalves d e f i n e d e normas elaboradas g i s l a t i v o d o E s t a d o . gerais Legislativo. geral Clóvis Beviláqua define obrigatória emanando que. o u a regra d e u m aa u t o r i d a d e competente ere- c o n h e c i d a . a Lei "como sendo a o r d e m .

C O M O SE F A Z U M A O buições Senado Federal fundamentais: LEI e a Câmara d o s D e p u t a d o s votar o orçamento. E l e s são r e d i g i d o s . d e Educação e C u l t u r a . m a s não lei. 3 . a apresentação d e p r o j e t o s .s e três e l e m e n t o s : 1 . compete o u comissão d a Câmara o u d o S e n a d o e a o P r e s i - d e n t e d a República.A s condições d e aplicação. A creta. lei é regra abstraía — Não v i s a a u m a situação i n d i v i d u a l o u c o n - hipótese e m q u e a disposição poderá s e r a t o l e g i s l a t i v o . B a s t a q u e s e d i r i j a a u m a c a t e g o r i a d e p e s s o a s q u e s e e n c o n t r e m n a m e s m a situação. E S T R U T U R A D A LEI N a e s t r u t u r a d a l e i . A Mesa o s distri- competentes. porém q u e d e - o s indivíduos. funcionando d a o u t r a . t o d a v i a — Não s e e x a u r a a o s e a p l i c a r . isto membro é. d i s t i n g u e m . Persistên- perpetuidade.A va lei é regra aplicar-se geral — A generalidade inevitavelmente a todos não s i g n i f i c a . 34 . A a iniciativa qualquer d a s leis. d e Saúde e t c . comissões Câmaras apresenta- a Casa. 2 . especializadas Essas comissões e tratam fun- d e assuntos específicos: Comissão d e Constituição e Justiça. A lei é regra persistente c i a não s i g n i f i c a . d e A g r i c u l t u r a e P o l í t i c a R u r a l . Os sempre projetos uma Casa passam como pela Câmara revisora e pelo d o s e m sessão e e n t r e g u e s à M e s a q u e p r e s i d e bui pelo cionam menos como a duas pequenas Senado.A disposição.A sanção. elaborar possuem leis três atri- e fiscalizar a administração pública.

Comissões Ordem d o Dia. são d i s - o Senado. Legislação legais que farmacêutica sobre o s diversos exercem atividades e n oseu sentido mais Os é o nome aspectos próprias dado profissional. legislação etc. Se o Presidente projeto. resoluções. q u eexercem essas atividades têm n e c e s s i d a d e de conhecerem b e m a legislação r e f e r e n t e a o s e u e x e r c í c i o . a legislação v i g e n t e . ligadas a o conjunto económico à farmácia de normas e social d o s de u m modo geral amplo. Podem voltar à Casa d e o r i g e m . legislação m u n i c i p a l . Aprovados. c o n f o r m e f o r e m a p r o v a d o s o u e m e n d a d o s . quando par- t e m d a Câmara. mas p r o f i s s i o n a l . necessidade aumentar das n o r m a s jurídicas. Deste modo. q u eo s inclui podem E n t ã o são e n c a m i n h a d o s oportunamente na receber para emendas. o para LEGISLAÇÃO a u mconjunto de qualificativo d e l e i s . Das entregues a u m relator q u e dá s e u a Comissão o s v o t a e . passam v e z n a C o m i s s ã o d e R e d a ç ã o e são e n c a m i n h a d o s a u t ó g r a f o s . tudo a também o d e - q u e se decre- publique. . volta — Câmara e S e n a d o reunidos — q u epode der- rubar o veto.Nas comissões são o s p r o j e t o s p a r e c e r . tima p o r maioria absoluta d o s presentes. A s s i m legislação e s t a d u a l . o s e m e n d a . e s t a r a p a r d e l e i s . e v i c e . v i n d o o vocábulo sobre d a Federação.v e r s a . 35 enfim. cutidos e votados. Depois. d e n t r o Precisam tos-leis. s o b r e u m etc. legislação farmacêutica. Na outra Casa seguem caminho semelhante. o u não. . deixar ele se transforma apreciação d o C o n g r e s s o passar 1 0 dias automaticamente s e msancionar o u vetar e m lei. retornam Colocados à Mesa e m pauta. S e veta. há legislação n ã o só p a r a sempenho d e se estudar rever decretos. i A É o nome dado te acompanhado país o u u n i d a d e brasileira. portarias. e v e n t u a l m e n t e . toda convenientemente o seu c o n h e c i m e n t o . económico e s o c i a l . geralmen- matéria. determinada se diz: legislação c i v i l . E s t a seção o s p r e p a r a para receber para a assinatura u m a úl- a seção d e d o Presiden- t e q u e o s s a n c i o n a o u não.

d e v e m o s profissional s a l i e n t a r a s leis e a s q u e dispõem s o b r e a farmá- c i a d e dispensação. q u e dispõe s o b r e farmacêuticos e s i m i l a r e s . No que contexto regulam das atividades o exercício n a farmácia. para o bom desempenho d e suas atividades. A LEGISLAÇÃO SANITÁRIA Temos venda a considerar: de produtos la o comércio d e d r o g a s . o Decreto O Decreto 50. 36 a q u e controe Reso- .878/81. latos.que se aprove e q u e esteja e m vigor. 74. LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL Lei mácia 3 8 2 0 / 6 0 . a l e i 5 9 9 1 / 7 3 medicamentos.170/74. i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e - q u e regulamentou a lei 5 9 9 1 / 7 3 luções e P o r t a r i a s d o S e r v i ç o N a c i o n a l d e V i g i l â n c i a S a n i t á r i a . q u ed i z respei- t o a o  m b i t o P r o f i s s i o n a l d o Farmacêutico. q u ecriou fixando suas os Conselhos atribuições e o Decreto Federal e Regionais d e Far85.780/61.

Atendendo assjm a o consenso geral e d o próprio Ministério d a S a ú d e . f a c e a o d e s e n v o l v i m e n t o d o País. s e mresultado par- prático. A legislação d e 1 9 3 1 e alterações p o s t e r i o r e s já n ã o a t e n d i a m às a t i v i d a d e s profissionais até e n t ã o e económicas vigentes. o M i n i s t é r i o d a Saúde t o m o u p a r a s i o e n c a r g o d e a p r e - u mante-projeto d e leid i s p o n d o sobre a f i s c a l i z a ç ã o sanitária d o c o m é r c i o d e d r o g a s . Os tiram primeiros d o Conselho E m sentar passos para Federal a atualização d e nossa d e Farmácia.LEGISLAÇÃO A nada L e i5991/73. imperfeições d e f o r m a . atuais e m q u e o Brasil sevolta a FARMÁCIA tecnológico não p o d e r i a e continuar p o r t a r i a s . sancio- d e u nova regulamentação a o Comércio Farmacêutico. r e t i r a v a através d e m e n sagem à Câmara d o s D e p u t a d o s . 56 emendas pelas falhas. já o b s o l e t a s para ficar a tecnologia. o ante-projeto s e r i a a n o v a Legislação F a r m a c ê u t i c a . sofreu cerca d e n a s Comissões d e Saúde e C o n s t i t u i ç ã o e J u s t i ç a d a Câma- ra F e d e r a l . 37 d e lein P 2304/70. d o s integran- t e s d a F a r m á c i a . s u a E x a . P r e s i d e n t e d a R e p ú b l i c a . 1 9 7 0 . porém Legislação. o S r . f o r a d a r e a - l i d a d e sócio-econômica e p r o f i s s i o n a l . desse progresso tos-leis. e t c . esquecida. que . regulamentada n ot e m p o onde à margem p o rleis.170/74. pelo Presidente FARMACÊUTICA regulamentada Medici pelo Decreto e m 17 d e dezembro 74. decre- e n o espaço. Não ticos atendia — Oficiais também d e Farmácia o s interesses profissionais d o s Farmacêu- — d o Comércio e d e o u t r a s a t i v i d a d e s l i - g a d a s à Farmácia. . Nos dias tudo se renova. No entanto. o q u a l p a s s o u a t r a m i t a r n a Câmara s o b o n ? 2 3 0 4 / 7 0 . d e 1973.

2 ? — O exercício d a profissão farmacêutica a- a manipulação e o comércio magistrais. nova determinou redação a o p r o j e - sanitário d o s a t o s d e c o m é r c i o r e g i m e jurídico d e d i r e i t o s e o b r i - atividades. o prazo regulamentar. Sr. Pre- Nacional nos termos d o art. processual p a - d o s órgãos i n c u m b i d o s d o c o n t r o l e sanitário n o s e t o r . dando d o projeto d e lei. A gou 17.Posteriormente. a o Congresso Executivo. revo- de 1 9 d e janeiro d e 1 9 3 1 . Decorrido putados. normas assistência requisitos e conceitos sobre q u e exercem encarregados estadual o atuais. d e2 2d en o v e m b r o d e 1 9 5 1 . d e 1 9 7 3 .377: A r t . 20. 38 compreende: dosmedicamentos o u remédios . n ? s19. Disposições Provisório de 9 de novembro de 8 de setembro o controle Insumos e m suas d o Governo sobre F i n a i s e Transitórias. tes ra projeto. san- sanitário d o Comér- Farmacêuticos e s e u s C o r r e l a t o s . 5 1 d a Constituição F e d e r a l . e definições c a l c a d o s e m licenciamento d o s agen- nas esferas d o sg o v e r n o s especiais e competências de ordem e o s órgãos federal. Acolhido sidente o novo ante-projeto d a República.de dezembro a lei 5 9 9 1 / 7 3 . ressalvados seus arts. através d a m e n s a g e m d e lei 1 5 9 8 / 7 3 . Lei 5991/73. p r o c u r a n d o regular farmacêutico. D E C R E T O 20. q u eretificou o primei- d e 1 9 3 1 . foi finalmente aprovado após d e b a t e s n a s Sessões n a Câmara d o s D e - Extraordinárias matuti- nas dos dias 21 e 2 2d e n o v e m b r o d e 1 9 7 3 . Presidente Medici dispondo Medicamentos. fixando a o mesmo tempo.377. ro.606. M á r i o M a c h a d o a o Ministro Francisco de Paula da Rocha original 2304/70. sucedeu o reexame to o M i n i s t r o d a Saúde. 2 ? e3 9 . pelo f o i e m seguida 356/73. as e x i g ê n c i a s n o i n t e r e s s e d a saúde p ú b l i c a . e s t a b e l e c e n d o gações d o s exercentes o controle u m novo dessas Lemos. sanitários. técnicas vedações perante o receituário. e a lei1 4 7 2 . c o n d u t a d a ação f i s c a l i z a d o r a e municipal. o o comércio responsabilidade essenciais sobre procedimentos a apuração d e infrações obrigatório d o s especializado.627. E m cionou cio d e Drogas. o E x m o . enviado d o Poder E x m o Sr. Estabelecia conhecimentos ainda estabelecimentos permissões. os decretos de 1931. 20. q u e Lagoa.

a ação d o f a r m a c ê u t i c o . 3?. d e farmacêutico. e . apenas 1 5 da nova ter responsáveis t é c n i c o s . dosmedicamentos galênicos e d a s farmacêuticas. d . com o consumidor especialidades de todos farmacêuticas.b. propo- q u e a s farmácias e d r o g a r i a s e m caráter desprovidas de d o es- recursos.a manipulação especialidades c- o comércio e o fabrico direto tos oficina is. s o ba responsabilidade licenciar de outro farmácias técnico devida- mente inscrito n o Conselho. deverão n o s Conselhos d o exer- responsável o u s e u s u b s t i t u t o d e o horário d e f u n c i o n a m e n t o q u e nas localidades o u impedimento sanitária. e biológicos. os medicamen- produtos . f- a função d e químico b r o m a t o l o g i s t a . o a r t ." OCcapítulo I V d a lei 5 9 9 1 / 7 3 . galênicos rapêu ticas. : "Tendo sição e m v i s t a o i n t e r e s s e público. o Sr. estabelece. etc. Ministro 6 . trata especificamente c i a e R e s p o n s a b i l i d a d e Técnica. b i o l o g i s t a e l e g i s t a . Art. n o item "c" estabelecidas ser exercidas O ceu alíneas (Grifo nosso). q u a n t o d a Saúde. esclare- a responsabilidade téc- nica. a Disse sua Ex. a inexistência toridade ou drogarias. d a lei especial q u e esse verá e s t a r p r e s e n t e d u r a n t e tabelecimento. E planta quími- de aplicações te- ( G ri f o no s s o ) . . d e v i d a m e n t e inscritos de Farmácia. cos. poderá a a u excepcional.a s análises r e c l a m a d a s p e l a c l í n i c a m é d i c a . 39 d a Assistên- .As atribuições do das farmacêutico."As atribuições podem E m a "f" não n o artigo p o r mandato são privativas precedente não n e m representações.o f a b r i c o d o s p r o d u t o s biológicos e químicos. § 1 9 . n a f o r m a discriminadora cício profissional." FARMACÊUTICO s u a Exposição d e M o t i v o s . o f i c i n a i s .

f a r m a c ê u t i c o . O A r t .Art. 6 9 d a Resolução 1 6 0 / 8 2 . d i r e t a e i n c i s i v a . o órgão sanitário ciará de os estabelecimentos inscrito necessida- d e fiscalização l o c a l s o b a responsabilidade prático d e farmácia. s e m a o mais a citada leigo de quantos Resolução. 1 5 .E m razão de d o interesse d a existência público. os de- definidos. Regional igual- d e Farmácia. E quer tratou dúvida Diz mitido a m a t é r i a c o m precisão d e l i n g u a g e m . n a f o r m a d a l e i . q u e não é p e r a presença f í s i c a d o p r o f i s s i o n a l . de normas. s e a l g u m a dúvida o u d i f i c u l d a d e d e interpretação d a lei h o u v e s s e p o r p a r t e d o sagentes investidos d o poder v e r e s e obrigações f i c a r a m c l a r a m e n t e C o m intuito d e facilitar ainda mais tornando meridianamente Conselho F e d e r a l d e Farmácia b a i x o u bre o exercício compreensível d a profissão delegado. i n s c r i t o a assis- n o Conselho R e - g i o n a l d e Farmácia. a aplicação d a l e i 5 9 9 1 / 7 3 .A farmácia tência e a drogaria d e técnico terão obrigatoriamente responsável. A mais Resolução 160/82 n o spreocupa sionais d o farmacêutico básicas para de se o c u p o u — fundamental a harmonia — justamente oq u e d a s relações c o m a farmácia: é o q u e t r a t a a vinculação medicamentos de u m item para d o técnico e outros produtos às e n t i d a d e s distribuídos profis- d a s exigências d e comercialização pelas farmácias hos- pitalares. n a f o r - m a da lei. c a r a c t e r i z a d a d e farmácias e drogarias. § 1 9 A presença d o técnico responsável será o b r i g a t ó r i a duran- t e o horário d e f u n c i o n a m e n t o d o e s t a b e l e c i m e n t o . para poderão man- o s casos d e impe- d i m e n t o o u ausência d o t i t u l a r . . § 3 9 .O s estabelecimentos ter técnico d e q u etrata este artigo responsável substituto. § 2 9 . d e f o r m a a responsabilidade técnica s e m militam n o ramo deixar qual- farmacêutico. 160/82 dispondo e m substituição a o so- Resolu- ção 9 4 / 7 2 . a s s i m s e e x p r e s s a : " A responsabilidade profissional técnica à participação 40 assumida efetiva é indelegável e o b r i g a n o s trabalhos o a s e u cargo. r e v o g a d a p e l a l e i 5 9 9 1 / 7 3 . o f i c i a l mente a e n a falta d o n o Conselho licentécnica d e farmácia o u o u t r o . o seu^ c o n j u n t o a Resolução farmacêutica. E a p a r t i r daí.

não c o n f u n d i r o funcionamento d o farmacêutico assistência c o m r e s p o n s a b i l i d a d e . não é p r e c i s o s e r e x e g e t a p a r a c h e g a r a c o m p r e e n s ã o d e e n u n c i a d o s tão c l a r o s . a u m a farmácia o u d r o g a r i a q u e ele autenticamente como qual tecnicamente.s e nalidades ção falta grave. A R e s o l u ç ã o p r o í b e — n ã o há c o m o a d m i t i r o c o n t r á - r i o — q u e o farmacêutico v i n c u l e seu n o m e ou hospital Exige um p r o f i s s i o n a l . s e m seja necessária." O r a .§ Único . 41 quando porque q u ea pre- não s e p r a t i c o u .C o n s i d e r a . previstas sujeitando-se n o art. d e responsabilidade o infrator às p e - 3 0 d a lei 3 8 2 0 / 6 0 . a assun- técnica s e m a participação r e - ferida neste artigo. dê a necessária assistência a o e s t a b e l e c i m e n t o p e l o só se r e s p o n s a b i l i z a Daí p a r a a lei ampara sença física p o r formalidade. d a Farmácia e D r o g a r i a . Fórmulas.

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n a d a s e t e m e s c r i t o s o b r e a Legislação F a r m a c ê u t i c a . reformadas r a n h ã o . Notáveis foram as boticas jesuítas d a B a h i a . assim onde D. D . possuíam e procuravam negociar foram n o s acampa- e servir a o sq u e n e - c e s s i t a v a m d e auxílio e d e s o c o r r o .s e botica. Manuel. q u e o comércio a s "Ordenações" desde o i n í c i o d o século X V I . e r a p r i v a t i v o d a s b o t i c a s . e m vigor e alguns decretos. existente n o sh o s p i t a i s civis e m i l i - a o preparo e dispensação d e m e d i c a - m e n t o s aos doentes internos. Alguns por gias do tempos depois. a l g u m a s l e i s ré- passaram d e drogas a regulamentar e medicamentos. q u a n d o A e casa comercial medicamentos Também tares.OS D I V E R S O S DIPLOMAS L E G A I S ASPECTOS Jl/RfDICOS Da B o t i c a à Farmácia Em q u e pese a importância d a matéria. a matéria mediante estabelecen- o u não recei- t a s d o s físicos (médicos d a época). m u i t o pouco o u quase. Manuel o u loja nos tempos se chamava às Legislações v i g e n t e s reformou onde o público s e a b a s t e c i a d o Brasil o local o s havia. d e n o m i n a v a . d e drogas colónia. pessoa n a Capital. e destinado a partir a s "Ordenações" d o r e i n o . R i o d e J a n e i r o e São P a u l o . Qualquer reino. n a m e d i d a u m apequena botica à arte d e curar n o Brasil d o p o s s í v e l . q u e solicitasse desde a o comissário q u e possuísse a p e n a s 43 d e Físico adestramento M o r d o na mani- . Os os primeiros padres mentos q u e se d e d i c a r a m jesuítas q u e . Necessário s e f a z u m r e t r o s p e c t o do século X V I . Recife. Olinda.M a - d o reino.

pelo D e - de 1851. pelas normas d i z respeito q u evisam certos mesmo contex- às n o r m a s sanitá- a o exercício das atividades profissionais. livros f o i a matriz d o q u ehoje responsável. há d e s e c o n s i d e r a r d a matéria. p r o d u t o s e l e m e n t a r e s . n o a n o d e 1 7 4 4 . as dificuldades enfrentadas pelos Serviços d e F i s c a - lização e a f a l t a d e u m órgão específico d e s t i n a d o à fiscalização d o e x e r cício p r o f i s s i o n a l . sadas e c o mos abusos d o Regimento q u e proibia medicamentos a b u s o s . O fato farmacêutica bilitado para é que. ordenou e m 1 6 de maio o comércio ilegal não h a b i l i t a d o s . o Comissário c o m os incidentes baixado terminantemente p o r estabelecimentos multas. t a i s e r a m o s s e u s l u c r o s c o m a atividade pâclan- destina d edrogas e medicamentos. lação d o p r o f i s s i o n a l sos e medidas. documento legislação p r o f i s s i o n a l . n P 829 importância à palavra da Junta legis- d e balanças. No entanto. p o i s existe químicos. Para Físico coibir Mor. p e - d e conservação d a s d r o - gas e d o s vegetais m e d i c i n a i s . os diplomas sempre assumir legais se preocuparam a q u e dispçem e m manter responsabilidade técnica sobre a profissão u m profissional h a d o estabelecimento farmacêutico. v a s i l h a m e s . existência medicamentos galênicos. comércio o s incessantes alarmado d e drogas gral cumprimento m o ano. n e m sempre o profissional 44 habilitado cumpria as d e - . d a legislação f a r m a c ê u t i c a . constantes de toda q u eocorriam ordem. a p r o v a d o de 2 9 de setembro n a evolução d e n o s s a estudo aspectos rias de Higiene BOTICÁRIO. o q u e a c a b o u p o roriginar n i c o n o comércio e m g e r a l . fiscalização sobre o estado creto ma "Regimento Imperial No importados.pulação de medicamentos ções" e e s t a v a mentos como de para conseguia exercer a "Carta de Aprova- o comércio d e d r o g a s e medica- boticário. n o o inte- daquele mes- das drogas e estabelecendo pe- e apreensão d o s e s t o q u e s . n u m preocupações: a p r i m e i r a e a segunda. habilitado desses boticários a outros eram comerciantes praticamente para explorar analfabetos a botica com e a asso- finalida- única d o l u c r o fácil. n o s i t e n s q u ef a z e m paração d o s to. Muitos ciavam-se corriqueiros. O Regimento 1744. Pública". de su- referia-se menção a o técnico d a p r e - medicamentos. s e m q u a l q u e r o u t r a preocupação. p r i n c i p a l m e n t e q u a n d o O temos como n a botica duas numa mesma legislação.

45 como o boticário não s e i n t e r e s s a n d o d o Regimenpela Farmá- .terminações legais e essa Responsabilidade eratotalmente descurada e l e v a d a a p l a n o secundário.606 de 1 9 de janeiro de 1931. a s s i m .606 e m seuartigo 6 9 . d o governo provi- sório d a República d o s E s t a d o s U n i d o s d o B r a s i l .6 9 não p o d e m s e r e x e r c i d a s p o r m a n d a t o n e m representação. n o Regulamento 20. e ) A s análises r e c l a m a d a s p e l a c l í n i c a m é d i c a . E e F.606 respeito como praticamente campo a o comércio farmacêutico. O Decreto 19.A s atribuições estabelecidas n o a r t . § 1 9 . p r o d u t o s etc. u m g r a n d e atividades No decreto que profissionais. esse setor d e trabalho. d e aplicação terapêutica. dosmedicamentos galênicos e d a s farmacêuticas.A s a t r i b u i ç õ e s d a s alíneas C a F n ã o são p r i v a t i v a s d e f a r macêuticos. Mas. a s a b e r : a) A manipulação e o comércio dosmedicamentos o u remédios magistrais. e exclusivo para havia tanto n o série d e exigências ele. o consumidor especialidades biológicos. de todos os medicamen- farmacêuticas. D E C R E T O 19. d ) O f a b r i c o d o s p r o d u t o s biológicos e químicos o f i c i n a i s .606 Decreto n ? 19. b i o l o g i s t a e l e g i s t a . uma tornava privativo p a r a o exercício e x c l u s ã o d a s alíneas C. c o m q u e dizia 19.disciplinava o exercício d a profissão f a r m a c ê u t i c a . D.O fabrico a q u e s e r e f e r e a a l í n e a D só será p e r m i t i d o a o m é d i c o q u e n ã o exerça a c l í n i c a . b) A manipulação especialidades e o fabrico c) O comércio d i r e t o c o m tos oficinais. f) A função d e químico b r o m a t o l o g i s t a . e plantas medicinais químicos. to de 1744 o farmacêutico continuou d o Comissário Físico M o r . 7 9 . A r t . § 2 9 . O de suas f a r m a c ê u t i c o possuía.377. galênicos.

insistindo antes literalmente d o paciente. 4 1 .606. d a receita e data e m que f o i feita". Bastava 1 6 .606 pelo se cumprisse arts. assegurava farmacêutico de modo irrefutável n a área d a f a r m á c i a o s dispositivos d o s arts. . 2 6 e 2 9 e s e u p a - rágrafo único.377 de 0 8 de setembro 19. 3 6. logo diariamenapós a ú l t i - dia". continha dispositivo de 1931. o c u p a r e m irregularidae respon- encargos. o exercício comercial. e n tais d e farmácia. o s a r t s . d o farmacêutico profissionais a tomarem propiciando d e r e m por tais sanitárias maus a receita próprio. quando surgiram constar outros n a presença d e assinar n o física As autoridades levar sejando assim des. . regulamentos. parágrafo 2 9 d o a r t . tan- o a s s i m q u e n o a r t . Basta q u e se a t e n t e para o art. vl _ . q u e assim se e x p r e s s a : Art. 3 6 . esses então decretos. dasautoridades foi u m pouco mais além. 4 1 ." O farmacêutico crevê-la e residência ciente Depois. 1 9 e 2 1 e n o r e f e r e n t e a o s tóxicos. idade transnome d op a - portarias. está d i t o : A r t . não p o d i a m n e mt i n h a m a o s seus lugares providências a o s práticos deverá inclusive d o profissional." O te farmacêutico o Livro responsável de Registro m a receita aviada e m cada E a preocupação deverá assinar d e Receituário. ainda. n a f rmácia todos comercial.1 7 . p o r é m e l e n a d a q u e r i a c o m o não q u e r mandar livro q u e sanassem condições d e de trabalho. O tou Decreto o decreto 20. continuando o aluguel d on o m e . q u e regulamen- fixando mais ainda o farma- cêutico n a farmácia c o m e r c i a l .cia d e Dispensaçãoapenas a s s u m i n d o u m aresponsabilidade técnica "pró- f o r m a " . O Decreto profissional que 18 19.

a s q u a i s só s e r i a m c a s s a d a s m e diante prova d e responsabilidade criminal n o exercício d a s u a ativida- de profissional.877/31. d o farmacêutico 20. 1 7 0 / 7 4 A legislação d e 1 9 3 1 já n ã o a t e n d i a m e alterações p o s t e r i o r e s às a t i v i d a d e s até e n t ã o p r o f i s s i o n a i s farmacêuticas f a c e v o l v i m e n t o d o país.D E C R E T O 20. Este o direito cionando depois decreto c o m 1 5 artigos d e se habilitarem duas para concedeu épocas d e e x a m e s c o m de aprovados.877 Desse cia desinteresse Comercial. 5 9 9 1 D E 17 D E D E Z E M B R O D E 1 9 7 3 E D E C R E T O 7 4 . p o r mais d e d e zanos. o exercício l e g a l d a profissão.o direito t e r sido estabelecidos pria. LEI Pela lei 1 4 7 2 1472 de 2 2 de novembro tado P e d r o s o Júnior. suas propor- intervalo d e 0 6 meses. pela de 3 0 de dezembro regulando de conformidade o exercício Farmáde 1931. f o i a u t o r i z a d o tica d e farmácia. licença para abrir a o s q u e t i v e s s e m c i n c o a n o s d e práfarmácia n h u m a h o u v e r e s t a b e l e c i d a c o m farmacêutico LEI e m localidade onde ne- diplomado. o s quais. a o desen- . criando no surgiu e o s farmacêuticos interior alheamento o decreto d o s Estados. 1 ? d o Decreto n9 19. licenças p e r m a n e n t e s como responsá- v e i s t é c n i c o s p o r s u a s r e s p e c t i v a s f a r m á c i a s . q u e provassem p o r s e u a r t . 47 vigentes. i n d e - dasautoridades sanitárias respectivas. Os favores 20. teriam a o s práticos d e farmácias.540 pelo Decreto de 0 4 de dezembro de 1951. de autoria d o depu- d e 1 9 3 3 .398 d e 1 1d en o v e m b r o d e 1930. Concedia ticos ainda d e farmácia esse Decreto. a exercer a juízo a o s prá- p o rconta pró- a profissão. d e c o n t i n u a r e m pendente de exame d e habilitação. até o d i a 3 0 d e j u n h o d e 1 9 3 4 . concedidos foram a o s práticos limitados pelo Decreto d e farmácia 23.877 práticos. d a farmácia c o mo art.9 ? .

Foram mentos enquadrados d o poder n o controle legal. 48 . as entidades o u estabeleci- público. enfim. para alguns medicamentos — distribuidores como d e seus ampliando a s disposições todos teve legais objetivo. O D E C R E T O 74.170/74 O decreto 5991/73. determinados lecendo visto de 74. c i v i l o u m i l i t a r — F e d e r a i s — E s t a d u a i s — M u - nicipais o u Paraestatais. geral os estabelecimentos medicamentos. o s e u domínio quanto o s setores. o s e s t a b e l e c i m e n t o s n ã o e s p e c i a l i z a d o s . e m 1 7 d ed e farmacêutico. Classifica e define de u m modo o q u e é drogas. conceitos. clara estabe- a prática d o comércio d a farmácia — dispensários d e m e d i c a m e n t o s — representantes tornando — importadores — drogaria — unidades pre- — postos volantes e exportadores.170/74 esclarecendo dispositivos. medicamentos. objetivando sancionada d e u nova o controle pelo Presidente regulamentação sanitário n a v e n d a Medici a o comércio d e drogas. insumos farmacêuticos farmacêuticos e cor- regulamentar a lei relatos. in- s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s . a partir mais d e ação. in- c l u s i v e até m e s m o .A lei 5 9 9 1 / 7 3 zembro de 1973.

atividade de trabalho de q u e e . apoiados pelo aparecimento quente de instrumentos vimento e d e aplicação d e s u a s a t i v i d a d e s ratórios. d o s métodos roti- o s científicos. p a r a o c o n s u m o g e r a l d a c o l e t i v i d a d e . técnicos e c o m e r c i a i s . A cia. u m a fonte permanente d e distribuição. q u e tanto m e n t o d o snossos dias. através d o s l a b o - dia a dia. s e . cujo número e máquinas. não h o u v e s s e u m e l e m e n - to objetivo d e divulgação d e s u a s descobertas. s u r g i r a m quais o s processos a Farmácia. s e m o s podido chegar a o elevado grau d e desenvolvi- descobertas científicas. Do métodos ponto d e vista de trabalho. q u e t a n t o vêm a f l i n g i n d o a h u m a n i d a d e . técnica t e m s i d o porque as suas o maior descobertas fator d o d e s e n v o l v i m e n t o d a farmá- n o vasto campo da medicina. d e então. n o a m b i e n t e cupação vez novas dado mais farmacêutico. a farmácia e n c o n t r o u . p o r v e n t u r a . d o s técnicos e e s t u d i o s o s intensa. estabelecendo i n t e n s a d e c o m p e t i ç ã o q u e . n o sentido impulso d e fazer-se u m a v e zq u ea m a i o r t e mgirado de combater terdeixado e m torno o u extinguir d a luta preocada doenças e m a - l e s . As têm sentir e ousadas às a t i v i d a d e s h u m a n a s . não p o d e r i a m também.NORMAS DE COMERCIALIZAÇÃO Processos de Trabalho — Organização Empresarial — Métodos de Comercialização e Central de Compras de Medicamentos. 49 vezmais fre- d e desenvol- c i e n t í f i c a s . u m e f i c i e n t e cresce o aprimoramento fator dosprodutos ação. mais e o crescimento u m a luta concorre de seu campo de . ficariam no silêncio d o s laboratórios. jamais. PROCESSOS DE TRABALHO Modificaram-se. a o invés d e s e t o r n a r para n o s modernos cada assim nociva. técnico. se s e r v i a neiros completamente. e m s u a c o n s t a n t e não teria.

e . As rosas limitações impostas q u e . O governo realmente já s e n t i u o suporte desenvolvimento q u e essas pequenas e a fonte geradora sócio-econômico e médias e m p r e s a s de empregos d o país. desânimo e r e v o l t a . farmacêutico é sinal d e c o r a g e m são t ã o rigo- e d e despreen- dimento. t r a z e m . hoje sempre forneceram para exercício o enriquecida à farmácia a s m a permanente c o m os produtos de sua químicos sin- téticos. surge u m equivalente t i v i d a d e .s e q u e o número d o s p r o d u t o s m a i o r . c o n v u l s ã o s o c i a l e a desagregação d a f a m í l i a .Os três r e i n o s térias-primas respectiva da natureza d e q u e necessitava atividade. p o u c o esses e l e m e n t o s administrativamente importando o seuporte negativos como daí u m a orga- de pequena o u mé- dia empresa. A a farmácia importância precisa e deve superar d e se estruturar nização e m p r e s a r i a l . É d e r e s s a l t a r . Resoluções produ- compensador. e funcionamento combinados e Portarias estão subordinados c o m o s Códigos d o Serviço Nacional a di- Sanitários E s - d e Vigilância S a - nitária. natural. farmacêutico considerado de u m produ- sintético. A fiscalização q u e s o f r e e a s ameaças q u e r e c e b e a cada instan- t e . A mais farmácia continuar t e m q u e se estruturar como empresa se quiser d e família. legais. sintéticos é c a d a v e z a cada descoberta EMPRESARIAL se constitui numa atividade especiali- p ú b l i c a e s u j e i t o à legislação e s p e c í f i c a . não pode ser orientada e m . d e m a i s fácil e m a i o r ORGANIZAÇÃO zada. a o m e s m o t e m p o . são t ã o necessários a o diminuindo o impacto d o d e s e m p r e g o . não c e s s a d e c r e s c e r . a preço s e m p r e m a i s O comércio O versos d e utilidade seu licenciamento dispositivos taduais. Sofre ladores ainda o comércio d e preços farmacêutico e a interferência a ação d o s órgãos indébita d o sConselhos contro- Regionais d e Farmácia. P r e c i s a 50 sobreviver. to porque.permanecer a o comércio n a atividade.

a c a r r e t a n d o . aten- as atividades mantendo apenas de escritó- r i o s d e c o n t a t o s .todos o s seus aspectos quer mercadológicos. R e p r e s e n t a n t e s e m C o n t a Própria e o A t a c a d i s t a . de Vendas. N e s s e s i s t e m a o v e n d e d o r v i s i t a d i a r i a m e n t e a farmácia. . a c o m p r a tidade o u valor Sistema Universal de qualquer e m cruzeiros. a p a r t i r sócio-econômicos. e m períodos dependência.l h e s diversos para renovação d e seus essa estoques e a t e n d i m e n t o d efaltas eventuais. surgiram d a s farmácias. A c o mabsoluto farmácia completo excesso para êxito. e v i t a n d o co o u Método d e C o m e r - n o R i o Grande. foi implantado nambuco. os Distribuido- r e s . v e z q u e a ser abastecida ções. de 1968. A partir desse principalmente instante. passou a manter atender s u ac l i e n t e l a o super-estoque d o vencimento para o comércio farmacêutico u m a série d e v a n t a g e n s . Os de seus elementos 3 0 a 6 0 dias prática. n a scapitais encerraram brasileiras. para as d e pequeno suprir e médio as necessidades porte. o risembalagens. A o q u eestamos cialização Catarina informados. p a r a p r o p a g a n d a médica e v e n d a s d i r e t a s . seguindo-se — R i o d e J a n e i r o — São P a u l o — B a h i a e r e c e n t e m e n t e e m P e r - d e p e q u e n o e médio p o r t e to esse S i s t e m a inicialmente seuestoque sem normal necessidade diretamente tão p r e j u d i c i a l c o m sortimende compras e m através d e s s a s d e s u av a l i d a d e e e n v e l h e c i m e n t o d e suas 51 organiza- a o sseus interesses. Os atacadistas rápido a t e n d i m e n t o no e médio passaram a estudar u m a política d e m a i o r a o farmacêutico. NOVOS MÉTODOS DE COMERCIALIZAÇÃO Os dendo suas laboratórios seus filiais industriais interesses instaladas farmacêuticos. medicamento pelo sem proporcionando à imposição d e q u a n - preço d o f a b r i c a n t e e com entrega diária. t r a z e n d o Sta. p r i n c i p a l m e n t e porte. Surgiu então o farmácia. uma v e zq u eeles l u t a v a m c o m para e mais o s de peque- maiores dificuldades p a r a s e a b a s t e c e r e m d i r e t a m e n t e d o s laboratórios. quer econômico-finan- celros. passaram q u eficaram prejuízos d o s mais a visitar nessa a s farmácias.

e m todo o mundo 52 mais teve sua origem n a H o de 125. concluímos n o r m a s d e Racionalização c o m pela a finalidade necessidade d e atender os n o v o s métodos d e comercialização. estão s e r i a m e n t e de Central de Compras. d e u m m o d o de Compras de Medicamentos. mento para e maior Para atingir as compras. C E N T R A L DE COMPRAS DE MEDICAMENTOS Os luíram novos para métodos a Central d e comercialização. A Central de Compras se fixa s e m s ec o n s t i t u i r e f e t i v a m e n t e e m u m a A landa n o s princípios d e c o o p e r a t i v i s m o . adotando os novos administrativas. siso e s t e i o e p r o g r e s s o p a r a p e q u e n a s e médias e m p r e s a s . e m declarações d e c o m u n i c a ç ã o . ó t i m a m a r g e m d e s e g u r a n - ça e r e d u ç ã o n o s c u s t o s progresso. perfeito d e giro seja e l a d e p e q u e n o . q u e representa n o smais di- empenhados s e mq u a l q u e r nesse dúvida. Cooperativa. U m a tivo melhor fundamental grande porte. d e comercialização sucedida.000 empresas . a p a r t i r d o D e c r e t o 2 2 8 4 / 8 6 d o P l a n o d e Estabilização E c o n ó m i c a . geral. objetivo. certamente adotar pela para sobreviver u m afilosofia Racionalização cientificamente n o ritmo empresarial para méserá imposto moderna q u e se constitui. o s c u s t o s a apuração d o seu lucro líquido a ope- qualquer momento. sem v i d a ^ n a s u b s t i t u i ç ã o d e práticas a n t i q u a d a s didas adotar de estoque obje- médio o u operacionais. d e comercialização ao pequeno possibilitando e a técnica d e a d m i n i s t r a - e médio empresário. comprovadas isto qualquer dú- p o r outras baseadas e aceitas como pelo e e m m e - fundamentais. deve assumidos. Os versos tema próprios meios órgãos g o v e r n a m e n t a i s . Comercial necessita só c o n s e g u i r á sero êxitos n o s s e u s negócios. Os ção novos métodos poderão f o r n e c e r racionais. liquidar o s compromissos A todos bem rotação d o c a p i t a l d e qualquer empresa. n o v a concepção d a C e n t r a l d e C o m p r a s e m 1920 e hoje. esse Farmácia d e p e q u e n o com A Farmácia devemos controle e médio e técnicas u m planeja- e previsão porte. evo- principalmente.A o de analisarmos se adotar o exposto acima. pela administração.

evi- . medicamentos já s e n t i r a m q u e e s s a s d i f i c u l d a d e s t e n d e m a au- e e s s a u n i ã o d e i n t e r e s s e s e c o n ó m i c o s só será s o l u c i o n a d a c o m Central de Compras de Medicamentos bem estruturada. 53 observan- e distribuição. O 2284/86. sua mentar. f u n c i o n a m e n t o t a n d o desse m o d o . Estados de primeira Unidos. Farmacêutico estar unido diante e todos brasileiro. mais necessidade de 3 0 % da venda é efetuada n o varejo d e produ- através d e e m p r e s a s filiadas à Centrais d e Compras. a s n o v a s técnicas d e organização. uma necessita comercialização vencidos. c o mo advento para d a falta enfrentar d o decreto o s sérios p r o b l e m a s d e de medicamentos. se- Holanda. do Comércio etc.estão a s s o c i a d a s d i a d a na Nos tos a u m a entidade mundial de Centrais de Compras. v e n h a a fracassar e m seu o b j e t i v o .

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não p a s s a n d o planos periódica desse modo. d e elaborar seus c o m análise negócios. como estas farmacêuticos. Estudos centagem e observações d a s farmácias feitas demonstram n o Brasil q u e u m agrande são. e. às v e z e s m e s m o e m elementos da marcha farmácias.ORGANIZAÇÃO . nelas e n t r a m u m ap e q u e n a normalmente. o p r o - estudado. o q u e d o s negócios r a c i o n a l . Vendem d o s fregueses porque tas abertas. C o m p r a m p o r q u e são p r o c u r a d a s p e l o s fornecedores. d e u m a s i m p l e s a v e n t u r a . 55 parte vendo as por- . p o rquotas. e m p r e s á r i o s e vê n a i m p o s s i b i l i d a d e resultados e médias completamente d e u m a administração baseados u m a administração às p e q u e n a s muda m a i o r i a d o se s t a b e l e c i m e n t o s b l e m a d e v e ser d e v i d a m e n t e cimento quanto organizacional a grande comer- atividades. não a c o n t e c e a situação na sua a parte a o exercício p r o f i s s i o n a l . a a b e r t u r a d a farmácia. d e seus sem simples. qualquer conhe- eficiente e objetiva.INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE F A R M Á C I A ORGANIZAÇÃO Princípios Gerais: Os maioria. cial grandes separada permite grupos d e Farmácias e D r o g a r i a s s o bo r e g i m e d e s o c i e d a d e d a s funções c o n c e r n e n t e s — dado o vulto O quando mesmo constituem Sem o estudo a respeito o pequeno e previsões. c o m e r c i a l m e n t e . s e p a r a n d o as d u a s funcionam. por- administradas d e f o r m a empírica. estando concretos. E l a s f a z e m n e g ó c i o s p o r q u e estão l e g a l m e n t e habilitadas. dos — organizar preliminar e .

leção d e estudar não s e c o g i t o u d o s empregados.A s condições d e v e n d a s : d o sdiversos tipos recebimento de propaganda. t a n t o n o s e n t i d o técnico q u a n t o comercial. o mercado local d e propaganda. para m e - não h o u v e s e - n e m u m asimples contabilidade existe. d e v e m o s 1. b. c- V e n d e r a o m a i o r n ú m e r o possível d e f r e g u e s e s .Orçar com as despesas c o m o mínimo i s t o não v e n h a a p r e j u d i c a r d e gastos. antecipados — vendas à vista — vendas a prazo. O tos comércio farmacêutico é u m a a t i v i d a d e p e l a q u a l o s m e d i c a m e n - saem dores. Muitas vezes.O f e r e c e r m e l h o r serviço d o q u e o s c o n c o r r e n t e s . C o m o tabelecer requisitos fundamentais c o m êxito. mais alta é fundamental q u ese considere a farmácia c o m d u - Económica e S o c i a l . T e m o s q u e r e c o n h e c e r a farmácia importância t e m a responsabilidade para a coletividade. dasfontes Considerado produtoras e distribuidoras s o be s t e p o n t o e vão até o s c o n s u m i - d e v i s t a .S e o a m b i e n t e levar possibilita para q u e a farmácia e m conta. b. O o b j e t i v o d a p e s q u i s a (análise d o m e r c a d o ) é s a b e r : a- Opinião d o s f r e g u e s e s . U m a vez estabelecido. demanda s e o b t é m através d e p e s q u i s a potencial de mercado. c- A possibilidade d ea u m e n t o d e vendas. 56 contanto que. sa q u e o proprietário d a farmácia t o m a do se possa es- o s seguintes elementos: adequada. é u m comércio c o m o qual- q u e r o u t r o e assim t e m q u e ser e s t u d a d o e e x e r c i d o . d e v e estudar o sm e i o s d e : a . finalidade: objetivos. d.S e o proprietário d o e s t a b e l e c i m e n t o litado a oferecer acha-se d e v i d a m e n t e habi- a o p ú b l i c o serviço e m c o n d i ç õ e s s a t i s f a t ó r i a s . oq u e É através d a p e s q u i - contato com a opinião consumidor. 2 .Não dir houve a preocupação as suas possibilidades. q u e além d e d e prestar norteando serviços suas ativida- d e s e s t r i t a m e n t e d e n t r o d a ética p r o f i s s i o n a l e c o m e r c i a l . e a expansão .A p o s s i b i l i d a d e d o decréscimo d e v e n d a s . o andamento d o s negócios.V a n t a g e n s e desvantagens e. No pla seus da entanto.

m a i s c o m p e t i ç õ e s vão s u r - g i n d o e só v e n c e m o s q u e s e o r g a n i z a m . m a s . Estadual e Municipal. e t c . i s t o p o r - m u i t a s v e z e s o f r a c a s s o é consequência d e u m a 57 convicção d a p o s s e . três r e s u l t a d o s p o d e m a- Êxito c o m p l e t o d a i n i c i a t i v a . é a m o v i m e n t a ç ã o d o c a p i t a l . cabe-nos n e s s a s instalações n ã o d e v e da firma u m fator d e instalação e práticos d a área. Federal. c a p i t a l d o capital farmácia. v i t r i n a s . b- Êxito p a r c i a l o u médio. A que m a i o r p a r t e d o s f r a c a s s o s o u prejuízos p o d e s e r e v i t a d a . N a a b e r t u r a d e u m a f a r m á c i a .d . c- Fracasso d o empreendimento. p o r q u e o tipo balcões. Não há negócio algum vos para serem solucionados avança o c o n h e c i m e n t o q u e não tenha problemas quase diariamente. Do porque advir: fracasso o fracasso económico económico d o empreendimento não quer dizer podemos inviabilidade tirar lições.Não e x a g e r a r n a m a r g e m d e l u c r o . A TÉCNICA DA ORGANIZAÇÃO Quando mácia. é se trata d o início d e a t i v i d a d e . necessária da ideia o u d a iniciativa. e t a m b é m q u eo dinheiro possibilidades considerar tipos» m o d e r n o s i r além e d a s exigências d a localização importante para obtenção d o lucro nas farmácias. u m a farmácia. mercantis conhecimentos. empreendimento conjunto tar d e princípios estes é fácil perdure montar e prospere. n a c o m p r a e n a v e n d a . posto humano administrati- que. Até c e r t o ponto. d e instalações armazenamento para d e esto- i s t o d e p e n d e r á d e várias c i r c u n s disponível. tâncias. quanto mais e a t é c n i c a . E m seguida. t a i s c o m o : lembrar das da Entretanto como potencial imobilizado para adequada. Poderíamos devemos aconselhar laboratórios. ques d e mercadorias. e sobretudo levando-se para q u eo é necessário o c o n h e c i m e n t o habilidade e m conta para d o interpre- as particularidades d o negócio. imprescindível atender da abertura às exigências de uma d a legislação far- sanitária.

s e c o m e r c i a l m e n t e d u t o s já f a b r i c a d o s . baseados conduzam e m princípios a obter farmácia d e p e n d e racionais o máximo que. o q u eexige. e x i s - n o squais se baseiam a sua q u e t e m a s e uc a r g o a res- organização. 58 como distribuidor d e pro- .C o n h e c i m e n t o prático d o r a m o d o negócio. P o r e x e m p l o : o s t i p o s d e e s t a b e l e c i m e n t o s farma- muito. adi- técnica. Partindo dessas ponsabilidade definitiva considerações. o estabelecimento farmacêutico exercia u m a ativi- d a d e m a i s p r o f i s s i o n a l . especialmente. P o r e s t a razão. e. conhecimentos tem determinados atualizados. Fatores que No gem te. No passado. Com tos o advento d a técnica m o d e r n a . d e q u e m de natureza indiscutivelmente f o ro tamanho princípios f u n d a m e n t a i s . alheios cêuticos h o j e v a r i a m d e fatores. máximo Êxito dos Estabelecimentos d e prosperidade. O ção s u c e s s o d a administração d e u m a d e planos prática. a f u n ç ã o d e a v i a r r e c e i t a s . p o r isso m e s m o . o conceito deles de normas. v e r i f i c a m o s o grau vegetam Influem q u e sucesso ainda q u e e x i s t e m farmácias q u e enquanto acabam o u fracasso e u m am u l t i p l i c i d a d e Farmacêuticos: q u eoutras fracassando completamen- são c o n s e q u ê n c i a s à von- d o proprietário. a q u e l e de organizar n o â m b i t o d o s negócios d e v e ção m u i t o importante saber e tomar u m a posição que desempenha e . b. s e j a q u a l todo u m com- a e m p r e s a . s e v ê m m o d i f i c a n d o a n t e o s n o s s o s o l h o s . estacionárias e o u t r a s Já s a b e m o s processos tade no cenário c o m e r c i a l . a função d o s e s t a b e l e c i m e n - farmacêuticos a m p l i o u . i s t o é. da elabora- n a s u a aplicação de rendimento. o seu t r a b a l h o cedido d edois elementos a- u m estabelecimento uma deve fun- ser pre- principais: O e s t u d o d a administração. O plexo processo evolutivo p o r q u epassamos condiciona d e relações q u e e n v o l v e m rige. c o mo mínimo d e dispêndio e s e m desperdício.de conhecimentos riência para q u e não s e t ê m O R G A N I Z A R . D I R I G I R da falta d e expe- e C O N T R O L A R u m a E M P R E - SA. o u t i p o d e farmácia. alguns atin- como q u e d e farmácia e o d a própria pro- fissão f a r m a c ê u t i c a .

e repousan- a confiança d e m i l h a r e s d e brasileiros que delas necessitam. Como êxito ver. leais e t r e i n a d o s para b e m servirem aos fregueses. P o r outro guardião d e t a i s delicado e ética p r o f i s s i o n a l d e profissio- d a sestruturas e proces- e medicamentos estabelecido de emprego — a o contrário n o meio expansão. c o m contro- les p e r f e i t o s . 69 . 2 . 1 0 9 .O C L I E N T E n ã o d e p e n d e d e nós. ginam — u m a ascendência m a i o r tica brasileira. N ó s d e p e n d e m o s 59 dele. negó- .Auxiliares competentes.Organização a d e q u a d a . s o f r e das drogas o profissional produtos do e m franca de manufatura lado. d e ação d o f a r m a c ê u t i c o . nais e técnicos f a m i l i a r i z a d o s c o m sos n a s u a competência aguda o complexo é o atento extremamente d o q u ealguns ima- s o c i a l . d e construção e disposições apropria- d a s e a d e q u a d a s a o género d e negócios. 9 9 . DEZ MANDAMENTOS P A R A BONS NEGÓCIOS 1 . a p a r d e trouxe-lhe drogas e até h e r ó i c o . 59 . já demonstramos. d o s estabelecimentos existem diversos são o s f a t o r e s farmacêuticos.I d e m c o m o s laboratórios e m q u e s e a b a s t e c e . hábeis. 79 .Sistema d e administração definido e objetivo. principais q u e influem n o n o nosso q u ed e v e m modo de ser relembrados: 1 ? .Edifício de u m tipo situada.O C L I E N T E é a pessoa mais importante e m qualquer cio.Localização " e s t r a t e g i c a m e n t e " 3 ? . 2 9 . 89 .Dosagem d e capital de acordo c o m a s exigências d o v u l t o d o negócio.Estoque de produtos variados e constantemente atualiza- dos.C o r d i a i s relações c o m o s m é d i c o s d o b a i r r o . A indústria farmacêucarência modernos.Este alargamento d o campo novas responsabilidades. 4 9 .Instalações higiénicas p e r f e i t a s e a p r o p r i a d a s a o r a m o . o s seguintes pontos porém.

O C L I E N T E não é u m a d o n o s s o negócio: não u m e s t r a n h o . não l h e esta- servindo-o.O C L I E N T E não c o n s t i t u i ele é a finalidade d o nosso 4. quando n o svisita. c o m o nós p r ó p r i o s . e .0 C L I E N T E não é alguém c o m q u e m tenhamos q u e discu- tir e c o m p e t i r . f r i a estatística. INFORMAÇÕES CERTAS Nunca duto. 9. m a s u m ser h u m a n o c o m s e n t i m e n t o s e e m o ç õ e s . é n o s s o e n c a r g o atendê-las. Escolher Manter balconistas a competentes.O C L I E N T E é uma parte 6. 8.0 C L I E N T E d o mais cortês e a t e n c i o s o trata- proporcionar. 7.0 C L I E N T E uma n o sfaz favor m o s f a z e n d o u mfavor interrupção d o n o s s o trabalho: trabalho. é o sangue vivificador deste e de todos os ou- t r o s negócios. Marcar sempre visível pelo compra- que possam ser compro- e corteses. 60 sobre q u ecerta este tintura só o f a ç a . Fornecer somente informações seguras. s e d i s s o para o cabelo tiver certeza. vadas. facilmente dor. F A T O R E S QUE INFLUEM NAS V E N D A S Renovar o periodicamente preço todos da mercadoria os de modo mostruários. preste S e disser perdura depois informações a determinada de muitas infundadas senhora lavagens. Farmácia asseados cuidadosamente limpa.0 C L I E N T E é u m a pessoa q u e n o sapresenta suas necessi- d a d e s .3. 5.0 C L I E N T E é merecedor m e n t o que lhe possamos 10. arrumada e bem ilu- o u aquele pro- minada.

As normas se e n c o n t r a m legais regidas para pela a instalação e f u n c i o n a m e n t o l e i 5 9 9 1 / 7 3 . d a r u m a demonstração Convém prática s o b r e i n - formações q u e c h e g a r a f o r m u l a r .fundamente estar a s u a declaração sempre preparado para c o m alguma espécie de prova. decretos de u m modo geral. P e g u e a m e r c a d o r i a se fosse u m objeto com d e a l t o v a l o r . e d e p o i s o s p e q u e n o s . d e u m a farmácia d e dispensação s u a s características p e c u l i a r e s d e ati- d i r e t a m e n t e l i g a d a s à Saúde P ú b l i c a e b e m . manipule u m ambiente e m mãos. TAMANHO ECONÓMICO Com a finalidade de vender produtos de tamanho grande. q u e dispõe s o b r e 61 d a farmácia. e m seguida. S e alguém pede o tamanho pequeno. serve a miúde. o objeto vendido. o seu f u n c i o n a m e n t o . A instalação e funcionamento (farmácia c o m e r c i a l ) . trate d e criar o freguês t e n h a . e o freguês s e c o n v e n c e r á l o g o q u e está v e n d o u m a c o i s a d e a l t o p r e ç o .e s t a r d a c o - é regulada p o r normas específicas. p o i s d o freguês o produto com s u g e s t i v o e faça c o m q u e assim. q u e d i s c i p l i n a m e m lei. delicadeza e jeito. Sua conduta para c o m refletirá. f i x a d a s e p o r t a r i a s d o Ministério d a Saúde. os em- p r e g a d o s d e v e m o f e r e c e r p r i m e i r o e s t e s .p a r a desfazer r e f e r ê n c i a a o s preços. MANEJO CUIDADOSO O manejo cuidadoso a s objeções c o m u n s cuidado. trate-a com como da mercadoria. mostre-lhe freguês o q u e e l e e c o n o m i z a também o grande. o controle sa- . o desejo de comprar aumentará. e indique a o e a s v a n t a g e n s d e t e r e m casa essa q u a n t i - dade adicional. c o n s i d e r a n d o vidades comerciais munidade. N o r m a s Legais para a Instalação e F u n c i o n a m e n t o da Farmácia.o próprio n a consideração Durante a venda.

2 . b- instalações requisitos independentes técnicos e equipamentos adequados à q u e satisfaçam a o s manipulação e comercializa- ção p r e t e n d i d a s . 0 do sua Departamento das prerrogativas d e Fiscalização concedidas legislação. E .2 1 d a lei 5 9 9 1 / 7 3 . a s exigências s o b r e licenciamento insumos pelo art. a necessidade podendo inclusive tos o para d e drogas. s o b o a s p e c t o sanitário. estabeleceu o s requisitos mínimos usan- a o baixar para a con- cessão d a licença i n i c i a l . — o u não i n t e g r e carteira a empresa profissional d o 62 n a qualidade referido d e sócio. cópia d a farmacêutico. c o m p l e t a m sanitários medicamentos. 2 2 d a lei 5 9 9 1 / 7 3 estabelece destinados à assistência rural. c- assistência d o t é c n i c o responsável d e q u e t r a t a o a r t . r e s s a l v a d a s a s exceções p r e v i s t a s n a l e i . nome técnico (farmacêu- d o estabelecimento e f i r m a proprietária e a t i v i d a d e . d e s u a legislação supleti- a instalação e e q u i p a m e n - d e estabelecimentos farmacêutica n o perímetro s u b u r b a n o e z o n a O farmacêuticos Decreto m í n i m a d e observância d a l e i n ? 5 9 9 1 / 7 3 . n o a r t . estaduais. Os órgãos va. referente . a lei 5991/73. q u e o p e d i d o d e l i c e n ç a será instruído c o m : a- p r o v a d e constituição d a e m p r e s a . c- prova d e habilitação legal d o responsável t é c n i c o e x p e d i d a p e - l o C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia. 1 5 e seus p a r á g r a f o s . 4 -Caso o responsável técnico farmacêutico não seja o proprie- tário. b- p r o v a d a relação c o n t r a t u a l c o m o responsável t é c n i c o .C G C d o e s t a b e l e c i m e n t o — cópia.170/74. e m s e ua r t i g o 2 3 d i z q u a i s são a s c o n d i ç õ e s p a r a a licença d o e s t a b e l e c i m e n t o farmacêutico: a- localização c o n v e n i e n t e . 3 -Contrato Social da firma o u registro d e firma individual —0 2 vias. a s a b e r : 1 -Requerimento tico) assinado especificando pelo responsável localização. f o i regulamentada reduzir através 74.nitário e d o comércio correlatos. d a Secretaria d e Saúde.s u p l e t i v a .

Comprovação d a s satisfatórias condições sanitárias d o estabe- l e c i m e n t o p e l o p e s s o a l d o D e p a r t a m e n t o d e Fiscalização. 2 -Comprovante ção de pagamento d e serviços públicos da taxa d e fiscalização e u t i l i z a - referente à licença d e f u n c i o n a m e n - t o d o r e s p e c t i v o exercício. 9 . 8 .: ços p ú b l i c o s O s valores das taxas são a t u a l i z a d o s d e fiscalização e utilização anualmente de acordo com Governo d o Estado.as f o l h a s onde se registra o contrato.Comprovação d a aprovação d o p r o j e t o técnico ( f o r n e c i d o pelo D e p a r t a m e n t o d e Fiscalização). acompanha- da dos seguintes e l e m e n t o s : 1 -Requerimento assinado pelo farmacêutico ao Departamento d e Fiscalização s o l i c i t a n d o a renovação d a licença. filiação e r e t r a t o d o mesmo.Comprovação mento p o r parte d e Fiscalização d o pessoal d a localização competente d o conveniente Departa- e das con- dições sanitárias. 4-Cartão d e licença d e f u n c i o n a m e n t o calização r e f e r e n t e a o a n o a n t e r i o r . 3 -Comprovantes Farmácia cêutico de pagamento e d a Contribuição responsável das anuidades Sindical referente d o Conselho da empresa a o respectivo de e d o farma- exercício — Có- d o Departamento d e Fis- pia. 63 d e servi- o Decreto d o .T e r m o de responsabilidade técnica assinado pelo farmacêu- da taxa d e fiscalização e u t i l i z a - tico. A licença de funcionamento deverá s e r r e n o v a d a anualmente d o estabelecimento farmacêutico até o d i a 2 8 d e f e v e r e i r o . de pagamento e d a Contribuição da anuidade Sindical d o Conselho d e Far- da empresa e d o farmacêu- t i c o responsável — C ó p i a . 6 -Comprovante de pagamento ção d e serviços p ú b l i c o s 7 -Comprovante mácia (FUSP). OBS. 5 . 5 .

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q u e titui u m a sociedade A to. — Suas vantagens e desvantagens. Foram abordados os temas: — O que é u m a Central d e Compras. u m a Central C O M P R A S finalidade as compras cons- civil. A compra cessidades conduz representa d e cada u m volume comerciante. e m conjun- necessárias à o p e r a ç ã o c o m e r c i a l d e cada u m d o s parti- cipantes.C E N T R A L DE COMPRAS DE MEDICAMENTOS A A B C F A R M A dando i n í c i o às s u a s c i o farmacêutico b r a s i l e i r o . um de Compras representa a união d e d e t e r m i n a d o número d e c o m e r c i a n t e s d e u m m e s m o r a m o . O Q U E É U M A C E N T R A L D E Resumidamente. muito superior e este v o l u m e à obtenção d e v a n t a g e n s q u e s e r i a m a b s o l u t a m e n t e a cada lojista às n e superior inacessíveis individualmente. Também acesso conjunta individuais a associação e m f o r m a a recursos operacionais de Central de Compras e a d m i n i s t r a t i v o s q u es e r i a m a cada u m . 65 permite inacessíveis . p u b l i c o u MA. amplos conceitos sobre atividades junto a o comér- n o 1 P número d o J o r n a l a Central de Compras de A B C F A R - Medicamentos. principal desta sociedade é a d e efetuar.

— R e d u z o c u s t o d o s p r o d u t o s ( c i p a d o s o u não). — P r e s t a serviços c o n t á b e i s e a d m i n i s t r a t i v o s . s i m p l e s m e n t e . obtenção d e m e l h o r e s p r a z o s 2 A de de descontos barganha comerciais de pagamento. (papel de embrulho. gosta. podendo cuidar d e tratar c o m p o r mês. — Compra aquilo q u e é e s t r i t a m e n t e necessário p a r a o s a s s o c i a d o s . promocional o controle para o s associados. ) também fitas p a e m mui- t o m e l h o r e s condições. durex. d e escrever. quando material solicitada.Q u a i s São as V a n t a g e n s de u m a C e n t r a l de C o m p r a s 1 -Escala junto de Compras. — O r i e n t a e a s s e s s o r a n a determinação d e preços d e v e n d a . — Orienta e participa n a r e f o r m a e implantação d e l o j a s compran- d o o s m a t e r i a i s e m m u i t o m e l h o r e s condições. 3 - Marketing: — O r i e n t a e a s s e s s o r a n a e s c o l h a d e i t e n s q u e não m e d i c a m e n t o s . maior obtenção preço e f i n a n c e i r o s s i g n i f i c a t i v o s . F a z m u i t o mais. p a s s a a t r a t a r s o m e n t e c o m daquilo q u erealmente sabe. e t c . Administração: moderna Central de Compras já não s e l i m i t a a . já q u e e m l u g a r mais d e 1 0 0 fornecedores um. entre outras coisas: — Presta serviços d e c o m p u t a ç ã o (até h o j e só accessíveis às g r a n - des redes). (administrativo) d o s convénios d o s a s s o c i a d o s 4 . — F a z propaganda para todos o s associados. 66 . — Compra ra material máquinas indireto registradoras. atender pedidos d o slojistas. a o s fabricantes possibilitando: e atacadista. e m conjunto ( o u não) c o m o s f o r n e c e d o r e s . — Obtém e / o u elabora — Assume. ege- ra lucros: a t e n d i m e n t o aos clientes.Compras. Estoques e Distribuição: Compras: — Reduz o t r a b a l h o d o a s s o c i a d o .

Estoques: — Armazena — Cuida corretamente para os produtos q u e a m a r c a ç ã o d o s preços s e j a f e i t a c o n f o r m e d e - sejo d ecada associado. até de montagem P o r q u e não f u n c i o n a r a m ? 67 1984. a s s i m c o m a j u d a n o p r o c e s s o d e avaliação d o s f u n c i o n á r i o s . — A Central nas do pode suprir de conhecimento d e administração a t o d o s q u ecuidar sobre o s associados d e inúmeros v e n d e d o r e s . para c o m o s fornecedores.— E n c a r r e g a . e m separado . humanos e materiais d e t r e i n a m e n t o disponíveis. QUAIS SÃO A S D E S V A N T A G E N S D A C E N T R A L D E C O M P R A S Tinha tentativas mencionado anteriormente (não b e m s u c e d i d a s ) q u e . Humanos: Central pode a mão d e o b r a ser incumbida d e recrutar. — Negocia cada — Realiza condição. técnicas moder- ( o s q u a i s . não ten- terão m a i s t e m p o p a - ra s e a p r i m o r a r ) . p a l m o compras excepcionais a palmo. Distribuição: — Entrega a mercadoria. prepara e remete a mercadoria estritamente necessá- r i a à operação d a l o j a . . — Atende Recursos — A pedidos excepcionais d o s associados. n o s menores conforme prazos as necessidades possíveis d e cada ( e mgeral). atendimento d e concorrên- destinados a o s associados. treinar necessária a c a d a u m d o s a s s o c i a d o s . asso- não m a i s d o que 2 4 horas. cias. — A Central p. ) para a s s i n a r convénios c o m e n t i d a d e s aproveitamento d o s recursos (como Senac. — R e d u z o scustos d ea r m a z e n a m e n t o para cada associado.s e d a s devoluções a o s f o r n e c e d o r e s . selecionar. ciado. pode e x . já f o r a m feitas d e Centrais de Compras. — Calcula. — F a z o a c o m p a n h a m e n t o d o s pedidos. e t c .

Os levantamentos. extraordinariamente f a z levana liquidez e o nível d e serviço d o a s s o c i a d o ( e . esquema sa principal desvantagem da Central de Compras. e m q u eaconteciam faltas. d a C e n t r a l ) . entre- é obrigado a receber a mercadoria extra que solicitou. exatameningerência n o s e. P o r quê? E m ta pela para primeiro Central e cada completar Fica tamentos. e t c ) . a gestão d o s e s t o q u e s d e c a d a a s s o c i a d o é fei- p r á t i c a s i n a d e q u a d a s n ã o são possíveis. mesmo assim. n o nosso d i z respeito a o comerciante como p o r apertos este.Basicamente. não f a z p e d i d o . a partir associado favorece estritamente d o estoque necessária informado. respeito se p o r q u e cada dosoutros antecipando associados n o s pedidos associado (pedindo queria "levar mercadorias e m momentos vantagens" para a especulação. não m e r e f i r o àquele q u e d e v e ze m q u a n d o e s i m àquele q u e f a z d o m a u pas- proce- dimento uma norma de conduta. E A INDIVIDUALIDADE DE CADA EMPRESA COMO FICA? A te como negócios individualidade está. 68 associada não t e m fica qualquer solicitada. e m lugar d e "levar v a n t a g e m " e m t e r m o s d o mercado. p o r outro lado. p o r t a b e l a . todos o s dias. A Central d o s associados. f i c a n d o o se s t o q u e s t o t a l m e n t e Hoje. estas l u g a r . . então. E a o dizer incorreto já q u e e l e n ã o t e m enten- vez n u m i n c o r r e t o . A der. q u e c a d a Este a mercadoria procedimento. e x i s t i a a i n d a o f a t o d e q u ea s c o m p r a s eram f e i t a s c o n f o r m e o " f a t o " d a q u e l e q u e a s e s t i v e s s e r e a l i z a n d o e não d e m a n e i r a o r g a n i z a d a . estão s e n d o organizadas. u m a se trata d e alguma necessida- e m q u eo fornecedor v e zf e i t o o pedido. O de associado excepcional. da maneira q u e as Centrais desequilibrados. Além d e s t e s f a t o r e s . visando facilitar o trabalho. u m recebe a Demanda claro Máxima. são p o u c o s p o r dia. d e cada empresa de Compras Só atua quando n o s t e r m o s e m q u e f o i f e i t a a solicitação. gar só f a z p e d i d o s . q u a n d o sendo a mercadoria atendido n o prazo n o depósito e .

69 d e Farmácia de Compras desde Central Getúlio Ltda. farmá- e Sócio-Geren- d e assessoria e d e elabo- específicos para a administra- . S/C Ayla. proprietário ramo d a segunda d a Fundação e Com.É conveniente obter te vantagens sem ressaltar q u ea Central normalmente necessidade de Compras é u m meio de só accessíveis às e m p r e s a s d e q u e cada associado d e grande se t r a n s f o r m e numa por- grande e m p r e s a ( o u e m q u a l q u e r c o i s a q u e e l e não d e s e j e s e t r a n s f o r m a r ) . da Ayala ração linhas Sócio-Gerente é Gustavo da primeira efetivamente da montagem Professor A d m . empresa computadores. O autor (pequena). cias destas a funcionar Co-participante cias) te e m curso. Central ( 1 5 farmá- fevereiro (mais Vargas de 100 de 85). de programas para n o nosso ção d e F a r m á c i a s .

.

para d e droe m suas órgão sanitário atendimento federal. Medicamentos destinado e Unidades Volantes — Estabelecimen- exclusivamente à venda de medicamentos lizados e m suas embalagens originais e constantes borada pelo cial. — Setor privativo pitalar o u equivalente. medicamentos. d e s d e hotelei- a n ó d i n o s . Define ainda Farmácia trais e m s e u artigo e oficinais. Em ros dam s e u parágrafo e similares único — P e r m i t e disporem d e receita a o sestabelecimentos de medicamentos médica. esses e s t a b e l e c i m e n t o s . Dispensários dicamentos de Medicamentos industrializados. embalagens Posto to de insumos d e dispensação farmacêuticos e comércio e correlatos originais.dispensários d e m e d i c a m e n t o s . 71 de fornecimento de pequena de m e - unidade hos- . a localidades publicada desprovidas industria- d e relação na imprensa elaofi- d e farmácias o u drogarias. q u e não q u e observada depen- a relação e l a b o r a d a pelo órgão s a n i t á r i o f e d e r a l . q u e a dispensação d e m e d i c a m e n - tos é privativa de: a- farmácia b- drogaria c- FARMACÊUTICO posto d emedicamentos e unidades volantes d . Drogaria gas. — Estabelecimento medicamentos. compreendendo de unidade a saber: d e fórmulas magisinsumos o d e dispensação hospitalar o u de e qualquer o u t r o e q u i v a l e n t e d e assistência m é d i c a . — Estabelecimento e atendimento d e manipulação d e comércio correlatos. privativo d e drogas. 6 9 d a l e i 5 9 9 1 / 7 3 .O COMÉRCIO Diz o a r t . farmacêuticos o 4 9 .

p r o j e t o d e l e i 1 5 9 8 A d e 1 9 7 3 . I s t o p o s t o . tico. 1 5 d a lei 5 9 9 1 / 7 3 .E m s u a Exposição de Motivos 186/Bsb à Mensagem n ? 356/73. ponsabilidade técnica a lei obriga p o r u m profissional a assistência e r e s - devidamente habilitado e inscrito nos Conselhos Regionais. o a r t . o u s e u s u b s t i t u t o o (grifo Regionais disciplinadora 1 5 da nova q u e a s farmácias e d r o g a r i a s restodo q u enas loa autoridade farmácia técnico o u dro- devidamente inscrito n o Conselho. a e n a f a l t a d o farmacêuo s esta- d e prático d e f a r - igualmente inscrito n o como não C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia. desprovidas sob a devidamente deverá e s t a r p r e s e n t e calidades garia. Regionais "aí o u t r o " é u m a srs. " Foi poderia lidade. o órgão sanitário belecimentos mácia. caracterizada existência d e farmácia o u d r o g r a r i a . quando a s leis d e - . i g u a l m e n t e inscrito n o C o n s e l h o . a o s p r á t i c o s dessa responsabi- d e farmácia. posição e s t a b e l e c e . d i z textual- mente: " E m da razão d o interesse público. rão apenas." Apenas às f a r m á c i a s e d r o g a r i a s . de farmacêutico sanitária. n o sConselhos esse debatida d e q u e esse pelos OUTRO. a f i r m o u o s r . a o s o f i c i a i s d e farmá- cia e f i n a l m e n t e a u mO U T R O . E o q u e v e m a ser esse O U T R O ? Durante téria do a discussão d o a n t e . chegan- inscrito obrigatoria- o Deputado Eraldo Le- o futuro. a m a - foi longamente a conclusão mente mos. prodeve- d e Farmácia.Deputados deverá e s t a r e q u esegundo abertura f i n e m n o v o s técnicos p a r a e s s e r a m o . o parágrafo 3 ? d o a r t . nosso). M i n i s t r o d a Saúde: "Tendo e m v i s t a o i n t e r e s s e público. a o farmacêutico. n a f o r m a d o exercício ponsável. a p r i o r i d a d e e n a ausência. t e r responsáveis critos técnicos n o s Conselhos especial horário de funcionamento profissional. 72 para Federais. durante responsabilidade poderá licenciar de outro ins- da lei q u e esse d o estabelecimento. n a f o r m a d a l e i . e m caráter excepcional. d e fiscalização s o ba responsabilidade oficial d e farmácia local necessidade licenciará técnica o u outro. fixado deixar assim u m ahierarquia profissional dando. d e s e r .

e m memorial tipo de profissional do decreto nal d e Farmácia mácias e 74. habilitados. Note-se q u e d a l e i " . d e Farmácia tabelecimento d o douto de Direito n o s Conselhos capacitação d o técnica pelo es- d o farmacêutico . t a m b é m c o n s u l t o u q u e m s e r i a e s s e T R O " . concluindo assumir d e Prods. " "Poderia de dar-se q u e . sobre esgotou d o Com." s e r q u e m ." Como resposta da Consultoria Jurídica d o Ministério d a Saúde. esclarecendo: "Imediatamente textos no legais. Auxiliar parecer catedrático d o Sind. não s e r i a o a t u a l A u x i l i a r d e F a r - mácia? E m Ferreira dendo São eminente Filho. a inscrição para farmacêutico. como lei e m andamento tegoria po profissional d a satividades pelo viesse comprovam. m a s também o s f u t u r o s . cio c o m a falta d e profissionais práticos d e farmácia e o f i c i a i s Varejista de Produtos Sr. farmacêuticas. Regionais. É d e b o a técnica q u epossam presidir pro- não só o s f a t o s p r e s e n t e s . Ivanildo Victor Farmacêuticos d a Silva. farmacêuti- d e farmácia. Minis- "Outro". " O U - e artigo 2 8 n o Conselho a responsabilidade n a ausência sr. para como 1 5 d a lei 5 9 9 1 / 7 3 s u a inscrição e assumir drogarias. de ser "igualmente d e Farmácia r e s p e c t i v o profissional n o Conselho dispositivo curar a a condicionante possua condições d e d e Farmácia. vários Nacional. o S i n d i c a t o Regio- técnica d o farmacêutico p o r far- prático d e farmácia e d e o f i c i a l d e farmácia. d i f e r e n t e projetos u m anova c a - p o r l e i . Conselho após há Regional A s s i m . pedimos que nos fosse "Que d o Comér- n a presidência d o dirigido a o E x m ? t r o d a Saúde. E m nosso m e m o r i a l . e s s e Outro. Professor Varej. respon- Farmacêuticos d e efetiva comprovada Gonçalves da USP. explicado: v e ma ser e n q u a d r a d o n o parágrafo 3 ? d o a r t .170/74. d o Recife. à l u zd a legis- d a s profissões. — d o prático d e farmácia e d o o f i c i a l d e farmácia. consulta Paulo. esse o u t r o lação sobre o inscrever-se o expressão exercício só p o d e encontrada Regional as normas de modo nos inscrito naforma da lei.n o c a m - das q u ehoje se c o - nhecem. d e Farmácia pela a responsabilidade n a ausência 73 Dr. Manoel Constitucional d o Auxiliar a matéria. Congresso aliás." No c a s o e m espécie.Preocupado cos. a ser reconhecida. enfatiza: " n af o r m a elaborar "outro".

c o - "tanto 5210/78 a farmá- . t e m condições maiores espe- d e s u a formação. " 74 Entre técnica p o r farmácias. q u eo referido currículo o currículo p o s t o profissional apto para estas especialmen- pelo Parecer atender c i a h o s p i t a l a r q u a n t o a farmácia c o m e r c i a l . à l u z d o currículo e s - Conselho está a d e a s s u m i r categórica e s e m para Afinal. te o s preparou.ncerra "O s e uparecer Auxiliar cíficas de maneira d e Farmácia q u edecorrem tabelecido pelo m o visa tornar o Federal dúvidas: d e capacidades d e Educação. a responsabilidade já s e a s s i n a l o u .

mais pelos clientes. s u p o s i t ó r i o s . i n j e t á v e i s .Colocá-los n a s prateleiras sentações (gotas.D i s p o r o s p r o d u t o s p e l a o r d e m alfabética. . vistos não baixas. porém p o r tamanhos. c o l o c a r junto os produtos com as mesmas indi- cações. 2 9 .OS 10 P R I N C I P A I S I T E N S P A R A A BOA APRESENTAÇÃO (DE S U A F A R M Á C I A ) 1 ? . accessórios. adoçantes. p o m a d a s . permitindo espa- ços v a z i o s n a s p r a t e l e i r a s . cirúrgicos. prateleiras médio e s e msair d ec i - terminando da ordem al- fabética e d a apresentação.O s produtos n a s prateleiras desinfetantes. c o mas diversas líquidos. ser arrumado 75 de produtos q u e e u m aplaqueta p o r ordem d o s fabricantes.0 estoque deve a colocação de vencimentos c o mos di- V E N C I M E N T O S ) .O s produtos tético. leite die- e t c devem ser c o mfacilidade ser arrumados. 8 9 .Colocar o s produto*s 69 . o b e d e c e n d o s u a a p r e s e n t a ç ã o e o r d e m .Colocar os produtos recém-adquiridos p o r trás d o s q u e já se e n c o n t r a m n a s p r a t e l e i r a s . apre- suspen- sões. 3? . 4 9 . 59 . geriátricos.S e possível. continuando com devem os menores serdispostos a começar pelas c o mos de tamanho os de tamanho grande. de acordo comprimidos. o s p r o d u t o s colocando-se ma.S e possível. sejam devem inseticidas. c r e m e s e e t c ) . xaropes. colocados pesados onde 79 .Reservar tenham u m aprateleira prazos para zeres ( P R O D U T O S Q U E TÊM 1 0 9 . 9 9 .

os fornecedores o s quais não poderão evi- estão mais comercializados. n a apresentação te to a compra Os e experiência. 3. satisfeito s e mqualquer e confiante quando dúvida. é o que nos q u eo cliente tenha má mos- impressão estabelecimento. t o r n a m a i s fácil i o d e s e m p e n h o d o s observância continuem q u e u m ab o a dispo- d e s u a f a r m á c i a t o r n a r á m a i s agradável a o c l i e n - d o smedicamentos atendimento.s e são p r o c u r a d o s item fica 8 complementa. não s e r e m deve vendidos. bastante para conhecido as compras sos e s u p r i n d o a s faltas. Não d e v e m o s risco e m farmácias o a c e s s o à c l i e n t e l a . v e z q u e n e m s e m p r e a substituir os produtos vencidos. s e n t i m o s garantindo. levantamento o item d o estoque 1 0 . habituais. o encontra item 7 pois o u m a farmácia b e m a r r u m a d a . Finalmente. evitando facilita o o s exces- . facilitará a s u a aquisição. V o c ê não d e v e cer q u e esses p r o d u t o s o f e r e c e m u m a b o a tra atenção e v i t a n d o . mais antigos d e suas permanecerá emba- sempre atua- lizado e renovado. l i m p a e c o m u m a visão estética e a p r i m o r a d a . O de e. arrumados por ordem alfabética. O ta dispostos ser item 9 traduz sem qualquer dúvida a s u a importância. d e q u enecessita. e indicações. pois s u a especial nem sempre o U m a o farmácia d e v e e s t a r s e m p r e item de nosso permitir esque- rentabilidade. 76 de todos.COMENTÁRIOS AOS ITENS PARA A BOA APRESENTAÇÃO (DE No nosso entender sição. O item 5 evita possíveis p r e j u í z o s e a c i d e n t e s item 6 merecer com a quebra d o s produtos. belecimento SUA FARMÁCIA) d o item n a s prateleiras. o o q u eos produtos envelhecimento seu estoque apresentações balconistas. prejuízos consideráveis. bem arrumada. p o i s . O cliente 7 . medicamentos A lagens o sucesso d o pron- d e s e u esta- comercial. e m virtude e m contrapartida. impede evitando e consequentemente.

z. Vocação c o m e r c i a l (espírito e m p r e s a r i a l ) 1. 1 . 7 . Pessoal: 1 .1 Pessoal .assiduidade 1. Localização d o e s t a b e l e c i m e n t o 2 .3.6. 5 . 1.ó.6. m a n i p u l a d o r e s .2.5.6. 3 .4. Organizacional o u empresarial 2 . Área — e s t u d o adequado — armários — p r a t e l e i r a s específicas . C o n h e c i m e n t o s em técnicos e científicos (atualização geral) 1 . 6 . 6 . confiabilidade 1 . 2 . Perseverança 1.8. responsabilidade e autoridade 1 .6.6. sociabilidade 1 . e t c . 1 . gerência. 6 .6. 77 aplicadores . h i g i e n e p e s s o a l e elegância 1.6. discrição 1. 9 .6.. instalações^ 2.4.2. respeitabilidade 1. Escolha e — iluminação | — piso e teto L — pintura — cores pessoal técnico: balconistas. 4 . liderança 2. jovialidade 1.QUALIFICAÇÕES E VIRTUDES PESSOAIS E OUTRAS MOTIVAÇÕES PARA OBTENÇÃO DE SUCESSO EM FARMÁCIA PÚBLICA. Criatividade 1. C o m p o r t a m e n t o 1. d e injeção. Espírito d e o r d e m 1 .

Gentilezas Páscoa. c u r i o s i d a d e s .Propaganda e venda (comercialização) — clientes — área d a f a m í l i a d o s m é d i c o s e f o r necedores (aniversários. 78 caixa. etc. veterinária. — secção d e l i v r o s e r e v i s t a s e m g e r a l — letreiros luminosos.4. e t c ) — brindes — contato profissional (diálogo técni- co-c. 3 . — Sóbrios. geriá- o público trica. perfumaria. Profissionais — publicações — patestras — sociedades Lions. Atrativos para — secções d e ó t i c a . práticos aplicador de . Dia Santo d o Padroeiro d a cidade. e etc.2. D i a d a s Mães." p o s t e r " — balança p a r a adultos — balança p a r a bebés 3. 3.1. m o d e r n o s balconistas. p e d i á t r i c a . geral) 3 . R e n o v a ç ã o d o a s p e c t o f í s i c o d a área -.entífico) — cartas — formulários — mostruários — revistas 3. homena- gens. Clubes e m (Rotary. injeção). etc. — tabelas Vestuário (cores — uniformes diferentes para calóricas. etc) — c u m p r i m e n t o s ( N a t a í .

produto Além seja Exponha e mostre d o b o m gosto. Farmácia mariposas. 2 - Vitrinas. os artigos cional. p o i s o r e s u l t a d o será d e s a s t r o s o . É claro q u euma farmácia. o d i a d a M e s t r a etc. A s v i t r i n a s d e v e m s e r d e c o r a d a s p o r v i t r i n i s t a s . c a d a mês o u c a d a d o i s m e s e s . Mude mação p a r a dia o ambiente d e s u a f a r m á c i a n a s épocas f e s t i v a s . o d o P a p a i . não v a i a n u n c i a r e m q u e a t i n g e d e z e n a s d e milhões d e t e l e s p e c t a - distantes. U m a o Natal. 6 — Limpeza. 3 — Arrumação. não q u e i r a s e r o m n i s ciente e n e mse e n t r e g u e a a m a d o r e s . distri- O u n o rá- local. E mude os p r o d u t o s e x p o s t o s . encontrado c o m b o m q u e t u d o seja imediatamente. escura afugenta N a farmácia a clientela. Não d e i x e s u a farmácia s e m v i t r i n a s . 4 — Decoração. Cuide gosto d a estética d a s u a f a r m á c i a . a cada 1 5 dias. u m a deve ser imaculadamente limpa. outra para a Páscoa. e portanto instintivamente faz mais como d e per- compras. N e me m jornais perfeitamente e m porta anunciar n o bairro o u revistas p o r meio o u n a cidade d e grande d e volantes pequena. M a sp o d e buídos d e p o r t a dio grande. Concebe-se u m enfermeira suja. As vitrinas vendem. u m leito d e doente 79 . A Farmácia médico s u j o . o u t r a p a r a arru- o d i a d a s Mães. q u eo fun- freguês s e j a a t e n d i d o c o m r a p i d e z . m e s m o televisão. d o n d e m a i o r satisfação e m a i s v e n d a s . O u p o rm e i o d e cir- c u l a r e s p e l o c o r r e i o . u m hospital sujo. q u e o à venda.NOVE PONTOS PARA AUMENTAR SUAS VENDAS 1 — Anuncie. n o h o r á r i o n o b r e dores e m territórios tiragem. C o m e c e esse d i au m a s e m a n a o u d u a s antes. O u n o a l t o f a l a n t e c o m e r c i a l d a localidade. 5 — Iluminação. b e miluminada A l u z atrai fregueses o cliente t e mvontade manecer mais t e m p o .

U t i l i z e o s n o m e s c o n s a g r a d o s . 8 — Prestígio d o N o m e . Procure E a o mesmo criar o máximo tempo aproveite prestígio e ponha para o nome e m destaque d e s u a farmácia. A perfeita pelzinho limpeza pregado limpando 7 - é o cartão d e v i s i t a d a farmácia. N e m n o chão. Q u a n d o t i v e r d e f a z e r a l g u m a b a n c a o u c e s t a o u gôndola d e o f e r t a s e s p e c i a i s . 80 para vendedor. a eficiência d o v e n d e d o r Elimine 0 o vendedor sorriso elimina são i m p o r t a n t í s s i m a s . e l e não n a s c e u muitos obstáculos e n e u t r a l i z a des negativas. Todo lei). o nome d o s fabri- c a n t e s d o q u e está a v e n d a . n e m u m a p o n t a d e cigarro. é u m l o c a l d e " s a ú d e " e o n d e s ec o m b a t e a d o r e a m o r t e . S e preciso u m pa- for. Merck. Este último i t e m poderia d a r u m l i v r o i n t e i r o . Preço. T o d a (aliás. o p r e ç o deverá e s t a r b e m visível. 9 — Os Vendedores. Será u m a p r o p a g a n d a mútua. Rhodia. i s s o é o b r i g a t ó r i o p o r outro artigo.com r o u p a s s u j a s ? P o i s a farmácia é a m e s m a c o i s a . G l a x o et. pragran- Johnson-John- son. e b e m a s s i m a b a n c a . u m e m - permanentemente. estão o s p r o d u t o s d e c a d a Roche. etc. c o - l o c a d a e m p o n t o d e p a s s a g e m obrigatória. q u e n ã o s o r r i . n o slocais o n d e Lederle. 0 perfumaria simples envelope d e exposta trará o preço bem visível. as personalida- . m a i s d o q u e i s s o . medicamento M a stambém Cibalena todo c o m s e u preço e qualquer trará o s e u preço. P o n h a n a s teleiras pequenas de laboratório: placas Ciba. A aparência e .

Ministro o licenciamento geral. o q u a l 1 5 afirma cate- terão o b r i g a t o r i a m e n t e . 81 R E S P O N S A B I L I D A - os estudiosos. funcionamento a assistência d e t é c n i c o autoridades. É b e mverdade. permitindo diante ao ramo. ciam o técnica verdadeiro d a profissão afirmam significado seriamente E q u e o s legisladores dos termos d o farmacêutico.ASSISTÊNCIA E R E S P O N S A B I L I D A D E T É C N I C A Os diplomas mercialização a responsabilidade Na do tos d o E x m o Sr. d e s d e d a instalação de u m adeterminada d e u m a cidade. e farmácia p a r a pelas atender d e u m distrito.p r o j e t o tabelecia e legais b a i x a d o s de produtos casos drogarias. de u m ano. v e mpreocupando sim q u e alguns deles. até d e u m profissional h a - bilitado. goricamente sistência q u ea lei 5 9 9 1 / 7 3 e m s e ua r t i g o q u e a Farmácia e a D r o g a r i a d e técnico responsável. . Afirma ainda substituirá p e l o aquele prazo dispositivo legai. s e m p r e d a apresentação d o a n t e . circunstâncias especiais. d a Saúde quan- d o s estabelecimen- até e m a l g u n s d e farmácias responsável. a contar q u e essa responsabilidade d a d a t a e m q u e c e s s e o vín- culo d oprofissional c o m a empresa. q u ecomprovada de uma localidade. dedicados d o q u ev i r i a a s e r a l e i 5 9 9 1 / 7 3 . es- condições p a r a de u m modo sobre a c o - se p r e o c u p a r a m c o m n o s estabelecimentos de motivos as diversas farmacêuticos sem a técnica exposição a partir d e 1 7 4 4 dispondo farmacêuticos. d a época o u desconhecendo c o m o q u e não tanto asdesconhea parte concordamos. O palpitante assunto d e ASSISTÊNCIA DE TÉCNICA. a a s deverá e s t a r presente durante t o d o horário d e f u n c i o n a m e n t o d o e s t a b e l e c i m e n t o . d e inexistência e . o a necessidade comunidade mesmo.

ASSISTÊNCIA: O Q U E V E M A S E R

Assistência,

segundo

o

jurista

Humberto

d o r e s , n o s vários s e n t i d o s e m q u e é a p l i c a d a ,
auxílio, o u a p o i o

prestado

Magalhães
t e msempre

e

colabora-

a acepção d o

a a l g u é m e m várias c i r c u n s t â n c i a s , s e j a e m

c a r á t e r o b r i g a t ó r i o , s e j a e m caráter f a c u l t a t i v o .
Assistência

p o r essa

forma,

dado

q u eu m determinado

trata

seus

serviços.

se m o s t r a

profissional

É dever

o apoio,

a atenção, o c u i -

deve t e r pela empresa

decorrente

q u e con-

d a s n o r m a s e d o código d e éti-

c a d a profissão.
Assistente
guagem

— E mtodos

o s c a s o s e m q u eé a p l i c a d o ,

j u r í d i c a , a acepção d e p e s s o a q u e s e c o l o c a

t o m a , n a lin-

junto a outrem pa-

r a q u e o c o a d j u v e e m s u a s funções e a t i v i d a d e s .

RESPONSABILIDADE
O
lidade,

vocabulário
forma-se

ponsabilizar-se,
a

d e Plácido e S i l v a ,
Respondere,

vir garantindo,

E m
tisfazer

sentido

geral, pois,

p o r alguma

o u executar

obrigação

A

coisa.
o

assegurar

n a significação d e r e s -

o a t o q u e praticou

responsabilidade
Quer

o u venha

a obrigação d e

q u e se tenha

convencionado,
o

o u
fato

à p e s s o a p o r determinação l e g a l .

responsabilidade,

seja e m face

exprime

a s s i m , a obrigação d e s a -

a prestação d o serviço o u d e c u m p r i r

portanto,

v e r jurídico e m q u es e c o l o c a

fazer

significar,

a t o jurídico,

d e satisfazer

atribuído o u i m p u t a d o

to,

diz q u ea Responsabi-

tomada

praticar.

responder
a

forense

d o latim

E RESPONSÁVEL TÉCNICO

e m ampla

significação, r e v e l a o d e -

o p r o f i s s i o n a l , seja e m v i r t u d e d e c o n t r a -

d e f a t o o u omissão, q u e l h e s e j a i m p u t a d o ,

a prestação c o n v e n c i o n a d a

o u para

suportar

para

satis-

a s sanções l e g a i s , q u e

l h e são i m p o s t a s .
Onde
de

quer

suportar

virtude

portanto,

sanções

d a qual

legais

se exige

q u e haja

alguma

o u penalidades,

coisa,

d e ressarcir

danos,

a responsabilidade, e m

a satisfação o u o c u m p r i m e n t o

d a obrigação

o u sanção.
Na

linguagem

ponsabilidade,

comercial,

n a significação

é o o m u m

o emprego

d e encargos,

ónus,

o

d a expressão

não s e a f a s t a d o s e n t i d o originário d e Obrigação a C u m p r i r .

82

Res-

q u e e m verdade,

E

daí

porque,

a qual/dade
pregada

a responsabilidade,

exprimindo

etmologicamente

d e s e r responsável, a c o n d i ç ã o d e r e s p o n d e r ,

pode

ser em-

e mt o d o p e n s a m e n t o o u ideia, onde se queira determinar a obri-

gação, o e n c a r g o ,

o d e v e r , a imposição d e s e r f e i t a o u c u m p r i d a

alguma

coisa.

RESPONSABILIDADE CONTRATUAL
E m
mida

sentido

pelas

amplo,

partes

quer

contratantes,

a expressão e x p r i m i r
e m virtude

d a qual

a obrigação
se a c h a m

assu-

n o dever

de fazer o uc u m p r i r t u d o q u e t e n h a m c o n v e n c i o n a d o o u ajustado.
Desse
te,

quando

pelida

pela

modo,

evidenciada

não c u m p r e

a

responsabilidade

contratual

a o b r i g a ç ã o a q u e está s u j e i t a , p o d e

outra, a cumpri-la,

s o bpena

d e responder

pelos

d a parser com-

danos, q u e

lhe p o s s a m ser causados.
Assim

sendo,

não f o i c u m p r i d a ,

a Responsabilidade,

além d e f i x a r

a obrigação q u e

d e t e r m i n a a obrigação d e r e s s a r c i r o d a n o ,

consequen-

t e d o i n a d i m p l e m e n t o o u má execução d a obrigação c o n t r a t u a l .

RESPONSABILIDADE FUNCIONAL
É a q u ederiva
soma

d e deveres

d o exercício d e u m a

função. E t a n t o s e r e f e r e à

i m p o s t o s a o funcionário, c o m o

às o b r i g a ç õ e s d e r e p a -

r a r o s d a n o s q u e p o s s a c a u s a r a o p a t r i m ô n i o a l h e i o , n a execução d e a t o s
não a u t o r i z a d o s .

pode

P e l o i r r e g u l a r d e s e m p e n h o d a s funções, a R e s p o n s a b i l i d a d e

funcional

resultar

criminal.

n a responsabilidade

civil

o u n a responsabilidade

A DUPLA RESPONSABILIDADE
C o n s i d e r a n d o o d i s p o s t o n o parágrafo 1
n ã o há c o n d i ç õ e s p a r a a d u p l a

o

d oart. 1 5d a lei 5 9 9 1 / 7 3 ,

r e s p o n s a b i l i d a d e , s a l v o c a s o específico d o

a r t . 2 0 , o s q u a i s a s s i m dispõem:

83

Art. 15 § 1 ? - A

presença d o t é c n i c o

rante
Art. 2 0 - A
de,

cada

responsável

será o b r i g a t ó r i a d u -

de funcionamento

d o estabelecimento.

farmacêutico

n o máximo,

e uma
Não t e m o s

o horário

duas

será

permitido

farmácias,

exercer

sendo

a

direção

u m a comercial

hospitalar.

a opor

profissional, a o assumir

quanto

a dupla

a responsabilidade

responsabilidade,
técnica

pelo

t o , dê r e a l m e n t e a assistência t é c n i c a d e t e r m i n a d a p e l a l e i .

84

desde

q u eo

estabelecimen-

FARMACÊUTICO X FARMÁCIA C O M E R C I A L

Não

porque

nos preocuparmos

c o m u m a hipotética

reação

d o farmacêutico c o n t r a a farmácia c o m e r c i a l .
0

problema

se apresenta

diante

d o desinteresse

co e m exercer efetivamente suas atividades
Ele

se ressente

d a falta

cício d a farmácia c o m e r c i a l

d e preparo

d o farmacêuti-

profissionais.
nasFaculdades

e seuafastamento

desta

para

o

exer-

área d e a t i v i d a d e

q u e l h e d e v e r i a s e r e x c l u s i v a é p r o v e n i e n t e d e s t a deficiência.
Sem
economia,
sua

compreender
finanças

formação,

o mecanismo

d o c o m é r c i o e a s l e i s básicas d e

e administração

o farmacêutico

necessárias

perdeu

à complementação d e

a s u a fixação

n o serviço

comu-

n i t á r i o , d e i x a n d o d e p a r t i c i p a r d o s p r o b l e m a s sanitários e s o c i a i s .
As
vando

Faculdades

precisam

rever

a integração e o s u c e s s o

seus

programas

d o profissional

de ensino

objeti-

n o comércio farmacêu-

t i c o , e v i t a n d o o a l u g u e l d o n o m e , a l v i t a n d o a profissão.

O FARMACÊUTICO E A FARMÁCIA DE
A
vidades

comercialização
privativas

n o art. 2 ? d oDecreto
A o
de

passo

atividades

que,

profissional

com

o disposto

e m geral,

farmacêutico,

não

constitui

conforme

o

ati-

disposto

20.377/31.
o EXERCÍCIO

privativas

bito

de medicamentos

d o profissional

DISPENSAÇÃO

P R O F I S S I O N A L

o u concorrentes

q u erequeiram
n o Decreto

compreendidas

é o

desempenho

dentro

d o âm-

s u a qualificação específica, d e a c o r d o

h ? 8 5 . 8 7 8 d e 7 d e abril

l e c e n d o n o r m a s p a r a a execução d a l e i n ? 3 8 2 0 / 6 0 .

85

d e 1 9 8 1 , estabe-

A r t . d e f i n e m : Fórmula Magistral as doses e prescinde-se — Consignam-se da forma 86 somente farmacêutica.Desempenho fórmulas geral de magistrais ou mesmo funções de e farmacopéicas. DESEMPENHO DAS FUNÇÕES DE DISPENSAÇÃO O U MANIPULAÇÃO DE FÓRMULAS MAGISTRAIS E FARMACOPÉICAS 0 das inciso funções I d o a r t . Assim." Profs. Otávio P e r e i r a d o s A n j o s da Universidade Federal e Amaury Caron d o Paraná. "A de Os ambos fórmula um magistral é a prescrição escrita para a preparação medicamento.E m nenhum Dispensação d e seus artigos.São a t r i b u i ç õ e s p r i v a t i v a s d o s p r o f i s s i o n a i s f a r m a c ê u t i c o s : 1 . 2 -Manipulação — modo particular de executar ções m i n e r a i s e m q u í m i c a . O desempenho medicamentos tão pouco d a s funções industrializados) constitui UM d e dispensação não é privativa COMPLEXO DE (comercialização d e d o farmacêutico n e m ATIVIDADES DENTRO DA FARMÁCIA. e m s e u l i v r o d o s Anjos. de Medicamentos. Lições d e F a r - macotécnica. os medicamentos e .Desempenho das Funções — exercício d a atividade profissio- nal. — s u a definição p o r a l g u n s m e s t r e s d e F a r - macotécnica: P r o f 9 H e i t o r L u z — e m s e u l i v r o — A u x i l i a r d e Farmácia. de natureza Dispensação quando ou Manipulação a serviço do de público em privativa.Fórmulas Magistrais diversas e e moutras opera- atividades. 1 . f a z referência à comercialização o u m a s t ã o s o m e n t e às f u n ç õ e s d e D i s p e n - sação o u M a n i p u l a ç ã o d e f ó r m u l a s m a g i s t r a i s e f a r m a c ê u t i c a s . F A R M Á C I A 3 . 1 9 . 1 9 se refere d e dispensação especificamente o u manipulação a o desempenho d e fórmulas magistrais e farmacopéicas.

pois só a s s i m / teremos u m a Farmácia f o r t e . Precisamos nos unir e m t o r n o dos ideais da Farmácia C o m e r c i a l o u de Dispensação. da lei 5 9 9 1 / 7 3 . fala já na dispensação de medicamentos industrializados que tem o seu responsável técnico. 87 . 3 7 7 / 3 1 ) e a Dispensação prevista e definida no art. c u j o n o m e se encontra registrado nas embalagens e bulas e para sua comercialização (que não é atividade registrado privativa nó Serviço do farmacêutico) Nacional de deverá Vigilância obrigatoriamente Sanitária do estar Ministério da Saúde. ou m e l h o r . R e a l m e n t e . os quais p o d e m receitar Estados U n i d o s d o Brasil - 2 Pelo e x p o s t o . 3 Fórmulas Farmacopéicas — Encerra a composição e manipu- lação dos remédios oficinais para satisfazerem às prescrições dos facultativos. d i z : das 1 . há a uma como entenderem ( F a r m a c o p e i a dos E d . é a parte que trata do preparo das fórmulas extemporâneas e da apresentação das mesmas d e b a i x o de u m a f o r m a farmacêutica expressa pelo Facul- tativo (def. Não para tanto. já referida. diferença bem acentuada entre desempe- nho de funções de dispensação ou manipulação de f ó r m u l a s magistrais e farmacopéicas (privativas do profissional farmacêutico conforme o disposto no art.0 Prof. m e n sagem que renovamos mais u m a vez. é o com exposto a indicação de administração. em seu livro Noções R u d i m e n t a r e s d a Farmácia Galênica. 1959). d e i x a n d o de lado os mal e n t e n d i d o s . Prof. — Técnica de dispensação farmacêutica — É a pre- 2 • Dispensação paração dos m e d i c a m e n t o s prescritos pelo m é d i c o . 2? alínea A do decreto 2 0 .Fórmula Magistral substâncias que cada uma delas e — também devem do entrar modo chamada numa de receita. O t á v i o dos A n j o s ) . P i n t o . forma. dar as mãos c o m lealdade e sinceridade. o d e s e m p e n h o das funções de Dispensação ou pulação de fórmulas público em magistrais e farmacopéicas quando Mani- a serviço do geral ou m e s m o da natureza privada é A T R I B U I Ç Ã O do profissional f a r m a c ê u t i c o . 4 ? inciso X V . Pedro A .

.

F .Que necessária os medicamentos industrializados relação elaborada O para em promover a dispensação c o m e r c i a l i z a d o s sejam suas dos produtos. F . para atendimento 0 a localidades desprovidas de farmácias ou drogarias. O " p o s t o de m e d i c a m e n t o s " passa a substituir o " s o c o r r o far- m a c ê u t i c o " .Que o local destinado aos Postos tenha condições de assegu- rar as propriedades dos P r o d u t o s . M . Pode ser de propriedade de u m a empresa comercial constituída sob a f o r m a de sociedade o u de f i r m a individual. 89 . 2 . Posto de Medicamentos não dependerá de assistência e respon- sabilidade técnica. O C o n s e l h o F e d e r a l de Farmácia em seus comentários à lei 5 9 9 1 / 7 3 . o fez indevidamente q u a n d o a f i r m a : Artigo 6 ? .L e t r a C Posto de M e d i c a m e n t o s e U n i d a d e V o l a n t e . Só foi m o d i f i c a d a a n o m e n c l a t u r a . publicada na imprensa oficial. l i c e n c i a m e n t o de Postos de Medicamentos deverá obedecer as seguintes exigências m í n i m a s do D e c r e t o 7 4 . 3 .Facultar rápido acesso para obtenção dos m e d i c a m e n t o s . eli- m i n a n d o as dificuldades causadas pela distância em que se enc o n t r a o estabelecimento f a r m a c ê u t i c o mais p r ó x i m o s . sobre o Posto de M e d i c a m e n t o s e U n i d a d e V o l a n t e . N . unicamente os embalagens originais.POSTO D E M E D I C A M E N T O S E s t a b e l e c i m e n t o destinado e x c l u s i v a m e n t e à venda de medicamentos industrializados em suas embalagens originais e constantes de relações elaboradas pelo Órgão Sanitário F e d e r a l .Q u e o responsável pelo estabelecimento tenha capacidade m í nima 4 . 1 7 0 / 7 4 : 1 . e c o n s t e m de pelo S .

Representa sanitárias pelo s e mqualquer interesse dúvida da coletividade t i t u í d a d e p e q u e n o s núcleos h a b i t a c i o n a i s . de u m a p e s s o a j u r í d i c a e s u a licença n ã o é c o n c e d i d a a t í t u l o p r e c á r i o .170/74.377. n o s t e r m o s d o s a r t i g o s e 1 0 d o Decreto idónea. marítimos. 1 7 d o Decreto tem 74.606 d e interpretação. 2 9 d a lei 5 9 9 1 / 7 3 e regulamentadas 74. Pelo exposto. b e m da autoridade 20.170/74. f l u v i a i s . O to Posto fixadas Decreto de Medicamentos. para pois a 5 8d o De- a uma suprir a pessoa popula- ção d o s s o c o r r o s farmacêuticos. Comercial Estadual. A o passo q u eo Posto de Medicamentos. 90 a preocupação e a realidade das autoridades brasileira. a juízo o s sistemas como unidades. trata-se c o mo res- portanto. p r e v i a a existência d e a p e n a s d e assistência f a r m a c ê u t i c a . Aos órgãos s a n i t á r i o s a s s i s t e rios para lizar tais Incorre e m erro 19. a s s i s t e Farmácia c o l a b o r a r e m vénio. apenas Unidades V o l a n t e s t ê m licença a t í t u l o pre- cário c o m o o s a n t i g o s S o c o r r o s Farmacêuticos. previsto n o art. cons- . c o m suas condições d e n o art. m e d i a n t e fiscal dessa nova modalidade con- comercial d o medicamento. Farmacêutico.2 9da lei 5 9 9 1 / 7 3 e q u e s e e n c o n t r a d e v i d a m e n t e r e g u l a m e n t a d o p e l o a r t . 0 A nova lei condiciona tos industrializados. o r e f e r i d o e crité- a forma d e fisca- comentarista.A lei anterior desprovida siste. n o exercício lacustres. t e r r e s t r e s . sua firma pectivo é u m estabelecimento devidamente C G C e inscrição registrada farmacêutico na Junta n a Categoria e como t a l . era * concedida sanitária e s t a d u a l . d a d a a s u a n a t u r a l m o b i l i d a d e p e l o s "meios de o u aé- transportes reos". N o quanto possível. licença p a r a o S o c o r r o creto regulamentar a concessão d a l i c e n ç a . A mesma restrição é i m p o s t a às " u n i d a d e s volantes". originais publica- da n ai m p r e n s a o f i c i a l " . d o mais difícil c o n t r o l e f i s c a l . aosConselhos Regionais d e c o m o s órgãos s a n i t á r i o s . tes d e relação e l a b o r a d a u m p o r localidade mesmo critério sub- a comercialização d e " m e d i c a m e n - e m suas embalagens pelo e constan- órgão sanitário f e d e r a l . destina-se especificamente pelo licenciamenart. a o atendimento 17d o às p o - pulações d e s p r o v i d a s d e farmácias e d r o g a r i a s .

6 0 6 de 19 de janeiro de 1 9 3 1 e m seu art. 2 ? .A licença a que se refere este artigo será sempre conce- dida a título precário e cessará desde que no raio de seis quilómetros se instale u m a farmácia. 1?-Tais socorros serão regulados por instruções das au- toridades sanitárias estaduais de acordo com a ne- cessidade da zona servida. a u m a pessoa idónea a seu juízo. de não dependerem de desapareceram as exigências de distância que eram estabelecidas pelos artigos 5 8 do Decreto 1 9 . 58. 91 um . Decreto 20. a a seu j u í z o . Além nica. de suprir a população local dos socorros farmacêuticos. 1 0 . 3 7 7 / 3 1 .A licença a que se refere este artigo será sempre c o n cedida a t í t u l o precário e cessará desde que e m raio de 6 q u i l ó m e t r o s se instale uma farmácia. licença de suprir a po- pulação local de socorro f a r m a c ê u t i c o .C o m a dispensação de m e d i c a m e n t o s industrializados em suas embalagens originais.' estabelece: O SOCORRO FARMACÊUTICO Nas localidades onde em um raio de mais de seis quilómetros de distância não houver farmácia estabelecida poderá ser dada licença pela autoridade sanitária c o m p e t e n t e . 6 0 6 / 3 1 e 10 do D e c r e t o 2 0 .N a s tros derá localidades onde de ser distância dada num não pela u m a pessoa idónea raio houver autoridade de mais de 6 quilóme- farmácia estabelecida. já possuem um responsável técnico pela sua fabri- assistência e responsabilidade téc- cação. inclusive a condição de licença a t í t u l o precário previstas nos citados artigos. posanitária competente. § Único .377: Art. O D e c r e t o 1 9 .

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CONTRATO DE TRABALHO Dentro a da nova conceituação profissão d o f a r m a c ê u t i c o . contraprestação efetivamente. esse c o n t r a t o u m contrato salarial escrito f i - e todas a possibilidade as obri- de dirimir incorrer profissionais e seus e m carece d e validade plena e m cer- t a s situações e m q u e a s p a r t e s d e l e q u i s e r e m v a l e r . d e s n a legislação vigor. d e e n t r e o farmacêutico e a p e s s o a jurí- d i c a p a r a q u e m p r e s t a serviços. gações bilaterais que. 0 supostos d o vínculo de obscuro contrato. Não há nada emprego. u r g e os q u es e d e d i c a m tos vivam à atividade. Todos nico o s pressupostos e a empresa — o u formalmente Carteira q u ei n f o r m a m d e atividade correto — a anotação Profissional. empregaiício à c a r a c t e r i z a ç ã o d a relação d e expõe t o d o s e fixa 93 o s requisitos e pres- a s obrigações patronais n o . c l a r a . Conselho elaborou e está d i s t r i b u i n d o xando condições d e t r a b a l h o . Estas considerações pelo Conselho cia vêm a a generalizar-se.s e . É a alternativa estabelecer o pacto laboral farmacêutica i n d i c a m a relação d e e m p r e g o legal e n t r e o téc- s e r imprescindível d o contrato de trabalho na p r e c i s a . ensejam a s dúvidas o u questões e m q u e v e n h a m pregadores. p o rconseguinte. da modalidade R e g i o n a l d e F a r m á c i a . quanto inegavelmente. e q u einduz deixar o profissional figura o contrato trabalhista e m O propósito a uma idealizada imperfeição d a f o r m a e m situação d e a m p l a de trabalho tal como vulnerabilidade. indiscutível. o u dependam cumprimento e da forma legal e m q u ese inseriu u m tratamento adequado para todos Impõe-se o e s c l a r e c i m e n t o p l e n o a q u a n - d a profissão d o f a r m a c ê u t i c o n o q u e t a n g e a o d a legislação r e l a t i v a m e n t e à m o d a l i d a d e e regime d e tra- balho e . eleé concebido tendêncapaz d e i s t o é. aos t e r m o s e m q u ese deve operar a contratação d e c a d a p r o f i s s i o n a l . já p o s t a e m p r á t i c a e c o m N o e n t a n t o .

Poderá enfrentar obstáculos. e x p e d i e n t e simples e prático. qualquer que seja a dimensão do seu negócio. 94 . Por o u t r o lado. É imperiosa esta providência porque. a rescisão do c o n t r a t o de trabalho que. T r a t a . O primeiro sujeitos a enfrentar dificuldades. t a m b é m . carente. independentemente de já terem o u não fir- m a d o o c o n t r a t o f o r n e c i d o pelo C o n s e l h o . por sua vez. — o que só pode e deve ser feito através da anotação da Carteira Profissional. nas rescisões c o n t r a t u a i s em que seus direitos não forem atendidos c o n v e n i e n t e m e n t e . o p t a n d o por um c o n t r a t o i m p r ó p r i o ao invés da forma legal indiscutível. p r o c u - regularizar a situação. t a m b é m la f o r m a um vem sendo feita largamente pe- mais c o m p l e x a e desvantajosa para o profissional. expõe-se a possíveis autuações da fiscalização d o Ministério do T r a b a l h o . A seu mais problemática sugere o c o n v e n c i m e n t o de que o profissional e empregador estão tarde. pode interpretar o fato c o m o intenção deliberada de burlar o empregado q u a n d o em realidade ela não existe. no e n t a n t o . O e m p r e gador. 4 5 6 da Consolidação das Leis d o T r a b a l h o . dissemos linhas a c i m a . deixa a desejar c o m o i n s t r u m e n t o insofismável de relação de emprego pleno. por e x e m p l o . D i z o art. N ã o é preciso ser jurista para saber que qualquer dos dois d o c u m e n t o s f o r m u l a d o s e distribuídos pelo C o n s e l h o R e gional de Farmácia será impugnado. c o m o B N H e C a i x a E c o n ó m i c a .s e de instrumento de distrato que as partes assinam q u a n d o da rescisão do c o n t r a t o de trabalho. de c o n f o r midade com a lei. pelo I N P S q u a n d o o beneficiário necessitar dos serviços ou vantagens da previdência social e ensejará embaraço ao interessado q u a n d o ele pleitear o saque d o F u n do de G a r a n t i a e d o P I S . se configura pela " b a i x a " na Carteira P r o f i s s i o n a l .tocante legais. Em rigentes rem tais circunstâncias há de ter-se c o m o indispensável que os dide estabelecimentos farmacêuticos c u i d e m do a s s u n t o . que não terá razões especiais para aceitar as explicações c o m o corretas. mais c e d o o u nas ocasiões em que necessitar do a m p a r o da previdência e j u n t o a outras entidades oficiais. de homologação da D R T ou do S i n d i c a t o de Classe. dos seus deveres sociais e outras exigências iniludivelmente. vem beneficiar a m b o s os agentes da relação de trabalho: o técnico-farmacêutico e o empresário. que a prova do c o n t r a t o individual de trabalho será feita pelas anotações c o n s - tantes da carteira profissional ou por i n s t r u m e n t o escrito e suprida por todos os meios permitidos em D i r e i t o . ao c u m p r i m e n t o Mas.

outras provas ram d eerro o u fraude. 95 profissional nenhum demonstrarem efeito j u - q u eelas resulta- .: A carteira profissional t e mgrande valor tificação d o s d i r e i t o s e obrigações d o e m p r e g a d o trato individual de trabalho. n e s s e p a r t i c u l a r . Obs.Parágrafo pressa Único — À falta de prova o u inexistindo a t a l r e s p e i t o . m a s não a ú n i c a . A prova d a existência d o contrato por outros meios permitidos e m As próprias anotações d a c a r t e i r a rídico p r o d u z e m quando de trabalho pode ser suprida direito. É. entender-se-á q u e o e m p r e g a d o cláusula e x - se obrigou a todo e q u a l q u e r serviço c o m p a t í v e l c o m a s u a c o n d i ç ã o p e s s o a l . probante n a iden- e decorrentes d o con- u m a das principais pro- v a s .

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a farmácia d e i x a obrigatoriedade n e m sempre d e u m apessoa u m a receita u m catalogado nas a s s i m . Opacontra o . problema. m a s d e exigências e d e t a l h e s q u e fornecimento de u m medicamento a b s o l u t a m e n t e indispensável a o c l i e n t e . Em contraria quiriu qualquer desses casos. às v e z e s a b s u r d a s acontecendo atualmente (Portarias 2 7 e 28). a venda.Muitas Portarias trazem expedidas dificuldades periodicamente. e entre da S. Acontece prescrevendo também diversos disposições r e s t r i t i v a s na formalidade.V.S.s e às disposições l e g a i s . e t c . a saber: a receita baixadas para pela S.N. a legislação p a r a o medicamento a farmácia e n f r e n t a satisfazer a necessidade se arriscando dificuldades.. p e l a ausência d e u m a de fornecer d e registrar aceita apresentar eles apenas a receita os demais é outro a retenção d a r e c e i t a f a t o . impedem série o d e tais medicamen- d e barbitúricos. n ã o há n ú m e r o d e r e g i s t r o n o C R M . manifestar-se n ã o está d e a c o r d o recomenda a assinatura das mais com variadas manei- a s exigências d a s normas quantidade maior q u ea permitida d o m é d i c o s u g e r e s u s p e i t a s . quando d e s u a execução vezes. A ciente o fato produtos. insingindo-se enfermidade. s o f r e n d o agressões. através de .N. essas n ã o só p a r a Portarias a classe mé- dico-odontológica c o m o também p a r a a farmácia. r e c e i t a e m talonário não o f i c i a l . As tos Portarias se destinam acabaram na criando maioria q u e regulam a reprimir a comercialização o u s oindiscriminado u m acomplicada d a s vezes. O u d o paciente às p e n a l i d a d e s d o órgão e s t a d u a l . d i z e n d o q u e ninguém t e m n a d a a v e r c o m s u a 97 peque- medicamentos.PRODUTOS CONTROLADOS A dispensação de medicamentos controlados está s u j e i t a a u m a série d e exigências d o S e r v i ç o N a c i o n a l d e V i g i l â n c i a S a n i t á r i a . Este problema costuma ras.S.. perdendo q u e adsanitário como vem o cliente e às v e z e s a t é . o u s u j e i t a .V.

Não de mantenha se fazem preparados os embrulhos. Diante d e tais o c o r r ê n c i a s . q u e está c r i a n d o c a s o . Escolha u mlugar certo e seguro. A atual legislação q u e r e s t r i n g e a v e n d a aspectos: u m positivo e outro de o u s oindiscriminado coibir n e g a t i v o . etc. a s r e c e i t a s médicas e m q u a l q u e r lugar d e s u a farmácia. não têm o u simplesmente para asma o u epilepsia. É o caso te não t e m cessita esses ta dosmedicamentos a receita realmente pacientes d o produto. sujeito Muita coisa a controle pode perto desaparecer d o local o n dessa manei- r a até q u e s e j a s u s p e i t a d a . se o a farmácia não p o d e a t e n d e r . c a r i m b o s . SAIBA COMO LIDAR COM REMÉDIOS C O N T R O L A D O S Algumas tar normas aborrecimentos devem ser observadas e complicações c o m e m s u a farmácia p a r a as autoridades sanitárias e evicom a p o l í c i a q u a n t o às d r o g a s s u j e i t a s a c o n t r o l e . Receitas legais quanto a lápis o u s e m a observância c o m p l e t a a endereço. Muitas vezes i r a o médico a r r a n j a r u m a recei- não s a b e q u e p r e c i s a se pode pacien- que ele dela. Não m a n t e n h a e m e s t o q u e lados. está c o m má von- d e psicotrópicos t e m dois tade.E m mento qualquer prescrito. d e v e m ser rejeitadas. d e atender a far- o cliente. é necessário q u e a s a u t o r i d a d e s sani- tárias reconheçam o e x c e s s o d e d e t e r m i n a d a s exigências. m a s pretenp o r ser m a l o r i e n t a d a p r o v o c a m u i t a injustiça. e l a está c o r r e t a e abusivo quando d o s barbitúricos. 98 quantidade a respeito de produtos chegam contro- a o assalto até . caso mácia s o f r e u m d u p l o por e m q u e não s e j a p o r deficiências s u av e z p e n s a possível f o r n e c e r contrárias constrangimento. Não d e i x e . Viciados obtendo grande informações à mão a r m a d a p a r a c o n s e g u i r drogas. d a s disposições n o interesse d a s u a t r a n q u i l i d a d e . A c o n t e c e porém nada recursos para ne- fazer. É profundamente injus- t o que ele fique s e m o m e d i c a m e n t o . etc. q u eo balconista às n o r m a s deixa o medica- fixadas. etc. inscrição.

acomodar a bomba situações d e a m i g o s o u i n - arrebentar é somente n a s suas p o r q u e é impossível a acomodação d o q u e correr o risco. Qualquer te c o m trado. Não produtos aceite ordens controlados. São r e c u r s o s comuns q u e o s viciados usam para conseguir os e u i n t e n t o . Não da o hesite e m entrar s u a região s e m p r e receituário d e s t e s cil p r e v e n i r d o q u e e m contato q u ehouver produtos c o mas autoridades dúvidas o u a l g u m chegue remediar. não d e v e m impres- sioná-lo. às v e z e s . 99 sanitárias fato estranho a o seuconhecimento. Quando mãos. M u i t a s v e - confusão e p a s s a r o u u m anel apre- seu intento. e s t r a n h o t r a n s i t a r p e l a s áreas p e r i g o s a s farmácia s e m a c o m p a n h a n t e s senta-se e produtos muitas vezes para para d e casos criar conseguir d e urgência. P r e v i n a o s e u p e s s o a l d e balcão. É preferível e x p l i c a r controlados. telefónicas para U m doutor entrega de "araque" v i c i a d o s f a z você d e b o b o e t a p e i a f a c i l m e n t e o s e u Quantidades meiro exageradas confirmadas pelo de produtos médico. d e médico receitas falsas.Não deixe barbitúricos a chave Não e s t o q u e os n o s armários d e e n t o r p e c e n t e s . f a z o ladrão. p o i s p o r mensageiros de e m combinação c o m entregador. A facilidade estas empregados. são u s a d o s p o r Não d e i x e nenhum como é forjada U m fregueses. o u cobrador c o mapelos a emergência uniforme e m l o c a i s acessíveis a t o d o s d o s lavatórios o u r e s e r v a d o s q u e branco de sua d e confiança. controlados o inescrupuloso devem ser pri- u s at o d o s os re- c u r s o s e m b u s c a d o l u c r o fácil. o u tranquilizantes. nem drogas tão p o u c o perto t a m b é m . suspeita c o m a receita o médico o u s i m p l e s m e n t e Lembre-se deve rejeitada ser esclarecida diretamen- s e e l e não p u d e r s e r d e q u eé sua a r e s p o n s a b i l i d a d e encon- e o escândalo é d e s a s - t r o s o p a r a o s e u negócio. M u i t a s v e z e s o v i c i a d o propagandista Não s e i m p r e s s i o n e zes anfetaminas. N ã o s e esqueça n u n c a de manter e m d i a a escrituração e m l i v r o p r ó p r i o d a s e n t r a d a s e saídas d e p r o d u t o s Não t r a n s i j a teresses c o ma lei para comerciais. com É m a i s fá- .

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c o m o e d a América d o S u l . Obrigará a s farmácias a s e m o d e r - técnicas e fórmulas q u e lhes propiciem maiores vendas. d o comércio deverá i n c i d i r de uma forma adotando sobre progresso ine- o comércio farmacêutico. Precisará a p e partido d e experiências b e msucedidas. Nada impede uma farmácia o u d r o g a r i a d e se tornar moderna. O tempo tradicionalmente longo. E isto introdução provocará de outras u m resultado: linhas d e produtos melhor serviço a o p ú b l i c o . A diversificação vitável. nizarem. s a r d a p r o i b i ç ã o d a Legislação F a r m a c ê u t i c a . n a s farmácias e d r o g a r i a s . será u m a Para isso torna-se A ape- necessidade. e m c e n t r o s m a i s e v o l u í d o s . d e p r o g r e d i r . n o r m a s e l e i s q u e i m p e ç a m a desorganização. Uma processos coisa é certa. o q u a l venhamos. farmacêutico trará con- benéfica. m a s . de f a z e r promoção. a exemplo mácias q u e v i v e m e m f r a n c o p r o g r e s s o . antiquados.DIVERSIFICAÇÃO . a m a i o r clientes d o s quais as mais não t ê m diversas também e m o u parte classes nenhuma d a s Farmá- de mercadorias relação c o m o c o m é r - c i o farmacêutico. s e a s farmácias e d r o g a r i a s pelos modernos processos não substituírem d e vendas. m u i t o s Unidos e n o Canadá.SOBREVIVÊNCIA DA FARMÁCIA N ã o só n o s E s t a d o s tros países d a E u r o p a cias oferece a seus e serviços. 101 d e far- . terão q u e fechar suas portas. E nas para tirar i s s o e l a n ã o precisará i n v e r t e r g r a n d e s s o m a s . necessário a p e n a s q u e s e j a m c r i a d o s princípios. que abertas» a o p ú b l i c o r é a razão p e l a qual a s farmácias se t o r n a r a m permanecem lugares normais o n d e s e p o d e a d q u i r i r a r t i g o s e m c a s o s i m p r e v i s t o s o u d e urgência.

p o b r e s . a f i r m a o D r . q u e funcionam desta — Temos. aceita e desenvolve o sistema de drugstore. a farmácia além d e f o r - indispensável D r . país d e s e n v o l v i d o e m o s setores. te n a h o r a e m q u e órgãos g o v e r n a m e n t a i s t a b e l a m medicamentos blemas m e m e m 3 0 % não l e v a n d o d e sobre- principalmeno lucro d o s e m consideração o s pro- c o m q u e s e d e b a t e e s t e comércio. con- clui o seu p e n s a m e n t o . a s s i m s e e x p r e s s o u : UMA QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA A o da s e r i n t e r r o g a d o . Caminhando brasileira mar para conceituada u m a sólida base o sistema dentro drugstore. t e m o s d e s e r o r g u l h o s o s ? Dentro ral d o sistema citado. d e Farmácia a n a l i s a e l a é intocável. só serve para atrapalhar e que é a S U N A B . acrescentar ainda edição d e 1 9 6 7 os pronunciamentos pelo presidente fei- d o Conselho F e d e r a l d e Farmácia. E d u a r d o V a l e n t e Simões. p o r q u e nós. maneira eq u e a p r e s e n t a m ótimos r e s u l t a d o s . para . E d u a r d o V a l e n t e Simões. Simões. E s c l a r e c e q u e o h o d a farmácia medidas t e m d e lançar m ã o d i s t o drásticas d e u m ó r g ã o q u e . d o comércio económica. E d u a r d o Va- l e n t e Simões: " A f a r m á c i a não só p o d e c o m o deve t e ro direito vivência. farmácias o D r . para conforme escapar d a s s u a palavra.Sobre tos a matéria. v a l e à Farmácia Moderna. s e a farmácia d e v e i n c l u i r e m s u a l i n h a d e v e n - artigos d i f e r e n t e s d o q u e já é t r a d i c i o n a l . O c o n c e i t o em nada o presidente d o Conselho Fede- a posição d o f a r m a c ê u t i c o e d i z q u e d o profissional será d i m i n u í d o . s e o s E s t a d o s U n i d o s . p o i s o n d e e o s e u r a i o d e ação está e s c r i t o "Prescriptione" é a s u a área d e t r a b a l h o e e l a c o n t i n u a r á a s e r r e s p e i t a d a . Acho perfeitamente normal — prossegue que o comércio farmacêutico a m p l i e por exemplo.S i m o e s as suas atividades. requisito que ela f u n c i o n e d i g n a m e n t e ' — finaliza o 102 teremos atual. Além todos d o m a i s . É u m a t o d e d e f e s a d e s e u s i n t e r e s s e s . D r .

a saber: CORRELATO - A substância. os cosméticos. c u j o uso ou aplicação esteja ligado à defesa e proteção da saúde individual ou coletiva. o t r a t a m e n t o individual e m casa pelo p r ó p r i o paciente. óticos. os suportes de hérnia e u m a infinidade de outros artigos bastante usados a t u a l m e n t e . a farmácia poderá p r o p o r c i o n a r ao cliente a o p o r t u n i d a d e de c o m prar um acessório. instrumentos paracirúrgicos e u m grande n ú m e r o de o u t r o s artigos.A lei 5 9 9 1 / 7 3 relato" permitido em seu artigo 4 ? . é livre à f a r m á c i a . Seringas. t e r m ó m e t r o s . Há p o r t a n t o u m grande n ú m e r o de produtos que podem ser c o mercializados pela F A R M Á C I A . Ainda permitida temos a considerar a venda de L i v r o s . ACESSÓRIOS: Os proprietários de farmácias poderão também aumentar mais sua rentabilidade c o m a venda de acessórios e e q u i p a m e n t o s . usados sob orientação médica. o comércio de detergentes — desinfetantes — inseticidas domésticos. Pelo e x p o s t o . ou a fins diagnósticos e analíticos. de acústica médica. de gelo. inciso I V define o que seja " C o r - sua venda em farmácia. óleos de alimentação — produtos dietéticos. shampoos. além de alguns pro- para animais domésticos de pequeno porte (sabões. pinças. perfumes. dicinais. em muitos casos. tais c o m o : aparelhos portáteis para massagem e raio infravermelho . Revistas e J o r n a i s à F a r m á c i a . 103 . a i n d a . homeopáticos. agulhas hipodérmicas. e t c ) . plantas meeducativos. e. A i n d a p o d e m ser vendidos na farmácia o u t r o s artigos. q u a n d o a m e d i c i n a começa a adotar. à higiene pessoal ou de ambientes. sem ferir a legislação específica. bolsas de água q u e n t e . e d u l c o r a n t e s . pela L e i 3 7 7 de 2 3 de d e z e m b r o de 1 9 6 8 . os pro- dutos dietéticos. produto. aparelho ou acessó- rio não enquadrado nos c o n c e i t o s anteriores. leite enlatado — brinquedos dutos veterinários produtos naturais. Além das vantagens do preço não tabelado e maior margem de lucro. são os mais p r o c u r a d o s . odontológicos e veterinários. meias para varizes.

.

C o m a criação do C . M . atualmente a Superintendência Nacional d o A b a s t e c i m e n t o ( S U N A B ) . creto. por é m . D. c o m a siglas específicas a saber: Coordenação de Mobilização Econó- ( C . mica tivemos preços. . e C o n s e l h o interministerial de Preços ( C I P ) . . O . O s m é t o d o s adotados_ p o u c o variavam de órgão para órgão. U . criava o quadro de Comissários-Delegados do Phisico-Mor do R e i n o . que eram reformados a n u a l m e n t e . I . C . f o r a m criados os mais diversos órgãos e fiscalizadores de Inicialmente. No decorrer normativos desses anos.C O N T R O L E D E PREÇOS A primeira notícia que se tem c o n h e c i m e n t o sobre o Controle de Preços. P ) . estabeleceram diversos mapas de custo de m e d i c a m e n t o s . data de 0 5 de janeiro de 1 8 0 8 . novas exigências f o r a m impostas à in- dústria farmacêutica para obtenção dos preços de m e d i c a m e n t o s . João V I .A . A seguir. cuja missão principal era de fiscalizar os m e d i c a m e n t o s . C o m o decreto " n e n h u m boticário poderia fazer abatimento nos preços e s t a b e l e c i d o s " . o Barão de A l v a e z e r . E ) . Comissão F e d e r a l d o A b a s t e c i m e n t o e Preços ( C C F A P ) . as equipes de técnicos do governo encarregadas de e x a m i n a r e m os c u s t o s . c o m a promulgação do decreto de 2 2 de janeiro de 1 8 1 0 . P . A princ í p i o . de 0 8 de agosto de 1 9 8 8 p u b l i c a d a no D . q u a n d o D . determinou por de- ao Phisico-Mor do R e i n o . João V I . que instituísse os preços dos m e d i c a m e n t o s que eram tabelados de acordo não só pela importância do produto c o m o t a m b é m pela localização da botica. E m recente Resolução que t o m o u o n ú m e r o 2 7 7 . a seguir a Comissão Central de Preços ( C . a Indústria Farmacêutica pura e simplesmente queria a Liberação 105 . criada pela lei delegada nP 5 de 2 6 de setembro de 1 9 6 2 . sempre dirigidos para a repercussão p o l í t i c a de suas atividades c o n troladoras do que propriamente para a função técnica.

No vez entanto. t ã o i m p o r t a n t e d a saúde. n o e n t a n t o . com recuou e procura o qual a A B C F A R - acordo. Devido sivas d o s preços n a Resolução a falta de esclarecimento Resoluções e P o r t a r i a s o u má não só d a S U N A B 106 interpretação como d a s suces- também d o C I P . É forçoso q u e s e e n t e n d a q u eo h o m e m estabelecimento farmacêutico de pois. A disposto o fixação problema to" 277-A dos produtos farmacêuticos. é relativo mais rapidamente chegaremos salva cada ao h o m e m sua a conclusão de q u eo e m comparação a o u t r o s s e t o r e s saúde e b e m . e m d e c o r r ê n c i a d a inflação g a l o p a n t e q u e t o m o u c o n t a d o B r a s i l . "Sui antes Generis" ramos d eatividades seu funciona- aplicadas à assistência e s p e c i a l . de natureza q u eé justamente preservação precisa. . n e c e s s i t a d e u m a ções q u e l h e f o r a m de tudo. procura harmonizar o e solucionar d a i n d ú s t r i a f a r m a c ê u t i c a . de compreen- que. para a b o a prestação d e s e r v i ç o .dos Preços. para o interesse justamente se encontrar u m a for- d o s preços d o s m e d i c a m e n t o s . c o m a a p l i c a ç ã o d o "Preço Jus- pleiteada. e t c . comércio farmacêutico É e l eu m setor mento. a indústria a q u i l o q u e s e c h a m o u d e "O preço M A está d e p l e n o justo". Não ma numa e desconhecemos as dificuldades equânime d e s o l u c i o n a r tentativa o problema d e se conciliar d o público c o n s u m i d o r . serviços g r á f i c o s . pela d a indústria. mais vidas capacidade preço se se considerar humanas. t e m comerciante. téria-prima. podería- m o s citar. q u e está a f r e n t e d e u m não t e m só a p r e s e r v a r o seu a nortear b o m nome sua conduta o s p r i n c í p i o s q u e a s u a ética p r o f i s s i o n a l l h e i m p õ e . o dos alimentos e higiene. O são. de produzir d o medicamento ponsáveis pela q u e o remédio m o d e r n o restituindo e trabalhar. e m b a l a g e n s .e s t a r da comunidade res- e e n t r e e l e s . q u e a s s a n - não s e j a m i d ê n t i c a s às i m p o s t a s a o s outros comerciais. antes d e mais nada. farmacêutico agora através diante d a a t u a ç ã o d a s lideranças d o c o m é r c i o da A B C F A R M A . o b e d e c i d o d o CIP. O PREÇO D O S REMÉDIOS É C A R O ? Q u a n d o e l e s não c u r a m e s t a m o s c e r t o q u e s i m . d a s farmácias oscilação d o p r e ç o d a m a - v i d r o s .

a s farmácias vêm s e n d o
até c o m p r o c e s s o s

penalizadas

enviados

pelas Delegacias

à Ordem

Económica

Regionais,algumas

e e m seguida

ao po-

d e r judiciário.
Por
te

a í s e vê q u e a f i s c a l i z a ç ã o d a S U N A B n e c e s s i t a s e r

orientada

quanto

ria f u n c i o n a r
ciso

que funcione

ciante
daí,

u m autómato, c o m
também,

n e msempre

está

orientando

ciente

não

deve-

a missão ú n i c a d e m u l t a r ; é p r e e esclarecendo,

das Portarias

baixadas

pois
pela

o

comer-

S U N A B

e

asm u l t a s q u e lhe p e n a l i z a m .
O

mais
todo

comércio

farmacêutico

e mais aquelas

cionais,

atentar

para

u m rosário

das, deveria
zadores,
to

como

devidamen-

à atribuição q u e l h e d e v e c a b e r ; o f i s c a l

de observar
o

estabelecido

d e obrigações q u e ,

p o r certo,

pois

sobrecarregado
o disposto

receber

n e msempre,

quanto

u m am e l h o r

as faltas

Nacional

107

nor-

relação a o s preços n a -

a o s psicotrópicos,
devem

enfim,

ser cumpri-

a t e n ç ã o d o s órgãos f i s c a l i -

apuradas,

representam

as normas

d o Abastecimento

r i a l d e Preços.

c o m as portarias

inegavelmente,

d o comércio farmacêutico d e c o n t r a r i a r

perintendência

com

e

o

baixadas

Conselho

propósipela

Su-

Interministe-

O B R I G A T O R I E D A D E DOS PLANTÕES
NA F A R M Á C I A

Lei 5 9 9 1 / 7 3 - A r t i g o 5 6Art. 5 6 - A s

farmácias

sistema

e drogarias

d e rodízio,

comunidade,

para

consoante

são o b r i g a d a s
o

a o plantão

atendimento

normas

pelo

ininterrupto

a serem

baixadas

à

pelos

E s t a d o s , D i s t r i t o F e d e r a l , Territórios e Municípios.
Do

mesmo

modo,

dispõe o a r t . 5 8 d o D e c r e t o 7 4 . 1 7 0 / 7 4 , a s a b e r :

Decreto - 74.170/74 Art. 5 8 - A s

farmácias

sistema

e drogarias

d e rodízio,

comunidade,

para

consoante

são o b r i g a d a s
o

a o plantão

atendimento

normas

a serem

pelo

ininterrupto
baixadas

à

pelos

E s t a d o s , D i s t r i t o F e d e r a l , Territórios e Municípios.
A

necessidade

d e se adquirir

noite,

n u mdomingo,

sérios

para

aqueles

u m medicamento

n u mferiado,

q u erealmente

e t c ,constitui
venham

imprescindível, à

problema

a necessitar,

d o s mais

decorrente

de

doença g r a v e o u d e m a l s ú b i t o .
Porém m a i o r
deixar
ou

ainda

u m pai aflito

a quem

encontrar

e m a i s d o q u eisto, u m afalta d e h u m a n i d a d e

o u u m a mãe d e s e s p e r a d a ,

recorrer, vendo

u m filho morrer

s e msaber

o q u e fazer

s e mmedicamento

p o r não

n o s e u b a i r r o , o u n a s s u a s vizinhanças, farmácia q u e , a o a t e n -

d e r , l h e p e r m i t a a obtenção d o m e d i c a m e n t o .
São m u i t a s
à noite

n o sdias

as pessoas

q u e ,n u md o m i n g o

d e s e m a n a , têm q u e p e r c o r r e r

a outro, caminhando

o u feriado, o u m e s m o
a cidade,

d e u m bairro

às v e z e s consideráveis d i s t â n c i a s , -à p r o c u r a

de uma

farmácia.
São
mentos.

milhares

Doenças

d e pessoas
não e s c o l h e m

q u e diariamente
dia n e mhora

109

necessitam

para

atacar

de

medica-

e numa

gran-

de

cidade

onde

não s e s a b e

onde

mora

o dono

d a farmácia, o plantão

n o t u r n o e diário a o s d o m i n g o s e f e r i a d o s , é m e d i d a q u e s e impõe.
No
para

entanto,

temos

a considerar

a farmácia, p r o v o c a n d o

diversos

problemas

u m a série d e t r a n s t o r n o s

q u e resultam

d e diversas o r -

d e n s , t a i s c o m o : segurança ( a s s a l t o s ) t r a b a l h i s t a e f i n a n c e i r a .
No
tões,

n o s s o e n t e n d e r , a s f a r m á c i a s e só a s f a r m á c i a s d e v e m d a r p l a n -

excluídas

as drogarias

q u e deverão f u n c i o n a r

n o horário

normal

d o c o m é r c i o v e z q u e não estão a u t o r i z a d a s a m a n i p u l a r .
As
de
em
seus

autoridades

plantão

para

lei, fazendo
respectivos

facilitaria

policiais

e sanitárias

s u a segurança
publicar
endereços

sobremodo

devem

e respectiva

n o s jornais,
e bairros,

o deslocamento

assistir

escala

a s farmácias

inclusive

o

a s farmácias

d e rodízio
de

telefone,

d o interessado

prevista
plantão,

pois

na compra

assim
de me-

dicamentos.
Aos
cabe

Sindicatos

manter

e entidades

entendimentos

d e classe

d o comércio

c o m as autoridades,

para

m e n t o d a l e i d o s p l a n t õ e s , e s c a l a d o r o d í z i o , segurança, e t c .

110

farmacêutico,
o

fiel

cumpri-

111 a loca- d a população. instituiu o Zoneamento "bossa" do notícia de 3 de setembro da Botica.s e a s s i m . t e n d o normas e m vista disciplinares o bem-estar para p o s s i b i l i t a n d o .M o r : "Nenhum nova. de u m plano disciplinador e instalações d e F a r m á c i a s . em q u e se t e m face conhecimento de 1818. p e r m i t e de maior e perímetro pontos. a instrução d o P h i s i c o . a o s estímulos q u e a C o r o a era abrir boticas.Z O N E A M E N T O S D E FARMÁCIAS A to. a n a época q u e a p e n a s numa rua boticas. . u m m e l h o r e m a i s rápido a t e n d i m e n t o . A ausência ciamento lecimentos riados ses n o spontos bairros mesmos sente. boticário o u para poderá e s c o l h e r mudar local botica sem não p r e t e n d e tirar-lhe a Juízo: o q u a l p o r este m o d o liberdade d'escolherem a terra para só t e m e m v i s t a a c a u t e l a r das outras. quando Rio d e Janeiro havia quatro Contam dava registrando-se o u cinco sobre o Zoneamen- o Phisico-Mor d o Reino os historiadores q u e a o comércio farmacêutico. Cabe a o município. u m a a o lado d a outra. primeira data Unido. enquanto comercial há l u g a r e s a assistência f a r m a c ê u t i c a a o sq u e necessitam de medicamentos. p a r a d o comércio u m melhor e mais farmacêutico é u m am e d i d a rápido a t e n d i m e n t o q u e se à comunidade. evi- t a n d o i n c l u s i v e a s distorções e a s concorrências d e s l e a i s . ça d e s t e pé para a q u e já e s t i v e r licen- o seu estabelecimento. assentar estabelecida. " O zoneamento impõe. E i s n a íntegra. mas q u e s e não a m o t e m d o q u eordinariamente boticas resultam uma ao graves prejuí- z o s à saúde p ú b l i c a . e s t a b e l e c e r lização d e n o v a s farmácias. o licenestabe- d o smais v a distantes -des- é totalmente aucaminhadas lon- g a s p a r a a s u a aquisição. impondo onde de controle para o excesso desses movimentação central.

O
se
e

zoneamento

reconhece
gozo

a toda

encontra

fundamento

administração

da propriedade

privada

n o poder

d e polícia q u e

pública, d e i m p o r

e a o direito

restrições a o u s o

individual

d o cidadão

har-

m o n i c a m e n t e sobre o interesse d a coletividade.
O

zoneamento

representa

legítima

restrições

a o direito

d e pro-

priedade.
Compete
o

à Câmara

zoneamento

Municipal,

e impor

restrições

e não

a o prefeito,

a o licenciamento

legislar

sobre

d o estabelecimen-

t o farmacêutico.
O
dos

zoneamento

como

França,

d e farmácias

q u e também d e v e r i a ser a p l i c a d a
As

entidades

suas cidades,
ciplinando

já e x i s t e n t e s

e m países

desenvolvi-

I t á l i a , J a p ã o , Suécia e t a n t o s o u t r o s , é u m a

d e classe

apresentando

a abertura

e m nosso
têm

medida

país.

se dirigido

à Câmara

Municipal

sugestões n o s e n t i d o d e s e c r i a r

d e n o v a s farmácias, c o m

de

uma

lei dis-

a fixação d e u m a

distân-

c i a m í n i m a d e 5 0 0 m e t r o s e n t r e d u a s farmácias.
C o m

o zoneamento

feração, c o m

a abertura

d e farmácias, s e r i a

eliminada

de novos estabelecimentos

a s u a proli-

e m frente o u a o la-

d o d o s já e x i s t e n t e s .
A
cias,

proliferação

mesmo

desmedida,

naspequenas

prestar

u m a dispensação

só p a r a

c o ma clientela,como

A
prover

l e i orgânica
a tudo

quanto

principalmente

cidades

o u periferias

normal,

situações

diz

não

proprietários.

q u e a o município

a o s e uparticular

farmálonge d e

desagradáveis

também, a o s s e u s próprios

d o s municípios
respeite

cria

das pequenas
d a s grandes,

compete

interesse e a o bem-es-

t a r d e s u a população.
O

z o n e a m e n t o d e farmácias trará s e m q u a l q u e r dúvida m e l h o r e s c o n -

dições p a r a
O
cupado
tos
o

a comunidade

ex. deputado

e c o n s e q u e n t e m e n t e a o s e u próprio

federal

c o mo problema

farmacêuticos, a p r e s e n t o u
n ?

60/83,

propondo

Adhémar

da abertura

Chisi

e m 1983

fossem

de Santa

indiscriminada
u m projeto

acrescentados

novos

bem-estar.

Catarina,

preo-

de estabelecimend e lei q u e t o m o u
dispositivos

à lei

5 9 9 1 / 7 3 , a saber:
a)

P r o i b i ç ã o d e concessão d e licença p a r a
lecimentos

farmacêuticos

a instalação

d e estabe-

o u congéneres n u m r a i o d e 5 0 0

tros dos que estejam e m funcionamento.

112

me-

b ) Proibição

d e plantões

d e farmácias,

drogarias

o u estabeleci-

mentos correlatos por mais d e 168 horas consecutivas.

Na

justificativa

a o s e u p r o j e t o , a f i r m a o S r . D e p . Adhémar

Chisi:

J U S T I F I C A N D O
A

Lei n P 5.991

em

muito

de

drogas,

medicamentos

quanto à qualidade
to

e insumos

d o sp r o d u t o s

venda

(farmácia,

volantes, assim

como

d e disciplinar

o

a o consumidor,

comerciais

postos

quer

especializados

de medicamentos

dispensários d e m e d i c a m e n t o s

aliás

comércio

farmacêuticos, c o n t r o l a n d o - o

oferecidos

drogarias,

d e 1973, f o i editada,

amplo

às c o n d i ç õ e s d o s e s t a b e l e c i m e n t o s

pectiva
des

de 17 de dezembro

b o a hora, c o mo objetivo

quer
quan-

n a rese

e outros

unidacon-

géneres).
Há a i n d a ,
não a j u s t a d a s

entretanto,

legislações

algumas

locais,

falhas, muitas vezes motivadas p o r

como

o c o r r e , p o r e x e m p l o , e m relação

a o s plantões obrigatórios d e farmácias ( a r t . 5 6 d a l e i n ? 5 . 9 9 1 / 7 3 e a r t .
58

d o Decreto

n P 74.170/74),

b e mc o m o

da

autorização

para

e funcionamento

comerciais,

instalação

n o tocante

r u a , e até n o m e s m o

situações

mostram-se

indiscrimina-

quase sobre o s

prédio. U n s a c a b a m

d o o s o u t r o s e o público, n e m s e m p r e , é o q u e sai
Tais

à

estabelecimentos

d o q u e r e s u l t a , não r a r o , u n s s e l o c a l i z a r e m

outros, n a mesma

teresses

de

altamente

prejudican-

lucrando.

contrárias a o s legítimos i n -

d o comércio farmacêutico; e a o próprio' espírito q u e n o r t e o u

a edição.
Daí a i n d i s p e n s a b i l i d a d e

d a sm e d i d a s

q u ea q u i

estamos

propondo.

S a l a d a s Sessões, 1 9 d e m a r ç o d e 1 9 8 3 — A d h é m a r C h i s i .
Discordamos

d o citado

p r o j e t o , v e zq u eo assunto e r ad e c o m p e -

tência d a Câmara M u n i c i p a l .
P o s s i v e l m e n t e não f o i

aprovado.

113

C U R S O S TÉCNICOS

A U X I L I A R
Determinadas
to

D EFARMÁCIA E B A L C O N I S T A

regiões d o país

técnico-econômico-social.

ração
nal

de recursos

Para

humanos

vêm t e n t a n d o

atingir

esta

c o ma consequente

e d e mão-de-obra especializada

o seu

meta,

desenvolvimen-

s e impõe

a

qualificação

d o se l e m e n t o s

prepa-

profissio-

q u eparticipam

des-

se p l a n o .
Na
te

área d a saúde, a m a i o r i a

desses

rio

às s u a s

profissionais,

só d a

das

autoridades

"subnutrição"

q u e deveria

governamentais,

mínimas

de saneamento

midades

d o s mais

governo

d o s municípios b r a s i l e i r o s

u m perfeito

atendimento

populações, q u e s e m a r g i n a l i z a m

não

o

para

básico

diversos

tão

tipos,

se d i z e m p e n h a d o

c a d a v e z m a i s , e m função

receber

como

se ressen-

médico-sanitá-

tratamento

também

d a falta

necessário

ao combate

principalmente

através d e s e u s

preferencial
d e condições
d a s enfer-

n o instante

e m q u e

órgãos, n a s u a c o m p l e t a

erradicação.
A
mais

formação

palpitantes,

vendo

profissional
representa

consequentemente

constitui,
não

hoje

e m dia,u m d o s temas

u m problema

u m aspecto

d e trabalho,

econômico-social, c o m o

envoltambém

técnico.
Preocupada

c o ma falta

d e profissionais

d e nível técnico p a r a

a

farmácia, a Associação B r a s i l e i r a d o C o m é r c i o Farmacêutico — a A B C F A R M A

gem

Comercial

manteve

sos

de Auxiliar

entendimentos
— S E N A C

c o m o Serviço

— n o sentido

d e Farmácia e B a l c o n i s t a s ,

diante

a assinatura

talados

e m todos

d e Convénios e n t r e

g r u p o económico d o comércio farmacêutico.

de

Aprendiza-

a realização d e C u r -

q u ee s t a v a m

osDepartamentos

o s Estados e as entidades

115

Nacional

d e reativar

sindicais

suspensos,
Regionais,

meins-

representativas d o

5 .Organização e funcionamento d a Farmácia Comercial e Hos- pitalar.Legislação F a r m a c ê u t i c a . esses cursos São P a u l o — R i o G r a n d e — P e r n a m b u c o e B a h i a .Técnica d e V e n d a . 1 5 . 7 . Os em portadores determinadas d o Certificado circunstâncias. 116 a d e Farmácia poderão. 2 .Noções d e T e c n o l o g i a Farmacêutica. responsabilidade técni- a s exigências d o s a r t s . e m f a s e d e i m p l a n - tação — Brasília e S e r g i p e e p o r q u e não e m t o d o o B r a s i l ? C U R R Í C U L O S DOS C U R S O S A u x i l i a r d e Farmácia: 1 . u m a v e z c u m p r i d a s 29 d o Decreto 74.Noções d e P r i m e i r o s S o c o r r o s .Noções d e P r i m e i r o s S o c o r r o s .170/74.Noções d e Organização e F u n c i o n a m e n t o d e Farmácia. 3 .Os dos seus pelos currículos Conselhos devem Estaduais ser previamente d e Educação apreciados para e aprova- s e u prévio reconhe- c i m e n t o . ocasião e m q u e o S E N A C terá c o n d i ç õ e s d e realizá-los. É urgente q u eos Sindicatos Farmacêuticos d e t o d o o Brasil d o Comércio conduzam A u x i l i a r e s d e Farmácia e B a l c o n i s t a No em momento. 3 .Noções d e A d m i n i s t r a ç ã o d e M e d i c a m e n t o s . B a l c o n i s t a s d e Farmácia: 1 . 2 . 6 .Noções d e Administração Hospitalar.N o ç õ e s d e Legislação F a r m a c ê u t i c a . 4 .Técnicas d e V e n d a . já Varejista o processo de Produtos d e formação d o s junto aosDepartamentos se e n c o n t r a m e m funcionamento Regionais. 4 . combinado da lei 5 9 9 1 / 7 3 . de Auxiliar assumirem ca p o r s u a s farmácias. 2 8 e c o m o parágrafo 3 9 d o a r t .

esse técnica p e l o c o m estabelecimento obrigatório n a localidade. d o estabelecimento d e farmácia. poderá lidade cia licenciar d o órgão farmácia técnica o u outro. i n - para tornando zonas para seu d e assumir urba- demográfica. c o m § 2 9-Entende-se este se determinada o u rural. farão diária e n a o f i c i a l . q u e n o Ministério d a E d u - habilitados e m Conselho Regio- n a l d e Farmácia. § 3 9 Para o rência tico f i m previsto d e local o u oficial neste artigo. p a r a z o n a d e s p r o v i d a d e farmácia o u d r o g a r i a . o f i c i a l o u drogaria d e farmá- igualmente inscrito n o Conselho d e Farmácia r e s p e c t i v o .o interesse vez competen- e d o s Territórios. Art. car a hipótese d e q u e t r a t a o a r t i g o a n t e r i o r . dos. dando e d o s Territórios. suburbana não contar d e q u e trata o deslocamento como a r t i g o . d o s Estados. n a f o r m a d a l e i . através d o Distrito sanitário Federal s o ba responsabi- d e prático d e farmácia. d e s d e I .A medida clusive. conhecimento 117 d o itens d o s Esta- p o r oito interesse publidias públi- . poderá. público caracterizada justifique Regional que: o licenciamento. b) o s d i p l o m a d o s conhecidos tenham e m cursos pelo seus diplomas cação e C u l t u r a d e graus Conselho registrados e sejam médio o f i c i a i s o u r e - Federal de Educação. n a f o r m a d a l e i . na. 29-Ocorrendo I. será f a c u l t a d a a transfe- d e propriedade mencionado d o prá- n a letra " a " d o § 2 9 . farmacêutico.0 poder te público. I I e § 1 9 . densidade dificuldades agente o u exis- profissional asestabelecimento. excepcional ser adotada.que inexista tindo não farmacêutico queira sumir a responsabilidade § 1 9 . d o público capaz o u região.170/74 Art. zona d e elevada giões m a i s d i s t a n t e s . o§ órgãos s a n i t á r i o s c o m p e t e n t e s d o Distrito edital Federal n a imprensa consecutivos. 2 8 . e II . u m a a necessidade d e instalação d e f a r - mácia o u d r o g a r i a n o l o c a l . o u não p o s s a o u re- atendimento. a responsabili- d a d e técnica d e q u e t r a t a e s t e a r t i g o : a) o prático o u oficial d e farmácia inscrito e m Conselho R e g i o n a l d e Farmácia.Decreto 74.

da ma o (15) dias depois se apresentar farmácia tico te não o u drogaria d e farmácia. poderá ser licencia- s o b a responsabilidade d e farmácia. 118 d a última publicação d o e d i - farmacêutico. m e n c i o n a d o s requeira. o f i c i a l inscrito n o Conselho d a lei. § Único-Se quinze tal. o u o u t r o Regional d e práigualmen- d e Farmácia.co e necessidade d e instalação d e f a r m á c i a o u drogaria e m l o c a l i d a d e s d e s u a r e s p e c t i v a jurisdição. q u e . n o § 2 9 d o artigo n a for- anterior.

Interesse-se p o r c a d a u md eseus Este s e a p r e s e n t a magro empregados. p a r a c o n c r e t i z a r e s t a . u m b a l c o n i s t a v i s i v e l m e n t e d e s n u t r i d o o u e n f e r m o .m e saúde d o s m e u s e m p r e g a d o s ? E l e s não t ê m o I N P S ? com a E e u não o p a g o para eles?" O farmacêutico o u g e r e n t e d e farmácia o u d e d r o g a r i a q u e a s s i m s e m a n i f e s t a está d u p l a m e n t e 1? errado: . 2 ? . O proprietário o u o g e r e n t e .U m a f a r m á c i a o u d r o g a r i a . .Interessar-se pelos melhorar-lhes o rendimento calor problemas d e saúde d e s e u s e m p r e g a d o s n o t r a b a l h o . a m o r à c a s a . é demonstração d e s o l i d a r i e d a d e q u e g e r a gratidão e . P o r q u e d e v o p r e o c u p a r . m u i t o especialmente o farmacêutico. p r e c i s a o b s e r v a r o s s e u s e m p r e g a d o s . é animá-los c o m é u m pouco de h u m a n o . n u n c a e m inquisitória) e áspero m a s s i m c o r d i a l t a s falhas. N ã o b a s t a o apressaçjo e x a m e m é d i c o anual e x i g i d o pelas r e p a r t i ç õ e s t r a b a l h i s t a s .A S A Ú D E DO S E U E M P R E G A D O "Minha não é u m a Farmácia é u m estabelecimento comercial e profissional. não p o d e a b s o l u t a m e n t e m a n t e r u m e m p r e g a d o s e m saúde. p o r s e r u m e s t a b e l e c i m e n t o d a área da saúde. e desnutrido? Aquele está emagrecendo? A q u e l e o u t r o está c o m a s p e c t o c a n s a d o e t r a b a l h a c o m d i f i c u l d a d e visível? Mantenha f r e q u e n t e m e n t e p a l e s t r a c o r d i a l c o m c a d a u m e m separado.O n d e o s r . c a s a d e assistência s o c i a l . u m v e n d e d o r doente. almoça? T r a z almoço d e c a s a ? A q u e c e a c o m i d a nientemente? lanchonete Limita-se o u numa a u m sanduíche e u m c a f e z i n h o ? pensão? A c o m i d a conve- Come numa a l i é b o a ? Não almoça d e t o d o ? Passa 6 o u m a i s h o r a s s e m a l i m e n t o ? E n g a n a a f o m e c o m c i g a r r o s e café? Com estas e d e z e n a s d e o u t r a s p e r g u n t a s s e m e l h a n t e s . dedicação. 119 e interessado descobrir-se-ia tom mui- .

Ver-se-á q u e o r e n d i m e n t o d o trabalho triplicará. d e t a n t o s e r r o s a l i m e n t a r e s . 120 d e cada u m dobrará o u .Assumirá então o s e u não o r i e n t a os seus e aconselha papel de conselheiro e orientador. O e m p r e g a d o apático. a dezenas d e clientes? C o m e c e Pois o sr. de anemia. Se for o caso. frequente. oriente empregados. de verminoses. d e deficiência a l i m e n t a r . encaminhe-o a u m a consulta São t ã o c o m u n s entre nós o s c a s o s médica. E a subnutrição é a c a u s a m a i s Incite seus empregados não p o d e d e i x a r d e e s t a r doente. a normalizarem sua alimen- tação o u s e u r e g i m e d e v i d a . a tratarem-se. d e s a n i m a d o . p o rcasa.

Dispõe s o b r e o Controle Sanitário d o comércio d e d r o g a s .170/74 .Dispõe s o b r e a v e n d a d e p r o d u t o s farmacêuticos e s i m i l a r e s .L E I N ? 3 7 7 de 2 3 . LEI N ? 5 9 9 1 de 1 7 .de 1 0 .R e g u l a m e n t a a lei n ? 5 9 9 1 / 7 3 121 .V e n d a d e l i v r o s e m farmácias. 0 6 . D E C R E T O . 1 9 7 3 .LEGISLAÇÃO SANITÁRIA D E C R E T O N ? 5 0 . 1 2 . 7 8 0 . i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s . m e d i c a m e n t o s . 1 9 6 1 . 1 2 . D E C R E T O N? 74. 1 9 6 8 .

a f i m d e . C o n s i d e r a n d o . p a r a o comércio p o r g r o s s o o u a v a r e j o d e p r o d u t o s farmacêuticos. q u e a redação d o m e n c i o n a d o D e c r e t o v e m i m p o s s i b i l i t a r o s o c o r r o às populações d o i n t e r i o r d o País. A r t 2 9 . c o n f o r m e a s l e i s Sanitárias vigentes.A venda d e qualquer dos p r o d u t o s referidos n o art. n e g o ciarem c o m tais p r o dut os. p r e p a r a d o s biológ i c o s . e m t o d o o território n a c i o n a l .780 DE 10 DE JUNHO DE 1961 Dispõe s o b r e a v e n d a d e p r o d u t o s cêuticos e s i m i l a r e s . s u j e i t a 122 . d e c r e t a : A r t . d e 6 de janeiro de 1 9 6 1 . teve p o r f i n a l i d a d e p r o i b i r a v e n d a d e e s p e c i a l i d a d e s e p r o d u t o s farmacêuticos d i r e t a m e n t e a o c o n s u m i d o r p o r e s t a b e l e c i m e n t o s não d e v i d a m e n t e h a b i l i t a d o s p a r a e s s e comércio p e l a s A u t o r i d a d e s Sanitárias. A r t . só será c o n c e d i d a p a r a o comércio m e n c i o n a d o n o a r t . d e m o d o g e r a l . Considerando que o Decreto n 9 4 9 . i n c l u i u e n t r e o s p r o d u t o s químicos. s e m a d e v i d a inscrição o u r e g i s t r o n a s repartições sanitárias. p o r e s t a b e l e c i m e n t o p r e v i a m e n t e l i c e n c i a d o n o Serviço N a c i o n a l d e Fiscalização d a M e d i c i n a e Farmácia d o Ministério d a Saúde. a q u e l e s não d e s t i n a d o s a u s o farmacêutico. 1 9 .0 comércio d e e s p e c i a l i d a d e s farmacêuticas. i t e m I . o u n a s repartições congéneres d o s E s t a d o s e Territórios. u s a n d o d a atribuição q u e l h e c o n f e r e o a r t . e s t r a n h o s a o r a m o farmacêutico. o u d a s repartições congén e r e s n o s E s t a d o s e Territórios. 87 farma- O P r e s i d e n t e d a República. 8 4 0 . 3 9 .A p a t e n t e d e r e g i s t r o . q u e r e g u l a m e n t o u e c o n s o l i d o u as d i s p o sições l e g a i s s o b r e o i m p o s t o d e c o n s u m o . d e 6 d e j a n e i r o d e 1 9 6 1 . d e 1 2 d e f e v e r e i r o d e 1 9 5 9 . p r o d u t o s químicos p a r a u s o farmacêutico e p r o d u t o s o f i c i a i s . C o n s i d e r a n d o q u e a l g u n s c o m e r c i a n t e s s e p r e v a l e c e m d a obtenção d a p a t e n t e d e r e g i s t r o . 8 4 0 . C o n s i d e r a n d o o s prejuízos p a r a a saúde d o p o v o e a concorrência d e s l e a l q u e o comércio d e e s p e c i a l i d a d e s e p r o d u t o s farmacêuticos p o r c a s a s c o m e r c i a i s e a m b u l a n t e s . d o Ministério d a Saúde. p r e v i s t a n o Capítulo I I I d o D e c r e t o n 9 4 5 . C o n s i d e r a n d o q u e o t e x t o d o D e c r e t o n° 4 9 . d e q u e c o g i t a m as leis e r e g u l a m e n t o s s o b r e o i m p o s t o d e c o n s u m o . a o e s t a b e l e c i m e n t o q u e p o s s u i r licença d o Serviço N a c i o n a l d e Fiscalização d a M e d i c i n a e Farmácia. 19 a estab e l e c i m e n t o s não d e v i d a m e n t e l i c e n c i a d o s p e l a s A u t o r i d a d e s Sanitárias. 4 2 2 . o u p e l a s Repartições congéneres d o s E s t a d o s o u Territórios. p o d e a c a r r e t a r a o s e s t a b e l e c i m e n t o s l e g a l m e n t e h a b i l i t a d o s p a r a t a l comércio. d a Constituição e . só poderá s e r e x e r c i d o . 1 9 . C o n s i d e r a n d o q u e o comércio d e e s p e c i a l i d a d e s e p r o d u t o s farmacêut i c o s só p o d e s e r e x e r c i d o p o r e s t a b e l e c i m e n t o s l i c e n c i a d o s p e l o Serviço N a c i o n a l d e Fiscalização d a M e d i c i n a e Farmácia.D E C R E T O N 9 50. a i n d a .

O s c a s o s o m i s s o s n e s t e D e c r e t o serão r e s o l v i d o s p e l o D i r e t o r d o Serviço N a c i o n a l d a Fiscalização d a M e d i c i n a e Farmácia. 1 4 0 9 d a Independência e 7 3 9 d a República. 8 4 0 . 0 0 0 . n e m superior a C r $ 2 0 . s e m prejuízo d o p r o c e s s o criminal.E s t e D e c r e t o entrará e m v i g o r n a d a t a d e s u a publicação. f i c a n d o r e v o g a d o o d e n 9 4 9 . e m 1 0 d e j u n h o d e 1 9 6 1 . 6 9 . além d a m u l t a d e C r $ 5 . n u n c a inferior a C r $ 2 . A r t . quando for o c a s o : a) O v e n d e d o r . A r t . d e 6 d e j a n e i r o d e 1 9 6 1 . o u p e l o s D i r e t o r e s d a s repartições congéneres n o s E s t a d o s e Territórios. JÂNIO Q U A D R O S Cattete Pinheiro 123 .o v e n d e d o r e o c o m p r a d o r às s e g u i n t e s p e n a l i d a d e s .Não s e aplicará o d i s p o s t o n e s t e D e c r e t o às l o c a l i d a d e s d o i n t e r i o r d o País e m q u e não e x i s t a farmácia o u p o s t o d e s o c o r r o farmacêutico. 0 0 0 . 0 0 0 . 0 0 ( c i n c o m i l c r u z e i r o s ) e d a i n t e r d i ção d o e s t a b e l e c i m e n t o até a s u a legalização.m u l t a d e 5 0 % ( c i n q u e n t a p o r c e n t o ) d o valor d e cada fatura vendida. 7 9 .Não s e i n c l u e m e n t r e o s p r o d u t o s m e n c i o n a d o s n o a r t . 0 0 (vinte mil cruzeiros). e d e m a i s disposições e m contrário. A r t .apreensão d a s m e r c a d o r i a s a d q u i r i d a s s e m o d i r e i t o d e indenização. 5 9 . b ) O c o m p r a d o r . Parágrafo único . 4 9 . 0 0 (dois mil cruzeiros).E m c a s o d e reincidência poderá s e r c a s s a d a a licença d o e s t a b e l e c i m e n t o i n c u r s o n a proibição d o a r t . 1 9 o s p r o d u t o s químicos u t i l i z a d o s o u v e n d i d o s p o r e s t a b e l e c i m e n t o s f a b r i s o u c o m e r c i a i s c u j o f u n c i o n a m e n t o i n d e p e n d e d e licença d a s A u t o r i d a d e s S a n i tárias. Brasília. 1 ? A r t .

2 0 .D E C R E T O .888. Brasília. d ) e d a s l e i s . d e 1 3 d e j u n h o d e 1 9 5 3 . de 13 de junho de 1953. 1 9 .l e i entrará e m v i g o r n a d a t a d e s u a publicação. A r t .R e v o g a m . m a n t e r seção d e l i v r o s p a r a v e n d a pública. q u a n t o à i m u n i d a d e tributária d a s m e s m a s operações e à obrigação d e r e g i s trá-las e m l i v r o próprio. 2 ? da Lei nP 1. c o m a s v a n t a g e n s i n s c r i t a s n o s p r e c e i t o s d a Constituição ( a r t . 2 9 d a L e i n 9 1 . 8 8 8 . A.d e 13-12-1968. d a Independência e 8 0 9 d a R e pública. e m e s t a b e l e c i m e n t o s o b s u a direção técnica.E s t e D e c r e t o . 2 9 . A r t .s e a s disposições e m contrário. C O S T A E S I L V A Edmundo de Macedo Soares 124 . poderá o farmacêutico. 3 9 . 2 3 d e d e z e m b r o d e 1 9 6 8 . I I I .L E I NP 377 DE 23 D E D E Z E M B R O DE 1968 Amplia a faculdade prevista no art. decreta: A r t . O P r e s i d e n t e d a República.Além d a s m e r c a d o r i a s m e n c i o n a d a s n o a r t . u s a n d o d a s atribuições q u e l h e c o n f e r e o § 19 d oart. 2 9 do A t o Institucional n 9 5 . 147°.

d e s t i n a d o à análise d e d r o g a s .Órgão sanitário c o m p e t e n t e . 3 9 . 2 9 .a substância.substância o u matéria-prima q u e t e n h a a f i n a l i d a d e m e d i c a m e n t o s a o u sanitária.p r o d u t o farmacêutico. A r t . quando f o r o caso.M e d i c a m e n t o . e . o s p r o d u t o s dietéticos. t e c n i c a m e n t e o b t i d o o u e l a b o r a d o c o m a f i n a l i d a d e profilática.d r o g a o u matéria-prima a d i t i v a o u c o m p l e tamentar d e qualquer natureza destinada a emprego e m medicamentos. m e d i c a m e n t o s . A r t . d o s Territórios e d o s Municípios e d e m a i s e n t i d a d e s p a r a e s t a t a i s . odontológicos e veterinários. 125 . m e d i c a m e n t o s . a i n d a . 1 9 . medicamentos. V . V I . c u j o u s o o u aplicação e s t e j a l i g a d o à d e f e s a e proteção d a saúde i n d i v i d u a l o u c o l e t i v a . óticos. o s cosméticos e p e r f u m e s . A r t . d o D i s t r i t o F e d e r a l e d o s Territórios.o laboratório d o Ministério d a Saúde o u congénere d a União. à h i g i e n e p e s s o a l o u d e a m b i e n t e s . 4 9 . I I I .D r o g a .I n s u m o farmacêutico . I I .C o r r e l a t o . a p a r e l h o o u acessório não e n q u a d r a d o n o s c o n c e i t o s a n t e r i o r e s . d o D i s t r i t o F e d e r a l . são a d o t a d o s o s s e g u i n t e s conceitos: 1 . rege-se por esta lei. insumos farmacêuticos e correlatos.A p l i c a . d e acústica médica. p r o d u t o . 0 P r e s i d e n t e d a República Faço s a b e r q u e o C o n g r e s s o N a c i o n a l d e c r e t a e e u s a n c i o n o a s e g u i n t e Lei: CAPITULO I Disposições Preliminares A r t . e m t o d o o território n a c i o n a l . n o que c o n c e r n e a o s c o n c e i t o s . I V . d o s E s t a d o s .P a r a e f e i t o s d e s t a l e i . s e m f i n s l u c r a t i v o s .A s disposições d e s t a l e i a b r a n g e m as u n i d a d e s congéneres que i n t e g r a m o serviço público c i v i l e m i l i t a r d a administração d i r e t a e i n d i r e t a d a União. c u r a t i v a .s e o d i s p o s t o n e s t a l e i às u n i d a d e s d e dispensação d a s instituições d e caráter filantrópico o u b e n e f i c e n t e .Laboratório O f i c i a l . e dá outras providências. o u a f i n s diagnósticos e analíticos. d o s E s t a d o s . e seus recipientes. i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s .LEI NP5.991 - D E 17 D E D E Z E M B R O D E 1 9 7 3 Dispõe sobre o controle sanitário do comércio de drogas. definições e r e s p o n s a b i l i d a d e técnica. d o s Territórios e d o s Municípios. p a l i a t i v a o u p a r a f i n s d e diagnóstico. d o D i s t r i t o F e d e r a l .órgão d e fiscalização d o Ministério d a Saúde d o s E s t a d o s .0 C o n t r o l e Sanitário d o comércio d e d r o g a s . i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s . c o m competência d e l e g a d a através d e convénio o u c r e d e n c i a m e n t o .

d e comércio d e d r o g a s . C A P I T U L O II Do Comércio Farmacêutico A r t . i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s e m s u a s e m b a l a g e n s o r i g i n a i s . X V I . X V . representante. a t í t u l o r e m u n e r a d o o u não. d o s Territórios. m e d i c a m e n t o s . m e d i c a m e n t o s . equiparando-se à m e s m a .p e s s o a física o u jurídica. d o D i s t r i t o F e d e r a l . para o s efeitos desta lei.estabelecimento destinado exclusivamente à venda de medicamentos industrializados e m s u a s e m b a l a g e n s o r i g i n a i s e c o n s t a n t e s d e relação e l a b o r a d a p e l o órgão s a nitário f e d e r a l . X I V .Análise f i s c a l .Posto d e medicamentos e unidades volantes . i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s . m e d i c a m e n t o s . i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s . i n s u m o s farmacêuticos e correlatos. V I I I .p r o d u t o t e c n i c a m e n t e e l a b o r a d o p a r a a t e n d e r às n e c e s s i d a d e s dietéticas d e p e s s o a s e m condições fisiológicas e s p e c i a i s . m e d i c a m e n t o s .Dispensação . q u e exerça c o m o a t i v i d a d e p r i n c i p a l o u subsidiária o comércio. X I I . i n c u m b i d a s d e serviços c o r r e s p o n d e n t e s . IX .Farmácia .e m p r e s a q u e exerça d i r e t a o u i n d i r e t a m e n t e o comércio a t a c a d i s t a d e d r o g a s .a e f e t u a d a e m d r o g a s . f e d e r a l . 126 . d o s Municípios e e n t i d a d e s p a r a e s t a t a i s . v e n d a .D r o g a r i a . X V I I .unidade da empresa destinada d e d r o g a s .E m p r e s a . p u b l i c a d a n a i m p r e n s a o f i c i a l . i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s . as unid a d e s d o s órgãos d a administração d i r e t a o u i n d i r e t a . e s t a d u a l . q u e r e a l i z e dispensação d e p l a n - X I I I .O Comércio d e d r o g a s . p r i v a t i v o d e p e q u e n a u n i d a d e h o s p i t a l a r o u e q u i v a l e n t e .s e t o r d e f o r n e c i m e n t o d e m e d i c a mentos i n d u s t r i a l i z a d o s . m e d i c a m e n t o s e m s u a s e m b a l a g e n s o r i g i n a i s .Ervanaria . i n s u m o s farmacêut i c o s e c o r r e l a t o s .estabelecimento tas m e d i c i n a i s . m e d i c a m e n t o s e d e i n s u m o s f a r macêuticos é p r i v a t i v o d a s e m p r e s a s e d o s e s t a b e l e c i m e n t o s d e f i n i d o s n e s t a l e i . a o comércio X .e s t a b e l e c i m e n t o d e manipulação d e fórmulas m a g i s t r a i s e o f i c i n a i s . d e s t i n a d a a c o m p r o v a r a s u a c o n f o r m i d a d e c o m a fórmula q u e d e u o r i g e m a o r e g i s t r o .P r o d u t o dietético .Estabelecimento . XI . c o m p r e e n d e n d o o d e dispensação e o d e a t e n d i m e n t o p r i v a t i v o d e u n i d a d e h o s p i t a l a r o u d e q u a l q u e r o u t r a e q u i v a l e n t e d e assistência médica. m e d i c a m e n t o s . d e d i r e i t o público o u p r i v a d o .e s t a b e l e c i m e n t o d e dispensação e comércio d e d r o g a s .Dispensário d e m e d i c a m e n t o s . p a r a a t e n d i m e n t o a l o c a l i d a d e s d e s p r o v i d a s d e farmácia o u d r o g a r i a . m e d i c a m e n t o s .Distribuidor.a t o d e f o r n e c i m e n t o a o c o n s u m i d o r d e d r o g a s . 5 ? . i n s u m o s farmacêuticos e d e correlatos.V I I . f o r n e c i m e n t o e distribuição d e d r o g a s . importador e exportador .

A r t .0 Serviço N a c i o n a l d e Fiscalização d a M e d i c i n a e Farmác i a baixará instruções s o b r e o receituário. d e s d e q u e não c o n t e n h a m substâncias m e d i c a m e n t o s a s . a t e n d i d a s a s s u a s p e c u l i a r i d a d e s . m e d i c a m e n t o s .A v e n d a d e p r o d u t o s dietéticos será r e a l i z a d a n o s e s t a b e l e c i m e n t o s d e dispensação e . A r t . CAPITULO III D a Farmácia Homeopática A r t . o s e s t a b e l e c i m e n t o s h o t e l e i r o s e s i m i l a r e s poderão d i s p o r d e m e d i c a m e n t o s anód i n o s . b) drogaria. A r t . Parágrafo único . q u e não d e p e n d a m d e r e c e i t a médica. d ) dispensário d e m e d i c a m e n t o s .O Comércio d e d e t e r m i n a d o s c o r r e l a t o s . A r t . 7 ? . e q u i p a m e n t o s e r e l a ção d e e s t o q u e m í n i m o d e p r o d u t o s homeopáticos. o b e d e c i d a a farmacotécnica homeopática. obedecerá fórmulas Parágrafo único .É p e r m i t i d o às farmácias homeopáticas m a n t e r seções d e v e n d a s d e c o r r e l a t o s e d e m e d i c a m e n t o s não homeopáticos q u a n d o a p r e sentados e m suas embalagens originais. o b s e r v a d o s o a c o n d i c i o n a m e n t o a d e q u a d o e a c l a s s i ficação botânica. § 2 ? . o b s e r v a d a a relação e l a b o r a d a p e l o órgão sanitário f e d e r a l . odontológicos. 1 2 . p e l o s d o comércio f i x o . d o D i s t r i t o F e d e r a l e d o s Territórios. A r t . a p a r e l h o s e acessórios. utensílios.§ 1 ? .P a r a a t e n d i m e n t o e x c l u s i v o a s e u s usuários. 1 0 . 8 ? .A p e n a s poderão s e r e n t r e g u e s à dispensação d e d r o g a s . cosmétic o s e p e r f u m e s . 6 ? . e x e r c i d o p o r e s t a b e l e c i m e n t o s e s p e c i a l i z a d o s . veterinários. d e h i g i e n e p e s s o a l o u d e a m b i e n t e . i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s q u e obedeçam a o s padrões de q u a l i d a d e o f i c i a l m e n t e r e c o m e n d a d o s . p r o d u t o s i n d u s t r i a l i z a d o s p a r a f i n s diagnósticos e analíticos.A dispensação d e m e d i c a m e n t o s é p r i v a t i v a d e : a) farmácia. o b s e r v a d o o d i s p o s t o e m l e i f e d e r a l e n a s u p l e t i v a d o s E s t a d o s . 9 ? . 1 1 .A dispensação d e p l a n t a s m e d i c i n a i s é p r i v a t i v a d a s f a r mácias e e r v a n a r i a s . poderá s e r e x t e n s i v o às farmácias e d r o g a r i a s .O Comércio d e m e d i c a m e n t o s homeopáticos às disposições d e s t a l e i . c) posto de medicamento e unidade volante. 127 .A farmácia homeopática só poderá m a n i p u l a r o f i c i n a i s e m a g i s t r a i s . A r t .A manipulação d e m e d i c a m e n t o s homeopáticos não c o n s t a n t e * d a s farmacopéias o u d o s formulários homeopáticos d e p e n d e d e aprovação d o órgão sanitário f e d e r a l . t a i s c o m o .

c u j a concentração d e substância a t i v a c o r r e s p o n d a às d o s e s máximas f a r m a c o l o g i c a m e n t e e s t a b e l e c i d a s . CAPITULO IV D a Assistência e R e s p o n s a b i l i d a d e Técnicas A r t .S o m e n t e será p e r m i t i d o o f u n c i o n a m e n t o d e farmácia e d r o g a r i a s e m a assistência d o técnico responsável.A r e s p o n s a b i l i d a d e técnica d o e s t a b e l e c i m e n t o será c o m p r o v a d a p o r declaração d e f i r m a i n d i v i d u a l . p e l o s e s t a t u t o s o u c o n t r a t o s o c i a l . 1 4 . 1 6 . i g u a l m e n t e i n s c r i t o n o C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia. A r t . 128 . o u d o s e u s u b s t i t u t o . A r t . 1 7 . i n s c r i t o n o C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia. §1°A presença d o técnico responsável será obrigatória o horário d e f u n c i o n a m e n t o d o e s t a b e l e c i m e n t o .Dependerá d e r e c e i t a médica a dispensação d e m e d i c a m e n t o s homeopáticos. período e m q u e não serão a v i a d a s fórmulas m a * gistrais o u oficinais. e n a f a l t a d o farmacêutico. a a s s i s tência d e técnico responsável. §1?C e s s a d a a assistência técnica p e l o término o u alteração d a declaração d e f i r m a i n d i v i d u a l .A r e s p o n s a b i l i d a d e r e f e r i d a n o parágrafo a n t e r i o r subsistirá p e l o p r a z o d e u m a n o a c o n t a r d a d a t a e m q u e o sócio o u e m p r e g a d o c e s s e vínculo c o m a e m p r e s a .E m razão d o i n t e r e s s e público. 1 8 . na f o r m a d a lei. durante § 2 ? .É f a c u l t a d o à farmácia o u d r o g a r i a m a n t e r serviço d e a t e n d i m e n t o a o público p a r a aplicação d e injeções a c a r g o d e técnico h a b i l i t a d o . c a r a c t e r i z a d a a n e c e s s i d a d e i a existência d e farmácia o u d r o g a r i a . o b s e r v a d a a prescrição médica. o p r o f i s s i o n a l responderá p e l o s a t o s p r a t i c a d o s d u r a n t e o período e m q u e d e u assistência a o e s t a b e lecimento. n a f o r m a d a l e i . o órgão sanitário d e fiscalização l o c a l licenciará o s e s t a b e l e c i m e n t o s s o b a r e s p o n s a b i l i d a d e técnica d e prático d e farmácia. A r t .A r t . 1 3 . o b r i g a t o r i a m e n t e .A farmácia e a d r o g a r i a terão. 1 5 . § 3 ? .N a s l o c a l i d a d e s d e s p r o v i d a s d e farmácia homeopática p o derá s e r a u t o r i z a d o o f u n c i o n a m e n t o d e p o s t o d e m e d i c a m e n t o s homeopát i c o s o u a dispensação d o s p r o d u t o s e m farmácia alopática.O s e s t a b e l e c i m e n t o s d e q u e t r a t a e s t e a r t i g o poderão m a n t e r técnico responsável s u b s t i t u t o . A r t . o § 2 . p e l o p r a z o d e até t r i n t a d i a s . c o n t r a t o s o c i a l o u e s t a t u t o s d a p e s s o a j u rídica o u p e l a rescisão d o c o n t r a t o d e t r a b a l h o . o u p e l o c o n t r a t o d e t r a b a l h o d o p r o f i s s i o n a l responsável. n e m v e n d i d o s m e d i c a m e n t o s sujeitos a regime especial d e c o n t r o l e . p a r a o s c a s o s d e i m p e d i m e n t o o u ausência d o t i t u l a r . o f i c i a l d e farmácia o u o u t r o .

§1?P a r a e f e i t o d e s t e a r t i g o o e s t a b e l e c i m e n t o deverá t e r l o c a l p r i v a t i v o . pelo A r t . 2 3 . s o b o a s p e c t o sanitário.A licença.A c a d a farmacêutico será p e r m i t i d o e x e r c e r a direção técn i c a d e . A r t . d e s d e q u e e m dependência d i s t i n t a e s e p a r a d a . 2 4 . poderá r e d u z i r a s exigências s o b r e a instalação e e q u i p a m e n t o s para o licenciamento d e estabelecimentos destinados àassistência farmacêutica n o perímetro s u b u r b a n o e z o n a r u r a l . m e d i c a m e n t o s . 2 0 . s e n d o u m a c o m e r c i a l e u m a h o s p i t a l a r . e m c o n f o r m i d a d e c o m a legislação s u p l e t i v a a s e r b a i x a d a p e l o s m e s m o s . A r t . r e s s a l v a d a s a s exceções p r e v i s t a s n e s t a l e i . i n s u m o s f a r macêuticos e c o r r e l a t o s será e x e r c i d o s o m e n t e p o r e m p r e s a s e e s t a b e l e c i m e n t o s l i c e n c i a d o s p e l o órgão sanitário c o m p e t e n t e d o E s t a d o . r e s p e i t a d a s a s disposições d e s t a l e i . a representação o u d i s t r i b u i ção e a importação o u exportação d e d r o g a s . a dispensação. e s o b a r e s p o n s a b i l i d a d e técn i c a d o farmacêutico bioquímico. 2 2 . A r t . '* c ) assistência d e técnico responsável.São condições p a r a a licença: a) localização c o n v e n i e n t e . d o D i s t r i t o F e d e r a l e d o s Territórios. 1 9 . b ) p r o v a d e relação c o n t r a t u a l técnico. d u a s farmácias. A r t . p a r a f u n c i o n a m e n t o d o e s t a b e l e c i m e n t o . CAPITULO V Do Licenciamento A r t . responsabilidade A r t .A legislação s u p l e t i v a d o s E s t a d o s . 2 5 . será e x p e d i d a após verificação d a observância d a s condições f i x a d a s n e s t a l e i e n a legislação s u p l e t i v a . e c u m p r i r o s p r e c e i t o s sanitários pertinentes.O p e d i d o d a licença será instruído c o m : a) p r o v a d e constituição d a e m p r e s a . § 2? . d e q u e t r a t a o a r t i g o 1 5 e s e u s parágrafos.O comércio. entre a empresa e s e u responsável c ) p r o v a d e habilitação l e g a l d o responsável técnico e x p e d i d a C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia. d o D i s t r i t o F e d e r a l e d o s Territórios. 129 .Não dependerá d e assistência técnica e profissional o posto de m e d i c a m e n t o s e a unidade volante.A farmácia poderá m a n t e r laboratório d e análises clínicas. 2 1 . b ) instalações i n d e p e n d e n t e s e e q u i p a m e n t o s q u e satisfaçam a o s r e q u i s i t o s técnicos a d e q u a d o s à manipulação e comercialização p r e t e n d i d a s . n o máximo.A licença é válfda p e l o p r a z o d e u m a n o e será r e v a l i d a d a p o r períodos i g u a i s e s u c e s s i v o s . Parágrafo único . e q u i p a m e n t o s e acessórios a p r o p r i a d o s . q u a n d o f o r o c a s o .

3 3 .A s licenças poderão s e r s u s p e n s a s . l a c u s t r e s o u aéreos. 2 9 . 2 6 .A transferência d a p r o p r i e d a d e e a alteração d a razão s o c i a l o u d o n o m e d o e s t a b e l e c i m e n t o não interromperá o p r a z o d e v a l i d a d e d a licença.A licença p r e v i s t a n e s t e a r t i g o será c o n c e d i d a a t í t u l o p r o v i sório e c a n c e l a d a tão l o g o s e estabeleça u m a farmácia n a região.A revalidação deverá s e r r e q u e r i d a até c e n t o e v i n t e d i a s a n t e s d o término d e s u a vigência.A dispensação será r e a l i z a d a e m m e i o s d e t r a n s p o r t e s t e r r e s t r e s .e p e c u l i a r i d a d e s d e r e giões d e s p r o v i d a s d e farmácia. A r t . A r t . i n s t a u r a d o p e l o órgão sanitário. verificação d o c u m p r i m e n t o d a s condições sanitárias e x i g i d a s p a r a o l i c e n c i a m e n t o d o e s t a b e l e c i m e n t o .O posto de medicamentos de que trata o item XIII d o art i g o 4 ? . c a s s a d a s . 2 8 . o § 1 . assegurado o direito d e defesa e m processo a d m i n i s t r a t i v o . p a r a e f e i t o d e l i c e n c i a m e n t o . Art.A revalidação s o m e n t e será c o n c e d i d a após a . 130 . instalação e r e s p o n s a b i l i d a d e serão c o n s i d e r a d o s c o m o autónomos. 2 7 .O e s t a b e l e c i m e n t o d e dispensação q u e d e i x a r n a r p o r m a i s d e c e n t o e v i n t e d i a s terá s u a licença c a n c e l a d a . d o artig o 4 ? d e s t a l e i . o u c a n c e l a d a s n o i n t e r e s s e d a saúde pública. A r t . d r o g a r i a e p o s t o d e m e d i c a m e n t o s c o n s o a n t e legislação s u p l e t i v a d o s E s t a d o s . através d e inspeção. de funcio- A r t . 3 2 . p a r a averbação. A r t . A r t . m e d i a n t e d e s p a c h o f u n d a m e n t a d o d a autoridade c o m p e t e n t e . f l u v i a i s . o órgão sanitário c o m p e t e n t e poderá l i c e n c i a r u n i d a d e v o l a n t e p a r a a d i s pensação d e m e d i c a m e n t o s .A mudança d o e s t a b e l e c i m e n t o p a r a l o c a l d i v e r s o d o p r e v i s t o n o l i c e n c i a m e n t o dependerá d e licença prévia d o órgão sanitário c o m p e t e n t e e o a t e n d i m e n t o das n o r m a s exigidas para o l i c e n c i a m e n t o . A r t .O s estabelecimentos referidos n o s itens X e X I . terá a s condições d e l i c e n c i a m e n t o e s t a b e l e c i d a s n a legislação s u p l e t i v a d o s E s t a d o s . q u e p o s s u a m condições a d e quadas à guarda dos medicamentos. d o D i s t r i t o F e d e r a l e d o s Territórios enviará a o S e r viço N a c i o n a l d e Fiscalização d a M e d i c i n a e Farmácia d o Ministério d a Saúd e . marítimos. 31 P a r a o e f e i t o d e c o n t r o l e estatístico o órgão sanitário c o m p e t e n t e d o s E s t a d o s . d o D i s t r i t o F e d e r a l e d o s Territórios. d o D i s t r i t o F e d e r a l e d o s Territórios. s e n d o porém obrigatória a comunicação d a s alterações r e f e r i d a s e a apresentação d o s a t o s q u e as c o m p r o v e m . a relação numérica d o s l i c e n c i a m e n t o s . d a s revalidações e b a i x a s c o n c e d i d a s às e m p r e s a s e e s t a b e l e c i m e n t o s d e q u e t r a ta o artigo 2 1 . 3 4 . Art. a n u a l m e n t e .Parágrafo único . até 3 0 d e j u n h o .A f i m d e a t e n d e r às n e c e s s i d a d e s . § 2 ? . 3 0 . c o n s t a n t e s d e relação e l a b o r a d a p e l o Serviço N a c i o n a l d e Fiscalização d a M e d i c i n a e Farmácia. poderão m a n t e r s u c u r s a i s e f i l i a i s q u e .

4 1 . e as n o r m a s N a c i o n a l d e Fiscalização d a M e d i c i n a e Farmácia.Além d o s rótulos a q u e s e r e f e r e o p r e s e n t e artig o . endereço d o consultório o u d a residência.O controle d o estoque dos produtos de q u e trata f e i t o m e d i a n t e registro especial.A r e c e i t a e m código. A r t . r a d o s n a farmácia. 3 9 . o número d a licença sanitária. " U s o I n t e r n o " . b ) q u e c o n t i v e r o n o m e e o endereço r e s i d e n c i a l d o p a c i e n t e e . d e s t i n a d o a o r e g i s t r o d o receituário d e m e d i c a m e n t o s s o b r e g i m e d e Gontrole sanitário e s p e c i a l . n o m e d opaciente e d oprofissional q u ea prescreveu. deverá s e r r e g i s t r a d a e m l i v r o d e receituário. p o r e x t e n s o e d e m o d o legível. a d r o g a r i a e o dispensário d e m e d i c a m e n t o s terão l i v r o . Parágrafo único . o b s e r v a d o s a n o m e n c l a t u r a e o s i s t e m a d e p e s o s e m e d i d a s o f i c i a i s . 4 0 . r e s p e i t a d a a legislae n t o r p e c e n t e s e o s a estes equiparados. 3 7 . Parágrafo único . A r t .O s d i z e r e s d a r e c e i t a serão t r a n s c r i t o s i n t e g r a l m e n t e n o rótulo a p o s t o a o c o n t i n e n t e o u invólucro d o m e d i c a m e n t o a v i a d o .A farmácia. e x p r e s s a m e n t e . Parágrafo único o p r e s e n t e a r t i g o será ção específica p a r a o s b a i x a d a s p e l o Serviço .S o m e n t e será a v i a d a a r e c e i t a : a ) q u e e s t i v e r e s c r i t a a t i n t a .Q u a n d o a dosagem d o medicamento prescrito ultrapass a r o s l i m i t e s farmacológicos o u a prescrição a p r e s e n t a r i n c o m p a t i b i l i d a - 131 . d e a c o r d o c o m a s u a classificação obedecerá às disposições d a legislação f e d e r a l específica. o n o m e d o r e s p o n sável técnico e o número d o s e u r e g i s t r o n o C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia. A r t . número d e o r d e m d o r e g i s t r o d e receituário. e o número d e inscrição n o r e s p e c t i v o C o n selho profissional. c ) q u e c o n t i v e r a d a t a e a a s s i n a t u r a d o p r o f i s s i o n a l .A receita d e m e d i c a m e n t o s magistrais e oficinais.CAPITULO V I D o Receituário A r t . prepa- A r t . p a r a a v i a m e n t o n a farmácia p r i v a t i v a d a instituição. 3 8 . e m vernáculo. A r t . " U s o Veterinário" e " V e n e n o " . A r t . a farmácia terá i m p r e s s o s c o m o s d i z e r e s " U s o E x t e r n o " .O receituário d e m e d i c a m e n t o s e n t o r p e c e n t e s o u a estes e q u i p a r a d o s e o s d e m a i s s o b r e g i m e d e c o n t r o l e . q u a n d o f o r o c a s o . s o m e n t e poderá s e r p r e s c r i t a p o r p r o f i s s i o n a l v i n c u l a do à unidade hospitalar. Parágrafo único .O responsável técnico p e l o e s t a b e l e c i m e n t o r u b r i cará o s rótulos d a s fórmulas a v i a d a s e b e m a s s i m a r e c e i t a c o r r e s p o n d e n t e p a r a devolução a o c l i e n t e o u a r q u i v o . 3 6 . 3 5 . s e g u n d o m o d e l o o f i c i a l . o m o d o d e u s a r a medicação. c o m a d a t a d e s u a manipulação. deles c o n s t a n d o o n o m e e o endereço d o e s t a b e l e c i m e n t o . " A g i t e q u a n d o U s a r " .A farmácia e a d r o g a r i a disporão d e rótulos i m p r e s s o s p a r a uso n a s embalagens d o s p r o d u t o s aviados.

CAPITULO VII Da Fiscalização A r t . m e d i c a m e n t o s . Parágrafo único .N o c a s o d e dúvida q u a n t o a o s rótulos. f i c a n d o a o u t r a e m p o d e r d o d e t e n t o r d o p r o d u t o . b u l a s e a o a c o n d i c i o n a m e n t o d e d r o g a s . s e m prejuízo d a ação d i s c i p l i n a r d e c o r r e n t e d o r e g i m e jurídico a q u e e s t e j a m s u b m e t i d o s . § 1 9 . D i s t r i t o F e d e r a l e Territórios. será l a v r a d o a u t o d e infração. p e r i o d i c a m e n t e . 132 . salvo se houver notificação em contrário. até o prazo máximo de sessenta dias. através d e s e u s órgãos competentes.N a ausência d o responsável técnico p e l a farmácia o u de s e u s u b s t i t u t o . m e d i c a m e n t o s .P a r a e f e i t o d e análise f i s c a l . o responsável técnico p e l o e s t a b e l e c i m e n t o solicitará confirmação e x p r e s sa a o p r o f i s s i o n a l q u e a p r e s c r e v e u . A r t . i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s .C o n s t a t a d a a i r r e g u l a r i d a d e p e l o órgão sanitário c o m p e t e n t e . d a s q u a i s u m a será r e m e t i d a p a r a e x a m e n o órgão sanitário c o m p e t e n t e . d o D i s t r i t o F e d e r a l e d o s Territórios a fiscalização d o s e s t a b e l e c i m e n t o s d e q u e t r a t a e s t a l e i .s e o t e r m o d e apreensão. findo os quais o estoque ficará automaticamente liberado. o u s e u s u b s t i t u t o e v e n t u a l e . 4 6 . nos estabelecimentos c o m preendidos nesta lei. p o r d u a s t e s t e munhas. l a v r a n d o . p a r a verificação d a s condições d e l i c e n c i a m e n t o . . A r t .A fiscalização n o s e s t a b e l e c i m e n t o s d e q u e t r a t a o a r t i g o 2 9 obedecerá a o s m e s m o s p r e c e i t o s f i x a d o s p a r a o c o n t r o l e sanitário d o s d e m a i s . e m e n d a s o u i r r e g u l a r i d a d e s q u e p o s s a m p r e j u d i c a r a verificação d a s u a a u t e n t i c i d a d e . i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s será e x e r c i d a n o s e s t a b e l e c i m e n t o s q u e o s c o m e r c i a m . A r t .O r e g i s t r o d o receituário e d o s m e d i c a m e n t o s s o b r e g i m e d e c o n t r o l e sanitário e s p e c i a l não poderá c o n t e r r a s u r a s . 4 2 . q u e será a s s i n a d o p e l o a g e n t e f i s c a l i z a d o r e p e l o responsável técnico p e l o e s t a b e l e c i m e n t o . i n t e r d i t a r o estoque existente no local.d e s . a p l i c a n d o . 4 5 . e m c a s o d e s u s p e i t a d e alteração o u f r a u d e . 4 3 . o s responsáveis ficarão s u j e i t o s às sanções p r e v i s t a s n a legislação p e n a l e a d m i n i s t r a t i v a . §29N a hipótese d e s e r a p u r a d a infração a o d i s p o s t o n e s t a l e i e d e m a i s n o r m a s p e r t i n e n t e s . A r t . será v e d a d o o a v i a m e n t o d e fórmula q u e d e p e n d a de manipulação n a q u a l f i g u r e substância s o b r e g i m e d e c o n t r o l e sanitário e s p e c i a l .s e a s disposições c o n s tantes d o Decreto-lei n 9 7 8 5 . à colheita d e amostras dos produtos e materiais. 4 7 . 4 4 . n a ausência d e s t e . proceder-se-á.C o m p e t e a o s órgãos d e fiscalização sanitária d o s E s t a d o s . p e l o s E s t a d o s . e m d u a s v i a s . c o m o medida prevent i v a . devendo a autoridade fiscalizadora. a fiscalização apreenderá d u a s u n i d a d e s d o p r o d u t o . de 2 5 de agosto de 1 9 6 9 . A r t .A fiscalização sanitária d a s d r o g a s .

q u e será responsável p e l a i n t e g r i d a d e e conservação d a amostra. e x c e p c i o n a l m e n t e .C o m p r o v a d a a alteração. i n d e p e n d e n t e m e n t e d a ação p e n a l cabível. até q u i n z e d i a s . c o n t a d o s d a notificação. o t e r c e i r o será e n v i a d o .O p r a z o p r e v i s t o n o § 6 9 poderá s e r p r o r r o g a d o . A r t . d e i m e d i a t o . q u e procederá d e a c o r d o c o m a conclusão d o m e s m o . p e l o r e p r e s e n t a n t e l e g a l da e m p r e s a . p o r d u a s t e s t e m u n h a s . q u e será a s s i n a d o p e l o a u t u a n t e .S e o r e s u l t a d o d a análise f i s c a l não c o m p r o v a r p r o d u t o . p a r a a p r e s e n t a r d e f e s a e s c r i t a o u c o n t e s t a r o r e s u l t a d o d a análise. c o m a p r i m e i r a v i a d o respectivo a u t o para e f e i t o d e r e c u r s o s . § 1 9 . c o m a t e r c e i r a v i a d o a u t o d e apreensão p a r a a análise f i s c a l e o q u a r t o ficará e m p o d e r d a a u t o r i d a d e f i s c a l i z a d o r a . e s t e será d e s d e l o g o l i b e r a d o . a a u t o r i d a d e f i s c a l i z a d o r a lavrará o auto d e interdição c o r r e s p o n d e n t e . e s p e c i f i c a d o n o a u t o a n a t u r e z a e o u t r a s características d o m a t e r i a l a p r e e n d i d o . § 3 9 .O laboratório o f i c i a l terá o p r a z o d e t r i n t a d i a s . l a v r a n d o a a u t o r i d a d e f i s c a l i z a d o r a o a u t o d e a p r e e n são. n a ausência o u r e c u s a d e s t e s . será l a v r a d o .P a r a análise f i s c a l serão c o l h i d a s a m o s t r a s q u e serão c o l o c a d a s e m q u a t r o invólucros. § 2 9 . d e s v i a d a . o u s e u subst i t u t o l e g a l e . perícia d e c o n t r a p r o v a . e . p o r d u a s t e s t e m u n h a s . p a r a e f e t u a r a análise e o s e x a m e s .N o c a s o d e interdição d o e s t o q u e . r e q u e r e n d o . n a s e g u n d a hipótese. u m ficará e m p o der d o d e t e n t o r d o p r o d u t o . n o p r a z o máximo d e c i n c o d i a s a o laboratório o f i c i a l . § 8 9 . e s p e c i f i c a d o n o a u t o a n a t u r e z a e d e m a i s características d o p r o d u t o i n t e r d i t a d o e o m o t i v o d a interdição.Dos quatro invólucros t o r n a d o s . n o a u t o d e apreensão. § 6 9 . q u e assinará c o m o r e p r e s e n t a n t e legal d a e m p r e s a e o p o s s u i d o r o u d e t e n t o r d o p r o d u t o . o laboratório remeterá i m e d i a t a mente o laudo respectivo à autoridade fiscalizadora competente. alteração d o § 2 9 . e m q u a t r o v i a s .Q u a n d o s e t r a t a r d e a m o s t r a s d e p r o d u t o s perecíveis e m p r a z o i n f e r i o r a o e s t a b e l e c i d o n o parágrafo a n t e r i o r . § 4 9 . s o b p e n a d e s e r a p r e e n d i d a . i n d i v i d u a l m e n t e invioláveis e c o n v e n i e n t e m e n t e a u t e n t i c a d o s . o u t r o será r e m e t i d o a o f a b r i c a n t e c o m a s e g u n d a v i a d o a u t o p a r a d e f e s a . c o n t a d o s d a d a t a d o r e c e b i m e n t o d a a m o s t r a . a l t e r a d a o u substituída n o t o d o o u e m p a r t e . o u s e u s u b s t i t u t o legal. § 7 9 . 4 8 . § 3 9 . a u t o d e infração e n o t i f i c a d a a e m p r e s a p a r a início de processo. e m c a s o d e c o n t r a p r o v a .Concluída a análise f i s c a l . pelo possuidor o u d e t e n t o r d o p r o d u t o . 133 . a análise deverá s e r f e i t a d e imediato.A m e r c a d o r i a i n t e r d i t a d a não poderá s e r d a d a a c o n s u m o .O i n d i c i a d o terá o p r a z o d e d e z d i a s .O número d e a m o s t r a s será l i m i t a d o à q u a n t i d a d e necessária e s u f i c i e n t e às análises e e x a m e s . falsificação. p o r razões técnicas d e v i d a m e n t e j u s t i f i c a d a s . adulteração o u f r a u d e . § 5 ? .§ 1 9 . n a ausência o u r e c u s a d e s t e s .

d e 2 5 de agosto de 1 9 6 9 A r t . condições técnicas e x i g i r e m p r a z o m a i o r . s e h o u v e r concordância d o s p e r i t o s . § 7 9 .A perícia d e c o n t r a p r o v a não será r e a l i z a d a s e h o u v e r indício d e alteração o u violação d o s invólucros. § 2 ? . substância o u i n s u m o . r e m e t e n d o s u a conclusão a o órgão sanitário d e fiscalização. d e t e r m i n a r a inutilização d o m a t e r i a l o u p r o d u t o . A r t . d e r e c o n h e c i d a eficácia. § 4 9 . u t i l i z a n d o .A notificação d o i n d i c i a d o será f e i t a p o r intermédio d e f u n c i o nário l o t a d o n o órgão sanitário c o m p e t e n t e o u m e d i a n t e r e g i s t r o p o s t a l e . o p e r i t o d o i n d i c i a d o apresentará o invólucro d e a m o s t r a s e m s e u p o d e r . § 1 9 . l a v r a n d o .N a d a t a f i x a d a p a r a a perícia d e c o n t r a p r o v a . o l a u d o será c o n s i d e r a d o d e f i n i t i v o e p r o f e r i d a a decisão p e l a a u t o r i d a d e sanitária competente.N a hipótese d o parágrafo a n t e r i o r .O s p e r i t o s lavrarão t e r m o e l a u d o d o o c o r r i d o n a perícia d e c o n t r a p r o v a . 4 9 . d e v e n d o e s t a d e t e r m i n a r a realização d e n o v o e x a m e p e r i c i a l s o b r e a a m o s t r a e m p o d e r d o laboratório o f i c i a l d e c o n t r o l e . p a r a t o d o s o s e f e i t o s . c o m a presença d o p e r i t o q u e e f e t u o u a análise f i s c a l .s e a s a m e s t r a s c o n s t a n t e s d o invólucro e m p o d e r d o detentor. § 3 9 . § 5 9. assinada pelos peritos. e concluída n o s q u i n z e d i a s s u b s e q u e n t e s . d o p e r i t o i n d i c a d o p e l a e m p r e s a e d o p e r i t o i n d i c a d o p e l o órgão f i s c a l i z a d o r . caberá r e c u r s o d a p a r t e i n t e r e s s a d a o u d o p e r i t o responsável p e l a análise condenatória à a u t o r i d a d e c o m p e t e n t e .§ 4 9 . de 2 5 de agosto de 1 9 6 9 .E m c a s o d e divergência e n t r e o s p e r i t o s q u a n t o a o r e s u l t a d o d a análise f i s c a l condenatória o u discordância e n t r e o s r e s u l t a d o s d e s t a última c o m a d a perícia d e c o n t r a p r o v a . o l a u d o d e análise f i s c a l condenatória. p o r m e i o d e e d i t a l p u b l i c a d o n o órgão o f i c i a l d e divulgação. 5 0 .C o n f i r m a d o p e l a perícia d e c o n t r a p r o v a o r e s u l t a d o d a análise f i s c a l condenatória.Decorrido o prazo d e que trata o § 3 9 deste artigo. 134 . q u e ficarão a r q u i v a d o s n o laboratório o f i c i a l .A perícia d e c o n t r a p r o v a será i n i c i a d a até q u i n z e d i a s após o r e c e b i m e n t o d a d e f e s a a p r e s e n t a d a p e l o i n d i c i a d o . s a l v o s e .A perícia d e c o n t r a p r o v a será r e a l i z a d a n o laboratório o f i c i a l q u e e x p e d i r o l a u d o condenatório. o b j e t o d e f r a u d e . 5 1 . a o p r o f e r i r a s u a decisão. n o c a s o d e não s e r l o c a l i z a d o o u e n c o n t r a d o .s e a t a c i r c u n s t a n c i a d a s o b r e o f a t o . falsificação o u adulteração.A o s p e r i t o s serão f o r n e c i d o s realização d a perícia d e c o n t r a p r o v a . o b s e r vado o disposto n o Decreto-Lei n 9 7 8 5 . consoante o disposto n o Decreto-Lei n 9 785. p o d e n d o . A r t . sem que o n o t i f i c a d o a p r e s e n t e d e f e s a o u contestação a o r e s u l t a d o d a análise. § 5 9 . prevalecerá. t o d o s o s i n f o r m e s necessários à § 6 9 .Aplicar-se-á à perícia d e c o n t r a p r o v a o m e s m o método d e anál i s e e m p r e g a d o n a análise f i s c a l condenatória. s e r a d o t a d o o u t r o método. d e v e r a ' a a u t o r i d a d e sanitária c o m p e t e n t e . porém.

Territórios e M u nicípios. incluídos o s s o r o s profiláticos. 5 5 . contados da data d o seu r e c e b i m e n t o . A r t . c o n t a d o s d a d a t a d a conclusão d a perícia d e c o n t r a p r o v a . c o n s o a n t e n o r m a s a s e r e m b a i x a d a s p e l o s E s t a d o s . c) O s m e d i c a m e n t o s e m a t e r i a i s d e s t i n a d o s a a t e n d i m e n t o d e e m e r gência. A r t . i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s . o u o u t r o f i m d i v e r s o d o l i c e n c i a m e n t o .As farmácias e d r o g a r i a s são o b r i g a d a s a plantão. A r t . o órgão f i s c a l i z a d o r comunicará o f a t o a o C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia d a Jurisdição.E s g o t a d o o p r a z o r e f e r i d o n o § 2 9 . p e l o s i s t e m a d e rodízio. CAPITULO VIII Disposições Finais e Transitórias A r t . atendida a legislação per- tinente. o b s e r v a d o o q u a d r o nosológico l o c a l .C o n f i g u r a d a infração p o r inobservância d e p r e c e i t o s éticop r o f i s s i o n a i s .O prático e o o f i c i a l d e farmácia n a s condições d e s t e a r t i g o não poderão e x e r c e r o u t r a s a t i v i d a d e s p r i v a t i v a s d a profissão d e farmacêutico.p r o p r i e d a d e d e farmácia e m 1 1 d e n o v e m b r o d e 1 9 6 0 . q u eestiverem e m plena atividade e p r o v a r e m m a n t e r a propriedade o u c o . 135 . A r t .A a u t o r i d a d e q u e r e c e b e r o r e c u r s o deverá d e c i d i r m e s m o n o prazo de dez dias.O r e c u r s o d e q u e t r a t a e s t e a r t i g o deverá s e r i n t e r p o s t o n o p r a z o d e d e z d i a s . h a b i l i t a d o s n a f o r m a d a lei.O s práticos e o f i c i a i s d e farmácia. 5 4 . b ) O s e s t o q u e s mínimos d e d e t e r m i n a d o s m e d i c a m e n t o s n o s e s t a b e l e c i m e n t o s d e dispensação.O Serviço Nacional de Fiscalização da Medicina e Farmácia baixará as normas sobre: a) dos a padronização do registro do estoque e da venda. D i s t r i t o F e d e r a l .§ 1 9 .É v e d a d o u t i l i z a r q u a l q u e r dependência d a farmácia o u d a d r o g a r i a como consultório. A r t . serão p r o v i s i o n a d o s p e l o C o n s e l h o F e d e r a l e C o n s e l h o s R e g i o n a i s d e Farmácia p a r a a s s u m i r a r e s p o n s a b i l i d a d e técnica d o e s t a b e l e c i m e n t o . p a r a o a t e n d i m e n t o i n i n t e r r u p t o à c o m u n i d a d e . 5 3 . m e d i c a m e n t o s . prevalecerá o r e s u l t a d o d a perícia d e c o n t r a p r o v a . § 1 9 . 5 7 . 5 6 . sobre o § 3 9 .Não poderá t e r exercício n o s órgãos d e fiscalização sanitária o s e r v i d o r público q u e f o r sócio o u a c i o n i s t a d e q u a l q u e r c a t e g o r i a o u q u e p r e s t a r serviços a e m p r e s a o u e s t a b e l e c i m e n t o q u e e x p l o r e o comércio d e d r o g a s . ou dispensação medicamentos sob controle sanitário especial. 5 2 . § 2 9 . s e m decisão d o r e c u r s o .

p r i v a t i v a s d e instituições p a r t i c u l a r e s . o u l o c a i s d e comércio. d a Constituição. 1 7 d e n o v e m b r o d e 1 9 7 3 . 19. h o s p i t a l a r e s o u d e q u a l q u e r o u t r a n a t u r e z a . u s a n d o d a atribuição q u e l h e c o n f e r e o a r t i g o 8 1 . 1 7 0 . d e v i d a m e n t e instruído. sem fins lucrativos. d o D i s t r i t o F e d e r a l . e t e n d o e m v i s t a o d i s p o s t o n a L e i número 5 . r e s s a l v a d o s s e u s a r t i g o s 2 ? e 39. 5 8 . 1 9 .a s u n i d a d e s s i m i l a r e s . 4 7 2 .0 c o n t r o l e sanitário d o comércio d e d r o g a s . (D.606. 20. 0 P r e s i d e n t e d a República. a c o n t a r d a d a t a d e e n t r a d a d o r e s p e c t i v o r e q u e r i m e n t o . q u e r e t i f i c o u o p r i m e i r o . i n s u m o s farmacêuticos e c o r relatos. I I . A r t . e s p e c i a l i z a d o s . Brasília. a b r a n g e : 1 .627. i t e m I I I . d e 9 d e n o v e m b r o d e 1 9 3 1 . 1 5 2 9 d a Independência e 8 5 9 d a República.E s t a l e i entrará e m v i g o r n a d a t a d e s u a publicação. m e d i c a m e n t o s .U. A r t . d e 8 d e s e t e m b r o d e 1 9 3 1 . D E 10 D E J U N H O D E 1 9 7 4 R e g u l a m e n t a a L e i número 5. I I I . i n c l u s i v e a s d e caráter filantrópico ou beneficente. d e 17 d e d e z e m b r o d e 1973. e a L e i n 9 1 . e m t o d o o Território N a c i o n a l .991. M E D I C I Mário L e m o s . decreta: CAPITU LO I Disposições P r e l i m i n a r e s A r t . 9 9 1 . D E C R E T O N 9 7 4 . d e 17 de d e z e m b r o de 1 9 7 3 .12. d e 2 2 d e n o v e m b r o d e 1 9 5 1 .F i c a m r e v o g a d o s o s D e c r e t o s d o G o v e r n o Provisório n 9 s 19. d o s Territórios e d o s Municípios e d e s u a s e n t i d a d e s p a r a e s t a t a i s . 20.§ 2 9 . q u e dispõe s o b r e o c o n t r o l e sanitário d o comércio d e d r o g a s . d e f i n i dos n o artigo 3 9 . i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s .73).377. 5 9 . itens X .O p r o v i s i o n a m e n t o d e q u e t r a t a e s t e a r t i g o será e f e t i v a d o n o p r a z o máximo d e n o v e n t a d i a s . X I V e X V I . d o s E s t a d o s .O. E M I L I O G. X I I . m e d i c a m e n t o s . 136 . X I I I . d e 1 9 d e j a n e i r o d e 1 9 3 1 . X I .o s e s t a b e l e c i m e n t o s .a s u n i d a d e s congéneres d o serviço público c i v i l e m i l i t a r d a a d m i nistração d i r e t a e i n d i r e t a d a União. r e v o g a d a s a s disposições e m contrário.

p e s s o a física o u jurídica.Farmácia . odontológica e veterinários. A r t . I V . V I I . destinada a emprego e m medicamentos.a e f e t u a d a e m d r o g a s .C o r r e l a t o . I X . V I .d r o g a o u matéria-prima a d i t i v a o u c o m p l e mentar de qualquer natureza. t e c n i c a m e n t e o b t i d o o u e l a b o r a d o c o m f i n a l i d a d e profilática. q u e exerça c o m o a t i v i d a d e p r i n c i p a l o u subsidiária o comércio. o s p r o d u t o s dietéticos. a i n d a . V I I I . p a l i a t i v a . f o r n e c i m e n t o e distribuição d e d r o g a s .I n s u m o farmacêutico .o s e s t a b e l e c i m e n t o s não e s p e c i a l i z a d o s . I I I . d o s Territórios.u n i d a d e d a e m p r e s a d e s t i n a d a a o comércio d e d r o g a s . o s cosméticos e p e r f u m e s . v e n d a .Órgão sanitário c o m p e t e n t e .M e d i c a m e n t o . c u j o u s o o u aplicação e s t e j a l i g a d o à d e f e s a e proteção d a saúde i n d i v i d u a l o u c o l e t i v a . d e 1 7 d e " d e z e m b r o d e 1 9 7 3 . d o D i s t r i t o F e d e r a l e d o s Territórios c o m competência d e l e g a d a através d e convénio o u c r e d e n c i a m e n t o . i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s e q u i p a r a n d o . m e d i c a m e n t o s .I V . medica- I I . c o m p r e e n d e n d o o d e dispensação e o d e a t e n d i m e n t o p r i v a t i v o d e u n i d a d e h o s p i t a l a r o u d e q u a l q u e r o u t r a e q u i v a l e n t e d e assistência médica. m e d i c a m e n t o s .E m p r e s a . e d e s t e R e g u l a m e n t o . a p a r e l h o o u acessório não e n q u a d r a d o n o s c o n c e i t o s a n t e r i o r e s . i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s . e . i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s .E s t a b e l e c i m e n t o . d e s t i n a d a a c o m p r o v a r a s u a c o n f o r m i d a d e c o m a fórmula q u e d e u o r i g e m a o r e g i s t r o . X . d e acústica médica. m e d i c a m e n t o s . óticos. o u a f i n s diagnósticos e analíticos. à h i g i e n e p e s s o a l o u d e a m b i e n t e . p a r a o s e f e i t o s d a L e i número 5 . c u r a t i v a . 137 .P a r a e f e i t o d o c o n t r o l e sanitário serão o b s e r v a d a s a s s e g u i n t e s definições: I . d o s E s t a d o s .órgão d e fiscalização d o Ministério d a Saúde.p r o d u t o farmacêutico.Laboratório o f i c i a l . a u t o r i z a d o s à c o m e r c i a lização d e d e t e r m i n a d o s p r o d u t o s c u j a v e n d a não s e j a p r i v a t i v a d a s e m p r e s a s e dos estabelecimentos m e n c i o n a d o s n o i t e m I.D r o g a . d o s E s t a d o s . m e d i c a m e n t o s . i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s . V . 9 9 1 . e seus recipientes.substância o u matéria-prima q u e t e n h a f i n a l i d a d e m e n t o s a o u sanitária. a s u n i d a d e s d o s órgãos d a administração d i r e t a o u i n d i r e t a . 2 9 .s e à m e s m a . o u p a r a f i n s d e diagnóstico. d o s Municípios e d e s u a s e n t i d a d e s p a r a e s t a t a i s i n c u m b i d a s d e serviços c o r r e s p o n d e n t e s . d e comércio d e d r o g a s . m e d i c a m e n t o s .a substância.e s t a b e l e c i m e n t o d e manipulação d e fórmulas m a g i s t r a i s e o f i c i n a i s .Análise f i s c a l . d e s t i n a d o à análise d e d r o g a s . i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s . d a União. d o s E s t a d o s .o laboratório d o Ministério d a Saúde o u congénere d a União. d e d i r e i t o público o u p r i v a d o . p r o d u t o . quando f o r o caso. d o s Territórios e d o s Municípios. d o D i s t r i t o F e d e r a l . d o D i s t r i t o F e d e r a l .

. C A P I T U L O II D o Comércio Farmacêutico A r t . a t í t u l o r e m u n e r a d o o u não.Posto de Medicamentos e unidade volante .empresa q u e exerça d i r e t a o u i n d i r e t a m e n t e o comércio a t a c a d i s t a d e d r o g a s . Art 4 9 . X V I I . terapêuticos o u d e correção t i c o s e analíticos. X I V . d e v i d a m e n t e l i c e n c i a d o s .D r o g a r i a .e s t a b e l e c i m e n t o d e dispensação e comércio d e d r o g a s . para a t e n d i m e n t o a localidades desprov i d a s d e farmácia o u d r o g a r i a . I I I e I V d e s t e a r t i g o . I I . o d e cosméticos e p e r - 138 .O comércio d e d r o g a s . plantas XIII . a p a r e l h o s e acessórios u s a d o s p a r a f i n s estética.posto d emedicamentos e unidade volante.a t o d e f o r n e c i m e n t o a o c o n s u m i d o r d e d r o g a s .É permitido de d e t e r m i n a d o s correlatos. i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s . a d o s q u e não c o n t e n h a m substâncias m e d i c a m e n t o s a s .É i g u a l m e n t e p r i v a t i v a d o s e s t a b e l e c i m e n t o s e n u m e r a d o s n o s i t e n s I . importador e exportador . i n s u m o s farmacêuticos e d e c o r r e latos. p r o d u t o s u t i l i z a d o s p a r a f i n s diagnósp e s s o a l o u d e a m b i e n t e .dispensário d e m e d i c a m e n t o s . s e n d o q u e a dispensação d e m e d i c a m e n t o s s o m e n t e é permitida a: I II III IV .Distribuidor. X V I . X V . d e h i g i e n e às farmácias e d r o g a r i a s e x e r c e r e m o comércio c o m o .p r o d u t o t e c n i c a m e n t e e l a b o r a d o p a r a a t e n d e r às n e c e s s i d a d e s dietéticas d e p e s s o a s e m condições fisiológicas e s p e c i a i s . i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s .E r v a n a r i a . . 3 9 . . Parágrafo único . e d e l i v r e comércio. m e d i c a m e n t o s .Dispensário d e m e d i c a m e n t o s .s e t o r d e f o r n e c i m e n t o d e m e d i camentos industrializados privativo de pequena unidade hospitalar o u equivalente.XI . m e d i c a m e n t o s e i n s u m o s f a r m a cêuticos é p r i v a t i v o d o s e s t a b e l e c i m e n t o s d e f i n i d o s n o a r t i g o a n t e r i o r . m e d i c a m e n t o s e m s u a s e m b a l a g e n s o r i g i n a i s . e m s u a e m b a l a g e m ori- ginal. representante.P r o d u t o dietético .drogarias. X I I . m e d i c a m e n t o s .Dispensação . publicada n a imprensa oficial. a v e n d a d o s p r o d u t o s dietéticos d e f i n i d o s n o i t e m X V I I d o a r t i g o a n t e r i o r .e s t a b e l e c i m e n t o q u e r e a l i z e dispensação d e medicinais.estabelecimentos d e s t i n a d o s e x c l u s i v a m e n t e à venda d e m e d i c a m e n t o s industrializados e m suas e m b a l a g e n s o r i g i n a i s e c o n s t a n t e s d e relação e l a b o r a d a p e l o órgão sanitário federal.farmácias.

§19A farmácia homeopática só poderá m a n i p u l a r a s fórmulas o f i c i n a i s e m a g i s t r a i s . A r t .se v e r i f i c a d o o a c o n d i c i o n a m e n t o adequado. A r t . A r t . 1 1 . CAPfTULO III D o Comércio d e M e d i c a m e n t o s Homeopáticos A r t . i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s q u e não t e n h a m s i d o l i c e n c i a d o s o u r e g i s t r a d o s p e l o Serviço N a c i o n a l d e Fiscalização d a M e d i c i n a e Farmácia. 9 9 . I I . o s p r o d u t o s óticos. e q u i p a m e n t o e acessórios a p r o p r i a d o s . A r t . A r t .P a r a e f e i t o d e s t e a r t i g o o e s t a b e l e c i m e n t o deverá t e r l o c a l p r i v a t i v o .Não poderão s e r e n t r e g u e s a o c o n s u m o o u e x p o s t o s á v e n d a as d r o g a s . o b s e r v a d a a prescrição médica. e q u e i n d e p e n d a m d e p r e s crição médica. veterinários e o u t r o s . p e r t i n e n t e d o s E s t a d o s . e c u m p r i r o s p r e c e i t o s sanitários p e r t i n e n t e s . d e s d e q u e o b s e r v a d a a legislação específica f e d e r a l . e a s u p l e t i v a . q u e d e v e ser a p o s t a e m e t i q u e t a o u i m p r e s s o n a r e s p e c t i v a e m b a l a g e m .f u m e s . m e d i c a m e n t o o u i n s u m o farmacêutico. a q u a l s o m e n t e poderá s e r e f e t u a d a : I . c o m obediência d a farmacotécnica homeopática. odontológicos. d e acústica médica. não e n q u a d r a d o s n o c o n c e i t o d e d r o g a . Parágrafo único . §29A manipulação d e m e d i c a m e n t o homeopático q u e não c o n s t e d a s farmacopéias o u d o s formulários homeopáticos d e p e n d e d e aprovação d o Serviço N a c i o n a l d e Fiscalização d a M e d i c i n a e Farmácia.s e i n d i c a d a a classificação botânica c o r r e s p o n d e n t e n o a c o n d i c i o n a m e n t o . A r t .É p r i v a t i v a d a s farmácias e d a s e r v a n a r i a s a v e n d a d e p l a n t a s m e d i c i n a i s . na f o r m a deste R e g u l a m e n t o . o b s e r v a d a s as s u a s p e c u a l i a r i d a d e s . d o D i s t r i t o F e d e r a l e d o s Territórios. m e d i c a m e n t o s . q u e não d e p e n d a m d e r e c e i t a médica e q u e c o n s t e m d e relação e l a b o r a d a p e l o Serviço N a c i o n a l d e Fiscalização d a M e d i c i n a e Farmácia. 139 . d i s p o r d e m e d i c a m e n t o s anódinos.É f a c u l t a d o a farmácia o u d r o g a r i a m a n t e r serviço d e a t e n d i m e n t o a o público p a r a aplicação d e injeções a c a r g o d e técnico h a b i l i t a d o .É p e r m i t i d a a o u t r o s e s t a b e l e c i m e n t o s q u e não farmácia e d r o g a r i a . a v e n d a d e p r o d u t o s o u c o r r e l a t o s .A farmácia poderá m a n t e r o laboratório d e análises clínicas.É p e r m i t i d o a o s hotéis e e s t a b e l e c i m e n t o s s i m i l a r e s . 8 9 . p a r a a t e n d i m e n t o e x c l u s i v o d e s e u s usuários. 7 9 . 1 0 .O comércio d o s m e d i c a m e n t o s homeopáticos está s u j e i t o ao m e s m o controle dos m e d i c a m e n t o s alopatas. d e s d e q u e e m dependência d i s t i n t a e s e p a r a d a e s o b a r e s p o n s a b i l i d a d e técnica d o farmacêutico bioquímico. o s dietéticos m e n c i o n a d o s n o parágrafo único i n f i n e d o a r t i g o a n t e r i o r . 6 9 . 5 ? .

n e s t e R e g u l a m e n t o e n a legislação s u p l e t i v a a s e r baixada pelos m e s m o s . 9 9 1 . m e d i c a m e n t o s . CAPITULO IV Do Licenciamento A r t . s o m e n t e poderá s e r e x e r c i d o p o r e s t a b e l e c i m e n t o s l i c e n c i a d o s p e l o órgão sanitário c o m p e t e n t e d o s E s t a d o s .Dependerá d e r e c e i t a médica a dispensação d e m e d i c a m e n t o s homeopáticos. § 4 ? .p r o v a d e habilitação l e g a l p a r a o exercício d a r e s p o n s a b i l i d a d e técnica d o e s t a b e l e c i m e n t o . 1 5 . d e s d e q u e e s t e j a m a c o n d i c i o n a d o s e m suas embalagens originais.p r o v a d e relação c o n t r a t u a l e n t r e a e m p r e s a e o s e u responsável técnico s e e s t e não i n t e g r a r a e m p r e s a . importação o u exportação. s e j a s o b a f o r m a d e dispensação. § 2 ? . o p e d i d o d e l i c e n c i a m e n t o será a c o m p a n h a d o d e p r o v a d e constituição d a e m p r e s a . s o b o a s p e c t o sanitário. A r t . 1 3 . 1 4 .0 p e d i d o d e licença p a r a o f u n c i o n a m e n t o d o s e s t a b e l e c i m e n t o s m e n c i o n a d o s n o a r t i g o a n t e r i o r será d i r i g i d o p e l o r e p r e s e n t a n t e l e g a l d a e m p r e s a a o d i r i g e n t e d o órgão sanitário c o m p e t e n t e d o s E s t a d o s .s e d e licença p a r a o f u n c i o n a m e n t o d e farmácia e d r o g a r i a s deverá a c o m p a n h a r a petição. I I I . A r t . I I .T r a t a n d o .localização c o n v e n i e n t e . a o D i r e t o r d o Serviço N a c i o n a l d e Fiscalização d a M e d i c i n a e Farmácia.p r o v a d e constituição d a e m p r e s a . q u e decidirá o p e d i d o l o u v a d o e m p r o n u n c i a m e n t o c o n c l u s i v o d a Comissão d e Biofarmácia. 1 6 . 140 . a p l a n t a e / o u p r o j e t o d o e s t a b e l e c i m e n t o . e m c o n f o r m i d a d e c o m o d i s p o s t o n a L e i número 5 . d e 1 7 d e d e z e m b r o d e 1 9 7 3 . e instruído c o m : I .É p e r m i t i d o às farmácias homeopáticas m a n t e r seções d e v e n d a s d e c o r r e l a t o s e d e m e d i c a m e n t o s não homeopáticos.§ 3 ? . d o D i s t r i t o F e d e r a l e d o s Territórios. A r t . § 1 ? . i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s .O p e d i d o constituirá p r o c e s s o próprio.São condições p a r a o l i c e n c i a m e n t o d e farmácia e d r o g a r i a s : I . e x p e d i d a p e l o s C o n s e l h o s R e g i o n a i s d e Farmácia. A r t . assinado por profissional habilitado.s e d e e r v a n a r i a .T r a t a n d o . n a q u a l i d a d e d e sócio. representação. d o D i s t r i t o F e d e r a l e d o s Territórios. 1 2 . distribuição.0 comércio d e d r o g a s . c u j a decisão favorável dará l u g a r a licença p a r a a manipulação d o p r o d u t o .A aprovação d e q u e t r a t a o parágrafo a n t e r i o r será r e q u e r i d a p e l a r e p r e s e n t a n t e l e g a l d a e m p r e s a proprietária d o e s t a b e l e c i m e n t o farmacêutico. c u j a concentração d e substância a t i v a c o r r e s p o n d a às d o s e s máximas f a r m a c o l o g i c a m e n t e e s t a b e l e c i d a s .

Considera-se unidade volante. §1?P a r a e f e i t o d e s t e a r t i g o . q u e p o s s u a m condições a d e q u a d a s à g u a r d a d o s m e d i c a m e n t o s .I I . d o D i s t r i t o F e d e r a l e d o s Territórios. Parágrafo único . e m veículos a u t o m o t o r e s . a q u e realize a t e n d i m e n t o através d e q u a l q u e r m e i o d e t r a n s p o r t e . § 3 ? . s e j a aéreo. Territórios e o D i s t r i t o F e d e r a l . a f i m d e f a c i l i t a r o a t e n d i m e n t o f a r m a cêutico e m regiões m e n o s f a v o r e c i d a s e c o n o m i c a m e n t e . b) q u e o local d e s t i n a d o propriedades dos produtos. l a c u s t r e o u f l u v i a l . a o d i s p o r e m as n o r m a s d e l i c e n c i a m e n t o d o s postos d e m e d i c a m e n t o s . 1 8 . Parágrafo único . levarão e m c o n t a : a ) f a c u l t a r rápido a c e s s o p a r a obtenção d o s m e d i c a m e n t o s . p r e v a l e c e n d o a p e n a s e n q u a n t o a região p e r c o r r i d a p e l a u n i d a d e v o l a n t e l i c e n c i a d a não d i s p o n h a d e e s t a b e l e c i m e n t o f i x o d e farmácia o u d r o g a r i a . A r t . e l i m i n a n d o a s d i f i c u l d a d e s c a u s a d a s p e l a distância e m q u e s e e n c o n t r e o e s t a b e l e c i m e n t o farmacêutico m a i s p r ó x i m o . § 2 ? . a o p o s t o t e n h a condições d e a s s e g u r a r a s c ) q u e o responsável p e l o e s t a b e l e c i m e n t o t e n h a c a p a c i d a d e m a necessária p a r a p r o m o v e r a dispensação d o s p r o d u t o s . e equipamentos q u e satisfaçam a o s I I I .0 posto d e medicamentos previsto n o item X I I I d o artig o 2 ? d e s t i n a . regiões são a q u e l a s l o c a l i d a d e s m a i s i n t e r i o r i z a d a s .A f i m d e a t e n d e r às n e c e s s i d a d e s e p e c u l i a r i d a d e s d e r e giões d e s p r o v i d a s d e farmácia. d e e s c a s s a d e n s i d a d e demográfica e d e povoação e s p a r s a . 1 7 . Art. p o d e n d o r e d u z i r as q u e d i z e m respeito a instalações e e q u i p a m e n t o s p a r a o f u n c i o n a m e n t o d o e s t a b e l e c i m e n t o . d e t e r m i n a r através d a r e s p e c t i v a legislação a s condições p r e v i s tas n o s itens I e I I deste a r t i g o . d o D i s t r i t o F e d e r a l e d o s Territórios.s e a o a t e n d i m e n t o d a s populações d e l o c a l i d a d e s d e s p r o v i d a s d e farmácia e d r o g a r i a .instalações i n d e p e n d e n t e s r e q u i s i t o s técnicos d a manipulação.F i c a a c a r g o d o s E s t a d o s . p a r a a dispensação d e m e d i c a m e n t o s c o n s t a n t e s d e relação e l a b o r a d a p e l o Serviço N a c i o n a l d e Fiscalização d a M e d i c i n a e Farmácia e p u b l i c a d a n o Diário O f i c i a l d a União. míni- d) q u e o s m e d i c a m e n t o s comercializados sejam u n i c a m e n t e o s i n d u s t r i a l i z a d o s . d r o g a r i a e p o s t o d e m e d i c a m e n t o s . n o perímetro s u b u r b a n o e z o n a r u r a l . e c o n s t e m d e relação e l a b o r a d a p e l o Serviço N a c i o n a l d e Fiscalização d a M e d i c i n a e Farmácia e p u b l i c a d a n o Diário O f i c i a l d a União. c o n s o a n t e legislação s u p l e t i v a q u e b a i x e m poderá l i c e n c i a r u n i d a d e v o l a n t e . m a r í t i m o .O s E s t a d o s . rodoviário. e m s u a s e m b a l a g e n s o r i g i n a i s .A licença p r e v i s t a n e s t e a r t i g o será c o n c e d i d a a t í t u l o precár i o . embarcações o u a e r o n a v e s . o órgão sanitário c o m p e t e n t e d o s E s t a d o s .assistência d e técnico responsável. 141 .

O p r a z o d e v a l i d a d e d a licença. e das normas supletivas d o s Estados. o b s e r v a d a s a s condições e s t a b e l e c i d a s n a L e i número 5 . 2 2 . § 2 ? . e n a legislação s u p l e t i v a . A r t . d o D i s t r i t o F e d e r a l e d o s Territórios. 9 9 1 . s e n d o . 2 4 . 21 . a a u t o r i d a d e sanitár i a c o m p e t e n t e d o s E s t a d o s . deste Regul a m e n t o .§ 4 ? . n o i n t e r e s s e d a saúde pública. 142 . não interromperá a vigência d e s t a . q u e deverá s e r o b s e r v a d o . p e l a alteração d a r a zão s o c i a l d a e m p r e s a o u d o n o m e d o e s t a b e l e c i m e n t o . considerar-se-á a u t o m a t i c a m e n t e p r o r r o g a d a a q u e l a até a d a t a d e decisão. A r t . d o D i s t r i t o F e d e r a l e d o s Territórios e s t a b e lecerá o itinerário a s e r p o r e l a p e r c o r r i d o . o b r i gatória a comunicação d o s f a t o s r e f e r i d o s . 2 5 . d o Distrito Federal ed o s Territórios.A s licenças poderão s e r s u s p e n s a s . 1 9 . A r t . Parágrafo único . a c o m p a n h a d a d a documentação comprobatória p a r a averbação.l e i número 7 8 5 .O c a n c e l a m e n t o d a licença resultará d e d e s p a c h o f u n d a m e n t a d o após v i s t o r i a r e a l i z a d a p e l a a u t o r i d a d e sanitária c o m p e t e n t e d o s E s t a d o s .P a r a f i m d e l i c e n c i a r a u n i d a d e v o l a n t e .O e s t a b e l e c i m e n t o d e dispensação q u e d e i x a r d e f u n c i o n a r p o r m a i s d e c e n t o e v i n t e ( 1 2 0 ) d i a s terá s u a licença c a n c e l a d a . o u d e s u a revalidação. A r t . d e 1 7 d e d e z e m b r o d e 1 9 7 3 . A r t . A r t . d o D i s t r i t o F e d e r a l e d o s Territórios. c o m f u n d a m e n t o n o a r t i g o 8 ? . d o D i s t r i t o F e d e r a l e d o s Territórios. 2 3 .A revalidação d a licença deverá s e r r e q u e r i d a e v i n t e (120) d i a s a n t e s d o término d e s u a vigência. poderão m a n t e r f i l i a i s o u s u c u r s a i s q u e serão l i c e n c i a d a s c o m o u n i d a d e s autónomas e e m condições idênticas às d o l i c e n c i a m e n t o d am a t r i z o u sede.A licença será válida p e l o p r a z o d e u m a n o . a o órgão d e fiscalização c o m p e t e n t e . se h o u v e r .O s estabelecimentos referidos n o s itens X e X I d o artigo 2? d e s t e r e g u l a m e n t o . p o d e n d o s e r r e v a l i d a d a p o r períodos i g u a i s e s u c e s s i v o s . é p r i v a t i v a d a a u t o r i d a d e sanitária c o m p e t e n t e d o s E s t a d o s .S e a a u t o r i d a d e sanitária não d e c i d i r o p e d i d o d e revalidação a n t e s d o término d o p r a z o d a licença.A mudança d o e s t a b e l e c i m e n t o farmacêutico p a r a l o c a l d i v e r s o d o p r e v i s t o n a licença. s o b p e n a d e c a n c e l a m e n t o d a licença. d oartigo 1 6 . q u e f o r e m b a i x a d a s .A licença p a r a f u n c i o n a m e n t o d o s e s t a b e l e c i m e n t o s m e n c i o n a d o s n o a r t i g o 1 4 . m a s ficará c o n d i c i o n a d a à prévia aprovação d o órgão c o m p e t e n t e e a o a t e n d i m e n t o d o disposto nos itens I e I I . 2 0 . c a s s a d a s o u c a n c e l a d a s . até cento §1?S o m e n t e será c o n c e d i d a a revalidação s e c o n s t a t a d o o c u m p r i m e n t o d a s condições e x i g i d a s p a r a a licença através d e inspeção r e a l i z a da p e l a a u t o r i d a d e sanitária c o m p e t e n t e . d o D e c r e t o . n e s t e R e g u l a m e n t o . i t e n s I e I I . o u d e s u a revalidação não será i n t e r r o m p i d o p e l a transferência d a p r o p r i e d a d e . a q u a l q u e r t e m p o p o r a t o d a a u t o r i d a d e s a n i tária c o m p e t e n t e d o s E s t a d o s . d e 2 5 d e a g o s t o d e 1 9 6 9 . porém. A r t . A r t . 2 6 .

Entende-se c o m o agente d e técnica d e q u e t r a t a e s t e a r t i g o : capaz de assumir a responsabilida- a ) o prático o u o f i c i a l d e farmácia i n s c r i t o e m C o n s e l h o d e Farmácia. d e s d e q u e : I . a sanção será i m p o r t a e m decorrência de p r o c e s s o a d m i n i s t r a t i v o i n s t a u r a d o p e l o órgão sanitário. A r t . u r b a n a . será f a c u l t a d a a transferênc i a d e l o c a l d o e s t a b e l e c i m e n t o d e p r o p r i e d a d e d o prático o u o f i c i a l d e f a r mácia. s e d e t e r m i n a d a z o n a o u região. d e e l e v a d a d e n s i d a d e demográfica. § 3 ? . § 2 ? .O p o d e r público. poderá. q u e t e n h a m s e u s d i p l o m a s registrados no Ministério da Educação e Cultura e sejam habilitados em Conselho Regional de Farmácia. s e r a d o t a d a . p a r a z o n a d e s p r o v i d a d e farmácia o u d r o g a r i a . o b r i g a t o r i a m e n t e . p a r a s u p r i r o s c a s o s d e i m p e d i m e n t o o u a u sência d o t i t u l a r .Parágrafo único . 2 7 . Regional b ) o s d i p l o m a d o s e m c u r s o s d e g r a u médio o f i c i a i s o u r e c o n h e c i d o s p e l o C o n s e l h o F e d e r a l d e Educação.A presença d o técnico responsável será obrigatória d u r a n t e t o d o o horário d e f u n c i o n a m e n t o d o s e s t a b e l e c i m e n t o s m e n c i o n a d o s n e s t e a r t i g o . CAPITULO V D a Assistência e Responsabilidade Técnicas A r t .A farmácia e a d r o g a r i a terão.O s e s t a b e l e c i m e n t o s d e q u e t r a t a e s t e a r t i g o poderão m a n t e r técnico responsável s u b s t i t u t o . 143 . n o q u a l s e a s s e g u r e a m p l a d e f e s a a o s responsáveis. e I I . n a f o r m a d a l e i . t o r n a n d o obrigatório o d e s l o c a m e n t o d o público p a r a z o n a s o u regiões m a i s d i s t a n t e s . u m a v e z c a r a c t e r i z a d a a n e c e s s i d a d e d e instalação d e farmácia o u d r o g a r i a n o l o c a l . i n s c r i t o n o C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia. i n c l u s i v e . i g u a l m e n t e i n s c r i t o n o C o n s e l h o R e g i o n a l d e F a r mácia r e s p e c t i v o . não c o n t a r c o m e s t a b e l e c i m e n t o farmacêutico. poderá l i c e n c i a r farmác i a o u d r o g a r i a s o b a r e s p o n s a b i l i d a d e ^ técnica d e prático d e farmácia. a assistênc i a d e técnico responsável.P a r a o f i m p r e v i s t o n e s t e a r t i g o . através d o órgão sanitário c o m p e t e n t e d o s E s t a d o s . n a forma da lei. s u b u r b a n a o u r u r a l . d o D i s t r i t o F e d e r a l e d o s Territórios.N o c a s o p r e v i s t o n e s t e a r t i g o . c o m d i f i c u l d a d e s p a r a s e u a t e n d i m e n t o . § 2? .q u e i n e x i s t a farmacêutico n a l o c a l i d a d e . o u e x i s t i n d o não q u e i r a o u não p o s s a e s s e p r o f i s s i o n a l a s s u m i r a r e s p o n s a b i l i d a d e técnica p e l o estabelecimento.A m e d i d a e x c e p c i o n a l d e q u e t r a t a e s t e a r t i g o . 2 8 .O i n t e r e s s e público j u s t i f i q u e o l i c e n c i a m e n t o . na forma da lei. m e n c i o n a d o n a l e t r a " a " d o § 2 ? . § 1 ? . o f i c i a l d e farmácia o u o u t r o . § 1 ? .

o s órgãos sanitários c o m p e t e n t e s d o s E s t a d o s . mencionados no § 2 ? no artigo anterior. A r t . c o n t r a t o s o c i a l o d i c a o u p e l a rescisão d o c o n t r a t o d e t r a b a l h o .A r e s p o n s a b i l i d a d e r e f e r i d a n o parágrafo a n t e r i o r subsistirá p e l o p r a z o d e u m a n o a c o n t a r d a d a t a e m q u e o sócio o u e m p r e g a d o c e s s e o vínculo c o m a e m p r e s a .Será p e r m i t i d o a o s farmacêuticos e x e r c e r a direção técn i c a d e d u a s farmácias. s e n d o u m a d e l a s c o m e r c i a l . A r t . Parágrafo único . A r t .A r t . 3 0 . p e l o e s t a t u t o o u c o n t r a t o social. p e l o s a t o s p u b l i c a d o s d u r a n t e o período e m q u e lecimento. não s e a p r e s e n t a r farmacêutico. p o r o i t o d i a s c o n s e c u t i v o s . o f i c i a l d e farmácia. §1?C e s s a d a a assistência técnica p e l o declaração d e f i r m a i n d i v i d u a l .S e q u i n z e ( 1 5 ) d i a s d e p o i s d a última publicação d o e d i t a l . 3 2 . A r t . através d e declaração d e f i r m a i n d i v i d u a l . distribuição. término o u alteração d a u e s t a t u t o s d a p e s s o a jurío p r o f i s s i o n a l responderá d e u assistência a o e s t a b e - § 2 ? . importação e exportação. o u q u e s e l h e e q u i p a r e . o u o u t r o i g u a l m e n t e i n s c r i t o n o C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia. o u q u e se l h e e q u i p a r e . a q u e se refere este artigo. § 3 ? . A r t .A r e s p o n s a b i l i d a d e técnica p e l o laboratório d e análises clínicas caberá a farmacêutico bioquímico o u a o u t r o i g u a l m e n t e a u t o r i zado por lei. que o requeira. 144 .A r e s p o n s a b i l i d a d e técnica d o e s t a b e l e c i m e n t o será c o m p r o v a d a . 2 9 . e a o u t r a p r i v a t i v a d e u n i d a d e h o s p i t a l a r . i n t e g r a n t e d e órgão público o u d e instituição p a r t i c u l a r . e horário i n t e g r a l p a r a o exercício d e s u a s a t i v i d a d e s . poderá s e r l i c e n c i a d a farmácia o u d r o g a r i a s o b a r e s p o n s a b i l i d a d e d e prático d e farmácia.. s o m e n t e serão l i c e n c i a d o s s e c o n t a r e m c o m a assistência e r e s p o n s a b i l i d a d e técnic a d e farmacêutico.A assistência e r e s p o n s a b i l i d a d e técnicas d a s f i l i a i s o u s u c u r s a i s serão e x e r c i d a s p o r p r o f i s s i o n a l q u e não s e j a o d a m a t r i z o u s e d e . 3 4 .O c o r r e n d o a hipótese d e q u e t r a t a o a r t i g o a n t e r i o r . é a que se destina a o a t e n d i m e n t o exclusivo a d e t e r m i n a d o g r u p o d e usuários. 3 3 . e responsabilidade técnicas. d o D i s t r i t o F e d e r a l e d o s Territórios. 3 1 . Parágrafo único . n a f o r ma d alei. d a n d o c o n h e c i m e n t o d o i n t e r e s s e público e n e c e s s i d a d e d e instalação d e farmácia o u d r o g a r i a e m l o c a l i d a d e d e s u a r e s p e c t i v a jurisdição.O s estabelecimentos mencionados n o artigo 1 4 c o m o sej a m o s d e representação. m a s . I I e § 1 ? . farão p u b l i c a r e d i t a l n a i m p r e n s a diária e n a o f i c i a l .Não dependerão d e assistência o p o s t o de m e d i c a m e n t o s e a unidade volante.A farmácia p r i v a t i v a d e u n i d a d e h o s p i t a l a r . i t e n s I . o u p e l o c o n t r a t o d e t r a b a l h o f i r m a d o c o m o p r o f i s s i o n a l responsável. s e m a o b r i g a t o r i e d a d e d e permanência.

" U s o Veterinário" e " V e n e n o " .A receita d e m e d i c a m e n t o s magistrais e oficinais. Parágrafo único .N a ausência d o responsável técnico p e l a farmácia o u d e s e u s u b s t i t u t o . c o m a d a t a d e s u a manipulação. p o r e x t e n s o e d e m o d o legível. 3 9 . s e g u n d o m o d e l o o f i c i a l . A r t . A r t . endereço d o consultório o u d a residência e o número d e inscrição n o r e s p e c t i v o C o n s e lho profissional. d e s t i n a d o a o r e g i s t r o d o receituário d e m e d i c a m e n t o s s o b r e g i m e d e c o n t r o l e sanitário e s p e c i a l . I I I . A r t . obedecerá às disposições d a legislação f e d e r a l específica. r a d o s n a farmácia.q u e e s t i v e r e s c r i t a a t i n t a .O receituário d e m e d i c a m e n t o s e n t o r p e c e n t e s o u a estes e q u i p a r a d o s e os d e m a i s sob r e g i m e especial d ec o n t r o l e . Parágrafo único . n o m e d o r e s p o n sável técnico e o número d e s e u r e g i s t r o n o C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia.O responsável técnico p e l o e s t a b e l e c i m e n t o r u b r i cará o s rótulos d a s fórmulas a v i a d a s e b e m a s s i m a r e c e i t a c o r r e s p o n d e n t e p a r a devolução a o c l i e n t e o u a r q u i v o . deles c o n s t a n d o n o m e e e n d e reço d o e s t a b e l e c i m e n t o .A farmácia. Parágrafo único .CAPITULO V I D o Receituário A r t . número d e o r d e m d o r e g i s t r o d e receituário.q u e c o n t i v e r a d a t a e a a s s i n a t u r a d o p r o f i s s i o n a l . o b s e r v a d o s a n o m e n c l a t u r a e o s i s t e m a d e p e s o s e m e d i d a s o f i c i a i s . " A g i t e q u a n d o U s a r " . o responsável técnico p e l o e s t a b e l e c i m e n t o solicitará confirmação e x pressa a o p r o f i s s i o n a l q u e a prescreveu. será v e d a d o o a v i a m e n t o d e fórmula q u e d e p e n d a d e m a - 145 . 4 2 . I I . a d r o g a r i a e o dispensário d e m e d i c a m e n t o s terão l i v r o . o número d a licença sanitária.Q u a n d o a dosagem d o medicamento prescrito ultrapass a r o s l i m i t e s farmacológicos o u a prescrição a p r e s e n t a r incompatibilidad e s . deverá s e r r e g i s t r a d a e m l i v r o d e receituário. s o m e n t e poderá s e r p r e s c r i t a p o r p r o f i s s i o n a l v i n c u l a do à unidade hospitalar.S o m e n t e será a v i a d a a r e c e i t a : I . 4 0 . A r t . o m o d o d e u s a r a medicação. 3 6 . n o m e d opaciente e d oprofissional que a prescreveu. 3 8 .A farmácia e a d r o g a r i a disporão d e rótulos i m p r e s s o s p a ra u s o n a s e m b a l a g e n s d o s p r o d u t o s a v i a d o s . 41 . " U s o I n t e r n o " . A r t .O s d i z e r e s d a r e c e i t a serão t r a n s c r i t o s i n t e g r a l m e n t e n o rótulo a p o s t o a o c o n t i n e n t e o u invólucro d o m e d i c a m e n t o a v i a d o .A r e c e i t a e m código.Além d o s rótulos a q u e s e r e f e r e o p r e s e n t e a r t i g o a farmácia terá i m p r e s s o s c o m o s d i z e r e s " U s o E x t e r n o " . 3 7 . A r t . p a r a a v i a m e n t o n a farmácia p r i v a t i v a d a instituição. 3 5 .q u e c o n t i v e r o n o m e e endereço r e s i d e n c i a l d o p a c i e n t e e . e x p r e s s a m e n t e . de a c o r d o c o m a s u a classificação. e m vernáculo. prepa- A r t . q u a n d o f o r o c a s o .

c i v i l o u m i l i t a r . 4 7 . 7 2 6 . f i c a n d o a o u t r a e m p o d e r d o d e t e n t o r d o p r o d u t o . a o s a t o s d o D i r e t o r d o Serviço N a c i o n a l d e Fiscalização d a M e d i c i n a e Farmácia. 9 9 1 . ficarão s u j e i t o s à ação d i s c i p l i n a r própria a o r e g i m e jurídico a q u e estejam submetidos. d e 2 7 d e d e z e m b r o d e 1 9 7 1 . q u e a r e g u l a m e n t o u e . d a s q u a i s u m a s e rá r e m e t i d a p a r a e x a m e n o órgão sanitário c o m p e t e n t e . a fiscalização apreenderá d u a s u n i d a d e s d o p r o d u t o . q u e será a s s i n a d o p e l o a g e n t e f i s c a l i z a d o r e p e l o responsável técnico p e l o e s t a b e l e c i m e n t o o u s e u s u b s t i t u t o e v e n t u a l e . obedecerá a o s m e s m o s p r e c e i t o s f i x a d o s p a r a o c o n t r o l e s a n i tário d o s d e m a i s e competirá a o órgão d e saúde d a r e s p e c t i v a alçada a d m i n i s t r a t i v a .A competência f i x a d a n e s t e a r t i g o é p r i v a t i v a e intransferível. 4 4 . i t e m I I .O r e g i s t r o d o receituário e d o s m e d i c a m e n t o s s o b r e g i m e d e c o n t r o l e sanitário e s p e c i a l não poderá c o n t e r r a s u r a s . 4 3 . e D e c r e t o número 6 9 . e n a penal cabível.A fiscalização d o s e s t a b e l e c i m e n t o s d e q u e t r a t a o a r t i g o 1 ? . m e s m o d a administração d i r e t a . d e 17 d e d e z e m b r o de 1 9 7 3 . d e 2 5 d e agosto d e 1 9 6 9 . i n d i r e t a e p a r a e s t a t a l . p e l a s p e s s o a s d e d i r e i t o público a q u e e s t e j a m v i n c u l a d o s . l a v r a n d o . o u e m outras dispostas e m lei especial. 9 9 1 . Parágrafo único . m e d i c a m e n t o s . i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s . i n c l u s i v e .N a hipótese d e s e r a p u r a d a infração a o d i s p o s t o na L e in ? 5 . a q u e pertença. 8 4 5 . o s r e s ponsáveis além d e i n c u r s o s n a s sanções p r e v i s t a s n o D e c r e t o . d e 2 9 d e o u t u b r o d e 1 9 7 1 .s e o t e r m o d e apreensão.C o m p e t e a o s órgãos d e fiscalização sanitária d o s E s t a d o s . q u e não pertençam à área d e saúde pública. e m e n d a s o u i r r e g u l a r i d a d e s q u e p o s s a m p r e j u d i c a r a verificação d a s u a a u t e n t i c i d a d e . 4 5 . neste R e g u l a m e n t o e nas dem a i s n o r m a s sanitárias e e m e s p e c i a l à L e i n ? 5 . p e l o s E s t a d o s . e deste R e g u l a m e n t o . A r t . 146 .l e i n ? 7 8 5 .N o c a s o d e dúvida q u a n t o a o s rótulos. A r t . p a r a o u t r a s p e s s o a s d e d i r e i t o público. Parágrafo único . e m d u a s v i a s . A r t . i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s será e x e r c i d a n o s e s t a b e l e c i m e n t o s q u e o s c o m e r c i e m . d e 1 7 d e d e z e m b r o d e 1 9 7 3 . CAPITULO VII D a Fiscalização A r t . D i s t r i t o F e d e r a l e Territórios. A r t . p o r duas testemunhas.A fiscalização sanitária d a s d r o g a s .nipulação n a q u a l f i g u r e substância s o b r e g i m e d e c o n t r o l e sanitário e s p e cial. 4 6 . m e d i c a m e n t o s . através d e s e u s órgãos c o m p e t e n t e s e d o s d a administração pública d i r e t a . b a i x a d o s p o r força d e a m b a s a s l e i s m e n c i o n a d a s . b u l a s e a o a c o n d i c i o n a m e n t o d e d r o g a s . d o D i s t r i t o F e d e r a l e d o s Territórios a licença e a fiscalização d a s condições de f u n c i o n a m e n t o dos estabelecimentos sob o regime d a L e i n ? 5 . n a ausência d e s t e .

Parágrafo único - C o n s t a t a d a a i r r e g u l a r i d a d e p e l o órgão sanitário
c o m p e t e n t e , será l a v r a d o a u t o d e infração, a p l i c a n d o - s e a s disposições c o n s tantes d o Decreto-lei n ? 7 8 5 , d e 2 5d e agosto de 1969.
A r t . 4 8 - P a r a e f e i t o d e análise f i s c a l , proceder-se-á, p e r i o d i c a m e n te, à colheita d e amostras d o s produtos e materiais, n o s estabelecimentos
compreendidos neste R e g u l a m e n t o , devendo a autoridade fiscalizadora,
c o m o m e d i d a p r e v e n t i v a , e m c a s o d e s u s p e i t a d e alteração o u f r a u d e , i n t e r d i t a r o e s t o q u e e x i s t e n t e n o l o c a l , até o p r a z o máximo d e sessenta (60)
d i a s , f i n d o o q u a l o e s t o q u e ficará a u t o m a t i c a m e n t e l i b e r a d o , s a l v o se h o u v e r notificação e m contrário.
§ 1 ? - N o c a s o d e interdição d o e s t o q u e , a a u t o r i d a d e f i s c a l i z a d o r a
lavrará o a u t o d e interdição c o r r e s p o n d e n t e , q u e assinará, c o m o r e p r e s e n t a n t e legal d a e m p r e s a e o p o s s u i d o r o u d e t e n t o r d o p r o d u t o , o u seu subst i t u t o l e g a l e , n a ausência o u r e c u s a d e s t e s , p o r d u a s t e s t e m u n h a s , e s p e c i f i c a d a s n o a u t o a n a t u r e z a e d e m a i s características d o p r o d u t o i n t e r d i t a d o e o m o t i v o d a interdição.
§ 2 ? - A m e r c a d o r i a i n t e r d i t a d a não poderá s e r d a d a a c o n s u m o ,
d e s v i a d a , a l t e r a d a o u substituída n o t o d o o u e m p a r t e s o b p e n a d e s e r a p r e e n d i d a i n d e p e n d e n t e m e n t e d a ação p e n a l cabível.
§ 3 ? - P a r a análise f i s c a l serão c o l h i d a s a m o s t r a s q u e serão c o l o c a d a s e m q u a t r o invólucros, l a v r a n d o a a u t o r i d a d e f i s c a l i z a d o r a o a u t o d e
apreensão, e m q u a t r o v i a s , q u e será a s s i n a d o p e l o a u t u a n t e , p e l o r e p r e s e n t a n t e l e g a l d a e m p r e s a , p e l o p o s s u i d o r o u d e t e n t o r d o p r o d u t o , o u s e u subst i t u t o l e g a l , e , n a ausência o u r e c u s a d e s t e s , p o r d u a s t e s t e m u n h a s , e s p e c i f i c a d a s n o a u t o a n a t u r e z a e o u t r a s características d o m a t e r i a l a p r e e n d i d o .
§ 4 ? - O número d e a m o s t r a s será l i m i t a d o
r i a e s u f i c i e n t e às análises e e x a m e s .

à quantidade

necessá-

§ 5 ? - D o s q u a t r o invólucros, t o r n a d o s i n d i v i d u a l m e n t e invioláveis
e c o n v e n i e n t e m e n t e a u t e n t i c a d o s , n o a t o d e apreensão, u m ficará e m p o der d o d e t e n t o r d o p r o d u t o c o m a primeira v i a d o respectivo a u t o para efeit o d e r e c u r s o s ; o u t r o será r e m e t i d o a o f a b r i c a n t e c o m a s e g u n d a v i a d o a u t o ,
p a r a d e f e s a , e m c a s o d e c o n t r a - p r o v a ; o t e r c e i r o será e n v i a d o , n o p r a z o máx i m o d e c i n c o ( 5 ) d i a s a o laboratório o f i c i a l , c o m a t e r c e i r a v i a d o a u t o
d e apreensão p a r a a análise f i s c a l ; e , o q u a r t o , ficará e m p o d e r d a a u t o r i d a d e f i s c a l i z a d o r a , q u e será responsável p e l a i n t e g r i d a d e e conservação d a
amostra.
§ 6 ? - O laboratório o f i c i a l terá o p r a z o d e t r i n t a ( 3 0 ) d i a s , c o n t a d o s d a d a t a d o r e c e b i m e n t o d a a m o s t r a , p a r a e f e t u a r a análise e o s e x a m e s .
§ 7 ? - Q u a n d o s e t r a t a r d e a m o s t r a s d e p r o d u t o s perecíveis e m p r a z o i n f e r i o r a o e s t a b e l e c i d o n o parágrafo a n t e r i o r , a análise deverá s e r f e i t a
de i m e d i a t o .
§ 8 ? - O p r a z o p r e v i s t o n o § 6 ? poderá s e r p r o r r o g a d o , e x c e p c i o n a l m e n t e , até q u i n z e ( 1 5 ) d i a s , p o r razões técnicas d e v i d a m e n t e j u s t i f i c a das.

147

A r t . 4 9 - Concluída a análise f i s c a l , o laboratório o f i c i a l remeterá
imediatamente o laudo respectivo à autoridade fiscalizadora competente,
q u e procederá d e a c o r d o c o m a conclusão d o m e s m o .
§1?S e o r e s u l t a d o d a análise f i s c a l não c o m p r o v a r
p r o d u t o , e s t e será d e s d e l o g o l i b e r a d o .

alteração d o

§ 2 ? - C o m p r o v a d a a alteração, falsificação, adulteração o u f r a u d e ,
será l a v r a d o d e i m e d i a t o , a u t o d e infração e n o t i f i c a d a a e m p r e s a p a r a início d o processo.
§ 3 ? - O i n d i c i a d o terá o p r a z o d e d e z ( 1 0 ) d i a s , c o n t a d o s d a n o t i ficação, p a r a a p r e s e n t a r d e f e s a e s c r i t a o u c o n t e s t a r o r e s u l t a d o d a análise,
r e q u e r e n d o , n a s e g u n d a hipótese, perícia d e c o n t r a p r o v a .
§ 4 ? - A notificação d o i n d i c i a d o será f e i t a p o r intermédio d e f u n cionário l o t a d o n o órgão sanitário c o m p e t e n t e o u m e d i a n t e r e g i s t r o p o s t a l e , n o c a s o d e não s e r l o c a l i z a d o o u e n c o n t r a d o , p o r m e i o d e e d i t a l p u b l i c a d o n o órgão o f i c i a ! d e divulgação.
§ 5 ? - Decorrido o prazo d e que trata o § 3 ? deste artigo, sem q u e
o n o t i f i c a d o a p r e s e n t e d e f e s a o u contestação a o r e s u l t a d o d a análise, o l a u d o será c o n s i d e r a d o d e f i n i t i v o e p r o f e r i d a a decisão p e l a a u t o r i d a d e s a n i tária c o m p e t e n t e , c o n s o a n t e o d i s p o s t o n o D e c r e t o - l e i n ? 7 8 5 , d e 2 5 d e
agosto d e 1969.
A r t . 5 0 - A perícia d e c o n t r a p r o v a será r e a l i z a d a n o laboratório o f i c i a l q u e e x p e d i r o l a u d o condenatório, c o m a presença d o p e r i t o q u e e f e t u o u a análise f i s c a l , d o p e r i t o i n d i c a d o p e l a e m p r e s a e d o p e r i t o i n d i c a d o
p e l o órgão f i s c a l i z a d o r , u t i l i z a n d o - s e a s a m o s t r a s c o n s t a n t e s d o invólucro
e m poder d o detentor.
§1?A perícia d e c o n t r a p r o v a será i n i c i a d a até q u i n z e ( 1 5 ) d i a s
após o r e c e b i m e n t o d a d e f e s a a p r e s e n t a d a p e l o i n d i c i a d o , e concluída n o s
q u i n z e ( 1 5 ) d i a s s u b s e q u e n t e s , s a l v o s e condições técnicas e x i g i r e m p r a z o
maior.
§ 2 ? - N a d a t a f i x a d a p a r a perícia d e c o n t r a p r o v a , o p e r i t o d o i n d i c i a d o apresentará o invólucro d e a m o s t r a s e m s e u p o d e r .
§ 3 ? - A perícia d e c o n t r a p r o v a não será r e a l i z a d a s e h o u v e r indíc i o d e alteração o u violação d o s invólucros, l a v r a n d o - s e a t a c i r c u n s t a n c i a da s o b r e o f a t o , assinada pelos peritos.
§ 4 ? - N a hipótese d o parágrafo a n t e r i o r ,
o s e f e i t o s , o l a u d o d e análise f i s c a l condenatório.

prevalecerá, p a r a

§ 5 ? - A o s p e r i t o s serão f o r n e c i d o s
à realização d a perícia d e c o n t r a p r o v a .

os informes

todos

todos

necessários

§ 6 ? - Aplicar-se-á à perícia d e c o n t r a p r o v a o m e s m o método d e
análise e m p r e g a d o n a análise f i s c a l p o d e n d o , porém, s e r a d o t a d o o u t r o ,
d e r e c o n h e c i d a eficácia, s e h o u v e r concordância d o s p e r i t o s .
§ 7 ? - O s p e r i t o s lavrarão t e r m o e l a u d o d o o c o r r i d o n a perícia d e
c o n t r a p r o v a , q u e ficarão a r q u i v a d o s n o laboratório o f i c i a l , r e m e t e n d o s u a
conclusão a o órgão sanitário d e fiscalização.

148

A r t . 5 1 - C o n f i r m a d o p e l a perícia d e c o n t r a p r o v a o r e s u l t a d o d a
análise fiscal condenatória, deverá a a u t o r i d a d e sanitária c o m p e t e n t e , a o
p r o f e r i r a s u a decisão, d e t e r m i n a r a inutilização d o m a t e r i a l o u p r o d u t o ,
substância o u i n s u m o , o b j e t o d e f r a u d e , falsificação o u adulteração, o b s e r vado o disposto n o Decreto-lei n ? 7 8 5 , de 2 5 de agosto de 1 9 6 9 .
A r t . 5 2 - E m c a s o d e divergência e n t r e o s p e r i t o s q u a n t o a o r e s u l t a d o d a análise f i s c a l condenatória o u discordância e n t r e o s r e s u l t a d o s d e s t a última c o m o s d a perícia d e c o n t r a p r o v a , caberá r e c u r s o d a p a r t e i n t e r e s s a d a o u d o p e r i t o responsável p e l a análise condenatória à a u t o r i d a d e c o m p e t e n t e , d e v e n d o e s t a d e t e r m i n a r a realização d e n o v o e x a m e p e r i c i a l s o b r e a a m o s t r a e m p o d e r d o laboratório o f i c i a l d e c o n t r o l e .
§1?O r e c u r s o d e q u e t r a t a e s t e a r t i g o deverá s e r i n t e r p o s t o n o
p r a z o d e d e z ( 1 0 ) d i a s , c o n t a d o s d a d a t a d a conclusão d a perícia d e c o n t r a p r o v a .
mesmo

§ 2 ? - A a u t o r i d a d e q u e r e c e b e r o r e c u r s o deverá d e c i d i r s o b r e o
n o p r a z o d e d e z (10) dias, c o n t a d o s d a data d o seu r e c e b i m e n t o .

§ 3 ? - E s g o t a d o o p r a z o r e f e r i d o n o parágrafo a n t e r i o r , s e m decisão
d o r e c u r s o , prevalecerá o r e s u l t a d o d a perícia d e c o n t r a p r o v a .
A r t . 5 3 - C o n f i g u r a d a infração p o r inobservância d e p r e c e i t o s étic o - p r o f i s s i o n a i s , o órgão f i s c a l i z a d o r comunicará o f a t o a o C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia d a jurisdição.
A r t . 5 4 - Não poderá t e r exercício n o s órgãos d e fiscalização s a n i tária o s e r v i d o r público q u e f o r sócio o u a c i o n i s t a d e q u a l q u e r c a t e g o r i a ,
o u q u e p r e s t a r serviços a e m p r e s a o u e s t a b e l e c i m e n t o q u e e x p l o r e o comérc i o d e d r o g a s , m e d i c a m e n t o s , i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s .

CAPITULO

VIII

Disposições F i n a i s e Transitórias
A r t . 5 5 - O Serviço N a c i o n a l d e Fiscalização d e M e d i c i n a e Farmácia p a r a o c u m p r i m e n t o d o d i s p o s t o n a L e i n ? 5 . 9 9 1 , d e 1 7 d e d e z e m b r o
d e 1 9 7 3 , fará p u b l i c a r n o Diário O f i c i a l d a União:
o

I - relação d o s m e d i c a m e n t o s anódinos, d e q u e t r a t a o a r t i g o 8 .
te Regulamento;

des-

I I - relação d o s m e d i c a m e n t o s i n d u s t r i a l i z a d o s a s e r e m v e n d i d o s e m
s u a s e m b a l a g e n s o r i g i n a i s , c u j a dispensação é p e r m i t i d a e m p o s t o s d e m e d i c a m e n t o s o u e m u n i d a d e s v o l a n t e s , d e q u e t r a t a m o a r t i g o 1 7 , s e u parág r a f o único e o a r t i g o 1 8 e s e u s parágrafos;
I I I - relação d o s p r o d u t o s c o r r e l a t o s d e q u e t r a t a o a r t i g o 1 0 , não
s u b m e t i d o s a r e g i m e d e l e i e s p e c i a l , e q u e poderão s e r l i b e r a d o s à v e n d a
e m o u t r o s e s t a b e l e c i m e n t o s além d e farmácias e d r o g a r i a s .
Parágrafo único - A s relações r e f e r i d a s n o s i t e n s I , I I e I I I , poderão
ser m o d i f i c a d a s , a q u a l q u e r t e m p o , seja p a r a i n c l u i r o u e x c l u i r q u a l q u e r
149

dos m e d i c a m e n t o s o u correlatos nela constantes, desde q u e haja
sanitário a j u s t i f i c a r a alteração.

interesse

A r t . 5 6 - C a b e a o Serviço N a c i o n a l d e Fiscalização d a M e d i c i n a e
Farmácia b a i x a r o s atos q u e s e f i z e r e m necessários à execução deste R e g u lamento especialmente:
I - Instruções s o b r e o receituário, utensílios, e q u i p a m e n t o s e r e l a ção d e e s t o q u e m í n i m o d e p r o d u t o s homeopáticos;
II - n o r m a s d e c o n t r o l e d o e s t o q u e d e p r o d u t o s sob r e g i m e d e regist r o sanitário e s p e c i a l , r e s p e i t a d a a legislação específica p a r a o s e n t o r p e c e n t e s e a s substâncias c a p a z e s d e p r o d u z i r dependência física o u psíquica;
III - n o r m a s relativas:
a ) à padronização d o r e g i s t r o d o e s t o q u e e d a v e n d a o u d i s p e n s a ção d o s m e d i c a m e n t o s s o b c o n t r o l e sanitário e s p e c i a l , a t e n d i d a a l e g i s l a ção p e r t i n e n t e ;
b ) a o s e s t o q u e s mínimos d e d e t e r m i n a d o s m e d i c a m e n t o s d e d i s p e n sação, o b s e r v a d o o q u a d r o nosológico l o c a l ;
c) a o s m e d i c a m e n t o s e m a t e r i a i s d e s t i n a d o s a a t e n d i m e n t o d e e m e r gência, incluídos o s s o r o s profiláticos.
Parágrafo único - O s a t o s d e q u e t r a t a e s t e a r t i g o serão
n o Diário O f i c i a l d a União.

publicados

A r t . 5 7 - É v e d a d o u t i l i z a r q u a l q u e r dependência d a farmácia o u
d a d r o g a r i a c o m consultório, o u p a r a o u t r o f i m d i v e r s o d o l i c e n c i a m e n t o .
A r t . 5 8 - A s farmácias e d r o g a r i a s serão o b r i g a d a s a plantão, p e l o
s i s t e m a d e rodízio, p a r a a t e n d i m e n t o i n i n t e r r u p t o à c o m u n i d a d e , c o n s o a n t e n o r m a s a s e r e m b a i x a d a s p e l o s E s t a d o s , D i s t r i t o F e d e r a l , Territórios e
Municípios.
A r t . 5 9 - Para o provisionamento d e q u etrata o artigo 5 7 , d aL e i
número 5 . 9 9 1 , d e 1 7 d e d e z e m b r o d e 1 9 7 3 , deverá o i n t e r e s s a d o s a t i s f a z e r o s s e g u i n t e s r e q u i s i t o s , m e d i a n t e petição d i r i g i d a a o C o n s e l h o R e g i o n a l
d e Farmácia:
I - p r o v a r q u e é prático d e farmácia o u o f i c i a l d e farmácia, p o r
d e t í t u l o l e g a l m e n t e e x p e d i d o até 1 9 d e d e z e m b r o d e 1 9 7 3 ;

meio

II - estar e m p l e n a a t i v i d a d e p r o f i s s i o n a l c o m p r o v a d a
t r a t o s o c i a l o u o u t r o d o c u m e n t o hábil;

con-

mediante

I I I - p r o v a r a condição d e proprietário o u co-proprietário d e farmácia o u d r o g a r i a e m 11 de n o v e m b r o d e 1 9 6 0 .
§ 1 ? - O p r o v i s i o n a d o poderá a s s u m i r l i v r e m e n t e a r e s p o n s a b i l i d a d e técnica d e q u a i s q u e r d a s farmácias d e s u a p r o p r i e d a d e o u c o - p r o p r i e d a d e , proibida a acumulação e atendida a exigência d e horário de trabalho
prevista no § 1P, do artigo 27, deste R e g u l a m e n t o .
§ 2 ? - É v e d a d o a o prático e a o o f i c i a l d e farmácia, p r o v i s i o n a d o s
n a f o r m a d e s t e a r t i g o , o exercício d e o u t r a s a t i v i d a d e s p r i v a t i v a s d a p r o fissão d e farmacêutico.
150

c o n t a d o s d a d a t a d o r e g i s t r o d e e n t r a d a d o r e s p e c t i v o r e q u e r i m e n t o . ERNESTO GEISEL Paulo de A l m e i d a Machado (D.O. 1 0 d e j u n h o d e 1 9 7 4 . 1 5 3 ? d a Independência e 8 6 ? d a R e pública. e m C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia.§ 3 ? . 6 0 . n a d a t a d e s u a publicação. d e v i d a m e n t e instruído.06.11. A r t . Brasília.U.74) 151 .E s t e D e c r e t o entrará e m v i g o r r e v o g a d a s a s disposições e m contrário. .O p r o v i s i o n a m e n t o d e q u e t r a t a e s t e a r t i g o será e f e t i v a d o n o p r a z o máximo d e n o v e n t a ( 9 0 ) d i a s .

.

8 2 . 8 3 .R e g u l a m e n t a a lein ? 6 9 9 4 / 8 2 153 devidos aos . D E C R E T O N ? 8 8 .de 2 6 . 0 3 .de 0 8 . taxas e emulomentos gãos f i s c a l i z a d o r e s . 1 4 7 . 0 5 .ANUIDADES DOS CONSELHOS PROFISSIONAIS LEI N ? 6 9 9 4 / 8 2 .Fixa as anuidades.

O v a l o r d a s a n u i d a d e s d e v i d a s às e n t i d a d e s c r i a d a s p o r l e i c o m atribuições d e fiscalização d o exercício d e profissões l i b e r a i s será f i x a d o p e l o r e s p e c t i v o órgão f e d e r a l . 5 0 0 M V R . c o r r i g i d a s s e g u n d o o s índices d a s Obrigações Reajustáveis d o T e s o u r o N a c i o n a l O R T N s s e f o r e m p a g a s após o v e n c i m e n t o . 0 0 0 M V R acima de100. de 2 6 . 0 5 . 0 0 0 até 5 0 . . d e a c o r d o até 5 0 0 M V R a c i m a d e 5 0 0 até 2 . 5 0 0 até 5 . § 4 ? . serão d e v i d a s . §1?N a fixação d o v a l o r d a s a n u i d a d e s rão o b s e r v a d o s o s s e g u i n t e s l i m i t e s máximos: referidas neste artigo se- a ) p a r a p e s s o a física. o u e m até 3 (três) p a r c e l a s . a p e n a s .Q u a n d o d o p r i m e i r o r e g i s t r o . a s p a r c e l a s d a a n u i d a d e r e l a t i v a s a o período não v e n c i d o d o exercício. 2 ( d u a s ) v e z e s o M a i o r V a l o r d e Referência M V R v i g e n t e n o País.F I S C A L I Z A Ç Ã O DO EXERCÍCIO P R O F I S S I O N A L . 1 ? . . 0 5 . a c i m a d e 5 . § 3 ? . Lei N ? 6 . v e d a d a a cobrança d e q u a i s q u e r t a x a s o u e m o l u m e n t o s além d o s p r e v i s t o n o a r t . 8 2 ) Dispõe sobre a fixação do valor das anuidades e taxas devidas aos órgãos fiscalizadores do exercício profissional e dá outras providências. 2 ? d e s t a L e i . f a c u l t a d o a o r e s p e c t i v o C o n s e l h o c o n c e d e r isenção a o p r o f i s s i o n a l c o m p r o v a d a mente carente. 8 2 ( D O U . 0 0 0 M V R a c i m a d e 5 0 . 0 0 0 até 2 5 . T A X A S E E M O L U M E N T O S D E V I D O S A O S ÒRGÀOS F I S C A L I Z A D O R E S FIXAÇÃO DE V A L O R E S . 0 0 0 M V R .A N U I D A D E S . e c o m d e s c o n t o d e T 0 % ( d e z p o r c e n t o ) . 0 0 0 M V R . a c i m a d e 2 5 . s e m d e s c o n t o s .O p a g a m e n t o d a a n u i d a d e será e f e t u a d o a o órgão r e g i o n a l d a r e s p e c t i v a jurisdição até 3 1 d e março d e c a d a a n o . .A s f i l i a i s o u representações d e p e s s o a s jurídicas i n s t a l a d a s e m jurisdição d e o u t r o C o n s e l h o R e g i o n a l q u e fião o d e s u a s e d e pagarão a n u i d a d e e m v a l o r q u e não e x c e d a à m e t a d e d o q u e f o r p a g o p e l a m a t r i z . calculados sobre o valor corrigido. 154 .000 M V R com as s e g u i n t e s classes d e c a 2 3 4 5 6 8 10 M M M M M M M V V V V V V V R R R R R R R § 2 ? . a c i m a d e 2 . b) para pital social: pessoa jurídica. 0 0 0 até 1 0 0 . 9 9 4 . a c r e s c i d a s d e m u l t a d e 1 0 % ( d e z por cento) e juros de 1 2 % (doze por cento).3 1 . O P r e s i d e n t e d a República Faço s a b e r q u e o C o n g r e s s o N a c i o n a l d e c r e t a e e u s a n c i o n o a s e g u i n t e Lei: A r t .

d e 7 d e d e z e m b r o d e 1 9 7 7 . A r t . A r t .5 M V R 0. 155 . 1 ? d e s t a l e i recolherão a o Ministério d o T r a b a l h o .O d i s p o s t o n e s t e a r t i g o não s e a p l i c a às t a x a s r e f e r e n t e s à Anotação d e R e s p o n s a b i l i d a d e técnica .R e v o g a m .A R T .E s t a L e i e n t r a e m v i g o r n a d a t a d e s u a publicação. 4 ? . 1 ? d e s t a l e i a fixação d o s v a l o r e s d a s t a x a s c o r r e s p o n d e n t e s a o s s e u s serviços r e l a t i v o s a a t o s i n dispensáveis a o exercício d a profissão. c a l c u lados sobre o valor corrigido.3 M V R Parágrafo único . a c r e s c i d a s d a m u l t a d e 1 0 % e j u r o s d e 1 2 % . A r t . A r t . t a x a s e e m o l u m e n t o s previstos nesta lei. e m c o n t a e s p e c i a l 7 0 % ( s e t e n t a p o r c e n t o ) d o s a l d o disponível.É v e d a d a a aplicação d o p r o d u t o d a arrecadação d a s a n u i dades. p a r a s e r a p l i c a d o ( V E T A D O ) e m p r o g r a m a d e formação p r o f i s s i o n a l . ANUIDADES PROPORCIONAIS D i z a i n d a a l e i q u e a o p r i m e i r o r e g i s t r o d a e m p r e s a . o u s e j a : e m duodécimos.N o f i n a l d o exercício.s e a s disposições e m contrário. será e f e t u a d o m e d i a n t e o d e s c o n t o d e 1 0 % s o b r e o v a l o r d e v i d o o u até 0 3 p a r c e l a s s e m d e s c o n t o s . a s q u a i s poderão s e r f i x a d a s o b s e r v a d o o l i m i t e máximo d e 5 M V R . s a l v o autorização e s p e c i a l d o Ministério d o T r a b a l h o .3 M V R 0.5 M V R 0. c o r r i g i d a s s e g u n d o o s índices d a s O R T N s s e f o r e m p a g a s após o v e n c i m e n t o . c r i a d a p e l a L e i 6 . e m f o r m a a ser d i s c i p l i n a d a p o r r e g u l a m e n t o . ( V E T A D O ) n a área c o r r e s p o n d e n t e à o r i g e m d o r e c u r s o . 2 ? .994/82 D E S C O N T O D E 10% O p a g a m e n t o d a s a n u i d a d e s até 3 1 d e março d e c a d a a n o . a p e n a s a s p a r c e l a s d a a n u i d a d e r e l a t i v a s a o período não v e n c i d o d o e x e r cício. para o custeio d e despesas q u e não s e j a m d i r e t a m e n t e r e l a c i o n a d a s c o m a fiscalização d o exercício p r o f i s s i o n a l . 4 9 6 . C O M E N T Á R I O S À L E I N? 6.C a b e às e n t i d a d e s r e f e r i d a s n o a r t . 3 ? . r e s t r i t a s a o s a b a i x o d i s c r i m i n a d o s e o b s e r v a d o s o s s e g u i n t e s l i m i t e s máximos: a) b) c) d) e) inscrição d e p e s s o a s jurídicas inscrição d e p e s s o a física expedição d e c a r t e i r a p r o f i s s i o n a l substituição d e c a r t e i r a o u expedição d e 2 v i a certidões a 1 M V R 0.A r t . 6 ? . serão d e v i d a s . 5 ? . a s e n t i d a d e s a q u e s e r e f e r e o a r t .

3 ? d e s t e D e c r e t o .A N U I D A D E S FIM E S P E C I F I C O POR F I S C A L I Z A Ç Ã O P r o i b i d a a i n d a a aplicação d o p r o d u t o d a arrecadação d a s a n u i d a des.O. D E C R E T O N ? 88. d a Constituição d a República F e d e r a t i v a d o B r a s i l . programa curso. s a l v o autorização e s p e c i a l d o Ministério d o T r a b a l h o . T A X A S E E M O L U M E N T O S D E V I D O S A O S ÓRGÃOS F I S C A L I Z A D O R E S . b ) p a r a p e s s o a jurídica. O P r e s i d e n t e d a República.U.83 R E G U L A M E N T A A L E I 6. v e d a d a a cobrança d e q u a i s q u e r t a x a s o u e m o l u m e n t o s além d o s p r e v i s t o s n o a r t . R E C O L H I M E N T O COMPULSÓRIO AO M I N I S T É R I O DO T R A B A L H O Os especial. taxas e e m o l u m e n t o s previstos n a lei. 2 ( d u a s ) v e z e s o M a i o r V a l o r d e Referência M V R v i g e n t e n o País. §1?N a fixação d o v a l o r d a s a n u i d a d e s r e f e r i d a s n e s t e a r t i g o s e rão o b s e r v a d o s o s s e g u i n t e s l i m i t e s máximos: a ) p a r a p e s s o a física.03. i t e m I I I . d e a c o r d o c o m a s s e g u i n t e s c l a s s e s d e c a p i tal social: 156 .994/82 .994. 09. e m C o n s e l h o s deverão r e c o l h e r a o Ministério d o T r a b a l h o e m c o n t a 7 0 % ( s e t e n t a p o r c e n t o ) d o s a l d o disponível p a r a s e r a p l i c a d o e m d e formação p r o f i s s i o n a l n a área c o r r e s p o n d e n t e à o r i g e m d o r e f o r m a a ser d i s c i p l i n a d a p o r R e g u l a m e n t o . Decreto n? 88. u s a n d o d a s atribuições q u e l h e c o n f e r e o a r t i g o 8 1 .83) Regulamenta a Lei n.147. que dispõe sobre a fixação do valor das anuidades e taxas devidas aos órgãos fiscalizadores do exercício profissional e dá outras providências. 1 ? O v a l o r d a s a n u i d a d e s d e v i d a s às e n t i d a d e s c r i a d a s p o r l e i c o m atribuições d e fiscalização d o exercício d e profissões l i b e r a i s será f i x a d o p e l o r e s p e c t i v o órgão f e d e r a l .83 (D. para o custeio d e despesas q u e não s e j a m r e l a c i o n a d o s c o m a fiscalização d o exercício p r o f i s s i o n a l .R E F E R E N T E ÀS A N U I D A D E S . d e 08. Decreta: A r t . de 26 de maio de 1982.08.03.° 6.03.147 .

não excederá à m e t a d e d o valor d a a n u i d a d e paga pela m a t r i z o u e s t a b e l e c i m e n t o base. d o § 1 ? d e s t e a r t i g o .Q u a n d o d o p r i m e i r o r e g i s t r o .até 5 0 0 M V R a c i m a d e 5 0 0 até 2 . § 3 ? . c a l c u l a d o s s o b r e o v a l o r c o r r i g i d o . a c i m a d e 2 5 .A fixação d o v a l o r d a a n u i d a d e a s e r r e c o l h i d a p o r f i l i a i s o u representações o u q u a l q u e r o u t r o e s t a b e l e c i m e n t o d a m e s m a p e s s o a juríd i c a . serão d e v i d a s . § 5 ? O r e g i s t r o d e e m p r e s a s e anotações d o s p r o f i s s i o n a i s l e g a l m e n t e h a b i l i t a d o s . 0 0 0 M V R acima de100. até 3 1 d e m a r ço d e c a d a a n o .A a n u i d a d e o u p a r c e l a não p a g a n o v e n c i m e n t o será c o r r i g i d a s e g u n d o o s índices d a s Obrigações Reajustáveis d o T e s o u r o N a c i o n a l O R T N e acrescida d e m u l t a d e 1 0 % (dez por c e n t o ) e juros d e 1 % ( u m p o r c e n t o ) a o mês.A a n u i d a d e poderá s e r p a g a e m até 3 (três) p a r c e l a s m e n s a i s . c o m c a p i t a l s o c i a l d e s t a c a d o . § 4 ? .A s entidades referidas n o art. 0 0 0 até 2 5 . 3 ? . 0 0 0 M V R . A r t . 5 0 0 até 5 . sem desconto. § 2 ? . . § 1 ? . c o m b a s e n o s e u c a p i t a l . n o p r a z o d e 3 0 ( t r i n t a ) d i a s a c o n t a r d a vigência deste D e c r e t o . 1 ? deste Decreto cabe fixar o s v a l o r e s d a s t a x a s c o r r e s p o n d e n t e s a o s s e u s serviços r e l a t i v o s a a t o s i n dispensáveis a o exercício d a profissão. . c o m d e s c o n t o d e 1 0 % ( d e z p o r c e n t o ) . . 0 0 0 M V R a c i m a d e 5 0 .A s f i l i a i s o u representações d e p e s s o a s jurídicas l o c a l i z a d a s n a jurisdição d o C o n s e l h o d e s u a s e d e .5 M V R 157 . r e s t r i t o s a o s a b a i x o d i s c r i m i n a d o s e o b s e r v a d o s o s s e g u i n t e s l i m i t e s máximos: a ) inscrição d e p e s s o a jurídica b ) inscrição d e p e s s o a física 1 M V R 0. n o s t e r m o s d e Resolução a s e r b a i x a d a p e l o s C o n s e l h o s F e d e r a i s . 2 ? . d e l a s e n c a r r e g a d o s . e m razão d a a t i v i d a d e básica o u e m relação àquela p e l a q u a l p r e s t e m serviços a t e r c e i r o s . A r t .000 M V R 2 3 4 5 6 8 10 M M M M M M M V V V V V V V R R R R R R R § 2 ? . 0 0 0 M V R . serão obrigatórios n a s e n t i d a d e s c o m p e t e n t e s p a r a a fiscalização d o exercício d a s d i v e r s a s profissões. s o b critérios u n i f o r m e s . p a g a rão a n u i d a d e n a f o r m a d o a r t i g o 1 ? d e s t e D e c r e t o . a p e n a s . 5 0 0 M V R . 0 0 0 até 5 0 . § 3 ? .O p a g a m e n t o d a s a n u i d a d e s p e l a s p e s s o a s físicas e juríd i c a s será e f e t u a d o a o órgão r e g i o n a l d a r e s p e c t i v a jurisdição. i n s t a l a d a s e m jurisdição d e o u t r o C o n s e l h o R e g i o n a l . c o m observância d o l i m i t e c o n s t a n t e d o § a n t e r i o r . a c i m a d e 5 . a s p a r c e l a s r e l a t i v a s a o período não v e n c i d o d o exercício.A p e s s o a jurídica l e g a l m e n t e d e s o b r i g a d a d e i n d i c a r c a p i t a l s o c i a l p a r a s u a constituição recolherá a a n u i d a d e c o m b a s e n o v a l o r mínim o p r e v i s t o n a alínea " b " . f a c u l t a d o a o r e s p e c t i v o C o n s e l h o R e g i o n a l c o n c e b e r isenção a o p r o f i s s i o n a l c o m p r o v a d a m e n t e c a r e n t e . e m vencimentos marcados pelos respectivos Conselhos F e derais. a c i m a d e 2 . 0 0 0 até 1 0 0 .

e n c a m i n h a d o s p e l o órgão f e d e r a l r e s p e c t i v o e p r e v i a m e n t e a p r o v a d o s p e l o Ministério d o T r a b a l h o . c r i a d a s p e l a L e i n ? 6 . básicas.A aquisição o u construção d e imóvel d e s t i n a d o a s e d e d o C o n s e l h o R e g i o n a l o u F e d e r a l dependerá d e prévia autorização d o M i n i s t r o d o T r a b a l h o m e d i a n t e p r o p o s t a d a e n t i d a d e . 1 ? d e s t e D e c r e t o recolherão a o Ministério d o T r a b a l h o . 1? . p a r a s e r a p l i c a d o e m p r o g r a m a d e formação p r o f i s s i o n a l n a área c o r r e s p o n d e n t e à o r i g e m d o r e c u r s o n o s t e r m o s d e P o r t a r i a d o Ministério d o T r a b a l h o . §1?Além d a s D e s p e s a s C o r r e n t e s e d e C a p i t a l .5 M V R 0.O s p r o g r a m a s d e formação p r o f i s s i o n a l r e f e r i d o s n e s t e a r t i g o . a diferença p o s i t i v a e n t r e o A t i v o F i n a n c e i r o e o P a s s i v o 158 . v i n c u l a d a s às a t i v i d a d e s d e manutenção e a o s o b j e t i v o s d a s e n t i d a d e s e x p r e s s a m e n t e e s t a b e l e c i d a s n a r e s p e c t i v a l e i i n s t i t u i d o r a .C o n s i d e r a .3 M V R 0.3 M V R via Parágrafo único . taxas. § 2 ? . s a l v o autorização e s p e c i a l d o M i n i s t r o d o T r a b a l h o .A R T . m u l t a s d e c o r r e n t e s d e cobrança d e anuidades. artigo A r t . e o s rendimentos a d v i n d o s d a aplicação d e r e c u r s o s o u d e q u a i s q u e r inversões f i n a n c e i r a s . Parágrafo único . n a f o r m a e s t a b e l e c i d a e m a t o d o M i n i s t r o do Trabalho.s e r e c e i t a .O d i s p o s t o n e s t e a r t i g o não s e a p l i c a às t a x a s r e f e r e n t e s à Anotação d e R e s p o n s a b i l i d a d e Técnica .s e s a l d o disponível o s e f e i t o s d o d i s p o s t o n o a n t e r i o r . 4 9 6 . hospedagens e jetons d e Conselheiros pelo c o m p a r e c i m e n t o às reuniões d o s C o n s e l h o s F e d e r a i s e R e g i o n a i s e v i a g e n s d e fiscalização.C o n s i d e r a . através d o órgão f e d e r a l r e s p e c tivo. e m c o n t a e s p e c i a l .É v e d a d a a aplicação d o p r o d u t o d a arrecadação d a s a n u i dades. taxas o u e m o l u m e n t o s previstos neste Decreto. 4 ? . serão e x e c u t a d o s . serão c o n s i d e r a d a s a s s e g u i n t e s : a) r e f o r m a s .A execução d a s d e s p e s a s d e q u e t r a t a o § 1 ? e s u a s alíneas f i c a c o n d i c i o n a d a a s u a inclusão n o orçamento e s u a s reformulações.c ) expedição d e c a r t e i r a p r o f i s s i o n a l d ) substituição d e c a r t e i r a o u expedição d e 2 e ) certidões a 0. A r t . n a s r e s p e c t i v a s jurisdições. p a r a e f e i t o d e aplicação d e s t e D e c r e t o . A r t . 7 0 % ( s e t e n t a p o r c e n t o ) d o s a l d o disponível. c ) aquisição o u construção d e imóvel d e s t i n a d o á instalação d o s Conselhos. a s q u a i s poderão s e r f i x a d a s o b s e r v a d o o l i m i t e máximo d e 5 M V R . desde que autorizada na f o r m a d o § 2 ? deste artigo. e devidamente fundamentada. e e m o l u m e n t o s previstos n o artigo 1?. o Conselho. j u r o s . d e 7 d e d e z e m b r o d e 1 9 7 7 . A r t .A o f i n a l d o exercício a s e n t i d a d e s a q u e s e r e f e r e o a r t . 6 ? . d i r e t a m e n t e o u através d e convénios c o m e n t i d a d e s públicas o u p r i v a d a s . § 3 ? . o p r o d u t o d a correção monetária. instalações e manutenção d o imóvel onde funcione b) d e s l o c a m e n t o s . n o custeio d e despes a s q u e não s e j a m d i r e t a m e n t e r e l a c i o n a d a s c o m a fiscalização d o exercíc i o p r o f i s s i o n a l . 5 ? .

O r e c o l h i m e n t o d e q u e t r a t a o a r t i g o 6 . 5 d e s t e D e c r e t o . o o § I . JOÃO F I G U E I R E D O Murilo Macedo 159 .Consignações e O u t r a s R e s p o n s a b i l i d a d e s v e n c i d a s n o exercício.E s t e D e c r e t o entrará e m v i g o r n a d a t a d e s u a publicação. m e s m o q u e não s e r e f i r a m às d e s p e s a s d e q u e t r a t a o a r t . §3?D o s a l d o disponível a p u r a d o n o exercício d e 1 9 8 2 será a b a t i d o o q u a n t i t a t i v o necessário à satisfação d a s obrigações a s s u m i d a s a n t e r i o r m e n t e à publicação d a L e i n ? 6 . o u m e d i a n t e representação d e q u a l q u e r i n t e r e s s a d o . o s v a l o r e s c o r r e s p o n d e n t e s a s u a p a r c e l a até o d i a 0 5 d o més d e m a i o d o a n o s e g u i n t e .F i n a n c e i r o v e r i f i c a d a n o s balanços d o s r e s p e c t i v o s C o n s e l h o s R e g i o n a i s e F e d e r a i s o b s e r v a d a s a s disposições c o n s t a n t e s d o a r t . Parágrafo único . Brasília.O A T I V O F I N A N C E I R O é representado pelo saldo apurad o e m C a i x a . p o r a t o próprio. c u j o s v e n c i m e n t o s o c o r r a m n o p r i m e i r o s e m e s t r e d e 1 9 8 3 . p e l a c o m p r o v a d a inobservânc i a d e d i s p o s i t i v o s d a L e i e d e s t e D e c r e t o . 1 0 . o A r t . d e v i d a m e n t e r e c o n h e c i d a s . e m c o n t a e s p e c i a l i n d i c a d a p e l o Ministério d o T r a b a l h o . 162° d a Independência e 9 5 ? d a R e pública. 1 1 . B a n c o s e O u t r a s D i s p o n i b i l i d a d e s .O s C o n s e l h o s R e g i o n a i s repassarão a o s C o n s e l h o s F e d e r a i s r e s p e c t i v o s . 1 2 . A r t .O P A S S I V O F I N A N C E I R O é representado pelo saldo apur a d o e m R e s t o s a P a g a r .N o exercício d e 1 9 8 3 o s p r a z o s p a r a r e c o l h i m e n t o d a s p a r c e l a s d e q u e t r a t a o a r t i g o a n t e r i o r serão 3 0 e 1 5 d e j u n h o . A r t .O Ministério d o T r a b a l h o tomará a i n i c i a t i v a d a aplicação d a s sanções p e n a i s e a d m i n i s t r a t i v a s cabíveis. 9 ? . 9 9 4 . § 2 ? . A r t . r e s p e c t i v a mente. 5 ? d e s t e D e c r e t o . será e f e t u a d o p e l o s C o n s e l h o s F e d e r a i s até o d i a 1 5 d o mês d e m a i o d o a n o s e g u i n t e . A r t . d e 2 6 d e m a i o d e 1 9 8 2 .s e a s disposições e m contrário. 0 8 d e março d e 1 9 8 3 .R e v o g a m . i n c l u s i v e aplicações f i n a n ceiras. 8 ? .

O parágrafo 3 ? d o a r t .COMENTÁRIOS AO D E C R E T O 88. f i x o u a s certidões e m 0 . n a r e a l i d a d e . q u e s e j a m i n s t a l a d o s e m j u r i s d i ção d e o u t r o C R o u d e s u a própria jurisdição. 7 0 % d o s a l d o disponível r e c e b i d o d o comércio f a r m a cêutico poderão s e r a p l i c a d o s e m c u r s o d e formação p r o f i s s i o n a l ( o f i c i a i s . o a r t i g o 1 0 . d i s c i p l i n a o v a l o r d a s a n u i d a d e s d e v i d a s p e l a s f i l i a i s o u representações o u q u a l q u e r o u t r o e s t a b e l e c i m e n t o d a m e s m a p e s s o a jurídica. O a r t i g o 6 ? o b r i g a a o s C o n s e l h o s . o u s e j a . P e l o e x p o s t o . a título d e " C e r t i f i c a d o s " . 3 d o M V R . poderá r e q u e r e r a d e v o l u ção d o e x c e d e n t e e s e o C o n s e l h o não l h e a t e n d e r . o t a l c e r t i f i c a d o . a i n d a e m s e u s parágrafos 3 ? e 4 ? . 9 9 4 . a t a x a d e 1 0 % s o b r e o v a l o r d a a n u i d a d e c o m o v e m o c o r rendo e m alguns Regionais que. a cobrança d e q u a i s q u e r t a x a s o u e m o l u m e n t o s além d o s p r e v i s t o s . proíbe a o s C o n s e l h o s . d i z a i n d a q u e o p r i m e i r o r e g i s t r o será a p e n a s d e v i d o a s p a r c e l a s r e l a t i v a s a o período não v e n c i d o . e m d u o décimos ( 1 / 1 2 ) . o s C o n s e l h o s não poderão c o b r a r d o s e s t a b e l e c i m e n t o s farmacêuticos.147/83 Q u a n t o você d e v e pagar ao C R F . 2 ? . Q u a l q u e r dúvida. p o r a t o próprio o u m e d i a n t e representação d e q u a l q u e r i n t e r e s s a d o . F i n a l m e n t e . não poderão s e r c o b r a d o s o u t r o s v a l o r e s a não s e r o s f i x a d o s n a t a b e l a . p r o c u r e a A s s e s s o r i a Jurídica d e s u a e n t i d a d e dical o u a Delegacia Regional d a A B C F A R M A . a o concederem o desconto d e 1 0 % pelo r e c o l h i m e n t o d a a n u i d a d e até 3 1 d e março c o b r a m i n d e v i d a m e n t e o v a l o r c o r r e s p o n d e n t e a esse d e s c o n t o . Além d e condenável e s s e p r o c e d i m e n t o . O a r t i g o 1 ? e m s u a alínea B. 160 sin- . r e c o l h e r e m a o Ministério d o T r a b a l h o e m c o n t a e s p e c i a l . p e l a c o m p r o v a d a i n o b s e r vância d o s d i s p o s i t i v o s d e l e i e d e s t e D e c r e t o . 7 0 % ( s e t e n t a p o r c e n t o ) d o s a l d o disponível p a r a s e r a p l i c a d o e m p r o g r a m a d e formação p r o f i s s i o n a l n a área c o r r e s p o n d e n t e à o r i g e m d o r e c u r s o n o s t e r m o s d a P o r t a r i a d o Ministério d o T r a b a l h o . A s s i m . O a r t i g o 1 ? . i n e x i s t e . poderá s e v a l e r d a D e l e g a c i a d o T r a b a l h o p a r a o b t e r o r e t o r n o d a importância p a g a a m a i s . d e t e r m i n a a o Ministério d o T r a b a l h o a a p l i cação d a s sanções p e n a i s e a d m i n i s t r a t i v a s cabíveis. a s q u a i s não poderão e x c e der a m e t a d e d o valor d a a n u i d a d e paga pela m a t r i z o u e s t a b e l e c i m e n t o base. O d e c r e t o a o r e g u l a m e n t a r a l e i 6 . S e você p a g o u além d o f i x a d o n a t a b e l a . D e s s e m o d o . técnicos e a u x i l i a r e s d e farmácias). é p u r o artifício p a r a r e c u p e r a r o s 1 0 % d o d e s c o n t o .

3 7 7 de 0 8 . F . F .LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL DECRETO .85.Adota o "Certificado de Regularidade" R E S O L U Ç Ã O DO C . F . 2 9e3 9 LEI . 3 1 .878/81 .2 0 .158/81 . F .3820/60 .Dispõe s o b r e o exercício d a profissão farmacêutica.A r t s . .Estabelece normas para o Exercício d o Farmacêutico disciplinado pela lei 3 8 2 0 / 6 0 R E S O L U Ç Ã O DO C .160/82 .C r i a o s C o n s e l h o s F e d e r a l e R e g i o n a i s d e Farmácia DECRETO . . 161 . 0 9 .

D E 11 D E N O V E M B R O D E 1 9 6 0 Cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de farmácia.F i c a m criados os Conselhos Federais e Regionais d e Farmácia. a manipulação e o comércio d o s m e d i c a m e n t o s o u remédios m a - b ) a manipulação e o f a b r i c o p e c i a l i d a d e s farmacêuticas. § 1 ? . b i o l o g i s t a e l e g i s t a .O f a b r i c o d e p r o d u t o s biológicos a q u e s e r e f e r e a alínea D só será p e r m i t i d o a o médico q u e não exerça a clínica. d ) o f a b r i c o d o s p r o d u t o s biológicos e químicos o f i c i n a i s .O C o n s e l h o F e d e r a l d e Farmácia é o órgão s u p r e m o d o s C o n s e l h o s R e g i o n a i s . 162 . biológicos. O P R E S I D E N T E D A REPÚBLICA: Faço s a b e r q u e o C o n g r e s s o N a c i o n a l d e c r e t a e e u s a n c i o n o a s e g u i n t e Lei: A r t i g o 1 ? . e dá outras providências. § 2 ? . c o m jurisdição e m t o d o o território n a c i o n a l e s e d e no Distrito Federal. LEI não p o - N ? 3 . CAPITULO I Do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais de Farmácia A r t i g o 2 ? . 3 ? . e p l a n t a s d e aplicações terapêuticas. e s p e c i a l i d a d e s farmacêuticas. d o s m e d i c a m e n t o s galênicos e d a s e s - c ) o comércio d i r e t o c o m o c o n s u m i d o r d e t o d o s o s m e d i c a m e n t o s o f i c i n a i s . p r o d u t o s químicos. d o t a d o s d e p e r s o n a l i d a d e jurídica d e d i r e i t o público.O exercício d a profissão farmacêutica c o m p r e e n d e : a) gistrais.A s atribuições e s t a b e l e c i d a s n o a r t i g o p r e c e d e n t e d e m s e r e x e r c i d a s p o r m a n d a t o n e m representação. 2 ? . f) a função d e químico b r o m a t o l o g i s t a . a u t o n o m i a a d m i n i s t r a t i v a e f i n a n c e i r a . A r t . e t c .A s atribuições d a s alíneas C a F não são p r i v a t i v a s d o f a r m a cêutico. d e s t i n a d o s a z e l a r p e l a f i e l observância d o s p r i n cípios d a ética e d a d i s c i p l i n a d a c l a s s e d o s q u e e x e r c e m a t i v i d a d e s p r o f i s s i o n a i s farmacêuticas n o País.R E G U L A M E N T O A Q U E S E R E F E R E O D E C R E T O N? 20.377/31 A r t . e) a s análises r e c l a m a d a s p e l a clínica médica. galênicos. 8 2 0 .

s u a d i r e t o r i a .o A r t i g o 3 . 163 . faltar. c o n f o r m e o currículo e s c o l a r o u m e d i a n t e c u r s o o u p r o v a d e especialização realizado o u prestado e m escola o u i n s t i t u t o oficial. o § 1 . V i c e .O número d e c o n s e l h e i r o s f e d e r a i s poderá s e r a m p l i a d o d e m a i s 3 (três) m e m b r o s .O conselheiro federal q u e durante u m a n o . afins k ) r e a l i z a r reuniões g e r a i s d o s C o n s e l h o s R e g i o n a i s d e Farmácia p a r a o e s t u d o d e questões p r o f i s s i o n a i s d e i n t e r e s s e n a c i o n a l .P r e s i d e n t e . d e P r e s i d e n t e . n a a s s e m b l e i a g e r a l d o s d e l e g a d o s d o s C o n s e l h o s R e g i o n a i s d e Farmácia. I) a m p l i a r o l i m i t e d e competência d o exercício p r o f i s s i o n a l . a f i m d e m a n t e r a u n i d a d e d e ação. e terá a duração d e 3 (três) a n o s .O C o n s e l h o F e d e r a l será constituído d e 1 2 ( d o z e ) m e m b r o s . e m escrutínio s e c r e t o . d) t o m a r c o n h e c i m e n t o selhos Regionais e dirimi-las. t o d o s b r a s i l e i r o s . g ) e x p e d i r a s resoluções q u e s e t o r n a r e m necessárias p a r a a f i e l i n terpretação e execução d a p r e s e n t e l e i . composta c) a p r o v a r o s r e g i m e n t o s i n t e r n o s o r g a n i z a d o s p e l o s C o n s e l h o s R e g i o n a i s m o d i f i c a n d o o q u e s e t o r n a r necessário.O número de conselheiros será r e n o v a d o anualmente pelo terço. o Federal o Federal é gratui- A r t i g o 4 . perderá o m a n d a t o . j j d e l i b e r a r s o b r e questões o r i u n d a s d o exercício d e a t i v i d a d e s às d o farmacêutico. m e r a m e n t e honorífico. de quaisquer dúvidas s u s c i t a d a s pelos Con- e ) j u l g a r e m última instância o s r e c u r s o s d a s deliberações d o s selhos Regionais. n a p r i m e i r a reunião ordinária. Con- f ) p u b l i c a r o relatório a n u a l d o s s e u s t r a b a l h o s e . s e n d o s u c e dido por u m dos suplentes. Secretário-Geral e T e s o u r e i r o . e l e i t o s p o r m a i o r i a a b s o l u t a d e v o t o s . m e d i a n t e resolução d o C o n s e l h o F e d e r a l . sem licença prévia d o C o n s e l h o . b ) e l e g e r .O P r e s i d e n t e e o Secretário-Geral d o C o n s e l h o residirão n o D i s t r i t o F e d e r a l d u r a n t e t o d o o t e m p o d e s e u s m a n d a t o s . i) o r g a n i z a r o Código d e D e o n t o l o g i a Farmacêutica. Artigo 6 a) o . p e r i o d i c a m e n t e a relação d e t o d o s o s p r o f i s s i o n a i s r e g i s t r a d o s . Artigo 5 . o § 3 . § 2 o .São atribuições d o C o n s e l h o F e d e r a l : organizar o seu r e g i m e n t o i n t e r n o . h ) p r o p o r às a u t o r i d a d e s c o m p e t e n t e s a s modificações q u e s e t o r n a r e m necessárias à regulamentação d o exercício p r o f i s s i o n a l a s s i m c o m o c o l a b o r a r c o m e l a s n a d i s c i p l i n a d a s matérias d e ciência e técnica farmacêutica.O mandato dosmembros d o Conselho t o . a 6 ( s e i s ) reuniões. ou que d equalquer f o r m a digam respeito à atividade profissional. s e n d o 9 ( n o v e ) e f e t i v o s e 3 (três) s u p l e n t e s .

submetendo-o à aprovação e ) s u g e r i r a o C o n s e l h o F e d e r a l a s m e d i d a s necessárias à r e g u l a r i d a d e d o s serviços e à fiscalização d o exercício p r o f i s s i o n a l . ordinárias o u extraordinárias. interno. S e n o s e g u n d o j u l g a m e n t o o C o n s e l h o m a n t i v e r p o r d o i s terços d e s e u s m e m b r o s a decisão s u s p e n s a .A o P r e s i d e n t e d o C o n s e l h o F e d e r a l c o m p e t e .O P r e s i d e n t e d o C o n s e l h o F e d e r a l é o responsável a d m i n i s t r a t i v o p e l o r e f e r i d o C o n s e l h o . 164 . c o m r e c u r s o s u s p e n s i v o p a r a o C o n s e l h o F e d e r a l . e s t a e n trará e m v i g o r i m e d i a t a m e n t e . o r g a n i z a n d o . o A r t i g o 8 .o s à s u a semelhança e p r o m o v e n d o a instalação d e t a n t o s órgãos q u a n t o s f o r e m j u l g a d o s necessários. o Artigo 7 . 6 ? só serão válidas q u a n d o a p r o v a d a s p e l a m a i o r i a d o s m e m b r o s d o C o n s e lho Federal. i m p e d i n d o e p u n i n d o a s i n f r a ções à l e i . A r t i g o 9 ? . d o C o n s e l h o F e d e r a l e d o s C o n selhos Regionais.O Conselho Federal de m e t a d e m a i s u m de seus m e m b r o s . d e f i n i n d o o u m o d i f i c a n d o atribuições o u c o m petência d o s p r o f i s s i o n a i s d e Farmácia. d e t e r m i n a n d o s u a s s e d e s e z o n a s d e jurisdição.A s atribuições d o s C o n s e l h o s R e g i o n a i s são a s s e g u i n t e s : a) registrar o s p r o f i s s i o n a i s d e a c o r d o c o m a carteira profissional. Parágrafo único .A s questões r e f e r e n t e s às a t i v i d a d e s a f i n s c o m a s o u t r a s profissões serão r e s o l v i d a s através d e e n t e n d i m e n t o s c o m a s e n t i d a d e s r e g u l a d o r a s d e s s a s profissões. i n c l u s i v e p e l a prestação d e c o n t a s p e r a n t e o órgão f e d e r a l c o m p e t e n t e . além d a direção g e r a l d o C o n s e l h o . p a r a o q u a l o P r e s i d e n t e convocará s e g u n d a reunião.m ) e x p e d i r resoluções. n) r e g u l a m e n t a r a m a n e i r a d e se o r g a n i z a r e f u n c i o n a r e m as assemb l e i a s g e r a i s . a suspensão d e decisão q u e e s t e t o m e e l h e p a reça i n c o n v e n i e n t e . g ) d i r i m i r dúvidas r e l a t i v a s à competência e âmbito d a s a t i v i d a d e s p r o f i s s i o n a i s farmacêuticas. a presente lei e expedir b ) e x a m i n a r reclamações e representações viços d e r e g i s t r o e d a s infrações d e s t a l e i e d e c i d i r . d) organizar o s e u r e g i m e n t o do Conselho Federal. escritas acerca d o s ser- c ) f i s c a l i z a r o exercício d a profissão. deliberará c o m a presença mínima Parágrafo único . b e m c o m o e n v i a n d o às a u t o r i d a d e s c o m p e t e n t e s relatórios d o c u m e n t a d o s s o b r e o s f a t o s q u e a p u r a r e m e c u j a solução não s e j a d e s u a a l çada.O a t o d e suspensão vigorará até n o v o j u l g a m e n t o d o c a s o . Parágrafo único . o ) f i x a r a composição d o s C o n s e l h o s R e g i o n a i s . c o n f o r m e a s n e c e s s i d a d e s f u t u r a s . n o p r a z o d e 3 0 ( t r i n t a ) dias c o n t a d o s d o s e ua t o . A r t i g o 1 0 .A s resoluções a q u e s e r e f e r e a alínea " g " d o a r t . f) eleger u m delegado-eleitor para a assembleia referida n o artigo 3 ? .

Serão i n s c r i t o s . i n c l u s i v e a prestação d e c o n t a s p e r a n t e o órgão f e d e r a l c o m p e t e n t e .P a r a inscrição n o s q u a d r o s a q u e s e r e f e r e o parágrafo único d o a r t i g o 1 4 .P a r a inscrição n o q u a d r o d e farmacêuticos d o s C o n s e l h o s R e g i o n a i s é necessário. p a s s a d o p o r a u t o r i d a d e c o m p e t e n t e . A r t i g o 1 5 . e s e u s m a n d a t o s serão g r a t u i t o s . laboratórios d e análises e laboratórios d e c o n t r o l e e p e s q u i s a s r e l a t i v a s a a l i m e n t o s . 4 ) g o z a r d e b o a reputação p o r s u a c o n d u t a pública. d r o g a s . A r t i g o 1 4 .A r t i g o 11 . d e v i d a m e n t e a u t o r i z a d o s p o r l e i . Parágrafo único .s e n a s discussões.S o m e n t e a o s m e m b r o s inscritos n o s Conselhos Region a i s d e Farmácia será p e r m i t i d o o exercício d e a t i v i d a d e s p r o f i s s i o n a i s f a r macêuticas n o País. C A P I T U L O II D o s Q u a d r o s e Inscrições A r t i g o 13 . além d e p r e e n c h e r o s r e q u i s i t o s l e g a i s d e c a p a c i d a d e c i v i l . exerçam v i d a d e ( q u a n d o a l e i o a u t o r i z e ) c o m o responsáveis o u a u x i l i a r e s d e laboratórios i n d u s t r i a i s farmacêuticos. o seudiploma e m Farmácia p o r I n s t i t u t o d e E n s i - registrado 3 ) não s e r n e m e s t a r p r o i b i d o n a repartição sanitária c o m - d e e x e r c e r a profissão farmacêutica. além d o s r e q u i s i t o s l e g a i s d e c a p a c i d a d e c i v i l : 1) s e r d i p l o m a d o o u g r a d u a d o n o Oficial o u a este e q u i p a r a d o . e m a s s u n t o s c o n c e r n e n t e s às s u a s próprias c a t e g o r i a s : a ) o s p r o f i s s i o n a i s q u e . 2 ) t e r licença.E m c a d a C o n s e l h o R e g i o n a l serão i n s c r i t o s o s p r o f i s s i o n a i s d e Farmácia q u e t e n h a m exercício e m s e u s territórios e q u e c o n s t i t u i rão o s e u q u a d r o d e farmacêuticos. 2) estar c o m petente. e medicamentos. A r t i g o 1 6 . A r t i g o 1 2 . a t e s t a d o o u d o c u m e n t o comprobatór i o d a a t i v i d a d e p r o f i s s i o n a l . q u a n d o s e t r a t e d e responsáveis o u a u x i l i a r e s não farmacêuticos. c e r t i f i c a d o . 165 . e m b o r a não farmacêuticos. o i n t e r e s s a d o deverá: 1 ) t e r d i p l o m a . sua atitécnicos clínicas tóxicos b ) o s práticos o u o f i c i a i s d e farmácia l i c e n c i a d o s . a t e s t a d a p o r 3 (três) farmacêuticos i n s c r i t o s . p o d e n d o r e p r e s e n t a r . m e r a m e n t e honoríficos e terão a duração d e 3 (três) a n o s .O s m e m b r o s d o s C o n s e l h o s R e g i o n a i s deverão s e r b r a s i l e i r o s . q u a n d o s e t r a t e d e práticos o u o f i c i a i s d e farmácia l i c e n c i a d o s . e m q u a d r o s d i s t i n t o s . c e r t i f i c a d o o u t í t u l o .A responsabilidade administrativa d e cada C o n s e l h o R e g i o n a l c a b e a o r e s p e c t i v o P r e s i d e n t e .

p e r a n t e o P r e s i d e n t e d o C o n s e l h o R e g i o n a l . o u pessoa interess a d a . A r t i g o 2 0 . currículo e d u c a c i o n a l e p r o f i s s i o n a l . s e r e x i g i d a p o r q u a l q u e r i n t e r e s s a d o . c o m d i g n i d a d e e zelo. c o n s t a n d o o b r i g a t o r i a m e n t e : n o m e p o r e x t e n s o .A inscrição far-se-á m e d i a n t e r e q u e r i m e n t o e s c r i t o d i r i g i do a o Presidente d o Conselho Regional. a o s q u a i s habilitarão a o exercício d a r e s p e c t i v a profissão e m t o d o o País.O s C o n s e l h o s R e g i o n a i s expedirão c a r t e i r a s d e i d e n t i d a d e p r o f i s s i o n a l a o s i n s c r i t o s e m s e u s q u a d r o s . ficará o b r i g a d o a i n s crever-se n o respectivo Conselho Regional. c o n f o r m e o c a s o . pública.E m c a s o d e r e c u s a r a inscrição. filiação. Parágrafo único N o c a s o d e expedição d e n o v a c a r t e i r a serão t r a n s c r i t a s t o d a s a s anotações c o n s t a n t e s d o s l i v r o s d o C o n s e l h o R e g i o n a l s o b r e o profissional. l u g a r e d a t a d e n a s c i m e n t o . 4 ) g o z a r d e b o a reputação p o r s u a c o n d u t a 3 (três) farmacêuticos d e v i d a m e n t e i n s c r i t o s . § 2 ? .S e o exercício d a profissão p a s s a r a s e r f e i t o . i n c l u s i v e e l o gios e penalidades. e s t a b e l e c i m e n t o e m q u e h a j a e x e r c i d o a t i v i d a d e p r o f i s s i o n a l e r e s p e c t i v o s endereços.N o prontuário d o p r o f i s s i o n a l d e Farmácia. o C o n s e l h o R e g i o n a l fará t o d a e q u a l q u e r anotação r e f e r e n t e a o m e s m o . §1?N o caso e m q u e o interessado tenha d e exercer t e m p o r a r i a m e n t e a profissão e m o u t r a jurisdição. A r t i g o 1 8 .A c e i t a a inscrição.3) não s e r n e m estar proibido de exercer sua atividade profissio- nal. residência e situação a t u a l . A r t i g o 2 1 . apresentará s u a c a r t e i r a p a r a s e r v i sada pelo Presidente d orespectivo C o n s e l h o R e g i o n a l . a t e s t a d a p o r A r t i g o 1 7 . poderá r e p r e s e n t a r d o c u m e n t a d a m e n t e a o C o n s e l h o c o n t r a o carídi dato proposto. 166 . § 2 ? . a n t e s d e l h e ser e n t r e g u e a c a r t e i r a p r o f i s s i o n a l . o C o n s e l h o dará ciência a o c a n d i d a t o d o s m o t i v o s d a r e c u s a . A r t i g o 1 9 . e m o u t r a jurisdição. a s s i m s e e s t e n d e n d o o exercício d a p r o f i s são p o r m a i s d e 9 0 ( n o v e n t a ) d i a s n a n o v a jurisdição. o c a n d i d a t o prestará. §1?Q u a l q u e r m e m b r o d o C o n s e l h o R e g i o n a l . e conceder-lhe-á o p r a z o d e 1 5 ( q u i n z e ) d i a s p a r a q u e o s c o n t e s t e d o c u m e n t a d a m e n t e e peça reconsideração. o c o m p r o m i s s o d e b e m e x e r c e r a profissão. p a r a f i n s d e verificação d a habilitação p r o f i s s i o n a l .A exibição d a c a r t e i r a p r o f i s s i o n a l poderá. d e m o d o p e r m a n e n t e . e m q u a l q u e r o p o r t u n i d a d e . acompanhado d o s documentos comprobatórios d o p r e e n c h i m e n t o d o s r e q u i s i t o s d o s a r t i g o s 1 5 e 1 6 .

f) 1 / 4 d a r e n d a d a s certidões. q u a n d o f o r a d o prazo. p a r a o exercício d e s u a p r o fissão. Artigo 2 6.00 (cinco mil cruzeiros).O s conselhos Federal e Regionais expedição o u substituição d e c a r t e i r a p r o f i s s i o n a l .00 (quinhentos cruzeiros) a C r $ 5. cobrarão t a x a s pela A r t i g o 2 4 . q u e e s s a s a t i v i d a d e s são e x e r c i d a s p o r p r o f i s s i o n a i s h a b i l i t a d o s e r e g i s t r a d o s . c o m i n t e r v a l o s não i n f e r i o r e s a 3 (três) a n o s . f i c a n d o o b r i g a d o a o p a g a m e n t o d e u m a a n u i d a d e a o r e s p e c t i v o C o n s e l h o R e g i o n a l até 3 1 d e março d e c a d a a n o .A o s i n f r a t o r e s d e s t e a r t i g o será a p l i c a d a p e l o r e s p e c tivo Conselho Regional a m u l t a de C r $ 500. d ) doações o u l e g a d o s . 9 9 4 / 8 2 167 . (*) A l t e r a d o pela Lei 5 . Parágrafo único . c) 1/4 das m u l t a s aplicadas de a c o r d o c o m a presente lei. Parágrafo único . é o b r i g a d o a o r e g i s t r o n o C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia a c u j a j u r i s dição e s t i v e r s u j e i t o . b) 1/4 das a n u i d a d e s .000. A r t i g o 2 7 . ( * ) A r t i g o 2 5 . i n c i d i n d o n a m e s m a m o r a d e 2 0 % (vinte por c e n t o ) . d ) doações o u l e g a d o s .A s taxas e a n u i d a d e s a q u e se r e f e r e m o s artigos 2 2 e 2 3 d e s t a L e i e s u a s alterações p o s t e r i o r e s serão f i x a d a s p e l o s C o n s e l h o s R e g i o n a i s .C A P I T U L O III Das Anuidades e Taxas A r t i g o 2 2 . c) 3 / 4 d a s m u l t a s a p l i c a d a s d e a c o r d o c o m a p r e s e n t e tei. e ) subvenção d o s g o v e r n o s . Artigo 23 . ( * * ) . a c r e s c i d a d e 2 0 % ( v i n t e p o r c e n t o ) d em o r a .O p r o f i s s i o n a l d e farmácia. 7 2 4 / 7 1 ( * * ) A l t e r a d o pela Lei 6 . b) 3 / 4 das a n u i d a d e s .A s e m p r e s a s q u e e x p l o r a m serviços p a r a o s q u a i s são necessárias a t i v i d a d e s p r o f i s s i o n a i s farmacêuticas estão i g u a l m e n t e s u j e i tas a o p a g a m e n t o d e u m a a n u i d a d e . q u a n d o f o r a desse p r a z o .A s e m p r e s a s e e s t a b e l e c i m e n t o s q u e e x p l o r a m serviços p a r a o s q u a i s são necessárias a t i v i d a d e s d e p r o f i s s i o n a l farmacêutico d e v e rão p r o v a r . p e r a n t e o s C o n s e l h o s F e d e r a l e R e g i o n a i s .Constitui renda d o Conselho Federal o seguinte: a) 1 / 4 d a t a x a d e expedição d e c a r t e i r a p r o f i s s i o n a l .A renda d e cada C o n s e l h o seguinte: a) R e g i o n a l será constituída d o 3 / 4 d a t a x a d e expedição d e c a r t e i r a p r o f i s s i o n a l . o u d o s órgãos autárquicos o u d o s p a raestatais.

q u e serão cabíveis n o c a s o d e t e r c e i r a f a l t a e o u t r a s s u b s e q u e n t e s . já t e n h a m s i d o três v e z e s c o n d e n a d o s d e f i n i t i v a m e n t e a p e n a s d e suspensão. d e incontinência pública e e s c a n d a l o s a o u d e e m b r i a g u e z h a b i t u a l .d e m u l t a d e C r $ 5 0 0 . 0 0 ( c i n c o m i l c r u z e i r o s ) . A r t i g o 2 9 .e ) subvenções d o s g o v e r n o s . C A P I T U L O IV Das Penalidades e sua Aplicação Artigo 28 . f) 3 / 4 d a r e n d a d a s certidões. II . 0 0 0 .O poder de punir disciplinarmente compete. A r t i g o 3 0 . a i n d a que e m Conselhos Regionais diversos. I V .C a d a C o n s e l h o R e g i o n a l destinará 1 / 4 d e s u a r e n d a líquida à formação d e u m f u n d o d e assistência a s e u s m e m b r o s n e c e s s i t a d o s .s e líquida a r e n d a t o t a l c o m a só dedução d a s d e s p e s a s d e p e s s o a l e e x p e d i e n t e .A jurisdição d i s c i p l i n a r . e a o s q u e . (*) A l t e r a d o pela Lei 5 .A s p e n a l i d a d e s d i s c i p l i n a r e s serão a s s e g u i n t e s : I .d e eliminação q u e será i m p o s t a a o s q u e p o r v e n t u r a h o u v e r e m p e r d i d o alguns dos requisitos dos artigos 1 5 e 1 6 para fazer parte d o C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia. não d e r r o g a a jurisdição c o m u m .d e suspensão d e 3 (três) m e s e s a u m a n o . a o Conselho Regional e m que o faltoso estiver inscrito a o t e m p o d o f a t o punível e m q u e i n c o r r e u . c h a m a n d o a atenção d o culpado para o ato b r a n d a m e n t e n o p r i m e i r o caso. q u a n d o o f a t o c o n s t i t u a c r i m e p u n i d o e m lei. e s t a b e l e c i d a n o a r t i g o a n t e r i o r . 7 2 4 / 7 1 168 . s e n d o . § 2 ? .d e advertência o u c e n s u r a . q u e será i m p o s t a p o r m o t i v o d e f a l t a g r a v e . o u d o s órgãos autárquicos o u d o s p a raestatais. s e não f o r e n c o n t r a d o o u s e d e i x a r o processo à revelia. ( * ) I I I . a juízo d o C o n s e l h o R e g i o n a l a q u e p e r t e n c e r o f a l t o s o . g) qualquer renda eventual. q u a n d o inválidos o u e n f e r m o s .l h e d a d o d e f e n s o r . v e r b a l m e n t e o u p o r ofício d o P r e s i d e n t e d o C o n s e l h o R e g i o n a l . aplicável p e l o C o n s e l h o R e g i o n a l e m q u e e s t i v e r i n s c r i t o o f a l t o s o . energicamente e c o m o e m p r e g o da palavra " c e n s u r a " n o segundo. i n c l u s i v e a o s q u e f o r e m c o n v e n c i o n a d o s p e r a n t e o C o n s e l h o F e d e r a l d e Farmácia o u e m juízo. § 1 ? . c o m exclusividade. audiência d o a c u s a d o . p o r f a l t a s g r a v e s . 0 0 ( q u i n h e n t o s c r u z e i r o s ) a C r $ 5 . §1°À deliberação d o C o n s e l h o precederá s e m p r e .P a r a o s e f e i t o s d o d i s p o s t o n o parágrafo s u p r a c o n s i d e r a . a p l i c a d a s e m p u b l i c i d a d e . d e pronúncia c r i m i n a l o u d e prisão e m v i r t u d e d e sentença.

a n u a l m e n t e .s e . d e s d e q u e .O s Presidentes d o Conselho Federal e d o s Conselhos R e g i o n a i s d e Farmácia prestarão.A prestação d e c o n t a s d o s P r e s i d e n t e s d o s C o n s e l h o s R e g i o n a i s será f e i t a a o r e f e r i d o T r i b u n a l p o r intermédio d o C o n s e l h o F e d e r a l d e Farmácia. s e j a p e l a a p r e s e n tação d e títulos. § 1 ? .p r o f i s s i o n a l p a r a farmácia d e s u a p r o p r i e d a d e .Cabe a o s Presidentes p e l a prestação d e c o n t a s . Parágrafo único .S a l v o exceção p r e v i s t a n e s t e n a m e n t o s para quaisquer outras finalidades. e m q u e o e f e i t o será s u s p e n s i v o . A r t i g o 3 3 . n a d a t a d a vigência d e s t a l e i . s a l v o n o s c a s o s d o s números I I I e I V d e s t e a r t i g o .O s l i c e n c i a d o s . passarão a d e n o m i n a r . porém. e m t o d o território n a c i o n a l . já h a b i l i t a d o s n a f o r m a d e l e i . são p r o i b i d o s provisio- .D a imposição d e q u a l q u e r p e n a l i d a d e caberá r e c u r s o . p a r a o C o n s e l h o F e d e r a l .O s práticos e o f i c i a i s d e farmácia.§ 2 ? . c o n t a d o s d a ciência. § 1 ? . poderão s e r p r o v i s i o n a d o s p a r a a s s u m i r e m a r e s p o n s a b i l i d a d e técn i c o . práticos h a b i l i t a d o s . c e r t i f i c a d o s o u c a r t a s r e g i s t r a d a s n o Ministério d a Educação e C u l t u r a . será f e i t a . o u D e p a r t a m e n t o s E s t a d u a i s .A prestação d e c o n t a s d o P r e s i d e n t e d o C o n s e l h o F e d e r a l será f e i t a d i r e t a m e n t e a o r e f e r i d o T r i b u n a l após aprovação d o C o n s e l h o . s e n d o . o s r e s p e c t i v o s c e r t i f i c a d o s d e habilitação t e n h a m s i d o e x p e d i d o s há m a i s d e 6 ( s e i s ) a n o s p e l o Serviço N a c i o n a l d e Fiscalização d a M e d i c i n a o u p e l a s repartições sanitárias c o m p e t e n t e s d o s E s t a d o s e T e r ritórios. s e j a m e d i a n t e p r o v a d e r e g i s t r o n a repartição c o m p e t e n t e . n o p r a z o d e 3 0 ( t r i n t a ) d i a s . " o f i c i a l d e farmácia". 169 a r t i g o . CAPITULO V D a Prestação d e Contas Artigo 31 . § 3 ?. s e m e f e i t o s u s p e n s i v o . s u a s c o n t a s p e r a n t e o T r i b u n a l d e C o n t a s d a União.A inscrição d o s p r o f i s s i o n a i s e práticos já r e g i s t r a d o s n o s órgãos d e Saúde Pública n a d a t a d e s t a l e i .l h e s . e s u a condição d e proprietários d e farmácia d a t e d e m a i s d e 1 0 ( d e z ) a n o s . v e d a d o o exercício d a s d e m a i s a t i v i d a d e s p r i v a t i v a s d a profissão d e farmacêutico. d e cada Conselho a responsabilidade CAPITULO VI Das Disposições Gerais e Transitórias A r t i g o 3 2 . § 2 ? . d i p l o m a s .

§ 1 ? . a s o r t e i o d o s c o n s e l h e i r o s f e d e r a i s q u e deverão e x e r c e r o m a n d a t o p o r u m . n o I n s t i t u t o d e Previdência e A s s i s tência d o s S e r v i d o r e s d o E s t a d o ( I P A S E ) .e l e i t o r .Poderão s e r p r o v i s i o n a d a s . q u e deverá s e r . p r o m o v e r p e r a n t e o Juízo d a F a z e n d a Pública. § 3 ? .O p a g a m e n t o d a p r i m e i r a a n u i d a d e deverá s e r f e i t o p o r ocasião d a inscrição n o C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia. ( * ) A r t i g o 3 4 .O s C o n s e l h o s R e g i o n a i s poderão. p a r a e f e i t o d e previdência s o c i a l . § 2 ? . Indústria e Comércio e s e constituirá d o s d e l e g a d o s . e m c o n f o r m i d a d e c o m o a r t i g o 2 ? d o Decreto-lei n ? 3 . o b r i g a t o r i a m e n t e . A r t i g o 3 8 . A r t i g o 3 6.O C o n s e l h o F e d e r a l d e Farmácia procederá e m s u a p r i m e i r a reunião. e m e d i a n t e p r o c e s s o d e e x e c u t i v o f i s c a l . § 3 ? .A assembleia que se realizar para a escolha dos m e m b r o s d o p r i m e i r o C o n s e l h o F e d e r a l d e Farmácia será p r e s i d i d a p e l o C o n s u l t o r Técnico d o Ministério d o T r a b a l h o . tomará a s providências necessárias à realização d a a s s e m b l e i a d e que cogita este artigo. 3 4 7 .A Federação d a s Associações d e Farmacêuticos d o B r a s i l . c o m m a i s d e 1 ( u m ) a n o d e existência l e g a l n o País. a o s e u r e g i s t r o prévio p e r a n t e a Federação d a s Associações d e Farmacêuticos d o B r a s i l m e d i a n t e a apresentação d e s e u s e s t a t u t o s e m a i s d o c u m e n t o s j u l g a d o s necessários. d e verão p r o c e d e r .§ 2 ? . A r t i g o 3 7 . a cobrança d a s p e n a l i d a d e s e a n u i d a d e s p r e v i s t a s p a r a a e x e cução d a p r e s e n t e l e i . 4 1 0 / 6 8 . d e a c o r d o c o m o C o n s u l t o r . a s Irmãs d e C a r i d a d e q u e f o r e m responsáveis técnicas d e farmácias p e r t e n c e n t e s o u a d m i n i s t r a d a s p o r Congregações R e l i g i o s a s . Indústria e Comércio. d o i s o u três a n o s .Não gozará d o benefício c o n c e d i d o n e s t e a r t i g o o prático o u o f i c i a l d e farmácia e s t a b e l e c i d o c o m farmácia s e m a satisfação d e t o d a s a s exigências l e g a i s o u r e g u l a m e n t a r e s v i g e n t e s n a d a t a d a publicação d e s t a lei. p a r a o b t e r e m s e u s d i r e i t o s d e representação n a a s s e m b l e i a a q u e s e r e f e r e e s t e a r t i g o . ( * * ) A r t i g o 3 5 .C a d a s i n d i c a t o o u associação indicará u m único d e l e g a d o . n o s t e r m o s d e s t e a r t i g o . farmacêutico e n o p l e n o g o z o d e s e u s direitos. p o r p r o c u r a d o r e s s e u s .O p e s s o a l a serviço d o s C o n s e l h o s d e Farmácia será i n s c r i t o . de 12 de j u n h o de 1 9 4 1 . A r t i g o 3 9 .Técnico d o Ministério d o T r a b a l h o . n o p r a z o d e 6 0 ( s e s s e n t a ) d i a s . (**) O r e g i m e previdenciário d o p e s s o a l a serviço d o s C o n s e l h o s P r o f i s s i o nais passou a ser r e g u l a d o pela Lei 5 .O s casos pelo Conselho Federal omissos verificados nesta l e i serão resolvidos d e Farmácia. e l e i t o s e m a s s e m b l e i a s d a s respectivas entidades p o r v o t o secreto e segundo as formalidades estabelec i d a s p a r a a e s c o l h a d e s u a s d i r e t o r i a s o u órgãos d i r i g e n t e s .e l e i t o r e s d o s s i n d i c a t o s e associações d e farmacêuticos.O s s i n d i c a t o s o u associações d e farmacêuticos. E n q u a n t o não f o r v o t a d o o Código (*) Acréscimo d a L e i 4 . 170 . 8 1 7 / 6 5 .

A p r e s e n t e l e i entrará e m v i g o r .s e u m a reeleição c o n s e c u t i v a . A r t .O s c a r g o s e l e t i v o s serão e x e r c i d o s p o r b r a s i l e i r o s e s e u s m a n d a t o s serão g r a t u i t o s . c) Comissões. Brasília. e n t r e t a n t o . d e s i g n a d o a b r e v i a d a m e n t e p e l a s i g l a C F F .d e D e o n t o l o g i a Farmacêutica. 171 . o s C o n s e l h o s R e g i o n a i s d e F a r mácia. c r i a d o s e o r g a n i z a d o s d e a c o r d o c o m a L e i 3 . c u j o t í t u l o será e n t r e g u e a o f i n a l do mandato.São órgãos e x e c u t i v o s d o C F F .A s relações d e t r a b a l h o d o p e s s o a l a serviço d o C F F s e rão r e g i d a s p e l a Consolidação d a s L e i s d o T r a b a l h o . p e r s o n a l i d a d e jurídica d e d i r e i t o público. b) Diretoria. d e s i g n a d o s a b r e v i a d a m e n t e p e l a s i g l a C R F . 2 ? .O C F F compreende nados por este R e g i m e n t o : a) Plenário. A r t i g o 4 0 . m e r a m e n t e honoríficos. discipli- A r t . a u t o n o m i a a d m i n i s t r a t i v a e f i n a n c e i r a e jurisdição s o b r e t o d o o território n a c i o n a l . 1 2 0 ( c e n t o e v i n t e ) d i a s d e p o i s d e s u a publicação. 3? . r e c o n h e c i d o s . e m t o d o o território n a c i o n a l . 1 ? . JUSCELINO KUBITSCHEK S. p e r r r i i t i n d o . Paes de Almeida Clóvis Salgado Allyrio Sales Coelho Pedro Paulo Penido R E G I M E N T O I N T E R N O DO C F F CAPITULO I Da Organização A r t . r e v o g a d a s a s d i s p o sições e m contrário.O C o n s e l h o F e d e r a l d e Farmácia. 8 2 0 / 6 0 e a s resoluções c o m p l e m e n t a r e s d o Órgão Federal Art. Parágrafo único . A r t . c o m o serviços r e l e v a n t e s à profissão. o s s e g u i n t e s órgãos i n t e r n o s . prevalecerão e m c a d a C o n s e l h o R e g i o n a l a s praxes reconhecidas pelos m e s m o s . e m 1 1 d e n o v e m b r o d e 1 9 6 0 . 5 ? . c o m p e r s o n a l i d a d e juríd i c a e a u t o n o m i a n a s r e s p e c t i v a s jurisdições. t e m s e d e n o D i s t r i t o F e d e r a l . 1 3 9 ? d a Independência e 7 2 ? d a República.o m a n d a t o d o s C o n s e l h e i r o s será d e 3 (três) a n o s . 4 ? .

f a l t a r s e m j u s t i f i c a t i v a a 6 ( s e i s ) reuniões.D a s reuniões. até o mínimo d e 7 ( s e t e ) . A r t . 9 ? . r e n o v a n d o . s u a natureza e a pauta dos trabalhos. 7 ( s e t e ) C o n s e l h e i r o s . p o r s i o u m e d i a n t e solicitação e s c r i t a d e . 1 0 . o P r e s i d e n t e d o C F F convocará n o v a s eleições p a r a a recomposição d o P l e nário. § 1 ? .O Plenário d o C F F c o n s t i t u i .A convocação d o Plenário c o m p e t e a o P r e s i d e n t e . 1 / 3 ( u m terço) d o s C o n s e l h e i r o s e f e t i v o s . A r t . reger-se-ão p o r e s s a s normas § 2 ? .s e d e 1 2 ( d o z e ) m e m b r o s e f e t i v o s e 3 (três) s u p l e n t e s . s a l v o n o s c a s o s d a alínea " g " d o a r t i g o 6 ? e d o parágraf o único d o a r t i g o 8 ? d a L e i 3 . 8? O Conselheiro efetivo que. lavrar-se-á a t a a s s i n a d a p o r t o d o s o s p r e s e n t e s . a convocação far-se-á p o r v i a telegráfica. d e v e n d o s e r e n v i a d a cópia a o s C o n s e l h e i r o s F e d e rais e aos C R F s . o § 1 .s e a p r o v a d a s p o r m a i o r i a s i m p l e s d o s p r e s e n t e s . reduzido o prazo a . até 1 5 d i a s a n t e s d a reunião. § 2 ? .A convocação indicará a d a t a . d e janeir o a d e z e m b r o . 6 ? . § 2 ? . 172 . §3?N a hipótese d e q u o r u m i g u a l o u i n f e r i o r a o p r e v i s t o n o § 2 ? . As no § 3 ? . c o n f i r m a d a a remessa. pelo m e n o s . a s e r f e i t a p o r c a r t a r e g i s t r a d a o u p r o t o c o l a d a . q u e e x i g e m o v o t o favorável* d e 8 (oito) Conselheiros. resoluções serão e n c a m i n h a d a s p e l o P r e s i d e n t e d o C F F p a r a publicação Diário O f i c i a l d a União. d o orçamento p a r a o exercício s e g u i n t e e d o relatório a n u a l d a D i r e t o r i a .A s deliberações c o n s i d e r a m . até o f i n a l d o exercício. Art. durante 1 (um) ano.C A P I T U L O II Do Plenário A r t . a s s i m c o m o n a s e g u n d a q u i n z e n a d e d e z e m b r o p a r a a p o s s e d o s n o v o s m e m b r o s e l e i t o s . 7 ? . p e l o m e n o s . p e l o s u p l e n t e q u e t e n h a m a i o r t e m p o d e m a n d a t o já c u m p r i d o .s e a n u a l m e n t e p e l o terço e d e l i b e r a n d o c o m a presença d e . s e n d o substituído. A r t . terá a u t o m a t i c a m e n t e a p e r d a d o m a n d a t o . n o m í n i m o . 4 (quatro) dias.A s a t a s d a s reuniões Plenárias serão d a t i l o g r a f a s e a s s i n a d a s p o r t o d o s o s p r e s e n t e s .N a f a l t a d e suplentes para p r e e n c h e r as vagas o c o r r i d a s . 8 2 0 / 6 0 . §1?A s reuniões Plenárias d o C F F e p o r R e g u l a m e n t o próprio. eleição e posse da D i r e t o r i a . d e n t r o d o p r a z o máximo d e 1 5 ( q u i n z e ) d i a s .O Plenário d o C F F reunir-se-á o r d i n a r i a m e n t e n o s p r a z o s d a l e i p a r a aprovação d a s c o n t a s d o exercício a n t e r i o r . m a s s o m e n t e terão d i r e i t o a v o t o q u a n d o estiver substituindo Conselheiro efetivo. h o r a e l o c a l d a reunião. o C o n s e l h o funcionará c o m o s m e m b r o s r e s t a n t e s .E m c a s o d e urgência.O s s u p l e n t e s deverão c o m p a r e c e r às reuniões d o Plenário e d i s c u t i r a matéria s u b m e t i d a a e x a m e .

A r t . 1 2 .P r e s i d e n t e .C o m p e t e aos Conselheiros: I . 1 1 . p e r m i t i n d o . d e s d e q u e o s v a l o r e s u l t r a p a s s e m a 2 0 v e z e s o m a i o r v a l o r d e referência. poderá a i n d a o C F F r e u n i r . n o s t e r m o s d e s t e R e g i m e n t o . A r t .Além d a s atribuições p r e v i s t a s n o a r t . s e m p r e q u e c o n v o c a d a s .A s c o n t a s d o exercício a n t e r i o r e orçamento d a r e c e i t a e d e s p e s a p a r a o exercício s e g u i n t e serão a p r e c i a d a s p e l a Comissão d e T o m a d a d e C o n t a s a n t e s d e s e r e m s u b m e t i d a s a o Plenário.Parágrafo único .A eleição. d o s debates e deci- I I . c u j a gestão s e iniciará n o d i a p r i m e i r o d e c a d a a n o . 1 5 . n o s t e r m o s d o parágrafo único d o a r t i g o 8 ? d a Lei 3 . 1 4 . c o m m a n d a t o d e u m a n o . r e s p e i t a d a s a s disposições l e g a i s v i gentes. Secretário-Geral e T e s o u r e i r o . proceder-se-á reunião ordinária e m q u e t o m a r e m p o s s e o s n o v o s C o n s e l h e i r o s . as deci- § 2 ? . devidamente justificada.C o m p e t e a o s D i r e t o r e s t o r n a r e f e t i v a s a s decisões d a D i r e t o r i a .A D i r e t o r i a .A D i r e t o r i a será c o m p o s t a p o r C o n s e l h e i r o s e f e t i v o s .E x e r c e r a s funções p a r a a s q u a i s f o r e m designados. constituída d e P r e s i d e n t e . I V . p a r t i c i p a r d i r s o b r e a s s u n t o s p e r t i n e n t e s a o Plenário. 1 3 . p o r escrutínio s e c r e t o .Participarão d a eleição d a D i r e t o r i a .A suspensão d e decisão d o C F F p e l o P r e s i d e n t e o b r i g a . p r a t i c a n d o o s a t o s d e administração n a s áreas d e s u a s atribuições. na mesma § 2 ? . empréstimos e convénios.R e l a t a r o s p r o c e s s o s q u e l h e s f o r e m distribuídos. § 1 ? .A s reuniões extraordinárias realizar-se-ão. A r t . § 1 ? . é o órgão c o i e g i a d o e x e c u t i v o d o C o n s e l h o . 173 . E m caráter e v e n t u a l . I I I . A r t . 1 6 . m e diante proposta escrita. V i c e . 6 ? d a L e i 3 . c o m p e t e também a o Plenário: a ) R e s o l v e r s o b r e c o n t r a t o s .C o l a b o r a r c o m a c l a s s e e m questões d e i n t e r e s s e específico.C o m p a r e c e r às reuniões Plenárias. A r t .o à convocação d o Plenário.A D i r e t o r i a t e m p o r função c u m p r i r e f a z e r c u m p r i r sões d o Plenário. 8 2 0 / 6 0 .s e n a jurisdição d e u m C o n s e l h o R e g i o n a l .s e u m a reeleição c o n s e c u t i v a p a r a o m e s m o cargo. d e s d e q u e r e p r e s e n t a n d o a a u t a r q u i a . C A P I T U L O III Da Diretoria A r t . o s c o m p o n e n t e s d o n o v o Plenário. b) Resolver sobre viagens e gastos d e C o n s e l h e i r o s para o e x t e r i o r . 8 2 0 / 6 0 .

§ 1 ? . j u n t a m e n t e c o m o T e s o u r e i r o . d a s Plenárias e a reunião G e r a l d o s C o n s e l h o s d e Farmácia. o r d i n a r i a m e n t e .a s . c u j o o b j e t i v o não s e j a a b r a n g i d o p e l o d i s p o s t o n a l e t r a a n t e r i o r e . e) nomear f) m a n d a r i n s t a u r a r inquéritos. u m a v e z p o r mês. v e t a n d o .A D i r e t o r i a reunir-se-á. e . o v o t o de qualidade. c) Conselhos c u m p r i r e f a z e r c u m p r i r a s decisões d o Plenário. i n c l u s i v e procurações. § 2 ? . e convocando-o n ) n o m e a r o s m e m b r o s d a s Comissões A s s e s s o r a s p a r a o e s t u d o d e assuntos administrativos e profissionais. relatores e revisores d e processos e n c a m i n h a d o s a o C F F .A D i r e t o r i a deliberará p o r m a i o r i a d e v o t o s . 1 8 . às resoluções d o C F F . 1 7 . d e m i t i r e p u n i r o p e s s o a l necessário a o s serviços d o C F F . e x t r a o r d i n a r i a m e n t e . g) r e p r e s e n t a r o C F F . d a s reuniões g e r a i s d o s C o n s e l h o s d e Farmácia e a s A s s e m b l e i a s G e r a i s E l e i t o r a i s . j u n t a m e n t e c o m o Secretário-Geral. Art. m ) s u s p e n d e r a s decisões d o Plenário. a s reuniões G e r a i s d o s d e Farmácia e a s A s s e m b l e i a s G e r a i s E l e i t o r a i s .A s a t a s d a s reuniões d a D i r e t o r i a serão d a t i l o g r a f a d a s e a s s i n a d a s p e l o P r e s i d e n t e e Secretário-Geral.A o P r e s i d e n t e .A r t . f i r m a n d o o s a t o s d e s u a b ) c o n v o c a r a s reuniões Plenárias. a d o t a n d o providências compatíveis c o m s u a s atribuições e o s i n t e r e s s e s d a p r o fissão. p e l a s u a n a t u r e z a .Compete especialmente: I . c o m aprovação d a D i r e t o r i a . I) a s s i n a r a correspondência q u e .além d a r e s p o n s a b i l i d a d e a d m i n i s t r a t i v a e f i n a n ceira d o C F F e d o c o n t a t o p e r m a n e n t e c o m o s Conselheiros Federais e o s CRFs: a) d a r c u m p r i m e n t o execução. o r g a n i z a d o de a c o r d o c o m a n o r m a t i v a e x i s t e n t e . a s a t a s d a s reuniões Plenárias. con- j ) a s s i n a r q u a i s q u e r d o c u m e n t o s . c a b e n d o a o P r e sidente. i n c l u s i v e j u d i c i a i s . h ) a d m i t i r . d e v a s e r s u b s crita pelo Presidente. d e v e n d o s e r e n v i a d a cópia a o s C o n selheiros Federais. p e r a n t e a u t o r i d a d e s e órgãos públicos. o ) p r e s t a r c o n t a s d o exercício f i n a n c e i r o a n t e r i o r a o Plenário d o C F F . n o caso de e m p a t e . d ) p r e s i d i r a s reuniões d a D i r e t o r i a . e n c a m i n h a n d o o p r o c e s s o r e l a t i v o a o órgão c o m p e t e n t e . a t i v a o u p a s s i v a m e n t e . n o p r a z o de 3 0 (trinta) dias para deliberar sobre o v e t o . i) a s s i n a r . 174 . n o p r a z o previsto. o u d e s i g n a r r e p r e s e n t a t i v a m e n t e . t o d o s o s d o c u m e n t o s táveis q u e e n v o l v a m d i r e i t o s o u obrigações d o C F F . p o r convocação d o P r e s i d e n t e .

c) e x e c u t a r a s atribuições q u e l h e f o r e m o u t o r g a d a s p e l a D i r e t o r i a . p a r a a t e n d i m e n t o d a s disposições e m v i g o r .além d a gestão d o s serviços a d m i n i s t r a tivos internos: a ) s e c r e t a r i a r a s reuniões Plenárias. além d e p r e p a r a r o orçamento a n u a l e e l a b o r a r a s c o n t a s d o exercício. s u c e d e n d o . s u a s a t a s e decisões e p r o v i d e n c i a n d o a r e s p e c t i v a publicação. f i r m a n d o c o m o P r e s i d e n t e o s a t o s d e nomeação d o p e s s o a l necessário à execução d o s serviços d a Secretaria.p ) a p r e s e n t a r a o Plenário d o C F F o relatório d a gestão. e) p r o v i d e n c i a r o c u m p r i m e n t o d o s a t o s n o r m a t i v o s d o s órgãos c o m - petentes. d ) e x a m i n a r o s p r o c e s s o s d e prestação d e c o n t a s d o s C o n s e l h o s R e g i o n a i s . o u d e s o n e r e m t e r c e i r o s d e obrigação f i n a n c e i r a p a r a c o m e l e . b e m c o m o a correspondência relativa ao setor. substituir o P r e s i d e n t e n o s seus i m p e d i m e n t o s e ausências o c a - b) substituir o P r e s i d e n t e . j u n t a m e n t e c o m o P r e s i d e n t e . d a D i r e t o r i a e a reunião G e r a l d o s C o n s e l h o s d e Farmácia. b ) a s s i n a r . t o d o s o s d o c u m e n t o s d e conteúdo económico q u e i m p o r t e m e m r e s p o n s a b i l i d a d e p a r a o C F F .A o Secretário-Geral . q u e deverá a c o m p a n h a r o p r o c e s s o d e prestação d e c o n t a s . I I I . e m caso de vaga. a p r o p o s t a orçamentária p a r a o exercício s e g u i n t e .além d a gestão f i n a n c e i r a d o C F F : a ) f i s c a l i z a r a arrecadação d a r e c e i t a e a realização d a d e s p e s a .A o T e s o u r e i r o . c o n t r a t o s . q u a n d o f o r o c a s o . e) r e s p o n d e r p e l o e x p e d i e n t e d o C F F . q ) c o m p e t e n t e . a s a t a s d a s reuniões P l e nárias. c) conferir a demonstração m e n s a l d a s r e n d a s r e c e b i d a s p e l o CFF. j u n t a m e n t e c o m o P r e s i d e n t e . o cadastro d o s profissionais inscritos assim c o m o s u a d ) e l a b o r a r o relatório a n u a l d a D i r e t o r i a . títulos e q u a i s q u e r o u t r o s papéis.o n o restante d o m a n d a t o . f) substituir o Vice-Presidente e o T e s o u r e i r o n o s seus t o s e ausências o c a s i o n a i s . e n o p r a z o t o . f) previs- z e l a r p e l a observância d e s t e R e g i m e n t o .A o V i c e . II . e l a b o r a n d o s e u s a t o s preparatórios. i n c l u s i v e c h e q u e s . g) executar a s atribuições q u e l h e f o r e m outorgadas impedimen- pela Direto- ria I V . 175 . a p r o v a d a p e l o Plenário d o C F F .P r e s i d e n t e : a) sionais. b) assinar. c) o r g a n i z a r publicação. d a D i r e t o r i a e d a reunião G e r a l d o s C o n s e l h o s d e Farmácia .

c u j a s funções serão honoríficas.Competirá a c a d a Comissão a s s e s s o r a r a D i r e t o r i a n a q u i l o q u e l h e f o r s o l i c i t a d o . a Comissão o fará p o r e s c r i t o e m e d i a n t e a t o t a l i d a d e dos seus m e m b r o s . 2 1 . p e r i o d i c a m e n t e . a critério d a D i r e t o r i a . será constituída n o m í n i m o d e 3 (três) farmacêuticos d e r e c o n h e c i d a i d o n e i d a d e m o r a l e p r o f i s s i o n a l . h) executar a s atribuições q u e l h e f o r e m o u t o r g a d a s p e l a Diretoria. Parágrafo único . a fixação d a s atribuições d e c a d a CAPITULO V D a Reunião G e r a l d o s C o n s e l h o s d e Farmácia A r t . licença o u o u t r a s c a u s a s s u p e r v e n i e n t e s .C Q P F Comissão d e Uniformização d e J u l g a d o s . A r t .C E F Comissão d e Legislação e Regulamentação .C L R Comissão d e Questões P r o f i s s i o n a i s Farmacêuticas . r e p r e s e n t a n d o serviços r e l e v a n t e s à C l a s s e Farmacêutica.0 a f a s t a m e n t o d o s d i r e t o r e s d o C F F .O C F F . quer A r t .C U J Parágrafo único . e m q u a l E s t a d o d a Federação.A s Comissões d e T r a b a l h o terão s e u s c o m p o n e n t e s n o m e a d o s p e l a D i r e t o r i a .A o o p i n a r s o b r e a s s u n t o s q u e l h e s f o r e m s u b m e t i d o s p a r a e s t u d o . c u j o P r e s i d e n t e será d e s i g n a d o p e l a D i r e t o r i a . e m c o n j u n t o o u i s o l a d a m e n t e . A r t . deverá s e r f o r m a l i z a d o p o r e s c r i t o e s u b m e t i d o à aprovação d a D i r e t o r i a . se p r o n u n c i a r e m n o m e d o C E F . p o r férias. constituída 176 .O C F F . d e m a n d a d o c o i n c i d e n t e c o m o d a D i r e t o r i a . 2 5 . CAPITULO I V D a s Comissões A s s e s s o r a s A r t . 2 4 . n a s questões específicas a e l a s a t i n e n t e s . não p o d e n d o s e u s m e m b r o s .C a d a Comissão. A r t . A r t .C D P Comissão d e E n s i n o Farmacêutico . g) substituir o Secretário-Geral n o s seus i m p e d i m e n t o s e ausências ocasionais. 1 9 . m e d i a n t e convocação d e s e u P r e s i d e n t e .Competirá à D i r e t o r i a Comissão d e T r a b a l h o .f ) p r o p o r e f i r m a r c o m o P r e s i d e n t e o s a t o s d e nomeação d o p e s s o a l necessário à execução d o s serviços d a T e s o u r a r i a . u m serviço a u x i l i a r d e S e c r e t a r i a e T e s o u r a r i a .A D i r e t o r i a será a s s e s s o r a d a p o r 5 ( c i n c o ) Comissões d e T r a b a l h o . 2 3 . 2 0 . a s a b e r : Comissão d e Divulgação e P u b l i c i d a d e . poderá i n s t a l a r . 2 2 . realizará u m a reunião G e r a l d o s C o n s e l h o s d e Farmácia.

A cédula d e i d e n t i d a d e p r e v i s t a e m a t o específico d o C F F também obedecerá a m o d e l o u n i f o r m e . v a l e n d o c o m o p r o v a d e i d e n t i d a d e e h a b i l i t a n d o a o exercício p r o f i s s i o n a l . c u j a cópia será e n v i a d a a o s C R F s r e s p e c t i v o s p a r a c u m p r i m e n t o . o u seus r e p r e s e n t a n t e s d e v i d a m e n t e c r e d e n c i a d o s . 2 9 .É permitido à parte interessada p o r si o u p o r p r o c u r a d o r l e g a l m e n t e h a b i l i t a d o . §1?.A C a r t e i r a P r o f i s s i o n a l .O s r e c u r s o s a d m i n i s t r a t i v o s o u d i s c i p l i n a r e s serão j u l g a d o s p e l o C F F e m s u a p r i m e i r a reunião Plenária. s e n d o o acórdão p u b l i c a d o n o Diário O f i c i a l d a União. 2 7 . Parágrafo único .Não Farmacêuticos. 2 8 . f i x a d o p e l o C F F . C A P I T U L O V\\ Da Carteira Profissional e da Cédula de Identidade Profissional A r t . 2 6 .A reunião G e r a l d o s C o n s e l h o s d e Farmácia será r e g i d a p o r r e g u l a m e n t o próprio.Farmacêutico Q u a d r o I I .O s q u a d r o s p r o f i s s i o n a i s são o s s e g u i n t e s : Q u a d r o I . o b e d e cerá a m o d e l o u n i f o r m e e m t o d o o território n a c i o n a l . acompanhar o julgamento. A r t .p o r Conselheiros Federais e Presidentes d e C o n s e l h o s R e g i o n a i s . A q u e l e s a u t o r i z a d o s p o r l e i a o e x e r cício d e a l g u m a a t i v i d a d e farmacêutica. p a r a o e s t u d o d e questões p r o f i s sionais de interesse nacional. 177 . § 2 ? . CAPITULO VIII Dos Quadros e Cadastro A r t . Parágrafo único . c o m a indicação d o q u a d r o e m q u e s e a c h a i n s c r i t o e dós d i r e i t o s q u e c o m p e t e m a o s e u d e t e n t o r .S o m e n t e a o s inscritos n o s quadros profissionais d o s Con- s e l h o s R e g i o n a i s será p e r m i t i d o o exercício d e atividades profissionais. n o c a s o d e a p l i cação p e l o C o n s e l h o R e g i o n a l d a s p e n a l i d a d e s d e suspensão o u eliminação. n o s termos a lei. CAPITULO VI Dos Recursos Administrativos e Disciplinares A r t .A interposição d e r e c u r s o s terá e f e i t o s u s p e n s i v o . c u m p r i n d o p r e l i m i n a r m e n t e o r i t o p r o c e s s u a l .

O s s u p l e n t e s substituirão o s e f e t i v o s n a hipótese d e ausência.A aquisição. reu- A P R O V A D O p e l a Resolução n ? 1 7 1 . 3 7 . 8 7 8 / 8 1 .A s e m p r e s a s o u e s t a b e l e c i m e n t o s p a r a a s q u a i s são n e c e s sárias a t i v i d a d e s p r o f i s s i o n a i s farmacêuticas e a q u e l a s c u j a r e s p o n s a b i l i d a d e técnica s e j a e x e r c i d a p o r farmacêutico.O s casos o m i s s o s n a L e i 3 . § 1 ? .Não poderá u l t r a p a s s a r o máximo d e 8 ( o i t o ) niões p o r mês. p a r a e x a m e e p a r e c e r s o b r e a s c o n t a s d a D i r e t o r i a . 3 3 . alienação o u oneração d e b e n s imóveis d o patrimônio d o C F F d e p e n d e m d e autorização e x p r e s s a d o Plenário.O C F F remeterá a o órgão c o m p e t e n t e . Parágrafo único .O C F F remeterá t r i m e s t r a l m e n t e a o s C o n s e l h e i r o s F e d e r a i s e f e t i v o s e s u p l e n t e s . A r t . n o mínimo. e x i g i n d o a deliberação o v o t o favoráv e l d e . A r t . 3 2 . o s C o n s e l h e i r o s e f e t i v o s e s u p l e n t e s poderão r e c e b e r " J E T O N " . q u e serão s u b m e t i d a s à aprovação d o Plenário. d e n t r e s e u s C o n s e l h e i r o s s e m c a r g o n a D i r e t o r i a . d e a c o r d o c o m p r e c e i t o l e g a l .A r t . 3 0 .A s empresas o u estabelecimentos d e q u etrata o artigo anter i o r são a q u e l a s d e f i n i d a s n o s a r t i g o s 1 ? e 2 ? d o D e c r e t o n ? 8 5 .O C F F elegerá. § 2 ? . 3 6 . f i c a m o b r i g a d a s a r e g i s t r o . Parágrafo único . 8 ( o i t o ) C o n s e l h e i r o s . 0 3 . n o s p r a z o s t o s . as empresas e o s estabelecimentos deverão a p r e s e n t a r o s d o c u m e n t o s q u e f o r e m p r e v i s t o s e m disposição própria.s e o s e s t a b e l e c i m e n t o s farmacêut i c o s d§ repartições g o v e r n a m e n t a i s ( f e d e r a i s .Para o registro. s u a s c o n t a s e as d o s C o n s e l h o s R e g i o n a i s . A r t . CAPITULO X D a s Disposições G e r a i s e Transitórias A r t . d e 3 0 . p a r a e f e i t o d e fiscalização. previs- A r t . 178 . 3 5 . o s d e m o n s t r a t i v o s contábeis p a r a q u e a c o m p a n h e m a execução orçamentária. 8 2 0 / 6 0 e neste R e g i m e n t o I n t e r n o serão r e s o l v i d o s p e l o Plenário. 8 4 . e s t a d u a i s e m u n i c i p a i s ) . 0 5 . 3 1 . 3 4 . A r t . CAPITULO IX D a Gestão P a t r i m o n i a l e F i n a n c e i r a A r t .P e l o c o m p a r e c i m e n t o às reuniões Plenárias.Deverão também r e g i s t r a r . u m a comissão d e T o m a d a d e C o n t a s constituídas d e 3 (três) m e m b r o s e f e t i v o s e 3 (três) s u p l e n t e s c o m m a n d a t o d e 1 ( u m ) a n o . 8 4 . p u b l i c a d a n o D O U de 0 4 .

820/60 0 P r e s i d e n t e d a República. a i n d a q u e não privativas ou exclusivas: 179 . p r o d u t o s . fórmulas. c ) órgãos. V I . purificação. e s t a b e l e c i m e n t o s . d a Constituição. o u c a p a z e s d e c r i a r dependência física o u psíquica. p r o d u t o s . a s s e g u i n t e s a t i v i d a d e s a f i n s . inspeção d e q u a l i d a d e . o b e d e c i d a a legislação d o e n s i n o . laboratórios.a s s e s s o r a m e n t o e r e s p o n s a b i l i d a d e técnica e m : a ) e s t a b e l e c i m e n t o s i n d u s t r i a i s farmacêuticos e m q u e s e f a b r i q u e m p r o d u t o s q u e t e n h a m indicações e / o u ações terapêuticas. 8 7 8 . V . s e t o r e s o u e s t a b e l e c i m e n t o s farmacêuticos e m q u e s e p r a t i q u e m extração. o u m e s m o natureza privada.D .d e s e m p e n h o d e funções d e dispensação o u manipulação d e fórmulas m a g i s t r a i s e farmacopéicas.a fiscalização p r o f i s s i o n a l sanitária e técnica d e e m p r e s a s . análise d e c o n t r o l e e análise f i s c a l d e i n s u m o s f a r m a cêuticos d e o r i g e m v e g e t a l .D E C R E T O NP 8 5 .São atribuições d o s p r o f i s s i o n a i s farmacêuticos.o magistério s u p e r i o r d a s matérias p r i v a t i v a s c o n s t a n t e s d o currículo próprio d o c u r s o d e formação farmacêutica. U . 1 9 . O . c o n t r o l e d e q u a l i d a d e . a n i m a l e m i n e r a l . s e t o r e s . 0 4 . Disciplinada Pela Lei n? 3. D E 0 9 . I I . r e s p e i t a d a s a s m o d a l i d a d e s p r o f i s s i o n a i s . p r o c e s s o s e métodos farmacêuticos o u d e n a t u r e z a farmacêutica. fórmulas. b ) órgãos. não e s p e c i f i c a d o s n o p r e s e n t e D e c r e t o . 8 1 . I V . anestésica o u a u x i l i a r d e diagnósticos o u c a p a z e s d e d e t e r m i n a r dependência física o u psíquica. i t e m 111. s e t o r e s o u e s t a b e l e c i m e n t o s farmacêuticos e m q u e s e e x e c u t e m c o n t r o l e e / o u inspeção d e q u a l i d a d e .São atribuições p r i v a t i v a s d o s p r o f i s s i o n a i s farmacêuticos: 1 . análise prévia. 2 9 . 8 1 Estabelece Normas Para o Exercício da Profissão de Farmacêutico. q u a n d o a serviço d o público e m g e r a l . laboratórios. n o u s o d a atribuição q u e l h e c o n f e r e o a r t i g o 8 1 .d e s e m p e n h o d e o u t r o s serviços e funções. d ) depósitos d e p r o d u t o s farmacêuticos d e q u a l q u e r n a t u r e z a . p r o c e s s o s e métodos farmacêuticos o u d e n a t u r e z a farmacêutica. A r t . análise prévia. q u e s e s i t u e m n o domínio d e capacitação técnico-científica profissional.a elaboração d e l a u d o s técnicos e a realização d e perícias técnicol e g a i s r e l a c i o n a d o s c o m a t i v i d a d e s . Decreta: A r t . análise d e c o n t r o l e e análise f i s c a l d e p r o d u t o s q u e t e n h a m destinação terapêutica. 0 4 . D E 0 7 . anestésicos o u a u x i l i a r e s d e diagnóstico. I I I .

químico-bromatológico. h ) e s t a b e l e c i m e n t o s i n d u s t r i a i s e m q u e s e f a b r i q u e m p r o d u t o s cosmét i c o s s e m indicação terapêutica e p r o d u t o s dietéticos e a l i m e n t a r e s . fitoquímicos e sanitários. I I . b e m c o m o nas entidades particulares. A r t . 3 9 . d e indústria farmacêutica.v i s t o r i a .s e a f i m c o m a d o farmacêutico a a t i v i d a d e d a m e s m a n a t u r e z a . p e s q u i s a e perícia d a poluição atmosférica e t r a t a m e n t o dos despejos industriais. e x e r c i d a p o r 180 . c o n s i d e r a . instituições g o v e r n a m e n t a i s o u l a b o ratórios e s p e c i a l i z a d o s e m q u e s e f a b r i q u e m c o n j u n t o s d e r e a t i v o s o u d e r e a g e n t e s d e s t i n a d o s às d i f e r e n t e s análises a u x i l i a r e s d o diagnóstico médico. D i s t r i t o F e d e r a l . l a u d o s e a t e s t a d o s d o âmbito d a s atribuições r e s p e c t i v a s . i ) órgãos. laboratórios o u s e t o r e s e m q u e s e p r e p a r e m o u f a b r i q u e m p r o d u t o s biológicos.P a r a e f e i t o d o d i s p o s t o n o a r t i g o a n t e r i o r . c) e s t a b e l e c i m e n t o s i n d u s t r i a i s e m q u e se f a b r i q u e m p r o d u t o s f a r m a cêuticos p a r a u s o veterinário. e l a b o ração d e p a r e c e r e s . A r t . 5? . d) estabelecimentos industriais e m que se f a b r i q u e m i n s u m o s f a r m a cêuticos p a r a u s o h u m a n o o u veterinário e i n s u m o s p a r a p r o d u t o s dietéticos e cosméticos c o m indicação terapêutica. s o r o s . b ) órgãos o u laboratórios d e análises c l m i c a s o u d e saúde pública o u seus d e p a r t a m e n t o s especializados. Municípios e r e s p e c t i v o s órgãos d a administração i n d i reta. f ) e s t a b e l e c i m e n t o s i n d u s t r i a i s o u instituições g o v e r n a m e n t a i s o n d e s e j a m p r o d u z i d o s radioisótopos o u radiofármacos p a r a u s o e m diagnóstico e terapêutica. d e p i s c i n a s . g ) e s t a b e l e c i m e n t o s i n d u s t r i a i s . j ) c o n t r o l e . imunoterápicos. e) e s t a b e l e c i m e n t o s industriais e m q u e sef a b r i q u e m p r o d u t o s s a n e a n t e s . I I I . v a c i n a s .A s dúvidas p r o v e n i e n t e s d o exercício d e a t i v i d a d e s a f i n s c o m o u t r a s profissões r e g u l a m e n t a d a s serão r e s o l v i d a s através d e a t e n d i m e n t o direto entre os Conselhos Federais interessados. d o s E s t a d o s . perícia.t r a t a m e n t o e c o n t r o l e d e q u a l i d a d e d a s águas d e c o n s u m o h u m a n o . a r e s p o n s a b i l i d a d e técnica e o d e s e m p e n h o d e funções e s p e c i a l i z a d a s e x e r c i d a s e m : a ) órgãos. o a s s e s s o r a m e n t o . antisséticos e d e s i n f e t a n t e s . Territórios. i n s e t i c i d a s . e m p r e s a s . químicofarmacôutico. laboratórios o u e s t a b e l e c i m e n t o s e m q u e s e p r a t i q u e m e x a m e s d e caráter químico-toxicológico. 4 9 . e s t a b e l e c i m e n t o s . avaliação. microbiológicos.I . p r a i a s e balneários. a r b i t r a m e n t o e serviços técnicos. alórgenos.A s disposições d e s t e D e c r e t o a b r a n g e m o exercício d a p r o fissão d e farmacêutico n o serviço público d a União. biológicos. opoterápicos p a r a u s o h u m a n o e veterinário. b e m c o m o d e d e r i vados d o sangue. s a l v o s e necessário o e m p r e g o d e reações químicas c o n t r o l a d a s o u operações unitárias.a direção. A r t . r a t i c i d a s .

8 2 0 .E s t e D e c r e t o entrará e m v i g o r n a d a t a d e s u a publicação. JOÃO F I G U E I R E D O Murilo Macedo CONSELHO F E D E R A L DE FARMÁCIA FARMÁCIA . Brasília. t e n d o à e s q u e r d a o e m b l e m a d a República. 6 ? .81 (D. s p b a f o r m a d e c a r t a z .C a b e a o C o n s e l h o F e d e r a l d e Farmácia e x p e d i r a s resoluções necessárias à interpretação e execução d o d i s p o s t o n e s t e D e c r e t o . n a s dimensões d e 2 0 c m d e l a r g u r a p o r 2 4 . 5 c m d e a l t u r a . A r t .U. Resolve: A r t . o n o m e d o C F F e d o r e s p e c t i v o C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia. além d e l e v a r e m e m c o n t a a s sugestões a p r e s e n t a d a s . A r t . c o m o s u a a t i v i dade principal.o u t r o s p r o f i s s i o n a i s i g u a l m e n t e h a b i l i t a d o s n a f o r m a d a legislação específica. c o n c e r n e n t e s à fiscalização q u e d e v e m e x e c u t a r . d e v e n d o c o n s t a r d e s t e d o c u m e n t o . d e 1 1 d e n o v e m b r o d e 1 9 6 0 . C o n s i d e r a n d o o s e s t u d o s f e i t o s p e l a Comissão d e Legislação e R e g u l a mentação d e s t e Órgão. propõem m o d e l o q u e c o n c i l i e o s i n t e r e s s e s d o p r o f i s s i o n a l e o s d o s C R F s . i m p r e s s o e m p a p e l cartão. o s q u a i s .12. c o m o características básicas: a) N o a l t o . R E S O L U Ç Ã O N°.A d o t a r u m " C e r t i f i c a d o d e R e g u l a r i d a d e " para as empresas o u e s t a b e l e c i m e n t o s q u e e x p l o r e m serviços p a r a o s q u a i s são necessárias a t i v i d a d e s p r o f i s s i o n a i s farmacêuticas. C o n s i d e r a n d o que se chegou a u mconsenso sobre a necessidade d e se adotar u m n o v o m o d e l o de " C e r t i f i c a d o " para o f i m o b j e t i v a d o . n o u s o d a s atribuições q u e l h e c o n f e r e a alínea " G " d o a r t i g o 6 9 d a L e i 3 . 0 7 d e a b r i l d e 1 9 8 1 .O." C E R T I F I C A D O D E R E G U L A R I D A D E " . 7 ? . e C o n s i d e r a n d o a s manifestações h a v i d a s n a X X I I A s s e m b l e i a G e r a l d o s C o n s e l h o s d e Farmácia s o b r e a n e c e s s i d a d e d e s e r r e f o r m u l a d o o " C e r t i f i c a d o d e R e s p o n s a b i l i d a d e Técnica e d e R e g i s t r o d o s E s t a b e l e c i m e n t o s Farmacêuticos".ADOÇÃO P E L O S CONSELHOS REGIONAIS PARA FORNECIMENTO AOS E S T A B E L E C I M E N T O S FARMACÊUTICOS. 0 C o n s e l h o F e d e r a l d e Farmácia. 181 . d e c o r r e n t e da Lei 3 . c o m o título p r i n c i p a l .Validade d o Certificado. r e v o g a d a s a s disposições e m contrário. 1 9 . de 09-03-82) E m e n t a : A d o t a o "Certificado d e Regularidade". 8 2 0 / 6 0 . 158 de 18. b) No corpo d o Certificado: 1 .

Endereço e l o c a l i d a d e e m q u e f u n c i o n a o e s t a b e l e c i m e n t o .N o m e d o E s t a b e l e c i m e n t o .D a t a d a expedição d o C e r t i f i c a d o reiro d o C R F . S a l a d a s Sessões. b e m visível. 5 9 . Ângelo José C o l o m b o . s u a razão s o c i a l e o número d e s e u c a dastro n orespectivo C R F . t a n t o q u a n t o possível. 7 9 .O p r o f i s s i o n a l responsável p e l o e s t a b e l e c i m e n t o deverá d e v o l v e r o C e r t i f i c a d o d e R e g u l a r i d a d e a o C R F . t o d o s o s e s t a b e l e c i m e n t o s f a r m a cêuticos deverão m a n t e r a f i x a d o e m l o c a l d e d e s t a q u e .Anotações d o Serviço d e Fiscalização d o C R F . c o n t a n t o q u e e l e perfaça o s o b j e t i v o s v i s a d o s . b e m c o m o o m o d e l o nela previsto. deverá s e r r e g u l a r i z a d a p e l o f a r m a - 182 . c) e assinatura d o Diretor-Tesou- N o verso d o Certificado: 1 R e q u e r i m e n t o d e devolução a o C R F . A r t . A r t .O C e r t i f i c a d o d e R e g u l a r i d a d e será f o r n e c i d o p e l o C F F a o s C R F s p a r a distribuição g r a t u i t a a o s e s t a b e l e c i m e n t o s n e l e c a d a s t r a d o s .P a r a e s s e f i m . p r o i b i d o a o s C o n s e l h o s R e g i o n a i s c o b r a r e m q u a l q u e r t a x a p o r s u a expedição. Q u a l q u e r alteração q u e v e n h a a o c o r r e r q u a n t o à r e s p o n s a b i l i d a d e técnica d o e s t a b e l e c i m e n t o farmacêutico.2 .O s C R F s poderão a d o t a r m o d e l o próprio q u e o b s e r v e .A p r e s e n t e resolução entrará e m v i g o r n a d a t a d e s u a p u b l i cação n o Diário O f i c i a l d a União. documento. A r t . o p r o f i s s i o n a l responsável p e l o e s t a b e l e c i m e n t o p a r a o q u a l f o i o C e r t i f i c a d o e m i t i d o deverá s e r c i e n t i f i c a d o de q u e l h ec u m p r e r e t o r n a r o d o c u m e n t o a o C R F . 3 . cessada sua r e s p o n s a b i l i d a d e técnica. 1 8 d e d e z e m b r o d e 1 9 8 1 . A r t . Parágrafo único . 2 . d o m e n c i o n a d o p e l o responsável técnico. 4 9 . 5 . A r t . COMENTÁRIOS À RESOLUÇÃO 1 5 8 O C e r t i f i c a d o d e R e g u l a r i d a d e é distribuído g r a t u i t a m e n t e a o e s t a b e l e c i m e n t o farmacêutico q u a n d o d e v i d a m e n t e c a d a s t r a d o . o C e r t i ficado de Regularidade. 6 9 .F i c a r e v o g a d a a Resolução n 9 4 1 . d e 1 0 d e d e z e m b r o d e 1 9 6 5 . A r t . o padrão e x i s t e n t e . s u a c a t e g o r i a p r o f i s s i o n a l e o número d a inscrição d e q u e é d e t e n t o r .P a r a f i n s d e fiscalização.Indicação d o n o m e d o responsável técnico. q u e é o d e p r o p i c i a r m a i o r e f e t i v i d a d e n a fiscalização a c a r g o d o s CRFs. 2 9 . 3 9 . c a s o d e i x e a assunção d a r e s p o n s a b i l i d a d e técnica d o e s t a b e l e c i l e n t o p a r a o q u a l f o i e x p e d i d o . 4 .

d a L e i n 9 3 .A r e s p o n s a b i l i d a d e técnica a s s u m i d a é indelegável e o b r i g a o p r o f i s s i o n a l à participação e f e t i v a n o s t r a b a l h o s a s e u c a r g o . e C O N S I D E R A N D O q u e a s atribuições q u e c a b e m a o p r o f i s s i o n a l f a r m a cêutico f i c a r a m e x p l i c i t a d a s p e l o D e c r e t o n ? 8 5 . n o u s o d a s atribuições q u e l h e c o n f e r e m a s alíneas " g " . g r a d u a d o e m e s t a b e l e c i m e n t o d e e n s i n o d e Ciências Farmacêuticas. A r t . 5 9 . para definir o l i m i t e d e sua c o m p e tência p r o f i s s i o n a l . d e 0 7 / 0 4 / 8 1 . A r t . 8 7 8 .0 t í t u l o d e farmacêutico. d e 11 d en o v e m b r o de 1 9 6 0 . 4 9 . 8 7 8 . C O N S I D E R A N D O q u e a omissão d o p r o f i s s i o n a l n o a s s e s s o r a m e n t o d o s serviços a s e u c a r g o é f a l t a g r a v e . RESOLVE: A r t . C O N S I D E R A N D O que nos termos d o artigo 5 3 da L e in 9 6. O t i t u l a r d a e m p r e s a .Seção I d e 0 1 / J u n h o / 1 9 8 2 ) • • E m e n t a : Dispõe s o b r e o exercício d a P r o fissão Farmacêutica O C O N S E L H O F E D E R A L D E F A R M Á C I A . de 2 3 . R E S O L U Ç Ã O N 9 1 6 0 ( D . 8 2 0 . 2 9 . 7 6 .O exercício d e a t i v i d a d e s farmacêuticas d e f i n i d a s n o D e c r e t o n ? 8 5 .N e n h u m profissional d a q u e l a s p a r a as q u a i s se c a p a c i t o u . p a r a c o b e r t u r a d a s d i v e r s a s espécies d e p r o dução. a ser f e i t a pela c a r t e i r a d e i d e n t i d a d e p r o f i s s i o n a l . é e x c l u s i v o d o p r o f i s s i o n a l d e nível s u p e r i o r . q u a l i t a t i v a e q u a n t i t a t i v a m e n t e . Art. a s s e g u r a d a n o § 2 3 d o a r t i g o 1 5 3 d a Carta M a g n a . p a r a t o d o s o s e f e i t o s d e d i r e i t o . l e s i v a à saúde pública e a o c o n c e i t o d a Profissão.F i c a a s s e g u r a d o a o s i n s c r i t o s n o s C R F s o d i r e i t o a o exercício d a s atribuições r e s u l t a n t e s d e s u a formação c u r r i c u l a r . a s e m p r e s a s q u e e x e r c e m a s a t i v i d a d e s n e l a r e f e r i d a s são o b r i g a d a s a m a n t e r responsáveis técnicos l e g a l m e n t e h a b i l i t a d o s . 6 9 .Deverá c o n s t a r d a c a r t e i r a d e i d e n t i d a d e e x p e d i d a a m o d a l i dade e m que é t i t u l a d o o seu d e t e n t o r .cêutico. 0 9 . . d e Vigilância Sanitária. o q u a l r e a f i r m o u a competência d o C o n s e l h o F e d e r a l d e Farmácia p a r a i n t e r p r e t a r a executar a lei. 3 9 . n a d a t e m a h a v e r c o m o p r o b l e m a e não poderá s e r p e n a l i z a d o p e l a omissão d o responsável técnico.360. C O N S I D E R A N D O q u e o privilégio d e a t i v i d a d e s p r o f i s s i o n a i s é n o r m a d e exceção à l i b e r d a d e d e t r a b a l h o . O . só será a u t o r i z a d o m e d i a n t e p r o v a d e habilitação legal. r e s p e i t a d a s a s m o d a l i d a d e s p r o f i s s i o n a i s e x i s t e n t e s à época da-diplomação. poderá e x e r c e r atribuições diferentes A r t . d e 0 7 / 0 4 / 8 1 . A r t . e m q u a l q u e r d e s u a s m o d a l i d a d e s . 183 . sendo a d m i t i d o na defesa da coletividade. "\" e " m " d o a r t i g o 6 9 . 1 9 .

2 3 d e a b r i l d e 1 9 8 2 .Parágrafo Único .s e o i n f r a t o r às p e n a l i d a d e s p r e v i s t a s n o a r t i g o 3 0 d a L e i 3 . s u j e i t a n d o .F i c a r e v o g a d a a Resolução n ° 1 0 8 . 8 2 0 . Àngeio José C o l o m b o 184 .s e f a l t a g r a v e .C o n s i d e r a . 7 ° . a assunção d e r e s p o n s a b i l i d a d e técnica s e m a participação r e f e r i d a n e s t e a r t i g o . d e 1 1 / 1 1 / 6 0 . d e 2 9 / 1 2 / 7 3 . A r t . S a l a d a s Sessões.

Exercício i l e g a l d e profissão-farmacêutica. N O T A S T A Q U I G R Á F I C A S . 2 8 2 d o C P o comércio e f e t u a d o p o r l e i g o s d e p r o d u t o s e m b a l a d o s e c o n f e c c i o n a d o s p o r laboratórios. d a c o m a r c a d e T o m b o s . D r . p o r e s t a . q u e f i c a m f a z e n d o p a r t e i n t e g r a n t e d e s t a decisão. d e v i d a m e n t e a u t e n t i c a d a s . o p i n o u p e l a concessão d a o r d e m . s e m q u e o c o r r e s s e q u a l q u e r a t o q u e p u d e s s e incriminá-lo n a prática d e s t e d e l i t o . 2 8 2 e s e u parágrafo único d o C P . E s p . não a exploração.r e i . p o r q u a n t o o q u e a l e i p u n e é o exercício d a p r o f i s são d e farmacêutico p o r p e s s o a i n a b i l i t a d a .D e l i t o não c o n f i g u r a d o . 1 .j . áo a r g u m e n t o d e q u e o p a c i e n t e e r a a p e n a s m e r c a d o r d e d r o g a s f a b r i c a d a s p o r laboratórios o f i c i a l i z a d o s . Comércio d e m e d i c a m e n t o s . 8 4 . r e l a t a d o s e d i s c u t i d o s e s t e s a u t o s d e h a b e a s c o r p u s 7 .Exercício i l e g a l d e profissão . Descaracterização. j u i z Fábio C h a v e s .O J u i z Fábio C h a v e s : O i l u s t r e A d v o g a d o D r Juvenal d e A l m e i d a Bastos i m p e t r o u esta o r d e m d e habeas corpus e m f a v o r d e José A n t o n i o B a s t o s Guimarães. ACÓRDÃO . 2 5 de janeiro de 1 9 8 4 . C u s t a s n a f o r m a da lei. 5 2 1 .Inteligência d o a r t . d o e s t a b e l e c i m e n t o c o m e r c i a l d e n o m i n a d o "farmácia".Farmacêutico . J o a q u i m C a b r a l N e t o .JURISPRUDÊNCIA T R I B U N A L DE A L Ç A D A D E MINAS G E R A I S C R I M E C O N T R A A SAÚDE PÚBLICA .s e . 2 5 . H C 7 . 2 8 2 d o C P de 1 9 4 0 . E m e n t a o f i c i a l . s e n d o p a c i e n t e José A n t o n i o B a s t o s Guimarães: A c o r d a .V i s t o s . e m T u r m a a Câmara E s p e c i a l d o T r i b u n a l d e Alçada d e M i n a s G e r a i s . 185 . B e l o H o r i z o n t e . c o n c e d e r a o r d e m p e l o s f u n d a m e n t o s c o n s t a n t e s d a s i n c l u s a s n o t a s taquigráficas. s e m divergência n a votação.C . o d i g n o P r o c u r a d o r . O p e d i d o f o i endereçado a o egrégio T J M G q u e d e c l i n o u d e s u a c o m p e tência p a r a e s t e T r i b u n a l . . 5 2 1 . p e d i n d o t r a n c a m e n t o d a ação p e n a l a que responde n a comarca d e T o m b o s . C h a m a d o a p r o n u n c i a r . s e m s e r m a n i p u l a d o r d a a r t e farmacêutica. não e x e c u t a n d o fórmulas o u aviando receitas. por ter sido apontado c o m o infrator d o a r t . Não c a r a c t e r i z a a c o n d u t a d o a r t .P e s s o a q u e e x p l o r a e s t a b e l e c i m e n t o c o m e r c i a l d e n o m i n a d o "farmácia" .

Daí. d e s e r d o n o d e farmácia. a d o t o u o m e s m o p a r e c e r d e s e u c o l e g a . P r o f . d e d i c a n d o se a o comércio d e m e d i c a m e n t o s p o r laboratórios e s p e c i a l i z a d o s e não m a n i p u l a o u p r e p a r a m e d i c a m e n t o s . A informação p r e s t a d a f o i d e q u e a s d r o g a s a p r e e n d i d a s e r a m d e n a t u r e z a l a b o r a t o r i a l . de 8 . 7 7 . O p a c i e n t e é sócio-gerente d a f i r m a d e n o m i n a d a "Fábrica T o m b e n s e L t d a " . O q u e a l e i p u n e é o exercício d a profissão d e farmacêutico. A s s i m .s e n o v a m e n t e o D o u t o r P r o c u r a d o r d a Justiça. n a c i d a d e d e T o m b o s . a ação c o m o f o i i n t e n t a d a o f e n d e a evidência d o p e d i d o e é c o n trária a t e x t o e x p r e s s o d a l e i . O s Juízes José L o y o l a e F r a n c i s c o F i g u e i r e d o : D e a c o r d o . o q u e é d i f e r e n t e d e m a n t e r . d e t e r m i n e i diligência à c o m a r c a d e o r i g e m . nâo h a v e n d o n e n h * u m a influência d o p a c i e n t e n a s u a f a b r i cação o u manipulação ( f l s ) . v e g e t a i s o u r e a l i z a análises d e p r o d u t o s m e d i c i n a i s o u bromatológicos (art. não a manutenção d a farmácia. p a r a q u e s e i n f o r m a s s e quais os m e d i c a m e n t o s apreendidos e seu destino (fls). Q u e r i s s o d i z e r q u e m e s m o o l e i g o p o d e s e r p r o p r i e tário d e e s t a b e l e c i m e n t o c o m e r c i a l d e n o m i n a d o "farmácia". a ordem p a r a q u e s e t r a n q u e a ação p e n a l . 186 . mas s o m e n t e comercia o s laboratoriais. 2 9 d o Dec. quím i c a s . C h a m a d o a m a n i f e s t a r . José M u r i l o S i l v e i r a P i n t o . não é c r i m e s e u m l e i g o mantém farmácia a b e r t a s e m p r o v a d e q u e t e n h a p r a t i c a d o a t o s d e farmacêutico. industrializados p o r empresas farmacêuticas. Pelo exposto. 9 . Farmacêutico n a expressão e x a t a d o t e r m o e d a definição l e g a l é o p r o f i s s i o n a l q u e m a n i p u l a o u f a b r i c a substânciasgalênicas. 3 1 ) .C o m o R e l a t o r . concedo Custas exlege. Cabral Neto. biológicas. 2 0 . O s i m p l e s comércio d i r e t o a o c o n s u m i d o r d e p r o d u t o s e m b a l a d o s e c o n f e c c i o n a d o s p o r laboratórios p o d e s e r f e i t o p o r l e i g o s . D r . O q u e a l e i p r e t e n d e i m p e d i r é q u e a p e s s o a l e i g a p r a t i q u e a t i v i d a d e s farmacêuticas.

1 2 . N o mérito a f i r m a s e e n c o n t r a r l e g a l e regularmente licenciada.JUSTIÇA F E D E R A L . 0 9 7 / 7 4 d a Consult o r i a Jurídica d o Ministério d a Saúde. A Ré a c o s t o u a o s a u t o s o s d o c u m e n t o s d e f l s . não r e q u e r e r a m a produção d e o u t r a s p r o v a s além d a d o c u m e n t a l r e q u e r i d a . 9 9 1 . 3 2 / 4 6 . 0 0 n o s t e r m o s d o s a r t i g o s 6 4 4 e 6 4 5 d o Código d e P r o c e s s o C i v i l . 0 2 / 0 4 . ( f l s . n o s t e r m o s d o a r t . 1 9 ) 187 . Não h o u v e p o s s i b i l i d a d e d e a c o r d o O valor d a causa f o i f i x a d o e m C R $ 7 5 0 . e s i m n a condição d e F a r mácia. T e c e u a s considerações d e f l s . 1 5 e 1 9 . Borges Regional & Cia Conceição).FARMÁCIA N O S S A S E N H O R A D A CONCEIÇÃO SENTENÇA VISTOS. n a q u a l a l e g a a carência d e ação. f u n d a mentando-se n a Lei 3 . além d a Resolução N o r m a t i v a n 9 1 0 / 7 8 d o C o n s e l h o N a c i o n a l d e Saúde e n o s a r g u m e n t o s d e f l s . c . N9 ETC. c o m condenação d o a u t o r n o p a g a m e n t o d a s c u s t a s p r o c e s s u a i s e honorários advocatícios. n o s Pareceres N 94 . r e q u e r e n d o a o f i n a l a improcedência da ação. não c o m b a s e n a f a l s a condição d e P o s t o d e M e d i c a m e n t o s . 4 ? . N9 372-027/84 AÇÃO SUMARÍSSIMA AUTOR: RÉU: C O N S E L H O R E G I O N A L D E FARMÁCIA D O E S T A D O D E P E R NAMBUCO J . s e n d o u m d o s d o i s únicos e x i s t e n t e s e m B o m J a r d i m . 8 2 0 . X d a l e i 5 . o a r t . R . d e 1 7 . — A s p a r t e s . R e q u e r e u a i n d a condenação d a ré n a s c u s t a s e honorários advocatícios à b a s e d e 2 0 % s o b r e o v a l o r d a c a u s a . 0 6 / 1 3 . — A audiência d e Instrução e J u l g a m e n t o c o m p a r e c e u a Ré. a p r e s e n t a n d o a contestação d e f l s . 7 3 . 0 0 0 . 1 2 8 / 7 4 e 4 . s o b r e t u d o a r t i g o s 4 9 . R. 0 0 (setecentos e cinquenta m i l cruzeiros). 9 9 1 / 7 3 . e enquadra-se n o conceito d ePosto de Medicamentos. Pleiteia o autor: " S e j a o b r i g a d a a r e g u l a r i z a r s u a situação p e r a n t e o C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia e c o n t r a t a r u m responsável técnico. B O R G E S & C I A L T D A . 0 0 0 .SEÇÃO J U D I C I Á R I A DE PERNAMBUCO. 1 5 c . PROC. 2 1 / 3 0 . s o b p e n a d e i n c o r r e r n o p a g a m e n t o d a m u l t a diária. 2 1 / 3 0 . — F u n d a m e n t a o autor o s e u p e d i d o . d e f e r i d a e p r o d u z i d a .PODER J U D I C I Á R I O . Ação d e p r o c e d i m e n t o de Ltda Farmácia (Farmácia do Estado Nossa sumaríssimo m o v i d a de Pernambuco Senhora da (CRF-3) p e l o Conselho c o n t r a J. n a L e i n 9 5 . e m audiência. n o v a l o r d e C r $ 1 . — Instruída a i n i c i a l c o m o s d o c u m e n t o s d e f l s .

7 3 . pobre. e m d e t r i m e n t o d a q u e l a c o m u n i d a d e i n t e r i o r a n a q u e d e l e se a b a s t e c e . São d u a s f a c e t a s d o exercício d o p o d e r d e polícia a d m i n i s t r a t i v a . para assumir a que se hipótese ser solucionada pelo Con- (textual. O RELATÓRIO.Inicialmente é necessário s e a f a s t a r a alegação d a Ré. a d e profissões.s e à competência p a r a a fiscalização d a s condições sanitárias dos estabelecimentos farmacêuticos. n a v e r d a d e . 8 2 . a o s e u q u e r e r .E/S A s partes a r r a z o a r a m (fls.s e .s e .i a a c e i t a r soluções t a i s c o m o a i d a d e p r o f i s s i o n a l s e m a n a l m e n t e . d e t e r u m a farmácia o u d r o g a r i a .1 9 ) N a v e r d a d e . a falta de profissional responsabilidade ocorrer. d e m o n s t r a m q u e o estab e l e c i m e n t o réu. P o d e r . a sanitária. não r e q u e r e u e não p r o d u z i u q u a l q u e r o u t r a s p r o v a s d e q u a l q u e r espécie. s e r i a . Não p o d e r . e v e n t u a l m e n t e . c i d a d e d e a p e n a s 5 . o q u e não r e p r e s e n t a u m q u a d r o dos mais promissores. Farmácia f o s s e o e s t a b e l e c i m e n t o réu. d o C o n s e l h o F e d e r a l d e Farmácia ( f l s . 1 2 . 4 0 / 4 1 ) e a i n d e l e g a b i l i d a d e d o exercício d a função p a t e n t e n o t e x t o l e g a l e r a t i f i c a d a n a Resolução n 9 1 6 0 . C o m p e l i r o P o s t o d e M e d i c a m e n t o s a t e r u m farmacêutico responsável. a l e g o u : ". e s t a r i a a s e d e s c u m p r i r . só p a r a a p a r e n t a r o c u m p r i m e n t o d e u m a n o r m a . d e 4 . m e s m o a s s i m não p o d e r i a s e r p e n a l i z a d a p o r a l g o e s t r a n h o à s u a v o n t a d e . fls. selho deverá de Farmácia" técnica. n e m a v e n d a p e l o e s t a b e l e c i m e n t o réu. n a hipótese d e inexistência d e farmacêutico n a c o l e t i v i d a d e . 0 6 . não p o d e r i a f i c a r a o arbítrio d o C o n s e l h o d a r "soluções práticas". 4 2 ) . f u n d a d a n o s p a r e c e r e s d e f l s . 0 . O u t r o a s p e c t o d e relevo é d e ordem processual p e r t i n e n t e a o ónus d a prova. 1 9 . o s d o c u m e n t o s d e fls. A q u e l e s p a r e c e r e s r e f e r e m . X I I I d a L e i n 9 5 . é d e f a t o . que evidentemente não se c o n f u n d e c o m a polícia d e profissões. a p r i m e i r a c o r r e s p o n d e n t e a u m a polícia geral. s e m condições. e demonstra tratar-se d e u m a pequena comunidade.4 9 . u m Posto de Medicamentos. A / O MÉRITO. d e c o n f o r m i d a d e c o m o s d a d o s d o IBGE.. s e farmácia f o s s e a ré. c i d a d e c o m população e s t i m a d a e m s e t e m b r o d e 1 9 8 2 . e t c . q u e . O autor f o i q u e alegou descumprimento d o disposto n oart.. d e 0 1 . d e a c o r d o c o m a ré. p e r t i n e n t e s a e s s e s f a t o s c o n s t i t u t i v o s d o s e u 188 . d e p r o d u t o s f o r a d a relação e l a b o r a d a p o r Órgão sanitário federal o u p r o d u t o s não i n d u s t r i a l i z a d o s . A políc i a d e profissões é a t i v i d a d e i n t e g r a n t e d o Poder de Polícia. d e carência de ação d a a u t a r q u i a a u t o r a . m a s r e p r e s e n t a r i a o s e u f e c h a m e n t o p e l o c u s t o e l e v a d o . q u e não s e a p l i c a m à espécie. e a s e g u n d a c o r r e s p o n d e n t e a u m a polícia especial. c o m t a x a d e c r e s c i m e n t o d e 1 .2 0 ) . 2 0 0 h a b i t a n t e s . A e s s e s f a t o s é d e s e a l i a r a situação d a c i d a d e d e Bom Jardim. Saliente-se ainda o f a t o d e i n e x i s t i r q u a l q u e r farmacêutico r e s i d e n t e e m B o m J a r d i m ( f l s . 9 9 1 d e 1 7 . I I . Não a r r o l o u testemunhas. não só ilegal. s e m dúvida. 5 6 6 h a b i t a n t e s e . 3 2 e 3 3 / 3 4 . s u b o r d i n a d o p o i s a o princípio da legalidade.i a a i n d a r e s s a l t a r q u e o a u t o r e m s u a s razões f i n a i s . 3 7 / 3 9 . Não p r o v o u a existência d e farmácia o u drogaria e m B o m J a r d i m . s e n d o d e s e a f a s t a r a fundamentação d a s u p l i c a d a .

s o b r e t u d o a r t i g o s 4 9 .D i g e s t o . .PE a P. 0 0 0 ) c o m acréscimo d e correção monetária e j u r o s d e m o r a . 9 9 1 . 6190421) RELATÓRIO O SR.955 . F u n d a m e n t a o autor o s e u p e d i d o . .) ISTO POSTO. 189 . D e i x o d e d e t e r m i n a r r e m e s s a d e ofício p a r a o Egrégio T r i b u n a l F e d e r a l d e R e c u r s o s . .C r $ 1 5 0 . O v a l o r d a c a u s a alcança 5 1 O R T N . Pleiteia o autor: " S e j a o b r i g a d a a r e g u l a r i z a r a s u a situação p e r a n t e o C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia e c o n t r a t a r u m responsável técnico. S e m c u s t a s . além d a Resolução N o r m a t i v a n 9 1 0 / 7 8 d o C o n s e l h o N a c i o n a l d e Saúde e n o s a r g u m e n t o s d e f l s . 1 5 e 1 9 .s e . q u i d i c i t n o m q u i n e g a t " ( P a u l u s .( R E G . e s i m n a condição d e Farmácia. I I I . Vara . Instruída a i n i c i a l c o m o s d o c u m e n t o s d e f l s . 0 0 0 .T R I B U N A L F E D E R A L DE R E C U R S O S APELAÇÃO C Í V E L N 9 98. Recife. título III. n a l e i n 9 5 . 4 9 .J. 7 3 .P E R N A M B U C O . n o s t e r m o s d o a r t . o a r t .3 contra J. 0 0 n o s t e r m o s d o s a r t i g o s 6 4 4 e 6 4 5 d o Código d e P r o c e s s o C i v i l . 1 5 c . Publicação e Intimação e m audiência.d i r e i t o . não c o m b a s e n a f a l s a condição d e P o s t o d e M e d i c a m e n t o s . 0 5 de n o v e m b r o de 1 9 8 4 F R A N C I S C O DE Q U E I R O Z B E Z E R R A C A V A L C A N T I Juiz Federal da 2 . X d a l e i 5 .JULGO IMPROCEDENTE a ação. 02/04. (Farmácia Nossa Senhora Conceição). "ÓNUS P R O B A N D I E l I N C U M B I T Q U I D I C I T " o u " E i i n c u m b i t p r o b a t i o . L i v r o X X I I . d e 1 7 . 9 9 1 / 7 3 . R. f a c e a o d i s p o s t o n o a r t . n o v a l o r d e C r $ 1 . C o n d e n o a a u t o r a a o p a g a m e n t o d e honorários advocatícios e m f a v o r d o Réu ( 2 0 % s o b r e o v a l o r d a c a u s a . R e q u e r e u a i n d a condenação d a ré n a s c u s t a s e honorários advocatícios à b a s e d e 2 0 % s o b r e o v a l o r d a c a u s a . s o b p e n a d e i n c o r r e r n o p a g a m e n t o d a m u l t a diária. 1 2 . . 4 9 / 5 0 ) : LEITE: - A espécie f o i a s s i m sumariada "Ação d e p r o c e d i m e n t o sumaríssimo m o v i da pelo Estado Borges da Conselho Regional de Pernambuco & Cia Ltda de Farmácia do C R F . 1 ? d a L e i 6 8 2 5 / 8 0 . R e g i s t r e . MINISTRO COSTA n a instância r e c o r r i d a ( f l s . c . 0 6 / 1 3 .

s e n o c o n c e i t o d e P o s t o d e M e d i c a m e n t o s . 3 2 / 4 6 . Conselho d e Farmácia . c o m condenação d o a u t o r n o p a g a m e n t o d a s c u s t a s p r o c e s s u a i s e honorários a d v o c a tícios. 6 8 / 7 2 . 6 1 9 0 4 2 1 ) Ementa: Administrativo. n o s t e r m o s r e g i m e n t a i s . É o relatório. Contra-razões às f l s . 2 1 / 3 0 . Revisão d i s p e n s a d a . D o u t o r Fracisco Queiroz Bezerra Cavalcanti. r e c o r r e u a a u t a r q u i a . julgou improced e n t e a ação. n a q u a l a l e g a carência d e ação. c o n d e n a n d o o a u t o r e m honorários advocatícios n o p e r c e n t u a l d e 2 0 % s o b r e o v a l o r d a c a u s a . Regional I .( R E G . I r r e s i g n a d a . e m audiência.Inicialmente é necessário s e a f a s t a r a alegação d a Ré. A s p a r t e s . A s partes a r r a z o a r a m (fls. M I N I S T R O C O S T A L E I T E ( R E L A T O R ) : O M M . 0 0 (setecentos e cinquenta m i l cruzeiros). não r e q u e r e r a m a produção d e o u t r a s p r o v a s além d a d o c u m e n t a l r e q u e r i d a . 2 1 / 3 0 .P E R N A M B U C O .s e n a L e i 3 . 1 2 8 / 7 4 e 4 . 1 9 ) .L e i 5 . 8 2 0 . 9 9 1 / 7 3 . T e c e u a s considerações d e f l s . 9 5 5 . e e n q u a d r a . d e carência d e ação d a a u t a r q u i a a u t o r a . 6 1 / 6 6 . a p r e s e n t a n d o a contestação d e f l s . VOTO O dirimiu S R . f u n d a m e n t a n d o . 1 9 . s e n d o d e s e a f a s t a r a f u n d a - 190 . n o s Pareceres n° 4 . N o mérito a f i r m a se e n c o n t r a r legal e r e g u l a r m e n t e l i c e n c i a d a . 50/52): I I . A Ré a c o s t o u a o s a u t o s o s d o c u m e n t o s d e f l s . prescinde o estabelec i m e n t o d e farmacêutico responsável: II-Sentença c o n f i r m a d a .F u n c i o n a n d o c o m o Posto d e Medicamentos. Não h o u v e p o s s i b i l i d a d e d e a c o r d o . APELAÇÃO CÍVEL N ? 9 8 . 0 9 7 / 7 4 d a C o n s u l t o r i a Jurídica d o Ministério d a Saúde. r e q u e r e n d o a o f i n a l a improcedência da ação. d e f e r i d a e p r o d u z i d a ( f l s . c o m a s razões d e f l s . o M M . m a i s j u r o s e correção monetária. J u i z F e d e r a l d a 2 V a r a d a Seção Judiciária d e P e r n a m b u c o .2 0 ) a S e n t e n c i a n d o .N a audiência d e Instrução e J u l g a m e n t o c o m p a r e c e u a Ré. s e n d o u m d o s d o i s únicos e x i s t e n t e s e m B o m J a r d i m . 0 0 0 . Juiz a quo a controvérsia l a s t r e a d o n a s e g u i n t e fundamentação (fls. O valor d a causa f o i f i x a d o e m C r $ 7 5 0 .

A q u e l e s p a r e c e r e s r e f e r e m . e a s e g u n d a c o r r e s p o n d e n t e a u m a polícia especial. A e s s e s f a t o s é d e a l i a r a situação d a c i d a d e d e Bom Jardim. 19). u m Posto de Medicamentos. só p a r a a p a r e n t a r o c u m p r i m e n t o d e u m a n o r m a . Poder-se-ia. NO MÉRITO.i a a c e i t a r soluções t a i s c o m o a i d a d e p r o f i s s i o n a l s e m a n a l m e n t e . a sanitária. Farmácia f o s s e o e s t a b e l e c i m e n t o réu. é d e f a t o . e d e profissões. c i d a d e c o m população e s t i m a d a e m s e t e m b r o d e 1982. s e farmácia f o s s e a ré. fls. m e s m o a s s i m não p o d e r i a s e r p e n a l i z a d a p o r a l g o e s t r a n h o à s u a v o n t a d e . demonstram que o e s t a b e l e c i m e n t o réu. e d e m o n s t r a t r a t a r . n a hipótese d e inexistência d e farmacêutico n a c o l e t i v i d a d e . 4 9 .0. d e p r o d u t o s f o r a d a relação e l a b o r a d a p o r 191 . técnica. não só ilegal. São d u a s f a c e t a s d o exercício d o p o d e r d e polícia a d m i n i s t r a t i v a . cidade d e apenas 5. q u e e v i d e n t e m e n t e não s e c o n f u n d e c o m a polícia d e profissões. e s t a r i a a s e d e s c u m p r i r .s e d e u m a p e q u e n a comunidade pobre. d e a c o r d o c o m a ré. A Polícia d e profissões é a t i v i d a d e i n t e g r a n t e d o Poder de Polícia.566 habitantes.s e à c o m p e tência p a r a fiscalização d a s condições sanitárias d o s estabelecim e n t o s farmacêuticos. n a v e r d a d e .s e a i n d a o f a t o d e i n e x i s t i r q u a l q u e r farmacêutico r e s i d e n t e e m B o m J a r d i m ( f l s . a falta de profissional responsabilidade ocorrer. d e 0 1 . de conformidade c o m os d a d o s d o IBGE. Não p r o v o u a e x i s tência d e farmácia o u drogaria e m B o m J a r d i m . c o m taxa d e crescimento d e 1. s e r i a . O a u t o r f o i q u e a l e g o u d e s c u m p r i m e n t o d o d i s p o s t o n o a r t . X I I I d a L e i n 9 5 . n e m a v e n d a p e l o e s t a b e l e c i m e n t o réu. 3 2 e 3 3 / 3 4 q u e não s e a p l i c a m à espécie. para assumir a que se hipótese ser solucionada pelo Con- (textual. 2 0 0 habitantes. Não p o d e r . m a srepresentaria o seu fechamento pelo custo elevado. s e m condições. e m d e t r i m e n t o d a q u e l a c o m u n i d a d e i n t e r i o r a n a q u e d e l e se abastece. d o C o n s e l h o F e d e r a l d e Farmácia ( f l s . O u t r o a s p e c t o d e relevo é d e o r d e m p r o c e s s u a l p e r t i n e n t e a o ónus d a p r o v a . N a v e r d a d e . 0 6 . a o s e u q u e r e r .s e . 37/39.. 9 9 1 d e 1 7 / 1 2 / 7 3 . S a l i e n t e .mentação d a s u p l i c a d a f u n d a d a n o s p a r e c e r e s d e f l s . ". C o m p e l i r o P o s t o d e M e d i c a m e n t o s a t e r u m farmacêutico responsável. 8 2 . d e t e r u m a farmácia o u d r o g a r i a . o que não r e p r e s e n t a u m q u a d r o d o s m a i s p r o m i s s o r e s . ainda alegou: r e s s a l t a r q u e o a u t o r e m s u a s razões f i n a i s . s u b o r d i n a d o p o i s a o princípio d a l e g a l i d a d e . 4 2 ) . a p r i m e i r a c o r r e s p o n d e n t e a u m a polícia geral. e v e n t u a l m e n t e . d e 4 . 4 0 / 4 1 ) e a i n d e l e g a b i l i d a d e d o exercício d a função p a t e n t e n o t e x t o l e g a l e r a t i f i c a d a n a Resolução n 9 1 6 0 . s e m dúvida.. q u e . os documentos de fls. não p o d e r i a f i c a r a o arbítrio d o C o n s e l h o d a r "soluções práticas". e. selho deverá de Farmácia.

razão p o r q u e n e g o p r o v i m e n t o à apelação. L i v r o X X I I . . ( A p d o ) . (Em 14/05/85 .(Reg. R . a t e n d e r a o s f i n s s o c i a i s a q u e e l a s e d i r i g e e às exigências d o b e m c o m u m . Ministro Costa Leite. Presidiu o julgamento o E x m o . razão p o r q u e p o d e p r e s c i n d i r d e farmacêut i c o responsável. o e s t a b e l e c i m e n t o e m questão é m e s m o P o s t o d e M e d i c a m e n t o s . 9 5 5 . e t c .órgão sanitário f e d e r a l o u p r o d u t o s i n d u s t r i a l i z a d o s . a i n d a q u e e s t i v e s s e e l a f u n c i o n a n d o c o m o farmácia. Decisão: A T u r m a . decisão r e c o r r i d a . q u i dicit n o m q u i negat" (Paulus . Rei: Sr. Não a r r o l o u t e s t e m u n h a s . . S r .1 Turma). C o m e s s a s considerações. A p e l a d o : J . A d v o g a d o s . t e n h o p o r incensurável a r. "ÓNUS P R O B A N D I E l I N C U M B I T Q U I D I C I T " ou " E i incumbit probatio. M i n i s t r o s W a s h i n g t o n Bolívar e Leitão K r i e g e r . . À l e i d e v e s e r o f e r e c i d a interpretação consentânea c o m a s u a real finalidade e cabe a o Juiz. o teor d o disposto n o a r t . I v a n C h a v e s d a Silva (Apte) e D r . o s a r g u m e n t o s e x p e n d i d o s n a sentença b e m r e p e l e m a exigência d o C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia d e P e r n a m b u c o . .J. 6 1 9 0 4 2 1 ) . 192 . U m a c i d a d e c o m m e n o s d e 5 . S e n h o r P r e s i d e n t e . D e o u t r a p a r t e . ) " C o m o s e vê d a fundamentação e m t e l a . v o t a r a m c o m o Relator. não r e q u e r e u e não p r o d u z i u q u a l q u e r o u t r a s p r o v a s d e q u a l q u e r espécie. negou provimento à apelação.P E . . 5 9 d a L e i d e Introdução a o Código C i v i l . a O s s r s .D i g e s t o . p e r t i n e n t e s a e s s e s f a t o s c o n s t i t u t i v o s d o s e u d i r e i t o . A p e l a n t e : C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia-PE. P. título I I I . n 9 9 8 . Manuel d eSouza G o m e s Jr.T R I B U N A L F E D E R A L D E R E C U R S O S EXTRATO DA MINUTA A C . É c o m o v o t o . B o r g e s e C i a Ltda-Farmácia N o s s a S e n h o r a d a Conceição. à u n a n i m i d a d e . 0 0 0 ( c i n c o m i l ) h a b i t a n t e s não c o m p o r t a o m e s m o t r a t a m e n t o d i s p e n s a d o a c e n t r o s m a i o r e s . a o aplicá-la. * D r . Ministro W A S H I N G T O N B O LÍVAR.

351 . n e g a r p r o v i m e n t o à apelação. ACÓRDÃO V i s t o s e r e l a t a d o s e s t e s a u t o s e m q u e são p a r t e s a s a c i m a indicadas: Decide a Primeira T u r m a d o Tribunal Federal d e Recursos. R. M A N U E L D ES O U Z A G O M E S JR. CONSELHO REGIONAL D E FARMÁCIA. DEOLINDO ESTURILIO (P/AUTORA) E ODILON D E Q U E I R O Z J U C A F I L H O (P/RÉ) a a ADVOGADOS: EMENTA ADMINISTRATIVO.( R E G . SR. .991/73. FISCALIZAÇÃO D O E X E R C f C I O P R O F I S S I O N A L . c i m e n t o d e farmacêutico responsável. 3326594) RELATOR: REMETENTE: PARTES: O EXMO. Relator R E M E S S A " E X O F F I C I O " N9 94. 193 . D E FARMÁCIA.P A R A N Á . P r e s i d e n t e MINISTRO COSTA LEITE.CONSELHO REGIONAL I .9 REGIÃO DRS. MINISTRO G E R A L D O SOBRAL JUÍZO F E D E R A L D A 3 V A R A D O P A R A N Á A L B E R T O G A B R I E L D EO L I V E I R A E O U T R O S E C O N S E L H O R E G I O N A L D E FARMÁCIA D O PARANÁ C R F . n a f o r m a d o relatório e n o t a s taquigráficas constantes d o s a u t o s .S E N H O R A D A CONCEIÇÃO DR. (APDO) EMENTA LEI ADMINISTRATIVO 5. c o m o d a lei. IVAN CHAVES D ASILVA (APTE) DR. à unanim i d a d e . B O R G E S E C I AL T D A .( R E G . q u e f i c a m f a z e n d o parte integrante d o presente julgado Custas.F A R M A C I A N .955 .P E R N A M B U C O . prescinde o estabele- I I . M I N I S T R O C O S T A L E I T E C O N S E L H O R E G I O N A L D E FARMÁCIA-PE J .APELAÇÃO CÍVEL N? 98. 1 4 d e m a i o d e 1 9 8 5 ( d a t a d o j u l g a m e n t o ) . Brasília.Sentença c o n f i r m a d a . I L E G I T I M I D A D E D A COBRANÇA D E A N U I D A D E S . M I N I S T R O W A S H I N G T O N BOLÍVAR. 6190421) RELATOR: APELANTE APELADO: ADVOGADOS: Sr.Funcionando como Posto de Medicamentos.

991/73. A fiscalização d e P o s t o s d e M e d i c a m e n t o s . q u e f i c a m f a z e n d o parte integrante d o presente julgado. a JUSTIÇA IMPEDE A Ç Ã O C O N T R A POSTO D E M E D I C A M E N T O S O C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia d e São P a u l o propôs ação ordinária contra u m Posto d e Medicamentos visando. art. p e d i n d o c a rência d a ação.por unanimidade). o f e c h a m e n t o d a s a l a d e aplicação d e injeções. estabelecimento q u e p r e s c i n d e d e assistência d e p r o f i s s i o n a l farmacêutico ( D e c r e t o n 9 7 4 . s o b a alegação d e q u e o s p o s t o s d e m e d i c a m e n t o s são i s e n t o s d a r e s p o n s a b i l i d a d e técnica d e p r o f i s s i o n a i s h a b i l i t a d o s .E mse tratando d e comerciantes que e x p l o r a m Posto d e Medicamentos (Lei n 9 5. Inteligência. 4 9 .impedi-lo d e exercer qualquer a t i v i d a d e não p r e v i s t a n a definição l e g a l .SÃO P A U L O C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia. Já q u e s u a s a t i v i d a d e s são t u t e l a d a s p e l o órgão sanitário c o m p e t e n t e (Divisão d o Exercício P r o f i s s i o n a l ) . a r t .3 V a r a da C o m a r c a de Sorocaba). a i n d a .R e m e s s a d e ofício d e s p r o v i d a . Incompetência. não é d a competência d o s C o n s e l h o s R e g i o n a i s d e Farmácia. O d e f e n s o r d o P o s t o d e m o n s t r o u q u e n a o há n e n h u m a vedação i m p o s t a p o r l e i n o t o c a n t e a manutenção 194 . através d o s e u a d v o g a d o . 7 4 9 . Brasília-DF. 1 7 0 / 7 4 . n o t o c a n t e à l i m i tação d e s u a s a t i v i d a d e s c o m e r c i a i s . e m 2 5 d e a b r i l d e 1 9 8 3 ( d a t a d o j u l g a m e n t o ) .I . c o m o da lei. Legislação p e r t i n e n t e . n e g a r p r o v i m e n t o à r e m e s s a n a f o r m a d o relatório e n o t a s taquigráficas constantes d o a u t o s . Sentença c o n f i r m a d a . por unanim i d a d e . l e v a n t a n d o a p r e l i m i n a r d e i l e g i t i m i d a d e d e p a r t e a t i v a . 0 0 0 .R e l a t o r : M i n i s t r o W i l l i a m Patterson . X I I I ) .2 T u r m a . a r b i t r a n d o a m u l t a d e C r $ 8 . § 3 9 ) não estão a s i m p e t r a n t e s s u j e i t a s à i n s c r i ção. Sentença c o n f i r m a d a . Custas. I I . 3 2 . Fiscalização. R e q u e r e u . APELAÇÃO C Í V E L N9 100.749 . c o n t e s t o u a r e f e r i d a ação. n e m a o p a g a m e n t o d e q u a l q u e r a n u i d a d e a o C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia. (Apelação Cível n 9 1 0 0 . 0 0 / d i a . ACÓRDÃO V i s t o s e r e l a t a d o s e s t e s a u t o s e m q u e são p a r t e s a s a c i m a indicadas: Decide a Quinta T u r m a d o Tribunal Federal de Recursos.São P a u l o . c a s o não f o s s e c u m p r i d a a n o r m a v i g e n t e (Ação Ordinária 8 9 W 8 3 . a O P o s t o d e M e d i c a m e n t o s . P o s t o d e M e d i c a m e n t o s . a p a r t i r d a d a t a d a citação. fiscalização. não c a b e a o C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia i m p e d i r a v e n d a d e c o r r e l a t o s e a aplicação d e injeções n o s P o s t o s .

s e incensurável. julgando o C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia. A competência p a r a licença. e n q u a n t o a Divisão d o Exercício P r o f i s s i o n a l t r a t a d o s p r o b l e m a s a t i n e n t e s â fiscalização. c a r e c e d o r d a ação. f u n c i o n a m e n t o e l i c e n c i a m e n t o d e e s t a b e l e c i m e n t o s farmacêuticos. A decisão d e p r i m e i r a instância a f i g u r a . d e v e n d o m e r e c e r . c e r t a m e n t e . f u n c i o n a m e n t o e fiscalização d o s P o s t o s d e M e d i c a m e n t o s é p r i v a t i v a e indelegável d a a u t o r i d a d e sanitária d o E s t a d o . C o m o s e vê. n a transcrição d e d i s p o s i t i v o s da Lei 5 . 195 . a O i l u s t r e j u i z d a 3 V a r a d a C o m a r c a d e S o r o c a b a . são órgãos d i s t i n t o s . A competência a d m i n i s t r a t i v a d o C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia é d e p u n i r e i m p e d i r a s infrações à l e i .d a s a l a d e aplicação e n a v e n d a d e s t e s p r o d u t o s . d o s q u e e x e r c e m a t i v i d a d e s p r o f i s s i o n a i s f a r m a cêuticas. 9 9 1 / 7 3 . João B e n e d i t o Gabriel. a c o l h e u a tese defendida pelo advogado d o P o s t o . a confirmação p e l o Egrégio T r i b u n a l F e d e r a l d e R e c u r s o s . D r . O C o n s e l h o d e Farmácia c u i d a d o s p r o f i s s i o n a i s .

.

Improcedência e I n o p o r t u n i d a d e d a m e d i d a . P R O C E S S O N ? 8. P A R E C E R N ? 4. d o Conselho Farmácia. 17/12/73 — Proposição Insumos e objeções e outros. Lei n P 5 . M e d i c a m e n t o s .901/73-BR. Item XIII — Postos de Medicamentos —Unidades Volantes 197 Lei 5 9 9 1 Federal d e . A u t u a ç ã o p o r C o n s e l h o R e g i o n a l d e f a r m á c i a .062/74 Drogas de — Comércio.506/73 P A R E C E R N ? 4. P R O C E S S O N ? 3 .PARECERES MINISTÉRIO DA SAÚDE P R O C E S S O N ? 1. 9 9 1 d e 1 7d ed e z e m b r o d e 1 9 7 3 . 5 8 6 / 7 4 .Bsb P A R E C E R N ? 4.097/74 Farmácia.128/74 Ausência de capacidade cia exercerem para legal dosConselhos R e g i o n a i s d e Farmá- f i s c a l i z a ç ã o sanitária d e e s t a b e l e c i m e n t o s far- macêuticos.

n? drogarias e estabelecimentos similares. 0 4 2 / 7 5 . 4 3 9 / 7 6 . n o m á x i m o e m d u a s farmácias.177/75 E x e r c í c i o d e direção técnica. P R O C E S S O N ? 7 . D r o g a r i a s e estabelecimentos similares. 7 7 5 d e 1 9 7 6 d a Câmara d o s D e p u t a d o s . 9 6 6 / 7 5 . 9 9 1 d e 1 7d e dezembro de 1973. P R O C E S S O N ? 3 . 7 7 5 d e 1 9 7 6 . C o n sequências d o d i s p o s t o n o s a r t s . 4 3 9 / 7 6 . Projeto deLei 2 . 9 9 1 d e 1 7 d e d e z e m b r o 1973.209/76 Farmácias. 198 Projeto d eL e i . t é c n i - o u não.Bsb P A R E C E R N ? 4.P R O C E S S O N ? 3 .Bsb P A R E C E R NP 4 . d e a u t o r i a d o D e p u - t a d o Adhémar G h i s i .Bsb P A R E C E R N ? 4. Propositura d e convénio d e Saúde d o E s t a d o d e M i n a s e o C o n s e l h o c o m a finalidade das empresas. P R O C E S S O N ? 7 . entre d e delegação d e p o d e r e s estabelecimentos e seus a Secreta- Regional d e Farpara a fiscali- responsáveis.207/76 Farmácias. d a Câmara d o s D e p u t a d o s . 1 7 3 / 7 5 Fiscalização ria mácia. n ° 2 . 2 0 e 5 7 d a L e i n ? 5 . zação cos de sanitária.Bsb P A R E C E R N ? 4. a q u e s e r e f e r e a L e i n ? 5 .

.MINISTÉRIO DO T R A B A L H O OF/SG/N? 005/85 Salário P r o f i s s i o n a l Horário d e T r a b a l h o CONSELHO F E D E R A L DE FARMÁCIA P A R E C E R N? 32/80 - E m e n t a — Atuação d o C o n s e l h o 199 Regional.

Autuação por Conselho Regional de Farmácia. n ? 5 . c o m b a s e n a L e i n ? 3 . 1 7 / 1 9 . e m relação à competência a l e i n o v a é c l a r a — a f i s c a l i z a ção d o s e s t a b e l e c i m e n t o s c o m p e t e a o órgão d e saúde ( a r t .901/73-BR P A R E C E R N ? 4. 1 9 7 4 . q u e dispõe s o b r e o c o n t r o l e sanitário d o comércio farmacêutico e s e u r e g u l a m e n t o b a i x a d o p e l o D e c r e t o n ? 7 4 . 8 2 0 d e 1 1 d e n o v e m b r o d e 1 9 6 0 . t e n d o e m v i s t a q u e o s C o n s e l h o s R e g i o n a i s d e Farmácia e s tão a u t u a n d o e m u l t a n d o o s e s t a b e l e c i m e n t o s l i c e n c i a d o s p e l o s E s t a d o s . 4 5 ) . 9 9 1 . a o n o s s o v e r . 0 8 . a o invés d e s e a t e r e m a o c o n t r o l e d o p o n t o d e v i s t a ético e d i s c i p l i n a r d o s p r o f i s s i o n a i s s u j e i t o s à s u a t u t e l a .P R O C E S S O N ? 1. Lei n? 5. d e v e s e r a r q u i v a d o v i s t o c o m o o Ofício n ? 1 2 8 ( f l s . a n t e r i o r p o r t a n t o a o n o v o c o m a n d o jurídico acima citado. . 1 7 0 . 200 . d e 1 0 d e j u n h o d e 1 9 7 4 . s e dúvidas p u d e s s e m a i n d a p a i r a r s o b r e a matéria. d e 1 7 d e d e z e m b r o d e 1 9 7 3 .s e competência sanitária.506/73 P A R E C E R N ° 4. q u e não l h e s é a s s e g u r a d o p o r l e i . O P a r e c e r n ? 4 . p e d e o Serviço N a c i o n a l d e Fiscalização e Farmácia q u e s e p r o n u n c i e e s t a C o n s u l t o r i a q u a n t o à d u p l i c i d a d e d e fiscalização q u e ' está s o f r e n d o o comércio farmacêutico. Já c o n t e n d o p a r e c e r jurídico c u j o s t e r m o s f a z e m o s n o s s o s . E s s a a solução s o b r e a questão s u s c i t a d a n o p r e s e n t e p r o c e s s o q u e . f l s .128/74 Ausência de capacidade legal dos Conselhos Regionais de Farmácia para exercerem fiscalização sanitária de estabelecimentos farmacêuticos. d e t a l s o r t e q u e .991 de 17 de dezembro de 1973. E x a . 1 2 3 / 7 4 . HÉLIO P E R E I R A D I A S C o n s u l t o r Jurídico d o Ministério d a Saúde P R O C E S S O N? 8. 1 ) é d a t a d o d e 3 d e m a i o d e 1 9 7 3 . E m face d a lei n o v a . q u e c r i o u o s C o n s e l h o s d e Farmácia. f o c a l i z a questão já d i s c u t i d a e m o u t r o s pareceres desta C o n s u l t o r i a a p r o v a d o s p o r V . e m 1 5 . C o n s u l t o r i a Jurídica. f o r a m e l a s t o t a l m e n t e d i s s i p a d a s . É o n o s s o p a r e c e r sub censura. a t r i b u i n d o . q u a l seja a q u e s tão jurídica e m e r g e n t e d a a t i t u d e d o s C o n s e l h o s R e g i o n a i s d e Farmácia e x e r c e r e m o p o d e r d e f i s c a l i z a r e s t a b e l e c i m e n t o s farmacêuticos.097/74 Farmácia.

13 e 2 4 da Lei n ? 3 . 9 9 1 . a t r i b u e m e x p r e s s a m e n t e a fiscalização sanitária d a s d r o g a s e d o s m e d i c a m e n t o s . F e d e r a l e R e g i o n a i s . estão i n s t i t u c i o n a l m e n t e i n c a p a c i t a d a s a o c o n t r o l e d o s e s t a b e l e c i m e n t o s farmacêuticos.s e o r e f e r i d o comércio p e l o D e c r e t o n ? 2 0 . l e g a l i d a d e e c o n s t i t u c i o n a l i d a d e necessárias p a r a i m p o r . i n v o c a r e m s u a d e f e s a e p a r a c o n f r o n t o . c o m o única r e g r a d o t a d a d a s condições d e j u r i d i c i d a d e . 1 7 0 d e 1 0 d e j u n h o d e 1 9 7 4 . a o s E s t a d o s .s e e i n c i d i r s o b r e o e s p e c i a l i z a d o comércio farmacêutico. P o r esse m o t i v o . é matéria h o j e i n t e g r a l m e n t e r e g u l a d a p e l a L e i n° 5 . s u f i c i e n t e p a r a s e l e r que o a u t o d e m u l t a foi lavrado c o m f u l c r o nos arts. 6 2 7 de n o v e m b r o d e 1 9 3 1 . 8 2 0 d e 1 1 d e n o v e m b r o d e 1 9 6 0 . e m s e u a r t . a s s i m s e r i a . r e c l a m a c o n t r a a autuação q u e l h e f e z o C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia n a q u e l e E s t a d o . Sub censura. i n t e i r a m e n t e baseado e m p r e c e i t o s nítidos d e e x c l u s i v o c u n h o sanitário. i s t o é. m e s m o q u a n d o e x e r c i d a n a vigência d a s n o r m a s r e v o g a d a s . m e d i c a m e n t o s . i n a t a a o s órgãos d e saúde. 4 4 d a L e i n°. p e l o q u a l G a l d i n o P e r e i r a d e V a s c o n c e l l o s . d e 1 7 d e d e z e m b r o d e 1 9 7 3 . 8 2 0 de 11 de n o v e m b r o de 1 9 6 0 . j u n t a n d o cópia x e r o g r a f a d a d o a t o m a l s i n a d o . C o n s u l t o r i a Jurídica.1 9 7 4 . HÉLVIA F O N T A N A P A C H E C O Assessor 201 . n o e n t a n t o . r e g i a . A o p a r t i c u l a r c o a g i d o r e s t a o d i r e i t o d e ação j u d i c i a l q u e faça c e s s a r a interferência insólita. e o a r t . a L e i sanitária c i t a d a . P o r s u a v e z . proprietário d e d r o g a r i a n a c i d a d e d e I t a p e r u n a n o E s t a d o d o R i o . o a t o d a a u t a r q u i a p r o f i s s i o n a l a f i g u r a . 9 9 1 . l o c a i s . A n t e r i o r m e n t e . D i s t r i t o F e d e r a l e Territórios F e d e r a i s . 1 7 0 d e 1 0 d e j u n h o d e 1 9 7 4 .s e e x o r b i t a n t e . o u a p e r s i s t e n t e r e c u s a o b s t a t i v a . c o m o a u t a r q u i a p r o f i s s i o n a l q u e são. M a i s . d e f o r m a d a t i v a . 5 . O D e c r e t o n°. t a l c o m o a L e i vigente. a i n d a q u e não d i s p u s e s s e m . p o r questão d e competência originária. 4 6 . O c o n t r o l e sanitário d o comércio d e d r o g a s . 7 4 . d e m o d o q u e s e j a a própria c o a t o r a i m p e l i d a a r e c o r r e r a o Judiciário e m b u s c a d e s e u s p r e t e n s o s p o d e r e s . e m 1 8 . p a r a então. o s C o n s e l h o s d e Farmácia. é.0 7 . i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s . d e 1 7 d e d e z e m b r o d e 1 9 7 3 e D e c r e t o n ? 7 4 . c r i a d a s p a r a a f i n a l i d a d e d e c o n t r o l e ético e d i s c i p l i n a r d o s p r o f i s s i o n a i s inscritos e m seus q u a d r o s pela L e i n ? 3 . N o q u e p e s e a precária condição d a cópia r e f e r i d a .A questão o b j e t o d a c o n s u l t a s e o r i g i n o u d o r e q u e r i m e n t o d i r i g i d o a o Serviço N a c i o n a l d e Fiscalização.

s e m a i s fácil examiná-las d e a c o r d o c o m a apresentação d a d a . e s p e c i a l m e n t e q u a n t o a o q u e dispõem o s i t e n s X I I I . c i t a d a . d o parágrafo único d o a r t . a matéria é p r i v a t i v a d e s t e Ministério. o C o n s e l h o F e d e r a l d e Farmác i a a l e g a n d o a existência d e inúmeras imperfeições n a L e i n ? 5 . 4 ? .S e g u n d o e n t e n d e o C o n s e l h o F e d e r a l d e Farmácia. A hipótese n e m m e r e c e s e r c o n s i d e r a d a . 9 9 1 . X I V e X V I I d o a r t . deve ficar d e f i n i t i v a m e n t e esclarecido q u e as autarq u i a s p r o f i s s i o n a i s s o m e n t e têm p o d e r p a r a a t u a r n a área ética e d i s c i p l i n a r d o s p r o f i s s i o n a i s i n s c r i t o s e m s e u s q u a d r o s . o É d e s e c o n c o r d a r c o m o d o u t o C o n s e l h o F e d e r a l d e Farmácia q u e a r e c e n t e L e i n ? 5 . o P r o j e t o e l a b o r a d o p o r e s t e Ministério s o f r e u e n x e r t o s e e m e n d a s q u e o d e s v i r t u a r a m e m s u a f i n a l i d a d e e p r e j u d i c a r a m a coerência e u n i f o r m i d a d e q u e se l h e p r e t e n d e u d a r . s i m p l e s m e n t e h o u v e a repetição d o t e x t o l e g a l . o § 3 ? d o a r t . q u e p o r força d e 202 . i n sumos e outros. n e n h u m p r o v e i t o r e s u l t a r i a . 9 9 1 . q u a n t o a e s t e Ministério o e x a m e d a s Resoluções q u e d e v e m s e r b a i x a d a s p a r a o p r o v i s i o n a m e n t o d o s práticos e o f i c i a i s d e f a r mácia d e q u e c o g i t a m o a r t .12. 1 5 . p o s t o q u e . t o r n a .062/74 D r o g a s — Comércio. não s e j u s t i f i c a a m e d i d a . 5 7 e s e u s §§. V e r d a d e . o art.586/74 P A R E C E R Bsb N ? 4. m a n i f e s t a a v o n t a d e d e acesso a o P r o j e t o d e R e g u lamentação d a m e s m a .P R O C E S S O N ? 3. além d e l i c e n c i a d o s p e l o órgão sanitário. n a s disposições e m i n e n t e m e n t e sanitárias. p o r e x t r a v a s a r o s r e s t r i t o s l i m i t e s próprios a o s a t o s r e g u l a m e n t a r e s . 4 4 e o art. E m e x p e d i e n t e a o M i n i s t r o d e E s t a d o . c o m a d e v i d a vénia. m e d i c a m e n t o s . d e 1 7 de d e z e m b r o d e 1 9 7 3 . 57. C o m referência a o s comentários o u sugestões q u e o C o l e n d o C o n s e l h o f a z a d e t e r m i n a d a s disposições. N o q u e respeita a o pronunciar-se a autarquia interessada q u a n t o à regulamentação o r a p r o p o s t a . 4 .73 — Proposição e objeções d o C o n s e l h o F e d e r a l d e Farmácia. p o i s não f o i p r e v i s t a n a L e i . o s p o s t o s d e m e d i c a m e n t o s . p o i s . d e 1 9 7 3 . 9 9 1 d e 1 9 7 3 não é e x e m p l o d e perfeição. q u e são a s i n d i c a d a s n o tópico 1 d o p r e s e n t e . L e in ? 5. D e f o r m a q u e s e r i a tão i n u s i t a d o o p r o n u n c i a m e n t o d o C o n s e l h o F e d e r a l d e Farmácia s o b r e matéria t i p i c a m e n t e sanitária. d e v e r i a m s e r r e g i s t r a d o s e m C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia. n o r m a t i v a s o u d e fiscalização. 6 ? . e c o m o t a l é injurídica. Improcedência e Inoportunidade da medida. também. t e n d o e m v i s t a a inconsistência d o s a r g u m e n t o s e o r e v e l a d o d e s c o n h e c i m e n t o jurídico n a s proposições a r g u i d a s . E m b o r a já e x a u s t i v a m e n t e d i t o . e q u a n t o às d e o r d e m p r o f i s s i o n a l . d a L e i n ? 5 . Assim: ITEM XIII A r t .991 d e 17. n o q u e r e s p e i t a a o possível a p r i m o r a m e n t o d o P r o j e t o .

203 . p a r a s a n a r indisposições. o u m a l . c o m ob e neplácito d a Comissão d e Saúde. Q u a i s q u e r d i f i c u l d a d e s p a r a fiscalização sanitár i a d o s e s t a b e l e c i m e n t o s q u e o s v e n d a m . não são órgãos f i s c a i s . s o m e n t e poderão t e r o caráter q u e a l e i l h e s d e u . t o d o s f i g u r a s d e projeção. 4 ? . 6 ? . n e m s e m p r e p e r t o d e q u e m a s n e c e s s i t a . A d e m a i s . e não o u t r o . será i n f e r i o r à f a l t a q u e p o s s a m f a z e r o s m e d i c a m e n t o s a q u e m d e l e s p r e c i s e . não s e e x p l i c a a razão d a argumentação t r a z i d a p e l o C o n s e l h o . i n t e r e s s a m u i t o m a i s à saúde pública d o q u e a p r i v a t i v i d a d e d a v e n d a d e m e d i c a m e n t o s d a n a t u r e z a d e q u e t r a t a a disposição. não há p o r q u e c a r a c t e r i z a r o q u e s e j a p e q u e n a u n i d a d e h o s p i t a l a r . matéria. a q u e s e d e v e m a t e r às r e s p e c t i v a s a u t a r q u i a s . não só d e s t e M i n i s tério. e r e p e t i d a a d i a n t e . c o m o d a indústria p r i v a d a e d o C o l e n d o C o n s e l h o F e d e r a l d e F a r mácia.disposição espúria. P A R Á G R A F O ÚNICO A r t . s e m n e c e s s i d a d e d e r e c e i t a médica. a comercialização d e dietéticos. através d o a b u s o r e g u l a mentar. C o n c e i t o d e dispensário d e m e d i c a m e n t o s . 8 2 0 .s e porém d e disposição e i v a d a d e i n c o n s t i t u c i o n a l i d a d e . v a l e o b s e r v a r . 4 ? . p e l a s farmácias. t r a t a . d e 1 1 d e n o v e m b r o d e 1 9 6 0 . 9 9 1 d e 1 9 7 3 . f u n d a m e n t a l m e n t e d o i n t e r e s s e d a saúde pública. a f i n a l i d a d e d o a t e n d i m e n t o a o público. c u j a d e c l a ração p o d e s e r p l e i t e a d a n o Judiciário p e l o s i n t e r e s s a d o s . A disposição l e g a l .O i t e m i n d i c a d o n e n h u m a referência f a z a número d e l e i t o s . m a s c u j a procedência p a r e c e u c o r r e t a p o r q u e a expressão f o i i n t r o d u zida n o a n t e p r o j e t o e c o m o t a l aceita pelo Congresso Nacional. a g o r a . aliás c o m p l e t a m e n t e a l h e i a á área d o C o n s e l h o d e Farmácia e n e m s e q u e r c o g i t a d a pela Lei n ? 5 . S e . p e r t i n e n t e s a o f i s c o o u fazendários. d o r e s . é o e s t a b e l e c i d o n o i t e m X I V d o art.G e r a l d a República. a propósito d e expressão c o n s t a n t e n o c o mentário a o a r t i g o . o u f u n c i o n a n d o a q u a l q u e r h o r a . P o r f i n a l .N o q u e p e s e a respeitável opinião e m i t i d a . porém não a u t o r i z a a extensão d a m e d i d a . ITEM XIV A r t . i n s e r t a n a L e i n ° 3 . i s t o é. q u e a s repartições d e s t e Ministério e m u i t o m e n o s o s C o n s e l h o s d e Farmácia. d e m o d o q u e . u m a vez q u e a L e i já o f e z c l a r a m e n t e . v e m a s farmácias s o f r e n d o insólita interferência d a a u t a r q u i a p r o f i s s i o n a l . Q u a n t o às u n i d a d e s v o l a n t e s . s o b o a s p e c t o farmacológico não e x i s t e o d e n o m i n a d o m e d i c a m e n t o anódino. é questão técnica q u e não s e d i s c u t e n e s t e p a r e c e r jurídic o . e x o r b i t a n t e .e s t a r . ITEM XVII A r t . q u e l h e s e j a s o b r e p o s t o p o r a t o s m e n o r e s . p o r e m i n e n t e s farmacêuticos q u e p a r t i c i p a r a m d a s u a elaboração.F o g e i n t e i r a m e n t e d e q u a l q u e r conexão c o m o s princíp i o s d e ética e d e d i s c i p l i n a p r o f i s s i o n a l . o u p o r r e p r e s e n tação d o P r o c u r a d o r . nada t e n d o a ser acrescentado pelo R e g u l a m e n t o . 4 ? .

m a s . o a s s u n t o acha-se s u p e r a d o pela L e i n ? 5 . q u e . P o r f i n a l .l h e o s d i t a m e s . D e q u a l q u e r f o r m a . c o m a f i n a l i d a d e d e s s e exercício. d e f a t o . onde f o r a m propiciados amplos debates aos d e f e n s o r e s d a t e s e . M i n i s t r o d e E s t a d o . A r t . s i g n i f i c a r i a . e m matéria e s p e c i f i c a m e n t e sanitária e s e m injunções c o m o s princípios éticos e d i s c i p l i n a r e s d a profissão farmacêutica.N o q u e r e s p e i t a a o Ministério d a Saúde. A n o v a legislação não t r a n s f e r e a o s E s t a d o s o p o d e r d e f i s c a l i z a r . Seria longo e fastidioso trazer e m simples c o m e n tário. 1 5 . 4 4 . é p o s s i b i l i d a d e a s e r a f a s t a d a l i m i n a r m e n t e . S r . a s razões e princípios q u e n o r t e a m a divisão d o s p o d e r e s . c a b e o b s e r v a r . é d a competência d o s órgãos a o s q u a i s c a b e o s e u l i c e n c i a m e n t o . p a r e c e q u e não é e s s a a r e a l i d a d e a s e r e n c a r a d a . Q u a n t o a o C o n s e l h o F e d e r a l d e Farmácia f a z e r convénios c o m órgãos d e fiscalização sanitária. p o i s . não m e n o s aconselháv e l é a prescrição d e m e d i c a m e n t o s p o r farmacêuticos. não é pública. p o r q u a n t o import a r i a e m delegação d e competência impossível d e s e r c o m e t i d a a a u t a r q u i a s p r o f i s s i o n a i s . a s s i m o c o m p r e e n deu o Congresso Nacional. é d e s e c o n c l u i r d a d e s n e c e s s i d a d e d o p r o n u n c i a m e n t o d o C o n s e l h o F e d e r a l ' d e Farmácia. 0 5 . S o m e n t e p a r a f i n a l i z a r . i n c l u s i v e . D a d a a d e m o n s t r a d a improcedência d a s razões t r a z i d a s à c o n s i d e ração d o E x m o . s e d e u m l a d o . o exercício i l e g a l d a m e d i c i n a . a s farmácias c o m e r c i a i s são e s t a b e l e c i m e n t o s particulares Q u a n t o a o possível b a n i m e n t o d o farmacêutico d e s s e s e s t a b e l e c i m e n t o s . C o n s u l t o r i a Jurídica. 5 7 . e m 3 1 . s e m pretender p e n e t r a r e m matéria q u e l h e é e s t r a n h a . não p o d e o R e g u l a m e n t o a l t e r a r . A farmácia c o m e r c i a l a t e n d e o público. a) HÉLVIA F O N T A N A P A C H E C O Assessor 204 . A r t . a auto-medicação é e r r a d a . p o r s u a i n t e i r a inadequação. e e s t e só p o d e r i a s e r o d e âmbito l o c a l . que é o imediato e direto. p o d e r o u f a c u l d a d e . é a d e q u e t e n d o a L e i d e t e r m i n a d o u m a t a l o u q u a l d i r e t r i z . o t e x t o r e g u l a r m e n t a r JSmitou-se a repetir e s t r i t a m e n t e o disposto n a l e i .§3 o A r t .Há má informação q u a n t o a o a l e g a d o c o m referência a o m e s m o . s e j a m d e o r d e m c o n s t i t u c i o n a l . 1 9 7 4 . S o b o a s p e c t o sanitário. o s f a r m a cêuticos não p a r e c e m i n t e r e s s a d o s e m e s t a r p r e s e n t e s n a s farmácias. t o t a l m e n t e contrária a o i n t e r e s s e público e s o m e n t e f a vorável a u m a r e d u z i d a c l a s s e d e p r o f i s s i o n a i s . 9 9 1 d e 1 9 7 3 . sendo i n t e m p e s t i v a a s u a discussão e m f a s e d e regulamentação. p r e f e r i n d o p r e s t a r s u a s a t i v i d a d e s e m o u t r a s áreas. a razão m a i s f o r t e . q u e já l h e s e r a e s s e i n e r e n t e . política o u a d m i n i s t r a t i v a o u o s e n s i n a m e n t o s e c o n c e i t o s d e d o u t r i n a . p o i s . são o s e s t a b e l e c i m e n t o s i n t e g r a n t e s d o s órgãos g o v e r n a m e n t a i s . p r e j u d i c i a l é a generalização d a s i m p l e s locação d o n o m e . c o m o n e m p o d e r i a d e i x a r d e s e r . Públicos. s e m a n a t u r e z a originária idêntica q u e l h e p e r m i t i a a t i v i d a d e e s t r a n h a à f i n a l i d a d e d e s u a criação. A fiscalização d o s e s t a b e l e c i m e n t o s d e comércio.A n t e s d e m a i s n a d a d e v e s e r r e p e l i d a a expressão farmácia pública.

8 1 0 / 7 4 . E x a . Não o b s t a n t e o p o n t o d e v i s t a d o C o n s e l h o F e d e r a l d e Farmácia s o b r e a s imperfeições d a L e i v o t a d a p e l o C o n g r e s s o N a c i o n a l e s a n c i o n a d a p e l o P r e s i d e n t e d a República. não m e p a r e c e consentânea a preocupação d e m o n s t r a d a n o ofício e m epígrafe. s a l v o m e l h o r juízo d e V . d e u m m o d o g e r a l . c o n s i d e r a n d o . após e x a m i n a d o p e l o s órgãos técnicos e jurídicos d e s t a P a s t a . É o n o s s o p a r e c e r . de 1 7 de d e z e m b r o d e d e Regu- pelo Of. M .586/74 P A R E C E R N ? 4. d a t a d o d e 2 1 d e m a i o último. o sentido de menesta Pasta. t e r a s u a ação l i m i t a d a a o s c a m p o s d a ética e d a d i s ciplina d o s profissionais inscritos n o s seus q u a d r o s .s e . 0 4 . . d e 1 9 7 3 . a ) HÉLIO P E R E I R A D I A S C o n s u l t o r Jurídico 205 . a inconsistência d o s a r g u m e n t o s e x p e n d i d o s são e v i d e n t e s . e n f i m . E x a . c o m a d e v i d a vénia. c o n s i d e r a n d o a i n d a a circunstância d o C o n s e l h o F e d e r a l d e Farmácia. e s t o u e m q u e d e v e s s e s e r d e n e g a d a a solicitação. 7 / 1 5 c u j o e m b a s a m e n t o jurídico j u s t i f i c a p l e n a m e n t e a s u a aprovação. c o m u n i c a n d o . O C o n s e l h o F e d e r a l d e Farmácia d i r i g i u . . P o r o u t r o l a d o . f a c i l i t a n d o a s u a execução. 7 4 . e m 2 9 .l h e o s e n t i d o e o a l c a n c e . c o m o a u t a r q u i a p r o f i s s i o n a l . I n i c i a l m e n t e c u m p r e r e s s a l t a r q u e o P r o j e t o f o i e n v i a d o à Presidênc i a d a República c o m a E . n a alçada d o Ministério d a Saúde. o q u e s e r i a i n j u rídico.Proposta lamentação I n t e m p e s t i v a . n ? 9 9 / B s b . 9 9 1 .s e a V . sub censura. f u n d a d o e s t r i t a m e n t e n o i n t e r e s s e público. A s s i m . v i s t o c o m o o R e g u l a m e n t o . não p o d e c o r r i g i r possíveis f a l h a s d o t e x t o l e g a l . s o l i c i t a n d o a intercessão n r e c e r audiência a c e r c a d o P r o j e t o d e D e c r e t o e l a b o r a d o tinado a regulamentar a Lei n ? 5 . p o r i n t e i r o . que qualquer a b e r t u r a d e vistas a o r e g u l a m e n t o iria procrastinar a sua vigência. c o m e v i d e n t e s prejuízos p a r a a execução p l e n a d a L e i n ? 5 . m a s a p e n a s a c l a r a r a inteligência d e c e r t o s d i s p o s i t i v o s .P R O C E S S O N ?M S 3. c o n s i d e r a n d o q u e a matéria v e r s a d a n o r e g u l a m e n t o d i z r e s p e i t o a o c o n t r o l e sanitário d a s ações r e l a c i o n a d a s c o m o comércio f a r m a cêutico. des1973. c o m o b e m d e m o n s t r o u a A s s e s s o r a q u e e x a m i n o u c a d a u m a d a s proposições n o b e m lançado p a r e c e r d e f l s . 9 9 1 . e i n s e r e . s e m e n t r e t a n t o m o d i f i c a r .064/74 Lei n ? 5 .s e a o C o n s e l h o a motivação d e s s e p r o c e d i m e n t o . 9 9 1 / 7 3 .

i n c u m b i d a d o c o n t r o l e sanitário e o C o n s e l h o . o q u e s e r e f e r e a L e i n? 5. a u t a r q u i a p r o f i s s i o n a l d e c l a s s e .173/75 Fiscalização sanitária.P R O C E S S O N ? P A R E C E R N ? 3.966/75-Bsb 4. 2 . d o l u g a r e d o t e m p o . s e u s e s t a b e l e c i m e n t o s e responsáveis técnicos. P r o p o s i t u r a d e c o n vénio e n t r e a S e c r e t a r i a d e Saúde d o E s tado d e Minas e o Conselho Regional d e Farmácia. c o n f l i t a c o m a t e o r i a g e r a l d o i n s t i t u t o d a delegação d e competência q u e c o n f o r m e s a l i e n t a m o s m e l h o r e s d o D i r e i t o A d m i n i s t r a t i v o é d e l i m i t a d a e m razão d a matéria. técnicos o u não. e m 1 2 d e a g o s t o d e 1 9 7 5 . 1 6 7 / 7 5 ( f l s . através d e convénio. c o m o t a l d e f i n i d o s n a L e i n ? 5 . p o s t o q u e àquelas p r i m e i r a s e a s e u s r e g u l a m e n t o s i n c u m b e d e f i n i r a s atribuições d o s órgãos públicos. n o p l a n o jurídico. A delegação a l v i t r a d a . P o r solicitação d a S e c r e t a r i a d e Saúde d o E s t a d o d e M i n a s G e r a i s v e i o até e s t a C o n s u l t o r i a Jurídica c o m o p e d i d o d e orientação o p r e s e n t e p r o c e s s o o n d e s e c o g i t a d a l e g a l i d a d e d o convénio q u e s e r i a f i r m a d o c o m o C o n s e l h o R e g i o n a l d e Farmácia p a r a " a fixação d e atribuições d e l i c e n c i a m e n t o e fiscalização d e e m p r e s a s . 9 9 1 . d o g r a u hierárquico. 3 9 / 4 3 ) r e v e l o u q u e o a t o é inviável p o i s c o g i t a d e funções indelegáveis e n t r e órgãos d e d i f e r e n t e s f i n a l i d a d e s q u a i s s e j a m a S e c r e t a r i a . 5. 3 . 4 . e s t a b e l e c i m e n t o s e s e u s responsáveis. Excelentíssimo S e n h o r M i n i s t r o d e E s t a d o d a Saúde. e s t a m o s e m q u e se responda n e g a t i v a m e n t e à Sec r e t a r i a d e Saúde d o E s t a d o d e M i n a s G e r a i s q u a n t o à l e g i t i m i d a d e d o c o n vénio p r e t e n d i d o . O o b j e t o d o a t o .991 de 1 7 de dezembro de 1973. E x a . i m p l i c a r i a e m a l t e ração d a s l e i s através d e m e c a n i s m o s não c o n t e m p l a d o s n o p r o c e s s o l e g i s l a t i v o . Brasília. c o m a f i n a l i d a d e d e delegação d e p o d e r e s p a r a a fiscalização d a s e m p r e s a s . t a l c o m o f o i c o n c e b i d o . S e n d o assim. HÉLIO P E R E I R A D I A S C o n s u l t o r Jurídico d o Ministério d a Saúde 206 . À consideração d e V . d e 1 7 d e d e z e m b r o d e 1 9 7 3 . e n c a r r e g a d o d o s a s p e c t o s d e ética e d i s c i p l i n a d o s p r o f i s s i o n a i s farmacêuticos que congrega. A análise jurídica d o p r o b l e m a e f e t u a d a n o P a r e c e r n ? 4 .

1 7 7 / 7 5 Exercício d e direção técnica. f l s . Excelentíssimo S e n h o r M i n i s t r o d e E s t a d o d a Saúde. 1 5 5 / 7 5 . E s t a s a s considerações q u e a n o s s o v e r d e v e r i a m s e r t r a n s m i t i d a s a o C o n s e l h o F e d e r a l . p r o j e t a d a n o f u t u r o u m a v e z q u e à e s s a época s e r e p o r t a a L e i n ? 5 . O Parecer n ? 4 . HÉLIO P E R E I R A D I A S C o n s u l t o r Jurídico d o Ministério d a Saúde 207 . r e f l e t e o q u a d r o d a farmácia a 11 de novembro de 1960. 3 . e m 3 1 d e j u l h o d e 1 9 7 5 . de 17 de dezembro de 1973. p o r i s s o q u e não p o d e n d o l e g a l m e n t e o farmacêut i c o p r e s c r e v e r m e d i c a m e n t o s o f a t o t r a d u z u m ilícito e s i g n i f i c a d e o u t r o m o d o a comprovação d e u m a r e a l i d a d e fática. d e 1 7 d e d e z e m b r o d e 1 9 7 3 a questão p o s t a p e l o C o n s e l h o F e d e r a l d e Farmácia n o s e u Ofício n ? 1 . às f l s . u m a situação p r e e x i s t e n t e . o p r i m e i r o q u e só p e r m i t e a c a d a farmacêutico e x e r c e r a direção técnica d e . d e Farmácia. s e n d o u m a c o m e r c i a l e o u t r a h o s p i t a l a r e o s e g u n d o q u e p e r m i t e o p r o v i s i o n a m e n t o p e l o Conselho Federal de Farmácia d o s práticos e o f i c i a i s d e farmácia. q u a l s e j a a d a deficiência d e médicos n o s p e q u e n o s o u r e m o t o s c e n t r o s d o país. 6 3 5 / 7 5 . Brasília. S o b r e o possível f a v o r e c i m e n t o d a c h a m a d a auto-medicação d i a n t e d a má distribuição d o farmacêutico ( ? ) . 9 9 1 . e m d u a s farmácias.P R O C E S S O N° P A R E C E R 3042/75-Bsb N° 4 . d u a s farmácias. tão-somente. 2 0 e 5 7 d a q u e l e d i p l o m a . D e f a t o o s a r g u m e n t o s e x p e n d i d o s n o p a r e c e r t r a d u z e m o espír i t o e o a l c a n c e d a s n o r m a s l e g a i s e o s d a d o s estatísticos t r a z i d o s à colação p e l o C o n s e l h o d e m o n s t r a m . i s t o é. 9 9 1 . 1 / 3 . n o máximo. p a r a a s s u m i r e m a r e s p o n s a b i l i d a d e técnica d o e s t a b e l e c i m e n t o . n o máxim o . o a r g u m e n t o p r o v a d e m a i s c o n t r a o s d e f e n s o r e s d a t e s e . 2 . 1 1 / 1 4 . Consequências do disposto n o s arts. q u e e s t i vessem e m plena atividade e provassem manter a propriedade o u co-prop r i e d a d e d e farmácia e m 1 1 d e n o v e m b r o d e 1 9 6 0 . e d i t a d a e m 1 9 7 3 . s o b r e a s consequências d o d i s p o s t o n o s a r t s . 2 0 e 5 7 d a L e i n ? 5.991. d i s c u t e c o m base n a i n t e r p r e t a ção d a s disposições d a L e i n ? 5 . habilitados na forma da lei.

991 d e 1 9 7 3 . 7 7 5 . a f o r m a d o plantão. e n t e n d e * u q u e só a legislação l o c a l p o d e r i a o u d e v e r i a f i x a r . d e 1 7 d e d e z e m b r o d e 1 9 7 3 . É j u s t a . p o r q u e o m e s m o n e m s e m p r e atingirá a o f i m p r e t e n d i d o . c o m o a s c a p i t a i s d o s E s t a d o s d o R i o d e J a n e i r o e São P a u l o . c o m o a r t i g o 5 6 . p e l o s E s t a d o s . E m s u m a . a s s e g u r a d a constitucionalmente. o p a r e c e r é n o s e n t i d o d a rejeição d o acréscimo d e p a rágrafo. s e m f e r i r a competência s u p l e t i v a d a s u n i d a d e s f e d e r a t i v a s . o b j e t i v a aperfeiçoar a L e i n ? 5 . Daí. referido. 4 . a o a r t i g o 2 3 . 3 . a t e n d e n d o a situações t r a z i d a s a o c o n h e c i m e n t o d o Ministério d a Saúde. d r o g a r i a s e estabelecimentos similares. d e a c o r d o c o m a s características e n e c e s s i d a d e s específicas. o p t o u p e l a o p o r t u n i d a d e e conveniência d e disposição d e incidência g e r a l . A L e i n ? 5 . e m l u g a r e s d e i n t e n s a d e n s i d a d e demográfica. A s s i m .l h e parágrafos a o s a r t i g o s 2 3 e 5 6 . O P r o j e t o d e L e i n ? 2 . é possível. D i s t r i t o F e d e r a l e Territórios.439/76-Bsb 4. d o género. P r o j e t o d e lei n ? 2 . q u e dispõe s o b r e o c o n t r o l e sanitário d o c o mércio d e d r o g a s . estabelece o s requisitos essenciais d o licenc i a m e n t o d o s e s t a b e l e c i m e n t o s c o m e r c i a i s . c o m p l e m e n t a r . 7 7 5 . m a s . não h a v i a n o r m a f e d e r a l i m p o n d o a obrigação d o plantão p e l a s f a r mácias. e n t e n d e r . d e a c o r d o c o m a s condições l o c a i s . p o r q u e v i s a i m p e d i r possíveis a b u s o s . 9 9 1 d e 1 9 7 3 . e m 1 1 d e o u t u b r o d e 1 9 7 6 . a r e s s a l v a c a p t a d a n o parágrafo único o f e r e c i d o a o a r t i g o 5 6 . Até e n tão. O artigo 2 3 . d e a u t o r i a d o D e p u t a d o Adhémar G h i s i . o c o r r e u idêntico m o t i v o . porém. 9 9 1 .207/76 Farmácias. d a Câmara d o s D e p u t a d o s . I g u a l m e n t e . m e d i c a m e n t o s . 2. C o n s u l t o r i a Jurídica. pelos m o t i v o s antes expostos. a c r e s c e n t a n d o . d a c i tada Lei n ? 5. a i n d i c a d a p a r a i m p o r a limitação p r e t e n d i d a . d e a u t o r i a d o D e p u t a d o Adhémar G h i s i . e n t r e t a n t o . e . d e 1 9 7 6 . d e i x a n d o . d e 1 9 7 6 . HÈLVIA F O N T A N A P A C H E C O Assessor 208 . d e a c o r d o c o m a inclusão d o parágrafo único a o a r t i g o 5 6 . às r e s p e c t i v a s legislações s u p l e t i v a s .P R O C E S S O N ? P A R E C E R N ? 7.s e q u e não s e r i a a l e i f e d e r a l . i n s u m o s farmacêuticos e c o r r e l a t o s . d a Câmara d o s D e p u t a d o s . q u e s e j u s t i f i q u e a localização d e e s t a b e l e c i m e n t o s contíguos.

À consideração d e V . 9 9 1 . não s e c o m p o r t a e m l e i f e d e r a l . u m a v e z q u e a proibição d e l i c e n c i a m e n t o d e farmácias e d r o g a r i a s n u m r a i o d e q u i n h e n t o s m e t r o s d e o u t r o s e s t a b e l e c i m e n t o s já e m f u n c i o n a m e n t o . 7 7 5 . d e 1 9 7 6 . a f i m d e permitir o repouso semanal dos empregados.439/76-Bsb 4. c u m p r e . 7 / 8 .775. e m b o r a se c o m p o r t e d e n t r o d e n o r ma federal. Excelentíssimo S e n h o r M i n i s t r o d e E s t a d o d a Saúde. f a c e à d i v e r s i d a d e d e situações q u e p o d e m j u s t i f i c a r a decisão variáveis. Brasília.991. E x a . i m p e d i n d o o plantão p o r m a i s d e c e n t o e s e s s e n t a e o i t o ( 1 6 8 ) h o r a s c o n s e c u t i v a s o u seja. C o n f o r m e evidenciou c o m clareza o Parecer d e fls.209/76 Farmácias. Além d o m a i s não r e p r e s e n t a i n t e r e s s e sanitário ponderável. i n f o r m o q u e o a s s u n t o f o g e à alçada 209 . d e u m a p a r a o u t r a u n i d a d e d a Federação. Q u a n t o a fixação d e salários. d u r a n t e 7 dias c o n s e c u t i v o s . a s farmácias e d r o g a r i a s são o b r i g a d a s a t e r a assistência técnica d e farmacêutico. p o r o u t r o s m e i o s e m o d o s através d e rodízios poderá s e r alcançado o d e s i d e r a t o . através d o P r o j e t o d e L e i n ? 2 . não d e v e m e r e c e r a c o l h i d a p o r p a r t e d o Ministério d a Saúde.P R O C E S S O N ? P A R E C E R N ? 7. A u n i f o r m i d a d e c o g i t a d a p e l o a u t o r d a p r o p o s i t u r a não s e a f i g u r a p o i s viável.m e i n f o r m a r que. d e v e n d o f i c a r a critério d o s g o v e r n o s e s t a d u a i s o e x a m e d a conveniência e o p o r t u n i d a d e d a m e d i d a . s e m n e c e s s i d a d e d a proibição e x p r e s s a . e m 1 4 d e o u t u b r o d e 1 9 7 6 . Q u a n t o a o acréscimo d e Parágrafo único a o a r t i g o 5 6 . d e 1 7 d e d e z e m b r o d e 1 9 7 3 . d e 1 9 7 6 d a Câmara d o s D e p u t a d o s . desta C o n s u l t o r i a Jurídica o § 2 ? q u e s e p r e t e n d e a c r e s c e n t a r a o a r t i g o 2 3 d a L e i n ? 5 . fixação d e salário p r o f i s s i o n a l e horário d e t r a b a l h o . de 1 7 de dezembro de 1 9 7 3 . evitando possíveis a b u s o s . P r o j e t o d e L e i n ? 2. s o b r e contratação d e farmacêutico. 2 . HÉLIO P E R E I R A D I A S C o n s u l t o r Jurídico d o Ministério d a Saúde O F / S G / N ? 005 03/01/85 Senhor Presidente E m r e s p o s t a à correspondência. originário d a Câmara d o s D e p u t a d o s . d r o g a r i a s e e s t a b e l e c i m e n t o s similares. d e acordo c o m o artigo 1 5 da L e in ? 5.

p o r infração outras irregularidades. s e necessário. d a Lei n ? 3 . providên- CONSULTA PARECER Á solicitação a f i r m a q u e o R e g i o n a l v e m i m p o n d o a obrigação d e sujeitar a visto os c o n t r a t o s de t r a b a l h o e n t r e empresas e profissionais.d o s C o n s e l h o s d e Farmácia. Q u a n t o a horário d e prestação d e serviço p e l o farmacêutico. inclusive. U m Sindicato representa a o Conselho Federal solicitando cias para corrigir excessos de c o n d u t a d e u m C o n s e l h o R e g i o n a l . s e n d o o m e s m o d e e x c l u s i v a atribuição d a s p a r tes contratantes. i n f o r m o q u e e s s e m e s m o horário é f i x a d o p e l a Consolidação d a s L e i s d e T r a b a l h o . G E R A L D O A N T O N I O N O G U E I R A MINÉ Secretário-Geral PARECER N ? 3 2 / 8 0 Ementa: Atuação de Conselho Regional.São P a u l o . vem autuando q u e s e vêm p r a t i c a n d o A o Conselho Regional m o p a r a o Farmacêutico. E n t e n d o q u e o C o n s e l h o F e d e r a l d e v e t o m a r providências p a r a e s c l a r e c e r a s arguições f o r m u l a d a s e . e m i t i d o e m 2 8 A 0 . p a r a e s t e Egrégio C o n s e l h o . S. 8 0 . 8 2 0 / 6 0 . 2 5 d e N o v e m b r o d e 1 9 8 0 P R O F . S i r v o . A s acusações e n v o l v e m f a t o s não p r o v a d o s n o p r o c e s s o m a s . Afirma-se. É o que m e c u m p r e dizer. JOÃO LEÃO D E F A R I A JÚNIOR C o n s u l t o r Jurídico 210 . n o q u a l c r i t i q u e i o A t o n ? 3 / 7 7 . s e c o n f i r m a d o s m e r e c e m r e p a r o e a f e t a m o prestígio e c o n c e i t o d o s C o n s e l h o s P r o f i s s i o n a i s d e Farmácia. a o R e g i o n a l . p r o t e s t o s d e consideração e apreço. descabe fixar e m p r e s a s .MJ. u m salário p r o f i s s i o n a l míni- A matéria f o i p o r m i m e x a m i n a d a n o p a r e c e r n ? 2 8 / 8 0 . . C o m f u n d a m e n t o neste fato ao artigo 2 4 .1 2 e a respeitável Deliberação d o S r . M i n i s t r o d o T r a b a l h o . d o C R F . a n u l a n d o A t o semelhante d o CRF-3. S a .m e d o e n s e j o p a r a a p r e s e n t a r a V .

José S y l v i o Correio d oMundo Farmácia Cimino Farmacêutico Moderna G a z e t a d a Farmácia 211 .BIBLIOGRAFIA CIMINO.

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0 .Fármaco-lndução o u Interação Medicamentosa ( " ) . Bayer — Compêncio Médico .J. — Rua Conselheiro Nébias. F.Portarias 27 e 2 8 / D I M E D — Farmácia — Terapêutica Medicamentosa ( ) .H.LIVROS PARA A FARMÁCIA Considerando a condição do comércio ético-científico. você deve manter estes livros em sua farmácia para consultas e orientação: .V o l .Edição anual — Entorpecentes e Psicotrópicos (*) -. v :: :: Os livros assinalados com (*) poderão ser adquiridos na Organização Andrei Editora Ltda. Breton — Manual e Formulário do Oficial de Farmácia ( ) — A n t o n i o J. Dorosz — Manual de Estágio em Farmácia (*) — J. Garboggini — Farmacopeia Brasileira (*) — Obrigatório — Guia das Interações Medicamentosas (*) — M. Vicente — Terapêutica — Miller — Vigilância Sanitária (*) — Publicação anual. Chaléon -. Neuman — Interações Medicamentosas — Manual Prático (*) — Ph. 213 .Antibióticos — Carlos Silva Lacaz — Antibióticos — Normas Práticas — A l m i r Lourenço da Fonseca — Dist. I e II ( ) . 1071 — São Paulo.

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