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Estatutos da Associação dos Antigos Alunos do Liceu

de Bragança

CAPÍTULO PRIMEIRO

DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E OBJECTO

Artigo Primeiro
A Associação dos Antigos Alunos do Liceu de Bragança (AAALB), tem sede
em Bragança e a sua duração é por tempo indeterminado.

Artigo Segundo

“A Associação será uma instituição particular, sem fins lucrativos, que terá por
objecto promover e incentivar o relacionamento entre os antigos alunos do Liceu
Nacional de Bragança , desenvolver acções de carácter social, cultural e desportivo
em que estejam inseridos antigos alunos, fazer parcerias com o antigo Liceu de
Bragança, Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro e Câmaras locais ou outras
entidades para, em conjunto, promoverem seus eventos mais relevantes
Artigo Terceiro

Para realizar o seu objecto, a Associação propõe-se programar e apoiar
actividades de índole cultural, social e económica de qualquer evento relacionado
com antigos alunos.

CAPÍTULO SEGUNDO
DOS ASSOCIADOS

Artigo Quarto

Um – São associados fundadores os outorgantes na escritura de constituição
da Associação.
Dois – Podem ser associados, além dos antigos alunos, os seus cônjuges e
descendentes, assim como os que no Liceu exerceram funções lectivas ou outras
actividades laborais.
Três – A admissão de novos associados depende do deferimento, pela
Direcção, do respectivo pedido.

Artigo Quinto

Os associados podem ser:

Um – Honorários – as pessoas que, através de serviços ou donativos, dêem
contribuição especialmente relevante para a realização dos fins da Associação,
como tal reconhecida e proclamada pela Assembleia Geral.
Dois – Efectivos – as pessoas que se proponham colaborar na realização dos
fins da Associação, obrigando-se ao pagamento da jóia e da quota mensal.

Artigo Sexto
São direitos dos Associados:
Um – Participar nas reuniões da Assembleia Geral;
Dois – Participar nas actividades da Associação e ser mantidos ao corrente
das mesmas;
Três – Eleger e ser eleito para os cargos associativos;
Quatro – Requerer a convocação da Assembleia Geral nos termos do Artigo
Dezanove;
§ Único – O associado pode ser excluído se tiver em atraso o pagamento de
mais de um ano de cotas e depois de notificado. pela Direcção não proceda à sua
regularização no prazo de trinta dias.

Artigo Sétimo

São deveres dos Associados:
Um – Pagar pontualmente as quotas tratando-se de associados efectivos.
Dois – Comparecer às reuniões da Assembleia Geral;
Três – Acatar as deliberações dos seus órgãos sociais;
Quatro – Colaborar nas suas actividades;
Cinco – Exercer os cargos para que forem eleitos e representar a Associação
quando receberem tal incumbência da Direcção;
Seis – Informar a Direcção das suas mudanças de residência.

Artigo Oitavo

Os Associados concorrem para o património social com as jóias de inscrição
e quotas, aprovadas na Assembleia Geral, e com os serviços inerentes aos cargos
para que forem eleitos ou designados nos termos dos presentes Estatutos.

Artigo Nono

Um – No caso de algum Associado infringir gravemente algum dos seus
deveres, poderá a Direcção, consoante a gravidade da infracção, repreendê-lo,
suspendê-lo do gozo dos seus direitos ou propor à Assembleia Geral a sua exclusão.
Dois – A exclusão é sanção da exclusiva competência da Assembleia Geral.
Três – A suspensão ou a exclusão só serão possíveis, após a audiência do
Associado, pela Direcção da Associação.
Parágrafo Único – Ao Associado cabe o direito de recurso para a Assembleia
Geral da suspensão aplicada pela Direcção.

Artigo Décimo

Uns – Os associados só podem exercer os seus direitos se tiverem em dia o
pagamento das suas quotas.
Dois – Os associados efectivos só podem exercer os direitos referidos nos
números três e quatro do artigo sexto após seis meses de inscrição.

CAPÍTULO TERCEIRO
DOS ÓRGÃOS SOCIAIS

Artigo Décimo Primeiro

Um – São órgãos sociais da Associação:
- A Assembleia Geral;
- A Direcção;
- O Conselho Fiscal.
Dois – A eleição dos membros dos órgãos sociais faz-se por voto secreto, em
listas apresentadas à Mesa da Assembleia Geral ao dia anterior à data, marcada por
esta, para as eleições.
Três – Da convocatória para a Assembleia Geral deve constar essa data
limite para apresentação das listas.
Quatro – As listas serão acompanhadas de declaração de aceitação dos
Associados, e os cargos a que se candidatam.
Cinco – Da lista deve constar o nome do Associado a contactar para tomar
conhecimento, através da Mesa da Assembleia Geral, de eventuais faltas ou
irregularidades.
Seis – Verificada a sua regularidade a Mesa da Assembleia Geral procederá
à sua divulgação, mediante a afixação na sede e comunicação ao candidato
indicado nos termos do número anterior.

Artigo Décimo Segundo

Um – A duração do mandato dos corpos gerentes é de três anos, devendo
proceder-se à sua eleição no mês de Dezembro do último ano de cada triénio.
Dois – O Mandato inicia-se com a tomada de posse perante o Presidente da
Mesa da Assembleia Geral cessante, durante a primeira quinzena de Janeiro, do ano
imediato ao da sua eleição.
Três – Se ocorrerem eleições fora do mês de Dezembro, o mandato
considera-se iniciado na primeira quinzena do ano civil em que se realizou a
eleição.
Quarto – Em qualquer caso, o mandato dos corpos gerentes só termina com
a tomada de posse dos novos corpos gerentes.

Artigo Décimo Terceiro

Em caso de vacatura da maioria dos membros de cada órgão associativo,
depois de esgotados os respectivos suplentes, deverão realizar-se eleições parciais
para o preenchimento das vagas verificadas, no prazo máximo de um mês e a
posse deverá ter lugar nos quinze dias seguintes à eleição, para completarem o
tempo de mandato em falta.

Artigo Décimo Quarto

Uns – Os corpos gerentes são convocados pelos respectivos presidentes e só
podem deliberar com a presença da maioria dos seus membros.
Dois – As deliberações são tomadas por maioria dos votos dos membros
presentes, tendo o Presidente direito a voto de desempate.
Três – Os membros dos corpos gerentes não poderão votar em assuntos que
directamente lhes digam respeito ou nos quais sejam interessados os respectivos
cônjuges, ascendentes, descendentes e equiparados

Artigo Décimo Quinto

Uns – Os membros dos corpos gerentes são responsáveis civil e
criminalmente pelas faltas ou irregularidades cometidas no exercício do mandato.
Dois – Além dos casos previstos na lei, os membros dos corpos gerentes
ficam desobrigados de responsabilidade se:
A) Não tiverem tomado parte na respectiva resolução e a reprovarem com
declaração na acta da sessão imediata em que se encontrem presentes;
B) Tiverem votado contra essa resolução e o fizerem consignar na acta
respectiva.
Artigo Décimo Sexto
(Da Assembleia Geral)

Um – A Assembleia Geral é o órgão soberano da Associação e será
constituída por todos os Associados no pleno gozo dos seus direitos.
Dois – Os trabalhos da Assembleia Geral são dirigidos pela respectiva Mesa
que se compõe de um Presidente, um Vice-Presidente e um secretário.
Três – Na falta ou impedimento de qualquer dos membros da Mesa da
Assembleia Geral, competirá a esta eleger, para aquela reunião, substitutos de
entre os associados presentes, sem prejuízo do disposto no número dois do artigo
vigésimo terceiro.

Artigo Décimo Sétimo

Compete à Mesa da Assembleia Geral dirigir, orientar e disciplinar os
trabalhos da Assembleia, representá-la e designadamente:
Um – Decidir sobre os protestos e reclamações respeitantes aos actos
eleitorais, sem prejuízo de recurso nos termos legais;
Dois – Conferir posse aos membros dos corpos gerentes eleitos.

Artigo Décimo Oitavo

Um – Competem à Assembleia Geral todas as deliberações não
compreendidas nas atribuições de outros órgãos sociais e necessariamente:
A) Definir as linhas fundamentais e gerais de actuação da Associação, sobre
proposta da Direcção;
B) Eleger e destituir os titulares dos órgãos sociais;
C) Apreciar e aprovar os relatórios e contas anuais da Direcção assim como
os planos de actividades e orçamentos anuais da Direcção, incluindo os valores das
jóias e cotas;
D) Deliberar sobre a aquisição onerosa e alienação, a qualquer título, de
bens imóveis e de outros bens patrimoniais de rendimento ou de valor histórico ou
artístico;
E) Excluir os Associados;
F) Deliberar sobre alteração dos Estatutos e sobre a extinção, fusão ou cisão
da Associação;
G) Autorizar a Associação demandar os membros dos corpos gerentes, por
actos por eles praticados no exercício dos seus cargos;
H) Aprovar, sob proposta da Direcção, o estabelecimento e regulamentação
de delegações.
Dois – A Assembleia Geral não poderá deliberar sobre assuntos estranhos à
ordem de trabalhos, salvo se todos os Associados estiverem presentes e todos
concordarem com o aditamento.

Artigo Décimo Nono

Um – A Assembleia Geral reunirá ordinariamente:
A) No final de cada mandato, no mês de Dezembro, para eleição dos corpos
gerentes.
B) Até 31de Janeiro de cada ano, para discussão e votação do Relatório e
Contas da gerência do ano anterior incluindo o parecer do Conselho Fiscal e do
Plano de Actividades e Orçamento para esse ano;
Dois – A Assembleia reunirá extraordinariamente quando convocada pelo
presidente da Mesa da Assembleia Geral, a pedido da Direcção ou do Conselho
Fiscal, ou a requerimento de, pelo menos, vinte por cento dos associados no pleno
gozo dos seus direitos.

Artigo Vigésimo

Um – A Assembleia Geral será convocado por email ou SMS para cada um
dos Associados e através de anúncio publicado num jornal de Bragança , Lisboa e
Porto, com uma antecedência mínima de quinze dias, com indicação do dia, hora e
local da reunião e da respectiva ordem de trabalhos.
Dois – A Assembleia Geral extraordinária será convocada no prazo de quinze
dias, após o pedido ou requerimento.

Artigo Vigésimo primeiro

Um – A Assembleia Geral reunirá à hora marcada na convocatória, se
estiver presente mais de metade dos associados com direito a voto, ou trinta
minutos depois com qualquer número de associados.
Dois – A Assembleia Geral extraordinária que seja convocada a
requerimento dos associados só poderá reunir se estiverem presentes três quartos
dos requerentes.

Artigo Vigésimo Segundo

Umas – À excepção do previsto nos números seguintes, as deliberações são
tomadas por maioria absoluta dos votos dos Associados presentes.
Dois – As deliberações sobre a dissolução da Associação requerem, a seu
favor, pelo menos três quartos dos votos dos Associados no pleno gozo dos seus
direitos.
Três – As deliberações sobre alterações aos Estatutos exigem, a seu favor,
pelo menos três quartos dos votos dos Associados presentes.

Artigo Vigésimo Terceiro

Um – Compete ao Presidente da Mesa:
A) Convocar a Assembleia Geral nos termos previstos no Artigo Décimo
Nono;
B) Dirigir os trabalhos das sessões;
C) Assinar, com o Secretário, as Actas das sessões.
Dois – Ao Vice-Presidente compete substituir o Presidente nas faltas ou
impedimentos deste.
Três – Compete ao Secretário:
A) Coadjuvar o Presidente na direcção dos trabalhos;
B) Lavrar as Actas das sessões e assiná-las com o Presidente;
C) Ocupar-se do expediente a que as sessões dêem lugar.

Artigo Vigésimo Quarto
(Da Direcção)

Um - A Direcção é constituída por 7 membros, dos quais um Presidente, um
Vice-Presidente, um Vice-Presidente Financeiro e quatro Vice-Presidentes
Administrativos.
Dois - Poderá haver igual número de suplentes que se tornarão efectivos à
medida que se derem vagas e pela ordem em que tiverem sido eleitos.
Três - No caso de vacatura do cargo de Presidente será este preenchido pelo
Vice-Presidente e este substituído por um membro da Direcção a ratificar pela
Assembleia Geral seguinte.
Quartos - Os suplentes poderão assistir às reuniões da Direcção, mas sem
direito a voto.
Artigo Vigésimo Quinto

Compete à Direcção administrar e representar a Associação,
nomeadamente:
A) Admitir os Associados;
B) Garantir aos Associados os seus direitos estatutários;
C) Submeter à apreciação e aprovação do órgão fiscalizador e da Assembleia
Geral o Relatório e Contas anuais, assim como o Plano de Actividades e o
Orçamento anuais, incluindo a proposta de jóias e cotas a pagar pelos Associados;
D) Assegurar a organização e o funcionamento dos serviços, assim como a
escrituração dos livros, nos termos da lei;
E) Celebrar acordos de cooperação com os serviços e organismos oficiais e
particulares;
F) Representar a Associação em juízo e fora dele;
G) Deliberar sobre o pedido de admissão da Associação como membro de
outras associações ou organismos;
H) Zelar pelo cumprimento da lei, dos estatutos e das deliberações dos
órgãos.

Artigo Vigésimo Sexto

Compete ao Presidente da Direcção:
A) Superintender na administração da Associação, orientando e fiscalizando
os respectivos serviços;
B) Convocar e presidir às reuniões da Direcção, dirigindo os respectivos
trabalhos;
C) Representar a Associação em juízo e fora dele;
D) Assinar e rubricar os termos de abertura e encerramento e rubricar o livro
de actas da Direcção;
H) Despachar os assuntos normais de expediente e outros que careçam de
solução urgente, sujeitando estes últimos à confirmação da Direcção na primeira
reunião seguinte.

Artigo Vigésimo Sétimo

Compete ao Vice-Presidente coadjuvar o Presidente no exercício das suas
atribuições e substituí-lo nas suas ausências e impedimentos.

Artigo Vigésimo-Oitavo

Compete ao Vice-Presidente Financeiro:
A) Receber e guardar os valores da Associação;
B) Promover a escrituração de todos os livros de receita e despesa;
C) Assinar as autorizações de pagamento e as guias de receitas
conjuntamente com o Presidente;
D) Apresentar semestralmente à Direcção o balancete em que se
discriminarão as receitas e despesas do semestre anterior;
E) Superintender nos serviços de contabilidade e tesouraria.

Artigo Vigésimo-nono

Compete aos Vice-presidentes Administrativos
A) Coadjuvar os restantes membros da Direcção nas respectivas
atribuições e exercer as funções que a Direcção lhe atribuir.

B) Preparar a agenda de trabalhos para as reuniões da Direcção,
organizando os processos dos assuntos a serem tratados;

Artigo Trigésimo

A Direcção reunirá sempre que o julgar conveniente e sempre que for
convocada pelo seu Presidente e obrigatoriamente de seis em seis meses.

Artigo Trigésimo Primeiro

Um – Para obrigar a Associação são necessárias e bastantes as assinaturas
de quaisquer dois membros da Direcção sendo sempre obrigatória a do Presidente .
Dois – Nas operações financeiras são obrigatórias as assinaturas conjuntas
do Presidente e do Vice-Presidente Financeiro;
Três- Nos actos de mero expediente bastará a assinatura de qualquer
membro da Direcção.

Artigo Trigésimo- Segundo
(Do Conselho Fiscal)

Um – O Conselho Fiscal é constituído por um Presidente e dois vogais.
Dois -Poderá haver igual número de suplentes que se tornarão efectivos à
medida que se derem vagas e pela ordem em que tiverem sido eleitos.
Três – No caso de vacatura do cargo de Presidente será o mesmo preenchido
pelo primeiro vogal e este por um suplente.

Artigo Trigésimo – Terceiro

Compete ao Conselho Fiscal vigiar pelo cumprimento da lei e dos estatutos e
designadamente:
A) Exercer a fiscalização sobre a escrituração e documentos da instituição,
sempre que o julgue conveniente;
B) Assistir ou fazer-se representar por um dos seus membros às reuniões do
órgão executivo, sempre que o julgue conveniente;
C) Dar parecer sobre o Relatório, Contas e Orçamento e sobre quaisquer
assuntos que lhe sejam submetidos pelos outros órgãos sociais.

Artigo Trigésimo Quarto

O Conselho Fiscal pode solicitar à Direcção elementos que considere
necessários ao cumprimento das suas atribuições, assim como propor reuniões
extraordinárias para discussão, com aquele órgão, de determinados assuntos cuja
importância o justifique.

CAPÍTULO QUARTO
Disposições diversas

Artigo Trigésimo Quinto
São receitas da Associação:
A) O produto das jóias e quotas dos associados;
B) As comparticipações dos sócios;
C) Os rendimentos de bens próprios;
D)As doações, legados e heranças e respectivos rendimentos;
E) Os subsídios do Estado ou organismos oficiais;
F) Os donativos e produtos de festas ou subscrições;
G) Outras receitas.

Artigo Trigésimo Sexto

Um – No caso de extinção da Associação, competirá à Assembleia Geral
deliberar sobre o destino dos seus bens, nos termos da legislação em vigor, bem
como eleger uma comissão liquidatária.
Dois – Os poderes dessa Comissão ficam limitados à prática dos actos
meramente conservatórios e necessários, quer à liquidação do património social,
quer à ultimação dos negócios pendentes.

Artigo Trigésimo Sétimo

Os casos omissos serão resolvidos pela Assembleia Geral de acordo com a
legislação em vigor.