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SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL

GERÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE CEILÂNDIA

CENTRO INTERESCOLAR DE LÍNGUAS DE CEILÃNDIA
QNM 13 A. E – CEILÂNDIA SUL – TELEFONE E FAX: 373-3350
Autorizado pela Portaria n.º 043 de 29/03/94 – SE - DF

CILS e SEEDF um gol de
educação na copa de 2014

Autora: Profa. MSc. Ana Cristina da Silveira
Chaves
Contatos
e-mail:anacristinasc@yahoo.com.br
cel.:8122 7665
cilc tel.:3373 3350

Matrícula: 25.301-4 - CILC
Ceilândia, DF; 22 de maio de 2009.

1
”Sonhos que sonhamos sozinhos são apenas sonhos, sonhos que sonhamos juntos já
são realidade.”

2
Índice

Capa .................................................................................................................................01

Epígrafe ............................................................................................................................02

Índice ................................................................................................................................03

Introdução ..........................................................................................................................04

Apresentação do Projeto ..................................................................................................05

Justificativa ......................................................................................................................07

Objetivo geral ...................................................................................................................11

Objetivos específicos .......................................................................................................12

Plano de Ação ..................................................................................................................13

Critérios para a seleção dos alunos e professores voluntários ........................................16

Cronograma de Execução ...............................................................................................18

Orçamento .......................................................................................................................19

Avaliação do projeto...........................................................................................................20

Possíveis Parceiros .........................................................................................................21

Conclusão .........................................................................................................................22

Assinatura dos diretores dos CIL........................................................................................23

Referências Bibliográficas..................................................................................................24

3
Introdução

O presente projeto visa a utilizar o evento mundial: Copa do Mundo de 2014, como
produtor de insumo de língua estrangeira (doravante LE) para os alunos dos Centros
Interescolares de Línguas (doravante CIL) no DF. Além disso, o projeto poderá
desenvolver outras habilidades em nossos aprendizes. Essas habilidades serão
trabalhadas no decorrer do curso de formação. No curso, discutiremos aspectos como:
Localização geográfica dos países participantes, história, formação desses povos, traços
culturais e comportamentais, música, dança, cinema, TV, saúde, educação, preferências
culinárias e modelo político-econômico. Além disso, estudaremos também o futebol: sua
história, criação, seleções do mundo, regras e posições.

No desenvolvimento prático, direcionaremos o grupo de alunos e professores para cada
função que será trabalhada no evento: noções de cultura brasileira; postura, atitude e
comportamento durante a copa de 2014; ida aos locais de trabalho e treinamento
propriamente dito. Um cronograma detalhado das atividades que serão desenvolvidas no
decorrer dos cinco anos a cada semestre pode ser apreciado no plano de ação do
presente trabalho.

Ao conviver com pessoas de várias partes do mundo o aluno de LE também desenvolve:
Tolerância, auto-estima, espírito voluntário, respeito a diferentes culturas, esses serão os
eixos temáticos do projeto, por acreditarmos que são valores fundamentais para a
formação de um cidadão do mundo.

4
Apresentação do Projeto

Origem

Em 04/02/2009 tivemos o nosso 2º Encontro entre os CIL, que aconteceu no auditório da
EAPE. Nessa ocasião o Secretário de Estado de Educação do DF destacou em sua fala a
importância do aprendizado de LE. Para justificar essa importância, entre outros
argumentos ele mencionou a possível participação de Brasília como cidade sede no
Evento da copa do Mundo de 2014.

Nesse momento nos ocorreu a idéia de participar desse evento juntamente com os
nossos alunos de forma voluntária. Os alunos dos CIL poderiam utilizar a língua estudada
(Inglês, Francês ou Espanhol) para ajudar na organização do evento. Os CIL são escolas
públicas de línguas que têm cerca de 30.000 alunos matriculados e 700 funcionários.
Essa 8 escolas estão localizadas em diferentes cidades do DF.

Desde então passamos a desenvolver este projeto. Em 19/05/2009 tivemos a informação,
por meio da mídia, de que a nossa cidade teria levado o dossiê final da candidatura de
Brasília ao presidente da CBF, o Sr. Ricardo Teixeira. Segundo essa mesma reportagem,
o anúncio das cidades sede aconteceria em 31/05/2009. Entendi que teríamos então 10
dias para terminar o projeto e apresentá-lo a Secretaria de educação. Isso porque, no
meu entender, o anúncio das cidades poderia acontecer concomitantemente com o
anúncio do projeto.

Em termos de participação, contaríamos prioritariamente com os nossos alunos que se
matricularam no nível Básico 1 (B1) no 1º Semestre de 2009, pois os mesmos estarão
cursando o último semestre do curso de línguas dos CIL no 2º Semestre de 2014. Nesse
período, tanto a copa quanto o projeto terminariam. Segue a projeção de nível desses
alunos até a copa de 2014.

5
Semestre J1 J2 B1 B2 B3 B4 B5 I1 I2 I3 I4 A1 A2 A3
/ 13 13 14 14 15 15 16 16 17 17 18 18
Idade dos anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos
alunos
1º /2009 X

2º /2009 X

1º /2010 X

2º /2010 X

1º /2011 X

2º /2011 X

1º /2012 X

2º /2012 X

1º /2013 X

2º /2013 X

1º /2014 X

2º /2014 X

Legenda: J – Curso Juvenil

B – Curso Básico

I – Curso Intermediário

A – Curso Avançado

A seguir, explicitamos sobre o porquê deste projeto, sugestão de plano de ação, seleção
dos voluntários, cronograma, orçamento e possíveis parceiros.

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Justificativa

Entendemos que o presente projeto se justifica por utilizar um evento internacional para
fins educacionais e de formação em língua estrangeira. Aspectos como o ambiente
autêntico proporcionado pelo evento, o contato com pessoas de diferentes culturas, o
desenvolvimento de perfil para o trabalho voluntário e a elevação da auto-estima dos
alunos serão explicitados a seguir com alguma referência teórica sobre os trabalhos já
publicados sobre esses assuntos.

Para embasarmos o projeto, citaremos alguns trabalhos da lingüística aplicada em
aspectos que remetem a comunicação oral em língua estrangeira, cultura e
aprendizagem/aquisição de língua. Faremos referência também ao currículo da educação
básica das escolas públicas do DF.

Ambiente autêntico proporcionado pelo evento

Os processos de Ensino e Aprendizagem em nossos CIL são desenvolvidos em uma
perspectiva significativa. Todavia, o uso da LE em um ambiente autêntico (com falantes
nativos dessas línguas) raramente é possível.

Segundo Krashen 1995, há uma distinção entre aquisição de uma língua em âmbito
natural e da aprendizagem em sala de aula. Ele diz que quando alguém adquire uma
língua, o seu conhecimento e comando tornam-se mais enraizados do que quando é
aprendida. Acreditamos que desse modo a comunicação com pessoas de outros países
pode implementar situações de aquisição de língua para nossos alunos. Situações essas
que seriam muito pouco prováveis de acontecer apenas em sala de aula.

Além disso, Vigotski desenvolve o conceito da Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP).
Segundo esse autor o ZDP é

[...] a distância entre o nível atual de desenvolvimento, determinado pela
resolução independente de problemas e o nível de desenvolvimento
potencial, determinado através da resolução de problemas sob a
orientação de um adulto ou em colaboração com pares mais capazes
(1978:86 apud VIDOTTI, 2004).

Entendemos que a possibilidade de esses alunos praticarem a língua estrangeira
aprendida nos CIL com falantes nativos pode ser um insumo necessário para que a
aquisição aconteça. É possível ainda que aconteça uma diminuição da distancia descrita
por Vigotski na teoria citada acima. E ainda, segundo a Hipótese do Insumo de Krashen

7
1995, “a aquisição acontece quando entendemos uma estrutura da linguagem (insumo),
contendo uma estrutura um pouco além de nosso nível (i+1) de competência lingüística.
Isso é feito com a ajuda de contexto ou informação extralingüística” . Esse nível a mais de
comunicação, necessário para aquisição de língua, pode acontecer na copa, visto que o
evento propicia situações novas de produção e expressão oral em língua estrangeira.

O ambiente da sala de aula, embora arduamente preparado para desenvolver a língua no
nosso aprendiz, quase nunca promove o contato com pessoas oriundas dos países
falantes das línguas estudadas nos CIL. O projeto possibilita um contato possível com
essas pessoas, em um evento mundial e em um ambiente natural. Isso indicaria aos
nossos alunos a concretização do aprendizado dessa língua, assim como a experiência
do processo de aquisição em LE durante o evento.

Contato com pessoas de diferentes culturas

Além disso, em um mundo globalizado, mas marcado por guerras ideológicas, raciais,
políticas e religiosas, o contato com pessoas de diferentes culturas pode desenvolver o
senso de tolerância às diferenças e implementação de valores e conhecimento. Segundo
Vigotski 1929/2000, a primeira língua é fundamental para as interações dos indivíduos
sadios em uma sociedade, porém, uma segunda língua representa a habilidade de
interagir em outros contextos sociais, além dos primários. Para interagirmos nesse
contexto é inevitável que língua e cultura estejam indissociáveis.

Essa interação entre aprendizagem de língua estrangeira e cultura é inevitável, uma vez
que a cultura de um povo é exatamente o instrumento que temos para interpretar e
representar o mundo. Dessa forma, ao se tornar falante de uma língua o indivíduo
também passa também a ter intimidade com a cultura dos países falantes da língua em
questão.

Segundo o Currículo das Escolas Públicas do DF (Ensino Fundamental) 2002, é objetivo
do ensino de LE, “desenvolver no educando a valorização das diferentes culturas, além
de atuar de maneira crítica e responsável, conscientizando-o do seu papel de cidadão
pleno.” Entre os eixos desse mesmo documento está a valorização de outras culturas e o
interesse por produções orais e escritas da língua objeto e a relação entre teoria e prática.
Nas sugestões metodológicas do currículo temos a promoção de eventos e a organização
de visitas a instituições que propiciem o uso da língua estudada.

Um aluno exposto a situações de diversidade cultural criada por esse evento tende a
conhecer e respeitar diferenças e limitações do outro, tornando-se assim mais tolerante e
maduro. Dessa forma, ele também expande os seus horizontes, visto que observa na
prática a existência de outros ambientes diferentes daquele em que ele está inserido.

8
Desenvolvimento de perfil para o trabalho voluntário

Outro ponto desenvolvido neste projeto será o trabalho voluntário. Valores e atitudes
como a cidadania, a auto-estima, a solidariedade e a responsabilidade estão presentes no
Currículo das Escolas Públicas do DF (Ensino Médio) 2002. Esses aspectos são
trabalhados em atividades de voluntariado como as que acontecerão no presente projeto.

Há uma recorrente tendência mundial para o incentivo ao trabalho voluntário através de
ONGs e demais instituições. Esse tipo de trabalho já é visto de forma positiva pelo mundo
coorporativo. A experiência desse tipo de trabalho em um grande evento certamente
despertará em nossos jovens a vontade de ajudar e servir para o bem comum. Ele terá
também mais um diferencial em seu currículo.

Elevação da auto-estima

Quando um aluno aprende significativamente é esperada uma utilidade para o que tenha
sido aprendido. Ao utilizar a língua para uma comunicação real, ou seja, com um intuito
definido e autêntico, o aprendiz vislumbrará quão importante terão sido seus anos de
estudo em um CIL. A auto-estima elevada desse aluno ao sentir que realmente domina o
idioma e consegue se comunicar será imensurável.

A compreensão e expressão oral são de suma importância no processo
ensino/aprendizagem de LE. Por meio dela, nós internalizamos informação lingüística
sem a qual não poderíamos produzir a linguagem oral. Um bom insumo natural de
linguagem oral será produzido nesse evento. Desse modo nossos aprendizes
desenvolverão o idioma aprendido e, como conseqüência, elevarão a auto-estima por
conseguirem se comunicar com pessoas de outros países.

Essa autoconfiança ao falar uma língua faz parte da hipótese do filtro afetivo de Krashen
1982, “... alunos com boa auto-imagem e autoconfiança tendem a ter mais sucesso na
segunda língua”.

Essa certeza de conseguir falar e entender uma língua com confiança, apesar das
limitações econômicas em nível familiar e em nosso país de forma geral, principalmente
em relação à educação, demonstrará que o esforço conjunto de uma comunidade escolar
pública de ensino de língua pode sim desenvolver um trabalho de projeção internacional.

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Participação em vários projetos internacionais

Os alunos dos CIL já participaram de projetos e ganharam vários concursos internacionais
nos três idiomas. Em muitos deles, os alunos ganharam viagens ao exterior,
acompanhados ou não pelos professores. Nessas ocasiões, eles desenvolveram
habilidades semelhantes às que serão trabalhadas neste projeto e se saíram muito bem.
Entre esses eventos citados destacamos: Jovens Embaixadores, Embaixadores da
Esperança, Concurso do Jornal “El Pais” em espanhol, Bolsa de estudos integral na
Universidade de Chicago, Concurso de Redação em língua francesa, entre outros. Os CIL
têm um papel de destaque no ensino de LE no DF. Através desse projeto será possível
firmar essa posição de destaque em nível internacional, visto que nossos alunos
participarão do evento de forma efetiva.

Acreditamos que este projeto tenha alcance internacional devido à natureza do evento.
Por esse e os outros motivos aqui expostos, sua implementação se justifica e deve
acontecer no decorrer do processo de preparação para a Copa de 2014.

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Objetivo Geral

Possibilitar a utilização pelos alunos da língua estrangeira aprendida nos CIL em um
ambiente autêntico, desenvolvendo a auto-estima, o espírito voluntário e a tolerância às
diferentes culturas.

11
Objetivos Específicos

• Implementar o uso da língua estudada nos CIL de forma significativa e real.

• Trocar experiências e conhecer os traços culturais presentes nos diferentes países
participantes do evento.

• Desenvolver o espírito para o trabalho voluntário.

• Elevar a auto-estima dos alunos.

• Mostrar para a população em geral o valor do ensino público de línguas nos CIL e
suas possíveis utilizações.

• Integrar em um só projeto as línguas estudadas nos CIL.

12
Plano de Ação

Explicitaremos a seguir o plano de ação referente à sugestão de atividades pedagógicas,
teóricas e práticas que poderão ser desenvolvidas nos CIL ao longo dos cinco anos que
antecedem o evento.

Maio/2009

20/05/2009- Lançamento da idéia do projeto em uma reunião oficial da SEDF com o
representante da Secretaria e assessores no anexo do Buriti 9º andar às 13 horas com a
presença de todos os diretores dos CIL.

22/05/2009- Entrega de memorando de registro do projeto na DRE de Ceilândia-NMP.

31/05/2009- Anúncio das 12 cidades brasileiras que serão sede da copa de 2014.

18/06/2009- Audiência na SEEDF.

Junho a Dezembro de 2009

• Divulgação do projeto na SEDF (Secretaria de Esportes, Secretaria de Educação,
Subsecretarias, Comissão Organizadora do Evento, DREs e CIL).

• Divulgação do projeto junto às Embaixadas dos países participantes.

• Análise do quantitativo de alunos falantes de cada língua (Inglês, Francês e
Espanhol) em cada CIL, necessária para o desenvolvimento do projeto.

• Edital para a seleção dos alunos nos CIL.

• Discussão sobre a possibilidade de “exportação” deste projeto para as outras
(onze) cidades-sede brasileiras.

• Formação de uma comissão composta de representantes dos CIL nas três línguas,
da SEEDF e comitê de organização da copa, para implementação do projeto.

13
• Listagem de possíveis atividades pedagógicas, teóricas e práticas para serem
desenvolvidas a cada semestre nos CIL.

Implementação e desenvolvimento teórico (Curso de Formação)

Em cada semestre desenvolveremos atividades específicas de pesquisa sobre os
diversos países que participarão a copa de 2014 comparadas com características do
Brasil, utilizando interação virtual. Os temas destas atividades são passíveis de alteração
segundo a necessidade do evento.

1º/Semestre de 2010 (alunos nos níveis Básico 1, 2 ou 3-B1, B2 ou B3)- 14 anos

• Lançamento do projeto

• Seleção dos alunos (Abril)

• Criação do Web site e/ou blog do projeto

• Início das aulas às sextas- feiras (horário de projeto), paralelamente às aulas
regulares

2º/Semestre de 2010(alunos nos níveis Básico 2, 3 ou 4-B2, B3 ou B4)- 14 anos

• Localização geográfica dos países

• Traços culturais comportamentais

1º/Semestre de 2011(alunos nos níveis Básico 3, 4 ou 5-B3, B4 ou B5)- 15 anos

• Modelo Econômico

• Organização política

• Conhecimento de preferências culinárias

2º/Semestre de 2011(alunos nos níveis Básico 4, 5 ou Intermediário 1-B4, B5 ou I1)- 15
anos

14
• Traços culturais (vestimentas)

• História dos países

• Artes plásticas

1º/Semestre de 2012(alunos nos níveis Básico 5, Intermediário 1 ou 2-B5, I1 ou I2)- 16
anos

• Música e Dança

• Origem desses povos(formação da etnia)

• O futebol (Criação e história)

2º/Semestre de 2012(alunos nos níveis Intermediário 1, 2 ou 3- I1, I2 ou I3)- 16 anos

• Cinema e TV

• Saúde e Educação

• O futebol (seleções do mundo, posições e regras do jogo de futebol)

Desenvolvimento prático

1º/Semestre de 2013(alunos nos níveis Intermediário 2, 3 ou 4 –I2, I3 ou I4)- 17 anos

• Divisão dos alunos por língua/delegações que estarão em Brasília durante o
evento.

15
• Direcionamento do trabalho de cada grupo de alunos (aeroporto, concentrações,
jogos, hotéis, meios de transporte, shopping, monumentos da cidade, etc.).

• Direcionamento do tipo de trabalho que cada grupo realizará.

2º/Semestre de 2013(alunos nos níveis Intermediário 3, 4 ou Avançado 1-I3, I4 ou A1)- 17
anos

• Cultura Brasileira e Brasiliense

• Postura, atitude e comportamento

• Ida aos locais de trabalho para reconhecimento

• Conhecimento sobre os acontecimentos na cidade durante o evento

1º/Semestre de 2014(alunos nos níveis Intermediário 4, Avançado 1 ou 2 –I4, A1 ou A2)-
18 anos

• Contato com delegações e público em geral que participarão do evento (via
website e/ou blog).

• Treinamento dos alunos para o trabalho que eles desenvolverão.

• Abertura da Copa.

• Trabalho durante o evento.

2º/Semestre de 2014(alunos nos níveis Avançado 1 ,2 ou 3-A1, A2 ou A3)- 18 anos

• Cerimônia de encerramento da Copa.

• Trabalho durante o evento.

Critérios para a seleção dos alunos e professores voluntários

Quantitativo de alunos e professores envolvidos

• Selecionaremos alguns alunos em cada CIL segundo o quadro abaixo, totalizando
2014 alunos (1207 de Inglês, 303 de Francês e 504 de Espanhol).

• Selecionaremos também professores em cada CIL, totalizando 130 professores (75
de Inglês, 21 de Francês e 34 de Espanhol).

16
• Cada professor ficará responsável por cerca de 15 alunos.

A quantidade de docentes e discentes participantes é proporcional ao contingente
de alunos e professores lotados nos CIL nos respectivos idiomas.
Proporcionalmente teremos o seguinte quantitativo de alunos e professores
participantes em cada CIL.

Professor Alunos de Professor Alunos de Professor Alunos de
es de Inglês es de Francês es de Espanhol
Inglês participan Francês participan Espanhol participan
participan tes participan tes participan tes
tes tes tes
CIL 1- 17 262 4 55 7 107
Brasília
CIL 2-L2 10 161 2 26 5 70
sul
CILT – 11 185 2 32 3 38
Taguatin
ga
CILC - 10 155 5 70 2 32
Ceilândia
CILG – 9 147 2 32 4 56
Guará
CIL – 9 135 2 32 5 82
Gama
CILB- 5 78 ------------ ------------- 3 44
Brazlândi
a
CIL – 5 84 4 56 5 75
Sobradin
ho
TOTAL 75 1.207 21 303 34 504

A quantidade de voluntários participantes em cada CIL e de falantes de cada língua
poderá ser alterada conforme convenha às delegações que virão à Brasília e à comissão
organizadora do evento.

Perfil do aluno

O aluno que deseje participar deverá:

• estar cursando os níveis: B1, B2 ou B3 no 1º/Semestre de 2010, esses alunos
estarão no curso avançado em 2014;

17
• ter boas notas e querer participar do projeto;

• ter sido avaliado satisfatoriamente por meio de instrumento específico (redação,
entrevista, entre outros);

• ter autorização e comprometimento dos pais ou responsáveis;

• ter 18 anos completos até o final de maio de 2014;

• ter disponibilidade para participar do curso de formação nos CIL.

Cronograma de Execução

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04/02/2009 – Concepção da Idéia.

20/05/2009 – Lançamento da idéia do projeto.

31/05/2009 – Anúncio das 12 cidades brasileiras que serão sede.

Junho a Dezembro de 2009 – Formação da comissão e divulgação do projeto.

1º/Semestre de 2010 – Seleção dos alunos e professores participantes, criação do
website e/ou blog, início da pesquisa e preparação teórica (curso de formação).

2º/Semestre de 2010 – Pesquisa e preparação teórica (curso de formação).

1º/Semestre de 2011 – Pesquisa e preparação teórica (curso de formação).

2º/Semestre de 2011 – Pesquisa e preparação teórica (curso de formação).

1º/Semestre de 2012 – Pesquisa e preparação teórica (curso de formação).

2º/Semestre de 2012 – Pesquisa e preparação teórica (curso de formação).

1º/Semestre de 2013 – Divisão dos grupos de alunos por tarefa/delegações (países).

2º/Semestre de 2013 – Integração de informações sobre acontecimentos na cidade
durante o evento.

1º/Semestre de 2014 – Contato com as pessoas com quem irão trabalhar durante o
evento, treinamento e trabalho na copa.

2º/Semestre de 2014 – Trabalho na copa, apresentação do relatório final dos alunos
participantes.

Orçamento

19
• Disponibilização de computadores conectados à Internet e/ou modems para as oito
escolas para uso durante o curso de formação.

• Uniformes oficiais do evento para os professores e alunos participantes (durante o
evento).

• Alimentação e transporte para os 2014 voluntários (durante o evento).

• Certificados de participação.

• Premiação (Bolsas de estudo).

• Transporte para a coordenação do projeto (durante todo o período de execução).

Cada CIL precisará de 15 computadores conectados à internet. Na atualidade, a
quantidade de computadores nos CIL é:

Computadores Computadores
existentes necessários além
dos existentes
CIL 1 20 0
CIL 2 3 (sem Internet) 12
CILT -Taguatinga 10 5
CILC –Ceilândia 15 0
CILG –Guará 16 0
CIL –Gama 22 0
CILB –Brazlândia 10 (sem Internet) 5
CIL –Sobradinho 0 15
TOTAL 96 37

20
Avaliação do Projeto

Ao final do evento, em julho de 2014, os alunos e professores participantes farão um
relatório seguido de sua apresentação para a comunidade escolar. Nessa ocasião,
apresentarão as experiências vividas no projeto, pontos positivos e negativos, assim
como sugestões para sanarmos os problemas ocorridos. Sugestões essas que poderão
ser utilizadas para um futuro evento internacional como as Olimpíadas em 2016, por
exemplo. Essa apresentação fará parte da avaliação final de curso de língua estrangeira
nos CIL para os alunos.

No que tange aos professores e a coordenadores do projeto, faremos ainda um colóquio
com os atores envolvidos (coordenação, professores, parceiros, comissão organizadora e
GDF) para discutirmos os resultados e propormos novas estratégias para uma próxima
oportunidade.

21
Possíveis Parceiros

Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia do Distrito Federal (15 computadores por
CIL conectados a internet).

Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (acompanhamento no decorrer de
todo o projeto, transporte e alimentação para os voluntários durante o evento).

Subsecretaria de Educação Integral (programa de bolsa de estudos vinculado a este e
outros projetos de similar natureza).

Secretaria de Esportes (professores de Educação Física que falem uma língua
estrangeira, transporte, uniformes e alimentação).

Centro Interescolar de Línguas no. 1 (CIL 1- no Elefante Branco)-Curso de Formação

Centro Interescolar de Línguas no. 2 ( CIL 2- na L2 Sul) Curso de Formação.

Centro Interescolar de Línguas de Brazlândia (CIL de Brazlândia) Curso de Formação.

Centro Interescolar de Línguas de Ceilândia (CILC)-Coordenação do Projeto e curso de
formação.

Centro Interescolar de Línguas do Gama (CIL Gama) Curso de Formação.

Centro Interescolar de Línguas de Guará (CILG) Curso de Formação.

Centro Interescolar de Línguas de Sobradinho (CIL Sob) Curso de Formação.

Centro Interescolar de Línguas de Taguatinga (CILT) Curso de Formação.

Embaixadas dos países participantes (Informações culturais sobre os países
participantes).

Comissão Organizadora do Evento (Uniformes e organização das tarefas a serem
realizadas).

Empresas patrocinadoras da copa (Material para o curso de formação, transporte da
coordenação do curso entre os CIL, computadores, modems, camisetas para os
participantes do projeto, 37 computadores)

Educadores globais.org (ONG educacional)- Atividades online para o curso de formação.

22
Conclusão

Desde que pensamos nesta idéia pela primeira vez, vislumbramos muitas possibilidades
de aprendizado e de desenvolvimento de valores para os nossos alunos. Acreditamos ser
um projeto audacioso, porém possível. Para sua concretização precisamos de pessoas
que sejam apaixonadas pela educação e tenham muita disposição para trabalhar. Nos
CIL temos vários profissionais dispostos a se envolver nesta empreitada.

Entendemos que será uma experiência inesquecível para a educação pública no DF.
Esperamos contar com o apoio da Secretaria de educação do DF e demais parceiros,
pois trata-se de um projeto que terá a participação de alunos e professores de escolas
públicas em espaços dos CIL com o intuito de colaborar com o evento da melhor forma
possível.

23
Assinatura dos Diretores dos CIL (no projeto oficial todos os diretores assinaram)

Nós, diretores dos Centros Interescolares de Línguas, estamos dispostos a viabilizar o
desenvolvimento do presente projeto nos 8(oito) CIL do DF.

CIL 1 –Brasília

CIL 2 – L2 Sul

CILT -Taguatinga

CILC –Ceilândia

CILG –Guará

CIL –Gama

CILB –Brazlândia

CIL –Sobradinho

24
Referências Bibliográficas

ÁVILA,R. S.Uma Reflexão sobre neutralidade cultural à luz da análise crítica do
discurso. Brasília:Editora UnB,2003. (Revista desempenho: Revista dos Mestandos em
Linguística Aplicada da Universidade de Brasília.n.2.).

CHAVES.A.C.S.O Ser Afetivo na Sala de Aula: a influência das relações afetivas
durante as apresentações orais formais de alunos de LE (Inglês). Brasília: UnB,2004.
(Dissertação de Mestrado em Linguística Aplicada da Universidade de Brasília).

CIANCIO,J.C.As teorias sócio-culturais de linguagem e mente na aquisição de
Segundas Línguas.Brasília:Editora UnB,2003. (Revista desempenho: Revista dos
Mestandos em Linguística Aplicada da Universidade de Brasília.n.2.).

DISTRITO FEDERAL(Brasil). Secretaria de Estado de Educação.Currículo da educação
básica das escolas públicas do Distrito Federal: ensino fundamental:5ª a 8ª
série.2ed./Secretaria de Estado de Educação.-Brasília:Subsecretaria de Educação
Pública,2002.

DISTRITO FEDERAL(Brasil). Secretaria de Estado de Educação.Currículo da educação
básica das escolas públicas do Distrito Federal: ensino médio.2ed./Secretaria de
Estado de Educação.-Brasília:Subsecretaria de Educação Pública,2002.

VIDOTTI, J. J. V.Compreensão oral: desafio em ensino/aprendizagem de LE.
Brasília:Editora UnB,2004. (Revista desempenho: Revista dos Mestandos em Linguística
Aplicada da Universidade de Brasília.n.3.).

25