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Conceitos

O Problema
“Acidentes ocorridos em várias partes do mundo tiveram como
origem um equipamento elétrico indevidadmento especificado
para trabalhar numa área cuja presença de substâncias
inflamáveis no ambiente criava condições especiais para sua
ocorrência.”
Bossert (2001)
“Os equipamentos elétricos por sua própria natureza p odem se
constituir em fontes de ignição quando operando em uma
atmosfera potencialmente explosiva.”
Jordão (1998)
“Nada é mais bem distribuído que o bom senso: ninguém julga
que precisa mais do que o que já tem.”
Descartes

Conceitos
Combustão:
Propagação da reação química de oxidação exotérmica de um combustível.

Atmosferas explosivas:
Podem ocorrer em determinadas áreas a mistura de gases, vapores ou poeiras
inflamáveis com o ar que, em proporções adequadas, formam atmosferas explosivas.
A concentração é muito importante pois um gás ainda que muito inflamável não entra
em combustão se não houver oxigênio bastante. Por outro lado se houver oxigênio
demais o gás também não entra em combustão.

Área Classificada:
Espaço limitado onde há risco de explosão (presença de atmosfera explosiva). Não é
necessário que o espaço seja limitado fisicamente, de forma que podem haver
diferentes classificações quanto ao risco de explosão em uma área aberta.

Deflagração:
É uma reação química exotérmica que acontece com velocidade de combustão na
ordem de cm/s em uma atmosfera explosiva e não ocorre sem que haja a ignição.
Essa forma de combustão é a mais lenta de todas e ocorre quando a concentração
está próxima dos pontos limites de explosividade, LEL e UEL, vistos mais adiante.

Efeito Térmico (superfícies quentes). A ignição por compressão necessita de uma brusca variação na pressão de modo a causar também uma brusca variação de temperatura.Conceitos Explosão: Idem à deflagração. mantendo-se o volume constante. Como exemplo podemos citar a mistura Clorine.lacuna) ou Fototérmico (agitação molecular pelos fótons). Essa forma é a mais violenta das combustões e ocorre no ponto de concentração mais favorável à combustão Ignição: É o início da combustão causada em uma mistura explosiva pelas possíveis fontes: Chama. só que com velocidade na ordem de m/s Detonação: Idem à explosão. Já a ignição por luz é muito rara e normalmente esta luz está fora da faixa visível. . conforme explica a lei dos gases. PV= RT. Centelhamento. só que com velocidade de combustão na ordem de km/s. Aqui o processo de ignição pode ser Fotoquímico (combinação elétron . onde um aumento de pressão leva a um aumento de temperatura. Hidrogênio e Ar. Compressão / ondas de choque e Luz.

Limites de Ignição: Existe um ponto ótimo de concentração de uma mistura para o qual ela se torna o mais combustível possível. concentração de oxigênio no ar comburente.Conceitos Energia de ignição: Seja qual for a fonte de ignição. temperatura. Há portanto uma energia mínima para conseguir a ignição. Este ponto de concentração é denominado MIE (minimum ignition energie) . pressão e tipo do gás. Energias muito baixas dissipam-se sem conseguir dar início à reação. Tal energia varia com diversos fatores como concentração da mistura. o que significa que com uma energização mínima já se dá a ignição. esta sempre deverá energizar as moléculas da mistura a ponto de desencadear a reação química de oxidação da mesma.

1% em volume representa 10000 ppm (partes por milhão). misturada ao ar atmosférico. a partir do contato com uma fonte de ignição. Mistura Rica Limite Superior de Inflamabilidade (LSI) máxima concentração de gás que misturada ao ar atmosférico é capaz de provocar a combustão do produto. Concentrações de gás abaixo do LIE não são combustíveis pois. nesta condição. Pouco produto inflamável e muito oxigênio. Para qualquer gás. em torno de 21 % em volume. tem-se excesso de produto e pequena quantidade de oxigênio para que a combustão ocorra Muito produto inflamável e pouco oxigênio Mistura Ideal Relação volumétrica oxigênio-produto inflamável dentro da faixa de inflamabilidade . uma mistura chamada "ideal" entre o ar atmosférico (oxigênio) e o gás combustível. A quantidade de oxigênio no ar é praticamente constante. Para um gás ou vapor inflamável queimar é necessária que exista. é capaz de provocar a combustão do produto. a partir de uma fonte de ignição. Mistura Pobre Limite Inferior de Inflamabilidade (LII) mínima concentração de gás que. Concentrações de gás acima do LSE não são combustíveis pois. nesta condição. tem-se excesso de oxigênio e pequena quantidade do produto para a queima.Limites de inflamabilidade Os valores do LIE e LSE são geralmente fornecidos em porcentagens de volume tomadas a aproximadamente 20oC e 1 atm. além da fonte de ignição.

Limites de Inflamabilidade Substância Limite inferior LEL (vol %) Melhor concentração MIE (vol %) Limite superior UEL (vol %) ACETILENO 2.4 ENERGI A DE IGNIÇÃ O (mJ) 13.1 0.0 METANO 4.0 PROPANO 1 HIDROGÊNIO •ACETILENO 0.5 PROPANO 1.7 4.9 ETILENO 2.01 10 LEL MIE 4.5 32.5 78 HIDROGÊNIO 4.2 16.3 8.4 8.0 27 77 GAS NATURAL 4.3 6.2% 30 MIE 27% 50 90 70 UEL 100 CONCENTRAÇÃO DO VOLUME ( %) .2 10.

Ponto de Fulgor (Flash Point) Menor temperatura na qual um líquido libera vapor em quantidade suficiente para formar uma mistura inflamável Temperatura de Ignição expontânea É a mais baixa temperatura na qual uma mistura sofre ignição sem atuação de uma fonte de ignição externa. .

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Triângulo do Fogo .

A substância inflamável encontra-se em um estado tal e em quantidade suficiente para formar uma atmosfera explosiva. Existe uma fonte de ignição com energia elétrica ou térmica suficiente para causar a ignição da atmosfera explosiva.Risco de Ignição O Risco de ignição de uma atmosfera existe se ocorrer simultaneamente: A presença de uma substância inflamável (em condições de operação normal ou anormal). Existe a possibilidade da atmosfera explosiva alcançar a fonte de ignição. .

Risco de Ignição Os riscos de explosão devem ser avaliados globalmente. as características de construção. bem como as interações com o ambiente de trabalho. as possíveis interações entre estes elementos. que é praticamente diretamente proporcional à pressão ambiente da atmosfera explosiva. as condições de trabalho e especificidade dos processos. A concentração de oxigênio reduz a energia necessária à ignição da atmosfera explosiva . São elementos importantes: os equipamentos de trabalho utilizados. as substâncias utilizadas. Em tais avaliações devem ser levados em conta detalhes que alteram os riscos de explosão: O aumento de temperatura afasta os limites de explosividade O aumento de pressão também afasta tais limites e além disso multiplica a amplitude da onda de pressão resultante da combustão.

Espaço tridimensional na qual pode-se esperar uma atmosfera inflamável em certa frequencia que requeira precauções para o controle das fontes potenciais de ignição. Áreas classificadas: São todos aqueles espaços ou regiões tridimensionais onde pode ocorrer presença de gases e líquidos inflamáveis. incluindo equipamentos elétricos fixos. que podem formar uma atmosfera explosiva. .Conceitos Atmosfera explosiva: Mistura de gases. Plano de áreas classificadas Desenho que mostra a avaliação do GRAU DE RISCO de formação de atmosfera potencialmente explosiva na instalação. em proporções adequadas e sob determinadas condições. formam uma atmosfera potencialmente explosiva. vapores ou poeiras inflamáveis com o ar que.

ou interstício. MIC (Mínima corrente de ignição) e MESG (Máximo gap. O tipo de material e suas características como MIE (menor energia de ignição). . experimental seguro) entre outros.Classificação de Áreas Para a classificação de uma determinada área são analisados os seguintes parâmetros: Quantidade e freqüência com que se apresenta a atmosfera explosiva. A temperatura de ignição espontânea da mistura.

(mais perigosa das atmosferas de poeira) . quando ocorre. (mais perigosa) Zona 1 provável que ocorra atmosferas explosivas em condições normais de operação ( ocasionalmente). Zona 2 área onde é improvável o aparecimento da atmosfera explosiva em condições normais de operação ou. Zona 20 ocorre atmosfera explosiva sempre ou por longos períodos. é por curtos períodos ( raramente). formada por poeiras combustíveis.IEC (Europa) + ABNT (Brasil) Zonas: A classificação segundo as zonas baseia-se na freqüência e duração com que ocorre a atmosfera explosiva. Zona 0 ocorre atmosfera explosiva sempre ou por longos períodos.

Zona M (Medical environment) ocorre em centros cirúrgicos em pequenos volumes com substâncias analgésicas ou anti-sépticos em curto espaço de tempo. formada por poeiras combustíveis. . Classificação especial para centros cirúrgicos Zona G (Enclosed medical gas system) ocorre em centros cirúrgicos com gases analgésicos durante longos períodos. formada por poeiras combustíveis. Zona 22 ocorre atmosfera explosiva raramente em condições de anormalidade.IEC (Europa) + ABNT (Brasil) Zona 21 ocorre atmosfera explosiva freqüentemente.

IEC (Europa) + ABNT (Brasil)
Grupos:
A classificação segundo os grupos baseia-se no grau de
periculosidade dos materiais.
Grupo I
ocorre em minas subterrâneas, onde há a existência de grisu (mistura de ar
com metano). Estão nesta categoria as indústrias que processam o carvão
com atmosfera de grisu ainda que instaladas na superfície;

Grupo II
ocorre em indústrias de superfície (químicas ou petroquímicas) e subdividese em:
Grupo II A – (menos explosivos)
ocorre em atmosfera explosiva onde prevalece os gases da família do propeno.

Grupo II B
ocorre em atmosfera explosiva onde prevalece os gases da família do etileno.

Grupo II C
ocorre em atmosfera explosiva onde prevalece os gases da família do hidrogênio, incluindo-se o
acetileno. (mais perigosa)

IEC (Europa) + ABNT (Brasil)
Temperatura:
A temperatura de ignição expontânea da mistura classificase em:
T1 - 450 graus centígrados;
T2 - 300;
T3 - 200;
T4 - 135;
T5 - 100;
T6 - 85. (mais perigosa)

NEC (U.S.A)
Divisão:
A classificação segundo a divisão baseia-se na freqüência e
duração que ocorre a atmosfera explosiva.
Divisão 0
ocorre a atmosfera explosiva sempre ou por longos períodos
(ainda não oficializada pela norma americana).
Divisão 1
provável que ocorra a atmosfera explosiva em condições
normais de operação ou em reparos freqüentes. (mais perigosa)
Divisão 2
área onde não é provável o aparecimento da atmosfera explosiva
em condições normais de operação ou, se ocorrer, é por curtos
períodos. Por exemplo em caso de ruptura de equipamento,
falha no sistema de ventilação ou em áreas adjacentes à divisão
1.

S. G Classe III mistura de fibras em suspensão no ar (fácil ignição). Grupos E. F. fibras de madeira. . B. D Classe II mistura de poeira combustível com o ar. Classe I mistura de gases ou vapores com o ar.NEC (U. Grupos A. C. algodão. sisal. etc. juta. Ex.: rayon.A) Classes: A classificação segundo as classes baseia-se na natureza dos materiais.

Grupo A ocorre em atmosferas explosivas onde prevalecem os gases da família do acetileno. Energia liberada durante o processo de combustão . hidrogênio Grupo C ocorre em atmosferas explosivas onde prevalecem os gases da família do etileno (Ciclopropoano. eteno.S. benzeno. (mais perigosa) Grupo B ocorre em atmosferas explosivas onde prevalecem os gases da família do hidrogênio. benzol. nafta-benzina-butano. solventes e vernizes). Grupo D ocorre em atmosferas explosivas onde prevalecem os gases da família do propano (gasolina.NEC (U.A) Grupos: A classificação segundo os grupos baseia-se no grau de periculosidade dos materiais. amônia. óxido de eteno. hexano. éter etílico. sulfeto de hidrogênio). acetona. Butadieno. álcool.

etc). pó de cortiça. rayon. negro de fumo. etc com . magnésio. coque.resistividade menor que 105Ωcm) Grupo F poeiras de carvão (poeiras condutoras de carvão mineral ou vegetal.NEC (U.S. Grupo G poeiras de grãos depositadas e não condutoras ( farinha.resistividade maior que 105Ωcm) . etc com .A) Grupos Grupo E poeiras de metais combustíveis (poeiras de alumínio. pó de serragem. amido e outras ou algodão. estopa.

T5 85. T3A .180.160.A) Temperatura : É a classificação segundo a temperatura de ignição expontânea da mistura em graus centígrados: T1 450 graus centígrados. T3B . T2 300. T4A . T2C . (mais perigosa) .280.215. T2A . T3C .165. T4 135.260.250.S. T2B . T2D .NEC (U. T3 200.120.

: Os equipamentos de segurança intrínseca se trabalharem em atmosferas de poeira combustível devem obedecer ao seguinte padrão: Em classe I (grisu) a temperatura deve ser limitada a 450oC Em classe II grupos E e F : 200oC .A) Obs. Em classe II grupo G ou classe III: 165 oC Mina: classe II grupo G (pó de carvão) a temperatura limite é 150oC .NEC (U.S.

IEC + ABNT .

NEC .

Comparação entre as Normas Quanto à periodicidade: .

Comparação entre as Normas Quanto às substâncias .

Representação de áreas classificadas geradas por um tanque de armazenamento de líquido inflamável .

será por um breve período de tempo .Classificação de Áreas Zona 0 (continuamente presente) Onde uma mistura explosiva ar / gás está continuamente presente ou presente por longos períodos Zona 1 (frequentemente presente) Onde é provável ocorrer uma mistura explosiva ar / gás em condições normais de operação Zona 2 (acidentalmente presente) Onde é pouco provável ocorrer uma mistura explosiva ar / gás em condições normais de operação ou. caso ocorra.

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Proteção Elétrica .

Supressão A probabilidade do equipamento elétrico se tornar uma fonte de ignição é reduzida pela adoção de medidas construtivas adicionais.Proteção Elétrica Confinamento A explosão é confinada em um compartimento capaz de resistir a pressão desenvolvida durante uma possível explosão. Segregação Separa fisicamente a atmosfera potencialmente explosiva da fonte de ignição. Prevenção Controla a fonte de ignição de forma que ela não possua energia térmica ou elétrica suficiente para detonar a atmosfera explosiva. não permitindo a propagação para as áreas vizinhas. .

não permitindo que a explosão se propague para o meio externo. . Este método de proteção baseia-se noconceito de confinamento da explosão.À prova de Explosão Ex-d É todo equipamento que está encerrado em um invólucro capaz de suportar a pressão de explosão interna sem se romper.

À prova de Explosão Ex-d .

Características O fechamento hermético do todo o equipamento elétrico é impraticável. formando uma mistura explosiva. eixo de motores elétricos.eixo de botões de comando..manoplas de chaves. havendo possibilidade de penetração de gases no interior. etc. . Equipamentos com partes móveis . necessitam de folga para operação Juntas roscadas para penetração de cabos Acesso às partes internas para manutenção O sistema de eletrodutos e invólucro são submetidos a “respiração” devido às variações de temperatura durante o dia.À prova de Explosão Ex-d .

Dificuldade para manutenção e instalação (invólucros com juntas flangeadas com muitos parafusos). necessidade de desligar a alimentação elétrica . requer unidades seladoras Invólucro não vedado à entrada de água e de umidade por condensação Não admite modificações/furação pelo campo Os invólucros de alumínio montados na região exposta a névoa salina “se dissolvem” com o tempo O invólucro não pode ser aberto na área.À prova de Explosão Ex-d – Desvantagens Invólucros geralmente muito pesados e volumosos.

Esta técnica de proteção é baseada no conceito de segregação. .Pressurizado – Ex-p Consiste em manter presente no interior do invólucro um gás de proteção com uma pressão positiva superior à pressão atmosférica. de modo que se houver presença de mistura inflamável ao redor do equipamento esta não entre em contato com partes que possam causar uma ignição.

Pressurizado – Ex-p .25“ H2O (5 a 6mm coluna d’água) Supervisão da pressão interna com alarme e/ou desenergização do equipamento Técnica utilizada em painéis elétricos de um modo geral e em motores elétricos de grande porte. geralmente. de ar de instrumento (limpo.20 a 0.Características Utilização. fora de série Necessidade de purga do volume interno do invólucro. . antes de ser reenergizado após parada. seco e não-contaminado) como gás de proteção A pressão interna usual é de 0.

Pressurizado – Ex-p .

.Segurança aumentada . Este método de proteção é baseado no conceito de supressão da fonte de ignição.Ex-e Equipamentos que em condições normais de operação não produzem centelhamento ou altas temperaturas e que são dotados de medidas construtivas adicionais de modo a aumentar a sua segurança.

Possibilidade de serem utilizados invólucros de plástico. não necessitando dos eletrodutos metálicos e suas unidades seladoras.Características Flexibilidade de instalação: permite cabos conectados aos equipamentos através de prensa-cabos. etc.Segurança aumentada . . fazendo com que os equipamentos (luminárias.) sejam mais leves e mais resistentes à corrosão em atmosfera marinha.Ex-e . caixas de terminais.

-1. 1.“Ex-i” Circuito. quer seja em condições normais ou anormais de operação. com até duas falhas e com os fatores de segurança aplicados: 1. Categoria ia: Equipamento intrinsecamente seguro incapaz de provocar a ignição da atmosfera explosiva em operação normal. através da limitação da energia. Este método utiliza o conceito de prevenção da ignição. dispositivo ou sistema que não é capaz de liberar energia suficiente para inflamar uma atmosfera explosiva. Categoria ib: Equipamento intrinsecamente seguro incapaz de provocar a ignição da atmosfera explosiva em operação normal ou com uma falha e com os fatores de segurança: 1.0 para operação normal e uma falha auto-indicada (sinalização da falha através de alarme). .5 para operação normal e uma falha .Segurança intrínseca .0 para operação normal e duas falhas.5 para operação normal ou com uma falha.

“Ex-i” – Analogia com sistemas hidráulicos .Segurança intrínseca .

Segurança intrínseca . Z limita o valor da tensão enviada à área explosiva.5 a seguir. F R Área segura R limita o valor da corrente na área explosiva (Ex i) no G caso de curto circuito entre 3 e 4.“Ex-i” Para a limitação de energia pode-se utilizar limitadores resistivos (Barreiras Zener) ou dispositivos eletrônicos limitadores de corrente (semicondutores). F tem como função proteger os zeners no caso de sobretensão nos pontos 1 e 2. G ponto de aterramento que garante um caminho de retorno à terra para a corrente dos diodos zeners. O número de zeners é determinado pelo fator de segurança imposto para as categorias ia e ib como será visto no item 7. Área perigosa Z Barreira Zener típica .

Equipamentos “ex-i” : Gráfico Energia de Ignição x Concentração em Volume (%) .

Segurança intrínseca .“Ex-i” – Aplicações sistemas de instrumentação. com possibilidade de abertura dos equipamentos para calibração no campo. com a planta em operação. . Botoeira de ponte rolante. Chave em tanques de óleo diesel.

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de forma a não exceder a temperatura de ignição da atmosfera explosiva do gás para o qual ele foi projetado. .Classe de Temperatura Indica a máxima temperatura de superfície que um equipamento elétrico pode atingir.

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Grau de Proteção Mecânica .

próprios para operar em áreas classificadas ou não. Essa é uma denominação geral para equipamentos. ferimentos causados por partes móveis. pela penetração de corpos estranhos ou de água. capaz de evitar danos físicos às pessoas (ex: choque elétrico.Grau de proteção mecânica – IP XY (NBR / IEC) Proteção inerente do equipamento. . etc.) e danos ao próprio equipamento.

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DESIGNAÇÃO NEMA (UL) PARA INVÓLUCROS .