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UNIVERSIDADE ANHANGUERA – UNIDERP
PÓLO ACARAÚ
Turma: N-40

período: 4º semestre

Turno: Noite

Curso: Ciências Contábeis
Disciplina: Estatística
Alunos: Márcia Adaiane Albuquerque Mota - RA: 374349
Francisco Diego Vasconcelos -RA: 372048
José Odécio Freitas - RA: 376257
Felipe Jordí Correia de Lima - RA: 374066
Maria Emanuela da silva - RA: 353935
Fabiene Martins Nunes da silva – RA: 355001
Professor EAD: Ivonete Carvalho
Tutor Presencial: Rosa Cavalcante

ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA
RELATÓRIO DE ESTATÍSTICA

Jijoca de Jericoacoara/CE, 27 de setembro de 2013.

INTRODUÇÃO -------------------------------------------------------------------------------------------3 2. CONSIDERAÇÕES FINAIS ---------------------------------------------------------------------------9 7.2 SUMÁRIO 1. ETAPA 1: CONCEITOS: ESTATISTICA APLICADA À ADMINISTRAÇÃO -----------3 3. ETAPA 2: COLETA DE DADOS – PESAGEM DE 100 PACOTES DE ARROZ ---------4 4. ETAPA 3: FREQUENCIA ABSOLUTA E FREQUENCIA RELATIVA--------------------6 5. ETAPA 4: MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL E MEDIDAS DE DISPERSÃO-----8 6. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS --------------------------------------------------------------10 .

ao longo deste relatório apresentaremos um resumo contendo os principais conceitos desta ciência tão importante para a atualidade. Dessa forma. As análises mostram a presença da normalidade de distribuição. Neste caso específico. para os quais são utilizadas diferentes representações. porém muito complexa por abranger uma vasta área de atuação. estimativas da média e do desvio padrão. unindo a estatística descritiva e inferencial. Ao decorrer desse processo será visto a importância da precisão dos dados coletados e porque a estatística é uma ciência tão rigorosa. Em especial descreveremos neste relatório algumas aplicações da estatística no cotidiano do administrador e como ela pode facilitar nosso trabalho. são coletadas amostras unitárias (sempre o primeiro motor do lote fabricado) e se esse for rejeitado nos testes todo o lote é desaprovado. estudantes ou cidadãos comuns. cito: atuar como supervisores do departamento de controle de qualidade de uma fábrica e verificar o processo de controle de qualidade do empacotamento de sacos de café que têm marcado nas embalagens “1kg” e decidir por sua aprovação ou reprovação de acordo com os padrões da empresa. Neste caso específico. eliminando ou controlando estas variações com o objetivo de reduzi-las cada vez mais. “a estatística é a ciência que coleta. para saber se um produto vai ser bem aceito no mercado antes mesmo deste ser lançado. Vale ressaltar. trabalharemos com pacotes de arroz. apresentaremos o trabalho desenvolvido para responder ao desafio proposto dessa disciplina. ao desconto dado em uma loja ou até mesmo a probabilidade de se vencer um jogo de futebol. saber se houve aumento de assaltos em um determinado bairro ou município. Algumas pesquisas podem ser feitas através de amostras. É importante enfatizar que a estatística vem sendo muito utilizada. Tal processo pode ser definido como um método preventivo de se comparar continuamente os resultados de um processo com um padrão. É o que mostra o texto de Gueibi Peres Souza. analisa e interpreta dados para a tomada de decisões”. Aqui a estatística se mostra como um conjunto de técnicas utilizadas para o controle da qualidade do produto durante cada etapa de fabricação. Os dados coletadas serão trabalhados e interpretados via diferentes gráficos e tabelas. principalmente via gráficos e tabelas. entre outras aplicações. sua contribuição decisiva para decidirmos pela aprovação ou reprovação do lote de arroz estudado. identificando. seja pelo governo. que descreve a aplicação de conceitos de Controle Estatístico de Processo (CEP) em uma indústria de fundição do Norte Catarinense. estando presente desde um censo populacional. . No decorrer do qual mostra que através da análise de amostras é possível identificar o nível de qualidade dos produtos tidos como estratégicos pela empresa. 2 ETAPA 1: CONCEITOS – ESTATÍSTICA APLICADA À ADMINISTRAÇÃO Segundo Larson e Farber (2010). as tendências para variações significativas. organiza. que como em nosso município não existem pacotes de café de um quilo. a partir de dados estatísticos. É utilizada. por exemplo: em uma contabilidade populacional. organizações sociais. Além dos conceitos. Pode trabalhar com dados qualitativos ou quantitativos. profissionais.3 1 INTRODUÇÃO Sabe-se que a estatística é uma ciência de fácil interpretação.

é possível que. informações de marketing. Esta ciência mostra toda sua força. para organizar gastos. Se dispuser de observações de todos os diferentes fatores em jogo. Por exemplo. usar os resultados para estimar as preferências de toda população. na análise e desenvolvimento de produtos. fazer inferências sobre toda a população. Já a inferência estatística baseia-se na teoria das probabilidades para estabelecer conclusões sobre todo um grupo (chamado população). quando se observou apenas uma parte (amostra) representativa”. nas decisões relativas a preços. e também resumir as informações contidas nestes dados mediante a utilização de medidas estatísticas. como notas de vendas. para melhorar o processo de marketing. na prospecção e avaliação de oportunidades. Conceituando ambas. (Tavares. o leitor poderá aplicar a análise de regressão para determinar quais fatores tem os efeitos mais importantes. análise e acompanhamento de carteiras de investimentos. Seria um trabalho incalculável consultar todos os documentos originais.4 Atualmente.  As técnicas estatísticas são necessárias para separar efeitos de fatores diferentes. no desenvolvimento e avaliação de campanhas publicitárias. 2007) .  Um auditor deve verificar os livros de uma firma para se certificar de que os lançamentos refletem efetivamente a situação financeira da companhia. em vez disso. demonstrados em gráficos. Uma ciência multidisciplinar que fornece métodos e técnicas para que se possa racionalmente lidar com situações de incerteza. Para isso. Percebemos ainda que exemplos claros da aplicação da estatística à administração podem ser vistos na execução de pesquisas populacionais ou amostrais para entender melhor as necessidades dos trabalhadores de uma empresa. do número de crianças na comunidade e da temperatura média. para saber a durabilidade de um produto. tabelas e simulações. temos: “A estatística descritiva preocupa-se com a forma pela qual podemos apresentar um conjunto de dados em tabelas e gráficos. na definição. através de dados lógicos. em uma comunidade. nas análises de fluxo de caixa. Alguns exemplos de aplicação da estatística à administração. Poderá. A rapidez e clareza da informação vinda através dos dados estatísticos passaram a ser uma das peças essenciais na produção e atuação deste conhecimento. no desenvolvimento de informações gerenciais. logística da distribuição e nas decisões de canais. conseguindo assim um maior aproveitamento de seus recursos. então. previsão de vendas. ordens de compra e requisições. pode fazer uma pesquisa de mercado entrevistando um número de residências escolhidas aleatoriamente. as empresas e o governo usam e utilizam dados estatísticos em seu cotidiano. da renda média local. o consumo de sorvete dependa do preço do produto. em fim em quase todas as atividades de um administrador. segundo DOWNING E CLARK (2011):  Uma firma que está se preparando para lançar um novo produto precisa conhecer as preferências dos consumidores no mercado de interesses. 3 ETAPA 2: COLETA DE DADOS – PESAGEM DE 100 PACOTES DE ARROZ A estatística pode ser dividida em duas partes: estatística descritiva e inferência estatística. com base nessa amostra. no estudo e desenvolvimento de modelos financeiros. O auditor deve examinar pilhas de documentos originais. o auditor pode verificar uma amostra de documentos escolhidos aleatoriamente.

ou seja. indo desde a coleta até a interpretação dos dados. Tabela 01 – Coleta dos pesos unitários de um lote de arroz contendo 100 pacotes Amostr Peso (gramas) Amostr Peso (gramas) a a 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 1012 1014 1014 1013 1016 1011 1012 1011 1012 1012 1013 1013 1016 1012 1012 1014 1009 1013 1008 1014 1014 1012 1011 1012 1016 1012 1012 1014 1014 1013 1012 1011 1012 1013 1015 1011 1008 1010 1014 1012 1013 1011 1013 1017 1012 1014 1013 1014 1014 1013 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 Fonte: O Autor 1011 1007 1012 1008 1008 1016 1013 1014 1006 1012 998 1018 1019 1008 1021 1008 1014 1013 1017 1016 1017 1008 1014 1012 1017 1012 1015 1013 1017 1016 1014 1012 1014 1014 1016 1013 1011 1012 1011 1008 1010 1015 1012 1011 1017 1014 1008 1007 1016 1013 .5 Nesta etapa abordaremos essa divisão da estatística apresentando tanto os dados coletados (dados brutos) quanto inferências a respeito da pesquisa.

zona rural da cidade de Cruz. Onde foi obtido total apoio para a realização da pesquisa.6 Os dados da tabela acima provêm da pesquisa realizada no dia 24 de agosto de 2013. Fonte: O Autor Na etapa 3 das atividades avaliativas desenvolvemos amostragens de pesagens em uma tabela. . onde 99% das amostras estão acima do peso. Na montagem e organização já observamos a necessidade dos dados obtidos para a distribuição de freqüências. bem como no espaço para a pesagem e a balança. nesta etapa serão apresentados gráficos e tabelas da frequência absoluta e frequência relativa das amostras de arroz trabalhadas anteriormente. organizando os dados com o intuito de apresentar ao leitor clareza e objetividade nas informações. Os dados coletados a partir da pesagem mostram que um percentual elevado das embalagens estão com peso divergente daquele especificado no rotulo (1Kg). dado por Amplitude total= Maior peso – Menor peso. elaboramos gráficos com freqüência absoluta e freqüência relativa. situada na localidade de Lagoa dos Monteiros. logo em seguida o grupo calculou o número de classes e os intervalos de cada classe. No passo 1 da Etapa 3.3 * log(n). com um lote de pacotes de arroz oriundos da cantina da Escola Municipal de Ensino Fundamental JOAQUIM JOSÉ MONTEIRO. no Estado do Ceará. onde tivemos que construir um rol das 100 pesagens e em seguida calcular a amplitude da amostra. dado por: K=1 + 3. 4 ETAPA 3: FREQUENCIA ABSOLUTA E FREQUENCIA RELATIVA No conteúdo estudado aprendemos que na estatística podemos desenvolver diversos critérios de pesquisas. nessa etapa também aplicamos a fórmula de Sturges. organizando os dados com o intuito de apresentar ao leitor clareza e objetividade nas informações Em consonância à essa afirmação. o grupo se organizou para coletar as informações do passo anterior e assim trabalhar com a tabela dos pesos apresentados. tendo em media de um a vinte e um gramas e apenas 1% está abaixo do peso especificado no rotulo com a diferença de dois gramas. Tabela 02: Frequência Absoluta e frequência relativa da pesagem das amostras de arroz. tanto no fornecimento dos pacotes de arroz. No conteúdo estudado aprendemos que na estatística podemos desenvolver diversos critérios de pesquisas.

pois o seu posicionamento demonstra dados importante para os negócios. A freqüência absoluta é a repetição do número de vezes que encontramos na amostra. O gráfico de Pareto é muito utilizado nas grandes empresas. Gráfico 02: Representação Gráfica de Frequência Relativa .7 Com os dados adquiridos construímos a tabela com a freqüência absoluta e relativa. através de um gráfico de colunas. também conhecido como Pareto e que explicita o número de amostras encontradas com um mesmo peso. 50 46 45 40 35 29 30 25 20 15 12 8 10 5 0 3 1 1 0 Gráfico 01: Representação Gráfica de Frequência Absoluta Fonte: O Autor Fonte: O Autor No gráfico 01. acontece a demonstração da frequência absoluta dos dados coletados.

12% 1013|---1016. 3% 1007|---1010. muito conhecido por gráfico de pizza. o valor percentual que aquela classe representa do todo. e para chegarmos aos resultados precisamos pesquisar informações e trazê-las claramente para os gráficos. . 1% 998|---1001. 46% 1010|---1013 1013|---1016 1016|---1019 1019|---1021 Fonte: O Autor. 8% 1004|---1007. um valor que representa uma entrada típica ou central do conjunto de dados. Fonte: O Autor Fonte: O Autor A representação dos gráficos de Pareto e Setorial nos ajudaram na identificação dos dados que coletamos para a atividade sugerida. Para este foi utilizado um gráfico de setores. tabelas etc. mostra a frequência relativa das amostras pesadas. 5 ETAPA 4: MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL E MEDIDAS DE DISPERSÃO É uma medida de tendência central. Os valores mais comuns e mais conhecidos são média. percentuais. 1% 1016|---1019.8 1019|---1021. onde a área de cada setor é proFporcional à frequência de cada categoria. 29% 998|---1001 1001|---1004 1004|---1007 1007|---1010 1010|---1013. dados quantitativos e qualitativos. frequência relativa na estatística é determinada em porcentagem. mediana e moda. aprendemos assim que na estatística operamos com amostragens. ou seja. O gráfico 02.

que medem a variação de determinados dados em relação a sua média. A vantagem que apresenta sobre a variância é de permitir uma interpretação direta da variação do conjunto de dados. é representado por “s” e calculado por: S= √∑ (xi..1362816 Padrão 56 de tendência central e amostras de arroz: Fonte: O Autor. exemplos claros da sua aplicação no cotidiano e mesmo suprimindo as fórmulas uma idéia geral de cálculos das medidas de tendência central e de dispersão. MODA: é o valor mais frequente da distribuição. E neste trabalho apresentamos um pouco das duas coisas.média)2/ (n.1) Em relação às amostras trabalhadas (os cem pacotes de arroz pesados).). as vezes através de uma roupagem simples. outras revestida por cálculos complexos. Em média os pacotes de arroz pesam 1012. pois não se enquadra no desvio padrão permitido que é de 0. este lote está reprovado. a medida é o valor que fica no meio da série ordenada. Analisando os dados da tabela acima podemos inferir que o peso mais comum neste lote de arroz é de 1012 gramas. sendo igual à soma das observações dividida pelo número de observações. 6 CONSIDERAÇÕES FINAIS Ao estudarmos estatística.1) DESVIO PADRÃO: é uma das mais utilizadas medidas de variação de um grupo de dados. freqüências. MEDIANA: divide a massa de dados previamente ordenada em duas metades. A variância é representada por s2. sendo calculada pela fórmula: ∑ (xi. entre outros. além de classes. Assim.cm.atm. existem as medidas de dispersão. De acordo com o padrão da empresa..61gramas com desvio padrão de 3.média) 2 / (n.836263 Desvio 3. As mais comuns são: VARIÂNCIA: é a soma dos quadrados divididos pelo número de observações do conjunto menos um.13 gramas. Quando o número de observações é par. . Além das medidas de tendência central. temos as seguintes medidas: Tabela 03: Medidas medidas de dispersão das Média 1012.05 gramas. a mediana é igual à média entre os dois valores centrais.9 MÉDIA: é a mais usual das medidas de tendência central. pois o desvio padrão é expresso na mesma unidade que a variável (kg. concluímos que ela está presente nos mais diversos ramos de atuação. Mediana Moda 61 1013 1012 Variância 9. quando o número de observações é ímpar.1) ou seja s2 = SQ / (n. amplitudes.

tivemos como grande lição que estatística se aprende com dedicação e prática e que essa é uma das disciplinas que nos instrui como acadêmicos. Trouxemos a prática da pesquisa e da mensuração de valores. . mas também como profissionais a serem bem sucedidos na escola da vida.10 Além dessa parte numérica. por exemplo. Vimos a importância da estatística para a tomada de decisão. a organização dos dados e as inferências obtidas através destes. a sua contribuição para facilitar nosso trabalho como contadores nos permitindo trabalhar com amostras aleatórias ao invés de lidar com ma pilha de documentos e como profissionais que precisam constantemente dar retorno de seu serviço apresentando estatísticas de lucros ou prejuízos acumulados. em que se aplica e como se trabalha essa ciência. expomos conceitos do que é. como se divide. Por fim.

Manoel Domingos.com/viewer? a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=0B0EMRzdACiXpNWM0Y2Y5NTAtZmVhNy00NmRhLTkxN WItNWI5YWE1OTkzZDM5&hl=pt_BR>. Ron. 2013 TAVARES.com/viewer? a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=0B0EMRzdACiXpOTA0NjgxYmQtNTYwMS00NjA1LTk0Nm YtODk4YzM2MTUzZDJh&hl=pt_BR> .google.11 7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Conceito e aplicações da Estatística. Aplicação dos conceitos de Controle Estatístico de Processo (CEP) em uma indústria de fundição do Norte Catarinense. DOWNING. em: LARSON.html. Estatística aplicada à Administração. Jeffrey.google. Disponível em: https://docs. Douglas. Acesso em: agos. Estatística Aplicada. Betsy. 4ed. CLARK. Disponível http://www. São Paulo: Pearson prentice Hall. Acesso em: 29 agos.com/matematica/frequencia-absoluta-frequenciarelativa/3120. FARBER. Disponível em: <https://docs.bancodeconcursos. 2013. Acesso em: 14 set. Estatística Aplicada. Acesso em: 28 de agos. Acesso em: set. 2010. FILHO. SOUZA. M. Aplicação dos conceitos de Controle Estatístico de Processo (CEP) em uma indústria de fundição do Norte Catarinense. São Paulo: Saraiva. Disponível em: <https://docs. 2013 as 13:12h.com/file/d/0B0EMRzdACiXpOTA0NjgxYmQtNTYwMS00NjA1LTk0N mYtODk4YzM2MTUzZDJh/edit?hl=pt_BR%3E&pli=1.google. 2010. Frequência Absoluta e Frequência Relativa. 2013.google. Gueibi Peres. 2013 as 14:20. Disponível em: <https://docs.com/viewer? a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=0B0EMRzdACiXpY2E4OTc0YTktNWZmMC00ZTNmLWJjM TUtNWVhYmM0YTkwZTdk&hl=pt_BR>. .