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AO

CEPPE – Centro de Estudos e Pesquisas em Psicologia

Encaminho, para que seja submetido à avaliação do CEPPE, o projeto
“Representações

sociais

da

homossexualidade

diante

das

mudanças

contemporâneas” desenvolvido pelos alunos Chaielen Marchiolli Barboza
Martinez, Christiane Vicentini Barbosa Maia, Felipe Matheus Zanetti, Patrícia
Rabelo de Morais, Patrícia Satie Ohto e Thiago Makoto Ivaé, sob minha
orientação, como parte dos requisitos da disciplina de Projeto de Investigação
Científica em Psicologia do 8º semestre, campus de Araçatuba.

Araçatuba, 19 de novembro de 2013.

Atenciosamente,

Profª Drª Luciana de Toledo Bernardes da Rosa

UNIP – UNIVERSIDADE PAULISTA
Instituto de Ciências Humanas
Curso de Psicologia

Chaielen Marchiolli Barboza Martinez
Christiane Vicentini Barbosa Maia
Felipe Matheus Zanetti
Patrícia Rabelo de Morais
Patrícia Satie Ohto
Thiago Makoto Ivaé

A515IC-9
A44708-3
A393JH-9
A6245E-3
A47433-1
A39389-7

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA HOMOSSEXUALIDADE
DIANTE DAS MUDANÇAS CONTEMPORÂNEAS

Araçatuba
2013

Luciana de T. B. Projeto de Investigação Científica em Psicologia sob orientação da Professora Dra.UNIP – UNIVERSIDADE PAULISTA Instituto de Ciências Humanas Curso de Psicologia Chaielen Marchiolli Barboza Martinez Christiane Vicentini Barbosa Maia Felipe Matheus Zanetti Patrícia Rabelo de Morais Patrícia Satie Ohto Thiago Makoto Ivaé A515IC-9 A44708-3 A393JH-9 A6245E-3 A47433-1 A39389-7 REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA HOMOSSEXUALIDADE DIANTE DAS MUDANÇAS CONTEMPORÂNEAS Projeto de pesquisa apresentado à disciplina de. Araçatuba 2013 . da Rosa.

......................................................................................................................................................................................................................................... 21 ...... 18 ANEXOS ................. 16 CRONOGRAMA............................................................................... 10 HIPÓTESES........................................... 17 REFERÊNCIAS.......................................................................Sumário INTRODUÇÃO............... 14 Aparato de pesquisa.. 12 MÉTODO...................................................................................................................................................................................................................................................................... 3 OBJETIVOS................................................................................................................ 14 Participantes....................................... 14 PLANO DE ANÁLISE DE DADOS.............................................................. 14 Procedimentos........ 10 Objetivo Geral..................................................................................................... 11 JUSTIFICATIVA............................................................................................................................................. 14 Material................................. 10 Objetivos Específicos......................................................................................................................................

2000). Rodrigues & Medrado. 2000).3 Introdução A constante e antiga preocupação em se enquadrar no padrão normal sempre foi usada como forma de justificar o que é correto. conforme Abreu (2005) ela abrange fantasias. a subversão é decorrente da negação do papel atribuído à mulher de subordinar-se ao homem (Anjos. Os desvios e perversões sexuais obtiveram inúmeras denominações de cunho pejorativo. e o contrário é o comportamento desviante. A sexualidade humana vai além do ato sexual em si. a sexualidade pode ser considerada como um "fato social" uma vez que apresenta condutas que dão origem a uma identidade longe de ser um "domínio da natureza". Recebendo. Porém na prática sexual existe grande dificuldade em justificar o que é correto. apud Anjos. neste sentido. ganhando status de provavelmente normal. Ainda sobre a ideia de normalidade Rodrigues (1995) aponta como dependente do julgamento do que seria mais adequado. certo e adequado. Com base nas ideias de Bozon e Giami (1999 apud Anjos. Rodrigues (1995) afirma que historicamente cada padrão de normalidade foi superado pelo anteriormente anormal. deste modo. psicopatia sexual e variação sexual. no qual o sujeito se encontra inserido (Carvalho. como ligações entre sexualidade e dominação. pensamentos eróticos. aberração sexual. a dominação masculina acontece a partir da percepção que o homem é o sujeito e a mulher o objeto. a homossexualidade subverteria a norma onde o homem assume uma posição inferior (dominada) e no caso da homossexualidade feminina. a sexualidade ideal é a expressão imposta da pessoa saudável. A relação de oposição ativo/passivo remete a heterossexualidade como norma segundo a "natureza". As atitudes . entre eles. A sexualidade é um processo simbólico e histórico ao afirmar que a constituição da identidade de um sujeito se manifesta na forma como ele vive as questões de trato íntimo. forte influência do convívio social na construção da significação para o sujeito. cultural e histórico. Anjos (2000) acredita que a sexualidade tem base nos esquemas de classificação da hierarquia entre masculino/feminino. ativo/passivo. 2000). a sexualidade humana é definida como uma dimensão biológica produzida no contexto social. 2005). uma vez que para Bozon (1999. considerando as questões morais e éticas do grupo social em que está inserido. Atualmente. tara sexual. caricias e masturbação.

esse tipo de relação sexual foi designada como patológica nomeada como homossexualismo. impedindo alternativas sexuais saudáveis e cita alguns tipos como o exibicionismo. que significa semelhante ou igual. Em relação a homossexuais femininos.C. Abreu (2005) ainda descreve que essa necessidade de substituir a atitude sexual convencional por outro tipo de expressão sexual é conhecida como parafilia. os registros são mais escassos. Isto posto. 2009). 2002) descreve a perversão como uma sexualidade caracterizada por impulsos sexuais muitos intensos e recorrentes sejam fantasias ou comportamentos não convencionais. sendo este substituto a única maneira que gera excitação ao individuo. Conforme de Toledo e Pinafi (2012). no Egito. transexualidade. sadismo. mas a prática data dos primórdios da humanidade.4 sexuais diferentes daquelas que são socialmente aceitas são definidas como “perversões sexuais”. No mesmo estudo ainda o autor afirma que o termo é recente. do final do século XVIII. fetichismo. homossexualidade é o estilo de vida sexual compartilhada e vivenciada com pessoas do mesmo sexo. Platão e Sócrates. sendo a história mais famosa de Safos de Lesbos que deu origem ao termo lésbico. tornando um comportamento repetitivo e um padrão rígido de conduta. Em relação à história da homossexualidade. há registros que a homossexualidade . segundo Mott (1994 apud Guimarães. segundo Guimarães (2009) foram identificadas ao longo do tempo como perversão e anormalidade. entre outros. a homossexualidade é tão antiga quanto a história da humanidade. As experiências homossexuais. após o discurso médico e psiquiátrico. em contrapartida. para Guimarães (2009). Em 1870. Há ainda registros do Batalhão dos Amantes. Portanto. que era composto por homossexuais na Grécia. zoofilia. masoquismo. heterossexualidade se trata da relação entre sujeitos de sexos diferentes. e sexualidade que se refere ao modo que o sujeito vivência a experiência do sexo baseado em crenças e valores que se tem a respeito do assunto. país este que acolheu vários outros homossexuais como Alexandre Magno. o discurso médicopsicológico contribuiu para a construção da identidade homossexual diante das transformações ocorridas historicamente. tendo havido diversas formas de abordar a questão. O termo homossexual deriva do termo grego homos. Guimarães (2009) em seu estudo contextualiza dizendo que o primeiro registro sobre a temática tem origem em 4500 a. entre Oros e Seti. O DSM-IV-TR (APA.

haviam leis que proibiam essas relações. Atualmente. O termo gay surgiu em 1969 na cidade de Nova York para apagar o teor psiquiátrico anteriormente descrito. dos quais. a homossexualidade já incomodou várias culturas de várias épocas e podiam ser condenados a pena de morte por apedrejamento. queimados. a prática homossexual ainda é mal vista e brutalmente reprimida por sociedades homofóbicas. despedaçados em canhões. (Guimaraes. desvio.167) a partir da tradição judaico-cristã “essas práticas passaram a ser concebidas como pecaminosas. originalmente. Atualmente. bem como de forma emblemática da degeneração. E conforme Lacerda. 2009) Ao longo do tempo. o termo gay designa tanto homem quanto a mulher que se relaciona com pessoas do mesmo sexo. este termo se referia. inclusive sobre a discriminação como homicídios contra homossexuais sem preocupação com a dignidade. passando este novo termo. decapitação. Para Mott (1994 apud Guimarães. doença. No Brasil. Pereira e Camino (2002 p. reis. 2009). representado o descumprimento do que se julgava ser a palavra de Deus e a fraqueza do indivíduo diante das tentações demoníacas” E a maioria dos estigmas que atualmente recaem sobre a homossexualidade são decorrentes da visão judaico-cristã. e na mesma época. mutilados em campos de concentração segundo leis religiosas. crime contra a natureza. nas civilizações greco-romanas era aceita e somente considerada inadequada quando ameaçam a hierarquia social. e as passivas eram as lésbicas.5 começou a ser vista em termos psiquiátricos como um desvio sexual e inversão do masculino e feminino. Guimarães (2009) cita sodomia. viadagem e frescura. Com base na pesquisa de Guimarães (2009) no Brasil. ao homossexual masculino. A homossexualidade era compreendida como as traições nacionais e . A homossexualidade. enforcados. ordens de imperadores. encontram-se registros da existência da homossexualidade desde o período colonial. grupos políticos. já a mulher homossexual ativa chamava-se sapatão por referência aos comportamentos tipicamente masculinos. o que leva a reprovação da praticam e. inúmeros nomes serviram e servem para caracterizar a homossexualidade como prática maléfica para a sociedade. pecado nefano. por ser politizado e menos estigmatizante. legitimam e naturalizam as crenças e discursos que colaboram para o preconceito na sociedade. consequentemente. afogados.

aos mitos e sistemas de crença das sociedades tradicionais. assim como também como os indivíduos e práticas que são consideradas pelo contexto social e cultural como “desviantes”. constituem indivíduos e suas práticas normais. . proposições e explicações originado na vida cotidiana no curso de comunicações interpessoais. Uma forma de compreender e estudar as atitudes pró e contra a homossexualidade é a teoria das representações sociais que segundo Moscovici (1981. Furlani (2008) aponta para a forma que o gênero e a sexualidade são apresentados nos materiais pedagógicos e culturais levando a produção de significados que ficam fixados e consequentemente. Na sociedade contemporânea a sexualidade é considerada na visão de Gouveia et al.181) é “Um conjunto de conceitos. mais especificamente sobre a homossexualidade. podem também ser vistas como versão contemporânea do senso comum”. possibilitando as desconstruções lógicas de significação. tal essência é caracterizada por Fleury e Torres (2007) por aspectos naturais e sociais fundamentais que fazem deles o que são. A epidemia da AIDS acelerou os estudos sobre a homossexualidade no Brasil nos anos 90 como apresenta Gois (2003) juntamente com a expansão do debate público sobre a sexualidade. O ponto negativo disso foi à restrição do tema no âmbito somente da saúde-doença. Os autores acreditam ainda que o essencialismo psicológico fornece préjulgamentos que nortearão as relações e seus respectivos comportamentos. Devido à moralidade conservadora. que explicita mecanismos históricos e políticos que sublinham o que é considerado “diferente” traduzindo para “indesejável”. “anormais”.6 foi um delito que teve registros e possui muitos recursos para o resgate da memória e das punições aos quais os praticantes eram submetidos. p. questionar os processos de produção das diferenças principalmente as sexuais e de gênero. Elas são o equivalente. A autora afirma que é necessário. em nossa sociedade. conduzindo a uma hierarquização que caracteriza o preconceito. (2012) como “uma dimensão definidora do sujeito e essencial à formação de sua identidade pessoal”.

é a forma de agregar algo estranho em sistemas particulares. Com a mesma base das representações sociais. ou seja. (2007) acreditam que a atribuição à homossexualidade do pecado e doença como a AIDS são justificadas como práticas excludentes contra o grupo. Santos. a identidade. afetivo e sexual. Para Borges e Meyer (2008) os comportamentos homofóbicos são desde violência física como agressão e assassinato até violência simbólica onde se considera legal afirmar que não gostaria de ter amigos homossexuais. sexo e religião frequentada. . A UNESCO (2004) define a homofobia como o tratamento preconceituoso e discriminatório sofrido por homossexuais ferindo a dignidade alheia e causando sofrimento e revoltas. como sendo inferiores aos heterossexuais (HEREK. ou seja. consistindo em sofrimento psíquico como culpa ansiedade e depressão. Winter e Sales. Em relação à segunda é o processo que transforma uma realidade abstrata em algo mais concreto sem excessos de significações. 2004). A primeira é o modo de classificar algo desconhecido com base em categorias já conhecidas. a homofobia internalizada. Existe também conforme apresenta Madureira e Branco (2007) o uso do termo preconceito sexual que se refere a atitudes negativas frente a um individuo devido a sua orientação sexual de forma mais especifica a homofobia que sustenta e é sustentada pelas concepções preconceituosas e as práticas discriminatórias dos indivíduos homossexuais apresentando uma dimensão social subjetiva. O grupo minoritário no que diz respeito ao preconceito sexual possui diferentes denominações. geram em indivíduos homossexuais isolamente social. Para estes autores esta se encontra emocionalmente enraizada em indivíduos com orientação homossexual com potencial desestruturante em termos subjetivos. a violência simbólica proveniente da homofobia social acarretando violência contra si próprio. o termo homossexual é um sistema ideológico que nega e estigmatiza o comportamento. em Lacerda. o relacionamento e comunidade sexual. Toledo e Pinafi (2012) salientam que a homofobia interiorizada e homofobia presente na sociedade. Com base nesses termos. 2000 apud MARINHO et al. Pereira e Camino (2002) encontra-se a ancoragem social do preconceito contra homossexuais dependendo de categorias sociais como escolaridade e curso.7 Existem dois termos que corroboram a compreensão das representações sociais a ancoragem e objetivação.

118). Numa pesquisa realizada por Santos et. e os homens heterossexuais são mais agressivos com homens homossexuais do que com lésbicas. 2008) caracteriza essa situação como homofóbica uma vez que é uma atitude hostil que tem como foco os homossexuais de ambos os sexos que são considerados inferiores. não existem benefícios visíveis. Ao contrário: abre-se diante dela um futuro isolado e marginalizado que provavelmente trará conflitos”. p. al (2007) apontam que os homens heterossexuais demonstram mais sentimentos negativos contra gays do que mulheres heterossexuais. e discutem questões sobre orientação sexual com esses indivíduos. adotam estereótipos para serem aceitos na sociedade. e que os gays e lésbicas sofrem preconceitos de maneiras diferenciadas. (2007) os heterossexuais que tem contato com homossexuais.8 “A internalização dessas ideologias pelos sujeitos homossexuais estabelece uma condição potencialmente conflitante. Herek (2000) e Kite e Lamar (1998) apud Santos et al. (2007) relatam que mulheres heterossexuais demonstram um comportamento semelhante diante de gays e lésbicas. al. Segundo Castañeda (2007. permeada pela . dificultando a auto aceitação e proporcionando uma baixa autoestima. Pois a sociedade faz com que as pessoas interiorizem e interpretem papeis em busca da aceitação. Ainda sobre a discriminação Toledo e Pinafi (2012) afirmam que as pessoas diante da discriminação acabam tendo uma postura diferente daquilo que gostariam de ser. Borrillo (2001 apud Borges e Meyer. 2010. Borges e Meyer (2008) apontam que cerca de 150 pessoas são mortas por ano devido à violência por discriminação e a pesquisa de Junqueira (2007) aponta que o Brasil é o país campeão mundial de assassinatos contra homossexuais e a média é de 1 assassinato a cada 3 dias. Os estudos demonstraram que a homossexualidade sempre foi tema cercado de inúmeras discussões. desde os primórdios da humanidade.46) “quando uma pessoa se reconhece homossexual. E quanto maior era o número de gays e lésbicas conhecidos mais estes recebiam atitudes favoráveis. contrários ou anormais ou simplesmente fora do comum dos humanos. possuem menor nível de preconceito. Em relação ao contexto da homofobia no Brasil. Ainda de acordo com Santos et. aliada a uma limitada qualidade de vida” (CEARA E DALGALARRONDO. p.

social e sexualmente. As mais variadas formas de representações sobre a homossexualidade. deixou de ser algo que afligia somente alguns indivíduos. O discurso superficial mascara as reais necessidades que só são sentidas por quem vivencia a descriminalização em seu dia-a-dia. . ainda existe uma grande lacuna para atender e compreender de forma suficiente as demandas acerca da homossexualidade. Portanto se faz premente refletir sobre esta questão. Hoje a homossexualidade abrange a sociedade de uma forma total. gerando comportamentos de violência física como agressão e assassinatos e até mesmo a violência simbólica. O tratamento preconceituoso e discriminatório da homossexualidade ainda constante na sociedade contemporânea acarreta em sofrimento psíquico. Mesmo com as aparentes mudanças. permeando os mais diferentes aspectos dessa dinâmica contemporânea.9 constante preocupação em enquadrar os indivíduos em padrões de normalidade. com isso constroem-se indivíduos que em função de sua sexualidade se isolam afetiva. com isso vieram à tona confrontos com questões centrais sobre os modelos e papeis tradicionais que perduraram por muito tempo. fica claro que. sendo inclusive classificadas como patologias.

. Avaliar a ideologia heterossexual na formação da identidade na sociedade atual. Identificar a nova estrutura familiar calcada na afetividade.10 Objetivos Objetivo Geral Identificar as representações sociais da homossexualidade na contemporaneidade. Verificar a presença da homofobia. Objetivos Específicos Identificar os preconceitos sobre a homossexualidade. Verificar a estrutura e dinâmica dos conceitos religiosos sobre as questões da homossexualidade.

sendo elas homofobia social e a homofobia internalizada. . Acredita-se que existam duas categorias acerca da homofobia. É possível que a religião seja mencionada como um pilar importante na construção social do significado de homossexualidade.11 Hipóteses É possível que as representações sobre a homossexualidade sejam permeadas por preconceitos. É possível que haja forte ideologia da formação da identidade heterossexual devido à construção social. Acredita-se que os casamentos assim como a nova estrutura familiar estejam alicerçados na afetividade e não mais nas representações de gênero.

comunhão parcial de bens entre outros benefícios concedidos. e leis como projeto de Lei nº 1. o movimento conseguiu várias conquistas. uma grande necessidade de investigar a estrutura do preconceito e da discriminação contra este grupo bem como os mecanismos que promovem tal situação e capacitar a psicologia para novas intervenções favorecendo bem-estar social e eliminar os conflitos intergrupais. nem distúrbio e nem perversão e também que a psicologia pode e deve contribuir com seu conhecimento para o esclarecimento sobre as questões da sexualidade.151 que defendia a união civil entre pessoas do mesmo sexo. segundo Castañeda (2007). como a Lei sancionada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para oficializar a união entre homossexuais. a Resolução CFP nº 001/99 que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da Orientação Sexual considerando que a homossexualidade não constitui doença. o Brasil reportouse às discussões acerca da homossexualidade corroborada pelas manifestações sociais dos grupos militantes GLBT. permitindo a superação de preconceitos e discriminações. lei esta que possibilita e viabiliza a igualdade nos direitos reconhecidos nos tribunais do país. No âmbito social ainda. pensão previdenciária e alimentícia em caso de separação. segundo Freire e Cardinalli (2012). segundo Nardi (2008) e Oltramari (2010). Desde o surgimento das manifestações. que pressionavam a favor de programas como “Brasil sem homofobia”. licença médica. Há. na cidade de Nova Iorque. Nesse sentido. Smigay (2002) afirma que pouco se publica e se investiga tanto no Brasil quanto na América Latina como um todo. Gradativamente. como a Parada Gay. ainda.12 Justificativa Segundo Fleury e Torres (2007). há um estudo dirigido pelo Institute for the Protection of Lesbian and Gay Youth (Instituto para proteção de Jovens e Lésbicas e Gays). a favor do casamento civil. pesquisas científicas sobre a homossexualidade sob olhar da psicologia são escassas e as poucas realizadas no Brasil apresentam resultados que indicam flagrantes do preconceito contra grupo homossexual de forma aberta e direta sem preocupação às normas do igualitarismo. concluído em 1987 que . herança.

a ignorância e a violência geradas pela não aceitação da homossexualidade sejam estas vivenciadas através das relações sociais. há uma elevada autoestima e capacidade de relação social. e no que diz respeito às mudanças da contemporaneidade. políticas ou até mesmo pessoal (internalizada) estão pautadas na falta de respaldo e produção do conhecimento acerca desta população. justificando assim a importância de compreender a nova realidade a diminuir o impacto gerado pelo estigma e discriminação violenta ao longo do tempo e o prejuízo na vida dos homossexuais que estão inseridos na sociedade em busca de relações mais igualitárias.13 identifica os principais problemas para os homossexuais estão no isolamento. percebe-se as alterações que se adequam as exigências do próprio tempo seja nos modos de vida. Segundo Mello (2010) a doença é considerada hoje como biopsicossocial. religiosas. Castañeda (2007) observou que homossexuais com orientação assumida. de comportamento e de ser e estar. preservando a liberdade individual. Não se assumir publicamente pode ter consequências que englobem todos os campos e não apenas a vida privada e ou intrapsíquica. crença e pluralidade. ansiedade e somatização em contrapartida. Ainda segundo os pesquisadores. . Isto posto. Silva (2000) defende a hegemonia diante das diversas identidades perante a cultura. o medo de ser rejeitado pelos pais e as condutas autodestrutivas. principalmente para família são menos expostos a depressão. com base nisto.

adultos e idosos. religião. interior do estado de São Paulo. incluindo temáticas até então relacionadas à orientação heteronormativa. . Serão excluídas pessoas que apresentarem dificuldades em compreender ou mesmo responder de forma satisfatória a proposta da pesquisa.14 Método Participantes Participarão desta pesquisa uma amostra composta por 60 pessoas. residente da cidade de Araçatuba.  Termo de Consentimento Livre e Esclarecido para o participante seguindo o modelo proposto pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Psicologia e Educação (Anexo 3). como casamento e família. e abrir para novas concepções e para novos sentidos (Anexo 2).  Imagens baseado na proposta de Furlani (2008). os pesquisadores escolheram imagens que possibilitem desconstruir e deslocar a identidade cultural de família ou casal heterossexual por uma homossexual. Após o convite. Material Para a coleta de dados serão utilizados:  Ficha de identificação sócio demográfica desenvolvida pelos pesquisadores para identificar idade. composição familiar e nível de escolaridade do entrevistado a fim de favorecer uma casuística dos dados registrados (Anexo 1). Aparato de pesquisa  Gravador de áudio. as pessoas participarão voluntariamente e os mesmos serão escolhidos de forma não probabilística. Serão excluídos desta amostra crianças. incluindo adolescentes. com idade mínima de 18 anos.

o áudio será destruído. serão utilizados perguntas de apoio como: (1) o que significa isso para você?. . As seguintes instruções serão lidas devagar para o sujeito: “Vou lhe mostrar algumas imagens uma de cada vez. Alguma dúvida? Podemos começar? Esta é a primeira imagem. ainda se necessário será encaminhado ao Centro de Psicologia Aplicada (CPA) da Universidade Paulista (UNIP) de Araçatuba-SP.15 Procedimentos Este projeto de pesquisa será encaminhado para o Centro de Estudos e Pesquisas em Psicologia e Educação (CEPPE) e após a aprovação será dado início a coleta de dados em local público. O que você vê? Qual sua opinião sobre isso?”. Após o consentimento e esclarecimentos necessários. O local da coleta de dados será um local público e irá dispor de boa iluminação e ventilação. Caso ocorra alguma demanda psicológica. a coleta será interrompida e os pesquisadores fornecerão apoio psicológico garantindo a integridade do sujeito. Certo? Conte-nos tudo que você sente e pensa a respeito disto. lembrando que não há avaliação da resposta com certa ou errada. Após a transcrição dos conteúdos gravados. (2) Como você percebe isso?. e a sua tarefa será contar o que vê. será realizada em campo a coleta de dados através do preenchimento da ficha de identificação sócio demográfica e a apresentação das figuras. As percepções serão registradas pelo entrevistador através de gravação. Em seguida será perguntada a percepção do colaborador a respeito das figuras apresentadas. Nos casos que não forem bem explorados os temas evocados pelas imagens. em um único encontro. Você terá o tempo que for necessário para esta atividade. e qual sua opinião sobre isso.

16 Plano de Análise de Dados Vidal e Ribeiro (2008) propõem a análise de conteúdo norteado pelos pressupostos de Bardin ( Vidal e Ribeiro1977). 2008). ou seja. utilizando da forma de atribuir sentido a vida e as adequações da mesma. Assim como afirma Bogdan e Biklen (1999 apud Vidal e Ribeiro. o plano de análise de dados a ser adotado pelos pesquisadores será adaptado da pesquisa de Vidal e Ribeiro (2008). histórica. esta pesquisa possibilita captar a realidade e o discurso do sujeito. bem como os indicativos que permitam inferências de conhecimentos relativos às várias variáveis produzidas (quantitativamente ou não). (2) inferir por meio de deduções lógicas de conhecimento sobre o emissor da mensagem ou sobre o seu meio. utilizando de um conjunto de técnicas de análise das comunicações. social. com procedimentos sistemáticos e objetivos da descrição do conteúdo das mensagens. Face ao exposto. compreende um conjunto de diferentes técnicas interpretativas que visam a descrever e a decodificar os componentes homossexualidade. resultando de saberes de ordem psicológica. e consiste em (1) descrever para obter uma caracterização dos documentos (transcrições dos relatos). a significação do conteúdo. de um sistema complexo de significados que tem a . e (3) interpretação. Por assumir diferentes significados no campo das ciências sociais. Neste sentido. permite interpretar as experiências e o modo como estruturam o mundo social em que estão inseridos. econômica.

17 Cronograma Data Levantamento Bibliográfico Coleta de dados Março/14 X X Abril/14 X X Análise dos Resultados Maio/14 X Junho/14 X Redação de Resultados e Discussão Redação final X Julho/14 X Agosto/14 X Setembro/14 X Outubro/14 X Novembro/14 Entrega e Defesa X .

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2008.JR.wordpress.com. RODRIGUES O. N. VIDAL. RIBEIRO. L.blogspot. n. PINAFI. A clínica psicológica e o público LGBT.br/2011_03_01_archive..br/2010/07/no-fundo-toda-diferenca-einsuportavel.com. Revista Psicologia.20. 2012. em .M.files. Psicologia e Sexualidade São Paulo.2.com/o-que-a-ciencia-diz-sobre-a-homossexualidado. v. T. http://studiomadeinpb.M. .blogspot. Psicologia clínica.com. Acessado http://veja.abril.com/2013/04/amores-plurais-quadrinhos-ehomossexualidade-01. E.G. Ed.br/blog/genetica/arquivo/homossexualidade-genetico-ou ambiental/ Acessado em 26/10/2013.I. V. Algumas reflexões sobre relacionamentos afetivos e relações sexuais na adolescência..137-163.20 TOLEDO. 1995. http://meninasimprovaveis. Acessado em 26/10/2013..1. P. Web site: http://misteriosdomundo.html.R. Acessado em 26/10/2013. Acessado em 26/10/2013. Rio de Janeiro. Medsi. http://pontosemarcas. 26/10/2013.html.24. p.jpg?w=655. Rio de Janeiro. Fractal.

Renda mensal familiar: ____________________________________________ . Sexo: ( ) Masculino ( ) Feminino 7.º: ________________ 2. Data de Preenchimento: ___/___/______ 3. Cidade: _________________________________________ Estado: __________ 8. Escolaridade: ( ) Não alfabetizado ( ) Ensino fundamental incompleto ( ) Ensino fundamental completo ( ) Ensino médio incompleto ( ) Ensino médio completo ( ) Superior incompleto ( ) Superior completo 11. Naturalidade: _____________________________________________________ 9.21 ANEXO 1 FICHA SÓCIO-DEMOGRÁFICA IDENTIFICAÇÃO 1. Nome do participante: ______________________________________________ 4. Religião: ________________________________________________________ 12. Estado Civil: ( ) solteiro ( ) casado ( ) amasiado ( ) viúvo ( ) divorciado/separado 10. Número de filhos: ________________________________________________ 14. Composição familiar: _____________________________________________ 13. Idade: ___________anos 5. Protocolo N. Data de nascimento: ___/___/______ 6.

blogspot. Figura 2: Fonte: Disponível em: http://pontosemarcas. .com.22 ANEXO 2 Figura 1: Fonte: Disponível em: http://misteriosdomundo.html. Acessado em 26/10/2013. Acessado em 26/10/2013.br/2011_03_01_archive.com/o-que-a-ciencia-diz-sobre-a-homossexualidado.

Acessado em 26/10/2013. Figura 4: Fonte: Disponível em: http://meninasimprovaveis.html.com. .com.23 Figura 3: Fonte: Disponível em: http://veja.br/blog/genetica/arquivo/homossexualidade-genetico-ouambiental/ Acessado em 26/10/2013.abril.br/2010/07/no-fundo-toda-diferenca-einsuportavel.blogspot.

jpg?w=655.wordpress. . Acessado em 26/10/2013.com/2013/04/amores-plurais-quadrinhos-ehomossexualidade-01.24 Figura 5: Fonte: Disponível em: http://studiomadeinpb.files.

. Se você desejar... Maia... B. Patrícia R... agradecemos sua atenção e participação e colocamo-nos à disposição para maiores informações.. do curso de Psicologia da Universidade Paulista ... R........ ideias..º 1939.. que se refere a um projeto de Trabalho de Conclusão de Curso dos alunos Chaielen M.. Martinez........ Os resultados contribuirão para compreender questões relacionadas a sexualidade e como o social a percebe....... não haverá gastos e não estão previstos ressarcimentos ou indenizações... Ivaé.... valores a respeito da homossexualidade em nossa sociedade atual.... poderá ter acesso a este trabalho do qual participou. nesta pesquisa o risco pode ser avaliado como: baixo.....ª Drª.......... ou ainda interromper sua participação se assim o preferir. telefone: (18) 3117-4550.. Christiane V. ...... Gostaríamos de deixar claro que sua participação é voluntária e que poderá recusar-se a participar ou retirar o seu consentimento.. Felipe M. e a divulgação dos resultados será feita de forma a não identificar os voluntários........25 ANEXO 3 UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS – CURSO DE PSICOLOGIA TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO Caro Participante: Gostaríamos de convidá-lo a participar como voluntário da pesquisa intitulada Representações Sociais da Homossexualidade diante das mudanças contemporâneas. 2) Perguntar a percepção do colaborador a respeito das figuras apresentadas........... seus pensamentos. Zanetti..... Patrícia S. Universidade Paulista – UNIP. n.. B.... Resumidamente. Baguaçu.... Araçatuba-SP.. sem penalização alguma ou sem prejuízo ao seu cuidado... em um único encontro....UNIP O objetivo deste estudo é identificar suas crenças... a pesquisa será realizada através de coleta de dados em campo e serão aplicadas da seguinte forma: 1) Preenchimento da ficha de identificação sócio demográfica e a apresentação das figuras. Você ficará com uma cópia deste Termo e em caso de dúvidas ou necessidade de outros esclarecimentos sobre esta pesquisa.. Nos casos em que se utilizar questionário ou entrevista. você poderá recusar-se a responder as perguntas que causem eventuais constrangimentos de qualquer natureza a você....... Não será cobrado nada.... Considerando que toda pesquisa oferece algum tipo de risco. o que garante seu anonimato.......... ..... Ohto e Thiago M.......... você poderá entrar em contato com o pesquisador principal: Prof. Luciana Toledo Bernardes da Rosa... de Morais. Desde já. Seu nome não será utilizado em qualquer fase da pesquisa....

Ivaé explicaram-me os objetivos desta pesquisa. _____________________________ (Assinatura do participante) Eu. para fins de ensino e pesquisa. Bacelar. acadêmicos e éticos previamente examinados e aprovados pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Psicologia e Educação – CEPPE do Instituto de Ciências Humanas da Universidade Paulista – UNIP. Autorizo a publicação deste material em meios acadêmicos e científicos e estou ciente de que serão removidos ou modificados dados de identificação pessoal. As condições que envolvem a minha participação também foram discutidas. 1212 – 2º andar – Vila Clementino CEP: 04026-002 – Fone: (11) 5586-4204 e-mail: ceppe@unip.Campus Indianópolis Rua Dr.26 Eu ______________________________________________________________ confirmo que Chaielen M. Waldir Bettoi . de modo a garantir minha privacidade e anonimato. Zanetti. de Morais. portanto. Eu li e compreendi este Termo de Consentimento. Dr. ___ de _______________ de 20___. Autorizo a gravação em áudio da entrevista que porventura venha a dar e sua posterior transcrição pela equipe de alunos-pesquisadores responsáveis. ____________________. João Eduardo Coin de Carvalho Prof. B. Christiane V. Patrícia R. Contato: CEPPE . B. Maia. Dr.______________________________________________________________ (nome do membro da equipe que apresentar o TCLE) obtive de forma apropriada e voluntária o Consentimento Livre e Esclarecido do participante da pesquisa ou seu representante legal. Martinez. Patrícia S. concordo em dar meu consentimento para participar como voluntário desta pesquisa. Ohto e Thiago M. _______________________________________________ (Assinatura do membro da equipe que apresentar o TCLE) _______________________________________________ (Identificação e assinatura do pesquisador responsável) O projeto da presente pesquisa teve seus aspectos técnicos. bem como a forma de minha participação.ICH UNIP . Felipe M.br Responsáveis: Prof.