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DECLARAÇÃO

DEDICATORIA

AGRADECIMENTO

EPIGRAFE .

SUMARIO .

RESUMO .

ABSTRACT .

LISTA DE FIGURAS .

LISTA DE TABELAS .

LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS AJAX Asynchronous JAVASCRIPT and XML API Application Programming Interface ARIA Accessible Rich Internet Applications AWS Amazon Web Service CLI Common Language Infrastructure CSS Cascading Style Sheet CPU Central Processing Unit EC2 Elastic Compute Cloud EUA Estados Unidos da America GIF Graphics Interchange Format GNU General Public License HTML HiperText MarkUp Languege IAAS Infrastruture As A Service IE Internet Explorer ISAM Indexed Sequential Access Method JSON JAVASCRIPT Object Notation mSQL mini SQL ODBC Open Database Connectivity OHA Open HandSet Alliance PAAS Platform As A Service PDF Portable Document Format PDO PHP Data Object PHP PHP Hypertext Preprocessor RDS Relational Database Service .

REST REpresentational State Transfer RF Requisito Funcional RNF Requisito Não Funcional S3 Simple Storage Service SAAS Software As A Service SDK Software Development Kit SES Simple E-mail Service SGBD Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados SOAP Simple Object Access Protocol SQL Structured Query Language SSL Secure Socket Layer TB Tera Byte TIMS Tecnologias de Informação Móveis TTL EU União Europeia UI User Interface URL Uniform Resource Locator VM Virtual Machine XHTML eXtensible Hypertext Markup Language XML eXtensible Markup Language W3C World Wide Web Consortium WAI Web Accessibility Initiative WHATWG Web Hypertext Application Technology Working Group .

d) a necessidade é terna e inventora. (PITAGORAS. a necessidade capital era a de colecta. análises estatísticas.d) a necessidade é com frequência a espora de génio. isto é.Introdução Desde dos primórdios da humanidade um conjunto de necessidades viveu em sociedade com o homem. O advento do tempo condicionou o crescimento do volume de informação a ser gerida e em paralelo a necessidade da gestão da informação para posterior interpretação da mesma informação. para (BALZAC. então a necessidade de homem gerir informação condicionou a recrudescimento da capacidade intelectual no que concerne a invenção e inovação de artefactos mecânicos. analógicos e digitais para atender a cada novo panorama da gestão de informação de acordo com o tempo. o que consequentemente maiores exigências de artefactos para auxiliar as organizações para uma gestão de informação com qualidade. s. além dos homens apenas gerirem informações pessoais passaram a ser grandes organizações a gerirem as informações a respeito das suas actividades rotineiras. s. Neste contexto uma simples observação da sociedade moderna no que concerne a gestão de informação constata que o que se vive hoje é a inferência das necessidades primitivas em escalas cada vez maiores.s. . s. acesso e processamento de informação a respeito dos pertences do próprio homem para gerar conhecimento e consequentemente melhor gerência dos seus bens. recursos humanos e financeiros entre outras informações organizacionais e em volumes cada vez mais maiores.d) a necessidade que é a mãe da invenção.d) diz que o ser capaz mora perto da necessidade e segundo (DA VINCI. dentre várias necessidades. Se segundo (PLUTÃO.

sendo difícil a alteração e pesquisa de informação armazenada quando o arquivo toma grandes proporções. a qual resultou com a identificação das seguintes manifestações fácticas:  Incerteza de chegada do supervisor no local de contadores de electricidade da Empresa “Electricidade de Moçambique”. mas entende-se que na era actual essa solução não é definitivamente viável. delegação Beira.  Morosidade no processamento de relatórios. pois para (RAQUEL. delegação Beira (VER APENDICE I. o autor dessa monografia propõe particularizar o estudo desse contexto gestão de informação nessa monografia baseada na Empresa “Electricidade de Moçambique”. .  Maior possibilidade de incoerência de informação colhida nos locais de supervisão dos contadores de electricidade. delegação da Beira. Em detrimento disto o uso de bases de dados baseadas em computadores tem solucionado os inconvenientes supracitados. se segundo (SENDERS. então o autor começa uma pomposa jornada rumo ao progresso das melhorias na Empresa “Electricidade de Moçambique”. um pensamento como esse é uma antítese do progresso das melhorias. o registo suportado em papel e cartão é de fácil deterioração. a qual para a gestão de suas informações usa “técnicas híbridas” a saber: uma parte informatizada e outra ainda em fichas de papel.II).Em um passado breve ou mesmo na actualidade em algumas empresas usa-se fichas de papel que são organizadas em arquivos físicos através de pastas como meio de persistência dos dados organizacionais. delegação Beira. Dentro de este panorama de gestão de informação. com um estudo pragmático desse contexto baseado em entrevistas aos funcionários da Empresa “Electricidade de Moçambique”.2013) “Se não tiver quebrado não concerte”. 2005) em base de dados tradicionais.

dentre elas destaca-se:  Insuficiência de sistema que certifique a presença de um supervisor em um dado local dos contadores de electricidade a serem supervisionados a um dado momento. De acordo com as manifestações fácticas encontradas.  Limitação tecnológica para equipa de campo prover dados em tempo real ao repositório central.  Uso de papel no acto de colecta de informação na supervisão dos contadores de electricidade da Empresa “Electricidade de Moçambique”. . delegação Beira. Para a solução do problema o objecto de estudo desta investigação é o sistema de gestão de informação da empresa “Electricidade de Moçambique”. Limitação do cliente no acesso a informação a respeito do seu contador de electricidade. O objectivo desta investigação é propor o desenho de um sistema de gestão de informação de contadores de electricidade da Empresa “Electricidade de Moçambique”. delegação Beira. As manifestações é o problema anteriormente identificados são consequências de várias causas.  Demora na disponibilização da informação colhida no campo de supervisão dos contadores de electricidade da Empresa “Electricidade de Moçambique”. se identifica o seguinte problema de investigação a desenvolver nessa monografia: Limitada gestão da informação dos contadores de electricidade da Empresa “Electricidade de Moçambique”. delegação Beira. delegação Beira. eficácia e rapidez. o que dificulta a tomada de decisão com maior eficiência.  Fracos artefactos tecnológicos (Base de Dados Distribuídos) para a disponibilização das informações necessárias aos agentes envolvidos no negócio logo que necessário. delegação da Beira.

de trabalhos relacionados permitindo uma maior compreensão da lógica de investigação e determinação de tendências históricas do processo de implementação de sistemas de gestão nas empresas. baseada nas tecnologias web (HTML5. CSS3. CSS3. Fundamentar epistemologicamente as tecnologias web (HTML5. delegação Beira. delegação Beira baseado em tecnologias web (HTML5. Android e Amazon Web Services que serão usadas para o desenho do sistema de gestão informação de contadores de electricidade da empresa “Electricidade de Moçambique”. MYSQL. Jquery e PHP5). têm-se os seguintes objectivos específicos: 1. reduzir as operações manuais de dados ou seja a digitalização das informações colhidas. . MYSQL. Para se alcançar o objectivo. foram utilizados os seguintes métodos científicos: Histórico-lógico: será usado na revisão bibliográficas. MYSQL. delegação Beira. Desenho de um sistema de gestão de informação de contadores de electricidade da Empresa “Electricidade de Moçambique”. some-se a isto o desempenho da equipe do campo ou fora de escritório. De acordo com dicotomia problema e objectivos se estabelece a seguinte hipótese de investigação: Se se desenhar um sistema de gestão de informação de contadores de electricidade da Empresa “Electricidade de Moçambique”. aumentar o índice de fiabilidade de dados a serem processados. Android e Amazon Web Services. disponibilização dos dados em tempo real e por conseguinte o aumento do poder de tomada de decisão por parte dos membros seniores da organização como também a produtividade corporativa. Android e Amazon Web Service irá melhorar a gestão da informação dos contadores de electricidade deles. reduzir o tempo de processamento de relatório. Jquery e PHP5). Jquery. PHP5). CSS3.Para atingir o objectivo geral. 2. controle das actividades externas.

II). Revisão bibliográfica. delegação Beira. sendo introdução. Entrevistas: foram feitas entrevistas aos técnicos supervisores de contadores electricidade e técnicos de tecnologias de informação na empresa electricidade da Empresa “Electricidade de Moçambique”. principalmente servirá para a caracterização do objecto e elaboração de conclusões gerais.consistirá no processamento de informação obtida de documentos e assuntos relacionados a esta investigação. onde é apresentada a revisão bibliográfica sobre o tema. Capitulo I referente a fundamentação epistemológica. estruturar e fundamentar o desenho do sistema de gestão de informação de contadores de electricidade. Sistémico Estrutural funcional método que permitira elaborar. a secção de conclusões de aspectos tratados na presente pesquisa e recomendações da continuidade da pesquisa. . Análise estatística descritiva. as tecnologias.Análise-síntese. A presente monografia está dividida em quatro (4) secções. Hermenêutico dialéctico vai auxiliar na compreensão. delegação Beira (Ver Apêndice I. finalmente. explicação e interpretação de assuntos que servem de fundamento para a necessidade de implementação de sistema de gestão de informação de contadores de electricidade. capítulo II será apresentado o desenho do sistema de gestão de informação de contadores de electricidade da empresa “Electricidade de Moçambique”.

arquitetura. a fim de atingir um objectivo em comum. de forma ordenada.CAPITULO I: FUNDAMENTAÇÃO EPISTEMOLÓGICA Nesta secção é apresentada a fundamentação epistemológica sobre os aspectos científicos e tecnológicos que contribuem para a concretização da proposta. Sistema é um conjunto de elementos dinamicamente relacionados entre si. componentes que interagem entre si. formando uma actividade para atingir um objectivo. 2004) sistema é um conjunto de partes. CSS3. tecnologias web (HTML5. Amazon Web Services. Jquery e PHP5). Assim sendo. devendo se particularizar para atender as especificações dessa monografia. SISTEMA DE GESTÃO DE INFORMAÇÃO Antes de se apresentar o conceito de Sistema de gestão de informação é necessário conceptualizar a cada lexema que faz a expressão em questão. Para (LAUDON. operando sobre entrada e fornecendo saída. MYSQL. Android. Também é extrema importância frisar que o termo sistema foi abordado no sentido mais lato possível. para tal ver atentamente os itens que se seguem: . como Sistemas de gestão de informação. mobilidade corporativa.

por conseguinte nota-se que se vive uma era da mobilidade em termos de tecnologia de informação o que facilita integração remota de sistemas de gestão de informação. a aplicação dos recursos de uma organização. No estágio da era actual os sistemas de gestão de informação são inerentes as tecnologias de informação. com o objectivo de serem atingidos os objectivos pré-determinados. Para (VICARI. provendo a facilidade das pessoas acederem aos sistemas independentemente do lugar.2015) Mobilidade Corporativa é o termo adoptado pelo mercado para denominar a implantação das Tecnologias de Informação Móveis e sem Fio nos processos organizacionais. tecnologias e procedimento. . simulando um ambiente corporativo móvel ou seja uma mobilidade corporativa. Um sistema de gestão de informação gera produto de informação que apoiam muitas necessidades de tomada de decisão administrativa e são o resultado de interacção coordenativa entre pessoas. manipulação e organização de dados. entende-se que no estágio anterior da mobilidade corporativa. que ajudam uma organização a atingir as metas. de tal forma que represente uma modificação no conhecimento do sistema que a recebe. Neste contexto. Neste contexto. A adopção da mobilidade representa uma melhoria nos processos de negócios das organizações ao permitir que seus colaboradores estejam continuamente conectados e inseridos nos processos corporativos a qualquer hora e em qualquer lugar. era necessário armazenar informações de um dia inteiro de trabalho nos arquivos físicos ou em outros sistemas computacionais para posterior alimentação do repositório de dados ou sincronização com servidor de forma presencial na organização.Gestão é um conjunto de tarefas planejadas. Informação é o resultado do processamento. organizadas e executadas que garantam de maneira eficaz e eficiente. diante dos conceitos supracitados. Sistemas de gestão de informação são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações.

O foco da mobilidade corporativa é a conectividade de todos os agentes inseridos no ambiente de negócios independentemente de espaço e tempo. O servidor normalmente responde para o cliente enviando a página Web solicitada (DEITEL.  Aumentar a produtividade da equipe de campo. uma solicitação é enviada para o servidor Web. para que se consiga a tal proeza e necessários uma plataforma com arquitetura que permita uma abrangência global. a consciência de segurança entre os usuários móveis. uma vez que informações operacionais cruciais podem ser acessadas independentemente do local. seu descuido do dispositivo móvel são os dois principais factores de risco no uso de dispositivos móveis nas organizações. Por outro lado. garantindo maior produtividade. . 2004). conectados através de redes cabeadas e sem fio. dia ou hora. algumas das quais se destacam a seguir:  Reduzir erros com operações manuais de dados. (Ver figura 1). quando um determinado usuário acessa uma determinada URL pelo navegador.  Aumentar a agilidade dos processos que necessitam de retorno da equipe de campo da organização.  Obter maior controlo das actividades externas.Vantagens da Mobilidade Corporativa O despontar dessa nova era organizacional com a mobilidade corporativa trouxe uma nova forma de estar as organizações provendo muitas vantagens. uma vez que sua actualização ocorre em tempo real. A Web consiste em milhões de clientes e servidores. apesar da tamanha vantagem de implementação da mobilidade corporativa. e em termos tecnológicos a arquitetura web e que atende as especificações para tal e tem sido a que geralmente tem sido usada em vários ambientes corporativos.

finalmente. Hypertext Markup Language (HTML) HTML em português significa linguagem para marcação de hipertexto. apresentação (CSS) e interactividade com o usuário (JAVASCRIPT). as versões 3. 2004). a W3C assumiu o controlo da especificação. haja visto que a combinação delas provem experiencia ao usuário final do produto web sendo essas tecnologias responsáveis pela formatação dos dados (HTML).0.2 e 4.01. cujo cada lado tem tecnologias próprias para programação. em 1999. Fonte: (DEITEL. A programação de sistemas para Web geralmente é feita separadamente em dois lados distintos: lado Cliente (Frontend) e lado Servidor (Backend). . a versão 4.Figura 1:Arquitetura Web (Cliente Servidor). No seu desenvolvimento. TECNOLOGIAS DO LADO CLIENTE (FRONTEND) As tecnologias do lado cliente são muito importante no sistema web. com decorrer do tempo nos anos 1990 viram uma quantidade enorme de actividade em torno de HTML. com a versão 2.0 (no mesmo ano) e. porém esta linguagem foi publicado pela primeira vez em 1993 como um esboço para a Internet.

2013). a especificação valoriza usuários mais que autores. e o HTML foi colocado em segundo plano. no entanto esta nova visão baseia-se nos seguintes princípios:  Compatibilidade e Automatização do Processo de Negócio. isso significa que. no que concerne as prioridades. No entanto para levar a plataforma HTML ao nível em que se encontrava anteriormente ou mesmo superior. em 2008 foi publicado o primeiro esboço de HTML5. ou seja. especificação HTML5 são escritas baseada em uma prioridade dos constituintes definidos. E.Após a rápida entrega destas quatro versões. De acordo com (LUBBERS. o comportamento devem se degradar de forma organizada. mas também passa a ser uma plataforma de desenvolvimento de aplicativos Web. a linguagem HTML se recusava a morrer. 2012) a linguagem HTML5 é baseada em diversos princípios de projecto que personifica uma nova visão de possibilidades e praticidade.  Utilidade e Prioridade de Constituintes. o enfoque de HTML deixa de ser apenas uma linguagem de marcação de documentos. pois a maioria do conteúdo da Web continuava a ser colocado em HTML. HTML5 não é apenas a última versão da linguagem de marcação da Web. o foco dos padrões da Web mudaram de HTML para XML e XHTML. quando em dúvida. fundou-se em 2004 a WHATWG que criou a especificação HTML5. devido à linguagem HTML5 resolver problemas muito práticos fornecedores de navegadores estão implementando febrilmente seus novos recursos. mas também define um padrão totalmente novo para o desenvolvimento de aplicativos Web. Portanto. Entretanto. “o usuário é o rei”. mais que especificadores . garante-se que os recursos de HTML5 que não forem suportados. que segundo (CROWTHER et al. mais que navegadores.

HTML5 é extremamente prática embora. o que se traduz em páginas com carregamento mais lento. Os problemas com a marcação de apresentação são:  Acessibilidade pobre. HTML5 dá um passo enorme na direcção da separação clara da apresentação e do conteúdo. que são suportados por leitores de tela. mas simples.  Documentos maiores (devido à repetição de conteúdo de estilo).  Separação da Apresentação e do Conteúdo. .  Um novo DOCTYPE simplificado. este princípio é dividido em três conceitos:  Acessibilidade para dar suporte a usuários com deficiência. como resultado. em alguns casos. aqui estão exemplos disso:   Capacidade nativa de navegador em vez de código JAVASCRIPT complexa. e o faz usando CSS3. menos que perfeita. o HTML5 trabalha de perto com um padrão relacionado chamado Web Accessibility Initiative (WAI) Accessible Rich Internet Applications (ARIA).(W3C/WHATWG) e mais que a pureza teórica. Acesso Universal.  Complexidade desnecessária (é mais difícil ler o código com todos os estilos inline). já podem ser adicionados aos seus elementos HTML. HTML5 empenha-se em criar esta separação sempre que possível.  Simplificação da Interoperabilidade do HTML5 tem a ver com simplificação e com evitar complexidades desnecessárias.  APIs HTML5 poderosas. uma vez que comportamentos WAI-ARIA.  Uma nova e simplificada declaração de conjunto de caracteres.

com o famoso “pular introdução”. depuração difícil e uma sintaxe intimidadora podem fazer com que a curva de aprendizado de JAVASCRIPT pareça impossível. Independência de Mídia: funcionalidade HTML5 deve funcionar em todos os diferentes dispositivos e plataformas. 2010) afirma que JAVASCRIPT possui reputação de ser bastante difícil de se usar em aplicações Web. e mesmo melhorar. todo mundo espera que uma aplicação Web tenha uma interface rica. temos condição de criar interfaces ricas usando apenas o que o navegador nos dá: HTML. CSS e JAVASCRIPT. fornece suporte nativo para muitos recursos que eram possíveis apenas com plugins. isso porque transferimos grande parte das aplicações que eram tipicamente Desktop para a Web e precisamos manter. no entanto estes apresentam os seguintes problemas:  Nem sempre podem ser instalados. Por um tempo se supriu essa necessidade com pequenas aplicações em Flash. como: conteúdo. Hoje em dia.  Podem estar desabilitados ou bloqueados. (LENGSTORF. com componentes inteligentes e interacções suaves. . com mais enfoque no JAVASCRIPT proverem grandes vantagens. estilo e seu comportamento mediante interações de usuário contribuindo o bastante para a usabilidade. que eram bastante lentas e tinham músicas e animações totalmente desnecessárias. Apesar da tricotomia HTML. JQUERY Foi-se o tempo em que os usuários apenas seguiam links e submetiam formulários na Web. CSS e JAVASCRIPT (CAVALCANTE. 2013). agora que a maioria da internet não usa mais o famigerado Internet Explorer 6. pois possibilitam a alteração de vários aspectos da página. se possível. Uma falta de suporte consistente a navegadores.  Um Paradigma sem Plugins. a usabilidade dessas aplicações.

Neste contexto várias Bibliotecas JAVASCRIPT podem ser listadas. proporcionando ao desenvolvedor funcionalidades necessárias a criação de script que visa incrementar de forma progressiva e não obstrutiva. a nova onda para JAVASCRIPT” realizada no BarCampNYC. acessibilidade e o design. a saber: Prototype. animações e interacções com AJAX para desenvolvimento rápido de aplicações Web. Por volta de 5 meses depois da publicação do artigo em seu blog John Resig apresentou publicamente os resultados dos seus estudos em uma palestra intitulada “Jquery. Yahoo! UI Libraries. 2010) e (LENGSTORF. Segundo (BALDUÍNO. além de minimizar os problemas de compatibilidade de navegadores. 2010) acima citados. Além de isso. 2010) acrescenta ainda. MooTools. destina-se a adicionar interactividade e dinamismo as paginas Web. a usabilidade. em foco Jquery. jquery é uma biblioteca JAVASCRIPT que simplifica a manipulação de documentos HTML. Dentre elas a jQuery foi concebida em projecto no ano de 2005 por John Resig que alinhado com ideologia de (JASON. o que economiza o tempo ao se codificar.Como consequência da realidade dos pensamentos acima citado (JASON. nesse artigo publicou alguns exemplos no qual propunha o uso de selectores CSS com objectivo de simplificar e dar maior versatilidade ao código. focalizada na simplicidade de escrita de código (Write Less. que programadores desenvolvem bibliotecas com o objectivo de fornecer uma sintaxe mais simples para tarefas comuns. enriquecendo a experiencia do usuário. entre outras. Do more). no dia 14 de janeiro de 2006. assim sendo estava lançada a ideia da qual nasceria a Biblioteca Jquery. eventos. como também foi concebida para estar em . 2013). escreveu em seu blog à 22 de Agosto um artigo a respeito da sua tediosa e árdua experiencia em escrever em JAVASCRIPT para obter resultados relativamente simples. o que traduz-se em fluxo de trabalho mais rápido para programadores e uma curva de aprendizado fácil.

 Uma enorme comunidade em online. Benefícios da biblioteca Jquery: A aplicação dessa biblioteca. a biblioteca precisa ser carregada em um documento HTML para lhe dar acesso de script aos métodos da biblioteca. ou seja.com  Extensões opcionais de jquery para mais funcionalidades.9. além de oferecer suporte total para CSS3. com JqueyUI. . Felizmente carregar jQuery é muito simples e há diversas opções para carregara-lo. compatível com qualquer sistema operacional e navegador. Inclusão do Jquery em Páginas Web Para usar jQuery em um projecto.  Arquitectura de plug-in fácil para estender o framework.0.js"></script>.  Métodos encadeáveis.min. possibilita para desenvolvedores Web aquisição de inúmeros benefícios dente os quais são considerados os mais importantes:  Tamanho de arquivo pequeno (Aproximadamente 23KB a partir da versão 1.conformidade com padrões Web.  Sintaxe extremamente simples.  Óptima documentação em http://api.jquery. se ela não for carregada primeiro.4). quaisquer scripts usando a sintaxe de biblioteca provavelmente resultarão em erros de JAVASCRIPT. a saber:  Incluir uma cópia baixada da biblioteca Jquery: a primeira opção para incluir Jquery em um projecto é gravar uma cópia da biblioteca na estrutura dos arquivos do projecto e incluí-la da mesma forma que qualquer outro arquivo JAVASCRIPT: <script type="text/javascript" src="js/jquery-1.

 Incluir uma cópia hospedada Remotamente da Biblioteca jQuery: a segunda opção é incluir uma cópia de biblioteca jQuery hospedada no Google Code. </script> Características de Jquery A partir de estudos realizados foi possível constatar várias características que sucedem da biblioteca JQuery.4.min. para incluir jQuery no Web site usando a API AJAX Libraries. características esse que são vistas como principais elementos que fazem com que essa biblioteca seja mais utilizada no mundo de desenvolvimento de aplicações Web.load("jquery". nas Palavras do Google.” a API AJAX Libraries é uma arquitectura de carga e rede de distribuição de conteúdo para as bibliotecas JAVASCRIPT mais populares e open source”.com/ajax/libs/jquery/1. dentre os quais se destacam: . sondo que a cópia remota e incluída da mesma forma que a cópia baixada: <scripttype="text/javascript"src="http://ajax. isto é.4. o que diminui o tempo de carga para os usuários do site.2/jq uery. feito na esperança de que os visitantes do site tenha uma cópia da biblioteca já em cache do outro site incluindo o mesmo arquivo.com/jsapi"></script> <script type="text/javascript"> google. "1.js"> </script>.googleapis.  Usando a API Google AJAX Libraries: O Google Code também oferece uma opção para carregar jQuery chamada API AJAX Libraries API.google.2"). usa-se o seguinte trecho: <script type="text/javascript" src="http://www.

data lançamento e característica de cada versão. Hypertext Preprocessor (PHP) Segundo (ACHOUR et al. que é especialmente interessante para desenvolvimento para a Web e . Utiliza selectores CSS para localizar elementos de componentes da estrutura de marcação HTML da página. ou seja.  Extensível. para atender as especificações dessa monografia serão usadas como sistema de gerenciamento de Base de dados MYSQL e como linguagem de programação dinâmica o PHP.  Admite programação encadeada. pois admite a criação e inserção de novas funcionalidades na biblioteca existente. para tal sempre duas categorias de tecnologias são necessárias a saber: sistema de gerenciamento de base de dados e linguagem de programação dinâmica. permitindo que o usuário final possa fazer explicita ou implicitamente operações sobre os dados do sistema. Em outras palavras. para conferir a evolução do jQuery em cada versão. haja visto que estas é que dão dinamismo ao sistema.  Possui arquitectura compatível com instalação de Plug-ins e extensões em geral. tais características possibilitaram a criação de uma biblioteca bastante compacta e ao mesmo tempo poderosa o bastante para oferecer funcionalidades que tornam o processo de desenvolvimento igualmente compacto e extremamente simples. interpretada. 2015) PHP é uma linguagem de programação de ampla utilização.  Indiferente a consistência de renderização entre navegadores Cross-Browser. Evolução do Jquery (Ver ANEXO I). TECNOLOGIAS DO LADO SERVIDOR (BACKEND) As tecnologias do lado servidor desempenham um papel muito importante no desenvolvimento de sistema web. a cada método retorna um objecto.

conectar-se a outros serviços de rede. para conectar qualquer banco de dados que forneça um driver de ODBC. isto faz com que a sua utilização no desenvolvimento de projecto não acarretes custa acrescidos.  Interfaces para muitos sistemas diferentes de banco de dados: o PHP tem conexões activas disponíveis para muitos sistemas de banco de dados. Sybase.dbm. Usa o Open Database Connectivity Standard (ODBC). Oracle. que de acordo com (WELLING & THOMSON.InterBase. incluindo produtos da MICROSOFT. com um único servidor pode atender milhões de acessos por dia. A sintaxe da linguagem lembra C. 2009) são:  Alto Desempenho: o PHP é muito eficiente. PostgreSQL. SQLite entre outros.  Baixo custo: tendo em conta que o PHP é gratuito.HypeWave. enviar correio electrónico. Msql. Podendo-se com PHP gerar GIF instantâneas. CARACTERÍSTICAS DO PHP O PHP tem sido uma das linguagens de programação do lado servidor a ser preferencialmente usado por desenvolvedores de aplicações para web hoje devido a um conjunto de características.  Bibliotecas integradas para muitas tarefas comuns da Web: como o PHP foi projectado para a utilização na Web. trabalhar com cookies. gerar documentos PDF. FilePro.pode ser mesclada dentro do código HTML. Informix. a saber: MYSQL. ele tem muitas funções integradas para realizar muitas tarefas úteis relacionadas na Web. Java e Perl. O código PHP é executado no Servidor Web e gera HTML ou outra saída que pode se visualizada. entre outras funções. .

pois utilizavam rotinas de baixo nível (mais rápidas que rotinas normais). mas hoje atendendo a aplicações de grande porte e com mais vantagens do que seus concorrentes. como C++ou JAVA há facilidade de aprendizado. contudo a API não era tão rápida quanto eles precisavam. de licença dupla (sendo uma delas de software livre). Versões e evolução do PHP (Ver ANEXO II). Em um primeiro momento. o código escrito em um sistema operativo certamente funcionará no outro sem qualquer modificação. precisaram de uma interface SQL compatível com as rotinas ISAM que utilizavam em suas aplicações e tabelas. projectado inicialmente para trabalhar com aplicações de pequeno e médio portes. Neste contexto o MySQL teve origem quando os desenvolvedores David Axmark. escreveram em C e C++ uma nova API que deu origem ao MySQL. Utilizando a API do mSQL.  Portabilidade: O PHP esta disponível para vários sistemas operacionais diferentes.  Orientado a objecto: possui óptimo suporte quando desenvolvido em quando de forma em orientado a objecto. data lançamento e característica de cada versão. se já se conhece o PERL ou uma do tipo C. para conferir a evolução do PHP em cada versão. principalmente C e PERL. Facilidade de aprender e utilizar: a sintaxe do PHP esta baseada em linguagens de programação. MYSQL O MySQL é um servidor e gerenciador de banco de dados (SGBD) relacional. CARACTERÍSTICAS DO MYSQL . na década de 90. tentaram utilizar a API mSQL. Allan Larsson e Michael “Monty” Widenius.

este foi desenvolvido utilizando as linguagens de programação C e C+ +. enquanto um tipo prioriza velocidade.Uma das tecnologias que tem sido muito usada paralelamente com o PHP para escrita de aplicações Web e sem dúvidas alguma o MYSQL. entre outras funcionalidades de um SGBD. unido com o uso de GNU (General Public License) Automake.2009):  SGBD (Sistema Gerenciador de Banco de Dados). que a semelhança do PHP tem ganho muito espaço na Web devido as suas características.  Formas de armazenamento. Além de aumentar significativamente a velocidade de processamento. tais como: gerenciamento de acesso. C. o MySQL contém todas as características de um SGBD. também este possui capacidade de armazenar dados. este ainda facilita a integração da ferramenta em hardwares com mais de uma CPU. transacções. entre outros. possui maior velocidade no acesso aos dados em razão de vários factores em seu desenvolvimento como tabelas ISAM (substituídas pelo novo mecanismo . outro prioriza volume de dados. integridade dos dados e relacional. tendo cada tipo sua própria característica. torna o MySQL uma aplicação altamente portável entre diferentes sistemas. para tal esta ferramenta provê todas as características de multiacesso.além de possuir banco de dados. é feita pela disponibilização de vários tipos de tabelas para armazenamento de dados. Autoconf e Libtool. visto que a vantagem dessa variedade de tabelas é a possibilidade de escolher o tipo em cada situação diferente. plataformas e compiladores. Perl.  Multithreads. permite a utilização da programação de threads disponível no kernel da plataforma.  Portabilidade. Além disso. fornece sua API de conexão para várias outras linguagens. PHP. Python.  Velocidade. entre outras. que é o MySQL Server. como Java. concorrência. que segundo (WELLING & THOMSON. C++. entre outras características.

utilização de indexação BTREE para tabelas do tipo HEAP. Versões e evolução do MYSQL (Ver ANEXO III). Navegador de Internet e o Telefone propriamente dito. 2012). entre outros recursos. ficando limitadas somente ao tamanho máximo de arquivos com que a plataforma em questão pode manipular. s. o Android possui uma arquitectura dividida em quatro (4) níveis ou camadas que se representam de acordo com a figura 2: . é possível armazenar até 65. ARQUITECTURA DO ANDROID Segundo (FREITAS. cujo armazenamento pode ser realizado por um ou mais arquivos separados. data lançamento e característica de cada versão. uma vez que este depende da plataforma onde a ferramenta será utilizada. ANDROID Android é uma plataforma aberta voltada para dispositivos móveis desenvolvida pela Google e actualmente é mantida pela Open Handset Alliance (OHA).MyISAM na versão 5). No caso de tabelas do tipo InnoDB.536 TB (terabytes). Para (MONTEIRO.d) Android é uma plataforma desenvolvida especialmente para dispositivos móveis como aparelhos celulares e tablets. algoritmos de buscas. é aplicado em sistema gerenciador de conexões que trabalha com criptografia no tráfego de senhas. utilização de cachês em consultas. middlewares e um conjunto de aplicativos principais como os contactos. suas tabelas poderão armazenar espaços extraordinários. para conferir a evolução do MYSQL em cada versão.  Capacidades. o MySQL tem um alto poder de execução e de armazenamento.  Segurança. composta de um sistema operacional.

gerenciamento da memória do dispositivo. basicamente todos os drivers responsáveis pela comunicação com os recursos de hardware do dispositivo encontram-se neste nível. a saber: . é este nível que é responsável pela inicialização do sistema. ele acaba se beneficiando de vários recursos deste Sistema Operacional.  Suporte Multiusuário: permite ao Android disponibilizar um usuário para cada aplicação instalada. como:  Suporte Multitarefa: possibilita ao Android executar várias tarefas ao mesmo tempo. gerenciamento das threads em execução e gerenciamento da energia. garantindo maior segurança e privacidade dos dados dos aplicativos. gerenciamento dos processos do dispositivo. o segundo nível da arquitectura Android pode ser dividido em dois sub-niveis. o que impede que um aplicativo instalado prejudique os dados de outro ou acesse sua base de dados e seus arquivos.Figura 2: Arquitetura do Android. 2012) Nível 1. como módulos do kernel do Linux. Nivel 2. Como o Android roda em Linux.Linux Kernel.Libraries e Android Runtime. Fonte: (FREITAS.

e cada instância é gerenciada pelo seu próprio processo no Linux. são as bibliotecas nativas do Android. b) Android Runtime O Android Runtime também encontra-se no segundo nível da arquitectura do Android e está subdividido em duas partes:  As Core Libraries são as bibliotecas do Java e compreende praticamente todas as bibliotecas do Java SE.  OpenGL | ES: biblioteca para renderização de gráficos 3D.  Dalvik Virtual Machine é a máquina virtual do Android.  WebKit: motor de funcionamento do browser do Android. sabendo que o acesso a essas bibliotecas é feito pela camada superior. e no Android essa máquina virtual é denominada de Dalvik VM. dentre essas bibliotecas. onde os aplicativos são executados. com isto. Neste caso. são basicamente bibliotecas escritas em linguagem C e C++ que rodam directamente no Linux. permite se desenvolver aplicativos usando as APIs padrões do Java. cada aplicativo roda em sua própria instância da Dalvik VM. ou seja. a Application Framework. ou seja. uma vez que os aplicativos desenvolvidos para Android são escritos em Java e toda aplicação desenvolvida em Java precisa de uma Máquina Virtual para ser executada. não se acessa directamente. os aplicativos não . programando praticamente da mesma forma como se fosse desenvolver um aplicativo para desktop.  SSL: biblioteca que provê o uso de conexões segura.a) As Libraries. que abstrai todo o acesso a essas bibliotecas quando se desenvolve um aplicativo para o Android. destacam-se algumas:  SQLite: biblioteca para acesso ao banco de dados utilizado pelo Android.

facilitando o trabalho dos programadores de aplicativos para Android.dex (Dalvik Executable). Aplicativos nativos e os desenvolvidos por terceiros estão no mesmo nível.java (arquivo de código fonte) e posteriormente ele irá traduzir todos os arquivos . na camada Applications. isto garante maior segurança pois um aplicativo não poderá interferir na execução de outro aplicativo. mas sim bytecodes . existe um passo a mais no processo de compilação.dex (bytecodes da Dalvik VM). Figura 3:Processo de geração dos bytecodes . nesta camada encontram-se tantos os aplicativos nativos do Android quanto os aplicativos desenvolvidos por terceiros. sendo possível. Versões e evolução do Android .dex (Dalvik Executable). 2012).compartilham a mesma instância da Dalvik VM. ou seja.class (bytecodes do Java) referentes a cada classe . Nivel 4. por exemplo. irá gerar os arquivos . compreende as APIs do Android que são usados no desenvolvimento de aplicativos.Application Framework. Nivel 3. ao desenvolver um aplicativo no android e ao compila-lo no seu SDK. criar um aplicativo de contactos que substitua o que já vem nativo no Android. Portanto. compreende os aplicativos escritos em Java para o Android. o que permite terceiros desenvolverem aplicativos que substituam os aplicativos nativos. a Dalvik VM não executa bytecodes do Java. esta camada abstrai o acesso às bibliotecas escritas em C e C++ da camada Libraries. Fonte: (FREITAS.Applications. (Ver Figura 3).class em arquivos .

distribuição de conteúdo e outras funcionalidades que permitem às empresas implantar aplicativos e serviços a custos reduzidos. (GARTNER. 2014) afirma que. faz-se necessário conhecer um pouco de computação em nuvem. armazenamento. s. Amazon Web Services ou simplesmente AWS fornece uma plataforma de computação em nuvem flexível.(Ver ANEXO IV). oferecendo potência de computação. um bom exemplo disso é o serviço Relational Database Service (RDS) que é um banco de dados na nuvem ou seja um software de base dados na nuvem.2014) diz que a Amazon Web Service é uma plataforma global de serviços na nuvem. escalabilidade e confiabilidade. A AWS fornece basicamente serviços de computação em nuvem nas principais categorias de serviços em nuvem. Do mesmo modo. (LECHETA. é um software que pode ser usado como serviço na nuvem. com maior flexibilidade.d) acrescenta que é um estilo de computação no qual recursos habilitados de TI escalonáveis e elásticos são fornecidos como um serviço para clientes externos usando tecnologias de internet. escalonável e fácil de usar para empresas de todos os tamanhos. fotos. documentos. económica. Dessa forma. Neste contexto (LACHETA. dentre outros pela internet usufruindo de recursos infinitos de armazenamento. data lançamento e característica de cada versão. AMAZON WEB SERVICE Antes de aprofundar no estudo da Amazon Web Service. para conferir a evolução do Android em cada versão. . vídeos. a saber:  SAAS ( SoftWare As A Service). computação em nuvem é o termo usado para a possibilidade de acessar seus arquivos como: música.

UE (Irlanda). graça aos conceitos de regiões e de zonas de disponibilidades. a cada região possui dois ou mais datacenters isolados chamados de zonas de disponibilidade. por isso a figura: resume o importante a se saber no escopo dessa monografia com um esquema de arquitectura web de uma aplicação de alta disponibilidade. América do Sul (São Paulo) e AWS GovCloud. Ásia-Pacifico (Sidney). a saber: Leste dos EUA (Norte da Virgínia). possibilitando que as aplicações possam ser instaladas em várias regiões do mundo. Os recursos da AWS podem ser acessados e configurados através do console que a Amazon Web Service disponibiliza para os seus clientes ou então pode ser automatizado por através de APIs e SDKs das principais linguagens de programação como: . com o monitoramento de recurso e escalabilidade automática conforme a demanda. ARQUITETURA AMAZON WEB SERVICES-HOSPEDAGEM DE APLIACAÇÃO WEB A plataforma da AWS e bastante extensa que não seria possível descrever todos os serviços nessa monografia. bem como garantir a disponibilidade e bom funcionamento das aplicações mesmo que haja desastres naturais. Oeste dos EUA (Norte da Califórnia).  PAAS (Platform As A Service). capacidade de processamento e armazenamento. entre outras linguagens. Ásia-Pacifico (Tóquio). RUBY. fornece infra-estrutura para executar servidores virtuais na nuvem de forma escalável e segura. Oeste dos EUA (Oregon). PHP.dedicada as agências do governo Americano. IAAS (Infrastructure As A Service). PYTHON. existem até a data em que é escrita essa monografia nove zonas de disponibilidade. Uma região representa uma determinada região geográfica do mundo. JAVA. . facilitando o gerenciamento e a manutenção. o que permite que não haja preocupação com memória.NET. fornece um grande ambiente que permite executar aplicações. Ásia-Pacifico (Singapura). O serviço da nuvem da Amazon permite escalar aplicações em abrangência mundial.

os backups e a escalabilidade do banco de dados. Fonte: (LECHETA. ALGUNS SERVIÇOS DO AWS Conforme supracitado a AWS é um serviço de nuvem composto por vários serviços na categoria IAAS. assim como diferentes configurações de processador. como o Linux e o Windows.Figura 4: Arquitectura da Amazon web Service. é um serviço de armazenamento de dados da AWS altamente escalável e escalonável. ao traduzir nomes de domínio em endereços IP de Servidores. PAAS. é um dos serviços mais usados da AWS e permite criar instâncias de servidores virtuais na nuvem com variadas configurações de sistemas operacionais.  EC2 (Elastic Compute Cloud). a seguir estão conferidos os principais serviços necessários para a o escopo do problema a ser resolvido nesta monografia:  S3 (Simple Storage Service). o gerenciamento.  Route 53 é um serviço DNS altamente disponível e escalonável. 2014). SAAS. memória e armazenamento em disco. projectado para oferecer aos programadores e empresas uma maneira extremamente confiável e económica de direccionar os usuários finais para aplicativos de Internet.  RDS (Relational Database Service) é um serviço da Web criado para facilitara configuração. .

CSS3. portabilidade. A cada uma dessas tecnologias é uma unidade com tarefa específica na formação da solução do problema como um todo. pois são ferramentas que carregam consigo o poder de concretização da antevisão da solução para o problema supracitado. comparando com outras soluções do mercado. segurança. um sistema robusto em vários aspectos como a usabilidade. performance entre outros. SES (Email Simple Service). é um serviço da Web de envio de e-mail altamente escalável e barato. PHP. escalabilidade. delegação Beira. devendo a cada uma delas participar com as especificações que lhe convém para fazer do sistema de gestão de contadores de electricidade da empresa “Electricidade de Moçambique”. Conclusão Dessa forma para concluir esse capítulo. JQUERY. ANDROID e AWS. importa referir que nesta sessão fez-se a fundamentação epistemológica de todo artefacto científico ou tecnológicos necessários para elaboração do projecto e foi de extrema importância abordar os conceitos de: HTML5.MYSQL. . experiência do usuário.

análises de requisitos para a projeção do software e infraestruturas para a hospedagem do mesmo sistema de gestão de informação. é alguma coisa que o produto tem de fazer ou uma qualidade que ele precisa apresentar. Nesta sessão faz descrição do desenho da proposta do sistema de gestão de informação de contadores electricidade bem como as suas metodologias de implantação. com base nessas e em outras definições. 2007) requisitos de um sistema são descrições dos serviços que devem ser fornecidos por esse sistema e as suas restrições operacionais. Assim. ou seja. isto é. Neste sentido. Na visão de (SOMMERVILLE. Requisitos Não Funcionais. 2004). servindo como base para a tomada de decisões nessa fase. . As definições acima apresentadas apontam para a existência de diferentes tipos de requisitos. propriedades gerais do sistema e restrições que devem ser satisfeitas no seu processo de desenvolvimento.CAPITULO II: DESENHO DO SISTEMA GESTÃO DE INFORMAÇÃO DE CONTADORES DE ELECTRICIDADE. restrições sob as quais ele deve operar. as quais limitam as opções para criar uma solução para o problema. REQUISITOS Um requisito de um sistema é uma característica do sistema ou a descrição de algo que o sistema é capaz de realizar para atingir seus objectivos. uma classificação amplamente aceita quanto ao tipo de informação documentada por um requisito faz a distinção entre requisitos funcionais e requisitos não funcionais. os requisitos não funcionais são muito importantes para a fase de projecto. descrevem restrições sobre os serviços ou funções oferecidos pelo sistema (PFLEEGER. pode-se dizer que os requisitos de um sistema incluem especificações dos serviços que o sistema deve prover.

em restrições de orçamento. Com base nas entrevistas efectuadas aos Técnicos de Informática e aos supervisores de contadores electricidade da empresa da Electricidade de Moçambique. possibilitando o fácil entendimento e uso da ferramenta ou seja seguir os princípios da experiencia do RFN04 usuário. REQUISITOS NÃO FUNCIONAIS DO SISTEMA DE GESTÃODE INFORMAÇÃO DE CONTADORES DE ELECTRICIDADE. para se desenvolver o sistema foram considerados os requisitos não funcionais tabelados na tabela 6. CSS3 e jQuery serão usadas para o RFN07 RFN08 desenvolvimento FrontEnd. As funções do PHP deve ser consumíveis como Web Service as tecnologias REST para facilitar a futura integração de outros sistemas caso os requisito alterem. .Com isso. em necessidades de interoperabilidade com outros sistemas de software ou hardware ou em factores externos como regulamentos e legislações. delegação Beira (VER APÊNDICES I. II). A interface do Web site e do aplicativo móvel devem ser intuitivas. A tecnologia PHP5 será usada para o desenvolvimento BackEnd. Todos os dados modificados no sistema devem ter sua integridade garantida a fim de evitar qualquer inconsistência no RFN06 banco de dados. a fim de minimizar os problemas de timeRFN05 out e maximizar a experiência do usuário. em políticas organizacionais. O desempenho do sistema deverá atingir um nível satisfatoriamente alto. estes têm origem nas necessidades dos usuários. RNF01 O sistema deve possuir um sistema de segurança a fim de evitar RFN02 o acesso indevido a informações dos usuários Deve ser implementado um mecanismo de criptografia de dados RNF03 para a autenticação do usuário. As tecnologias HTML5.

RFN09

Para Hospedagem de sistema deve ser feita na infraestrutura da

RFN10

nuvem da Amazon Web Service (AWS).
O sistema Web deve ser portável em vários navegadores, ou seja,

RFN11

deve ser Cross-Browser
A aplicação deve ser hospedada em vários servidores de
aplicação gerenciados com um balanceador de carga, a fim de

RFN12
RFN13
RNF14

facilitar a escalabilidade horizontal.
Ao nível da base de dados o SGBD a ser usado será MYSQL
Padrão de projecto MVC
Padrão de Projecto Singleton
Tabela 1: Requisitos não Funcionais do Sistema. Fonte: (PRÓPRIA).

Requisitos Funcionais, são declarações de serviços que o sistema deve prover,
descrevendo o que o sistema deve fazer. Como descrito por (PFLEEGER, 2004), um requisito
funcional descreve uma interacção entre o sistema e o seu ambiente podendo descrever, ainda
o autor dessa monografia acrescenta que, o sistema deve reagir a entradas específicas, como o
sistema deve se comportar em situações específicas e o que o sistema não deve fazer.
REQUISITOS FUNCIONAIS DO SISTEMA DE GESTÃODE INFORMAÇÃO DE
CONTADORES DE ELECTRICIDADE.
Com base nas entrevistas efectuadas aos Técnicos de Informática e aos supervisores
de contadores de electricidade da empresa “ Electricidade de Moçambique “, delegação Beira
(VER APÊNDICES I, II), para se desenvolver o sistema foram considerados os requisitos
funcionais tabelados na tabela 7.
Ref.
RF01

Requisito
Efectuar login: Antes de se aceder o sistema em propriamente
dito haverá necessidade dos usuários do sistema (Cliente,

RF02

Supervisor, Administrador) informar o usuário e a senha.
Cadastrar Cliente: O administrador tem a possibilidade de fazer o

cadastro dos clientes da organização, devendo apenas informar
RF03

os dados necessários.
Actualizar Cliente: O administrador tem a possibilidade de
actualizar os dados dos clientes previamente cadastrados na base
de dados, como também o cliente pode actualizar parte dos seus

RF04

próprios dados.
Remoção de Cliente: O administrador tem a possibilidade de

RF05

remover o Cliente caso haja necessidade para remoção.
Ler dados dos Clientes: O administrador tem a possibilidade de
ler os dados de todos clientes e o cliente tem a possibilidade de

RF06

ver seus próprios dados.
Cadastrar Funcionário: O administrador tem a possibilidade de
fazer o cadastro dos Funcionários da organização, devendo

RF07

apenas informar os dados necessários.
Actualizar Funcionários: O administrador tem a possibilidade de
actualizar os dados dos funcionários previamente cadastrados na
base de dados, como também o Funcionário pode actualizar parte

RF08

dos seus próprios dados.
Remover Funcionário: O administrador tem a possibilidade de

RF10

remover o funcionário caso haja necessidade para remoção.
Ler dados dos Funcionários: O administrador tem a possibilidade
de ler os dados de todos clientes e o cliente tem a possibilidade
de ver seus próprios dados.
Reclamar: O cliente tem a possibilidade de reclamar caso algo

RF11

não esteja conforme ele previa no seu quadro, desde que o
inconveniente seja da responsabilidade da organização.
Actualizar reclamação: O Cliente tem a possibilidade de

RF12

actualizar a reclamação no que ele mesmo efectuou dentro de 48
horas.
Atender Reclamação: O administrador e outro funcionário caso

RF13
RF14

tenha o privilégio podem atender a reclamação do cliente
Confirmar o atendimento a Reclamação: O cliente tem a
possibilidade de confirmar o atendimento da sua reclamação, em

RF15

como avaliar o resultado do atendimento.
Ler reclamação: O Administrador e os funcionários com
privilégios podem ler as relações do cliente previamente feitas,

RF16

bem como o cliente pode ler todas as suas reclamações.
Cadastrar Contador: O administrador tem a possibilidade de
fazer o cadastro dos contadores de electricidade da empresa,

RF17

devendo apenas informar os dados necessários.
Actualizar Contador: O administrador tem a possibilidade de
actualizar os dados dos contadores de electricidade da empresa,

RF18

previamente Cadastrados na base de dados
Remover Contador: O administrador tem a possibilidade de
remover o contador de electricidade caso haja necessidade para

RF19

remoção.
Ler dados do contador: O administrador e os funcionários com
privilégios tem a possibilidade de ler os dados de todos os
contadores de electricidade e o Cliente tem a possibilidade de ver

RF20

apenas os dados do seu contador de electricidade.
Registar supervisão: O administrador, o supervisor ou outros
funcionários com privilégios tem a possibilidade de fazer o
registo da supervisão dos contadores electricidade da empresa

RF21

nos clientes.
Actualizar Informações da Supervisão: O administrador e o
supervisor (só em supervisão que participou) têm a possibilidade

RF22

de actualizar a informação de uma dada supervisão.
Remover Supervisão: O administrador tem a possibilidade de

RF23

remover supervisão caso haja necessidade para remoção.
Ler informações da supervisão: O administrador, o supervisor (só

2007). Dessa forma. Gerar Relatório: O sistema deve gerar relatório de dados estatísticos para facilitar na tomada de decisão por parte das instâncias superiores da organização. um caso de uso é uma porção coerente da funcionalidade que um sistema pode fornecer para atores interagindo com ele. em especial. a funcionalidade a ser provida por um sistema é muito grande para ser analisada como uma única unidade e. assim. que produz um resultado observável.em supervisão que participou) e o cliente (só supervisão do seu quadro pessoal) têm a possibilidade de ler os dados de todos clientes e o cliente tem a possibilidade de ver seus próprios RF24 dados. DIAGRAMA DE CASO DE USO Tipicamente. um caso de uso captura alguma função visível ao actor e. segundo (BLAHA. ou seja. Conclui (OLIVÉ. busca atingir uma meta desse actor. esse valor é a realização de uma meta de negócio ou tarefa (OLIVÉ. um caso de uso corresponde a um conjunto de acções realizadas pelo sistema (ou por meio da interacção com o sistema). um usuário poderia activar o sistema. e a operação estaria completa e consistente e atenderia a uma meta desse usuário. 2006). Geralmente. Fonte: (PROPRIA). considerar-se que um caso de uso corresponde a uma transacção completa. RUMBAUGH. Neste caso. Nesta pesquisa é considerada que. Tabela 2: Requisitos Funcionais do Sistema. é importante ter um mecanismo de dividir essa funcionalidade em partes menores e mais gerenciáveis. portanto. que o conceito de caso de uso é muito útil para esse propósito. executar o caso de uso e desactivar o sistema logo em seguida. com valor para um ou mais atores do sistema. 2007). .

o administrador.O Diagrama de caso de uso apresentado pela Figura 5 ilustra a interação dos actores com o sistema de gestão. o supervisor e qualquer funcionário que tiver privilégios para lidar com sistema. O cliente poderá consulta. o cliente. pessoas não cadastradas não conseguirão se autenticar no sistema. Só esses autores poderão acessar o sistema e nenhum outro tipo de usuário será permitido pelo sistema. o administrador tem a visão global do sistema. . editar e até reclamar todos os recursos inconvenientes ligados a ele. bem como os supervisores tem acesso a toda as funcionalidades ligadas a supervisão dos contadores de electricidade e por fim os funcionários tem acesso apenas a aquilo que lhe foi concedido o privilégio (VER FIGURA 5).

Supervisor e Funcionário com privilégios. Com o GPS do dispositivo móvel capta as coordenadas geográficas actuais .Figura 5: Diagrama de casos de uso do sistema. Buscar Coordenadas de quadro mais próximas 3. Fluxo Principal 1. Caso de Uso RF0 registar supervisão Atores Principais: Administrador. Propósito Pré-condição O autor deve estar logado e com Privilégios para efectuar esta operação. (Fonte: PRÓPRIA). O Autor acesso ao sistema móvel 2.

O sistema permite acesso Fluxo de exceção (3): credenciais erradas a) O acesso o sistema negado b) Caso de uso continua no passo 2 Pós-condição O acesso da área de trabalho do sistema para a realização das demais operações disponíveis para o actor logado. . a) O sistema retorna a mensagem para se aproximar do alvo mais próximo das coordenadas captadas de modo a estar a menos ou igual a 1 m. Fluxo de exceção (4): Caso a aproximação seja mais de 1 m. Enviar a informação para a base de dados remota. Envio de dados para a verificação clicando em login 4. Tabela 3: Descrição textual do caso de uso supervisão. 5. Fluxo Principal 1. Verificação da aproximação das coordenadas geográficas actuais com as coordenadas cadastradas na base de dados para o contador electricidade em supervisão e no máximo 1 m. Tabela 4: Descrição textual do caso de uso login. Preencher as informações da supervisão 6. b) Caso de uso continua a partir do passo 2 Pós-condição Supervisão registada. Acesso tela de login 2. (Fonte: PRÓPRIA). (Fonte: PRÓPRIA). O sistema retorna uma mensagem informando que a operação foi efectuada com sucesso. Caso de uso RF01 : Fazer Login Actores Primários Todos funcionários e clientes Pré-condição O autor estar previamente cadastrado na base de dados do sistema. Informar as credenciais 3. Sistema informa o estado da operação. 7.4.

logado e com privilégios para cadastro de funcionários. Registar os dados do quadro na base de dados do sistema. Caso de Uso RF0 Cadastrar Contador Actores Primários: Administrador e funcionário com privilégio Pré-condição Actor usuário valido. 3. logado e com privilégios para cadastro contador de electricidade Fluxo Principal 1. Preencher o formulário com os dados do funcionário por cadastrar. 3. Tabela 5: Descrição textual do caso de uso Cadastrar funcionário. o sistema retorna uma mensagem de confirmação da realização da operação. clicando no botão cadastrar. Tabela 6: Descrição textual do caso de uso Cadastrar contador (Fonte: PRÓPRIA). Registar os dados do funcionário na base de dados do sistema. Fluxo exceção: Validação de campos de formulário não verificada a) O sistema mostra os erros na validação dos campos b) O actor volta preencher os campos de acordo com a validação e termina no passo 3 Pós-Condição Funcionário registado. O actor escolhe no menu o item Funcionário> Cadastro 2.Caso de Uso RF0 Cadastrar Funcionário Actores Primários: Administrador Pré-condição Actor usuário valido. O actor escolhe no menu o item Contadores -> Cadastro 2. (Fonte: PRÓPRIA). Fluxo exceção: Validação de campos de formulário não verificada a) O sistema mostra os erros na validação dos campos b) O actor volta preencher os campos de acordo com a validação e termina no passo 3 Pós-Condição Quadro registado. . Fluxo Principal 1. clicando no botão cadastrar. o sistema retorna uma mensagem de confirmação da realização da operação. Preencher o formulário com os dados do quadro por cadastrar.

clicando no botão reclamar. 3. devendo alterar depois. o sistema retorna uma mensagem de confirmação da realização da operação. Escolher tipo de assunto a reclamar e escrever no campo de reclamação. Fluxo Principal 1. clicando no botão cadastrar. (Fonte: PRÓPRIA). Registar reclamação. logado e com privilégios para a reclamação. logado e com privilégios para cadastro contador electricidade. Fluxo exceção: Campo reclamação vazio a) O sistema mostra os erros na validação d campo reclamação b) O actor volta preencher os campos de acordo com a validação e termina no passo 2 Pós-Condição Reclamação registada. Pré-condição Actor usuário valido. Registar os dados do Cliente na base de dados do sistema. 3.Caso de Uso RF0 Cadastrar Cliente Actores Primários: Administrador e funcionário com privilégio. Preencher o formulário com os dados do Cliente por cadastrar. Tabela 7: Descrição textual do caso de uso Cadastrar Cliente. Fluxo Principal 1. O actor escolhe no menu o item contador -> reclamação 2. Fluxo exceção: Validação de campos de formulário não verificada c) O sistema mostra os erros na validação dos campos d) O actor volta preencher os campos de acordo com a validação e termina no passo 3 Pós-Condição Cliente registado. . o sistema retorna uma mensagem de confirmação da realização da operação e uma credencial padrão para o acesso do sistema. o teor da reclamação. O actor escolhe no menu o item Cliente -> Cadastro 2. Caso de Uso RF0 Reclamação Actores Primários: Cliente Pré-condição Actor usuário valido.

5. O sistema carrega os dados do contador e atribui por defeito os campos do formulário.Tabela 8: Descrição textual do caso de uso reclamação. (Fonte: PRÓPRIA). clicando no botão reclamar. Pós-Condição Contador de electricidade actualizado. O actor actualiza o contador. 3. o sistema retorna uma mensagem de confirmação da operação realizada com sucesso. O actor escolhe no menu o item funcionário ou pesquisa o contador electricidade por número 2. 6. O actor edita os campos caso necessário actualizar os mesmos com novas informações. O sistema carrega os dados do funcionário e atribui por defeito os campos do . logado e com privilégios para actualizar contador de electricidade. 3. (Fonte: PRÓPRIA). O actor clica em actualizar o funcionário 4. O actor escolhe o contador a actualizar na lista retornada pela pesquisa. Fluxo Principal 1. Tabela 9: Descrição textual do caso de uso Actualizar contador. O actor escolhe o funcionário a actualizar na lista retornada pela pesquisa. Caso de Uso RF0 Atualizar Funcionário Actores Primários: Administrador e Funcionário com privilégio Pré-condição Actor usuário valido. logado e com privilégios para actualizar contador de electricidade. O actor escolhe no menu o item contador ou pesquisa o contador por número 2. Caso de Uso RF0 Actualizar Contador Actores Primários: Administrador e Funcionário com privilégio Pré-condição Actor usuário valido. Fluxo Principal 1. O actor clica em actualizar o contador 4.

Pós-Condição Funcionário actualizado. O actor edita os campos caso necessário actualizar os mesmos com novas informações. que consistiam essencialmente na manipulação de estruturas físicas. não sendo procedurais ou seja. como também podem responder as possíveis reclamações iniciadas pelos clientes. Tabela 10: Descrição textual do caso de uso Actualizar Funcionário. o modelo relacional melhorou a produtividade dos utilizadores de bases de dados. onde os funcionários de acordo com nível de cada um podem supervisionar um ou mais contadores de electricidade dos clientes. .formulário. assim os utilizadores e programadores não precisam se preocupar com estrutura de apontadores físicos. 6. manipulando conjunto de uma só vez. (Fonte: PRÓPRIA). independentemente da representação física de dados permitiu. MODELO RELACIONAL LÓGICO Modelo relacional lógico são conjuntos de dados vistos segundo um conjunto de tabelas e as operações sobre elas são feitas por linguagens que manipulam álgebra relacional. Ao permitir a utilização de uma linguagem de mais alto nível e abstração. o sistema retorna uma mensagem de confirmação da operação realizada com sucesso. Na figura 6 a seguir esta representado o diagrama de entidade relacionamento lógico do sistema de gestão de informação de contadores de electricidade. (GOUVEIA. muito próximas de representação informática de estruturas físicas. clicando no botão reclamar. O actor actualiza o funcionário. 5. onde pode-se ver que os clientes e funcionários são usuários do sistema.2014) diz que: o modelo relacional foi proposto pelo matemático Edgar Codd em 1970. o que na altura alterou a forma como se utilizavam as bases de dados.

(Fonte: PRÓPRIA). ou seja. 2007).Figura 6: Modelo relacional do banco de dados. mostra o conjunto de classes com seus atributos e métodos e os relacionamentos entre classes. Classes e relacionamentos constituem os elementos sintáticos básicos do diagrama de classes (SILVA. Produz a descrição mais próxima da estrutura do código de um programa. DIAGRAMA DE CLASSE Um diagrama de classes é um modelo fundamental de uma especificação orientada a objetos. ARQUITECTURA PARA IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA .

II) aponta que a empresa “Electricidade de Moçambique”. escalabilidade são imprescindível e a entrevista (VER APENDICE I. o autor dessa monografia propõe o uso dos serviços de nuvem da amazon web service como ambiente de hospedagem do sistema. o Amazon Elastic Load Balance (Amazon ELB) como distribuidor de cargas entre as instâncias de servidores de aplicação (EC2). Fonte: De acordo com a figura 7 usa-se o serviço Amazon Route53 para resolução de DNS. (VER FIGURA 7) Figura 8: Arquitectura de Implantação. flexibilidade. delegação Beira. atendendo e considerando que para o sistema proposto a segurança.Para atender alguns requisitos não funcionais (VER TABELA 1) sempre e necessário conjunto de infraestrutura que faz uma plataforma coesa para maior agilidade das funcionalidades propostas nos requisitos funcionais (VER TABELA 2). não possui infraestruturas autónomas para atender esses requisitos não funcionais. o Amazon Simple Storage Service (Amazon S3) . instâncias de Amazon Elastic Compute Cloud (Amazon EC2) como servidores de aplicação.

mas sim a para o IP do balanceador de carga (Elastic Load Balancer) que de tempo em tempo enviar pacotes TTL ou seja PING para os servidores de aplicação. Conforme ilustra a figura 7 a requisição de qualquer funcionalidade hospedada na AWS começa com um cliente que requisita qualquer recurso na nuvem apontado o ROUTE 53 que faz a resolução do DNS. em principio um servidor de aplicação fica em activo devendo automaticamente ligar outras instancias de servidores de aplicação caso necessário. permitindo que a requisição leve caminhos distintos para a persistência da mesma base de dados.utilizados backups e armazenamento de todos os recursos estáticos da aplicação e o Amazon RDS como instâncias de servidores de base de dados relacional. JAVASCRIPT. permitindo assim que as operações de leitura possam ser feitas em servidores de base de dados com uma mesma instância de banco de dados. requisita todos os recursos estáticos como CSS. ou seja. haja visto que toda vez que se persiste um dado no servidor mãe e replicado em outros servidores. MANUAL . que consiste em replicar a instância de servidor de base de dados em outras zonas de disponibilidade. Já os servidores de Base de dados trabalham com um conceito da AWS chamado deploy a-z. permitindo a Auto escalabilidade. como também conecta a uma mesma instância de base de dados (Amazon RDS). sendo depois reencaminhada a requisição ao servidor que o seu tempo de resposta for inferior aos demais indicando que está menos sobrecarregado. Por sua vez a cada servidor de aplicação. por sua vez ROUTE 53 não encaminha a requisição directamente para os IPs dos servidores de aplicação (Instâncias de EC2) com o recurso requisitado. imagens entre outros no serviço de armazenamento S3. o que garante a durabilidade e a disponibilidade das informações. devendo também desliga-los caso não haja sobrecarga no servidor mãe. quando o primeiro servidor estiver sobrecarregado.

administrador ou seja.Nesta sessão Figura 9: login. se o usuário for um cliente lhe será redirecionado para a tela da figura 10 que contem privilégios só para os clientes. Caso os dados de acesso sejam validos o usuário será redirecionado para tela principal da aplicação que varia de acordo com o tipo de usuário. nas figuras (). a saber: cliente. c) Clicar em logar. as opções de menu variam d acordo com os privilégios de cada tipo de usuário. o . Tela principal para o cliente Apos a validação das credenciais do usuário ser aprovada. “Login” b) Preencher os Campos Usuário e Senha com os seus dados de acesso. Fonte: Própria Acesso a aplicação a) Abra o seu navegador e digite na barra de endereço o url de onde o sistema estará hospedado. Nota: Caso tenha se esquecido dos seus dados de acesso clique na hiperligação “Precisas de Ajuda ?” e o sistema lhe ajudara na aquisição ou recuperação dos seus dados de acesso. isso lhe dará o acesso a tela de controlo de acesso. ver algumas telas de acordo com o tipo de usuário. supervisor.

Figura 11: Tela principal para o Cliente. O item Reclamações. O item Informações Gerais. apresenta todas a informações relacionadas ao cliente e ao contador de electricidade associadas ao cliente. o funcionário que efetuou a supervisão. O Item Dados Pessoais apresenta o resumo das informações relacionadas ao usuário e a possibilidade de editar algumas delas. a descrição. Fonte PROPRIA O item Supervisões. o estado do contador de electricidade e uma hiperligação para a reclamação daquela supervisão da aparte do cliente caso necessário. informações gerais e reclamações. . contem a lista na ordem cronológica todas a supervisões efectuadas ao contador de electricidade associado ao cliente. dando a possibilidade de confirmar o atendimento a cada reclamação caso não tenha sido confirmado atendimento pelo cliente bem como o estado da reclamação (atendida ou pendente).menu do cliente tem os seguintes itens: dados pessoais. supervisões. Onde para cada supervisão pode-se ler as a data da supervisão. contem a lista das reclamações efectuadas pelo cliente.

bem como a possibilidade do administrador editar. Onde para cada supervisão pode-se ler as a data da supervisão. remover e atender uma reclamação caso haja uma reclamação não atendida para aquela supervisão. o estado do contador de electricidade. Figura 12: Tela principal para o Administrador. clientes. essa hiperligação dá acesso a tela com as informações associadas ao cliente. Editar – edição . O item Clientes. com as seguintes subitens: Novo – para cadastro de um novo cliente. supervisões. se o usuário for um Administrado lhe será redirecionado para a tela da figura x que contem todos os privilégios do sistema.Tela principal para o administrador Apos a validação das credenciais do usuário ser aprovada. a descrição. Fonte PROPRIA O item Supervisões. contem a lista na ordem cronológica todas a supervisões efectuadas ao contador de electricidade associado a cada cliente cadastrado. o funcionário que efetuou a supervisão. o menu do Administrador tem os seguintes itens: dados pessoais. funcionários. relatórios e reclamações. contadores.

. com as seguintes subitens: Novo – para cadastro de um novo contador de electricidade. Remover – para remover um funcionário já existente. essa hiperligação dá acesso a tela com as informações associadas ao contador de electricidade. Ler – para visualização e dados de um contador de electricidade já existente. hiperligação que mostra a lista das reclamações efectuadas pelos clientes. Cadastro de Cliente Para o acesso do formulário de cadastro de Cliente figura x. e hiperligação que dá acesso a tela com as informações associadas ao usuário que e funcionário da empresa Electricidade de Moçambique. O item Contadores. Remover – para remover um contador de electricidade já existente. Editar – edição de informações de um contador de electricidade já existente. e uma hiperligação que dá acesso a tela que permite gerar relatórios como: estatísticas e listagens. delegar.para delegar a um funcionário caso seja necessário a sua intervenção no cliente.de informações de um cliente já existente. com os seguintes subitens: Ler. Remover – para remover um cliente já existente. deve-se acessar o sistema como administrador clicar na hiperligação cliente e depois clicar em novo par poder efectuar o cadastro do cliente. O Item Dados Pessoais apresenta o resumo das informações relacionadas ao administrador a possibilidade de editar os seus dados. com as seguintes subitens: Novo – para cadastro de um novo funcionário. O item Reclamações.para atender as reclamações. Editar – edição de informações de um funcionário já existente. Ler – para visualização de um cliente já existente. delegação Beira. Atender.para visualizar as reclamações. O item Funcionários. O item Relatórios. Ler – para visualização e dados de um funcionário já existente.

Contacto. Fonte: PROPRIA NOTA: A tela da figura x ilustra o mecanismo para o cadastro do cliente. Morada e Bilhete de entidade Nr. Se todos os campos forem preenchidos devidamente e forem validados pelo sistema e clicar no botão “Cadastrar”. baseado nesse formulário o mecanismo e quase idêntico para o cadastro de outras entidades do sistema bastando especificar os campos certos para aquela entidade especifica. que pode ser “ A Operação efectuada com Sucesso” ou “A Operação Falhou” dependendo se o cadastro foi efectuado ou não. . Apelido. Contador. Para prosseguir preencher os campos Nome. para não encher o trabalho com outros formulários de cadastro de outras entidades do sistema.Figura 13: Tela de Cadastro do Cliente. E-mail. respectivamente. o sistema cadastra os dados do cliente e retorna o estado da operação.

CSS3.Conclusão: Para concluir esse capítulo. a informação tem conhecido um crescimento em proporções exponencias quer em volume. Jquery. MYSQL e Android deu a luz CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES Desde da era dos computadores até a era da informação. PHP5. começando pelos requisitos funcionais e não funcionais que provem a antevisão do sistema em termo de serviços ou funcionalidade e as restrições dos mesmos serviços ou funcionalidades. quer em formas de armazenamento. o que paralelamente . quer em formas de persistência e acesso a mesma. importa referenciar que apos do capítulo anterior tratar das tecnologias necessárias para por em prática o sistema desta vez foi feito o estudo a respeito do sistema propriamente dito. A combinação das tecnologias HTML5.

escalabilidade. JQUERY. delegação Beira. experiência do usuário. tendo como caso de estudo a empresa “Electricidade de Moçambique”. RECOMENDAÇÕES Para o ambiente de produção. ANDROID e AWS. delegação Beira.afecta forma em que os dados são tratado dentro das organizações. como também foi de extrema importância abordar os conceitos de: HTML5. CSS3. devendo a cada uma delas participar com as especificações que lhe convém para fazer do sistema de gestão de contadores de electricidade da empresa “Electricidade de Moçambique”. Neste contexto elaboração dessa monografia é a resposta e a solução de mais um problema fruto dessas constantes mudanças acima referidas no panorama da gestão da informação. A cada uma dessas tecnologias é uma unidade com tarefa específica na formação da solução do problema como um todo. pois são ferramentas que carregam consigo o poder de concretização da antevisão da solução para o problema em causa. para que possam explorar os . Para se alcançar o desejado. foi imprescindível a fundamentação epistemológica de todo artefacto científico ou tecnológicos necessários para elaboração do projecto. portabilidade. segurança. recomenda-se a formação dos usuários do sistema que sejam funcionários da empresa electricidade de Moçambique. um sistema robusto em vários aspectos como a usabilidade.MYSQL. PHP. o que até certo ponto pode tornar rudimentar as técnicas e os sistemas (manuais ou automatizados) a serem usados no tratamento da informação até um dado momento. daí a necessidade de crescimento continuo das ferramentas de gestão de informação nas organizações. performance entre outros.

Brasil: Casa de Código. Recomenda-se também a capacitação dos TI para ajudarem os membros seniores na gestão económica haja visto que a plataforma e altamente gerenciável economicamente. . devendo quando necessário reportar a cada mudança detectada nas regras de negócio. Plinio. para facilitar quando necessário a integração de novos artefactos no sistema para atender a cada novo panorama proposto pelas mudanças nas regras de negócios. BIBLIOGRAFIA BALDUINO. Já que o mundo está em constante mudanças e a única coisas constante no mundo é a própria mudança.1ed. recomenda-se também que a cada usuário do sistema tenha um senso critico no uso do sistema no que concerne as regras do negócio.Dominando Javascriot com jQuery.mais atómicos detalhes de cada recurso do sistema no auxílio das actividades rotineiras que estão dentro do escopo das funcionalidades do sistema.

Sistemas de Informação de Apoio à Gestão. Construindo Sites com CSS e (X)HTML sites controlados por folhas de estilo em cascata. MEIKE. 2ed. DORNIN.2013 FILHO. Ash . Maurício Samy.EVALDO.1ed. BLUE.Brasil:Novatec Editora Ltda.2014. L.1ed. CSS3 desenvolva aplicações web profissionais com uso dos poderosos recursos de estilização das CSS3. . LEWIS. NAKAMURA . Maurício Samy.1ed.LENNON.3ed. MEDNIEKS.CSS Avançado.1ed. B. Greg.Brasil:Casa de Código. FIM SILVA. 2014. RANITO.2013 CROWTHER. Maurício Samy .Estendendo a jQuery. Maurício Samy.. Rob . Joe.. Porto: Sociedade Portuguesa de Inovação. BEAULIEU.Masumi.Brasil:Novatec Editora Ltda. SILVA..Desevolvendo o seu aplicativo Android. 2009. Moscovitz. desenvolva aplicações web profissionais com uso dos poderosos recursos de estilização das CSS3. Laird. Joseph R.Junior Bento. WANISH.HTML5 a linguagem que revolucionou a web. Zigurd. 2011 SILVA. WOOD. Blake .Brasil:Novatec Editora Ltda. Learning SQL. HTML5 em Acção. 2004.1ed.1ed. 2012. 1ed. United States of America: O’Reilly Media. Maurício Samy.Desenvolvendo Web com PHP e MYSQL.Brasil:Novatec Editora Ltda.Programando o Android. Meitar. Keith.Brasil:Novatec Editora Ltda.Brasil:Novatec Editora Ltda.2014 GOUVEIA. J.2ed. G. 2012 SILVA. Brasil: NOVATEC. Luiz Carlos Querino. SILVA. Inc.jQuery A Biblioteca do Programador JAVASCRIPT.Brasil:Novate Editora Ltda. A.

K. LAUDON.. LAUDON. PARK. Rio de Janeiro: LTC.Google Android Aprenda a criar aplicações para dispositivos moveis com SDK do Android. DEITEL.Brasil:Novatec Editora Ltda. Steve. LECHETA.PHP. H.Dominando o android do basico ao avançado. Inc.. Rio de Janeiro: LTC.. M. N. . J.1ed. 3ed.United State of AmericaJohn Wiley & Sons. KATZ.3ed.1ed. P. J. K. Steve.Brasil: hichi Tecnologia.2013. 2004. Inc. C. MATHEW. 2001.Overview of Amazon Web Services. VALADE . LECHETA.United State of America:Wiley Publishing. LAUDON.jQuery em Ação. VARIA. 2005.LEAL.1ed. JAVASCRIPT & HTML5. SUEHRING . Fundamentos para Sistemas de Informação. Sistemas de Informação. AYRES. Universidade do Sul de Santa Catarina.2007.Brasil: Alta Books.1ed.1ed.Brasil:Novatec Editora Ltda.M. 2015. Yehuda. FREITAS. A. P.United States of America. MÜLBERT. Prentice Hall. Lucas Medeiros de. CONVERSE .Janet. Ricardo R.Android – Desenvolvendo aplicativos para dispositivos móveis. LAUDON. P. Nelson Glauber de Vasconcelos. 6th Edition. Ricardo R. Gerenciamento de Sistemas de Informação. Brasil:Novatec Editora Ltda. AWS para desenvolvedores.2013. Jinesh. 2004.1ed. SUEHRING. e DEITEL. Fabricio Augusto. 2ed.2014 BIBEAULT. FERRARI. 2009.Crie Banco de Dados em MYSQL Desvende os Recursos desta poderosa Ferramenta. Joyce.J. C. 2009.Tim. Sajee. MYSQL . Java How to Program.2012. Bear.PHP6 and MYSQL.Brasil:Digerati Books. L.

Rio de Janeiro. 2007. L. Tradução: Docware Traduções Técnicas e Adriana Kramer. 2005. PHP e MYSQL. Desenvolvimento Web. L.WELLING. Campus. SOMMERVILLE. tradução André Maurício de Andrade Ribeiro. revisão técnica Kechi Hirama. Engenharia de software/ Ian Sommerville. . THOMSON. 3ed. São Paulo: Addison Wesley. Tradução de: PHP and MYSQL Web Development. I.

No seu ponto de vista a automatização do sistema de gestão de informação de contadores de electricidade vai melhorar o seu trabalho? Obrigado por colaborar.Quais os resultados que mais frequentes no acto de supervisão? 6.APÊNDICES APÊNDICE I: Guião de entrevista aos supervisores de contadores de electricidade da empresa “Electricidade de Moçambique”. delegação Beira Objectivo: levantamento de requisitos funcionais para o sistema de gestão de informação de contadores de electricidade na empresa “Electricidade de Moçambique”. Perguntas: 1. . delegação Beira.Quais as informações colhidas no campo de supervisão? 2.Quando se depara com um diagnóstico novo no campo quais os procedimentos para sistematizar o diagnóstico? 7.Quais as possíveis medidas que podem ser tomadas pela organização face ao cliente dependendo do resultado da supervisão? 5.Quais os parâmetros que são considerados ao criar relatórios? 4.Quanto tempo em media leva para gerar relatórios de cada supervisão? 3.

A organização tem infraestruturas de redes preparada para alocar um Banco de Dados Distribuído que possa ser acessado remotamente? 3. 6. a implementação da mobilidade corporativa aumentaria o poder computacional e a produtividade da organização no seu ponto de vista? Fundamente. O armazenamento dos dados dos contadores de electricidade e suas supervisões é feita em arquivo físico ou banco de dados relacional? 2. O Sistemas em vigor actualmente são em tempo real? 4. Atendendo e considerando o poder computacional da actualidade no seu ponto de vista e aceitável o tempo gasto para o processamento da informação das supervisões .APENDICE II: GUIÃO DE ENTREVISTA AOS TÉCNICOS DE INFORMÁTICA (DBA) DA EMPRESA “ELECTRICIDADE DE MOÇAMBIQUE”. Quais são as políticas segurança de aplicação ao nível de Banco de Dados e servidores de Banco de Dados actual? 5. DELEGAÇÃO BEIRA Objectivo: levantamento de requisitos funcionais e não funcionais param o desenho de sistema de gestão de informação de contadores electricidade na empresa “Electricidade de Moçambique”. delegação Beira 1. Termo Mobilidade Corporativa e uma realidade na organização? Caso não.

Quais os procedimentos usados para actualização de informações dos clientes quando necessário? 8. O departamento que lida com contadores electricidade tem algum sistema informatizado? 10. O uso de servidores remotos implicaria nas políticas de segurança da organização? . achas que a proposta dessa investigação pode melhorar o tempo de processamento? 7.de contadores de electricidade? Caso não. Quais os procedimentos usados para disponibilizar as informações aos clientes quando precisar? 9.

APRNDICE III: GLOSSÁRIO Backend Blog Cross-Browser Deploy a-z Design Desktop Distribuidor de cargas ou Balanceador de cargas DOCTYPE Flash Frontend Inline Links Ping Plugins Open source Singleton Web WHATWG .

6 KB 1. live eventos e inspecção de eventos 1.ANEXOS: ANEXO I: VERSÕES E EVOLUÇÃO DO JQUERY Versão 1.1.0 1.4 1.4 97.0 Melhoria no desempenho dos selectores 1.6 10 De Setembro de 2007 26 De Maio de 2008 77.3 KB 52.3.2 KB 55.2.4 19 De Fevereiro de 2009 13 De Janeiro de 2010 117 KB 154 KB Melhoria no desempenho e no Ajax .4 Data do Código 26 De Agosto 2006 12 De Dezembro de 2006 14 DeJaneiro de 2007 Tamanho 44.3 13 De Janeiro 2009 Engine de selecçãoSizzle introduzido no núcleo (Core).2 1.2 1.0.8 114 KB Observações Primeira Versão estável Ultima correcção de bugs na 1.

parsejSON Delegate () adicionado. Fonte: (SILVA.1 2.x 1.4 1.5 11 De Novembro de 2010 156 KB 160KB Height () width ().6 2 De Maio de 2011 1. reescrita do módulo Ajax.4.3 1.0 Correcção de bugs e de regressão Suporte para IE 6-8 removido Sincronização da Versão/recurso com a linha 2.10.5.10. 178 KB 207 KB 31 De Janeiro de 2011 Gerenciamento de callback disponibilizado. melhorias no 176KB desempenho Modulo CSS restrito.0 1.2 1.2 1. 1.1 25 De Janeiro 2010 1.8.7 12 De Setembro de 2011 3 De Novembro de 2011 214 KB 227 KB Melhorias significativas no desempenho de funções attr ().1.8.2 31 De Março de 2011 1.4.0 13 De Novembro de 2012 14 De Janeiro de 2013 4 De Fevereiro de 2013 18 De Abril de 2013 24 De Maio de 2013 261 KB 261 KB 262 KB 234 KB 267 KB Reestruturação para jQuery 2.7. 2013) . manipulação de metadata.prop () adicionado 232 KB 243 KB Novas APIs de eventos: on() e off().0 21 De Março de 2012 9 De Agosto de 2012 246 KB 253 KB Sizzle reescrito.4.4 1.0.6.3 13 De Fevereiro de 2010 14 De Outubro de 2010 1.9.9. desempenho em delegação de eventos. desempenho em travessia 1. reinvenção de animações mais modularidade 1.3 3 De Julho de 2013 3 De Julho de 2013 266 KB 236 KB Tabela: Versões e evolução do Jquery.4.0.0 1.2 2.

ANEXO II: VERSÕES E EVOLUÇÃO DO PHP Versão 1. $_SESSION.0 3.0 01 de Novembro de 1997 06 de junho de 1996 A programação passou a ser feita por vários programadores em colaboração.0 Melhorias na performance com a introdução de variáveis de compilação na reengenharia do motor PHP. 2. Adicionada biblioteca PHP Data Objects (PDO) como uma nova interface de acesso aos bancos de dados. Zeev Suraski e Andi Gutman reescreveram toda a base do PHP nessa 4. -Introduzidas as 'superglobais' ($_GET. 5.0 versão. . -Foi adicionado um melhor sistema de análise sintática (parser) chamado de motor Zend (Zend engine).Este foi o primeiro uso para o nome PHP. -Introduziu sua interface de linha de comando (command-line interface - CLI). $_POST. para complementar o CGI.0 Data de lançamento 08 de Junho de 1995 Novidades Oficialmente chamado de ”Personal Home Page Tools”. etc.

Pacote de segurança para corrigir vulnerabilidade em chamadas PHP-CGI.com ANEXO III: VERSÕES E EVOLUÇÃO DO MYSQL Versão 1. Conserto de erro crítico relacionado a ponto flutuante.0 Data de lançamento 08 de Junho de 1995 Novidades Oficialmente chamado de ”Personal .Fonte: wikipedia. Tabela : Versões e evolução do PHP.

$_SESSION. . 5. Adicionada biblioteca PHP Data Objects (PDO) como uma nova interface de acesso aos bancos de dados. -Introduziu sua interface de linha de comando (command-line interface - CLI). para complementar o CGI. Zeev Suraski e Andi Gutman reescreveram toda a base do PHP nessa 4. Pacote de segurança para corrigir vulnerabilidade em chamadas PHP-CGI.Este foi o primeiro uso para o nome PHP. -Introduzidas as 'superglobais' ($_GET.0 Melhorias na performance com a introdução de variáveis de compilação na reengenharia do motor PHP. Conserto de erro crítico relacionado a ponto flutuante. etc.0 3. $_POST. -Foi adicionado um melhor sistema de análise sintática (parser) chamado de motor Zend (Zend engine).0 01 de Novembro de 1997 06 de junho de 1996 A programação passou a ser feita por vários programadores em colaboração. 2.0 versão.Home Page Tools”.

dar zoom e suporte total a .0 do aplicativo 23 de setembro de Market.ANEXO IV: VERSÕES E EVOLUÇÃO DO ANDROID. 2008 Navegador Web para exibir. Versão Codinome Data Novidade Aplicação Android Market realiza download e atualiza através 1.

5 Cupcake 30 de Abril de 2009 maps.22.6. Suporte a camara Adiciona suporte para letreiro em layouts.3.6 Donut 15 de setembro de 2009 Baseado no kernel Linux 26 de outubro 2009 03 de dezembro de 2.3.3 2.1 2.2.32 06 de dezembro de 2010 09 de fevereiro 2011 Gingerbread 28 de Abril de 2011 25 de Junho de 2011 Baseado no kernel Linux .5 Baseado no kernel Linux 2.29 2.4 2.2.paginas em XHTML- HTML Multiplas e são mostradas em janelas.1 Eclair 2.27 Primeira versão em que o nome basea em uma sobremesa. Suporte para salvar anexos 1.6.2. 1.2 2.0 2.3 2.3 Froyo 2009 11 de Janeiro de 2010 20 de maio de 2010 18 de Junho de 2010 22 de Junho de 2010 21 de Novembro de 2010 2.6.1 2. Baseado no kernel Linux 2.0.1 9 de fevereiro de 2009 Comentarios e mais detalhes quando um usuário faz uma busca no Google 1.3.

com .36 3.0.6 2.2 3.1.1 Fevereiro de 2012 19 de outubro de 2011 4.3 4.0 2011 22 de fevereiro de 3.04 4.2 4.2.0.3.0.0.31.1 4.7 2 Setembro de 2011 2.2.3 4.1 4.2.6 4.35 21 de setembro de 3.4 Cream Sandwich Jelly Bean KitKat Baseado no kernel Linux 2011 16 de dezembro de 3.3.1.2. 2012 Project Butter 30 de Abril de 2013 24 de julho de 2013 30 de outubro de 2013 Tabela: Versões e evolução do Android. 27 de novembro de Melhora no desempenho.2 4.1 2011 29 de março de 2012 09 de Julho de 2012 Baseado no kernel Linux 09 de outubro de 2012 26de outubro de 2012 3.2 28 de novembro de Ice 4.0 .2.6. Fonte: http://Wikipedia.2 2011 10 de maio de 2011 15 de julho de 2011 30 de agosto de 2011 20 de outubro de 2011 Honeycomb Primeira atualização so de tablet.2.2 4.6.1 3. Baseado no kernel Linux 2.1 3.