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Re q u i s i t o s p a r a A p r o v a ç ã o d e

M a t e r i a i s Pl á s t i c o s p a r a Co n t a t o
c om Alim ent os
II Encontro Tecnológico de Transformação de Plástico da Bahia
27 de Novembro de 2008

Aline Brionísio Lemos
CETEA/ITAL

A GEN DA
• CETEA/ITAL – Breve apresentação

• Interação alimento/material de embalagem
• A embalagem e a segurança de alimentos – Importância da
legislação de materiais destinados ao contato com alimentos
• Princípios da legislação Brasileira/MERCOSUL – Resolução n.
91/2001 da ANVISA
• Regulamentos de materiais plásticos destinados ao contato com
alimentos – Resolução n. 105/99 e Resolução RDC n. 17/2008 da
ANVISA
• CP nº 45, de 21 de agosto de 2008
• Resoluções n. 22/2000 e n. 23/2000 da ANVISA
• Instrução Normativa nº49, de 14 de setembro de 2006

Apresent aç ão
CET EA /I T A L

CEN T RO DE T ECN OL OGI A
DE EM B A L A GEM
http://www.cetea.ital.sp.gov.br/

Apresent aç ão
CET EA /I T A L

Apresent aç ão
CET EA /I T A L

• Apresent aç ão CET EA /I T A L Or g a n i za ç ã o DIRETORIA Área de Documentação e Informação .ADI Área Administrativa Embalagens Celulósicas Embalagens Plásticas Embalagens Metálicas Transporte e Distribuição Flexíveis e Rígidas Embalagens de Vidro MEIO AMBIENTE .

ACV .• Apresent aç ão CET EA /I T A L Pr i n c i p a i s Se r v i ç o s  Pesquisa e Desenvolvimento            Avaliação e controle de qualidade Parecer técnico Ensaios de materiais e produtos Estudo de vida-de -prateleira Especificação de embalagem Consultoria Treinamento Cursos e Seminários Levantamentos bibliográficos Publicações Estudos de Avaliação do Ciclo de Vida .

Apresent aç ão CET EA /I T A L • Modelo Assoc iat ivo  Participação do Setor Produtivo na manutenção e utilização do CETEA  Atualmente conta com cerca de 170 Associados .

Se m i n á r i o s . T r e i n a m e n t o s .Apresent aç ão CET EA /I T A L • Cu r s o s .

Int eraç ão Alim ent o Em b a l a g e m • Migraç ão Polímero Alimento Difusão Dispersão Dissolução Esquema de um processo de migração de um sistema polímero/alimento .

aceleradores.) . solventes. inibidores. vernizes e tintas de impressão.. absorvedores de luz ultravioleta. etc) aditivos (antioxidantes. etc) compostos de degradação outras substâncias provenientes dos demais componentes da embalagem (adesivos. lubrificantes.Int eraç ão Alim ent o Em b a l a g e m • Migraç ão Polímero São macromoléculas de elevado peso molecular Substâncias de baixo peso molecular monômeros. coadjuvantes da polimerização (catalisadores. oligômeros..

é a migração de substância(s) da embalagem para o alimento .Int eraç ão Alim ent o Em b a l a g e m • De f i n i ç ã o d e M i g r a ç ã o Transferência de massa de uma fonte externa para o produto acondicionado. ou seja.

quando preparado e consumido de acordo com a sua intenção de uso (Codex. 1997)  Controle da ocorrência de perigos à Segurança de Alimentos (agente biológico. químico ou físico. ou condição do alimento) com potencial de causar um efeito adverso à saúde .A em balagem e a seguranç a de alim ent os • Se g u r a n ç a d e A l i m e n t o s  Garantia de que o alimento não causará dano à saúde do consumidor.

• A em balagem e a seguranç a de Ri s c o s & Pe r i g oasl i m e n t o s Danos Mecânicos Contaminação Química Contaminação Microbiológica Composição Inadequada Contaminação Física Infestação por Insetos e Roedores .

A em balagem e a seguranç a de alim ent os • Ca d e i a Pr o d u t i v a d e A l i m e n t o s Matérias-primas Fabricação da Embalagem Matérias-primas Transporte da Embalagem Processamento Embalagem Estocagem Distribuição A embalagem é parte integrante da Cadeia Produtiva de Alimentos Venda e Consumo .

química e física) .A em balagem e a seguranç a de alim ent os Qu a l é a r e s p o n s a b i l i d a d e d a I n d ú s t r i a d e Em b a l a g e n s p / A l i m e n t o s e B e b i d a s ? Garantir que a embalagem não ofereça riscos à segurança do produto a ser consumido/ingerido Reduzir riscos de contaminação (microbiológica.

o acondicionamento e o transporte das embalagens para evitar riscos de contaminação  Implantação de Boas Práticas de Fabricação Regulamentos de materiais destinados ao contato com alimentos/bebidas .A em balagem e a seguranç a de alim ent os Co m o r e d u zi r o s r i s c o s ?  Selecionar matérias-primas e insumos seguros (aprovados) Controlar/minimizar o potencial de migração de componentes da embalagem para o produto Controlar a produção.

Qu e m é a A u t o r i d a d e Co m p e t e n t e n o Brasil? Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) do Ministério da Saúde (MS)  Legislações harmonizadas com o Mercosul .

Pr i n c íp i o d a l e g i s l a ç ã o B r a s i l e i r a (A N V I SA )/M e r c o s u l Pr o c e s s o d e A p r o v a ç ã o Avaliação das matérias-primas frente às Listas Positivas Limites de Migrações Específicas. Limites de Composição e Restrições de Uso Especificações Migração Total e Migração(ões) Específica(s) na embalagem final Toda a cadeia produtiva deve estar envolvida neste processo .

Pr i n c íp i o d a l e g i s l a ç ã o B r a s i l e i r a (A N V I SA )/M e r c o s u l Pr o c e s s o d e A p r o v a ç ã o Petroquímica Masterbatch Transformador Convertedor Vernizes Adesivos Tintas de impressão Indústria de Alimentos/Bebidas .

gov.Pr i n c íp i o d a l e g i s l a ç ã o B r a s i l e i r a (A N V I SA )/M e r c o s u l Re s o l u ç ã o n .Armazenamento .Comercialização .Produção . d e 1 1 d e j u n h o d e 2 0 0 1 Critérios Gerais e Classificação de Materiais para Embalagens e Equipamentos em Contato com Alimentos Alcance Aplicado para embalagens e equipamentos que entram em contato direto com alimentos durante .Fracionamento .Distribuição .Elaboração .php?id=214&word= .Consumo http://e-legis.anvisa.br/leisref/public/showAct. 9 1 .

Pr i n c íp i o d a l e g i s l a ç ã o B r a s i l e i r a (A N V I SA )/M e r c o s u l Re s o l u ç ã o n . nas condições usuais de emprego. d e 1 1 d e j u n h o d e 2 0 0 1 Definições Migração Total (MT) Quantidade de componentes transferida dos materiais em contato com alimentos ou seus simulantes. 9 1 . elaboração e armazenamento ou nas condições equivalentes de ensaio Limite de Migração Total (LMT) Quantidade máxima admissível de componentes transferida aos simulantes sob as condições de ensaio .

9 1 . d e 1 1 d e j u n h o d e 2 0 0 1 Definições Simulante É um produto que reproduz o poder extrativo de um grupo de alimentos que têm características semelhantes Limite estabelecido pela Resolução n. 105/99: 8mg/dm² ou 50mg de resíduo/kg de simulante .Pr i n c íp i o d a l e g i s l a ç ã o B r a s i l e i r a (A N V I SA )/M e r c o s u l Re s o l u ç ã o n .

d e 1 1 d e j u n h o d e 2 0 0 1 Definições Migração Específica (ME) É a quantidade de um componente não-polimérico particular de interesse toxicológico que é transferida do material para os alimentos ou para seus simulantes.Pr i n c íp i o d a l e g i s l a ç ã o B r a s i l e i r a (A N V I SA )/M e r c o s u l Re s o l u ç ã o n . nas condições equivalentes de ensaio Limite de Migração Específica (LME) Quantidade máxima admissível de um componente específico transferida aos simulantes sob as condições de ensaio mg do componente/kg de simulante . 9 1 .

5mg de Ácido tereftálico/ kg de simulante  LME Mono/Dietilenoglicol = 30mg de mono/dietileglicol/kg de simulante Esses limites são estabelecidos pelo Anexo II da Resolução n. 105/99 da ANVISA .Pr i n c íp i o d a l e g i s l a ç ã o B r a s i l e i r a (A N V I SA )/M e r c o s u l Re s o l u ç ã o n . 9 1 . d e 1 1 d e j u n h o d e 2 0 0 1 Exemplos de Limites de Migração Específica (LME) PET (ácido tereftálico + mono/dietilenoglicol)  LME Ácido tereftálico e seus isômeros = 7.

d e 1 1 d e j u n h o d e 2 0 0 1 Definições Limite de Composição (LC) Quantidade máxima permitida de um componente particular de interesse toxicológico no material em contato com alimentos (teor residual) mg do componente/kg de resina ou produto . 9 1 .Pr i n c íp i o d a l e g i s l a ç ã o B r a s i l e i r a (A N V I SA )/M e r c o s u l Re s o l u ç ã o n .

9 1 . d e 1 1 d e j u n h o d e 2 0 0 1 Exemplos de Limites de Composição (LC) Estireno: LC = 0.25% Em 100g de Poliestireno ⇒ 0. 105/99 da ANVISA .Pr i n c íp i o d a l e g i s l a ç ã o B r a s i l e i r a (A N V I SA )/M e r c o s u l Re s o l u ç ã o n .25g de monômero de estireno Cloreto de vinila: 1mg/kg Em 1kg de Poli(cloreto de vinila) ⇒ 1mg de monômero de cloreto de vinila Esses limites são estabelecidos pelo Anexo II da Resolução n.

d e 1 1 d e j u n h o d e 2 0 0 1 Critérios Gerais  Boas Práticas de Fabricação  Os componentes utilizados nos materiais destinados a entrar em contato com alimentos devem constar das Listas Positivas  Cumprir com critérios de pureza compatíveis  Cumprir com limites de MT.Pr i n c íp i o d a l e g i s l a ç ã o B r a s i l e i r a (A N V I SA )/M e r c o s u l Re s o l u ç ã o n . ME  Cumprir com as restrições de uso para alimentos específicos . 9 1 .

que foram previamente estudadas e analisadas e podem apresentar ou não determinadas limitações para a aplicação em questão SOMENTE as substâncias que constam das listas são permitidas para a fabricação de embalagens e materiais .Pr i n c íp i o d a l e g i s l a ç ã o B r a s i l e i r a (A N V I SA )/M e r c o s u l L i s t a Po s i t i v a É uma relação de substâncias aprovadas para uso na formulação de materiais.

Pr i n c íp i o d a l e g i s l a ç ã o B r a s i l e i r a (A N V I SA )/M e r c o s u l L i s t a Po s i t i v a 1ª análise a ser realizada Avaliação de formulação frente às Listas Positivas Análise teórica de verificação de todos os componentes que constituem o material .

Pr i n c íp i o d a l e g i s l a ç ã o B r a s i l e i r a (A N V I SA )/M e r c o s u l L i s t a Po s i t i v a Avaliação de formulação frente às Listas Positivas Resultado Positivo Continuidade do processo de aprovação Resultado Negativo Alteração da Formulação .

1 0 5 .br/leisref/public/showAct. inclusive revestimentos e acessórios.php?id=19772&word= . destinados a entrar em contato com alimentos Disposições Gerais + 14 Anexos http://e-legis.anvisa.Re g u l a m e n t o s d e M a t e r i a i s Pl á s t i c o s d e s t i n a d o s a o Co n t a t o c o m A l i m e n t o s Re s o l u ç ã o n .gov. d e 1 9 d e m a i o d e 1 9 9 9 Disposições Gerais para Embalagens e Equipamentos Plásticos em contato com Alimentos Aplica-se às embalagens e equipamentos.

45.Re g u l a m e n t o s d e M a t e r i a i s Pl á s t i c o s d e s t i n a d o s a o Co n t a t o c o m A l i m e n t o s Re s o l u ç ã o n . 1 0 5 . d e 1 9 d e m a i o d e 1 9 9 9 Anexo I – Classificação dos alimentos e simulantes Anexo II – Lista Positiva de polímeros e resinas para embalagens e equipamentos plásticos em contato com alimentos Anexo III – Lista Positiva de aditivos para materiais plásticos destinados à elaboração de embalagens e equipamentos plásticos em contato com alimentos (revogado e substituído pela Resolução RDC n. 17/2008) Anexo IV – Corantes e pigmentos em embalagens e equipamentos plásticos em contato com alimentos (Consulta Pública n. de 21 de agosto de 2008) Anexo V – Migração Total em embalagens e equipamentos plásticos em contato com alimentos (metodologia) .

1 0 5 . armazenamento e distribuição de água potável  Anexo VIII – Embalagens e equipamentos de Polietileno fluoretado em contato com alimentos  Anexo IX – Embalagens plásticas retornáveis para bebidas não alcoólicas carbonatadas .Migração Total em embalagens e equipamentos plásticos com Azeite de Oliva como simulante (metodologia)  Anexo VII – Critérios Gerais para equipamentos fixos de provisão. d e 1 9 d e m a i o d e 1 9 9 9 Anexo VI .Re g u l a m e n t o s d e M a t e r i a i s Pl á s t i c o s d e s t i n a d o s a o Co n t a t o c o m A l i m e n t o s Re s o l u ç ã o n .

Determinação de Monômero de Estireno Residual (metodologia)  Anexo XIII .Determinação de Aminas Aromáticas em Pigmentos utilizados na Coloração de Materiais Plásticos em Contato com Alimentos (metodologia) Anexo XI .Determinação de Monômero de Cloreto de Vinila Residual (metodologia)  Anexo XII .Migração Específica do Ácido Tereftálico (metodologia) .Re g u l a m e n t o s d e M a t e r i a i s Pl á s t i c o s d e s t i n a d o s a o Co n t a t o c o m A l i m e n t o s Re s o l u ç ã o n .Migração Específica de Mono e Dietilenoglicol (metodologia)  Anexo XIV . d e 1 9 d e m a i o d e 1 9 9 9 Anexo X . 1 0 5 .

105/99 e Resolução RDC n.17/2008)  Corantes e Pigmentos .Re g u l a m e n t o s d e M a t e r i a i s Pl á s t i c o s d e s t i n a d o s a o Co n t a t o c o m A l i m e n t o s T ó p i c o s Pr i n c i p a i s Classificação de Alimentos e Simulantes .Migração Total (Anexo I e V)  Listas Positivas (Anexo II da Resolução n.

Re g u l a m e n t o s d e M a t e r i a i s Pl á s t i c o s d e s t i n a d o s a o Co n t a t o c o m A l i m e n t o s Re s o l u ç ã o n . 1 0 5 . d e 1 9 d e m a i o d e 1 9 9 9 ANEXO I Classificação de alimentos Seleção de simulantes Classificação dos alimentos em função dos simulantes ANEXO V Condições de ensaio .

Re g u l a m e n t o s d e M a t e r i a i s Pl á s t i c o s d e s t i n a d o s a o Co n t a t o c o m A l i m e n t o s – Re s o l u ç ã o n . aquosos não ácidos. Cl a s s i f i c a ç ã o d e A l i m e n t o s TIPO I: TIPO II: TIPO III: TIPO IV: TIPO V: TIPO VI: Aquosos não ácidos (pH > 5) Aquosos ácidos (pH ≤ 5) a. aquosos ácidos. contendo óleo ou gordura b. 1 0 5 /9 9 A N EX O I : 1 .contendo óleo ou gordura Oleosos ou gordurosos Alcoólicos (conteúdo em álcool > 5% (v/v) ) Sólidos secos ou de ação extrativa pouco significativa .

C. Se l e ç ã o d o s Si m u l a n t e s A água destilada B solução aquosa de ácido acético a 3% (m/v) C solução aquosa de etanol a 15% ou na concentração mais próxima ao real (v/v) D azeite de oliva refinado ou n-heptano Tipo I: A Tipo II: B Tipo IIIa: A. D Tipo IIIb: B. dependendo do tipo de alimento. B. . D Tipo IV: D Tipo V: C Tipo VI: Nenhum ou A. 1 0 5 /9 9 A N EX O I : 2 . ou D.Re g u l a m e n t o s d e M a t e r i a i s Pl á s t i c o s d e s t i n a d o s a o Co n t a t o c o m A l i m e n t o s – Re s o l u ç ã o n .

Em meio oleoso III . em forma de pó ou farinha.) 04 04. Fruta seca ou desidratada. Conservas de frutas (geléias ou similares. 1 0 5 /9 9 Nº de Referência (de acordo com U.Em meio aquoso II . A. Descascadas e torradas C. amêndoa. avelã. frutas inteiras ou em pedaços. castanha. secas B. Descascadas. etc).02 04. noz.03 SIMULANTES Descrição dos Alimentos A B x (1) x (1) x (1) x (1) x (1) x (1) x (2) C D FRUTAS.Em meio alcoólico maior ou igual a 5% (v/v) Frutas secas (amendoim. pinhão. purê ou pasta C. HORTALIÇAS E PRODUTOS DERIVADOS Fruta inteira.01 04. Em forma de pasta ou creme x x x x/5 x/3 . inteira ou na forma de farinha ou pó B. fresca ou refrigerada Fruta processada: A.E. conservada em meio líquido): I . Fruta em pedaços.Re g u l a m e n t o s d e M a t e r i a i s Pl á s t i c o s d e s t i n a d o s a o Co n t a t o c o m A l i m e n t o s – Re s o l u ç ã o n .

08 Sanduíches.09 Sorvetes A. contemplada no item 08. Com substâncias gordurosas B. cremes para saladas e outras emulsões de óleo em água C. Sem substâncias gordurosas A B C D x (1) x (1) x (1) x (1) x/3 x (1) x (1) x x (1) x (1) x/3 (4) x/5 x x x/5 .07 Mostarda (exceto mostarda em pó. pão torrado e similares contendo todo tipo de alimentos: A.06 SIMULANTES Descrição dos Alimentos Molhos: A. Maionese. Com substâncias gordurosas em sua superfície B. 1 0 5 /9 9 Nº de Referência (de acordo com U.) 08. molhos derivados de maionese. Molho contendo óleo e água formando duas fases distintas 08. Sem substâncias gordurosas em sua superfície 08.17) 08. Sem substância gordurosa em sua superfície B.E.Re g u l a m e n t o s d e M a t e r i a i s Pl á s t i c o s d e s t i n a d o s a o Co n t a t o c o m A l i m e n t o s – Re s o l u ç ã o n .

armazenamento. distribuição.Co n d i ç õ e s d o s En s a i o s d e Migraç ão 1.Re g u l a m e n t o s d e M a t e r i a i s Pl á s t i c o s d e s t i n a d o s a o Co n t a t o c o m A l i m e n t o s – Re s o l u ç ã o n . 1 0 5 /9 9 A N EX O V .1. fracionamento. comercialização e consumo do alimento   . As condições de tempo e temperatura de contato dos materiais com os simulantes Devem reproduzir as condições normais ou previsíveis de elaboração.

tais como: pasteurização.Co n d i ç õ e s d o s En s a i o s d e Migraç ão a) Elaboração condições que se verificam em períodos relativamente curtos.Re g u l a m e n t o s d e M a t e r i a i s Pl á s t i c o s d e s t i n a d o s a o Co n t a t o c o m A l i m e n t o s – Re s o l u ç ã o n . 1 0 5 /9 9 A N EX O V . . etc. acondicionamento a quente.   c) Consumo aquecimento do alimento na própria embalagem antes da ingestão. esterilização. utilização de utensílios domésticos de plástico em contato com alimentos.   b) Armazenamento contato prolongado durante o armazenamento à temperatura ambiente ou de refrigeração.

1 0 5 /9 9 A N EX O V .Co n d i ç õ e s d o s En s a i o s d e Condições de Ensaio Migraç ão Condições de contato no uso real Simulante A Simulante B Simulante C Simulante D Azeite de n-Heptano Oliva Água Destilada Ácido Acético 3% Etanol 15% 5°C/10 dias 40°C/10 dias 5°C/10 dias 40°C/10 dias 5°C/10 dias 40°C/10 dias 5°C/30min 20°C/30min 5°C/10 dias 40°C/10 dias 40°C/24h 40°C/24h 40°C/24h 20°C/15min 40°C/24h 40°C/2h 40°C/2h 40°C/2h 20°C/15min 40°C/2h 80°C/2h 100°C/30min 120°C/30min 80°C/2h 100°C/30min 120°C/30min 80°C/2h ----- 40°C/15min 50°C/15min 60°C/15min 80°C/2h 100°C/30min 120°C/30min A) Conservação (t > 24h) T < 5ºC 5ºC < T < 40ºC B) Contato momentâneo (2h < t < 24horas) à temperatura ambiente C) Contato Momentâneo (t < 2horas) à temperatura ambiente D) Elaboração 40ºC < T ≤ 80ºC 80ºC < T ≤ 100ºC T > 100ºC .Re g u l a m e n t o s d e M a t e r i a i s Pl á s t i c o s d e s t i n a d o s a o Co n t a t o c o m A l i m e n t o s – Re s o l u ç ã o n .

1 0 5 /9 9 Limite máximo de Migração Total = 50mg/kg ou 8mg/dm2 .Re g u l a m e n t o s d e M a t e r i a i s Pl á s t i c o s d e s t i n a d o s a o Co n t a t o c o m A l i m e n t o s – Re s o l u ç ã o n .

1 0 5 /9 9 L i s t a s Po s i t i v a s Polímeros e Resinas Anexo II da Resolução n.Re g u l a m e n t o s d e M a t e r i a i s Pl á s t i c o s d e s t i n a d o s a o Co n t a t o c o m A l i m e n t o s – Re s o l u ç ã o n . 105/99 Exemplo:  Copolímero de cloreto de vinila com acetato de vinila modificado com anidrido maléico e poli(álcool vinílico) (1) (3) (7) (I) (6) Cloreto de vinila: LC = 1mg/kg (3) Anidrido maléico/Ácido maléico: LME = 30 mg/kg (expressos como ácido maléico) (7) Acetato de vinila: LME = 12 mg/kg (I) Somente para alimentos não aquosos .

Viscosidade mínima à 25ºC: 100 Centistokes” .Re g u l a m e n t o s d e M a t e r i a i s Pl á s t i c o s d e s t i n a d o s a o Co n t a t o c o m A l i m e n t o s – Re s o l u ç ã o RDC n .Peso molecular mínimo maior que 6800 . 17. de 17/03/2008 Exemplo:  Adipato de di-2-etilhexila (Nº CAS 103-23-1): LME = 18 mg/kg  Óleo de silicone (Nº CAS 63148-62-9): “Deve atender os seguintes requisitos: . 1 7 /2 0 0 8 L i s t a s Po s i t i v a s Aditivos p/ materiais plásticos Resolução RDC n.

01% (m/m)  Cádmio 0.01% (m/m) .01% (m/m)  Zinco 0. 1 0 5 /9 9 Co r a n t e s e Pi g m e n t o s .Re g u l a m e n t o s d e M a t e r i a i s Pl á s t i c o s d e s t i n a d o s a o Co n t a t o c o m A l i m e n t o s – Re s o l u ç ã o n .005% (m/m)  Bário 0.05% .Conteúdo Aminas aromáticas < 0.01% (m/m)  Chumbo 0.Não podem conter metais em quantidade superior a: Arsênio 0.Não devem migrar para os alimentos .005% (m/m)  Selênio 0.20% (m/m)  Mercúrio 0.

10% m/m) e Antimônio (0.05% m/m) além dos já estabelecidos Alterações na metodologia de ensaio Novos requisitos para o Negro de Fumo .Co n s u l t a Pú b l i c a n º 4 5 . d e 2 1 d e a g o s t o d e 2 0 0 8 Co r a n t e s e Pi g m e n t o s Enfatiza que a análise deve ser feita no corante e não no masterbatch Aminas aromáticas não sulfonadas em corantes orgânicos Aminas aromáticas sulfonadas em corantes orgânicos Novos limites: Cromo (0.

anvisa.gov.gov.Re s o l u ç ã o n .php?id=22680&word= .br/leisref/public/showAct. d e 1 5 d e m a r ç o d e 2 0 0 0 • Re g u l a m e n t o t é c n i c o s o b r e o M a n u a l d e Pr o c e d i m e n t o s b á s i c o s p a r a Re g i s t r o e Di s p e n s a d e Ob r i g a t o r i e d a d e d e Re g i s t r o d e Pr o d u t o s pert inent es à área de alim ent os Dispensa do Registro.php?id=136&word= Re s o l u ç ã o n . mas todos os estabelecimentos que exercem atividades pertinentes à área de alimentos devem ser inspecionados e licenciados pela Autoridade Sanitária http://e-legis.br/leisref/public/showAct. 2 3 . 2 2 . d e 1 5 d e m a r ç o d e 2 0 0 0 • Re g u l a m e n t o t é c n i c o s o b r e p r o c e d i m e n t o s d e regist ro e dispensa da obrigat oriedade de regist ro de produt os im port ados pert inent es à área de alim ent os Os produtos importados seguem as mesmas normas que os produtos nacionais http://e-legis.anvisa.

É NECESSÁRIO CUMPRIR A LEI VIGENTE!! . Pe c u á r i a e Abast ec im ent o .Não é mais necessário solicitar o registro (Autorização de Uso de Produto .AUP) junto ao Departamento de Produtos de Origem Animal (DIPOA) NO ENTANTO. de 16 de janeiro de 2002 . d e 1 4 d e s e t e m b r o d e 2006 A U P – M i n i s t é r i o d a A g r i c u l t u r a .I n s t r u ç ã o N o r m a t i v a n º4 9 .Revoga a Instrução Normativa nº8.

de 19 de maio de 1999 Resolução RDC n.Ex e m p l o Garrafa – Material Plástico Polietileno (PE) Tampa – Material Plástico  Polipropileno (PP) Garrafa: Resina de PE + Masterbatch (resina + pigmento) Tampa: Resina de PP + Masterbatch (resina + pigmento) Resolução n. 17. 105. de 17 de março de 2008 .

Garrafa: Resina de PE “x” + Masterbatch (resina de PE “y” + pigmento) Solicitação dos laudos: de formulação da resina “y” e do pigmento Petroquímica Laudos formulações resinas x e y Garrafa Pigmento Solicitação dos laudos de formulação da resina “x” e do masterbatch Laudo Pigmento (metais e aminas) Masterbatch ...Ex e m p l o .

Laudo de análise do pigmento (metais pesados e aminas) frente exigências da Res...Ex e m p l o . 105/1999 e 17/2008 emitido pela Petroquímica . Garrafa: Resina de PE “x” + Masterbatch (resina de PE “y” + pigmento) Laudo de avaliação da formulação da resina “x” frente às Listas Positivas da Res. 105/1999 Usuário da Embalagem = Indústria de Alimentos .Laudo de avaliação da formulação da resina “y” frente às Listas Positivas da Res. 105/1999 e 17/2008 emitido pela Petroquímica Garrafa Laudo de avaliação do masterbatch: Laudo de Migração Total .

gov.sp.aline@ital.br Fone: (19) 3743 1927 .