ano letivo 2014/15

ISSN 2183 — 2196

revist @ mais
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE OLIVEIRA DO BAIRRO

inovação

futuro

ambição

amizade
revist@ nº 8, setembro 2015

revist@ nº 8, setembro 2015

FICHA TÉCNICA
título
revist@mais

índice
págin@ 3 editori@l

págin@ 4 … em entrevist@

equipa técnica
Capa: Paula Agostinho

págin@ 9 ensino profissionalizante em revist@
pré-escolar em revist@

Revisão: Lília Filipe e Lygia Pereira

págin@ 13

Editor: Joaquim de Almeida

págin@ 17 1º ciclo em revist@

Entrevista: Ana Barqueiro

ISSN

págin@ 21 acontece no @eob

2183—2196

págin@ 29

sugest@ao do chef

tiragem

págin@ 30

bibliotec@ndo ...

págin@ 33

trabalhos de @lunos

250 exemplares
Reservados todos os direitos de acordo
com a legislação em vigor
setembro 2015

págin@ 36 ... conta-me como er@
págin@ 39

educação especi@l

págin@ 40

... for@ de portas

agradecimentos
A toda a comunidade escolar, mas especialmente aos alunos sem os quais esta
publicação não faria sentido.
Sede: Rua Dr Acácio de Azevedo, 28 — 3770-213 Oliveira do Bairro — Tel: +351 234 747 747

págin@ 43 desporto em revist@
págin@ 2

revist@ nº 8, setembro 2015

editori@l

Na altura em que frequentava a escola, não digo “no meu tempo” porque

há crianças que após saírem da escola passam horas em ocupações extra

me chamariam ”velhota” ou “cota”, as aulas começavam a 7 de outubro.

escolares; há um número demasiado elevado de crianças que ocupam em

Curioso… quando frequentemente ouvimos comentar “nesse tempo sim,

frente ao televisor, ao computador ou a teclar no telemóvel, o escasso

na escola ensinava-se e aprendia-se”!

tempo passado em casa. E quando é que brincam livremente ao ar livre,

Do mês de Setembro, eu e a maioria dos jovens da minha idade, guarda-

correm e saltam com os vizinhos, sujam as mãos na terra, vivem experiên-

mos maravilhosas recordações. Era altura de vindimas! Crianças, jovens e

cias que não são atividades orientadas e supervisionadas? Falamos tanto

idosos, ricos e pobres, todos se juntavam para vindimar, para pisar as

em autonomia, mas como é que ela se desenvolve?

uvas no lagar, para comer as papas de abóbora quentinhas ao final do dia.

Felizmente vivemos num concelho onde ainda podemos desfrutar do

E depois havia a colheita e secagem do milho…

campo, respirar ar não poluído, onde faz pouco sentido visitar quintas

O facto das aulas terminarem nos finais de junho e iniciarem só em outu-

pedagógicas, porque há hortas, quintais e pinhais, onde ainda é possível,

bro, permitia-nos viver ativa e alegremente todas as fainas agrícolas de

em muitos casos, confiar as crianças aos cuidados dos avós ou dos vizi-

verão, sermos felizes e simultaneamente desejosos de regressar às aulas.

nhos, onde os nossos jovens podem ocupar os seus tempos livres em par-

Este ano as aulas começam a 21 de Setembro.

ques ao ar livre ou atividades de voluntariado.

Muito se tem escrito e falado sobre este “atraso” e suas implicações: não

Nunca ninguém disse que criar os filhos é tarefa fácil, mas não nos deixe-

haverá tempo para a lecionação de todos os conteúdos; será difícil cum-

mos cair na tentação de a descomplicar, passando para a escola respon-

prir as metas; o período prolongado de férias conduzirá à perda de hábi-

sabilidades que são, e devemos pugnar para que continuem a ser, da fa-

tos de trabalho; enfim, um rol infinito de razões, que fazem antever um

mília!

ano letivo calamitoso.

Aproveitemos as condições que a nossa região ainda nos oferece para

O que preocupa realmente os pais? E digo pais, porque não julgo que os

tornar os nossos filhos crianças e jovens felizes, responsáveis e criativos,

professores estejam realmente preocupados com o facto de terem mais

comprometidos com deveres sociais.

uma semana para preparar refletidamente o regresso dos alunos.

Quanto à escola, cá estaremos no dia 21, empenhados em cumprir o nos-

Muitas famílias hoje, pelas mais diversas razões, têm menos tempo de

so papel, desejosos de receber os vossos filhos e certos de que não faltará

qualidade para os filhos, abdicando dos seus direitos ao delegar na escola

tempo para cumprir os nossos objetivos.

muitas das tarefas que lhes são devidas, descurando a ligação afetiva e o

Bom ano letivo para todos!

acompanhamento diário, pretendendo conferir à escola o papel básico de

Sejamos felizes!

editorial
ATL, em que o essencial é cuidar das crianças e ocupar os jovens. Há crianças que entram na escola às 7.30 da manhã e saem às 7 horas da tarde;

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Júlia Gradeço — Diretora do AEOB
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… em entrevist@

à conversa com …
Jaime Martins, Professor aposentado do
Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro
Jaime Augusto da Rocha Martins, licenciado em Filosofia pela Universidade do Porto, lecionou as
disciplinas de Português, Estudos Sociais e História e Geografia de Portugal, durante vários anos, no
atual Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro. Além de docente, também exerceu funções de
Presidente do Conselho Diretivo / Conselho Pedagógico e Perito de Orientação Escolar e Vocacional
nos Serviços de Psicologia e Orientação do Agrupamento.
Dedicou-se também à implementação de projetos que visavam o sucesso do ensino/aprendizagem.
Aposentado desde 2012, quisemos saber como ocupa atualmente o seu tempo.

Preferências:
Escritor de língua portuguesa: Aquilino Ribeiro pela temática e pela linguagem popular onde os regionalismos ganham estatuto e eternizam o povo mais simples; Sofia de Mello Breyner pela clareza e
simplicidade da linguagem expressa na literatura infantil
Modalidade desportiva: Todas, em geral, mas o futebol em particular
Cor: A cor do coração: vermelho (mas o azul segue de perto)
Cidade: Braga
Prato favorito: Cozido à Portuguesa
Clube de eleição: Glorioso S.L.Benfica
Destino de férias: Algarve e Barra
Passatempo: Leitura e futebol (só visto, infelizmente)
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Depois da sua tão longa e dedicada carreira como docente, como ocupa

(limpeza, remoção de madeiras) ou aproveitamento (plantação de árvo-

atualmente o seu tempo?

res). O tempo torna-se, por vezes, escasso para tantos afazeres!

Antes de iniciar esta conversa, gostaria de agradecer a lembrança e a

Mas nem só de trabalho vive o homem. Os netos ocupam um tempo es-

oportunidade de repassar o “filme” de uma carreira de quarenta anos,

pecial, normalmente aos fins de semana, que é difícil verbalizar.

trinta e três dos quais ligados às Escolas de Oliveira do Bairro. Mesmo nas

As viagens, mais frequentes, a Braga representam, de algum modo, o

passagens de três anos por Lisboa (pós-graduação no Instituto de Orien-

regresso às origens, o contacto mais assíduo com familiares e amigos de

tação Profissional) e sete por Salamanca (parte curricular do doutoramen-

infância e juventude.

to em Psicologia da Educação na Faculdade de Psicologia de Salamanca),
nunca deixei de estar ligado à Escola Preparatória de Oliveira do Bairro e

Quando, em 2012, passou à situação de professor aposentado, que sen-

posteriormente ao Agrupamento de Escolas.

timentos ou emoções vivenciou?

Respondendo objetivamente à pergunta, o meu tempo, hoje, orienta-se

A aposentação para mim constituiu um passo consciente, embora marca-

por outro quadrante. A viticultura e a gestão do património familiar ocu-

do por sensações contraditórias. A nível macro e superestrutural (relação

pam-no totalmente, com a mesma entrega e paixão que a escola e a edu-

com o poder distante), a turbulência do sistema, a falta de respeito pelos

cação me mereciam, mas com uma diferença significativa: a gestão do

agentes e instituições no terreno, o pretensiosismo político educativo

tempo decorre por minha conta.

promoveram uma sensação interna de revolta que se traduzia em cansa-

A viticultura passou a ser o objeto, quase permanente, das minhas preo-

ço, saturação, desilusão, condições prévias à internalização do fracasso,

cupações: os problemas que coloca, os desafios que promove, as exigên-

empurrando-me para a aposentação; a nível microestrutural (relação di-

cias que faz constituem uma aliciante alternativa à vivência que fazia na

reta com a realidade educativa – escola, alunos, colegas, funcionários), a

área educativa. Nunca se sabe tudo, nunca se tem solução completa para

sensação de vazio pelo muito a fazer, o fervilhar de ideias e projetos, o

tudo. Vive-se de aproximações, de pequenos êxitos, de satisfações inter-

relacionamento renovador com o(s) outro(s) foram emoções angustiantes

nas… Replantações, escolha de cepas adequadas, substituição de paus e

que custaram a enquadrar, fazendo-me desejar permanecer no ativo. No

arames são preocupações que preenchem o meu dia, acrescidas das ativi-

meio deste jogo contraditório, valeu a vinha!…

dades inerentes a quem produz vinho. É assim a vida!

Ainda hoje sinto a falta que me faz o diálogo com “certas” pessoas com

O património familiar tem sido outra área absorvente do meu tempo.

quem tinha uma identidade muito forte sobre a escola, a educação, o

Implica obras de melhoramento ou recuperação na adega, nos anexos e,

processo ensino-aprendizagem...

em entrevist@

até, na própria casa. Os pinhais e terrenos carecem de tratamento

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revist@ nº 8, setembro 2015

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No seu percurso, como docente, passou por várias reformas e reestrutu-

Os diálogos do professor

rações do ensino e do modelo educativo. Considera que essas constan-

Marçal Grilo, por sua vez,

tes alterações foram benéficas tanto para os alunos como para os pro-

eram um livro aberto de

fessores?

clareza, de objetividade,

Agradeço a pertinência da pergunta, pois representa, no meu modesto

de profundidade e simpli-

entender, o cerne da problemática na área educativa. Toda a gente neste

cidade sobre educação.

país sabe muito (ou tudo, até) de educação. Os piores parecem, até, ser

Esteve à frente do Minis-

os agentes que foram formados e preparados para a função e gastaram a

tério da Educação o tem-

vida a lutar pela educação!... (Não estou, de modo algum, a passar uma

po que esteve!

esponja ou a diluir responsabilidades sobre problemas profundos, como a

O resto, para responder

formação inicial de professores, a formação contínua e tantas outros!...)

diretamente à questão,

Pondo o cinismo de lado, afirmo perentoriamente a minha satisfação de

foi, em geral, salvo uma

ter vivido dois exemplos enormes de reflexão e aprendizagem sobre edu-

ou outra exceção isolada,

cação: a reforma do sistema educativo perpetrada pela equipa do profes-

um desfilar de vaidades

sor Fraústo da Silva e encimada pela equipa ministerial do professor Ro-

partidárias ou pessoais,

berto Carneiro, nos anos oitenta, e “os diálogos” do professor Marçal Gri-

de decisões politico edu-

lo (ministro da educação) nos anos noventa.

cativas que nunca teve em conta o respeito basilar e essencial devido a

Dava-me gosto ler os documentos essenciais da reforma educativa pelo

quem diariamente se confrontava com a realidade do terreno e vivenciava

fundamento, pela profundidade e pela clareza das conceções e propostas

a incongruência de muitas conceções e decisões políticas. O importante

neles contidos. Pena foi que tivéssemos ficado pelos documentos que

era “ficar na História”, aprovar uma nova reforma, fazer alterações no

continuam disponíveis no pó das bibliotecas escolares, pois a estratégia

sistema.

de formação dos agentes no terreno foi um desastre, na minha singela

Tempo para assimilar as novas ideias, refletir sobre as decisões aprovadas,

opinião. Passou-se a ter acesso a um conhecimento e a uma formação

avaliar as implicações decorrentes, definir e escolher estratégias de inter-

requentada, por vezes, aziumada, onde os condimentos e ingredientes

venção eram imperativos de agentes de segunda que ou não queriam

foram deglutidos, desvirtuados, originando uma cultura verbalista de pa-

fazer nada e resistiam à mudança ou não tinham cabeça para pensar e só

lavras sem significado na ação.

existiam para obedecer.

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Esta falta de respeito pelas pessoas e instituições foi sempre o estandarte

pessoas em geral: “Toda a gente sabe hoje que é a terra que gira em volta

dos responsáveis políticos pela educação. Hoje é assim, amanhã é assado,

do sol, mas todos atuamos, na prática, como se o sol andasse em volta da

depois de amanhã é frito ou grelhado. Sempre ao sabor do autor e nunca

terra”.

em relação às necessidades e condições do(s) destinatário(s), promovendo
a despersonalização sucessiva de quem tinha a responsabilidade da práxis.

Conviveu com bastantes colegas, alunos, professores e pessoal não do-

Era (e ainda é) moda “bater” na educação!

cente. Quer recordar os que o marcaram positivamente?

Desculpem o pretensiosismo, mas, na minha sofreguidão em encontrar

Quem lidou comigo ao longo da carreira (e me conhece) sabe que a minha

resposta ou aproximações aos problemas do dia-a-dia com os quais me

forma de ser e de estar assentou sempre no respeito pelo outro. O outro

confrontava na instituição, na sala de aula ou no diálogo com os outros,

constituiu sempre a referência das minhas ações e a fonte privilegiada das

aprendi que a essência do processo educativo residia na relação entre pro-

minhas aprendizagens. Pelas oportunidades que me oferecia de aprender,

fessor e aluno (turma, diria eu agora!), mediada pelo currículo. A relação é,

o outro representava sempre (muitas vezes no silêncio das minhas lucubra-

pois, o cerne da questão e não se constrói, altera ou modifica pelo simples

ções) o desafio de compreender, de refletir (partilhar, fundamentar, apro-

carregar no botão da máquina. Alguém se preocupou com o impacto que

fundar, reformular, concordar, discordar, rejeitar, …), o confronto sadio

as alterações constantes e os desvios sucessivos de rumo tinham nos agen-

com os meus conhecimentos, conceções, referências e convicções. Neste

tes (professores e funcionários), nos alunos, nos pais e, por consequência,

contexto, isolar alguém nas minhas referências seria um ato de marginali-

nas instituições? Que representação tinha tudo isso na mente dos alunos?

zação inaceitável que não ouso cometer. Assim, aprendi sempre com to-

E dos pais? Que níveis de confiança e crédito promoviam? Que crença ser-

dos: muito ou pouco, positiva ou negativamente! Aprendi com todos: alu-

viam? Que imagem projetavam? Apetece-me dizer como Bertold Brecht no

nos, professores e pessoal não docente! Por isso, todos estão presentes no

poema “perguntas de um operário letrado”: “Tantas histórias, quantas

meu obrigado geral.

perguntas.”

Este reconhecimento não me impede, no entanto, de eleger relações de

Os resultados de todo este labor sem sentido, deste corre-corre sem nexo,

afinidade e identidade mais próximas e mais profundas com colegas com

desta agitação sem rumo (por mais objetivos que se definam) está à vista:

quem partilhei projetos e percursos: o Zé Cruz, o saudoso Lima Marques, a

uma degradação básica das relações de convivência social e de aprendiza-

inesquecível Paula Camacho, a Teresa Lacerda, a Elena Quinta, o António

gem, uma sobrevalorização do conhecimento em si mesmo sem interfe-

Augusto, a Celeste Cravo, a Fátima Pataco, a Alice Oliveira, a Rita Marques,

rência na vida. Vem-me à memória as palavras de um professor com quem

a Isabel Quintaneiro, a Edite Fernandes, a Teresa Nabo, o César Roça, o

tive o prazer de me cruzar em Salamanca, ao teorizar sobre a diferença

João Furtado, o Mário Alves, a Lília Filipe, a Alexandrina Santos, a Olga Al-

entre as Teorias Prévias e as Teorias Científicas e seu impacto na vida das

meida, a Maria Rojo.

em entrevist@

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revist@ nº 8, setembro 2015

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Deixo deliberadamente para o fim a Ana Barqueiro por ser a monitora

ao crédito nas suas capacidades e competências e ao apoio nas suas difi-

desta conversa e por tantas coisas que partilhamos!... Sobre cada um

culdades e lacunas.

destes colegas podia traduzir, numa frase, as mais-valias que me deram e

Os colegas e funcionários representavam os desafios diários que constan-

o impacto que produziram em mim ao longo dos muitos anos de convívio

temente me povoavam o espírito, obrigando-me a rebuscar nos meus co-

e dos muitos e diferentes projetos: radiografia escolar do concelho de

nhecimentos, nas minhas consultas e pesquisas a resposta ou a integração

Oliveira do Bairro, comemoração dos 25 anos da Escola Preparatória de

científica de situações concretas que me despertavam. Reconheço que,

Oliveira do Bairro, a disciplina na Escola, projeto educativo “À procura da

neste sentido, eu era o ambiente que me rodeava, ao qual devo muito do

identidade”, avaliação interna da Escola, Escola de pais, Viagem pelo

que era e sou.

saber,… E outros de que a memória escondeu o registo. Qualquer destes
projetos se alicerçava em três dimensões essenciais: uma vertente insti-

Deixe-nos o seu apontamento sobre as características que considera real-

tucional que visava a construção de uma escola de referência explícita,

mente importantes para o desempenho da função docente.

clara e consciente, de todos e para todos; uma perspetiva desenvolvi-

Pergunta difícil, mas a que não me vou furtar, procurando dar uma respos-

mentista que procurava ter em conta o crescimento gradual e global dos

ta à posteriori alicerçada numa carreira de quase quarenta anos:

alunos desde o pré-escolar ao secundário e promover o sentido de per-

- profunda, consistente e coerente for-

tença (inclusão) em todos os envolvidos; e um vetor estratégico que se

mação científica e psicopedagógica;

preocupava com cada etapa ao longo do processo. Uns tiveram pernas

- respeito pelo outro (aceitação do ou-

para andar, outros perderam-se na poeira do tempo.

tro como é à partida, visão do outro

Não seria correto deixar sem uma palavra de referência a professora

pela positiva, crença objetiva no outro,

Júlia Gradeço, diretora do Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro,

respeitando as condições que impõe e

pela confiança, liberdade, crédito e meios que sempre me concedeu para

mobilizando as estratégias que exige);

a coordenação destes projetos.

- capacidade de diálogo e abertura;
- capacidade de reflexão (promotora da

Sente falta de estar na sala de aula? E na sala de professores?

compreensão e da reformulação e

Evidentemente. Sinto a falta de tudo, sem nostalgia. Os alunos e a sala de

construtora da coerência e consistência

aula fazem-me falta pela reflexão a que permanentemente me obrigavam

pessoais);

de reformular as minhas propostas de aprendizagem e estratégias de

- paixão (alegria, entusiasmo e resistên-

ação, a maneira como os alunos respondiam à confiança neles depositada,

cia à frustração).

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ALUNOS DE RESTAURAÇÃO CELEBRAM DIA DA CRIANÇA
No dia mundial da criança, a turma 10º D do curso profissional de restauração, variante cozinha e pastelaria foi ao pólo escolar de Vila Verde interagir
com os alunos do mesmo. Uns confecionaram, outros decoraram e comeram. Foi uma manhã muito agradável e diferente. Obrigada pela receção.

MISSÃO CUMPRIDA — CURSO PROFISSIONAL DE RESTAURAÇÃO
Missão cumprida! E com sucesso! Vinte e um alunos do 12º ano do Curso Profissional de Restauração, variantes Cozinha e Pastelaria e Restaurante e Bar,
acompanhados dos seus formadores e na presença de um júri, a quem fica aqui um enorme agradecimento, concluíram e apresentaram, ao longo dos
dias 14, 15 e 16 de julho, as suas Provas de Aptidão Profissional. Aí, demonstraram muitas das competências adquiridas nos três anos do curso. O gosto
pela cozinha e pela sala estiveram presentes e o mercado de trabalho espera-os. Bom, foi saber que muitos destes alunos já se encontram a trabalhar
como resultado do seu excelente desempenho na Formação em Contexto de Trabalho terminada no passado dia três.
A Diretora de Turma e de Curso, professora Helena Almada, bem como todos os professores que os acompanharam ao longo dos três anos, desejam-lhes
muitas felicidades e sucesso profissional.

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VISITA DE ESTUDO A LISBOA E SINTRA
Nos dias 15 e 16 de abril, os alunos do 10º ano do Curso de Ciências Socioeconómicas e os alunos do
12º ano do Curso Profissional de Restauração, viveram dois dias recheados de conhecimento económico, cidadania, gastronomia e turismo em Portugal.
Começaram então por uma boa lição de Economia na Euronext Lisboa - Bolsa de Lisboa, onde estiveram atentos e participaram ativamente. Seguiu-se a Assembleia da República onde assistiram, ao logo
de quase duas horas e entusiasticamente, ao Plenário cujo tema era a Natalidade. No final, o Deputado
Paulo Cavaleiro, simpaticamente, a quem deixamos aqui o nosso sincero agradecimento, proporcionou
uma visita a alguns espaços do edifício da Assembleia da República – Salão Nobre, Sala do Senado, Sala
dos Passos Perdidos e Escadaria Interior, deixando os alunos encantados.
Para finalizar o dia, um passeio junto ao Mosteiro dos Jerónimos e um pastelinho de Belém. O dia já ia
longo, era a hora de relaxar. Pernoitaram no Centro de Estágio do Jamor onde tiveram lugar as brincadeiras de jovens animados. Amanhece e a busca ao conhecimento continua. Torre do Tombo e todo o espaço envolvente. Apesar de algum sono perdido, houve quem identificasse assuntos abordados nas disciplinas estudadas. Um passeio, de autocarro, pela cidade de Lisboa- Campo Grande, Rossio,
Terreiro do Paço, Cais do Sodré, rumo a Cascais- Boca do Inferno. Paragem obrigatória. Toda a linha do Litoral, Lisboa-Cascais, foi admirada.
Como não podia deixar de acontecer, os jovens apreciam, o almoço aconteceu no Cascais Shoping. Continuou-se até Sintra, onde se apreciaram as
Queijadas Finas de Sintra e se visitou a Quinta da Regaleira, guiados por um jovem
muito animado e competente. Os alunos, envolvidos na magia da natureza e arte aí
existentes, apreciaram e divertiram-se bastante.
Nesta visita, os alunos visionaram locais de elevado valor turístico, que em muito
contribuem para o crescimento da nossa Economia quando devidamente explorados
em todas as suas vertentes. A Restauração é um dos ramos que mais deve complementar este sector. Cumprimos os nossos objetivos e esperamos ter conseguido
“espicaçar” o espírito empreendedor destes jovens estudantes de Economia e Restauração.
Professora Helena Almada

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PRIMEIROS SOCORROS—FORMAÇÃO
No dia 18 de maio os alunos dos cursos profissionais tiveram a possibilidade de fazer uma formação na área de primeiros-socorros, ministrada pelo
bombeiro Rodrigo Almeida, do corpo de bombeiros de Oliveira do Bairro. Esta formação teve um impacto muito positivo, dado que os alunos foram
alertados para PREVENIR, OBSERVAR, OUVIR, PENSAR, DECIDIR e por fim ATUAR.
De início, foi enfatizada a necessidade dos alunos serem os primeiros a zelar pela sua segurança, pelo que foram dados exemplos muito práticos relacionados com a prática em laboratório e em oficina. Mais uma vez a tónica foi a prevenção, mas em caso de acidente foi salientada a necessidade de
atuar.
A prática passou pela atuação em caso de objetos empalados (um vidro, uma lima, etc) e permitiu aos alunos aprenderam coisas tão simples e tão importantes como medir a pulsação de outra pessoa. Aprenderam também como atuar em caso de choque hipovolémico (perda acentuada de líquidos
pelo organismo), em caso de encontrarem alguém inconsciente num local situado abaixo do solo, em caso de acidente rodoviário, etc.
Os alunos colocaram várias questões que foram prontamente respondidas pelo Bombeiro Rodrigo, que de alguma forma os levou a eles próprios às
respostas.Por exemplo, se tivessem de localizar a posição da sua casa naquele momento eram capazes de o fazer para um rápido socorro pelo INEM,
perguntou a Beatriz. Se se perderem no mato, como fazer, perguntou o Tiago. Por que é que o INEM faz tantas perguntas?
Foi uma formação muito rica e esclarecedora e esperamos que outras se repitam para uma sensibilização da comunidade educativa.
O nosso especial agradecimento ao Bombeiro Rodrigo Almeida e ao corpo de bombeiros de Oliveira do Bairro pela disponibilidade.

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PROJETO VIDAS UBUNTU — CURSO VOCACIONAL 1º ANO
Na semana de 18 de maio realizou-se na Escola Secundária

para outros, através de 5 etapas:

de Oliveira do Bairro, com a turma do Curso Vocacional B, o

1ª Interação com os alunos e participantes do projeto.

projeto "Vidas Ubuntu", promovido pelo Instituto Padre An-

2ª Visualização e exploração do filme "Freedom Writers"

tónio Vieira. Inspirado na filosofia Ubuntu (“Eu sou porque tu

para integração do projeto.

és”), o projeto pretende desenvolver um processo de consci-

3ª Realização de desenhos sobre algo importante para nós e

encialização, de recuperação de memórias, de génese de

a ligação com os nossos colegas.

sentido, de integração positiva de tudo o que foi vivido e de

4ª Realização de um texto de preparação para um vídeo exe-

valorização da identidade, através da metodologia de

cutado com o "Movie Maker"

“personal storytelling”. Durante 4 dias, três formadores da

5ª Partilha de alguns vídeos realizados pelos participantes.

Academia Ubuntu, com o apoio da Mediadora do Agrupa-

Este projeto teve como objetivo demostrar que podemos ser

mento, estiveram a desenvolver este trabalho com os alu-

diferentes em alguns aspetos mas que somos iguais em to-

nos. Foram dias intensos, de muitos sorrisos, lágrimas e

das as coisas do nosso dia a dia. O projeto teve a duração de

emoções fortes. Dias de dinâmicas de grupo, de interação,

uma semana na qual os alunos interagiram com os monito-

de partilha de histórias, vivências e sentimentos. Foram mo-

res de forma intensa. Alguns dos alunos participantes afir-

mentos em que o espírito de grupo se fortaleceu, em que se

maram: "Em uma semana, para além de nos darmos melhor,

estreitaram laços e em que os alunos se envolveram e empe-

conhecemos a forma de serem como são". Os alunos afir-

nharam de forma muito marcante para todos. Mas mais im-

mam ainda terem tido uma ligação ótima com os monitores.

portante do que a nossa experiência, como adultos, é a vi-

Foram apontados alguns aspetos positivos e um negativo. Os

vência dos alunos que revela de forma mais evidente as van-

aspetos positivos foram a interação com os monitores, a

tagens e potencialidades deste projeto. Por isso mesmo, par-

criação do texto e a parte de realização do filme. O aspeto

tilhamos o texto que o aluno Leandro Ramos escreveu sobre

negativo foi a despedida deste projeto!»

esta atividade.

Queremos agradecer a todos aqueles que contribuíram para
que a implementação deste projeto na nossa escola fosse

«O projeto “Vidas Ubuntu” tem como interesse a vida pesso-

possível!

al e a história de cada um dos alunos participantes. O projeto

Para saber mais sobre o projeto: http://www.vidasubuntu.pt

consiste em mostrar que a nossa vida poderá ser exemplo
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JUNTOS AFIRMÁMOS A CONSCIÊNCIA DA SOLIDARIEDADE - CENTRO ESCOLAR DE OIÃ NASCENTE
"A gratidão de quem recebe um benefício é sempre menor que o prazer As experiências educativas realizadas: comemoração do Dia Nacional do
daquele que o faz", já dizia sabiamente o escritor Machado de Assis no con-

Idoso, campanha solidária de Natal de recolha de vestuário, brinquedos e

to Almas Agradecidas. E este foi o principio que esteve subjacente ao traba- produtos de higiene para instituições de solidariedade social, campanha de
lho de projeto vivenciado no decurso do ano letivo de 2014/2015 pelas cri- recolha de pilhas para as unidades de IPO, recolha de tampinhas, dinamizaanças do jardim de infância em parceria com o primeiro ciclo do ensino bá- ção do Dia Nacional do Pijama e vivência do Dia do Nariz Vermelho, constisico da Escola de Oiã Nascente. Através das diversas iniciativas de solidarie- tuíram boas oportunidades para todos "sentirem na pele" os valores da
dade que decorreram ao longo de todo o ano letivo, num trabalho em es-

solidariedade, do respeito e da tolerância, num percurso indispensável ao

treita parceria com a família e toda a comunidade educativa, a Escola básica desenvolvimento de uma prática de compromisso e de responsabilidade
de Oiã Nascente assumiu-se como instituição social, concretizando enume- social numa ótica de educação para a cidadania.
ras ações solidárias que envolveram docentes, não docentes, crianças e Os dias partilhados em solidariedade irão certamente perdurar na memória
familiares. As diversas ações de solidariedade favoreceram a criação de vín- de todos quantos dele fizeram parte e constituem orgulho de quem, de coculos de confiança e uniram as crianças e os adultos numa vontade coletiva
de ser solidário e de ajudar quem mais precisa.
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ração aberto, doou o que a sua generosidade facilitou.
Ana Paula Medina
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EXPRESSÃO DRAMÁTICA COMO ESTÍMULO À CRIATIVIDADE: O PODER DA IMAGINAÇÃO - CENTRO ESCOLAR DE OIÃ NASCENTE
O trabalho que a seguir se apresenta foi desenvolvido com um grupo de 21 cação das crianças, impelindo-as a participar com maior frequência nas aticrianças de idades compreendidas entre os 4 e os 5 anos, sendo consequên-

vidades da sala. As sessões práticas do curso de formação e a dinâmica in-

cia da frequência na ação de formação "Expressão Dramática como Estímu- cutida pela formadora foram essenciais para a implementação do trabalho
lo à Criatividade " que decorreu nos meses de abril e maio deste ano.

com o grupo de crianças sendo que a construção de diferentes tipos de fan-

O objetivo principal do trabalho prendeu-se com a necessidade de encon- toches e as propostas criativas constituíram estratégias ideais para os protrar estratégias motivadoras para as crianças mais inibidas e com um nível

pósitos educativos. O trabalho desenvolvido bem como as estratégias e os

muito baixo de participação espontânea no grupo e para as que revelavam

recursos utilizados promoveram o desenvolvimento de competências comu-

maior dificuldade de expressão oral. Pretendia-se a consolidação da autoes- nicacionais e organizativas nas crianças e contribuíram para o aumento do
tima e autoconfiança das crianças e o desenvolvimento de competências de

número de intervenções espontâneas nas crianças sinalizadas. O trajeto

comunicação através da manipulação dos fantoches e construção de histó-

formativo vivenciado representou também uma importante oportunidade

rias. A intencionalidade educativa subjacente preconizou a articulação de de renovação da prática pedagógica, revestindo uma experiência aprazível e
saberes entre as diferentes áreas de conteúdo, privilegiando a comunicação enriquecedora que contribuiu para o enriquecimento da prática educativa,
oral, a educação artística e dramática e o domínio da escrita. O recurso aos

com reflexo direto no desempenho individual de algumas crianças do grupo.

fantoches pareceu ser uma excelente forma de captar o interesse e a impliSede: Rua Dr Acácio de Azevedo, 28 — 3770-213 Oliveira do Bairro — Tel: +351 234 747 747

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pré-escolar em revist@

Sendo esta uma temática tão do interesse das crianças, optei por reportar

da formadora foram sendo implementadas na sala, multiplicando-se a cons-

ao grupo o trabalho desenvolvido nas sessões presenciais da formação, o

trução de algumas das personagens do conto que, quando manipuladas

que rapidamente despertou o entusiasmo e o interesse das crianças. A

provocaram diversos momentos de comunicação e de relacionamento ver-

"Alice" assim batizada, tornou-se rapidamente um elemento do grupo e o bal entre as crianças.
brinquedo favorito das crianças. Fruto das aventuras imaginárias preconiza-

Os fantoches confecionados bem como o livro construído foram apresenta-

das pela "Alice", surgiu a ideia de produzir um livro criativo com as crianças.

dos à comunidade educativa na noite de 29 de maio e constituíram parte da

Tendo como base uma história da Disney conhecida das crianças: "Alice no surpresa reservada às crianças para a comemoração do dia mundial da cripaís das Maravilhas" e como motivação o fantoche "Alice", depressa surgiu ança num trabalho de parceria com a família. A atividade, "Contos à luz das
o conto reinventado com entusiasmo pelas crianças.

estrelas" levou crianças e alguns familiares a pernoitar no jardim de infância

"Alice no país das sapatilhas" foi produzido com entusiasmo ao longo de numa experiência que se revelou mágica!
duas semanas, tendo sido motivador para na concretização e planificação de

O livro foi apresentado pelo grupo a todas as crianças do 1º CEB da Escola

diversas atividades no domínio da expressão oral e escrita, domínio da ma-

de Oiã Nascente por altura da comemoração do dia mundial da criança.

temática e expressão artística. Reflexo do entusiasmo do grupo as propostas

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Ana Paula Medina

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pré-escolar em revist@

APRENDIZAGEM POR PROJETOS - CENTRO ESCOLAR DO TROVISCAL
Depois de uma atividade de Desenho sobre o quarto de cada um, contei ao meu grupo de crianças que
tinha visitado na Holanda o museu de um pintor que também tinha pintado o seu quarto; Van Gogh.
Van Gogh? Que nome difícil! Como era a pintura? Quantos anos ele tem? Que mais pinturas viste lá?
Onde fica a Holanda no mapa do mundo?
Estava lançado o ponto de partida para mais um projeto de pesquisa que iria dar resposta a estas questões iniciais e trazer todo um conjunto de informações que também eu desconhecia.
Em casa contavam-se todas as descobertas que íamos fazendo na sala com a ajuda da Internet e na
Biblioteca local com os livros que a D. Fernanda, carinhosamente, selecionava para nós. Os pais também iam para a Internet verificar se aquilo que contávamos era mesmo verdade. Sabíamos tanta coisa! E era muito bom ver os adultos admirados! Eles aprenderam muito connosco… e nós aprendemos ainda mais a ensinar!
Depois, bem depois emergiu o nosso projeto de produção/criação: resolvemos pintar como Van Gogh. Mas foi um bocadinho difícil!
No final fizemos uma Exposição. Tínhamos que partilhar com os outros o que aprendemos e mostrar as nossas obras de arte.

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS — CENTRO ESCOLAR DE OLIVEIRA DO BAIRRO

Educadora Esperança Gomes

A hora do conto encanta as crianças e as histórias são fonte de aprendizagem e desenvolvimento. Ao utilizarmos a história como recurso pedagógico
levamos a criança a desenvolver a sua imaginação, a criatividade, a capacidade de discernimento e crítica. As histórias dão oportunidade de realizar
atividades interdisciplinares onde a expressão oral se cruza com a formação pessoal e social, a matemática, as expressões e o conhecimento do mundo.
Foi neste âmbito que o pré-escolar de Oliveira do Bairro utilizou a história “O Cuquedo”, num intercâmbio entre as três salas, estreitando a relação
entre os pares e os adultos envolvidos no processo cognitivo das crianças para dar continuidade à hora do conto com a dramatização desta história que
encantou os intervenientes e os espetadores.

“O imaginário é o
motor do real”
Jaqueline Held

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Durante o mês de janeiro, a escritora Maria Sousa visitou algumas das es-

artes mas o que eu gosto mesmo é de ilustrar, desenhar, escrever. Final-

colas do nosso Agrupamento onde deu a conhecer a sua mais recente obra

mente consegui concretizar o meu sonho, pelo que nunca se deve desistir

“ Despertar”. Aquando da sua passagem pelo Centro Escolar do Troviscal,

dos sonhos.

a turma T4 aproveitou para conversar de uma forma bastante informal

Daniela Fernandes: Quantos livros já escreveu?

com a escritora. Dessa conversa surgiu uma entrevista que nos dá a co-

Maria Sousa: Eu tenho cinco livros, mas editados só tenho três. Como faço

nhecer um pouco melhor a autora.

ilustração e uso aguarela, tinta a óleo ou grafiti, demora muito tempo, então não tenho tempo para fazer mais que um livro por ano.

Gabriel Pinhal: Porque escolheu o pseudónimo “Maria Sousa”?
Maria Sousa: Não é bem um pseudónimo. Maria Sousa faz parte do meu
nome. Eu chamo-me Maria de Lurdes de Sousa Rodrigues. Porque Sousa é
o apelido da mãe. A minha mãe já partiu, já não está connosco. Tinha eu
treze anos. Então, é uma homenagem à minha mãe para o apelido dela
ficar sempre para toda a eternidade, como sempre que eu escrever livros,
o Sousa vai surgir sempre.
Rafael: Onde nasceu e onde vive?
Maria Sousa: Nasci no distrito de Aveiro e vivo também em Aveiro, em São
Bernardo.
Lucas: O que a fez querer ser escritora?
Maria Sousa: Porque eu desde tenra idade, desde que comecei a ler, adoro
ler histórias infantis, adoro muito as ilustrações… Desde pequenina que eu
gostava de escrever e ilustrar livros. Eu sonhava um dia quando fosse adulta, em vez de estar eu a ler o livro dos outros, ter um livro meu e ilustrar
esse mesmo livro.
Francisco: Há quanto tempo é escritora?
Maria Sousa: Há quatro anos. Antes a minha área era a financeira, andei a
estudar línguas e relações empresariais que não tem nada a ver com belas

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Rafaela Tavares: Qual a sua obra preferida?
Maria Sousa: Essa é uma pergunta tão difícil… porque eu gosto de todas.
São três e eu gosto de todas porque têm um toque especial, todas foram
escritas e ilustradas com paixão, muito prazer, portanto é como eu estivesse a ser injusta com alguma … não há preferida, todas são especiais.
Oriana: Em que se inspirou para escrever o livro “Despertar”?
Maria Sousa: Inspirei-me na natureza, em todas as histórias e relatos de
conversas que tenho com professores, pais e alunos. Este tema, além de
tratar de ecologia, respeito pela natureza também trata da agressividade
entre os jovens.
Simão: Há quanto tempo lançou o seu 1.º livro?
Maria Sousa: Foi em dois mil e doze…
Diogo: Qual é o seu maior sonho?
Maria Sousa: Vou fantasiar um bocadinho… era haver paz, harmonia no
mundo. A nível profissional… que todas as crianças leiam os meus livros,
gostem dos meus livros e das minhas ilustrações e que sejam uma inspiração, principalmente para todas as crianças. Gostava que os meus livros
transmitissem a mensagem de ecologia, cidadania, e que seja compreendida por todas as crianças… e que as inspire …crianças e adultos.
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Daniela Silva: O que faz quando não está a escrever?

no mundo da fantasia e ler é isso mesmo, é nós entrarmos noutro mundo,

Maria Sousa: Trato daquelas coisas chatas do dia-a-dia… da casa, tomo

noutra dimensão. É maravilhoso quando estamos a ler, se nós estivermos

conta do meu filho, o Gabriel, que tem 7 anos e que me dá muito prazer

mesmo concentrados na história temos a sensação que estamos lá, que

estar e brincar com ele, ajudá-lo com os trabalhos, dar-lhe atenção.

aquilo faz parte de nós e nós fazemos parte daquela história. A mensagem

Rafaela Moreira: Qual a melhor recordação do tempo da escola primária?

que eu quero passar é em tudo o que façam vos dê prazer e estejam con-

Maria Sousa: A aula de Educação Visual. Eu adorava desenhar e quando a

centrados e entreguem-se de coração e alma para sentirem aquelas sensa-

professora dizia para nós inventarmos qualquer coisa então aí é que eu

ções boas que eu sinto sempre desde criança quando lia uma história, fica-

adorava e também gostava muito de jogar futebol.

va tão envolvida que parecia que ficava dentro da história. Isso é fabuloso.

Professora: Que mensagem gostaria de deixar aos alunos desta escola

Alunos: Muito obrigado pela sua presença e pela entrevista.

para os incentivar a ler?

Maria Sousa: Obrigada eu, meus pequeninos.

Maria Sousa: A ler? Eu tenho quase quarenta e três anos, mas ainda tenho
uma criança dentro de mim e o que me faz ser criança e ser feliz é entrar

BICHOS DA SEDA—UMA APRENDIZAGEM POR PROJETO NO CENTRO ESCOLAR DO TROVISCAL
O Trabalho de aprendizagem por projetos cooperativos permite uma abor-

lhas de amoreira (único alimento) que eram partilhadas com todos. Já na

dagem holística e integradora do currículo e que os professores passem de

turma da Educação Pré-escolar desenvolveu-se um projeto de pesquisa

“transmissores” de saberes a “provocadores” de desenvolvimento.

sobre eles . Este projeto atravessou todas as áreas do saber e contagiou

Ao longo do ano letivo os bichos da seda proporcionaram imensas aprendi-

família e outros elementos da comunidade educativa.

zagens na nossa escola. A Turma T3 foi incentivada a desenvolver mais um

As crianças, com a supervisão e ajuda da educadora, construíram uma

novo projeto obedecendo a toda a metodologia subjacente a este tipo de

apresentação que foi o produto final de todo um processo de levantamen-

prática pedagógica e à qual todos os alunos já conhecem . Para além disso,

to de questões, observação, procura de informação, análise e sistematiza-

e uma vez que o projeto a isso proporcionava, foi criada uma folha de re-

ção da mesma.

gisto onde se mencionavam todas as fases da metamorfose dos bichos da

E como todo o trabalho só tem sentido social se for partilhado em circuitos

seda. Também a família foi contagiada pelas descobertas, uma vez que era

autênticos de comunicação, o Power Point foi apresentado à Turma 3 e

também uma novidade para a maioria dos adultos. Os alunos “passeavam

houve troca de saberes entre os dois grupos.

“os bichos entre a escola e a família que se encarregava de apanhar as fo-

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DIA MUNDIAL DA CRIANÇA - CENTRO ESCOLAR DE BUSTOS
No dia 1 de junho, a Escola Básica de Bustos comemorou o Dia Mundial da

jado lanche, bolo de chocolate com morangos e um pouquinho de chantilly,

Criança. Foram expostos todos os trabalhos decorativos, realizados com a

porque neste dia tão especial uma guloseima não faz mal!

ajuda da família e a Escola ficou mais bonita. Depois, deslocámo-nos ao

E porque o dia ainda ia a meio, com muito para festejar, também a Associa-

Jardim para aí todos deixarem a sua pintura, de maneira a decorarmos um

ção de Pais as crianças quis mimar. Disfarçados com perucas e maquilha-

lindo Mural, iniciativa da Junta de Freguesia.

gem, entregaram um “miminho” aos alunos, professores e assistentes ope-

Na sala da Educação Pré- escolar as surpresas continuaram no período da

racionais. Na A.A.A.F. as surpresas continuaram com a modelagem de ba-

tarde. Por volta das 13h30min chegou a D. Xiomara, mãe da Carolina,

lões ao gosto das crianças efetuada pela animadora Jamilet.

acompanhada da sua mala que continha uma agradável surpresa para as

No fim do dia, as crianças estavam felizes com tantas surpresas, pois foi um

crianças: tudo o que era necessário para fazer pintura facial ao gosto de

dia de muita fantasia. Como é bonito ser criança e, com muita esperança,

cada uma delas. Uma hora depois chegou a D. Prazeres com uma história

desejamos-lhe o melhor! Obrigada a todas as pessoas que estiveram envol-

para contar: “A zebra que perdeu as riscas”. De seguida, chegou o tão dese-

vidas nestas atividades pois só assim foi possível tanta felicidade.

SER AGENTE DA GNR - CENTRO ESCOLAR DE BUSTOS
No dia 11 de junho, as crianças do 1.º Ciclo da Escola Básica de Bustos viveram uma experiência que, com toda a certeza, vai ficar para sempre nas suas
memórias: Ser Agente da GNR por umas horas. Foi uma manhã diferente, bem divertida e de muita sensibilização junto dos senhores automobilistas.
Bem-haja à Escola Segura e aos Senhores Agentes que permitiram esta atividade!

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O NOSSO RECREIO É FIXE - CENTRO ESCOLAR DO TROVISCAL
Há vários estudos a comprovar que o recreio escolar é um espaço privile-

alguns daqueles jogos que todos temos na arrecadação e já não usamos.

giado para a interação interpares, para o desenvolvimento de competên-

Posteriormente contamos com o envolvimento da Associação de Pais (as

cias sociais e para a aprendizagem não formal. Se a escola colocar à dispo-

crianças já tinham ido contar que andavam a fazer umas coisas engraça-

sição das crianças atividades estimulantes e diversificadas que promovam

das no recreio) que nos deu de prenda de Natal alguns jogos sociais e está

a livre expressão, a criatividade, a cooperação, a aceitação e o cumpri-

a contribuir para a aquisição dos ingredientes para um novo projeto, que

mento de regras estará a contribuir para um desenvolvimento mais equili-

nasceu do primeiro: “Saber com Sabor”. Neste, em cada semana uma das

brado das crianças e para a prevenção da indisciplina e do bullying.

turmas da escola confeciona uma iguaria culinária que poderá ser enco-

Higgins (1994) considera que um bom ambiente de recreio é aquele que

mendada pela comunidade educativa com o objetivo de adquirir jogos,

proporciona flexibilidade e diversidade de ações, oferecendo todo um

livros, matérias de Expressão Plástica e Físico-motora. O sucesso do pro-

conjunto de experiências de jogo e aprendizagem.

jeto tem sido tanto que em todas as semanas não chegamos para as enco-

Por isso no Polo Escolar do Troviscal iniciámos um projeto de “Animação

mendas. Já fizemos Doce de abóbora ( pré-escolar e T3 ), Bolinhas de sa-

dos Recreios” que passa por proporcionar às crianças do 1º ciclo ativida-

lame (T2), Bolachas sortidas (T4), Coquinhos (T1 ) e Gomas (Apoio educati-

des de Expressão Plástica, Expressão Físico-motora, Leitura livre e Jogos

vo). E faremos muitas coisas mais! É que o SABER com SABOR tem outro

Sociais variados. Este projeto começou recorrendo aos materiais do J.I. e a

gostinho!.....

“ O jogo não é só um direito, é uma necessidade. Brincar/jogar não é só uma ideia, é uma vivência . Jogar/brincar não é só incerteza, é uma forma acrescida de ganhar segurança e autonomia” ( Neto, 2001)

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ESCOLA BÁSICA DR FERNANDO PEIXINHO — ESCOLA SOLIDÁRIA 2014/15
A Escola Básica de Oiã participou no Programa Energia com Vida – Escolas Solidárias,
5ª edição, a 1ª a nível nacional, promovido pela Fundação EDP.
Foram mais de 300 as escolas que responderam a este desafio mas apenas 84 conseguiram qualificar os seus projetos, AGINDO.
A nossa Escola fez parte da lista de apuramento como Escola Solidária – 2014/2015
com o Projeto AGIR – EDP! (É Da Praxe).
Todas as escolas QUALIFICADAS receberam certificados, um Estandarte Energia com
Vida e respetivo Emblema de Grau assim como o seu Painel de Projeto exposto no
evento final que decorreu no Museu da Eletricidade em Lisboa a 3 de junho.
Contribuíram para esta qualificação os seguintes projetos desenvolvidos pelos alunos do 9ºG: SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL (e social) que promoveu a recolha seletiva de alguns resíduos sólidos tais como: pilhas, tampinhas, rolhas de cortiça e medicamentos fora de validade/embalagens/frascos, revertendo a favor de instituições
sociais e o projeto POPULAÇÃO SÉNIOR que pretendeu proporcionar momentos
agradáveis e combater a solidão dos idosos do Centro Social de Oiã através de visitas regulares com o desenvolvimento de atividades variadas.
Neste contexto, os alunos cumpriram a missão de serem motores de intervenção
social com enfoque na educação para a cidadania ativamente solidária, de onde o
voluntariado é natural, realizando assim um “estágio prático de vida”.
A equipa de trabalho foi coordenada pela professora Alice Oliveira e teve como parceiros a Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, o Centro de Compostagem de Bustos, o Centro Social de Oiã e a Foto Beira Rio de Oiã.
Este Programa contribuiu, seguramente, através das boas práticas desenvolvidas na
Escola, para o desenvolvimento humano e muito particularmente dos alunos dinamizadores que tiveram uma atitude cívica exemplar ao longo de todo o percurso.
Um bem-haja a todos eles!
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9º ANO — FESTA DE FINALISTAS NO QUARTEL DAS ARTES
No dia 4 de junho, os alunos do 9º ano do AEOB atuaram no
Quartel das Artes para celebrar o fim de uma etapa das suas
vidas. Alunos e familiares viveram momentos de grande alegria e
recordaram a altura em que estes jovens iniciaram a sua vida
escolar, ainda crianças. Foi uma noite de música, dança, poesia e
teatro, num espetáculo em que participaram apenas os alunos
do 9º ano do Agrupamento, vindos da Escola Básica Dr. Fernando Peixinho e da Escola Secundária de Oliveira do Bairro. Após o espetáculo, foi servido um espumante de honra à entrada do Quartel das Artes. Foi
uma noite de grande emoção para alunos que a partir de agora terão decisões importantes a tomar quanto ao seu futuro.

ESOB RECEBE PRÉMIO DE CRIATIVIDADE NA III CORRIDA DE CARRINHOS DE ROLAMENTOS
No dia 17 de maio, os alunos Abraão Monteiro, do 9ºB, e Paula Robalo, do 9ºD, da Escola
Secundária de Oliveira do Bairro (ESOB), participaram na III Corrida de Carrinhos de Rolamentos, promovida pela CMOB, em parceria com as Juntas de Freguesia do Concelho,
integrada no programa Viva as Associações 2015. Os referidos alunos representaram o
Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro. Além de um agradável momento de convívio entre todos os participantes e o público assistente, o evento permitiu dar asas à imaginação de quem construiu os “bólides”.
Os alunos da nossa escola estiveram
particularmente entusiasmados durante as provas (de perícia e velocidade) e tiveram uma honrosa
participação em ambas as modalidades. Apesar de estarem a concorrer pela primeira vez e terem
como opositores alguns pilotos experientes nestas lides, os nossos participantes não desistiram da
corrida. No final, tiveram uma muito agradável surpresa, pois foram premiados na categoria de
criatividade, o que foi motivo de particular orgulho para a equipa concorrente, pois o carro foi
construído na ESOB, ao longo do ano letivo, com o precioso auxílio do professor João Oliveira, docente de Oficina de Mecânica dos alunos em questão.
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9º ANO — PARTICIPAÇÃO NAS OLIMPÍADAS DE FÍSICA E QUÍMICA
Realizaram-se no dia 11 de abril as olimpíadas de
Química na Universidade de Aveiro e no dia 18 de
abril as olimpíadas de Física na Universidade de Coimbra. O Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro participou com três equipas em ambos os eventos.
Foram dois momentos em que os alunos tiveram
oportunidade de, para além de realizar as provas,
conhecer um pouco do que se faz nestas universidades. Parabéns aos alunos que pela sua participação honrada.

8º ANO — PROFISSÃO: CIENTISTA
Nos dias 22 de maio e 4 de junho na Escola Básica Integrada Dr. Fernando Peixinho e Escola Básica Dr. Acácio de Azevedo respetivamente, decorreu uma Palestra no âmbito da atividade “Profissão – Cientista” dinamizada pelo Dr. Paulo
Silveira antigo aluno do nosso agrupamento (frequentou a Escola Básica Dr. Acácio de Azevedo e a Escola Secundária
de Oliveira do Bairro) a alunos do oitavo ano e organizada pelos professores de Ciências Naturais.
Foram abordadas as experiências de um cientista e a importância para a Humanidade desta profissão. Mostraram-se
algumas plantas em que se evidenciou as caraterísticas que permitem a estas a adaptação aos fatores abióticos e bióticos dos ecossistemas. Desta forma os alunos não só constataram conhecimentos adquiridos nas aulas de Ciências Naturais como conheceram as experiências com um cientista da nossa terra.
De referir que o Dr. Paulo Silveira é licenciado em Biologia pela Universidade de Aveiro, mestre em Biotecnologia pelo Instituto Superior Técnico e
doutorado em Biologia pela Universidade de Coimbra. Para a obtenção deste último grau realizou um estudo sobre a flora vascular da Serra do Açor
(Portugal). Ingressou como Assistente Convidado no Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro em 2001, tendo sido posteriormente contratado como Professor auxiliar convidado em 2002 e Professor Auxiliar desde 2008. Continua a desenvolver estudos em sistemática e ecologia de plantas vasculares, desde a flora Portuguesa à de regiões tropicais como Timor-Leste, Moçambique e Brasil. Participa, ou participou, em 15 projetos financiados pela Comunidade Europeia, F.C.T., entre outras fontes e coordenou 5 prestações de serviços sob contrato para empresas. Entre as orientações
contam-se 11 de trabalhos de Pesquisa ou Estágio, 11 de Mestrado e 6 de Doutoramento. Foi autor, ou coautor, de 1 livro, 8 capítulos de livros, 1 cdrom e 35 artigos científicos, dos quais 21 publicados em revistas internacionais.
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VIVA AEOB
No dia 14 de maio decorreu a Noite VIVA do Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro no VIVA as associações.
Com um espaço repleto de alunos, encarregados de educação e público geral, foi possível demonstrar a excelência
artística que existe no Agrupamento. Música, dança, poesia, demonstrações científicas e demonstração culinária
foram os ingredientes de uma noite bem passada, envolvendo alunos desde o primeiro ciclo até ao ensino secundário e professores.
Assim, somos nós. Assim é o AEOB.

6ª EDIÇÃO “PASSA À ESCOLA”
Decorreu no dia 1 de junho, na Escola Básica Dr Fernando Peixinho e no dia 4 de junho na Escola Básica Dr Acácio de Azevedo, a 6ª edição do "Passa à
Escola". Foi uma atividade de interação entre alunos do 4º ano de todas as escolas do Agrupamento e os alunos do 5º ano de ambas as escolas, com
apadrinhamento dos alunos do 3º ciclo.
Foi uma atividade de verdadeira integração com uma manhã desportiva e uma tarde científica e artística.

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DA SALA PARA O PALCO
Realizou-se no dia 9 de junho, no
Quartel das Artes Dr Alípio Sol, a primeira co-produção QA/AEOB – Da
Sala para o Palco. Este foi um espetáculo original, criado a partir das salas
de aula de música e dança e que reuniu em palco cerca de 120 alunos do
Agrupamento de Escola de Oliveira
do Bairro. Do programa constou um
atributo a Einstein, alguns medleys
com temas dos Queen e dos filmes
Cinema Paraíso e Pirata das Caraíbas,
entre outras surpresas. Este espetáculo, com lotação esgotada, foi de
excelência e permitiu evidenciar as
qualidades artísticas dos nossos alunos.
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PROJETO PROPERAIR — MENÇÃO HONROSA NA IX MOSTRA NACIONAL DE CIÊNCIA
O projecto ProperAir, da Escola Secundária de Oliveira do Bairro, desenvolvido pelos alunos Diogo Albuquerque, Gabriel Marques, Samuel Santos e Vitaliy Davydovych, do 10º B, e coordenado pelo professor
Joaquim Almeida recebeu uma menção honrosa e foi considerado o melhor projeto na categoria de Engenharia na IX Mostra Nacional de Ciência e final do 23º Concurso de Jovens Cientistas e Investigadores.
Durante a IX Mostra Nacional de Ciência, que decorreu de 28 a 30 de maio no Museu da Eletricidade, em
Lisboa, apresentaram-se a concurso 100 projetos de diversas áreas da ciência. Todos os alunos tiveram
oportunidade de apresentar o seu projeto a um júri constituído por 14 elementos de diversas universidades e organismos do estado, mas também à
enorme quantidade de visitantes da Mostra.

PROJETO PROPERAIR — 3º LUGAR NO PRÉMIO FAQTOS
O projecto ProperAir obteve o 3º lugar do Prémio FAQtos que decorreu no dia 11 de julho no Instituto Superior Técnico, em Lisboa. Após superarem
várias etapas, apuraram-se 10 grupos finalistas, que nesta cerimónia apresentaram os seus trabalhos ao Júri Final.
O projecto ProperAIR obteve o 3º lugar, arrecadando um prémio no valor de 500€ com o seu projecto que consiste na construção de uma pulseira
para a monitorização de gases existentes numa atmosfera poluída e com o objectivo de ser usada em diversos contextos, de acordo com o tipo de
gases a que o utilizador possa estar sujeito.
O objetivo fundamental do Prémio FAQtos é o de promover um concurso a nível nacional, orientado
para os alunos do Ensino Secundário, que contribua para a formação de uma consciência coletiva em
matéria de campos eletromagnéticos oriundos de fontes de telecomunicações (banda das radiofrequências), e do seu impacto na sociedade, bem como potenciais efeitos na saúde e ambiente.
O projecto viu mais uma vez ser recompensado o trabalho desenvolvido pela equipa ProperAir, gerando motivação e vontade de continuar a melhorar.
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PROJETO TBOX PREMIADO NA I GALA DE MÉRITO DO CONCELHO DE OLIVEIRA DO BAIRRO
O Quartel das Artes Dr. Alípio Sol serviu de palco, na noite do dia 26 de agosto, ao
reconhecimento do mérito, do talento, do esforço, do empreendedorismo, da solidariedade e de outros valores existentes no concelho de Oliveira do Bairro.
Um projeto há muito ambicionado pelo Jornal da Bairrada. Com o apoio, desde a
primeira hora, da Câmara Municipal, foi possível concretizá-lo, e num dia particularmente simbólico, o dia 26 de agosto, Dia da Cidade de Oliveira do Bairro.
Ao longo de duas horas, convidados e muito público que fez questão de assistir a
este momento festivo, viram ser homenageadas dez personalidades ou entidades
do concelho - naturais, residentes ou que, não sendo daqui, tenham feito algo meritório por Oliveira do Bairro.
Na categoria Educação e Ciência, o projeto TBox viu reconhecido o seu empenho
recebendo o prémio desta categoria.
A noite foi enriquecida com muita música. Depois de uma receção harmoniosa, ao
som do violino e violoncelo de Luciana Silva e Diana Ferreira, a Gala foi abrilhantada por um grupo também ele nascido e composto, na sua maioria, por músicos de
Oliveira do Bairro, Plano B Orquestra.

VIAGEM FINAL DE ANO DO AGRUPAMENTO — RIBATEJO
Realizou-se no passado dia 10 de julho o tradicional passeio final de ano letivo do dirigido ao pessoal docente e não docente do Agrupamento, com destino a terras Ribatejanas. A visita iniciou na Golegã, para uma visita guiada à Casa-Estúdio
Carlos Relvas, seguindo a visita à Casa dos Patudos, no concelho vizinho em Alpiarça, que foi propriedade de José Relvas
(republicano que proferiu o discuso da Implantação da República da varanda da CM de Lisboa, em 1910), filho de Carlos
Relvas. Finda a segunda visita guiada, rumou-se em direção à Casa Cadaval, em Muge, para uma prova de vinhos regional
do Tejo e, após, partiu-se para Escaroupim, perto de Salvaterra de Magos. Nesta povoação houve oportunidade de passear de barco e apreciar as bonitas margens do rio Tejo.
Deste modo, associou-se uma vez mais o lúdico ao pedagógico com o passeio de fim de ano, que conta também com a
presença de colegas aposentados e é sempre um gosto revê-los.
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INAUGURAÇÃO DA AMPLIAÇÃO E REQUALIFICAÇÃO DA ESCOLA DR ACÁCIO DE AZEVEDO
O Ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, inaugurou, no dia 23 de julho, as novas instalações da Escola Básica Dr. Acácio de Azevedo que após as
obras de ampliação e requalificação, que representaram um investimento próximo dos três
milhões, está pronta, no próximo ano letivo, a receber um universo de 450 alunos. Na ocasião,
o ministro da Educação agradeceu o “notável trabalho que foi feito em Oliveira do Bairro no
âmbito da Educação”, acrescentando que se trata de “um exemplo que merece ser seguido por
todo o país”. Para Nuno Crato, a aposta que a Câmara Municipal fez nessa área “é a aposta
certa, a aposta no futuro, na qualidade, na exigência e na diversidade”. Durante a cerimónia, o
ministro referiu ainda que, apesar da crise, o país progrediu na Educação, nos últimos quatro
anos, como é reconhecido pelos indicadores internacionais, citando números e dados estatísticos sobre a cobertura do pré-escolar e a frequência dos diferentes níveis de ensino, para evidenciar a evolução percentual favorável que tem sido verificada.

TOMADA DE POSSE DA DIRETORA DO AEOB
No dia 23 de julho e na ocasião da visita do Ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, à
Escola Dr Acácio de Azevedo, tomou posse, perante os membros do Conselho Geral do Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro, Júlia Gradeço, para mais um mandato (2015-19) na
direção do Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro .
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Sugest@o do chef ...

SUSHI BY SAMUEL TAVARES — 12º D
Sushi é bastante diversificado, e como tal a gama de produtos a ser utilizados é bastante extensa, desde os peixes, legumes até frutas. Os ingredientes
principais são:

O arroz (de sushi): arroz japonês de grão curto, com textura suave e glutinosa;

Nori: alga marinha, que depois de seca e tostada é transformada em folha;

Vinagre de arroz: é o vinagre mais utilizado na culinária japonesa, tem um tom dourado suave, é perfumado, e baixa acidez;

Vegatais e frutas;

Sake: bebida alcoólica tradicional japonesa. A sua destilação é feita através do vapor e fermentação do arroz. Este contém 5 relevantes características´: secura, doçura, amargura, acidez e adstringência, como tal pode ser usada tanto para cozinhar como para acompanhar a refeição;

Peixe.

S. FRANCISCO BY ANDREIA SIMÕES — 12º D
S. Francisco é um cocktail não alcoólico preparado num shaker e
servido num copo “tumbler” médio.É composto por:

1 cl de sumo de limão;

3 cl de sumo de laranja;

3 cl de sumo de ananás;

3 cl de sumo de alperce;

3 cl de sumo de pera;

1 cl de groselha (colocada no topo);

1 rodela de laranja e 1 cereja (decoração).

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À DESCOBERTA DA CIÊNCIA
No dia 9 de maio, realizou-se a viagem a Coimbra com jovens do 10º ano, seniores da Santa Casa da Misericórdia e alunos da Universidade Sénior
(UNISOB), no âmbito do projeto “Leituras & Conversas Partilhadas”.
Na impossibilidade de visitar o Museu da Ciência, tal como estava previsto, visitou-se o Museu da Água e o Jardim Botânico da Universidade de Coimbra. A visita guiada ao Museu da Água permitiu conhecer a história do edifício, que era o local da captação, tratamento e distribuição da água do rio
Mondego para as diversas populações. Hoje, estando desativado, funciona como museu. No início da visita guiada, houve uma chamada de atenção
para a importância da reciclagem, mostrando alguns objetos (porta-moedas, carteiras e
sacos) fabricados a partir das telas usadas para publicitar as actividades promovidas pelo
museu. Na sala de exposições, estava patente uma mostra de vários tipos de solo e foi
projetado um vídeo tridimensional sobre o ciclo da água e a importância de poupar este
bem essencial à vida.
Depois do almoço, o grupo dirigiu-se ao Jardim Botânico, onde pôde observar várias coleções de plantas e passear à sombra das frondosas árvores.
No regresso a Oliveira do Bairro, apesar do cansaço físico, os participantes mostraram-se
satisfeitos com o que aprenderam neste dia.

II EDIÇÃO DO CONCURSO INTERMUNICIPAL DE LEITURA
No dia 30 de maio, realizou-se, no Centro Cultural de Ílhavo, a II Edição do Concurso Intermunicipal de Leitura.
Neste concurso, participaram os alunos do concelho de Oliveira do Bairro que ficaram em
primeiro lugar no Concurso de Leitura em Voz Alta “Ouvir Ler…Que prazer!” e também os das
escolas e agrupamentos de escolas que integram os municípios da CIRA (Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro). A representar o Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro, esteve o aluno do 1º ciclo, Martim Barros, que prestou provas de leitura e compreensão
do livro “O elefante cor-de-rosa”, de Luísa Dacosta.
Parabéns ao Martim e um agradecimento às professoras e familiares que o acompanharam.

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À CONVERSA COM NUNO CAMARNEIRO
No dia 11 de maio, no âmbito do projeto “Leituras & Conversas Partilhadas”, decorreu, na Escola Secundária de Oliveira do Bairro, uma palestra com o
escritor/cientista Nuno Camarneiro.
O palestrante começou por se apresentar, falando da sua juventude passada na Figueira da Foz, altura em que descobriu o gosto pelos livros, do seu
percurso académico em Coimbra (engenharia física), da sua experiência como cientista do CERN (Conselho Europeu para Pesquisa Nuclear) na Suíça e
também do seu doutoramento em Ciência Aplicada ao Património Cultural pela Universidade de Florença.
Nuno Camarneiro referiu que o seu gosto pela escrita surgiu quando esteve na Suíça. Foi aí que começou a dedicar-se à escrita, como forma de colmatar a ausência da família e dos amigos.
Já tem algumas obras publicadas e um dos seus livros (“Debaixo de algum céu”) ganhou o
prémio Leya 2012. Fez ainda incursões pelo texto dramático e pelo cinema. Está também
para breve a publicação de um livro para o público infantil.
Os jovens colocaram várias questões, nomeadamente como se chega a escritor e o que
fazer quando não se tem inspiração. Nuno Camarneiro disse que uma das regras para se ser
escritor é ler bons livros e visionar bons filmes e boas séries. Acrescentou que tudo o que
vale a pena na vida dá muito trabalho e que, mesmo quando não temos vontade, devemos
insistir no trabalho.
Os jovens mostraram-se agradados com a forma jovial como o escritor interagiu com todos.

PERCURSO LITERÁRIO-CULTURAL
No dia 23 de maio, um grupo de professores e auxiliares da acção educativa do Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro deslocou-se à cidade Invicta para visitar alguns monumentos emblemáticos da cidade (Livraria Lello & Irmão e Torre dos Clérigos) e realizar o Cruzeiro das seis pontes, que incluía uma visita às caves Porto Cálem,
prova de vinhos e fado.
Brindado com um excelente dia de sol, este passeio foi muito apreciado pelos intervenientes.
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LEITURAS PARTILHADAS
No dia 7 de maio, duas alunas do 10º A da Escola Secundária
de Oliveira do Bairro deslocaram-se à Santa Casa da Misericórdia de Oliveira do Bairro, a fim de partilharem a leitura de
dois livros, Se eu ficar, de Gayle Forman, e Viagem ao Infinito,
de Jane Hawking, no âmbito do projeto “Leituras & Conversas Partilhadas”.
Depois de se apresentarem, as alunas falaram sobre os livros
que leram, começando por fazer referência à capa, ao título,
ao autor e à editora. Em seguida, fizeram um breve resumo
das obras e leram alguns dos excertos que mais lhes despertaram o interesse. Por fim, o assunto das obras foi objeto de
um animado diálogo entre jovens leitoras e seniores.
Como nesse dia havia baile, houve ainda tempo para jovens
e seniores dançarem uma modinha ao som do órgão eletrónico tocado por um jovem de 88 anos. Estes exemplos de boa
disposição e convívio foram bastante elogiados pelas duas
jovens, que ficaram encantadas com a dinâmica que se vive
na Santa Casa e que elas desconheciam.
Também na última semana de aulas, dia 8 de junho, um grupo de alunas de 10º C partilhou leituras de vários autores e
géneros com alunos da Universidade Sénior de Oliveira do
Bairro (UNISOB). Este foi mais um bom momento de interação entre jovens e seniores.
Ficou a promessa de regressar com mais leituras no próximo
ano letivo.

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trabalhos de @lunos

FAMILY TREE BY MATEUS BARROCO
Trabalho realizado por Mateus Barroco, aluno do 5º F. Trata-se de uma pintura feita no âmbito da disciplina de Inglês, tida em ambiente domiciliário,
designada árvore genealógica (Family Tree).
O Mateus é um aluno do nosso agrupamento que, desde 2013, se debate com um problema grave de saúde.
O nosso pintor já pintou centenas de telas e fez várias exposições. A sua história e as suas obras poderão ser consultadas em:
http://mateusarteoia.blogspot.pt/2014/12/quem-sou.HTM
https://www.facebook.com/events/355176821273811/
Um bem-haja pela sua arte e por fazer parte integrante da vida do nosso agrupamento.
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trabalhos de @lunos

RETRATO DO MEU AVÔ

VIAGEM À GRÉCIA

Vou apresentar-vos alguém que admiro muito. Já tem 80 anos, mas ainda

Eu gostava (e sonho) um dia, poder viajar para fora do país, conhecer

tem muita vitalidade e é uma pessoa muito boa. O meu maior desejo é um

novos lugares, ver o tanto que têm para nos oferecer. Sempre gostei de

dia ser como ele. Essa pessoa é o meu avô Celestino!

ouvir histórias dos tempos antigos, pois foi nesses tempos que se fez a

O meu avô é alto e um pouco gordinho, tem o rosto redondo e usa óculos.

maior parte da História.

Tem uma cabeleira farta e já quase toda branca. Costuma usar calças sempre vincadas e anda sempre com casacos bem quentinhos.
O meu avô está reformado, mas trabalhou cerca de 60 anos (na Venezuela
e em Portugal)! Foi presidente da junta de freguesia, e fez parte da direção
de várias associações.

Por isso, gostava de viajar até à Grécia e visitar os fantásticos monumentos do país, ir a museus, ouvir relatos do tempo, visitar lugares onde
aconteceram as maiores aventuras, andar nas ruínas feitas à mão que
deram tanto trabalho aos escravos e parar para observar as magníficas
paisagens campestres, onde encantadores animais pastam nas ervas

Hoje vive uma vida mais tranquila: lê os jornais, vai ao café para estar com
os amigos, joga às cartas comigo, mas continua sempre a pensar em como

verdes e fresquinhas. Também gostava de andar de barco pelo mar a
toda a velocidade e sentir os ventos frios e a brisa do mar.

melhorar a vida e como resolver os problemas dele e os dos que o rodeiam. É uma pessoa muito humana e sensível, pois ajuda sempre quem precisa. É simpático, prestável, culto e muito bem-disposto.
O meu avô é das melhores pessoas que eu conheço, como homem na sociedade e especialmente como meu avô. É, acima de tudo, o meu grande

Depois de aproveitar estes momentos únicos da vida, adorava visitar os
meus familiares que por falta de condições emigraram para lá. Ia ser
uma viagem inesquecível para toda a vida, porque a ia passar com as
pessoas que adoro e vivia momentos únicos, que fazem crescer.
Espero um dia poder fazer esta viagem magnífica!

amigo.
Duarte Rodriguez, 7ºA

O AMIGO ...

Miguel Carvalho, 7º A

«Um bom amigo sabe sempre quando estamos tristes» - Francisca Peres, 7ºA
«Amigo é aquele que nos deixa feliz, só de cruzar olhares; (o amigo) preenche-nos a alma com o olhar» - Lara Costa, 7ºA
«Um amigo deve ser sincero e transparente, não deve usar máscara» - Beatriz Pais, 7ºA
«Um amigo é um irmão que nós escolhemos para fazer parte da nossa vida» - Duarte Rodriguez, 7ºA

Trabalhos realizados no âmbito da disciplina de Português
Professora Rita Marques

«Um amigo deve ser a pessoa que nos completa» - Inês Santos,7ºA
«Amigo é quem nos repreende em segredo e nos elogia em público» - Tatiana Patrício, 7ºA
«Um amigo apoia-nos e não deixa que a solidão nos vença» - Vânia Neves, 7ºA
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GOSTO DE TI, PORQUE ...

Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Português Professora Ana Barqueiro

(Massa)

Gosto de ti

Gosto de ti, porque

Gosto de ti…

Gosto de ti, porque …

Porque me fazes sentir bem.

És fofa e carinhosa,

Porque me ouves,

Me dás energia.

Gosto de ti

Ajudas-me quando preciso

Porque me proteges.

Crua ou cozida

Porque és minha mãe.

E por isso és espantosa.

Estou sempre pronto para te
comer
Seja noite, seja dia.

Mesmo,
Gosto de ti

Os teus olhos azuis

Porque és minha amiga.
Principalmente,

Tens muitas cores
Com diferentes sabores!
Na hora de escolher…
Uma terá de ser.

Fico sempre surpreendido

Com o teu pelo branco

me

ralhas,

quando não faço as coisas bem
ou até te respondo mal, é para
meu bem…

Fazem-me rir

Quando me cantas uma cantiga.

Para meu espanto.

Gosto de ti…
Porque me ouves cantar

Gosto de ti
Porque me dás amor e dedicação.
És uma amiga
Que estará sempre no meu coração.

Quando estou triste,

Porque me vais deitar

Apareces-me ao lado

Porque me dás colinho, quando

E fazes-me feliz
Com um abraço apertado.

Com as mil formas de existires

Gosto de ti

Desde bolinhas a lacinhos

Porque és especial.

O teu nariz cor-de-rosa

Letrinhas ou até tubinhos.

Tu, para mim,

Faz de ti uma beleza

És como a água do mar

Sim, é de ti que estou a falar,

É para o sal.

Minha querida gatinha Princesa.

Apesar de te adorar

quando

estou a chorar…

Mãe!!!
És uma pessoa especial, com o
teu gesto maternal, és uma
mulher sensacional!

Um bom acompanhamento
Mãe, estarás sempre
Vem sempre a calhar
Na minha mente.
Para saúde ter
A cada dia fazes-me sentir
E para saudável crescer.
Mais contente!
Tiago Lopes – 5º A
Diogo Morais – 5º A

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Matilde Marinho – 5º A

Maria Gabriel – 6º D

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… conta-me como er@

A GUERRA COLONIAL — ENTREVISTA COM EDUARDO SANTOS, EX-COMBATENTE DA GUERRA NO ULTRAMAR
A guerra colonial foi um ciclo conturbado do estado novo. Eclodiu em 1961, em Angola, com o aparecimento dos movimentos de independência. Para
nos elucidar, sobre a temática, convidámos um ex-combatente, Eduardo Santos (avô da Carolina Santos), para retratar as suas vivências e memórias
deste período tão sublevado da história do nosso país. Assim, a 18 de maio, os alunos tiveram o privilégio de interagir com este excelente comunicador.

Entrevistadores (Al)
Alunos do 6º E

Entrevista realizada, pelos alunos
do 6º E, no âmbito da disciplina
de HGP – Professora Berta Santos

Al – Quer contar-nos um pouco da sua infância até incorporar o serviço

Entrevistado (ES)
Eduardo Santos

1968.

militar?
ES – Nasci numa pequena aldeia do concelho de Viseu. Depois da escola
primária fui trabalhar para fora da aldeia. Cedo aprendi os rigores da vida.
Conheci vários trabalhos até agosto de 1965, altura que fui mobilizado
para o serviço militar.

Al – Qual o sentimento que teve e também o da sua família, quando receberam a notícia de que tinha sido mobilizado? Como foi a despedida?
ES - Recebi muito naturalmente, não tinha medo, de qualquer modo, era
coisa que todos nós já esperávamos. Neste ano de 1966 estavam mais de
setenta e cinco mil soldados a combater nesta guerra. Meu pai já tinha

Al - Conte-nos, agora, um pouco da sua história militar: quando foi incor-

combatido na primeira grande guerra mundial e limitou-se a dar-me al-

porado?

guns conselhos, a restante família teve de se conformar, restava apenas

ES - Fui incorporado em agosto de 1965 e mobilizado em 1966. Fiz a re-

rezarem e fazer promessas para que voltasse são e salvo. Mas era doloro-

cruta no Regimento de Infantaria 14, em Viseu, depois passei pela Póvoa

so, nem queiram saber!

de Varzim onde tirei a especialidade; fiz estágio em Queluz (artilharia
antiaérea); fui colocado em Campo Grande (engenharia) e finalmente
Carregueira (formação da companhia para embarque.)
Al - Qual a ex-colónia para onde foi mobilizado e qual o período?
ES – Prestei serviço militar em Angola desde maio de 1966 a junho de
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Al – Quanto tempo demorou a viagem?
ES - Isso foi o mais difícil, calhou-me o Niassa que, creio, levou 12 ou 14
dias. O pior navio utilizado no transporte de militares. Más instalações,
má alimentação e muitos enjoos.

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revist@ nº 8, setembro 2015

… conta-me como er@

Al – Desembarcou em Luanda?

timento do dever cumprido.

ES – Não, desembarquei em Cabinda e como não havia porto, passámos
do barco para um batelão, uma espécie de casca de noz gigante, que servia para transporte dos produtos regionais como café e cocnote (frutos de

Al – Como é que se fazia a comunicação com a família?
ES - Por correspondência, escrita normalmente em aerogramas, que era
uma espécie de envelope aberto, que depois de escrito se fechava e envia-

palmeira), entre o cais e o barco ao largo.

va sem precisar de selo.
Al – Alguma vez participou nalguma das seguintes operações militares:

Só enviávamos e recebíamos a correspondência quando havia as colunas

patrulhamento, golpe de mão ou emboscada?

de abastecimento.

ES - Não, a minha guerra era matar a fome dos nossos militares, pois era
Al – Teve madrinha de guerra? Explique-nos qual a sua função?

cozinheiro.

ES – Sim, tive algumas. Eram raparigas jovens que se correspondiam conAl – Alguma vez foi ferido, ou viu feridos graves?

nosco e nos animavam. Nem elas próprias imaginavam o que sentíamos

ES – Ferido não fui, mas vi um camarada morto, embora tivesse morrido

quando recebíamos a correspondência do “puto”, como nós chamávamos

por descuido dele quando montava uma armadilha ao inimigo. Fiquei mui-

ao continente, fosse da família, da namorada ou da madrinha de guerra.

to chocado.
Al – Como era o contacto com a população local?
Al – Qual foi o pior momento que viveu?

ES – A população local, ao contrário do que possam pensar, recebia-nos

ES – O pior momento de que lembro, foi quando estava com um pelotão

bem, quase todos nós tínhamos uma lavadeira que nos lavava a roupa.

num destacamento há um mês, não podíamos ficar mais tempo porque já

Muitos indígenas vinham ao quartel onde eu distribuía alguma comida que

há dois dias que não tínhamos que comer. Aventurámo-nos a pé e a noite

sobrava. Também lhes comprávamos ou trocávamos alguns mantimentos,

apanhou-nos no meio da floresta. Com muitas dificuldades chegámos a

por frutos tropicais e alguns animais vivos.

um quartel intermédio, mas
por falta de informação, fomos recebidos a tiro. Felizmente ninguém ficou ferido.

Al – Explique-nos em que consistiam as ações de apoio psicossocial?
ES - Para além da ajuda na abertura de vias, aconselhamentos, educação,
o mais importante era o apoio na saúde à população local. Isto era o que
os soldados operacionais faziam. Ainda havia a psicossocial política, que

Al – E o melhor momento?

consistia na propaganda para cativar os naturais e até guerrilheiros para a

ES - Sem dúvida, foi quando

nossa causa. Desta não estou bem informado para falar dela.

entreguei a farda com o senSede: Rua Dr Acácio de Azevedo, 28 — 3770-213 Oliveira do Bairro — Tel: +351 234 747 747

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… conta-me como er@

Al – Conte - nos, agora, como foi o regresso a casa, são e salvo?
ES - Eu não regressei, fiquei lá, não porque não tivesse saudades da família, mas achei
aquela terra tão interessante para se viver, que fiquei encantado. Algum tempo depois vim, casei com a minha namorada de alguns anos e fomos viver para lá. Regressámos, a Portugal, após a revolução de abril.
Al – Para finalizar dê-nos a sua opinião sobre este conflito, a guerra de guerrilha, e o
seu contributo neste palco de guerra?
ES - Eu vivi os dois lados da “barricada” digamos assim… Por um lado, participei na
defesa do território que tinha sido ocupado pelo meu país, há cerca de cinco séculos
atrás. “ANGOLA É NOSSA” era o slogan ouvido constantemente nas rádios e nos quartéis desde a nossa incorporação.
Al – E depois da sua saída do serviço militar, qual o seu entendimento?
ES - Depois de sair do serviço militar e me integrar no povo angolano, compreendi que estávamos errados, todos os povos querem e têm direito à sua
independência, isso era notório tanto nos naturais como nos que lá viviam. Havia espaço para todos e aqueles países precisavam de todos, mas os acontecimentos precipitaram-se e assim, o nosso exército saiu sem honra nem glória de
um palco de guerra, onde mais de oito mil jovens perderam a vida, outros ficaram
com mazelas físicas.
Dum modo geral todos, ainda hoje, sofremos os traumas de dois anos de uma guerra
de guerrilha em que a morte espreitava a qualquer momento: numa mina, numa
granada ou numa emboscada traiçoeira. Mesmo assim, sinto-me com o dever cumprido.
Para finalizar quero dizer que gostei muito de estar convosco, fizeram-me reviver
coisas que marcaram uma fase da minha vida e que já estavam quase esquecidas.
Para mim vocês foram especiais e agradeço muito esta oportunidade de interação.
Um beijinho para todos.

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educação especi@l

A MINHA HORTA — ESCOLA BÁSICA DR ACÁCIO DE AZEVEDO
A ideia de fazer uma horta na escola partiu da necessidade de diversificar atividades funcionais para alunos com currículo específico individual. Bastou
olhar em redor e os recursos estavam lá…um pedaço de chão a necessitar de ser reaproveitado.
Alunos e professora arregaçaram mangas e prepararam
o terreno para receber as pequenas plantas: alfaces,
couves coração, bróculos, beringelas, pimenteiros, espinafres, tomateiros, curgetes e algumas ervas aromáticas:
salsa, coentros, hortelã-laranja e orégãos.
Os alunos aprenderam a preparar o terreno e a conhecer as plantas. Porém, fazer uma horta não passa apenas
pelo plantar, há que cuidar da mesma e tal exige responsabilidade. Com os meios ao dispor, fomos arrancando as
ervas daninhas e regando as plantas, que ao contrário do
que os alunos pensavam não crescem de um momento para o outro. Esperámos que crescessem a tempo de proporcionar ao meio escolar a aquisição
de alguns desses produtos.
Um agradecimento especial a todos aqueles que colaboraram connosco. Bem hajam!

DIA MUNDIAL DA CONSCIENCIALIZAÇÃO DO AUTISMO — ESCOLA BÁSICA DR FERNANDO PEIXINHO
No dia 15 de abril de 2015, as Unidades de Oiã – (de Autismo e Multideficiência) comemoraram o «Dia Mundial da Consciencialização do Autismo».
Em harmonioso convívio, realizou-se um lanche partilhado entre os alunos destas referidas unidades, colegas de diversas turmas e vários adultos: Professoras de Educação Especial, a Coordenadora deste Departamento, Professores Disciplinares, Terapeutas, Assistentes Operacionais e Encarregados de
Educação. Também foram expostos trabalhos realizados pelos / para alunos da Unidade de Autismo.
Desta forma, sensibilizou-se para o direito à diferença,
valorizando-se as capacidades destas crianças e jovens.

Sede:
Sede: Rua
Rua Dr
Dr Acácio
Acácio de
de Azevedo,
Azevedo, 28
28 —
— 3770-213
3770-213 Oliveira
Oliveira do
do Bairro
Bairro —
— Tel:
Tel: +351
+351 234
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747 747
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… for@ de portas

8º ANO—PORTO
No âmbito das disciplinas de Ciências Naturais, História e Geografia, no

tos finais foram passados na zona do Parque

dia 20 de fevereiro, os alunos do 8º ano de escolaridade, do Agrupamento

Temático – “NOVOS MUNDOS” – dentro de

de Escolas de Oliveira do Bairro, deslocaram-se numa visita de estudo ao

uma embarcação com capacidade média de 6 a

Parque Biológico de Gaia, ao Museu World of Discoveries e às caves

9 pessoas e que navega por um canal, simulan-

Cálem.

do a viagem de circum-navegação de Fernão de

Durante a visita ao Parque Biológico de Gaia, os alunos tiveram a oportu-

Magalhães.

nidade de observar a fauna e a flora do território nacional e da Europa, as

Nas Caves Cálem os discentes ficaram a conhe-

casas rurais, o rio Febros e a geologia do parque, seguindo o Percurso de

cer o processo de vinificação no Douro, o enve-

Descoberta da Natureza, com cerca de 3 Km, em circuito fechado. Ao lon-

lhecimento dos Vinhos do Porto que tem lugar

go deste percurso surgiram vitrinas de informação e pequenas exposições

nas caves da empresa, com condições para pro-

que ajudaram os alunos a descobrir o Parque e a interpretar a paisagem,

ceder ao envelhecimento dos vinhos perfeitas,

a fauna e a flora. O Parque de Merendas foi um óptimo sítio para fazer o

(local fresco, seco e ao abrigo da luz). Os Vinhos

piquenique, no fim da visita ao Parque Biológico de Gaia. No museu

da Porto Cálem envelhecem em barris de carva-

World of Discoveries, os alunos mergulharam na fantástica odisseia dos

lho durante anos e anos... As caves Porto Cálem

navegadores portugueses, passando por um conjunto de salas de configu-

recebe cerca de 120 000 visitantes por ano e de

ração museológica, espaços com tecnologia multimédia de ponta, apre-

onde os seus Portos partem rumo aos merca-

sentando conteúdos de forma multissensorial e estimulante. Os 20 minu-

dos de exportação.

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… for@ de portas
9º ANO — GERÊS
Nos dias 25 e 26 de junho os alunos do 9º ano do Agrupamento viveram momentos inesquecíveis
no Gerês para assinalar a conclusão do seu ensino básico e já com muitas saudades a antever a
separação de alguns que seguirão percursos académicos diferentes dos seus.
Estes finalistas tiveram oportunidade de realizar atividades radicais em montanha e praia ao longo
destes dois dias nunca antes praticadas pela sua grande maioria. Desde labirinto em montanha,
percursos pedestres, paintball, slide, rappel, paralelas, tirolesa, canoagem, tiro com arco e zarabatana, entre outras…
Foi uma autêntica aventura de convívio e camaradagem em contacto com a natureza e em que
puseram à prova os seus limites … sempre acompanhados por monitores e pelos seus professores
e que irá certamente ficar no seu imaginário para sempre.

5º ANO — AVEIRO
No âmbito dos conteúdos programáticos das disciplinas de História e Geografia de Portugal e Ciências Naturais, os docentes e as diretoras de turma do
5º ano, planificaram uma aula diferente, lecionada em várias salas de aulas e no sumário registaram Visita de Estudo.
A visita ocorreu no dia 21 de maio e foi direcionada para todos os alunos do 5º ano do Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro. A motivação para
o gosto pelas respetivas disciplinas, a sistematização de conteúdos lecionados, o reforço da cidadania ativa e espírito crítico, o contacto com várias formas de património: material, imaterial e ambiental e o convívio entre alunos e professores
gizaram os objetivos da visita que se realizou em Aveiro.
Os discentes visitaram o Ecomuseu Marinha da Troncalhada e o Museu de Santa Joana e tiveram ainda oportunidade de um primeiro batismo de mar, com uma pequena viagem a bordo de um moliceiro que fascinou toda a tripulação.
É ainda de salientar o envolvimento de alunos e professores na dinamização de iniciativas, no
seio da comunidade educativa, no sentido de angariação de fundos que permitiram a participação na visita de alunos mais carenciados economicamente.
Mais um ponto forte, a juntar às metodologias implementadas em prol da valorização pessoal
e formativa dos alunos conducente à promoção do sucesso do ensino- aprendizagem.
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… for@ de portas

11º ANO—BARCELONA

CENTRAL HIDROELÉTRICA DA AGUIEIRA—11º ANO

Durante a interrupção letiva da Páscoa, os alunos de Ciências e Tecno-

No dia 29 de maio de 2015 os alunos do 11º Ano de Ciências e Tecnolo-

logias do 11º ano do Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro

giaS tiveram a oportunidade de realizar uma saída de campo no âmbito da

tiveram a oportunidade de visitar uma das mais belas cidades euro-

Biologia e Geologia à localidade de Santa Comba Dão, para observação de

peias, Barcelona.

uma auréola de metamorfismo de contacto. Nesta aula em campo os alu-

Foi uma visita recheada, com uma pitada de ciência com a visita à

nos contactaram com a diversidade das rochas resultantes da atuação dos

CosmoCaixa, um Centro de Ciência obrigatório, passeios pela cidade

diferentes graus térmicos na alteração metamórfica dessas rochas. Assim,

com o que esta tem de mais belo, monumentos, mercados, feirinhas,

puderam observar corneanas, xistos grauváquicos e xistos mosqueados.

espetáculos de rua a até uma procissão (esta altura do ano é vivida de

Após um breve almoço ao ar livre nas ruas históricas da localidade, os

forma especial pelos “nuestros Hermanos”) e finalmente uma visita a

alunos deslocaram-se a um miradouro onde puderam observar de um

um Parque de Diversões onde a adrenalina fala mais alto.

ponto privilegiado o serpentear do Rio Dão.

Regressados da viagem, cansados mas felizes, agora é altura de arre-

A visita prosseguiu durante a tarde na Central de Aproveitamento da

gaçar as mangas e colocar mãos ao trabalho!

Aguieira, onde foi apresentada uma perspetiva histórica da construção da
Barragem, seguida de uma explicação detalhada do seu funcionamento,
no âmbito da disciplina
de Física e Química A.
Esta atividade revelou-se
de grande interesse, tendo proporcionado não só
uma grande interdisciplinaridade,

assim como

também dado destaque
aos aspetos científicos,
ambientais e económicos
relacionados com a gestão de energia e de água
no nosso país.
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desporto em revist@

No final do ano lectivo torna-se imperioso

no Regional com 3 alunos, tendo obtido o

fazer um balanço das actividades desenvol-

1º, 3º e 4º lugares.

vidas.

O aluno classificado em 1º Lugar (Flávio

Os alunos inscritos nas diferentes modalida-

Marques) obteve direito a disputar o Nacio-

des participaram ao longo do ano com enor-

nal, a realizar em Lisboa durante três dias.

me empenho nos treinos, tendo obtido nas

Futsal – As três equipas – Infantis masculi-

concentrações bons resultados, que poderi-

nos e Iniciados Femininos e masculinos -

am ser ainda melhores se não tivesse havi-

foram campeãs de série, que lhes deu direi-

do alguns constrangimentos – exiguidade de

to a disputarem a fase final – Apuramento

espaços de treino em virtude das obras na

de campeão distrital.

Escola Dr. Acácio de Azevedo e diminuição

As duas primeiras equipas classificaram-se

da assiduidade dos alunos aos treinos à 6ª

em 3º lugar, tendo a equipa de iniciados

feira, pelo facto de haver aulas à tarde nesse

masculinos obtido o 2º lugar

dia a partir do 2º período.

Basquetebol - As duas equipas – Infantis e

É de enaltecer o comportamento irrepreen-

iniciados classificaram-se em 3º lugar.

sível de todos os alunos.

No Voleibol – a equipa ficou classificada em

Boccia – Coletivamente, as duas equipas

2º lugar.

que representaram o nosso Agrupamento

Natação – Quatro alunos estiveram presen-

ficaram classificadas em 1º e 2º lugar a nível

tes no Regional. Destes, um foi apurado

distrital, apurando -se para o campeonato

para o Nacional.

Regional, disputado em Tondela. Neste,

Atletismo — um aluno do escalão iniciados

classificaram-se nos 4º e 8º lugares.

masculino esteve presente no Corta-Mato

Individualmente, participamos pela 1ª vez

Nacional.

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