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DIMENSÕES ANÁTOMO-FUNCIONAIS DA ATIVIDADE MOTORA
ROTEIRO PRÁTICO DOS OSSOS
PROFº ROBERTO GUMARÃES MAIA
PROFª CATARINA M. A FIGUEIREDO MAIA
PROFª WALÉRIA BASTOS

www.aula21.net

JOÃO PESSOA - PB

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DIMENSÕES ANÁTOMO-FUNCIONAIS DA ATIVIDADE MOTORA
ROTEIRO PRÁTICO DOS OSSOS
PROFº ROBERTO GUMARÃES MAIA
PROFª CATARINA M. A FIGUEIREDO MAIA
PROFª WALÉRIA BASTOS
OSSOS DA CABEÇA
OSSOS DO CRÂNIO
OSSOS DA FACE
FRONTAL (01)
MANDÍBULA (01)
OCCIPITAL (01)
VÔMER (01)
ETMÓIDE (01)
NASAIS (02)
ESFENÓIDE (01)
MAXILAS (02)
PARIETAIS (02)
ZIGOMÁTICOS (02)
TEMPORAIS (02)
LACRIMAIS (02)
PALATINOS (02)
CONCHAS NASAIS
INFERIORES (02)
08 OSSOS
14 OSSOS

OSSO FRONTAL

POSIÇÃO ANATÔMICA: FACE CONVEXA VOLTADA PARA DIANTE, E
A PORÇÃO DO OSSO QUE APRESENTA UM RECORTE (INCISURA
ETMOIDAL) VOLTADA PARA BAIXO.

DIVISÃO ANATÔMICA
• MARGENS: PARIETAL; SUPRA-ORBITAL; ESFENOIDAL
• FACES: INTERNA; EXTERNA; ORBITAL; TEMPORAL
• PARTE NASAL
FACE EXTERNA:
• ARCO SUPERCILIAR
• GLABELA
• TÚBER FRONTAL
FACE INTERNA
• SULCO DO SEIO SAGITAL SUPERIOR
• CRISTA FRONTAL

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FACE ORBITAL
FACE TEMPORAL
• LINHA TEMPORAL
• PROCESSO ZIGOMÁTICO
PARTE NASAL
• INCISURA ETMOIDAL
• ABERTURA DO SEIO FRONTAL

OSSO OCCIPTAL:

POSIÇÃO ANATÔMICA: FACE CÔNCAVA PARA CIMA E PARA
DIANTE, GRANDE ABERTURA ( FORAME MAGNO ) VOLTADA PARA
BAIXO E EM DIREÇÃO HORIZONTAL.

DIVISÃO ANATÔMICA:
• MARGENS: MASTÓIDEA; LAMBDÓIDEA.
• FACES: EXTERNA E INTERNA.
• PORÇÕES: ESCAMOSA; BASILAR.
FACE EXTERNA:
• FORAME MAGNO
• PROTUBERÂNCIA OCCIPTAL EXTERNA
• CRISTA OCCIPTAL EXTERNA
• CÔNDILO DO OCCIPTAL
• CANAL DO NERVO HIPOGLOSSO
• CANAL CONDILAR.
FACE INTERNA:
• CLIVO
• PROTUBERÂNCIA OCCIPTAL INTERNA
• CRISTA OCCIPTAL INTERNA
• FOSSAS CEREBRAIS E CEREBELARES
• SULCO DO SEIO SAGITAL SUPERIOR
• SULCO DO SEIO TRANSVERSO

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OSSO PARIETAL:

POSIÇÃO ANATÔMICA: FACE CÔNCAVA PARA O PLANO MEDIANO,
E ÂNGULO MAIS AGUDO PARA BAIXO E PARA DIANTE.

DIVISÃO ANATÔMICA:
• MARGENS: FRONTAL; OCCIPTAL; ESCAMOSA; SAGITAL.
• ÂNGULOS: FRONTAL; OCCIPTAL; ESFENOIDAL; MASTOIDEO.
• FACES: EXTERNA; INTERNA.
FACE EXTERNA:
• TÚBER PARIETAL
FACE INTERNA:
• SULCO DA A. MENINGEA MÉDIA
OSSO ETMÓIDE

POSIÇÃO ANATÔMICA: SALIÊNCIA ÓSSEA COM FORMA DE CRISTA
DE GALO ( CRISTA ETMOIDAL ) VOLTADA PARA CIMA E PARA
DIANTE.

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LÂMINA VERTICAL
• CRISTA ETMOIDAL
• LÂMINA PERPENDICULAR
LÂMINA HORIZONTAL
• LÂMINA CRIBRIFORME
• FORAMES DA LÂMINA CRIBRIFORME
MASSAS LATERAIS
• CONCHA NASAL SUPERIOR
• MEATO SUPERIOR
• CONCHA NASAL MÉDIA
• MEATO MÉDIO

OSSO ESFENÓIDE

POSIÇÃO ANATÔMICA: ASAS MENORES PARA CIMA E PARA
DIANTE.

DIVISÃO ANATÔMICA:
CORPO, ASAS MENORES, ASAS MAIORES, PROCESOS PTERIGOIDES.
CORPO DO ESFENÓIDE
• SELA TURCA
• ABERTURA DO SEIO ESFENOIDAL
ASA MENOR
• CANAL ÓPTICO
• FISSURA ORBITAL SUPERIOR
ASA MAIOR
• FACES: TEMPORAL; INFRA-TEMPORAL; ORBITAL; CEREBRAL.
• FORAME REDONDO
• FORAME OVAL
• FORAME ESPINHOSO
• PROCESSOS PTERIGÓIDES

OSSO TEMPORAL

POSIÇÃO ANATÔMICA: PARTE QUE LEMBRA UMA ESCAMA
VOLTADA PARA CIMA, COM A FACE DESSA PORÇÃO QUE
APRESENTA
UMA
SALIÊNCIA
ALONGADA
(PROCESSO

DIVISÃO ANATÔMICA: • PORÇÃO ESCAMOSA. .6 ZIGOMÁTICO) VOLTADA PARA O PLANO LATERAL. PROCESSO PALATINO PARA BAIXO E PARA O PLANO MEDIANO. E PORÇÃO PETROSA PORÇÃO ESCAMOSA • PROCESSO ZIGOMÁTICO • FOSSA MANDIBULAR • MEATO ACÚSTICO EXTERNO PORÇÃO MASTÓIDEA • PROCESSO MASTÓIDE • INCISURA MASTÓIDEA • FORAME MASTÓIDEO PORÇÃO PETROSA • EMINÊNCIA ARQUEADA • IMPRESSÃO TRIGEMINAL • MEATO ACÚSTICO INTERNO • FORAME ESTILOMASTÓIDEO • PROCESSO ESTILÓIDE • ABERTURA EXTERNA DO CANAL CARÓTICO • ABERTURA INTERNA DO CANAL CARÓTICO OSSO MAXILA • POSIÇÃO ANATÔMICA: PROCESSO FRONTAL PARA CIMA E PARA DIANTE. E DIRIGIDO HORIZONTALMENTE E PARA DIANTE. PORÇÃO MASTOIDEA.

DIVISÃO ANATÔMICA: CORPO. RAMOS. E ALVEOLAR. MARGEM ALVEOLAR PARA CIMA. FRONTAL.7 DIVISÃO ANATÔMICA: PROCESSOS. • SEIO MAXILAR • HIATO MAXILAR OSSO MANDÍBULA • POSIÇÃO ANATÔMICA: FACE CONVEXA PARA DIANTE. CORPO FACE EXTERNA • PROTUBERÂNCIA MENTUAL • FORAME MENTUAL • LINHA OBLÍQUA FACE INTENA • LINHA MILO-HÍOIDEA • FÓVEAS SUBMANDIBULAR E SUBLINGUAL RAMOS FACE INTERNA • FORAME DA MANDÍBULA • PROCESSO CORONÓIDE • INCISURA DA MANDÍBULA • CABEÇA DA MANDÍBULA . PALATINO. ZIGOMÁTICO.

8 O. ZIGOMÁTICO OSSO NASAL OSSO LACRIMAL VÔMER .

OU ATÉ 5 VÉRTEBRAS POSIÇÃO ANATÔMICA DE UMA VÉRTEBRA PADRÃO: SEGMENTO ÓSSEO CILÍNDRICO (CORPO) VOLTADO PARA DIANTE. CARACTERÍSTICAS GERAIS: • CORPO VERTEBRAL • FORAME VERTEBRAL • PROCESSO TRANSVERSO • PROCESSOS ARTICULARES • PROCESSO ESPINHOSO • PEDÍCULO DO ARCO VERTEBRAL • LÂMINA DO ARCO VERTEBRAL . SACRO (5 VÉRTEBRAS) COCCÍGEAS 3. TORÁCICA. SACRO-COCCÍGEA. LOMBAR. SALIÊNCIA ÓSSEA EM FORMA DE ESPINHA (PROCESSO ESPINHOSO) VOLTADA PARA TRÁS E PARA BAIXO. CERVICAL (7 VÉRTEBRAS ISOLADAS) TORÁCICA (12 VÉRTEBRAS ISOLADAS) LOMBAR (5 VÉRTEBRAS ISOLADAS).9 OSSOS DO TRONCO COLUNA VERTEBRAL •DIVISÃO ANATÔMICA: CERVICAL. 4.

10 CARACTERÍSTICAS REGIONAIS: •VÉRTEBRAS CERVICAIS: – FORAMES TRANSVERSÁRIOS – PROCESSO ESPINHOSO BIFURCADO E POUCO DESENVOLVIDO. PARTICULARIDADES: 1ª VERTEBRA CERVICAL • ATLAS ( CI ): – PROCESSO ESPINHOSO: AUSENTE – CORPO VERTEBRAL: AUSENTE 2ª VERTEBRA CERVICAL • ÁXIS ( CII ) – DENTE DO ÁXIS .

INFERIOR E DO PROCESSO TRANSVERSO •VÉRTEBRAS LOMBARES ML .11 7º VÉRTEBRA CERVICAL . •VÉRTEBRAS TORÁCICAS • FÓVEAS COSTAIS SUPERIOR.PROEMINENTE – PROCESSO ESPINHOSO BEM DESENVOLVIDO.

12 OSSO SACRO • FACE PÉLVICA: – PROMONTÓRIO – LINHAS TRANSVERSAS – FORAMES SACRAIS ANTERIORES –CRISTA SACRAL MEDIANA –CRISTA SACRAL MEDIAL –CRISTA SACRAL LATERAL –FORAMES SACRAIS POSTERIORES OSSO CÓCCIX .

MANÚBRIO DO ESTERNO – INCISURA JUGULAR – INCISURA CLAVÍCULAR CORPO 88 – ÂNGULO DO ESTERNO – INCISURAS COSTAIS PROCESSO XIFÓIDE COSTELAS POSIÇÃO ANATÔMICA: FACE CÔNCAVA VOLTADA PARA DENTRO. ESTERNO ATRAVÉS DA CARTILAGEM COSTAL DO 7º PAR).13 OSSO ESTERNO POSIÇÃO ANATÔMICA: EXTREMIDADE MAIS VOLUMOSA DO OSSO VOLTADA PARA CIMA. COSTELAS . ESTREMIDADE DO OSSO QUE APRESENTA UMA SALIÊNCIA EM FORMA DE CABEÇA VOLTADA PARA TRÁS. CLASSIFICAÇÃO: COSTELAS VERDADEIRAS (REPRESENTADAS PELOS 7 PRIMEIROS PARES NO SENTIDO CRÂNIO-CAUDAL. COSTELAS FALSAS (REPRESENTADAS POR TRÊS PARES UNIDOS AO O. FACE LIGEIRAMENTE CONVEXA VOLTADA PARA DIANTE. UNIDAS DIRETAMENTE AO OSSO ESTERNO ATRAVÉS DE SUAS PRÓPRIAS CARTILAGENS COSTAIS). MARGEM DO OSSO AGUDA E QUE ENCONTRA-SE PRÓXIMA À UMA DEPRESSÃO EM FORMA DE SULCO VOLTADA PARA BAIXO.

14 FLUTUANTES (2 ÚLTIMOS PARES. •DIVISÃO ANATÔMICA: •CORPO: – SULCO DA COSTELA •EXTREMIDADES: – CABEÇA DA COSTELA – COLO DA COSTELA – TUBÉRCULO DA COSTELA . ESTERNO). SÃO DENOMINADAS FLUTUANTES POR NÃO ESTAREM UNIDAS AO O.

. PARA FORA O ÂNGULO QUE APRESENTA UMA DEPRESSÃO ARTICULAR. PORÇÃO LIVRE: É CONSIDERADA EM TRÊS SEGMENTOS: O BRAÇO (OSSO ÚMERO). SENDO CONSTITUÍDA POR DOIS OSSOS. METACARPO. ANTEBRAÇO (RÁDIO E ULNA). A ESCÁPULA POSTERIORMENTE. DO CARPO. E A MÃO (OO. RAIZ PORÇÃO LIVRE ESCÁPULA POSIÇÃO ANATÔMICA: PARA DIANTE A FACE DO OSSO QUE APRESENTA UMA AMPLA FOSSA.15 MEMBRO SUPERIOR: RAIZ: UNE A PORÇÃO LIVRE DO MEMBRO SUPERIOR AO ESQUELETO AXIAL. E DOS DEDOS). E A CLAVÍCULA ANTERIORMENTE.

DIVISÃO ANATÔMICA: FACES: SUPERIOR E LNFERIOR. E PARA BAIXO. • • EXTREMIDADES: EXTERNAL E ACROMIAL CORPO DA CLAVÍCULA – SULCO DO MÚSCULO SUBCLÁVIO – TUBÉRCULO CONÓIDE . MARGENS: ANTERIOR E POSTERIOR. COSTAL INCISURA DA ESCÁPULA FOSSA SUBESCAPULAR DORSAL ESPINHA DA ESCÁPULA FOSSA SUPRA-ESPINAL FOSSA INFRA-ESPINAL ACRÔMIO LATERAL CAVIDADE GLENÓIDE DA ESCÁPULA TUBÉRCULO SUPRAGLENOIDAL TUBÉRCULO INFRAGLENOIDAL CLAVÍCULA POSIÇÃO ANATÔMICA: EXTREMIDADE MAIS VOLUMOSA DO OSSO VOLTADA PARA O PLANO MEDIANO. PARA DIANTE A MARGEM DO OSSO QUE APRESENTA SUA CONVEXIDADE VOLTADA MEDIALMENTE. A FACE QUE APRESENTA UMA DEPRESSÃO EM FORMA DE GOTEIRA. E LATERAL.16 DIVISÃO ANATÔMICA: FACES: COSTAL E DORSAL. MEDIAL. MARGENS: SUPERIOR.

UNIDAS PELA DIÁFISE. PARA TRÁS A FACE DA EXTREMIDADE INFERIOR QUE APRESENTA UMA AMPLA DEPRESSÃO ARTICULAR. PROXIMAL E DISTAL. DELTÓIDE (FACE ANTERIOR) – SULCO DO NERVO RADIAL (FACE POSTERIOR) EPÍFISES DISTAL – EPICÔNDILO MEDIAL – EPICÔNDILO LATERAL – CAPÍTULO DO ÚMERO (LATERALMENTE) – TRÓCLEA DO ÚMERO (MEDIALMENTE) – FOSSA CORONOÍDEA – FOSSA RADIAL – FOSSA DO OLÉCRANO (FACE POSTERIOR) . EPÍFISES PROXIMAL – CABEÇA DO ÚMERO – COLO ANATÔMICO – COLO CIRÚRGICO – TUBÉRCULO MAIOR – TUBÉRCULO MENOR – SULCO INTERTUBERCULAR DIÁFASE – TUBEROSIDADE DO M.17 ÚMERO POSIÇÃO ANATÔMICA: PARA CIMA E VOLTADO PARA O PLANO MEDIANO A EXTREMIDADE DO OSSO QUE APRESENTA UMA SALIÊNCIA ARTICULAR EM FORMA DE ESFERA. DIVISÃO ANATÔMICA: O OSSO ESTÁ DIVIDIDO EM DUAS EPÍFISES.

18 ULNA POSIÇÃO ANATÔMICA: EXTREMIDADE MAIS VOLUMOSA DO OSSO VOLTADA PARA CIMA. COM SALIÊNCIA EM FORMA DE PROCESSO ENCONTRADA NESSA EXTREMIDADE VOLTADA PARA O PLANO LATERAL. DIVISÃO ANATÔMICA: O OSSO ESTÁ DIVIDIDO EM DUAS EPÍFISES. UNIDAS PELA DIÁFISE. UNIDAS PELA DIÁFISE. DIVISÃO ANATÔMICA: O OSSO ESTÁ DIVIDIDO EM DUAS EPÍFISES. E INCISURA DE MENOR DIMENSÃO VOLTADA PARA O PLANO LATERAL. – OLÉCRANO – INCISURA TROCLEAR – PROCESSO CORONÓIDE – INCISURA RADIAL – TUBEROSIDADE DA ULNA – CABEÇA DA ULNA – PROCESSO ESTILÓIDE DA ULNA RÁDIO POSIÇÃO ANATÔMICA: EXTREMIDADE ACHATADA DO O. GRANDE INCISURA ENCONTRADA NESTA EXTREMIDADE VOLTADA PARA DIANTE. PROXIMAL E DISTAL. VOLTADA PARA BAIXO. . PROXIMAL E DISTAL.

PIRAMIDAL : PISIFORME (contando do polegar) FILEIRA DISTAL: TRAPÉZIO . OSSOS DO CARPO FILEIRA PROXIMAL : ESCAFÓIDE . DO CARPO. E DOS DEDOS. SEMILUNAR . METACARPO.19 – CABEÇA DO RÁDIO – CIRCUNFERÊNCIA ARTICULAR – FÓVEA ARTICULAR – COLO DO RÁDIO – CORPO DO RÁDIO – TUBEROSIDADE DO RÁDIO – FACE ARTICULAR CÁRPAL – PROCESSO ESTILÓIDE DO RÁDIO OSSOS DA MÃO A MÃO É DIVIDIDA PARA ESTUDO ANATÔMICO EM TRÊS REGIÕES. CAPITATO . HAMATO (contando do polegar) . TRAPEZÓIDE .

20 OSSOS DO METACARPO I . MÉDIA . II . DISTAL EXCEÇÃO POLEGAR: PROXIMAL E DISTAL . IV . III . V OSSOS METACARPAIS I II III V IV OSSOS DOS DEDOS FALANGES: PROXIMAL .

FORAME DE GRANDES DIMENSÕES VOLTADO PARA BAIXO E PARA DIANTE.21 MEMBRO INFERIOR •RAIZ: –OSSO DO QUADRIL •EXTREMIDADE LIVRE: – FÊMUR –TÍBIA + FÍBULA –OSSOS DO TARSO –OSSOS DO METATARSO –OSSOS DOS DEDOS RAIZ PORÇÃO LIVRE OSSO DO QUADRIL POSIÇÃO ANATÔMICA: FACE DO OSSO QUE APRESENTA UMA GRANDE CAVIDADE ARTICULAR VOLTADA PARA O PLANO LATERAL. .

. • ACETÁBULO: FOSSA DO ACETÁBULO FACE SEMILUNAR • FORAME OBTURADO • FACE AURICULAR • LINHA ARQUEADA • LINHA GLÚTEA ANTERIOR • LINHA GLÚTEA POSTERIOR • LINHA GLÚTEA INFERIOR • CRISTA ILÍACA • ESPINHA ILÍACA ÂNTERO-SUPERIOR • ESPINHA ILÍACA ÂNTERO-INFERIOR • ESPINHA ILÍACA PÓSTERO-SUPERIOR • ESPINHA ILÍACA PÓSTERO-INFERIOR • ESPINHA ISQUIÁTICA • INCISURAS ISQUIÁTICAS: MAIOR MENOR FÊMUR POSIÇÃO ANATÔMICA: PARA CIMA E PARA O PLANO MEDIANO A EXTREMIDADE DO OSSO QUE APRESENTA UMA SALIÊNCIA ARTICULAR EM FORMA DE ESFERA. PARA TRÁS A FACE DA EXTREMIDADE DISTAL DO OSSO SEPARADA POR UMA PROFUNDA FOSSA. POSTERIOR.22 •DIVISÃO ANATÔMICA: –FACE GLÚTEA –MARGENS: SUPERIOR. INFERIOR. ANTERIOR.

. PARA O PLANO LATERAL E PARA TRÁS A FACE ARTICULAR DO OSSO QUE APRESENTA MAIORES DIMENSÕES.23 •DIVISÃO ANATÔMICA • CORPO • EPÍFISE PROXIMAL • EPÍFISE DISTAL –CABEÇA DO FÊMUR –FÓVEA DA CABEÇA DO FÊMUR –COLO DO FÊMUR –TROCÂNTER MAIOR –TROCÂNTER MENOR –LINHA INTERTROCANTÉRICA –CRISTA INTERTROCANTÉRICA –CÔNDILO MEDIAL –CÔNDILO LATERAL –FOSSA INTERCONDILAR –FACE PATELAR( ANTERIORMENTE ) –EPICÔNDILO MEDIAL –EPICÔNDILO LATERAL PATELA POSIÇÃO ANATÔMICA: O OSSO APRESENTA UMA FORMA TRIANGULAR. SENDO ASSIM. EM POSIÇÃO ANATÔMICA DEVEREMOS VOLTAR O ÁPICE DO TRIÂNGULO PARA BAIXO.

. PORÇÃO DA EXTREMIDADE DISTAL DO OSSO QUE APRESENTA UMA SALIÊNCIA EM FORMA DE PROCESSO (MALÉOLO MEDIAL) VOLTADA PARA O PLANO MEDIANO.24 •DIVISÃO ANATÔMICA –FACE ANTERIOR (a) –FACE POSTERIOR (b) TÍBIA POSIÇÃO ANATÔMICA: EXTREMIDADE MAIS VOLUMOSA DO OSSO VOLTADA PARA CIMA. •DIVISÃO ANATÔMICA: –CORPO –EPÍFISE PROXIMAL –EPÍFISE DISTAL ANTERIOR E POSTERIOR • CÔNDILOS MEDIAL E LATERAL • TUBEROSIDADE DA TÍBIA • FACE ARTICULAR FIBULAR • MALÉOLO MEDIAL • INCISURA FIBULAR NLAR FÍBULA POSIÇÃO ANATÔMICA: PARA BAIXO A EXTREMIDADE MAIS ACHATADA. E SUA MARGEM CONVEXA VOLTADA PARA DIANTE. COM SUA FACE ARTICULAR VOLTADA PARA O PLANO MEDIANO.

CUNEIFORME MEDIAL .25 DIVISÃO ANATÔMICA –CORPO –EPÍFISE PROXIMAL –EPÍFISE DISTAL –FACE ARTICULAR DA CABEÇA DA FÍBULA –ÁPICE DA CABEÇA DA FÍBULA –MALÉOLO LATERAL OSSOS DO PÉ •OSSOS DO TARSO –FILEIRA POSTERIOR: •TÁLUS E CALCÂNEO –FILEIRA ANTERIOR: •NAVICULAR . CUBÓIDE . CUNEIFORME INTERMÉDIO E CUNEIFORNE LATERAL CM CI CL N C T Ca .

V •OSSOS DOS DEDOS –FALANGES: PROXIMAL . II .26 OSSOS DO METATARSO I . IV . MÉDIA . DISTAL –EXCEÇÃO •HÁLUX: PROXIMAL E DISTAL . III .

27 NÚMERO DE OSSOS OSSOS DO CRÂNIO 08 OSSOS DA FACE 14 COLUNA VERTEBRAL 26 OSSO HIOIDE 01 OSSÍCULOS DA ORELHA 06 COSTELAS E ESTERNO 25 MEMBROS SUPERIORES 64 MEMBROS INFERIORES 62 TOTAL 206 .

CUNEIFORME LATERAL. MAXILAS. 12 VÉRTEBRAS TORÁCICAS. E PISIFORME. 01 OSSO SACRO. COLUNA VERTEBRAL: 07 VÉRTEBRAS CERVICAIS. NASAIS. PORÉM. LACRIMAIS. OSSOS IRREGULARES E PNEUMÁTICOS ESQUELETO AXIAL TODOS SÃO OSSOS IRREGULARES. TEMPORAIS FACE: MANDÍBULA. ESFENÓIDE.28 CLASSIFICAÇÃO E SITUAÇÃO DOS OSSOS LOCALIZAÇÃO CLASSIFICAÇÃO CALOTA CRANIANA: FRONTAL. MEMBRO SUPERIOR: ESCÁPULA MEMBRO INFERIOR: OSSO DO QUADRIL MEMBRO INFERIOR: FÊMUR. O OSSO FRONTAL TAMBÉM É UM OSSO PNEUMÁTICO. E CUNEIFORME INTERMÉDIO. FALANGES MEMBRO SUPERIOR: OSSOS DO CARPO – ESCAFÓIDE. 05 OSSOS METATARSAIS. FÍBULA. ESQUELETO AXIAL TODOS SÃO OSSOS PLANOS. CAPITATO. 05 OSSOS METACARPAIS. TRAPEZÓIDE. E HAMATO. 05 VÉRTEBRAS LOMBARES. E 01 OSSO CÓCCIX TÓRAX: OSSO ESTERNO E COSTELAS MEMBRO SUPERIOR: CLAVÍCULA. E PALATINOS. TÁLUS. CUNEIRFORME MEDIAL. PARIETAIS. CUBÓIDE. PIRAMIDAL. PORÉM. CONCHAS NASAIS INFERIORES. ÚMERO. . ZIGOMÁTICOS. SEMILUNAR. A MAXILA TAMBÉM É CLASSIFICADA COMO OSSO PNEUMÁTICO. TÍBIA. OCCIPITAL SITUAÇÃO ESQUELETO AXIAL BASE DO CRÂNIO: ETMÓIDE. ULNA. RÁDIO. FALANGES PATELA MEMBRO INFERIOR: OSSOS DO TARSO – CALCÂNEO. VÔMER. NAVICULAR. TRAPÉZIO. ESQUELETO AXIAL OSSOS IRREGULARES ESQUELETO AXIAL OSSOS ALONGADOS ESQUELETO APENDICULAR OSSOS LONGOS ESQUELETO APENDICULAR OSSOS CURTOS ESQUELETO APENDICULAR OSSO PLANO ESQUELETO APENDICULAR OSSO PLANO ESQUELETO APENDICULAR OSSOS LONGOS ESQUELETO APENDICULAR ESQUELETO APENDICULAR OSSO SESAMÓIDE OSSOS CURTOS OBS: TODOS OS TERMOS ESTÃO ATUALIZADOS SEGUNDO A TERMINOLOGIA ANATÔMICA (2001).

ufrgs.29 DIMENSÕES ANÁTOMO-FUNCIONAIS DA ATIVIDADE MOTORA ROTEIRO PRÁTICO DO SISTEMA ARTICULAR PROFº ROBERTO GUMARÃES MAIA PROFª CATARINA M. A FIGUEIREDO MAIA PROFª WALÉRIA BASTOS www.inf.br JOÃO PESSOA .PB .

que tem como função principal aumentar a facilidade de deslizamento de uma superfície articular contra a outra. entre o O.2. Conceito de articulação: É o conjunto de partes moles e duras responsáveis por manter os ossos em união e permitir a mobilidade.3. .3. Neste tipo de articulação a relação entre os ossos é de contigüidade.1 Plana: apresenta as superfícies articulares retas (Exs: ossos nasais = inter-nasal e ossos da maxila) 4. 4. parietais = sagital.3.3. Classificação das articulações de acordo com o tecido interposto entre as superfícies articulares: 4. 3. A FIGUEIREDO MAIA PROFª WALÉRIA BASTOS 1. frontal e os parietais = coronal. 4. o líquido sinovial. 2.2 Serratil: suas superfícies articulares possuem um aspecto que lembra os dentes de uma serra (Exs: entre os Oo.2.1 4. Estão divididas de acordo com a forma de suas superfícies articulares em quatro tipos: 4.1 Fibrosas: neste tipo de articulação os ossos estão unidos por tecido conjuntivo fibroso que interpõe entre as superfícies articulares promovendo a continuidade entre os ossos. meios de união. 4. 4. Artrologia: É a parte da anatomia responsável pela pelo estudo das articulações.2 Fibrosas: Suturas: possuem pequena quantidade de tecido fibroso resultando na ausência de movimentos entre os ossos unidos desta forma. occipital e os parietais = lambdóidea). entre o O. essa continuidade irá determinar a presença de movimentos reduzidos entre os ossos. Elementos indispensáveis envolvidos em uma articulação: superfície articular. ou mesmo a ausência dos movimentos. que poderá ser do tipo hialina (temporária pois sofre sinostose) ou fibrosa (permanente por não sofrer sinostose). pois o único tecido que se interpõe entre as superfícies articulares é um fluído.3 Sinoviais: são as únicas articulações que permitem aos ossos envolvidos liberdade de movimento.2 Cartilagíneas: as mesmas condições observadas para as articulações fibrosas podem ser descritas neste tipo de juntura apenas verificamos a substituição do meio de união que neste caso é cartilagem.30 DIMENSÕES ANÁTOMO-FUNCIONAIS DA ATIVIDADE MOTORA ROTEIRO PRÁTICO DO SISTEMA ARTICULAR PROFº ROBERTO GUMARÃES MAIA PROFª CATARINA M.

4 Esquindilese: uma das superfícies articulares apresenta uma depressão em forma de fenda e a outra uma saliência em forma de crista (Exs: entre o O.3. .2.3. temporal = escamosa. parietal e o O. entre o O.31 4. esfenóide = esfeno-vomeral). Vômer e o O.3 Escamosa: uma das superfícies articulares está sobreposta à outra tomando um aspecto que se assemelha as escamas de um peixe (Exs: entre o O.2. esfenóide e o temporal = esfeno-escamosa). 4.

3. 4.1.1 Inter-ósseas: entre ossos distintos (ex: entre a porção posterior do corpo do O.5 Gonfose 5: neste tipo de união notamos um superfície saliente de forma cônica está inserida em uma cavidade (Exs: articulação entre o alvéolo – dente = sindesmose dentoalveolar).1. e do rádio e da ulna = membranas interósseas do antebraço e da perna).32 4. occipital sincondrose esfenocciptal) .3.1.3. entre as margens inter-ósseas da tíbia e da fíbula.3. 4.3 Sindesmose (Exs: entre as epífises proximais e distais da tíbia e da fíbula = tíbio – fibular proximal e distal.3 Cartilaginosas 4.2.3. esfenóide e a extremidade anterior da porção basilar do O.3.1 Sincondroses (primárias ou temporárias): cartilagem do tipo hialina. 4.

1 Sínfise intervertebral: representadas pelos discos entre os corpos das vértebras.33 4.3. longos = disco epifisial. 4. entre o manúbrio do osso esterno e o corpo do referido osso = sincondrose manubriesternal *) Obs: * de acordo com a terminologia antomica a união entre as porções do O.2 Sinfíses (secundárias ou permanentes): cartilagem do tipo fibrosa. 4.1. esterno e seu corpo. esterno através de cartilagem hialina é um achado inconstante (VARIAÇÃO ANATÔMICA). cada disco.2.2 Intra – ósseas: dentro do mesmo osso (exs: entre a diáfise e as epífises dos Oo.3. 4.2. é composto de um anel fibroso e um núcleo pulposo.3.3.2 Sínfise manubriesternal: entre o manúbrio do O.3.3.3. .3.

3. 4.3 Meios de união / cápsula articular e ligamentos: elementos responsáveis por manter a união entre os ossos. está sempre revestida por cartilagem hialina (cartilagem articular). .1 Cápsula articular / Cavidade Articular: 4. porém deixando as superfícies ósseas contidas no seu interior.3.1 Membrana externa (fibrosa): envolve a articulação como uma espécie de manguito.3.4.3.4.4 Sinoviais 4.3.4. 4.2. 4. livres para deslizarem uma contra a outra.34 4. e limitar a amplitude dos movimentos considerados normais.1.2 Superfícies articulares: porção do osso que entra em contato numa articulação.3.3 Sínfise púbica: verificada entre a face sinfisial das porções púbicas dos Oo.3. impedir o movimento em planos indesejáveis.3.3.4.4. do quadril.3.1 Estruturas presentes em uma articulação sinovial: 4. Corresponde ao principal meio de união deste tipo de articulação.

no interior do qual se encontra o líquido sinovial. assim como a membrana sinovial também não representa meio de união porém está intimamente relacionada à membrana fibrosa.. é abundantemente inervada e vascularizada.3.35 4. 4. .3.1.3.1. responsável por elaborar o líquido sinovial (meio de deslizamento) e por isso mesmo chamada membrana sinovial.2 Membrana interna (serosa): reveste internamente a membrana fibrosa.4. não exerce qualquer ação de meio de união sendo descrita neste item por fazer parte da cápsula articular.4.3.3 Cavidade Articular: é um espaço virtual delimitado pela cápsula.

Patelar.2.3 Ligamentos à distância: encontram-se longe da cápsula. inseridos nos ossos em articulação. Colaterais fibular 4.4. contribuindo para sua aproximação. estilomandibular.4. .2 Ligamentos 4. de reforço.2. Colaterais tibial. ou acessórios.3.4. ligamento da cabeça do fêmur.3.2 Ligamentos intracapsulares.3.3.36 4. ligs.2. Ex: ligs cruzados anterior e posterior da articulação do joelho.1 Ligamentos capsulares.4.3. Ex: lig. ligs. 4.3. Exs: esfenomandibular.3.3.

4.3. 4.4. Ex: articulação do ombro. .3. meniscos: são elementos anatômicos constituídos de fibrocartilagem. que visam proporcionar o perfeito ajuste entre os ossos que se articulam.37 4.3. articulação do quadril.4 Meios de congruência / discos. lábios articulares. 4.4.2 Lábios articulares: é uma fibrocartilagem marginal que se implanta no rebordo de uma das superfícies articulares (superfície côncava) para aumentar à área articular.4.1 Discos: são encontrados nas articulações têmporomandibular e esternoclavicular.4.

4. permitindo o deslizamento das superfícies ósseas uma contra a outra.4. articulação entre os processos articulares das vértebras.3. do carpo e do tarso (CUNEIFORMES). 4.3. . favorecendo seu deslizamento e minimizando o atrito entre as peças ósseas.3.3 Cartilagem articular: cartilagem hialina que reveste as superfícies ósseas articulares.5.4.4.5. 4.3. cartilagem articular.5 Meios de deslizamento / membrana sinovial. responsável por secretar o líquido sinovial. Não possui vasos e por isso mesmo sua regeneração após lesões é difícil e demorada.6.38 4.1 Plana: as superfícies articulares se apresentam planas ou ligeiramente curvas. 4.3. 4. Além dessa importante função o líquido sinovial também é responsável por nutrir a cartilagem articular que é avascular. 4.5. 4.4. líquido sinovial.3. responsável por lubrificar as superfícies articulares.3. facilitando o deslizamento e minimizando o atrito durante o movimento da articulação.4. Em função desse revestimento às superfícies ósseas apresentam-se lisas polidas e de cor esbranquiçada. Exs: articulação entre os Oo.4.6 Classificação Morfológica das articulações sinoviais: está baseada na forma apresentada pelas superfícies articulares.2 Líquido sinovial: substância líquida de consistência viscosa.4.1 Membrana sinovial: membrana serosa que reveste internamente a cápsula articular.3 Meniscos: apresentam forma típica de meia lua sendo encontrados na articulação do joelho.

4. Ex: articulação do punho (rádio-cárpica).4. . flexão e extensão (movimentos angulares).3. Ex:articulação rádio-ulnar proximal. sendo incluídas nessa categoria por pura analogia funcional. as articulações entre as falanges. É um tipo de sinovial em que o critério morfológico não pode ser o único determinante para classificação.2 Gínglimo: também denominada de articulação em dobradiça em função do tipo de movimento que realiza.4.3. 4. pois apesar da articulação do cotovelo apresentar um típico gínglimo (tróclea umeral).4 Condilar ou elipsóide: as superfícies articulares apresentam forma elíptica.39 4.3. articulação têmporomandibular.4.6. não possuem nenhuma superfície articular em forma de carretel.3 Trocóide: neste tipo de articulação um cilindro ósseo como um pino gira no interior de um anel ósteo-fibroso.6.6.

1 Flexão e Extensão: nestes movimentos há uma variação no ângulo existente entre o segmento que se desloca e o que permanece fixo. 4. a pronação e a supinação. A concavidade e a convexidade existente em uma das peças é verificada na outra em sentido inverso. Ex: calcâneo. e circundação.3. a direção do eixo de movimento é sempre perpendicular ao plano no qual se realiza o movimento em questão.4. Ex: articulação do ombro. Além desses movimentos dois outros podem ser observados ao nível do antebraço.5 Selar: as superfícies articulares dos ossos em união apresentam forma de sela.6. Quando ocorre a diminuição do . articulação do quadril. 5.cuboídea. 5. rotação. carpometacárpica do polegar. abdução e adução.4.40 4.3.6 Esferóide: quando uma das superfícies articulares apresenta um segmento de esfera se encaixando em uma cavidade correspondente. Todo movimento de uma articulação é realizado acompanhando um plano e girando em torno de um eixo.6. permitindo a união entre as mesmas. O eixo em que gira a articulação durante o movimento é determinado obedecendo a regra segundo a qual. Movimentos realizados pelas articulações sinoviais: As junturas sinoviais podem apresentar 6 movimentos fundamentais que são: flexão e extensão (movimentos angulares).

Tanto adução como à abdução se desenvolvem no plano frontal e seu eixo de movimento é ântero-posterior.2 Adução e abdução: são movimentos nos quais um segmento do corpo é deslocado em direção ao plano mediano. adução. abdução. 5. Nos membros poderemos distinguir a uma rotação medial. ou na direção oposta. na rotação lateral . quando verificamos o aumento estamos diante de uma extensão.41 ângulo diz-se que há flexão.3 Rotação: é o movimento em que o segmento que se desloca gira em um eixo vertical. Os movimentos angulares ocorrem acompanhando o plano sagital enquanto o eixo em que à articulação gira e o látero-lateral. quando a face anterior do membro gira em direção ao plano mediano do corpo. 5.

Durante o movimeto a extremidade distal do segmento que se desloca descreve um círculo e o corpo do segmento um cone cujo vértice corresponde à articulação que se movimenta.5 Pronação e supinação: na pronação ocorre a rotação medial do rádio e a face palmar da mão é voltada para o plano posterior. Seu plano e também o eixo de movimento são semelhantes aos da rotação.4 Circundução: representa a combinação dos movimentos de adução. extensão. São movimentos realizados no plano transversal e seu eixo de movimento é longitudinal 5.42 a face anterior do membro realiza o movimento em sentido oposto. . na supinação verificamos a rotação lateral do rádio e a face palmar da mão é voltada para o plano anterior. flexão e abdução. 5.

Ex: articulação do cotovelo.2 Bi-axial: realizam movimentos em torno de dois eixos de rotação.3 Tri-axial: realiza movimento em torno dos três eixos de rotação. Ex: articulação do ombro. 6.1 Mono-axial: só é capaz de realizar movimento em torno de um único eixo de rotação. classificação funcional das junturas sinoviais O movimento das articulações depende da forma de suas superfícies articulares e dos meios de união que podem limita-lo.43 6. Ex: articulação do punho ( rádio-cárpica ) 6. 6. dois. Na dependência destes fatores as articulações podem realizar movimentos em um. ou três eixos. .

2000) JOÃO PESSOA .PB . A FIGUEIREDO MAIA PROFª WALÉRIA BASTOS (PUTZ.PABST.44 DIMENSÕES ANÁTOMO-FUNCIONAIS DA ATIVIDADE MOTORA ROTEIRO PRÁTICO DOS MÚSCULOS PROFº ROBERTO GUMARÃES MAIA PROFª CATARINA M.

DA FACE) M.LEVANTADOR DO LÁBIO SUPERIOR E ASA DO NARIZ M. PRÓCERO M. BUCINADOR Mm. MENOR . A FIGUEIREDO MAIA PROFª WALÉRIA BASTOS MÚSCULOS DA CABEÇA: SUPERFICIAIS (Mm. ZIGOMÁTICOS MAIOR. OCCIPITOFRONTAL M. MENTUAL M. ORBICULAR DO OLHO M. NASAL M. ORBICULAR DA BOCA M. RISÓRIO M.45 DIMENSÕES ANÁTOMO-FUNCIONAIS DA ATIVIDADE MOTORA ROTEIRO PRÁTICO DOS MÚSCULOS PROFº ROBERTO GUMARÃES MAIA PROFª CATARINA M. ABAIXADOR DO ÂNGULO DA BOCA M.

ESTERNOCLEIDOMASTOIDEO M.TEMPORAL M. MASTIGADORES M. ESTERNOTIREODEO M. ESTERNO-HIÓIDEO M.PTERIGÓIDEO: LATERAL E MEDIAL MÚSCULOS DO PESCOÇO SUPERFICIAL: M.ESTILO-HIÓIDEO M.46 PROFUNDOS / Mm. TÍREO-HIÓIDEO . MASSETER M. PLATISMA PROFUNDO: M. OMO-HIÓIDEO M. MILO-HIÓIDEO M. DIGÁSTRICO M.

SUBCLÁVIO MÚSCULOS DO DORSO M. LATÍSSIMO DO DORSO APONEUROSE TORACOLOMBAR M. ESTERNAL M. LEVANTADOR DA ESCÁPULA M. SERRÁTIL ANTERIOR M. TRAPÉZIO M. INTERCOSTAIS INTERNOS M. QUADRADO DO LOMBO .SERRÁTIL POSTERIOR SUPERIOR M. PEITORAL MAIOR M.47 MÚSCULOS DO TÓRAX M. PEITORAL MENOR M. ROMBÓIDE MAIOR E MENOR M. ESPLÊNIO DA CABEÇA M.SERRÁTIL POSTERIOR INFERIOR M. PSOAS (MAIOR) E (MENOR) M. INTERCOSTAIS EXTERNOS M.

DO ABDOME: REGIÃO ANTERO-LATERAL M. RETO DO ABDOME INTERSECCÕES TENDÍNEAS BAINHA DO M. RETO DO ABDOME M. OBLÍQUO EXTERNO DO ABDOME M. OBLÍQUO INTERNO DO ABDOME M. DIAFRAGMA CENTRO TENDÍNEO MM.48 MM. DO ABDOME: REGIÃO SUPERIOR M. CREMASTER MM. DO .TRANSVERSO DO ABDOME M.

INFRAESPINAL M. CORACOBRAQUIAL . REDONDO MAIOR M. DELTÓIDE M. BÍCEPS BRAQUIAL: CABEÇA LONGA CABEÇA CURTA M.SUPRA-ESPINAL M.49 OMBRO M. REDONDO MENOR Mm. DO BRAÇO / REGIÃO ANTERIOR M. SUBESCAPULAR M. BRAQUIAL M.

DO ANTEBRAÇO/ ANTERIOR M. PRONADOR REDONDO M. DO BRAÇO / REGIÃO POSTERIOR M. PALMAR LONGO M.FLEXOR PROFUNDO DOS DEDOS M. BRAQUIORRADIAL M. TRICEPS BRAQUIAL: CABEÇA LONGA CABEÇA LATERAL CABEÇA MEDIAL TENDÃO DO TRÍCEPS BRAQUIAL M. PRONADOR QUADRADO . FLEXOR SUPERFICIAL DOS DEDOS M.50 Mm.FLEXOR ULNAR DO CARPO M.FLEXOR RADIAL DO CARPO FLEXOR LONGO DO POLEGAR M.

ABDUTOR LONGO DO POLEGAR M. SUPINADOR M. EXTENSOR DOS DEDOS M. EXTENSOR DO DEDO MÍNIMO M. EXTENSOR CURTO DO POLEGAR M. EXTENSOR ULNAR DO CARPO M. ANCÔNEO M.51 REGIÃO POSTERIOR M. EXTENSOR RADIAL LONGO DO CARPO M. EXTENSOR LONGO DO POLEGAR M. EXTENSOR DO DEDO DO POLEGAR . EXTENSOR RADIAL CURTO DO CARPO M. BRAQUIORADIAL M.

52 Mm. LUMBRICAL: M. LUMBRICAL DA MÃO I M. LUMBRICAL DA MÃO III M. FLEXOR CURTO DO POLEGAR M. OPONENTE DO DEDO MÍNIMO M. FLEXOR CURTO DO DEDO MÍNIMO M. ABDUTOR CURTO DO POLEGAR M. LUMBRICAL DA MÃO II M. LUMBRICAL DA MÃO IV M. DA MÃO M. OPONENTE DO POLEGAR 68 M. ABDUTOR DO DEDO MÍNIMO .

da COXA / REGIÃO ANTERIOR M. DO QUADRIL M. VASTO INTERMÉDIO M. RETO DA COXA M. GÊMEO SUPERIOR E INFERIOR M. TENSOR DA FÁSCIA LATA . OBTURADOR INTERNO M. VASTO MEDIAL M. GLÚTEO MÍNIMO M. VASTO LATERAL M. PIRIFORME M. GLÚTEO MÉDIO M. QUADRADO FEMURAL Mm. QUADRÍCEPS DA COXA: M.53 Mm. GLÚTEO MÁXIMO M. SARTÓRIO M.

da COXA / REGIÃO MEDIAL M. ADUTOR LONGO DA COXA M. PECTÍNEO M. SEMIMEMBRANÁCEO . GRÁCIL M.54 Mm. SEMI-TENDÍNEO M. ADUTOR MAGNO DA COXA Mm. BÍCEPS da COXA: CABEÇA LONGA E CURTA M. da COXA / REGIÃO POSTERIOR M. ADUTOR CURTO DA COXA M.

da PERNA / REGIÃO ANTERIOR M. EXTENSOR LONGO DOS DEDOS Mm. EXTENSOR LONGO DO HÁLUX M. POPLITEO M. SÓLEO M. GASTROCNÊMIO MEDIAL E LATERAL M. FLEXOR LONGO DO HÁLUX M. PLANTAR M. TIBIAL ANTERIOR M. TIBIAL POSTERIOR . TRÍCEPS DA PERNA: M. FLEXOR LONGO DOS DEDOS M.55 Mm. da PERNA / REGIÃO POSTERIOR M.

ABDUTOR DO DEDO MÍNIMO . LUMBRICAL DA MÃO III M. FIBULAR LONGO M. FLEXOR CURTO DO HALUX M.56 Mm. LUMBRICAL DA MÃO II M. LUMBRICAL: M. FLEXOR CURTO DOS DEDOS M. FIBULAR CURTO Mm. DO PÉ M. da PERNA / REGIÃO LATERAL M. LUMBRICAL DA MÃO IV M. LUMBRICAL DA MÃO I M. APONEUROSE PLANTAR M. ABDUTOR DO HALUX M.

. OBS: LEMBRAR QUE O MÚSCULO DIAFRAGMA É ESTRIADO ESQUELÉTICO. SUA FUNÇÃO E INSERIR OS MÚSCULOS. E QUE OS TENDÕES NÃO POSSUEM CAPACIDADE DE CONTRAIR.57 OBS: LEMRAR QUE O VENTRE É A PARTE CONTRÁTIL DO MÚSCULO. PORÉM INVOLUNTÁRIO.