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QUESTÕES DE CONCURSOS ANTERIORES: exercícios de Interpretação de texto I

(SECRETARIA MUNICIPAL DE FAZENDA/RJ – 2010 – ESAF) 1 - Em relação às ideias do texto,
assinale a inferência correta.
A informação do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário sobre a arrecadação de
impostos no país, através do instrumento denominado Impostômetro, é mais um elemento de
transparência da democracia brasileira. É bom para o país que instituições independentes façam este
tipo de acompanhamento do poder público. Mas seria importante, também, que os próprios governos
mantivessem constante atualização pública do que arrecadam e gastam, para que os cidadãos se
sintam efetivamente representados pelos governantes que elegem. O sistema de impostos é a maneira
histórica com que o poder público, no país e no mundo, arrecada recursos para sustentar-se, para
promover os serviços essenciais e para investir em obras de sua responsabilidade. Neste sentido, o
sistema é imprescindível, integrando de maneira fundamental a estruturação do Estado e da sociedade.
Assim, numa sociedade organizada, pagar imposto faz parte dessa espécie de contrato social
que garante ao país o funcionamento adequado, a promoção da saúde, da segurança e da educação e a
manutenção das instituições e dos poderes. O controle social dos gastos públicos e a fiscalização dos
cidadãos em relação ao uso adequado dos recursos são questões básicas para a qualidade do
crescimento do país.
(Zero Hora, RS, Editorial, 28/7/2010)
(A) O Instituto Brasileiro de Planejamento é uma instituição oficial pública.
(B) O acompanhamento do poder público por instituições independentes prejudica o desenvolvimento do
País, porque elas têm seus próprios interesses.
(C) A qualidade do crescimento do país está relacionada com o controle social dos gastos públicos
realizado pelos cidadãos.
(D) Se os governos mantivessem informações disponíveis sobre seus gastos e sua arrecadação, a
administração ficaria prejudicada.
(E) O sistema de impostos é dispensável para a estruturação do Estado e da sociedade.
Considere o texto abaixo para responder à questão a seguir:
De teor histórico-filosófico, os livros de M. Foucault investigam, em determinadas sociedades e
em determinados períodos, quais os modos efetivos e historicamente variáveis de produção de verdade.
Uma consideração que se estende para a sociedade moderna, a partir das suas instituições, diz respeito
ao que podemos identificar como o traço fundamental, comum a todas elas e que, certamente, é
aplicável a toda sociedade. Trata-se do princípio da visibilidade. A um tempo global e individualizante, a
visibilidade constitui uma espécie de princípio de conjunto. À primeira vista sinal de transparência e de
revelação da verdade, pode-se contudo questionar se o gesto de mostrar-se, de deixar-se ver,
significaria uma postura despojada de desvelamento da verdade de cada um ou se o desnudamento de
si mesmo não seria uma injunção, se a exposição de si não encobriria uma certa imposição decorrente
das regras que regem nosso modo de produção da verdade. Acrescentemos que a investigação que
quer melhor compreender nossa época não pretende apenas situá-la pela sua diferença com o que a
precede, mas também, e sobretudo, instigar mudanças que, a partir e do interior do nosso presente,
possam inaugurar perspectivas outras na direção do que está por vir.
(Salma T. Muchail, A produção da verdade. Filosofi a especial, n. 08, p. 7, com adaptações)
(SECRETARIA MUNICIPAL DE FAZENDA/RJ – 2010 – ESAF) 2 - De acordo com a argumentação do
texto, o “princípio da visibilidade”.
(A) encobre diferenças entre passado e futuro.
(B) reforça a produção de uma falsa verdade.
(C) significa uma atitude individual e ousada.
(D) está presente em todas sociedades.
(E) questiona a verdade das instituições sociais.
Considere o texto abaixo para responder à questão a seguir:
Entrevistador - O que caracteriza o capitalismo brasileiro atual, que explica os rumos que ele vem
tomando desde a crise financeira internacional em 2008?
Ladislau Dowbor – O capitalismo brasileiro descobriu o mercado interno e a importância de responder
às necessidades internas do país. O segundo eixo é que ele descobriu que nós não podemos explorar
indefinidamente os recursos naturais sem prejudicar a sustentabilidade a médio e longo prazo. Essa
tomada de consciência na área do grande capital, de que há necessidades da população insatisfeitas - e
isso pode ser um problema, mas pode ser uma oportunidade em termos de expansão de fronteiras -, e a

tomada de consciência da problemática ambiental são os principais eixos de mudança. É lógico do ponto
de vista do capitalista individual pensar que o aumento do salário mínimo tornará a mão de obra mais
cara. Só que, ao multiplicar em todas as empresas essa atitude, não teremos desenvolvimento do
mercado interno e todo mundo entra em crise. Quando se pensa fora de uma unidade empresarial,
entendemos que esse aumento do salário mínimo e dos direitos sociais gera capacidade de compra por
parte dos trabalhadores. E essa capacidade de compra dinamiza o mercado. Todos vão poder produzir
mais. É justamente esse o “casamento estranho” que as pessoas não imaginavam, de que ajudar a
parte de baixo da sociedade também ajuda na parte de cima. Entendemos que temos que generalizar o
bem-estar para toda a sociedade e não só para alguns. E isso tem que ser feito de maneira sustentável.
(Adaptado da entrevista de Ladislau Dowbor a IHU On-line. http://www.ihuonline.unisinos.br – acesso em
20 de outubro de 2010)
(CVM – 2010 – ESAF) 3 - A argumentação do texto se organiza como uma “tomada de consciência” em
torno de dois eixos; assinale a opção que caracteriza, respectivamente, esses dois eixos.
primeiro eixo

segundo eixo

(A) Descoberta de que o modelo capitalistaDescoberta de mecanismos econômicos que
atende às necessidades individuais etornam possível explorar os vastos recursos
coletivas do país.
naturais brasileiros.
(B) Utilização da lógica do ponto de vistaUtilização da lógica do ponto de vista
individual e empresarial para controlar oscoletivo e social para aumentar os salários e
salários e os direitos sociais.
o poder de compra dos trabalhadores.
(C) Reconhecimento de que o atual modelo dá Reconhecimento de que a expansão de
importância apenas às necessidades internasfronteiras cria necessidades para a
do país individuais da população.
população que o grande capital não satisfaz.
(D) Necessidade de o capital interno generalizar o Necessidade de exploração consciente dos
bem estar tanto para as camadas de baixo recursos naturais em prol da valorização do
como para a parte de cima da sociedade.
homem e não do capital.
(E) Dinamização do mercado por meio deDinamização do capital interno por meio da
revitalização do grande capital, valorizando avalorização do mercado e do setor de
produção e o poder de compra das camadas produção, para atender às necessidades da
de baixo da sociedade.
população de modo generalizado.

Leia o texto a seguir para responder à próxima questão:
Maldades contra Machado
Entre os terríveis efeitos da crise econômica global está o de prejudicar as festividades
relativas ao centenário da morte de Machado de Assis, ocorrido na segunda-feira 29 de setembro,
quando os mercados desabaram no mundo inteiro.
Não é a primeira vez, nem a segunda, que Machado de Assis se vê atropelado pelos eventos
da economia.
A primeira humilhação mais fundamental teve a ver com o patrimônio que deixou para seus
herdeiros. Em julho de 1898, temendo por sua saúde, escreveu um testamento, deixando para Carolina,
sua esposa, entre outros bens, 7.000 contos em títulos da dívida pública do empréstimo nacional de
1895. Esses títulos entraram em moratória pouco antes da data desse testamento.
Em 1906, com a morte de Carolina, Machado escreveu um novo testamento, declarando
possuir não mais 7, mas 12 apólices do empréstimo de 1895, ou seja, as sete originais mais títulos
novos que recebeu pelos juros e principal não pagos.
A moratória perdurou até 1910, quando a nova herdeira, a menina Laura, filha de sua sobrinha,
começou a receber juros. Em 1914, uma nova moratória interrompe os pagamentos até 1927, e
novamente em 1931. Depois de alguns pagamentos em 1934, veio um “calote” completo em 1937. Nos
40 anos entre 1895 e 1935, menos de 18% do empréstimo foi amortizado, e os juros foram pagos
apenas em 12 anos.
O Estado a que Machado serviu e honrou ao longo de sua vida devastou-lhe a herança, a
pecuniária ao menos, com essa sucessão de “calotes”. E, a partir de 1943, quando os pagamentos
foram retomados, a inflação funcionou como uma crueldade superveniente, pois os títulos não tinham
correção monetária.
Como se não bastasse a desfeita, ou para tentar uma compensação, em 1987, resolvemos
homenagear Machado de Assis em uma cédula de mil cruzados. A cédula foi colocada em circulação em

Não. e nesse dia valia pouco menos de US$ 20. saudado como a invenção que substituiria o livro. Folha de São Paulo. elétricos ou eletrônicos são rapidamente perecíveis. III. Sabemos que todos os suportes mecânicos. analise as afirmativas a seguir: I. as fitas de vídeo perdem as cores e a definição com facilidade. em conseqüência do Plano Verão e da mudança do padrão monetário. Machado foi beneficiado com mais cinco títulos da dívida pública. ou não sabemos quanto duram e provavelmente nunca chegaremos a saber. Mas aqui surge outro problema: todos os suportes para a transmissão e a conservação de informações. assinale a afirmativa incorreta. são mais perecíveis que o livro. mas só quando se trata de livros feitos de papel de trapos. conforme a cotação oficial. (B) se nenhuma afirmativa estiver correta. um raio no jardim para desmagnetizar uma memória. ao longo da história. que nascia valendo cerca de US$ 1. No “paralelo” valia bem menos. As 4 questões a seguir baseiam-se no texto apresentado abaixo. passou-se ao papel de polpa de madeira. Se houvesse um apagão bastante longo. É possível afirmar que o guarda tem uma interpretação equivocada a respeito do motorista. depois de três anos de militância. (E) Com a morte de Carolina. Há muito tempo se realizam estudos para salvar todos os livros que abarrotam nossas bibliotecas. Assinale: (A) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas. Em 31 de outubro de 1990. (SENADO FEDERAL – 2008 – FGV) 5 – Leia o quadro a seguir: A respeito do quadrinho acima. ameaça sair rapidamente do mercado. não agiu favoravelmente a Machado de Assis. o autor tem sua atenção voltada. demonstrou que sobrevive bem por 500 anos. uma das soluções mais adotadas é escanear todas as páginas e passá-las para um suporte eletrônico. para . e saíam mascadas. (B) A economia mais uma vez atrapalhou Machado de Assis. 4 de outubro de 2008. a cédula com Machado deixa de circular por valer menos de um centavo de dólar. Mas estou feliz porque os livros continuam em minha biblioteca – uma garantia para quando os instrumentos eletrônicos entrarem em pane (Adaptado de Umberto Eco – UOL – Notícias – NYT/ 26/04/2009 (TRT/16ª REGIÃO – FCC) 6 .) (SENADO FEDERAL – 2008 – FGV) 4 . basta consultar jornais ou livros dos anos de 1940 para ver como muitos se desfazem ao ser folheados). dedicou-se à questão da efemeridade dos suportes de informação. do disco à memória do computador. a única forma de ler notícias sobre o passado continue sendo a consulta a um velho e bom livro. acabou se transformando em uma desfeita. mas não para verificar quanto dura um CD-ROM. Pode-se prever que o guarda também parará as tartarugas. As velhas fitas cassetes. até agora. em Veneza. Em 16 de janeiro de 1989. não poderíamos usar nenhuma memória eletrônica. que. II. (Gustavo Franco. A percepção do humor da tirinha só é completa se o leitor conhecer a fábula da tartaruga e a lebre. (C) se todas as afirmativas estiverem corretas. dentro de alguns séculos. Gravei em disco rígido portátil de 250 gigabytes as maiores obras primas da literatura universal. Tivemos tempo suficiente para ver quanto podia durar um disco de vinil sem ficar riscado demais. por ocasião de seu aniversário de morte. (E) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas. o papiro e o pergaminho até o livro impresso e os atuais meios eletrônicos. O livro impresso. exatos 79 anos da morte do escritor.29 de setembro de 1987. A partir de meados do século XIX. É possível que. Sobre a efemeridade das mídias Um congresso recente. porque podemos acessar on line os mesmos conteúdos por um custo menor. desde a tábua de argila. Basta um pico de tensão. (D) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.A respeito do texto. (D) A homenagem feita a Machado de Assis. da foto ao filme. (A) É possível inferir que Machado de Assis morreu em 29 de setembro de 1908. e parece que este tem uma vida máxima de 70 anos (com efeito. Os suportes modernos parecem criados mais para a difusão do que para a conservação das informações. Só se pode imaginar o que Machado diria disso tudo. com pouco tempo de uso se enrolavam todas. (C) É válida a afirmação de que o Estado. sobretudo. não sou um conservador reacionário. Machado recebe um vergonhoso carimbo triangular cortando-lhe três zeros: a cédula agora correspondia a um cruzado novo.Analisando diferentes mídias.

se entra em contato com um grupo ou uma pessoa que não mudaram tanto assim. mas por gente que finge de caipira e usa a realidade do seu mundo como um produto comercial pitoresco. É o caso do disco Caipira. o autor sugere que informações impressas em livro estão mais seguras do que as que se vêem processando em suportes mais avançados. porque o mundo em geral está mudando depressa demais. na escolha dos objetos. aliás. danças caipiras. do selo Eldorado. quando entra em contato com gente assim. na dança.O autor nega que seja um conservador reacionário – negativa que pode ser justificada atentando-se para o segmento (A) consulta a um velho e bom livro. apenas. o citadino diz que ela é caipira. festas caipiras. por isso. II. apenas. (B) a limitação da mídia eletrônica revela-se na transmissão de informações. apenas. ou dizia. (C) o conservadorismo de quem rejeita os suportes modernos de informação. registre-se. (D) a preservação das informações. (TRT/16ª REGIÃO – FCC) 9 . que não sabem qual é o cantor da moda nem o novo jeito de namorar. Como consequência. apenas. repetição – ou paródia e imitação deformada. e já quase extinta. conhecemos não praticadas por caipiras. III. querendo dizer que é atrasada e portanto meio ridícula. (C) mais para a difusão do que para a conservação das informações. (TRT/16ª REGIÃO – FCC) 7 . Caipiradas A gente que vive na cidade procurou sempre adotar modos de ser. Há. (D) a obsolescência de todos os suportes de informação tem a mesma causa. Diz. No segundo parágrafo. (B) a conservação dos livros. considera-se não apenas a efemeridade dos últimos suportes de mídia.É correto deduzir das afirmações do texto que (A) a confiabilidade de suportes simples pode superar a dos mais complexos. Está correto o que se afirma em (A) III. (B) Gravei em disco rígido portátil. porque ele quase acabou. a gente da cidade deve e pode mudar. resto. e nada pode ficar parado. (D) I e II. (E) I e III.No primeiro parágrafo. que se vem revelando cada vez mais precária. na maioria das vezes. afirma-se que vem sendo processada a cópia eletrônica de livros para preservar a massa de informações dos volumes que lotam nossas bibliotecas. iniciativas culturais com o fito de fixar o que sobra de autêntico no mundo caipira. na etiqueta. mas também aspectos éticos envolvidos na transmissão de informações on-line. (Adaptado de Antonio Candido. (TRT/16ª REGIÃO – FCC) 8 . que será altamente apreciado por quantos se interessem por essa cultura tão especial. nos espetáculos. mormente os centenários. na gíria. Nem podia ser de outro modo. O que há é impulso adquirido. quaisquer que sejam seus suportes. II e III. (C) I. Que.Atente para as seguintes afirmações: I. (D) única forma de ler notícias sobre o passado. Hoje. trocar de objetos e costumes. (E) a fidedignidade das informações que circulam em suportes eletrônicos. A moda logo passa. estar em dia. (B) II e III. creio que não se pode falar mais de criatividade cultural no universo do caipira. estabelece-se uma contraposição entre as expressões . (C) já houve tempo suficiente para se precisar a durabilidade do disco rígido. por exemplo. na comida. (E) os livros feitos de papel de trapo não resistem mais que cinco séculos. pensar e agir que lhe pareciam os mais civilizados. No primeiro parágrafo. As 5 questões a seguir baseiam-se no texto apresentado abaixo. gravado em 1980. mais ou menos parecida. (E) os livros continuam em minha biblioteca. os que permitem ver logo que uma pessoa está acostumada com o que é prescrito de maneira tirânica pelas modas – moda na roupa. No terceiro parágrafo. porque hoje a mudança é tão rápida que o termo está saindo das expressões de todo dia e serve mais para designar certas sobrevivências teimosas ou alteradas do passado: músicas caipiras.(A) o grau de obsolescência dos livros antigos. Recortes) (TRT/16ª REGIÃO – FCC) 10 . Raízes e frutos. que usam roupa como a de dez anos atrás e respondem a um cumprimento com certa fórmula desusada.

(B) I e II..Atentando-se para o 2o parágrafo. Há quem acredite que a pressão acabará chegando ao Amazonas depois de desmatados os estados mais acessíveis. (D) da fermentação cultural que se propaga criativamente nesse universo.. 157 milhões de hectares.. (TRT/16ª REGIÃO – FCC) 13 .(A) “logo passa” e “estar em dia”. (B) “certas sobrevivências teimosas ou alteradas” designa a precária permanência de costumes caipiras.) (C) Nem podia ser de outro modo. pensar e agir. enfatizando as críticas dos citadinos aos modos caipiras. Esse é o projeto da Fundação que foi criada . (C) “deve” e “pode mudar”. é correto afirmar que o segmento (A) “Diz. // porque o mundo em geral está mudando depressa demais. diretor técnico-científico da Fundação Amazonas Sustentável. acentuando a variabilidade que ocorre com as modas. apenas. (D) “um produto comercial pitoresco” traduz a maneira pela qual o citadino reconhece a moda que ele mesmo promove. (C) de iniciativas culturais que reavivam e fortalecem os costumes caipiras. // mas por gente que finge de caipira (. (C) “o termo está saindo das expressões de todo dia” refere-se à moda que deixa de ser seguida. (E) da autenticidade que o citadino ainda reconhece nos costumes caipiras.) conhecemos não praticadas por caipiras.. o autor está qualificando modos de ser. a sequência de pontos e vírgulas destaca uma enumeração de traços que identificam um caipira aos olhos do citadino. destacando parâmetros adotados pelos caipiras.) hoje a mudança é tão rápida // que o termo está saindo das expressões de todo dia (. está correto o que se afirma em: (A) II e III. (B) de as mudanças do nosso tempo ocorrerem em alta velocidade. (D) (. (E) “mais civilizados” e “fórmula desusada”. Em relação ao texto. o Brasil vai pondo abaixo a maior floresta tropical. (E) I e III.) uma pessoa está acostumada // com o que é prescrito de maneira tirânica (.. II e III.... (B) “de maneira tirânica” e “está acostumada”. ou dizia” sugere a velocidade com que um novo elemento da moda aprimora um anterior.Atente para as seguintes afirmações sobre o primeiro parágrafo: I.. nesta ordem. A Zona Franca garante que uma parte do mérito lhe cabe.Considerando-se o contexto. acha que é preciso trabalhar duro na prevenção do desmatamento. os segmentos destacados em: (A) (..) quase acabou. No último e longo período... II. com cuja imposição os citadinos estão acostumados. porque criou alternativa de emprego e renda para a população do estado. (D) III. O número repetido por todos é que lá 98% da floresta estão preservados. (TRT/16ª REGIÃO – FCC) 14 .. constituem uma causa e seu efeito. (TRT/16ª REGIÃO – FCC) 11 . (D) “é atrasada” e “meio ridícula”. onde ficaram trancados por vários dias.) (E) (. III. apenas....) As próximas 6 questões baseiam-se no texto abaixo: Bolsa-Floresta Quando os dados do desmatamento de maio saíram esta semana da gaveta da Casa Civil. João Batista Tezza.. (TRT/16ª REGIÃO – FCC) 12 . ficou-se sabendo que maio foi igual ao abril que passou: perdemos de floresta mais uma área equivalente à cidade do Rio de Janeiro.Ao afirmar que o universo do caipira (.) que será altamente apreciado // por quantos se interessem por essa cultura tão especial (. apenas. No Amazonas. Com a expressão “o que é prescrito de maneira tirânica”. apenas. identificando pontos de vista adotados pelos citadinos. sublinhando os impulsos a que os caipiras têm que se render. A submissão dos citadinos aos valores da moda é a causa de uma alternância de valores que reflete uma clara hesitação entre o que é velho e o que é novo. visitei uma das iniciativas para tentar deter a destruição. Ao ritmo de um Rio por mês. 1/3 da Amazônia brasileira. o autor emprega o termo quase em função (A) de remanescerem repetições e paródias que aludem ao mundo caipira.) (B) (. (C) I. (E) “a realidade do seu mundo” está-se referindo ao universo do citadino. O Estado do Amazonas é o que tem a floresta mais preservada..

] Tezza é economista e acha que a economia é que trará a solução: — A destruição ocorre porque existem incentivos econômicos. À beira da estrada.Com a leitura do parágrafo que contém a oração “porque criou alternativa de emprego e renda para a população do estado. os riscos são visíveis. [. Viajei por uma rodovia estadual que liga Manaus a Novo Airão. vão receber recursos para a organização da comunidade. (B) criação do Bolsa-Floresta. (E) aberto o mercado interno nacional para a entrada de produtos estrangeiros de alta tecnologia. (adaptado) (TJ/RO – 2010 – FUNDAÇÃO CESGRANRIO) 15 .000 famílias e. — Trabalhamos com o conceito dos serviços ambientais prestados pela própria floresta em pé e as emissões evitadas pela proteção contra o desmatamento. (E) chegaram ao conhecimento público. A Fundação trabalha mirando dois mapas.. onde a floresta é mais preservada.] Nas áreas próximas às reservas estaduais. e que tem a função de implementar o Bolsa-Floresta. como uma forma de compensação pelos serviços que prestam. (C) foram tirados da situação de abandono.” (1º parágrafo) pode ser adequadamente substituída. (TJ/RO – 2010 – FUNDAÇÃO CESGRANRIO) 17 . título do texto. (E) comprometimento do governo estadual.” pode-se inferir que. Atualmente a equipe da Fundação está dedicada a um trabalho exaustivo: ir a cada uma das comunidades. (D) preservação da floresta. (E) ajuda realizada por organizações não governamentais para que a população de baixa renda possa se manter melhor. Miriam. o que favoreceu novas aquisições para a população. Mesmo no Amazonas. (C) expansão de 1/3 da Amazônia. viajando dias e dias pelos rios. (C) criado uma área de comércio de bens livres de impostos. estão instaladas 4. (D) doação governamental regular feita às pessoas que moram na floresta. Isso é um ativo negociado no mercado voluntário de redução das emissões — diz Tezza.. (B) foram apresentados às autoridades.. (D) feito a promoção do desenvolvimento econômico da região.“No Amazonas. (C) medida social para apoio às populações da floresta. afastando-a do desmatamento. [. mas não é governamental. melhorando sua contribuição para o PIB brasileiro.pelo governo. (B) atraído compradores de todas as partes do Brasil com o seu comércio florescente.Bolsa-Floresta. por família. uma transferência de renda para pessoas que vivem perto das áreas de preservação estadual. Um mostra o desmatamento atual.. que não têm de onde obter sobrevivência. a outra alternativa seria (A) buscar outra fonte de renda. (B) mensalidade destinada aos moradores das cercanias de áreas de preservação por sua ajuda. o mérito da Zona Franca na preservação florestal do estado do Amazonas deve-se ao fato de ter (A) oferecido oportunidades de ganho para a população.. por (A) foram finalmente examinados. no texto. que é pequeno. . Tal iniciativa é a(o) (A) manutenção da Zona Franca. [. é o nome dado a um(a) (A) recurso adotado por empresas privadas para que a população dê suporte aos projetos de desmatamento.] LEITÃO. vi áreas recentemente desmatadas. como se fosse uma bolsa de estudos. A idéia é que elas sejam envolvidas no projeto de preservação e que recebam R$ 50 por mês. (D) encaminharam-se ao setor técnico. Outro projeta o que acontecerá em 2050 se nada for feito. além de ganharem o Bolsa-Floresta.. para cadastrar todas as famílias. 19 jul. (TJ/RO – 2010 – FUNDAÇÃO CESGRANRIO) 18 . (TJ/RO – 2010 – FUNDAÇÃO CESGRANRIO) 16 . sem alteração do sentido.No 2º parágrafo. onde a fumaça ainda sai de troncos queimados.. In: Jornal O Globo. (TJ/RO – 2010 – FUNDAÇÃO CESGRANRIO) 19 . 2008. precisamos criar os incentivos da proteção.” (1º parágrafo).A expressão em destaque no trecho “Quando os dados do desmatamento de maio saíram esta semana da gaveta. visitei uma das iniciativas para tentar deter a destruição..

b 13 .V (C) V . (C) emigrar para outro estado.F (D) F .F . ( ) Se houver incentivo de proteção.b 20 .d 15 . (TJ/RO – 2010 – FUNDAÇÃO CESGRANRIO) 20 . ( ) O conceito da palavra “incentivos” é igual nas expressões “incentivos econômicos” e “incentivos de proteção”.V GABARITO 1-c 2-d 3-b 4-e 5-e 6-d 7-e 8-b 9-a 10 .F .” (5º parágrafo).“— A destruição ocorre porque existem incentivos econômicos. (E) ser funcionário público.a 14 .e 12 . a destruição cessará. (D) trabalhar na Zona Franca.F .a QUESTÕES DE CONCURSOS ANTERIORES: Exercícios de Interpretação de texto II .e 11 .F (E) F .b 16 .b 19 . A seqüência correta é: (A) V .(B) desmatar a floresta. precisamos criar os incentivos de proteção. em relação ao trecho acima.a 18 .V – F (B) V . ( ) Tanto a destruição da floresta quanto a sua proteção dependem de medidas econômicas.e 17 .V . Avalie se as afirmativas apresentadas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F).

em 20 minutos de conversa.com. atormentado pelos chás de cadeira que enfrentou no Brasil. (C) eles. o número de relógios corretamente ajustados e a eficiência dos correios. por exemplo. diz o psicólogo. No fim da década de 90. nunca lhes havia passado pela cabeça que alguém pudesse se interessar por aquilo que estavam pensando. No ranking geral. esse não entra é uma responsabilidade dolorida da qual não se sai sem sentimentos de culpa. (TJ/SP – 2010 – VUNESP) 23 . Como ser pontual se o trânsito é um pesadelo e não se pode confiar no transporte público? (Veja. O estudo de Robert Levine associa a administração do tempo aos traços culturais de um país.O autor entende que os candidatos deveriam (A) ter opiniões próprias. decidir sobre a vida de uma pessoa amedrontada? Mas não havia alternativas. a mesma pergunta. Mas falar sobre os próprios pensamentos – ah. fui designado presidente da comissão encarregada da seleção dos candidatos ao doutoramento. os brasileiros são piores do que outros povos em . (E) ter mais equilíbrio.] A reação dos candidatos. a partir da infância. a mais deliciosa de todas: “Fale-nos sobre aquilo que você gostaria de falar!”. Dizer esse entra. no entanto. revelou que a maioria considera aceitável que um convidado chegue mais de duas horas depois do combinado a uma festa de aniversário.cuidardoser. Assim. A conclusão foi que os brasileiros estão entre os povos mais atrasados – do ponto de vista temporal. Os brasileiros. (E) esse campo. “Nos Estados Unidos.A expressão “um vazio imenso” (3. dão mais importância às relações sociais e são mais dispostos a perdoar atrasos”. (D) tinham perfeito autocontrole. Pode-se argumentar que os brasileiros são obrigados a ser mais flexíveis com os horários porque a infraestrutura não ajuda. lhes fosse totalmente desconhecido.De acordo com o texto.2009) (TJ/SP – 2010 – VUNESP) 24 . O país dos relógios é. Para isso. portanto. não foi a esperada. (B) só conheciam o pensamento alheio. os candidatos (A) não tinham assimilado suas leituras. Como. Aí tive uma ideia que julguei brilhante.12. Uma série de entrevistas com cariocas. esperando a vez. (Rubem Alves. (C) não ter treinamento escolar. www. eles haviam sido treinados durante toda a sua carreira escolar. tudo bem. Sobre os perigos da leitura Nos tempos em que eu era professor da Unicamp. o que tem o povo mais pontual. Foram analisadas a velocidade com que as pessoas percorrem determinada distância a pé no centro da cidade. Adaptado) (TJ/SP – 2010 – VUNESP) 21 . (D) refletir sobre o vazio. quando o candidato entrava trêmulo e se esforçando por parecer confiante. (TJ/SP – 2010 – VUNESP) 22 . em comparação. Foi como se esse campo. (B) pânico. bem entendido – do mundo. Levine resolveu fazer um levantamento em grandes cidades de 31 países para descobrir como diferentes culturas lidam com a questão do tempo. [. Papaguear os pensamentos dos outros. (C) tinham projetos de pesquisa deficientes. o que é um sofrimento. (B) ler os textos requeridos. Os candidatos amontoavam-se no corredor recordando o que haviam lido da imensa lista de livros cuja leitura era exigida. um vazio imenso. Aconteceu o oposto: pânico. eu lhe fazia a pergunta.Leia o texto para responder às próximas 3 questões. os suíços ocupam o primeiro lugar.De acordo com o texto..br. Essa era a regra. (E) ficavam em fila. isso não lhes tinha sido ensinado! Na verdade. 02. por exemplo.. Combinei com os meus colegas que faríamos a todos os candidatos uma única pergunta. Já as oito últimas posições no ranking são ocupadas por países pobres.º parágrafo) refere-se a (A) candidatos. Leia o texto para responder às próximas 3 questões. Nunca lhes havia passado pela cabeça que os seus pensamentos pudessem ser importantes. a ideia de que tempo é dinheiro tem um alto valor cultural. aquilo sobre o que eles gostariam de falar. (D) reação. Os brasileiros pontuaram muito mal nos dois primeiros quesitos.

. Zelosa com sua imagem. Thierry Henry é o terceiro jogador de futebol que mais lucra com a publicidade – seus contratos somam 28 milhões de dólares anuais. (B) o jogo em que a França se classificou deve ser refeito. que tinha morrido. (B) ausência de convite para dançar. significa que (A) a Procter & Gamble nega o rompimento do contrato.. (C) a Gillette já cortou. (D) ficar sentado esperando o chá.. (C) cronometrista. (E) longa espera em diferentes situações. depois de contar abruptamente ao marido que seu gato tinha morrido.º parágrafo.A expressão chá de cadeira. (C) longa espera para conseguir assento. o contrato com o jogador francês. No texto em questão. (B) a Gillette ter modificado a publicidade do futebolista francês. (E) dar satisfações por atrasos. depois que o jogador trapaceou. diz que não. (B) economista.A expressão o gato subiu no telhado é parte de uma conhecida anedota em que uma mulher. Os publicitários franceses acham que o gato subiu no telhado. . em – A jogada previne os efeitos desastrosos para venda de seus produtos. O serviço de comunicação da gigante Procter & Gamble. Thierry aparece com a mão no bolso. depois. (E) a FIFA não ter cancelado o jogo em que a França se classificou. é advertida de que deveria ter dito isso aos poucos: primeiramente. para ajudar no gol que classificou a França para a Copa do Mundo de 2010.. a empresa multinacional Gillette retirou a bola da mão. onde 8 em cada dez franceses reprovam o gesto irregular. (TJ/SP – 2010 – VUNESP) 26 . (. sua publicidade.. Leia o texto para responder às próximas 4 questões. (D) Thierry Henry ganhar 8.) (Veja. depois. tem o significado de (A) bebida feita com derivado de pinho. Segundo lista da revista Forbes. (. (C) marcar compromissos fora de hora. garoto-propaganda da marca com quem tem um contrato de 8. A Gillette prepara o rompimento do contrato. ficou instável. (B) ajuste de relógios e andar a pé. do atacante francês Thierry Henry.4 milhões de dólares anuais. (TJ/SP – 2010 – VUNESP) 29 . A jogada previne os efeitos desastrosos para vendas de seus produtos. que a trapaça não tivesse acontecido. de fato.Pondo foco no processo de coesão textual do 2.º parágrafo. a empresa gostaria que o jogo fosse refeito. Em todo caso. 02.4 milhões de dólares anuais com a propaganda. (B) Thierry era um bom jogador antes de ter agido com má fé. (TJ/SP – 2010 – VUNESP) 28 . em uma das suas publicidades. (E) psicólogo. Adaptado) (TJ/SP – 2010 – VUNESP) 27 .A palavra jogada. Na impossibilidade. (E) a situação de Thierry. (D) a Fifa reprovou amplamente a atitude antiesportiva de Thierry Henry. a expressão pode ser interpretada da seguinte maneira: (A) foi com a “mão do gato” que Thierry assegurou a classificação da França. (C) a Gillete não concordar com que a França dispute a Copa do Mundo.(A) eficiência de correios e andar a pé.11. tocando e controlando a bola com a mão. que tinha caído e.A expressão diz que não.2009. no texto. pode-se concluir que Levine é um (A) jornalista. (D) ensaísta. refez o que está ao seu alcance. – refere-se ao fato de (A) Thierry Henry ter dado um passe com a mão para o gol da França.) Na França. como garoto-propaganda da Gillette. que o gato tinha subido no telhado. no final do 2. (D) criar desculpas para atrasos.. proprietária da Gillette. (TJ/SP – 2010 – VUNESP) 25 .

27 de outubro de 2010. trazidas pelo uso disseminado da internet.(C) a repercussão na França foi bastaPnte negativa. um livro instrutivo e provocativo. rasa e distraída. Conclui que a internet está provocando danos em partes do cérebro que constituem a base do que entendemos como inteligência. Curiosamente. os verdadeiros fundamentos científicos deveriam. Carr menciona a dificuldade que muitos de nós. que dosa linguagem fluida com a melhor tradição dos livros de disseminação científica. 72. além de nos tornar menos sensíveis a sentimentos como compaixão e piedade. p. e um aprendizado superficial. o polêmico artigo "Estará o Google nos tornando estúpidos?" O texto ganhou a capa da revista e. O autor nos brinda agora com The Shallows: What the internet is doing with our brains. pois estimula leituras superficiais e distraídas. ultrapassa 28 milhões. As reações mais estridentes nem sempre têm fundamentos científicos. para embasar a opinião exposta no 2o parágrafo. agora experimentam diante de textos mais longos e elaborados: as sensações de impaciência e de sonolência. (E) é um absurdo o que o jogador ganha com o futebol e a publicidade. mais nossas mentes são afetadas. provocar reações muito estridentes. (TJ/SP – 2010 – VUNESP) 30 . baseadas em dezenas de estudos científicos sobre o funcionamento do cérebro humano. No entanto. Em 2008. que procura descobrir as conexões entre raciocínio lógico e estudos científicos sobre o funcionamento do cérebro. Carta capital. quando navegamos na rede. (B) apoia-se nas conclusões de Nicholas Carr. encontra-se entre os mais lidos de seu website. . O autor. pelas facilidades de percepção e de domínio de assuntos diversificados e de formatos diferenciados de textos. (B) O mundo virtual oferecido pela internet propicia o desenvolvimento de diversas capacidades cerebrais em todos aqueles que se dedicam a essa navegação." A internet converteu-se em uma ferramenta poderosa para a transformação do nosso cérebro e. (Thomaz Wood Jr. ainda pouco estudadas e explicitadas em termos científicos. (C) o jogador francês possui contratos publicitários milionários. os verdadeiros fundamentos científicos deveriam.Segundo a revista Forbes. Nicholas Carr assinou. Carr mergulha em dezenas de estudos científicos sobre o funcionamento do cérebro humano. (A) Thierry deverá perder muito dinheiro daqui para frente. Novas tecnologias costumam provocar incerteza e medo. E não se trata apenas de pequenas alterações. a exemplo de Nicholas Carr. traçando um caminho errático pelas páginas eletrônicas. estimulados pela carga gigantesca de informações. quanto mais a utilizamos. que permitem uma leitura dinâmica e de acordo com o interesse do usuário. no caso da internet. (D) Usar a internet estimula funções cerebrais.O assunto do texto está corretamente resumido em: (A) O uso da internet deveria motivar reações contrárias de inúmeros especialistas. somado à publicidade. (B) há três jogadores que faturam mais que Thierry em publicidade. Essa dispersão da atenção vem à custa da capacidade de concentração e de reflexão. (A) se vale da enorme projeção conferida ao pesquisador antes citado. sim. com seus múltiplos e incessantes estímulos. a ser publicado. (C) Segundo Nicholas Carr. na revista The Atlantic. O frenesi hipertextual da internet. esse ganho se dá à custa da perda da capacidade de alimentar nossa memória de longa duração e estabelecer raciocínios mais sofisticados. com base em estudos científicos sobre o impacto da internet no cérebro humano. adestra nossa habilidade de tomar pequenas decisões. comprometendo a formulação de raciocínios mais sofisticados. "entramos em um ambiente que promove uma leitura apressada. no caso da internet. (D) o ganho de Thierry. (E) os publicitários franceses se opõem a Thierry. As 2 questões a seguir baseiam-se no texto abaixo.Curiosamente. depois de anos de exposição à internet. sim. o uso frequente da internet produz alterações no funcionamento do cérebro. provocar reações muito estridentes. Saltamos textos e imagens. (D) a Procter & Gamble é proprietária da Gillette. mas de mudanças substanciais físicas e funcionais. (E) O novo livro de Nicholas Carr. imersos no mundo virtual. Segundo o autor. com adaptações) (MP/RS – 2010 – FCC) 31 . desde sua publicação. em seu website. desperta a curiosidade do leitor pelo tratamento ficcional que seu autor aplica a situações concretas do funcionamento do cérebro. (MP/RS – 2010 – FCC) 32 . ironicamente oferecida pela própria internet.

mas perdem muito tempo em congestionamentos. Além disso. com adaptações) (MP/RS – 2010 – FCC) 33 .3 milhões de veículos em todo o país.[. pois os brasileiros desses municípios passaram a utilizar seus carros até para percorrercurtas distâncias. cujo uso indiscriminado vemprovocando danos em partes do cérebro. acidentes. mesmo perdendo tempo em congestionamentos e apesar dos alertas das autoridades sobre os danos provocados ao meio ambiente pelo aumento da frota. além dos congestionamentos e dos alertas das autoridades sobre os danos provocados ao meio ambiente pelo aumento da frota. que são elementos que têm colaborado para a realização do sonho de tê-los. com danos provocados ao meio ambiente. baixo índice de desemprego e poder aquisitivo mais alto. que são alguns dos elementos que têm colaborado para a realização do sonho dos brasileiros de ter um carro. As 2 questões a seguir baseiam-se no texto abaixo. (B) Cidades menores tiveram suas frotas aumentadas em progressão geométrica nos últimos anos em razão da facilidade de crédito e da isenção de impostos. como base inicial de constatação a respeito do uso da internet. com baixo índice de desemprego e poder aquisitivo mais alto. (D) considera. (D) É nas cidades menores. (MP/RS – 2010 – FCC) 34 . Cidades menores. apesar dos congestionamentos e dos alertas das autoridades sobre os danos provocados ao meio ambiente. que ela nos torna menos sensíveis a sentimentos como compaixão e piedade. que tiveram suas frotas aumentadas em progressão geométrica nos últimos anos pela facilidade de crédito e a isenção de impostos são alguns dos elementos que tem colaborado para a realização do sonho de ter um carro. tiveram suas frotas aumentadas em progressão geométrica nos últimos anos. as novas tecnologias. um crescimento de 66% nos últimos nove anos. constitui o maior sonho de consumo do brasileiro. carro continua a ser sinônimo de status para milhões de brasileiros de todas as regiões. com custo de vida menos elevado que o das capitais. as pessoas tendem cada vez mais a optar pelo carro para seus deslocamentos diários. congestionamentos. com a facilidade de crédito e a isenção de impostos. como mostram dados do Departamento Nacional de Trânsito. pela facilidade de crédito e a isenção de impostos. provocar reações muito estridentes. elementos que têm colaborado para a aquisição de carros que passaram a ser utilizados até mesmo para percorrer curtas distâncias.As ideias mais importantes contidas no 2o parágrafo constam. Não por acaso oito Estados já registram mais mortes por acidentes no trânsito do que por homicídios. a partir de um título que poderia ser: Carro. Há 35.(C) condena. (B) observação irônica quanto aos problemas decorrentes do aumento na utilização de carros.Não por acaso oito Estados já registram mais mortes por acidentes no trânsito do que por homicídios. (E) conclusão coerente com todo o desenvolvimento. aumentaram suas frotas em progressão geométrica nos últimos anos. Paulo. poluição e altos custos de manutenção da malha viária passaram a fazer parte da lista dos principais problemas desses municípios. Leia o texto para responder às próximas 4 questões. A sua necessidade vem muitas vezes em segundo lugar. Notas e Informações. (D) hipótese de que a vida nas cidades menores tem perdido qualidade. Em consequência. localizadas nas vizinhanças das regiões metropolitanas do Sudeste e do Sul do país. (C) comprovação de que a compra de um carro é sinônimo de status e. desde o início. com custo de vida menos elevado que o das capitais. no caso da internet. (E) Os brasileiros de cidades menores passaram até a percorrer curtas distâncias com seus carros. A facilidade de crédito e a isenção de impostos são alguns dos elementos que têm colaborado para a realização do sonho de ter um carro. baixo índice de desemprego e poder aquisitivo mais alto. A3..] deveriam. e os brasileiros desses municípios passaram a utilizar seus carros para percorrer curtas distâncias.. e com custo de vida menos elevado que o das capitais. (E) questiona a ausência de fundamentos científicos que. E os brasileiros desses municípios passaram a utilizar seus carros até para percorrer curtas distâncias. baixo índice de desemprego e poder aquisitivo mais alto. . sim. tiveram suas frotas aumentadas em progressão geométrica nos últimos anos. por isso. de: (A) A facilidade de crédito e a isenção de impostos são alguns elementos que tem colaborado para a realização do sonho de ter um carro nas cidades menores. com lógica e correção. problema que se agrava. (C) O menor custo de vida em cidades menores. 11 de setembro de 2010. A afirmativa final do texto surge como (A) constatação baseada no fato de que os brasileiros desejam possuir um carro. Também nas cidades de porte médio. (O Estado de S.

que prevê a compensação do carbono emitido na fabricação e distribuição de um produto. Jobs lançou a nova linha do Macbook Pro com estrutura de vidro e alumínio. (CREMESP – 2011 . – a expressão entre aspas pode ser substituída.No texto. (E) com teclado feito de alumínio. (C) descobriu que impressoras cujos cartuchos são de borra de chá não duram muito. sem alterar o sentido no texto. (E) a preocupação de algumas empresas em criarem aparelhos eletrônicos que não agridam o meio ambiente. na produção de seus iPods e laptops. (A) preocupa-se com o carbono emitido na fabricação de produtos eletrônicos.VUNESP) 39 . E a RITI Coffee Printer chegou à sofisticação de criar uma impressora que. há um estudo realizado nos EUA pela Comunidade do Vale do Silício. (Luciana Sgarbi. (B) a criação de um equipamento eletrônico com estrutura de vidro que evita a emissão de dióxido de carbono na atmosfera. É seguindo essa trilha “verde” que a Motorola anunciou o primeiro celular do mundo feito de garrafas plásticas recicladas. É correto afirmar que a frase inicial do texto pode ser interpretada como (A) a união das empresas Motorola e RITI Coffee Printer para criar um novo celular com fibra de bambu.VUNESP) 36 . (B) os consumidores de eletrônicos não se preocupam com o material com que são feitos. Ele aponta que a inovação “verde” permitirá adotar mais máquinas com o mesmo consumo de energia elétrica e reduzir os custos de orçamento. Ele se chama W233 Eco e é também o primeiro telefone com certificado CarbonFree. (D) o compromisso firmado entre a empresa Apple e consultoria Gartner Group para criar celulares sem o uso de carbono. Revista Época. pode-se concluir que (A) as pesquisas na área de TI ainda estão em fase inicial. O estudo da Comunidade chegou às mãos do presidente da Apple. Ela revela que a área de TI (tecnologia da informação) já é responsável por 2% de todas as emissões de dióxido de carbono na atmosfera. atualmente. 22. executivo-chefe da Fundação da Comunidade do Vale do Silício. tudo reciclável. conta pontos junto ao consumidor ter-se uma imagem de empresa sustentável. dá para satisfazer perfeitamente a demanda da impressora.09. em vez de tinta. Preocupado em não perder espaço. altamente prejudicial ao meio ambiente.O presidente da Apple. (CREMESP – 2011 . (D) feitos com materiais retirados da natureza. (B) feitos com garrafas plásticas. e o fez renderse às propostas do “ecologicamente correto” – ele era duramente criticado porque dava aval à utilização de mercúrio. Adaptado) (CREMESP – 2011 . Se pensarmos em quantos cafezinhos são tomados diariamente em grandes empresas. por que não se produz um laptop a partir do bambu? Essa ideia ganhou corpo com a fabricante taiwanesa Asus: tratase do Eco Book que exibe revestimento de tiras dessa planta. Além da pesquisa da Gartner. (CREMESP – 2011 .Leia o trecho: Vai bem a convivência entre a indústria de eletrônica e aquilo que é politicamente correto na área ambiental. acredita que as tecnologias “verdes” também conquistarão espaço pelo fato de que. (C) atualmente. (D) responsabiliza a fabricação de celulares pelas emissões de dióxido de carbono no meio ambiente. Computadores “limpos” fazem uma importante diferença no efeito estufa e para se ter uma noção do impacto de sua produção e utilização basta olhar o resultado de uma pesquisa da empresa americana de consultoria Gartner Group..VUNESP) 35 . Steve Jobs. (E) equipamentos ecologicamente corretos não têm um mercado de vendas assegurado. (C) o aumento na venda de celulares feitos com CarbonFree. (E) está de acordo com outras empresas a favor do uso de materiais recicláveis em eletrônicos. (C) com arquivos de bambu. (CREMESP – 2011 .. (D) os laptops feitos com fibra de bambu têm maior durabilidade. (B) pesquisa acerca do uso de bambu em teclados de laptops. o estudo realizado pela Comunidade do Vale do Silício . Se um celular pode ser feito de garrafas. se vale de borra de café ou de chá no processo de impressão. Steve Jobs. a indústria de eletrônicos leva em conta o efeito estufa.Em – Computadores “limpos” fazem uma importante diferença no efeito estufa.VUNESP) 38 .2009. por: (A) com material reciclado.A partir da leitura do texto. Russel Hancock. depois que as empresas nacionais se uniram à fabricante taiwanesa. Basta que se coloque a folha de papel no local indicado e se despeje a borra de café no cartucho – o equipamento não é ligado em tomada e sua energia provém de ação mecânica transformada em energia elétrica a partir de um gerador.VUNESP) 37 .Os eletrônicos “verdes” Vai bem a convivência entre a indústria de eletrônica e aquilo que é politicamente correto na área ambiental.

A 30 . (C) ainda está pesquisando acerca do uso de mercúrio em eletrônicos.E 29 . alimentados com doses altas desses venenos. (B) a produção em larga escala de pesticidas sintéticos tem ocasionado doenças incuráveis. cientistas costumam fazer testes com ratos e cães.E 34 . com redução de custos. Esses valores têm sido desrespeitados.C 38 . os agrotóxicos causam intoxicações. (Francine Lima. Alguns alimentos têm excesso de resíduos. (D) os resíduos de agrotóxicos nos alimentos podem causar danos ao organismo. pode-se afirmar que (A) segundo testes feitos em animais.B 35 .E 36 .A 37 . Quanto veneno tem nossa comida? Desde que os pesticidas sintéticos começaram a ser produzidos em larga escala.B 33 . Esses excessos. alguns trabalhadores rurais apresentaram intoxicações sérias.Com a leitura do texto. segundo as amostras da Anvisa.C 31 . porque em geral não ultrapassam os limites que o corpo humano aguenta.B 25 . (B) contribuirá para que haja mais lucro nas empresas. O maior problema é que eles se somam – ninguém come apenas um tipo de alimento.E 24 . Leia o texto para responder à questão a seguir. Revista Época. em contato direto com agrotóxicos. (C) as pessoas que ingerem resíduos de agrotóxicos são mais propensas a terem doenças de estômago.VUNESP) 40 .C 32 .E 26 . há dúvidas sobre o perigo para a saúde humana. outros têm resíduos de agrotóxicos que nem deveriam estar lá. 09. (E) os cientistas descobriram que os alimentos in natura têm menos resíduos de agrotóxicos. GABARITO 21 . na década de 1940. No campo.B 28 .2010) (CREMESP – 2011 . (D) será decisivo para evitar o efeito estufa na atmosfera. isoladamente.B 40 .E 39 .08.B 22 .(A) é o primeiro passo para a implantação de laptops feitos com tiras de bambu. Para avaliar o risco de gente que apenas consome os alimentos. A partir do resultado desses testes e da análise de alimentos in natura (para determinar o grau de resíduos do pesticida na comida). (E) permite a criação de uma impressora que funciona com energia mecânica.E 27 .D .A 23 . a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabelece os valores máximos de uso dos agrotóxicos para cada cultura. não são tão prejudiciais.

ele não era um homem: era apenas um cabra ocupado em guardar coisas dos outros. (D) depois de muito sofrer. com a família morrendo de fome. existe há muito tempo a feira hippie. Enfim. e. e cusparadas. aspirinas. para o mar. murmurando: – Você é um bicho.VUNESP) 42 . canivetes. girando no ar. que exige cuidado do pedestre para não pisar naquelas coisas. a praia está excessivamente cheia. (Graciliano Ramos. assim como os retirantes nordestinos. CIDADE MARAVILHOSA? Os camelôs são pais de famílias bem pobres. alguém tivesse percebido a frase imprudente. E as praias foram invadidas por 1000 vendedores. sem alvarás nem licenças. comendo raízes. E aquelas coisas secam. Agora há gente demais. Fabiano ia satisfeito. Artistas e artesãos expõem ali aos domingos e vendem suas coisas. Leia o texto a seguir para responder às próximas 7 questões. fora os meninos. está bem. (…) – Fabiano. (D) contar à família que iriam se mudar dali. o mar é do povo.A expressão destacada – a frase imprudente – refere-se ao fato de Fabiano (A) considerar-se um homem. merecem nossa simpatia e nosso carinho. pensando bem. de um lado e outro. um bicho capaz de vencer dificuldades. qualquer artista ou mesmo qualquer pessoa. Caíra no fim do pátio. alguém tivesse percebido a frase imprudente. e restos de peixes da feira das terças. Antigamente a gente fugia para a praia. pipocas. o mar.roupas.QUESTÕES DE CONCURSOS ANTERIORES: exercícios de Interpretação de texto III Leia o texto para responder às próximas 2 questões. murmurando: … (CREMESP – 2011 . (B) Fabiano mostra-se enfurecido por não viver em outro lugar. Fabiano e sua família conseguem se instalar em uma pequena propriedade rural. pareciam ratos – e a lembrança dos sofrimentos passados esmorecera. logo ela vai-se elevar. eis . com certeza iam admirar-se ouvindo-o falar só. notou que os meninos estavam perto. entrar em nosso pulmão numa lufada de ar quente. brinquedos. unem-se a cascas de frutas podres e dejetos de toda ordem. uma orgia de cães. Conteve-se. e folhas. essa poeira.VUNESP) 41 . Olhou em torno. frutas. (B) considerar-se um bicho. depois tomara conta da casa deserta. louças. Sim senhor. com um canivete na barriga alheia. Está bem. Uma feira um tanto organizada demais: sempre os mesmos artistas mostrando coisas quase sempre sem interesse. objetos usados. (E) o retirante Fabiano e sua família viviam rodeados de bichos. ampolas de óleo de bronzear. você é um homem. apareceram barracas atravancando as calçadas. Olhou em torno. Pois de repente. – Sim senhor. Leia o trecho para responder à questão a seguir. na Praça General Osório. exclamou em voz alta. passarinhos. com receio de que. em um lugar ermo. e jornais velhos. E. Corrigiu-a. Ah. Fabiano. logo eles se multiplicam por 1000. Chegara naquele estado. O resultado é uma sujeira múltipla. Ele. (C) dizer aos filhos que era um cabra ocupado. Sempre achei que deveria haver um canto em que qualquer artista pudesse vender um quadro. como a praça é do condor – mas podia haver menos cães e bolas e pranchas e barcos e camelôs e ratos de praia e assaltantes que trabalham até dentro d’água. o fato é que a feira funcionava. se venta um pouco o noroeste. na Rua Visconde de Pirajá. debaixo de um juazeiro.De acordo com a leitura do texto. uma poeira dos três reinos da natureza e de todas as servidões humanas. Nunca vi tantos cães no Rio. Vidas Secas) (CREMESP – 2011 . pode-se afirmar que (A) as lembranças do passado enchem de beleza e ternura a vida de Fabiano. com receio de que. a mulher e os filhos tinham-se habituado à camarinha escura. (E) ter pensado em voz alta que não teriam mais o que comer. sorvetes. miudezas. muita gente comprava coisas – tudo bem. vendendo de tudo . (C) Fabiano. então. fora os meninos. arrumara-se. Isso para ele era motivo de orgulho. Na rua e na areia. Corrigiu-a. sente-se apático diante das adversidades climáticas. viram poeira. e sujeitos que carregam caixas de isopor e anunciam sorvetes e quando o inocente cidadão pede picolé de manga. e presumo que muita gente anda com eles para se defender de assaltantes. Aqui em frente à minha casa.

(C) “. tão frios e temperados. nem de ferro.O autor critica basicamente dois tipos de poluição. (D) marinha e social. (B) um questionamento sobre o futuro da cidade do Rio de Janeiro. (UFRJ – 2010 – NCE/UFRJ) 45 . (B) “O resultado é uma sujeira múltipla. assim os achávamos como os de lá. nem as vimos. até agora. (D) informação aos turistas sobre os perigos da cidade grande. uma orgia de cães”.. (E) arrependimento de ter visto a cidade crescer tanto.. (E) uma opinião dos mais pobres sobre as condições de vida na cidade.. (C) sentimento diante de uma lembrança repentina. “E as praias foram invadidas por 1000 vendedores”. porque a estender a vista não podíamos ver senão terra e arvoredos. (C) mostram somente uma ideia de grande quantidade. Nela. (B) alegria em face de lembranças agradáveis. (B) protesto contra a falta de segurança na cidade. como os de Entre-Douro e Minho. (E) lamento do cronista sobre valores perdidos da cidade.. e os assaltantes são quase sempre muito jovens.“logo eles se multiplicam por 1000”. parecendo-nos terra muito longa.que ele abre a caixa e de lá puxa a arma. (UFRJ – 2010 – NCE/UFRJ) 47 . Mas. o autor do texto expressa: (A) uma pergunta ao leitor a fim de verificar a sua opinião.”.. Cada dia inventam um golpe novo: a juventude é muito criativa.”. nem nenhuma coisa de metal.apareceram barracas atravancando as calçadas. (E) demonstram o crescimento desordenado da cidade. porque. A Carta de Pero Vaz de Caminha De ponta a ponta é toda praia rasa. neste tempo de agora. . (D) representam o enorme progresso da cidade. (C) sonora e marinha.. nesses dois segmentos do texto: (A) referem-se aos mesmos vendedores. (E) “Na rua e na areia. Águas são muitas e infindas. Leia o texto a seguir para responder à próxima questão. (B) indicam uma quantidade indeterminada de vendedores.. (D) uma reflexão sobre as belezas da capital carioca. (B) visual e sonora.”. querendo aproveitá-la dar-se-á nela tudo por bem das águas que tem. e.Na frase “Ah. não pudemos saber que haja ouro nem prata. em momentos diferentes.”. (C) alerta contra as mudanças demasiadamente repentinas. logo ela vai-se elevar. (UFRJ – 2010 – NCE/UFRJ) 48 .. com isso.. então. a terra em si é muito boa de ares. muito plana e bem formosa.. se venta um pouco o noroeste.A alternativa em que a palavra sublinhada NÃO contém uma ideia negativa é: (A) “Os camelôs são pais de famílias bem pobres. O número 1000. Pelo sertão. pareceu nos do mar muito grande. (UFRJ – 2010 – NCE/UFRJ) 44 . que são: (A) ambiental e visual. (C) uma dúvida sobre a qualidade de vida na cidade. (D) “E as praias foram invadidas por 1000 vendedores”. merecem nossa simpatia. (E) social e ambiental. o termo AH indica: (A) surpresa diante de algo que acontece de repente. (D) aborrecimento em razão de uma situação negativa. (UFRJ – 2010 – NCE/UFRJ) 46 .O título do texto – cidade maravilhosa? – tem ao final um ponto de interrogação. De tal maneira é graciosa que.O texto pode ser caracterizado como um(a): (A) homenagem à cidade em que vive o cronista. Rubem Braga (UFRJ – 2010 – NCE/UFRJ) 43 .

A lembrança da vida da gente se guarda em trechos diversos. . Mas pela astúcia que têm certas coisas passadas de fazer balancê. de se remexerem dos lugares. mas sim um ponto de vista.“Contar é muito dificultoso. Campinas: Papirus. Leia o texto a seguir para responder às próximas 2 questões. cada um completo em si mesmo. a velhice impede. A vida é cheia de tais convivas. alinhavado. uns com outros acho que nem se misturam (. Um antigo dizia arrenegar de conviva que tem boa memória. 1982. (D) A dificuldade de contar existe e está ligada a certos tipos de lembranças. de se remexerem dos lugares. Talvez. uma coisa depois da outra. (B) Os colonizadores puderam constatar que. em “Talvez. nem as vimos. não havia riquezas na terra descoberta que pudesse lhes interessar.. (E) Certas coisas passadas têm a astúcia de fazer balancê. (C) A expressão “até agora” indica haver esperança por parte dos colonizadores de que ainda pudessem encontrar as riquezas procuradas. Apud Rubem Alves. Convivas de boa memória Há dessas reminiscências que não descansam antes que a pena ou a língua as publique. mas como um álbum de retratos. de se remexerem dos lugares. indica que a afirmação a seguir não é considerada uma verdade absoluta. Não pelos anos que já se passaram. nem nenhuma coisa de metal. (B) O ato de “contar” mencionado no texto não é o seu tema central. 12-23.” o “talvez” pode ser substituído. Contar é muito dificultoso. e eu sou acaso um deles. a melhor coisa seria contar a infância não como um filme em que a vida acontece no tempo. p.. que permanecem. só mesmo sendo coisas de rasa importância. Leia o texto a seguir para responder às próximas 2 questões.”. (Guimarães Rosa. Literatura Comentada. Não pelos anos que já se passaram. por “ainda que”. Mas pela astúcia que têm certas coisas passadas de fazer balancê. (D) Em “Talvez seja esse o jeito.) Contar seguido. então. (DETRAN/RN – 2010 – FGV) 51 .. (E) O uso do termo “talvez”. (C) Embora os anos tenham se passado. Tem horas antigas que ficaram muito mais perto da gente do que outras de recente data. cada um contendo o sentido inteiro. contar não é muito dificultoso. conquanto a prova de ter a memória fraca seja exatamente não me acudir agora o nome de tal antigo. não pudemos saber que haja ouro nem prata. mas era um antigo.. na ordem certa. de mexerem com a gente. p.. mas sim uma introdução para tratar do assunto “velhice”. São Paulo: Abril Educação.É correto afirmar a partir das informações relatadas no trecho em destaque que: (A) Não há preocupação dos colonizadores com a possibilidade de haver riquezas na terra. nem de ferro. Na morada das palavras.. princípio. “Nela.. (B) A dificuldade de contar não é por causa dos anos que já se passaram. muitas vezes. assim que lá chegassem. a lembrança dos melhores momentos da infância. 2003. e basta. ou seja. então. (D) Os colonizadores esperavam encontrar riquezas rapidamente na nova terra.. até agora. (C) De acordo com o texto. Talvez seja esse o jeito de escrever sobre a alma em cuja memória se encontram as coisas eternas. 139) (DETRAN/RN – 2010 – FGV) 50 . meio e fim. definitivamente.” (DETRAN/RN – 2010 – FGV) 49 . sem alteração do sentido. Com adaptações) Considere o período a seguir. Toda saudade é uma espécie de velhice. (E) Havia um sentimento pessimista por parte dos colonizadores em relação à nova terra.(In: Cronistas e viajantes.Considerando as ideias expressas no texto pode-se inferir que: (A) A dificuldade de “contar” é mencionada como uma consequência dos “anos que já se passaram”. sendo essa conexão que lhe dá sentido..” NÃO está de acordo com o trecho em destaque ou parte dele: (A) Contar é algo difícil por causa da astúcia que têm certas coisas passadas de fazer balancê.

Isso pode te servir. Nada se emenda bem nos livros confusos. mas as que deixam elementos subentendidos provocam a imaginação. os seus altares. explico-me. me passasse um bastão que de alguma forma eu deveria levar adiante. Dei de vasculhar livrarias país afora. começou a se esfarelar nos meus dedos. E por um tempo aquele livro me ajudou no acabamento de romances e letras de canções. Dom Casmurro – Editora Scipione – 1994 – pág. mas não me dei por satisfeito. não.. (DETRAN/RN – 2010 – FGV) 53 . Assim preencho as lacunas alheias. E ao vê-lo dar sinais de fadiga. exclusividade.Não. e os generais sacam das espadas que tinham ficado na bainha. as montanhas. Encostei-o na estante das relíquias ao descobrir. foi mais ou menos o que ele então me disse. com os seus eternos móveis e costumes.” A explicação anterior pode ser entendida da seguinte maneira: (A) As narrativas que contêm elementos subentendidos não permitem inferências nem elucubrações. o amor aos dicionários. (C) As narrativas épicas permitem inferir sobre as ações de generais que sacam suas armas e fazem tilintar o metal.com antes que algum aventureiro o fizesse. e de trazer na folha de rosto a palavra anauê. é que se lhe grava tudo pela continuidade e repetição. é que se lhe grava tudo pela continuidade e repetição. 65) (DETRAN/RN – 2010 – FGV) 52 . e ainda arrematei o último à venda a Amazom. a minha memória não é boa. por isso. autor de romances-enciclopédias. Com esse livro escrevi novas canções e romances.]” No excerto anterior. fiquei viciado no negócio. A quem passe a vida na mesma casa de família. senhorio. império) de dicionários analógicos . E antes seja olvido que confusão. Por dentro estava em boas condições. pessoas e afeições. as igrejas que não vi nas folhas lidas. perto dos cinco grandes volumes do dicionário Caldas Aulete. é comparável a alguém que tivesse vivido por hospedarias. e tudo marcha com uma alma imprevista. Quantas ideias finas me acodem então! Que de reflexões profundas! Os rios.“Nada se emenda bem nos livros confusos. Eu. é um traço infantil de caráter de um homem adulto. Leia o texto a seguir e responda às próximas 3 questões. (B) A rotina para alguns pode ser a chave da boa memória porque nela se instaura as ações contínuas e repetitivas que invocam sempre as mesmas coisas e. e os clarins soltam as notas que dormiam no metal. a minha memória não é boa. permite uma recordação mais precisa. o mesmo dicionário em encadernação de percalina. A quem passe a vida na mesma casa de família. com os seus eternos móveis e costumes. escrita a caneta-tinteiro. é comparável a alguém que tivesse vivido por hospedarias. Eu já imaginava deter o monopólio (açambarcamento. O que faço. (B) As narrativas que se mostram obscuras não dão margem a inferências. (Assis. e escarafunchar o dicionário analógico foi virando para mim um passatempo. sem guardar delas nem caras nem nomes. (C) Os semblantes e os nomes são mais difíceis de se guardar do que as raras circunstâncias. assim podes também preencher as minhas. mas tudo se pode meter nos livros omissos. sem falar das horas em que eu o folheava à toa. pessoas e afeições. meu pai me chamou ao escritório e me entregou um livro de capa preta que eu nunca havia visto.] Não. sem guardar delas nem caras nem nomes.. não me aflijo nunca. (E) A continuidade de ações determina a qualidade da boa memória e resguarda as recordações afetivas mais longínquas.. de Machado. no seu falar meio grunhido.cansado. mas isso mesmo pode ser olvido e confusão. para o sérvio Milorad Pavic. (E) As narrativas omissas pressupõem narradores confusos. É que tudo se acha fora de um livro falho. Encontrei dois. Ao contrário. Como eu invejo os que não esqueceram a cor das primeiras calças que vestiram! Eu não atino com a das que enfiei ontem. fechei muitas palavras cruzadas. o narrador afirma que: (A) As circunstâncias são mais fáceis de serem relembradas porque trazem marcas emocionais de cunho sensorial mais elevadas. Juro só que não eram amarelas porque execro essa cor. mas tudo se pode meter nos livros omissos. só em São Paulo adquiri meia dúzia de exemplares. apesar de algumas manchas amareladas. as suas árvores.. [.“[. Ficava quase escondido. O resultado é que o livro. quando leio algum desta outra casta. em chegando ao fim. hegemonia. Ao contrário. saí de sebo em sebo pelo Rio de Janeiro para me garantir um dicionário analógico de reserva. entre outros livros de consulta que papai mantinha ao alcance da mão numa estante giratória. num sebo atrás da sala Cecília Meireles. Palavra puxa palavra. leitor amigo. é cerrar os olhos e evocar todas as coisas que não achei nele. todos me aparecem agora com as suas águas. (D) A afetividade familiar é decisiva para as boas reminiscências. (D) As narrativas que são oriundas de livros omissos podem se tornar confusas. e somente raras circunstâncias. Os dicionários de meu pai Pouco antes de morrer. decifrei enigmas. herdado já em estado precário. Era o dicionário analógico de Francisco Ferreira dos Santos Azevedo. e somente raras circunstâncias. Era como se ele. não.

que reduz os gastos com publicidade. o governo duplicou a verba de publicidade e dá isenção tributária a investimentos dos jornais na internet. sobretudo.. que suga anúncios. morrem mais coisas com ele. Trata-se para mim de uma terrível (funesta. térmitas. une funcionários. O binômio recessão-internet está produzindo uma devastação. A horas mortas eu corria os olhos pela minha prateleira repleta de livros gêmeos.. a fim de esmerar o vocabulário com que embasbacaria as moças e esmagaria meus rivais. e também serve como fonte – em geral gratuita – de informações. sobretudo os pequenos e rentáveis classificados. lagartasrosadas. junho de 2010) (FAETEC/RJ – 2010 – CEPERJ) 54 . Na Inglaterra.” (final do primeiro parágrafo) (B) “Palavra puxa palavra. nascimentos ou execuções. a humanidade precisou fazer uma descoberta até hoje insubstituível (o papel). (Francisco Buarque de Hollanda. bichos-carpinteiros). revirassem meus baús. Desde que os romanos passaram a pregar em locais públicos sua Acta Diurna. escrita a caneta-tinteiro. e de trazer na folha de rosto a palavra anauê. cupins. espalhassem ao vento meu tesouro. duas invenções geniais (a escrita e a impressão) e uma . se dá numa velocidade alucinante no país.A reedição do dicionário analógico causou no enunciador um sentimento de: (A) revolta (B) ultraje (C) ciúme (D) despeito (E) ansiedade (FAETEC/RJ – 2010 – CEPERJ) 55 . solaz.O sentimento que tomou conta do enunciador está explicitado. fecharam suas portas. Na França. que ao que me consta também tem um quiçá carcomido pelas traças” (final do terceiro parágrafo) (E) “Sinto como se invadissem minha propriedade. A recessão atropelou os dois maiores anunciantes – o mercado imobiliário e a indústria automobilística – e a evolução da tecnologia. os jornais sentem a agulhada de uma conjunção de fatores especialmente desfavoráveis: a recessão mundial. para sobreviver. consumidores e acionistas em um objetivo comum e maior do que interesses particulares de cada um deles. Sinto como se invadissem minha propriedade. gafanhotos. Morrem uma cultura e uma visão generosa do mundo. quando o jornal é o símbolo e um dos últimos redutos do jornalismo. Revista Piauí. no segmento: (A) “E por um bom tempo aquele livro me ajudou no acabamento de romances e letras de canções.. com seu impacto sísmico na disseminação da informação. miseranda) notícia. O fechamento de um jornal é o fim de um negócio como outro qualquer.A expressão “A horas mortas” (início do quarto parágrafo).” (final do segundo parágrafo) (D) “. para chegar ao auge. dilacerante.. espairecimento entretém. de acordo com o contexto. cáries. recreio. o manuscrito em que informavam sobre disputas de gladiadores. os jornais começaram a entrar na veia das sociedades civilizadas. macabra. não fosse pelo senhor João Ubaldo Ribeiro. Então anotava num Moleskine as palavras mais preciosas. Vários jornais. aventureiro. gusanos. carunchos. Hoje sou surpreendido pelo anúncio desta nova edição do dicionário analógico de Francisco Ferreira dos Santos Azevedo. apesar de algumas manchas amareladas. despojado e corajoso que. revirassem meus baús. filistria). e escarafunchar o dicionário analógico foi virando para mim um passatempo (desenfado. e o avanço da internet. espalhassem ao vento meu tesouro. como em nenhum outro ramo de negócios. atroz.não fosse pelo senhor João Ubaldo Ribeiro. Morre um estilo de vida romântico. os jornais querem leis menos severas para fusão e aquisição de empresas. como é o caso do New York Times. nefasta.” (último parágrafo) (FAETEC/RJ – 2010 – CEPERJ) 56 .da língua portuguesa. Mas. abominável. Mas. que ao que me consta também tem um quiçá carcomido pelas traças (brocas. mesmo bastante antigos e tradicionais. escolhia um a esmo e o abria a bel-prazer.” (início do segundo parágrafo) (C) “Por dentro estava em boas condições. Mas em nenhum outro lugar a tormenta é tão assustadora quanto nos Estados Unidos. significa: (A) momento azado (B) hora exata (C) alta noite (D) fora de hora (E) oportunamente Leia o texto a seguir para responder às próximas 4 questões Pelo mundo afora.

(C) A primeira frase enfatiza o sentido de que o jornal é um dos últimos redutosdas sociedades civilizadas. 29 de abril de 2009. pois exibem um modo de ver e de mostrar os fatos. evidentemente. embora sejam empresas que devem ser bem administradas. um jornal. ao estabelecer o monopólio da informação. contestando. (TRT/9ªREGIÃO – 2010 – FCC) 58 . bem superior ao dos jornais que enfrentam dificuldades econômicas atualmente. apenas. (C) I e II. que dão início ao 3o parágrafo. (B) A segunda frase traz uma ressalva a respeito do que foi dito na primeira. pouco rentáveis no mundo moderno. (André Petry. . (B) a publicidade é elemento primordial no faturamento de um grupo jornalístico. (E) destaca a importância de um jornal na vida moderna. Está correto o que consta em (A) I. apenas. que finaliza o trecho transcrito. (TRT/9ªREGIÃO – 2010 – FCC) 60 . cujos avanços disseminam informação em todo o mundo. (D) Na segunda frase o autor defende a opinião de que um jornal deve transformar-se em um dos últimos redutos do jornalismo. jornais são veículos de informação importantes na sociedade atual como formadores de opinião de um imenso público. apenas. quando o jornal é o símbolo e um dos últimos redutos do jornalismo. Revista Veja. III. pp. (E) A segunda frase exemplifica. (C) os jornais são veículos de informação já ultrapassados.Conclui-se corretamente do texto que seu autor (A) avalia a extensão dos danos econômicos trazidos aos governos de alguns países que se dispuseram a manter sua impressão e a venda de seus exemplares. a crise mundial pode ter sido benéfica ao setor jornalístico em vários países. a expressão um negócio como outro qualquer.O desenvolvimento do texto permite perceber claramente que (A) o conhecimento divulgado pela internet é. ainda que estejam conseguindo sobrepor-se aos avanços da internet. Mas. II. 90-93. que seguramente logo estarão extintos. por serem eles veículos de divulgação das informações necessárias ao público.O fechamento de um jornal é o fim de um negócio como outro qualquer. quando eles deveriam ser. ainda que seja um negócio. possível pelo extraordinário avanço da tecnologia. refere-se diretamente ao fato de que o jornal é um negócio como outro qualquer. é correto afirmar que: (A) A frase morrem mais coisas com ele. (D) II e III. mesmo com a concorrência da internet. (D) as medidas governamentais de intervenção em jornais de todo o mundo têm se mostrado a única forma de solucionar problemas decorrentes da crise financeira. (B) III. por ser veículo de comunicação de fatos e de ideais.Infere-se do texto que I. (B) defende a importância dos avanços da tecnologia em substituição aos processos de impressão de jornais. (E) I. (C) critica a desmerecida importância que se atribui à publicidade nos jornais. veículos de discussão de fatos e de ideias. apenas.vasta mudança social (a alfabetização). não é como vender colírio ou fabricar escadas rolantes. a falência geral dos órgãos de imprensa perante os avanços da internet. (E) a rapidez na veiculação de informações na sociedade moderna tende a superar os entraves de ordem econômica à circulação de jornais impressos em todo o mundo. com a deplorável situação econômica do New York Times. prioritariamente. (TRT/9ªREGIÃO – 2010 – FCC) 59 . necessário para manter sua saúde financeira. morrem mais coisas com ele. Por isso. como é o caso do New York Times. de certa forma. Em relação às afirmativas acima. jornais devem ser vistos acima de simples negócios. (D) aponta a evidente supremacia dos meios eletrônicos na divulgação mundial do conhecimento. II e III. com adaptações) (TRT/9ªREGIÃO – 2010 – FCC) 57 .

d 46 .c 52 .b .b 54 .e 51 .e 56 .b 55 .a 48 .c 44 .c 50 .a 43 .GABARITO 41 .a 47 .c 57 .d 42 .e 49 .c 45 .e 59 .d 60 .b 58 .b 53 .

e) Tão pungente que era. só uma política externa favorável consegue melhorar a mesma. precisa fornecer aos seus presidentes um triunfo ribombante. as dunas. o litoral e) Por obra do homem. todo presidente americano precisa de um triunfo retumbante em política externa para firmar a sua imagem no plano interno 04 . clareza. abafava o mesmo. Leia-os todos com a tenção e selecione a letra que corresponde ao período que tem melhor redação. por sua vez. Todavia. d) No Ceará. mas o homem vai pondo a perder.(SJRP-JUNDIAÍ) a) Um sentimento pungente me dominava. . 01 . c) Uma imprecisa e vaga sensação sarcástica me abafava a pungência que me dominava. c) Após a guerra. no período de pós-guerra. denominava-me um sentimento que abafava a sensação de sarcasmo. depois da guerra. vaga e imprecisa. eis que vão desaparecendo do nosso litoral do Ceará as dunas.(SJRP-JUNDIAÍ) a) A pouco a pouco. como se viu depois da guerra.(SJRP-JUNDIAÍ) a) Empurradas por ventos de mais de 60 quilômetros horários. 02 . pungente dentro de mim. b) As imagens dos presidentes americanos. considerando correção..30 Exercícios de Interpretação de Textos com Gabarito As questões de interpretação de texto desta aula não são de concursos. b) As constas Cearenses estão perdendo aos poucos as dunas. vão sendo destruídas aos poucos 03 . dos recursos naturais que ele mesmo vai destruindo. que restavam como derradeiro recurso natural doa últimos que o homem não tocou. d) Em termos de imagem interna. chegaram a avançar até 300 metros. que todos os presidentes americanos melhorem sua imagem interna às custas de uma política externa capaz de fazê-lo. os recursos naturais entre os quais as dunas da costa do Ceará. concisão . c) As dunas que representam um dos últimos recursos naturais intocados pelo homem. o exemplo que se vê é esse.elegância. em alguns trechos. ao dominar-me. que o homem deixou em último lugar. e) A julgar pelos exemplos de pós-guerra. para que em política interna os mesmos criem uma boa imagem de si. mas de vestibular. vão sumindo pouco por pouco os recursos naturais de que as dunas são um deles.(SJRP-JUNDIAÍ) a) A política externa americana. são 30 exercícios bastante interessantes e que tratam de assuntos já explorados Instruções para as questões de números 1 a 6. b) Eu sentia duas coisas: uma imprecisa sensação de sarcasmo e um sentimento pungente que. estão desaparecendo pouco a pouco da costa cearense. d) O sarcasmo impreciso e vago era abafado pelo sentimento que eu sentia. uma imprecisa sensação de sarcasmo. sucede aos presidentes americanos que. só ficam boas internamente quando um sucesso enorme externamente contribui para tal melhoria. abafando uma vaga. Cada um dos períodos abaixo foi redigidos de cinco formas diferentes.

senão afrouxar seu entusiasmo. b) O fato de os salários serem baixos induz as classes pobres à indiferença diante de suas necessidade do consumo. mesmos mais baratos. e) Guardando o entusiasmo. a motivação intrínseca da criança é a mesma que a do adulto. no que tange ao atual movimento poético. e) É impossível determinar a extensão como a persistência da atualidade da poesia que nele se faz. Baseie-se exclusivamente nas informações nele contidas. c) Contando que lhe não afrouxe o entusiasmo. será esta a condição par que a geração atual tenha ao futuro nas mãos. tendo sido empurradas pelo vento de mais de 60 quilômetros horários. b) Na mão do jovem está o futuro. e) Cerca de 300 metros de certos trechos.(UEMT-LONDRINA) “Para vendermos produtos. . d) Se não lhe afrouxar o entusiasmo. igualmente o seria. a extensão e sua persistência. d) Para a corrente pedagógica moderna. e) O comportamento humano é explicado por fatores que são os mesmo tanto par a criança quanto para o adulto. para interpretar o comportamento do adulto. ocuparam trechos que avançam até 300 metros. 08 . e não como adulto em miniatura. de até mais de 60 quilômetros por hora. Instruções para as questões de número 7 a 10. 05 . aquilo que fosse útil ao inútil par o adulto. devido ao vento.(SJRP-JUNDIAÍ) a) Impossível dizer. d) A velocidade de mais de 60 quilômetros à hora imprimem um impulso nas dunas em alguns trechos. 07 . guardadas as devidas proporções para a criança. a criança tinha sido considerada do ponto de vista do adulto. olhada como um adulto ante um binóculo invertido.(SJRP-JUNDIAÍ) a) Esta presente geração hodierna. a não ser por uma questão de grau. a pedagogia considera a criança um ser qualitativamente diferenciado do adulto. avançando-as em certos pontos de até 300 metros. os salários das classes mais baixas precisariam ser maiores. terá o futuro em suas mãos. se guardar o entusiasmo. a geração atual tem nas mãos o futuro. o futuro pertence à mão do jovem atual. tem que reportar-se à infância. empurraram as dunas. Essas questões referem-se à compreensão de leitura. b) A persistência e extensão do movimento poético da atualidade é impossível determinar. c) É impossível determiná-los. com relação à persistência e extensão do movimento poético contemporâneo. 06 . d) Não é possível determinar nem a extensão nem a persistência do atual movimento poético.” Conclui-se do texto que: a) As classe pobres podem comprar apenas os produtos cujo preço foi sensivelmente reduzidos. Leia atentamente cada uma delas e assinale a alternativa que esteja de acordo com o texto.” Segundo o texto: a) O comportamento da criança é a uma antecipação do comportamento do adulto. foram cobertos pelas dunas que avançavam.(UEMT-LONDRINA) “Não muito remota é a conquista pedagógica que consiste na interpretação psicológica da criança como criança. cobrindo uma faixa de até 300 metros.. c) A pedagogia moderna.b) Os ventos. b) Atualmente. c) As dunas que são empurradas por ventos que ultrapassam 60 quilômetros à hora . Até então.

pensava neles. cada hora. estabeleceu entre elas uma hierarquia. peguei de uma página de anúncios (.(UEMT-LONDRINA) “Um dia desta semana. farto de mim. 10 . o descaso pela ação humana. citava em primeiro lugar a razão. boatos. e) Platão ao classificar as forças humanas. mas destrói o sabor que a vida possa. o cronista permite-nos concluir que ele vê o mundo como: a) incompreensível b) contraditório c) autoritário d) Indiferente e) Inatingível Quando Platão considerava os homens. em face de seus baixos vencimentos. jamais me serão comunicadas – basta par tirar o sabor a todas as perspectivas de ação que encontro a minha frente.(UEMT-LONDRINA) “A idéia de que diariamente. b) O interesse que o indivíduo manifesta em participar dos acontecimentos é maior que sua capacidade par dirigi-los. têm poder aquisitivo muito reduzido.. naturalmente. e) A impotência de participar dos acontecimentos de seu tempo traz. embora inferiores às outras forças humanas. de um silêncio sem quietação. por: . segundo Platão. de que eu deveria certamente tomar conhecimento e que. de ti. depois a coragem. do ponto de vista de seu próprio interesse pala vida do intelecto. são intelectualmente valorizados pelos homens. A palavra destacada pode ser substituída. d) O mundo não se resolve nos gestos individuais. Segundo o texto: 11 . para o autor: a) a consciência da impossibilidade de participar de todos os acontecimentos diminui a importância de seus atos. como foi concebida por Platão. por força dos baixos salários que recebem.)". farto de ver como se descompõem os homens. individualmente. oferecer aos homens. e por último.. Classificando as forças humanas desde a amais elevada até a amais baixa. c) A classificação das forças humanas. como conseqüência.(UEMT-LONDRINA) a) A classificação das forças da natureza humana que Platão estabelece decorre de uma hierarquia de valores universalmente aceitos. alicerçada em critério evidentemente pessoal. e) A redução do preço dos produtos não é suficiente para colocá-los ao alcance dos salários das classes mais baixas. 09 . sem alteração do sentido da frase. naufrágios. entretanto. os sentidos e os desejos.c) As calasses pobres. deu-se em função da elevada capacidade de intelectual desse filósofo. d) Os sentidos e os desejos. farto de vendavais. de um tumulto sem vida. a cada minuto e em cada lugar se realizam milhares de ações que me teriam profundamente interessado. Dizendo-se farto "de um tumulto sem vida. de todos. b) As forças humanas. já que. c) O mundo ganha valia com o conjunto das ações humanas. não se importam com a qualidade dos produtos que consomem d) As classes pobres se endividam demasiadamente. mentiras. acionistas e diretores.” De acordo com o texto . O pouco que eu pudesse obter não compensaria jamais esse infinito perdido. não podem ser submetidas a hierarquias de valores. de um silêncio sem quietação”. importadores e industriais. mas resulta do conjunto da ação harmoniosa dos indivíduos. polêmicas.

impondo todas as fadigas de uma perseguição improfícua.(UEMT-LONDRINA) Um exame perfunctório do problema traria a solução desejada.(UEMT-LONDRINA) A batuta do maestro fendia airosamente o espaço. a) rara b) estranha c) indizível d) melancólica e) interminável 17 . talvez de saudade.12 . a vida é feita de encantos a) mocidade b) adolescência c) pré-puberdade d) puberdade e) infância .(UEMT-LONDRINA) Nessa edição foram insertos dois capítulos. a) superfícial b) atento c) arguto d) consciente e) imparcial 15 .(UEMT-LONDRINA) era notória a probidade de sua vida.(UEMT-LONDRINA) A melodia causava-lhe inefável sensação. a) aereamente b) marcialmente c) desajeitadamente d) rudemente e) elegantemente 19 . a) pobreza b) honradez c) mediocridade d) rotina e) miséria 18 . a) retirados b) revistos c) reescritos d) impressos e) introduzidos 16 . talvez de angústia. a) invejoso b) mesquinho c) pérfido d) irresponsável e) insinuante 13 .(UEMT-LONDRINA) Seu caráter insidioso desagradava a gregos e troianos. a) inútil b) delituosa c) selvagem d) imponderável e) inoportuna 14 .(UEMT-LONDRINA) Os jagunços deslizavam-lhes adiante.(UEMT-LONDRINA) Na puerícia.

. com um grande ar de superioridade. sem pai nem mãe. como lhe queiram chamar espíritos vadios. A família foi chamada com urgência e consternada viu o almoço junto de uma chaminé. Não olhava para ninguém.” b) “nunca se adivinharia nela um anseio. Afinal. a galinha tinha que decidir por si mesma os caminhos a tomar sem nenhum auxílio de sua raça. Anteontem. lembrando-se da dupla necessidade de fazer esporadicamente algum esporte e de almoçar.” d) “era uma galinha de domingo As questões de 23 a 25 são a respeito do texto abaixo: “Não tendo assistido à inauguração dos bondes elétricos. ela foi presa e pousada no chão da cozinha com certa violência.(FGV) Indique uma passagem em que o autor alude ironicamente ao recônditos instintos selvagens do dono da casa. Para que arrancar um homem a essa agradável sensação? Que tenho para lhe dar em troca? Em seguida. Um instante ainda vacilou – o tempo da cozinheira dar um grito – e em breve estava no terraço do vizinho. tinha tempo de se refazer por um momento. não era as prendas físicas que lhe davam aquele aspecto. Nem sequer entrei em algum. dobrando ele para o largo da Lapa e rua do Passeio. Não é meu ofício censurar as meias glórias ou glórias de empréstimo. a) “. Ainda viva porque não passava de nove horas da manhã. Desde Sábado encolhera-se num canto da cozinha. não só o bonde elétrico. antes da eletricidade. porém.” d) “. ela corria. Para não mentir.” d) nenhuma das alternativas anteriores 22 ... ninguém olhava par ela. A gente do .(FGV) A fuga da galinha causa consternação à família porque: a) ao alcançar o telhado. o grito de conquista havia soado. enquanto o rapaz galgava outros comdificuldade. numa das vezes em que parou para gozar sua fuga. deslizando como os barcos dos poetas. direi que o que me impressionou. vestiu radiante o calção de banho e resolveu seguir o itinerário da galinha: em pulos cautelosos alcançou o telhado onde esta hesitante e trêmula escolhia com urgência ouro rumo .” b) “foi pois uma surpresa quando a viram abrir as asas. muda. arfava.. a) “o rapaz. Sozinha no mundo. inchar o peito e. era um caçador adormecido. Mas. viu o almoço junto de uma chaminé. Entre gritos e penas.. era um caçador adormecido. o rapaz alcançou-a.. ao sopro da brisa invisível e amiga. porém. admirei a marcha serena do bonde. mas a própria eletricidade.. alcançar a murada do terraço. concentrada.. Foi pois uma surpresa quando a viram abrir as asas de curto vôo. se não valem tanto como as de plena propriedade.(FGV) Indique uma passagem que traduz exatamente o que representava a galinha para a família. A perseguição tornou-se mais intensa. ninguém olhava para ela. Pouco afeita a uma luta mais selvagem pela vida. na fuga. deixei de falar neles.As questões de 20 a 22 são a respeito do texto abaixo. pairava ofegante no beiral de telhado e.. O dono da casa. não souberam dizer se era gorda ou magra.. As glórias de empréstimo. Era o primeiro que estes meus olhos viam andar. “lá ficou em adorno deslocado. o rapaz alcançou-a. de onde. “Era uma galinha de Domingo.. e entrando eu na rua do Catete. Nem por isso o perdi de memória. em outro vôo desajeitado. Daí o meu silêncio da outra semana... não tardou que nos perdêssemos de vista.” c) Estava “sozinha no mundo. Nunca se adivinharia nela um anseio. sem pai nem mãe. que descia. apalpando sua intimidade com indiferença.. Posto não fosse feio. alcançou um telhado. indo pela praia da Lapa. resolveu seguir o itinerário da galinha... Lá ficou em adorno deslocado... E então parecia tão livre. foi o gesto do cocheiro.” 20 . merecem sempre alguma mostra de simpatia. como íamos em sentido contrário.” 21 .. Mesmo quando a escolheram. c) “... hesitando ora num pé ora no outro pé. b) “ pouco afeita a uma luta mais selvagem pela vida.. para receber as impressões da nova atração e contá-las. em dois ou três lances. mais tarde. E por mais ínfima que fosse a presa. De telhado a telhado foi percorrido mais de um quarteirão da rua.” c) “.. Parecia calma. em um bonde comum. Os olhos do homem passavam por cima da gente que ia no meu bonde. Sentia-se nele convicção de que inventara. Às vezes. encontrei um dos elétricos. porém.. O rapaz.

Emoções indefiníveis me agitam – inquietação terrível. Às vezes as idéias não vêm. mas não conheci tudo de uma vez.(FGV) Para Machado de Assis. d )Não gosta do que escreve. pois não era feio. para que serve esta narrativa? Para nada. Para senti-las melhor. e nunca se revelou inteiramente. o narrador não pôde conhecer totalmente sua esposa. A culpa foi minha.Martins Editora) 26 . sento-me aqui à mesa da sala de jantar. mas sou forçado a escrever.” (Graciliano Ramos – São Bernardo – São Paulo. o conforto do bonde elétrico: a) não vale “a marcha serena” do bonde comum. outra gente estava adiante e eu pensava no bonde elétrico. como estava na véspera. ou vêm muito numerosas. como fazíamos todos os dias. c) Impressionou menos do que a atitude do cocheiro. compreendo que perco o tempo. ou antes a culpa foi desta vida agreste. o autor considera que: a) atitudes alheias não devem ser censuradas. raiva. . Impossível. Não vale a pena tentar corrigi-las. embora fosse feio. b) Compensa as “meias glórias” ou “glorias inteiras. Liv. b) Foi forçado a escrever. As minhas palavras eram apenas palavras.e a folha permanece meio escrita. c) Tem uma alma agreste. c) Às suas prendas físicas.” (Machado de Assis – A Semana – Rio. um peso enorme no coração. d) Não vale a pena desfazer uma :” agradável sensação”. E falando assim. o “ar de superioridade “ do cocheiro devia-se. b) Por causa “desta vida agreste” c) Por ser sempre agitado por indefiníveis emoções. bebo café. desejo doido de voltar. acendo o cachimbo. 27 . sobretudo: a) porque ela nunca se revelou inteiramente. Afasto o papel. e as dela tinham alguma coisa que não consigo exprimir. pois são “glorias de empréstimos” b) mesmo os bondes comuns merecem nossa simpatia e não devem ser desprezados. d) Não poderia ser trocado pela “agradável sensação” proporcionada pelo bonde comum 24 .(FGV) Para o autor. deixava que a sombra nos envolvesse até ficarmos dois vultos indistintos na escuridão. reprodução imperfeita de fatos exteriores.(FGV) Segundo o texto.(FGV) A narrativa é inútil. Procuro recordar o que dizíamos. que me deu uma alma agreste. a) à certeza íntima de que inventara a eletricidade. eu apagava as luzes. a esta hora. b) Às suas prendas físicas. de tagarelar novamente com Madalena. Ela revelou pouco a pouco. As questões 26 a 27 são a respeito do texto abaixo: “Conheci que Madalena era boa em demasia.(FGV) Segundo o texto. Madalena. não é isto: é desespero. d) Ao advento da eletricidade 25 . porque o narrador: a) não conseguiu compor um retrato moral de sua esposa. d) Porque as palavras são reproduções imperfeitas das inquietações. c) Só as “glórias de plena propriedade” são válidas.meu bonde ia saindo aqui e ali. Com efeito. Saudade? Não. que me desagradam. se me escapa o retrato moral de minha mulher. 1955) 23 . Jacksom.Quando os grilos cantam. Releio algumas linhas.

De acordo com o texto. que foi superado pelo computador eletrônico. isso era válido. Do sinal manual da Quinta –Avenida chegamos aos sinais controlados por computador que já existem no Brasil. b) Nas ruas de tráfico intenso guarda-sinaleiros substituem os sinais luminosos. em que o tempo de abertura das luzes varia de acordo com a intensidade do tráfego: o controle geralmente. a principal finalidade dos sinais luminosos é regularizar o tráfego. sinais luminosos manuais e até semáforos do tipo primitivo. Por isso vemos. manuais. O mais comum entre nós é o sinal em que cada uma das luzes fica aberta durante um tempo previamente determinado. b) Com um invento ultrapassado. c) O aperfeiçoamento dos sinais luminosos não levou a sofisticação das técnicas de controle de tráfego d) Como a maior intensidade do tráfego. Os sinais luminosos se aperfeiçoaram bastante.Do texto se infere que: a) os programas de televisão de grande audiência são utilizados para melhor controle do tráfego.As questões 28 a 29 são a respeito do texto abaixo: “Durante muito tempo o único objetivo dos sinais era evitar colisões nos cruzamentos perigosos. o objetivo dos sinais luminosos mudou 30 . Esse é o modelo americano. se faz por um dispositivo colocado sobre o pavimento e acionado pelas próprias rodas dos veículos. ou elétricos. c) Como um invento destinado a evitar colisões e regularizar o tráfego. b) Os dispositivos de controle do tráfego não podem ser acionados pelos guarda-sinaleiros. d) Como um invento destinado a auxiliar o trabalho dos guarda-sinaleiros GABARITO 01) A 03) E 05) D 07) B 09) A 11) E 13) A 15) D 17) B 19) A 21) C 23) B 25) B 27) B 29) D 02) C 04) A 06) C 08) E 10) B 12) C 14) A 16) C 18) E 20) A 22) D 24) D 26) B 28) D 30) C . guardasinaleiros (às vezes atuando junto com o sinal) . d) O modelo americano de sinal luminoso é muito usado no Brasil. hoje. 29 . são ainda mais seguras e/ ou econômicas.” 28 . evitando ao máximo os transtornos dos congestionamentos. o sinal luminoso pode ser definido: a) como um invento que superou as formas antigas de controle de tráfego. Mesmo com os modernos sinais de tempo prefixado ou os avançadíssimos controlados por computador – cujos modelos mais sofísticados usam até circuitos fechados de televisão para acompanhar a corrente do tráfego nos locais de intenso movimento – as formas antigas de controlar o trânsito continuam a ser usadas: dependendo do caso. c) O modelo inglês de sinal luminoso foi adotado há alguns anos pelo governo da Guanabara.Do texto se conclui que: a) nas ruas de tráfego intensos sinais luminosos são acionados pelas próprias rodas dos veículos. em muitas cidades brasileiras e do mundo inteiro. Enquanto havia poucos veículos nas ruas. diferente de um aparecido inicialmente na Inglaterra. porém.