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CÂMARA MUNICIPAL DE SINTRA

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR
AO

PDM DE SINTRA

- PROPOSTA FINAL -

Direção Mun. de Ambiente, Planeamento e Gestão do Território / Gab. do Plano Diretor Municipal

Agosto de 2015

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA
Agosto de 2015

INDICE
Introdução ............................................................................................................................................................... 2
Sujeição da proposta a Avaliação Ambiental Estratégica ....................................................................................... 3
Enquadramento da alteração ao PDM de Sintra ..................................................................................................... 6
Enquadramento em Instrumentos de Gestão Territorial.......................................................................................... 9
Proposta de alteração regulamentar ao PDM de Sintra ........................................................................................ 25
Anexo I – Considerações às alterações resultantes da Conferência de Serviços................................................. 42
Anexo II – Parecer final da CCDR-LVT ................................................................................................................. 46
Anexo III – Ata da Conferência de Serviços e respetivos pareceres ..................................................................... 48
Anexo IV - Republicação ....................................................................................................................................... 94

GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE, PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO
Praça D. Afonso Henriques 2710-520 Sintra

Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.pt

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PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA
Agosto de 2015

1ª ALTERAÇÃO DO PLANO DIRECTOR MUNICIPAL – REGULAMENTO
INTRODUÇÃO
Foi determinado em deliberação de Reunião de Câmara de 22 de julho de 2014 o início do procedimento de
alteração do PDM de Sintra, na sequência da Proposta n.º548-P/2014, nos termos da alínea a) do n.º2 do art.º
93 do regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial 1.
Constituem objetivos fundamentais da presente alteração:
i.

O reforço da competitividade territorial e a capacidade de atrair investimento produtivo e que concorrem
para as políticas de promoção da qualidade de vida das populações;

ii.

A criação de condições mais favoráveis ao investimento em reabilitação urbana;

iii.

Dotação de instrumentos que permitam uma efetiva reconversão das Áreas Urbanas de Génese Ilegal;

iv.

A compactação das áreas urbanas com vista à libertação efetiva de áreas para uso e serviços de
interesse público.

A presente proposta compreende a ponderação das participações em fase de participação dos interessados,
nomeadamente as que se enquadram no âmbito para o qual foi deliberada a alteração do PDM de Sintra2, e as
considerações da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDRLVT) apresentadas na 1.ª reunião de acompanhamento a 11 de setembro de 2014 e no parecer datado de 28 de
janeiro de 20153, bem como todos os pareceres apresentados no âmbito da Conferência de Serviços que
ocorreu no dia 4 de março de 2015, e cujas observações às correções sugeridas se encontram em anexo.

Compreende também os resultados da discussão pública da proposta, nos termos do n.º3 do Art.º77 do regime
jurídico dos instrumentos de gestão territorial (RJIGT)4 que ocorreu entre o dia 7 de maio e 18 de junho,
conforme exposto no documento “Relatório de ponderação da Discussão Pública – Proposta de alteração
regulamentar ao PDM de Sintra” (CMS, 2015), e ainda as recomendações da CCDR-LVT realizadas no âmbito
do parecer final (âmbito do Art.º78 do RJIGT) para cumprimento do Art.º43 do regime jurídico da urbanização e
edificação (RJUE).

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RJIGT - Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de setembro, com a redação dada pelo Decreto-Lei n.º46/2009, de 20 de fevereiro
Ou seja, o âmbito exclusivo de alteração regulamentar ao PDM de Sintra, e com os quatro objetivos determinados pela deliberação de
Reunião de Câmara de 22 de julho de 2014.
3 Ofício n.º S00940-201501-DSOT, de 28 de janeiro de 2015, da CCDR-LVT.
4 À data o Decreto-Lei n.º380/99 de 22 de setembro com a redação dada pelo Decreto-Lei n.º46/2009, de 20 de fevereiro.
2

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DGOTDU 2008. Art.º 96. 11 Pag.” 11 5 Pag. Não obstante as alterações de planos municipais do ordenamento do território (PMOT) seguirem. dos efeitos gerados pelas opções de planeamento que são tomadas. com a redação dada pelo Decreto-Lei n. com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n. ao longo do desenvolvimento do plano. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.º96 do RJIGT.º58/2011. 9 Interpretação direta do n. 10 N.29.pt 3 . Decreto-Lei n. com as devidas adaptações.º1.º46/2009.” 5 A qualificação de um plano municipal de ordenamento do território para efeitos de avaliação ambiental estratégica (AAE) é regulada pelo regime a que fica sujeita a avaliação dos efeitos de determinados planos e programas no ambiente 6 e pelo regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial 7.º58/2011. do Art. Art. de 4 de maio 7 RJIGT .º 4.º 96. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. do Art. de 20 de fevereiro 8 N.Decreto-Lei n. do RJIGT. “Guia da Avaliação Ambiental dos Planos Municipais de Ordenamento do Território”. os procedimentos previstos para a sua elaboração. que visa garantir que os efeitos ambientais das soluções adoptadas são tomadas em consideração durante a sua preparação e elaboração e em momento prévio à respectiva aprovação.131 . “Guia da Avaliação Ambiental dos Planos Municipais de Ordenamento do Território”. de 15 de junho. são consideradas exceção à realização de avaliação ambiental “as pequenas alterações” desde que daí não resultem “efeitos significativos no ambiente” 9. aprovação e publicação 8.º232/2007. o que obrigaria à realização de AAE no caso de um plano diretor municipal (PDM).º232/2007. integrado no procedimento de elaboração dos planos. do RJIGT. 6 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. Não pretende ser nem deve ser entendido e praticado como um procedimento adicional mas sim como o reportar claro. de 15 de junho” 10. com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n. de 22 de setembro.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 SUJEIÇÃO DA PROPOSTA A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA “A avaliação ambiental dos PMOT deve ser entendida como um procedimento de acompanhamento contínuo e sistemático de avaliação. DGOTDU 2008. Ao qual se deverá acrescer o entendimento transmitido pela Direção Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano (DGOTDU) em que “o critério determinante para a sujeição de um PU ou PP a AA(E) é a sua susceptibilidade de produzir efeitos significativos no ambiente e não apenas a dimensão da sua área de intervenção.º3. de 4 de maio.º4 do Decreto-Lei n. e do n.º232/2007.º 380/99. sendo que “a qualificação das alterações para efeitos do número anterior compete à entidade responsável pela elaboração do plano de acordo com os critérios estabelecidos no anexo ao Decreto-Lei n.18. de 15 de junho.º 1.

b) A natureza cumulativa dos efeitos. dimensão e condições de funcionamento ou pela afetação de recursos. a frequência e a reversibilidade dos efeitos. f) O valor e a vulnerabilidade da área suscetível de ser afetada.º548-P/2014. em área reduzida (efeitos genericamente positivos pela consolidação dos tecidos urbanos e sua otimização) Reduzido (tratam-se de alterações pontuais. e para os devidos efeitos. ambiental. 14 Anexo do Decreto-Lei n. designadamente devido a Reduzido (não contribui para o agravamento de situações. d) Os problemas ambientais pertinentes para o plano ou programa. de 4 de outubro. tendo em conta. sem influência na carta de ordenamento. nomeadamente: a) A probabilidade. Moderado (otimização do recurso solo urbanizado) 12 Deliberação de Reunião de Câmara de 22 de julho de 2014.º232/2007. c) A natureza transfronteiriça dos efeitos. nomeadamente de tratar-se de uma alteração exclusivamente regulamentar. pontual. mas o grau de atuação. mas eventualmente para a sua revisão em contexto de melhoria) e) A dimensão e extensão espacial dos efeitos. é limitado) e) A pertinência do plano ou programa para a implementação da legislação em Reduzido (atuação limitada. Moderado (as questões ambientais são pertinentes.º116/99. ser melhor desenvolvida na revisão do PDM) 2 Características dos impactes e da área suscetível de ser afetada. apenas regulamentar.pt 4 . muito específicas) Reduzido (alterações de impacto local. Reduzido (poderá eventualmente ter um impacto reduzido na dimensão.U. O grau em que o plano ou programa influencia outros programas ou planos. em especial com vista a promover o desenvolvimento sustentável. tratando-se de uma matéria a matéria de ambiente. que determina o início do procedimento de alteração do PDM de Sintra. não transfronteiriça) d) Os riscos para a saúde humana e para o ambiente. natureza. de 4 de maio. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. devido a: i Características naturais específicas ou património cultural. incluindo os inseridos numa hierarquia. dever-se-á ter em consideração os objetivos específicos da sua deliberação 12.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 Salienta-se que para a determinação dos efeitos no ambiente da alteração ao PDM.º58/2011. nomeadamente: a) O grau em que o plano ou programa estabelece um quadro para os projetos e outras atividades no que respeita à localização. de 15 de junho. acidentes. de Sintra) Moderado (as questões ambientais são introduzidas como fator a considerar nas várias ponderações regulamentares). verificam-se os critérios de determinação da probabilidade de efeitos significativos no ambiente 14: Critérios Grau / Observações 1 Características dos planos e programas. b) c) Impactes duradouros e pouco reversíveis. 13 Resolução do Conselho de Ministros n. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. Moderado (apenas influência outros PMOT como é o caso do P. com dinâmicas que se querem favoráveis à qualificação do património) ii Ultrapassagem das normas ou valores limite em matéria de qualidade Reduzido (não contribui para o agravamento de situações. em termos de área geográfica e Reduzido (alterações de impacto local. A pertinência do plano ou programa para a integração de considerações ambientais. pontual) dimensão da população suscetível de ser afetada. com um acréscimo justificado pela importância da atividade). a duração. tendo em conta. Moderado (a alteração visa também a operacionalização da ARU do Centro Histórico de Sintra. mas eventualmente para a sua revisão em contexto de melhoria) iii Utilização intensiva do solo. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. na afetação espacial das classes de espaço já determinadas pelo PDM em vigor13. ou seja.131 . com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n. Assim. na sequência da Proposta n.

Assim. A identificação de alguns impactes de nível moderado. face ao exposto. e por tratar-se de um território altamente condicionado (servidões e restrições de utilidade pública principalmente patrimoniais). poder-se-á considerar que a presente alteração não está sujeita a AAE.pt 5 . com dinâmicas que se querem favoráveis à qualificação do património) Conforme se pode verificar os impactes são maioritariamente reduzidos.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 g) Os efeitos sobre as áreas ou paisagens com estatuto protegido a nível nacional. e dada a natureza da alteração proposta (exclusivamente regulamentar) e a avaliação e ponderação dos critérios do Anexo do Decreto-Lei n. Tal conclusão está de acordo com a deliberação de Reunião de Câmara de 22 de julho de 2014. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. prendem-se principalmente com a necessidade de operacionalização da ARU do Centro Histórico de Sintra.º232/2007. ARU do Centro Histórico de Sintra. Por outro lado dever-se-á ter em consideração que encontra-se a decorrer a revisão do PDM de Sintra. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. o que é atenuado pelo seu propósito. devidamente acompanhado por Avaliação Ambiental Estratégica (AAE). documento estrutural das políticas municipais do ordenamento do território. de 15 de junho.131 . como também com a tentativa de introdução de variáveis de valorização (ponderações) nas operações urbanísticas das quais resulte uma valorização ambiental e um maior cuidado nos domínios da sustentabilidade. tendo já sido garantidos os procedimentos consequentes. não se registando qualquer impacte relevante ou elevado. que determinou a “não sujeição da presente alteração das disposições regulamentares do PDM de Sintra a Avaliação Ambiental Estratégica”. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. Moderado (a alteração visa também a operacionalização da comunitário ou internacional. como é o caso da publicitação na página de internet da Câmara.

na sua gestão territorial quotidiana. rigoroso e exigente. reflexo das tradições e das vivências urbanas. uma profunda reconversão aos princípios de intervenção sustentável. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. Por outro lado o paradigma do investimento imobiliário sofreu.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 ENQUADRAMENTO DA ALTERAÇÃO AO PDM DE SINTRA O Plano Diretor Municipal de Sintra. através da Resolução de Conselho de Ministros n.º 166/99 de 4 de Outubro. urge dotá-lo. de um conjunto de instrumentos que não podem aguardar uma mais profunda reflexão e decisão. por outro os instrumentos de gestão do território devem. pelo seu valor histórico mas também cultural. heterogéneo e que se deseja competitivo. como é o Município de Sintra. afirmando a reabilitação urbana como o primeiro objetivo na gestão das nossas cidades e localidades.131 . prospetivo para as necessidades e desafios deste novo século. Interessa hoje. São objetivos do Município de Sintra a afirmação das suas condições de atratividade económica e a sua aposta na valorização das áreas urbanas existentes. numa medida ponderada. que se promovam incentivos à libertação de espaços que possam constituir pólos de descompressão urbana e de vivências qualitativas nos nossos aglomerados. no seu juízo. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. Considera o Município de Sintra que urge dotar o território de mecanismos de gestão que possam acolher os investimentos que. nos últimos 7 anos. Se por um lado a competitividade dos territórios se afirma na sua capacidade de receber e acolher as necessidades de concretização e desenvolvimento das atividades. deter suficiente flexibilidade por forma a permitirem o sempre necessário juízo de mérito das diferentes pretensões de investimento. em 1999. e o Município de Sintra pretende agora incentivar inequivocamente a aposta na reabilitação do seu parque habitacional e das suas áreas urbanas centrais. em especial num território vasto. Para um e outro objetivo há que mobilizar o investimento privado. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.pt 6 . entrou em vigor no final do século passado. seja através de operações de reabilitação urbana. e encontra hoje dificuldades de aplicação face às atuais exigências e objetivos do ordenamento do território. Ainda que se tenha iniciado um processo de revisão mais profundo deste instrumento. trabalhar ou visitar. seja por investimento direto na requalificação do espaço público. com uma década e meia de existência. por vezes em estado avançado de degradação. que elas representam. tornam Sintra um espaço onde se deseja viver.

neste quadro regulamentar. por um lado a edificabilidade que em abstrato resultaria das disposições regulamentares. e exigindo-se o acolhimento. de soluções que permitam efetivamente a sua reconversão. nos termos do Regime Jurídico da Urbanização e Edificação estabelecido pelo Decreto-Lei n. A criação de condições mais favoráveis ao investimento em reabilitação urbana. Exige-se. para alcançar estes fins. sob pena de. no interesse público da reabilitação. como sendo os critérios a adotar para determinação da dotação de estacionamento e características do sistema viário a sujeitar as operações urbanísticas. conforme acima descrito: i. Para tanto deverá poder-se ponderar. O reforço da competitividade territorial e a capacidade de atrair investimento produtivo e que concorrem para as políticas de promoção da qualidade de vida das populações. levar à degradação e abandono de parte relevante das nossas vilas e cidades. A compactação das áreas urbanas com vista à libertação efetiva de áreas para uso e serviços de interesse público. ii.131 . hoje com regime jurídico autónomo. iv.º 555/99 de 16 de Dezembro. iii.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 Interessa igualmente que o património edificado. processos que nos termos da Lei n. não podendo aceitar-se a perpetuação no tempo destas áreas urbanas de regime próprio e excecional. Igualmente urge pôr fim ao processo de reconversão das Áreas Urbanas de Génese Ilegal. Dotação de instrumentos que permitam uma efetiva reconversão das Áreas Urbanas de Génese Ilegal. e por outro as que da ponderação do caso concreto resultam. tal não se considerando. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. mantendo presente os valores que as foram construindo.pt 7 . GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. tendo no entanto presente o interesse económico que sempre determina o investimento privado e patrimonial. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. Constituem objetivos fundamentais da presente alteração. processo que constitui também interesse público municipal e forte aposta dos órgão de Governo Municipal. Incluem-se igualmente na presente alteração a revogação de normas que se encontram hoje melhor reguladas em regulamentos municipais aprovados e eficazes. que representa memória e referência das nossas vilas e cidades possa ser reabilitado e renovado.º 91/95 de 2 de Setembro são de interesse público nacional. dotar o Município de instrumentos de efetiva política de solos e de ordenamento do território que não devem e não podem aguardar pelo processo global de revisão do Plano Diretor. e ainda o regime de taxas urbanísticas.

e) A colmatação de lacuna referente aos parâmetros urbanísticos a aplicar a equipamentos públicos e de utilização coletiva. dotação de estacionamento e taxas de urbanização. h) Norma revogatória. d) O estabelecimento de um regime de crédito e transferência de edificabilidade tendo em vista a compactação do solo urbano e a libertação de espaços livres de serviço à população e à qualificação do território. c) A definição de incentivos a aplicar às Áreas Urbanas de Génese Ilegal. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.pt 8 . b) A definição de incentivos a aplicar nas Áreas de Reabilitação Urbana. g) Pequenos acertos a outras disposições para clarificação do seu fim. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. e as decorrentes de sugestões apresentadas em Conferência de Serviços. objeto de operações sistemáticas de reabilitação urbana. f) A alteração das normas relativas às cedências. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.131 . e a reabilitação do edificado de valor patrimonial e de referência na paisagem.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 Propõem-se assim as seguintes alterações: a) O estabelecimento de regime próprio para projetos de relevante interesse público municipal (PRIM).

espaço privilegiado e qualificado de relações euroatlânticas. Recentragem e o ordenamento da AML. d) Organização do Sistema Metropolitano de Transportes: Obtida através de uma maior coordenação intermodal. reforço dos transportes coletivos com ênfase nos transportes ferroviários e fluviais.131 . OPÇÕES ESTRATÉGICAS Constitui objetivo global do PROT-AML “dar dimensão e centralidade europeia e ibérica à Área Metropolitana de Lisboa. de natureza meramente regulamentar. b. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. com recursos produtivos.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 ENQUADRAMENTO EM INSTRUMENTOS DE GESTÃO TERRITORIAL Apesar de tratar-se de uma pequena alteração ao PDM de Sintra. PLANO REGIONAL DE ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO DA ÁREA METROPOLITANA DE LISBOA (PROT-AML) O Plano Regional de Ordenamento do Território da Área Metropolitana de Lisboa (PROT-AML) foi aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros nº 68/2002. c) Coesão Sócio Territorial: Obtida através de uma melhoria sustentada das condições de vida e da qualidade urbana. Complemento e consolidação de uma estrutura de acessibilidade em rede. Ordenamento da logística. c. e conforme solicitado pela CCDR-LVT. científicos e GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. assenta em quatro (4) prioridades essenciais: a) Sustentabilidade Ambiental: Encarando a preservação e valorização ambiental como premissas fundamentais de criação de oportunidades de desenvolvimento. Desenvolvimento de novas centralidades metropolitanas. nomeadamente o PROTAML. b) Qualificação Metropolitana: Obtida através da contenção da expansão urbana e de um modelo/estrutura que tem como objetivos: a. Assim. o PROTAML. em articulação com o Estuário do Tejo. faz-se um enquadramento simplificado aos principais instrumentos de gestão territorial que abrangem o concelho de Sintra.pt 9 . de 8 de abril. d. POOC Sintra Sado e POPNSC.

como é o caso dos espaços intersticiais entre os eixos Oeiras – Cascais e Amadora – Sintra. nomeadamente nos urbanizados e espaços intersticiais. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. histórico. o concelho de Sintra apresenta dinâmicas bastante críticas nos restantes espaços. e na criação de condições para uma mudança positiva (qualitativa e competitiva). que abrangem as áreas periféricas fragmentadas e desestruturadas com tendência para a desqualificação urbana e ambiental e que apresentam dificuldades. no futuro imediato. em termos de dinâmicas territoriais e à luz do PROT-AML.I – versão aprovada” (CCDR-LVT. e o arco Belas – Bucelas. ambiental e à orla costeira. urbanístico e cultural singular. terra de intercâmbio e solidariedade. que são áreas especialmente desqualificadas urbanística e socialmente. Concluindo. carenciadas de infraestruturas e equipamentos. na alteração deste estatuto. e caraterizadas por uma forte concentração residencial e altas densidades populacionais. e até à revisão do PDM. que refletem a capacidade de mudança que se verifica nas diversas áreas da estrutura metropolitana. e a área de Belas. que são áreas classificadas. identificam-se sete (7) tipos de espaço.131 . como é o caso do Parque Natural Sintra Cascais e da Rede Natura 2000. d) Finalmente. um património natural. e pelo seu enquadramento territorial.12 do “PROTAML – Vol. abrange os Espaços Naturais Protegidos. também associados ao valor natural. destacando-se o eixo Cascais-Sintra como espaço residencial – turístico ao qual se vêm associando instalações de serviços e comércio de grande dimensão. nomeadamente da revisão do PDM de Sintra. destacando-se o seguinte: a) Sintra abrange Espaços Problema. nomeadamente o eixo Algueirão – Cacém – Amadora.pt 10 . denotando um acentuado declínio urbano e fortes processos de degradação. ESTRATÉGIA TERRITORIAL – DINÂMICAS TERRITORIAIS NA AML Já no que respeita às dinâmicas de transformação territorial. pela sua localização e dimensão territorial.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 tecnológicos avançados. sendo que Sintra espelha quatro (4) dessas áreas. criar as condições para que alguns destes espaços possam ser dinamizados e qualificados. 15 Pag. trabalhar e visitar”15. A alteração do PDM visa. o que releva a importância da revisão das políticas municipais do ordenamento do território. 2002) GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. c) Sintra compreende Espaços Emergentes que correspondem a áreas com potencialidades para protagonizarem transformações positivas na AML. salvo os Espaços Naturais Protegidos e os Espaços Emergentes. b) Sintra integra Áreas Críticas Urbanas. com potencialidades para se constituir como um espaço de diferenciação funcional e para promover equipamentos e espaços de grande qualidade urbana e ambiental. especialmente atrativa para residir.

GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. d) Valorizar a diversidade territorial. 2002) Neste sentido a estratégia territorial visa quatro objetivos específicos: a) Recentrar a AML no Estuário do Tejo. logística e centros de transporte. salvaguardando os valores naturais e as áreas protegidas. investigação e desenvolvimento.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 ESTRATÉGIA TERRITORIAL – CENÁRIO ADOTADO “ESTRUTURA POLINUCLEADA / CENTRALIDADES METROPOLITANAS O PROT-AML procura contrariar o cenário formulado de “litoralização” da AML.Dinâmicas Territoriais na AML (PROT-AML. com um cenário alternativo que assenta no papel estruturante e requalificador dos espaços emergentes a Norte e Sul do Estuário. corrigindo desequilíbrios existentes. b) Desenvolver a “Grande Lisboa”. e considerando a sua localização no contexto da AML interessam principalmente os dois últimos objetivos. valências turísticas e ambientais. Para o município de Sintra. ancorada na cidade de Lisboa. c) Policentrar a Região. cidade das duas margens.131 . na reconversão e requalificação de área interiores mais desqualificadas da estrutura metropolitana e na proposta “voluntarista” de novas centralidades apoiadas em áreas de serviço às empresas e à coletividade.pt 11 . Figura 1. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.

O Esquema do Modelo Territorial do PROT-AML integra as seguintes componentes: Ações urbanísticas. Ligações entre pólos e eixos ou conjuntos multipolares a reforçar ou fomentar. eixos e conjuntos multipolares a desenvolver. Sistema Ecológico Metropolitano.1. Torres Vedras. Malveira. Centros / polos. nomeadamente Terrugem / Mem Martins / Sabugo / Pero Pinheiro. 16 Pag.pt 12 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. Sintra integra o segundo anel metropolitano. “Estas unidades encerram. 2002) GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. 2002) No âmbito da estrutura do Modelo Territorial.Esquema do Modelo Territorial (fonte: PROTAML. com as novas condições de acessibilidade que serão concretizadas.I – versão aprovada” (CCDR-LVT. armazenamento e logística (Terrugem / Mem Martins / Sabugo / Pero Pinheiro) e. interligando a multifuncionalidade industrial de pólos existentes e do novo pólo de Sabugo. pólo complementar de internacionalização cultural. a criar.37 do “PROT-AML – Vol. UNIDADES TERRITORIAIS O PROT-AML define Unidades Territoriais com base nos estudos de caraterização desenvolvidos. 3. Benavente / Samora Correia e Setúbal). Figura 2.131 . áreas de padrões de ocupação do solo razoavelmente homogéneos. e com áreas vocacionadas para a indústria. como pólo vocacionado para equipamentos e serviços (a par de Cascais.1. consoante os casos.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 ESQUEMA DO MODELO TERRITORIAL O Modelo Territorial apresentado no PROT-AML “traduz espacialmente os objetivos e orientações delineadas nas Opções Estratégicas e visa orientar a reconfiguração espacial e funcional da AML” 16.

2002) Assim. que por si só constituem sub-unidades territoriais. identificam-se as seguintes Unidades Territoriais: 03 – Espaço Metropolitano Poente. faz sentido uma abordagem conjunta e uma intervenção integrada”17.pt 13 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. 2002) GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.131 . ou conjuntos de áreas com padrões de ocupação distintos. e para o município de Sintra. ao nível metropolitano. 17 Pag. para as quais.42 do “PROT-AML – Vol.Unidades Territoriais (fonte: PROTAML.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 perfeitamente individualizados e identificáveis no território da AML. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. compreendendo: o “Eixo Amadora – Sintra” o Interior do Espaço Metropolitano Poente 08 – Arco Urbano Envolvente Norte 11 – Serra de Sintra 12 – Litoral Atlântico Norte 13 – Interior Norte Agrícola ESTRUTURA METROPOLITANA DE PROTEÇÃO E VALORIZAÇÃO AMBIENTAL “A Estrutura Metropolitana de Protecção e Valorização Ambiental constitui um objetivo central no PROT-AML e é concretizada no Esquema do Modelo Territorial através da Rede Ecológica Metropolitana e das áreas a estabilizar considerados elementos estruturantes e decisivos para a sustentabilidade da AML” 18. Figura 3.I – versão aprovada” (CCDR-LVT.

ORIENTAÇÕES TERRITORIAIS No âmbito da alteração do PDM de Sintra. a rede secundária. e as incidências ocorrem principalmente sobre espaços já construídos pelo que não há lugar a maiores descrições sobre o enquadramento na EMPVA. 18 19 Pag.85 do “PROT-AML – Vol.I – versão aprovada” (CCDR-LVT.I – versão aprovada” (CCDR-LVT. NORMAS GERAIS . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.pt 14 . A alteração do PDM de Sintra. não procede à classificação e qualificação do solo. destacam-se as seguintes Orientações Territoriais (Normas Gerais) do PROTAML para as Unidades Territoriais: Espaço Metropolitano Poente: Promoção das áreas de atividade económicas estruturantes. equipamentos e estruturas fundamentais decisivas para a estruturação do território metropolitano. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. as áreas e ligações / corredores vitais. investigação e desenvolvimento do Tagus Park e algumas áreas industriais do concelho de Sintra (Mem Martins) como motores de desenvolvimento. pertencente à Estrutura Metropolitana de Proteção e Valorização Ambiental (EMPVA) é estruturada em três níveis: a rede primária. requalificando as áreas urbanas mais degradadas e reabilitando os núcleos históricos como fatores de identidade. NORMAS ORIENTADORAS As normas orientadoras “explicitam orientações substantivas que traduzem e desenvolvem as opções estratégicas do PROT-AML” 19.131 . 2002) Pag. e organizam-se em três grupos: a) Normas Gerais – explicitam orientações substantivas que traduzem e desenvolvem as opções estratégicas do PROT-AML. c) Ações Urbanísticas – referem as normas aplicáveis a determinadas áreas identificadas no Esquema do Modelo Territorial.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 A Rede Ecológica Metropolitana (REM). 2002) GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. Qualificação do Eixo Amadora-Sintra contendo a densificação.55 do “PROT-AML – Vol. nomeadamente o pólo de serviços. sendo meramente regulamentar. que decorrem da espacialização das ações urbanísticas mais importantes a empreender. b) Normas Específicas – explicitam as normas por domínio de intervenção afetas aos setores mais determinantes para o processo de planeamento ou às redes.

Para o território municipal e para o presente efeito.pt 15 . Litoral Atlântico Norte: Controlar e enquadrar as pressões urbanas. criando fatores de identidade e centralidade urbana. assim como garantir a qualificação do espaço público e a requalificação urbanística do território. a desenvolver ao nível do planeamento municipal. ecológica e patrimonial. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. As ações passam por ações de qualificação. estabilização. b) Área Urbana a Estruturar e Ordenar (espaços não inseridos na Área Urbana Crítica entre a A5 e a A16. com destaque para as seguintes ações: i.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 Arco Urbano Envolvente Norte: Fomentar e reforçar o desenvolvimento de atividades ligas à indústria. estruturação e ordenamento. Promover a colmatação das carêncas a nível de equipamentos e infraestruturas nas áreas urbanas. ou seja. controlo e definição de pólos de nível metropolitano. destaca-se principalmente: a) Área Urbana Crítica a Conter e Qualificar (eixo urbano Sintra / Amadora). armazenagem e logística nas áreas da Terrugem/Pero Pinheiro/Sabugo em articulação com a de Mem Martins e na área de atividade do MARL em articulação com Alverca/Bobadela. circulação e estacionamento nas áreas residenciais. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. Interior Norte Agrícola: Contrariar o fenómeno da dispersão da edificação promovendo a concentração em núcleos e em áreas devidamente planeadas e infraestruturadas. com destaque para as seguintes ações: i. as zonas envolventes à Área Urbana Crítica) . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. revitalização.131 . Garantir níveis e padrões de ocupação edificada e turística consentânea com a salvaguarda e valorização paisagística. AÇÕES URBANÍSTICAS O PROT-AML define um conjunto de orientações associadas ao Esquema do Modelo Territorial. equipamentos e infraestruturas de acessibilidade. Promover a qualificação urbanística do eixo urbano. de acordo com as características dominantes das unidades / subunidades territoriais definidas. arquitetónica e paisagística para os núcleos urbanos. Serra de Sintra: Garantir padrões de elevada exigência urbanística.

de acordo com o seguinte: i. Terrugem – Industrial e logística (com ligações preferenciais a Pêro Pinheiro e Mem Martins).PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 ii.pt 16 . Pêro Pinheiro – Industrial e logística (com ligações preferenciais a Sabugo e Terrugem). racionalidade de infraestruturas e colmatação dos tecidos urbanos pré-existentes. Sintra – Internacionalização económica e/ou cultural. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. 2002 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. Mem Martins – Industrial e logística (com ligações preferenciais a Sabugo e Terrugem). iii. vi. iii. Figura 4.Esquema do Modelo Territorial – Extrato Fonte: PROT-AML. Sabugo – Industrial e logística (com ligações preferenciais a Pêro Pinheiro e Mem Martins). v. iv. bem como as suas ligações multipolares preferenciais. c) Centros / Pólos – devem ser delimitadas áreas urbanas destinadas. vii. exclusiva e preferencialmente. Concretizar os mecanismos de urbanização faseada e programada. de acordo com as prioridades de crescimento. aos usos relacionados com as funções de atividades estabelecidas no Esquema do Modelo Territorial para os centros e pólos urbanos. Sintra – Equipamentos e serviços de nível sub-regional. Tagus Park – Investigação e Desenvolvimento (com ligações preferenciais a Oeiras). ii. Resolução das AUGI por programas de recuperação integrados em PMOT.131 .

de 15 de outubro. O POPNSC estabelece regimes de salvaguarda de recursos e valores naturais e o regime de gestão com vista a garantir a manutenção e a valorização das características das paisagens naturais e seminaturais e a diversidade biológica da respetiva área de intervenção a que se acrescentam ainda os seguintes objetivos gerais: Objetivos Gerais: a) Assegurar a proteção e a promoção dos valores naturais. a faixa litoral e as áreas adjacentes. portanto. numa primeira versão em 1994 (Decreto Regulamentar nº 9/94. paisagísticos e culturais. que tem como objetivos: A gestão racional dos recursos naturais e paisagísticos. além de constituírem objetivos de interesse público de âmbito municipal. Impôs-se. a manutenção dos equilíbrios ecológicos e proteção dos recursos naturais. culturais e estéticos a preservar. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. Promoção de uma arquitetura integrada na paisagem. o Parque Natural de Sintra-Cascais (PNSC). de 11 de março). e numa segunda versão em 2004 (Resolução do Conselho de Ministros nº 1-A/2004.131 . a necessidade de reclassificação da Área de Paisagem Protegida em Parque Natural. Assim. a preservação das espécies da fauna e da flora. que estabelece a Rede Nacional da Áreas Protegidas. atendendo aos critérios definidos no Decreto-Lei nº 19/93 de 23 de janeiro.579 ha e integra parcialmente dois concelhos: a norte o concelho de Sintra e a sul o concelho de Cascais. A Área de Paisagem Protegida de Sintra Cascais (APPSC) foi criada pelo Decreto-Lei nº 292/81.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 PLANO DE ORDENAMENTO DO PARQUE NATURAL SINTRA-CASCAIS Geograficamente localizado no extremo ocidental da Europa. em especial nas áreas consideradas prioritárias para a conservação da natureza. fruto da necessidade de se fazer frente à crescente e intensa pressão turística e urbana que ameaçava uma zona de grande sensibilidade e repleta de valores naturais. tem uma área de sensivelmente 14. como a Serra de Sintra. histórico ou tradicional da região. extravasam claramente esse âmbito e justificam medidas de proteção adequadas a uma zona que constitui património nacional. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. A conservação da natureza.pt 17 . de 7 de janeiro). A salvaguarda do património arquitetónico. Posteriormente é aprovado o Plano de Ordenamento do Parque Natural de Sintra-Cascais (POPNSC). insere-se na Área Metropolitana de Lisboa. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. a proteção dos espaços naturais e das paisagens. A promoção do desenvolvimento económico e do bem-estar das populações. é criado o Parque Natural de Sintra-Cascais (PNSC) pelo Decreto Regulamentar nº 8/94 de 11 de março.

j) Evitar a proliferação de construções dispersas no meio rural. c) Corrigir os processos que poderão conduzir à degradação dos valores naturais em presença. arquitetónico. de forma sustentada. e) Definir modelos e regras de ocupação do território. estéticos e culturais da região. numa perspetiva de desenvolvimento sustentável. bem como do património geológico e paisagístico. e a sua delimitação encontra-se expressa na planta de síntese 20. As “áreas sujeitas a regime de proteção” abrangem áreas prioritárias para a conservação da natureza. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. possibilitando o exercício de atividades compatíveis. O POPNSC define “áreas sujeitas a regimes de proteção” e “áreas não abrangidas por regimes de proteção” conforme zonamento apresentado na sua planta síntese. da flora. g) Promover a gestão e valorização dos recursos naturais. áreas de uso turístico. desenvolvendo ações tendentes à salvaguarda da fauna. com vista a promover simultaneamente o desenvolvimento económico e a melhoria da qualidade de vida das populações residentes. h) Salvaguardar e valorizar o património arqueológico e o património cultural. nomeadamente o turismo de natureza.º10 do POPNSC (Resolução do Conselho de Ministros nº 1-A/2004. recreativas e turísticas. a preservação da biodiversidade e a recuperação dos recursos depauperados ou sobre explorados.pt 18 .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 b) Enquadrar as atividades humanas através de uma gestão racional dos recursos naturais. a defesa e a qualidade dos recursos naturais. d) Assegurar a participação ativa na gestão do Parque Natural de Sintra-Cascais (PNSC) de todas as entidades públicas e privadas. impedindo o fracionamento de propriedades e potenciando as ações de emparcelamento. Dito isto. por forma a garantir a salvaguarda. garantindo a sua utilização sustentável. 20 Art. i) Contribuir para a ordenação e a disciplina das atividades agroflorestais. e espaços afetos a equipamentos.131 . criando condições para a sua manutenção e valorização. possibilitando a manutenção dos sistemas ecológicos essenciais e os suportes de vida. industriais. sujeitas a diferentes níveis de proteção e de uso. seminaturais e paisagísticos. O nível de proteção de cada área é definido de acordo com a importância dos valores biofísicos presentes. urbanísticas. e da vegetação. nomeadamente a endémica. em estreita colaboração com as populações residentes. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. de 7 de janeiro) GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. de forma a evitar a degradação dos valores naturais. As “áreas não abrangidas por regimes de proteção” compreendem áreas urbanas e urbanizáveis. f) Promover a conservação e a valorização dos elementos naturais da região. histórico e tradicional da região. principalmente terrestre climática. a análise da planta síntese do POPNSC permite-nos retirar algumas conclusões quanto a este território.

299.675 47.95 Área de Proteção Complementar do Tipo II 5. por regimes de proteção.861 0.19 Área de Proteção Complementar do Tipo III 6.775 10. e não abrangidas. podem-se destacar as seguintes conclusões: a) As áreas de proteção parcial.pt 19 . onde se identificam todas as áreas da carta de ordenamento (planta síntese) do POPNSC no concelho de Sintra.00 Fonte: Elaboração própria Conforme se poderá verificar na Figura 5. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.254 16.433.878 5.663.81%.470.311 12.630.165 5.71 Total 111. com 47.131 . correspondem a 58.095 0.98 Área de Proteção Parcial do Tipo I 53. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.98% do território do PNSC em Sintra.780. destacando-se claramente a área de proteção parcial do tipo I.014 100.139.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 Figura 5 – Distribuição de áreas abrangidas.19 Áreas Urbanas 18. estabelecidas no POPNSC em Sintra Área (m2) % Área de Proteção Complementar do Tipo I 14.82 Área de Proteção Parcial do Tipo II 12. que correspondem àquelas onde o nível de proteção é superior.28 Área de Uso Turístico 212.89 Área de Proteção Total 310. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.

que são as mais expressivas. e) Finalmente. em aproximadamente 31 hectares. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.94%). segundo a classificação no âmbito do Património Mundial pela UNESCO em 6 de Dezembro de 1995” 21. com destaque para as áreas de proteção complementar do tipo I (12. correspondem aos “espaços que contêm valores excepcionais de moderada sensibilidade ecológica e valores naturais e paisagísticos com significado e importância relevantes do ponto de vista da conservação da natureza e ainda a área definida como Paisagem Cultural de Sintra. ocorrem apenas em 0. as áreas de proteção complementar representam 24. as áreas de proteção total.pt 20 .131 .71% deste território.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 b) Por outro lado.19% do território em questão). e complementar I) Figura 7 (dir. e áreas não sujeitas a regime de proteção – urbano e uso turístico) Figura 8 – Planta síntese do POPNSC 21 Art. a que corresponde o nível máximo de sensibilidade e valor.5 % cada). e portanto de proteção. parcial I e II. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. as áreas de uso turístico são residuais (0. com 16. Figura 6 (esq. sendo que as restantes (tipo II e III) repartem a sua expressão no território (aproximadamente 5. de 7 de janeiro) GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.11% da área do PNSC dentro do município de Sintra.º14 do POPNSC (Resolução do Conselho de Ministros nº 1-A/2004. c) A expressão das áreas urbanas (áreas não sujeitas a regime de proteção) é significativa.27% do território do PNSC em Sintra.) – Classe de espaço com menor nível de proteção ou inexistente (proteção complementar II e III.) – Classe de espaço com maior nível de proteção (proteção total. As áreas de proteção parcial do tipo I. d) Por outro lado. ou seja.

de 7 de janeiro) GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. Aqui. 22 Art. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.131 . A alteração do PDM de Sintra não prejudica nenhum dos pontos anteriormente descritos. as suas medidas incidem em larga medida em zonas não sujeitas a regime de proteção.pt 21 . uma vez que além de não proceder à classificação e qualificação do solo. os espaços de proteção complementar do nível I correspondem essencialmente aos espaços que ligam e dão consistência aos de maior valor.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 Fonte: Plano de Ordenamento do Parque Natural de Sintra-Cascais Conforme se pode verificar (Figura 6) as áreas de maior proteção correspondem à Serra de Sintra e à orla costeira (onde se concentram as poucas áreas de proteção total). Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. embora ainda com importância habitats e espécies de flora e fauna com importância22. e aos vales encaixados das principais ribeiras que drenam para poente.º19 do POPNSC (Resolução do Conselho de Ministros nº 1-A/2004.

b) A classificação das praias e a regulamentação do uso balnear.”23 O POOC Sintra Sado classifica a sua área de intervenção em duas zonas. a saber: a) Zona terrestre de proteção e margem das águas do mar: é definida por uma faixa territorial de 500 m contados a partir da linha terrestre que limita as margens da água do mar e em que a margem das águas do mar corresponde à faixa de terrenos contígua ou sobranceira à linha que limita o leito das águas. c) Áreas de desenvolvimento singular. este compreende as seguintes categorias: a) Áreas naturais que se subdividem em áreas de proteção.pt 22 . Dunas. Arribas. A faixa costeira correspondente à zona terrestre de proteção e margem das águas do mar divide-se entre solo urbano e solo rural. com uma largura de 50 m ou até ao limite dos terrenos que apresentem natureza de praia. d) Áreas de equipamento.º da Resolução do Conselho de Ministros nº 86/2003. Ao solo urbano correspondem: a) Áreas urbanizadas e de urbanização programada. de 25 de junho. Praias. visando. 23 Artigo 2. Laguna e áreas naturais de vocação turística.131 . b) Áreas de uso turístico. a prossecução dos seguintes objetivos: a) O ordenamento dos diferentes usos e atividades específicas da orla costeira. c) A valorização e qualificação das praias consideradas estratégicas por motivos ambientais ou turísticos. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. áreas de enquadramento. em especial. e) A defesa e valorização dos recursos naturais e do património histórico e cultural. b) Áreas agrícolas. Relativamente ao solo rural. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. e “estabelece regimes de salvaguarda de recursos e valores naturais e fixa os usos e o regime de gestão a observar na execução do plano com vista a assegurar a permanência dos sistemas indispensáveis à utilização sustentável da sua área de intervenção. de 25 de junho GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. d) A orientação do desenvolvimento de atividades específicas da orla costeira. b) Zona marítima de proteção: corresponde à faixa das águas marítimas costeiras delimitada pela batimétrica dos 30m.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 PLANO DE ORDENAMENTO DA ORLA COSTEIRA SINTRA-SADO O Plano de Ordenamento da Orla Costeira Sintra-Sado (POOC Sintra Sado) foi aprovado através da Resolução do Conselho de Ministros nº 86/2003.

e) Áreas de equipamento em solo rural. uma vez que além de não proceder à classificação e qualificação do solo. Da análise da distribuição de usos da planta síntese do POOC podem-se tirar a seguintes conclusões: a) O somatório dos espaços eminentemente urbanos ou urbanizáveis corresponde a 11.80%. que compreendem os de proteção. f) Áreas de uso militar. A alteração do PDM de Sintra não prejudica nenhum dos pontos anteriormente descritos. praias e vocação turística (este último quase inexistente – 0. arribas. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. h) Áreas para indústrias extrativas. Quanto à zona marítima de proteção engloba as categorias de áreas marítimas e parque marinho. enquadramento. d) Áreas de transição.67%.59%) e os de proteção (25. representam 64. as suas medidas incidem em larga medida em zonas não sujeitas a regime de proteção.pt 23 . c) Ao contrário dos espaços florestais. os espaços agrícolas têm uma forte expressão. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.35% / 4. d) Os espaços naturais.4%).131 . agrícolas e naturais. o que significa que todo o restante território está afeto a espaços florestais.87% do território em causa. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. g) Áreas de uso portuário. sendo os mais representativos os de enquadramento (31.5 hectares). com 20.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 c) Áreas florestais.64% desta parcela de território. A distribuição de usos do POOC no território municipal ocorre da forma indicada na Figura 9. b) Os espaços florestais são residuais ou pouco significativos nesta faixa de 500 metros da orla costeira sintrense. representando apenas 2.

946 31.00 Fonte: Elaboração própria GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.381.009 10.295.626 20.82 Áreas naturais .40 Áreas naturais .728 5.680 25.975.23 Áreas florestais 363.926 1.627 1.59 Áreas naturais .047 100.80 Áreas naturais .vocação turística 45.pt 24 .proteção 3.098. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 Figura 9 – Distribuição de áreas do POOC em Sintra Área (m2) % Áreas urbanizadas e de urbanização programada 1.arribas 711.682.49 Áreas naturais .733 0.64 Áreas de uso turístico 159. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.131 .enquadramento 4.68 Total 12.35 Áreas agrícolas 2.772 2.praias 235.

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA I. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.º 1 e n. 24º-A: Considerando que as disposições introduzidas na seção de incentivos (capítulo VI.131 .” É aditado (Capítulo VI secção IV – Incentivos): 25 24 Nota técnica Art. só aplicáveis à edificabilidade prevista no PDM.º-D. criam-se incentivos majorativos.º 2 – critérios qualitativos de um Projeto de Relevante Interesse Municipal (PRIM) N. alertar para o reconhecimento desta situação excecional. área urbanas de génese ilegal e ao regime de crédito e transferência de edificabilidade. conjugam e criam disposições que se relacionam com as classes e categorias de espaço. incremento de indicadores económicos e oferta de emprego às populações residentes. seção IV).º a 91. 91º-A: N. Esclarece-se que os incentivos tratam de uma majoração aos parâmetros existentes. nos termos e com os limites definidos naquelas normas. É aditado (Capítulo III seção I – Do ordenamento) 24: “Artigo 24º-A Regime excecional As disposições de uso do solo previstas no presente capítulo. 25 Nota técnica Art. áreas de reabilitação urbana. sem prejuízo do cumprimento de outros planos vinculativos dos particulares e das servidões e restrições de utilidade pública. salvaguardando os planos especiais e as servidões e restrições de utilidade pública. uso e transformação do solo”). pretende o Município estabelecer critérios dedicados ao acolhimento de projetos de investimento com relevante interesse municipal.º 3 – Contratualização do PRIM. fundamentados no valor económico acrescentado que os projetos podem trazer ao Município e às suas populações. não constituindo possibilidade de criação de novas construções onde não é possível edificar à luz do atual PDM. PROJECTOS DE RELEVANTE INTERESSE MUNICIPAL Verificando a necessidade de incrementar as dinâmicas económicas e de acolher no território municipal unidades de valor acrescentado para a melhoria da qualidade de vida. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.pt 25 . Este artigo foi revisto em consideração das observações da Conferência de Serviços e dos respetivos pareceres emitidos. para cada classe e categoria de espaço podem beneficiar das condições excecionais estabelecidas pelos artigos 91. projetos de relevante interesse municipal. importa no capítulo adequado (capítulo III . bem como os limites à norma. Assim. respeitantes a incentivos. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.“ocupação. e portanto.

Podem. ser excecionalmente reconhecidos como de relevante interesse municipal. do capítulo VI. N.O regime específico aplicável aos PRIM.º 7 – Uma vez que os espaços urbanos (Art. ainda. se localize no território municipal.º 29 (espaços industriais). e considerando que os PRIM enquadrar-se-ão mais na definição de espaços industriais em meio urbano.º 9 – É clarificado que os benefícios atribuídos ao longo da seção IV.Podem ser considerados Projetos de Relevante Interesse Municipal (PRIM).Os PRIM serão objeto de contrato de investimento com o Município. N. os projetos que não satisfaçam as condições enunciadas nas alíneas c) e d) do número anterior.º 3. d) Possuam forte vocação exportadora.pt 26 . os investimentos que reúnam cumulativamente as seguintes condições: a) Correspondam a investimentos de entidades cuja sede social. não são cumulativos. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. b) Possuam forte componente de inovação aplicada. b) Correspondam a atividades económicas especializadas com produção relevante de bens e serviços transacionáveis. a forma de verificação e as matérias de fiscalidade autárquica.131 . 3 . GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.º 5 – A competência de determinação de um PRIM é da Câmara Municipal (deliberação de Reunião de Câmara). traduzida numa parte significativa da sua atividade ancorada em patente desenvolvida pela empresa. c) Revelem manifesto interesse ambiental. à aprovação da Assembleia Municipal. sob proposta da Câmara Municipal. mediante pedido e sujeito a deliberação da Câmara Municipal. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. ou filial.º 6 – Benefício por majoração de indicadores urbanísticos. cuja tipologia e condições de aplicação serão aprovadas no regulamento referido no número seguinte. estabelecendo-se aí os incentivos a conceder e as obrigações concretas a realizar por parte do investidor. 4 .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 “Artigo 91º-A Relevante interesse municipal 1 . N. art. atribui-se a majoração sobre os indicadores do n. c) Correspondam a investimento direto global igual ou superior a 5 milhões de Euros. 2 . sendo o procedimento desenvolvido em regulamento próprio (Regulamento Municipal). serão objeto de regulamento municipal próprio a submeter. d) Criem um número de postos de trabalho diretos igual ou superior a 10. N. N.º 4 – alerta para a criação de um regulamento municipal que tratará de forma adequada as medidas e benefícios fiscais a atribuir aos PRIM.º 8 – Ponto de caráter preventivo que evita a sucessiva utilização do incentivo atribuído. a aprovar pela Câmara Municipal. N. desde que cumpram dois dos seguintes critérios: a) Possuam relevante atividade interna de Investigação e Desenvolvimento.º25) não contemplam indicadores urbanísticos mas sim parâmetros (nomeadamente no que respeita à cércea). nomeadamente o desenvolvimento dos critérios de determinação do interesse municipal.

habitação. degradação ou obsolescência dos edifícios. até 50% desde que daí resulte uma solução devidamente integrada arquitetónica e morfologicamente. cultura. economia. estando o incentivo atribuído sujeito a registo no título a emitir. ambiente urbano. e a qualificação do espaço em causa e sua envolvente. 9 . dos equipamentos ou dos espaços urbanos e verdes de utilização coletiva. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 5 . património imobiliário e finanças.º 29 (espaços industriais).Na medida do relevante interesse municipal.º 3 do art. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. nos GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. e a qualificação do espaço em causa e sua envolvente. das infraestruturas urbanas.Para efeitos do número anterior. 7 .pt 27 .A declaração de relevante interesse municipal é estabelecida pela Câmara Municipal nos termos do regulamento referido no número anterior. bem como no registo predial. nomeadamente por ser desproporcionado ou incomportável o esforço de relocalização da atividade ou constituir necessidade imperiosa da atividade. e correspondam a ampliações de instalações cuja atividade não tenha sido interrompida nos últimos 12 meses. 6 . Considerando que as Áreas de Reabilitação Urbana (ARU) incidem sobre espaços maioritariamente urbanos que.O benefício atribuído no âmbito deste artigo não é cumulativo com outros descritos nesta seção. 8 . justificam uma intervenção integrada. em casos devidamente justificados e fundamentados. nomeadamente nos domínios do urbanismo. no que respeita à sua compatibilidade com as estratégias municipais com incidência territorial. mobilidade. ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA A reabilitação urbana constitui uma prioridade do Município a que importa dar os instrumentos adequados para uma efetiva execução de programas estratégicos e integrados para a reabilitação do edificado e do espaço público.” II.131 . poderá ser atribuída uma majoração dos parâmetros urbanísticos. assim como com a política municipal do ordenamento do território. quando se trate de intervenções inseridas na classe de espaços urbanos (artigo 25.A majoração prevista nos números anteriores apenas poderá ser concedida uma única vez. Esta prioridade articula-se com as restantes políticas municipais.º) e se trate de construções e atividades de carácter eminentemente industrial. em virtude da insuficiência. a majoração poderá ser atribuída em função dos indicadores descritos no n. desde que daí resulte uma solução devidamente integrada arquitetónica e morfologicamente. da respetiva classe de espaço estabelecidos em PMOT em vigor. ação social.

2 do artigo 25. a majoração referida no número anterior pode ser atribuída sobre a área edificada.U. desde que da solução resulte uma intervenção de reabilitação.pt 28 .As Áreas de Reabilitação Urbana (ARU) constituem Projetos de Relevante Interesse Municipal. ou seja. e respetivas zonas de proteção. N. como é o caso das “zonas industriais” e “zonas de habitação operária” do P. sendo este o seu objeto. património cultural imóvel.º 4 – Clarifica que a majoração prevista no número anterior pode incluir o acerto da cércea pelo valor modal.º 2 – Consideração das ARU como PRIM.Para as construções existentes nas Áreas de Reabilitação Urbana (ARU).Incentivos) 27: “Artigo 91º-B Áreas de Reabilitação Urbana 1 . N. 2 . N.º 1 – Enquadramento legal das Áreas de Reabilitação Urbana. N. seguindo os critérios da alínea a) do n. de Sintra. desde que tal sirva os propósitos da reabilitação e valorização urbana e a sua viabilização. e a atribuição de um incentivo diferente do previsto no n. 91º-B: N. que neste processo de alinhamento possa ser ultrapassado o parâmetro urbanístico definido em PMOT. até 25% desde que tal acréscimo contribua para a reabilitação do edificado existente. e podem abranger. reconversão ou reconstrução. Enquanto a majoração de indicadores é devidamente contemplada de forma transversal. É aditado (Capítulo VI secção IV .131 . mesmo que excedendo os parâmetros urbanísticos fixados por PMOT.º 4. a mudança de uso reporta-se a situações pontuais.º 307/2009. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. nos termos do artigo 91º-A e sem necessidade de verificação dos critérios estabelecidos nos seus números 1 e 2.º 6 do artigo 91º-A (50%) pelo impacto relevante que teria nos centros históricos.º 32/2012. designadamente. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 termos do artigo 12º do regime jurídico da reabilitação urbana26.º 5 – Ponto de caráter preventivo que evita a sucessiva utilização do incentivo atribuído.º 1 do artigo 8º do regime jurídico referido no número anterior. de 23 de outubro. 26 Decreto-Lei n. com as alterações introduzidas pela Lei n.º 6 – Visa corrigir situações em que o uso previsto em plano municipal de ordenamento do território seja desadequado à reabilitação urbana. sendo a majoração dos parâmetros urbanísticos da respetiva classe de espaço estabelecida em PMOT em vigor. para todos os efeitos previstos em regulamento municipal. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. desde que sigam a modalidade de reabilitação sistemática prevista na alínea b) do n. e daí resulte uma solução devidamente integrada arquitetónica e morfologicamente com a envolvente. mesmo que essas já ultrapassem os parâmetros urbanísticos da respetiva classe de espaço definida em plano municipal de ordenamento do território em vigor. áreas e centros históricos.º.São Áreas de Reabilitação Urbana (ARU) as delimitadas pela Assembleia Municipal nos termos do regime jurídico da reabilitação urbana.º 3 – Decorre do reconhecimento que a reabilitação de edifícios existentes pode depender de um acréscimo na área de construção. 3 . N. áreas urbanas degradadas ou zonas urbanas consolidadas. Assim é previsto uma majoração de até 25%. de 14 de agosto 27 Nota técnica Art. classificado ou em vias de classificação.

131 . 2. desde que daí resulte uma qualificação da frente urbana correspondente. sem prejuízo da salvaguarda de edifícios de valor histórico e arquitetónico.ª série. estando o incentivo atribuído sujeito a registo no título a emitir. mas também.Na Área de Reabilitação Urbana do Centro Histórico de Sintra. bem como no registo predial. não respondendo as atuais disposições regulamentares às exigências específicas de tais processos. a aguardar por uma solução que as reconduza à legalidade.º 114.Incluem-se no número anterior as infraestruturas de apoio à política de mobilidade urbana. ou a supressão de carências ao nível dos equipamentos e infraestruturas de utilidade pública. sem necessidade de verificação de qualquer outra condição no Plano Geral de Urbanização de Sintra (publicado em Diário da República. 6 .2 do artigo 25º. não só de relevante interesse municipal. que corresponda à modalidade de reabilitação sistemática. n. e na sua integração arquitetónica e morfológica. 7 . mas em especial de natureza social. e previstos no Programa Estratégico da Área de Reabilitação Urbana do Centro Histórico de Sintra.pt 29 . de 16 de maio de 1996)” III.O disposto nos números 2 e 3 do presente artigo inclui a possibilidade de acerto de cérceas. de 16 de maio de 1996). desde que o propósito da intervenção sirva a reabilitação e revitalização urbanas. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. admitem-se usos diferentes dos dispostos no Plano Geral de Urbanização de Sintra (publicado em Diário da República. nos termos do regime excecional para a reconversão urbanística das áreas urbanas de génese ilegal (AUGI)28. desde que devidamente enquadrados na paisagem e no tecido urbano. n. ÁREAS URBANAS DE GÉNESE ILEGAL O processo de reconversão das Áreas Urbanas de Génese Ilegal (AUGI). 2. nos termos do disposto na alínea a) do n. constituem projetos. permanecendo as situações de índole não só urbanística. através da majoração atribuída.º 91/95 de 2 de Setembro GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.º 114. de interesse público nacional. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. 5 . 4 .º 4. 28 Lei n. como a construção de silos para automóveis.ª série.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 devidamente fundamentada na melhoria das condições de habitabilidade e de rentabilidade económica do investimento. Os processos de reconversão têm encontrado diversas dificuldades de efetivação.O disposto nos números 2 e 3 anteriores apenas poderá ser concedido uma única vez.

desde que daí resulte uma qualificação da frente urbana correspondente. e no âmbito do processo de reconversão nos termos do regime jurídico excecional referido no n. seguindo os critérios da alínea a) do n. para todos os efeitos previstos em regulamento municipal. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.Incentivos) 29: “Artigo 91º-C Áreas Urbanas de Génese Ilegal 1 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.O disposto nos números 2 e 3 anteriores apenas poderá ser concedido uma única vez.131 .pt 30 .2 do artigo 25º. ou seja.2 do artigo 25. 89º: N. a legalizar/licenciar.º 3 – Clarifica que a majoração prevista no número anterior pode incluir o acerto da cércea pelo valor modal. se refira a construções já edificadas. N. 30 Nota técnica Art.º 1 – Enquadramento legal das AUGI.º4.” É alterado (Capítulo VI secção II .As AUGI constituem Projetos de Relevante Interesse Municipal. ou seja. através da majoração atribuída. que neste processo de alinhamento possa ser ultrapassado o parâmetro urbanístico geral definido em PMOT. as que não estão listadas no ponto 4. e daí resulte uma solução devidamente integrada arquitetónica e morfologicamente com a envolvente.1 – Para as restantes AUGI. É aditado (Capítulo VI secção IV . os atos de gestão urbanística devem ter como referência os índices e parâmetros de referência para a respetiva classe de espaço.O disposto no número anterior inclui a possibilidade de acerto de cérceas. e a atribuição de um incentivo equivalente ao previsto no n. estando o incentivo atribuído sujeito a registo no título a emitir.º 1.º. da respetiva classe de espaço estabelecida em PMOT em vigor.º 4 – Ponto de caráter preventivo que evita a sucessiva utilização do incentivo atribuído (só aplicável neste caso porque a majoração é atribuída tendo por referência ao processo de reconversão. até 50% desde que tal acréscimo seja imprescindível ao processo de reconversão. N.º 4.º4. respondendo à sua intrínseca especificidade e procurando dotar os seus processos de reconversão dos instrumentos adequados à efetiva reconversão e requalificação destas áreas urbanas.São Áreas Urbanas de Génese Ilegal (AUGI) as delimitadas nos termos do regime excecional para a reconversão urbanística das áreas urbanas de génese ilegal. 4 . nos termos do artigo 91º-A e sem necessidade de verificação dos critérios estabelecidos nos seus números 1 e 2. N. 91º-C: N.Articulação) 30: 29 Nota técnica Art.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 Assim. 2 . GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. nos termos do disposto na alínea a) do n. bem como na certidão da conservatória do registo predial.º 2 – Consideração das AUGI como PRIM. estabelece-se um conjunto de disposições especiais dedicadas à problemática das Áreas Urbanas de Génese Ilegal (AUGI).º 6 do artigo 91º-A (50%). 3 . sendo a majoração dos parâmetros urbanísticos.

aplicam-se.. tendo em atenção os critérios cumulativos constantes do n. 31 Nota técnica Art. É aditado 31: N. é criado um regime de atribuição.)” IV.. (. CRÉDITO E TRANSFERÊNCIA DE EDIFICABILIDADE Considerando a operacionalidade da gestão do território.(. 4..) 2 . O Regime de Crédito e Transferência de Edificabilidade é destinado às operações que prossigam os objetivos do Plano Diretor..2 – Nas Áreas Urbanas de Génese Ilegal parcialmente classificadas como espaço urbano ou urbanizável. e num quadro de incentivos à libertação efetiva de espaço não edificado.1 – Para as restantes Áreas Urbanas de Génese Ilegal delimitadas ao abrigo do regime excecional para a reconversão urbanística das áreas urbanas de génese ilegal.. os atos de gestão urbanística devem ter como referência os índices e parâmetros deste Regulamento. sempre que não seja possível a reconversão de acordo com o disposto nos pontos 4 e 4..) 4. em especial a reabilitação e a compactação da ocupação do solo.(.º..131 .º 1 do artigo 5º do regime excecional para a reconversão urbanística das áreas urbanas de génese ilegal.2 – Exceção aos números anteriores que permite a admissão de parâmetros da classe de espaço predominante.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 “Artigo 89º Metodologia de articulação 1 .. que permitam a sua reconversão.. utilização e transferência de créditos de edificabilidade. desde que em perímetro urbano. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. e ainda os que agora especificamente se determinam para o efeito..1.pt 31 .. não conformável com a delimitação de categorias de espaço uniformes e correspondente parametrização indistinta. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. desde que em perímetro urbano (clarificação solicitada pela CCDR-LVT). os índices e parâmetros correspondentes ao uso do solo predominante. 91º-D: GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.) 3 . genericamente enunciados no artigo 3.º4.(.) 4 .(.

Para concretização do objetivo de compactação urbana.º 5 – No caso do objetivo de compactação urbana. por aplicação dos parâmetros urbanísticos constantes do presente regulamento. urbana e rural. sendo que este crédito é transferível para solo urbano. por forma a alcançar-se a efetiva reabilitação do edificado de referência ou da paisagem.Para que possa operar a transferência de edificabilidade a operação urbanística a executar deve seguir um dos seguintes objetivos: a) Conservação da natureza e da biodiversidade. ou incluir edifícios da arquitetura tradicional. N. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. nomeadamente o património constante do Anexo IV. reabilitação e regeneração do património. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. d) Reabilitação do edificado degradado. N.131 . pode constituir crédito de edificabilidade a transferir para outro terreno objeto de operação urbanística.pt 32 . cujo interesse de reabilitar seja reconhecido pelo município. N. situar-se em área classificada como núcleo urbano histórico identificados no Anexo V.º 1 e n. por aplicação dos parâmetros urbanísticos constantes do presente regulamento. constituir património classificado ou a classificar. reabilitação e regeneração do património de memória e referência territorial. e que não possa ser realizada.Para concretização do objetivo de manutenção. b) Salvaguarda do património natural. que tenha a natureza de solo urbano. pode constituir crédito de edificabilidade. 3 . c) Prevenção ou minimização de riscos coletivos inerentes a acidentes graves ou catástrofes e de riscos ambientais. a edificabilidade concreta que. é emitida certidão de crédito de edificabilidade e efetuado o correspondente registo na CRP. isto é. cultural ou paisagístico. resulte para um determinado terreno. desde que este último se integre em perímetro urbano. 2 .º 3. f) Dotação adequada em infraestruturas. g) Habitação com fins sociais.º 3 – A elegibilidade da transferência de edificabilidade decorre dos objetivos enunciados.º 4 – Forma de atribuição do crédito de edificabilidade. espaços verdes ou outros espaços de utilização coletiva.º 6 – No caso do objetivo de valorização do património (através da sua manutenção. equipamentos. resulte para um determinado terreno. N. reabilitação e regeneração). N.º 2 – Enquadramento do crédito de edificabilidade nos objetivos de compactação urbana e de manutenção. o terreno que viabiliza o crédito de edificabilidade é cedido à CMS para os efeitos / objetivos do n. a edificabilidade que.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 “Artigo 91º-D Crédito e transferência de edificabilidade 1 . e) Reabilitação do património cultural e edificado. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.

viabiliza o crédito de edificabilidade à operação urbanística é cedido gratuitamente ao Município. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D..º 118/2013 de 20 de Agosto.) 32 Nota técnica Art. sem enquadramento das suas eventuais características ou necessidades especiais.pt 33 . propõe-se: É aditado (Capítulo III Secção II – Regime de administração urbanística dos espaços) 32: “Artigo 25. verdes ou de utilização coletiva. 4 . 6 . EQUIPAMENTOS PÚBLICOS E DE UTILIZAÇÃO COLETIVA EM SOLO URBANO Verificando-se uma lacuna para enquadramento de equipamentos públicos de utilização coletiva que. e promovido o correspondente registo predial.. nos termos do n.º25 estão principalmente orientadas para a uniformização do tecido urbano dos aglomerados.º7 – Considerando que as disposições do Art.º 2 do presente artigo.131 . i) Promoção da demolição de edifícios que obstaculizam à qualificação do espaço público e fruição pela população de espaços livres. ou mesmo de afirmação urbanística (ex: equipamentos culturais). podendo o seu titular utilizar os respetivos créditos em imóvel integrado em perímetro urbano. e que a edificação de equipamentos públicos de utilização coletiva pode ter necessidades especiais.. j) Instalação ou ampliação de instalações destinadas a atividades económicas.º25 e 26 do PDM).(.O crédito de edificabilidade pode ser atribuído. situandose em solo urbano ou urbanizável (Art.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 h) Adoção de soluções bioclimáticas e de eficiência na utilização de recursos.Da operação urbanística que. 25: N. 5 . isto é..” V.º Espaços urbanos 1 .(. constituindo uma parte essencial da cidade. cria-se a possibilidade de exceção. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. é emitida correspondente certidão. resulte a atribuição de crédito de edificabilidade. que tenha a natureza de solo urbano.º 1 do presente artigo. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. e a construção a executar reúna condições à obtenção da classificação A ou superior no âmbito da certificação energética de edifícios estabelecida nos termos do Decreto-Lei n.) 2 .O terreno que. no âmbito da decisão que recair sobre a operação urbanística que prossiga um dos objetivos acima enunciados. nos termos do n. por requerimento do interessado. para a promoção de espaço ou serviços de interesse público. são obrigados às disposições das respetivas classes de espaço.

(…) 8 . GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE..(..º 26: N.2 do artigo 25..131 .(.A construção...(.) 5 ... exceto em casos devidamente justificados por razões técnicas.º.A construção.(.(.(.º4.. exceto em casos devidamente justificados por razões técnicas.º Espaços urbanizáveis 1 . do equipamento em causa..º26 estão principalmente orientadas para a uniformização do tecido urbanizável que marca a expansão dos aglomerados.. 33 Nota técnica Art.. e que a edificação de equipamentos públicos de utilização coletiva pode ter necessidades especiais. devidamente fundamentadas em que tais valores poderão ser ultrapassados..(.(. cria-se a possibilidade de exceção.. É aditado (Capítulo III Secção II – Regime de administração urbanística dos espaços) 33: “Artigo 26. ou de afirmação urbanística..) 4 . constituindo uma parte essencial da cidade. ampliação ou alteração de edificações destinadas a equipamentos públicos e de utilização coletiva fica sujeita aos parâmetros urbanísticos estabelecidos no n.) 5 ..º.) 6 .) 6 . ampliação ou alteração de edificações destinadas a equipamentos públicos e de utilização coletiva fica sujeita aos parâmetros urbanísticos estabelecidos na alínea a) do n..(. ou mesmo de afirmação urbanística (ex: equipamentos culturais).) 4 . ou de afirmação urbanística...) 3 ..(.º3 do artigo 26. devidamente fundamentadas em que tais valores poderão ser ultrapassados. do equipamento em causa. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 3 .) 7 .º8 – Considerando que as disposições do Art..pt 34 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.) 7 .) 2 .

b) As condições que desenvolvam critérios qualitativos e quantitativos que permitam um bom desenvolvimento das disposições previstas no PDM de Sintra. entendimento que é reforçado pela CCDR-LVT no parecer final à proposta de alteração regulamentar do PDM de Sintra36.º 555/99. 35 Decreto-Lei n.º 136/2014. de 16 de dezembro. pelo que urge a sua integração sem contrariar o disposto no plano municipal de ordenamento do território. de 09 de Setembro.º43 do RJUE tenham que constar em plano municipal de ordenamento do território são integradas no PDM de Sintra. retificado pela declaração n. dotação de estacionamento. Assim.º 43 do RJUE).º43 do regime jurídico da urbanização e edificação (RJUE)35 as “áreas destinadas à implantação de espaços verdes e de utilização coletiva. infraestruturas e equipamentos” são “os que estiverem definidos em plano municipal de ordenamento do território”.º 38 e seguintes (Capítulo IV): Considerando o proposto. c) As normas de dotação de estacionamento são definidas no Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação do Concelho de Sintra (fora do âmbito do Art. estacionamento e infraestruturas”.º 43 do RJUE) e as restantes condições desenvolvidas no Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação do Concelho de Sintra (em revisão) é: a) Alterado o título do capítulo para “Das cedências. 37 Nota técnica Art. que podem ser consideradas mais recentes ou contemporâneas que o PDM de 1999.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 VI. É alterado (Capítulo IV) 37: 34 Aprovado e em vigor por deliberação da Assembleia Municipal de 16 de Dezembro de 2008 e alterado por deliberação da Assembleia Municipal de 26 de Abril de 2012. NORMAS RELATIVAS ÀS CEDÊNCIAS.pt 35 . circulação. em vigor (igualmente em revisão). infraestruturas e equipamentos. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. na redação dada pelo Decreto-Lei n. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.º S09474-201508-P de 6 de agosto de 2015. são desenvolvidas no Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação do Concelho de Sintra.131 . em que as disposições legais e regulamentares relativas às cedências.º 46-A/2014 36 Ofício n. procede-se à revisão do Capítulo IV do PDM de Sintra de forma a compreender a seguinte estrutura: a) As questões legais e regulamentares que por força do Art. Por força do Art. DOTAÇÃO DE ESTACIONAMENTO E TAXAS DE URBANIZAÇÃO O Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação do Concelho de Sintra34. circulação. desenvolve condições para as cedências (equipamentos e espaços verdes de utilização coletiva). nomeadamente no que respeita a espaços verdes e de utilização coletiva. e taxas de urbanização. ao sistema viário e circulação (infraestruturas) são definidas no PDM de Sintra (de acordo com o Art. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.

integração e eficiência. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. infraestruturas e equipamentos de utilização coletiva: a) Na União de Freguesias de Agualva e Mira Sintra.pt 36 . respeitando as condições previstas na Seção II do Capítulo IV – sistema viário e circulação -. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.s 40. União de Freguesias de Cacém e São Marcos. b) Alterado o Art. e o disposto no Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação no que respeite às disposições do sistema viário e circulação.º38 que passa a respeitar as “cedências para espaços verdes e equipamentos de utilização coletiva”.Para efeitos do Art. ii) Equipamentos de utilização coletiva .º Cedências para infraestruturas Para efeitos do Art. Junta de Freguesia de Rio de Mouro: i) Espaços verdes e de utilização coletiva – 70 m2/ 100 m2 ABC (área bruta de construção).50 m2/ 100 m2 ABC (área bruta de construção). circulação.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 “CAPÍTULO IV Das cedências. União de Freguesias de Queluz e Belas.º43 do regime jurídico da urbanização e edificação os parâmetros mínimos para o dimensionamento das infraestruturas são as que resultem de uma solução harmoniosa que preveja princípios de racionalidade. União de Freguesias de Massamá e Monte Abraão. estacionamento e infraestruturas Artigo 38.º. destino ou localização das parcelas. ambos respeitantes à “Dotação de estacionamento” remetendo para o cumprimento do Regulamento Municipal da Urbanização e Edificação de Sintra (RMUES). Montelavar e Pêro Pinheiro e União de Freguesias de São João das Lampas e Terrugem: i) Espaços verdes e de utilização coletiva – 20 m2/ 100 m2 ABC (área bruta de construção).131 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. c) Alterado o Art.º39 que passa a respeitar as “cedências para infraestruturas”.º 46 para contemplar as dimensões e caraterísticas técnicas do sistema viário e destacar o seu desenvolvimento no Regulamento Municipal da Urbanização e Edificação de Sintra (RMUES). ii) Equipamentos de utilização coletiva .25 m2/ 100 m2 ABC (área bruta de construção). uma vez que está fora do âmbito do Art. Junta de Freguesia de Casal de Cambra. e respetivos anexos (anexo I).º43 do regime jurídico da urbanização e edificação estabelecem-se os seguintes parâmetros mínimos para o dimensionamento das áreas destinadas a espaços verdes e de utilização coletiva.25 m2/ 100 m2 ABC (área bruta de construção). e) Alterado o Art.º43 do RJUE. c) Na União de Freguesias de Sintra: i) Espaços verdes e de utilização coletiva – 35 m2/ 100 m2 ABC (área bruta de construção).º e 41. ii) Equipamentos de utilização coletiva . d) Alterada a seção I e os Art. b) Na Freguesia de Colares. Artigo 39. União de Freguesias de Algueirão – Mem Martins.º Cedências para espaços verdes e equipamentos de utilização coletiva 1 . União de Freguesias de Almargem do Bispo. remetendo as condições específicas para o respetivo regulamento municipal. não podendo do seu cômputo geral resultar valores inferiores aos acima estabelecidos. 2 – São desenvolvidas em Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação as condições e as formas de cálculo das áreas a prever para cada um dos fins acima indicados em função dos usos. remetendo as condições específicas para o respetivo regulamento municipal.

os que servem volumes de trânsito discretos e de serviço intrafreguesia. e) Caminhos municipais. rede de articulação da malha dos pequenos aglomerados do município.º Dotação de estacionamento As construções a edificar. as que servem volumes de tráfego específico merecedor de tratamento singular. articulando fundamentalmente aglomerações do município.ª ordem. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. “SECÇÃO II Sistema viário e circulação Artigo 45. alterar ou ampliar. acessos limitados. rede de articulação do tecido de actividades na envolvente e interior dos aglomerados.º Hierarquização da rede viária Para efeitos de aplicação de condições que se referem à hierarquização da rede viária. com separadores de faixas. rede de articulação da malha dos pequenos aglomerados do município.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 SECÇÃO I Dotação de estacionamento Artigo 40. as que servem volumes e drenagens de trânsito urbano. b) Vias metropolitanas. dimensionado para cada um dos usos previstos.131 . acessos limitados e inserções desniveladas. com ou sem separadores de faixas e acessos limitados. os que servem altos volumes de trânsito. sem separadores de faixa e acessos com limitações específicas. Artigo 41. sem separadores de faixas e acessos sem limitações. nos termos do disposto no Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação. devem ser dotadas de estacionamento privativo.pt 37 . g) Vias especiais. as que servem volumes de trânsito de serviço metropolitano. articulando fundamentalmente aglomerações da área metropolitana de Lisboa. reconstruir. com ou sem inserções desniveladas. com ou sem separadores de faixas.º Estacionamento público A dotação mínima de estacionamento público é estabelecida no Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação em função da dotação prevista no artigo anterior e do uso previsto. c) Vias interurbanas municipais. inscritos no Plano Rodoviário Nacional. f) Vias urbanas. d) Estradas municipais. fundamentalmente interurbanos de 1. as que servem volumes de trânsito de serviço intraconcelhio. com ou sem separadores de faixas e com ou sem limitações específicas nos acessos. as que servem volumes de trânsito de serviço concelhio. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. com ou sem separadores de faixas. consideram-se diferentes níveis: a) Itinerários principais e complementares.

” VII.As dimensões e características técnicas do sistema viário são desenvolvidas no Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.pt 38 .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 Artigo 46. Art. sempre com respeito pela legislação geral. desporto.º69/90. por desvio ao objetivo principal que é “concretizar um espaço qualitativamente desenvolvido. É substituída a menção ao Decreto-Lei n. reforço e manutenção das infraestruturas urbanas) são as determinadas no Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação de Sintra e as do Regulamento de Taxas e Outras Receitas de Sintra. saúde. bem como usos de habitação” (n. 3 . 97º: Remete a questão das taxas de urbanização para o regulamento municipal competente. investigação e desenvolvimento. com uso terciário dominante e indústria de acompanhamento. pelo regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial. Trata-se apenas da necessidade de retirar a menção a uma instituição específica o que limita e prejudica a concretização do objeto desta categoria de espaço. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. OUTRAS DISPOSIÇÕES A deliberação de alteração do PDM de Sintra cria a oportunidade de pequenos acertos ao regulamento do PDM de Sintra.As dimensões e características técnicas do sistema viário são as recomendadas no quadro anexo a este regulamento (anexo I).º Dimensões e características do sistema viário e recomendações 1 .º2. 28º: Foram retiradas todas as menções à Universidade Católica Portuguesa. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.As servidões são estabelecidas no capítulo respetivo deste Regulamento e as que venham a ser na elaboração de PMOT.2. e onde serão integradas actividades de ensino.As margens das vias estão sujeitas ao regime de servidões estabelecido no capítulo respetivo deste Regulamento. 2 . 39 Nota técnica Art. turismo e lazer.1.” É alterado (Capítulo VII Secção I – Disposições finais) 38: “Artigo 97º. Taxas de urbanização As taxas de urbanização (taxas devidas pela realização. 4 .131 . de 2 de março.º28).. pelo que se propõe: É alterado (Capítulo III Secção II – Regime de administração urbanística dos espaços) 39: 38 Nota técnica Art.

2 – (….PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 “Artigo 28º.º Condicionamentos relativos aos recursos hídricos” 1 . 2.DRHL da APA. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. pelo que se procede em conformidade.º 468/71. tem a largura de 10 m. 13º: Nos termos do parecer S016610-201503-ARHTO. na zona de confluência do município de Sintra com os municípios de Oeiras e Cascais.) 2.1. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. e pelo Decreto-Lei n.) 2.1. Categoria de espaços de desenvolvimento estratégico específico (….Constitui um espaço.º 46/94. bem como a das águas navegáveis ou flutuáveis que se encontram à data a entrada em vigor desta lei sujeitas à jurisdição das autoridades marítimas e portuárias. e encontra-se atualmente estabelecido através da Lei n. a sul de Agualva – Cacém. tem a largura de 50m 1.3 A margem das águas não navegáveis nem flutuáveis.º54/2005.º. nos termos do regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial. nomeadamente torrentes.131 .4 – O desenvolvimento deste programa deve sustentar-se na elaboração de um plano de urbanização. no âmbito da Conferência de Serviços. sendo delimitado. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.Espaço envolvente ao Parque Ciência e Tecnologia da Região de Lisboa: 2.3 – (….1. 40 Nota técnica Art.O domínio hídrico (DH) na área do concelho é o definido pelo Decreto-Lei n.2 A margem das restantes águas navegáveis ou flutuáveis tem a largura de 30 m.” É solicitada pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA). de 5 de Novembro.) 2.1. É alterado (Capítulo II Secção II – das disposições específicas) 40: “Artigo 13. de 22 de Fevereiro. 1. barrancos e córregos de caudal descontínuo. pelas seguintes margens: 1.1. sendo que os licenciamentos obrigam à elaboração e aprovação precedente de plano de urbanização ou plano de pormenor.1. de 15 de novembro. e de acordo com parecer anexo a alteração do Artigo 13. designadamente.pt 39 . com uma área da ordem dos 200 ha.1 A margem das águas do mar.

c) Instalar edifícios. parques para sucata ou quaisquer outros depósitos de materiais. b) Instalar equipamentos de lazer. permanentes ou temporárias.Nos terrenos privados localizados em leitos ou margens. 1.Decreto Regulamentar n. Os proprietários devem cumprir as obrigações que a lei estabelece.” GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. mediante parecer favorável da entidade competente em matéria de recursos hídricos. de 1 de Junho. de 8 de Junho.Nas zonas ameaçadas pelas cheias. Ribeira das Vinhas – Portaria n.º 45/86.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 1. Rio Jamor . a realização de quaisquer obras. lixeiras. está dependente de parecer vinculativo da entidade competente em matéria de recursos hídricos quando estejam dentro do limite da maior cheia conhecida ou de uma faixa de 100 m para cada linha das margens do curso de água quando se desconheça aquele limite. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.131 . normalmente de correção. bem como o licenciamento de operações de loteamento urbano ou de quaisquer obras ou edificações. dependendo do parecer favorável da entidade competente em matéria de recursos hídricos. a largura da margem é contada a partir da crista do alcantil. 6 .Nas zonas ameaçadas pelas cheias e nas zonas adjacentes poderá ser autorizado: a) Implantar estruturas indispensáveis à realização de obras de correção hidráulica. porém. 2 – Nas zonas ameaçadas pelas cheias e nas zonas adjacentes interdito implantar edifícios ou realizar obras suscetíveis de constituir obstrução à livre passagem das águas. que constituam complemento indispensável de outros já existentes e devidamente licenciados ou que se encontrem em planos municipais de ordenamento do território eficazes. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. desde que não impliquem a construção de edifícios. mediante parecer favorável da entidade competente em matéria de recursos hídricos.4 Quando tiver natureza de praia em extensão superior à estabelecida nos números anteriores.º 105/89. a margem estende-se até onde o terreno apresentar tal natureza. Se.5 A largura da margem conta-se a partir da linha limite do leito. 4 . esta linha atingir arribas alcantiladas. regularização. destruir o revestimento vegetal ou alterar o relevo natural e instalar vazadouros.pt 40 . de 26 de Setembro. fica sujeita a título de utilização de recursos hídricos e/ou parecer das autoridades com jurisdição nessa área. no que respeita à execução de obras hidráulicas.Portaria n. desobstrução e limpeza. Rio de Colares .º 13/93. conservação. 5 . de 15 de Fevereiro.º349/88. 3 .Estão sujeitas a legislação específica as margens e zonas adjacentes dos seguintes cursos de água: Ribeira da Laje .Portaria n. a aprovação de planos municipais de ordenamento do território e de contratos de urbanização.

º a 44. conforme fundamentação já apresentada. propõe-se a revogação de uma parte do Capítulo IV.º 43 do RJUE e a separação entre as disposições essenciais (PDM) e condições complementares (RMUE).º do Capítulo IV Mantêm-se o Preâmbulo da Resolução do Conselho de Ministros n. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. de 04 de Outubro (PDM de Sintra) que refere no ponto 2 o articulado do regulamento que não foi objeto de ratificação.º ao 53.º a 53.º116/99.º: Na sequência das alterações introduzidas a todo o Capítulo IV que visam a integração do disposto no Art.pt 41 . 41 Nota técnica à revogação dos Artigos 42.131 .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 VII.º do Capítulo IV b) Os Artigos 47.º ao 44. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.º e 47. que integram e irão integrar o Regulamento Municipal da Urbanização e Edificação de Sintra (versão em vigor e versão em revisão). NORMAS REVOGATÓRIA São revogados41: a) Os Artigos 42. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.

º Reunião Ordinária e Pública da Câmara Municipal de Sintra realizada a 22 de julho de 2014.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 ANEXO I – CONSIDERAÇÕES ÀS ALTERAÇÕES RESULTANTES DA CONFERÊNCIA DE SERVIÇOS Ao abrigo do artigo 75.2 e 4 – Foi corrigida a gralha no índice que referia um capítulo de “objetivos gerais”.2014).º39 que dá cumprimento às preocupações manifestadas pela CCDR-LVT nomeadamente no cumprimento do n. ANEXO À ATA DA CONFERÊNCIA DE SERVIÇOS Pag.150.4 – É revisto o Art.º2 do artigo 43. Pag. decorreu no dia 4 de março de 2015 a Conferência de Serviços respeitante à 1. O presente documento visa a descrição das principais considerações e sugestões e do sentido da sua consideração e ponderação na proposta de alteração regulamentar apresentada.º do RJUE.º38 e Art. “devendo a CMS acautelar as sugestões feitas. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.ª Alteração Regulamentar ao Plano Diretor Municipal de Sintra.pt 42 .50.131 .00035.º380/99. de 20 de fevereiro (regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial . GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. Pag.º46/2009.5 – É retirada a proposta da republicação suprimir as normas não ratificadas pela RCM.4 – Foram complementadas as alterações propostas mencionadas na página 8 do relatório.RJIGT). Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. PARECER DA CCDR-LVT (PROCESSO 16.º-C do Decreto-Lei n.10. na redação dada pelo Decreto-Lei n. e da qual resultou o sentido de “parecer favorável condicionado” nos termos dos pareceres juntos. Pag. de 4 de outubro que refere a referida não ratificação. Pag.º 45 (Hierarquização da rede viária) e alterado o Art. Pag. devendo manter-se a nota da RCM n.º116/99. conforme Ata anexa.6 – A deliberação de elaboração ocorreu na 18. de 22 de setembro. bem como as apreciações que vierem a ser feitas até ao dia 12 de março”.º 46 (dimensões e características do sistema viário e recomendações) com vista à remissão das disposições complementares para regulamento municipal.4 – É reintroduzido o Art.

para além de outras condições estabelecidas.º28).2015). exceto no que respeita à proposta de n. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.1.º do RJUE. nem para extensão das infraestruturas (…)” (pag. e que se prende apenas com a retirada da menção a uma instituição específica de ensino o que limitava a concretização do objeto da categoria de espaço. sem prejuízo do cumprimento de outros planos vinculativos dos particulares e das servidões e restrições de utilidade pública.º 13.º e 39.º 46 (dimensões e características do sistema viário e recomendações) com vista à remissão das disposições complementares para regulamento municipal. Pag. para cada classe e categoria de espaço podem beneficiar das condições excecionais (…) nos termos e com os limites definidos naquelas normas.11). nos termos e com os limites definidos naquelas normas” (pag.É efetuada a correção ao Art.º2 do artigo 43. uma vez que a majoração da edificabilidade apenas se aplicará na ampliação de construções. e considerando as preocupações manifestadas pela CCDR-LVT são alterados os Artigos 38.º7 e GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. ou seja. relativo aos condicionamentos relativos aos recursos hídricos (nova redação). e onde serão integradas actividades de ensino. e reintroduzido o Art. o que é conforme com o entendimento expresso pela CCDR-LVT quando refere que “da leitura destes artigos.12 – Foi complementada a fundamentação da alteração do artigo 28. 11 – Sobre o artigo 38.º-D.2 do art. embora a mesma seja sempre limitada pela sua simplicidade. conforme solicitado (em “outras disposições” no Relatório). bem como alterado o Art. para cada classe e categoria de espaço estão sujeitas às condições excecionais (…)” passa a ler-se “as disposições de uso do solo previstas no presente capítulo. com a recomendação de se optar “por uma redação da qual resulte que as disposições de usos de solo previstas no capítulo em causa poderão estar sujeitas às disposições dos artigos 91.º para dar cumprimento ao disposto no n. investigação e desenvolvimento.DRHL. com uso terciário dominante e indústria de acompanhamento. Pag.11).º-A (regime excecional) e conforme decidido em sede de Conferência de Serviços onde se lia “as disposições de uso do solo previstas no presente capítulo. bem como usos de habitação” (n.º no relatório. Pag. saúde. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 Pag.pt 43 .º.”. desporto.º 45 (Hierarquização da rede viária). turismo e lazer.7). parecerá não contribuir para a dispersão das edificações em solo rural.º-A a 91. e com a sugestão de salvaguardar os planos especiais (pag. PARECER DA APA (ARHTO.131 .º2.10 / 11 – Sobre o artigo 24.00020. passando a ler-se na conclusão “(…) sem prejuízo do cumprimento de outros planos vinculativos dos particulares e das servidões e restrições de utilidade pública”.º-A. ANEXO À ATA DA CONFERÊNCIA DE SERVIÇOS Pag.2 – É alterada a proposta de artigo 24. a concretização de “um espaço qualitativamente desenvolvido.2 .

Salienta-se que muitas destas situações podem ser abordadas no âmbito do Decreto-Lei n. apesar de bastante pertinente. ou seja.º 24-A conforme sugestões da CCDR-LVT.É retirada a proposta da republicação suprimir as normas não ratificadas pela RCM.º24-A que salvaguarda que as referidas disposições aplicam-se “nos termos e com os limites definidos naquelas normas. devendo manterse a nota da RCM n. de 5 de novembro.º 24-A PARECER DO ICNF (13103/2015/DCNF-LVT/DPAP). de 4 de outubro que refere a referida não ratificação.8 e 9 . Pag.7 – Foi revisto o Art. ANEXO À ATA DA CONFERÊNCIA DE SERVIÇOS Pag. sem prejuízo do cumprimento de outros planos vinculativos dos particulares e das servidões e restrições de utilidade pública”. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.131 .2 – (ponto2) A observação.º165/2014.º-C. não se vê conveniente no reforço da lei aplicável. principalmente tendo em consideração a revisão do Art. Pag. Pag.7 – A mesma justificação aplica-se à proposta apresentada no âmbito do Art.7 – No que respeita aos artigos 91. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.º89 (consideração do POPNSC). cuja atuação incide principalmente em “áreas não abrangidas por regimes de proteção”. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. encontra-se fora do contexto da presente alteração que não visa a alteração das condições previstas pelos regimes de uso do solo. Pag.2 – (ponto 1) É clarificado o Quadro da pág. que além de decorrerem da lei geral (cumprimento das disposições respeitantes a servidões e restrições de utilidade pública e dos instrumentos de gestão territorial vinculativos dos particulares) encontram-se salvaguardados pela nova redação do Art.4 substituindo-se o campo “Descrição” por “Critérios” Pag.7 – O PROFAML é um instrumento de política setorial não vinculativo dos particulares que tal como todos os outros programas setoriais será contemplado na revisão do PDM de Sintra. que as normas indicadas não constituem lei. APA e ICNF. 3 a 5 – Sobre o “Enquadramento em Instrumentos de Gestão Territorial” – Foram efetuadas as correções sugeridas e suprimidas as menções opinativas. ANEXO À ATA DA CONFERÊNCIA DE SERVIÇOS Pag.º-A a 91.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 8. PARECER DA DRE (DIR-OT).º116/99. Pag.pt 44 .

131 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. não se vê como é que o mesmo possa ser enquadrado na presente alteração regulamentar ao PDM. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.pt 45 .º165/2014.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 Pag.2 – (ponto 3) Tratando-se o Decreto-Lei n. ANEXO À ATA DA CONFERÊNCIA DE SERVIÇOS Pag. PARECER DA DGPC (DRL-DS/2002/11-11/9700/PDM/334). de 5 de novembro de um regime excecional.4 – Foi suprimida a referência a “inventariado” conforme sugerido GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.

PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 ANEXO II – PARECER FINAL DA CCDR-LVT GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.131 .pt 46 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.

Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.pt 47 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.131 .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.

131 .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 ANEXO III – ATA DA CONFERÊNCIA DE SERVIÇOS E RESPETIVOS PARECERES GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.pt 48 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.pt 49 .131 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.131 .pt 50 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.

pt 51 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.131 .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.

pt 52 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.131 .

Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.pt 53 .131 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.

131 .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.pt 54 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.

pt 55 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.131 .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.131 .pt 56 .

pt 57 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.131 .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.

131 .pt 58 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.

131 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.pt 59 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.

pt 60 .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.131 .

131 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.pt 61 .

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.131 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.pt 62 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.131 .pt 63 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.

PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.131 .pt 64 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.

PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.pt 65 .131 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.

Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.pt 66 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.131 .

pt 67 .131 .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.

PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.pt 68 .131 .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.

131 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.pt 69 .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.131 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.pt 70 .

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.131 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.pt 71 .

pt 72 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.131 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.131 .pt 73 .

131 .pt 74 .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.pt 75 .131 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.pt 76 .131 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.pt 77 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.131 .

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.131 .pt 78 .

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA
Agosto de 2015

GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE, PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO
Praça D. Afonso Henriques 2710-520 Sintra

Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.pt

79 - 131

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA
Agosto de 2015

GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE, PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO
Praça D. Afonso Henriques 2710-520 Sintra

Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.pt

80 - 131

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA
Agosto de 2015

GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE, PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO
Praça D. Afonso Henriques 2710-520 Sintra

Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.pt

81 - 131

PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.pt 82 .131 .

Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.pt 83 .131 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.

131 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.pt 84 .

Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.pt 85 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.131 .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.

Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.pt 86 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.131 .

pt 87 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.131 .

PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.pt 88 .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.131 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.

Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.pt 89 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.131 .

131 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.pt 90 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.

131 .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.pt 91 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.

PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.131 .pt 92 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.

pt 93 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.131 .

º Âmbito 1 .aqueles em que predomina a produção florestal ou venha a ocorrer produção florestal ou em que é desejável uma cobertura florestal dominante. o n.º 69/90. do Decreto-Lei n. que são: o relatório (onde designadamente se descrevem as medidas de política municipal de ordenamento). uso ou transformação do solo a praticar ou a desenvolver por qualquer entidade. e os n. f) Espaços florestais . sem prejuízo de outros pressupostos.os destinados a actividades de extracção de recursos do subsolo.os caracterizados pelo elevado nível de infra-estruturação e densidade populacional.os destinados a actividades transformadoras e serviços próprios. apresentando elevado nível de infra-estruturação ou por infra-estruturar e que podem igualmente comportar estruturas de alojamento hoteleiro e similares.pt 94 . 3 . requisitos ou condições exigidos por lei geral ou especial. de 2 de Março. REGULAMENTO DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL DO CONCELHO DE SINTRA CAPÍTULO I Disposições gerais 5 . bem como a delimitação da classe de espaço “áreas preferenciais para turismo e recreio” constante na planta de ordenamento. bem como o relatório a que alude o artigo 11.os que abrangem as áreas com características adequadas à actividade agrícola ou que possam vir a adquirir.ºs 2 e 8 do artigo 89. Artigo 2. e este Regulamento ficam arquivados na Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano e na Câmara Municipal de Sintra.º.Os originais das cartas referidas no número anterior. Os espaços agrícolas ou de expressão rústica abrangem áreas com diversos níveis de protecção correspondendo às especificidades da composição da Reserva Agrícola Nacional e das recomendações que derivam do processo de planeamento do Parque Natural de SintraCascais. no território abrangido pelo PDM-Sintra.REPUBLICAÇÃO Resolução do Conselho de Ministros n. adiante designado por PDM-Sintra. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.º Definições 1 . Artigo 1.º 1.131 .º.º116/99 (…) Nos termos da alínea g) do artigo 199. n. 4 .Para efeitos deste diploma. Excluir da ratificação o artigo 4. a planta da situação existente. entende-se por: a) Espaços urbanos . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. 2.º2 do artigo 21. d) Espaços para indústrias extractivas . florestais e culturais naturais. g) Espaços de protecção e enquadramento . b) Espaços urbanizáveis .º6. igualmente faz parte integrante do Plano Director a carta de condicionantes à escala de 1:25000. na ocupação. abrangendo todo o território municipal. classificados como tal no Plano de Ordenamento do Parque Natural de Sintra-Cascais.º do Regulamento do Plano. incluindo as áreas destinadas a controlar o impacte sobre os espaços envolventes. quando impõem a obrigatoriedade de parecer da Divisão de Cultura da Câmara Municipal de Sintra.O presente diploma consagra o Plano Director Municipal do Concelho de Sintra. Ratificar o Plano Diretor Municipal de Sintra. no tocante à área do Pego e à área do pinhal do Banzão.os que assim são denominados por poderem vir a adquirir as características dos espaços urbanos e que são geralmente designados por áreas de expansão.º da Constituição.As actuações com incidência. directa ou indirecta. 2 . na parte em que se apresentem sobreposição com áreas prioritárias para a conservação da Natureza.º.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 ANEXO IV .O PDM-Sintra abrange todo o território municipal constante da carta de ordenamento à escala de 1:10000. a planta de enquadramento. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. que igualmente se caracterizam por constituírem solos particularmente importantes na composição da paisagem concelhia.6 do artigo 9. a carta de infra-estruturas viárias e a carta do sistema verde principal. o Conselho de Ministros resolve: 1. regem-se pelo disposto no presente diploma. onde o solo se destina predominantemente à edificação. as alíneas a) e b) dio n. e) Espaços agrícolas ou de expressão rústica . quando obriga à obtenção de parecer favorável do Gabinete do Nó Ferroviário de Lisboa e da Direcção-Geral de Transportes Terrestres. alínea a). estruturas de lazer destinadas a apoio desses espaços e terciário específico de apoio às actividades.º.Fazem também parte do PDM-Sintra os elementos complementares e anexos. c) Espaços industriais .espaços nos quais se privilegiam os valores referentes à compartimentação paisagística desejada para o concelho e sobretudo importantes para descongestionamento do processo urbano e de reforço de enquadramento dos espaços agrícolas.

a salvaguarda dos valores paisagísticos. e) Densidade bruta populacional . j) Espaços culturais e naturais . Se o edifício possuir um corpo avançado.de nível 1. entende-se ainda por: a) Categoria de espaços de núcleos urbanos históricos . f) Índice de construção bruto . b) Categorias de espaços urbanizáveis de uso habitacional . compartimentos de serviços de higiene (recolha de lixo) e áreas de parqueamento coberto (sempre que estas se situem abaixo da cota de soleira). correspondendo a graus de protecção e valorização diversos face ao Instituto da Reserva Agrícola Nacional. da administração central e os espaços já envolvidos em desenvolvimentos específicos e particularizados. e) Categorias de espaços agrícolas . correspondem a áreas de potencial turístico. maioritariamente de ocupação hoteleira. correspondem a áreas de uso dominante habitacional e que podem vir a adquirir níveis de infra-estruturação e de actividades próprias dos espaços urbanos e geralmente designados por áreas de expansão urbana. 2 .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 h) Espaços de equipamento . face ao alinhamento e que defina a cota de soleira. exceptuam-se no cálculo do índice de construção as áreas de varandas. arquitectónicos e urbanísticos que pela sua especificidade patrimonial merecem relevância.131 . de recreio e lazer. considerando as existências. l) Espaços de áreas preferenciais para turismo e recreio .Para efeitos deste diploma. cooperativo. a altura da fachada é medida do plano vertical estabelecido no corte médio das edificações paralelo ao alinhamento. correspondem a espaços destinados a desenvolvimentos de singularidade relevante e que correspondem a objectivos estratégicos da administração municipal. se classificam em quatro níveis de uso .os espaços que. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. Os espaços culturais e naturais abrangem áreas com diversos níveis de protecção e valorização. i) Espaços-canais . incluídos na classe de espaços urbanos. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. g) Índice de ocupação ou percentagem de ocupação do solo .os espaços que.é a relação entre o número de habitantes previstos. terraços.os espaços que.Para efeitos deste diploma.de nível 1 e de nível 2 -. arqueológicos. pelas suas características e localização estratégica no contexto metropolitano. tradutores dos desenvolvimentos iniciais dos aglomerados e que sublinham memórias culturais de grande significado na determinação das identidades morfológicas locais.é a relação máxima entre a área bruta de construção prevista e a área do terreno objecto da operação urbanística.os espaços que. correspondem a áreas de povoamento e edificações singulares.os que correspondem a áreas afectas ou a afectar a estabelecimentos de carácter público. da GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. correspondendo a graus de protecção e valorização diversos face ao Instituto da Reserva Ecológica Nacional. se existir e não for fechada).os espaços que. f) Categorias de espaços culturais e naturais . 3 . de nível 2. consideram-se ainda as definições seguintes: a) Altura de fachada . e a área total de terreno objecto da operação urbanística.é a dimensão vertical da frontaria (plano da frente) do edifício medida do plano horizontal da soleira até à beirada (à cornija ou até ao capeamento da guarda. mutualista ou privado e que se destinam a satisfazer procuras e necessidades da população só realizáveis por instalações de carácter singular ou específico.é a relação entre o número de fogos e a área de terreno objecto da operação urbanística. inseridos na classe de espaços urbanizáveis.os espaços que. inseridos na classe de espaços culturais e naturais.é a relação estabelecida pelo quociente entre a superfície de implantação total do(s) edifício(s) pela área total do prédio.pt 95 . de nível 3 e de nível 4 -. inseridos no Parque Natural de Sintra-Cascais. d) Densidade populacional global .os espaços que. b) Coeficiente volumétrico .é a relação entre o número de habitantes previstos considerando as existências e a área total da unidade de ordenamento a sujeitar a plano municipal de ordenamento do território. se classificam em dois níveis de uso . d) Categoria de espaços de desenvolvimento estratégico e específico .aqueles em que se privilegiam a protecção e valorização dos recursos naturais ou culturais. c) Densidade habitacional . às determinações do Plano de Ordenamento do Parque Natural de Sintra-Cascais e à decorrência do processo de planeamento municipal. inseridos na classe de espaços urbanizáveis. inseridos na classe de espaços urbanizáveis. incluídos na classe de espaços agrícolas.os que correspondem a corredores activados por infra-estruturas e que têm efeito de barreira física dos espaços que os marginam.é a relação estabelecida entre o volume total construído (ou a construir) e a área de terreno que serve de suporte à operação edificatória ou urbanística. revestem-se de especial importância para o desenvolvimento do sector e podem suportar empreendimentos residenciais com forte componente de estrutura de lazer e recreação. integram as zonas que apresentam aptidão preferencial para a implantação de equipamentos turísticos. às determinações do Plano de Ordenamento do Parque Natural de Sintra-Cascais e à decorrência do processo de planeamento municipal. correspondendo às especificidades de composição da Reserva Ecológica Nacional e das determinações e recomendações que derivam do Plano de Ordenamento do Parque Natural de Sintra-Cascais. c) Categorias de espaços de desenvolvimento turístico .

de 2 de Março. i) Índice de permeabilidade . considerando para o efeito de cálculo a projecção horizontal dos edifícios delimitada pelo perímetro dos pisos mais salientes. florestais.é a relação estabelecida entre a superfície máxima de pavimentos e a superfície total do solo suporte da operação edificatória ou urbanística. programas e projectos de âmbito municipal ou supramunicipal. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. l) Número médio de pisos .é a relação entre a área de ocupação (implantação) dos edifícios. uso e transformação do solo. programas ou projectos e adoptar medidas com incidência na ocupação. pela sua homogeneidade física.º Artigo 5. designadamente para a elaboração de outros planos municipais ou de planos de carácter sub-regional.são as áreas territoriais que. o seu limite para o efeito de cálculo do índice de utilização bruto é o limite da área a sujeitar a plano ou loteamento.é a relação entre a zona verde e a área total do terreno. ordenamento do território e de salvaguarda e valorização do património cultural. de estrutura de povoamento e actividades. de serviço e de lazer. ou seja. e) Apoiar uma política de desenvolvimento económico e social que garanta a inserção dos munícipes de Sintra no quadro de indicadores exigível pela cidadania metropolitana. b) A articulação com outros planos. designadamente os órgãos e serviços da administração central. desenvolvendo e pormenorizando regras e directivas estabelecidas a nível supramunicipal e estabelecer as orientações face aos processos de planeamento de nível superior e inferior ao PDM. d) Definir e estabelecer os princípios e regras para a ocupação. dos sistemas viários e de lazer com pavimentos impermeabilizados e a área do terreno que serve de suporte à operação urbanística. h) Índice de utilização bruto máximo .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 parcela ou lote. ratificar e executar planos.pt 96 . artigo 19. m) Percentagem de impermeabilização .é a relação entre a área de mata proposta no projecto de arranjos exteriores e a área do terreno. n) Valor modal ou moda da cércea . o) Unidades operativas de planeamento e gestão . Artigo 4. regional e local com competências para elaborar.º Objectivos do Plano São objectivos gerais do PDM-Sintra: a) A aplicação de disposições legais e regulamentares vigentes e dos princípios gerais de disciplina urbanística e de 1 . uso ou transformação do uso. correspondente portanto à cércea dos edifícios que somem maior extensão de fachadas nesse conjunto. c) A compatibilização da protecção e valorização das áreas agrícolas ou de expressão rústica. residenciais. sendo a área de zona verde a área não impermeabilizada. h) Fornecer indicadores para o planeamento. g) Compatibilizar as diversas intervenções sectoriais. considerando um número mínimo de duas árvores por cada 100 m2 de terreno. a diferença entre a área total do terreno e a soma das áreas de ocupação (de implantação de edifícios). enquadrando as orientações e soluções adequadas no âmbito da política de habitação. do quadro geral de acessibilidade. de pavimentos e de equipamentos de recreio.cércea que apresenta maior frequência de observação num conjunto edificado.º Período de validade O PDM é válido pelo período de 10 anos e a sua revisão requer o procedimento estabelecido pelo Decreto-Lei n. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. j) Servir de enquadramento referencial à elaboração dos planos de actividades do município.O disposto no presente diploma vincula todas as entidades públicas e privadas. considerando-se para o cálculo da área da mata a área das copas das árvores com diâmetro superior a 7 m. atingido na sua maior pujança. i) Promover a reabilitação urbanística dos tecidos urbanos objecto de crescimento desqualificado. designadamente planos de urbanização e ou planos de pormenor. regional ou nacional. com os espaços destinados predominantemente ao exercício de actividades de fins industriais.º69/90. aprovar. deverão vir a ser objecto de particularização em planos municipais de ordenamento do território. para as condições edafoclimáticas locais. O índice de utilização bruto considera as áreas de equipamentos. com excepção das áreas já afectas a arruamentos marginais existentes. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. j) Índice de cobertura arbórea potencial . culturais e naturais. excluindo varandas ou platibandas. de enquadramento de referência do município de Sintra no quadro da área metropolitana de Lisboa e de enquadramento de referência à articulação com os níveis nacional e União Europeia.º Valor e aplicação das normas do PDM-Sintra Artigo 3.131 . espaços verdes e públicos e a rede viária incluídos na área de intervenção. quando as áreas de intervenção de um plano ou de um loteamento sejam delimitadas por arruamentos.é a relação entre a área bruta de construção total e a área total de implantação dos edifícios. f) Determinar as carências habitacionais.

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA
Agosto de 2015

2 - As normas consagradas no presente diploma aplicam-se
directamente a todo o território abrangido pelo PDM-Sintra.

Artigo 6.º
Dever de compatibilização dos planos municipais de
ordenamento do território
1 - Os planos municipais de ordenamento do território a
elaborar para as unidades operativas de planeamento e gestão
ou para subunidades desenvolvem e pormenorizam as regras e
directivas constantes do PDM-Sintra, devendo o regime de
ocupação, uso e transformação do solo a estabelecer nesses
planos ser compatível com o regime definido neste diploma.
2 - Os planos municipais de ordenamento do território a
elaborar para as unidades operativas de planeamento e gestão
que territorialmente se inscrevam no Parque Natural de SintraCascais devem compatibilizar-se com o regime definido no
Plano de Ordenamento do Parque Natural de Sintra-Cascais.

CAPÍTULO II
Das servidões, restrições de utilidade pública e outros
condicionamentos
SECÇÃO I
Das disposições gerais
Artigo 7.º
Do uso do solo
Nas áreas sujeitas a servidões administrativas, as alterações
ao uso do solo implicam a audição de outras entidades não
municipais, com competências específicas previstas no
diploma instituidor da servidão administrativa em causa.
Artigo 8.º
Da delimitação
As áreas de servidão administrativa, restrições de utilidade
pública e outros condicionamentos encontram-se, sempre que
graficamente possível, representadas na planta de
condicionantes à escala de 1:25000, anexa a este
Regulamento.
SECÇÃO II
Das disposições específicas
Artigo 9.º
Condicionamentos decorrentes do regime de protecção ao
património edificado

1 - A protecção do património edificado é regulamentada pela
seguinte legislação: Decreto n.º 20985, de 7 de Março de 1932,
Decreto n.º 21875, de 18 de Novembro de 1932 (alterado pelos
Decretos n.os 31467, de 19 de Agosto de 1941, e 34993, de 11
de Outubro de 1945), Decreto n.º 23122, de 11 de Outubro de
1933, Lei n.º 2032, de 11 de Junho de 1939, Decreto-Lei n.º
39847, de 8 de Outubro de 1954, Decreto n.º 46388, de 21 de
Novembro de 1955, Decreto-Lei n.º 40388, de 21 de Novembro
de 1955, Decreto n.º 46349, de 2 de Maio de 1965, artigo 124.º
do RGEU, Lei n.º 13/85, de 6 de Julho (lei quadro do património
português), e Decreto-Lei n.º 205/88, de 16 de Junho.
2 - A legislação descrita no número anterior abrange os
monumentos nacionais (MN), imóveis de interesse público (IIP)
e valores concelhios (VC), através do estabelecimento de
zonas de protecção, que poderão induzir zonas non aedificandi
ou condicionamentos especiais para a realização das obras,
com base na legislação em vigor.
3 - O património edificado e protegido existente na área do
município de Sintra é constituído pelos imóveis classificados e
cuja legislação específica deve ser especialmente observada:
Monumentos nacionais: a anta de Adrenunes, a anta de
Agualva, a anta de Belas, a igreja da Penha Longa, o Castelo
dos Mouros, compreendendo a cisterna, o Paço da Pena, o
Paço de Sintra, o Paço de Queluz, compreendendo os jardins,
o antigo repuxo da vila de Sintra, o pelourinho de Colares,
Decreto de 16 de Junho de 1910, a Igreja de Santa Maria,
Decreto n.º 8218, de 29 de Junho de 1922, o Palácio de
Seteais, incluindo o conjunto de construções e terreiro vedado,
jardins, terraços e quinta, Decreto n.º 36383, de 28 de Junho
de 1947, o Convento dos Capuchos, que faz parte da Quinta
de Monserrate, Decreto n.º 37077, de 29 de Setembro de 1948,
a Capela de São Sebastião, em Terrugem, Decreto n.º 37366,
de 5 de Abril de 1949, a Quinta da Penha Verde, Decreto n.º
39175, de 17 de Abril de 1953, o monumento pré-histórico da
Praia das Maçãs, no Outeiro das Mós, Decreto n.º 735, de 21
de Dezembro de 1974, o Palacete Pombal, também
denominado «Palacete dos Condes de Almeida Araújo»,
incluindo pavilhão das cocheiras e jardim anexo, no Largo do
Palácio Nacional de Queluz, freguesia de Queluz, Decreto n.º
45/93, de 30 de Novembro;
Monumentos naturais: o Monumento Natural de Carenque,
jazidas icnofósseis da Pedreira de Santa Luzia, Quinta de
Santa Luzia, freguesia de Belas, Decreto n.º 19/97, de 5 de
Maio;
Imóveis de interesse público: a villa romana de Santo André de
Almoçageme, freguesia de Colares, edital n.º 159, de 17 de
Maio de 1996, a Capela da Misericórdia de Colares, freguesia
de Colares, e o Palácio e Quinta do Ramalhão, freguesia de
São Pedro de Penaferrim, Decreto n.º 2/96, de 6 de Março, o
Convento de Santa Ana da Ordem do Carmo e quinta, Eugaria,
freguesia de Colares, despacho do Ministro da Cultura de 14
de Fevereiro de 1997, edital n.º 142/97, de 2 de Abril, o pórtico

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PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA
Agosto de 2015

da igreja matriz (manuelino) de São João das Lampas, o
pórtico da igreja matriz (manuelino) de Belas, Decreto n.º 8252,
de 10 de Julho de 1922, a Capela de São Lázaro, em São
Pedro de Penaferrim, Decreto n.º 22617, de 2 de Junho de
1933, todos os pelourinhos, Decreto n.º 23122, de 11 de
Outubro de 1933, a Quinta dos Ribafrias, em Cabriz, a Quinta
do Marquês, em Belas, incluindo o palácio e ainda uma capela
abobadada, duas fontes decorativas, um obelisco erguido a D.
João VI e a Capela do Senhor da Serra, existentes nos jardins
da mesma quinta, Decreto n.º 32973, de 18 de Agosto de 1943,
a necrópole pré-histórica do Vale de São Martinho, situada nos
terrenos do antigo casal conhecido pelo nome de José
Antunes, contíguos aos do actual Lar de Maria Amélia, Decreto
n.º 35817, de 20 de Agosto de 1946, as ruínas de São Miguel
de Odrinhas, situadas perto do lugar de Odrinhas, freguesia de
São João das Lampas, Decreto n.º 42692, de 30 de Novembro
de 1959, a igreja de Almargem do Bispo, Decreto n.º 43073, de
14 de Julho de 1960, a Capela de Santo António, no lugar do
Penedo, a capela de São Mamede de Janas, na freguesia de
São Martinho, a igreja de Terrugem, na freguesia deste nome,
Decreto n.º 44075, de 5 de Dezembro de 1961, as ruínas da
antiga barragem romana donde partia um aqueduto para
Olisipo, ao quilómetro 16,423 da estrada nacional n.º 250,
Decreto n.º 735, de 21 de Dezembro de 1974, o Santuário da
Peninha, nomeadamente a Capela de Nossa Senhora da
Penha e todas as dependências que a servem, o Forte da
Roca, a sueste do cabo da Roca, no local denominado «Alto
das Entradas», Decreto n.º 129/77, de 29 de Setembro, o
aqueduto denominado «Gargantada», em Carenque, Belas, o
Palácio de Monserrate, com os seus jardins e mata, Decreto n.º
95/78, de 12 de Setembro, a fonte de Armés, freguesia de
Terrugem, o monumento megalítico do Pego Longo, na
freguesia de Belas, Decreto n.º 29/90, de 17 de Julho, o
conjunto constituído pela calçada e ponte romanas e a azenha
na Catribana, freguesia de São João das Lampas, Decreto n.º
26-A/92, de 1 de Junho, o Chalé da Condessa de Elba,
também denominado «Chalé da Condessa», no Parque da
Pena, freguesia de São Pedro de Penaferrim, o conjunto
megalítico da Barreira, na freguesia de São João das Lampas,
Decreto n.º 45/93, de 30 de Novembro;
Imóveis de valor concelhio: o conjunto formado pela Casa dos
Lafetás, também conhecida por Vila Cosme, com as ruínas da
residência renascentista e construções anexas, nomeadamente
a capela, o celeiro, a adega e o pombal, na freguesia de São
Marinho, em Colares, Decreto do Governo n.º 8/83, de 24 de
Janeiro, a Igreja de Nossa Senhora de Belém, freguesia de Rio
de Mouro, Decreto n.º 2/96, de 6 de Março, «Buracas de
Armés», freguesia de Terrugem, edital n.º 232/97.
4 - Constituem-se em imóveis em vias de classificação no
município de Sintra e sobre os quais se aplicam as
determinações do n.º 2 deste artigo o complexo arqueológico
de Olelas, freguesia de Almargem do Bispo, o tholos da Praia
das Maçãs, na freguesia de Colares, a igreja matriz de Rio de
Mouro e o Colégio de São José, o conjunto monumental de

Santa Eufémia, na freguesia de São Pedro de Penaferrim, a
Quinta Maziotti ou Quinta do França, o tholos do Monge, a
Quinta de Vale Marinha, em Almoçageme, a Capela da
Piedade, na Eugaria, o arco quinhentista, em Colares, o portal
quinhentista, em Colares, a igreja matriz de Colares, a Capela
e Quinta de Nossa Senhora de Milides, o Largo da Fonte da
Aldeia, em Almoçageme, a Igreja de Nossa Senhora da
Conceição da Ulgueira, na freguesia de Colares, a igreja da
Santa Casa da Misericórdia de Sintra, a Torre do Relógio, o
aqueduto do Palácio de Queluz, também denominado «Arcos
Reais», na freguesia de Queluz, o cruzeiro de Sacotes, as
ruínas da Ermida de São Romão, na freguesia de AlgueirãoMem Martins, o Castelo de São Marcos, o Casal Saloio, em
Mira-Sintra, na freguesia de Agualva-Cacém, a fonte manuelina
de Sintra, a Quinta da Regaleira, a casa gótica sita no Largo de
Latino Coelho, em Sintra, o Casal do Condado, o Paço das
Ribafrias, incluindo jardim anexo, na vila de Sintra, a Quinta do
Relógio, na freguesia de São Martinho, o Convento da
Trindade, o edifício dos Paços do Concelho, o Bairro da
Estefânia, em Sintra, a antiga cadeia comarcã em Sintra, a
Ermida e Casal de Santo Amaro, a Quinta e a Capela de São
Sebastião, na freguesia de Santa Maria e São Miguel, o
aqueduto da Base Aérea n.º 1, na freguesia de Pêro Pinheiro, o
Casal do Vale, em Armés, a villa romana de Abóbadas, em Vila
Verde, a fonte de Cabrela, na freguesia de Terrugem, a Capela
do Espírito Santo, o Casal Saloio, na Assafora, na freguesia de
São João das Lampas, o Casal da Quintã, a Quinta do Ferreiro,
em Belas, na freguesia de Belas, a capela da Misericórdia de
Sintra, o Palácio de Valenças, na freguesia de São Martinho, o
Aqueduto das Águas Livres, nas freguesias de Belas e de
Queluz, e a Igreja da Nossa Senhora da Purificação, em
Montelavar, na freguesia de Montelavar, a Ermida de Santa
Susana, Santa Susana, freguesia de São João das Lampas, o
Casal Saloio da Assafora, freguesia de São João das Lampas,
a linha do eléctrico de Sintra (troço Ribeira-Praia das Maçãs),
freguesia de São Martinho e freguesia de Colares, a Quinta do
Molha Pão, freguesia de Belas (casa nobre, anexos agrícolas,
fonte e portão), a Quinta do Bonjardim, freguesia de Belas.
5 - Do património arqueológico devem ser particularmente
protegidos e preservados os sítios arqueológicos que se
enumeram e onde qualquer pretensão de intervenção, para
além da observância e conformidade com as normas
específicas da classe de espaços onde se inserem, deverá ser
condicionada a parecer dos técnicos de arqueologia adstritos
aos serviços da Câmara Municipal de Sintra e ou Instituto
Português do Património Arquitectónico e Arqueológico
(IPPAR):
A via romana da Centuriação Romana a noroeste de Assafora,
a via romana que vem de Mafra para Olisipo (Lisboa) passando
por Cortesia, Areias, Amoreira e Montelavar, a via romana
Assafora-Catribana, a via romana São Miguel de OdrinhasFaião;
Os sítios arqueológicos de Assafora (jazidas paleolíticas), o
casale romano do Mato Tapado, o casale romano da Cabeça

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dos Sete Moios, a gruta com ocupação pré-histórica do Fogo
dos Morcegos, a villa romana das «Cornadelas/Ermidas», o
povoado da Idade do Cobre, em Pedranta, a estação protohistórica na arriba da Samarra, a sepultura pré-histórica
(Samarra), a estação romana (Cortesia), a necrópole medieval
da Igreja de Nossa Senhora da Consolação (Assafora), a villa
romana e necrópole visigótica (Torres-Casal de Pianos), o
casale romano (Pombal, o Camalhão - Casal de Pianos), o
casale romano (Parede Bem Feita), a necrópole romana de
incineração (Fetal), a estação calcolítica (Fetal), a estação
medieval com ocupação muçulmana (Casal de Pianos), as
jazidas neolíticas (Catribana), a azenha (Catribana), a ponte e
calçada romana (Catribana), a estação romana e a necrópole
romana (Castelo de Catribana), a estação romana (Areias), a
gravura rupestre da Lage Erguida e jazidas paleolíticas
(Magoito), a necrópole medieval e tardo-medieval da igreja
matriz de São João das Lampas e a necrópole medieval da
Capela do Espírito Santo (São João das Lampas), a estação
pré-histórica das «Pedras Negras» (Bolelas), a villa romana
(Amoreira), a estação proto-histórica (Pedras de Oiro), a
estação romana (Cerrado Grande), os menires (Barreira), a
estação neolítica, a estação da Idade do Bronze e a estação
romana (Funchal), a villa romana, a necrópole romana, a
necrópole medieval (São Miguel de Odrinhas), a cidade
romana (Faião), a villa romana e os menires (Rebanque), a
estação neolítica da «Fonte Figueira» e de «Lafões» (Pedra
Furada), a estação neolítica e calcolítica dos «Barruncheiros» e
a sepultura proto-histórica do «Rei-Mouro» em Negrais, as
jazidas paleolíticas (Praia das Maçãs), a estação epipaleolítica
da «Praia do Magoito» (Magoito), a necrópole da Idade do
Bronze do «Pinhal dos Cochos» e a necrópole romana dos
«Espadarais» (Magoito), as jazidas paleolíticas (Praia da
Aguda), a necrópole medieval e povoado pré-histórico (São
Mamede de Janas), a oficina de talhe de sílex (Gouveia), as
ruínas da Ermida Medieval da Senhora do Ó e a villa romana
(Pernigem), a anta das «Pedras da Granja» (Várzea de Sintra),
a necrópole medieval da Capela de São Sebastião e a
necrópole tardo-medieval da Igreja Matriz de São João
Degolado (Terrugem), o povoado calcolítico (Alto do Montijo), a
villa e a fonte romana (Armés), a estação romana (limites de
Abremum), a necrópole medieval da igreja matriz de
Montelavar (Montelavar), a estação neolítica calcolítica
(Outeiro), a villa romana (Granja dos Serrões), o povoado
proto-histórico do «Monte da Maceira» (Maceira), o campo de
lapiás da Granja dos Serrões com ocupação neolítica e da
Idade do Bronze, a estação paleolítica das «Terras das
Cenouras» (Granja dos Serrões), a villa romana (Casal do
Silvério), a estação do Paleolítico Médio (Várzea do
Almargem), a necrópole tardo-medieval da «Igreja de São
Pedro» (Almargem do Bispo), o povoado e grutas com
ocupação pré-histórica (Olelas), a reserva arqueológica
compreendendo o tholos (sepultura pré-histórica) da Praia das
Maçãs e outros vestígios pré-históricos e a aldeia medieval
(Praia das Maçãs Norte) e a reserva arqueológica
compreendendo o santuário romano «do Sol e da Lua», o
fortim filipino (Praia das Maçãs Sul), as pistas de icnofósseis

(Praia Grande), as jazidas paleolíticas (Praia da Adraga), a
estação pré-histórica da «Adraga» (Adraga), a estação préhistórica (Vinhas da Funcheira), a villa romana (Santo André de
Almoçageme), a aldeia medieval do Covão, a necrópole
romana da «Ilha», no Pinhal da Nazaré, o «Castelo de
Colares» (Colares), a necrópole da igreja matriz de Colares e
os silos medievais (Colares), a estação romana da «Quinta da
Areia» (Mucifal), a villa romana do «Lugar do Mercador»
(Mucifal), a necrópole moçarábica (Moinho da Torre), as ruínas
do Convento Gótico do Carmo (Janas), o povoado pré-histórico
(Castanhais), as estações pré-históricas, proto-históricas,
romana e medieval (Sintra - vila), a gruta com ocupação préhistórica (Sintra-Estefânea), a necrópole pré-histórica do «Vale
de São Martinho» (Sintra, Vale de São Martinho), a estação
proto-histórica e romana (Santo Amaro), a villa romana das
«Abóbodas» (Vila Verde), a villa romana, a igreja e necrópole
medieval (São Romão), o povoado pré-histórico (Cortegaça),
as minas e estação romana (Monte Suimo), o Forte de
Espinhaço ou da Roca, vulgo «Tribunal dos Mouros» (cabo da
Roca), a anta de «Adrenunes», o santuário da Peninha e a
estação proto-histórica (Peninha), a necrópole medieval
(Milides, Colares), o tholos (sepultura pré-histórica) da «Bela
Vista», (Quinta da Bela Vista), a estação pré-histórica
(Capuchos), o tholos do «Monge» (Monge), o povoado
calcolítico da «Penha Verde» (Quinta da Penha Verde), a
estação pré-histórica (Parque da Pena), o povoado neolítico do
«Castelo dos Mouros» - a estação proto-histórica do «Monte do
Castelo» -, a estação muçulmana do «Castelo dos Mouros»
(Castelo dos Mouros), a necrópole medieval da «Capela de
São Pedro de Penaferrim», a necrópole medieval da «Igreja de
São Miguel», a necrópole medieval da «Igreja de Santa Maria»,
a estação proto-histórica do «Monte Sereno» (Santa Eufémia),
o santuário pré-histórico do «Penedo dos Ovos» (Quinta da
Penha Longa), a villa romana dos «Corrais do Chão» (Mem
Martins), a gruta com ocupação pré-histórica (Rio de Mouro), a
necrópole tardo-medieval da «Igreja de Nossa Senhora de
Belém» (Rio de Mouro), a anta de Agualva ou do Carrascal
(Agualva), a gruta e povoado proto-histórico, a villa romana e a
necrópole visigótica (Colaride/Rucanes), a anta da «Pedra dos
Mouros» (Belas), a anta da «Estria» (Belas), a anta do Monte
Abraão (Belas), monumento megalítico de «Pego Longo», a
pista de icnofósseis (Pego Longo), a necrópole tardo-medieval
da «igreja matriz de Belas» (Belas), as ruínas de barragem
romana (Belas), a villa romana de São Marcos (Cacém) e a
estação proto-histórica (Massamá).
5.1 - São ainda património natural os sítios classificados do
campo de lapiás da Granja dos Serrões e do campo de lapiás
de Negrais, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 393/91, de 11 de
Outubro.
6 - As zonas de protecção do património edificado constituem
matéria regulamentada pela legislação enunciada no n.º 1 do
artigo 9.º, designadamente:
6.1 - Os MN, os IIP e os de VC descritos no n.º 3 têm uma zona
de protecção que, em princípio, abrange uma área envolvente

GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE, PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO
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na execução de escavações. até 50 m contados a partir dos seus limites.º 13/85.Os valores constituídos de interesse patrimonial que venham a ser eventualmente propostas de classificação. ficam seguintes normas: cultural ou objecto de merecerem sujeitos às a) Qualquer pretensão de intervenção nas construções fica sujeita a licenciamento municipal condicionado a parecer obrigatório da Divisão de Cultura da Câmara Municipal de Sintra. A. destinadas à implantação de aquedutos. designadamente: b) A autoridade local assegurará a salvaguarda desses testemunhos. designadamente: a) É proibido construir qualquer edificação sobre colectores de redes de esgotos públicos ou particulares.º 11388.1 . são obrigados a consentir na sua ocupação e trânsito.º Os achados avulsos de bens arqueológicos ficarão sujeitos ao quadro da Lei n. a saber: b) Os proprietários. sem prejuízo da aplicação de regimes específicos que estabelecem zonas de protecção superiores a 50 m.. c) Fora das áreas classificadas como espaços urbanos e urbanizáveis.As condicionantes constam do Decreto-Lei n. Naquelas áreas a largura da referida faixa será considerada caso a caso na apreciação dos projectos de arranjo dos espaços exteriores.2 . os projectos de construção ou reconstrução só poderão ser subscritos por arquitectos. a) Quem tiver encontrado ou encontrar em terreno público ou particular. de 21 de Junho.pt 100 . conforme o seu artigo 39. sem prejuízo da imediata comunicação ao Ministério da Cultura.1 . em edifícios. 6. Igual regime aplica-se às parcelas de terreno propriedade dos Serviços Municipalizados de Água e GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. medida para cada lado do traçado das condutas de água.º 13/85. incluindo em meio submerso. de 6 de Julho. após parecer obrigatório da a) É interdita a construção ao longo de uma faixa de 10 m.Condicionamentos aplicáveis à rede de distribuição de águas: 2. que. ou de terrenos a que esses dêem acesso. demolidos.Nas zonas de protecção de imóveis classificados. S. b) É interdita a execução de construção ao longo da faixa de 1 m medido para cada lado do traçado das condutas distribuidoras de água. da Portaria n. quaisquer testemunhos arqueológicos fica obrigado a dar conhecimento à autoridade local.Empresa Pública de Águas Livres. 6. Artigo 10.º 100/84. nas zonas de protecção dos MN e dos IIP não é permitido executar quaisquer obras de demolição. a fim de serem tomadas as providências convenientes. 6. assentamento de tubagens e acessórios. Igual autorização é necessária para a criação ou transformação de zonas verdes ou para qualquer movimentação de terrenos ou dragagens. expropriados. Nos casos em que não seja possível outra solução. sem o parecer favorável do IPPAR. enquanto não classificação e protecção específicas. medida para cada lado do traçado das condutas de adução ou adução-distribuição de água. de desenvolvimento turístico e de desenvolvimento estratégico específico é interdita a plantação de árvores ao longo da faixa de 10 m. condutas. restaurados ou transformados sem autorização expressa do IPPAR. contados a partir dos seus limites. informará de imediato o Ministério da Cultura. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. de 29 de Março.Para além das determinações constantes do capítulo «Condições gerais de protecção ao património histórico».PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 do imóvel até 50 m.6 .Os imóveis em vias de classificação descritos no n. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. 6.Os condicionamentos a respeitar constam do Decreto-Lei n.º 34021.5 . Divisão de Cultura da Câmara Municipal de Sintra. e do Decreto-Lei n. de 6 de Julho.º Condicionamentos decorrentes da protecção de infraestruturas e equipamentos 1 . instalação. b) As construções ou alterações do uso do solo na área envolvente do imóvel ou construção referidas na alínea anterior. ficam sujeitas a licenciamento municipal. de 11 de Outubro de 1944. pesquisas ou trabalhos de saneamento. 6. enquanto durarem esses trabalhos.4 . desvio de águas superficiais e subterrâneas e vias de comunicação.º 4 do artigo 14.º 4 ficam sujeitos às disposições gerais constantes da Lei n.Na fase de instrução do processo de classificação de um imóvel. 2 .º 230/91. industriais. de 8 de Maio de 1946. construção ou reconstrução. designadamente o disposto no ponto 6 do n. ou terrenos. estudos e pesquisas.131 . d) Não é permitido efectuar quaisquer obras nas faixas de terreno denominadas «faixas de respeito». por sua vez. os terrenos ou edifícios localizados na respectiva zona de protecção não podem ser alienados. reservatórios ou estações de captação do respectivo licenciamento. normalmente recorrendo a entidades científicas de reconhecida idoneidade que efectuem estudos na região. as obras deverão ser efectuadas de forma que os colectores fiquem completamente estanques e sejam visitáveis.Condicionantes a respeitar relativamente à protecção da rede de esgotos: 1.3 . que se estendem até à distância de 10 m dos limites das parcelas de terreno da propriedade da EPAL . arrendatários ou a qualquer título possuidores de terrenos em que tenham de se realizar os estudos.º.

que produzam o ensombramento desses recintos.as áreas de protecção dos furos de captação de água.º 44220. de 31 de Outubro. designadamente: a) Afastamentos mínimos de 3 m para as linhas de tensão nominal igual ou inferior a 60 kV e de 4 m para as linhas de tensão nominal superior a 60 kV. Estas distâncias deverão ser acrescentadas de 1 m quando se tratar de coberturas em terraço.Condicionamentos decorrentes da protecção dos furos de captação de água .os condicionamentos são os que constam do Decreto-Lei n. fossas e sumidouros de águas negras. Nalguns casos a largura dessa faixa pode ser ampliada em plano municipal de ordenamento do território. b) Os troços de condutores que se situam junto de edifícios a um nível igual ou inferior ao ponto mais alto das paredes não poderão aproximar-se dos edifícios de uma distância inferior à diferença dos referidos níveis. habitações e instalações industriais. que deverão ser respeitadas relativamente a todos os recintos escolares. 5 . do Decreto-Lei n. com o raio mínimo de 15 m. de 11 de Outubro de 1945. nunca inferior a 12 m. de 19 de Agosto de 1941. 4 . designadamente: a) Nas áreas imediatamente envolventes dos recintos escolares que venham a ser concretizados na vigência do PDM-Sintra não devem existir obstáculos volumosos. e 31467.os condicionamentos a respeitar relativamente aos marcos geodésicos constam do Decreto-Lei n.º 21875. quando se considere que aqueles afastamentos não são suficientes para garantir um enquadramento arquitectónico adequado a uma conveniente integração urbanística. de 26 de Dezembro. 43335. rega com águas negras. de 18 de Março.º 40388. num raio de 20 m em torno da captação. 3 . em regra.os 34993.1 . canalizações. de 18 de Novembro de 1932.º 143/82.Condicionantes a respeitar relativamente a edifícios escolares . b) Nos perímetros de protecção à distância não devem estar sumidouros de águas negras abertas na camada aquífera captada. e perímetro de protecção à distância. de 18 de Fevereiro. designadamente: 6. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.Os procedimentos de protecção a captações subterrâneas são de dois tipos: perímetros de protecção próxima. alterado pelos Decretos-Leis n. existentes ou a executar. de 30 de Julho de 1936 (Regulamento de Licenças para Instalações Eléctricas). b) Os proprietários ou usufrutuários dos terrenos situados dentro da zona de protecção não podem fazer plantações. do Decreto-Lei n. de 17 de Março. c) Os projectos de obras ou planos de arborização na proximidade de marcos geodésicos não podem ser licenciados sem prévia autorização do Instituto Português de Cartografia e Cadastro. Na estrema norte do terreno aquele ângulo poderá ser de 45º. parcialmente revogado pelo DecretoLei n. outras captações.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 Saneamento de Sintra onde estejam executadas ou programadas obras referentes aos sistemas gerais de abastecimento de água. matadouros.º 180/91. existente ou previsto. de 8 de Outubro de 1949. currais. e) As zonas de protecção abrangem. naturais ou edificados.º 37575. de 14 de Outubro. e da Lei n. c) Aqueles afastamentos deverão ser calculados por forma que uma linha traçada a partir de qualquer ponto das estremas sul.º 90/84. seja inferior a uma vez e meia a altura da construção. podendo conter uma zona non aedificandi e uma zona de construção condicionada. nascente e poente do terreno escolar e formando um ângulo de 35º com o plano horizontal que passa nesse ponto não encontre quaisquer obstáculos. poderão ainda ser definidas zonas de protecção mais amplas. em regulamento de plano de urbanização ou plano de pormenor.os condicionamentos constam do Decreto Regulamentar n. 517/80. alterado pelos Decretos-Leis n. de 19 de Novembro de 1960. acrescidos de 5 m. d) Para além das distâncias mínimas referidas nas alíneas b) e c). e 131/87.131 . de 2 de Agosto de 1956.º 26852. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. uma faixa com 50 m de largura a contar dos limites do recinto escolar. 6 . b) É proibido erigir qualquer construção cujo afastamento a um recinto escolar. de 14 de Maio. instalações sanitárias e industriais com efluentes poluentes.Condicionamentos a respeitar relativamente aos marcos geodésicos . 40722. estábulos. de 5 de Junho. para abastecimento público são as que constam da legislação em vigor. de 3 de Março de 1962. não devem existir ainda nitreiras. de 21 de Novembro de 1955. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. e ainda do Decreto Regulamentar n.º 110/91. caixas ou caleiras subterrâneas sem esgoto devidamente tratado. do Decreto-Lei n. designadamente: a) Os marcos geodésicos de triangulação cadastral têm zonas de protecção que abrangem uma área em redor do sinal.º 1/92.Condicionamentos a respeitar relativamente às linhas eléctricas . do Decreto-Lei n. num raio de 100 m em torno da captação: a) Nos perímetros de protecção próxima não devem existir depressões onde se possam acumular águas não revestidas.º 46/86. do Decreto-Lei n.pt 101 . estrumadas ou regadas. de 26 Abril. construções e outras obras ou trabalhos que impeçam a visibilidade das direcções constantes das minutas de triangulação. A extensão das zonas de protecção é determinada caso a caso em função da visibilidade que deve ser assegurada ao sinal construído e entre os diversos sinais. A menos que providos de esgoto distante ou tratamento completo. culturas adubadas.os 446/76.

º 1 e n.º 468/71.os condicionantes a respeitar quanto ao Estabelecimento Prisional de Sintra e ao Estabelecimento Prisional do Linhó são os que constam do Decreto-Lei n.º 1. sob o ponto de vista geomorfológico.Nos terrenos privados localizados em leitos ou margens.O domínio hídrico (DH) na área do concelho é o definido pelo Decreto-Lei n. Artigo 13. de 15 de novembro. de 7 de Novembro.Nas zonas ameaçadas pelas cheias e nas zonas adjacentes poderá ser autorizado: a) Implantar estruturas indispensáveis à realização de obras de correção hidráulica.º 594/73. a aprovação de planos municipais de ordenamento do território e de contratos de urbanização.º 105/89. de 1 de Junho.pt 102 . Artigo 11. tem a largura de 10 m. e nas iniciativas públicas. a largura da margem é contada a partir da crista do alcantil. de 26 de Setembro. tem a largura de 50m 1. e Decreto do Governo n. 4 . e à Base Aérea n. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.º Condicionamentos relativos aos recursos hídricos 1 . b) Instalar equipamentos de lazer. está dependente de parecer vinculativo da entidade competente em matéria de recursos hídricos quando estejam dentro do limite da maior cheia conhecida ou de uma faixa de 100 m para cada linha das margens do curso de água quando se desconheça aquele limite. regularização. de 22 de Fevereiro.º 18/87. normalmente de correção. Se.º349/88. ou que se venham a revelar instáveis. os fixados pelo Regulamento e respectivo Plano de Ordenamento.1 A margem das águas do mar. 3 . 1. nos procedimentos de planeamento e administração urbanística municipais. 5 .º Condicionamentos decorrentes de áreas instáveis sob o ponto de vista geomorfológico As áreas instáveis.º 130/72. Ribeira das Vinhas – Portaria n. de 11 de Março.Portaria n. privadas ou de parceria. de 6 de Julho. mediante parecer favorável da entidade competente em matéria de recursos hídricos. fica sujeita a título de utilização de recursos hídricos e/ou parecer das autoridades com jurisdição nessa área. e encontra-se atualmente estabelecido através da Lei n. no que respeita à execução de obras hidráulicas. ao Quartel de Queluz e Quartel n. Os proprietários devem cumprir as obrigações que a lei estabelece. parques para sucata ou quaisquer outros depósitos de materiais. mediante parecer favorável da entidade competente em matéria de recursos hídricos.Nas zonas ameaçadas pelas cheias. de 18 de Junho. de 15 de Fevereiro. de 5 de Novembro.Condicionantes relativos a instalações de defesa nacional os condicionantes a respeitar referem-se à sinalização marítima estabelecida no Decreto-Lei n.º 42245.2 A margem das restantes águas navegáveis ou flutuáveis tem a largura de 30 m. pelas seguintes margens: 1.5 A largura da margem conta-se a partir da linha limite do leito. Artigo 12. conservação.º 45/86. designadamente. os condicionamentos decorrentes da instalação do Parque Natural de Sintra-Cascais e. 1. 6 . nomeadamente torrentes.º 265/71.3 A margem das águas não navegáveis nem flutuáveis. dependendo do parecer favorável da entidade competente em matéria de recursos hídricos. desde que não impliquem a construção de edifícios.º 83/82. lixeiras. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. não podem ser ocupadas com qualquer tipo de construção sem prévio estudo geotécnico e geológico.º 9/94. de 1 de Maio de 1959. 2 – Nas zonas ameaçadas pelas cheias e nas zonas adjacentes interdito implantar edifícios ou realizar obras suscetíveis de constituir obstrução à livre passagem das águas. c) Instalar edifícios. de 9 de Maio.131 .º Condicionamentos decorrentes do Parque Natural de Sintra-Cascais Devem ser particularmente observados e respeitados.º 46/94. esta linha atingir arribas alcantiladas.Estão sujeitas a legislação específica as margens e zonas adjacentes dos seguintes cursos de água: Ribeira da Laje . a margem estendese até onde o terreno apresentar tal natureza. 1. designadamente. a realização de quaisquer obras.º 2 da Amadora. bem como a das águas navegáveis ou flutuáveis que se encontram à data a entrada em vigor desta lei sujeitas à jurisdição das autoridades marítimas e portuárias. que constituam complemento indispensável de outros já existentes e devidamente licenciados ou que se encontrem em planos municipais de ordenamento do território eficazes.Condicionantes relativos a estabelecimentos prisionais . destruir o revestimento vegetal ou alterar o relevo natural e instalar vazadouros. bem como o licenciamento de operações de loteamento urbano ou de quaisquer obras ou edificações. Decreto n. permanentes ou temporárias.º54/2005. 8 . Decreto-Lei n. barrancos e córregos de caudal descontínuo. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. porém.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 7 . sujeitas a escorregamentos e outras alterações geológicas. sendo delimitado.4 Quando tiver natureza de praia em extensão superior à estabelecida nos números anteriores. de 27 de Abril. desobstrução e limpeza. Decreto n. e pelo DecretoLei n. ao Campo de Tiro da Serra da Carregueira. publicados no Decreto Regulamentar n.Decreto Regulamentar n. Rio Jamor .

2.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 Rio de Colares .º 604. de 4 de Fevereiro.º 547.º 604.Fazem igualmente parte da rede municipal no concelho outras estradas.º 1258.1.º 1258.Portaria n. 2 .º 250. 4. EN n.º Condicionamentos resultantes da protecção do solo para fins agrícolas Consideram-se integradas na Reserva Agrícola Nacional (RAN) todas as áreas designadas como tal na carta de condicionantes e que constituem as áreas definidas na planta da RAN publicada no Diário da República. CM n. ou lanços de estradas.º 1264. 3. EM n.º 1261.º 1285. CM n.º 1278.º 250. 2 .º 13/93. EM n. EM n. CM n. EN n. o IC 18 (CREL). CM n.º 1278.º 1286. CM n. CM n.º 1267.As servidões às vias mencionadas no n. circular nascente a Sintra.º 1284.º 1263.º 1287.ª série-B. CM n. CM n.º 580. EM n.º 602. estando qualquer obra. de 15 de Janeiro.º 1293.º 9. EM n.º 598.º 545.2 . de 12 de Dezembro.3 .º 274/92. de 26 de Setembro.º 544. EN n.º 1281.º 542.º 594. circular nascente a Algueirão-Mem Martins.Constituem ainda parte do sistema viário principal do município de Sintra as vias determinadas em programação no processo de planeamento do PDM e que correspondem à circular nascente a Agualva-Cacém. 4 . EM n. 3 . CM n.º 1274.2 e EM n. CM n.São estradas a desclassificar e progressivamente a integrar a rede municipal de estradas as estradas EN n. EN n. EN n. de 1 de Setembro. IC 16 (em construção e projecto). CM n.2 .º 9. e pelos caminhos municipais: CM n.º 316/90.As áreas que. EN n. EM n.1 .º 117.º 539.º 1268. 4.º 13/71. do Decreto-Lei n. EM n.º 578.º 117. assinaladas de acordo com a Resolução do Conselho de Ministros n.º 1290. CM n.131 . de 17 de Abril. circular poente a AgualvaCacém.4 e EN n. CM n. CM n.º 1271. no Decreto-Lei n.2. troços da via de cintura da área metropolitana de Lisboa. alterado pelo Decreto-Lei n.ª série-B. CM n.º 2110. EM n. no Decreto-Lei n. de 8 de Junho. CM n. variante a Abrunheira-Albarraque.º 610.º 606.º 47/96. EN n. CM n.º 1275. CM n.º 1292.º 623. EM n. CM n.º 247 e EN n. Artigo 15.1.1.º 1024.º 603.º 604. CM n. CM n.º 646. EM n.Consideram-se integradas na Reserva Ecológica Nacional (REN) todas as áreas como tal identificadas na carta de condicionantes.º 1202. CM n.º 606.1. EN n.º 249. EM n.º 1282. designadamente nos troços inseridos em perímetros urbanos.º 249. EM n.2.1 . vedação e acesso a propriedades marginais sujeito a licenciamentos das entidades competentes. CM n. CM n. EM n. EM n. EM n.1.º Condicionamentos ecológicos 1 .A circular poente a Agualva-Cacém e a circular industrial a Pêro Pinheiro constituem troços da via longitudinal norte-sul da área metropolitana de Lisboa-margem norte. EM n.º 380/85.A via longitudinal norte Colaride-Portela corresponde a uma proposta de traçado para o IC 16 da Câmara Municipal de Sintra.º 1288.º 600. no Decreto-Lei n.º 1370. CM n.1.º 249. CM n. a servidão non aedificandi é definida pelo canal delimitado a 100 m para cada lado do eixo da via respectiva proposto no PDM-Sintra. CM n. EN n.º 1266. CM n.º 13/94.º 247. EM n.º 542.º 544. EM n.A rede municipal do concelho é constituída pelas estradas municipais: EM n.3. EN n.3.º 1292 e CM n.º 542. EM n.º 646.º 543. outros caminhos. e no Decreto-Lei n. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.º 1280. CM n.º 1283. EM n.º 1277. EM n.º 602. CM n.º 91. circular industrial a Pêro Pinheiro.3. CM n. entretanto ocorridas ou que venham a ocorrer após publicação do PDM e nos termos daquele diploma. EM n.º 608. 1. CM n.º 602. EM n.º 1270. EM n.º 607.º 1278.º 1273.º 360/77.º 117. de 12 de Outubro. CM n. as EN n. de 19 de Agosto de 1961.º 1279. EM n. CM n.3.º 647. nos troços de substituição decorrente da execução do Plano Rodoviário Nacional e nos troços cuja desclassificação venha a decorrer consequente à execução do sistema viário principal programado em PDM. EM n. Portaria n. EM n. CM n. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.º 545.Os condicionamentos e servidões da rede rodoviária são os que constam na Lei n. via atlântica interior e via longitudinal norte Colaride-Portela de Sintra e os respectivos nós viários programados. de 19 de Março.º 1259.º 1262. a desclassificação decorrerá nos actos de contratualização a estabelecer entre a Junta Autónoma de Estradas e a Câmara Municipal de Sintra. de 13 de Outubro.º 249.º 544.pt 103 .4.º 604. EM n. Artigo 14.A rede nacional complementar no concelho é constituída pelo IC 19.º 375.º 589.º 539.º Das servidões rodoviárias 1 . embora integradas na REN.º 79/95. EM n. sem prejuízo das desafectações. e do Decreto-Lei n.º 196/89. de 14 de Junho. EM n. alterado pelo Decreto-Lei n. nos termos do Decreto-Lei n. n.º 651/93. EM n.º 1260. EM n. EM n. CM n. 4. EM n.º 598.º 93/90.º 249. ou lanços de caminhos. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.º 599. CM n. CM n. 1. EN n.º 601. ainda não classificados.º 213/92.º 1265.º 1204. de 20 de Abril.3.º 1289.2. Artigo 16.º 1291. EM n. de 23 de Janeiro.º 609.º 1284. publicada no Diário de República.1. alterada pelo Decreto-Lei n. EM n. EM n. CM n.º 249. EN n.º 4 são estabelecidas conforme: 1): a) Na ausência de estudo prévio de via aprovado pelo município.º 12/92. se inscrevam dentro dos limites do Parque Natural de Sintra-Cascais ficam sujeitas ao regime específico e constante dos respectivos Plano de Ordenamento e Regulamento.º 1276. 3. de 7 de Julho. EM n. CM n.1. as quais ficam sujeitas ao regime do Decreto-Lei n.º 1272.

PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. c) Com projecto de execução de via aprovado pelo município.º 46/88.º 238/88.regime florestal parcial perímetro florestal da Penha Longa. 1. no DecretoLei n. Artigo 19.º 9/94. 2) Quando as vias percorrem solos de espaços urbanos. de 30 de Janeiro. b) É obrigatória a apresentação e a aprovação de planos de recuperação paisagística.os 89/90 e 90/90.º 784/81. n. de 16 de Julho. Parque da Pena e tapadas anexas.º Das servidões ferroviárias As servidões à rede de infra-estruturas ferroviárias. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. no Decreto Regulamentar n. no despacho SETI n. designadamente: a) O terreno não poderá ser arado. de desenvolvimento estratégico e específico.131 . 2 . designadamente: a) São objecto de licenciamento pela entidade definida na lei todas as explorações de indústrias extractivas que se encontram em actividade ou venham a constituir-se. numa faixa de 2 m para cada lado do eixo longitudinal do gasoduto. são as estabelecidas no Decreto-Lei n.º e) A ocupação temporária dos terrenos. a servidão non aedificandi é definida pelo canal delimitado a 50 m para cada lado do eixo da via aprovado no respectivo estudo prévio.ª série. designadamente planos de urbanização ou planos de pormenor.As servidões de passagens de gás constantes do DecretoLei n. com o pedido de licenciamento.º 156/81.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 b) Com estudo prévio de via aprovado pelo município. urbanizáveis. de 16 de Março. 2. a servidão non aedificandi é definida pelo canal de 30 m para cada linha de berma. de 15 de Janeiro de 1990) e na Portaria n. implicam restrições para os terrenos em que são localizadas.º 11/94. e na Lei n. de 21 de Agosto de 1954. a servidão non aedificandi é definida pelo canal a 12 m para cada lado da linha de berma executada. na freguesia de São Martinho. existentes ou previstas.º 290. para depósitos de materiais e equipamentos necessários à colocação de c) É proibida a construção de qualquer tipo.º Servidões referentes à indústria extractiva 1 .ª série.º 11/78. de 22 de Junho de 1988). de 26 de Abril.º 70.pt 104 . Artigo 17. de 25 de Outubro.No município de Sintra estão definidas áreas submetidas ao regime florestal com base nos Decretos de 24 de Dezembro de 1901 e 24 de Dezembro de 1903. numa faixa de 10 m para cada lado do eixo longitudinal do gasoduto.º 39780. de 16 de Setembro de 1968. Artigo 20. de 22 de Abril.º 374/89.A eventual exploração de indústria extractiva sujeita-se ainda às determinações do Regulamento do Plano de Ordenamento do Parque Natural de Sintra-Cascais. d) O eixo dos gasodutos deve ser assinalado no terreno pelas formas estabelecidas no regulamento de segurança. no Despacho Normativo n.Estão delimitadas na carta de condicionantes as áreas sujeitas a restrições do uso do solo após incêndio florestal com base no Decreto-Lei n. no Despacho Normativo n. no Decreto-Lei n. elaborados por arquitecto paisagista. de 9 de Junho.º 9/89.º 28468. 2 . de 30 de Maio (Diário da República. alterado pelo Decreto-Lei n. de 29 de Novembro.º 155/89 (Diário da República. 2. e do Decreto-Lei n. no Decreto-Lei n. a saber: regime florestal total . Fernando.º Das servidões e restrições de utilidade pública florestais 54/91.º 48594.No município de Sintra existem duas árvores classificadas com base no Decreto-Lei n. venham a estabelecer. d) Em obra em curso da via. a saber: um castanheiro (Castanea sativa L. de 11 de Março. de 26 de Março de 1945. 3 .) na Quinta do Castanheiro. Tapada de D.º 139/88. 1 . Decreto Regulamentar n. mesmo provisória.º 166/74. de 18 de Dezembro de 1951. As datações da ocorrência dos incêndios estão inscritas em carta anexa ao PDM. perímetro florestal da serra de Sintra.Convento de Santa Cruz dos Capuchos.º 232/90. de 5 de Julho.º Servidões relativas aos sistemas de abastecimento de gás 1 . Artigo 18.ª série. 2. Parque de Monserrate. industriais.º 17-XII/91.ª série. de 22 de Abril. de 13 de Janeiro. de 10 de Setembro. e que poderão vir a merecer melhores desenvolvimentos em planos de urbanização ou de pormenor. as servidões poderão vir a ser ajustadas nas condições que os planos municipais de ordenamento do território. com classificação no Diário do Governo. de 15 de Fevereiro de 1938. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. n. de 8 de Agosto. no Decreto-Lei n.As servidões à exploração de massas minerais estão definidas nos Decretos-Leis n. nem cavado a uma profundidade superior a 50 cm. e um plátano (Platanus hybrida Brot) monumental no Parque Municipal de Sintra. com classificação no Diário do Governo. b) É proibida a plantação de árvores ou arbustos numa faixa de 5 m para cada lado do eixo longitudinal do gasoduto. Tapada de Monserrate . da aresta superior do talude de escavação ou da aresta inferior do talude de aterro aprovado no respectivo projecto de execução. no despacho do Secretário de Estado das Obras Públicas n.

Nos espaços envolventes à realização de interfaces só são admissíveis iniciativas que objectivem usos dominantes de terciário.º 317/88. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. alterado pelo Decreto-Lei n. de 27 de Novembro). 3 .1 .prévia a este diploma . espaços-canais. de 6 de Abril).º Identificação dos espaços 1 . Artigo 22. nas estações de sinais de televisão por satélite de uso privativo. de 14 de Setembro. de 8 de Setembro. pela sua natureza. de 18 de Abril. o Decreto-Lei n.º Os espaços 1 . 2. CAPÍTULO III Da ocupação. espaços florestais. deve ser respeitado o Decreto-Lei n.A identificação dos espaços referidos no número anterior é a constante da carta de ordenamento a que se refere o artigo 1.Cabe aos planos municipais de ordenamento do território identificar e classificar tais áreas.º 597/73. de 12 de Abril. de 20 de Fevereiro.No estabelecimento de novas construções e no que se refere às redes e órgãos de comunicações devem ser respeitados os Regulamentos de Instalações Terminais de Assinantes (Decreto Regulamentar n. Artigo 24. e pelo despacho n. espaços agrícolas.No que se refere às instalações radioeléctricas. e o Decreto-Lei n. 3 e 4 e de nível 1 e 2. de 22 de Fevereiro. de 5 de Julho.º 96.sejam precedidos da elaboração de planos de pormenor com tramitação definida no Decreto-Lei n.O projecto base da rede primária da concessão da rede de distribuição regional do gás natural de Lisboa foi aprovado pelo despacho n.os interfaces e os espaços envolventes . bem como aplicar com maior rigor cartográfico a delimitação do ordenamento do município de Sintra. e da ligação Lisboa (Amoreiras)/Estação Terrena de 2 . 2 . publicado no Diário da República.º 10/97.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 gasodutos. numa faixa sobre tabuagens. espaços industriais. Negrais no Decreto Regulamentar n.º Dos condicionantes referentes às comunicações e servidões radioeléctricas 1 . assegurando que as categorias de espaço consequentes às classes determinadas no PDM sejam compatíveis com o uso dominante definido na carta de ordenamento do PDM-Sintra. 2 . espaços urbanizáveis.º 17/84. o Decreto-Lei n. espaços de protecção e enquadramento. de acordo com o grafismo próprio consignado na legenda respectiva. de 2 de Março. sem prejuízo do disposto no artigo 98. 2 . 2.Os espaços agrícolas e os espaços culturais e naturais são classificados ainda como de nível 1. de desenvolvimento turístico e de desenvolvimento estratégico e específico. uso ou transformação do solo consideram-se no PDM-Sintra os seguintes espaços: espaços urbanos. bem como usos comerciais e de serviços sempre que estes usos assegurem uma melhor integração e valorização urbana destes espaços.de pequenas áreas que.º 69/90.º 149/91.º 8/90. de 12 de Abril. de 8 de Abril). 2 . do Ministro da Economia.º 57/96. sua reparação ou renovação.º 320/88. do Serviço de Receptáculos Postais (Decreto Regulamentar n. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. 1 .º deste diploma. respectivamente. não poderá exceder os 18 m de largura. o Decreto-Lei n. nas instalações de antenas colectivas de recepção de rádio e TV. uso e transformação do solo SECÇÃO I Do ordenamento Artigo 21. alterado pelo Decreto-Lei n.O ordenamento identificado na referida carta de ordenamento não prejudica a existência actual . espaços culturais e naturais.º 3 .ª série. de 7 de Novembro.º 146/91.Os espaços urbanizáveis integram as categorias de espaços de uso habitacional.º 122/89. Artigo 24º-A Regime excecional GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.131 .º 25/87.º Servidões relativas aos interfaces Artigo 23.pt 105 . As servidões e restrições de utilidade pública referentes à Estação Terrena de Negrais estão estabelecidas no Decreto Regulamentar n. n. de 24 de Março.Para efeitos da ocupação.É recomendável que a integração urbana decorrente de eventuais licenciamentos de iniciativas objectivadas nestes espaços . espaços de equipamentos e espaços de áreas preferenciais para turismo e recreio. lazer e recreio e o licenciamento destes edifícios deve obter o parecer favorável do Gabinete do Nó Ferroviário de Lisboa e da Direcção-Geral de Transportes Terrestres. espaços de indústrias extractivas.Nos espaços destinados à realização de interfaces e ou centros de coordenação de transportes só são admitidos os usos necessários ao cumprimento de funções destes subsistemas do sistema de transportes. não pertençam ao espaço em que estão incluídas. de Aprovação de Materiais (despacho SETT n. 2. nas estações e redes de radiocomunicações. de 14 de Abril.º 38/79.º 147/87.º 42/90.

Azoia.2 . f) Criação de espaços verdes de dimensão adequada e preenchidos por estruturas de equipamento destinadas ao lazer recreativo e passivo. outros fins.5: máxima HF = 3. 4 . Almornos.Nos espaços urbanos. obras de qualquer natureza. atribuindolhe. nos termos e com os limites definidos naquelas normas. nomeadamente do quarteirão a que respeitem e quarteirões fronteiros.pt 106 . Asfamil. aos seguintes condicionamentos: a) A altura da fachada será dada pelo valor modal (valor mais frequente) das alturas das fachadas da frente edificada do lado do arruamento onde se integra o novo edifício no troço de rua compreendido entre duas transversais ou que apresente características tipológicas homogéneas.5 m e inferior a 9 m >= HF < 6. nomeadamente leitos e margens.5 m.5 m. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. A do Longo. L superior a 5. utilizações ou alterações devem respeitar os valores ou enquadramentos arquitectónicos e paisagísticos relevantes e as características dominantes da malha urbana envolvente. inscrevendo estas áreas na dotação de espaços verdes de desenvolvimento linear em cunhas verdes. salvo quando se trate de edifício destinado a equipamento público: Aglomerado de Queluz. Azenhas do Mar. em estado de abandono ou sem uso específico relevante situadas no interior dos aglomerados urbanos. d) Reabilitação de espaços industriais degradados. renovação ou reconversão dos sectores urbanos degradados. designadamente no que se refere ao património arquitectónico. SECÇÃO II Regime de administração urbanística dos espaços Artigo 25.º 1 do artigo 2. se necessário. das carências de habitação e serviços e de funcionamento dos sistemas de circulação e parqueamento e rede de verdes. Aglomerados de Idanha-Belas. Aldeia Galega. sectores ou aglomerados urbanos na sua expressão global.5 m. a sujeitar a planos de pormenor e onde se objectivem traçados qualificados de desenho urbano. área urbanas de génese ilegal e ao regime de crédito e transferência de edificabilidade. 2 . Almargem do Bispo. áreas de reabilitação urbana. sem prejuízo do cumprimento de outros planos vinculativos dos particulares e das servidões e restrições de utilidade pública.Os espaços urbanos. tendo em conta os seguintes objectivos: a) Recuperação. de 20 de Novembro. b) A altura da fachada do novo edifício não poderá exceder a seguinte altura de fachada (HF).A construção de novos edifícios em lotes já destacados fica sujeita.º Espaços urbanos 1 .5 m.º 69/90.5 m. A do Pipo. histórico ou cultural. e) Manutenção e valorização das linhas de água. Aglomerado de Rio de Mouro-Rinchoa. 4.Cabe aos respectivos instrumentos de planeamento previstos no Decreto-Lei n.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 As disposições de uso do solo previstas no presente capítulo. Almograve. a construção de novos edifícios pode efectuar-se em lotes destacados ou em parcelas cuja dimensão permita o seu loteamento urbano. paisagístico. para cada classe e categoria de espaço podem beneficiar das condições excecionais estabelecidas pelos artigos 91.131 . Aglomerados de Abrunheira e Albarraque: 9. 4. L superior a 15 m >= HF = cumprimento do RGEU e de HF determinada na alínea c) seguinte. devem prioritariamente destinar-se à satisfação de carências dotacionais da rede de equipamentos colectivos. Mem Martins e Portela de Sintra: 15.1 .º 250/94. g) Definição criteriosa das subunidades operativas de planeamento e gestão. Alfaquiques. Anços. são constituídos pelos aglomerados urbanos existentes. Algueirão e Pêro Pinheiro: 12.5 m. e do Decreto-Lei n. Alveijar. Aruil. definir as melhorias na sua estruturação interna e requalificação. de 29 de Novembro. Almoçageme. b) As áreas livres. respeitantes a incentivos. e às operações de edificabilidade decorrentes do Decreto-Lei n. 3 .º e delimitados na carta de ordenamento. de qualquer modo.º 445/91. Alto do Miradouro.As operações de loteamento urbano.5 m. de 2 de Março. com a redacção que lhe foi dada pelo DecretoLei n. d) Nos aglomerados de Albogas. a que se refere a alínea a) do n. c) A altura da fachada do novo edifício não poderá exceder as seguintes alturas. em função da largura do armamento (L) para o qual o edifício tem o acesso principal: L menor ou igual a 5.º a 91. Alfouvar. Atalaia. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. L superior a 9 m e inferior a 15 m >= HF < 9. c) Respeito pelas características e especificidades que confiram identidade própria aos centros. por forma a obter recomposições e requalificações ambientais desejadas.ºD. Massamá e Agualva-Cacém: 18. Areias. de 15 de Outubro.º 448/91.As áreas com aptidão agrícola que penetrem nos espaços urbanos devem destinar-se preferencialmente à estrutura verde dos aglomerados. projetos de relevante interesse municipal. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.

Vale de Lobos. Varge Mondar. qualquer construção deve permitir o melhor escoamento das águas pluviais. alínea d). Nafarros. Palmeiros. A. Ribeira de Rio Cões. Santa Eulália. Priores. Cantadeira. Praia Grande. Armés. Ral.pt 107 . se necessário mediante intervenção dos serviços municipais. Eugaria.Nas parcelas cuja dimensão permita o seu loteamento urbano. Covas de Ferro. controlo do impacte ambiental e de amortização sobre a paisagem envolvente. Granja dos Serrões. Concelho.Nos espaços urbanos. Barrunchal. Fervença. Cabrela. Colares. Recouveiro. incoerente e de expressão urbanística desqualificada. Falimas. São João das Lampas. «Condições gerais de protecção ao património histórico». Olelas. Paiões. dos perímetros urbanos. Chilreia. Godigana. Ribeira de Sintra. Toja. Terrugem. definir a sua estruturação tendo em vista os seguintes objectivos: a) Contenção do alastramento urbano desordenado. Vinagre. Alvarinhos. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. Fação. Santa Susana.º 69/90. Vale Flores. Bolelas. Silva. Mastrontas. Carne Assada. Bolembre. Barreira.º Espaços urbanizáveis 1 . e 448/91.6 . Amoreira. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. os licenciamentos deverão respeitar os condicionamentos descritos no capítulo V. e a escalas melhor adequadas. Tala. Olival do Santíssimo. Raposeiras. Maceira. 4. do equipamento em causa. Gigarós. Pedregal.Nos aglomerados inscritos no Parque Natural de SintraCascais e classificados no respectivo plano de ordenamento e regulamento como inscritos nas áreas de ambiente urbano qualificado. incluindo os edificáveis. Vila Verde e Zibreira: 6. Mourelinho. Tojeira.Nos terrenos livres em espaços urbanos.Os espaços urbanizáveis. Rio de Mouro Velho. Gingal. Almorquim. Serra de Casal de Cambra. Montelavar.º 448/91. Alcolombal. Rodízio. Ulgueira.º. Assafora. os licenciamentos devem respeitar ainda os condicionamentos definidos naquele instrumento urbanístico. Tapada de Vale de Lobos. exceptuando as iniciativas inscritas dentro dos limites de núcleos históricos e que a administração urbanística específica considerará caso a caso observando como referência de decisão as prescrições do capítulo mencionado. Pego Longo.5 . Meleças.5 m.As dotações em superfície de parqueamento devem respeitar as normas estabelecidas no capítulo «Sistema viário. exceto em casos devidamente justificados por razões técnicas. pelas áreas que estrategicamente o município deseja incorporar no processo urbano e incorporam ainda as categorias de espaços de desenvolvimento turístico e de desenvolvimento estratégico específico e de uso habitacional. Cortesia. Lourel. Venda Seca. Mancebas.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 Areias. de 29 de Novembro. 6 . Codiceira. nas áreas incluídas nas zonas sujeitas a inundação ou que venham a ser incluídas por via da definição em estudos específicos não é permitida a construção em cave. linhas de água. D. Camarões. Pêro Leite. Cabra Figa. Serra da Silveira. Gouveia. Catribana. Banzão. Faião. Ranholas. Lameiras.Nos aglomerados designados no número anterior. Pexiligais. Sabugo. Vale da Pipa. Coutinho Afonso.º 1 do artigo 2. Barreiros.os 445/91. b) Definição rigorosa. 2 . Baratã. Casas Novas. Seixal. Murganhal. ou de afirmação urbanística. Rebanque. Sacário. devendo a cota de soleira ser superior à cota da maior cheia conhecida. Moucheira. Milharadas. de 20 de Novembro.2 do artigo 25.º e delimitados na carta de ordenamento. Maria. Barrosa. Pinhal da Nazaré. Artigo 26. Arneiro dos Marinheiros. de 29 de Novembro. Boavista. Mucifal. Pé da Serra. g) Manutenção e valorização das nomeadamente leitos e margens. Selão.131 . Urmal. 7 . Arreganha. devidamente fundamentadas em que tais valores poderão ser ultrapassados. Fachada. Casal do Sequeiro. circulação e parqueamentos». Morelena. Pedra Furada. Biqueirão. Casal do Marmelo. Magoito. Várzea de Sintra. Galamares. Francos. 5 . Sacotes. f) Reforço da fixação do limite das compartimentações paisagísticas. de 2 de Março. Covas de Almornos.A construção. Bairro das Ligeiras. 4. Campo Raso. Cabriz. Serradas. Praia das Maçãs. ampliação ou alteração de edificações destinadas a equipamentos públicos e de utilização coletiva fica sujeita aos parâmetros urbanísticos estabelecidos na alínea a) do n. Linhó.4 . Samarra.3 . d) Redução das acções prejudiciais às zonas sensíveis circundantes. Pernigem. Penedo Silva. Carrascal. os planos de urbanização e de pormenor e às operações de edificabilidade decorrentes dos Decretos-Leis n. Ribeira da Penha Longa. decorrendo as despesas por conta dos respectivos usufrutuários. Negrais. c) Constituição de zonas de defesa. 4. Odrinhas. Manique de Cima. e) Satisfação global das dotações em equipamentos para toda a área territorial incorporando os espaços urbanos aquando da sua programação. a edificabilidade permitida deverá respeitar as determinações dos números anteriores e a disciplina prescrita no Decreto-Lei n. é obrigatória a manutenção de boas condições de higiene e salubridade. Casais de Cabrela. Janas. 4. a que se refere a alínea b) do n. Penedo. Nora. Cortegaça. São Pedro. e nas áreas inscritas dentro do limite de núcleo urbano histórico.º4. Montarroio. Fontanelas. Funchal. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.Cabe aos respectivos instrumentos de planeamento previstos no Decreto-Lei n. Alpolentim. são constituídos pelas áreas que já foram objecto de licenciamento de loteamentos urbanos. São Sebastião. Rio Sapos. Monte Santos. Quarteiras.

GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. integrando-se aí preferencialmente os solos de baixas aluvionares. Artigo 27. a) Causem degradação das condições naturais. 2 .densidade habitacional .Nos espaços urbanizáveis de uso predominante habitacional dever-se-á obter uma dotação em espaços verdes públicos da ordem dos 20% do total da área do terreno sujeita à operação urbanística.2 (relação máxima). n.5 m. metropolitana e regional. com uma densidade habitacional máxima de 25 fogos por hectare e altura máxima de fachada de 9. a) Exceptuam-se os aglomerados de Maceira e Morelena. paisagísticas e de meio ambiente. i) Qualificação séria dos traçados do sistema viário face à emergência da articulação com os traçados interurbanos de expressão concelhia.Nos aglomerados listados no artigo 25.2. os índices urbanísticos a observar nas áreas destinadas predominantemente ao uso habitacional são os que constam dos números seguintes fixados em função das tipologias de aglomerações verificadas no concelho de Sintra. silêncio e bem-estar desejáveis nos espaços de desenvolvimento turístico b) Não acautelem condições de segurança e comodidade para a circulação de pessoas e bens. devem respeitar os condicionamentos resultantes do Regulamento daquele instrumento e ou merecer parecer favorável da entidade Parque Natural de Sintra-Cascais. e.Nos aglomerados de Montelavar e Pêro Pinheiro.7. 4.1 .Nas aglomerações de Queluz. 3. está delimitada na carta de ordenamento e corresponde a áreas de potencial turístico pelas suas características e localização estratégica no contexto metropolitano. ampliação ou alteração de edificações destinadas a equipamentos públicos e de utilização coletiva fica sujeita aos parâmetros urbanísticos estabelecidos no n. dimensão ou características: 4 .º 4.5 m.A categoria de espaços de desenvolvimento turístico a que se refere o n. com altura máxima de fachada de 23 m. o índice de construção bruto máximo é de 0. Mem Martins e Portela de Sintra.Nos espaços urbanizáveis. a densidade habitacional máxima é de 15 fogos por hectare e a altura máxima de fachada é de 6.1 .Nos espaços urbanizáveis e nas áreas destinadas predominantemente a uso habitacional são admitidas actividades industriais desde que descritas no Regulamento de Estabelecimentos de Actividades Industriais como compatíveis com o uso habitacional. pormenor que preceda a concessão do licenciamento do edifício industrial requerido. com uma densidade habitacional máxima de 33 fogos por hectare e altura máxima de fachada de 9. devidamente fundamentadas em que tais valores poderão ser ultrapassados. j) Obtenção de desenhos urbanos qualificadores de urbanidade e de redução das expressões de periferia. 7 .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 h) Criação de espaços verdes de dimensão adequada. com altura máxima de fachada de 18 m. 8 .Nos restantes aglomerados do concelho. o índice de construção bruto máximo é de 0.pt 108 . o município poderá determinar a elaboração e aprovação de um plano de c) Impliquem tráfego rodoviário incompatível com as condições de conforto. 3.º3 do artigo 26. «Sistema viário.5 m. respeitar as recomendações quanto a sistema viário e circulação aí definidos.2 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. ou de afirmação urbanística. 3. a que se aplicarão os índices apontados no número anterior.Os licenciamentos a ocorrer em espaços urbanizáveis de uso predominante habitacional devem respeitar as dotações em parqueamento definidas no capítulo IV. o índice de construção bruto máximo é de 0. circulação e parqueamentos». do equipamento em causa. reveste-se de especial importância para o desenvolvimento de turismo de qualidade e pode suportar empreendimentos residenciais com forte componente de estrutura de lazer e recreação. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. nos aglomerados classificados como áreas de ambiente urbano qualificado no Plano de Ordenamento do Parque Natural de Sintra-Cascais. o índice de construção bruto máximo é de 0.5 . alínea d). 6 . a relação máxima entre a área bruta de construção e a área do terreno objecto da operação urbanística (índice de construção bruto máximo) é de 0. determinado pela relação entre a área bruta de construção total e a área de implantação total dos edifícios.4 .º 1 do artigo anterior insere-se na classe de espaços urbanizáveis.4. conforto e segurança. 3.A construção.º.131 . Rio de MouroRinchoa.Nos aglomerados de Idanha-Belas.e número médio de pisos de 5.3. 3 . Massamá e AgualvaCacém.º.5.3 .º Categorias de espaços de desenvolvimento turístico 1 . 5 .Nestes espaços não devem ser previstas nem autorizadas acções ou empreendimentos que pela sua natureza. 3. com um número de fogos por hectare de 60 . do mesmo modo. exceto em casos devidamente justificados por razões técnicas.De qualquer modo e de forma a assegurar a conveniente integração urbana. com uma densidade habitacional máxima de 40 fogos por hectare e número médio de pisos de 4.Os licenciamentos a ocorrer em espaços urbanizáveis de uso predominante habitacional.

3.131 . garantindo as dotações de parqueamento estabelecidas no capítulo V deste Regulamento. entendendo-se aquele indicador como a relação entre o número de habitantes previstos e a superfície total da unidade de ordenamento delimitada como categoria de espaço de desenvolvimento turístico.º 167/97. de 29 de Novembro.1. possam causar inconvenientes ao repouso e lazer da população.pt 109 . nomeadamente nas vertentes arquitectónicas e de integração ambiental. que deve ser de 10000 m2: a) As edificações não podem afectar áreas integradas na Reserva Agrícola Nacional e na Reserva Ecológica Nacional. e) Constituam ou ameacem constituir-se em factores de desequilíbrio da actividade que se deseja como claramente dominante. 3. 4 . com dimensão mínima de parcela de 1 ha como índice de construção bruto máximo de 0.2 .O licenciamento dos empreendimentos nos espaços delimitados de desenvolvimento turístico deve ocorrer nos termos Decreto-Lei n. de algum modo. não pode exceder os 35 habitantes por hectare.1. e evitar alterar as formas de relevo preexistentes à intervenção urbanística.º 2 do artigo 2.Não são permitidas quaisquer actividades industriais e de armazenagem ou outras que. exceptuando-se a dimensão mínima da parcela.º 448/91. sem prejuízo do respeito pelas determinações definidas nos números anteriores. os núcleos previstos nos empreendimentos turísticos devem respeitar obrigatoriamente os seguintes princípios. nos termos do Decreto-Lei n.O licenciamento de empreendimentos inseridos na categoria de espaços de desenvolvimento turístico devem obrigatoriamente suceder à elaboração e aprovação do respectivo plano de urbanização ou de pormenor. a Câmara Municipal deve promover a elaboração dos planos de urbanização dos espaços de desenvolvimento turístico prosseguindo os seguintes objectivos: a) Respeitar a densidade populacional global de 10 habitantes por hectare. d) Os empreendimentos turísticos e os núcleos que os substanciam devem revestir elevada qualidade. usos permitidos e parâmetros urbanísticos. da administração central e os espaços já envolvidos em desenvolvimentos específicos e particularizados.1 . b) Conceber a rede global de infra-estruturas básicas no respeito pelo objectivo estratégico de potenciar os espaços designados em actividades de turismo de qualidade.2 . 2 .º inscreve-se na classe de espaços urbanizáveis.5. com uma área da ordem dos 200 ha. a sul de Agualva – Cacém.Se o empreendimento se traduzir numa afirmação singular . desinseridos ou revelem aspectos negativos para a actividade turística. 2. correspondem a espaços destinados a desenvolvimentos de singularidade relevante e que traduzem objectivos estratégicos da administração municipal. Artigo 28. na zona de confluência do município de Sintra com os municípios de Oeiras e Cascais. desde que a operação urbanística revele forte componente de estruturas de lazer e recreação.Constitui um espaço. a elaborar para esta área. tem por objectivo concretizar um espaço qualitativamente desenvolvido.Espaço envolvente ao Parque de Ciência e Tecnologia da Região de Lisboa: 2. estão especificamente delimitados na carta de ordenamento.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 d) Sejam inadequados. f) Devem ser adoptadas soluções na concepção e execução das redes de infra-estruturação básica que reduzam impactes desfavoráveis ao meio ambiente e de prudência acrescida no que se refere à impermeabilização dos solos. 2.De qualquer modo. de 2 de Março.1 . 2. exceptuando-se os empreendimentos cujo procedimento de licenciamento estejam. 3 .1 . b) Os núcleos de edifícios não devem agrupar-se formando ou indiciando a formação de contínuos urbanos. o edifício não deverá ultrapassar os 10 m de altura máxima de fachada. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. isto é.1 .º 69/90. c) Estabelecer as subunidades operativas de planeamento e gestão com o objectivo de melhor clarificar usos característicos. de 4 de Julho. a relação em número de habitantes previstos e a área de terreno objecto da operação urbanística. 4. os elementos de interesse patrimonial ou construídos existentes. c) A densidade populacional líquida.Nestes espaços são especificados usos decorrentes do seu desenvolvimento particularizado. aprovados.O programa. d) Determinar um quadro regulamentar ao licenciamento de actividades que melhor desenvolvam e se conformem com as indicações do Plano Director Municipal. a área de implementação de usos residenciais não ultrapasse os 30% da área do terreno e a densidade seja inferior ou igual a 35 habitantes por hectare do terreno objecto de operação urbanística.1 .Em execução do Plano Director. e) Devem as soluções formais de desenho ou morfológicas respeitar criteriosamente os elementos de valorização cénica. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.º Categoria de espaços de desenvolvimento estratégico e específico 1 . podendo também ocorrer o licenciamento de empreendimentos pelo Decreto-Lei n. a turística.uma unidade hoteleira ou estabelecimento similar -. à data da entrada em vigor do PDM-Sintra.A categoria de espaços de desenvolvimento estratégico e específico a que se refere a alínea d) do n.

espaços verdes e estrutura secundária e principal.O desenvolvimento deste programa. destinados à Escola Secundária do Visconde de Jeromenha. Desde há décadas que a população usufrui deste equipamento.3 ha.2.1 .O desenvolvimento deste programa deve sustentar-se na elaboração de um plano de urbanização. 3.3.25.4. estruturas de verdes públicos e privados com 8 ha.Constitui um espaço.35.Espaço de expansão e reestruturação de Mercês norte: 2.Este programa tem por objectivo concretizar um espaço qualitativamente desenvolvido. sendo que os licenciamentos obrigam à elaboração e aprovação precedente de plano de urbanização ou plano de pormenor. 2.O índice de utilização bruto máximo é de 0.5. equipamentos desportivos.1 ha. saúde. desporto. bem como usos de habitação.5. com 3 ha.2 .O programa prevê usos de habitação. uma superfície permeável da ordem dos 34 ha e um índice de parqueamento de 2 lugares por fogo. 2. comércio e serviços. 2. 2.Constitui um espaço situado no perímetro urbano de São João das Lampas e é delimitado na carta de ordenamento do PDM. turismo e lazer. sistemas viários (rodo e pedonais) afectando 11 ha e determina uma densidade populacional de 240 habitantes por hectare.2. 2. e onde se encontra estabelecido com o Ministério do Equipamento. designadamente os procedimentos de licenciamento de construções. que representa o quociente entre a superfície máxima de construção acima do solo e a superfície da unidade de ordenamento sujeito a programa. obriga à elaboração e aprovação prévia de plano de pormenor. um número médio de pisos de 6. 4.2 . que corresponde hoje à implementação da 2. do equipamento desportivo nele existente. 2.2 .3. com uso terciário e de formação dominante.1. de 2 de Março.3.1 . 2.º 69/90.4.1 .4 .3 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. rede viária e estacionamento. e onde serão integradas actividades de ensino.3. 2.2 . equipamentos escolares.O índice de utilização bruto máximo é de 0.4 . a norte do aglomerado inicial das Mercês a nascente de Algueirão. exposição e comunicação.2 .4 .Espaço do Centro de Formação Tecnológico e Profissional de Pêro Pinheiro: 2. a expansão e reestruturação do Cemitério das Mercês.Espaço de recreação e lazer de São João das Lampas: 2.5.131 . o Parque Urbano Merçês Norte. nos termos do regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial. comércio e serviços. 2.3 .2.da localidade.3 . 2. O índice de parqueamento referente aos usos não habitacionais deve respeitar as dotações de parqueamento definidas no capítulo IV deste Regulamento.O desenvolvimento deste programa.De acordo com o referido no número anterior.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 com uso terciário dominante e indústria de acompanhamento.pt 110 . com uma área de intervenção global da ordem dos 60 ha e para onde se encontra estabelecido um programa de desenvolvimento integrado para usos habitacionais e complementares.9 ha. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. de formação profissional e específica. é de 0. incorpora 2.5. a poente de Algueirão e integrado no perímetro do aglomerado.O programa a elaborar tem por objectivo concretizar um espaço qualitativamente desenvolvido e de qualificação para o remate urbano de Algueirão poente face à singularidade paisagística resultante da aproximação a Sintra e ao IC 16.3 . Neste espaço integra-se o único equipamento desportivo campo de futebol .4 . nos termos do Decreto-Lei n.Constitui um espaço.52 ha. de uso público. e determina uma densidade populacional da ordem dos 180 habitantes por hectare. obriga à obtenção prévia de alvará de loteamento. com uma área da ordem dos 15 ha.Atendendo ao objectivo definido e à necessidade de não limitar ainda mais a já baixíssima densidade habitacional definida para o núcleo urbano de São João das Lampas.4 ha. este programa tem como objectivo garantir a manutenção. a poente de Morelena e a sul de Pêro Pinheiro.4.4 . o programa garante as seguintes condições: GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.ª fase da intervenção global inicialmente considerada.Constitui um espaço. 2.2.6 ha. objectivado em áreas de administração.O índice de utilização bruto máximo (IUB). investigação e desenvolvimento.O programa compreende usos de habitação. sede de freguesia de São João das Lampas.4. 2. 21. 2. e designadamente os procedimentos de licenciamento das construções.Espaço de expansão e reestruturação de Algueirão poente: 2. de alojamento temporário.65 ha.65. de lazer e expressão cultural e de desporto de formação.1 .3 . outras parcelas destinadas a equipamentos públicos com 3.5 . e para onde se encontra estabelecido um programa de desenvolvimento integrado para usos habitacionais e complementares. com uma área da ordem dos 40 ha. do Planeamento e da Administração do Território (MEPAT) a possibilidade de se estabelecer um centro de formação tecnológica e profissional dirigido à indústria de extracção e transformação de rochas ornamentais. 2. 3. 2. a clarificação da estruturação das Mercês norte e a execução do despacho do Secretário de Estado da Habitação e Urbanismo de 21 de Junho de 1974. envolvendo 1.O programa a elaborar para esta área tem por objectivo concretizar um espaço qualitativamente desenvolvido. 2. 4. 2.7 ha.3 .1.

Constitui um espaço envolvido pelos núcleos urbanos de Pendão-Queluz.30. os índices urbanísticos a observar são os seguintes: a) A dimensão dos lotes industriais não poderá ser inferior a 2000 m2. 2.30 nos espaços situados a norte do traçado da CREL e o índice de construção máximo de 0.6. destinados a habitação e ampliações de existentes. não devem ultrapassar os estabelecidos para os espaços urbanizáveis envolventes. designadamente o reforço da qualidade do ar.5. de 2 de Março. 2. de 29 de Novembro. que reforce a eficiência económica dos tecidos industriais. para 2.O programa de estruturação urbanística deve levar em consideração o estabelecimento do Clube Unidos da Fachada afectando uma área de 3000 m2.A intervenção na área deste programa não carece de plano de pormenor. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.da área do campo de jogos. de 20 de Novembro.º 19/97.º 448/91.3 .7. d) Garantir um parcelamento diverso por forma a permitir o estabelecimento de pequenas e médias unidades. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.6 . 2. de forma a garantir a adequação às procuras industriais modernas.5 m. nos termos do Decreto-Lei n. e os parâmetros urbanísticos devem respeitar um índice de construção bruto máximo de 0. 2. suportes de sucesso para as novas iniciativas. à área total do programa. afastamento mínimo da construção ao limite do lote de 5 m.º 19/97. de armazenagem e serviços complementares da actividade económica.2 .3.131 . com uma área de intervenção global da ordem dos 35 ha e onde se situa o Monumento Natural de Carenque e onde se objectiva a musealização da área.O programa de estruturação urbanística obriga à elaboração e aprovação precedente de plano de urbanização ou plano de pormenor. percentagem de impermeabilização do lote máxima de 80%. dos índices definidos no artigo 26. 2. nomeadamente leitos e margens. e às operações de edificabilidade decorrentes do Decreto-Lei n. 2.Garantia de aplicação.º 1 do artigo 2.5.7.Nos espaços industriais é interdita a construção de novos edifícios. transformadoras.1 .Nos espaços industriais. 2 . designadamente pelo estabelecimento do Núcleo de Carenque do Museu Nacional de História Natural. na sua vertente urbanística. Pego Longo-Belas.50 nos espaços situados a sul do traçado da CREL. 2.º e delimitados na carta de ordenamento são constituídos pelas áreas sujeitas e a sujeitar a actividades e) Manter e valorizar as linhas de água. c) Garantir uma compartimentação de categorias de uso com particular atenção às estruturas verdes e de lazer exigíveis para reforçar a eficiência social dos tecidos industriais. 3 . salvo se existirem construções geminadas e uma integração paisagística ajustada à edificação ou edificações. admitindo-se no entanto uma área mínima de lote de 500 m2.5. definir a sua estruturação e restruturação tendo em vista os seguintes objectivos: 2. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.Constitui um espaço situado a poente da Fachada com uma área de 0.1 . g) Objectivar programas de reconversão industrial. de 2 de Março .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 2.Espaço de estruturação urbanística da área envolvente ao Monumento Natural de Carenque: f) Objectivar programas de melhoria ambiental.2 . c) Em relação a cada lote estabelecem-se as seguintes condicionantes: coeficiente volumétrico de 5 m3/m2 de área de terreno do lote. e garantir tratamentos adequados de efluentes industriais. de 5 de Maio. de 5 de Maio.5 ha e onde se encontra estabelecida a sede do Clube Unidos da Fachada. designadamente rede viária e de abastecimento energético.º 445/91.3. designadamente o índice de construção máximo de 0.Este programa deverá resultar da acção negociadora do município.3. e do Decreto-Lei n. a percentagem de ocupação do solo é de 50% da área total do terreno. uma densidade habitacional máxima de 25 fogos por hectare e altura máxima de fachada de 6.º 69/90. b) A altura total das construções não poderá ultrapassar os 9 m.6.7 . podendo o mesmo ser resultado de licenciamento de loteamento urbano. Carenque e Serra da Silveira.Os espaços industriais a que se refere a alínea c) do n.com possibilidade de cedência de uso a protocolar com parceiro local . 3.Cabe aos respectivos instrumentos de planeamento previstos no Decreto-Lei n. Artigo 29.7.º do Regulamento do PDM. diminuição e eliminação do ruído.4 . e deverá levar em consideração as determinações do Decreto n.1 .os planos de urbanização e planos de pormenor -. a quem cabe articular o mesmo na relação com a envolvente.5.3 .Os parâmetros urbanísticos que vierem a ser determinados e nos espaços onde se verifique a compatibilidade com as determinações do Decreto n. a) Obter um desenho urbano-industrial indutor de qualificação acrescida a estes espaços.pt 111 . desde que o seu número não exceda um terço do número total de lotes a configurar na operação de loteamento ou de plano. 2.º Espaços industriais 1 . salvo em instalações especiais devidamente justificadas.º 69/90.1 .Espaço de estruturação urbanística estabelecimento do Clube Unidos da Fachada: o b) Garantir um traçado de redes de infra-estruturas.Integração no domínio público municipal .2 .

a ocupação do solo fica sujeita aos seguintes parâmetros: a) Superfície mínima de parcela de terreno para construção: Espaços agrícolas de nível 2 .Nos espaços industriais são ainda de observar as normas e recomendações descritas no capítulo «Sistema viário.3 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.0. de 12 de Dezembro.0. 3. destinados ao exercício de actividades de terciário. de 14 de Junho. caso esta se constitua sob a forma de loteamento. e) Índice mínimo de permeabilidade: Espaços agrícolas de nível 2 . de nível 2. 2 . desde que compatível com o uso do solo e justificável por razões de GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. de 21 de Abril.0.correspondendo a níveis de protecção e valorização diversos face ao Instituto da Reserva Agrícola Nacional. a que se refere a alínea d) do n. Espaços agrícolas de nível 3 .04. 5 .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 exceptuando-se as residências de vigilantes. designadamente órgãos de sistemas de abastecimento de água e energia e de saneamento básico e equipamentos de apoio à actividade económica. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. Espaços agrícolas de nível 4 . e constituem espaços de expressão rústica relevantes na composição da paisagem do concelho.10000 m2. são constituídos pelos solos com capacidade.04.º e delimitados na carta de ordenamento. Espaços agrícolas de nível 4 . alterado pelo Decreto-Lei n.º Espaços agrícolas b) Índice máximo de ocupação: Espaços agrícolas de nível 2 . 4 .Nos espaços industriais são permitidos o estabelecimento de sistemas ou actividades de satisfação de procura da população urbana e do tecido industrial.º 1 do artigo 2. de 12 de Dezembro. com alturas máximas de fachada de 9 m.2. Espaços agrícolas de nível 3 .1 . existente ou potencial. estruturas de verde e de lazer afectando 40% da superfície bruta da ocupação.025. de 14 de Junho.2.0. Espaços agrícolas de nível 4 . c) Índice máximo de construção: Espaços agrícolas de nível 2 . 3.Para além do disposto no número anterior. hotelaria e terciário diverso. de uso agrícola. são permitidas as actividades e desafectações definidas no Decreto-Lei n. Espaços agrícolas de nível 3 .de nível 1.0. comprometam o aproveitamento dos recursos existentes. 3.0. exceptuando-se a dimensão mínima da parcela que deve respeitar as determinações da Portaria n. é admissível a existência de edifícios destinados a alojamento hoteleiro. que correspondem aos solos agrícolas. 3 .pt 112 . Espaços agrícolas de nível 3 . 2 .Nestes espaços não podem ser autorizadas nem previstas acções que. nos loteamentos industriais.º Espaços para indústrias extractivas 1 .º 274/92.As condições de edificabilidade nestes espaços são as definidas pelos parâmetros urbanísticos estabelecidos para a categoria de espaço agrícola de nível 3.º 1 do artigo 2. Espaços agrícolas de nível 3 .2. a que se refere a alínea e) do n.Os espaços agrícolas (ou de expressão rústica) são classificados em quatro categorias de uso . às determinações do processo de planeamento do Parque Natural de Sintra-Cascais e à decorrência do processo de planeamento municipal. uma sólida existência de estrutura verde secundária com um mínimo de afectação de 20% da superfície bruta afecta à operação urbanística.º 202/70.1. com alturas máximas de fachada de 9 m.2 . podendo concorrer para aquela afectação a componente de verde privado. conjugada com o Decreto-Lei n.º 196/89.131 .78.2000 m2. tendo especialmente em vista a produção de bens alimentares. pela sua natureza ou dimensão. d) Níveis máximos de pisos acima do solo: Espaços agrícolas de nível 2 . armazenagem.87.º 196/89. é admissível a existência de edifícios. circulação e parqueamentos» e que digam respeito às actividades industriais. de nível 3 e de nível 4 . Artigo 30. 1 .5000 m2.Nos espaços agrícolas de nível 2.Os espaços para indústrias extractivas.º 274/92.1.º e delimitados na carta de ordenamento.86.025.0. Artigo 31. de nível 3 e de nível 4. Espaços agrícolas de nível 4 . é exigível.Nos espaços agrícolas de nível 1. Espaços agrícolas de nível 4 . cujo licenciamento se deverá subordinar às disposições consagradas na respectiva legislação. de restauração ou destinados ao exercício do lazer recreativo e formação profissional.0. salvo quando digam respeito à recuperação e reconformação paisagística de extracções esgotadas e abandonadas e que sejam compatíveis com a vocação e usos das zonas envolventes. são constituídos por áreas com depósitos ou massas minerais susceptíveis de serem objecto de actividades extractivas e pelas áreas que já foram sujeitas a actividades de extracção.0. alterado pelo Decreto-Lei n.Os espaços agrícolas.

de 0.3 .Nos espaços agrícolas.Os espaços florestais. suportado em garantia bancária. detecção e apoio ao combate existentes. deve promover a elaboração de planos municipais de intervenção na floresta. silvícola e pastoril) e mais adequados à protecção dos solos. percentagem máxima de ocupação de solo de 20% e índice máximo de construção bruto de 0.º 1 do artigo 2. 4 . e a relação entre a área bruta de construção permitida e a área total da parcela ou terreno matriz.Os usos característicos e os usos permitidos definidos nos números anteriores que venham a ser propostos nas áreas inseridas no Parque Natural de Sintra-Cascais observarão o disposto no plano de ordenamento e regulamento respectivos.075 quando a intenção de investimento se inscreva no quadro do Decreto-Lei n. ou se traduza em empreendimentos na área de prestação de serviços de saúde. prevenção e segurança. a exploração de madeira. 6 . a criação e guarda de animais em regime livre ou de estábulo. a horticultura e a floricultura. 5 .50.Nestes espaços só é permitida a edificabilidade em parcelas superiores a 2 ha.São usos permitidos nos espaços agrícolas.pt 113 . Admite-se a edificabilidade com um índice de construção máximo da ordem dos 0.Nos espaços agrícolas de nível 2. será aplicado o índice mínimo de cobertura arbórea potencial: Espaços agrícolas de nível 2 . formação profissional.20. exploração e conservação das espécies florestais e outros recursos a elas associados. a criação de espécies piscícolas. garanta o procedimento de florestação na restante parcela de terreno matriz. b) A defesa e manutenção do meio natural e suas espécies que impliquem a sua conservação. exceptuando as disposições nos números seguintes. tendo especialmente em vista a defesa contra os riscos de erosão que estes comportam. em articulação com a administração central.O município. ou real. são considerados usos característicos. os municípios vizinhos e os representantes dos proprietários e produtores florestais. sua melhoria e a formação de reservas naturais. sem prejuízo do disposto quanto à Reserva Agrícola Nacional e das limitações que derivam da categoria específica definidas em legislação sectorial aplicável: a) As actividades de produção agro-pecuária. e) Os usos que forem declarados de utilidade pública. desporto. prevenção e segurança.0. o licenciamento a ocorrer nos termos do número anterior deve ser acompanhado de protocolo a firmar entre o município de Sintra e o administrado/investidor que. Espaços agrícolas de nível 3 . educação.º e delimitados na carta de ordenamento são constituídos por áreas destinadas predominantemente ao fomento.5 m. b) O ócio da população e as actividades lúdicas e culturais. podem ser instalados equipamentos de investigação e desenvolvimento.2 .No Parque Natural de Sintra-Cascais observam-se as disposições constantes dos respectivos plano de ordenamento e regulamento. de 15%. 3 .40. investigação e desenvolvimento e com respeito de alturas máximas de fachada de 7. e desenvolver acções de prevenção com o reforço da informação GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. no respeito dos condicionalismos e legislação que os regula. das infra-estruturas e das instalações de serviço de apoio às mesmas. 9 . e onde a ocupação humana e actividades se conformará estreitamente com aqueles objectivos.30.131 . deverão identificar todas as situações de risco e as estruturas e meios de prevenção. Artigo 32. com um máximo de edificabilidade da ordem dos 0. 6. as culturas experimentais ou especiais.º Espaços florestais 1 . Estes planos visam o estabelecimento de medidas que asseguram a defesa e protecção das florestas contra incêndios. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. com as edificações observando a altura máxima de fachada de 7 m. sem prejuízo do disposto quanto à Reserva Agrícola Nacional.1 .Nestas áreas só são admissíveis os modelos de exploração compatíveis (as actividades agrícolas. 6.0.De qualquer modo.55. educação e formação profissional. os seguintes: a) A agricultura exclusiva em sequeiro ou regadio.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 enquadramento paisagístico. c) O campismo em instalações adequadas para este fim. 3 e 4.0. saúde.5 m.1 . podem igualmente ser instalados equipamentos de turismo e recreio desde que se respeitem os seguintes índices: altura máxima de fachada. 3 e 4. 8 . bem como a recuperação do fundo de fertilidade dos mesmos. percentagem máxima de ocupação do solo. e índice máximo de construção bruto. d) Os usos ligados à manutenção dos serviços públicos. 6. 7. a que se refere a alínea f) do n. 4.Nos espaços agrícolas de nível 2.025. de 4 de Julho. 2 . e se traduza exclusivamente em ocupação pontual como unidade hoteleira.A superfície de terreno impermeabilizado não poderá ultrapassar os 1300 m2 nem a área total de construção ser superior a 500 m2. Espaços agrícolas de nível 4 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.º 167/97.Nestas áreas não podem ser autorizadas nem permitidas acções que afectem ou comprometam os fins consignados no número anterior. 7 . a caça e a pesca.

Os espaços de equipamento a que se refere a alínea h) do n. de estabelecimentos prisionais e de outros edifícios públicos são as determinadas na legislação que lhes respeite.º 93/90.º 213/92.5 m. Artigo 33. b) Relação entre área bruta de construção e área total do terreno. educação. de saúde.º e delimitados na carta de ordenamento.1 .Os espaços culturais e naturais são classificados em duas categorias de uso . 2 . de prevenção e segurança.Os espaços-canais.º e delimitados na carta de ordenamento são as áreas afectas ou que o venham a estar a estabelecimentos de carácter público. de 20 de Abril. são os espaços nos quais se privilegiam a protecção a corredores activados por infra-estruturas e que têm efeito de barreira física dos espaços que os marginam.º Espaços culturais e naturais 1 . a que se refere a alínea i) do n.O licenciamento a ocorrer é condicionado ao cumprimento do n.de nível 1 e de nível 2 -. 3 .º 4. devem concordar com os parâmetros urbanísticos estabelecidos para a classe ou categoria de espaço envolvente. cooperativo ou privado e que se destinem a satisfazer procuras e necessidades da população só realizáveis por instalações de carácter singular ou específico.As iniciativas devem conformar-se com os seguintes parâmetros urbanísticos: a) Dimensão mínima de parcela.Os órgãos de sistemas de prestação de serviços públicos podem estabelecer-se em qualquer dimensão de parcela.As servidões e restrições de utilidade pública dos espaços destinados a equipamentos escolares.Nos espaços culturais e naturais de nível 1 e de nível 2 são permitidas as seguintes actividades.025. 2 .º 9/94. são os espaços nos quais se privilegiam a protecção dos recursos naturais e culturais e a salvaguarda dos valores paisagísticos e que pela sua especificidade patrimonial merecem relevância. 3.º 79/95. correspondendo a níveis de protecção e valorização diversos face ao instituto da Reserva Ecológica Nacional.º 1 do artigo 2.O município de Sintra compromete-se a publicar. de 12 de Outubro.º Espaços de equipamento 1 .Nestes espaços são permitidas intervenções de promoção pública e privada que se destinem especialmente a oferecer estruturas de verde secundário destinadas ao recreio passivo e activo e de satisfação de procuras da população urbana.Espaços culturais e naturais. 2 .1.º e delimitados na carta de ordenamento. 3. quando possíveis. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.Os espaços de protecção e enquadramento.As actividades eventualmente a ocorrerem nos espaços culturais e naturais de nível 1 estão sujeitas obrigatoriamente ao regime do Decreto-Lei n. saúde.131 .2 . Artigo 35. de 11 de Março. são as áreas nas quais se privilegiam a protecção dos recursos naturais ou culturais.º 1 do artigo 2.Nestes espaços não podem ser autorizadas nem previstas acções que destruam os elementos de valorização cénica ou alterem as formas de relevo existentes. nos termos do Decreto Regulamentar n. para melhor conhecimento dos cidadãos. 3 . e pelo DecretoLei n. a relação definida na alínea anterior é de 0.º Espaços de protecção e enquadramento 1 . e quando ocorram nas áreas territoriais integradas no Parque: a) A investigação científica. de defesa nacional. alterado pelo Decreto-Lei n. c) Caso a iniciativa se destine a habitação unifamiliar. às determinações do processo de planeamento do Parque Natural de Sintra-Cascais e à decorrência do processo de planeamento municipal. 7.1 . 0. 2 ha. a postura municipal onde se traduzam aquelas servidões ou as que eventualmente se venham a estabelecer na sequência de planos municipais de ordenamento do território ou que venham a ser determinadas por legislação supramunicipal. 1 . a que se refere a alínea g) do artigo 2. de 19 de Março. Artigo 36.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 e sensibilização do público e das estruturas de vigilância e defesa. a salvaguarda de valores paisagísticos e constituem áreas de compartimentação paisagística desejada ou oferecendo recursos panorâmicos dignos de protecção. d) Altura máxima de fachada. a que se refere a alínea j) do n.º 1 do artigo 2.º Espaços-canais 2 . salvo nas áreas territoriais sujeitas à jurisdição específica do Parque Natural de Sintra-Cascais. mediante parecer favorável do Parque Natural de Sintra-Cascais.As actuações nestes espaços devem respeitar as correspondentes servidões administrativas e restrições de utilidade pública definidas no capítulo II deste Regulamento e. b) A monitorização do estudo do ambiente natural. 3 . 3. 3.1 do artigo anterior. investigação e desenvolvimento.pt 114 . Artigo 34.3 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.º e delimitados na carta de ordenamento. órgãos de sistemas de prestação de serviços públicos. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.

Nos espaços culturais e naturais situados nos limites do Parque Natural de Sintra-Cascais são ainda interditas as seguintes actividades: a) A realização de cortes rasos de arvoredo. infraestruturas e estacionamento Artigo 38. restaurantes e balneários. integram as zonas que apresentam aptidão preferencial para a implantação de equipamentos turísticos.De qualquer modo. h) Abertura de novas vias de comunicação ou acesso.º43 do regime jurídico da urbanização e edificação estabelecem-se os seguintes parâmetros mínimos para o dimensionamento das áreas destinadas a espaços verdes e de utilização coletiva. e) A circulação de quaisquer veículos fora das estradas e caminhos existentes. são interditas as seguintes actividades: a) A realização de loteamentos urbanos e industriais. lançar efluentes.º Cedências para espaços verdes e equipamentos de utilização coletiva 1 . salvo os autorizados pela Direcção-Geral das Florestas. de 11 de Março. quaisquer movimentos de terra. e delimitados na carta de ordenamento. União de Freguesias de Massamá e GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.º. o ailanto (Ailanthus altissirna) e o pitósporo (Pitosporo undulantum).º. a que se refere a alínea l) do n. Artigo 37.131 . bem como de passeios a cavalo fora dos trilhos definidos em circuitos para esse fim. bem como alterações às existentes. 4.Para efeitos do Art. i) A instalação de equipamentos de recreio. são os espaços que. incluindo a sonora. inseridos no Parque Natural de Sintra-Cascais. infraestruturas e equipamentos de utilização coletiva: a) Na União de Freguesias de Agualva e Mira Sintra. nomeadamente esplanadas.As actividades designadas nas alíneas a) e c) do número anterior e que ocorram no Parque Natural de Sintra-Cascais obrigam à obtenção de parecer prévio favorável desta entidade. os trabalhos específicos do domínio da arqueologia devem ser acompanhados por representantes designados pelo Parque Natural de Sintra-Cascais (quando ocorram dentro do Parque) e do IPPAR. 5. m) Os programas estratégicos de valorização conduzidos pela administração central e ou administração local. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. Junta de Freguesia de Casal de Cambra. 4 .º do Decreto Regulamentar n. f) A introdução de quaisquer actividades agrícolas não tradicionais. de recreio e lazer. natural ou alteração das camadas do solo arável. b) A introdução de novos povoamentos. bem como corte ou destruição do revestimento vegetal. integradas nos espaços culturais e naturais. 5.º e 22. 21. de eucaliptos ou de outras espécies exóticas.Neste espaço as condições para o estabelecimento de actividades e usos são as determinadas no Plano de Ordenamento do Parque Natural de Sintra-Cascais. g) A instalação de apoios de praia. à excepção dos estritamente necessários às obras de interesse público. designadamente referidas nos artigos 4.º Espaços de áreas preferenciais para turismo e recreio 1 . União de Freguesias de Cacém e São Marcos. 2 . d) A instalação de explorações zootécnicas de tipo industrial. c) A instalação de estufas. podem realizar-se as actividades do domínio da prática arqueológica e valorização. Acacia longifolia). d) Outras actividades de conservação da natureza.º.º 9/94.Os espaços de área preferenciais para turismo e recreio.1 . salvaguardando-se as decorrentes de uma normal actividade de exploração agrícola e florestal e situações de emergência resultantes da necessária utilização de veículos de combates a incêndios florestais. CAPÍTULO IV Das cedências. União de Freguesias de Algueirão – Mem Martins. nomeadamente a acácia (Acacia molissima. de 11 de Março. b) A introdução de espécies invasoras ou infestantes. mas sem prejuízo do disposto no Decreto Regulamentar n.Nos espaços culturais e naturais de nível 1 e 2. e) Recolha de amostras de materiais geológicos. 5 . Acacia melanoxylon. salvaguardando-se as actividades agrícolas e florestais com interesse comprovado. circulação. j) A abertura de circuitos de prática equestre.2 . espécies vegetais e animais. g) Qualquer tipo de publicidade.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 c) A educação ambiental numa perspectiva de apoio à gestão sustentada dos recursos. Acacia dealbata.º 1 do artigo 29.º 9/94.1 . maioritariamente de ocupação hoteleira. f) A prática de desportos motorizados e raids hípicos.pt 115 .Nas áreas territoriais afectas a recursos arqueológicos. instalar novas explorações para extracção de inertes e transmitir licenças de exploração. l) A instalação de actividades de piscicultura. instalar indústrias. 20.

c) Vias interurbanas municipais.º43 do regime jurídico da urbanização e edificação os parâmetros mínimos para o dimensionamento das infraestruturas são as que resultem de uma solução harmoniosa que preveja princípios de racionalidade. e o disposto no Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação no que respeite às disposições do sistema viário e circulação.131 . com separadores de faixas.º Definições e categorias (Revogado) Artigo 43. ii. articulando fundamentalmente aglomerações da área metropolitana de Lisboa. Equipamentos de utilização coletiva . Montelavar e Pêro Pinheiro e União de Freguesias de São João das Lampas e Terrugem: i.25 m2/ 100 m2 ABC (área bruta de construção). respeitando as condições previstas na Seção II do Capítulo IV – sistema viário e circulação -.º Cedências para infraestruturas Para efeitos do Art. Espaços verdes e de utilização coletiva – 70 m2/ 100 m2 ABC (área bruta de construção).25 m2/ 100 m2 ABC (área bruta de construção). com ou sem separadores de faixas.º Dotação de estacionamento As construções a edificar. os que servem altos volumes de trânsito. fundamentalmente interurbanos de 1. articulando fundamentalmente GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. União de Freguesias de Queluz e Belas. dimensionado para cada um dos usos previstos. as que servem volumes de trânsito de serviço metropolitano. Equipamentos de utilização coletiva . SECÇÃO II Parqueamento e garagens nos edifícios – condições específicas (Revogada) SECÇÃO III Usos para a circulação . Artigo 41.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 Monte Abraão. reconstruir. Junta de Freguesia de Rio de Mouro: i. acessos limitados. b) Na Freguesia de Colares.50 m2/ 100 m2 ABC (área bruta de construção). Espaços verdes e de utilização coletiva – 35 m2/ 100 m2 ABC (área bruta de construção).º Hierarquização da rede viária Para efeitos de aplicação de condições que se referem à hierarquização da rede viária.ª ordem. devem ser dotadas de estacionamento privativo. alterar ou ampliar. ii. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. União de Freguesias de Almargem do Bispo. acessos limitados e inserções desniveladas. destino ou localização das parcelas. Equipamentos de utilização coletiva . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.Disposições gerais (Revogada) c) Na União de Freguesias de Sintra: i. inscritos no Plano Rodoviário Nacional.pt 116 . integração e eficiência. b) Vias metropolitanas. nos termos do disposto no Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação.º Estacionamento público A dotação mínima de estacionamento público é estabelecida no Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação em função da dotação prevista no artigo anterior e do uso previsto. as que servem volumes de trânsito de serviço concelhio. ii. SECÇÃO I Dotação de estacionamento Artigo 40. consideram-se diferentes níveis: a) Itinerários principais e complementares. com ou sem inserções desniveladas.º Dimensões e características dos caminhos para peões (Revogado) Artigo 45. não podendo do seu cômputo geral resultar valores inferiores aos acima estabelecidos. Espaços verdes e de utilização coletiva – 20 m2/ 100 m2 ABC (área bruta de construção). e respetivos anexos (anexo I). 2 – São desenvolvidas em Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação as condições e as formas de cálculo das áreas a prever para cada um dos fins acima indicados em função dos usos. Artigo 42.º Aplicação (Revogado) SECÇÃO II Sistema viário e circulação Artigo 44. Artigo 39.

A reestruturação da rede ferroviária no concelho de Sintra observará os trabalhos conduzidos pelo Instituto Nacional do Transporte Ferroviário (INTF) em concertação com o processo de planeamento e decisão municipal.pt 117 . Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. sem separadores de faixa e acessos com limitações específicas. f) Vias urbanas. 2 .131 .Os interfaces entre os modos rodoviário e ferroviário deverão ser estabelecidos e implementados após elaboração e aprovação de plano de pormenor em cujo acompanhamento participe o Gabinete do Nó Ferroviário de Lisboa e Serviços de Planeamento dos Caminhos de Ferro Portugueses.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 aglomerações do município. as que servem volumes e drenagens de trânsito urbano. as que servem volumes de tráfego específico merecedor de tratamento singular. com ou sem separadores de faixas.º Condições de projecto (Revogado) Plataforma aeroportuária Artigo 48. rede de articulação da malha dos pequenos aglomerados do município. 2 . sem separadores de faixas e acessos sem limitações.º Transportes em plataforma reservada (Revogado) Artigo 53.º Pavimentação de vias públicas (Revogado) Artigo 51.As servidões à rede ferroviária estão determinadas no capítulo respectivo deste Regulamento. as que servem volumes de trânsito de serviço intraconcelhio.º Acesso às vias da rede de estradas 1 .º Dimensões e características do sistema viário e recomendações 1 . os que servem volumes de trânsito discretos e de serviço intrafreguesia. 4 . com ou sem separadores de faixas e com ou sem limitações específicas nos acessos. rede de articulação do tecido de actividades na envolvente e interior dos aglomerados.As dimensões e características técnicas do sistema viário são as recomendadas no quadro anexo a este regulamento (anexo I).As dimensões e características técnicas do sistema viário são desenvolvidas no Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação.º Estacionamento na via pública (Revogado) Rede ferroviária Artigo 54.º Arruamentos compartilhados (Revogado) Artigo 52. Artigo 47. 3 .A eventual reestruturação da plataforma aeroportuária existente no concelho de Sintra observará a concertação com o processo de planeamento e decisão municipal. sempre com respeito pela legislação geral. (Revogado) GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.º Condições específicas das ruas particulares Artigo 55.º Da reestruturação 1 . Artigo 50. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.As margens das vias estão sujeitas ao regime de servidões estabelecido no capítulo respetivo deste Regulamento. Artigo 46. g) Vias especiais. 3 . d) Estradas municipais. rede de articulação da malha dos pequenos aglomerados do município. e) Caminhos municipais.º Da reestruturação (Revogado) Artigo 49.As servidões são estabelecidas no capítulo respetivo deste Regulamento e as que venham a ser na elaboração de PMOT. com ou sem separadores de faixas e acessos limitados.

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Agosto de 2015

2 - As servidões ao aeródromo militar existente e ao aeródromo
civil de Tires estão determinadas no capítulo respectivo deste
Regulamento.
CAPÍTULO V
Condições gerais de protecção ao património histórico
SECÇÃO I
Princípios para a protecção do património histórico
Artigo 56.º
Património histórico

c) Por intermédio das condições específicas que venham a
estar contidas nos catálogos de protecção ou por documentos
que, um dia, os substituam.

Artigo 58.º
Catálogos de protecção
As condições de protecção contidas no presente artigo serão
construídas progressivamente e pela elaboração sistemática de
catalogação, no caso particularizado num conjunto de quatro
documentos tipificados. Os referidos catálogos são:
a) Parques e jardins de interesse;

Entende-se por património histórico o conjunto de bens
culturais, sociais e económicos de carácter natural ou produto
da cultura e que constituem a identidade histórica do município.
Artigo 57.º
Protecção do património histórico
1 - O Plano Director Municipal determina a protecção do
património histórico segundo princípios básicos.
a) A protecção do património histórico não deve limitar-se ao
meio ambiente e a elementos edificados mas ainda que
balizada por aquelas questões, deve ter origem em duas
premissas:
Devem proteger-se as actividades tradicionais que, por
relevância na manutenção do tecido social, não podem ser
erradicadas ou transformadas desnecessariamente por motivos
de aparente maior rentabilidade económica;
Uma generalizada e descontrolada substituição de edifícios e
consumo desregrado de elementos naturais constitui não só
um atentado contra a imagem e o meio ambiente, mas também
um desperdício económico.

b) Elementos naturais, de paisagem e arqueológicos;
c) Património arquitectónico e monumental;
d) Núcleos urbanos históricos.

Artigo 59.º
Actos e figuras de planeamento para a protecção
Os actos e figuras de planeamento cujo objecto seja a
protecção e valorização dos conjuntos referidos no número
anterior, designadamente programas, projectos e planos,
podem desenvolver as determinações do PDM no que se
refere ao regime de obras permitidas, usos, compatibilidade de
usos, desde que em conformidade com os princípios gerais de
protecção definidas no artigo 57.º

SECÇÃO II
Protecção de parques e jardins de interesse
Artigo 60.º
Âmbito da protecção

b) A protecção do património histórico deve conjugar-se com
critérios de suficiente flexibilidade, de forma a permitir a
necessária transformação de uso de actividades, de forma a
manter vivos os tecidos urbanos e outros e para atender às
necessárias considerações evolutivas quando assimiladamente
correctas.

1 - As normas de protecção são aplicadas ao conjunto de
parques e jardins de interesse cuja catalogação venha a ser
feita e a normativa aplicar-se-á independentemente da
titularidade sobre a área ser pública ou privada e
independentemente do seu regime de utilização.

2 - A protecção do património histórico é assegurada:

2 - Os elementos sujeitos a este regime individualizado de
protecção são identificados no catálogo respectivo e cuja
elaboração constituirá preocupação sistemática do município.

a) Por intermédio das condições gerais de protecção contidas
em legislação de nível supramunicipal, pela legislação
municipal e pelas presentes normas urbanísticas;
b) Por intermédio das condições particulares contidas em
documentos elaborados ou a elaborar na sequência do Plano
Director;

3 - Enquanto o catálogo, indicado no número anterior, não
estiver elaborado, consideram-se, desde já, no âmbito do
presente artigo, os parques e jardins constantes no anexo II.

Artigo 61.º
Condições de uso

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Os parques e jardins de interesse só poderão destinar-se a
usos de lazer e recreio que lhes sejam naturais. Nos jardins
públicos, objecto de catalogação, permite-se igualmente usos
de carácter cultural e desportivo ao ar livre ou em instalações
próprias quando estas estejam implantadas em áreas
pavimentadas já construídas no momento da entrada em vigor
do Plano Director Municipal.

Artigo 62.º
Condições de protecção
1 - Não poderão realizar-se obras que incrementem da
superfície pavimentada ou arenada.
2 - As instalações permitidas não poderão ultrapassar ou
ocupar uma superfície superior a 500 m2.
3 - Permitem-se as actuações de manutenção e restauração
desde que não alterem o traçado do parque ou jardim, as
espécies existentes ou a sua disposição, salvo se,
comprovadamente, se destinem a repor traçados originais de
reconhecido interesse.
4 - Não poderão modificar-se a implantação de estátuas e
outros elementos de mobiliário urbano, quando sejam de
carácter histórico ou essenciais na compatibilização do
desenho do parque ou jardim, salvo quando obtida justificação
da Divisão de Cultura da Câmara Municipal de Sintra e aceite
pela Câmara e quando ameaçada a sua integridade.
5 - As vedações dos parques ou jardins não poderão ser
modificadas no seu desenho e características, salvo se
comprovadamente se destinarem a repor desenhos e
características originais de reconhecido interesse.
6 - Admitem-se obras de reconstrução de elementos de
ordenamento desaparecidos desde que se respeite a sua
localização, desenho e material originais.
7 - Admitem-se obras de ampliação de parques e jardins desde
que o seu traçado e jardinaria se ajustem às indicações
preexistentes na área e se circunscrevam à área objecto de
ampliação.
SECÇÃO III
Protecção de elementos naturais e paisagens

Artigo 64.º
Da elaboração do catálogo
1 - Para além da catalogação que venha a efectuar-se
justificadamente no processo de elaboração do Plano Director
Municipal, o município deverá proceder sistematicamente à
elaboração progressiva e acrescentada do catálogo quer pelo
recurso aos serviços municipais quer em cooperação com
entidades da administração regional ou central.
2 - Enquanto a catalogação, prevista no número anterior, não
estiver elaborada, consideram-se, desde já, no âmbito do
presente artigo, os seguintes elementos naturais constantes no
anexo III
Artigo 65.º
Condições de uso
Aos elementos catalogados aplicar-se-ão as condições de uso
da área em que se localizem, quando não sejam incompatíveis
com o nível de protecção indicado para o elemento.

Artigo 66.º
Condições de protecção
Regulam-se pela legislação sectorial existente ou a produzir e
que seja de aplicação em cada caso e pelo conteúdo do
presente Regulamento no que se refere a vestígios
paleontológicos.
Artigo 67.º
Níveis de protecção para os elementos paleontológicos
Os níveis de protecção e normas para os elementos
paleontológicos serão idênticos aos aplicados aos elementos
arqueológicos.

SECÇÃO IV
Protecção do património arquitectónico e arqueológico Condições gerais
Artigo 68.º
Âmbito e protecção

Artigo 63.º
Âmbito da protecção
As normas de protecção aplicam-se ao conjunto de paisagem,
jazigos
paleontológicos,
elementos
geológicos,
geomorfológicos e hidrológicos, que se identificam no catálogo
de elementos naturais e em actos e figuras de planeamento
consequentes ao nível de Plano Director Municipal ou em
níveis de actos e figuras de planeamento supramunicipais.

1 - As normas de protecção serão de aplicação sobre o
conjunto de edifícios que venham a figurar no catálogo de
edifícios, protegidos e sobre o conjunto de estações
arqueológicas que venham a figurar na listagem de estações
arqueológicas ou na carta arqueológica a publicar pelo
município obtido o parecer do IPPAR.

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2 - Enquanto o catálogo previsto no número anterior não estiver
elaborado, consideram-se, desde já, no âmbito do presente
artigo, os edifícios e estações arqueológicos ou seus conjuntos
constantes no anexo IV.

Artigo 69.º
Níveis de protecção quanto ao património arquitectónico
Estabelecem-se dois níveis de protecção:
a) Nível 1, o que protege os edifícios na sua totalidade,
preservando as suas características arquitectónicas, forma e
ocupação do espaço e todos os elementos que contribuam
para singularizá-lo como membro integrante do património
arquitectónico e monumental;
b) Nível 2, o que protege as características do edifício
definidoras da sua presença no espaço envolvente, preserva
os seus elementos arquitectónicos e definem a sua forma de
articulação com o espaço exterior.

e) As obras de restauração não poderão modificar a fachada,
conservarão a sua composição e adequar-se-ão aos materiais
originários.
Artigo 72.º
Protecção da parcela
Em ambos os níveis de protecção, estes estendem-se à
totalidade da parcela em que se encontra situado o edifício; é
excluída a possibilidade de efectuar destaques ou acções de
segregação de parcela; a protecção é extensível à arborização
e jardinagem existente.
Artigo 73.º
Obras permitidas no nível 1
Nos edifícios catalogados com este nível de protecção são
admissíveis, quer afectem parte ou a totalidade do edifício, os
seguintes tipos de obras:
a) Obras de restauro;
b) Obras de conservação;

SUBSECÇÃO I
Normas de protecção quanto ao património arquitectónico

c) Obras de consolidação;
d) Obras de adaptação;

Artigo 70.º
Regime de usos

e) Obras de reforma de exteriores que não impliquem
alterações de fachada;

Em ambos os níveis de protecção deverá atender-se aos
princípios balizadores e premissas resultantes da definição de
património histórico e às condições de uso que venham a ser
determinadas em programas, projectos e PMOT.

f) Obras de demolição, quando se trate do derrube de
elementos acrescentados à construção original ou exigidas
pela execução de obras permitidas. Salvaguardam-se, porém,
os acrescentos que possuam interesse para o faseamento
histórico do imóvel ou interesse artístico em si mesmo;

Artigo 71.º
Condições de execução de obras

g) Obras de reconstrução, quando se trate de edifícios
desaparecidos ou corpos de edificação que interessa recuperar
e esteja comprovada a sua preexistência e a reconstrução não
signifique prejuízo face à estética do edifício.

O regime estabelecido na legislação geral é complementado
com as seguintes determinações:
a) Nas obras de restauro, os elementos arquitectónicos e
materiais empregues deverão adequar-se aos que apresenta o
edifício e aos que apresentava antes de qualquer intervenção.
Deverá conservar-se a decoração procedente de etapas
anteriores de utilização do edifício e que seja congruente com a
qualidade e uso do edifício;
b) As obras de conservação não poderão alterar os elementos
de projecto e desenho do edifício;

Artigo 74.º
Obras permitidas no nível 2
Nos edifícios catalogados neste nível de protecção admitem-se
obras referidas no artigo anterior e também as obras de
reestruturação, com a limitação de não poder alterar o
envolvente da edificação original ou que redundem em prejuízo
da sua articulação formal com o exterior.

c) As obras de consolidação deverão adequar os elementos e
materiais utilizados aos que apresenta o edifício ou
apresentasse antes de sofrer modificações;

Artigo 75.º
Tratamento de pisos térreos

d) As obras de adaptação deverão manter o aspecto exterior
do edifício;

Em ambos os níveis de protecção, as obras que afectam os
pisos térreos submetem-se às seguintes determinações:

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Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.pt

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deverão ser instruídos também com os seguintes documentos: a) Levantamento à escala não inferior a 1:100 do edifício na sua situação actual. e montagem final indicativa da operação. se este tiver sido já solicitado. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. sempre que a sua colocação não redunde em prejuízo para a integridade da fachada. 5) Não é permitida a construção de novas marquises e poderá exigir-se a eliminação de marquises existentes e que signifiquem prejuízo para a estética do imóvel ou perturbem a contemplação de conjunto ou conjuntos de fachadas.º Níveis de protecção para elementos arqueológicos 4) Nas fachadas exteriores proíbe-se toda a classe de anúncios. Nível 1 .131 . a área objecto de trabalhos passará imediatamente e de forma automática a ser considerada como de nível 2 ou 3. incluindo o relatório.pt 121 . quando seja necessário. na parte em que se esteja actuando ou venha a actuar.pertencem a este nível todas as áreas onde comprovadamente existam vestígios arqueológicos. pelo menos em formato 18 x 12.º Documentação para a solicitação de licenciamento 1 . sempre que possível e como princípio orientador. soluções em tubo néon ou letras soltas de tipo clássico. que têm origem a partir do momento em que é requerida a solicitação já referida realizar-se-á no prazo de 30 dias. 3) Quando se pretendem efectuar obras que afectem os pisos térreos e nos quais se tenham. 4 . total ou parcial. sempre situados debaixo de toldos ou marquises. zonas ou instalações do edifício que requeiram reparação. quando possível. Nível 3 . produzido alterações substanciais nos elementos característicos da sua fachada. nem oculte elementos ornamentais ou dificulte a contemplação do conjunto. conforme o seu interesse. exceptuando aqueles que pelo seu especial interesse científico. devendo. nem sejam agressivas para o ambiente ou claramente inconvenientes face às características histórico-artísticas do imóvel.Se o relatório for positivo quanto à existência de vestígios ou restos arqueológicos. sejam incluídos no nível 3. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. poderá solicitar-se o licenciamento de obras. excepto nos vãos dos pisos térreos. ou excepcional estado de conservação.Perante qualquer solicitação de licenciamento de obras. e) Alçado completo de frente de rua e fotografias que fundamentem as soluções propostas em projecto. a restituição ao seu estado original. artístico. c) Descrição pormenorizada do estado de edificação.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 1) Proíbem-se as obras que afectem a estrutura no piso térreo e que não sejam dirigidas à conservação ou restauro da mesma. ou simples consulta que pressuponha o desejo de desenvolver actuações e que afecte o subsolo. se forem também de resultado positivo. 3 . dentro das mesmas dimensões. 2 . 2) Não se alterará a ordem e a proporção dos vãos originais. com plantas onde se assinalam os elementos. assim como justificação dos compromissos estabelecidos com eles. nem 1 m2 de superfície. será obrigatória a emissão de relatório subscrito pela Divisão de Cultura da Câmara Municipal de Sintra. Tais áreas e seus vestígios não poderão ser destruídos ou afectados. comprovadamente. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. Artigo 77. SUBSECÇÃO II Condições de tramitação das obras quanto ao património arquitectónico Artigo 78. b) Descrição fotográfica do edifício e dos seus elementos mais característicos.O conjunto de operações. proceder-se-á à realização das operações de exploração e prospecção arqueológicas e. que não deverão exceder os 60 cm de altura. praticar-se a oportuna escavação arqueológica. poder-se-á exigir.º Normas para o nível 1 Artigo 76. artístico.Os pedidos para licenciamentos que afectam a totalidade do edifício ou as actuações parciais cuja envergadura o exijam. e para além da documentação normalmente exigida para diferentes tipos de obras. ser protegidas de destruição.Se o relatório não considerar necessário realizar operações de prospecção ou se efectuadas estas forem de resultado negativo. 2 . Também poderão admitir-se. quaisquer que sejam. As estações deste nível 2 deverão. dentro dos quais se poderão instalar anúncios e letreiros. inicia-se o prazo de apreciação estabelecido na legislação geral.Para a instrução do pedido de licenciamento de obras poderão exigir-se outros elementos que venham a ser fixados em posturas municipais ou em actos consequentes ao Plano Director Municipal.pertencem a este nível as áreas com vestígios que possuam especial interesse científico.pertencem a este nível as áreas com vestígios arqueológicos cuja localização é simplesmente conjecturável. Nível 2 . face ao tipo de obra requerido. ou excepcional estado de conservação. d) Detalhe pormenorizado dos usos actuais e efeitos sobre os utentes. 1 . total ou parcialmente.

ao reforço dos tecidos social e económicos preexistentes e de nenhuma forma perturbar as preexistentes.º Âmbito de protecção 1 . Artigo 84. tipologias construídas.º Condições de execução de obra Aplicar-se-á o regime estabelecido nas presentes normas urbanísticas.º Obras permitidas Sendo certo que os núcleos ou parte dos núcleos se compõem por formas de agregação de edifícios e espaços.Os elementos sujeitos a este regime de protecção são identificados no catálogo respectivo cuja elaboração deverá consistir preocupação sistemática do planeamento e gestão municipal e estar inseridos nos limites de núcleos urbanos históricos e delimitados na carta de ordenamento.Perante qualquer solicitação de licenciamento de obras. adequar-se às situações morfológicas e tipológicas preexistentes e por forma a contribuir para o reforço das características do sítio objecto da actuação.Por cada 100 m2 de área a escavar deverão contar-se 20 dias úteis e por cada 100 m2 de área a sondar 10 dias úteis.º Imagem global O nível de protecção determina que seja defendida a imagem global construída e de forma a preservar as suas características morfológicas (estrutura urbana. 2 .PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 Artigo 79. tal princípio deverá ser eventualmente revisto. Estabelecendo-se um único nível de protecção. Artigo 86. avaliação do PDM e incentivos GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. 4 .As normas de protecção serão de aplicação sobre o conjunto de núcleos urbanos ou partes de núcleos urbanos que. revelam elementos caracterizadores da identidade histórica local e significam parte importante na elaboração da consciência da cidadania. será obrigatória a emissão de relatório subscrito pela Divisão de Cultura da Câmara Municipal de Sintra. as estações e vestígios em questão poderão eventualmente passar ao nível 3. dos vestígios e estações aqui insertos. poderá ser estabelecido outro quadro de níveis. caso a caso. durante as escavações e sondagens. Artigo 80. Artigo 85. Os actos e figuras de planeamento consequentes ao nível de Plano Director Municipal poderão definir. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. o regime de usos desde que sempre balizados pelos princípios para a protecção do património histórico expressos no presente Regulamento. CAPÍTULO VI Da execução. é permitida a execução de obras já referenciadas nos artigos 73.º Normas para o nível 3 Atendendo ao carácter específico e inalienável das estações e vestígios arqueológicos insertos neste nível 3. dependendo no entanto obrigatoriamente tal alteração de escavações arqueológicas prévias em pelo menos 50% da área considerada e em sondagens nos restante 50%. 2 . São considerados desde já os núcleos urbanos constantes no anexo V a este Regulamento. caso a caso. ritmos e dimensão de vãos). articulação. SECÇÃO V Protecção de núcleos urbanos históricos Artigo 81. materiais e cores. justificada e explicitamente. e ainda: as obras de infraestruturação. e que afecte o subsolo.pt 122 . simples consulta que pressuponha o desejo de desenvolver actuações.º. SUBSECÇÃO I Normas de protecção Artigo 83. 3 . equipamento e mobiliário urbanos. arborização e ajardinamento deverão. deverão ser liminarmente indeferidas quaisquer solicitações de licenciamento de obras que afectem as suas áreas. por sistema.Conforme os resultados histórico-arqueológicos obtidos. durante o processo de elaboração de actos e figuras de planeamento consequentes ao nível de Plano Director.º Regime de usos O regime de usos deverá corresponder à preocupação de compatibilização exigível com os usos residenciais e de actividades existentes e as novas intervenções deverão conduzir.º Normas para o nível 2 Artigo 82. devendo tal indicação.131 .º e ainda a de construções novas. constar. forma de agregação. devendo umas e outras respeitar as condições já expressas no presente Regulamento.Ainda que o princípio orientador inerente ao nível 2 aponte para a não destruição.º e 74. por traduzirem elementos fundamentais na construção da imagem global do concelho. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.º Níveis de protecção 1 . se for o caso. no relatório subscrito pela Divisão de Cultura (Gabinete de Arqueologia. Arte e Etnografia). artigo 73. total ou parcial. na consideração de que.

Oeiras. 7 . Barrunchal. n. através de adequados processos de planeamento e gestão. Casal Novo. de 26 de Março de 1998. 5 .O PDM-Sintra é executado pelos órgãos e serviços do município. Cabra Figa. Varge Mondar e Casal do Moinho. Portaria n. na redacção dada pelo Decreto-Lei n. adiante designados: Olival Santíssimo.º445/95. Serra da Silveira.º Execução 1 . 8 – Nos sectores territoriais delimitados à escala 1:10 000 na carta de ordenamento do PDM e dele fazendo parte integrante. publicado no Diário da República.º250/94.1 – Para as restantes Áreas Urbanas de Génese Ilegal delimitadas ao abrigo do regime excecional para a reconversão urbanística das áreas urbanas de génese ilegal. tendo em atenção os critérios cumulativos constantes do n. desde que em perímetro urbano. a elaboração do plano de actividades anual e plurianual e do orçamento do município deverão adequar-se à concretização da proposta e programas contidos no PDM e designadamente definidas nas medidas de política municipal de ordenamento inscritas no relatório. aplicam-se. Carrascal de Manique e Quarteiras Oeste.º Monitorização A monitorização do PDM desenvolve-se. de 15 de Outubro.. Artigo 88. 3 .O município de Sintra deverá promover as alterações a todas as posturas municipais por forma a fazê-las adequar às determinações do Plano Director Municipal. Casal de Cambra/Serra da Helena. Carrascal.1.Mantém-se em vigor o Plano de Pormenor de Salvaguarda do Bairro de Almeida Araújo. que permitam a sua reconversão. em Queluz. metropolitano.º Metodologia de articulação 1 . Abrunheira (Arroteias.Na elaboração do PDM-Sintra foram considerados os projectos de loteamento e construção aprovados pelos competentes órgãos do município e observados os processos de planeamento então em curso. SECÇÃO II Articulação Artigo 89. Amadora e Loures.Mantém-se em vigor o Plano Geral de Urbanização de Sintra publicado no Diário da República. por meio das seguintes acções: a) Recolha e actualização da informação relativa à dinâmica urbanística. Bairro Novo de Vila Verde. os licenciamentos decorrentes da aplicação do Decreto-Lei n. Terras de Maçarocas).ª série. de 26 de Março. Ginjal. de 29 de Novembro. de 16 de Maio de 1996. c) Apreciação de quaisquer acções. regional ou nacional que envolvam consequências ao PDM-Sintra. Raposeiras.º 203/98.º448/91. Mafra. Cavaquinhos. b) Verificação da compatibilidade das medidas de planeamento com as disposições do Plano Director e sua inserção nestas.A política de investimentos municipais. Casal do Marmelo.pt 123 . 2 . Encosta de São Marcos. e do Decreto-Lei n.2 – Nas Áreas Urbanas de Génese Ilegal parcialmente classificadas como espaço urbano ou urbanizável. Casal da Xutaria. 2 – Todas as situações constituídas ao abrigo dos instrumentos referidos no número anterior são válidas. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 SECÇÃO I Execução e monitorização Artigo 87. os atos de gestão urbanística devem ter como referência os índices e parâmetros deste Regulamento. tanto públicas como privadas. desde que não contrariem o PDM-Sintra. cujo impacte no quadro de objectivos do Plano Director a Câmara considere de significativa relevância.º 72. d) Acompanhamento e apreciação dos processos de planeamento intermunicipal. 1. Casal do Pelão. de 20 de Novembro.º 114.A política de articulação de investimentos intermunicipais. os índices e parâmetros correspondentes ao uso do solo predominante. sempre que não seja possível a reconversão de acordo com o disposto nos pontos 4 e 4. 4. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. 4. n. entre outras. Casal do Outeiro. 6. e) Apreciação de iniciativas de revisão ou alteração ao Plano Director por decisão da Câmara Municipal e sua execução de acordo com o processo previsto na lei geral e neste Regulamento.131 .O PDM mantém em vigor a consideração dos projectos de urbanização de reconversão das áreas urbanas de génese ilegal. Estrada da Cavaleira.O município deverá promover a articulação permanente entre o processo de planeamento municipal PDM com os processos de planeamento do Parque Natural de SintraCascais e Plano Regional de Ordenamento do Território da Área Metropolitana de Lisboa e com os processos PDMCascais. 3 . supramunicipais e com as empresas prestadoras de serviços públicos deverão observar as indicações do PDM-Sintra. Peças.º 1 do artigo 5º do regime excecional para a reconversão urbanística das áreas urbanas de génese ilegal. 4 . 2. sobretudo em áreas territoriais limítrofes e na programação de iniciativas ou investimentos intermunicipais. Bairro João da Nora. na redacção dada pela Lei GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.ª série-B.

º Processo de avaliação 1 . d) Nos empreendimentos ou edifícios onde se operem iniciativas de redução de consumo energético. se localize no território municipal. c) Revelem manifesto interesse ambiental. Artigo 91º-A Relevante interesse municipal 3 . cooperativa e qualificação e reestruturação de áreas urbanas de génese ilegal. desporto. qualificação e valorização do ambiente urbano. c) Correspondam a investimento direto global igual ou superior a 5 milhões de Euros. f) Nas actuações de edificabilidade destinadas a produzir processos de reabilitação de edifícios patrimoniais considerados em inventário municipal. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. 2 . de 2 de março.º26/96. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. 3. e pelo Decreto-Lei n. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. desde que cumpram dois dos seguintes critérios: a) Possuam relevante atividade interna de Investigação e Desenvolvimento.1 .º211/92. ensino.O incentivo traduz-se em admitir um acréscimo até 20% aos parâmetros urbanísticos nas operações de edificabilidade de obras singulares ou de operações de loteamento. pelo menos. 4 . ainda. formação profissional. os projetos que não satisfaçam as condições enunciadas nas alíneas c) e d) do número anterior. 2 .O balanço anual será objecto de apreciação pela Assembleia Municipal. b) Correspondam a atividades económicas especializadas com produção relevante de bens e serviços transacionáveis. b) Na realização de actuações de erradicação de barracas ou de programas de habitação social. mediante pedido e sujeito a deliberação da Câmara Municipal.º69/90. prevenção e segurança e de assistência a idosos. Artigo 90.pt 124 . traduzida numa parte significativa da sua actividade ancorada em patente desenvolvida pela empresa.Com vista à concretização dos objectivos gerais do PDMSintra e da condução de políticas de melhoria. Artigo 91. as seguintes acções: a) Recolha de informação relativa à actuação dos órgãos e serviços municipais. de 24 de Junho. ou filial. bem como das revisões e alterações do PDM. ser excecionalmente reconhecidos como de relevante interesse municipal. de 1 de Agosto. aprovação e ratificação de planos de pormenor nos termos definidos no Decreto-Lei n. c) Na realização de equipamentos colectivos de interesse estratégico da administração central ou local.º Processo de incentivos 1 . SECÇÃO III Avaliação e) Nas actuações que se traduzam em mudanças de uso habitacional para usos de equipamentos nas áreas da saúde. c) Proposta das medidas necessárias à execução e eventual rectificação do processo.131 . são definidos incentivos a iniciativas que para a Câmara Municipal configurem relevante interesse. de 8 de Outubro.A avaliação compreende. os investimentos que reúnam cumulativamente as seguintes condições: a) Correspondam a investimentos de entidades cuja sede social.relatório de progresso . de edifícios de interesse arquitectónico singular e nas actuações de reabilitação (com ou sem ampliação) de edifícios degradados em meio urbano.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 n. na redacção dada pelo Decreto-Lei n. 1 . designadamente: a) No estímulo à transferência de actividades de indústria ou de armazenagem nocivas existentes em meio urbano para as áreas industriais existentes e propostas no PDM-Sintra.Todas as estruturas orgânicas da Câmara Municipal de Sintra fornecerão a informação necessária à avaliação referida nesta secção.º155/97.previsto no número anterior será apresentado à Câmara Municipal até Julho do ano seguinte a que diz respeito.O balanço . b) Elaboração do balanço anual das acções previstas no PDM. designadamente a actos projectuais de arquitectura solar passiva. devem suceder à elaboração.Podem ser considerados Projetos de Relevante Interesse Municipal (PRIM).Podem. b) Possuam forte componente de inovação aplicada. 2 . SECÇÃO IV Incentivos d) Criem um número de postos de trabalho diretos igual ou superior a 10.O Plano Director Municipal será objecto de avaliação cujos resultados permitirão apreciar o desenvolvimento do quadro propositivo e dos objectivos nele estabelecidos.

Na Área de Reabilitação Urbana do Centro Histórico de Sintra. admitem-se usos diferentes dos dispostos no Plano Geral de Urbanização de Sintra (publicado em Diário da República. a majoração referida no número anterior pode ser atribuída mesmo que essas já ultrapassem os parâmetros urbanísticos da respetiva classe de espaço definida em plano municipal de ordenamento do território em vigor.ª série. serão objeto de regulamento municipal próprio a submeter.Para as construções existentes nas Áreas de Reabilitação Urbana (ARU). bem como no registo predial.º 4.O disposto nos números 2 e 3 anteriores apenas poderá ser concedido uma única vez.º 114. 4 . Incluem-se no número anterior as infraestruturas de apoio à política de mobilidade urbana. desde que o propósito da intervenção sirva a reabilitação e revitalização urbanas. 5 . n. 6 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.º 1 do artigo 8º do regime jurídico referido no número anterior.São Áreas de Reabilitação Urbana (ARU) as delimitadas pela Assembleia Municipal nos termos do regime jurídico da reabilitação urbana. 8 . e correspondam a ampliações de instalações cuja atividade não tenha sido interrompida nos últimos 12 meses. cuja tipologia e condições de aplicação serão aprovadas no regulamento referido no número seguinte. a aprovar pela Câmara Municipal. 4 . estando o incentivo atribuído sujeito a registo no título a emitir. 2 .O regime específico aplicável aos PRIM. ou a supressão de carências ao nível dos equipamentos e infraestruturas de utilidade pública.Para efeitos do número anterior. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. como a construção de silos para automóveis. quando se trate de intervenções inseridas na classe de espaços urbanos (artigo 25. da respetiva classe de espaço estabelecidos em PMOT em vigor.131 . 7 . até 25% desde que tal acréscimo contribua para a reabilitação do edificado existente. desde que devidamente enquadrados na paisagem e no tecido urbano. 3 .pt 125 . à aprovação da Assembleia Municipal. sem necessidade de verificação de qualquer outra condição no Plano Geral de Urbanização de Sintra (publicado em Diário da República. sob proposta da Câmara Municipal. 5 . poderá ser atribuída uma majoração dos parâmetros urbanísticos. desde que daí resulte uma qualificação da frente urbana correspondente. a majoração poderá ser atribuída em função dos indicadores descritos no n. devidamente fundamentada na melhoria das condições de habitabilidade e de rentabilidade económica do investimento. sendo a majoração dos parâmetros urbanísticos da respetiva classe de espaço estabelecida em PMOT em vigor.º 3 do art. através da majoração atribuída.O disposto nos números 2 e 3 do presente artigo inclui a possibilidade de acerto de cérceas. n.O benefício atribuído no âmbito deste artigo não é cumulativo com outros descritos nesta seção. nomeadamente por ser desproporcionado ou incomportável o esforço de relocalização da atividade ou constituir necessidade imperiosa da atividade. e previstos no Programa Estratégico da Área de Reabilitação Urbana do Centro Histórico de Sintra.As Áreas de Reabilitação Urbana (ARU) constituem Projetos de Relevante Interesse Municipal.ª série.º) e se trate de construções e atividades de carácter eminentemente industrial.º 114.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 d) Possuam forte vocação exportadora. nos termos do disposto na alínea a) do n. em casos devidamente justificados e fundamentados. até 50% desde que daí resulte uma solução devidamente integrada arquitetónica e morfologicamente. de 16 de maio de 1996) Artigo 91º-C Áreas Urbanas de Génese Ilegal GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. 2.º 29 (espaços industriais). 2. e a qualificação do espaço em causa e sua envolvente. 7.Os PRIM serão objeto de contrato de investimento com o Município. que corresponda à modalidade de reabilitação sistemática. e daí resulte uma solução devidamente integrada arquitetónica e morfologicamente com a envolvente. desde que daí resulte uma solução devidamente integrada arquitetónica e morfologicamente. 3 . de 16 de maio de 1996). sem prejuízo da salvaguarda de edifícios de valor histórico e arquitetónico. nomeadamente o desenvolvimento dos critérios de determinação do interesse municipal.2 do artigo 25º. a forma de verificação e as matérias de fiscalidade autárquica. 6 . desde que sigam a modalidade de reabilitação sistemática prevista na alínea b) do n. bem como no registo predial. reconversão ou reconstrução.A declaração de relevante interesse municipal é estabelecida pela Câmara Municipal nos termos do regulamento referido no número anterior.A majoração prevista nos números anteriores apenas poderá ser concedida uma única vez. 9 . e a qualificação do espaço em causa e sua envolvente. e na sua integração arquitetónica e morfológica.Na medida do relevante interesse municipal. estando o incentivo atribuído sujeito a registo no título a emitir. nos termos do artigo 91º-A e sem necessidade de verificação dos critérios estabelecidos nos seus números 1 e 2. desde que da solução resulte uma intervenção de reabilitação. estabelecendo-se aí os incentivos a conceder e as obrigações concretas a realizar por parte do investidor. Artigo 91º-B Áreas de Reabilitação Urbana 1 .

º 1. Artigo 93. no âmbito da decisão que recair sobre a operação urbanística que prossiga um dos objetivos acima enunciados. Artigo 91º-D Crédito e transferência de edificabilidade 1 . e) Reabilitação do património cultural e edificado. isto é. por aplicação dos parâmetros urbanísticos constantes do presente regulamento. que tenha a natureza de solo urbano.º 118/2013 de 20 de Agosto. a legalizar/licenciar. ou incluir edifícios da arquitetura tradicional.pt 126 .Para concretização do objetivo de manutenção. 4 . 6 . através da majoração atribuída. constituir património classificado ou a classificar.º Da revisão A revisão do PDM-Sintra requer o procedimento estabelecido no artigo 19. a edificabilidade que.O terreno que.º Da alteração e suspensão d) Reabilitação do edificado degradado. h) Adoção de soluções bioclimáticas e de eficiência na utilização de recursos. desde que este último se integre em perímetro urbano. e promovido o correspondente registo predial.Da operação urbanística que.º4.o do Decreto-Lei n.º 1 do presente artigo.º 155/97. g) Habitação com fins sociais. na redacção dada pelo Decreto-Lei n. CAPÍTULO VII Disposições finais SECÇÃO I Disposições finais Artigo 92.O disposto no número anterior inclui a possibilidade de acerto de cérceas. e a construção a executar reúna condições à obtenção da classificação A ou superior no âmbito da certificação energética de edifícios estabelecida nos termos do Decreto-Lei n.São Áreas Urbanas de Génese Ilegal (AUGI) as delimitadas nos termos do regime excecional para a reconversão urbanística das áreas urbanas de génese ilegal. de 2 de Março. nos termos do n. pode constituir crédito de edificabilidade. cultural ou paisagístico. verdes ou de utilização coletiva. pode constituir crédito de edificabilidade a transferir para outro terreno objeto de operação urbanística. sendo a majoração dos parâmetros urbanísticos. e no âmbito do processo de reconversão nos termos do regime jurídico excecional referido no n. nos termos do disposto na alínea a) do n. 4 . é emitida correspondente certidão. desde que daí resulte uma qualificação da frente urbana correspondente.O crédito de edificabilidade pode ser atribuído. f) Dotação adequada em infraestruturas. urbana e rural.Para que possa operar a transferência de edificabilidade a operação urbanística a executar deve seguir um dos seguintes objetivos: a) Conservação da natureza e da biodiversidade. até 50% desde que tal acréscimo seja imprescindível ao processo de reconversão. por requerimento do interessado. e daí resulte uma solução devidamente integrada arquitetónica e morfologicamente com a envolvente. i) Promoção da demolição de edifícios que obstaculizam à qualificação do espaço público e fruição pela população de espaços livres. se refira a construções já edificadas. para a promoção de espaço ou serviços de interesse público. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. 2 . nos termos do artigo 91º-A e sem necessidade de verificação dos critérios estabelecidos nos seus números 1 e 2. resulte a atribuição de crédito de edificabilidade. resulte para um determinado terreno. 3 . e que não possa ser realizada. 2 . por forma a alcançar-se a efetiva reabilitação do edificado de referência ou da paisagem. de 24 de Junho. nomeadamente o património constante do Anexo IV. j) Instalação ou ampliação de instalações destinadas a atividades económicas. situar-se em área classificada como núcleo urbano histórico identificados no Anexo V. c) Prevenção ou minimização de riscos coletivos inerentes a acidentes graves ou catástrofes e de riscos ambientais. por aplicação dos parâmetros urbanísticos constantes do presente regulamento. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.O disposto nos números 2 e 3 anteriores apenas poderá ser concedido uma única vez. equipamentos. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. podendo o seu titular utilizar os respetivos créditos em imóvel integrado em perímetro urbano. bem como na certidão da conservatória do registo predial. 5 . resulte para um determinado terreno. que tenha a natureza de solo urbano.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 1 .As AUGI constituem Projetos de Relevante Interesse Municipal. b) Salvaguarda do património natural. nos termos do n.º 2 do presente artigo. estando o incentivo atribuído sujeito a registo no título a emitir.º 69/90. a edificabilidade concreta que. 3 . cujo interesse de reabilitar seja reconhecido pelo município. reabilitação e regeneração do património de memória e referência territorial.Para concretização do objetivo de compactação urbana.131 . isto é.2 do artigo 25º. espaços verdes ou outros espaços de utilização coletiva. da respetiva classe de espaço estabelecida em PMOT em vigor. viabiliza o crédito de edificabilidade à operação urbanística é cedido gratuitamente ao Município.

Nos casos previstos na alínea c). para além das competências específicas que nesta matéria detém a administração central. e por um representante da Câmara Municipal de Sintra.º Dos diplomas citados no Regulamento Caso os diplomas referidos neste Regulamento venham a ser eventualmente substituídos. as determinações respectivas passam a ser as estabelecidas no novo diploma instituidor.de 24 de Junho. Deve ser observado o regime disposto nos artigos 54.º Fiscalização Compete à Câmara Municipal de Sintra.º 445/91.º 211/92. 4 . Artigo 94.º 26/96.A legalização de estabelecimentos industriais observará as disposições do Decreto Regulamentar n. da Direcção Regional do Ambiente e Recursos Naturais.º e 62. de 2 de Março. de 15 de Outubro. de 20 de Novembro.º 448/91. Artigo 98. de 8 de Outubro. b) Parecer favorável condicionado ao cumprimento de eventuais restrições ou adequações funcionais.º Entrada em vigor O presente diploma entra em vigor no dia da sua publicação. sempre que esta não for a entidade coordenadora do licenciamento. de 24 de Junho. da Comissão de Coordenação da Região de Lisboa e Vale do Tejo. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.º 155/97. c) Parecer desfavorável.º 334/95. na redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 250/94. na redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 25/93. a entidade coordenadora procede à emissão da respetiva licença após a verificação do cumprimento das condições e restrições impostas. o pedido de legalização deverá ser indeferido. de 17 de Agosto.º 29/92. e no artigo 25. e pela Lei n.º 69/90.º e 59. de 2 de Março.º 26/96. os artigos 57.º Da legalização de construções existentes 1 . de 29 de Novembro.pt 127 .º 69/90.º do Decreto-Lei n. na redacção dada pelo Decreto-Lei n.º. na redacção dada pela Lei n.º do Decreto-Lei n.º 448/91.º 445/91. sempre que a construção ou estabelecimento ocorra no Parque. de 1 de Agosto. na redacção dada pelo Decreto-Lei n. Artigo 97. o artigo 26.º e 58. a fiscalização do cumprimento do presente diploma.º 69/90. de 28 de Dezembro. de 20 de Novembro. de 20 de Novembro. reforço e manutenção das infraestruturas urbanas) são as determinadas no Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação de Sintra e as do Regulamento de Taxas e Outras Receitas de Sintra. os artigos 55. e o Decreto-Lei n. o artigo 56. na redacção dada pela Lei n.º Taxa de urbanização As taxas de urbanização (taxas devidas pela realização. de 1 de Agosto.º do Decreto-Lei n. observando. e no Decreto-Lei n. Artigo 100. por um representante da entidade Parque Natural de SintraCascais. Artigo 99.º 69/90. 2 — Deve ser observado o artigo 52. e o artigo 24.º do Decreto-Lei n. designadamente. de 1 de Agosto. parecer que pode assumir uma das seguintes formas: a) Parecer favorável. de 8 de Outubro.º 250/94. é criado um grupo de trabalho composto por representantes da entidade coordenadora do licenciamento. Artigo 95.º Coimas 5 .º do Decreto-Lei n. 61.º 155/97. referidas na alínea b) do número anterior. de 2 de Março. de 2 de Março.o do Decreto-Lei n.º 27/96. no todo ou em parte. Artigo 96. de 29 de Novembro.º do Decreto-Lei n. de 29 de Novembro.Nos casos previstos nas alíneas a) e b) do número anterior.º 334/95. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. de 5 de Setembro.131 . PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. de 28 de Dezembro.o e 21.º do Decreto-Lei n.Para efeitos de análise e decisão de processos de licenciamento referentes à legalização de construções e de estabelecimentos já existentes à data de entrada em vigor do Plano Director Municipal e integrados ou não em perímetros urbanos. na redacção dada pelo Decreto-Lei n. 2 .º 445/91.º 211/92.º Classificação de ilegalidade 1 — O licenciamento de obras em violação do PDM-Sintra constitui ilegalidade para efeitos do disposto na Lei n. 3 .O grupo de trabalho referido no número anterior tem o prazo de 90 dias para emitir parecer sobre a legalização requerida.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 As disposições do PDM-Sintra podem ser alteradas ou suspensas nos termos estabelecidos nos artigos 20. nos artigos 58. na redacção dada pelo DecretoLei n.º e 55. de 15 de Outubro.º 448/91.º do Decreto-Lei n.º do Decreto-Lei n.

50 4.00 20.00 25.00 2.00 - Distância mínima das interseções 50.5 0.00 35.50 2.00 75. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.00 150.00 Raios mínimos 30.00 6.00 80.20 18.75 0.131 .00 50.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 ANEXO I (artigo 46.00 120. públicos Não GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE.00 200.00 6.00 4.00 80.pt 128 .50 0.00 - 7.00 300.00 30.00 50.75 - - - - - - - - - - Sim Sim Sim Não Não Não - - Possibilidade de faixa reservada a transp.00 1 200 1 400 1 200 1 200 1 200 600 600 600 1 200 600 600 600 600 300 300 300 600 300 Curvatura convexa - Vertical côncava 600 1 000 Pendentes máxima 8a 12% 12% 10% 7% 7% - 7% 10% - 10% 10% 15% 7% 10% Valetas 0.00 4.00 180.00 Faixas separadoras Não Não Não Não Não - Não Sim Não Não Não Não - Não Controlo e acessos Não Não Não Não Sim - Sim Sim Sim Não Não Não - Não Possibilidade de parqueam.50 4.00 100.00 35.00 5.80 2.50 18. nas faixas centrais Não Não Não Não Não - Não Sim Não Não Não Não - Sim Possibilidade de vias de serviço Não Não Não Não Sim - Sim Sim Sim Não Não Não Sim Não Largura mínima dos passeios 0.50 3.00 12.00 30.75 0.00 7.00 - 100.00 7.75 0.50 - 2.00 7.80 4.º) Dimensões e recomendações de referência do sistema viário Estradas municipais Vias interurbanas municipais Vias metropolitanas Itinerários complementares Penetração saída Alamedas Avenidas Entre quarteirões Interior quarteirões Locais Vias industriais Vias parques Vias especiais Caminhos municipais Vias urbanas Caminhos agrícolas Vias e estradas Largura mínima das faixas 4.00 75.00 35.00 15.00 75.00 12.00 - 120.00 5.75 0. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra.

Capela de São Marcos. Castelo dos Mouros. Castelo. no Cacém. Convento da Ordem do Carmo. Praia da Samarra. villa romana em Santo André.º 2 do artigo 64. 34. em Belas. Jardim Raízes. em Dona Maria. em Massamá. na Rua da Abreja. Largo do Mercado. jazidas de dinossáurios. anta de Senhor da Serra. fonte neomourisca. Capela de Nossa Senhora dos Enfermos. pelourinho. em Montelavar. em Morelena. Capela de Nossa Senhora da Consolação. em Belas. na Ulgueira. Portal. no Castelo dos Mouros. Convento dos Capuchos. no cabo da Roca. no Largo da Escola. na freguesia de Belas. Rossio. Ribeira da Perdia Longa. Gruta da Arranchada. na Estrada da Pena. na freguesia de São Martinho. Granja dos Serrões.º) Património arqueológico. Pedroso. Pena. na Rua do Visconde de Monserrate. em São Martinho. em Azenhas do Mar. Lagoa Azul. Praia do Magoito. Capela de São Mamede. Ulgueira. capela das Mercês. na Rua de C. Cacém. em Belas. Fonte da Aldeia. Ribeira do Camejo. Parque do Dr.131 . ponte/calçada. em Queluz Ocidental. Casa-Museu Anjos Teixeira. nas Mercês. Ribeira da Maceira. em Sintra. Praia Pequena. Igreja de Nossa Senhora da Assunção. Estalagem dos Cavaleiros. em Rio de Mouro Velho. em Queluz. anta de Monte Abraão. em Cabriz. Moinho da Mata. em Covas. Ribeira da Mata. Jardins de Seteais. Convento da Santa do Carmo. Grutas de Olelas. na freguesia de São Martinho. Jardim 25 de Abril. Convento/Capela de Nossa Senhora da Peninha. anta da Estria. Ribeira da Ursa. Parque de Monserrate. antas de Adrenunes. Gruta da Pedreira da Gargantada. Praia das Maçãs. Fojo dos Morcegos. Estrada Velha. Celeiro Municipal. em Colares. em Sintra. fonte. na freguesia de Belas. na freguesia de São Martinho. na freguesia de São Martinho. Manuel Arriaga. em Sintra. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. em Queluz. no Largo de Ferreira de Castro. em Fonte Aranha. em Pedra Furada. na freguesia de São Martinho. marco. Fojo da Adraga. em Colares. na freguesia de Montelavar.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 ANEXO II (n. em Queluz.) ANEXO IV (n. em Camarões. Capela de Nossa Senhora do Monte Carmo. tholos. na Rua da Ferraria. Capela de Santo António. em Colares. no Cacém. Ribeira da Laje. Praia Grande. barragem/aqueduto. Jardim de Nossa Senhora de Fátima. aqueduto. em Entrada de Agualva. na Volta do Duche. Capela de Nossa Senhora da Conceição. na Vila Velha. Praia do Cavalo. Pedra de Alvidrar. Igreja da Misericórdia. Negrais. Ribeira da Capela. Ribeira de Colares. Parque das Merendas. pórtico da Igreja da Misericórdia. Calhau do Corvo. na freguesia de São Martinho. em Sintra. Igreja de Nossa Senhora da Misericórdia. arquitectónico e monumental Capela do Espírito Santo. campo de lapiás. Castelo dos Mouros.º) Parques e jardins de interesse Parque 25 de Abril. Matinha. Praia do Rodízio. Ribeira da Ponte. 33. Gruta de Colaride. Praia da Adraga. Fonte da Pipa. e Igreja Paroquial de São Martinho. em Colares. Parque da Pena. em Almoçageme. Ribeira do Mourão. Jardim da Sede da Bola. Capela de Nossa Senhora da Piedade. Ribeira do Jamor. Ribeira de Caparide. antas em Outeiro das Mós. Gruta do Quifel. Ribeira do Falcão. Capela de Nossa Senhora da Conceição. Capela de Santa Margarida. em Agualva. no Largo de Latino Coelho. Capela de São João Baptista. Pedra da Ursa. Cruz Alta. (A situação e as características do elemento natural e paisagem estão descritas no relatório do PDM. Praia da Aguda. em Sintra. Palacete Pombal. em Queluz. Cabo da Roca. Gruta do Mouro. Gruta de Rio de Mouro. Parque das Merendas. GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. em Janas. Grutas da Ursa.pt 129 . na freguesia de São Martinho. em Almargem do Bispo. Gruta da Pedreira de Colaride. Capela de São Lourenço. Ribeira de Barcarena. Igreja de Santa Eulália. Ribeira da Samarra. Capela do Espírito Santo. Chalet Biester. antas. Lomba dos Pianos. Capela de São Saturnino. Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Purificação. Capela de Nossa Senhora da Salvação. Casa-Museu Leal da Câmara. ANEXO III (n. na Rinchoa. Praia da Vide. Gruta da Foz. igreja matriz de Rio de Mouro Velho. em Colares. Casa Visconde Almeida Araújo. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D.º 3 do artigo 60. na serra de Sintra. em Albarraque. Jardim da Avenida. Peninha. na Vila Velha. Ribeira do Louriçal. em Queluz. Gruta da Adraga. Anços. na Praia das Maçãs. Praia de São Julião. em Cortegaça. Albergaria Espírito Santo. na Quinta da Torre. em São Marcos. na Rua da República. Gruta da Praia do Cavalo. na serra de Sintra. conjunto megalítico em Pego Longo. na serra de Sintra. 2. Grutas de Vale Flor. em Colares. em Carenque. na Azenha da Sardinha. Parque da Liberdade. no Magoito. Capela de Nossa Senhora da Piedade. Jardins de Queluz. Azenhas do Mar. em Montelavar. na freguesia de Montelavar. na freguesia de Queluz. em Belas. Palácio Nacional de Queluz. Capela de São Pedro. Caos de Blocos. em Almargem do Bispo. Penedo.º) Elementos naturais e paisagens Praia da Ursa. em Santa Eulália. Igreja de São Pedro. Monge. no Largo de Gregório Almeida.º 2 do artigo 68. Aqueduto das Águas Livres. freguesia de São Martinho. no Penedo. Casa dos Penedos. Grutas Pedra de Alvidrar. no Cacém. em Massamá. na vila de Sintra. Ribeira da Mula. Gruta da Samarra. Fonte Cabo da Roca. na freguesia de São Martinho. em Colares. na Estrada da Pena. Jardim da Preta. arco. em Montelavar. Capela de Nossa Senhora de Milides. na Quinta da Capela. Igreja da Misericórdia. em Colares.

na Rua de António Cunha. em Santa Eufémia. da Chilreira. Fonte Velha. de Alvarinhos. do Sabugo. em Terrugem. Fernando II. Palácio/Parque de Monserrate. Torre dos Ribafrias. características e os edifícios com interesse estão descritos no relatório do PDM. da Pernigem. Afonso Henriques 2710-520 Sintra Telef: 219247000 Fax: 219247070 Endereço Eletrónico: gpdm@cm-sintra. chafariz. cadeia comarcã. no Largo de Virgílio Horta. 4. na freguesia de Santa Maria. Villa de São Miguel.º 2 do artigo 81. (A situação. Amélia. da Catribana. na Estrada Velha. de Rio de Mouro Velho. Capela de Santo Amaro. na freguesia de Santa Maria. de Almoçageme. Paços do Concelho. Chalet da Condessa d'Elba.) ANEXO V (n. Capela de São Lázaro. na Estefânia. na freguesia de Santa Maria. do GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL – DIREÇÃO MUNICIPAL DE AMBIENTE. na freguesia de Terrugem. de Montarroio. pelourinho. C. no Parque da Pena. do Funchal. Villa Roma. no Lourel. em Odrinhas. em Corredoura. Linhó. em Pernigem. em Assafora. de Albarraque. albergaria. na Quinta da Fonte. na Aldeia Galega. de Janas. tholos. em Assafora. na Rua de D. Convento das Doroteias. Capela de São Roque. junto à estação da CP em Sintra. Casa-Museu Cunha e Costa. na Penha Longa. Museu Arqueológico. na freguesia de São Martinho.) (A situação. em São João das Lampas. Capela de Santa Eufémia. na Catribana. na Estrada Velha. da Idanha. na Estefânia. na Barreira. Igreja de Santa Maria. conjunto megalítico. Palácio dos Ribafrias. Convento da Trindade. em Odrinhas. em Bolelas. no Terreiro da Rainha D. em São João das Lampas. Capela de São Sebastião. Vila Velha. no Lourel. de Azenhas do Mar. Palácio Valenças. do Penedo. Igreja da Penha Longa. Igreja de São Pedro. Pedroso.131 . de Gouveia. do Pobral. CineTeatro Carlos Manuel. Capela de Nossa Senhora do Ó. Villa de Abóbodas. na Estefânia. Calçada de Santa Maria. Capela de Nossa Senhora da Conceição. Igreja de São João Degolado. Capela de São Romão. pórtico da igreja matriz. Capela do Espírito Santo. Fonte d'El Rei. na Estrada Velha. Pombal. no Parque da Pena. ponte/calçada/azenha. no Lourel. da Assafora. no Largo de Gregório de Almeida. características. de Vale de Lobos. de Bolelas. na Rua de Tude de Sousa. em Armés. de Odrinhas. da Moucheira. na freguesia de Terrugem. igreja matriz de São João das Lampas. Capela de São Miguel. Palácio de Seteais. na freguesia de São Pedro. Igreja de São Miguel. em Cabriz. de Vila Verde e de Alcolombal. fonte. em São João das Lampas. em Odrinhas. de Casas Novas. Torre do Relógio.pt 130 . Palácio da Vila. na Praça da República. R. na Quinta da Maquia. em Cabrela. PLANEAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Praça D. de Terrugem. Casino. em Vila Verde.PROPOSTA DE ALTERAÇÃO REGULAMENTAR AO PDM DE SINTRA Agosto de 2015 Hotel Costa. na Rua do Visconde de Monserrate. da Amoreira. da Cortesia. Capela de Santa Susana. da Ulgueira.º) Núcleos urbanos históricos (aglomerados com valor etnográfico e paisagístico) Núcleos urbanos históricos de Agualva-Cacém. na Estefânia. de Azoia. na Vila Velha. na Vila Velha. Igreja de Nossa Senhora da Conceição. Villa das Rosas. estado e autoria estão descritos no relatório do PDM. necrópole. da Barreira. na freguesia de Santa Maria. Palácio da Pena. Fonte da Sabuga.