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UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS
COLEGIADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA

REFORMA CURRICULAR DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM
GEOGRAFIA (LICENCIATURA E BACHARELADO)
PROJETO PEDAGÓGICO – VERSÃO REVISADA E
ATUALIZADA / SETEMBRO-2013

Nome e código do componente curricular:
GEOA22 Geoecologia
Modalidade: disciplina

Departamento:
Carga Horária: 68
Geografia
T 68 P E
Função:
Natureza: optativa
complementar
Módulo de alunos: 45

Pré-requisito: ------Ementa:
Conceitos básicos sobre a Biosfera e suas características espaciais. As noções fundamentais de
Ecologia: nicho ecológico, biota e as biocenoses. Os fatores ecobióticos do espaço. Os ciclos
biogeoquímicos e suas características: ciclo do nitrogênio, ciclo da água, ciclo do carbono, dentre
outros. As relações alelobióticas e suas características. Os grandes biociclos terrestres e suas
propriedades.
Conteúdo programático:
Introdução ao estudo geográfico da Biosfera: Epinociclo, Talassociclo e Limnociclo; Fundamentos
do estudo da Biosfera: organização sistêmica e conceitos associados; Evolução geoecológica da
Terra: registros das grandes transformações biosféricas; As noções fundamentais de Ecologia:
nicho ecológico, biota e as biocenoses; Os fatores ecobióticos e suas interações no espaço; A
circulação de energia e matéria nos sistemas ambientais: Os ciclos biogeoquímicos e suas
características; Ciclo do nitrogênio, ciclo da água, ciclo do carbono, dentre outros; Os grandes
biociclos terrestres e suas propriedades; Biodiversidade em transformação: reconfiguração da vida;
A Sinecologia: relações entre os seres vivos e suas características; As relações alelobióticas das
Comunidades.
Bibliografia:
BÁSICA
DREW, D. Processos interativos Homem Meio - São Paulo, Ed. Difel, 1986.
LABORIAU, M. L. S. História Ecológica da Terra - São Paulo, 1994, Ed. Edgard B. ltda.
MARTINS, C. Biogeografia e Ecologia - São Paulo, Ed, Nobel, 1985.
COMPLEMENTAR
DAJOZ, R. Ecologia geral - Petrópolis, Ed. Vozes, 1978.
LAGO, A. O que é ecologia - Ed. Brasiliense, 1985.
ROSS, J. L. S. (ORG) Geografia do Brasil. Edusp. FDE, São Paulo, 1996.
SIOLI, H. Amazônia: fundamentos de ecologia - Rio de Janeiro, Vozes, 1985.
TROPPMAIR, H. Metodologias Simples Para Pesquisar o Meio Ambiente - Rio Claro, 1988.

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1978. Ross e IBGE. TRICART. N. As grandes paisagens naturais no Brasil: o litoral. A Amazônia Azul brasileira e sua importância geográfica. Aspectos climáticos do Brasil. Rio de Janeiro: Bertrand. 1977. ROSS. Os regimes fluviais do Brasil. As classificações climáticas aplicadas ao Brasil. UFSC. Vol. suas potencialidades e o seu nível de exploração econômica. O mar territorial brasileiro. As características geográficas do espaço brasileiro. O passado geológico do Brasil e suas principais características. Bibliografia: BÁSICA BÁSICAGUERRA. Os territórios insulares e suas características. As províncias geológicas do Brasil e sua organização espacial. 2002. O litoral e suas características geográficas. S. 1970.Rio de Janeiro. os brejos dentríticos. cerrado e campos brasileiros. Florianópolis. 1997. Os processos eustáticos ocorridos no passado geológico e suas características.. Geomorfologia.UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS COLEGIADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA REFORMA CURRICULAR DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA (LICENCIATURA E BACHARELADO) PROJETO PEDAGÓGICO – VERSÃO REVISADA E ATUALIZADA / SETEMBRO-2013 Nome e código do componente curricular: GEO 171 Geografia do Brasil I-A Modalidade: disciplina Departamento: Carga Horária: 68 Geografia T 34 P 34 E Função: Natureza: optativa complementar Módulo de alunos: 45/15 Pré-requisito: ------Ementa: As características ambientais do espaço e a diversidade de paisagens naturais. 1993. 1994. 85p. BATISTA. J. São Paulo: EDUSP. A circulação atmosférica atuante no Brasil. J. Geomorfologia Ambiente e planejamento . A. ROSS. Os problemas ecológicos dos solos brasileiros e suas características. NIMER. T. São Paulo: IGEO . 41:39. Os grandes domínios fitogeográficos. As grandes dimensões territoriais e suas implicações. As grandes unidades do relevo brasileiro. COMPLEMENTAR AB'SABER. Rio de Janeiro: SUPREN/IBGE. Geomorfologia do Brasil. Os grandes domínios morfoestruturais. Os principais tipos de solos no Brasil: suas características e seus principais problemas ecológicos. Ecodinâmica . climatobotânicos e sua organização espacial. 1990. o pantanal matogrossense. Estrutura e origem das paisagens tropicais e subtropicais. Os grandes domínios climáticos no Brasil.USP. A. A rede hidrográfica brasileira. L. Recursos Naturais e Meio Ambiente . 101 . As classificações do relevo brasileiro: Aroldo de Azevedo. Ed. A vegetação brasileira e sua distribuição espacial. J. J. BRASIL/ IBGE. Climatologia do Brasil. E. As grandes bacias hidrográfica e seu nível de aproveitamento econômico. S. Conteúdo programático: Introdução a análise ambiental do território brasileiro. IBGE (SUPREN) 97p. Amazônia.uma visão do Brasil. Geografia do Brasil. caatinga. Os grandes domínios morfoestruturais do Brasil.São Paulo: Contexto. BIGARELLA. Ab´Saber. J. Os principais enclaves vegetacionais e suas características: as veredas. A grande dimensão territorial do país e suas consequências geográficas. Rio de Janeiro. A organização das paisagens inter e subtropicais brasileiras. OBrasil como contexto da América do Sul. Os grandes ecossistemas ameaçados pelas ações antrópicas. 1 e 2. As grandes bacias hidrográficas.

G. Política de recursos minerais. Ed. V. . M. Conteúdo programático: O significado e a natureza dos recursos naturais. J. classificação e distribuição geográfica dos recursos naturais. Bibliografia: BÁSICA GRAZIERA. WILLIAM. Ícone. Análise ambiental: uma visão multidisciplinar. Proporção de pessoas e recursos. M. C. BOFF. Rev. Folha de São Paulo. out. IBGE. 1984. de Geografia da USP. Política. 10(20):125-148. Formação da terra. 1991. TAUK. 1991. Valorização e avaliação dos recursos. Bases para o zoneamento ecológico econômico. Paixão da Terra . exploração e conservação. Ed. 1985. Outros recursos naturais: Recursos vegetais. P. Exploração dos recursos naturais: no Brasil. 167p. 102 .UNESP. Imago. Recursos hídricos no Brasil. A questão da preservação e da conservação dos recursos naturais. Exploração e conservação dos recursos naturais. BERTRAND. origem dos recursos e o mar com fonte de recursos naturais. Recursos minerais no Brasil. Recursos Naturais do Brasil. Etapas do desenvolvimento socioeconômico e a utilização dos recursos naturais. M. M. Recursos minerais: Tipos e distribuição geográfica. Rocco/Socci.Rio de Janeiro. São Paulo. P. ORELLANA. Análise Integrado do Meio Ambiente aplicados ao Zoneamento Ecológico Econômico. O meio ambiente e as mudanças globais. L. São Paulo. 1980 ASMAR.). A natureza dos recursos naturais. O homem e os recursos naturais. 1993. M. Rio de Janeiro. Conceitos de conservação. Direito de Águas e Meio Ambiente. conceituação. Paisagem e Geografia Física Global: Esboço Metodológico. Ed. Ed. São Paulo. J. S.UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS COLEGIADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA REFORMA CURRICULAR DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA (LICENCIATURA E BACHARELADO) PROJETO PEDAGÓGICO – VERSÃO REVISADA E ATUALIZADA / SETEMBRO-2013 Nome e código do componente curricular: GEOA42 Recursos Naturais e Meio Ambiente Modalidade: disciplina Departamento: Carga Horária: 68 Geografia T 68 P E Função: Natureza: optativa complementar Módulo de alunos: 45 Pré-requisito: ------Ementa: Conceito de recurso natural e meio ambiente. J.Metodologia integrada no estudo do meio ambiente. Proteção dos recursos naturais: legislação. Exploração e conservação. R. Ed. Geografia. COMPLEMENTAR GUERRA. 12/05/96 GONSALVES. Formas silvestre e Recursos paisagísticos. (org. Recursos naturais e planejamento. LEONARDO. Recursos hídricos: Tipos e distribuição geográfica. Por que o Homem Destrói o Meio Ambiente. 1972. Desafios Ecológicos do Fim do Milênio. A questão dos “usos” e os diferentes graus de comprometimento dos recursos naturais.

103 . dinâmica populacional e a distribuição espacial: estrutura e crescimento. COMPLEMENTAR CALDEIRON. Região e Organização espacial. C. sua funcionalidade e hierarquia. CORRÊA. agropecuária. As grandes paisagens regionais e suas características geoambientais: o Litoral. recursos minerais. SILVA. Formação do espaço baiano. população urbana e rural. 2001. C. Salvador atual). bacias hidrográficas.). Salvador: Edufba. Bibliografia: BÁSICA SANTOS. João Pessoa. R.UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS COLEGIADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA REFORMA CURRICULAR DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA (LICENCIATURA E BACHARELADO) PROJETO PEDAGÓGICO – VERSÃO REVISADA E ATUALIZADA / SETEMBRO-2013 Nome e código do componente curricular: GEOA32 Geografia da Bahia Modalidade: disciplina Departamento: Carga Horária: 68 Geografia T 34 P 34 E Função: Natureza: optativa complementar Módulo de alunos: 45 Pré-requisito: ------Ementa: Aspectos geoambientais do estado da Bahia. Aspectos físicos e ambientais: geologia. 1996. Roberto Lobato. SILVA. relevo. SUPERINTENDÊNCIA DE ESTUDOS ECONÔMICOS E SOCIAIS DA BAHIA. Evolução territorial e administrativa do estado da Bahia: um breve histórico. São Paulo: Ática..). Questões atuais da reorganização do território. et al. os Chapadões Ocidentais (Gerais) e ocupação do espaço baiano. evolução urbana. P. E. Sylvio Bandeira et all. Sueli Sirena (Org. 1959. N. unidades de conservação e ocupação do espaço baiano.. o Semi-árido baiano. As formações socioeconômicas e a organização do espaço. 1993. I. 1998. população absoluta e densidades demográficas. Os grandes contrastes regionais e suas características espaciais. indústrias. Milton. (Org. solo. a Chapada Diamantina. Recursos naturais e meio ambiente: uma visão do futuro. B. comércio e turismo. clima. Urbanização e metropolização no estado da Bahia. no Brasil e na Região Nordeste. L. Salvador. Roberto Lobato. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. Conteúdo programático: A Bahia no Mundo. CASTRO. A rede urbana do Recôncavo. Estudo de caso. 2004. CORRÊA. Características gerais da população. Salvador e seu papel como metrópole (a cidade colonial. vegetação. Grafset. 1996. Rio de Janeiro: IBGE. 1989. da C. A rede urbana baiana. as atividades econômicas: aspectos gerais. Salvador: SEI. Atlas Escolar da Bahia. Evolução político-administrativa: critérios de regionalização. GOMES. Os diversos critérios de divisão regional aplicados ao estado.Trajetórias geográficas. CORRÊA.

Os principais cenários sinóticos associados às anomalias climatológicas regionais. Os episódios pluviais concentrados e suas conseqüências espaciais. vulnerabilidade. Tese de doutorado. GONÇALVES. A questão das secas severas. P. Os Riscos Climáticos no Brasil e as ações Antrópicas. Os veranicos e seus efeitos sobre a agricultura. eventos naturais. Editora Ariel S/A.Coimbra. Vol. O Meio Ambiente Tropical. Barcelona.UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS COLEGIADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA REFORMA CURRICULAR DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA (LICENCIATURA E BACHARELADO) PROJETO PEDAGÓGICO – VERSÃO REVISADA E ATUALIZADA / SETEMBRO-2013 Nome e código do componente curricular: Departamento: Carga Horária: 68 GEO C09 Riscos Climáticos em Ambientes Geografia T 34 P 34 E Tropicais Modalidade: disciplina Função: Natureza: optativa complementar Pré-requisito: ------Módulo de alunos: 45 Ementa: A concepção sistêmica do clima e o seu papel na dinâmica da natureza. J. Editora UEM. O problema da Desertificação em Ambientes Tropicais. flutuações. Proposta de Metodologia de estudo aplicada ao Nordeste brasileiro. N. UFRJ. Os diversos tipos de riscos naturais em ambientes tropicais. 14. 104 . M. 1995. A. O fenômeno ENOS. B. Climatologia General. L. As geadas e as ondas de frio no Sul do Brasil. susceptibilidade e impactos meteoroclimáticos. COMPLEMENTAR CANTOS. 1997. F. São Paulo. Aspectos teóricos-conceituais sobre risco. Seminário: Proteção e Controle dos Efeitos dos Temporais no Rio de Janeiro. Os impactos meteoroclimáticas no meio ambiente urbano e as áreas de riscos. 69-79 Rio Claro. O interesse crescente pelos estudos dos riscos climáticos na atualidade. As chuvas e ação humana: uma feliz coincidência. O. REBELO. ZAVATTINI. Conteúdo programático: A originalidade dos ambientes tropicais e suas características espaciais. os desastres ambientais causados pelos ventos. 2000. Estudo de Caso. Desertificação nos trópicos. FFLCH/UJP. os complexos complexos convectivos de mesoescalas e suas interações processuais.FFLCH/USP. Maringá. São Paulo. e SANT’ANA. p. M. Geografia. Impactos Plúvicos e a desorganização do espaço em Salvador/Ba. Riscos Naturais e Ação Antrópica. 21-37. Variabilidades e Mudanças Climáticas: implicações ambientais e socioeconômicas. p. Os riscos climáticos produzidos pelos fenômenos macro e mesoescala. A. A. São Paulo 1988. As alterações meteoroclimáticas relacionadas ao processo de interação oceano-atmosfera nas escalas global e regional. Os diversos tipos de riscos climáticos em ambientes tropicais. nº 28. Rio de Janeiro. oscilações e as mudanças climáticas. Associação de Geografia Teorética. e OLCINA. CONTI. G. 1992. S. J. O clima urbano como instrumento de planejamento da cidade. J. J. Tese de Livre-Docência. 2001. M. B. Imprensa da Universidade. Bibliografia: BÁSICA BRANDÃO. A variabilidade do clima como um fenômeno natural: tendências. 1997. CONTI. J.

555 p. N. G.) YAMAMOTO. 5. Sistema de Informações Geográficas (SIG). 2013. MOORE. COMPLEMENTAR ANDRIOTTI. desvio-padrão. inversos da distância. erro provável. metadados. Filtragem de dados uni e bidimensionais. SIG. FITZ. LANDIM. E. BONHAM-CARTER.M. Freitas U. Oxford. 3rd ed. B. etc. I. polígonos de frequências. médias. . Garrido. spline cúbica. digital e temática. 1979. Souza R. população. banco de dados. Brooker. A. Geoprocessamento sem complicação.. Teoria das probabilidades. 1996. datum. São Paulo: Oficina de Textos: 2008. 2004.UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS COLEGIADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA REFORMA CURRICULAR DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA (LICENCIATURA E BACHARELADO) PROJETO PEDAGÓGICO – VERSÃO REVISADA E ATUALIZADA / SETEMBRO-2013 Nome e código do componente curricular: GEO309 Geoprocessamento e Geoestatística Modalidade: disciplina Departamento: Carga Horária: 102 Geofísica T 51 P 51 E Função: Natureza: optativa complementar Módulo de alunos: 45/15 Pré-requisito: Cartografia Temática / Estatística IB Ementa: Cartografia básica. Bibliografia: BÁSICA SILVA. Geoestatística: conceitos + aplicações.. Aplicações de geoprocessamento e da geoestatística em geologia. Teste da hipótese e significância. pastas ou diretórios. P. Representação gráfica: histogramas. Kringing. linguagem Fortran de programação. Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica. M. 105 . 2011. intervalo de confiança.1994 . Computers & Graphics. Introdução aos aplicativos profissionais de mapeamento e processamento na área das geociências. Regressão linear simples e múltipla. moda. amostra. J. krigagem. C. p. by object-oriented data modelling. P. David S. distribuição de probabilidades e inferências. Engineering Mining Journal. Campinas: Editora da Unicamp. ed. B. Conceitos: Geoprocessamento. interpoladores espaciais. 1999. xxv. A. A.F. J. New York. SPRING: Integrating remote sensing and GIS. S. MORETTI. estocásticos e aleatórios. determinação de intervalo de classe.Geographic Information Systems for Geocientists: Modelling with GIS. Noções gerais de análise fatorial e de agrupamento. R. New York.. L. superfícies e interpolação. Distribuições amostrais. 1999 The Fourier Transform and its Applications. Correlações. Projeções cartográficas. 398 p. P. ajustes de curvas.. mediana.. Tipos de fenômenos e de variantes: fenômenos determinísticos. Estimativas: erro-padrão. 148-53. Conteúdo programático: Partes componentes de um computador: Sistema operacionais de um computador. M. Banco de dados relacionais. Introdução à Estatística: universo. Pergamon Press. Fundamentos de Estatística e Geoestatística. A.: McGraw-Hill. projeções. BRACEWELL. Rio de Janeiro: LTC Ed. CÂMARA G. Variáveis contínuas e discretas. Interpolação: linear. Rio Claro: Edição do Autor. TEIXEIRA. A estatística básica e sua prática. L. Elementos de probabilidade e estatística.. R. Ajuste de curvas e superfícies a dados de observação: regressão linear simples e múltipla. J. CHRISTOFOLETTI. aplicações. ISBN 9788521617907 (broch. May-Jun 1996. Análise e interpretação de mapas e cartas temáticas georreferenciadas. Elementos da cartografia digital e temática: sistemas de coordenadas. 20: (3) 395-403. Funções densidades de probabilidades: as distribuições de Gauss e lognormal associadas à fenômenos naturais. Sistemas de Informações Geo-referenciadas: conceitos e fundamentos. K. variância. UNISINOS. São Paulo: Oficina de Textos. 1992. As funções auto correlação e correlação cruzada. importância no geoprocessamento..

Bibliografia: BÁSICA BLASCHKE. Disponível em: www. L. ISBN 9788586238710 (broch. dentre outras. Uberlândia: EDUFU. Brasília: EMBRAPA. As plataformas orbitais: Landsat. Introdução ao sensoriamento remoto. semi-automática e interpretação visual dos alvos. NOAA.E. 2007. INPE: São José dos Campos. dpi. Sensoriamento remoto e SIG avançados: novos sensores. IKONOS. E..) INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS. FITZ. 2008. T. 1998. Curso de processamento digital de imagens. ed São Paulo. Imagens de satélite para estudos ambientais.br. GOES. ed. et al. São Paulo: Oficina de Textos. São Paulo: Oficina de Textos. 2. G. ISBN 9788521204411 (broch. R. Geoprocessamento sem complicação. Características das gerações de sensores remotos. 363 p. A. Radarsat. NOVO. 2007. Quickbird. 106 . T.(Org). M. KUX. COMPLEMENTAR ASSAD. 303 p. CBERS. Fotointerpretação e Módulo de alunos: 45/15 Sensoriamento Remoto Ementa: Tratamento de imagem em meio digital: leitura e interpretação de imagens multiespectrais e pancromáticas. SANO. Conteúdo programático: Princípios físicos de sensoriamento remoto. GOES. H. entre outros.. ISBN 9788586238826 (broch. E. CBERS. Sistemas e Ciência da Informação Geográfica. ampl São Paulo. E. SPOT. P. SPOT.inpe. rev. SP: Edgard Blucher. ISBN 9788586238574 (broch. Sistema de Informações Geográficas: aplicações na agricultura. 2008.UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS COLEGIADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA REFORMA CURRICULAR DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA (LICENCIATURA E BACHARELADO) PROJETO PEDAGÓGICO – VERSÃO REVISADA E ATUALIZADA / SETEMBRO-2013 Nome e código do componente curricular: GEO C10 Sensoriamento Remoto Avançado Modalidade: disciplina Departamento: Carga Horária: 68 Geografia T 34 P 34 E Função: Natureza: optativa complementar Pré-requisito: Aerofotogrametria. 101 p. Classificação automática.). Processamento digital de imagens de satélite (contraste e realce) com a leitura e interpretação de imagens multiespectrais e pancromáticas. Aplicação de imagem a um tema geográfico específico. 160p. de M. P. SP: Oficina de Textos. 2013 ROSA. IKONOS. D. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. Utilização prática e operacional das imagens LANDSAT. R. SPI/EMBRAPA – CPAC. 3. métodos inovadores. 2007. Composição das bandas para determinados fins de análise. Editora BcoKman.) FLORENZANO. Aplicações de imagens orbitais a temas geográficos.) LONGLEY.

Fontes e aquisição de dados em Geoprocessamento. et al. 1996.E. Geoprocessamento para análise ambiental. SANO. Sistema de Posicionamento Global e Sistema de Informação Geográfica). P. ISBN 9788586238789. Metodologias para análise da Gestão do Território com uso de Geoprocessamento. 424 p. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas Editora. H.Edgard Blücher Ltda. Modelagem de Sistemas Ambientais. BLASCHKE. A. Sistemas e Ciência da Informação Geográfica. 2009. Conceituação de Geoprocessamento e suas ferramentas (Sensoriamento Remoto. FISCHER. da. 2000 SILVA. Sistema de Informações Geográficas: aplicações na agricultura.) Gestão Contemporânea. E. ISBN 9788586238826 (broch. Sistema de Posicionamento Global e Sistema de Informação Geográfica) na gestão do território urbano e rural. Brasília: EMBRAPA. Editora BcoKman. R. 2002. Reflexões sobre o Geoprocessamento e a Transdisciplinaridade. T. FITZ. São Paulo. Definição conceitual de Gestão do Território. C. Diferenças entre CAD e SIG. E. Bibliografia: BÁSICA ASSAD. Cidades estratégicas e organizações locais. (org. SPI/EMBRAPA – CPAC.) LANG. X. São Paulo: Oficina de Textos. Ed. Geoprocessamento: tecnologia transdisciplinar. ROCHA. ZAIDAN. SP: Ed. Carta Temática de Potencialidade Social e Carta Síntese de Subsídio a Gestão do Território. B.T. Aprendizado prático através da operação de Sistema de Informação Geográfica a temas geográficos. Conteúdo programático: Introdução. 1998. 160p. LONGLEY. S.UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS COLEGIADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA REFORMA CURRICULAR DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA (LICENCIATURA E BACHARELADO) PROJETO PEDAGÓGICO – VERSÃO REVISADA E ATUALIZADA / SETEMBRO-2013 Nome e código do componente curricular: GEO C11 Geoprocessamento na Gestão Território Modalidade: disciplina Departamento: do Geografia Carga Horária: 68 T 34 P 34 E Função: Natureza: optativa complementar Módulo de alunos: 45/15 Pré-requisito: --------Ementa: Aplicação do conjunto de ferramentas que englobam o Geoprocessamento (Sensoriamento Remoto. T. 2001 COMPLEMENTAR CHRISTOFOLETTI. 107 . D. A. Análise da paisagem com SIG. Bertrand Brasil. Hardware e Software. ênfase em meio ambiente: Zoneamento Ambiental. J. P. Geoprocessamento sem complicação. armazenamento e análise de dados espacialmente referenciados. Estudo do conjunto de procedimentos de entrada. Breve histório sobre Geoprocessamento.. manipulação.. R. São Paulo: Oficina de Textos. do Autor. 2013. 2008.

A.2 exempl. A. J. Os processos erosivos e suas características espaciais.10 exemp GUERRA. Geografia Física. Os domínios morfoclimáticos do estado da Bahia.Rio de Janeiro. A noção de equilíbrio morfoclimático. 15 . S. Anais. escoamento em lençol. Rio de Janeiro. J. subúmidas e semiáridas. Geomorfologia: uma atualização de conceitos . Os processos morfoclimáticos atuantes: erosão regressiva. A. 1990.ano 1995 4 exemp. Geomorfológica. escoamento difuso dentre outros. 1994. 1989. In: SIMPÓSIO DE GEOGRAFIA FÍSICA APLICADA. T. O modelado das latitudes intertropicais: o meio ecológico e os processos de transporte sobre as vertentes. 1996. 2001 . Bertrand Brasil. Natureza e características dos processos morfoclimáticos: o conceito zonal no estudo do relevo e o equilíbrio morfoclimático. As singularidades dos ambientes marcados pelas condições de tropicalidade. COMPLEMENTAR BIGARELLA. Estrutura e origem das paisagens tropicais e subtropicais. e 2012 . 1994. UFSC. Bertrand Brasil. Not. 108 . Estudo de caso. 1994. As características das áreas tropicais úmidas.). 1 e 2. 1995. Os grandes domínios morfoclimáticos das Regiões Intertropicais. 1 exem . Bibliografia: BÁSICA GUERRA. Geomorfologia e Meio Ambiente.UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS COLEGIADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA Nome e código do componente curricular: GEO C12 Geomorfologia das Intertropicais Modalidade: disciplina REFORMA CURRICULAR DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA (LICENCIATURA E BACHARELADO) PROJETO PEDAGÓGICO – VERSÃO REVISADA E ATUALIZADA / SETEMBRO-2013 Departamento: Regiões Geografia Carga Horária: 68 T 34 P 34 E Função: Natureza: optativa complementar Módulo de alunos: 45 Pré-requisito: Geomorfologia Ementa: A importância do clima no relevo continental. L. T. J. STRAHLER.. Conteúdo programático: Introdução ao estudo do modelado das regiões Intertropicais. J. TRICART. T. O modelado das áreas tropicais sem estação seca definida. J. Ômega. S. Rio de Janeiro. (orgs.exemplares ROSS. O conceito zonal em Geomorfologia e a dinâmica dos processos areolares e lineares. lateral. ROSS. S. 1968.. A participação da Geomorfologia nos diagnósticos ambientais. Nova Friburgo. J. Geomorfologia: Uma atualização de bases e conceitos.São Paulo: Contexto. A. GUERRA.13 exemp. & CUNHA. B. & BATISTA S. 2005 . Vol. As relações entre morfogênese e pedogênese. Barcelona. Geomorfologia Ambiente e planejamento . L. Florianópolis. Bertrand Brasil. Estudo de caso. Ed. & BATISTA S. O papel do clima sobre as formas de relevo nos ambientes Intertropicais.

Centro de Estudios de Orde Nación del Território y Medio Ambiente. A necessidade do Uso Sustentável dos Recursos Hídricos. Fundamentos Hidrologia aplicada. Restauração da cobertura vegetal. 269p. J. MOPU.2 em química SILVA. Gestão de Recursos Hídricos: aspectos legais. 500p. Avaliação de impactos. Wiley// 414p//1998. 299p. 2005. econômicos. São Paulo. Madrid. 141p.// J. etc. ABES. 0 exemplar -. MONTICELI. Aspectos socioeconômicos e ambientais. (organizador). A questão da gestão dos recursos hídricos. Organismos de Bacias Hidrográficas. sociais. 2002. Brasil. F. Gestão de bacias hidrográficas e de ecorregiões. Conteúdo programático: Bases conceituais e aplicadas à gestão de bacias. 572p. Ordenamento do uso e ocupação dos solos em áreas urbanas e rurais. Projeto Planágua SEMA/GTZ. F. Estudo de casos. UNESCO. A. Os usos múltiplos da água e sua distribuição espacial. suas competências e seus representantes. I. Ministério do Meio Ambiente. Evaluación de los Recursos Hidricos. Conservação e recuperação de solos degradados. Avaliação de impactos ambientais. 1 exemplar MOTA. J. 1981. 1998. aplicados à gestão de bacias hidrográficas. Planejamento de bacias hidrográficas. Brasília. 187p.6 politécnica COMPLEMENTAR ANDREOLLI. Direito das águas. conservação e restauração ambiental. C.D e PRUSKI. Geoprocessamento aplicado à gestão de bacias. Geomorfologia. 2000. S. 109 .W. Bibliografia: BÁSICA SETTI. administrativos. Limnologia aplicada à gestão de bacias. HEATHCOTE. Processos erosão e movimentos em massa. 1996. Conservação e biodiversidade em bacias hidrográficas. A política nacional de recursos hídricos: a criação dos comitês de bacias hidrográficas. Organización Meteorológica Mundial. Preservação e Conservação de Recursos Hídricos. D. A. Planejamento do espaço e recursos hídricos. Espanha. Estudo de caso. Estatística aplicada. São Paulo. Espanha. Gestão Iintegrada de Mananciais de Abastecimento Eutrofizados. Climatologia.// IntegratedWatershed Management: Principle and Practice. Metodologias aplicadas (estudo de casos). Geologia. Planos Diretores de bacias e desenho de cenários. Guia para la Elaboración de Estudios del Medio Físico : Contenido y Metodologia. 0 exemplar . Secretaria de Recursos Hídricos. (organizador). Instrumentos de gestão de recursos hídricos. Fundamentos de Pedologia. sociais. Revitalização e restauração de ambientes aquáticos. SANEPAR. Fatores limitantes no uso e ocupação dos solos. 659p.UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS COLEGIADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA REFORMA CURRICULAR DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA (LICENCIATURA E BACHARELADO) PROJETO PEDAGÓGICO – VERSÃO REVISADA E ATUALIZADA / SETEMBRO-2013 Nome e código do componente curricular: GEO C13 Gestão de Bacias Hidrográficas Modalidade: disciplina Departamento: Carga Horária: 68 Geografia T 34 P 34 E Função: Natureza: optativa complementar Módulo de alunos: 45/15 Pré-requisito: --------Ementa: A bacia hidrográfica como unidade de planejamento regional. 1995.

Christopher Barry. CHRISTOPHERSON. Strahler. Os sistemas de coordenadas geográficas e UTM. As Conseqüências Geográficas dos Movimentos da Terra: A alternância das estações do ano nos hemisférios. das bacias hidrográficas e do solo. 1998. 110 . litosfera e biosfera.UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS COLEGIADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA REFORMA CURRICULAR DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA (LICENCIATURA E BACHARELADO) PROJETO PEDAGÓGICO – VERSÃO REVISADA E ATUALIZADA / SETEMBRO-2013 Nome e código do componente curricular: GEOA41 Fundamentos Naturais da Geografia Modalidade: disciplina Departamento: Carga Horária: 68 Geografia T 68 P E Função: Natureza: optativa complementar Módulo de alunos: 45 Pré-requisito: --------Ementa: Aspectos conceituais e metodológicos da Geografia Física. Porto Alegre. Antonio.. O ritmo diurno das estações do ano nos hemisférios. A questão da escala na abordagem geográfica: o tratamento escalar no estudo do relevo. 2. Davis. A variação da inclinação do eixo orbital da Terra e excentricidade da órbita de translação. A construção do conhecimento do estudo da natureza na geografia. Geografia e Meio Ambiente. RJ: Bertrand Brasil. 397 p. RS: Bookman. atmosfera. 1989. 7. De Martonne. Introdução à climatologia para os trópicos. 7.ed. Os ramos sistemáticos da Geografia Física e suas fronteiras e aplicações. 2007. As bases geográficas da Biosfera. A abordagem sistêmica da Geografia e suas singulares. antípodas e antecos. 1992. Francisco. Tricart. MOORE.. Processos interativos homem-meio ambiente. As tendências atuais dos estudos da geografia física. A questão da escala nas diversas subáreas da geografia física. Sandra Baptista da. RJ: LTC Ed. 2012. 398 p. O Sol da meia-noite nas altas altitudes. Rio de Janeiro. Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos. CUNHA. vegetação. As principais teorias relativas ao estudo do meio físico.Sao Paulo: Hucitec. latitudes medias e polares. ed. Antonio José Teixeira. ed Rio de Janeiro. 206 p. COX. RJ: Bertrand Brasil. O. 332 p. A natureza da geografia física. 7. dentre outros. ed. 2001. Rio de Janeiro. 2012. Conteúdo programático: Introdução aos Fundamentos Naturais da Geografia: Aspectos teóricos-conceituais da Geografia Física. A questão da orientação sobre o espaço geográfico. SP: Contexto. RJ: Bertrand Brasil. As macro divisões espaciais da Terra sob o ponto de vista zonal: os ambientes intertropicais. 472p. Robert W. Peter D. Bibliografia: BÁSICA CHRISTOFOLETTI. Rio de Janeiro. Geografia e meio ambiente no Brasil. David. J. 2. Análise geográfica dos subsistemas terrestres: hidrosfera. A Rosa dos Ventos. ed. J. ed. Biogeografia: uma abordagem ecológica e evolucionária. K. 6 exemplares GREGORY. Os movimentos horizontais e verticais e suas características. 12. Os movimentos da Terra e suas implicações geográficas. 367 p -> 5 exemplares MENDONCA. A Geografia e o estudo da Paisagem. A teorização do conhecimento na Geografia Física: a Teoria do Ciclo de Erosão. clima. A contribuição da Geografia Física contemporânea nos estudos de natureza Ambiental. GUERRA. Os movimentos eustáticos e suas implicações ambientais. O trabalho de campo em Geografia. São Paulo. Geossistemas: uma introdução à geografia física. Os métodos de investigação do meio físico sob a perspectiva geográfica e suas características. xii. A Orientação e a Localização no Espaço Geográfico: Os métodos tradicionais e modernos utilizados para a determinação da localização geográfica do lugar. DREW. suas interações processuais. 6 exemplares COMPLEMENTAR AYOADE. Penck. A Geografia Física no contexto das ciências da natureza. Rio de Janeiro. 2009. ed. 72 p. 11. RJ: Bertrand Brasil. Geografia física: ciência humana?. A Evolução da Abordagem do Meio Físico da Geografia Tradicional à Geografia Contemporânea: A construção do discurso sobre o estudo da natureza na Geografia Física: Humboldt.