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Processo Falimentar

*Roteiro de Aula – não substitui consulta a doutrina

Disciplina: Direito Falimentar
Professora: Silvia
Aulas:
Administração da Falência; Órgãos da falência, Administrador Judicial, Assembléia de Credores, Comitê
de Credores.
Verificação dos Créditos; Apuração do ativo, Verificação do passivo, Habilitação de crédito, Impugnação de
crédito.

1. ADMINISTRAÇÃO DA FALÊNCIA
Para a administração da massa falida, atribui a lei determinadas funções a três agentes: O
juiz, o representante do Ministério Público e os órgãos da falência, sendo esses órgãos, os agentes
específicos do processo falimentar (administrador judicial, assembleia de credores e comitê de
credores).
→ Compete ao juiz presidir a administração da falência, a ele cabendo analisar e autorizar
diversos atos a serem praticados pelo administrador judicial, tais como: autorizar a venda antecipada
dos bens (art. 113), o pagamento da remuneração dos auxiliares e do administrador (art. 22, III, h),
aprovar a prestação de contas do administrador judicial (art. 154) e outros atos definidos em lei.
→ Quanto ao Ministério Público intervém no feito, no exercício de suas funções constitucionais,
de fiscal da lei. Em diversas ocasiões, no transcorrer dos vários procedimentos em que se desdobra a
falência, prevê a lei a intervenção do representante do Ministério Púbico (arts. 8, 9, 22 § 4º, 30, 99
XIII, 104 VI,132, 142, 143, 154, 187 caput e § 2º),
1.1 Órgãos da Falência:
Administrador Judicial, Assembléia de Credores e Comitê de Credores.
1.2 Administrador Judicial:
É o principal auxiliar do juiz na condução do processo falimentar é o administrador judicial,
que a legislação anterior chamava de síndico, além de exercer as diversas atribuições de cunho
administrativo que a lei lhe reserva (rol, art. 22 LF), o administrador também é o representante
legal da chamada massa falida subjetiva = credores, que se instala com a decretação de falência.
Trata-se, enfim, de pessoa a quem o ordenamento jurídico-falimentar incumbiu tarefas relevantes,
razão pela qual ele é considerado funcionário público para fins penais.
A escolha do administrador judicial é feita pelo juiz. Segundo o art. 21 da LRE deverá ser
um profissional idôneo, de formação profissional preferencialmente em Direito, Economia,
Administração de Empresas ou Ciências Contábeis, respeitando os impedimentos do art. 30 da
LF.
Trata-se de um auxiliar do juízo, que fica sujeito à sua supervisão, bem como à fiscalização
pelo Comitê de Credores (art. 27, I, a da LF). O administrador judicial é quem representa a massa
falida, quem um ente despersonalizado (não tem personalidade jurídica), mas que apresenta
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Disciplina: Direito Falimentar

Profª Silvia Leiza

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no prazo de 40 (quarenta) dias. em benefício da massa e mediante autorização judicial. Uma vez nomeado. ● No mesmo ato de destituição. bens apenhados. será intimado para. e) apresentar. assim. contratando. 186 desta Lei. i) praticar os atos necessários à realização do ativo e ao pagamento dos credores. o) requerer todas as medidas e diligências que forem necessárias para o cumprimento desta Lei. se necessário. a proteção da massa ou a eficiência da administração. relatório sobre as causas e circunstâncias que conduziram à situação de falência. UNIVAG –Curso: Direito Disciplina: Direito Falimentar Profª Silvia Leiza 1 . o juiz nomeará novo administrador judicial ou convocará os suplentes para recompor o Comitê. destacamos: a) avisar. penhorados ou legalmente retidos. podendo. advogado. h) contratar avaliadores.30 da LRF). no qual apontará a responsabilidade civil e penal dos envolvidos. j) requerer ao juiz a venda antecipada de bens perecíveis. ele não poderá mais ser escolhido para a mesma função em qualquer outra falência nos 5 anos seguintes (art. 22 da LF relaciona vários DEVERES que o administrador deve cumprir. III . mediante autorização judicial. f) arrecadar os bens e documentos do devedor e elaborar o auto de arrecadação. descumprimento de deveres. c) relacionar os processos e assumir a representação judicial da massa falida. estar no pólo ativo ou passivo das ações de interesse da massa falida). o lugar e hora em que. pelo órgão oficial. g) avaliar os bens arrecadados.capacidade judiciária (ela é similar ao espólio e ao condomínio. prorrogável por igual período. nos termos dos arts. d) receber e abrir a correspondência dirigida ao devedor. sob fiscalização do Comitê. Deveres e atribuições do Administrador Judicial na Falência (art. assumindo todas as responsabilidades cabíveis a ele como administrador. contado da assinatura do termo de compromisso. →A destituição do administrador judicial ou quaisquer dos membros do Comitê de Credores poderá ser determinada pelo juiz. Caso o termo não seja assinado neste. deterioráveis ou sujeitos a considerável desvalorização ou de conservação arriscada ou dispendiosa. de ofício ou a requerimento fundamentado de qualquer interessado quando se verificar: ● A desobediência de preceitos legais. 22. de preferência oficiais. lembrando que a destituição é uma penalidade. n) representar a massa falida em juízo. assinar o termo de compromisso para desempenhar seu cargo de maneira fiel. negligência ou prática de ato lesivo às atividades do devedor ou a terceiros. omissão. O art. l) praticar todos os atos conservatórios de direitos e ações. Já que na destituição será imputada uma sanção ao administrador judicial que não cumpriu a contento com as suas obrigações ou tem interesses conflitantes com o da massa. e §§ LF) A lei estabelece vários deveres do administrador judicial. os credores terão à sua disposição os livros e documentos do falido. dentro de 48 horas. após prestar compromisso. diligenciar a cobrança de dívidas e dar a respectiva quitação. entregando a ele o que não for assunto de interesse da massa. cujos honorários serão previamente ajustados e aprovados pelo Comitê de Credores. o juiz nomeará outro administrador. enquanto a substituição. diariamente. para a avaliação dos bens caso entenda não ter condições técnicas para a tarefa. m) remir. observado o disposto no art. 108 e 110 desta Lei. 113 desta Lei. nos termos do art. → O administrador judicial está sujeito à substituição e à destituição. b) examinar a escrituração do devedor. Entre eles.

algumas atribuições específicas. pelo juiz). dos credores e do devedor. As suas atribuições são as seguintes. que representa os interesses dos credores em algumas situações específicas conferindo a lei.O comitê de credores é composto por três membros (cada qual composto por dois suplentes): a ) um representante dos credores trabalhista. ao juiz exercer suas atribuições.4 Comitê de Credores: É um órgão colegiado. a assembléia de credores. → As decisões do comitê serão tomadas pela maioria de seus membros. → Na hipótese do comitê estar constituído. UNIVAG –Curso: Direito Disciplina: Direito Falimentar Profª Silvia Leiza 1 . Sintetizando. quando for substituído. consignadas em livro atas.3 Assembléia Geral de Credores: A assembléia Geral é um órgão colegiado e deliberativo que representa todos os credores admitidos na falência. e) requerer ao juiz a convocação da assembléia-geral de credores.p) apresentar ao juiz para juntada aos autos. 35. b) zelar pelo bom andamento do processo e pelo cumprimento da lei. destituído ou renunciar ao cargo 1. o impasse será resolvido pelo administrador judicial ou. na incompatibilidade deste. caso detecte violação dos direitos ou prejuízo aos interesses dos credores. até o 10o (décimo) dia do mês seguinte ao vencido. na incompatibilidade deste. que ficará à disposição do administrador judicial. sob pena de responsabilidade. conta demonstrativa da administração. caberá ao administrador judicial ou. tem competência para: (art. b ) um dos titulares de direitos reais de garantia e privilégios especiais. II LF) a ) aprovar a constituição do comitê de credores e eleger seus membros. salvo na hipótese em que as deliberações versarem sobre o afastamento ou incompatibilidades do administrador judicial. 1. além de outras previstas nesta Lei: I – na recuperação judicial e na falência: a) fiscalizar as atividades e examinar as contas do administrador judicial. na falência. q) entregar ao seu substituto todos os bens e documentos da massa em seu poder. (Não sendo possível a obtenção da maioria. b ) adotar modalidade extraordinárias de realização do ativo do falido. É o órgão integrado a todos os credores. que especifique com clareza a receita e a despesa. caso em que será presidida pelo credor presente que seja titular do maior crédito. f) manifestar-se nas hipóteses previstas nesta Lei. r) prestar contas ao final do processo. rubricado pelo juiz. c) comunicar ao juiz. c ) deliberar sobre assuntos de interesse geral dos credores. para tanto. d) apurar e emitir parecer sobre quaisquer reclamações dos interessados. de caráter facultativo. É composta por diversas classes de credores e presidida pelo administrador judicial. c ) credores quirografários.

as despesas realizadas por cada membro para a realização de atos previstos em lei. recebe-se ao final do prazo e o faz tanto na qualidade de único representante da massa. O processo falimentar tem como objetivo inicial a definição do ativo e do passivo do devedor. Recebendo o requerimento e os documentos que o instruem. mencionando as importâncias dos créditos habilitados e sua classificação. 108). ● A definição do passivo do devedor falido se opera por medidas judiciais como as habilitações e impugnações de crédito (art. 2. que neste aspecto. (art. exceto pelo administrador judicial. o quantum de seus créditos e a classificação. 85) ou embargos de terceiros (art.→ Apesar de não ter sua remuneração custeada pelo devedor ou pela massa falida. 85 LF). os credores e o administrador judicial. Quadro Geral de Credores: ● Com a declaração da falência e o início. passando a tramitar como ação incidental (fortuita) à falência. que se inicia com a publicação do quadro geral de credores seguindo-se até a extinção da falência.1 Apuração do Ativo Proferida a sentença da falência. tem início o processo falimentar propriamente dito. não deverão ser retirados do cartório. o passivo do falido). estes poderão formular pedido de restituição (art. ● Com a publicação desse quadro encerra-se. estando obrigado a emitir o seu parecer. UNIVAG –Curso: Direito Disciplina: Direito Falimentar Profª Silvia Leiza 1 . Pedido de Restituição/Ação de Restituição: (art. a Lei de Falências prevê determinados atos ou medidas judiciais. está o síndico apto a apresentar num quadro o elenco dos credores. a fase satisfativa. todos os bens de que o falido for proprietário (mesmo que estejam em poder de terceiros) ou possuidor serão arrecadados e depositados judicialmente por pessoa indicada pelo administrador judicial. Essa intimação se fará por publicação e assinalará prazo sucessivo (consecutivo) de cinco (05) dias para que se manifestem. por meio do procedimento de arrecadação de bens e da verificação de créditos (apurar de forma exata. todavia. ato que auxilia também na definição do passivo. mas sucessivo: cinco dias para o falido. com esta decisão judicial. se ainda não alienadas pela massa. Julgada as declarações de crédito. ● Caberá ao administrador judicial organizar o quadro geral de credores admitidos à falência. que é a ré. 7º à 20). se devidamente comprovadas e com a autorização do juiz. no processo falimentar. do processo falimentar. do comitê de credores. propriamente dito. o juiz mandará autuá-los em separado. Os autos. em igual prazo. Instaura-se. serão ressarcidas atendendo às disponibilidades de caixa. Obs: Não se trata. → *A ação de restituição será dirigida ao juízo falimentar. dos credores e do administrador judicial. Também se admite pedido de restituição em relação às mercadorias vendidas a prazo para o falido e entregues até 15 dias antes do requerimento da falência. A definição do ativo do empresário envolve atos como a arrecadação de todos os bens na posse do falido. 85 LF) Assim. VERIFICAÇÃO DE CRÉDITO 2. bem como seus documentos e escrituração mercantil (art. após. e medidas judiciais como o pedido de restituição (art. quanto à sua existência. de prazo comum. a próxima etapa do processo será a cognitiva. O ponto de partida da organização do quadro geral é a publicação da relação dos credores. qual será definido o ativo e o passivo. Também cabem embargos de terceiros (art. a execução coletiva do devedor empresário. sucedidos por cinco dias para o comitê de credores e. Para o cumprimento deste objetivo. 87 § 1º). quanto por dever de ofício. Se a arrecadação atingir bens de terceiros. valor e natureza. 93 da LF). O juiz determinará não a citação da massa falida. em seguida. que lhes cabem. e. 93). sendo a ele distribuída por dependência. mas a intimação do falido. quanto aos privilégios. dando ensejo a que se inicie a liquidação falimentar. a fase da informação.

sócio ou acionista da sociedade falida ou o Ministério Público poderão apresentar impugnação à relação publicada. (art. Após apresentada. a habilitação do crédito deverá conter: I – o nome. → Nos 15 dias seguintes à publicação os credores devem conferir a relação.A verificação do dos créditos é tarefa do administrador judicial. Se. o endereço do credor e o endereço em que receberá comunicação de qualquer ato do processo. ou o de outros. devendo os que não se encontram na relação. atendendo ou não. atualizado até a data da decretação da falência ou do pedido de recuperação judicial. deve levar em conta não só a escrituração e os documentos do falido como todos os elementos que lhe foram fornecidos pelos credores. (Havendo divergência entre o administrador judicial e um ou mais credores acerca dos próprios créditos que titularizam. porém o falido deixar de apresentá-la cabe ao administrador judicial providenciá-la. III – os documentos comprobatórios do crédito e a indicação das demais provas a serem produzidas. ou apresentadas às divergências. o falido. Segundo o artigo 9º da LF. (art. sob as penas do crime de desobediência. quando decretada esta ou alguns dias depois. 7º § 1º LRF). o administrador deve providenciar nova publicação da lista de credores. quando a sentença que decreta a falência. deve suscitar a divergência perante o administrador judicial. já vimos. entre os documentos que a lei determina sejam apresentados pelo devedor requerente encontra-se a lista dos credores com discriminação do valor do crédito e a classificação de cada um deles. a qual não foi acolhida pelo administrador judicial. e o respectivo instrumento. o Comitê. 60dias após a primeira publicação. →* Nos 10 dias posteriores à republicação. ● Verificação dos Créditos: O ponto de partida da verificação dos créditos é a publicação da relação dos credores. (art. portanto. 7º e seguintes da LF. Esta nova publicação deve ser feita em até 45 dias após o prazo para apresentação das habilitações ou divergências. Os títulos e documentos que legitimam os créditos deverão ser exibidos no original ou por cópias autenticadas se estiverem juntados em outro processo. Se atendida a lei. (procedimento da impugnação arts. deve o administrador publicá-la no Diário Oficial. que uma das medidas específicas ditadas pelo juiz é a determinação para que o devedor falido apresente a relação completa e detalhada de todos os seus credores em 5 dias. às manifestações apresentadas. sua origem e classificação. devem conter a relação dos credores. Habilitados os créditos. deve apresentar a impugnação para submeter a questão ao juiz. Parágrafo único. qualquer credor. V – a especificação do objeto da garantia que estiver na posse do credor. Para cumprí-la. regulados nos arts. ou seja. se houver. II – o valor do crédito. Quando se trata de autofalência. Habilitação dos Créditos: A formação da massa falida subjetiva será feita através do procedimento de verificação e habilitação dos créditos. 7º § 2º e 14 da LF). os autos da falência. 14 LF). cabe ao juiz decidir o conflito) . IV – a indicação da garantia prestada pelo devedor. Aquele credor que apresentou divergência. UNIVAG –Curso: Direito Disciplina: Direito Falimentar Profª Silvia Leiza 1 . → Também o credor que não concorda com a classificação dada a crédito alheio pode apresentar a impugnação. conforme particular entendimento. 13 e 15 LF). mas eventualmente não concordarem com o valor do crédito ou da sua classificação. → Com efeito.

a impugnação. sem a necessidade de representação por advogado. seu procedimento é idêntico ao das impugnações arts. nesse caso. sócio ou acionista dela ou o Promotor de Justiça. por ser ato de postulação judicial. Obs: (ver artigo 10 §§ 1º e 2º). 13 e 15 LF) *Estão legitimados para impugnar a relação: qualquer credor. por óbvio. que será então homologado pelo juiz (art. o cartório providencia a intimação dos credores impugnados. caberá ao administrador judicial consolidar. § 1º. (A princípio a lei não determina qualquer prazo em que se esgote a possibilidade de habilitações retardatárias de créditos. apenas. Juntarem documentos e indicarem as provas que pretender produzir. é privativo de advogado que representará o credor por outro interessado. O art. ● 10 dias para impugnação (judicial). UNIVAG –Curso: Direito Disciplina: Direito Falimentar Profª Silvia Leiza 1 . pelo procedimento ordinário do CPC. ● 10 dias para agravo da sentença proferida na impugnação de crédito. As autuações serão feitas em função dos objetos impugnados. ● 15 dias para os credores se habilitarem ou divergirem do quadro. o comitê. 7º. → Os credores têm um prazo estabelecido para se habilitarem na falência previstos no art. os autos serão promovidos à conclusão judicial. Sequência de atos da publicação do quadro de credores segue esta ordem: ● Publicação do quadro geral de credores. 10 da LF determina. Definidos todos os incidentes descritos. não como incidente no processo a ser solucionado pelo juiz. o falido. o quadro-geral de credores. sejam recebidas como retardatárias o que. Eles terão 5 dias para contestarem a impugnação. a retificação do quadro. 18).→ Enquanto a divergência pode ser apresentada diretamente pelo credor interessado. → Se apresentadas antes da homologação do quadro geral de credores.§ 6º). trará algumas conseqüências negativas. para a inclusão do crédito retardatário (art. o que permite ser apresentada pelo próprio credor. de modo que se reúnam nos mesmos autos todas as impugnações referente ao mesmo crédito. Após autuar as impugnações. mas indica que poderão ser processadas sem necessidade ação judicial até a homologação do quadro geral de credores). ● 5 dias para os credores impugnados contestarem a impugnação. depende de ação judicial própria (ao juízo da falência). ● Republicação do quadro geral (45 dias após o prazo anterior). que as habilitações. ● 5 dias para o falido ou representante legal ou comitê se manifestarem sobre as matérias impugnadas.§ 5º). 10. Se apresentadas após essa homologação. dispensada a participação do advogado. ● 5 dias para o administrador judicial exarar parecer. → Ressalte-se que a perda do prazo para a habilitação do crédito não significa que o credor perdeu o direito de receber seu crédito no processo falimentar. independentemente de quem seja o impugnante. Impugnação do Crédito: (arts. 10. definitivamente. ● Vencido o prazo. → A habilitação de créditos se processa perante o administrador judicial. (art. 13 à 15 LF.

Vencido o prazo de manifestação do devedor e do comitê. serão todos promovidos à conclusão. o juiz julga a impugnação. Retornando os autos de impugnação de crédito com o parecer do administrador judicial. se existente. decide as questões processuais pendentes e determina as provas a ser produzidas (nomeia perito. acolhendo-a ou rejeitando-a. concluídas a dilação probatória. para no prazo comum de 5 dias se manifestarem sobre as matérias litigiosas. intimam-se o falido ou o representante legal da sociedade falida e o comitê. OBS: Contra sentença proferida na impugnação de crédito cabe agravo.). 11 à 17) Em seguida à contestação da impugnação (ou ao decurso do prazo sem ela). são julgadas dede logo. o administrador judicial deve exarar seu parecer em 5 dias contados da respectiva intimação. o juiz fixa os aspectos controvertidos.Contestação à Impugnação: (arts. Em relação às demais. designa audiência de instrução e julgamento etc. O juiz decide se a relação de credores republicada está correta ou se tem razão o impugnante. UNIVAG –Curso: Direito Disciplina: Direito Falimentar Profª Silvia Leiza 1 . Aquelas impugnações em que não se impõe a dilação probatória.