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Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

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S.A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Sociedade de Revisores Oficiais de Contas Representada por Jorge Manuel Santos Costa ou António Joaquim Brochado Correia José Manuel Henriques Bernardo – Suplente / Alternate SECRETÁRIO DA SOCIEDADE / COMPANY SECRETARY Filipa Montes Palma Salazar Leite José Paulo de Martinho Simões Machado – Suplente / Alternate 5 .. | 2014 ÓRGÃOS SOCIAIS | GOVERNING BODIES MESA DA ASSEMBLEIA GERAL / CHAIR OF THE GENERAL MEETING Maria Paula Escandell Alves Milheirão Quartin Bastos – Presidente / President Filipa Montes Palma Salazar Leite – Secretária / Secretary CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO / BOARD OF DIRECTORS António Sérgio Brito Pires Eusébio – Presidente / Chairman Amélia Maria Brito Pires Eusébio António Rui Libório Frade * Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto * João António Brito Pires Eusébio José Manuel Doutel Jordão * José Tomaz Júdice Gamito Pires* *Membro da Comissão Executiva / Executive Committee Member CONSELHO FISCAL / AUDIT COMMITTEE Manuel Baptista Figueiredo – Presidente / President José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca José Manuel Rodrigues Felgueiras António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida – Suplente / Alternate REVISOR OFICIAL DE CONTAS / STATUTORY AUDITOR PricewaterhouseCoopers SROC. Lda.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. GUARANÁ ANTARCTICA. cada uma. contributing to the sustainable development. como fruto da nossa continuada aposta e investimento. Somos uma organização focada na satisfação dos desejos e necessidades dos consumidores e que considera a base do seu negócio a gestão de marcas e a gestão de mercados. | 2014 PERFIL | COMPANY PROFILE A SUMOL+COMPAL é líder do mercado de bebidas não alcoólicas em Portugal. A qualidade dos nossos produtos. SUMOL+COMPAL is the leader in the non-alcoholic beverages market in Portugal with more than 25% share. TAGUS e ESTRELLA DAMM. FRIZE. to achieve a relevant position in prepared fruits and vegetables. Temos muito orgulho nas nossas origens. 7 UP. We are an organization focused on satisfying the desires and needs of our consumers and which places brands and markets management at the center of its business. We are very proud of our origins. Seduzir os consumidores pela excelência do sabor e pela ciência e arte com que construímos marcas únicas. em Portugal e África. Temos como objectivo permanente a melhoria contínua dos nossos processos de trabalho e o atingimento da excelência. FRIZE. vegetables and water as sources of nutrition. Our constant goal is to ensure the continuous improvement of our working processes and the attainment of 6 . hidratação. ÁGUA SERRA DA ESTRELA and GUD and the represented brands PEPSI. com mais de 60 anos de história recheada de sucessos. o nosso negócio continua a crescer nos mercados internacionais. detentoras de duas marcas históricas portuguesas: SUMOL e COMPAL.A. beneficiando do contributo destas para o seu bem-estar. GUARANÁ ANTARCTICA. given that SUMOL+COMPAL is the result of the merger of two companies. Temos como visão que trabalhar a fruta. contribuindo para o desenvolvimento sustentável. ÁGUA SERRA DA ESTRELA e GUD e as marcas representadas PEPSI. The quality of our products. Our mission is to be an international reference in fruit and vegetable beverages and. com uma quota superior a 25%. hydration. our capacity for innovation and differentiation and our strong connections with naturalness and nutritional benefits are an integral part of our company heritage. saúde e prazer é um desafio permanente e inspirador para todos os que trabalham na empresa. as a result of our continuous effort and investment we continue to grow in international markets. os vegetais e a água como fontes incontornáveis de nutrição. A nossa missão é de ser uma empresa de referência internacional em bebidas de frutos e de vegetais e. To seduce consumers by the excellence of flavor and by the science and art we use in order to build unique brands. já que a SUMOL+COMPAL resultou da integração de duas entidades. mas temos um portefólio alargado e completo de que podemos destacar as nossas marcas B!. Ambicionamos que onde a SUMOL+COMPAL esteja presente cada consumidor desfrute diariamente das nossas marcas. each one with over 60 years of history full of successes. UM BONGO. a todos os níveis. We sell to more than 70 different countries and. a nossa capacidade de inovação e de diferenciação e as nossas fortes ligações à naturalidade e benefícios nutricionais fazem parte integrante da nossa herança empresarial. 7UP. taking all benefits for their well-being. health and pleasure is a permanent and inspiring challenge for all our people. As nossas principais marcas são COMPAL e SUMOL. but we have a broad and full portfolio that includes B!. in Portugal and Africa. Our main brands are COMPAL and SUMOL. TAGUS and ESTRELLA DAMM. Our natural ambition is that in all markets where the SUMOL+COMPAL brands are available consumers enjoy every day our brands. Estamos presentes em mais de 70 Países e. which own two historical Portuguese brands: SUMOL and COMPAL. Our vision is that working fruit. UM BONGO. conseguir posições de destaque nos preparados de frutos e de vegetais.

complemented by a network of distributors.300 people. We employ roughly 1. We have in Portugal a portfolio of almost 40 thousand direct customers. SUMOL+COMPAL is the only company of the food and beverages sector listed on the NYSE Euronext Lisbon. we endeavour to develop the professional skills of our staff and a healthy balance between professional life and personal life. complementada por uma rede de distribuidores. Mozambique. Moçambique. Assumimos que a exploração das oportunidades de negócio deverá contribuir para o desenvolvimento sustentável e consideramos as Nossas Pessoas como um factor crítico do nosso sucesso pelo que estamos empenhados no desenvolvimento das competências profissionais dos nossos colaboradores e num salutar equilíbrio entre família. We have five plants. Angola and France. four in Portugal (Almeirim. Temos em funcionamento cinco unidades industriais.A. For that reason. Angola e França. regularly attended by the largest direct sales force in the sector. uma carteira de quase 40 mil clientes directos com uma cobertura garantida pela maior rede de vendas directa no nosso sector de actividade. on premises located in Portugal. S. Temos. We accept that the process of maximizing business opportunities should contribute to sustainable development and we regard our employees as a critical factor of our success.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.300 pessoas em Portugal. Pombal. Empregamos aproximadamente cerca de 1. A SUMOL+COMPAL é a única empresa portuguesa de bebidas cotada na NYSE Euronext Lisboa. 7 . em Portugal. quatro em Portugal (Almeirim. lazer e trabalho. | 2014 excellence at every level. Gouveia and Vila Flor) and one in Mozambique (Boane). Gouveia e Vila Flor) e uma em Moçambique (Boane). Pombal.

S.6% of the SUMOL+COMPAL own brands Sales Volume was made in International Markets . EBITDA 41.6% do Volume de Vendas das marcas da SUMOL+COMPAL foi realizado nos mercados externos.3 million litres Around 41. | 2014 INDICADORES CHAVE | KEY PERFORMANCE INDICATORS VOLUME DE VENDAS e PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS | SALES VOLUME and FILLING SERVICES EBITDA cresceu 6.3% in 2014 In 2014 our Sales Volume was 403.3 milhões de litros 403.5 % do Volume de Negócios / of Turnover 8 EBITDA increased 6.3% em relação a 2013 Em 2014.3 milhões de litros / million litres Cerca de 41.A.7 milhões de euros / million euros MERCADOS INTERNACIONAIS INTERNATIONAL MARKETS | 28. foram colocados no mercado 403.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.

| 2014 9 .A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S.

3% 5. Bearing Liabilities Total Int.687 0.0 13.2 19.4 443.01 € 1.5 21.9 156.5 195.6 88.7 123.Equivalentes a caixa (activo ) Dívida remunerada de médio prazo = Empréstimo s de lo ngo prazo Dívida remunerada líquida to tal = Empréstimo s de lo ngo prazo + Empréstimo s de curto prazo + Equivalentes a caixa (passivo ) .3 0.7% 8.4 26.7 118.8 295.98 € 96.3 80.8 224.04 € 1.0 20.98 € 96.3 196.7 283.3 -13.3 379.1% 4.0% 403.1 47.6 317.4 301.4% 6. | 2014 2014 2013 2012 2011 Vendas (em milhões de euros) Volume de Negócios Vendas Líquidas Refrigerantes com gás e Iced Tea Sumos.13 € 1.5 135.11 € 1.9% 13.7 46.3 575.287 0.Gasto das vendas Dívida remunerada líquida de curto prazo = Empréstimo s de curto prazo + Equivalentes a caixa (passivo ) .1 61.7 45. B earing Liabilities = Sho rt-term B ank Lo ans + Cash equivalents (Liabilities) .4 14.2 12.0% 8.05 € 96.7 215.2% 27.4 295.1 86.0 396.4 130.48 € 1.4 Results (in millions of euros) Gross Margin Operating Profit Consolidated Net Profit Balanço (em milhões de euros) Activo Total Capital Próprio Dívida Remunerada Líquida de Curto Prazo Dívida Remunerada de Médio Prazo Dívida Remunerada Líquida Total 625.0 -14.9 139.000 0.4 32.7 600.7 322.2 12.6 3.0 5. S.7 26.1 207.7 281.8 22.8% 4.2 270.9 20.6% 12.367 1.4 25.3 331.9 4. Néctares e Refrigerantes de fruta sem gás Águas Cervejas Outros Prestação de Serviços 310.1 59.0% 4.9 111.0% 13.4% 3.4 4.7 134.2 15.4 4.3 134.3% 7.1 20.9 206.2% 3.19 € 0.5 39.3 Colaboradores (em números) Número médio de Trabalhadores Rácios (em %) EBITDA / Volume de Negócios Resultado Operacional / Volume de Negócios Resultado Operacional / Activo Total Rendibilidade dos Capitais Próprios Capital Próprio / Activo Fixo Dívida / EBITDA Dívida / Capitais Próprios Volume de Vendas (em milhões de litros) Volume de Vendas Produtos Refrigerantes com gás e Iced Tea Sumos. Nectars and Fruit Still Softdrinks Waters Beers Other Services Provided Volume de Negócios Mercado Doméstico Mercados Internacionais 310.9 4.05 € 1.9 176.6 22.1 120.7 37.9 178.6 14.4% 3.2% 6.7 584.7 215.9 113.0 129.302 1.5 4.1 18.3 238.6% 9.1 224.1 44. Nectars and Fruit Still Softdrinks Waters Beers Other Services Provided R a t io s f o rm ula s Turno ver = Revenue Gro ss M argin = Revenue .0% 7.6% 6.Cash equivalents (A ssets) EB ITDA = Net Operating P ro fit + Depreciatio ns and A mo rtizatio ns Free Cash-flo w = Cash-flo w fro m Operating activities .7 289.2 192.4 201.7 50.6 4.1 3.0 86.8 15.3 110.5 4.8 47.9 -12.9 129.0 27.08 € 1.0 25.2 4.Co st o f Sales Sho rt Term Int.53 € 1.0 342.08 € 1.5 130.687 0.0 9.Cash-flo w de actividades de investimento A cçõ es em Circulação = A cçõ es to tais .906.3 9.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.2 4.030.6 35.7% 25.8 14.8 564.4% 27.5 135.high Share price .9% 4.10 € 1.Cash used in Investment activities Outstanding Shares (quantity) = Issued shares .máximo Preço por acção .1 104.5 242.7 187.6 301.3 382.0 -4.6 Turnover Domestic Market International Markets Resultados (em milhões de euros) Margem Bruta Resultado Operacional Resultado Consolidado Líquido 164.6 251.0 221.8 401.290 1.3% 48.8 63.3 240.2 78.1 109.7 430.2 44.2 331.3 342.43 € 1.4 151.3 206.368 1.850.6 35.2 118.26 € 1.4% 14.2 32.3% 7.1 19.2 27.390 13.A.Cash equivalents (A ssets) M edium Term Int.11 € 97.9 54.12 € 1. Bearing Liabilities Medium Term Int.minimo 96.030.3 406. B earing Liabilities = Lo ng-term B ank Lo ans To tal Int.7% 0.9 188.Treasury sto ck Earning per Share = Net pro fit after taxes / Outstanding shares Return o n Equity = (Net P ro fit after taxes / To tal Equity) x 100 .3 83.4% 8.6 40.5 80.2 51.5 11.9 398.fecho Preço por acção .0 300. B earing Liabilities = Lo ng-term B ank Lo ans + Sho rtterm B ank Lo ans + Cash equivalents (Liabilities) .8 50.2 21.2 Turnover (in million of euros) Turnover Net Sales Carbonated Softdrinks and Iced Tea Juices.A cçõ es pró prias Resultado Co nso lidado Líquido po r A cção = Resultado s apó s impo sto s / A cçõ es em circulação Rendibilidade do s capitais pró prio s = (Resultado s apó s impo sto s / To tal do capital pró prio ) x 100 10 2010 Shares (in euros) Outstanding Shares (quantity) Earnings per Share (EPS) Year-end closing price Share price .4 44.3 132.155.7 133.1 176.low Staff (in numbers) Average number of employees Ratios (in %) EBITDA as % of Turnover Operating Profit as % of Turnover Operating Profit as % of Total Assets Return on Equity Group Equity / Fixed Assets Debt / EBITDA Debt / Equity Sales Volume (in millions of litres) Sales Volume Products Carbonated Softdrinks and Iced Tea Juices.4% 5. Bearing Liabilities Cash Flow (em milhões de euros) Cash Flow Operacional (EBITDA) Cash Flow de actividades operacionais Cash Flow de actividades de investimento Cash Flow Livre 41.8 123.19 € 1.3 14.3 Cash Flow (in millions of euros) EBITDA Cash Flow from operating activities Cash Flow from investing activities Free Cash Flow Acções (em euros) Acções em Circulação (em número) Resultado Consolidado Líquido por Acção Preço por acção . Néctares e Refrigerantes de fruta sem gás Águas Cervejas Outros Prestação de Serviços F ó rm ula s de c á lc ulo do s rá c io s Vo lume Negó cio s = Rédito s M argem bruta = Rédito s .0% 27.2 20.2 49.687 0.3 Balance Sheet (in millions of euros) Total Assets Shareholders' Equity Short Term Int.0 324.1 198.8 298.14 € 0.1 -19.Equivalentes a caixa (activo ) Cash-flo w o peracio nal (EB ITDA ) = Resultado s o peracio nais + A mo rtizaçõ es e depreciaçõ es Cash-flo w livre = Cash-flo w de actividades o peracio nais .5 295.0 374.2 24.3 136.

000 | FR = (Nr.3% 35.000.33 5.01% 4.014 738 4.a.367 1.010 9. Anual de Visitantes | Annual nr.063 0.302 1.12 n. of Visitors 11 .a.000 Total de Horas de Formação | Total Hours of Training Valor | Value Ton Equivalente de Petróleo (TEP)/Ton Bebida Produzida | Ton of Oil Equivalent (TOE)/Ton of Produced Beverages Consumo de Água/Lt Bebida Produzida | Water Consumption/Lt of Produced Beverages Ton de CO2 emitidas na actividade industrial/Ton Bebida Produzida | Ton of Industrial activity CO2 emissions/Ton of Produced Beverages Peso total de Resíduos reciclados / Peso total de Resíduos produzidos x 100 | Total weight of Recycled Waste / Total weight of Waste produced x 100 Lt de Produto oferecido (Marketing. F LA23 Rotatividade Taxa de Rotatividade Turnover rate Turnover Rate % SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO / OCCUPATIONAL HEALTH AND SAFETY Absentismo4 LA7 Taxa Geral de Absentismo Working time lost % 4.ÁGUA /WATER 8 Consumo de Energia EN3 Energia e Recursos Naturais Energy Consumption Energy and Natural Resources Consumption Litros de Água consumidos ton 0.14 Nota: À excepção dos dados referentes ao Total de Efectivos (LA1) e Efectivos por Género (LA2) que cobrem a totalidade do nosso grupo empresarial (incluindo CGBA e SUMOL+COMPAL Moçambique). 10 EN1611 Emissão Total de Gases de Efeito de Estufa Emissões de CO 2 Total Greenhouse Gas Emissions CO 2 Emissions Resíduos Reciclagem de Resíduos em valor Waste Waste Recycling in value INDICADORES DE DESEMPENHO SOCIAL / SOCIETY INDICATORS (SOciety) OFERTA DE PRODUTOS / FREE PRODUCT n.) (Nº.44% 5.a.888 8. Horas efectivamente Trabalhadas) x 1. Admissions + Nr. todos os restantes dados deste quadro dizem exclusivamente respeito às operações da SUMOL+COMPAL em Portugal.3% 97.023 0.069 0.542 1.412 4.101 1. Cessações/2)/Nº. Labour Accidents/Nr.5% 27. Total de efectivos do Grupo (nº. Dismissals/2)/Average nr. EFLUENTES E RESÍDUOS / EMISSIONS.9% 94. médio) / Men (average nr. Acidentes de Trabalho/Nº.5% 36. VISITAS A FÁBRICAS / VISITS TO PLANTS n.3 273. Total Headcount Headcount nr. RP.000.075 % 98.026 0. Visits to Plants Nr.0 39.029 lt 5.090 1.027 0.169 1.23 6.74 ton 0. Social Responsability e Donativos) | Lt of Product offered (Marketing.7 57.581 4.508 M lt 525 1.619 6.98% 4. S.7% h 9. Admissões + Nº.1% 11.35 5. M 2 LA2 nr.290 1. de Visitantes nº.095 11.310 9 Water consumption EMISSÕES.047 0. | 2014 INDICADORES .2 187.7% 7.022 0. F 1. médio) | Heacount (average nr. Efectivos por Género Número de Efectivos por Género nr.2% 6.7% M lt 672 1. EFLUENTS AND WASTE n.390 797 794 836 845 864 505 496 531 523 526 6.93 6.368 1. Médio) / Women (average nr.7% 34. médio de Colaboradores | (Nr.13 Ofertas Globais de Produto Volume de Produto oferecido Free Product and Donations Volume of Product offered Ofertas de Produto com Valor Social Volume de Produto oferecido com Valor Social Free Product with Social Value Volume of Product with Social Volume offered Visitas a Fábricas Nº.019 000's € 120.282 5.2% 14.97% 4.63% % 41.9% 98. Working Hours) x 1.a. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Nº. of Emplyoees Horas de Ausência/Horas Teóricas | Hours of Absence/Total Hours TF = (Nº. Social Responsability e Donations) Lt de Produto com Valor Social oferecido e doado | Lt of Product with Social Value offered and donated Nº. RP. M Headcount by Gender Headcount by Gender nº.536 1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.9% 95.GRI (GLOBAL REPORT INITIATIVE) G3 INDICADOR / INDICATOR INDICADOR DE DESEMPENHO Unidade PERFORMANCE INDICATOR Unit 2014 2013 2012 2011 2010 INDICADORES DE PRÁTICAS LABORAIS / LABOUR INDICATORS (LAbour) EMPREGO / EMPLOYMENT LA11 Total de Efectivos Número de Efectivos nº.) and Mulheres (nº.0% nº. of Visitors nr.A.049 0.650 5.) Homens (nº.5 Working time lost Rate Acidentes de Trabalho 5 Taxa de Frequência Rate of Injuries Frequency Rate FORMAÇÃO E EDUCAÇÃO / TRAINING AND EDUCATION LA10 Horas de Formação6 Horas de Formação Anuais Hours of Training Annual Hours of Training Custo de Formação 7 Custos com Formação Anual Training Cost Annual Training Costs INDICADORES DE DESEMPENHO AMBIENTAL / ENVIRONMENTAL INDICATORS (ENvironmental) ENERGIA / ENERGY .

40 € 1.mínimo 12 2014 2013 2012 2011 2010 1.16 € 1. All the stocks representing the company‟s share capital are tradable on the NYSE Euronext Lisbon. ISIN: PT SML0AM0009 | MNEMO: SUCO Cotação das acções 1º Trimestre Preço por Acção .24 € 1.00 € 1.low Quarter 4 Share price .25 € 1.máximo Preço por Acção .A.fecho Preço por Acção .13 € 0.fecho Preço por Acção .09 € 1.37 € 1.38 € 1.24 € 1.20 € 1.10 € 1.13 € 1.mínimo 4º Trimestre Preço por Acção .high Share price .52 € 1.15 € 1.11 € 1.26 € 1.fecho Preço por Acção .12 € 1.16 € 1.mínimo 3º Trimestre Preço por Acção .fecho Preço por Acção .máximo Preço por Acção .36 € 1. S.43 € 1.14 € 0.13 € 1.low Quarter 3 Share price .low Quarter 2 Share price .48 € 1.high Share price . | 2014 INFORMAÇÃO SOBRE O MERCADO DE CAPITAIS | INFORMATION ON THE CAPITAL MARKETS A totalidade das acções representativas do capital social da Sociedade encontra-se admitida à negociação na NYSE Euronext Lisboa.12 € 1.98 € 1.08 € Share prices Quarter 1 Share price .05 € 1.14 € 1.08 € 1.98 € 1.19 € 1.closing Share price .14 € 1.máximo Preço por Acção .11 € 1.48 € 1.11 € 0.11 € 1.19 € 1.10 € 1.11 € 1.33 € 1.closing Share price .98 € 1.low .38 € 1.53 € 1.19 € 1.19 € 1.12 € 1.07 € 1.05 € 1.10 € 1.08 € 1.12 € 1.01 € 1.05 € 1.máximo Preço por Acção .high Share price .26 € 1.32 € 1.26 € 1.closing Share price .closing Share price .13 € 1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.mínimo 2º Trimestre Preço por Acção .13 € 1.48 € 1.high Share price .

A. S. S. S. S.A. informa sobre nomeação do Secretário da Sociedade 14/08/2014 SUMOL+COMPAL. divulga informação recebida dos accionistas Fundo de Capital de Risco Grupo CGD – Caixa Capital e Refrigor.A. S. | 2014 INFORMAÇÃO DIVULGADA EM 2014 11/03/2014 SUMOL+COMPAL S.A.A.A.A. .A. S. S. divulga Relatório sobre o Governo da Sociedade de 2013 08/05/2014 SUMOL+COMPAL.A. S. 30/06/2014 SUMOL+COMPAL. informa sobre adenda ao contrato de investimento em Angola 13/11/2014 SUMOL+COMPAL.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S.Entreposto Frigorífico. divulga Relatório Único do exercício de 2013 18/03/2014 SUMOL+COMPAL S.A. S. Lda.1º Semestre de 2014 23/09/2014 SUMOL+COMPAL.A.A. S. 18/11/2014 SUMOL+COMPAL.A.1º Trimestre de 2014 30/06/2014 SUMOL+COMPAL. S.A.A.A. convoca accionistas para Assembleia Geral de 09 de Dezembro de 2014 14/11/2014 SUMOL+COMPAL.A. informa alteração do Representante para as Relações com o Mercado 10/07/2014 SUMOL+COMPAL. convoca accionistas para Assembleia Geral de 30 de Maio de 2014 08/05/2014 SUMOL+COMPAL. . S.A. convoca accionistas para Assembleia Geral de 11 de Dezembro de 2014 18/11/2014 SUMOL+COMPAL. divulga Contas Individuais do exercício de 2013 18/03/2014 SUMOL+COMPAL S.A. S.A.A. S. informa sobre deliberação da Assembleia Geral relativa aos documentos de prestação de contas de 2013 30/05/2014 SUMOL+COMPAL.A. 10/07/2014 SUMOL+COMPAL. divulga propostas a apresentar à Assembleia Geral de 11 de Dezembro de 2014 18/11/2014 SUMOL+COMPAL. divulga anexos às propostas 4 e 6 a apresentar à Assembleia Geral de 30 de Maio de 2014 30/05/2014 SUMOL+COMPAL. S. S. S. S. divulga acções com direito a voto na Assembleia Geral de 11 de Dezembro de 2014 13 .A.A.A. S. divulga informação recebida da accionista Eufiger .A. S. informa sobre celebração de contrato com a Copagef.3º Trimestre de 2014 14/11/2014 SUMOL+COMPAL.A. informa sobre a composição dos Órgãos Sociais para o triénio 2014-2016 30/05/2014 SUMOL+COMPAL.A. S. . divulga informação recebida da accionista Frildo . divulga propostas a apresentar à Assembleia Geral de 30 de Maio de 2014 08/05/2014 SUMOL+COMPAL. S.A. divulga propostas a apresentar à Assembleia Geral de 09 de Dezembro de 2014 14/11/2014 SUMOL+COMPAL. 27/08/2014 SUMOL+COMPAL. S. informa sobre Resultados Consolidados de 2013 não auditados 18/03/2014 SUMOL+COMPAL S. divulga acções com direito a voto na Assembleia Geral de 30 de Maio de 2014 08/05/2014 SUMOL+COMPAL.Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. S. S.A. divulga acções com direito a voto na Assembleia Geral de 09 de Dezembro de 2014 14/11/2014 SUMOL+COMPAL.

A.Entreposto Frigorífico. 31/12/2014 SUMOL+COMPAL. 14 . S.A.A. S. informa sobre concretização do contrato com a Copagef.A. informa sobre deliberações da Assembleia Geral de 09 de Dezembro de 2014 09/12/2014 SUMOL+COMPAL.pt). S. 30/12/2014 SUMOL+COMPAL.A.A. informa sobre deliberações da Assembleia Geral de 11 de Dezembro de 2014 30/12/2014 SUMOL+COMPAL. Lda. rectifica informação sobre Pagamento de Reservas 11/12/2014 SUMOL+COMPAL. S. divulga informação recebida da accionista Frildo . informa sobre aquisição de Acções Próprias 30/12/2014 SUMOL+COMPAL. S. This information is not translated. Should you have any questions please contact the Investors Relations Department (investidor@sumolcompal. S.A. S.A.A. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. S.A.A. S. S. | 2014 09/12/2014 SUMOL+COMPAL. divulga informação recebida da accionista Eufiger . informa sobre Pagamento de Reservas 10/12/2014 SUMOL+COMPAL.

Terrenos e Construções.450 PUBLICIDADE DE PARTICIPAÇÕES DE ACCIONISTAS Artigo 448º nº. | 2014 INFORMAÇÃO SOBRE PARTICIPAÇÕES QUALIFICADAS EM 31/12/2014 NOS TERMOS DO REGULAMENTO Nº.674.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.590.610 294. Lda. 5/2008 da CMVM .000 100.A.A. S.Caixa Capital 10.610 10.000 120. de Acções % Direitos detidas de voto (directamente) 70. Directamente Fundo de Capital de Risco .517 1. S. Nº.000 € 138. Eufiger – Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. S. 15 .15 € 112.000 --------- 1. 20 do CVM PUBLICIDADE DE PARTICIPAÇÕES DE MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E FISCALIZAÇÃO Artigo 447º nº.12 € 1. Tecol .º 7 do Artigo 14º Eufiger – Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. Frildo – Entreposto Frigorífico.15 € 1. 4 do Código das Sociedades Comerciais Detalhe Total de Acções Refrigor. Should you have any questions please contact the Investors Relations Department (investidor@sumolcompal. Data Aquisição Alienação Valor --------------------12-06-2014 22-12-2014 12-06-2014 22-12-2014 ----- ----------------------------100.Grupo CGD .000 ----- --------------------1.919.12 € 1.000 € This information is not translated. S. 5 do Código das Sociedades Comerciais Amélia Maria Brito Pires Eusébio João António Brito Pires Eusébio António Sérgio Brito Pires Eusébio José Tomás Júdice Gamito Pires Refrigor.490 18.15 € 1.A. Lda.A.672 23.53% 77.000 € 112.590.000 € 138. S.n.A.590.313 81.12 € 1.15 € ----- ----- Total Acções 1.000 ----- --------------------100.313 10.367 1.923 TRANSACÇÕES DE DIRIGENTES Regulamento nº.A.Caixa Capital 70.510.50% Nota: Nos termos do Artº.12 € 1.126 1.610 (indirectamente) 70.860 70.000 120.675.pt). Data Aquisição Alienação €/Acção Valor Total 12-06-2014 22-12-2014 12-06-2014 22-12-2014 --------100.21% Fundo de Capital de Risco . S. 5/2008 DA CMVM Refrigor.Grupo CGD .000 120.510.086.100.000 120. Frildo – Entreposto Frigorífico. Lda.

.

.

de acordo com o estabelecido na legislação em vigor. 5. 6. S. 2. Refira-se que de acordo com o nº 6 do Artigo 508º-C do Código das Sociedades Comerciais. Vimos.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 3. com muita satisfação. 14. | 2014 1. 4. este relatório constitui-se como relatório único. 18 . submeter à Vossa apreciação o relatório único de gestão. 13. as demonstrações financeiras consolidadas e os anexos correspondentes. 10.A. 15. 12. Nota Prévia O Ano em Perspectiva As Nossas Marcas Os Nossos Mercados As Nossas Operações e I&D As Nossas Pessoas A Nossa Comunicação As Nossas Áreas de Suporte Os Nossos Resultados Económicos e Financeiros A SUMOL+COMPAL e a Comunidade Modelo de Gestão Os Riscos do Nosso Negócio Aplicação dos Resultados Perspectivas Futuras Agradecimentos OS NOSSOS VALORES Senhores Accionistas. 9. 11. 7. 8.

social e ambiental.9%. O relatório retrata tanto os impactos das nossas acções passadas. representado pela Agência Nacional de Investimento Privado.8 % acima do ano anterior. abaixo dos 2%. sociedade de direito angolano. Nos mercados internacionais mais relevantes para a SUMOL+COMPAL os desempenhos macroeconómicos continuaram a ser bastante díspares. 3. o valor das vendas nos mercados internacionais ascendeu a 88. Realizámos estudos de consumidor em diversas geografias. NOTA PRÉVIA O presente relatório único contém uma exposição fiel e clara sobre a evolução dos negócios. do desempenho e da posição da SUMOL+COMPAL. O consumo privado terá sido a componente com maior aumento percentual. Continuámos a investir fortemente na gestão estratégica de marcas.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. no mercado português. uma 19 . 2. saúde e prazer é um desafio permanente e inspirador” e que “ambicionamos que onde a SUMOL+COMPAL esteja presente cada consumidor desfrute diariamente das nossas marcas. Em 2014. | 2014 1. Foi considerado o referencial G3 do Global Reporting Initiative. na generalidade. Na selecção dos indicadores de referência para avaliação do desempenho procurou-se uma focalização naqueles que medem efectivamente os maiores impactos da nossa actividade em termos de sustentabilidade económica. os vegetais e a água como fontes incontornáveis de nutrição. estima-se que o valor e o volume dos mercados de bebidas refrescantes e de águas tenham sido próximos dos do ano anterior.0 % acima do ano anterior. O ANO EM PERSPECTIVA A evolução da economia portuguesa foi positiva em 2014. um verão pouco quente. Da conjugação da actividade em Portugal e nos mercados internacionais o volume de negócios atingiu os 310. o valor das vendas e prestações de serviços da SUMOL+COMPAL alcançou os 221. certamente muito influenciado pelo reforço da confiança das famílias e pelo aumento do emprego.6 milhões de euros. e o Estado da República de Angola. em especial.4 milhões de euros. Implementámos a nova arquitectura e imagem da marca COMPAL. grau C (referencial internacional de relato do desempenho económico. em relação ao qual assumimos o compromisso de o respeitar enquanto membros do Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável (BCSD Portugal)). beneficiando do contributo destas para o seu bem-estar”. O contributo positivo do enquadramento macroeconómico para o crescimento dos mercados de bebidas foi contrariado por um inverno prolongado e.A. os crescimentos das economias ficaram. social e ambiental das organizações. Foi celebrado entre a SUMOL+COMPAL Angola. regra geral. Trabalhámos na evolução do posicionamento da marca SUMOL. No âmbito do planeamento estratégico foram revisitados os conceitos da visão e da missão da empresa bem como foi adoptado um conjunto de aspirações vencedoras. A missão passou a expressar de forma inequívoca a forte ambição internacional das nossas bebidas de frutas e de vegetais.2 % acima do ano anterior. A definição da visão reforçou a convicção de que “trabalhar a fruta. estimando-se que o PIB tenha crescido 0. a apresentar crescimentos significativos. Assim.0 milhões de euros. 2. rumo a um futuro mais sustentável da nossa Empresa e da Sociedade. o compromisso com o desenvolvimento sustentável e com marcas únicas que seduzam os consumidores pelo sabor e pela ciência e arte com que são construídas. S. como as consequências previsíveis das iniciativas que temos vindo e continuaremos a implementar. hidratação. Na Europa. 2. após três anos de decréscimos. A economia angolana terá crescido entre 4 a 5% e a moçambicana entre 7 a 8%. na Europa e em África. As economias dos países africanos continuaram. Foi neste contexto que.

9% do capital social da SUMOL+COMPAL Marcas. a SUMOL+COMPAL enfrenta um desafio relevante de interpretação demográfica. a internet e as redes sociais funcionam como porta para um mundo de possibilidades sem fronteiras. e garantir a satisfação das suas necessidades e caminhos para a sua fidelidade. ocupam os seus tempos livres e se relacionam uns com os outros. néctares e refrigerantes da SUMOL+COMPAL Marcas. nos próximos anos. ligação emocional com os consumidores e sua consequente fidelização. A mobilidade marca a nova fase do digital. ele passa por compreender o envelhecimento das populações e incorporá-lo na gestão das marcas. passa por compreender uma população jovem. metade da população está abaixo dos 15 anos. o investimento será feito numa fábrica. Esta tendência tem um paralelo curioso com o Novo Mundo. Esta transacção foi realizada pelo preço global de 88. trabalham. surgem também alguns movimentos de desafio “às máquinas” materializados no abandono das redes sociais e na maior protecção dos próprios dados. com a vida dos consumidores mais dependente da tecnologia. AS NOSSAS MARCAS 3. Exemplo desta situação é a penetração de smartphones em alguns países africanos e o peso dos acessos à internet através destes equipamentos. sociedade anónima de direito francês.2 milhões de euros. bem como a perda de anonimato e privacidade decorrente do registo e partilha do seu dia-a-dia.2 milhões de euros. em que o menor grau de alfabetização requer desde logo um discurso essencialmente visual. Em Angola. Muito acentuada pela comunicação instantânea em redes sociais. sobretudo ao nível da imersão experiencial. Se na Europa. com todas as alterações sociais e económicas que tal comporta. Temos a expectativa que esta alteração na estrutura accionista da SUMOL+COMPAL Marcas contribua. Nesta alienação a mais-valia para a SUMOL+COMPAL foi de 15. para um desenvolvimento significativo das principais marcas desta empresa nalguns mercados africanos. cujas soluções convencionais de mass media começam a revelar-se insuficientes para garantir informação adequada. acções e respectivas prestações acessórias.A. S. Esta revolução tecnológica está a criar toda uma série de novos desafios em matéria de gestão de marcas. e de expectativas quanto à sua activação. alienou-se à Copagef (Grupo Castel). sociedade até esse momento detida a 100% pela SUMOL+COMPAL. vai agudizando-se o desafio de mudança de paradigma na comunicação das marcas. nomeadamente África.1. No final do exercício. em África.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. a qual terá uma dimensão superior à anteriormente projectada. No Velho Mundo. e mantendo uma ligação forte à tradição de vivência em família e de forte espírito colectivo. Estas realidades sublinham a importância de 20 . por exemplo. | 2014 adenda ao Contrato de Investimento Privado. que têm vindo a impactar profundamente a forma como os consumidores vivem. a oportunidade. para produção e embalamento de sumos. Nos países em desenvolvimento. representativas de 49. em que a descodificação das propostas das marcas a partir de imagens é recomendável. assumidos principalmente por pequenos grupos de utilizadores. Simultaneamente. tendo inclusivamente funcionado como aliado poderoso em movimentos de contestação política de defesa dos direitos humanos. sendo que mesmo nos países em vias de desenvolvimento esta tendência é muito relevante. 3. Nos termos do acordado. mediante a qual o investimento total passou a ascender a 51 milhões de dólares. Tendências globais No Velho Mundo continua a assistir-se à inexorável velocidade na introdução de novas tecnologias. vivendo com grande sentido de optimismo o progresso e crescimento que o país tem experimentado. Ao polarizar a gestão estratégica do seu negócio entre Velho e Novo Mundo. a linguagem tem-se tornado progressivamente mais visual e menos verbal. com sede em Paris.

A. sendo o prazer valorizado como factor determinante de bem-estar e felicidade. No quadro destes novos comportamentos existe espaço para propostas de indulgência. snacks de fruta desidratada. e com flexibilidade suficiente para que as execuções locais assegurem a proximidade e afinidade das marcas com os consumidores. 3. mas também na receptividade a gastar mais quando se trata de consumir algo único e excepcional. considerada como uma das principais responsáveis pela obesidade e por doenças crónicas não transmissíveis. polpas de fruta e barras de cereais. A oferta alimentar aumentou substancialmente. em contexto recessivo. Um consumidor mais racional. bem como o advento de práticas fiscais aplicáveis a produtos com elevado teor de açúcar. Como resposta às estatísticas e previsões preocupantes sobre obesidade e outras doenças.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Assiste-se a uma fusão emergente entre bebidas e snacks. Existe uma maior rejeição dos alimentos muito processados. A procura de naturalidade e benefícios dos alimentos naturais é apontada como a tendência mais importante em alimentação. como forma de combater doenças e aumentar a esperança média de vida. manifesta-se na menor disponibilidade para testar propostas de preço mais elevado quando a diferenciação não é notória. é igualmente verdade que as que melhor o potenciem abrem um espaço de oportunidade para preços mais altos e melhor rentabilidade. Não obstante a contestação ao açúcar. A indústria alimentar tem vindo a reforçar o grau de pro-actividade na procura de soluções adequadas. O tema ganha complexidade acrescida com a contestação dos edulcorantes artificiais que. Se o sabor continua a ser determinante no sucesso das propostas de bebidas. leite). com tomadas de posição próximas do fundamentalismo por parte de alguns elementos da comunidade científica. A atenção dada à alimentação saudável universalizou-se.2. | 2014 um pensamento estratégico global e transversal. quer na restauração. mas apesar de tudo ela é largamente vencida pela procura de sabor. mesmo que boa parte da percepção negativa se baseie em estudos de credibilidade duvidosa. comparáveis às do tabaco ou das bebidas alcoólicas. aroma. gordura e sal. Esta tendência aproxima competitivamente diversas categorias anteriormente distantes. bem como melhorar a qualidade de vida nos anos suplementares. assente em informação concreta de consumidor. o consumidor valoriza hoje comportamentos alimentares equilibrados. que vemos também na restauração e inclusivamente ao pequeno-almoço. como bolachas em bolsas individuais. Naturalidade significa benefícios de saúde naturalmente presentes (exº: fruta. S. Se no Novo Mundo reconhece-se ao açúcar o benefício do aporte energético imediato. Significa também menos ingredientes. é notório o progressivo ataque ao açúcar no chamado Velho Mundo. Entre as várias tendências na alimentação. formulações mais simples e rotulagem “limpa”. por oposição a soluções fáceis e imediatas de redução calórica. azeite. convenientes. quer no retalho. as autoridades governamentais vão intensificando as campanhas de sensibilização ao consumo de alimentos ricos em açúcar. expressas em compromissos de auto-regulação. 21 . cor e textura. têm forçado uma redefinição da relação com os alimentos e ocasiões de consumo. com visibilidade mediática relevante. correspondendo a uma aspiração crescente dos consumidores por uma nutrição positiva. Os novos conceitos de snacking saudável. chá. características decisivas nos comportamentos de compra e de consumo contemporâneos. são decisivos na exploração desta oportunidade. A evolução das nossas marcas O ano de 2014 na SUMOL+COMPAL ficou assinalado por quatro factores importantes: a aposta na gestão estratégica global das suas marcas com base em informação de consumidor. O debate público tem endurecido de tom. Novos sistemas de embalagem. não são consensuais quanto ao seu impacte na saúde. observável por toda a Europa e em Portugal. a opinião pública do hemisfério Norte tem vindo a aumentar a sua sensibilidade a notícias condenatórias desta matéria-prima natural. não obstante resolverem o tema do conteúdo calórico.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

a implementação do lançamento da nova arquitectura e imagem da marca COMPAL, a reflexão
profunda com consequente tomada de decisão relativamente à evolução do posicionamento da
marca SUMOL, e o reforço do âmbito de internacionalização das nossas marcas principais,
quer ao nível da reflexão estratégica, quer da sua implementação.
Neste segundo ano do modelo organizacional implementado em 2013 (marketing estratégico
global e unidades de mercado de operacionalização local) foi reforçado com significado o
investimento no conhecimento do consumidor em diversas geografias, com o objectivo de
potenciar o desenho de plataformas de posicionamento de marca verdadeiramente
internacionais e perenes, numa lógica consumidorcêntrica.
São também merecedoras de referência: a consolidação do portefólio internacional das
marcas, nomeadamente em COMPAL, não só numa lógica de rotulagem (idiomas e legislação)
mas também com base em narrativas ajustadas aos mercados a explorar, em termos de
relevância para os consumidores e de diferenciação; e o arranque de projectos de inovação
especificamente dedicados a mercados fora de Portugal, nomeadamente Angola, e baseados
em insights e suas oportunidades específicas.
COMPAL
Em 2014 implementou-se o reposicionamento estratégico desta marca. A aproximação à fruta
da árvore e a naturalidade como principais factores de superioridade competitiva foram centrais
a toda a reflexão. A grande ideia de marca assenta nos pilares “sabor único”, “naturalidade” e
“narrativa” como principais factores de relevância e diferenciação, potenciados pela “Frutologia”
como essência e razão de ser de toda a proposta de marca.

A renovação de todas as embalagens do seu portefólio em todos os mercados onde opera,
decorrente do lançamento da sua nova imagem, representou um esforço de marketing que
convocou recursos organizacionais e financeiros muito significativos.
As primeiras embalagens chegaram ao mercado em Abril, fruto de um processo exigente e
complexo de transformação visual: a “árvore COMPAL” como novo logotipo; a maior federação
visual das gamas, em linha com a simplificação da arquitectura de marca; a introdução de
elementos simbólicos proprietários, como o “polpómetro”; e o reforço das narrativas de sabor,
com recurso a conteúdo sobre as origens e história da fruta.
O processo de reposicionamento foi acompanhado de inovação de sabores, como os
lançamentos de Néctar Manga Magdalena, Néctar de Ananás da Costa Rica e Néctar de
Morango de Portugal, todos feitos de fruta espremida e sem recurso a concentrados, bem
como a transformação das formulações de COMPAL VITAL e COMPAL LIGHT (stevia em
substituição de um edulcorante de síntese).
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Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

Foi paralelamente criada uma gama internacional de raiz, também com criação de alguns
sabores novos (néctares de laranja mediterrânica, manga da Colômbia e multifrutos), e em que
a narrativa da frutologia e da não utilização de concentrados constituem factores estruturantes
do posicionamento e argumentação da marca.

Adicionalmente, também para Angola foram desenvolvidas algumas referências específicas,
por forma a reforçar a afinidade da marca com os consumidores desta geografia através de um
discurso com maior relevância local.
Uma palavra ainda para o Centro de Frutologia COMPAL (CFC), cuja Academia acolheu na
sua segunda edição mais doze formandos. Três deles, por terem apresentado os melhores
projectos de exploração frutícola, foram premiados monetariamente com uma ajuda
significativa à sua execução. O CFC é um projecto verdadeiramente único em Portugal porque
reúne entidades do sector agrícola, públicas e privadas, académicas, empresariais e
associativas, em torno do propósito comum de valorizar e promover a fruta portuguesa. Esta
aposta materializa-se no fomento de um espírito empreendedor e de ambição de uma nova
geração de fruticultores.
Em COMPAL ESSENCIAL,
para além da implementação da
nova identidade, foi dado foco à
consolidação
da
proposta
COMPAL ESSENCIAL KIDS,
com
investimentos
em
comunicação e em loja. O
conceito
revela
grande
potencial de crescimento, que a
marca continuou a alimentar,
nomeadamente
com
o
lançamento de uma edição
coleccionável de figuras ligadas
a contos infantis na recta final
de 2014, que ditou a tematização das suas embalagens.
De salientar ainda o lançamento de uma nova variedade na gama de vegetais COMPAL,
ervilha com cenoura, destinado ao mercado de Cabo Verde.
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Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

SUMOL
O ano foi marcado pela celebração dos 60 anos da marca e por uma profunda reflexão
estratégica. Após investigação intensiva de consumidor, de âmbito internacional, foi possível
desenhar uma nova estratégia para o futuro, a implementar em 2015. O relançamento da
marca tem como objectivo torná-la mais internacional, um desafio deveras aliciante e complexo
para uma das mais icónicas marcas com origem em Portugal. Algumas das conclusões desta
reflexão revelaram-se executáveis ainda em 2014, antecipando parcialmente o que será o novo
registo de relação da marca com os consumidores: mais emocional, mais vibrante e excitante,
mais jovem e activo, mais grupal, centrado em aproveitar de forma optimista tudo o que a vida
nos vai oferecendo.

Na preparação do seu reposicionamento internacional foi feito um trabalho profundo de
desenvolvimento em busca de inovação de sabor. O primeiro exemplo será um novo sabor
para lançamento em Angola em 2015.
Depois de COMPAL em 2014, cabe agora a SUMOL preparar-se para um virar de página em
2015. Os inúmeros projectos em desenvolvimento permitem antecipar um futuro ainda mais
promissor.
UM BONGO
Reconhecendo-se-lhe potencial para continuar a crescer no futuro, particularmente fora de
Portugal, trata-se de uma marca com um elevado nível de relevância e diferenciação na
abordagem ao segmento infantil. Constitui uma oportunidade em diversas geografias,
começando por Angola, e continuando na China, onde deu indicações muito positivas em 2014.
Os seus investimentos estiveram especialmente focados no lançamento do novo sabor TumTum Manga, envolvido desde o desenvolvimento num conceito 360 graus. Um novo
personagem, o Tamburu, e a associação deste novo sabor ao universo musical da marca, uma
das suas plataformas de activação mais fortes, explicam a sua excelente prestação.
B!
Esta marca foi também alvo de reposicionamento
em 2014, com o objectivo de a dotar de maior
potencial de crescimento, a partir de um
posicionamento mais consistente e perene. Para
esse efeito, era importante fortalecer a
aproximação de B! aos referenciais de
refrigerantes, por forma a poder aceder a mais
volumes, sem perder de vista a necessária
personalidade e diferenciação da marca.

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atingindo 256 milhões de litros. B!monada de Frutos Vermelhos e B!monada de Ananás. | 2014 O novo posicionamento encaminhou a marca para a criação e apropriação de um novo segmento de limonadas embaladas.A. Solidificou-se a utilização de indicadores de gestão assentes no desempenho da capacidade de inovação. via fortalecimento do seu valor e relevância. com sucesso. Prosseguiu-se o desenvolvimento do projecto de relação de proximidade com o consumidor final.6%. 3. que continuou a ensaiar um modelo de operação novo para a organização e serviu com sucesso uma população limitada. Por exercício de focalização.0 milhões de euros. a sua gestão tem sido. avaliando-a a nível interno e com resultados obtidos no mercado. Para além da limonada original que constava já do portefólio B! foram desenvolvidos novos sabores. nomeadamente B!monada de Morango. permitirão à SUMOL+COMPAL estender a sua gama de produtos e explorar novas oportunidades e territórios de oferta junto do consumidor final. que foi alvo exclusivo de todos os esforços de comunicação da marca em 2014. Com este projecto pretende-se criar laços de relação e diálogo directo com consumidores das nossas marcas. as B!monadas. Pretende-se capacitar todos os colaboradores para uma análise crítica da sua actividade. tendo as vendas líquidas registado um incremento de 4. em Portugal. condição essencial de defesa e de reforço da sua capacidade competitiva. e participação no desenho e implementação de soluções mais eficazes e mais eficientes. Toda a identidade visual e gráfica de embalagens foi revisitada. continuou-se a promover de forma alargada a cultura de inovação. segundo a AC Nielsen. sobretudo na sua vertente economicamente mais interessante: o consumo fora de casa. a marca teve investimentos reduzidos mas centrados na sua defesa táctica e cujo resultado final se traduziu na estabilidade de volumes.3 A INOVAÇÃO DISRUPTIVA NA SUMOL+COMPAL A Inovação mantem-se como um dos focos de aposta estratégica da empresa e 2014 confirmou-a. com o objectivo de criar uma gama focada no novo conceito de B!monadas.1 Portugal O volume comercializado pela SUMOL+COMPAL em Portugal cresceu 4%. com uma quota de mercado igual à do ano anterior. ÁGUA SERRA DA ESTRELA Mantendo uma performance de crescimento estável aliada a uma alocação mínima de recursos.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Simultaneamente estão em desenvolvimento outros projectos de inovação que. O portefólio da SUMOL+COMPAL manteve a liderança no conjunto dos mercados de bebidas refrescantes e de águas. FRIZE O ano de 2014 foi um ano de manutenção para FRIZE. Considera-se que a marca tem potencial de crescimento no futuro. ao abrigo de uma nova estratégia e de novas ferramentas de internacionalização. S. a plataforma digital Mercado do Bairro. Entendendo que existem oportunidades de inovação em toda a actividade da empresa. 4. alcançando os 212. uma arma importante de portefólio no mercado de bebidas. 25 . OS NOSSOS MERCADOS 4.

em valor. África O principal destino das vendas realizadas no exterior pela SUMOL+COMPAL é o continente africano.A. em volume. S. a evolução das vendas em volume foi desfavorável (-7. ANTARCTICA. principalmente no Magreb e África Central.1 milhões de litros. bem como a frequência de compra. o agravamento das pautas aduaneiras. Suazilândia e Madagáscar. Na região constituída pelos países da Southern African Development Community (SADC) existe um mercado importante de bebidas e um dos objectivos da SUMOL+COMPAL Moçambique é explorar as oportunidades de exportação para esses mercados. PEPSI. volume que não inclui actividades de prestação de serviços e que foi inferior ao alcançado no ano anterior. no exercício em análise.2%). entre as quais se destacam SEVEN UP. tem um potencial de crescimento muito elevado e existe oportunidade para o lançamento ou desenvolvimento de outras marcas. constituiu-se a SUMOL+COMPAL Angola que com uma equipa local fortemente reforçada desenvolverá o negócio neste país. As vendas em volume cresceram com significado. COMPAL. a SUMOL+COMPAL conquistou novos clientes relevantes e alargou o portefólio no canal horeca. A nossa principal marca neste mercado. tendo incrementado a eficácia dos seus investimentos de trade marketing visando a defesa do consumo das marcas. A SUMOL+COMPAL Moçambique cumpriu em 2014 o seu segundo ano de desenvolvimento. iniciaram-se no ano em apreço as primeiras exportações de produtos fabricados na unidade de Boane para a África do Sul. Por outro lado. Iniciámos projectos de parceria nos mercados mais relevantes da 26 . 4.4 milhões de euros. como seguidamente se comenta. As vendas de marcas representadas. LIPTON. No exercício. como consequência da retracção de consumo neste canal. Continuámos a aprofundar os processos de segmentação de clientes. Mercados Internacionais As vendas nos mercados internacionais cresceram 2. Em paralelo. ascendendo a 88. conduziram a um decréscimo das vendas. Os desempenhos positivos nos mercados lusófonos – Cabo Verde. uma intensidade concorrencial mais forte e a redução de stocks de SUMOL nos principais importadores tendo em vista a migração para o abastecimento local. Demos continuidade ao processo de sincronização de informação e de políticas comerciais na rede de Distribuidores. com uma presença em cerca de 30 países. DAMM e TAGUS. mas o nível de actividade está ainda bastante aquém da capacidade instalada.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Neste continente. No canal alimentar a sociedade alterou a arquitectura de preços e de promoções em algumas das suas marcas por forma a aumentar a penetração nos lares portugueses.2%. | 2014 Continuamos a observar o encerramento de estabelecimentos no sector da restauração. Guiné Bissau e São Tomé não foram suficientes para contrariar as dificuldades nos restantes mercados. A Empresa realizou vendas em cerca de setenta países. A evolução das vendas nos restantes países no continente africano foi negativa. atingiram os 69.2. Em Angola.

Luxemburgo e Reino Unido. em linha com as necessidades do negócio. 5. 5. dos pomares contratados em exclusividade e o ano agrícola favorável em pêssego e pera. os transformados de alperce adquiridos no mercado internacional serão substituídos nos próximos anos por fruta transformada na SUMOL+COMPAL. após um período de picos máximos. as novas 27 . S. tanto a nível industrial como logístico. Complementarmente. Os ensaios à escala industrial. serão realizados em 2015. entre os quais se destacam os néctares de Manga Magdalena. A nível internacional. AS NOSSAS OPERAÇÕES E I&D Na área de Operações da SUMOL+COMPAL destacaram-se dois projectos de apoio ao desenvolvimento do negócio. que voltaram a valores próximos dos níveis médios históricos. Europa As vendas no mercado europeu cresceram face a 2013. Em Portugal. voltaram a conseguir-se melhorias de eficiência que se traduziram em reduções de custos. do Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica e de algumas empresas da área da biotecnologia. teve início durante a segunda metade do ano o projecto de instalação da fábrica de Angola. O preço das principais matérias-primas de fruta registou em 2014 uma redução em termos globais relativamente ao ano anterior. Em sentido inverso foi a influência do concentrado de maracujá. que manteve a situação de escassez e preço elevado durante grande parte do ano e só no último trimestre deu sinais de estabilização da cadeia de abastecimento. continuamos a sentir uma dinâmica fraca nas principais economias europeias. A percentagem de fruta de origem portuguesa processada foi superior a 60%. Contribuíram para esta evolução positiva o desempenho favorável em França.200 toneladas de fruta e de vegetais. Investigação e Desenvolvimento A área de Investigação Aplicada prosseguiu a execução de dois projectos plurianuais. As principais contribuições para esta descida vieram dos concentrados de uva e de maçã.000 toneladas. 5.2. | 2014 África Ocidental. Das formulações produzidas pela área de Desenvolvimento de Produto em 2014 resultaram vários lançamentos no mercado. A produção. Apesar deste bom resultado. A fruta nas nossas bebidas Foram processadas 25.A. No âmbito destes projectos a SUMOL+COMPAL tem contado com as colaborações empenhadas da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. a rede de distribuição foi estruturada de forma a permitir agregar à distribuição de bebidas produtos de outras categorias alimentares (produtos multicategorias). as vendas da SUMOL+COMPAL mantiveram a tendência de crescimento. dos quais esperamos obter resultados positivos no primeiro semestre de 2015. Destaque para os bons resultados na China Continental onde continuamos a registar aumentos de vendas relevantes. Foram ultrapassados exigentes desafios científicos e tecnológicos e conseguidos resultados prometedores já à escala piloto.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Outros Mercados Nos restantes mercados. em 2014. continuámos a privilegiar a incorporação de sumos e concentrados de fruta portuguesa adquiridos a empresas agro-alimentares instaladas em Portugal. contribuíram para que aquela percentagem fosse mais elevada do que a registada em anos anteriores. De registar o processamento de alperce após mais de 10 anos em que este fruto não esteve disponível. Embora se tenha concluído em 2013 um ciclo plurianual de projectos de optimização operacional. de Ananás da Costa Rica e de Morango de Portugal na marca Compal.1. superior a 2. com vista à demonstração do potencial dos processos. Se a reintrodução desta cultura em Portugal tiver sucesso.

se depara. Com a implementação realizada. a par de diversos investimentos de menor dimensão em todas as fábricas. Rede de Distribuição A reestruturação da rede de distribuição horeca.4. a formação de pessoas e o desenho de novos processos apoiados em desenvolvimentos de sistemas de informação. ganhar sinergias e flexibilização de meios e melhorar a capacidade de resposta a picos e sazonalidade de vendas. Foi iniciada em 2014 a prestação de serviços de distribuição de produtos multicategorias no âmbito da rede de distribuição capilar. pessoas e processos. em toda a gama de calorias reduzidas da marca COMPAL. 5. através da centralização e racionalização da frota subcontratada de distribuição capilar. 5.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. a rede de distribuição da SUMOL+COMPAL passou a dispor das competências necessárias para agregar às bebidas produtos de características distintas. 28 . a cada momento. no referencial BRC na unidade de Almeirim que manteve um excelente resultado. no referencial AIB International na unidade de Pombal que atingiu o melhor resultado de sempre. estabelecidos para 2014 de acordo com nova metodologia de avaliação quantitativa. no âmbito da estrutura industrial. S. A utilização de edulcorantes alternativos ao açúcar foi amplamente avaliada e conduziu à substituição dos edulcorantes de síntese por extracto de stevia. reforçando a sustentabilidade das empresas prestadoras destes serviços. Foi criado. correspondentes a um crescimento de 1% da actividade industrial. 5. nos planos de formação e no nível de cumprimento dos requisitos de Segurança Alimentar. Os objectivos de Segurança Alimentar estabelecidos para 2014 foram atingidos e nalguns casos superados. nomeadamente. de utilidades e dos primeiros equipamentos produtivos. No segundo semestre foi realizado o projecto de engenharia e foram adjudicadas empreitadas de infra-estruturas. um grupo de trabalho dedicado ao projecto de instalação e arranque da fábrica de Angola nas vertentes de equipamentos. Operações Fabris O volume total produzido nas cinco unidades de produção da SUMOL+COMPAL atingiu 408 milhões de litros. O projecto implicou a instalação de equipamento específico nos centros de distribuição. SUMOL e UM BONGO. Garantia da Qualidade e Segurança Alimentar Os indicadores internos e externos de Garantia da Qualidade continuaram a registar resultados bastante positivos. de forma a cumprir o objectivo de arranque a meio do ano de 2015. com realce para a unidade de Boane. A unidade de Pombal registou um ligeiro decréscimo.5. A gestão das pessoas Para a SUMOL+COMPAL a estratégia da gestão das Nossas Pessoas é indissociável da estratégia do negócio pois uma empresa tem que ter talento para se conseguir adaptar aos desafios e aproveitar as oportunidades com que. AS NOSSAS PESSOAS 6. tendo sido implementados novos métodos preventivos e de controlo. | 2014 limonadas na marca B! e sabores específicos para mercados de África e da Europa nas marcas COMPAL. A modernização das unidades industriais prosseguiu através da aquisição de duas novas enchedoras para embalagens de cartão complexo para a fábrica de Almeirim e de um novo monobloco de enchimento e fecho de latas para a fábrica de Pombal.1. com um crescimento muito substancial.A. 6. permitiu com o aumento de escala dos operadores. associado essencialmente à redução na prestação de serviços.3. e todas as outras unidades tiveram aumentos de actividade.

em Moçambique. Internacionalização e Cultura. no futuro próximo.979 formandos). a área de recursos humanos tem vindo a procurar ganhar competências na gestão dos processos de expatriamento e nas relações e acompanhamento de expatriados. num total de cerca de 9. desenvolvimento e retenção de talento na organização. O trabalho realizado nesta área assentou em três pilares estratégicos: Talento. Nos primeiros meses de 2015 terminar-se-á este conjunto de reuniões que tiveram uma excelente aceitação geral. 78 em Moçambique.2% em Negócio.A. contra 76% em 2010) e com resultados globalmente bastante positivos. envolvendo 973 Colaboradores (1. S. 66. as pessoas são o elemento efectivamente diferenciador entre as empresas nos dias de hoje e a SUMOL+COMPAL tem uma atenção especial para a atracção. Nos dois últimos meses de 2014 iniciámos o projecto denominado “SOMOS+” que consistiu na organização de reuniões com toda a população da empresa em Portugal para a divulgação da Visão. quer horizontal. No que diz respeito ao talento. foram realizadas 98 acções de formação.2% de homens e de 38. 25 em Angola e 1 em França. Com o mesmo objectivo privilegiamos o recrutamento interno como forma de conciliar o enriquecimento das competências dos colaboradores quer numa progressão vertical. Código de Conduta e políticas transversais e também para fazer o reconhecimento público de todos os colaboradores com mais de 15 anos de antiguidade. com responsabilidades de especialista e de generalista. em 2014. a SUMOL+COMPAL desenvolveu e afinou algumas ferramentas que permitirão. | 2014 De facto. Valores. Com o arranque da actividade da fábrica de Boane. A repartição da população da empresa por género é de 61. Nesse sentido. garantir simultaneamente um maior conhecimento da realidade e das necessidades específicas das várias áreas operacionais. por isso.650 horas. Quanto à Cultura. o que permite um alargamento de experiências e uma mobilidade funcional que consideramos enriquecedora a título individual e colectivo. Competências. dos quais 1. No final do ano de 2014 a SUMOL+COMPAL contava com 1. Procuramos contribuir permanentemente para o desenvolvimento das Nossas Pessoas. Naturalmente. Em 2014 a Direcção de Pessoas.6% em Suportes.2% em Operações e 10.302 Colaboradores. não colocamos de 29 .198 em Portugal. Missão. No ano em análise foram desenhadas e implementadas diversas ferramentas que permitem identificar e monitorizar matérias consideradas relevantes e prioritárias para a gestão das Nossas Pessoas. A divisão por pilar organizacional é de 23. e por se tratar de um movimento de extrema importância para a organização. para garantir uma maior proximidade com a estrutura organizacional e com as Pessoas e. por esta via.8% de mulheres. Comunicação & Sustentabilidade procedeu a uma reorganização em que sobressaiu a instituição da figura de Business Partner. desenvolvimento e retenção daqueles colaboradores que mais se distingam pelo seu potencial e nível de desempenho. A internacionalização do nosso negócio é uma das prioridades estratégicas da SUMOL+COMPAL e. Por último. foi desenhado e implementado nos últimos meses do ano o processo de harmonização da contratação colectiva.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. particularmente. passando a aplicar-se em 2015 um único contrato colectivo (CCT APIAM / PROBEB) a toda a população em Portugal. dispor de informação estruturada que possibilite uma análise mais detalhada no que diz respeito. à identificação. iniciámos um percurso de aprendizagem nesta matéria que tem vindo também a ser enriquecido com a gestão de deslocações prolongadas e temporárias de alguns colaboradores. realizámos no último trimestre de 2014 um inquérito de Clima Organizacional que obteve uma taxa de resposta muito elevada (86%.

mas também lhes proporcionam um primeiro contacto directo com a realidade empresarial. painéis informativos. Em 2014 verificou-se um ligeiro aumento do número de referências à SUMOL+COMPAL nos media. quer na interna. A SUMOL+COMPAL reconhece e assume a sua responsabilidade social e. Tal como em anos anteriores. mailing interno “Nossas Notícias” e a revista interna trimestral “Frescas”. temos que ter profissionais com fortes competências. bem como um conjunto de reuniões de acompanhamento de negócio com a presença dos directores e outros gestores da empresa. nomeadamente quando falamos do desempenho da SUMOL+COMPAL e da estratégia de internacionalização. 30 . 6. tão importante para o renovar de ideias e de conhecimentos que contribuem para o crescimento global de todos aqueles que trabalham na SUMOL+COMPAL. Remunerações e benefícios Numa conjuntura exigente que se tem vivido em Portugal nos últimos anos. Ao longo de 2014. COMUNICAÇÃO Na SUMOL+COMPAL a comunicação reveste-se de grande importância. é importante referir ainda as visitas às nossas fábricas – particularmente as de Pombal e de Almeirim – que proporcionamos a muitos estudantes. A SUMOL+COMPAL. centradas no percurso da Empresa. de vários escalões etários.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. comportamentos e práticas transversais. o que permite fazer chegar a toda a população as mesmas mensagens e o fomento da criação de uma equipa una e com valores. e que garantem não só um incremento no nível de formação e experiência dos jovens. Em termos externos. Para isso. A vertente interna da comunicação assenta num amplo e variado conjunto de ferramentas. em condições de trabalho que permitam um verdadeiro sentimento de orgulho por parte dos colaboradores é o grande objectivo da SUMOL+COMPAL em matéria de recursos humanos. a vida das empresas e dos seus colaboradores implica hoje uma mudança de atitude e uma adaptação a novas realidades em que os aumentos anuais das componentes fixas dos salários serão decerto limitados ou mesmo inexistentes. os benefícios têm vindo a ganhar uma maior importância numa envolvente laboral em que as práticas usuais em matérias pecuniárias se alteraram de forma substancial. tal como muitas outras empresas. a SUMOL+COMPAL tem como política concentrar os seus investimentos na comunicação das marcas.A. muito embora também existam acções de carácter institucional. as Nossas Pessoas foram sendo permanentemente informadas da evolução dos negócios da Empresa através dos vários instrumentos de comunicação utilizados de forma sistemática: website SUMOL+COMPAL. de acordo com as disponibilidades financeiras e as conveniências a cada momento. De facto. | 2014 parte o recrutamento externo. uma empresa de referência em termos internacionais. intranet. procura proporcionar aos seus colaboradores um pacote alargado de benefícios que os apoiem efectivamente e como tal sejam percepcionados. 7. tem vindo a privilegiar a instituição de remunerações variáveis em função do atingimento de objectivos ou de ganhos comprovados de eficiência e produtividade. em 2014 a SUMOL+COMPAL realizou um Encontro de Gestores. quer na sua vertente externa. cada vez mais. Em termos de abertura à sociedade. S. Atrair.2. Queremos ser. reter e desenvolver o talento profissional. muito empenhados e com elevada capacidade de adaptação à mudança.

A equipa de Contabilidade e Fiscalidade esteve directamente envolvida em projectos de teor estratégico para a SUMOL+COMPAL. à semelhança dos exercícios anteriores. o exercício de 2014 ficou marcado por dois projectos estruturantes e com um impacto muito significativo no desempenho da SUMOL+COMPAL. No que se refere ao desenvolvimento aplicacional. o qual tem apresentado resultados muito positivos. nomeadamente através da melhoria das soluções de mobilidade. em Portugal. o que permitiu ganhos muito fortes na execução dos relatórios de informação de gestão.A. A implementação desta nova tecnologia foi reconhecida com o prémio de inovação no evento mais importante promovido. tratar e analisar uma diversidade de dados. A área Financeira manteve o seu foco no incremento da eficiência operacional e na gestão do nível e custo do endividamento. com especial incidência sobre as variáveis associadas à gestão do fundo de maneio foi. O segundo projecto foi a implementação de uma nova solução de business warehouse. líder mundial neste tipo de aplicações. O acompanhamento do equilíbrio financeiro e a gestão de tesouraria. em prazos curtos para produzir outputs relevantes para apoio às decisões. 31 . o dinamismo e dimensão da operação directa em Angola. pelo produtor do software. storage e equipamento de backup e replicação. O primeiro projecto concretizou-se na substituição de toda a plataforma de servidores. obrigou a algumas adaptações em termos de foco operacional e de análise de risco de crédito. dos muitos projectos que foram levados a cabo. Continuou-se a desenvolver e aperfeiçoar o modelo de gestão de embalagens retornáveis iniciado em 2013. importa destacar os desenvolvimentos com vista a permitir o alargamento da distribuição a novas categorias de produtos. durante o ano de 2014. A área Jurídica continuou a prestar apoio à actividade corrente e a contribuir para avaliar e suportar. adequada à conjuntura de mercado actual. A expansão da actividade internacional da SUMOL+COMPAL. de forma consistente. Por último. importa também salientar o estudo das soluções tecnológicas para suporte às operações em Angola. alvo de apertado controlo. sempre que possível privilegiando os fornecedores geograficamente mais próximos. A Gestão de Crédito manteve. mantendo a sua missão principal de optimizar o custo total dos materiais e serviços com base nos três pilares fundamentais: qualidade. S. serviço e preço. Foi dado um especial enfoque na implementação do projecto da fábrica de Angola. solução essa que suporta os sistemas empresariais em utilização na empresa. um acompanhamento muito próximo e criterioso dos factores de risco associados a esta actividade. do ponto de vista legal. questões de natureza estratégica. e do portal de vendas e a extensão da solução de gestão de rotas para a área de vendas. mais racionais e sustentáveis. Para acrescentar valor à cadeia privilegiamos as relações de parceria de médio-e longo prazo e.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 8. cuja operacionalização será o principal projecto a desenvolver em 2015. Foi necessário recolher. O suporte às operações internacionais é um enorme desafio para a área de Compras. e no que se refere a projectos ao nível das infraestruturas tecnológicas. reforçou-se a actividade de negociação dos novos equipamentos e deu-se início à adaptação da produção. A actividade da área de Compras e Ingredientes de Marca focou-se na procura de alternativas inovadoras. Os valores bastante contidos de incobráveis registados no exercício confirmam que a política de gestão de crédito tem-se revelado. a substituição da base de dados que suporta a principal ferramenta de suporte à decisão. com uma dimensão pouco comum na história da Empresa. o aprofundamento das soluções de vendas e distribuição baseadas em tecnologias web. Este foi um exercício bastante exigente nesta segunda vertente como consequência dos complexos e relevantes projectos implementados ou em curso. AS NOSSAS ÁREAS DE SUPORTE No respeitante aos Sistemas de Informação. ou seja.

uma evolução positiva de 11. A rubrica de fornecimentos e serviços externos cresceu 7. Em 2014 o Planeamento e Sistema de Gestão actuou na consolidação do modelo de planeamento e controlo de gestão vocacionado para a internacionalização.1%. BRC Food Safety (British Retail Consortium) e AIB International. ISO 14001. Efectuaram-se auditorias a processos de negócio. cifrando-se estas em 14.8% para 300. ao mesmo tempo que acompanhou vários estudos de desenvolvimento estratégico. incluindo a sua aplicabilidade nos diferentes fóruns internos dedicados à apreciação e discussão do desempenho. Destaque para a conclusão da nova plataforma do sistema de gestão.9%.3 milhões de euros. A explicação para esta melhoria de margem bruta advém principalmente da referida maior integração da cadeia de valor nas operações internacionais e da redução do preço de compra de algumas matérias-primas relevantes. contrariamente ao verificado em 2013.7%.8% em relação ao ano anterior. Nas operações em Portugal.0 milhões de euros. a SUMOL+COMPAL operou com uma margem bruta de 51. O nível da margem bruta percentual foi de 52. sobretudo. permitindo iniciar uma nova fase de revisão dos seus conteúdos. Procedeu-se também à centralização de compra de mais alguns materiais secundários.5 milhões de euros. 32 .6 milhões de euros. nomeadamente. | 2014 das embalagens e do transporte das Unidades de Marca de SUMOL para abastecimento das fábricas em Africa. Rendibilidade Económica e Financeira O volume de negócios ascendeu a 310. e reforçaram-se as provisões em 0.2 milhões de euros. 9. com destaque para os materiais e serviços das fábricas e de marketing de Moçambique e Angola.2 milhões de euros. Mantiveram-se os contactos com fornecedores com o objectivo de estabelecer parcerias para abastecimento de materiais e serviços para os mercados internacionais.3 milhões de euros. O valor das prestações de serviços foi de 9.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Calcularam-se as amortizações de acordo com a vida útil estimada dos bens. representando um acréscimo de 2.0 milhões de euros. de operações e de suporte. Foram reconhecidas perdas de imparidade nas dívidas de clientes e em inventários no valor de 1.5%. alcançando 94.3%.9%.1. O Gabinete de Auditoria Interna executou o programa aprovado pelo Comité de Auditoria. com especial relevância no que diz respeito a gastos com marketing.8%. o qual abrangeu as áreas de eficiência operacional e controlo interno.5%.6 milhões de euros. tendo em conta uma avaliação criteriosa dos riscos inerentes. O preço médio de venda registou uma evolução positiva de 3. bem como auditorias de conformidade com normas. OS NOSSOS RESULTADOS ECONÓMICOS E FINANCEIROS 9. quando em 2013. decrescendo 1. de uma maior integração da cadeia de valor nas operações internacionais de Angola e Moçambique. uma progressão de 4. decrescendo 22. Em consequência das evoluções atrás descritas os resultados operacionais (EBIT) atingiram 27. As vendas cresceram 3. almejando uma melhoria continua e a manutenção das certificações da SUMOL+COMPAL Marcas: ISO 9001. A evolução destes gastos está associada ao incremento da actividade.1 milhões de euros. S. Esta evolução foi influenciada pela reestruturação ocorrida no ano anterior e pela ausência dos gastos não recorrentes. aos vários referenciais em que a SUMOL+COMPAL está certificada e a normativos específicos de clientes. materiais de marketing e serviços industriais. destaque para mais projectos de racionalização de materiais de embalagem e energia. Os gastos com o pessoal cifraram-se em 34.A. fruto. A margem bruta cifrou-se em 164.

08 euros. No dia 11 de Março. valor que se manteve posteriormente.6 milhões de euros em 2013. Em activos intangíveis foram investidos cerca de 2.13 euros por acção.7 milhões de euros. Após o cálculo do imposto do período alcança-se um resultado consolidado com os interesses não controlados de 11. o que se ilustra através da evolução dos indicadores de fundo de maneio: a evolução favorável do prazo médio de recebimentos de 55 para 51 dias foi reforçada pela do prazo médio de pagamentos de 63 para 70 dias. correspondendo a 13. subido 4. Após avaliação efectuada aos activos associados ao goodwill e às marcas não se verificou perda por imparidade. face ao final do ano de 2013. Este encaixe financeiro ocorrido em 31 de Dezembro de 2014 permitiu à SUMOL+COMPAL. no dia seguinte. mas sendo penalizados pelo aumento de financiamento de curto prazo que substituiu dívida de longo prazo amortizada. no total de 59. S.1 milhões de euros no final do exercício. a qual tinha sido contratada em condições mais favoráveis. fruto fundamentalmente. data da divulgação dos resultados de 2013. Em 2013. O capital próprio aumentou com expressão para os 224. os juros de financiamento cifraram-se em 16. no dia 2 de Janeiro de 2014 e registou o último movimento no dia 31 de Dezembro.3 em 2012. contra 16.9 em 2013 e 8. resultante da redução da taxa de IRC.7 milhões de euros.5 milhões de euros. o que reflecte uma valorização de 4. Neste exercício. Investimentos O investimento em activo tangível da SUMOL+COMPAL ascendeu a 5.9% do capital e respectivas prestações acessórias da SUMOL+COMPAL Marcas à Copagef. Em 30 de Maio.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. da aquisição pela Copagef de 49. S. Os valores do endividamento líquido encontram-se impactados significativamente pelo valor resultante da venda de 49.3 milhões de euros no fecho do exercício anterior. altura em que a Empresa divulgou o Relatório e 33 .3%.8% para 1. Os resultados antes de impostos ascenderam a 8. O imposto do período encontra-se significativamente influenciado pela diminuição do imposto diferido passivo. uma variação de 6.4% do volume de negócios. No mesmo período o PSI Geral desvalorizou-se 21. o título fechou a 1. | 2014 O cash-flow operacional (EBITDA) foi de 41.4.2 milhões de euros em contratos de fidelização de clientes em Portugal.A.9% do capital social e das prestações acessórias da SUMOL+COMPAL Marcas. Este rácio tinha sido de 6. beneficiando de uma dívida remunerada líquida média inferior à do ano transacto. Acções SUMOL+COMPAL A acção SUMOL+COMPAL teve o seu primeiro movimento na primeira sessão do ano. e em 27 de Agosto. o EBITDA cresceu 2.9 milhões de euros (69%) destinaram-se à aquisição e instalação de equipamentos com vista à melhoria da eficiência produtiva e à modernização de instalações. em resultado do reforço de stocks de produto acabado em Angola.2%.4%.5 milhões de euros.6 milhões de euros.A. Neste exercício houve uma progressão nos resultados alcançados na situação financeira de curto prazo em relação ao exercício anterior. 9. terminar o ano com um excedente de tesouraria disponível e aplicado em depósitos.2 milhões de euros.05 euros tendo. tendo neste dia a cotação fechado a 1.2 vezes o cash-flow operacional (EBITDA).10 euros.9 milhões de euros. contra 270. Situação financeira A dívida remunerada líquida situou-se nos 176. Neste contexto.2. a 1. em Portugal.3. Cerca de 3. 9. 9. o EBITDA tinha sido de 39. A permanência média de stocks teve um incremento de 71 para 80 dias.8 milhões de euros no fecho do exercício. quando se divulgaram as deliberações da Assembleia-Geral e os resultados do primeiro trimestre de 2014.4 milhões de euros. correspondendo a 4.

nomeadamente através da redução do consumo de água e energia nas suas instalações industriais. S. Semelhantes comportamentos verificaram-se em 23 de Setembro. Assim. à gestão cuidadosa dos resíduos e emissões poluentes para o solo. Durante o exercício de 2014 foram transaccionadas 1.2 Capital natural Contribuir para o desenvolvimento sustentável. promoção de estilos de vida saudáveis e cooperação com a comunidade local. a adoptar boas práticas ambientais tendo como objectivo a melhoria do desempenho ambiental e a apostar numa gestão racional e sustentada dos recursos.17 euros. A SUMOL+COMPAL E A COMUNIDADE 10. Naquele período. Alinhada com o intento estratégico de internacionalização.813 acções próprias. o que representa um acréscimo de 208. tornou possível encerrar o ano.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. bem como na prevenção da poluição com o compromisso de promover um desempenho ambientalmente responsável. o título registou um mínimo de 0.242 acções da SUMOL+COMPAL. Face ao ano anterior a quantidade de produto com valor social disponível para donativo. repartido por 438 entidades sociais.19 euros no dia 21 de Novembro. minimizando o impacte ambiental da sua actividade. no entanto. Social e Ambiental a SUMOL+COMPAL. No dia 30 de Dezembro de 2014 a Empresa comunicou à CMVM a aquisição à SUMOL+COMPAL Marcas de 1.9% em relação ao ano anterior. decresceu. a SUMOL+COMPAL apostou num maior envolvimento social nos países africanos.A. como forma de respeito e preservação do planeta Terra.81 euros por acção.98 euros em 13 de Janeiro e o máximo de 1.039. em particular nas comunidades onde estamos inseridos. Este compromisso assenta essencialmente na prevenção e preocupação respeitante à redução dos consumos de água e de energia. Esta aquisição não alterou o número total de acções próprias uma vez que.04% do capital social pelo preço de 1. A cotação do fecho foi de 1.1. Consciente das suas responsabilidades a empresa tem vindo continuamente. | 2014 Contas do primeiro semestre. para a água e para o ar. deu continuidade ao seu plano de acção rumo ao desenvolvimento sustentável.13 euros. uma gestão optimizada e a descentralização de alguns apoios. correspondentes a 1. com mais de meio milhão de litros de produto doado. em 2014.061. 10. Capital social Tendo como objectivo estratégico contribuir para a Sustentabilidade Económica. estas acções já eram tidas como próprias.06% do seu capital social.12 euros para 1. data do anúncio do pagamento de reservas.020 acções.782. como resposta a situações de emergência social e também como forma de reconhecer a preferência pelas nossas marcas no mercado. não se verificaram flutuações na cotação do título. aquando da comunicação da assinatura do novo contrato com a Agência Nacional do Investimento Privado (Angola) e em 9 de Dezembro. registou-se uma valorização do título de 1. que foram beneficiadas de acordo com os critérios estabelecidos. correspondentes a 4. para efeitos do artigo 325°-A do Código das Sociedades Comerciais. é um dos objectivos estratégicos da política de sustentabilidade da SUMOL+COMPAL. inerentes à sua actividade industrial. 34 . 10. Já na semana seguinte à divulgação dos resultados do terceiro trimestre (13 de Novembro) e da celebração do contrato com a Copagef (14 de Novembro). em três eixos de actuação: redução do impacte ambiental da sua actividade. no final do exercício de 2014 a Empresa mantinha um total de 4.

riscos de mercado. 11. 13. matérias-primas e energia. APLICAÇÃO DOS RESULTADOS Tendo em conta os resultados de 15. | 2014 A análise e acompanhamento dos indicadores de desempenho ambiental permite-nos afirmar que. ambiente económico geral. exercese controlo e quando necessário tomam-se medidas correctivas.658. concentração ou perda de clientes. O Grupo tem um sistema de controlo estruturado num reporting económico. em 2014.A. financeiro e de operações e acompanha este controlo de forma a obter um grau razoável de confiança em relação à fiabilidade dos dados. É também responsável pelo controlo dos riscos associados aos objectivos estratégicos e operacionais. e 9. foi definida a implementação da ISO 14001 para se garantir a certificação do Sistema de Gestão Ambiental em 2016. concorrência. O desenvolvimento deste ponto encontra-se nas Notas Consolidadas. deste relatório. tecnologias de informação. PERSPECTIVAS FUTURAS Em Portugal.48 euros na empresa-mãe. S. A continuação do aumento do consumo privado e um verão com condições climatéricas normais para a época serão determinantes para esta evolução. supervisiona-se. bem como pelo financiamento da SUMOL+COMPAL.444. em 31 de Dezembro de 2014. em 31 de Dezembro 2014. esperamos que em 2015 os mercados de bebidas de alta rotação retomem um padrão de crescimento. que é parte integrante dos documentos de prestação de contas.658.48 euros Esta proposta é fundamentada pela mais-valia e pelo nível de liquidez geradas na alienação da participação na SUMOL+COMPAL Marcas. A 35 . MODELO DE GESTÃO No Relatório sobre o Governo da Sociedade. retenção de talentos. OS RISCOS DO NOSSO NEGÓCIO O Conselho de Administração é responsável pelo cumprimento de toda a legislação quer geral quer de aplicação específica à indústria de bebidas.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. reputação da SUMOL+COMPAL e riscos ambientais. No decurso normal do negócio. 14. Face ao bom e consolidado desempenho ambiental na unidade industrial de Gouveia. O desenvolvimento das matérias relacionadas com a gestão do Capital Social e do Capital Natural da SUMOL+COMPAL encontra-se nas Notas Consolidadas. na unidade industrial de Pombal a renovação do Registo EMAS. a SUMOL+COMPAL está sujeita a riscos que advenham de uma evolução adversa relacionada com a procura dos seus produtos. faz-se uma ampla descrição do modelo de gestão. 12. enquadramento legislativo.3. Desenvolve-se um conjunto de testes. o Conselho de Administração propõe a seguinte aplicação dos resultados: Dividendos: 15. referidas nos pontos 2. foram globalmente cumpridas as obrigações legais nas instalações da SUMOL+COMPAL e mais uma vez foi obtida.444.

pela colaboração no desenvolvimento do projecto industrial em Angola. Em simultâneo. estará dependente de assegurarmos rapidamente capacidade de produção local. Tendo em conta o acima referido. Aos Fornecedores por responderem às nossas necessidades. Aos nossos parceiros PepsiCo Beverages International. Ao Conselho Fiscal e ao Revisor Oficial de Contas pelo acompanhamento construtivo que sempre nos dispensaram. S. o nosso principal mercado internacional. continuaremos a procurar identificar parcerias estratégicas que contribuam para a consolidação do negócio em Portugal. uma vez que estamos convictos que são pilares fundamentais para a criação sustentada de valor. Contudo. Aos Consumidores e Clientes das várias marcas da SUMOL+COMPAL por nos distinguirem com a sua preferência. o forte conhecimento e presença que a Copagef (o novo parceiro na estrutura accionista da SUMOL+COMPAL Marcas) tem em diversos mercados africanos deverão contribuir para a entrada das nossas marcas nalguns desses mercados. Neste contexto.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Por outro lado. Temos a expectativa de aumentar as vendas nos mercados internacionais. Continuaremos a fazer uma aposta especial nas nossas marcas e na inovação. Aos Colaboradores da SUMOL+COMPAL que lhe devotaram dedicação e competência. 15. mantendo um nível de vendas semelhante ao do ano anterior. em especial. AGRADECIMENTOS A actividade exercida pela SUMOL+COMPAL neste ano só foi possível com o contributo de um conjunto vasto de entidades a quem são devidos os seguintes agradecimentos: Aos Accionistas pela confiança que depositaram na SUMOL+COMPAL. Carnaxide. Face à recente legislação angolana que restringe muito a importação de bebidas de alta rotação. 26 de Fevereiro de 2015 36 . um volume de negócios ligeiramente superior ao de 2014. Às Associações do sector por constituírem um fórum privilegiado de reflexão e de defesa dos nossos interesses. bem como da nova imagem de SUMOL que será apresentada no primeiro semestre do ano em curso. em Portugal. Aos Organismos Oficiais de Portugal. e em particular aos Agricultores de Portugal. Angola e Moçambique pelo apoio prestado à actividade da SUMOL+COMPAL nos respectivos países. estimamos que em 2015 o volume de negócios e a rendibilidade operacional da SUMOL+COMPAL sejam moderadamente superiores aos verificados em 2014. a SUMOL+COMPAL planeia atingir. Às Autarquias e Comunidades onde desenvolvemos directamente as nossas operações pelo interesse e envolvimento nas nossas actividades. à Copagef pelo investimento realizado na SUMOL+COMPAL Marcas. | 2014 SUMOL+COMPAL manterá um ritmo apreciável de inovação e de comunicação das marcas cujas imagens foram recentemente renovadas. Unilever-Jerónimo Martins e Grupo Damm pelo apoio e cooperação demonstrados no desenvolvimento das suas marcas e à Genius. e este ano.A. a capacidade de satisfazermos a procura pelas marcas da SUMOL+COMPAL. este crescimento estará muito dependente da evolução das vendas em Angola. permitindo transformar anos exigentes em momentos de criação de oportunidades.

6. this report shall be deemed to constitute the annual company report. It is with great satisfaction that we hereby submit for your perusal the annual company report and consolidated financial statements and the corresponding annexes in accordance with the legislation in force. 9. 12. 2. 37 . 5.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. 7. 8. | 2014 1.A. 11. In accordance with Article 508-C(6) of the Commercial Company Code. 3. 13. 14. 10. 15. 4. Introductory Note The Year in Review Our Brands Our Markets Our Operations and R&D Our People Communication Our Supporting Services Our Financial Results SUMOL+COMPAL and the Local Community Management Model Business Risks Distribution of Income Future Outlook Acknowledgment OUR VALUES Dear Shareholders.

the macroeconomic conditions remained very uneven. represented by the National Private Investment Agency (ANIP). consumers can enjoy our brands every day and benefit from the contribution they make to their wellbeing”. INTRODUCTORY NOTE This annual report contains a clear and accurate analysis of the development of the business. 2. THE YEAR IN REVIEW The Portuguese economy saw positive growth in 2014. and the Republic of Angola. The Angolan economy grew by 4-5% and Mozambique by 7-8%. performance and position of SUMOL+COMPAL. a mild summer. social and environmental sustainability. Heavy investment in strategic brand management was continued. The defining of the company‟s vision bolstered the conviction that “working with fruit. social and environmental performance of organisations which we are committed to following as members of the Business Council for Sustainable Development (BCSD Portugal)). SUMOL+COMPAL achieved a total figure of €221.8% higher than the preceding year. The positive contribution of the macroeconomic context to growth in the beverages markets was countered by a long winter and. the value of sales in international markets rose to €88. the company‟s vision and mission were reviewed and a set of winning aspirations adopted.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. In Europe. 2. certainly heavily influenced by greater household confidence and rising employment. economic growth was in general below 2%.A. In 2014. health and pleasure is a permanent and inspiring challenge” and that “we aspire to ensure that wherever SUMOL+COMPAL is present. S. Under this agreement. in which the total investment was raised to US$51 million. The African economies in general continued to show significant growth. Work was undertaken on developing the positioning of the SUMOL brand.9%. Nevertheless. In the context of strategic planning. An addendum to the investment contract was signed between SUMOL+COMPAL Angola. Therefore. In selecting benchmark indicators for assessing performance. in the aim of achieving a more sustainable future for our company and society.0% higher than the preceding year. investment will be made in a plant. with estimates of GDP growth of 0.6 million for sales and services in the Portuguese market. in particular. 2. after three years of contraction. Private consumption was the component which registered the greatest percentage increase. the commitment to sustainable development and unique brands which entice consumers by their flavour and the science and artistry which are put into making them. The report follows the guidelines of Global Reporting Initiative's G3 benchmark (an international benchmark for reporting the economic. a company incorporated under Angolan law. which will be larger than the 38 . And consumer surveys were conducted in various countries in Europe and Africa. The company‟s mission statement now unequivocally expresses the strong international ambitions of our fruit and vegetable drinks.4 million. it is estimated that the value and the volume of the refreshing beverages and water markets were similar to those of the previous year. The report portrays both the impacts of our past actions and the foreseeable consequences of the initiatives we continue to implement. Turnover for Portugal and the international markets combined stood at €310 million. | 2014 1. we tried to focus on those that effectively measure the greatest impact of our operations in terms of economic. vegetables and water as indispensable sources of nutrition. The COMPAL brand‟s new architecture and image were introduced. 3. hydration.2% up on the preceding year. In SUMOL+COMPAL‟s key international markets.

The expectation is that this change in the shareholding structure of SUMOL+COMPAL Marcas will contribute in the coming years to a significant development in the company‟s main brands in several African markets. In the Old World. new technology continues to be introduced at an inexorable pace. OUR BRANDS 3. spend their free time and relate to one another. as well as subject to greater loss of anonymity and privacy resulting from the recording and sharing of their day-to-day lives. language has become gradually more visual and less verbal. An example of this is the penetration of smartphones in some African countries and the number of people accessing the internet through this type of equipment. the challenge of changing the paradigm in brand communication is becoming more acute. S. Mobility is the mark of the new digital age. as well as improving the quality of life during those extra years. This technological revolution is creating an entire series of new challenges in brand management and expectations concerning how it is developed. where poor literacy has placed the emphasis on an essentially visual approach. in Africa the opportunity involves understanding a young population and responding to its needs. work. Global trends In the Old World.2 million. some movements have emerged which are challenging this dependency by refuting social networks and demanding greater protection of personal data. This underlines the importance of a global and cross-cutting strategic approach based on specific consumer information.2 million. in which the decoding of a brand‟s identity using imagery is preferred. SUMOL+COMPAL faces a major challenge in terms of demographics. shares and respective additional benefits representing 49. In response to 39 . Whilst in Europe this involves understanding population ageing and its inclusion in its brand management. where consumers are more dependent on technology. | 2014 one originally planned. and with sufficient flexibility to ensure that local strategies can create a close bond and affinity between brands and consumers. a company until then wholly owned by SUMOL+COMPAL. the internet and social networks are a gateway into a world of borderless possibilities. and even in developing markets this trend is very visible. were sold to Copagef (Castel Group). The focus placed on a healthy diet has become widespread as a mean of fighting disease and raising average life expectancy. corresponding to a growing aspiration amongst consumers for nutritious food. At the end of the year. with all the social and economic changes this entails.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. operating also as a powerful ally in movements challenging the political status quo in defence of human rights. a company incorporated under French law and based in Paris. to produce and package juice. mainly driven by small groups of users. nectar and soft drink brands under SUMOL+COMPAL Marcas. with conventional mass-media solutions looking increasingly insufficient to ensure adequate information. This transaction was completed for a total of €88. From this operation SUMOL+COMPAL registered a capital gain of €15. above all at the level of experiential immersion.9% of the share capital of SUMOL+COMPAL Marcas. while maintaining close family ties and a strong community spirit. Exacerbated by instant communication on social networks. half of the population is aged under 15 and is very optimistic about the progress and growth experienced by the country. This trend has an interesting parallel in the New World.A. both in retail and catering. There has been a substantial increase in the supply of food. By polarising the strategic management of its business between the Old and New World. deeply impacting upon the way consumers live. 3. Simultaneously. namely Africa. emotional attachment with consumers and their consequent product loyalty. for example. developing product loyalty. In developing countries. In Angola.1.

The demand for naturalness and the benefits of natural foods is seen as the most important trend in food. but also a readiness to spend more when the product in question is unique and exceptional. has forced a redefining of the relationship with food and moments of consumption. Amongst the various trends in food with an important media profile. in the aim of enhancing the design of truly international and enduring brand positioning platforms from a customer-centric approach. The public debate has hardened in tone. considered one of the main causes of obesity and chronic non-communicable illnesses. If flavour remains a determining factor in the success of drink options. public opinion in the northern hemisphere has become ever more aware of news condemning this natural raw material. tea. investment in consumer insight was significantly boosted in various countries. more simple formulations and “clean” labelling. The subject becomes even more complex with the objection to artificial sweeteners.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. and the application of tax on products with a high sugar content is comparable to that on tobacco and alcohol. which.g. There has been an emerging fusion between drinks and snacks. such as individually packed biscuits. a total rethinking and subsequent decision on the development of the positioning of the SUMOL brand. More pragmatic consumers. government authorities are intensifying campaigns to raise awareness about foods rich in sugar. dehydrated fruit snacks. fruit. This trend has put various previously distant categories into competition. but nevertheless this is roundly surpassed by the demand for flavour. The food industry has taken an increasingly pro-active stance towards finding appropriate solutions. Notwithstanding the objection to sugar. even though much of the negative perception is based on studies of dubious credibility. both at the level of strategic reflection and its implementation. milk). the progressive attack on sugar in the so-called Old World is notorious. S. fruit pulps and cereal bars. There is greater rejection of highly processed foods. The new concepts of healthy snacking. are not universally lauded in terms of their impacts on health. Whilst in the New World the instant energy boost that sugar provides is recognised. aroma. despite resolving the issue of calorie content. with some in the scientific community adopting almost fundamentalist standpoints.A. it is also true that those which best take advantage of the opportunity can generate higher prices and better profitability. leads to a lower willingness to test price options when there is little differentiation. It also means fewer ingredients. fat and salt. consumers today prize balanced eating habits.2. colour and texture. and the bolstering of the international scope of our main brands. with pleasure being valued as a determining factor in wellbeing and happiness. decisive characteristics in contemporary purchasing and consumption patterns. which can also be seen in the restaurant trade and in breakfast too. the launch of the new architecture and image of the COMPAL brand. The evolution of our brands The year 2014 was marked by four important factors at SUMOL+COMPAL: a focus on the overall strategic management of its brands based on consumer information. | 2014 worrying statistics and predictions about obesity and other illnesses. there is space for indulgent options. 40 . Within the framework of these new habits. within the context of a recessionary economic climate throughout the whole of Europe and Portugal. Naturalness refers to the health benefits naturally present in food (e. New and convenient packaging systems are decisive in developing this market opportunity. as opposed to easy and instant solutions to reduce calories. in the form of commitments to self-regulation. In this second year of the organisational model introduced in 2013 (overall strategic marketing and local market units). olive oil. 3.

S. providing relevant information for customers and differentiation. and based on insights and specific opportunities. all made from squeezed fruit and without the use of concentrate.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. in line with the simplification of the brand architecture. COMPAL This brand was strategically repositioned in 2014. an international range was newly created. and in which the narrative of “Fruitology” and non-use of concentrate are intrinsic factors in the brand‟s positioning and message. The brand‟s big idea is founded on the pillars of “unique taste”. The repositioning process was accompanied by new flavours. The focus on fruit from the tree and naturalness as the main factors of competitive advantage were central to the entire approach. | 2014 Also worthy of note are the following: consolidation of the international brands portfolio. the introduction of proprietary symbols. as well as a change in the formulations of COMPAL VITAL and COMPAL LIGHT (replacing artificial sweeteners with stevia). such as Magdalene Mango. Costa Rican Pineapple and Portuguese Strawberry nectars. namely at COMPAL. also featuring several new flavours (Mediterranean Orange. with content on the origins and history of the fruit. not only in terms of labelling (languages and legislation) but also based on marketadapted content. In tandem. enhanced by “Fruitology” as the brand‟s essence and raison d’être. Colombian Mango and multi-fruit nectars). namely Angola. and the reinforcing of the narratives of flavour. “naturalness” and “narrative” as the main factors creating relevance and differentiation. The redesign of all of the brand‟s packaging in all of its markets as part of the launch of its new image involved a marketing effort which drew very heavily on the company‟s organisational and financial resources. The first products arrived in shops in April as the result of a demanding and complex process of visual transformation: a new logo consisting of the “COMPAL tree”.A. and the start up of innovative projects specifically aimed at markets outside Portugal. such as the “pulpmeter”. closer visual connection between the different ranges. 41 .

Mention should also be made of the COMPAL Fruitology Centre (CFC). It helps to foster entrepreneurship and the ambitions of a new generation of fruit growers. several specific products were developed for the Angolan market to reinforce the brand‟s affinity with local consumers through a more relevant discourse. a really exciting and complex challenge for one of Portugal‟s most iconic 42 . it was possible to design a new strategy for the future for introduction in 2015. The CFC is a truly unique project in Portugal because it brings together entities from the farming sector – public and private. aimed at the Cape Verde market. SUMOL The year was marked by the celebration of the brand‟s 60th anniversary and by a major strategic rethink. academic.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. whose Academy accepted another twelve trainees for its second programme.A. In the case of COMPAL ESSENCIAL. which the brand continued to nourish. namely by launching a collectible range of figures from kids‟ stories towards the end of 2014. Also of note was the launch of a new addition – Peas with Carrots – to the COMPAL vegetables range. S. focus was given to consolidating COMPAL ESSENCIAL KIDS by investing in marketing and shops. The three who submitted the best fruit growing projects were presented with a monetary prize to help significantly with the project‟s implementation. The concept has a lot of potential for growth. which set the theme for their packaging. besides the introduction of a new identity. business and associative – around the common purpose of enhancing and promoting Portuguese fruit. After an intensive international customer survey. The brand‟s re-launch is aimed at making it more international. | 2014 In addition.

UM BONGO is a highly relevant and distinct brand in the children‟s segment. a lot of work was put into developing innovative flavours. younger and more active. more group-oriented and focused on living life to the fullest. where it had a very positive year in 2014. The new positioning pushed the brand to create and appropriate a new segment of bottled Lemonades: B!monadas. and progressing to China. it is now SUMOL‟s turn to lay the foundations for a new chapter in 2015. one of its most effective marketing platforms. involved since its development in a 360-degree concept. After COMPAL in 2014. S. | 2014 brands. more vibrant and exciting. In preparing its international repositioning. It was thus important to move B! closer to the benchmarks of the soft drinks market to generate higher volumes. UM BONGO Recognising the brand‟s potential to continue growing in the future. which was the exclusive objective of the brand‟s communication efforts in 2014. It was possible to put some of the conclusions from this rethink into practice in 2014. beginning with Angola. A new character. particularly outside Portugal.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Investment in the brand was especially focused on the launch of the new Tum-Tum Mango flavour.A. without losing any of the brand‟s necessary personality and distinctiveness. The entire visual and graphic identity of the packaging was redesigned in the aim of creating a range focused on the new concept of B!monadas. Besides original Lemonade which already existed in the B! portfolio. Red Fruits and Pineapple. Tamburu. thus partly bringing forward the brand‟s new relationship with its consumers: more emotional. other flavours were developed. explain its excellent performance. The countless projects under development herald an even more promising future. B! This brand was also repositioned in 2014 with a more consistent and enduring image to give it greater growth potential. and the new flavour‟s association with the brand‟s musical element. The first example will be launched in Angola in 2015. 43 . namely Strawberry. It represents an opportunity in various countries.

44 .A. the result of which was to ensure stable sales volumes. The brand is considered to have growth potential under a new strategy and a new international marketing drive. In the belief that opportunities for innovation exist throughout the company‟s operations. 4. will allow SUMOL+COMPAL to extend its range of products and to explore new opportunities and areas with final consumers. Other innovative projects are simultaneously under development which. 3. the management of ÁGUA SERRA DA ESTRELA in Portugal has been an important portfolio asset in the beverages market.1 Portugal SUMOL+COMPAL increased its sales volume in Portugal by 4%. allied to a minimum allocation of resources. SUMOL+COMPAL attracted important new customers and broadened its portfolio in the HoReCa channel. if successful. In the modern trade channel. rising to 256 million litres. Establishments continue to close in the catering sector as a result of the decline in consumption in this channel. an essential pre-condition for safeguarding and reinforcing their ability to compete by strengthening value and relevance. increasing the effectiveness of its investments in trade marketing aimed at protecting consumption of its brands. and assessed at the internal level and on results achieved in the market. By a process of focusing.6% at €212 million.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. We continued to deepen customer segmentation processes. efforts continued to foster a broad-based culture of innovation. investment in the brand was small but centred on tactically protecting its position. During 2014. with a market share similar to the previous year. | 2014 FRIZE 2014 was a year of stability for FRIZE. with net sales up 4. especially in its most financially interesting aspect: out-of-home consumption. The SUMOL+COMPAL portfolio maintained its leadership of refreshing beverages and water.3 DISRUPTIVE INNOVATION AT SUMOL+COMPAL Innovation remains one of the company‟s strategic focuses and 2014 confirmed this. OUR MARKETS 4. according to AC Nielsen. the company changed its pricing and promotional strategy for some of its brands to increase penetration in Portuguese homes and purchasing frequency. The idea behind this project is to create a relationship and direct dialogue with the consumers of the company‟s brands. Continuity was given to the process of synchronising information and commercial policies within the distributor network. Work continued on developing the project to establish a closer relationship with final consumers – the “Mercado do Bairro” digital platform – which continued to trial a new organisational operating model and successfully served a limited audience. ÁGUA SERRA DA ESTRELA Through its continued stable growth. It is hoped to empower all employees to analyse their work critically and to contribute to the design and implementation of more effective and efficient solutions. S. The use of management indicators based on innovation capacity performance was consolidated.

Africa The main source of SUMOL+COMPAL sales outside Portugal is Africa. International Markets Sales in international markets grew 2. among which stand SEVEN UP. This was due to a positive performance in France. The positive performance in the Portuguesespeaking markets – Cape Verde. SUMOL+COMPAL sales continued their upward trend. Swaziland and Madagascar. This volume does not include the filling services which were below the figure registered in the previous year.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. COMPAL. Sales in other African markets were down. PEPSI. rising to €88. Other Markets In its other markets.2% by value.2%. | 2014 The sales of brands represented by the company. LIPTON. but are still far below installed capacity. In Angola. S. sales remain weak in the main European economies. higher customs duties. has a very high growth potential and there is an opportunity to launch or develop other brands. mainly in the Maghreb and Central Africa. Our main brand in this market. The company‟s products were sold in around seventy countries. Despite this. SUMOL+COMPAL Angola was incorporated. DAMM e TAGUS. The Southern African Development Community (SADC) represents an important beverages market and one of the goals of SUMOL+COMPAL Moçambique is to explore export opportunities to these markets. led to a fall in sales by volume. ANTARCTICA.4 million. SUMOL+COMPAL Moçambique ended its second year of development in 2014. 45 . which with a heavily reinforced local team will develop the company‟s business in the country.1 million litres. In tandem with this. bearing in mind the move to local supply. 4. In this continent in 2014 volumes have declined by 7. Luxembourg and the UK. Of note were the good results achieved in mainland China where the company continues to make important gains in sales.A.2. Europe Sales in the European market were up relative to 2013. Sales by volume grew significantly. totalised 69. Partnership projects were begun in the major West African markets. The year also saw the first exports of products from the Boane plant to South Africa. from which it is hoped to achieve positive results in the first half of 2015. Guinea Bissau and São Tomé – were insufficient to counter the difficulties elsewhere. covering around 30 countries. stronger competition and lower stocks of SUMOL amongst the main importers.

The percentage of fruit sourced from Portugal was over 60%. The output.3. the Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (IBET) and several biotechnology firms. 5. after its lack of availability for over 10 years. The use of sweeteners instead of sugar was extensively studied and led to the replacement of artificial sweeteners for stevia extract across the whole COMPAL low-calorie range. Costa Rican Pineapple and Portuguese Strawberry nectars under the COMPAL label. Difficult scientific and technological challenges were overcome and promising results achieved at the pilot scheme level. The main contributors to this were grape and apple concentrates. At the international level. SUMOL+COMPAL has relied on the committed collaboration of the Faculdade de Ciências e Tecnologia of the Universidade Nova de Lisboa.A. in line with the needs of the business. The Pombal plant was slightly down. corresponding to a 1% rise in manufacturing activity. 5. foremost amongst which were Magdalene Mango. the BRC (British Retail Consortium) Food Safety benchmark at the Almeirim plant. of fruit farms producing exclusively for SUMOL+COMPAL and the bumper harvest of peaches and pears helped to make this percentage higher than in previous years. with a view to demonstrating the potential of the processes. Research and Development The Applied Research area continued work on two multi-annual projects. established for 2014 in accordance with new quantitative assessment methods. which earned excellent results again.2. COMPANY OPERATIONS AND R&D Two business development projects in SUMOL+COMPAL‟s Operations area stood out. In addition we kept promoting the incorporation of Portuguese juices and fruit concentrates purchased to agri-food companies installed in Portugal. the distribution network was structured so as to allow other food categories (multicategory products) to be incorporated into beverages distribution. with new preventative and control measures introduced. 5.200 tonnes of fruit and vegetables were processed. In Portugal. which returned to levels close to their historical averages after a period of peak prices. The food safety goals for 2014 were achieved and in some cases exceeded. the training plans and the level of compliance with food safety requirements. which achieved its best result ever. Manufacturing Operations Total production volume at SUMOL+COMPAL‟s five production plants rose to 408 million litres. SUMOL+COMPAL will replace processed apricot acquired on the international market with its own. Contrary to this was the influence of passion fruit concentrate. SUMOL and UM BONGO flavours tailored for the African and European markets. For these projects.000 tonnes.4. | 2014 5. The Fruit in our Beverages 25. which remained scarce and expensive for most of the year and only in the last quarter showed signs that the supply chain was stabilising. over 2. will be conducted in 2015. The overall price of the main fruit raw materials fell in 2014 compared to 2013.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Although a multiannual cycle of operational optimisation projects was completed in 2013. If the reintroduction of this crop in Portugal is successful. new B! Lemonade flavours and specific COMPAL. namely the AIB International benchmark at the Pombal plant. the Operations structure managed to introduce improvements in efficiency in 2014 which brought cost reductions. the project to set up the Angola plant was started in the second half of the year. at both the industrial and logistics level. Industrial trials. Quality Assurance and Food Safety Internal and external quality assurance indicators continue to show very positive results.1. due 46 . The formulations produced by the Product Development area in 2014 led to various market launches. Of note was the processing of apricots. 5. S.

SUMOL+COMPAL developed and fine-tuned several tools which will provide it in the near future with structured information enabling more detailed analysis for identifying. since without talented employees a company is unable to adapt to challenges and capitalise on the opportunities it faces at any given moment. In the second half of 2014. 5. the People. allowed synergies and greater flexibility of resources to be achieved and the capacity to respond to sales peaks and seasonality to be improved through the increased size of operators. Distribution Network The restructuring of the HoReCa distribution network.1. People are the one factor which differentiate companies today. Communication & Sustainability Department was reorganised and the concept of “business partner” created. to ensure greater familiarity with the specific circumstances and needs of the various operational areas.A. which registered very substantial growth. the SUMOL+COMPAL distribution network was equipped with the necessary capability to combine beverages with other products. the personnel management strategy is inseparable from the company‟s overall strategy. the engineering plans were completed and contractors hired to build the infrastructure. personnel training and the design of new processes supported on developed IT systems. With regard to talent. the process for harmonising collective bargaining was designed and implemented in the final months of the year. In 2014. so SUMOL+COMPAL pays particular attention to attracting. a single collective bargaining agreement (CCT APIAM / PROBEB) will apply to the entire workforce in Portugal. In 2015. Within the industrial structure. 47 . internationalisation and culture. by centralising and rationalising the subcontracted capillary distribution fleet. various tools were designed and implemented to identify and monitor matters of importance and priority for the management of company personnel. Work in this area was based on three strategic pillars: talent. The modernisation of the manufacturing plants continued in 2014 through the acquisition of two new fillers for beverages carton at the Almeirim plant and a new monoblock for filling and seaming cans at Pombal. HR Management For SUMOL+COMPAL. strengthening the sustainability of the companies providing these services. consequently. distribution services for multi-category products were initiated within the capillary distribution network.5. and because it relates to an issue of extreme importance to the organisation. alongside various smaller investments at all the plants. while all the other plants saw increases. In 2014. personnel and processes.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. developing and retaining employees who most stand out for their potential and level of performance. This implied the installing of new specific equipment at the distribution centres. developing and retaining talent within its organisation. In 2014. a working group was created to concentrate on the project to set up and commence operations at the Angolan plant in terms of equipment. OUR PEOPLE 6. Finally. 6. to ensure closer proximity to the organisational structure and personnel and. with particular note for Boane. endowed with specialist and generalist responsibilities. | 2014 essentially to a decline in the filling services. Once it was complete. S. utilities and first pieces of manufacturing equipment. to comply with the goal of being operational by mid-2015.

has been favouring the use of variable remuneration which tracks the attainment of goals or proven gains in efficiency and productivity. We want to be increasingly seen as a leading company in international terms. SUMOL+COMPAL‟s workforce numbered 1. in line with financial possibilities and convenience. To achieve this. | 2014 The internationalisation of our business is one of SUMOL+COMPAL‟s strategic priorities and therefore the human resources area has sought to gain expertise in managing expatriate processes and in conducting relations and providing support to expatriates. a learning process in this area was begun which has also been enriched by the experience earned and also by managing the long-term and temporary re-deployment of several employees. The gender split in the company‟s workforce is 61. As far as culture is concerned. given its importance in terms of introducing new ideas and expertise that contribute to the overall growth of all those working at SUMOL+COMPAL. fully committed and very flexible workforce. SUMOL+COMPAL. The number of employees per each of the company‟s three organizational pillars is as follows: 23.8% women. a project called “SOMOS+” was begun. Of course. involving 973 employees (1. therefore. against 76% in 2010) and revealed very positive overall results. 66.302 employees.2% men and 38. hard and soft skills. SUMOL+COMPAL recognises and accepts its social responsibilities and. in the final quarter of 2014 an organisational health survey was conducted which was answered by a very high proportion of employees (86%. external recruitment is not dismissed. employee benefits have taken on even greater importance in a labour market in which there has been a substantial change in common wage practices. these meetings.6% in Support. both in terms of horizontal and vertical career progression. 98 training courses were held. will come to a close. seeks to provide its employees with an extensive fringe benefits package that provides real support and is seen to do so. mission. In the early months of 2015. 6. We seek to contribute permanently to our employees‟ development. code of conduct and transversal policies and also to publicly acknowledge all those employees who have been at the company for over 15 years. Attracting. In the last two months of 2014. of which 1.2. This consisted of organising several meetings with the entire workforce in Portugal to announce the company‟s vision. enabling a broader spectrum of experiences and functional mobility which we consider rewarding at the individual and collective level. At the end of 2014. 25 in Angola and 1 in France. which in general have been very well received. With the same objective. retaining and developing professional talent under conditions that give employees a real sense of pride is the company's main aim in the area of human resources. values.2% in Operations and 10. In 2014.A. 78 in Mozambique. and totalling around 9.650 hours of instruction. Compensation and Benefits In the demanding economic environment in Portugal in recent years. With the start-up of operations at the Boane plant in Mozambique. 48 . like many other companies.198 were in Portugal. we encourage internal recruitment as a means of reconciling the development of skills within the workforce. The situation in which companies and employees find themselves today implies a change in mindset and an adjustment in which annual raises in fixed remuneration will necessarily be limited or non-existent.2% in Business.979 trainees). S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. we need a highly skilled.

in 2014 SUMOL+COMPAL held a Management Meeting. In external terms. of particular note amongst the many projects completed were the developments with a view to enabling the widening of the distribution network to incorporate new product categories. the company was presented with an award for innovation at the most important event of its type. backup and replication system. As far as application development is concerned. expanding sales and distribution solutions using web-based technologies. Finally. the replacement of the database underlying the main tool supporting decision-making. we regard communication as vital. | 2014 7. required certain adjustments to be made in terms of the operational focus and the analysis of credit risk. The very low level of irrecoverable debt registered during the financial year confirm that the credit management policy has been consistently suited to current market conditions. providing young people with an extra level of training and experience and also affording them their first direct contact with a real business environment. which provides support to the business systems used by the company. 49 . although it also undertakes institutional communication of company developments. As in previous years. as well as a number of business monitoring meetings attended by the company‟s directors and managers.A. which enabled very significant gains in terms of producing management information reports. One consisted of the replacement of the entire servers. i. 2014 was notable for two core projects with very significant impact on the performance of SUMOL+COMPAL. namely as regards its performance and strategy of internationalisation. In recognition of the introduction of this new technology. and extending the route management solution to the sales department. Throughout 2014. SUMOL+COMPAL‟s policy is to concentrate its investment on brand communication. were tightly controlled. whose operationalisation will be the main event of 2015. Internal communication is based on a broad and varied set of tools. and as far as technology infrastructure projects are concerned. COMMUNICATION At SUMOL+COMPAL. both at the external and internal level. which allows the entire organisation to receive the same messages. it is also important to note the visits organised to the company‟s plants – Pombal and Almeirim in particular – for students of various educational levels. Credit management during 2014 maintained a very close and detailed examination of the risk factors associated with the business. namely by improving mobility solutions and the online sales site. the internal mailing service “Nossas Notícias” and our quarterly in-house magazine “Frescas”. notice boards. and the development of a united team with common values. The Finance Department continued to focus on raising operational efficiency and the management of the level and cost of debt. behaviours and practices. employees were permanently updated about company developments via the systematic use of our various communication tools: the SUMOL+COMPAL website. S. storage. As in previous years. organised in Portugal by the producer of the software. 8. intranet. a world leader in these types of applications. OUR SUPPORTING SERVICES In terms of IT systems. and the dynamics and size of the direct operation in Angola. In terms of community relations. mention should also be made of the study into technological support solutions for the operations in Angola. with special focus on the variables associated with managing working capital.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.e. The second saw the introduction of a new business warehouse solution. The expansion of SUMOL+COMPAL‟s international operations. financial balance and cash-flow management.

The average sales price was up by 3. including its applicability in different internal forums dedicated to the evaluation and discussion of performance. Factors which explain this increase are mainly the aforementioned greater integration of the value chain in the international operations and the fall in the price of certain key raw materials.6 million. Audits were conducted on business. operational and supporting processes. as well as audits on standards compliance.3%. continuing its main mission to optimise the total cost of materials and services based on the three key elements of quality. service and price. using the closest suppliers. In 2014 the Planning and Management System Department focused on the consolidation of the planning and management control model geared towards internationalization. Contacts with suppliers were maintained in the aim of establishing partnerships to supply materials and services to international markets. aiming continued improvement and the maintenance of SUMOL + COMPAL Marcas certifications: ISO 9001.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Profitability Turnover rose to €310 million. efforts centred on establishing medium to long-term partnership arrangements and. To add value to the chain. 50 . and which has had very positive results. Earnings from filling services stood at €9. Gross margin climbed 4.9% to €164 million. The Internal Audit Office executed the programme approved by the Audit Committee. down 22. within short periods of time to produce relevant outputs to support decision-making. allowing the launch of a new phase of review of its contents. 9. The year was extremely demanding in the latter aspect as a result of the complex and important projects implemented or underway. In the Portuguese operations.1. Providing support for the international operations is a huge challenge for the Procurement Department.A. BRC Food Safety (British Retail Consortium) and AIB International. The Legal Department continued to provide support for daily activities and to assess and support the legality of matters of a strategic nature. Sales grew by 3. process and analyse a multitude of data. while in 2013 it stood at 51. Special focus was placed on organising the Angolan plant project. OUR FINANCIAL RESULTS 9. packaging and transport from the SUMOL brand plants to supply the plants in Africa was begun.9%. special mention for more projects to rationalise packaging materials and energy use. The gross margin percentage was 52. | 2014 Work on developing and perfecting the management model for returnable packaging begun in 2013.8%. the result above all of greater integration of the value chain in the international operations in Angola and Mozambique. The work of the Procurement Department focused on finding innovative and more rational and sustainable alternatives. which covered the areas of operational efficiency and internal control.8% on the preceding year. It was necessary to compile. in particular materials and services for the factories and marketing in Mozambique and Angola. namely the various benchmarks SUMOL+COMPAL is certified for and on customer-specific norms. wherever possible. S. up 2. At the same time several strategic development studies were developed.1%. was continued in 2014. ISO 14001.8% to €300. Work also proceeded on centralising the purchasing of more secondary materials. of unusually large proportions in the company‟s history. marketing materials and industrial services.3 million. the negotiation of new equipment was strengthened and the adapting of production. The Accounts and Taxes team was directly involved in projects of a strategic nature for SUMOL+COMPAL. It must also be stressed the completion of the new management system platform.

SUMOL+COMPAL shares were first traded in the year's opening session on 2 January and last traded on 31 December.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.2 million.A. The figures for net debt were significantly impacted by the proceeds from the sale of 49.4. SUMOL+COMPAL Shares In 2014. The average storage time for stocks rose from 71 to 80 days as a result of the boosting of stocks of finished product in Angola. This represented a 51 .3 million. a rise of 11.7 million. up from €39. which amounted to €14. This ratio stood at 6. Around €2. illustrated in the change in the working capital indicators: the improvement in the average collection time from 55 to 51 days was boosted by the rise in the average payment time from 63 to 70 days.1 million at the end of the year.7 million. EBITDA therefore grew €2.6 million.9 million.13 per share. after careful evaluation of the risks involved and an increase in provisions by €0. This cash inflow on 31 December 2014 enabled SUMOL+COMPAL.9% of the share capital and respective associated benefits of SUMOL+COMPAL Marcas to Copagef. no impairment loss was observed. After assessing goodwill and brands. benefitting from lower average net interest-bearing debt than in the past year. Depreciations and amortizations were calculated according to the estimated working life of company assets.5 million (+6.1m was allocated. Tax for the period was significantly influenced by the drop in deferred tax liabilities. 9.5 million from €16.9 million (69%) was allocated to the acquisition and installation of equipment to improve production efficiency and modernise facilities in Portugal. S.2 times EBITDA. EBITDA stood at €41. EBIT stood at €27.A. with particular mention for expenditure on marketing.6 million.2.6 million in 2013. to close the year with a deposited cash surplus of €59.4% of turnover. This was influenced by the restructuring in the preceding year and the absence of non-recurring costs. The change in these costs is associated with greater activity.3%).2 million was invested in intangible assets in exclusive client contracts in Portugal. 4. An impairment loss in customer debts and inventories of €1. Interest charges on financing in 2014 fell to €16. 13. Around €3. The results achieved in the short-term financial situation this year were better than in 2013. unlike in 2013.5% to €34.2 million.3. 9. Personnel costs fell 1. the consolidated net profit including non controlling interests was €11. Financial Situation Net debt was €176. Shareholders‟ Equity was significantly increased to €224.2 million in 2013. S.5 million.5% to €94.4 million.8 million at the close of 2014.3 million in 2013. stemming from the reduction in the corporate tax (IRC) rate. As a result of the above. Investments Investment in tangible assets by SUMOL+COMPAL stood at €5.9 in 2013 and 8. but penalised by the cost of short-term financing which replaced long-term amortised debt at a more favourable interest rate. | 2014 External supplies and services grew by 7. essentially as a result of the acquisition of 49. After computing the taxes for the period.7%. when the price closed at €1. against €270. Earnings before taxes climbed to €8.3 in 2012.9% of the capital and associated benefits of SUMOL+COMPAL Marcas by Copagef. 9.

During 2014.04% of the share capital. In line with its strategic aim to internationalise. when the results for 2013 were announced. in particular in those communities where it is based. these shares were already considered to belong to the company. rising 4. namely by reducing its consumption of water and energy at its manufacturing plants. Compared to 2013. In the week following the announcement of the results for the third quarter (13 November) and the signing of the contract with Copagef (14 November). the amount of the company‟s products donated fell.12 to €1.19 on 21 November. for the purposes of Article 325-A of the Commercial Company Code (CSC).2.9% on 2013. is one of the strategic goals of SUMOL+COMPAL‟s sustainability policy. On 30 May. and cooperating with the local community.242 SUMOL+COMPAL shares were traded. and on 9 December when the payment of reserves was announced. and on 27 August. Natural Capital To contribute to sustainable development by minimising the environmental impact of its activities. Conscious of its responsibilities.81 per share.039. at a price of €1.020 shares from SUMOL+COMPAL Marcas. At the close it stood at €1. social and environmental sustainability. 1. promoting healthy lifestyles. On 11 March.13.08 at the close in 2013. 52 . at the announcement of the signing of a new agreement with the Angolan National Private Investment Agency (ANIP).05.1. where it remained. 10. corresponding to 4. S. in compliance with pre-defined criteria. up 208. SUMOL+COMPAL focused on greater social involvement in African countries. However. the company informed the Portuguese Securities Commission (CMVM) of its acquisition of 1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. It behaved similarly on 23 September. At the end of 2014. as a response to social emergencies and also as a means of acknowledging the market‟s preference for its brands. when the company published the Report for the first half of the year. the share price rose from €1. the company has continuously adopted good environmental practices in the aim of improving its environmental performance and focused on the rational and sustainable management of resources. therefore. SUMOL+COMPAL AND THE LOCAL COMMUNITY 10. On 30 December 2014.813 own shares. more optimised management and the decentralisation of some support ensured that at the close of the year over half a million litres of product had been donated amongst 438 social organisations.061.17.98 on 13 January and a high of €1.10. Shares traded at a low of €0. This did not alter the total number of own shares held since. the share price stood at €1.8% the following day to €1. Social Capital Since one of SUMOL+COMPAL‟s strategic objectives is to contribute to economic.06% of its total share capital. in the commitment to promote responsible environmental behaviour. | 2014 4. From January to December 2014. when the decisions of the Annual General Meeting and the results for the first quarter of 2014 were made public.A.782. in 2014 it continued its action plan to promote sustainable development at three levels: reducing the environmental impact of its operations. the PSI Geral market index fell by 21. as well as pollution prevention.2%. the company had a total of 4. 10. corresponding to 1. the share price remained steady.4% rise in value on the price of €1.

S. FUTURE OUTLOOK We expect the fast moving beverages markets in Portugal in 2015 to reverse the downward trend of recent years. It is also responsible for controlling risks associated with the strategic and operating objectives as well as the financing of SUMOL+COMPAL. water and air stemming from its manufacturing operations as a means to respect and preserve the planet.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. the general economic situation. talent retention. the Pombal plant managed to renew its EMAS registration.48.658. it was decided to implement ISO 14001 to ensure environmental management system certification in 2016. MANAGEMENT MODEL In the report on corporate governance. Analysing and monitoring the environmental performance indicators for 2014 show that all legal obligations at SUMOL+COMPAL‟s facilities were complied with and. 12. 14. the legislative framework.658.444. Matters related to the management of SUMOL+COMPAL‟s social and natural capital can be found in the Consolidated Notes as of 31 December 2014. SUMOL+COMPAL is subject to risks from adverse changes in demand for its products. of this report. 13. It conducts tests. financial and operations reporting and oversees this control in order to achieve a reasonable degree of confidence as regards the reliability of the data. which is an integral part of the management report and financial statements. market risks. once again. as of 31 December 2014.48 This proposal is justified by the capital gain and the cash liquidity level generated by the sale of a participation in the capital of SUMOL+COMPAL Marcas. | 2014 This commitment is based essentially on prevention and concern for reducing water and energy consumption and careful management of waste and emissions into the soil. concentration or loss of customers. st This point is developed further in the Consolidated Notes. its reputation and environmental risks. The continued growth in private consumption and normal weather for the summer season will be crucial to this. DISTRIBUTION OF INCOME Bearing in mind the parent company's earnings of €15.444. raw materials and energy. SUMOL+COMPAL will continue to make a substantial 53 . referred to in paragraphs 2.3. The SUMOL+COMPAL Group has a system of control based on economic. BUSINESS RISKS The Board of Directors is responsible for complying with all general and beverages industry specific legislation. the Board of Directors proposes the following application: Payment of dividends: €15. supervises. In the normal course of business. information technologies. 11. exercises control and when necessary takes corrective measures. competition. and 9.A. the company's management model is described in detail. In view of the Gouveia plant‟s solid and consolidated environmental performance.

The consumers and customers of SUMOL+COMPAL's various brands for their continued loyalty. we shall continue to try and identify strategic partnerships which contribute to the consolidation of the business in Portugal. our capacity to satisfy demand for SUMOL+COMPAL brands. The Supervisory Board and Statutory Auditor for their constructive oversight.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 26 February 2015 54 . SUMOL+COMPAL plans to achieve a slightly higher turnover this year than last in Portugal. We expect higher sales in international markets. ACKNOWLEDGEMENTS SUMOL+COMPAL's achievements during this year could only have been possible thanks to the contribution of a great many people and organisations to whom we owe a debt of gratitude: The shareholders. Angola and Mozambique SUMOL+COMPAL‟s operations in their respective countries. Our partners Pepsi-Cola Beverages International. who through their dedication and ability helped to turn difficult moments into the creation of opportunity. in particular this year. for their support of The local authorities and communities where our operations are based for their interest and involvement in what we do. S. Official organisations in Portugal. We shall continue to place a special focus on our brands and on innovation. Carnaxide. Copagef for its investment in SUMOL+COMPAL Marcas. whose image has recently been refreshed. The expertise of Copagef (SUMOL+COMPAL‟s new partner in the shareholding structure of SUMOL+COMPAL Marcas) and its presence in various African markets should help in the introduction of our brands into some of these markets. which will be unveiled during the first half of the current year. Our suppliers. However. we estimate that SUMOL+COMPAL‟s turnover and operational profitability in 2015 will be moderately higher than in 2014.A. The trade associations for their role as prime forums for discussion and defence of our interests. SUMOL+COMPAL's employees. In this context. 15. and in particular Portugal's farmers. our main international market. will depend on the ability to ensure sufficient local production capacity quickly. At the same time. for their trust in SUMOL+COMPAL and. for responding to our needs. since we are convinced that these are the key to the sustainability of value creation. Bearing in mind the above. In view of recent Angolan legislation restricting the importing of fast moving beverages. and maintain high sales similar to 2014. | 2014 investment in innovation and marketing of its brands. Unilever-Jerónimo Martins and Grupo Damm for their brand development support and cooperation and Genius for its cooperation in developing the manufacturing project in Angola. this growth will be highly dependent on the state of sales in Angola. and in the new image of SUMOL.

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551.733.825.27 625.659.455.220.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.651.354.040.458.A.73 130.526.22 625.159.45 91.40 56.93 288.060.437.92 4.199.272.41 3.596.01 8 1.636.638.881.093.20 Prov isões / Provisions 19 1.356.418.462.555.17 32 1.610.176.938.947.81 433.389.76 Dív idas comerciais de curto prazo a pagar / Short-term trade debts payable 17 e 21 / 17 and 21 48.74 43.00 (4.194.454.000.33 Dív idas comerciais de longo prazo a receber / Long-term trade debts receivable Outros activ os não correntes / Other non-current assets Activ os por impostos diferidos / Deferred tax assets TOTAL DO ACTIVO NÃO CORRENTE / TOTAL NON-CURRENT ASSETS ACTIVO CORRENTE / CURRENT ASSETS Inv entários / Stocks 9 e 39 / 9 and 39 31.599.22 9.95 33.052.447.892.401.23) Ex cedentes de rev alorização / Revaluation surpluses 14 14.393.080.813.724.737.31 144.813.88 20.853.504.020.35 67.370.743.358.848.54 564.882.50 288.448.72 Intangív el / Intangible 5 e 39 / 5 and 39 286.188.72 113.186.990.81 1. 2014 and 2013 amounts stated in euros ACTIVO Notas ASSETS Notes 31-12-2014 31-12-2013 ACTIVO NÃO CORRENTE / NON-CURRENT ASSETS Goodw ill / Goodwill 4 e 39 / 4 and 39 113.97 Resultados retidos / Retained earnings 14 (12.920.957.47 207.950.532.197.566.18 51.131.070.419.315.42 64.194. S.15 (214.884.269.699.121.933.595.078.433.00 269.195.923.243.199.667.647.00 4.612.126.374.30 Passiv os por impostos correntes / Liabilities for current taxes 22 5.627.092.184.453.039.54 564.938.265.52 2.95) Resultado líquido do período / Net income for the year Interesses não controlados / Non-controlling interests 39 e 40 / 39 and 40 3.051.853.781.883.837.24 36.594.26 158.167.63 Caix a e depósitos bancários / Cash and cash equivalents 13 63.793.41 28.78 Outras reserv as / Other reserves 14 22.11 Passiv os por impostos diferidos / Deferred tax liabilities 32 63.061.194.43 Alterações nos interesses / Changes in interests 14 34.688.58 131.28 PASSIVO / LIABILITIES PASSIVO NÃO CORRENTE / NON-CURRENT LIABILITIES Empréstimos de longo prazo / Long-term bank loans 16 e 17 / 16 and 17 196.95 Equiv alentes a caix a / Cash equivalents 13 13.34 Outras contas de curto prazo a pagar / Other current liabilities 23 12.490.201.092.279.71 5.06 Activ os por impostos correntes / Assets for current taxes 11 4.551.448.678.696.00 100.91 12.86 Tangív el / Tangible 6 e 39 / 6 and 39 63.126.55 31-12-2014 31-12-2013 100.880.65 Outros inv estimentos financeiros / Other investments 7 e 39 / 7 and 39 69.719.70 Reserv as legais / Legal reserves 14 1.68 1.004.712.416.565.161.31 159.058.00 71.997. 15 and 39 TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO / TOTAL EQUITY (20.412.43 Dív idas comerciais de curto prazo a receber / Short-term trade debts receivable 10 51.066.637.40 131.448.685.84 Outros activ os correntes / Other current assets 12 5.903.114.63 28.238.00) TOTAL DO ACTIVO CORRENTE / TOTAL CURRENT ASSETS TOTAL DO ACTIVO / TOTAL ASSETS 39 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO Notas EQUITY AND LIABILITIES Notes CAPITAL PRÓPRIO / EQUITY Accionistas da empresa-mãe: / Parent company equity holders: Capital / Share capital 14 Acções próprias (v alor nominal) / Treasury stock (nominal value) 1 e 14 / 1 and 14 Acções próprias (descontos e prémios) / Treasury stock (discounts and premiums) 14 (494.475.318.00 2.13 2.952.383.068.20 401.451.723.76 Dív idas comerciais de longo prazo a pagar / Long-term trade debts payable 17 e 18 / 17 and 18 8.185.252.991.00) (4.14) 224.205.14) (494.57) 5. | 2014 montantes expressos em euros Balanços consolidados em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated balance sheets at 31 December.09 473.01 66.085.58 1.707.366.061.500.500.453.45 Outros passiv os financeiros / Other financial liabilities 24 19. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS 57 .873.720.17 16.453.55 TOTAL DO PASSIVO CORRENTE / TOTAL CURRENT LIABILITIES TOTAL DO PASSIVO / TOTAL LIABILITIES 39 TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO / TOTAL EQUITY AND LIABILITIES As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.294.00 466.144.07 TOTAL DO PASSIVO NÃO CORRENTE / TOTAL NON-CURRENT LIABILITIES PASSIVO CORRENTE / CURRENT LIABILITIES Empréstimos de curto prazo / Short-term bank loans 17 e 20 / 17 and 20 31.705.849. 15 e 39 / 3.798.992.

12 0.103.903.A.921.788.64 14 5.020. | 2014 montantes expressos em euros Demonstrações consolidadas dos resultados dos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated income statements for the years ended 31 December.403.12 0.403.091.109.464. 6 and 39 (14.426.009.903.24 RESULTADOS ANTES DE IMPOSTOS / PRE-TAX PROFIT (LOSS) Imposto sobre o rendimento do período / Corporate income tax for the year 32 e 39 / 32 and 39 RESULTADOS APÓS IMPOSTOS / NET PROFIT (LOSS) AFTER TAXES Resultado atribuív el aos accionistas da empresa mãe / Profit (loss) attributable to parent company equity holders 3.549.799.548.34) (20.328.86 311.61 RENDIMENTOS OPERACIONAIS / OPERATING INCOME Réditos / Revenue 25 e 39 / 25 and 39 309. S.473.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.39) (87.805.04 4.000.93 TOTAL DOS RENDIMENTOS OPERACIONAIS / TOTAL OPERATING INCOME GASTOS OPERACIONAIS / OPERATING COSTS Gasto das v endas / Cost of sales (146.25) RESULTADOS OPERACIONAIS / NET OPERATING PROFIT (LOSS) Outros resultados financeiros / Other financial gains (losses) 39 27.225.544.05 Ex cluindo operações em descontinuação / Excluding discontinuing operations As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.444.67) RESULTADO CONSOLIDADO COM OS INTERESSES NÃO CONTROLADOS / CONSOLIDATED NET PROFIT (LOSS) AFTER NON-CONTROLLING INTERESTS 11.31) (1.38 24.00 4.12 0.186. 6 e 39 / 5.683.22) Outros gastos e perdas / Other costs and losses 30 (3.080.102.21 (61.48) (287.870.978.32 320.354.967.12 0.481.68 31 e 39 / 31 and 39 (19.81 10.813.186.05 Diluídos / Diluted 40 0. 2014 and 2013 amounts stated in euros RENDIMENTOS E GASTOS Notas INCOME AND GAINS Notes 31-12-2014 31-12-2013 301. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz 58 O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS .931.05 Básicos / Basic 40 0.60) 11.25 4.003.23) Amortizações e depreciações / Depreciations and amortizations Prov isões e perdas de imparidade / Provisions and impairment losses 19 (1.74) (14.05 Diluídos / Diluted 40 0.327.25 4.126.044.663.046.190.31 3 e 15 / 3 and 15 6.221.12) Gastos com o pessoal / Employee benefits costs 29 (34.136.905.963.09) (2.33) (35.211.64 Resultado atribuív el a interesses não controlados / Profit (loss) attributable to non-controlling interests RESULTADO POR ACÇÃO / PROFIT (LOSS) PER SHARE Incluindo operações em descontinuação / Including discontinuing operations Básicos / Basic 40 0.05 Outros rendimentos e ganhos / Other operating income 26 e 39 / 26 and 39 11.398.082.428.555.29) 5.058.25 (151.62) (145.74) TOTAL DOS GASTOS OPERACIONAIS / TOTAL OPERATING COSTS (293.015.65) Fornecimentos e serv iços ex ternos / Outside supplies and services 28 (94.246.44) 8.490.068.100.455.662.856.574.573.823.635.570.980.548.763.493.999.

548.59 (4.990.080.186.058.47 As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.89) (728.556.94 7. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS 59 .855.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.25 4.31 Resultado atribuív el a interesses não controlados / Profit (loss) attributable to non-controlling interests 15 6.000.764.809.12) 8.903.490.031.715.738.A. 2014 and 2013 amounts stated in euros Notas Notes 31-12-2014 31-12-2013 Resultado atribuív el aos accionistas da empresa-mãe / Profit (loss) attributable to parent company equity holders 14 5.089.59 - (155.67) 11.95 GANHOS (PERDAS) RECONHECIDOS NO CAPITAL PRÓPRIO ANTES DOS INTERESSES NÃO CONTROLADOS / PROFITS (LOSSES) RECOGNIZED IN EQUITY BEFORE NON-CONTROLLING INTERESTS Outros ganhos (perdas) atribuív eis aos interesses não controlados / Other profits (losses) attributable to non-controlling interests GANHOS (PERDAS) CONSOLIDADOS RECONHECIDOS NO CAPITAL PRÓPRIO COM OS INTERESSES NÃO CONTROLADOS / CONSOLIDATED PROFITS (LOSSES) AFTER NON-CONTROLLING INTERESTS RECOGNIZED IN EQUITY 8.555.94 7. S.58 4.042.823.64 773.00 4.809.609.25 (151.31) 3.64) RESULTADO CONSOLIDADO COM OS INTERESSES NÃO CONTROLADOS / CONSOLIDATED NET PROFIT (LOSS) AFTER NON-CONTROLLING INTERESTS OUTROS GANHOS (PERDAS) RECONHECIDOS NO CAPITAL PRÓPRIO: / OTHER PROFITS (LOSSES) RECOGNIZED IN EQUITY: Instrumentos financeiros deriv ados / Financial derivatives 17 Outros aumentos/diminuições / Other increases/decreases (3.571.330.728.346.813.346. | 2014 montantes expressos em euro Demonstrações consolidadas dos rendimentos integrais dos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated comprehensive income statements for the years ended 31 December.011.403.360.

061.90 1.151.00 5.358.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.04 53.500.121.59) - (6.936.719.42 (151.401.020.728. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz 60 O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS .186.565.78 33.17 1.345.990.59 - 4.000.000.A.500.992.020.837.358.209.722.25 11.554.119.59) - - - - - - - - - - Realização de ex cedentes / Realization of surpluses - - - - - - Aquisição de acções próprias / Treasury stock purchase - - Outros / Other - - 17 Saldo em 31 de Dezembro de 2014 / Balance at 31 December.061.916.532.813.061. 2013 Saldo em 1 de Janeiro de 2013 / Balance at 1 January.28 39 e 40 / 39 and 40 Distribuição de reserv as / Distribution of reserves Instrumentos financeiros deriv ados / Financial derivatives - - - - 2.666.080.31 131.688.318.990.75 123.903.837.089.092. 3 e 15 / 1.586.359.571. 2013 to 31 December.98) (722.95) 5.171.00 (4.00) (4.051.58 - 773.00) (494.59) 4.02) 123.358.67) (3.092.91) 928. 3 and 15 - 34.194.490.320.000.803.58 - 773.011.566.06) (494.453.401. 2013 100.00) (184.318.86) - - - (727.197.89) 57.462.97 - - - (6.56 (59.91) 29. capital próprio Non-control.97 (12.58 64.565. 2013 100.020.51) (214.98) - (4. 2014 100.345.569.813.403.823.59 - 4.358.31) (214. 2014 Saldo em 1 de Janeiro de 2014 / Balance at 1 January.843. S.370.500.813.58 22.255.00 (125.98) - (134.651.595.354.571.737.107.068. | 2014 montantes expressos em euro Demonstrações consolidadas das alterações no capital próprio dos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated equity changes statement for the years ended 31 December.633.14) 130.345.31 Instrumentos financeiros deriv ados / Financial derivatives 17 - - - - - - 4.997.29 - (25.151.992.555.75) - Resultado líquido do período / Net profit (loss) for the year 39 e 40 / 39 and 40 - - - - - - - - 4.97 - - 34.31 4.722.14) 14.813.548.020.25 1.000.813.73 (4.571.699.252.58 - - - - - - (184.43 (20.368.64 (730.000.092.57) 4.092.850.251.490.194.00 159.00 Aplicação do resultado de 2012 / 2012's net profit (loss) distribution (3.00 Aplicação do resultado de 2013 / 2013's net profit (loss) distribution Resultado líquido do período / Net profit (loss) for the year Diferenças no interesse na S+Cm / Changes in S+Cm's interest (4.115.555.20) - (20.724.831.00) (9.080.595.97 - 34.70 1. 2014 100.089.843.565.990.43 - Aquisição de acções próprias / Treasury stock purchase - Outros / Other - Saldo em 31 de Dezembro de 2013 / Balance at 31 December.161.666.490.453.599.330.59 - - - - - - (134. líquido Accionistas da do período Share Treasury Treasury Revaluation Legal Other Changes Retained Net capital stock (NV) stock (DP) surpluses reserves reserves in interests earnings profit (loss) empresa-mãe Parentcompany shareholders Interesses Total do não control.359.14) 130.555.803.151.651.00) (485.121.53 - - - - - - - - 773.23) 16.722.54 - - - - - - - 928.78 33.75 (928.00 6.873.080.15 34.91) (4.42 - - - - 880.274.28 As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.282.95 1 de Janeiro de 2013 a 31 de Dezembro de 2013 1 January.039.194.57) 4.78 33.000. Total interests equity 1 de Janeiro de 2014 a 31 de Dezembro de 2014 1 January.651.25) 16.00 - - - - - (184.45) 4.500.51 (4. 2014 and 2013 Capital Notas Acções Acções Excedentes de social próprias (VN) próprias (DP) Notes amounts stated in euros Reservas revalorização legais Alterações Resultados reservas nos interesses Outras retidos Res.268. 2014 to 31 December.80 - - - - - - - - - - - - - 5.058.53) (6.370.719.685.638.555.555.051.70 1.31 131.089.15 224.89) (494.688.831.91) - (2.23) 16.803.

30 - Activ os fix os tangív eis / Tangible assets 761.713.05) 43.07 323.445.14) (87.148.846.555.104.184.034.428.623.67) 37.204.00) (5.677.342.223.17 Juros e prov eitos similares / Interest and similar income 290.08) Flux os das activ idades de financiamento / Cash used in financing activities Variação de caix a e seus equiv alentes / Net change in cash and cash equivalents (33.11 (26.956.41 42.61 Flux o gerado pelas operações / Cash generated by operations Flux os das activ idades operacionais / Cash flow from operating activities ACTIVIDADES DE INVESTIMENTO / INVESTMENT ACTIVITIES: Recebimentos prov enientes de / Receipts arising from: Inv estimentos financeiros / Financial investments 88.810.854.580.675.515.710.188.881.458.058.229.66) (6.000.077.602.94) (1.00 - 87.06) (4.334.023.83 Subsidios de inv estimento / Investment subsidies 170.884.677.880.276.151.738.736.17 88.12 Pagamentos a fornecedores / Payments to trade creditors (267.37 Caix a e seus equiv alentes no início do período / Cash and cash equivalents at the beginning of the year 13 (26.682.272.090.363.159. | 2014 Demonstrações consolidadas dos fluxos de caixa dos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated cash flow statements for the years ended 31 December.857. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS 61 .A.189.018.033.428.82) Activ os fix os tangív eis / Tangible assets (5.836.304.462.444.14 (104.73 Recebimento (pagamento) do imposto sobre o v alor acrescentado / VAT (payments) refunds (1.25 61.914.51) Caix a e seus equiv alentes no fim do período / Cash and cash equivalents at the end of the year 13 50.181.917.16) - (130.14) (235.14 Flux os das activ idades de inv estimento / Cash used in investment activities ACTIVIDADES DE FINANCIAMENTO / FINANCING ACTIVITIES: Recebimentos prov enientes de / Receipts arising from: Empréstimos obtidos / Loans obtained Outros / Other 210.54) (33.722. 2014 and 2013 montantes expressos em euro amounts stated in euros Notas 31-12-2014 31-12-2013 Recebimentos de clientes / Receipts from trade debtors 343.867.39 55.173.93) (71.885.738.624.961.52 1.39 Outros recebimentos (pagamentos) relativ os à activ idade operacional / Other receipts (payments) relating to operating activities (1.946.43) (3.553.49 49.38) 83.64) (43.52 (4.023.76) 16.64 Pagamentos respeitantes a / Payments arising from: Inv estimentos financeiros / Financial investments - (310.56) 72.639.235.770.59) Aquisição de acções próprias / Treasury stock acquisitions (31.91) Outros / Other (1.14) As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.753.522.490.454.32) (18.04) Pagamentos respeitantes a / Payments arising from: Empréstimos obtidos / Loans obtained Amortização de contratos de locação financeira / Leasing contracts amortization Juros e custos similares / Interest and similar costs Div idendos / Dividends (281.34) Notes ACTIVIDADES OPERACIONAIS / OPERATING ACTIVITIES: Pagamentos ao pessoal / Payments to employees (33.15) (52.553.892.961.84) Recebimento (pagamento) do imposto sobre o rendimento / Corporate tax (payments) refunds (2.880.04 1.965.91) (2.044.663.74) 86.810.062.77 221.557.266.443.88) (55.892.411.677.722.217.786.262.322.90) Activ os fix os intangív eis / Intangible assets (1.993.471.547.64 89.660.441.17 88.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.321.166.335.073.904.89) (6.043.50 77.805.166.590.55) (17. S.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

Notas Consolidadas
em 31 de Dezembro de 2014
(montantes expressos em Euro)

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(investidor@sumolcompal.pt).

ÍNDICE
Nota introdutória ..................................................................................................................................................... 65
Bases de apresentação ....................................................................................................................................... 65
Referencial de relato........................................................................................................................................ 65
Declaração de conformidade ........................................................................................................................ 65
Consistência na apresentação ..................................................................................................................... 65
Alterações de políticas .................................................................................................................................... 65
Principais políticas contabilísticas .................................................................................................................... 65
Goodwill ............................................................................................................................................................... 65
Activo intangível ................................................................................................................................................ 66
Activo tangível ................................................................................................................................................... 66
Investimentos financeiros em subsidiárias ............................................................................................... 66
Outros investimentos financeiros ................................................................................................................ 67
Locação financeira ........................................................................................................................................... 67
Locação operacional........................................................................................................................................ 67
Inventários........................................................................................................................................................... 67
Dívidas comerciais a receber ....................................................................................................................... 67
Caixa e equivalentes a caixa ........................................................................................................................ 67
Empréstimos ...................................................................................................................................................... 67
Dívidas comerciais a pagar ........................................................................................................................... 67
Encargos financeiros com empréstimos obtidos .................................................................................... 68
Instrumentos financeiros derivados e contabilidade de cobertura ................................................... 68
Provisões ............................................................................................................................................................. 68
Imposto sobre o rendimento ......................................................................................................................... 69
Regime contabilístico do acréscimo e rédito ........................................................................................... 69
Subsídios governamentais ou de outras entidades públicas ............................................................. 69
Classificação de activos e passivos não correntes ............................................................................... 69
Reserva legal ..................................................................................................................................................... 69
62

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

Saldos e transacções expressos em moeda estrangeira .................................................................... 70
Imparidade do goodwill ................................................................................................................................... 70
Imparidade das marcas .................................................................................................................................. 70
Imparidade de outros activos ........................................................................................................................ 70
Contingências .................................................................................................................................................... 71
Matérias ambientais (licenças de emissão de CO2).............................................................................. 71
Benefícios com pensões de reforma .......................................................................................................... 71
Acontecimentos após a data do balanço .................................................................................................. 71
Estimativas e julgamentos contabilísticos relevantes ................................................................................ 71
Gestão do risco ...................................................................................................................................................... 72
De mercado ........................................................................................................................................................ 72
Na cadeia de abastecimento de materiais e serviços .......................................................................... 73
Associados a stakeholders ............................................................................................................................ 73
Operacionais e patrimoniais .......................................................................................................................... 74
Legais ................................................................................................................................................................... 75
Financeiros ......................................................................................................................................................... 75
Tecnologias de informação ........................................................................................................................... 83
1.

Empresas incluídas na consolidação .................................................................................................. 85

2.

Empresas associadas .............................................................................................................................. 86

3.

Comparabilidade e alterações ocorridas no Grupo ........................................................................ 86

4.

Goodwill ........................................................................................................................................................ 87

5.

Activo intangível ......................................................................................................................................... 88

6.

Activo tangível ............................................................................................................................................ 89

7.

Outros investimentos financeiros ......................................................................................................... 91

8.

Dívidas comerciais de longo prazo a receber .................................................................................. 91

9.

Inventários ................................................................................................................................................... 91

10.

Dívidas comerciais de curto prazo a receber ................................................................................... 92

11.

Activos por impostos correntes ............................................................................................................. 93

12.

Outros activos correntes ......................................................................................................................... 93

13.

Caixa e equivalentes a caixa ................................................................................................................. 94

14.

Capital ........................................................................................................................................................... 94

15.

Interesses não controlados .................................................................................................................... 96

16.

Empréstimos de médio e longo prazo ................................................................................................ 96

17.

Instrumentos financeiros derivados e contabilidade de cobertura ............................................ 97

18.

Dívidas comerciais de longo prazo a pagar ...................................................................................... 98

19.

Provisões e perdas de imparidade acumuladas ............................................................................. 98

20.

Empréstimos de curto prazo .................................................................................................................. 99

21.

Dívidas comerciais de curto prazo a pagar ....................................................................................... 99

22.

Passivos por impostos correntes ......................................................................................................... 99

23.

OUTROS Passivos correntes .............................................................................................................. 100
63

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

24.

Outros passivos financeiros ................................................................................................................. 100

25.

Réditos ........................................................................................................................................................ 101

26.

Outros rendimentos e ganhos ............................................................................................................. 101

27.

Locação operacional .............................................................................................................................. 101

28.

Fornecimentos e serviços externos ................................................................................................... 102

29.

Gastos com o pessoal ........................................................................................................................... 103

30.

Outros gastos e perdas ......................................................................................................................... 103

31.

Resultados financeiros .......................................................................................................................... 104

32.

Impostos sobre o rendimento .............................................................................................................. 104

33.

Partes relacionadas ................................................................................................................................ 108

34.

Actividade desenvolvida pelos administradores não executivos ............................................. 110

35.

Responsabilidade social ....................................................................................................................... 111

36.

Contingências ........................................................................................................................................... 115

37.

Matérias ambientais................................................................................................................................ 116

38.

Plano de pensões .................................................................................................................................... 117

39.

Segmentos operacionais....................................................................................................................... 117

40.

Resultados por acção ............................................................................................................................ 121

41.

Normas aprovadas no período e normas com eficácia posterior ............................................ 121

42.

Acontecimentos após a data do balanço ......................................................................................... 121

43.

Data de autorização para emissão das demonstrações financeiras ...................................... 121

64

Consistência na apresentação As políticas contabilísticas a seguir apresentadas foram aplicadas de forma consistente a todas as entidades do Grupo em todos os períodos apresentados nas demonstrações financeiras consolidadas daquele. quando negativas.º 9. directamente em ganhos do período. Declaração de conformidade As demonstrações financeiras consolidadas do Grupo foram preparadas de acordo com as IAS/IFRS emitidas pelo IASB. Até 31 de Dezembro de 2004. | 2014 NOTA INTRODUTÓRIA O Grupo SUMOL+COMPAL (“Grupo”) é constituído pela SUMOL+COMPAL. de 17 de Fevereiro. o Grupo procedeu à interrupção da amortização do goodwill a partir de 1 de Janeiro de 2005. PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS As principais políticas contabilísticas adoptadas na preparação das demonstrações financeiras consolidadas anexas foram: Goodwill As diferenças entre o valor de aquisição dos investimentos em empresas do grupo e o montante atribuído ao justo valor dos activos e passivos identificáveis dessas empresas à data da sua aquisição. o Grupo amortizava o goodwill no período estimado de recuperação do investimento.º 1606/2002 do Parlamento Europeu e do Conselho de 19 de Julho. em Carnaxide. As demonstrações financeiras consolidadas anexas são apresentadas em euros (moeda funcional). sumos de frutas. n. S. BASES DE APRESENTAÇÃO As bases de apresentação na preparação das demonstrações financeiras consolidadas anexas foram as seguintes: Referencial de relato No âmbito do disposto no Regulamento (CE) n. 65 . na sua regulamentação para a legislação portuguesa através do Decreto-Lei (“DL”) n. derivados e conservas de frutos e vegetais. A Empresa tem sede na Estrada da Portela.º 35/2005. por esta ser a divisa preferencialmente utilizada no ambiente económico em que o Grupo opera. as demonstrações financeiras consolidadas do Grupo foram preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro ("IAS/IFRS") conforme endossadas pela União Europeia (“UE”) a partir do exercício de 2005. Contudo. se positivas. depois de reavaliado o justo valor dos activos e passivos identificáveis. e foi constituída em 26 de Janeiro de 1970. (“SUMOL+COMPAL”. Alterações de políticas Durante o período findo em 31 de Dezembro de 2014 não ocorreram alterações de políticas contabilísticas face às consideradas na preparação da informação financeira relativa ao período anual anterior.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. “S+C” ou “Empresa”) e empresas subsidiárias e tem como actividade principal a produção e comercialização de refrigerantes. As IAS/IFRS incluem as normas emitidas pelo International Accounting Standards Board ("IASB").A. bem como as interpretações emitidas pelo International Financial Reporting Interpretations Committee (“IFRIC”) e pelos respectivos órgãos antecessores. tal como adoptadas pela UE. águas. a aplicação da IFRS 3 implica descontinuar a amortização do goodwill desde o princípio do primeiro período anual com início em ou após 31 de Março de 2004.A. são escrituradas na rubrica “Goodwill” (Nota 4) e. Deste modo. definido em 20 anos. S. cervejas.

as depreciações são calculadas pelo método das quotas constantes a partir do ano em que os bens entram em funcionamento (uso). deduzido das amortizações acumuladas e eventuais perdas de imparidade. Estes activos são depreciados a partir do momento em que os activos subjacentes estejam disponíveis para uso. conforme quadro abaixo: Anos de vida útil Instalações 5 a 50 Equipamento básico 4 a 25 Equipamento de transporte 6 a 25 Ferramentas e utensílios 4 a Equipamento administrativ o 3 a 10 Taras e v asilhame 3 a Outros activ os tangív eis 3 a 25 8 7 As despesas correntes com reparação e manutenção do activo tangível são escrituradas como gasto no exercício em que ocorrem. 66 . Regra geral. Activo intangível O activo intangível encontra-se escriturado ao valor de aquisição. Os activos tangíveis em curso representam imobilizado ainda em fase de construção/desenvolvimento. Activo tangível Os activos fixos tangíveis encontram-se escriturados ao valor de aquisição deduzido das depreciações acumuladas e eventuais perdas de imparidade acumuladas (Nota 6). durante o período estimado da sua vida útil a partir do exercício em que o activo se encontra disponível para uso e são escrituradas na demonstração dos resultados na rubrica de "Amortizações e depreciações". independentemente da existência de sinais desta. sendo imputadas numa base sistemática durante a vida útil estimada para o activo pelo Grupo. durante o período da respectiva vigência (3 a 5 anos).A. Investimentos financeiros em subsidiárias As participações financeiras nas empresas em que o Grupo está exposto ou é detentor de direitos relativamente a resultados variáveis por via do seu relacionamento com a investida e tem capacidade para afectar esses resultados através do poder que exerce sobre ela (definição de controlo utilizada pelo Grupo). por contrapartida da rubrica "Amortizações e depreciações" da demonstração dos resultados. igualmente acumuladas (Nota 5).Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. As eventuais perdas de imparidade são reconhecidas como um gasto do período em que sejam apuradas. As amortizações dos direitos contratuais são calculadas pelo método das quotas constantes. encontrando-se os mesmos escriturados ao valor de aquisição. tendo como limite a quantia escriturada do respectivo activo. O activo intangível é composto por direitos contratuais decorrentes de contratos de exclusividade celebrados com clientes e por marcas. foram incluídas nas demonstrações financeiras consolidadas pelo método de consolidação integral. controlado pelo Grupo e for provável que dele advenham benefícios económicos futuros para o Grupo e se possa medir razoavelmente o seu valor. As eventuais perdas de imparidade são reconhecidas como um gasto do período em que sejam apuradas. independentemente da existência de sinais desta. são capitalizadas e depreciadas de acordo com a vida útil remanescente dos correspondentes bens. S. O valor recuperável das marcas escriturado no activo é sujeito anualmente a testes de imparidade. tendo como limite a quantia escriturada do respectivo activo. As beneficiações de montante significativo que aumentam o período estimado de utilização dos respectivos bens. O activo intangível só é reconhecido se for identificável. | 2014 O valor recuperável do goodwill escriturado no activo é sujeito anualmente a testes de imparidade.

que são os justos valores das retribuições dadas por eles. o gasto de juros é imputado ao passivo financeiro durante o período relevante descontando os pagamentos de caixa futuros estimados durante a sua vida esperada. que corresponde à quantia pela qual o passivo financeiro é mensurado no reconhecimento inicial (justo valor) menos os reembolsos de capital e a amortização cumulativa usando o método do juro efectivo de qualquer diferença entre essa quantia inicial e a quantia na maturidade.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. incluindo despesas de transacção. As transacções. De acordo com este método. Caixa e equivalentes a caixa Os montantes incluídos na rubrica de "Caixa e equivalentes de caixa" (Nota 13) correspondem aos valores de caixa. O valor realizável líquido corresponde ao preço de venda normal deduzido dos gastos de comercialização. 10 e 19). deduzidos de eventuais perdas de imparidade (Notas 8. Dívidas comerciais a pagar As dívidas a fornecedores e outras dívidas a terceiros são escrituradas inicialmente ao justo valor e subsequentemente ao custo amortizado de acordo com o método do juro efectivo (Notas 18 e 21). S. Esta rubrica inclui ainda os descobertos bancários a qual é apresentada como equivalentes a caixa no passivo. as rendas pagas são reconhecidas como gasto. Empréstimos Os empréstimos são escriturados ao custo amortizado (Notas 16 e 20). os saldos e os dividendos distribuídos entre empresas do Grupo são eliminados. durante o período de aluguer a que respeitam (Nota 27). deduzidos de eventuais perdas de imparidade acumuladas. Locação financeira Os activos tangíveis adquiridos mediante contractos de locação financeira (“Leasing”). as depreciações acumuladas correspondentes (Nota 6) e as dívidas pendentes de liquidação de acordo com o plano financeiro contratual. Os valores de aquisição destes investimentos são inferiores aos respectivos valores de realização. reconhecendo o activo tangível. A estimativa destes fluxos de caixa considera os termos contratuais do passivo financeiro tais como comissões. Dívidas comerciais a receber As dívidas de clientes e as outras dívidas de terceiros são inicialmente escrituradas ao justo valor e subsequentemente mensuradas ao custo amortizado de acordo com o método do juro efectivo. depósitos bancários à ordem e a prazo e outras aplicações de tesouraria com vencimento a menos de três meses e para os quais o risco de alteração de valor não é significativo. respectivamente. 67 . Outros investimentos financeiros Os investimentos financeiros noutras empresas são inicialmente escriturados pelos respectivos valores de aquisição. correspondente à participação de terceiros nas mesmas. Adicionalmente. na rubrica "Interesses não controlados" (Nota 15). Na aquisição de empresas do Grupo é seguido o método da compra. De acordo com o método do juro efectivo.A. os juros incluídos no valor das rendas e as amortizações do activo tangível são reconhecidos como gastos na demonstração dos resultados do período a que respeitam. são apresentados separadamente no balanço consolidado e na demonstração consolidada dos resultados. bem como as correspondentes responsabilidades. utilizando como método de custeio para as matérias-primas o custo médio e para os produtos acabados o custo standard. Inventários Os inventários são valorizados ao menor do gasto de aquisição/produção ou do valor realizável líquido (Nota 9). Os inventários de todas as empresas incluídas na consolidação foram valorizados de acordo com os critérios de valorimetria da empresa-mãe. Locação operacional Os bens cuja utilização decorre do regime de aluguer de longa duração ("ALD") estão contabilizados pelo método de locação operacional. são contabilizados pelo método financeiro. regularmente revisto à luz das condições correntes. | 2014 O capital próprio e o resultado líquido destas empresas. spread e custos de transacção.

Na ausência de preços de mercado. para operações de cobertura de fluxos de caixa. os mesmos devem ser altamente prováveis de virem a ocorrer. Se as operações de cobertura apresentarem ineficácia. o justo valor dos derivados é estimado com base em instrumentos cotados. Instrumentos financeiros derivados e contabilidade de cobertura O Grupo recorre à contratação de instrumentos financeiros derivados (Nota 17) com o fim único e exclusivo de cobrir os riscos de taxa de juro de financiamentos bancários contratados e de taxa de câmbio associado a fluxos financeiros em moeda estrangeira. através de instrumentos derivados. 68 . incluindo a identificação do item coberto. do instrumento de cobertura e a avaliação da efectividade da cobertura. Estas operações são registadas no balanço pelo seu justo valor e. S. as variações no justo valor são inicialmente registadas por contrapartida de capitais próprios e posteriormente reclassificadas para resultados. o justo valor dos derivados é estimado através do método de fluxos de caixa descontados. a relação de cobertura encontra-se identificada e formalmente documentada. | 2014 Encargos financeiros com empréstimos obtidos Os encargos financeiros relacionados com os empréstimos obtidos são reconhecidos de acordo com o método do juro efectivo. Quando um instrumento de cobertura expira ou é vendido. Cobertura de fluxos de caixa Sempre que as expectativas de evolução de taxas de juro e de câmbio o justifiquem. e somente quando. o Grupo tem uma obrigação presente (legal ou implícita) resultante de um evento passado e é provável que. à medida que o item coberto gere perdas ou ganhos. os custos associados aos financiamentos cobertos são periodizados à taxa inerente à operação de cobertura contratada. o Grupo procura contratar operações de protecção contra movimentos adversos. As provisões são revistas na data de cada balanço e são ajustadas de modo a reflectir a melhor estimativa a essa data. à data de início da transacção e ao longo da vida da operação. a eficácia da cobertura possa ser mensurada com fiabilidade à data de início da transacção e ao longo da vida da operação. iv.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. na medida em que sejam consideradas coberturas eficazes. ii. com as seguintes condições: i. A contratação de tais instrumentos é efectuada de acordo com as políticas de gestão de risco aprovadas pelo Conselho de Administração. ou quando a cobertura deixa de cumprir os critérios exigidos para a contabilidade de cobertura. para a resolução dessa obrigação. Provisões As provisões (Nota 19) são reconhecidas quando. existe a expectativa de que a relação de cobertura seja altamente efectiva.A. Desta forma e em termos líquidos. ocorra uma saída de recursos e que o montante da obrigação possa ser razoavelmente estimado. reconhecendo-se o gasto dos juros e todos os outros gastos inerentes ao longo da vida útil esperada dos mesmos (Notas 16 e 20). tais como interest rate swaps (“swaps”) (Nota 16) e forwards cambiais (“forwards”). iii. Sempre que disponível. as variações de justo valor do derivado acumuladas em reservas são reconhecidas em resultados quando a operação coberta também afectar resultados. Os instrumentos financeiros derivados utilizados para fins de cobertura podem ser classificados contabilisticamente como de cobertura desde que cumpram. à data de início da transacção. esta é registada directamente em resultados. cumulativamente.

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Imposto sobre o rendimento
O imposto sobre o rendimento do período é calculado com base nos resultados tributáveis das
empresas incluídas na consolidação e considera a tributação diferida.
O imposto corrente sobre o rendimento é calculado com base nos resultados tributáveis das
empresas incluídas na consolidação de acordo com as regras fiscais em vigor no local da sede
de cada uma delas (Notas 11 e 22), considerando a tributação diferida.
Os impostos diferidos (Nota 32) são calculados com base no método da responsabilidade de
balanço e reflectem as diferenças temporárias entre o montante dos activos e passivos para
efeitos de reporte contabilístico e os seus respectivos montantes para efeitos de tributação.
Os impostos diferidos activos são reconhecidos quando existem expectativas razoáveis de
lucros fiscais futuros suficientes para os utilizar. No final de cada período é efectuada uma
revisão dos impostos diferidos escriturados, bem como dos não reconhecidos, sendo os
mesmos reduzidos sempre que deixe de ser provável a sua utilização futura ou escriturados,
desde que, e até ao ponto em que, se torne provável a geração de lucros tributáveis no futuro
que permitam a sua recuperação.
Regime contabilístico do acréscimo e rédito
Os gastos e os rendimentos são contabilizados no exercício a que dizem respeito,
independentemente da data do seu pagamento ou recebimento. Os gastos e os rendimentos
cujo valor real não seja conhecido são contabilizados por estimativa.
Nas rubricas "Outros activos correntes" (Nota 12) e "Outros passivos correntes" (Nota 23)
registam-se os rendimentos e os gastos imputáveis ao exercício corrente e cujas receitas e
despesas ocorrerão em exercícios futuros, bem como as receitas e as despesas já ocorridas
respeitantes a exercícios futuros, a imputar aos resultados de cada um desses exercícios pelo
valor que lhes corresponde.
Os réditos (Notas 25 e 39) decorrentes de vendas e de prestações de serviços são
reconhecidos na demonstração consolidada dos resultados quando os riscos e vantagens
significativos inerentes à posse dos activos são transferidos para o comprador e o montante
dos réditos possa ser razoavelmente quantificado. Os réditos são reconhecidos líquidos de
impostos e descontos.
Subsídios governamentais ou de outras entidades públicas
O Grupo reconhece estes subsídios quando tem na sua posse informações que permitam
concluir, por um lado, que as empresas elegíveis reúnem os requisitos para cumprir as
condições a eles associadas e que, por outro, os fluxos de caixa deles decorrentes fluirão
efectivamente para aquelas.
Após a verificação das circunstâncias acima descritas, o Grupo adopta umas das seguintes
metodologias na escrituração destes subsídios:
i. os destinados à exploração são reconhecidos na demonstração dos resultados do
período a que respeitam;
ii. os atribuídos a fundo perdido para financiamento da aquisição de activos tangíveis são
escriturados, como rendimentos diferidos, na rubrica de “Outros passivos correntes”
(Nota 23), e reconhecidos na demonstração dos resultados proporcionalmente às
amortizações dos activos tangíveis subsidiados.
Classificação de activos e passivos não correntes
Os activos realizáveis e os passivos exigíveis a mais de um ano da data de balanço são
classificados, respectivamente, como activos e passivos não correntes.
Reserva legal
A legislação societária Portuguesa estabelece que pelo menos 5% do resultado líquido anual
tem que ser destinado ao reforço da reserva legal até que esta represente pelo menos 20% do
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capital social (Nota 14). Esta reserva não é distribuível, a não ser em caso de liquidação, mas
pode ser utilizada para absorver prejuízos, depois de esgotadas todas as outras reservas, e
para incorporação no capital social.
Saldos e transacções expressos em moeda estrangeira
Os activos e passivos expressos em moeda estrangeira foram convertidos para euros
utilizando as taxas de câmbio vigentes na data dos balanços.
As diferenças de câmbio, favoráveis e desfavoráveis, originadas pelas diferenças entre as
taxas de câmbio em vigor na data das transacções e as vigentes na data das cobranças,
pagamentos ou à data do balanço, são escrituradas como rendimentos e gastos na
demonstração consolidada dos resultados do exercício.
A moeda funcional das unidades operacionais detidas no estrangeiro é a mesma da entidade
que relata, ou seja, o euro.
Imparidade do goodwill
Por ter vida útil indeterminada, o goodwill (Nota 4) não é amortizado, mas antes anualmente
sujeito a teste de imparidade. O goodwill encontra-se escriturado pelo seu custo deduzido de
eventuais perdas de imparidade, as quais não são reversíveis e se escrituram em resultados
financeiros.
Para efeitos de realização dos testes de imparidade, o goodwill é associado a unidades
geradoras de caixa de modo a se determinar o valor presente dos fluxos de caixa futuros
estimados que se esperam obter do uso continuado do activo e da sua alienação no final da
sua vida útil.
Imparidade das marcas
Por terem igualmente vida útil indeterminada, as marcas (Nota 5) não são amortizadas, mas
antes anualmente sujeitas a teste de imparidade. As marcas encontram-se escrituradas pelo
seu custo deduzido de eventuais perdas de imparidade, as quais não são reversíveis e se
escrituram na demonstração dos resultados em "Provisões e perdas de imparidade".
Para efeitos de realização dos testes de imparidade, as marcas são associadas a unidades
geradoras de caixa de modo a se determinar o valor presente dos fluxos de caixa futuros
estimados que se esperam obter do uso continuado do activo e da sua alienação no final da
sua vida útil (Nota 19).
Imparidade de outros activos
É efectuada uma avaliação de imparidade à data do balanço e sempre que se identifique um
evento ou alteração nas circunstâncias indicativo de que possa não ser recuperado o valor de
escrituração de um activo. Caso este seja superior à sua quantia recuperável reconhece-se
uma perda de imparidade, escriturada na demonstração dos resultados em "Provisões e
perdas de imparidade" (Nota 19).
A quantia recuperável é o valor mais elevado entre o justo valor menos o gasto de venda e o
seu valor de uso. O primeiro é o valor que se obteria com a alienação do activo numa
transacção ao alcance das partes envolvidas, deduzido dos gastos directamente atribuíveis à
alienação. O segundo é o valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados que se esperam
obter do uso continuado do activo e da sua alienação no final da sua vida útil. A quantia
recuperável é estimada para cada activo individualmente ou, caso não seja possível, para a
unidade geradora de caixa a que pertence.
A reversão de perdas de imparidade reconhecidas em exercícios anteriores é escriturada na
demonstração dos resultados, em “Outros rendimentos operacionais”, quando existem indícios
de que já não existem ou diminuíram. Contudo, a reversão é efectuada até ao limite da quantia
que estaria reconhecida (líquida de amortização ou depreciação) caso a perda de imparidade
não se tivesse escriturado em exercícios anteriores.

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Contingências
As responsabilidades contingentes não são reconhecidas nas demonstrações financeiras
consolidadas (Nota 36). As mesmas são divulgadas nas notas consolidadas, a menos que a
possibilidade de uma saída de fundos afectando benefícios económicos futuros seja remota.
Matérias ambientais (licenças de emissão de CO2)
Algumas das unidades produtivas do Grupo encontram-se abrangidas pelo mercado europeu
de Gases com Efeito de Estufa (GEE). Até à data, o IASB não regulamentou ainda a política
contabilística que permita às entidades escriturar a atribuição e transacção de licenças de
emissão dos GEE (Nota 37). Não obstante, o Grupo entendeu ser adequado adoptar a que a
seguir se descreve:
i. as licenças de emissão de GEE atribuídas a título gratuito não dão lugar ao
reconhecimento de qualquer activo ou passivo, o mesmo se aplicando às emissões que
lhes estão associadas;
ii. os rendimentos de que o Grupo possa vir a beneficiar resultantes da alienação de
direitos de emissão serão escriturados na rubrica “Outros rendimentos operacionais”;
iii. quando existirem indícios de que as emissões anuais de CO2 irão exceder as licenças
atribuídas anualmente, o Grupo procederá à escrituração do correspondente passivo na
rubrica “Outros acréscimos de gastos”, por contrapartida da rubrica “Outros gastos
operacionais”, tendo como base de mensuração a cotação de fecho da data do balanço
consolidado anual;
iv. as licenças que o Grupo tenha eventualmente de adquirir darão lugar ao reconhecimento
de um activo intangível, pelo respectivo preço de aquisição, na rubrica “Propriedade
industrial e outros direitos”.
Benefícios com pensões de reforma
As responsabilidades pelo pagamento de pensões de reforma (por velhice ou invalidez) e de
sobrevivência são escrituradas em conformidade com o disposto na IAS 19 para os planos de
contribuição definida (Nota 38), sendo os gastos com a atribuição dos planos reconhecidos à
medida que os serviços são prestados pelos empregados beneficiários (na rubrica “Gastos com
o pessoal”).
Acontecimentos após a data do balanço
Os eventos ocorridos após a data do balanço que proporcionem informação adicional sobre
condições que existiam à data do balanço são reflectidos nas demonstrações financeiras
consolidadas. Os eventos após a data do balanço que proporcionem informação sobre
condições que ocorram após a data do balanço, se materiais, são divulgados nas notas
consolidadas (Nota 42).
ESTIMATIVAS E JULGAMENTOS CONTABILÍSTICOS RELEVANTES
A preparação de demonstrações financeiras consolidadas exige que a gestão do Grupo efectue
julgamentos e estimativas que afectam os montantes de rendimentos, gastos, activos, passivos
e divulgações à data de relato, pelo que as presentes demonstrações financeiras incluem
rubricas que resultam de estimativas e julgamentos utilizados na aplicação das políticas
contabilísticas do Grupo.
As estimativas acima referidas são determinadas pelos julgamentos da gestão do Grupo, o
qual se baseia na melhor informação e conhecimento de eventos presentes, e em alguns casos
em relatos de peritos independentes, e nas acções que a empresa considera poder vir a
desenvolver no futuro.
O Conselho de Administração considera que as escolhas efectuadas são as apropriadas e que
as demonstrações financeiras consolidadas apresentam, de forma adequada, a posição
financeira do Grupo e o resultado das suas transacções em todos os aspectos considerados
materialmente relevantes.
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havendo contudo. os mercados de bebidas de alta rotação onde a SUMOL+COMPAL opera têm tido crescimentos diminutos ou nulos ao longo dos últimos anos. vi. Nos mercados internacionais. e como se afirma na winning aspiration.A. ii. estimativa de imparidade das marcas (Nota 5). e de (iv) realizar metade das vendas de 400 milhões de euros fora de Portugal. Não obstante este enquadramento difícil. estimativa de imparidade do goodwill (Nota 4). estimativa da vida útil dos activos tangíveis (Nota 6). a SUMOL+COMPAL tem a ambição de (i) liderar os mercados de bebidas de frutos e de vegetais em Portugal. iv. (ii) conseguir posições de destaque nos preparados de frutos e de vegetais em Portugal e África. 72 . As principais rubricas que se encontram influenciadas por estimativas e julgamentos são as seguintes: i. | 2014 O uso de estimativas e de pressupostos representa um risco em originar ajustamentos nos períodos futuros. (iii) desenvolver marcas representadas fortes suportadas em parcerias estáveis nas categorias de produtos onde a SUMOL+COMPAL não esteja presente com as suas marcas. Angola e Moçambique e ter posições relevantes noutras geografias. o que se procura fazer na SUMOL+COMPAL. a que estes adquiram quantidades mínimas. Procura-se contrariar estes efeitos investindo permanentemente no valor das marcas de forma a sedimentar a lealdade dos consumidores em relação a estas e diversificando as vendas por mercados geográficos com sazonalidades diferentes da do mercado português Estrutura das vendas As bebidas de alta rotação que a SUMOL+COMPAL disponibiliza chegam ao retalho quer por vendas directas quer por vendas indirectas (distribuidores). Em consequência. S. A variação do peso relativo dos mercados internacionais. com excepção dos clientes dos mercados internacionais. Os montantes das encomendas são relativamente baixos enquanto a frequência destas é elevada. beneficiando do contributo destas para o seu bem-estar. estimativa de imposto sobre o rendimento (Nota 32). Sazonalidade e actividades promocionais em preço As bebidas de alta rotação apresentam em geral sazonalidade das vendas e o seu consumo é marcadamente influenciado pelas condições climatéricas. estimativa de imposto diferido activo decorrente de prejuízos fiscais reportáveis (Nota 32). do peso relativos de cada canal de vendas e do nível de concentração em clientes tem efeitos directos na margem de contribuição da SUMOL+COMPAL. GESTÃO DO RISCO Na sequência do referido no ponto 12 do Relatório de Gestão desenvolvem-se seguidamente os diversos riscos a que o Grupo está exposto: De mercado Em Portugal. ambicionamos que onde a SUMOL+COMPAL esteja presente cada consumidor desfrute diariamente das nossas marcas. A relação com os clientes não obriga. iii. nalguns casos contractos que relacionam descontos com quantidades. em geral. Por outro lado o ciclo económico tem também alguma influência naquela evolução. têmse verificado crescimentos das categorias de produtos onde a SUMOL+COMPAL opera e perspectiva-se a manutenção desta tendência. as encomendas em carteira raramente excedem alguns dias. v. O único modo de operar de forma continuada e sustentada é através do investimento no poder das marcas e no nível de serviço prestado aos retalhistas. estimativa de imparidade em clientes (Nota 19). Além disso.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Isto quer dizer que em cada ano as condições climatéricas influenciam a evolução das vendas.

deve tomar medidas no sentido de influenciar positivamente as entidades. constitui um risco para a Empresa. Para isso e para evitar riscos inerentes a imagem. S. | 2014 Situação geopolítica A situação geopolítica de cada momento e as políticas económicas dos governos de países emergentes podem ter um grande impacto na nossa estratégia de internacionalização. No entanto. Reputação das marcas A reputação das marcas com que trabalhamos é um dos factores mais importantes para a satisfação dos nossos consumidores. Parceiros A SUMOL+COMPAL assume as suas responsabilidades económicas. Esse risco pode ter origem em várias fontes. a montante.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. é necessário dispor de uma estrutura financeira robusta para prosseguir este caminho de forma rápida e segura. com quem mantém relações comerciais. por isso. sejam dificilmente substituíveis. Estes riscos são mitigados através da adopção de políticas de recursos humanos adequadas e da implementação de ferramentas que facilitam a sua execução. importando dar especial acompanhamento as situações onde haja (i) fornecedores exclusivos de materiais e serviços críticos. pelas suas competências. De igual modo. grau de experiência e/ou trajecto profissional. (iv) não cumprimento dos requisitos legais e da SUMOL+COMPAL por parte dos fornecedores. A SUMOL+COMPAL assume que tem um papel importante na difusão de boas práticas em matérias ambientais e sociais e que. (vi) compra de bens/serviços equivalentes sob condições comerciais diferentes. A SUMOL+COMPAL pode ser considerada à escala global como uma pequena empresa. (vii) favorecimento de fornecedores e (viii) corte de abastecimento por atraso de pagamento a fornecedores. Na prática as grandes empresas têm adquirido outras de menor dimensão. (iii) custos desadequados. mas tem definido como um dos vectores estratégicos de crescimento o desenvolvimento de negócios noutros mercados geográficos. conhecimentos. pelo que é crítico identificar. Além do risco de má reputação de uma marca própria. tornando-os cada vez mais globalizados. Associados a stakeholders Colaboradores Constitui um risco para o desenvolvimento do negócio da SUMOL+COMPAL o facto de não se conseguir ter os melhores profissionais. (v) aquisição de bens não necessários ou desadequados. risco esse que é crescente com a abertura das marcas ao exterior (redes sociais). Na cadeia de abastecimento de materiais e serviços Constitui um risco para o negócio da SUMOL+COMPAL depender de fornecimentos de terceiros sem alternativas. Posição competitiva no mercado de bebidas de alta rotação Tem-se assistido em anos recentes a uma consolidação acelerada nos vários mercados de bebidas de alta rotação. a SUMOL+COMPAL está sujeita a impactos que possam surgir de problemas de má reputação noutros países com as marcas de terceiros que fazem parte do nosso portefólio. motivados por ocorrências na cadeia de abastecimento a montante. sobretudo nos casos onde há a materialização de investimento directo no estrangeiro – Moçambique e Angola. a dependência da SUMOL+COMPAL de pessoas que. atrair e reter talento. a incumprimentos legais e de fornecimento instituirá e divulgará um Código de Conduta de Fornecedores. sociais e ambientais e entende dever privilegiar relações prolongadas e de confiança com fornecedores que defendam e pratiquem princípios semelhantes. 73 . legal ou de fornecimento.A. (ii) materiais ou serviços com um só fornecedor aprovado. Mesmo com alternativas existe o risco da SUMOL+COMPAL sofrer impactos negativos ao nível reputacional.

Procuramos minimizar estes riscos através da implementação sistemática de soluções técnicas e comportamentais. e a existência de mecanismos de controlo e liberação de produto baseados em procedimentos estabelecidos no sistema informático.A. a única medida que pode ser implementada para reduzir o impacto deste tipo de eventos é a melhoria da articulação funcional e gestão integrada com armazéns externos no local destino. Dada a forte dependência nos processos industriais da SUMOL+COMPAL dos recursos naturais água e energia. A SUMOL+COMPAL e as suas marcas. Está implementado um conjunto de controlos adequados à mitigação deste risco. Operacionais e patrimoniais A gestão de riscos operacionais e patrimoniais passa pela definição clara de linhas de orientação estratégica e de uma estrutura hierárquica adequada. que garanta mecanismos eficazes de controlo e supervisão a todos os níveis da organização. sabotagens e riscos semelhantes. mesmo por um período longo de tempo se forem de gravidade extrema. (ii) incêndios. repetidos ou não. vão ser tomadas medidas que visam impedir o acesso de pessoas não autorizadas aos perímetros das fábricas e às áreas de armazenagem do produto. mais importante. independentemente do país em que trabalhem. nas vendas futuras da Companhia. levando a uma degradação ambiental. constitui um risco para o desenvolvimento sustentado do negócio da SUMOL+COMPAL a sua falta ou escassez. A gestão destes riscos é complementada com políticas. nos seres vivos e nos ecossistemas. tem um efeito negativo no equilíbrio do planeta. possam colocar em risco a boa imagem e a reputação da SUMOL+COMPAL ou ter efeitos patrimoniais negativos. garantindo o cumprimento dos planos HACCP. como qualquer produtor. Falha na cadeia de abastecimento O principal factor de risco que permanece fora dos níveis aceitáveis é a dependência de transportes marítimos. A SUMOL+COMPAL. com agentes poluentes. e (iii) falhas no abastecimento de matérias-primas ou de serviços de manutenção. 74 . já que a sua eventual afectação pode traduzir-se numa redução da procura e grau de preferência e de fidelização. Apesar disso. causando danos na saúde humana. sem prejuízo de se manterem e aprofundarem actividades de controlo para prevenir a ocorrência deste tipo de eventos. bem como pela contratação de apólices de seguro que garantem a cobertura de riscos de natureza patrimonial. pessoal e de exploração. A poluição ambiental causada pela contaminação das linhas de água. Em concreto (i) falhas no abastecimento de água ou de energia. enfrentarão ocorrências passíveis de terem efeitos negativos entre as quais podemos salientar as crises relacionadas com questões de segurança e higiene alimentar. química e microbiológica das produções. S. que visem a redução de consumos e da emissão de poluentes.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Falha na produção de bebidas A actividade de produção está sujeita a uma série de eventos que a podem colocar em causa. incorre no risco de produção e distribuição de bebidas não conforme. com incidentes que provoquem mortos ou feridos graves ou outras situações passíveis de comunicação massiva negativa por parte dos órgãos de comunicação social ou das redes sociais. | 2014 Comunidades A reputação e a credibilidade da SUMOL+COMPAL são aspectos críticos para uma organização que gere marcas. Segurança alimentar Ao nível das várias fábricas e armazéns a organização tem em vigor procedimentos que visam impedir a contaminação física. Este risco pode causar prejuízos sérios na reputação da SUMOL+COMPAL com consequências directas nos custos operacionais e. Adicionalmente está implementada uma Política de Comunicação de Irregularidades que visa evitar que desvios ou procedimentos irregulares. a SUMOL+COMPAL tem em vigor um Código de Conduta que vincula a actuação de todos os colaboradores da Empresa. do solo e da atmosfera. No imediato. procedimentos de controlo interno e planos de emergência que visam assegurar a continuidade do negócio. Para além do conjunto de Valores definidos. Por estas razões o risco associado a este tipo de eventos é baixo.

do mercado de capitais. provocará um aumento da exposição a este risco.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. de taxa de juro e de preço). normas de relato financeiro. Dada a conjuntura actual de forte “apetite e agressividade” no sentido da captação de receita fiscal. perante um enquadramento regulamentar instável e mediante um forte impacto da fiscalização e das coimas aplicadas. O risco está associado a diversas dimensões (lei geral. nomeadamente Moçambique e Angola. laboral. roubo. eventos meteorológicos. enquadra e delimita a sua actividade. A política de cobertura definida permite mitigar este risco no mínimo em 50% desta exposição. inundações. específica do sector. A SUMOL+COMPAL está ciente que o investimento em novos mercados. e por isso tem recorrido à contratação de forwards cambiais. | 2014 Catástrofes naturais Os eventos associados a este tipo de riscos (sismos. greves. vandalismo.) e podem também afectar várias actividades operacionais em simultâneo. etc.) podem ser catastróficos e afectar várias actividades operacionais em simultâneo. etc. assegurando assim a cobertura de cerca de 60% dos 75 . nomeadamente risco de mercado (que inclui riscos cambiais. S. À semelhança do que tem ocorrido nos anos anteriores e tendo em conta a extrema volatilidade registada nos mercados cambiais. Financeiros A SUMOL+COMPAL encontra-se exposta a diversos riscos financeiros. risco de liquidez e risco de crédito. A SUMOL+COMPAL deverá avaliar a razoabilidade de subscrever seguros específicos em adição às coberturas já existentes. continuará a ser efectuado um acompanhamento regular desta variável e será reavaliada a necessidade de fixar novas posições que se considerem adequadas para a SUMOL+COMPAL. Falha de segurança Os eventos associados a este tipo de riscos podem assumir várias formas (sabotagem. Legais Enquadramento legislativo Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL estar sujeita a legislação que regulamenta.A. ainda que em montante reduzido.) potenciadas pela expansão geográfica do negócio. Risco cambial Parte das importações de matérias-primas são contratadas em moeda estrangeira (“USD"). sobre o património e sobre a despesa. bem como a definir os procedimentos adequados no sentido de monitorar permanentemente esta variável. este é um risco cuja gestão é crítica. Adicionalmente deverá ser avaliada a subscrição de seguros específicos para transferir estes riscos. Contudo a exposição ao risco de taxa de câmbio é parcialmente compensada. dado que alguns clientes efectuam os seus pagamentos em USD. embora tenham impactos prováveis mais reduzidos que os anteriores. resultando num incremento da complexidade. etc. Enquadramento fiscal Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL estar sujeita a regulamentação fiscal que impacta em termos económicos e financeiros a sua rendibilidade e o seu património. razão pela qual se encontra neste momento a estabelecer as políticas tendentes a mitigar este risco. A SUMOL+COMPAL entende que este risco deve ser parcialmente eliminado ou atenuado através da contratação de instrumentos de cobertura ou da fixação de câmbios directamente com os seus fornecedores. A principal medida para a prevenção deste tipo de eventos passa pela implementação do Projecto de Segurança Integrada das instalações. multiplicidade e diversidade legislativa e regulatória que a SUMOL+COMPAL tem que gerir e cumprir. O risco está sobretudo associado a três dimensões: tributação sobre o rendimento. À data do fecho do exercício estavam contratados instrumentos de cobertura cambial no montante de 8 milhões de USD.

683 4.481.456 60.669 - 4.458. uma apreciação/depreciação de 10% do USD com referência ao Euro. no capital próprio e 76 .161 milhares de euros em 31 de Dezembro de 2013).981 2.384.539 121.438.333.852 - - 1.132 1.743.975.795.433.928.721 Passiv os por impostos correntes Equiv alentes a caix a Posição financeira líquida no balanço consolidado Instrumentos financeiros deriv ados (v alor nominal) (207.981 2.132 - - 1.678 204.850 8.947.447 8. Em 31 de Dezembro de 2014.840.185 3. S. com base nos valores do balanço consolidado dos activos e passivos financeiros da SUMOL+COMPAL.093 Dív idas comerciais de curto prazo a pagar 45.933.532.458.384.620.402 - 15.891.550.358.427.514 75. em 31 de Dezembro de 2013.666 4.383 5.892 119.975.421 2.717.097 838.596 327.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.481.733.532.683 4.125 Correntes Dív idas comerciais de curto prazo a receber Outros activ os correntes Caix a e equiv alentes a caix a Passiv os financeiros Não correntes Empréstimos de longo prazo Dív idas comerciais de longo prazo a pagar Correntes Empréstimos de curto prazo 31.412. também respectivamente) e.702) (1.314) (212.456 - - 5.620.724 5.720 1.372 75.853 131.769.794.475.409.674 48.884 Outros passtiv os financeiros 19.743.066.197 - - 5.419.612.977) - 6.981 2.324) (1.612.194.475.062 - 6.433.190 793.476) (3.866 milhares de euros.367 3.A.266.595 - 5.053 118.964.897. respectivamente (124 milhares de euros negativos e 124 milhares de euros.686.621 60.060 3.231.550.100) - 5.008 (295.852 51.179 13.853 335. | 2014 montantes a liquidar em USD estimados em 2015 (período em que se espera que ocorram os fluxos de caixa e os lucros ou prejuízos).093 - - 31.365.921 361.144.224 75.959.144. representava um montante global passivo de 4.557.850 - - 19.105.981 51.300) (300.412.308.539 122. resultaria num impacto nos resultados do período de 301 milhares de euros negativos e de 301 milhares de euros. A exposição da SUMOL+COMPAL ao risco de taxa de câmbio em 31 de Dezembro de 2014.744 196.848 123.961) (3.678 - - 8.683 135.558 63.197 Outros passtiv os correntes 12.595 Os instrumentos financeiros derivados sobre o câmbio encontram-se a cobrir o risco cambial de operações futuras em moeda estrangeira.384.884 - - 12.860.125 - - 204.149.860.447 - - 196.419.908 354.397.062 31-12-13 Activ os financeiros Passiv os financeiros Posição financeira líquida no balanço consolidado Instrumentos financeiros deriv ados (v alor nominal) 59.720 - - 69. conforme explicitação abaixo: Risco de taxa de câmbio 31-12-14 EUR USD Outras Total Activ os financeiros Não correntes Outros inv estimentos financeiros Dív idas comerciais de longo prazo a receber 69.588. tendo por base as taxas de câmbio a essa data (passivo de 5.203.797.

322.567.535 866.271 2.275. quer exportações.351 17. A qualidade do risco de crédito da SUMOL+COMPAL. Risco de crédito A SUMOL+COMPAL tem uma política de Crédito definida. não só em termos dos montantes cobertos mas também no próprio custo das coberturas.5 M€. a SUMOL+COMPAL possui o seu risco de crédito coberto por apólices abrangendo quer as suas transacções em território nacional. face aos prazos de vencimento contratados.361 Os valores apresentados correspondem aos valores em aberto.538 77 .A. de 732 milhares de euros e 599 milhares de euros negativos (645 milhares de euros e 527 milhares de euros negativos. a SUMOL+COMPAL aderiu às coberturas adicionais disponibilizadas pelo Estado Português o que lhe permitiu obter vantagens adicionais.287 45. face aos saldos a receber de clientes que não se encontram em imparidade.361 17.836 38.468.073 Vencidos há menos de 3 meses Vencidos há mais de 3 meses 6. | 2014 correspondentemente. em 31 de Dezembro de 2013.858 27.254.632.225 36.209 758. Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.425 Saldos dev edores com imparidade Não v encidos - - Vencidos há menos de 3 meses - - Vencidos há mais de 3 meses 17.180 4.350.242. os saldos a receber de clientes apresentavam a seguinte estrutura de antiguidade: Antiguidade de clientes 31-12-14 31-12-13 Saldos dev edores sem imparidade Não v encidos 36.107.143 43.517.904 794.515.016 30.385. Existem plafonds de crédito definidos para os clientes e o controlo das contas correntes é efectuado por uma equipa especializada suportada por ferramentas tecnológicas específicas.782 5.883 883.468.242.016 45.472.472. suportada na avaliação do risco do cliente e no controlo permanente do seu saldo (total e em mora).007. Adicionalmente.146 43.454. apresenta o seguinte detalhe: Qualidade do crédito a clientes Saldos de nov os clientes (menos de 6 meses) Saldos de clientes sem histórico de incumprimento Saldos de clientes com histórico de incumprimento 31-12-14 31-12-13 Crédito Garantias Crédito Garantias 3.351 17.351 39.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.676. sendo reconhecidos os respectivos ajustamentos quando tal se revela adequado. em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.254 1. É efectuada uma avaliação periódica à antiguidade e risco de incobrabilidade dos saldos de clientes.296.425 27.395 24.167 3. Por outro lado.495 2.204. O valor máximo anual coberto (valor máximo indemnização) atinge os 14.567.423.962. S. também correspondentemente).

241. (“Refrigor”). nessa data foi feita uma reavaliação da exposição que a SUMOL+COMPAL mantém em relação à volatilidade da taxa de juro.601 488 125. mediante o qual as dívidas contraídas devem ter um tratamento equivalente a outras dívidas e/ou compromissos.6 milhões de euros.741 A exposição máxima ao risco de crédito no balanço consolidado em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 detalha-se como segue: Exposição máxima ao risco de crédito Dív idas comerciais de longo prazo a receber Dív idas comerciais de curto prazo a receber Outros activ os correntes (acréscimos de rendimentos) Caix a e equiv alentes a caix a (depósitos bancários) 31-12-14 31-12-13 1. ii.741 120.206 - Notação BB 48. face à conjuntura actual e previsível de evolução da mesma.146 Notação A Notação BBB 12. No período findo em 31 de Dezembro de 2014. a taxa de cobertura encontra-se próxima dos 38% da dívida remunerada a essa data.743 3.616.600 2.448. Como em anos anteriores.858 58.778. em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.733. pela SUMOL+COMPAL e ainda por alguns accionistas individuais da Refrigor relativamente a esta mesma sociedade.035 1.A. no montante global de 59.206 Notação BBNotação B+ Notação B Sem notação 44.A. tendo-se concluído que.294 3. por forma a atenuar o risco de taxa de juro No final do ano o endividamento líquido foi de 176.241 4.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.924.364 - 9.383 51. relativamente à percentagem de detenção de algumas sociedades do Grupo pela Refrigor. S.229. Excluindo o efeito dos depósitos a prazo constituídos em 31 de Dezembro.299. A política de cobertura definida pressupõe uma cobertura de cerca de 50% do montante em dívida. seria de manter a posição a descoberto.187 18.587 - Notação BBB- - 3. | 2014 A qualidade de risco de crédito da SUMOL+COMPAL.322 6. S.229.542.343.410 6. detalha-se como segue: Rating Notação A+ 31-12-14 31-12-13 4. estavam previstos os seguintes covenants financeiros para os contractos de financiamento celebrados no âmbito das divulgações das Notas 16 e 20.9% da S+Cm.956.504. tendo apresentado em 2014 um valor médio de 268. Tendo em conta a política definida e a expectativa futura de evolução da taxa de juro.684 Notação BB+ 6.455 51.7 milhões de euros.132 1. face a activos financeiros (caixa e equivalentes a caixa e instrumentos financeiros derivados) cujas contrapartes sejam instituições financeiras.8 milhões de euros.360. Ownership Clause.343 63.708. 78 . os quais são objecto de monitorização periódica: i.517 63.833 Risco de taxa de juro A dívida média remunerada oscila ao longo do ano de acordo com a sazonalidade própria do negócio.502 2. decorrentes da alienação de 49.589 458. a SUMOL+COMPAL poderá vir a efectuar ajustes ao montante coberto.412. Pari Passu. A SUMOL+COMPAL continua a acompanhar de perto a evolução da taxa de juro.659 1.

650.118 31-12-13 Passiv os financeiros Não correntes Empréstimos de longo prazo Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (swaps ) 460.072.000. 79 .093 12.939 - 8.614 - - 8. vi.712.536 11.216.381 - - 8.730 302.474. por um lado.395 1.558 14.944 28.500. | 2014 iii. S.056 - 36.833 28. Total Passiv os financeiros Não correntes Empréstimos de longo prazo Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (swaps ) 302.500.070 27.447 - 8.046.974. com todas as outras variáveis constantes.000 206.103 . já que na prática as taxas de mercado raramente se alteram isoladamente.709. Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.730 .899 - 44.000 604.975.299.204.558 14.000 Correntes Empréstimos de curto prazo Equiv alentes a caix a 25.379. Cross Default.144.512.921 .094 26.344 .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. alterações nas taxas de juro do mercado afectam rendimentos ou despesas de juros de instrumentos financeiros variáveis.755.975.588.867. e em que são definidas regras sobre o destino dos fundos em caso de alienação.000 25.479 166.000 167.758.557.207.841. iv.500.540 .848 12.177.540 460. em que as sociedades estão impossibilitadas de alienar ou onerar activos sem o consentimento prévio de algumas instituições financeiras. o desenvolvimento dos activos e passivos financeiros com exposição a risco de taxa de juro em função da maturidade ou data de refixação é apresentado no quadro seguinte: Maturidade do indexante da taxa de juro 31-12-14 Até 1 mês 1-3 meses 3-12 meses s/ index .875 29.A.042 1.216.197 A SUMOL+COMPAL utiliza a técnica da análise de sensibilidade que mede as alterações estimadas nos resultados e capitais de um aumento ou diminuição imediata das taxas de juros de mercado. onde se refere que o incumprimento de determinado contrato de financiamento implica o incumprimento de todos os restantes.718 27. A fusão ou cisão de sociedades está condicionada ao consentimento prévio por parte das instituições financeiras.833 28.000 226. Negative Pledge.201 - 13.241.243 .182 - 65.281.698 - 31.647 12.884.373.126 - 28.000 192. A análise de sensibilidade é baseada nos seguintes pressupostos: i.500.000 473.627.667.000 176.216.433. Esta análise é apenas para fins ilustrativos.231.194.000 201.000 29.941 13.512.249. v.196.177 Correntes Empréstimos de curto prazo Equiv alentes a caix a 174.648 474.186.000.444. A definição de rácios de níveis de meios libertos brutos de exploração / serviço de dívida que podem implicar o vencimento e exigibilidade antecipada de alguns contractos de financiamento.201.299.000 30.592 11.141.

636 milhares de euros negativos em 31 de Dezembro de 2013).093 milhares de euros.A. para além dos financiamentos de médio e longo prazo contratados aquando da fusão entre o Grupo Sumol e a Compal. que garantem a liquidez suficiente para as suas necessidades de curto prazo. alterações no justo valor de instrumentos financeiros derivados e outros activos e passivos financeiros são estimados descontando os fluxos de caixa futuros de valores actuais líquidos.696 milhares de euros negativos em 31 de Dezembro de 2013) e 1. Assim. tem sido prática recorrer de uma forma corrente a este tipo de instrumentos sempre que exista benefício operacional e financeiro para a SUMOL+COMPAL. correspondentemente (o reconhecimento na demonstração dos resultados é coincidente).Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. nos montantes de 2. alterações nas taxas de juro de mercado apenas afectam os rendimentos ou despesas de juros em relação a instrumentos financeiros com taxas de juro fixas se estes estiverem reconhecidos a justo valor. As linhas contratadas não foram utilizadas na totalidade no final do exercício corrente. a SUMOL+COMPAL tem contratadas linhas de curto prazo (descobertos. esperando-se que os fluxos de caixa deles decorrentes ocorram entre 2015 e 2018. utilizando taxas de mercado do final do ano. Mensalmente é efectuado o acompanhamento das necessidades de fundo de maneio. 2. sem que haja degradação dos níveis de serviço associados. A SUMOL+COMPAL tem ainda acordado junto dos seus principais parceiros financeiros a possibilidade de contratar operações de factoring e confirming. A adequada gestão destes factores constitui foco de especial atenção no sentido de permitir a redução das necessidades financeiras afectas ao ciclo de exploração. À data do fecho do exercício estavam contratados instrumentos de cobertura de taxa de juro (swaps).480 milhares de euros em 31 de Dezembro de 2013) e 2. a SUMOL+COMPAL procura garantir que a sua dívida financeira tem maturidades adequadas à perspectiva de evolução do seu negócio e do cashflow gerado com as operações. iii.696 milhares de euros em 31 de Dezembro de 2013) e do capital próprio de 2. Sob estes pressupostos.809 e 1.904. 80 . Aliás. | 2014 ii. pagamentos.494.536 milhares de euros (1. S. alterações nas taxas de juro de mercado afectam o justo valor de instrumentos financeiros derivados e outros activos e passivos financeiros.605 milhares de euros negativos (3. contas correntes e caucionadas) junto de várias instituições financeiras. stocks).509 milhares de euros (3. um aumento ou diminuição de 1% em taxas de juro de mercado para todas as moedas às quais a SUMOL+COMPAL tem empréstimos ou instrumentos financeiros derivados a 31 de Dezembro de 2014 resultaria numa diminuição ou aumento do lucro antes de imposto de aproximadamente 1.536 milhares de euros negativos (1. através da monitorização dos prazos médios das rubricas correntes do balanço (recebimentos. iv. 1. Risco de liquidez Na gestão do risco de liquidez.

837 115.012.493 3.019 175. tendo por base o período remanescente até à maturidade contratual à data do balanço consolidado: Fluxos monetários não descontados 31-12-14 Menos 1 ano 1-5 anos Mais 5 anos Total Passiv os financeiros Empréstimos Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (swaps ) Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (outros) 37.104 131.085 - - 43.028 5.507.129 - 8.416.798 Equiv alentes a caix a 28.175.949 175.614.232.416.619 - 11.884 Equiv alentes a caix a 13.647 Dív idas comerciais de curto prazo a pagar 43.315.603 205.319 220.786 81 .337.A.828.947.046.419.980.044 31-12-13 Passiv os financeiros Empréstimos Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (swaps ) Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (outros) 43.647 102.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.076 211.837 - - 13.213.403 - - 102.865.865.798 - - 12.400.749 3.724 Outros passiv os correntes 12.701.884 - - 12.194.947. | 2014 A liquidação dos passivos financeiros contratados e remunerados originará os seguintes fluxos monetários não descontados.085 Outros passiv os correntes 12.104 - - 28.330.647 359.784 7.157 - - 175.949 326.315.467.263.090 228.651.949 Dív idas comerciais de curto prazo a pagar 48.724 - - 48.430 .874.049 102.212.890 .183.242. incluindo juros.419.330. S.

942.144.957. cob.196.274 Outros passiv os financeiros - - - 20.194.299.540 - - 102.720 - 1.107 Outros passiv os financeiros - - - 19.902 120.847.850 - Equiv alentes a caix a - - - 13.A.393 - - - - 59. não fin.107 Dív idas comerciais de longo prazo a pagar 31-12-13 Activ os financeiros Outros inv estimentos financeiros - - 66.688.646 - - - - 36.429.688 1.635 66. | 2014 Justo valor de activos e passivos financeiros Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 a reconciliação da posição financeira com as diversas categorias de activos e passivos financeiros detalha-se como segue: Classificação de acordo com a IAS 39 31-12-14 IF deriv .070 - 9.567 Passiv os financeiros Empréstimos de longo prazo - - .618.807 - Outros passiv os correntes - - - 10.447 - 8.499.902 51.524 1.347. fin.920.728. Crédito e AF disp.499.705 - - Dív idas comerciais de longo prazo a receber - 1.847.287 69. desig.975.949 - Empréstimos de curto prazo - - - 31.041.124.493 - - 1.433.093 - Dív idas comerciais de curto prazo a pagar - - - 48.115 - Equiv alentes a caix a - - - 28.818 - .053 - - - 31.504. Activ os financeiros Outros inv estimentos financeiros - - 69.933.448.455 - - - Dív idas comerciais de curto prazo a receber - 51.701.621 - - 1.201.274 Dív idas comerciais de longo prazo a pagar Empréstimos de curto prazo Dív idas comerciais de curto prazo a pagar IF: Instrumentos financeiros AF: Activos financeiros 82 .278 - - 43.777 1.320.567 Caix a e equiv alentes a caix a - 2.712. v enda pass.834 - 63.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.895.299.705 - 1.688.612.124.834 Outros activ os correntes Caix a e equiv alentes a caix a Passiv os financeiros Empréstimos de longo prazo - - . Outros Act. v al.730 - .939 - 8.724 - Outros passiv os correntes - - - 10.848 - 8.947./pass.749 1. S.582. receb.648 - 66.238.207.248.720 - - Dív idas comerciais de longo prazo a receber - 1.132 - - - Dív idas comerciais de curto prazo a receber 31.294 - - - Outros activ os correntes - 4.730 - - 175.481 - - - - 3.773.412.667.

aptas para serem colocadas a funcionar no datacenter de DRS. Os principais inputs dos modelos utilizados são observáveis no mercado. nomeadamente através da manutenção de firewalls.299.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.902 - 31.902 - - - - - 8. mas sim com recurso a modelos de avaliação.818 Passiv os financeiros Deriv ados de cobertura Tecnologias de informação Se a SUMOL+COMPAL não for capaz de construir e manter uma infra-estrutura de tecnologias de informação adequada ao negócio pode sofrer prejuízos materiais. de uma virtual private network apenas acessível com os códigos de utilizador e password. iii. para as aplicações críticas da SUMOL+COMPAL.299.902 - - - - - 31. ii. iv. de servidores e de equipamentos pessoais.A. cujos principais inputs não são observáveis no mercado. de um intrusal detector system e de uma política de passwords forte ao nível de equipamentos de gestão da rede de dados.299.818 - 9. S. razão pela qual são mantidos. sistema de gestão de storage e de backup avançado que permite. Nível 1: justo valor de instrumentos financeiros baseado em cotações de mercados líquidos activos à data de referência do balanço consolidado. estão montados os procedimentos de segurança julgados adequados. ii. Nível 2: o justo valor de instrumentos financeiros não é determinado com base em cotações de mercado activo.299.902 - 31.730 - 8. utilização de sistemas cluster de alta disponibilidade para os servidores que suportem aplicações críticas ao negócio.730 - 9. 83 . os seguintes procedimentos: i.041. a relação com os clientes se mantenha e a informação económica e financeira seja fiável. Hierarquia de justo valor 31-12-14 Nív el 1 Nív el 2 Nív el 3 31-12-13 Total Nív el 1 Nív el 2 Nív el 3 Total Activ os financeiros Deriv ados de cobertura - 31.818 - 8. uma eliminação quase completa do risco de perda de dados e uma diminuição muito significativa do tempo previsto para operações de recovery em quaisquer circunstâncias porque no processo que suporta esse sistema está incluída a manutenção de réplicas das bases de dados críticas e cópias de segurança dos dados geograficamente deslocalizadas.730 - 8. Nível 3: o justo valor de instrumentos financeiros não é determinado com base em cotações de mercado activo.041.730 - 9.041. política restritiva na gestão de desktops e laptops. Existe uma dependência das tecnologias de informação para que as operações decorram eficientemente. Este procedimento garante a certificação prévia de todo o software pela área técnica da Empresa e a ausência de software não licenciado. entre outros. iii. não havendo sistemas de informação invioláveis. política essa que inclui a inibição de instalação pelos utilizadores de qualquer tipo de software. | 2014 De seguida apresentam-se os activos e passivos mensurados ao justo valor a 31 de Dezembro de 2014 e 2013. de acordo com os seguintes níveis de hierarquia de justo valor previstos na IFRS 13: i.041. mas sim com recurso a modelos de avaliação.818 - 9.

de manter competências internas suficientes para não criar dependência funcional de nenhuma entidade externa. da (iv) falha na gestão de acessos lógicos à infra-estrutura.A. da (v) falha na operação e monotorização das infra-estruturas e da (vi) falha na gestão de backups. havendo a prática. | 2014 Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos podem sobretudo derivar de (i) requisitos de sistemas e rede inadequadamente definidos e/ou implementados. indispensável. da (iii) quebra nos serviços prestados por terceiros.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. da (ii) quebra de segurança física de equipamentos. 84 . S.

900 % 51.100 % Carnax ide Gestão de participações (e) -% 50. (Nota 3) Luanda Sumol+Compal Angola Inv est.A. S.000 % Comércio v ia Internet S+Cm -% 50.000 % 50.A. S. suas sedes sociais.000 % (a) 6. Subsidiárias: 50. ("WWC") (Notas 3 e 15) Funchal Distribuição de bebidas (g) -% 50.100 % 100. (“S+Cm”) Carnax ide Produção de bebidas S+C Sumol+Compal Moçambique.100 % -% 50.A.000 % Worldw ideco. são as seguintes: 31-12-14 31-12-13 Percentagem de capital detido Denominação social Sede social Activ idade principal Carnax ide Produção de bebidas Companhia Geral de Bebidas de Angola.100 % -% 100. Lda. Lda.S.900 % 96.1..090 % -% 90.100 % Sumol+Compal Marcas.A. (“S+Cao”) Sumol+Compal Internacional. S.000 % 100.100 % 6.095 % -% -% Carnax ide Gestão de participações (d) -% 25..000 % 100.900 % 90. Madrid Sociedade Agrícola Castro Verde.100 % -% 100.A. (“S+Cmz”) Maputo Distribuição de bebidas (f) -% 45.990 % (b) -% 50.100 % -% 100. Lda. S. Lda (“S+Ci”) Detentor Directa Efectiv a Directa Efectiv a S+Cm -% 45.P. S.000 % Produção de bebidas (c) -% 25. EMPRESAS INCLUÍDAS NA CONSOLIDAÇÃO As empresas incluídas na consolidação. S. (“D2C”) Carnax ide Serv icom Alimentaria.A.G. Lda (“S+Ca”) Carnax ide Gestão de participações Sumol+Compal Angola. S.100 % -% -% Empresa-mãe: Sumol+Compal.000 % Distribuição alimentar S+Cm -% 50. (“SACV”) Gouv eia Agricultura Sumol+Compal África.G.P.090 % -% 90. Unipessoal.S.000 % Percentagem efectiv a de capital detido pela S+C 85 . Lda. ("CGBA") Luanda Distribuição de bebidas D2C Unipessoal. S. detentor de capital e proporção do capital detido em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. actividade principal.

000 acções com o valor nominal de 500 kwanzas.992% em 2013).09% em 2014 e 90% em 2013) e da S+Cm (5.A.061.1% em 2014. dos derivados e das conservas de frutos e vegetais e outros produtos alimentares. A sede social situa-se naquela cidade angolana e o capital social encontra-se representado por 20.1% em 2014 e 10% em 2013) e directa da SUMOL+COMPAL (2013).004% em 2013). Em 23 de Janeiro de 2014. inexistente em 2013). sociedade anónima de direito francês do Grupo Castel. (b) indirectas da S+Ci (45. 1 % 4. Lda.095% em 2014 e 50.. foi constituída em Luanda a sociedade Sumol+Compal Angola. estas empresas foram incluídas na consolidação pelo método integral uma vez que o controlo destas é exercido pela SUMOL+COMPAL.087% em 2014 e 89. Tal como o previsto na IFRS 10 e no contexto da definição de controlo explicitada nas políticas contabilísticas (investimentos financeiros em subsidiárias). COMPARABILIDADE E ALTERAÇÕES OCORRIDAS NO GRUPO No final do período findo em 31 de Dezembro de 2014. 86 . (Notas 1 e 15).002% em 2014 e 0. a prestação de serviços logísticos e à compra e venda de matérias-primas e bens móveis e imóveis. (Notas 1 e 15) cujo objecto social corresponde à comercialização internacional de bebidas e outros produtos alimentares. na Ilha da Madeira. sendo o seu objecto social a indústria e comercialização de bebidas. da S+Cm (0.2 milhões de euros para a SUMOL+COMPAL.09% em 2014 e 90% em 2013). O capital social de 5. (e) indirecta da S+Cm (50. 3. Foi ainda constituída.813 4. alienaram-se à Copagef (Notas 1 e 15). (f) indirectas da S+Ca (45. S.001% em 2014 e 0. | 2014 Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. Unipessoal. Informações de acordo com a alínea d) do n.1% em 2014 e 50.813 2.9% do capital social da S+Cm. acções e respectivas prestações acessórias representativas de 49. com sede em Paris.º 5 do Artigo 508º-C do Código das Sociedades Comerciais: Número Valor Acções próprias 4. sociedade até esse momento detida a 100% pela SUMOL+COMPAL.01% em 2014 e 10% em 2013). bem como a gestão de marcas e actividades daquelas conexas. a sociedade Worldwideco.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.1% em 2013). em 23 de Dezembro de 2014.A.1% em 2013) (d) indirecta da S+Ci (25. A transacção foi realizada pelo preço global de 88. S.000 euros é representado por uma quota e a sede social situa-se no Funchal. não existem saldos de investimentos financeiros em empresas associadas.061.06 4. (g) indirecta da S+Cm (50.2 milhões de euros e deu origem a uma mais-valia de 15. a gestão de marcas.06 EMPRESAS ASSOCIADAS Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. (c) indirecta da S+Cao (25. as percentagens efectivas das participações assinaladas com as alíneas (a) a (f) resultam dos seguintes efeitos conjugados: (a) directa da SUMOL+COMPAL e indirecta da S+Cm (45.004% em 2013) e da S+Ci (0.

854 - .288.em passiv os por ID 70. néctares e águas com gás. na qual se encontram afectos os activos que contêm aquelas quantias escrituradas.686 25.400.686 .288. que compreendia actividades de produção e comercialização de sumos. De acordo com a IAS 36. o goodwill resultante do imposto diferido é testado quanto à imparidade em simultâneo com os activos que lhe estão subjacentes. Do mesmo modo.453. GOODWILL Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. é hoje inexequível aferir com rigor os fluxos das unidades geradoras de caixa então existentes específicos de cada uma daquelas operações.854 113. indivisível. 87 . respectivamente: i.831 113.30 e seguintes. o teste de imparidade ao goodwill é baseado na avaliação da Empresa enquanto agregadora das unidades geradoras de caixa. cujo justo valor se veio a determinar como superior ao respectivo valor contabilístico (à data a que se reportou a compra).288. | 2014 Não se verificaram outras alterações na estrutura do Grupo nem factos materiais que alterem a comparabilidade das demonstrações financeiras apresentadas para os períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.764.831 - - 17. o goodwill é testado quanto à imparidade pelo cálculo do valor de uso de uma unidade geradora de caixa utilizando o método dos fluxos de caixa descontados. A SUMOL+COMPAL tem defendido que a avaliação dos itens de goodwill correspondentes às aquisições das anteriores Sumol GM e Compal apenas tem sentido quando realizada conjuntamente.764.764. Neste sentido.337 - - 70.400. que compreendia a actividade de produção de refrigerantes. pelo cálculo do valor de uso de uma unidade geradora de caixa utilizando o método dos fluxos de caixa descontados.686 - - 25.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. ao imposto diferido resultante da concentração de actividades descrita na narrativa da rubrica “Propriedade industrial e marcas” (Nota 5). final Goodw ill: .453.453. As origens destes três itens de goodwill referem-se.400. sumos e néctares. 4. à compra do anterior Grupo Compal. hoje.686 - - 25.854 - .400. contextos distintos.764.na compra da Sumol GM 25. bem assim. Tendo em conta que aqueles valores resultaram de operações realizadas em diferentes momentos e.A. e que as actividades inerentes a tais operações foram sucessivamente alteradas e reconfiguradas.na compra da Compal 17.337 - - 70.831 - - 17.453. bem como nas respectivas perdas de imparidade acumuladas.831 17.113. S. foi o seguinte: 31-12-14 Saldo Aumento/ Perdas Saldo inicial diminuição impar. bem como todas as actividades de exportação do anterior Grupo Sumol. o movimento ocorrido na quantia escriturada do goodwill (Notas 3 e 39). final 31-12-13 Saldo Aumento/ Perdas Saldo inicial diminuição impar.337 70. ii.288.113. correspondendo exclusivamente à contrapartida dos passivos por impostos diferidos gerados com a alocação da diferença de compra aos activos identificáveis. à compra da anterior Sumol GM. na medida em que os potenciais de crescimento de cada uma delas é.854 O Grupo descontinuou a amortização do goodwill a partir de 1 de Janeiro de 2005 (conforme referido na respectiva política contabilística) e testou-o quanto a imparidade de acordo com a IAS 36.337 . iii.

768.878 2.201 23.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.385 282.(29. foi o seguinte: 01-01-14 31-12-14 Alienações Activ o bruto: Saldo inicial Adições Propriedade industrial e marcas 284.616 29.215) Perdas Alien.006. ao montante atribuído às marcas no âmbito da concentração de actividades empresariais.418) (1. - - Saldo final . o seu valor apresenta o seguinte detalhe: 31-12-14 Descrição do activo Compal Frize Um Bongo B! Outros 88 Activo bruto Amortiz.709.531 23.882 31-12-14 Amortiz.201 23. Saldo final - - .939.494 2. o movimento ocorrido no valor do activo intangível (Nota 39).004 - . bem como nas respectivas amortizações (Nota 39) e perdas de imparidade acumuladas.A. iii. essencialmente.215) (25. ii. iv. S.531 23. ACTIVO INTANGÍVEL No período findo em 31 de Dezembro de 2014. o teste realizado demonstra a não existência de perda no valor dos itens de goodwill escriturados em 2014. também entendida como conservadora.553) .296. Em conclusão.939. definiu-se a taxa de crescimento implícita na perpetuidade em 1%.385 282.249.988. No período findo em 31 de Dezembro de 2014.418) 234.(27.198 . 5.284.871.580. do teste resulta que o valor recuperável obtido comporta o valor escriturado dos activos que incorporam aqueles itens de goodwill.443. acumulada Quantia escriturada 234. a qual se entende conter um factor de prudência face aos parâmetros de risco historicamente baixos na actualidade.897.004 - - 313.775.198 282. ex ercício imparidade e abates Transfer. Amortizações e perdas de imparidade acumuladas: Saldo inicial Propriedade industrial e marcas Direitos contratuais (1.243.616 (1.988.081 673. foi utilizada a taxa de desconto de 8% na actualização dos fluxos de tesouraria.871.971) A rubrica “Propriedade industrial e marcas” corresponde.443.418) (23.768.768.338) (4.198 1. | 2014 Pelo exposto.871.137.616 Direitos contratuais e abates Transfer.897.018. as estimativas dos fluxos futuros de tesouraria foram obtidas no âmbito do trabalho desenvolvido por entidade não relacionada aquando da avaliação das marcas.418 284.081 673.498 01-01-14 31.756) (4.243.266.871.316.871.418) .(1. realizou-se o teste de imparidade para aqueles três itens de goodwill com base nos seguintes pressupostos: i.897.296.

098 5. foi o seguinte: 01-01-14 31-12-14 Activo bruto: Saldo inicial Adições Alienações e abates Transfer.415.714) 1.396 52.226) 31-12-14 Deprec.380.003.643.376.661) (18.937.689 148.135) (693.010. a quantia recuperável foi estimada a partir da informação financeira previsional quinquenal.501. e regulariz. pelo cálculo do valor de uso de uma unidade geradora de caixa utilizando o método dos fluxos de caixa descontados.911.456.782) (2.887.445) (14.446 (6.766) - Alienações e abates Transfer.657 99.472) (4.354) (4. | 2014 As marcas cuja quantia escriturada no período findo em 31 de Dezembro de 2014 totalizam 282. no âmbito da IAS 36.795 89.711 6.430.455) (998) (41. a quantia escriturada ascendia a 282. e regulariz.824) (85.713) - 20.876.339. 6.227 2. em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.033.198 euros não se encontram a ser amortizadas.787 4.768. pela intervenção de uma entidade que não é parte relacionada.423.272 52. incluindo as sinergias e a expansão do negócio esperadas nos mercados africanos com a projecção destas até ao fim da vida útil dos grupos de unidades geradoras de caixa.924) (133.541.207. Perdas exercício imparidade (3.183.377. por outro.541. S.892.926) (797.051.281) (272.151. por um lado.700) (263. concluindo-se que não há lugar ao registo de qualquer perda de valor das marcas.233 1.476 331.816) (9.984 89.138) (50.829) (11. bem como nas respectivas depreciações (Nota 39) e perdas de imparidade acumuladas. Em resultado. ii.286 891.199) (1. a seguinte composição: 89 .348 216.583) O activo tangível em curso apresentava.583 864. Saldo final 3.270.656 657.640 145.726 440.897.862 01-01-14 Depreciações e perdas de imparidade acumuladas Instalações Equipamento básico Equipamento de transporte Equipamento administrativo Outros equipamentos Saldo inicial (64.933 15.954 (12.246 16. iii.198 euros. o valor de uso obtido para cada marca mantém-se acima do valor escriturado.102 1. com início em 2015 e aprovada pelo Conselho de Administração. ACTIVO TANGÍVEL No período findo em 31 de Dezembro de 2014. Contudo foram testadas quanto à imparidade.192. com base nos seguintes elementos: i.897.593.002.300 840. Saldo final Propriedades Instalações Equipamento básico Equipamento de transporte Equipamento administrativo Outros equipamentos Activos tangíveis em curso 20. o valor dos parâmetros mencionados no ponto anterior foi obtido.795 91.99. nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.973 (151.471) (129.257.366.492) (51.793.891.545) (67.745.130 1.526) (14.800 1.A.536 336.906. pelo conhecimento que o Grupo tem do negócio (reflexo da sua experiência passada) e da evolução dos mercados relevantes para as empresas e.922.773 5.905.073 864.360) (4.459) (950.792 27.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.938) (208.852. o movimento ocorrido no valor do activo tangível (Nota 39).348) (5.083) (4.

291 510.265 188.168 821.101 193. acumul.884 10.588 5.980 491. sendo a respectiva quantia escriturada.721 11.080 26.096 308.606 (300.616 288.801 Equipamento administrativ o 31-12-13 31-12-17 Não mais de um ano: 116.925 7.737 euros.032 113.881 477.683 18.536 95.944 (140.756 854.874 Equipamento administrativ o 31-12-13 31-12-17 251.236 17.801 18.960 3.606 euros.476 Outros No período findo em 31 de Dezembro de 2014.339 193.483 2.960 25.102 Equipamento de transporte 15-12-11 15-12-16 5.727 439. S.834 26. 293.441 281.744 10.339.869) 133.403 227.800 26. Quantia escritur.842 54.304 71.306 188.221) 421.074 26.843 317.662 (160. o valor de aquisição dos activos tangíveis detidos pelo Grupo no âmbito de contractos de locação financeira ascendia a 715.728 974. os valores (nominais e presentes) das rendas vincendas decorrentes de contractos de locação financeira eram os a seguir apresentados: 2014 2013 Contrato Descrição do equipamento Valor Início Fim Nominal Presente Nominal Presente Equipamento de transporte 25-11-11 25-11-16 26. nessa data. conforme quadro abaixo: 31-12-14 Activo bruto Descrição do bem Equipamento de transporte Equipamento administrativo Amortiz.374 Mais de um ano e não mais de cinco anos: Equipamento de transporte 25-11-11 25-11-16 27.757 29.648) 715.101 116.452 Equipamento de transporte 15-12-11 15-12-16 6.884 1.579 35.397 9.906 Equipamento de transporte 01-07-13 01-07-16 10.205 Equipamento de transporte 15-12-13 15-12-16 18.745.523 Instalações 206.567 Equipamento de transporte 20-06-13 20-06-16 3.437 5.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.033 627.649 Equipamento de transporte 15-12-13 15-12-16 17.665 90 .032 113.722 Equipamento de transporte 01-07-13 01-07-16 18.934 49.237 17.A.752 16.596 5.319 685.204 18.296 414.683 18.144 5.166 Sistemas de informação 401.443 Equipamento de transporte 20-06-13 20-06-16 7.722 7.670 11.989 32. de 414.737 Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.411 348.925 7. | 2014 31-12-14 31-12-13 Linhas de produção 659.

861 1. 91 .990. e em vigor no Grupo.139. OUTROS INVESTIMENTOS FINANCEIROS Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. a de mercadorias. bem como a sua valorimetria (componente variável do custeio).132 1.901 66.487 2.418. o detalhe da rubrica “Outros investimentos financeiros” (Notas 3 e 39) era o que consta do quadro que se segue: Outros investimentos financeiros Embopar Refrigor (Brasil) Dispar Centro Técnico de Citricultura Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica Codal Fundo de Compensação do Trabalho Eurodietética Companhia Térmica Compal Outros 8. Este processo contempla a validação dos níveis de utilização das matérias e bens de consumo definidos nas listas técnicas.057 8.230 7.494 2. 9.208. S.282 10.015 2.594 1.459 10.292 Produtos acabados e mercadorias 19.057 8.901 69.455 (a) Empréstimos concedidos a clientes (b) Valores de caução de vasilhame pagos a fornecedores realizáveis no momento da devolução física do mesmo. incluindo gastos com energia.487 3.412.698 31.500 7. manutenção e processo de higienização das linhas de produção. um processo que define o apuramento e mensuração do custo dos produtos acabados.500 7.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. de bens que assumem para umas a natureza de produtos acabados e para outras. subsidiárias e de consumo 12.223.448.482 5.990 No balanço consolidado e na demonstração dos resultados consolidados.459 10. tornando complexa a individualização de cada uma delas. Este procedimento decorre do facto de ocorrerem movimentos internos. 31-12-14 31-12-13 17. as dívidas comerciais de longo prazo a receber apresentavam a seguinte composição: 31-12-14 Outros devedores (a) Cauções de vasilhame (b) 31-12-13 272.903 1. INVENTÁRIOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.705 DÍVIDAS COMERCIAIS DE LONGO PRAZO A RECEBER Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. Encontra-se implementado.230 7.825.229 239.599 17.A.095 5. entre as empresas intervenientes no processo de consolidação. correspondentemente.720 17.428. as rubricas “Mercadorias” e “Produtos Acabados” encontram-se agregados na mesma linha. | 2014 7.494 2.482 5.602.881 28.095 5. esta rubrica (Nota 39) tinha a seguinte composição: 31-12-14 31-12-13 Matérias-primas.

que são específicas para cada um dos formatos de embalagens.025 5.475 51. ME e MS) + Custeio Fixo. corresponde ao quociente entre a tarifa da actividade de uma linha x e o nominal de produção de um formato de embalagem z.848 Cauções de vasilhame 423.830. materiais de embalagem. MP. esta rubrica tinha a seguinte composição: 31-12-14 31-12-13 43.504. gastos gerais de fabrico e mão-de-obra directa. matérias-primas. corresponde à soma do custo da actividade suporte que se lhe imputa com o quociente entre o custo da sua actividade principal. aquele valor ascendia a cerca de 4.016 45. decorrente de uma transmissão daqueles no mesmo montante (operação de factoring sem recurso). ME. MS.425 Entidades relacionadas 11. matérias subsidiárias. Para o cálculo do custo dos produtos são ainda considerados os níveis de actividade (capacidade produtiva) e os nominais das linhas de produção (eficiência).Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S.733. No período findo em 31 de Dezembro de 2013. Tarifa da actividade Para uma linha x. resultando na aplicação da equação Custeio Standard (produto z) = Custeio Variável (MP. entendido como GGF e MOD. 92 . sendo as remanescentes rubricas de carácter fixo revistas anualmente ou sempre que alterações significativas e com impacto justifiquem a sua revisão. bem como os das variáveis que integrem eventualmente aquelas primeiras. são validados os níveis de imputação dos gastos gerais de fabrico e mão-deobra das actividades suporte e actividades principais.399 304. Os significados das variáveis constantes do segundo membro da equação encontram-se explicitados nos parágrafos imediatamente seguintes.472. GGF e MOD Estas siglas correspondem aos acrónimos de.546 Clientes Outros devedores 7.294 No final do período findo em 31 de Dezembro de 2014.7 milhões de euros. | 2014 Paralelamente.A. Custeio Fixo Para um formato de embalagem z. correspondentemente. e a sua actividade normal.383 51. o Grupo tinha escriturado no seu activo um desreconhecimento de créditos de curto prazo sobre clientes no valor aproximado de 7.468.9 milhões de euros. A componente variável do custeio é revista numa base mensal. 10. DÍVIDAS COMERCIAIS DE CURTO PRAZO A RECEBER Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.567.943 159.

061 93 .328 99.545.224 209.211 7.590 30.594 1.681 40.041.124 242.684 16.360.700 72.994.151 5.112 45.738.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.799 225.947 35.222.730 1.667 31.754 173.312 110. o detalhe de “Outros devedores” era o abaixo evidenciado: Dívidas de clientes Documentos em recepção e conferência Actividades CNA Empréstimos a clientes Pessoal Fornecedores (outras operações) Regularizações de IVA Instrumentos financeiros derivados ("forwards cambiais") Alienação de activos tangíveis Letras descontadas 31-12-14 31-12-13 4.424 297.222.567.144.848 721.421 316.266 11.640 16.952.878 1.189 3.584 45.170 1.211 5.703 3.090 3.124.948 655. ACTIVOS POR IMPOSTOS CORRENTES Em 31 Dezembro de 2014 e 2013.328 88.835 827.456 5.743.830.289 35.567 186.241 157.143.535 34.708.743 1. esta rubrica tinha a seguinte composição: Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) a recuperar Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC) Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) Outros 12.183 116.905.613 438.258 244.899 227.021 3. | 2014 Nas mesmas datas. a rubrica “Outros activos correntes” apresentava o seguinte detalhe: Devedores por acréscimos de rendimentos: Cooperativo PBI e Damm Comparticipações Unilever Jerónimo Martins Publicidade e propaganda Comparticipações por não conformidade de matérias Rappel por receber de fornecedores Fornecimentos e serviços externos Gastos a reconhecer: Publicidade e propaganda Fornecimentos e serviços externos Juros antecipados Seguros Rendas antecipadas Outros: Adiantamentos a fornecedores 31-12-14 31-12-13 2.693 1.878 186.264 222.516 230.707.054.104 100.309 4.444 1.475 31-12-14 31-12-13 2. S.276 413.A.513 209.555 110.374. OUTROS ACTIVOS CORRENTES Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.902 30.279 119.535 128.151 1.025 4.443.343 1.633.847.

603 1.603 1.099.13 % 3.500 acções ordinárias.092.741 59.417 1. CAPITAL Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.647.053 2.092 77.108 15.092.147. CAIXA E EQUIVALENTES A CAIXA Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.813 4.020 1.99 % 1.692.07 % 1.814 1.º acções % Directamente 70.590. o capital social da SUMOL+COMPAL. o detalhe de caixa e equivalentes a caixa (Nota 3) era o seguinte: 31-12-14 31-12-13 Tx. efectiva Saldos Caixa e equivalentes a caixa: Numerário Depósitos bancários imediatamente mobilizáveis Depósitos a prazo Descobertos bancários e contas caucionadas a) 8.279.610 70.238.22 % 79.061.03 % 30.44 % 8.689.03 % 1.814 1. Aos 94 .813 4.990.428.051 5.500 100.53 % 70.211 0.313 10.069.155 8.417 1.04 % 4.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.510.061. 14.652 4.224.677) a) Inclui linhas contratadas em Portugal.50 % 10.061. Angola e Moçambique. S.022.50 % Caix agest 1.00 % 100.933.069.69 % 8.099.590.62 % 15.667.00 % As reservas incluídas no capital próprio da SUMOL+COMPAL em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 apresentavam as naturezas e finalidades abaixo apresentadas: Excedentes de revalorização Os excedentes de revalorização resultam do incremento líquido do valor contabilístico dos itens do activo tangível.781 17.68 % 77.211 0.313 10.848) (28.453 8.283.000 - 63.651. integralmente subscrito e realizado.194.229. sendo a estrutura accionista a seguinte: 31-12-14 31-12-13 N.06 % 4.10 % 1.53 % Indirectamente 6.039.813 4.14 % 17.510.482 6.600 2.07 % 1.21 % Refrigor Grupo Caix a Geral de Depósitos ("CGD"): Directamente CGD Pensões 30.06 % Acções próprias: S+C S+Cm Outros: Fundo de Capital de Risco CGD – Caix a Capital 10.793 3.º acções % N.378 3.765 79.10 % 4.A.092. de valor nominal unitário de 1 euro. no âmbito dos processos de reavaliação de acordo com os Princípios Contabilísticos Geralmente Aceites anteriores (custo considerado na data de transição).06 % 3.070) 50.63 % 100. encontrava-se representado por 100.02 % - -% 1.738.990.500 100.610 70. | 2014 13.205 (26.393 (13.150.700.99 % Acções dispersas em bolsa 5.

07 euros por acção.67. no montante de €3. ou para incorporação no capital. Prémios emissão de acções Os prémios desta natureza resultam da diferença entre o valor subscrito e o valor nominal das acções emitidas. não podendo este exceder o montante das entradas dos accionistas. como a própria rubrica sugere.659. d) a proposta de conversão das reservas contratuais da Sociedade. 95 . sujeitas ao regime das reservas legais. Outras reservas Nesta rubrica estão incluídas as reservas estatutárias. no mínimo. por um lado. resultantes de prémios de emissão. para cobertura de resultados retidos negativos da Sociedade no montante de €26. na Assembleia-Geral realizada no próprio dia em que esteve presente ou representado 73.099. não tendo uma finalidade específica. pelo outro. Reservas livres As reservas livres são constituídas por livre deliberação da Assembleia-Geral. na medida em que não forem necessários para cobrir prejuízos já acusados no balanço. | 2014 excedentes de revalorização é aplicável o regime da reserva legal. em reservas livres. Reserva legal O Código das Sociedades Comerciais estabelece que pelo menos 5% do resultado positivo anual é destinado à constituição ou reforço da reserva legal até que represente. em reservas livres. c) a proposta de conversão das reservas estatutárias da Sociedade. S. A reserva legal só pode ser utilizada para cobertura da parte dos prejuízos acumulados que não o possam ser através do resultado positivo do período ou de outras reservas. as reservas livres e os prémios de emissão de acções.398.832.77% do correspondente capital social com direito a voto.A.76. Aos prémios de emissão de acções é aplicável o regime da reserva legal. ficaram retidos na entidade.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. no montante de €3. e) a distribuição de reservas aos accionistas no montante de 0.997. Resultados retidos Os resultados retidos correspondem ao somatório dos lucros (se positivo) ou somatório dos prejuízos (se negativo) acumulados relativos a períodos anteriores que.16. Reservas estatutárias As reservas desta natureza decorrem das disposições estatutárias ao longo da existência da SUMOL+COMPAL nos sucessivos contextos da estrutura societária.186. 20% do capital social. foram aprovados por unanimidade: a) o balanço intercalar da Sociedade reportado a 30/09/2014. Em 9 de Dezembro de 2014 a SUMOL+COMPAL (“Sociedade”) divulgou ao mercado que. b) a proposta de utilização parcial das reservas.

900 % -% -% 10.900 % -% -% 49.558 196.000 % 10.900 % 49.900 % 10.A.233 140.872.000 % 16. os interesses não controlados apresentavam a seguinte estrutura: 31-12-14 Detentor Sociedade Copagef (Notas 1 e 3) CGBA D2C Serv icom SACV S+Ca S+C Angola S+Cao S+Ci S+Cm S+Cmz WWC CGBA SACV S+C Angola S+Cao S+Cmz José Filipe Serpa Pimentel Barros Virgolino Herdeiros de Manuel Jacinto Alv es Alex andre Lemos de Matos Adolfo Manuel da Silv a Correia 31-12-13 Directa Percentagem de capital detido Efectiv a Directa Efectiv a 44.673.000 % 49. S.900 % 49.833 460.000. INTERESSES NÃO CONTROLADOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.100 % 3.002 % 49.000.868.900 % -% -% 44.00.900 % 10.100 % 49.900 % 44.68 % 51. esta rubrica tinha a seguinte composição: Médio e longo prazo 31-12-14 Tx.100 % 3.144.201.000 Locação financeira 4. que excedem o montante legalmente fixado para a completa constituição e integração da reserva legal da Sociedade.990 % -% 25.900 % 49. EMPRÉSTIMOS DE MÉDIO E LONGO PRAZO Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.000 % 44.88 % 20.900 % 0. efectiva 31-12-13 Saldos 4.900 % 49. 96 .447 207.91 % 302. tendo sido contratados instrumentos de cobertura de fluxos de caixa (Nota 17).000 % 3.000 % -% -% 49.900 % 49.939 Empréstimos bancários A exposição ao risco de taxa de juro é avaliada periodicamente.910 % -% -% 49.900 % -% -% 49.900 % -% -% 25.000 % 10.381 50.910 % -% -% 49. no valor de €8.382 Papel comercial 4.999 Contas caucionadas 3.000 % 3.900 % 10.910 % 49.910 % -% -% 49. 15. | 2014 f) a proposta de afectação a reservas livres do montante das reservas da sociedade sujeitas ao regime de reserva legal.168.000.000 % 10.42 % 124. As taxas efectivas apresentadas reflectem o efeito destes instrumentos (swaps).005 % -% -% 25.000.910 % 4.100 % 49.000 % 10.900 % -% -% 44.000 15.900 % -% -% 49.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.

233 2017 31. assegurando assim a cobertura de cerca de 60% dos montantes a liquidar em USD estimados em 2015 (período em que se espera que ocorram os fluxos de caixa e os lucros ou prejuízos).233 milhares de euros (3.902 - - - - - 8.612.136 36. esperando-se que os fluxos de caixa deles decorrentes ocorram entre 2015 e 2018.818 - 9.041. | 2014 Nas mesmas datas e atendendo à respectiva natureza e maturidade.147.605 2016 101.902 - 31.516.144.000 - 196.902 - - - - - 31. O Grupo efectua também cobertura económica e contabilística do risco cambial inerente à exposição USD.730 - 9.016.000.730 - 8.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S.041. O objectivo desta cobertura é transformar os empréstimos de taxa de juro variável em taxa de juro fixa.299. tendo os mesmos sido incluídos na demonstração dos resultados na rubrica de diferenças de câmbio favoráveis (Nota 31). No período findo em 31 de Dezembro de 2014 foram removidos 66 milhares de euros do capital próprio.299.902 - 31. O risco coberto é o indexante da taxa variável associada aos empréstimos (cobertura de fluxos de caixa). À data do fecho do exercício estavam contratados instrumentos de cobertura cambial no montante de 8 milhões de USD.730 - 8. a dívida remunerada não corrente.447 207. INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVADOS E CONTABILIDADE DE COBERTURA Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.939 17.768.818 - 8.818 - 9. O montante de gastos financeiros reconhecidos no período findo em 31 de Dezembro de 2014 foi de 3. nos montantes de 2. No período findo em 31 de Dezembro de 2014.672.041. 97 . correspondentemente (o reconhecimento na demonstração dos resultados é coincidente). associada a transacções altamente prováveis (cobertura de fluxos de caixa). No período findo em 31 de Dezembro de 2014. o montante coberto ascendia a 8 milhões de USD (8 milhões de USD no período findo em 31 de Dezembro de 2013).201. o montante nominal de empréstimos com coberturas associadas ascendia a 89 milhões de euros (105 milhões de euros no período findo em 31 de Dezembro de 2013).776 milhares de euros no período findo em 31 de Dezembro de 2013).096 56.093 milhares de euros. O risco coberto é o da flutuação da taxa de câmbio.818 Passiv os financeiros Deriv ados de cobertura O Grupo contrata swaps de taxa de juro para cobrir o risco de taxa de juro inerente aos pagamentos futuros de empréstimos. 2.299.999 2019 5.102 2018 58. 1. denominada em euros. À data do fecho do exercício estavam contratados instrumentos de cobertura de taxa de juro (swaps).041.494. tinha o seguinte plano de reembolso previsto: Médio e longo prazo 31-12-14 31-12-13 2015 - 82.A.904. resultante da compra de matérias-primas em moeda estrangeira. o Grupo tinha reconhecido os seguintes derivados financeiros (Notas 18 e 30): Hierarquia de justo valor 31-12-14 Nív el 1 Nív el 2 Nív el 3 31-12-13 Total Nív el 1 Nív el 2 Nív el 3 Total Activ os financeiros Deriv ados de cobertura - 31.299.809 e 1.613.730 - 9.215 31.

clientes e distribuidores (questões laborais e comerciais.104 175. foram reconhecidas perdas por imparidade nas classes de activos “Inventários” e “Clientes de cobrança duvidosa”.186 19. | 2014 No período findo em 31 de Dezembro de 2014 foram removidos 3.980) (75.041) (19. S.870) (1.442 (474. na análise de risco de obsolescência e na sua avaliação da conjuntura e envolventes económicas.242. DÍVIDAS COMERCIAIS DE LONGO PRAZO A PAGAR Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.156) - - - (39. as quais foram estimadas pelo Grupo com base na sua experiência.233 milhares de euros do capital próprio.730 8.115 (17. 18.642) 12.646 8.320.451.475.321) (1.948 102.A.374 507.260) (300.301) No período findo em 31 de Dezembro de 2014.159.567.678 9.501.144.156) (342.176) 157. PROVISÕES E PERDAS DE IMPARIDADE ACUMULADAS Durante o período findo em 31 de Dezembro de 2014.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. No final do período findo em 31 de Dezembro de 2014.980) (18.557 (18. correspondentemente). 98 .334 (20. as provisões referem-se a disputas legais com colaboradores.299.497) (1. a variação nas perdas de imparidade e provisões acumuladas foi a seguinte: 2014 Rubricas Saldo inicial Reforço Utilização Reversão Saldo final Perdas de imparidade: Em outros investimentos financeiros Em inventários (Nota 26) Em clientes de cobrança duvidosa (Nota 26) Em outras dívidas de terceiros (Nota 26) Provisões (Nota 26) (39. A prestação de informação adicional sobre os processos pode causar prejuízo à posição da SUMOL+COMPAL face às restantes partes das disputas.661) (730) 332.540 175.161.824) (463.201. A manutenção de uma conjuntura económica difícil tem agravado a incapacidade de alguns clientes liquidarem as suas obrigações decorrentes das vendas de produtos e das prestações de serviços efectuadas pelo Grupo.209) 163. as dívidas comerciais de longo prazo a pagar apresentavam a seguinte composição: Instrumentos financeiros derivados ("swaps") Outros 31-12-14 31-12-13 8.361) (663.000) (4.000) - - (611.078.975.732 520.693.351) (536.777 (1.870) 162. os quais foram incluídos na demonstração dos resultados na rubrica de juros suportados (Nota 31).773) (17. pelo que a SUMOL+COMPAL se abstém de fazer divulgações adicionais.

159 4.028 683.338 135.104.712. S.011.600 16. esta rubrica tinha a seguinte composição: Curto prazo 31-12-14 Tx.082 11.952 42.107 169.081 425.319 781.167 99 .724 43. PASSIVOS POR IMPOSTOS CORRENTES Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.698 Papel comercial 6. As taxas efectivas apresentadas reflectem o efeito destes instrumentos (swaps). 21.365 48.532.91 % 174.429 16.648 36.093 36.381 378.315.056 A exposição ao risco de taxa de juro é avaliada periodicamente.267 615. esta rubrica tinha a seguinte composição: Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Colectivas (IRC) Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) a pagar Contribuições para a Segurança Social Imposto sobre o Rendimento (IRC/IRS) – retenções na fonte Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) Imposto do selo (IS) 31-12-14 31-12-13 3.395 166.278 886.744 248.882.336.342 374.947.546.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.536 50. tendo sido contratados instrumentos de cobertura de fluxos de caixa (Nota 17).365 22.211 66. o detalhe de “Outros credores” era o abaixo evidenciado: Actividades CNA Documentos em recepção e conferência Pessoal Letras descontadas Sindicatos Retenções de imposto sobre o rendimento Instrumentos financeiros derivados ("forwards cambiais") 31-12-14 31-12-13 1.458.343 5.015 1.462 1.258.180.A. | 2014 20.433. efectiva 31-12-13 Saldos Empréstimos bancários 3.000.256 19.86 % 26.000 - Locação financeira 4. EMPRÉSTIMOS DE CURTO PRAZO Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. esta rubrica tinha a seguinte composição: Fornecedores 31-12-14 31-12-13 47.406 134.028 886.159 5. DÍVIDAS COMERCIAIS DE CURTO PRAZO A PAGAR Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.434 1.104.618 2.851 103.588 19.252 591.613 1.592 31.085 Entidades relacionadas Outros credores Nas mesmas datas.350 16.197 1.673.68 % 5.

esta rubrica tinha a seguinte composição: Credores por acréscimos de gastos: Remunerações e encargos a liquidar Publicidade e propaganda Incentivos Documentação em trânsito (FSE) Gastos com o pessoal Juros a liquidar Reciclagem de embalagens Mercadorias e matérias Seguros Aperfeiçoamento activo Rendimentos a reconhecer: Subsídios para investimentos .539 71.771 54.728.007.107 1.462 - 12.5 milhões de euros correspondem ao montante antecipado no âmbito de contractos de factoring.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.524 1.280. Em 31 de Dezembro de 2014 não existiam valores descontados no âmbito desta linha.885 10. No contexto da IAS 39.314 1.024 1.462 3.315 4.573 955.511 1.688. cujo limite global ascende a 35 milhões de euros e cuja duração é de seis meses (automaticamente renovável por iguais períodos).145. dos cerca de 19.961 82.404 7.API Estrutura comercial Damm Subsídios para investimentos .596.3 milhões de euros contratados de forma idêntica.323 75.6 milhões de euros apresentados na rubrica “Outros passivos financeiros”.656 20.419.693 26.544 26. não foram desreconhecidos quaisquer activos referentes a saldos a receber.483 772.929 1.299 10. S.IFADAP Diferenças de câmbio Outros: Adiantamentos de clientes 31-12-14 31-12-13 4. | 2014 23.884 12.489. os 21 milhões de euros apresentados na rubrica incluem 18.583 2.274 3.360 10.7 milhões de euros correspondentes à utilização e desconto de uma linha de créditos documentários de importação contratada fora do mercado doméstico. A taxa (custo) efectiva subjacente aos contractos é inferior à média das taxas efectivas associadas às linhas de curto prazo contratadas pela SUMOL+COMPAL. No período findo em 31 de Dezembro de 2013.416. os contractos em causa não reúnem as condições necessárias para serem considerados como “sem recurso” pelo que.499. estavam ainda englobados 2.332.798 24.981 49.038 431.089.917. OUTROS PASSIVOS CORRENTES Em 31 Dezembro de 2014 e 2013.401. 19.A.040. 100 . OUTROS PASSIVOS FINANCEIROS No período findo em 31 de Dezembro de 2014.433.848 430. No total apresentado nesta rubrica no período findo em 31 de Dezembro de 2013.344 2.176 1.981 2.

508 144. por rendimentos decorrentes de transportes e da valorização de resíduos para reciclagem. decorrentes de contractos de locação operacional. a rubrica “Outros rendimentos e ganhos” apresentava a seguinte composição: 2014 2013 8. a comparticipações de terceiros nos gastos com publicidade e propaganda incorridos pelo Grupo.667 101 .209.909 51.037 195.839 Correcções relativas a períodos anteriores 17.377 11.842 1. os valores das rendas pagas reconhecidas como um gasto no período.328 301.964 26.662. S.930 12.335 1.773. 27.972 2.176 9.290 352.106 37.978.269.841 Ganhos em inventários 789.804 1.481 Os valores apresentados em rendimentos suplementares referem-se.294.788 309.601 7.136. LOCAÇÃO OPERACIONAL Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.634.393.398 289.343. embora com menor expressão.015 566. RÉDITOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.890 Subsídios ao investimento Outros rendimentos operacionais 1.847.767.123. OUTROS RENDIMENTOS E GANHOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. | 2014 25.825 2.020. A rubrica encontra-se ainda influenciada. foram os constantes do quadro abaixo: Descrição do equipamento Empilhadores Veículos automóv eis ligeiros de passageiros e de mercadorias 2014 2013 834.168 861. a rubrica “Réditos” (Notas 3 e 39) apresentava a seguinte composição: Vendas Prestações de serviços 2014 2013 300.501 Rendimentos suplementares Ganhos em alienações de activos tangíveis 80.996 Reversões de perdas por imparidade (Nota 19 e 32) 520.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.709.764 10. maioritariamente.A.601.

851 8.328.151.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.385 1.355 871 3.522.893 584.830 Mais de um ano e não mais de cinco anos: Empilhadores 57.571 35.257.967 .568 3.248 48.676 2.732 5.155 39.077.299.596 40.105.683.525 809.440 73.793.231.169 40.892. S. FORNECIMENTOS E SERVIÇOS EXTERNOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.720 4.082 470.1.188.277 811.779 18.129 7.896.716 6.068 57.837.278.536.962.168 Não mais de um ano: Empilhadores Veículos automóv eis ligeiros de passageiros e de mercadorias 1. higiene e conforto Outros 102 2014 2013 3.413 87.836 6.860 161.171 32.189 41.336 Veículos automóv eis ligeiros de passageiros e de mercadorias 465. 28.478.852 56. neles não se encontrando prevista a opção de compra dos bens afectos nem existindo cláusulas de renovação automática.949 61.802 5.301 789.427 3.465.691 1.931 3.854 . o seguinte: Subcontratos Trabalhos especializados Publicidade e propaganda Vigilância e segurança Conservação e reparação Ferramentas e utensílios de desgaste rápido Livros e documentação técnica Material de escritório Artigos para oferta Electricidade Combustíveis Água Outros fluidos Deslocações e estadas Transportes de mercadorias Rendas e alugueres Comunicação Seguros Contencioso e notariado Despesas de representação Limpeza.572.097 1.158 1.406.823 2.316 945.838.607.843 5.440 2.662 1.151 39.495.310.861. | 2014 Nos mesmos períodos.518 834. o detalhe de “Fornecimentos e serviços externos” era.045.618 3. correspondentemente.A.246.043.345 63.012 4.632 142.336 1.093.922 1.430.131 836.016 1.752 Os contractos de locação operacional relativos a empilhadores e a veículos automóveis ligeiros de passageiros e de mercadorias têm a duração média de 48 meses. os valores das rendas vincendas decorrentes daqueles contractos eram os constantes do quadro abaixo: Descrição do equipamento 2014 2013 408.194 19.739 94.

344 24. | 2014 29.905 3.415.298 1.521 612.260. a rubrica “Gastos com o pessoal” apresentava o detalhe que se segue: Remunerações dos órgãos sociais Remunerações do pessoal Encargos sobre remunerações Seguros de acidentes no trabalho e doenças profissionais Gastos de acção social Outros gastos com pessoal 2014 2013 1. o número médio de trabalhadores ao serviço das empresas incluídas na consolidação era o constante do quadro abaixo: Número médio de trabalhadores 2014 2013 1.870 35.331.690 558.A.114 75.290 30.132 517.102.053 165.104 103 .826 142.924 2. OUTROS GASTOS E PERDAS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.320. a rubrica “Outros gastos e perdas” apresentava a seguinte composição: Abates de inventários Donativos Impostos Ofertas e amostras de inventários Quotizações Perdas na alienação de activos tangíveis Correcções relativas a períodos anteriores (Nota 32) Outros gastos operacionais 2014 2013 1.573.395 151.044 Durante os períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.785 2.506 94. GASTOS COM O PESSOAL Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.283 267.780 419.473 648.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.677 110.278.068.429 25.805.302 1.159.778 120.905 1.233 5.230 646.109.530.029 780.023 2.280 34.194.878 5.083 329. S.181.160 112.300 15.

067) (20.921.889) (572.109.218) (1.5%). S.237 1. a Empresa deixou de ser tributada pelo lucro consolidado no âmbito do Regime Especial de Tributação dos Grupos de Sociedades (“RETGS”) na medida em que a alienação de 49.5 milhões de euros e 5% para os montantes superiores). que inclui Derrama Municipal (na data homóloga de 2013 tinha sido de 26.279 645.317 1. os resultados financeiros (Notas 3 e 39) apresentavam a seguinte composição: 2014 2013 (13.5 milhões de euros. de 4 anos. Os impostos sobre o rendimento (correntes ou diferidos) são reflectidos nos resultados do período.788.835) (3. a SUMOL+COMPAL considerou a taxa agregada de 22.297.383 (19. No período findo em 31 de Dezembro de 2014.180 309.054 2. correspondendo estas às que estiverem aprovadas ou substancialmente aprovadas na data do balanço consolidado.424.687. com três patamares de taxas em 2014 (3% até 7.367) (758.755. processo de documentação fiscal e correspondente documentação suporte devem ser conservados durante 12 anos.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. A caducidade das anulações ou liquidações adicionais resultantes de correcções aos prejuízos fiscais é.5% na medida em que corresponde à aprovada no Orçamento do Estado para 2015. RESULTADOS FINANCEIROS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.351) Descontos de pronto pagamento concedidos (1.468.775. O imposto destas empresas correspondente ao período findo em 31 de Dezembro de 2014 foi calculado tendo por base a taxa nominal de IRC agregada de 24.233.259 Descontos de pronto pagamento obtidos 256. desde 2014.5 milhões de euros. devendo a sua utilização processar-se por ordem cronológica e apenas até à concorrência de 70% do lucro tributável de cada ano fiscal. registos contabilísticos. IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO A SUMOL+COMPAL e as suas subsidiárias sediadas em Portugal encontram-se individualmente sujeitas a tributação em sede de imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (“IRC”) e correspondente Derrama Municipal. Em ambos os períodos houve o acréscimo da Derrama Estadual nos lucros tributáveis superiores a 1.606.9% do capital da S+Cm à Copagef originou uma participação na subsidiária inferior aos 75% mínimos previstos naquele regime.637 199.078. Os impostos diferidos são calculados com base nas taxas de imposto que se espera virem a estar em vigor à data da reversão das diferenças temporárias.886) (1.976) (20. Os livros.111) (12.830.5%.856) Juros de financiamento obtidos Diferenças de câmbio favoráveis (Nota 17) 32.485) (3.788) (20.239) Outros resultados financeiros: Gastos e perdas financeiros: Juros de financiamento suportados Juros de instrumentos financeiros derivados (swaps ) (Nota 17) Diferenças de câmbio desfavoráveis Rendimentos e ganhos financeiros: 3. Os prejuízos fiscais gerados a partir de 2014 podem ser recuperados no período de 12 anos.A. No período findo em 31 de Dezembro de 2014. | 2014 31. 5% entre o valor anterior e 35 milhões de euros e 7% para os montantes superiores) e dois em 2013 (3% até 7.570 Outros rendimentos e ganhos financeiros 3.188) Outros gastos e perdas financeiros (2.408 134.100. 104 .

Durante os exercícios de 2011 a 2013. de 30 de Dezembro.º 64-B/2011. nas mesmas condições. relativamente aos exercícios de 2011 e 2013.761 euros e 280. As despesas deverão ter sido efectuadas entre 1 de Junho e 31 de Dezembro de 2013 e a dedução pode ser efectuada até à concorrência de 70% da colecta do IRC. de 16 de Julho. relativas à recomendação de créditos fiscais decorrentes de actividades de I&D efectuadas naqueles exercícios. foram deduzidos 527. nos montantes de. a dedução será feita com base na matéria colectável do grupo até à concorrência de 70% desta. entretanto alterada pela Lei n. o limite de 70% da colecta que se apuraria pela sociedade que realizou as despesas elegíveis caso o RETGS não se aplicasse. que estabelece um Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento (“CFEI") traduzido numa dedução à colecta de IRC de 20% das despesas de investimento em activos afectos à exploração (com limite de cinco milhões de euros por sujeito passivo). previsto na Lei n. 208.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. no seu entendimento.A.918 euros. A parte do benefício que não possa ser deduzida é transmissível. o Grupo suportou despesas com investigação e desenvolvimento (“I&D”). não poderá ultrapassar.º 49/2013.919 euros referentes ao benefício fiscal determinado nos termos do CFEI. correspondentemente. Na Declaração Modelo 22 correspondente ao período de tributação findo em 31 de Dezembro de 2013. as quais. para cada sociedade e por cada exercício. de 31 de Dezembro. aos cinco períodos de tributação subsequentes. Para as entidades que apliquem o RETGS.º 55-A/2010. eram susceptíveis de serem elegíveis para efeitos de aproveitamento do Sistema de Incentivos Fiscais em Investigação e Desenvolvimento Empresarial (“SIFIDE”). foram emitidas as respectivas declarações. submetida em Maio de 2014. Contudo. S. 105 .279 euros. Neste sentido. por parte da Comissão Certificadora para os Incentivos Fiscais à I&D Empresarial (“Comissão Certificadora”). No período findo em 31 de Dezembro de 2013 foi publicada a Lei n. | 2014 Às subsidiárias sediadas em jurisdições estrangeiras aplica-se a legislação fiscal dos países em que desenvolvem as suas actividades. 196.

956) Imposto do período Tax a efectiv a de imposto 106 3.921.00 % (1.335) Outros (líquido) (241.026 Ajustamentos à colecta: Tributação autónoma (248.885 405.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A.354.200 (31.173.229) Rev ersão de ajustamentos em inv entários tributados e de perdas por imparidade tributadas (Notas 19 e 26) (520.471) Diferenças permanentes: Ajustamentos decorrentes da aplicação do justo v alor (não fiscalmente dedutív eis ou para além dos limites) 837.449) Tax a agregada de imposto (nominal + derrama municipal) Efeito no imposto do período 22.327 (42.889.00 % Efeito no imposto do período (86.729) (26.788.272) Diferenças temporárias: Redução de activ os (prejuízos fiscais reportados) Redução de passiv os (goodw ill e reserv as de reav aliação) Outros (líquido) 6.163) 375. S.096 Tax a nominal de imposto 23.961) Benefícios fiscais Acertos de liquidações 85.549.741 (331. no período findo em 31 de Dezembro de 2014.540 Correcções relativ as a períodos de tributação anteriores (Nota 30) 419.920) (411.027.50 % 5.621) Derramas (574. apresenta a seguinte composição: 2014 Resultados antes de impostos Tax a nominal de imposto Imposto esperado 8.283 Benefícios fiscais (120.221 23.49)% . | 2014 A reconciliação entre a taxa nominal e a taxa efectiva de imposto sobre o rendimento do período (Nota 39).

789.168 612.048) 1.468) 63.794.923 - - 54.987) 34.943) 1.No período findo em 31 de Dezembro de 2014.020) 1.040.061 442.391 Portugal 2014 2018 8.052) 203.141 (1.896.700 - (6.091 1.682.696 - (7.391 - 2.200 619.781 euros e 63.965 - - 70.009.968.562 - (147.690 32.911 249.073) - 2.923 - - - - 424.696 Reav aliações legais No final do período o Grupo procedeu à revisão dos prejuízos fiscais susceptíveis de recuperabilidade futura.356.300.184 Activ os por impostos diferidos: Prejuízos fiscais reportáv eis Anulação de margens internas Homogeneização de amortizações Incentiv os fiscais à inv estigação e desenv olv imento empresarial Passiv os por impostos diferidos: Goodw ill 70.554 Data limite de utilização Utilizável Não utilizável Total 107 .184 1.256.040.112.161 3.282 - 13.627 euro.649 - (28.456 249.968.794.410.073 - (424.080 (553.218 - (7.923 31-12-13 Saldo final Saldo inicial Aumento Rev ersão Saldo final (1.282 Moçambique 2014 2019 1. A data limite de utilização dos prejuízos fiscais existentes no período findo em 31 de Dezembro de 2014 é a apresentada no quadro que se segue: Jurisdição Período em que foram gerados Espanha 2007 2022 - 3.896.620 861.469 - (33. apresentando a seguinte composição: 31-12-14 Saldo inicial Aumento Rev ersão 1.393 Angola 2014 2017 13.272.420.700 71.518) 41.923) - 54.417 264.965 - (7.629 54.851.789.327 7.220.540 (1.456) 249.627 71.747.698) 71.909.469 Intangív eis 147.061 - (54.923.781 2.227 3.497 70.161 - 1.562 41.327 3.061 (32.562 - - 147.923.713 49.920. respectivamente.394 - (35.272. tendo sido reconhecidos impostos diferidos activos unicamente sobre estes.794.562) - 147.920. os activos por impostos diferidos e passivos por impostos diferidos ascendiam 1.180) 236.220.062.393 - 8.327 Moçambique 2013 2018 2.896.965 Reav aliações liv res 236.232.200 - 691.577) 2.069) 63.

por essa razão. | 2014 No período findo em 31 de Dezembro de 2013. em qualquer dos casos. em tempo útil. foram eliminados no processo de consolidação e. No período findo em 31 de Dezembro de 2014 não foram reconhecidas quaisquer perdas de imparidade relativamente a montantes devidos por partes relacionadas. podendo.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. não são divulgadas nesta nota. CGBA Subsidiária da SUMOL+COMPAL. O detalhe dos saldos e transacções entre o Grupo e outras partes relacionadas encontra-se divulgado adiante. António Rui Libório Frade Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. apoiado em pressupostos de projecção da actividade para os próximos anos.A. o Grupo não reconheceu impostos diferidos activos sobre prejuízos fiscais de sociedades nas quais não se estima. Os saldos e as transacções entre a SUMOL+COMPAL e as suas subsidiárias. 33. O montante de imposto diferido activo que não foi reconhecido ascende a 974. a ocorrência de lucros fiscais suficientes para assegurar a recuperabilidade do referido imposto. considerar descontos sobre o volume transaccionado e a natureza e especificidade das operações realizadas. a lista de partes relacionadas era a seguinte: Amélia Maria Brito Pires Eusébio Vogal do Conselho de Administração da Refrigor e da SUMOL+COMPAL. é convicção do Grupo que se irão gerar. PARTES RELACIONADAS A empresa-mãe da SUMOL+COMPAL. o Grupo não reconheceu o correspondente activo por imposto diferido. foram valorizadas. Por não ser possível estimar os impactes nas demonstrações financeiras. respectivamente. e as aquisições de bens e serviços a estas. 108 . a Autoridade Tributária e Aduaneira autorizou a dedução de cerca de 16 milhões de euros de prejuízos fiscais cuja utilização significará a revisão das declarações fiscais desde 2006. é a Refrigor (Nota 13).082 euros (prejuízos gerados em Espanha). aos preços praticados habitualmente pelo Grupo a partes não relacionadas e a preços de mercado. S. As vendas e as prestações de serviços efectuadas às partes relacionadas. Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. Os saldos existentes com as partes relacionadas não se encontram cobertos por seguros e serão liquidados em dinheiro. D2C Subsidiária da SUMOL+COMPAL. que coincide com a entidade controladora final. Considerando o plano estratégico do Grupo. com razoável segurança. Por outro lado. não tendo sido dadas ou recebidas quaisquer garantias. lucros tributáveis futuros suficientes para reverter os impostos diferidos activos decorrentes de prejuízos fiscais. António Sérgio Brito Pires Eusébio Presidente do Conselho de Administração da Refrigor e da SUMOL+COMPAL. Em 31 de Dezembro de 2014. que são partes relacionadas da Empresa.

S+Ci Subsidiária da SUMOL+COMPAL. freguesia de Carnaxide. a que a seguir se descreve: Entre o Grupo e a Eufiger A Eufiger arrenda à SUMOL+COMPAL e à S+Cm parte do Edifício Vértice. sito na Portela de Carnaxide. S+Cmz Subsidiária da SUMOL+COMPAL. João António Brito Pires Eusébio Vogal do Conselho de Administração da Refrigor e da SUMOL+COMPAL. freguesia de Carnaxide. José Tomaz Júdice Gamito Pires Vogal do Conselho de Administração da Refrigor e da SUMOL+COMPAL. S+Cao Subsidiária da SUMOL+COMPAL. concelho de Oeiras. Entre o Grupo e a Frildo A Frildo arrenda à SUMOL+COMPAL e à S+Cm parte do Edifício Frildo. A natureza dos relacionamentos existentes entre as partes relacionadas acima divulgadas era. S. Refrigor Empresa-mãe da SUMOL+COMPAL. Madibel – sociedade em liquidação Subsidiária da Refrigor. | 2014 Eufiger A maioria dos administradores da Eufiger integra o Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. S+Ca Subsidiária da SUMOL+COMPAL. Entre a entidade relatora e a Refrigor A Refrigor mantém as seguintes relações comerciais significativas com a SUMOL+COMPAL: 109 . concelho de Oeiras. Servicom Subsidiária da SUMOL+COMPAL. S+Cm Subsidiária da SUMOL+COMPAL.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. José Manuel Doutel Jordão Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. em 31 de Dezembro de 2014.A. Frildo Todos os gerentes da Frildo integram o Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. S+C Angola Subsidiária da SUMOL+COMPAL. sito na Portela de Carnaxide. WWC Subsidiária da SUMOL+COMPAL.

752 (262.A.138 1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.233 32.251 289.405 (200.710 euros a título da prestação de serviços de utilização parcial das instalações do Edifício Sede. em 30 de Dezembro de 2008.517 (245) (191.928) 302 2. Rend. Outras informações Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. os saldos mais significativos existentes com partes relacionadas eram os a seguir apresentados: Saldos 31-12-14 31-12-13 C/C Associadas C/C Associadas Clientes Fornec.348) As transacções mais significativas efectuadas com partes relacionadas durante os períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 foram as seguintes: Transacções Empresa-mãe da entidade Subsidiárias da empresa-mãe da entidade Outras partes relacionadas 2014 2013 Gastos operac.581 euros como contrapartida de compromissos assumidos no âmbito dos contractos de engarrafamento e distribuição de várias marcas. a remuneração dos administradores e outro pessoal chave da gerência apresentava a seguinte composição: 31-12-14 Benefícios de curto prazo 31-12-13 1.269.227) 32.432 (73.867 1. acompanharam assuntos jurídicos estratégicos. Gastos Rend. Gastos operac. financ. financ.599.831. iii. pressupõem a manutenção de uma participação accionista de controlo por parte da Refrigor.599. assumiram a coordenação e o acompanhamento da actividade do Gabinete de Auditoria Interna.012 1. e Seven-UP Internacional. A receber A pagar Empresa-mãe da entidade Subsidiárias da empresa-mãe da entidade Outras partes relacionadas 3. Rend.128 (200. e participaram em actividades de representação institucional.411 34. | 2014 i.470 1.704 488. participaram em projectos de natureza estratégica.393) 55.138 Nos períodos findos em 31 Dezembro de 2014 e 2013. Rend.251 288.146) 32. nomeadamente.469.822 (114.937 - 1. S.867 1. Estes. reuniram-se no âmbito do comité da auditoria interna.178 1.928) 9.348) 302 421 56.272 (187.773 - - - - - - - - - 704.517 803 (189. representaram a Empresa no Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (IBET).166) 42. acompanharam temas relacionados com a utilização do Edifício Sede.820 - 483 - 2. ii.215.075 1.687.670 euros como contrapartida de garantias prestadas no âmbito do contrato de financiamento celebrado com a CGD e o BES (actual Novo Banco). Gastos financ.269. entre a SUMOL+COMPAL e as sociedades PepsiCo Inc. em vigor.198. 110 . que é propriedade da Refrigor.536. financ.357 11.833 1.469. ACTIVIDADE DESENVOLVIDA PELOS ADMINISTRADORES NÃO EXECUTIVOS Neste novo mandato os administradores não executivos deram continuidade às actividades desenvolvidas anteriormente. operac. a Sociedade pagou à Refrigor 1.650 1. A receber A pagar Clientes Fornec.264.215.256 - 34. recebeu a quantia de 673.163 (114. operac.066 48.390 32.537 1. recebeu a quantia de 541.066 49.756) 9. 1.

| 2014 No âmbito das Reuniões do Conselho de Administração (“RCA”). estiveram presentes em seminários dedicados a temas relevantes para o negócio. maioritariamente COMPAL. nas instalações da SUMOL+COMPAL. Foram ainda realizadas reuniões em diferentes instalações da SUMOL+COMPAL com a presença de alguns destes administradores e gestores da Empresa. repartido por 17 marcas. 35. Foram também promovidos pequenos-almoços de trabalho. a adopção de uma gestão optimizada e a descentralização de alguns apoios. Pombal. a par da promoção hábitos alimentares saudáveis.A. S. demos continuidade ao apoio à Fundação da Juventude e à Fundação Marquês de Pombal. Tendo por objectivo optimizar a gestão de donativos do produto com valor social – produto cujo prazo disponível para consumo é inferior a um terço do respectivo prazo de validade – em 2014 foram introduzidas melhorias no processo. Encerrámos o ano com a entrega de 530 mil litros de produto com valor social. suprir as carências alimentares de alunos que frequentam as escolas públicas. Em 2014 renovámos o apoio protocolar com o Ministério da Educação através do Programa Escolar de Reforço Alimentar (“PERA”) que visa. visitaram zonas do mercado nacional e de alguns mercados internacionais. instituições que promovem a integração das crianças e jovens tanto na vida profissional activa. célere e participativa a nossa relação de cooperação com a comunidade. Durante 2014. valorizado em cerca de 380 mil euros. o plano operacional. Nas RCA efectuaram também o acompanhamento da evolução dos negócios. Integrámos de forma regular o Projeto Café Memória. Vila Flor. tem por missão contribuir para a melhoria da qualidade de vida e redução do isolamento social. tornando mais eficiente. a SUMOL+COMPAL em 2014 deu continuidade ao seu plano de acção rumo ao desenvolvimento sustentável. RESPONSABILIDADE SOCIAL Capital social: a SUMOL+COMPAL e a comunidade Tendo como objectivo estratégico contribuir para a sustentabilidade económica. entre os administradores não executivos e alguns gestores da Empresa para melhorar o conhecimento profissional e pessoal entre os mesmos. o orçamento e os documentos de prestação de contas. disponibilizando donativos com produtos das marcas COMPAL e UM BONGO. como na integração social e comunitária. em três eixos de actuação: redução do impacte ambiental da sua actividade. No âmbito do acompanhamento da actividade operacional da Empresa estes administradores visitaram as fábricas em Portugal e os maiores centros de distribuição em Portugal e em Angola. SEVEN UP e GUARANÁ ANTARCTICA. Face ao ano anterior. que conta com a participação de mais parceiros. os administradores não executivos estiveram envolvidos em análises e decisões sobre matérias de gestão não corrente. Oeiras e Faro. sem a presença de qualquer membro da Comissão Executiva. a quantidade de produto com valor social decresceu significativamente. SUMOL. da Associação Alzheimer Portugal em parceira com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. social e ambiental. No entanto. destinadas a pessoas com 111 . os administradores não executivos reuniram-se sete vezes. tendo sido revisitados e alinhados todos os critérios de apoio. cultural e educativo e afins. Gouveia. Este projecto. foi doado ao abrigo da lei do mecenato a 438 entidades com carácter social. através da realização de sessões. promoção de estilos de vida saudáveis e cooperação com a comunidade local. Leiria. desportivo. o plano estratégico. tais como. tornou possível chegar a um maior número de entidades. distribuídas pelos concelhos prioritários de Póvoa de Varzim.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Este produto. Almeirim. Na qualidade de fundadores. visitaram feiras alimentares e participaram em eventos promovidos pelo Grupo.

e social. que. experiencias e tendências. aponta diretrizes para o caminho que as empresas devem percorrer até 2050 rumo ao desenvolvimento sustentável. englobou. a partilha de experiências e a sensibilização da comunidade para a doença. Na 7ª edição do Greenfest. nas vertentes económica. em 2014. Em parceria com a Câmara Municipal de Oeiras e a Associação Prevenir.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Oeiras e Vila Flor. iniciou a redução da sua pegada ecológica na realização da 6ª edição do SUMOL Summer Fest.000 kg de plástico e 220 kg de cartão. em 5 escolas diferentes do concelho. a SUMOL+COMPAL garantiu. A Eco Acção consistiu na realização de sessões de formação e sensibilização ambiental aos responsáveis pela gestão de resíduos e clientes com pontos de venda no recinto do festival e. corridas que são grandes eventos desportivos nas comunidades locais. tutela da FICASE – Fundação Cabo-Verdiana de Acção Social Escolar – que tem como objectivo apoiar as famílias 112 . O resultado final foi um recinto surpreendentemente mais limpo e a recolha de 5 mil copos que se traduzem em 3. o projeto Café Memória realizou 71 sessões. 239 alunos de 5 escolas diferentes e contou com uma taxa de sucesso superior a 80%. o Ericeira Camping e o promotor do festival. a recompensa com uma foto original a todos os fãs que entregassem 10 copos de plástico ou de cartão para a reciclagem. palco do maior festival de sustentabilidade realizado em Portugal. através do apoio a eventos desportivos. numa plataforma de partilha de ideias. com cerca de 530 participantes e 145 voluntários. numa atitude positiva e diferenciadora. tendo concretizado o seu apoio financeiro à Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrófica. este ano voltámos a promover em Almeirim. para posterior reciclagem. | 2014 problemas de memória e demência. Em parceria com a EDP. Por mais um ano consecutivo. demos a conhecer. Na qualidade de membros do BCSD Portugal – Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável –. S. ambiental. promovemos a recolha bianual de sangue através da Associação de Dadores de Sangue de Queijas. Alinhada com o intento estratégico de internacionalização e o reforço de posições de destaque no continente africano. continuámos envolvidos na participação no programa da Acção 2020. as praias da Foz do Lizandro e de Ribeira de Ilhas também beneficiaram de acções de remoção de lixo e limpeza do areal. De Abril de 2013 a Dezembro de 2014. a continuidade do Programa “Eu Passo…” a alunos dos 7º e 8º anos. a realização da 10º Edição da Campanha Nacional de Kits Escolares. O ano de 2014 foi pautado por uma onda de solidariedade com um desafio intitulado Ice Bucket. que este ano contou com uma acção de sensibilização de recolha de medula óssea para o bebé Salvador. de hábitos de vida saudável e prevenção de comportamentos de risco através do aumento da participação e envolvimento da família na escola e na rede de recursos comunitários. por mais um ano lectivo. A promoção da prática de estilos de vida saudáveis. em particular nas comunidades onde estamos inseridos ou como forma de reconhecer a preferência pelas nossas marcas no mercado. o processo de reciclagem do cartão laminado e a origem sustentável do cartão através da certificação FSC (Forest Stewardship Council). é um dos pilares da nossa política de Sustentabilidade. Como tal. no qual era eleita uma entidade de carácter social para fazer um apoio a uma causa. temos vindo a participar activamente no grupo da Água e do Sector Agroalimentar. Empenhados em contribuir para o desenvolvimento de uma sociedade mais sustentável e com maior responsabilidade ambiental. Nos grupos de trabalho do BCSD Portugal. por mais um ano. em parceria com a Tetra Pak. a SUMOL+COMPAL apostou num maior envolvimento social nestes países. garantimos.A. respetivos familiares e cuidadores. Dando continuidade ao programa de apoio social em Cabo Verde. A SUMOL+COMPAL foi nomeada e aceitou o desafio. a SUMOL+COMPAL. a nossa preocupação com o futuro comunicando o lado mais sustentável da embalagem Tetra. em parceria com a Câmara Municipal de Mafra. que visa a promoção de competências psicossociais. Este programa. em articulação com os decisores públicos.

foi obtida na unidade industrial de Pombal a renovação do Registo EMAS. O resultado global cifrou-se em 15 toneladas de produtos alimentares que foram entregues em Luanda a populações carenciadas. | 2014 menos favorecidas na educação dos seus filhos. Face ao bom e consolidado desempenho ambiental na unidade industrial de Gouveia. Anualmente. quer a nível nutricional como de formação escolar das crianças em São Tomé e Príncipe. No entanto. Capital natural: a SUMOL+COMPAL e o planeta Contribuir para o desenvolvimento sustentável. Numa aposta de desenvolvimento. e a apostar numa gestão racional e sustentada dos recursos. Consciente das suas responsabilidades. Considerando a tipologia de actividade industrial SUMOL+COMPAL. tendo a distribuição deste material decorrido na Escola Mãe Clara. tendo como objectivo a melhoria do desempenho ambiental. continuaremos a investir nos processos. iniciámos este ano um apoio social com a entrega de 1. com o processamento agro-industrial. promovendo a igualdade no acesso e sucesso escolar desses alunos. sendo a água um recurso escasso e finito a preservar. é um dos objectivos estratégicos da política de sustentabilidade da SUMOL+COMPAL. podemos afirmar que este rácio é um valor de referência do sector. foi definida a implementação da ISO 14001 em 2015 para se garantir a certificação do Sistema de Gestão Ambiental em 2016. com o objectivo de proporcionar às crianças daquela comunidade um local condigno de aprendizagem e mais adequado às suas necessidades. 113 . Recursos naturais – Água e energia Em 2014. que resultou numa refeição de solidariedade para os jovens e os “sem-abrigo” na cidade de Maputo. O Projecto LET’S CONTINUE TO GIVE apela à solidariedade contínua e duradoura. estando no entanto coerente e alinhado com os volumes de produção das unidades industriais. efectuou um donativo repartido pelas marcas SUMOL. Organizado pela Associação Pequenos Gestos Moçambique.A. minimizando o impacte ambiental da sua actividade.35 litros água por litro de bebida. mais uma vez. o que representa um ligeiro acréscimo face ao ano anterior. próxima da fábrica de Boane. Com uma presença cada vez mais forte no território angolano. Em Moçambique. como retribuição dos benefícios gerados.000 kits de material escolar. em 2014. para a água e para o ar inerentes à sua actividade industrial. como forma de respeito e preservação do planeta Terra. a Empresa tem vindo continuamente a adoptar boas práticas ambientais. sendo uma forma de as empresas que exportam para Angola contribuírem para esta sociedade.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. foram globalmente cumpridas as obrigações legais nas instalações da SUMOL+COMPAL e. demos os primeiros passos para o projecto de recuperação da Escola Primária 3 de Fevereiro. UM BONGO e COMPAL e COMPAL DA HORTA. o rácio médio de consumo de água foi de 5. S. Este compromisso assenta essencialmente na prevenção e preocupação respeitante à redução dos consumos de água e de energia.000 crianças. em Santa Catarina. juntamente com outras empresas do sector agro-alimentar. a SUMOL+COMPAL aliou-se a esta causa e. à gestão cuidadosa dos resíduos e emissões poluentes para o solo. nomeadamente através da redução do consumo de água e energia nas suas instalações industriais. este apoio traduz-se na entrega de material e manuais escolares para 2. bem como na prevenção da poluição com o compromisso de promover um desempenho ambientalmente responsável. em particular a exercida na unidade industrial de Almeirim. a marca GUD voltou a apoiar o Natal de Rua. A análise e acompanhamento dos indicadores de desempenho ambiental permite-nos afirmar que. nos equipamentos e nos comportamentos com vista à melhoria do desempenho hídrico.

que garante a proveniência do cartão de uma origem natural e sustentável. a unidade de Almeirim terminou o ano com um saldo global de 11. para o período 2013-2020. tanto a nível nacional como internacional.273 licenças de emissão que transitou do ano anterior. em 2014 tivemos uma redução de 4% face ao ano anterior. garante o cumprimento da gestão ambientalmente correcta destes resíduos. Podemos afirmar que o desempenho energético das unidades industriais da SUMOL+COMPAL é um bom valor de referência. o que significa uma redução de 1% devido à optimização e racionalização de consumo energético nas instalações industriais. obter 100% de embalagens de cartão laminado com a certificação FSC. foi atingido o melhor desempenho neste indicador. à eficiência destas utilizações em termos energéticos. com a Tetra Pak. após terem sido deduzidas as licenças correspondentes às emissões de GEE verificadas em 2014. decorrente do projecto de centralização e optimização da gestão operacional de resíduos. Tendo em conta as 5. A SUMOL+COMPAL pagou à Sociedade Ponto Verde (SPV) 1. O consumo dos combustíveis fósseis é maioritariamente devido aos processos de combustão para gerar a energia eléctrica e térmica necessária às actividades industriais produtivas e auxiliares e. tendo como referência os factores de emissão previstos na legislação aplicável. tendo-se atingido 98. A contínua aposta nas fontes de energia renováveis para o fornecimento de electricidade.496 licenças de emissão atribuídas em 2014. Ao nível da ecoeficiência das embalagens foi possível. Considerando que os volumes de produção se têm mantidos estáveis ao longo dos últimos anos e que a nossa política de racionalização energética segue um caminho de optimização e melhoria contínua. através a entidade gestora AMB3e.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Resíduos e embalagens ecoeficientes Em 2014. em particular. tem sido um dos contributos para a redução das emissões de gases com efeito de estufa. A única instalação do Grupo abrangida pelo CELE é a Fábrica de Almeirim já que a sua capacidade térmica instalada é superior a 20 MWt. No âmbito dos compromissos assumidos pela UE no Protocolo de Quioto e de forma a dar cumprimento ao objectivo de reduzir as emissões de GEE (Nota 37).936 licenças de emissão a favor da SUMOL+COMPAL. S. 114 .9% de reciclagem de resíduos nas unidades industriais da SUMOL+COMPAL.6 milhões de euros para a gestão dos resíduos de embalagens colocadas no mercado português no ano de 2014.022 tep/tonelada de produto acabado.A. concluímos que em cada ano o investimento e custo para introduzir novas Melhores Técnicas Disponíveis (“MTDs”) é cada vez mais elevado para conseguirmos atingir reduções significativas de rácios de consumo energético. verificou-se uma ligeira melhoria do desempenho global energético com um rácio de 0. Emissões – Solo e atmosfera Tendo em consideração as emissões de gases com efeito de estufa (“GEE”) que estão exclusivamente associadas ao consumo de energia directa e indirecta da actividade industrial. Face ao ano anterior. a SUMOL+COMPAL aderiu à ANREE – Associação Nacional para Registo dos Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (“EEEs”) que. foi criado o Comércio Europeu de Licenças de Emissão (“CELE”) que se encontra em vigor desde 2005. | 2014 O consumo directo e indirecto de energia primária em 2014 totalizou 8.971 toneladas equivalentes de petróleo (“tep”). as quais poderão ser utilizadas ou transaccionadas em bolsa. Em 2014. e considerando o banking de 14. Uma parte significativa destas emissões é neutralizada pela captura de dióxido de carbono (“CO2“) ao abrigo do programa de reflorestação da ÁGUA SERRA DA ESTRELA.

279 225.733 10.406 euros foram prestadas no contexto de Despacho resultante de inquérito judicial de natureza tributária de que a S+Cm foi notificada.964 14. Ao longo dos já muitos anos deste programa a marca ÁGUA SERRA DA ESTRELA já plantou mais de 1.279 3.731 99. remontando os factos em causa a 2006 e relacionando-se com benefícios fiscais concedidos no âmbito da fusão por incorporação da sociedade Compal na sociedade Inbepor. A acusação dirigida à S+Cm.000 4. | 2014 Biodiversidade O programa de reflorestação da nossa marca ÁGUA SERRA DA ESTRELA continua a assegurar a plantação de árvores nas serras portuguesas. contribuindo assim para promover e valorizar a biodiversidade e dar um melhor contributo à sustentabilidade ambiental do nosso negócio. Acções representativas do capital social das sociedades SUMOL+COMPAL e S+Cm.680 3. no montante global de 318. CONTINGÊNCIAS Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.418 7.000 20.036 204.940 204.500 6. Marcas de propriedade da sociedade S+Cm.253 14.000 450.000 6.261 7.3 milhões de árvores.406 4.964 10.860. decorre da circunstância desta ter incorporado em 2008 a sociedade resultante da fusão de 2006.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. ii. pertencentes à SUMOL+COMPAL.165 26.036 112.807. o valor das garantias emitidas a favor de terceiros tinha a seguinte composição: Beneficiário Instituição Autoridade Tributária e Aduaneira BCP/CGD/NB CGD/NB Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo Agência para o Inv estimento e Comércio Ex terno de Portugal 2º Juízo Cív el do Tribunal de Santarém Imopólis Direcção de Serv iços de Reembolso do Imposto sobre o Valor Acrescentado Câmara Municipal de Sintra Tetra Pak Tribunal do Trabalho de Coimbra Ministério da Administração Interna Ministério da Economia (Instituto Geológico) Fundação Inatel Autoridade para as Condições do Trabalho de Setúbal Agência Portuguesa do Ambiente Suomn Palautuspallaus Oy Metrocom Agência Portuguesa do Ambiente Tribunal do Trabalho de Lisboa Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social Comissão de Coordenação e Desenv olv imento Regional do Norte NB NB BCP BCP BCP BCP BCP BCP BCP BCP BCP BCP NB BCP BCP BCP NB BCP 31-12-14 31-12-13 14. 36. através da compensação das emissões para a atmosfera e da redução da nossa pegada de carbono. tendo sido judicialmente impugnada no Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra e encontrando-se o processo a evoluir de acordo com os trâmites legais aplicáveis aos casos desta natureza.406 14.799.704 2.000 211.807.116. 115 . relativa a eventual burla tributária. No âmbito do contrato de financiamento celebrado com a CGD e o Novo Banco em 30 de Dezembro de 2008.299. actualmente ao abrigo da parceria da SUMOL+COMPAL com a cadeia IKEA.6 milhões de euros.731 112.940 211.581 24.760 99. foram prestadas as seguintes garantias reais: i. S.706 As garantias que totalizam 14.375 25.760 44.A.500 3.704 56.807.733 10.165 44.658 19.500 2.860 5.

374 licenças de emissão de GEE por ano. iv. 37. Imóvel de propriedade da S+Cmz (Boane). de 5 de Fevereiro. tendo esta sido transposta para a legislação nacional através do DL n. Gouveia. 9. enquadrando e definindo as regras do CELE para o período 2013/2020. a propósito. 2011.622.º 2009/29/CE de 23 de Abril. Estas licenças podiam ser transaccionadas em mercados estabelecidos para o efeito (mercado do carbono). As alterações introduzidas implicam que a atribuição gratuita de licenças será efectuada em função do benchmark definido para cada sector. Entretanto a anterior Directiva foi alterada pela “Nova Directiva CELE” (como é conhecida). 10. em seguida. 2009. S.003 tCO 2. Equipamento industrial de propriedade da S+Cm (Almeirim. ii. Imóveis de propriedade das sociedades SUMOL+COMPAL e S+Cm. v.º 233/2004. iii.941. de 14 de Dezembro. diminuindo gradualmente de 80% em 2013 para 30% em 2020.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. por fusão) 13. garantia da possibilidade de banking de licenças (transferência de licenças para o novo período).022 licenças para 2013 e 5. 11. a S+Cm realizou as seguintes transacções de licenças: 116 . Foram introduzidas algumas alterações no CELE durante este novo período de oito anos que termina em 2020. 2010. O CELE foi inicialmente criado pela Directiva n.590. a Directiva n.384. prestaram-se as seguintes garantias reais: i. pelo que os operadores terão de adquirir licenças no mercado ou em leilões. O número de emissões verificadas no decurso de 2008.496 para 2014. A única instalação do Grupo abrangida pelo CELE é a Fábrica de Almeirim já que a sua capacidade térmica instalada é superior a 20 MWt. o qual foi posteriormente alterado de forma a enquadrar legalmente o período 2005-2008 e. A atribuição gratuita para este período iniciou-se em Junho de 2011. do Parlamento Europeu e do Conselho. | 2014 iii. centralização das decisões na Comissão Europeia. 7. inclusão de novos sectores e de novos GEE para além do CO 2. tendo sido transposta para a legislação nacional pelo DL n. ii. 10.º 2836/2008.º 38/2013. o período 2008/2012.º 2003/87/CE de 13 de Outubro. MATÉRIAS AMBIENTAIS Tal como mencionado na Nota 35. foi criado o CELE que se encontra em vigor desde 2005. 2012 e 2013 foi de. tal como publicado no Despacho n. do Parlamento Europeu. de acordo com as regras normais do mesmo. alteração da metodologia de atribuição de licenças. iv. respectivamente. Refira-se.A. Para o período 2008/2012 tinham sido atribuídas gratuitamente à S+Cm (sociedade na qual a ex-Compal foi incorporada. No período findo em 31 de Dezembro de 2010.060 e 7. que uma licença de emissão corresponde a uma tonelada de CO2 (“tCO2”). das quais se destacam as seguintes: i. Relativamente ao financiamento contratado com o Banco Único em Moçambique. introdução de novos critérios para avaliação da inclusão no CELE. tendo sido atribuídas à S+Cm 6. Pombal e Vila Flor). no âmbito dos compromissos assumidos pela UE no Protocolo de Quioto e de forma a dar cumprimento ao objectivo de reduzir as emissões de GEE. Equipamentos de propriedade da S+Cmz (Boane). de 15 de Março.

Em 12 de Fevereiro de 2015. Verificaram-se. estando os respectivos produtos e/ou serviços vendidos/prestados caracterizados junto a cada um deles: 117 . ii. 2 de Junho de 2003. valor inferior ao preço médio esperado para o período 2013/2020. aproximadamente. tendo passado a financiar um plano de contribuição definida. através dos quais a gestão da SUMOL+COMPAL acompanha a evolução do negócio.374 licenças atribuídas por ano e considerando ambas as transacções acima identificadas. Desde então que se encontram identificados os seguintes segmentos operacionais.37 euros por licença.A. o período 2008/2013 terminou com o saldo positivo de 13. O fundo de pensões foi constituído por escritura pública de 29 de Dezembro de 1988 e o Contrato Constitutivo foi alterado em 22 de Dezembro de 1999. SEGMENTOS OPERACIONAIS A principal informação financeira relativa aos segmentos operacionais existentes nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 é a que se apresenta nas páginas seguintes. 23 de Março de 2009. Em 2013 a SUMOL+COMPAL adoptou uma organização assente em unidades de mercado baseada na divisão geográfica no sentido de dar resposta aos objectivos estratégicos definidos. S. 9 de Abril de 2010 e 16 de Janeiro de 2014. Em 2012 o preço médio foi de 7.42 euros por licença. é de esperar um excesso de 11. | 2014 i. a hipótese de venda do excesso não foi considerada pois a crise mundial e a existência de um elevado excesso de licenças no mercado causou uma descida do preço comparativamente aos anos anteriores. venda de 9. com o objectivo de garantir o pagamento de pensões de reforma por velhice. 22 de Dezembro de 2004.852 tCO2. invalidez e de sobrevivência a empregados reformados. 38. pelo que as 11.292 licenças de emissão a favor da S+Cm. foram anuladas no processo de consolidação. compra de 6. óbito e velhice).000 licenças European Emission Allowances (EUA 2008/2012) ao preço unitário de 15. ocorreram 16 no âmbito dos quais foram remidos cerca de 96 milhares de euros em capital e utilizados. Considerando que não foram realizadas quaisquer transacções de compra ou venda de licenças. Durante o período findo em 31 de Dezembro de 2014 não foram realizadas contribuições. As transacções intersegmentais.000 licenças Certified Emission Reduction (CER) ao preço unitário de 14. em especial no desafio de internacionalização e de desenvolvimento das suas marcas em alguns mercados externos. Os beneficiários são os empregados e administradores que façam parte do quadro permanente e que tenham completado mais de cinco anos consecutivos de serviço nas empresas associadas daquele fundo. Dada a conjuntura económica.936 licenças em carteira correspondiam a uma mais-valia potencial de 87.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. a cotação de fecho das licenças EUA era de 7. cinquenta e cinco transferências para outros planos correspondentes a igual número de saídas de colaboradores. Tendo em conta as 13. Embora ainda a aguardar verificação oficial. 258 milhares de euros para aquisição de rendas vitalícias imediatas.20 euros. contudo e no valor total de 86 milhares de euros.65 euros. Relativamente a reembolsos (invalidez.968 euros. ocorridas naqueles períodos. 39.936 licenças que poderá ser mantido em carteira ou transaccionado em bolsa. PLANO DE PENSÕES No Grupo existe um fundo de pensões constituído de forma voluntária e graciosa. estima-se que em 2014 tenham sido emitidas 6.

| 2014 Portugal e Espanha Vende bebidas de alta rotação com e sem gás. 118 . África e Médio Oriente Vende bebidas de alta rotação com e sem gás. de compras.A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. vegetais e derivados de tomate para os mercados africano e médio oriental. vegetais e derivados de tomate para os mercados americano e asiático. Imobiliário e franchising Vende unidades de marca de refrigerantes e arrenda instalações. Serviços partilhados Presta serviços partilhados de recursos humanos. S. prestando também serviços de enchimento para o mercado doméstico. de tecnologias de informação e administrativos e financeiros. de auditoria interna. América e Ásia Vende bebidas de alta rotação com e sem gás. de controlo de gestão. Europa Vende bebidas de alta rotação com e sem gás. vegetais e derivados de tomate para os mercados nacional e espanhol. vegetais e derivados de tomate para o mercado europeu.

759.610 598.047 51.037 1.730.546.042 - - - - 7.211.534) - (507.094.978.671 - 89.171) 329.615 3.924.981) (771.818.275 463.639.703.481.434) (4.292.224.724 34.081.498) (2.700 2.197) (7.966.707 132.213 171.820 (8.101 - - 260.660 7.146 123.502 - - 463.982) 14.876.060.632 6.699.966.818.926 (64.931 116.804.981 396.628 192.552 Passivos 280.178) (19.130 Outros rendimentos externos - - - - 1.574) 27.825) (3.092.784 6.339 165.732 12.444.285) (140.482 3.023.127 285.148 - 309.732 12.322 344 7.339 984.598 8.370 - Operacionais 29.451 95.060 71.181.196 20.772 386.385.059 - - 266.149 - 10.104.207) - - (343.454 4.842.798.656) (7.237.638 2.060 71.970 263. intangível e tangível Investimentos financeiros Inventários Outros 43.976) 401.229.559.395 1.812.881 Activos: Goodwill.927 16.459) (6.522) - - 12.272.259 2.126.686.227) (193.000.588.638 16.426 3.754 1.740) - 221.557) Outras informações: Perdas de imparidade Reversões de perdas de imparidade 119 .777.828.926.578 145.100.522.903.262) 322.527 3.611 565.836.825.788) Impostos sobre lucros Líquidos 4.037 (11.505.256 405.527 3.410) 31.595 4.009 Financeiros (11.693 (21.730.531.120) 69.462 (42.063 1.613 1.309.555 37.596) 11.662.341.455.661 648 1.720 18.723 - 12.708.697.357) - (24.574 83.327 22.126.392 24.315 23.029 21.870 (133.589.522.826 6.069 413.884.156 3.703.288) (321.844 (61.A.814) 625.163.450 Depreciações 7.236.678 54.541.572.058.237.947) (2.539.146.291 Totais 382.807 2.057 20.382 (20.318.549.072.122 1.567 3.559) 129.589 (15.851.375 4.390 Dispêndio de capital fixo 5.193 (796.028.790.524.004.325.146.477.138.626 51.726 43.328.074.861 - - Vendas e prestações de serviços intersegmentais - - - - 15.548 313.795.527.018.754.601.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.998 5.591.023.086.057) (646.691.776 989.591 (18.034 23.328 8.861 23.786 247.346 11.560.706.910 (75.214. S.038.319 Vendas e prestações de serviços externos Outros rendimentos intersegmentais Totais Resultados: 1.063 2.640 356.907 16.464.392 - (23. | 2014 Portugal e Espanha Europa América e Ásia África e M.Oriente Imobiliário e franchising Serviços partilhados Todos os outros Eliminações Total 31-12-2014 Réditos e outros rendimentos: 221.

845 4.572 11.272.161.004) Líquidos 10.818 19.404.033.444.209.211 1.003) 564.403.736 15.389.707 644.683.398 1.781.663 637.818 - - - 8.193 94.300) - Outros rendimentos externos - - - - 798 - 10.896 130.533.498 113.353.132.644.918.014 514.350 (61.794.881 Dispêndio de capital fixo 5.634 1.964 3.962) Activos: Goodwill.923) (383.075.022.925.740.587 6.066 - 10.175.083 44.580) (667.698.087 184.463 133.984.712 - - 1.560 1.050.709) 28.448.751) (627.781.126 (227.066 (28.058) 28.714 196.514.921.866 (6.257) (94.054 365.913.815 146.309 1.059.866) 312.819.920.115.A.365 435.302 8.761.822.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.565.375 58.026 33.626 3.781.856) Totais 301.633.049) 1.763 (23.316 4.455 283.330.592.443.174.705 Inventários 16.124.713 2.565 78.462 24.140 1.420 1.027.693 469.248.904 (15.365.385.517.662.866) (3.208.034.534) 14.601.557 1.878 21.970 33.428 71.609 2.187 290.549 603.443 1.520 Vendas e prestações de serviços intersegmentais - - - - 16.072 (109. | 2014 Portugal e Espanha Europa América e Ásia África e M.864 Outros rendimentos intersegmentais - - - - 3.200 Passivos 278.418 8.534 11.418.828 Operacionais 23.662 1.365.936) (24.326.207 848.290 2.870 378.224 331.618.762 20.909 763.703) 24.329.329.594) - - (98.655 6.526) (3.376) - - (40.772 - 2.209.086 - - (3.412) (1.952.177 3.795 Depreciações 6.692.633 39.747) (509.Oriente Imobiliário e franchising Serviços partilhados Todos os outros Eliminações Total 31-12-2013 Réditos e outros rendimentos: Vendas e prestações de serviços externos 215.004 (859.280.010 Totais 364.847 72.882 - (24.681) 4.234.081) (11.882 10.347.794.240.132.964 Resultados: (11.701 1.570.109.574.418) 66.286) (2.090 (126.361.298 - - 23.990 Outros 55.006 48.112.517.269.432 (686.658.733.863) (187.626 3.841) 433.200.916.563 1.328) Impostos sobre lucros (1.512.190 (78.916.801 1.572 11.183 (5.787 41.403.278 41.105. S.635.877) (4.986 3.331.325.047 Financeiros (20.372.636 6. intangível e tangível Investimentos financeiros Outras informações: Perdas de imparidade Reversões de perdas de imparidade 120 .200.641 99.428 71.805 260.569) 66.580.581 2.610.089 15.030 123.086) - 215.625.631 - 8.495 2.540.

implicassem divulgação ou ajustamentos às referidas demonstrações financeiras consolidadas. básicos e diluídos. de acordo com o disposto na IAS 10 – “Acontecimentos após a data de balanço”. 41. | 2014 40. RESULTADOS POR ACÇÃO Os resultados por acção. S. à data da autorização para emissão das demonstrações financeiras (Nota 43). IFRS 12 e IAS 27 20-11-2013 01-01-2014 Emendas à IAS 39 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração 19-12-2013 01-01-2014 Emendascom à IAS 36de Imparidade de Activ aos31 de Dezembro de 2014: Normas data eficácia posterior 41627 Ciclo anual de melhorias 2011-2013 41640 18-12-2014 01-01-2015 42. sendo opinião deste órgão que as mesmas reflectem de forma verdadeira e apropriada as operações do Grupo. interpretações.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. NORMAS APROVADAS NO PERÍODO E NORMAS COM EFICÁCIA POSTERIOR As normas. emendas e melhorias com eficácia no período findo em 31 de Dezembro de 2014 ou que. foram calculados dividindo o resultado líquido consolidado com os interesses não controlados pelo número médio de acções em circulação durante os períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.Instrumentos financeiros 13-12-2012 01-01-2014 Emendas à IFRS 10. bem como os fluxos de caixa e a posição e o desempenho financeiro. 43.A. ACONTECIMENTOS APÓS A DATA DO BALANÇO Entre 1 de Janeiro de 2015 e a data da autorização para a emissão das demonstrações financeiras consolidadas (Nota 43) não ocorreram eventos materialmente relevantes que. DATA DE AUTORIZAÇÃO PARA EMISSÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS As demonstrações financeiras consolidadas foram autorizadas para emissão pelo Conselho de Administração em 26 de Fevereiro de 2015. O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS Fernando Pereira da Cruz O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO 121 . se encontravam aprovadas e com eficácia no período anual com início posterior a 31 de Dezembro de 2014 são as seguintes: Normas aprovadas pela UE Aprovação Eficácia Normas com data de eficácia no período findo em 31 de Dezembro de 2014: IFRS 10 – Demonstrações Financeiras Consolidadas 11-12-2012 01-01-2014 IFRS 11 – Acordos conjuntos 11-12-2012 01-01-2014 IFRS 12 – Div ulgação de Interesses em Entidades 11-12-2012 01-01-2014 IAS 27 – Demonstrações Financeiras Separadas 11-12-2012 01-01-2014 IAS 28 – Inv estimentos em Associadas e Empreendimentos Conjuntos 11-12-2012 01-01-2014 Emendas à IAS 32 .

.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

PARTE I - INFORMAÇÃO SOBRE ESTRUTURA ACCIONISTA, ORGANIZAÇÃO E
GOVERNO DA SOCIEDADE
A. Estrutura Accionista
B. Órgãos Sociais e Comissões
C. Organização Interna
D. Remunerações
E. Transacções com Partes Relacionadas
PARTE II – AVALIAÇÃO DO GOVERNO SOCIETÁRIO

123

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

PARTE I – INFORMAÇÃO SOBRE ESTRUTURA ACCIONISTA, ORGANIZAÇÃO E
GOVERNO DA SOCIEDADE

A. ESTRUTURA ACCIONISTA

I. Estrutura de capital

1. Estrutura de capital (capital social, número de acções, distribuição do capital pelos
accionistas, etc), incluindo indicação das acções não admitidas à negociação, diferentes
categorias de acções, direitos e deveres inerentes às mesmas e percentagem de capital
que cada categoria representa (Art. 245.º-A, n.º 1, al. a)).
Em 31 de Dezembro de 2014, o capital social da SUMOL+COMPAL, S.A., no montante de
€100.092.500,00, integralmente subscrito e realizado, encontrava-se representado por
100.092.500 acções ordinárias, de valor nominal unitário de 1 euro. Nessa data, a estrutura
accionista (participações qualificadas nos termos da al. c) do n.º 1 do art.º 245.º-A) era a que
consta do quadro seguinte:
INFORMAÇÃO SOBRE PARTICIPAÇÕES QUALIFICADAS EM 31/12/2014
NOS TERMOS DO ART.º 245-A n.º1, alínea c)

Refrigor, S.A.

(directamente)

Nº. de Acções

% Direitos

detidas

de voto

70.590.610

(indirectamente)

Fundo de Capital de Risco - Grupo CGD - Caixa Capital

70,53%
77,21%

10.510.313

10,50%

Nota: Nos termos do Artº. 20 do CVM

Todas as acções se encontram admitidas à negociação. Não há diferentes categorias de
acções e não existem direitos e deveres para além dos previstos na lei e no contrato de
Sociedade.

2. Restrições à transmissibilidade das acções, tais como cláusulas de consentimento
para a alienação, ou limitações à titularidade de acções (Art. 245.º-A, n.º 1, al. b)).
As acções representativas do capital social da Sociedade encontram-se admitidas à
negociação na NYSE EURONEXT e não existem quaisquer restrições estatutárias e legais
quanto à sua livre transmissibilidade. Deste modo, as acções são livremente transmissíveis de
acordo com as normas legais aplicáveis.
Não existem limitações ao exercício dos direitos inerentes às acções representativas do capital
social da Sociedade a não ser a seguinte:
Os estatutos da Sociedade dispõem (artigo 8.º-A) que poderão ser amortizadas, sem
consentimento do titular respectivo e pelo seu valor nominal, ou pelo respectivo valor de
mercado, quando seja inferior àquele, as acções da Sociedade detidas por accionista que,
directa ou indirectamente exerça actividade concorrente ou similar com a da Sociedade.

124

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

Para estes efeitos, será considerada actividade concorrente ou similar, o exercício da indústria
de produção, distribuição ou comercialização de bebidas e que exerce actividade
indirectamente concorrente quem, directa ou indirectamente, detiver participação de, pelo
menos, 1% no capital social de Sociedade que exerça alguma ou algumas das actividades
atrás referidas.

3. Número de acções próprias, percentagem de capital social correspondente e
percentagem de direitos de voto a que corresponderiam as acções próprias (Art. 245.º-A,
n.º 1, al. a)).
A 31 de Dezembro de 2014 a sociedade detinha 4.061.813 acções próprias, representativas de
4,06% do capital social da sociedade, às quais corresponderiam 4,06% dos direitos de voto da
sociedade.

4. Acordos significativos de que a sociedade seja parte e que entrem em vigor, sejam
alterados ou cessem em caso de mudança de controlo da sociedade na sequência de
uma oferta pública de aquisição, bem como os efeitos respectivos, salvo se, pela sua
natureza, a divulgação dos mesmos for seriamente prejudicial para a sociedade, excepto
se a sociedade for especificamente obrigada a divulgar essas informações por força de
outros imperativos legais (art. 245.º-A, n.º 1, al. j).
Não existem acordos de que a Sociedade seja parte e que entrem em vigor, sejam alterados
ou cessem em caso de mudança de controlo da Sociedade na sequência de uma oferta pública
de aquisição.
Importa referir que existem alguns acordos em que uma das partes nestes intervenientes tem a
faculdade de, em caso de mudança de controlo da Sociedade, o fazer cessar, mas trata-se
apenas de uma faculdade de uma das partes e não de uma consequência necessária da
mudança de controlo da Sociedade.

5. Regime a que se encontre sujeita a renovação ou revogação de medidas defensivas,
em particular aquelas que prevejam a limitação do número de votos susceptíveis de
detenção ou de exercício por um único accionista de forma individual ou em
concertação com outros accionistas.
O artigo 8.º-A do contrato de sociedade determina que poderão ser amortizadas, sem
consentimento do titular respectivo, as acções da Sociedade detidas por accionista que directa
ou indirectamente exerça actividade concorrente ou similar com a da Sociedade.
Esta medida foi adoptada em defesa dos interesses da Sociedade e dos seus accionistas.
Por outro lado, os estatutos da Sociedade não prevêem a limitação do número de votos que
podem ser detidos ou exercidos por um único accionista.
Estas disposições estatutárias podem ser alteradas a qualquer momento, nos termos previstos
para quaisquer alterações estatutárias.

6. Acordos parassociais que sejam do conhecimento da sociedade e possam conduzir a
restrições em matéria de transmissão de valores mobiliários ou de direitos de voto (art.
245.º-A, n.º 1, al. g).
Foi celebrado entre a Refrigor SGPS, S.A. (hoje Refrigor, S.A.), e o Grupo Caixa Geral de
Depósitos um acordo nos termos do qual o Grupo CGD atribuiu à Refrigor, uma opção de
compra e a Refrigor, atribuiu ao Grupo CGD uma opção de venda de acções de que é titular na
SUMOL+COMPAL. Nos termos do referido acordo, poderá a Refrigor exercer a opção de
compra até 30 de Junho de 2017 e, caso não o faça, o Grupo CGD poderá exercer a opção de
venda desde aquela data e até 15 de Dezembro de 2017.
125

S.482 1. S. S.º-A. de Acções % Direitos detidas de voto 70. dominada por Membros do Órgão de Administração da Refrigor. Através da sociedade Frildo.Caixa Capital Nº. c) e d) e art.590. são titulares de participações qualificadas (art. Lda. Participações Sociais e Obrigações detidas 7. S. (directamente) (indirectamente) Fundo de Capital de Risco . 14º nº.860 6.29% 1. 245.675.672 294. S.A. Lda. S.610 70. Através da sociedade Tecol.450 23.Grupo CGD . Identificação das pessoas singulares ou colectivas que.A. 5/2008 da CMVM 126 (a) (a) (a) (b) (c) (b) (c) (b) (a) . João António Brito Pires Eusébio Através do Membro do Órgão de Administração da Refrigor.313 10.610 70. dominada por Membros do Órgão de Administração da Refrigor.367 1.A.A.69% (a) Nos termos da alínea d) do nº. 20 do CVM Detalhe Refrigor. Através do Membro do Órgão de Administração da Refrigor.517 1. 1 do Artº..086..A.. 20 do CVM (b) Nos termos da alínea i) do nº.02% 6.A. S. nos termos do Artº.02% 0.490 18..A. José Tomaz Júdice Gamito Pires Nº.. S.53% 77. 1 do Artº.590.67% 0. S.92% 1..A. em 15 de Julho de 2014. dominada por Membros do Órgão de Administração da Refrigor.126 1. | 2014 II. 20 do CVM (c) De acordo com informação recebida do accionista.510. Amélia Maria Brito Pires Eusébio Através do Membro do Órgão de Administração da Refrigor. S. com indicação detalhada da percentagem de capital e de votos imputável e da fonte e causas de imputação.. de Acções % Direitos detidas de voto 70.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.919. INFORMAÇÃO SOBRE PARTICIPAÇÕES QUALIFICADAS EM 31/12/2014 NOS TERMOS DO REGULAMENTO Nº.A.º 1. 5/2008 DA CMVM Refrigor. Directamente Indirectamente Através do Membro do Órgão de Administração da Refrigor.21% 10.50% Nota: Nos termos do Artº. directa ou indirectamente.º).674.67% 1.53% (c) 1.A. als. António Sérgio Brito Pires Eusébio Através da sociedade Eufiger.09% 0. n.A. 6 do Regulamento nº.692. S. 16.

245. bem como as formas e prazos em que poderá ser exercido o direito de preferência legal dos accionistas.000€. Informação sobre a existência de relações significativas de natureza comercial entre os titulares de participações qualificadas e a sociedade.12 € 1. em vigor. n. nomeadamente no que respeita a deliberações de aumento do capital (art. não tendo sido estabelecido qualquer prazo até ao qual aquela competência pode ser exercida.672 23.º 1. limite quantitativo máximo do aumento do capital social.000 120. Lda. 127 .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.000 ----- --------------------100. S. Nos termos da lei e conforme previsto nos estatutos da Sociedade.450 9.Terrenos e Construções.860 70. quando o julgar conveniente e obtido o parecer prévio favorável do Conselho Fiscal. A Refrigor mantém as seguintes relações comerciais significativas com a SUMOL+COMPAL: . Frildo – Entreposto Frigorífico.15 € 1.086. al.A. aumentar o capital social.675.00€ (cento e cinquenta milhões de euros).. uma ou mais vezes e até ao limite máximo de 150. [NOTA: a informação deve ser prestada de forma a dar cumprimento ao disposto no n. quanto a estas. 447. em 30 de Dezembro de 2008. O Conselho de Administração pode fixar as condições de emissão das novas acções ordinárias.000. Lda Data Aquisição Alienação Valor --------------------12-06-2014 22-12-2014 12-06-2014 22-12-2014 ----- ----------------------------100. Poderes especiais do órgão de administração.590. Estes. S. como contrapartida de compromissos assumidos no âmbito dos contractos de engarrafamento e distribuição de várias marcas.367 1.000. por entradas em dinheiro. . sem prejuízo de a parte da atribuição preferencial não subscrita pelos accionistas poder eventualmente ser oferecida à subscrição de terceiros. e Seven-UP Internacional.126 1. Indicação sobre o número de acções e obrigações detidas por membros dos órgãos de administração e de fiscalização.674.º CSC] PUBLICIDADE DE PARTICIPAÇÕES DE MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E FISCALIZAÇÃO Artigo 447º nº.Recebeu a quantia de 541. com indicação. Tecol . montante já emitido ao abrigo da atribuição de poderes e modo de concretização dos poderes atribuídos. S. Os poderes do órgão de administração para aumento do capital foram-lhe atribuídos por deliberação da Assembleia Geral de 16 de Setembro de 2008.919.15 € ----- ----- Total Acções 1. S. nos termos permitidos pela lei e deliberação de emissão.A.000 120. salvo deliberação da Assembleia Geral de limitação ou supressão daquele direito. 10. 5 do Código das Sociedades Comerciais Amélia Maria Brito Pires Eusébio João António Brito Pires Eusébio António Sérgio Brito Pires Eusébio José Tomás Júdice Gamito Pires Refrigor.º 5 do art.490 18.517 1.º-A.610 294. pressupõem a manutenção de uma participação accionista de controlo por parte da Refrigor. da data em que lhe foram atribuídos.A.Recebeu a quantia de 673.581€. o Conselho de Administração pode.670€ como contrapartida de garantias prestadas no âmbito do contrato de financiamento celebrado com a CGD e o BES (actualmente Novo Banco). | 2014 8. Eufiger – Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.A. Por deliberação do Conselho de Administração de 6 de Novembro de 2008 foi decidido aumentar o capital social da sociedade em 30. prazo até ao qual aquela competência pode ser exercida.000. entre a SUMOL+COMPAL e as sociedades PepsiCo Inc. i).12 € 1.000 ------------- --------------------1.

A. 13. Nas Assembleias Gerais da Sociedade os accionistas com direito a voto podem exercê-lo por correspondência. 245. Indicação da percentagem máxima dos direitos de voto que podem ser exercidos por um único accionista ou por accionistas que com aquele se encontrem em alguma das relações do n. n.A. 20. ÓRGÃOS SOCIAIS E COMISSÕES I. b) Exercício do direito de voto 12. 20. Os estatutos da Sociedade não prevêem restrições em matéria de direito de voto.. Secretária da mesa: Filipa Montes Palma Salazar Leite A Presidente e a Secretária da Mesa da Assembleia Geral foram eleitas na Assembleia Geral anual de 30 de Maio de 2014 para o mandato de 2014/2016. 128 .º. f). Eventuais restrições em matéria de direito de voto.A sociedade pagou à Refrigor. S. prazos para o exercício do direito de voto ou quaisquer sistemas de destaque de direitos de conteúdo patrimonial.710€ a título da prestação de serviços de utilização parcial das instalações do Edifício Sede. tais como limitações ao exercício do voto dependente da titularidade de um número ou percentagem de acções.A.. S.º 1. prazos impostos para o exercício do direito de voto ou sistemas de destaque de direitos de conteúdo patrimonial (Art. B. Identificação e cargo dos membros da mesa da assembleia geral e respectivo mandato (início e fim).º 1 do art. Não existem limitações aos direitos de voto que podem ser exercidos por um único accionista ou por accionistas que com aquele se encontrem em alguma das relações do n. Os estatutos da Sociedade regulam o exercício do direito de voto. S. Dispõe os estatutos que cada Euro de capital confere direito a um voto.º 1 do art. na qual manifestem de forma inequívoca o sentido do seu voto.º.264.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. ASSEMBLEIA GERAL a) Composição da mesa da assembleia geral* *ao longo do ano de referência 11. al. Presidente da Mesa: Maria Paula Escandell Alves Milheirão Quartin Bastos. tais como limitações ao exercício do voto dependente da titularidade de um número ou percentagem de acções.º-A. através de declaração por si assinada. que é propriedade da Refrigor. | 2014 . 1.

al.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. não contêm os estatutos quaisquer regras sobre requisitos procedimentais e materiais aplicáveis à nomeação e substituição dos membros do Conselho de Administração. S. O Conselho de Administração. sendo permitida a sua reeleição uma ou mais vezes. duração estatutária do mandato. h). No mais.º. A sociedade adopta um modelo de governo latino. e indicação dessas maiorias. 245. II. n. é eleito de três em três anos pela Assembleia Geral. só podem ser tomadas com maioria qualificada. nesta matéria. por isso. Prevêem os estatutos da Sociedade. consoante aplicável. 129 . o período de exercício de funções pelo administrador substituto corresponderá ao tempo de exercício de funções não completado pelo administrador substituído. o qual assenta na existência de um Conselho de Administração e de um Conselho Fiscal. as regras previstas no Código das Sociedades Comerciais. Os estatutos da Sociedade não contemplam alterações ao previsto no Código das Sociedades Comerciais relativamente ao quórum deliberativo. por imposição estatutária. número de membros efectivos. | 2014 14. 16. do Conselho de Administração Executivo e do Conselho Geral e de Supervisão (art. com indicação do número estatutário mínimo e máximo de membros. Regras estatutárias sobre requisitos procedimentais e materiais aplicáveis à nomeação e substituição dos membros. Aplicamse. Identificação do modelo de governo adoptado.º-A. ADMINISTRAÇÃO E SUPERVISÃO (Conselho de Administração. quando haja lugar à substituição de um administrador.A. 17. no seu artigo 25. data da primeira designação e data do termo de mandato de cada membro. do Conselho de Administração. Identificação das deliberações accionistas que. Conselho de Administração Executivo e Conselho Geral e de Supervisão) a) Composição 15. consoante aplicável. que deve ser composto por um número mínimo de 3 e máximo de 11 administradores. que o Conselho de Administração será eleito de três em três anos pela Assembleia Geral. para além das legalmente previstas. Relativamente à substituição dos membros do órgão de administração dispõem os estatutos que. do Conselho de Administração Executivo e do Conselho Geral e de Supervisão. Composição.º 1. do Conselho de Administração.

A.a.  António Sérgio Brito Pires Eusébio . relativamente aos membros não executivos. 19. . se aplicável. identificação dos membros independentes do Conselho Geral e de Supervisão. João António Brito Pires Eusébio Não Executivo Não independente José Manuel Doutel Jordão Executivo n.a. (eleito administrador da então Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas.a. a 21/09/1992).Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. ou. consoante aplicável.a. identificação dos membros que podem ser considerados independentes. António Rui Libório Frade Executivo n.Mestrado em Gestão de Empresas pela Universidade Nova de Lisboa (1991) e licenciatura em Economia pela Universidade Católica Portuguesa (1989)  130 Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. Qualificações profissionais e outros elementos curriculares relevantes de cada um dos membros..A. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo. do Conselho de Administração. | 2014 O Conselho de Administração é composto pelos seguintes membros: Nome ou denominação social do administrador Cargo no conselho Data da primeira nomeação Data de fim do mandato actual António Sérgio Brito Pires Eusébio Presidente 21-09-1993 31-12-2016 Amélia Maria de Brito Pires Eusébio Vogal 06-04-2000 31-12-2016 Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto Vogal 08-04-2002 31-12-2016 João António Brito Pires Eusébio Vogal 21-09-1993 31-12-2016 José Manuel Doutel Jordão Vogal 22-12-2008 31-12-2016 José Tomaz Judice Gamito Pires Vogal 12-04-1987 31-12-2016 António Rui Libório Frade Vogal 22-12-2008 31-12-2016 18. S. S. José Tomaz Judice Gamito Pires Executivo n.A. S. Distinção dos membros executivos e não executivos do Conselho de Administração e. Nome ou denominação social do administrador Estatuto (Executivo /Não executivo) Independente ou não independente António Sérgio Brito Pires Eusébio Não Executivo Não independente Amélia Maria de Brito Pires Eusébio Não Executivo Não independente Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto Executivo n.

.Mediadora de Seguros.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. a 1 de Janeiro de 2011). SL (Espanha)..  Presidente da Direcção do Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (IBET) de 2012 até 2014.Gestão de Marcas. S. 131 .A. de 2006 a 2008.A.  Gerente da Refrigor Imobiliária. desde 1996.A. Lda. desde 2012.  António Rui Libório Frade – Licenciatura em Eng.Entreposto Frigorífico. desde 2009. Unipessoal. a partir de Dezembro de 2006. S.E.A.  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor..  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Distribuição. desde 2014. S.  Vogal da Companhia Térmica Compal.A..  Amélia Maria de Brito Pires Eusébio . S. S.. desde 2009 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas..  Gerente da Frildo – Entreposto Frigorífico.  Gerente da Frildo . desde 1992. desde 1996.A. a 05/05/2000). desde 1996. – administrador e membro da Comissão Executiva desde 24/12/2008..) desde 2006 até Janeiro de 2009. e actualmente denominada SUMOL+COMPAL Marcas.A. S. desde 2010. Unipessoal.A.A.  Vogal do Conselho de Administração da Eufiger .A.. (administrador desde 1991). Sumolis – Gestão de Marcas. (denominada. Lda.ª Química no Instituto Superior Técnico (1978).Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S..  Administrador da Sensafruit. S.. S.A.. S.. Lda.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas.A.. Unipessoal.A.  Gerente da Medialda . desde 2008 (sociedade dissolvida a 31 de Dezembro de 2010).. (sociedade dissolvida a 31 de Dezembro de 2010).. ACE desde 1996. Católica (2001). Univ. desde 2006 até Novembro de 2011. P.A.  Vogal do Conselho de Administração da Sasel – Sociedade de Águas da Serra da Estrela. S.Mestrado em Marketing no ISCTE (2012) e Licenciatura em Engenharia Química no Instituto Superior Técnico (1986).  Vogal do Conselho de Administração da Compal – Companhia Produtora de Conservas Alimentares. S. desde 2008. desde 2001 (Sociedade dissolvida a 30/12/2009).  Gerente da D2C.A... Lda.  Vice Presidente do Conselho de Administração da Sumol .A.A. | 2014  Presidente do Conselho de Administração da Refrigor. Lda. S. S.G.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. S.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. Lda. S. desde 2008 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas. Lda..  Gerente da Tecol – Terrenos e Construções.. a 1 de Janeiro de 2011).  Vogal do Conselho de Administração da Sumol+Compal (eleita administradora da então Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas.  Gerente da Refrigor Imobiliária.  Vogal do Conselho de Administração da Eufiger .

(eleito administrador da então Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas. Lda. a 21/09/1992) presidente da Comissão Executiva desde 24/12/2008.  Presidente do Conselho de Administração da Sasel – Sociedade de Águas da Serra da Estrela... Lda.A.A.A.. desde 2012.A.. S. Lda. desde 1989 (sociedade dissolvida a 29 de Dezembro de 2010). Unipessoal.Mediadora de Seguros.L.Entreposto Frigorífico. S.) desde 1995 até Novembro de 2012. Unipessoal.. SGPS. S. Lda.A. | 2014  Gerente da Sedurbel . S.. de 89 até 1992 e de 1996 até à data de dissolução (Sociedade dissolvida a 30/12/2009). Lda.  Gerente da Frildo .  Gerente da Medialda .A.MBA em Gestão Internacional (1994) e licenciatura em Administração e Gestão de Empresas pela Universidade Católica Portuguesa (1988). S. Unipessoal. a 1 de Janeiro de 2011).. (Sociedade denominada Zémarsano.Imobiliária e Empreendimentos Turísticos. Lda.  Vogal do Conselho de Administração da Sumol+Compal.Distribuição de Bebidas e Alimentação. Lda. desde 2009. S. S. desde 2009 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas. S. de 1995 até 1996 (Sociedade dissolvida a 30/12/2009). desde 2012.  Gerente da Medialda . 132  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL.A. incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas.A. até Novembro de 2011.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. – (eleito administrador da então Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas.  João António Brito Pires Eusébio . Lda. desde 2006 (sociedade denominada Cibal .Imobiliária e Empreendimentos Turísticos.  Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto .  Gerente da SUMOL+COMPAL Internacional.  Gerente da SUMOL+COMPAL África.A. S. desde 1995..A. até 29/12/2008. Unipessoal..A.. desde 2010.  Gerente da D2C.. Lda.A. SGPS..  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas.. Lda.. Unipessoal. Lda. S. S.  Presidente do Conselho de Administração da Sumol+Compal Distribuição. desde 1989 (sociedade dissolvida a 29 de Dezembro de 2010).  Gerente da Refrigor Imobiliária. a 1 de Janeiro de 2011). desde Dezembro de 2014.. .  Gerente da Worldwideco .  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Angola Invest.. Lda. a 21/09/1992).. Lda. S. (1992).A. S..Comércio Internacional. a partir de Julho de 2012 e desde Abril de 2013 denominada D2C. desde 2011.  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor..A... desde 2001. S.  Conselheiro da Sensafruit.  Gerente da Sedurbel .  Presidente do Conselho de Administração da Eufiger .Licenciatura em Direito pela Universidade Lusíada (1987).Mediadora de Seguros. Unipessoal.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. desde 2008 (sociedade dissolvida a 31 de Dezembro de 2010).  Gerente da Estandarte. S.

a partir de 29/12/2008 e incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas.A.. S.  José Tomaz Júdice Gamito Pires ..A. - Vice-Presidente da Direcção da Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN) até 2012.  Vogal do Conselho de Administração da Sensafruit.A.. S. | 2014  Gerente da Tecol – Terrenos e Construções Lda.  Vogal do Conselho de Administração da Sumol+Compal Distribuição. a 1 de Janeiro de 2011).) desde 2006 até Janeiro de 2009.  Gerente da Alcitrus – Produção e Comercialização de Fruta. desde 2008 (sociedade dissolvida a 31 de Dezembro de 2010).A.E.A.. S.Indústria de Alimentos e Bebidas.A. Lisboa 1975..A. S.E...Sociedade de Águas da Serra da Estrela. desde 2013. a 1 de Janeiro de 2011). Licenciatura em Economia no Instituto Superior de Economia. desde 2008 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas. sociedade denominada Sumol+Compal Distribuição. a partir de Dezembro de 2006.T. desde 2006 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas. desde Dezembro de 2014. S. - Presidente da Direcção do Instituto Civil de Auto-Regulação da Publicidade (ICAP) até 2012. a 1 de Janeiro de 2011).Católica. Lisboa 2000.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas.A. S. S. - Gerente da Worldwideco .A. - Gerente e liquidatário da Maquinarte – Máquinas e Artes Metálicas.A.A.A. S. S.. (denominada. S.Distribuição de Bebidas e Alimentação. até Novembro de 2011.P. S. S.A.  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Moçambique. desde 1990...L. Lda.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas. S.Licenciatura em Engenharia Mecânica pelo Instituto Superior Técnico (1978). Bacharelato de Organização e Gestão de Empresas – I.S.. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A. Univ.Comércio Internacional.A.A.A. S. (desde 1989).C.  Presidente do Conselho de Administração da Cereuro – Cervejeira Europeia...  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor...  Vogal do Conselho de Administração da Sumol+Compal.  Presidente do Conselho de Administração da Sasel . (sociedade dissolvida a 30/12/2010). – administrador e membro da Comissão Executiva desde 24/12/2008. S. Lisboa 1977. S. desde Julho de 2014. S... Unipessoal.  José Manuel Doutel Jordão . desde Junho de 2014. Lda. desde 2014 (Presidente do Conselho de Administração da Cibal . Lda. de 1999 a 2006..  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. Unipessoal. Sumolis – Gestão de Marcas. S.  Vogal do Conselho de Administração e liquidatário da Madibel . desde 2010.. e actualmente denominada SUMOL+COMPAL Marcas.A.A.G. 133 . S.A.  Gerente da Refrigor Imobiliária..

A. Os administradores não executivos João António Brito Pires Eusébio. 134 . incluindo informação sobre delegações de competências. profissionais ou comerciais. De acordo com o modelo de organização adoptado. consoante aplicável.. iv) acompanhamento de actividades operacionais de empresas do Grupo. Gabinete de Apoio ao Investidor e Gabinete de Auditoria Interna. ao nível desta Empresa e do Grupo.A. S. Relações familiares.A. habituais e significativas. do Conselho de Administração. pela i) estratégia. iii) organização do Grupo. S. Amélia Maria Brito Pires Eusébio e António Sérgio Brito Pires Eusébio e o administrador executivo José Tomaz Júdice Gamito Pires são também administradores da Refrigor. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. de 2009 até Janeiro 2011 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas. - Administrador da Sensafruit. controlo e reporting. accionista titular de uma participação qualificada superior a 2% dos direitos de voto.. A Sociedade encabeça um grupo empresarial. 21. S. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo com accionistas a quem seja imputável participação qualificada superior a 2% dos direitos de voto. 20.A. S.. em particular no que se refere à delegação da administração quotidiana da sociedade. S. o órgão de administração é apoiado por um conjunto de funções corporativas: Assessorias da Administração.  Vogal do Conselho de Administração da Sasel – Sociedade de Águas da Serra da Estrela. comissões e/ou departamentos da sociedade.  Vogal do Conselho de Administração da Compal – Companhia Produtora de Conservas Alimentares.A. a 1 de Janeiro de 2011). A gestão da Sociedade é exercida colegialmente pelo Conselho de Administração.. de 2007 a 2008  Gerente da D2C. desde 2012. e v) comunicação e representação. ii) planeamento.. Unipessoal. | 2014  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas. desde 2009. Na execução das funções inerentes a estas responsabilidades.A. Lda. Organogramas ou mapas funcionais relativos à repartição de competências entre os vários órgãos sociais. dos membros. SL (Espanha) desde 2008 até Novembro de 2011. a administração é directamente responsável.

consoante aplicável.º 29 do presente Relatório. | 2014 O Conselho de Administração delegou a gestão corrente da sociedade numa Comissão Executiva.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A. que pode ser consultado no sítio da Sociedade na internet. ficando o Conselho de Administração com a responsabilidade das áreas/matérias não delegadas na Comissão Executiva e listadas no n. Existência e local onde podem ser consultados os regulamentos de funcionamento. 135 . A distribuição de responsabilidades entre os membros da Comissão Executiva é a que consta do quadro seguinte: A responsabilidade pelos órgãos corporativos pertence a: b) Funcionamento 22. do Conselho de Administração. S. Na reunião do Conselho de Administração de 2 de Junho de 2014 foi aprovada a manutenção em vigor do regulamento aprovado em reunião do Conselho de 26 de Janeiro de 2012. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo.

26.. S. João António Brito Pires Eusébio.  António Rui Libório Frade  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas. 96% pelos administradores Amélia Maria de Brito Pires Eusébio e António Rui Libório Frade e 92% pelos administradores António Sérgio Brito Pires Eusébio.A.  Gerente da Frildo .  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor.. S. Indicação dos órgãos da sociedade competentes para realizar a avaliação de desempenho dos administradores executivos.. O grau de assiduidade a estas reuniões foi de 100% pelo administrador Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto.*. dentro e fora do grupo.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas..Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.  Vogal da Companhia Térmica Compal. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo. Lda.  136 Amélia Maria de Brito Pires Eusébio  Vogal do Conselho de Administração da Eufiger . . | 2014 23. Número de reuniões realizadas e grau de assiduidade de cada membro.  António Sérgio Brito Pires Eusébio  Presidente do Conselho de Administração da Refrigor.. Durante o ano de 2014 realizaram-se 26 reuniões do Conselho de Administração. Unipessoal..*. Disponibilidade de cada um dos membros. S. consoante aplicável.A. o EBITDA e a inovação. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo. S.A. com indicação dos cargos exercidos em simultâneo em outras empresas. às reuniões realizadas. 25. do Conselho de Administração. S.  Gerente da Tecol – Terrenos e Construções. do Conselho de Administração. Lda.  Gerente da D2C.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. Não existe um órgão da sociedade exclusivamente competente para realizar a avaliação de desempenho dos administradores executivos. Critérios pré-determinados para a avaliação de desempenho dos administradores executivos. Foram estabelecidas como variáveis de desempenho o volume de negócios. consoante aplicável. ACE.Entreposto Frigorífico. Lda.A. 24.  Gerente da Frildo – Entreposto Frigorífico. Lda. e outras actividades relevantes exercidas pelos membros daqueles órgãos no decurso do exercício. José Tomaz Júdice Gamito Pires e José Manuel Doutel Jordão.A.A.. S.. A avaliação de desempenho global e individual dos administradores executivos são assuntos sobre os quais a Comissão de Vencimentos se debruça.  Vogal do Conselho de Administração da Eufiger .

Lda.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas.E.  Gerente da SUMOL+COMPAL Internacional.Gerente da Worldwideco .  Gerente da Alcitrus – Produção e Comercialização de Fruta. Lda..*..Sociedade pertencente ao Grupo c) Comissões no seio do órgão de administração ou supervisão e administradores delegados 27.A. desde Abril 2010. SGPS.A.N.*.  José Tomaz Júdice Gamito Pires  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor. Unipessoal..  Vogal do Conselho de Administração do Grupo Aliança A. SGPS.*.C. Unipessoal.A.*.Comércio Internacional. Lda. S.*.  José Manuel Doutel Jordão  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas.  Gerente da SUMOL+COMPAL África. e local onde podem ser consultados os regulamentos de funcionamento..A. Lda.  João António Brito Pires Eusébio  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor.*.  Vogal do Conselho de Administração da A.*. S.A. S.A. Lda.*.A. Identificação das comissões criadas no seio..  Gerente da Frildo . Lda. do Conselho de Administração. consoante aplicável. S. Unipessoal. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo. S.Indústria de Alimentos e Bebidas. S.  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Moçambique. S..  Presidente do Conselho de Administração da Eufiger . * .Entreposto Frigorífico. 137 .J.. Lda.  Gerente da D2C.*. (Associação Europeia das Indústrias de Sumos de Fruta e Néctares). S.*.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.Comércio Internacional.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Lda.I. Unipessoal.  Gerente da D2C.*. S.. SGPS.  Gerente da Worldwideco .  Gerente da Tecol – Terrenos e Construções. S.  Liquidatário da Madibel . Lda.A. desde Dezembro 2014.  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Angola Invest. | 2014  Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas.A.A.

a elaboração.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A.a apresentação e execução do Plano Estratégico. c) Pedido de convocação de Assembleias Gerais. foram delegadas na comissão executiva todas as matérias de gestão corrente da sociedade. . excepto se tal for feito pela Assembleia Geral. . Compete à Comissão Executiva: . se aplicável. O Conselho de Administração e a Comissão Executiva dispõem de um regulamento que se encontra disponível no sítio na internet da sociedade. direcções. b) Cooptação de administradores. f) Prestação de cauções e garantias pessoais ou reais pela Sociedade. aprovação. Indicação das competências de cada uma das comissões criadas e síntese das actividades desenvolvidas no exercício dessas competências. Composição. S. bem como sobre propostas a apresentar nessa sede. sujeitos a apreciação e deliberação por parte do Conselho de Administração. nomeadamente. Compete a todos os membros da Comissão Executiva zelar pelo cumprimento das funções acima enunciadas e ao respectivo Presidente assegurar a coordenação da mesma e. promover o bom funcionamento deste órgão. Nos termos do regulamento do Conselho de Administração. não se consideram como gestão corrente da Sociedade. do Plano Operacional e do Orçamento anual. h) Extensões ou reduções importantes da actividade da Sociedade. da comissão executiva e/ou identificação de A Comissão Executiva é composta pelos seguintes membros: Presidente: Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto Vogal: José Tomaz Júdice Gamito Pires Vogal: José Manuel Doutel Jordão Vogal: António Rui Libório Frade 29. 28. implementação e controlo das políticas da Empresa nas diversas áreas funcionais e divisões de negócio. nomeadamente. as seguintes matérias: a) Escolha do seu Presidente. Foi apenas criada no seio do Conselho de Administração uma Comissão Executiva. | 2014 O Conselho de Administração constituiu uma Comissão Executiva com competências em matéria de administração. alterações dessa natureza nos documentos de topo. Em geral. g) Abertura ou encerramento de estabelecimentos ou de partes importantes destes. departamentos ou serviços funcionais respectivos. d) Relatórios e contas anuais. 138 . i) Modificações importantes na organização da Empresa. administrador(es) delegado(s). Cabe ainda à Comissão executiva e ao membro responsável por cada área funcional ou divisão de negócio a gestão dos centros. alienação e oneração de bens imóveis. É ainda feita no âmbito da Comissão Executiva a escolha de acções que contribuam para a concretização dos planos acima referidos.a elaboração de propostas referentes a assuntos não considerados de gestão corrente. em geral. sendo indelegáveis. e) Aquisição.

bem como as suas modificações. 15 milhões de euros e. m) A análise e aprovação do Plano Estratégico e do Plano Operacional (inclui objectivos das Divisões e Unidades de Negócio). bem como a indicação do seu representante nessas Assembleias. desde que alguma daquelas apresente um valor de vendas efectivo no ano anterior ou previsto para o terceiro ano após o lançamento. Comissão de Auditoria ou Conselho Geral e de Supervisão) a) Composição 30. franquia. oneração ou alienação de bens móveis. volume de vendas superior a 1 milhão de litros. III. | 2014 j) Estabelecimento ou cessação de cooperação importante e duradoura com outras empresas. aquisição. superior a 10 milhões de euros ou 10 milhões de litros. subordinação. produção e distribuição. Comissão de Auditoria ou Conselho Geral e de Supervisão) correspondente ao modelo adoptado. de cisão e de transformação da Sociedade.000. no canal horeca.00. nomeadamente através de contratos de grupo paritário. r) A venda de marcas ou submarcas com um volume no ano anterior superior a 20 milhões de euros ou 20 milhões de litros. bem como de eventuais revisões dos mesmos. as classes de registo.5 milhões de euros. k) Mudança de sede e aumentos de capital. q) A descontinuação de marcas ou submarcas desde que não previstas no Plano Operacional ou que tenham apresentado. Foram efectivamente delegadas na Comissão Executiva todas as matérias que não estão acima explicitadas. nomeadamente. no último ano.000. excedam no canal alimentar. u) Abandono (não renovação) ou cancelamento do registo de marcas ou domínios.000. nos termos previstos no contrato de Sociedade. Orçamentos Anuais de Exploração e de Investimentos. previstas ou efectivas. 1. v) A apresentação de propostas a submeter às Assembleias Gerais das empresas dominadas pela SUMOL+COMPAL.00. 139 . em estado de utilização (inclui utilização para prova de uso). no caso da transacção (incluindo um conjunto de equipamentos que se consubstanciam na mesma utilidade económica) exceder € 3. s) O estabelecimento ou término de relação comercial com clientes cujas compras anuais. S. p) A amortização de acções. FISCALIZAÇÃO (Conselho Fiscal. t) Aprovação da identidade de marca ou submarca. l) Projectos de fusão.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. bem como a redução do seu âmbito. n) A subscrição. Excluem-se deste ponto as situações de renovações contratuais efectuadas em condições substancialmente análogas às que estiverem em vigor. no caso da operação exceder o valor de € 1.000.A. Identificação do órgão de fiscalização (Conselho Fiscal. o) A aquisição. oneração ou alienação de participações noutras Sociedades.

. número de membros efectivos. a qual é a entidade gestora do Fundo de Capital de Risco Grupo CGD – Caixa Capital.º 5 CSC.º 1 do artigo 414. S. Identificação. da Comissão de Auditoria. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº19. detentor de 10.º. uma declaração na qual refere que: a) Tem uma relação laboral com a Caixa Capital.. Composição. sendo as unidades de participação do mencionado fundo detidas maioritariamente por entidades em relação de domínio indirecto com a mencionada entidade gestora. duração estatutária do mandato. consoante aplicável. nos termos do art.A. consoante aplicável. 31. O Conselho Fiscal.A. O Presidente do Conselho Fiscal apresentou. | 2014 A SUMOL+COMPAL nomeou um Conselho Fiscal para assegurar a fiscalização da Sociedade. dos membros do Conselho Fiscal. com indicação do número estatutário mínimo e máximo de membros. a 14 de Dezembro de 2011. S. e data do termo de mandato de cada membro. O Conselho Fiscal é composto pelos seguintes membros: Nome Cargo Data da primeira nomeação Data de fim do mandato actual Manuel Baptista Figueiredo Presidente 29-04-2011 31-12-2016 José Manuel Rodrigues Felgueiras Vogal 17-04-2008 31-12-2016 José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca Vogal 17-04-2008 31-12-2016 António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida Suplente 30-05-2014 31-12-2016 32. e o Grupo CGD estar previsto que esta entidade pode indicar o Presidente do Conselho Fiscal. S. Suplente: António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida. ao contrário dos demais membros do Conselho Fiscal. Vogal: José Manuel Rodrigues Felgueiras.º-A do citado código. 414. Presidente: Manuel Batista Figueiredo. é eleito de três em três anos pela Assembleia Geral. Pelo facto de no Acordo Parassocial celebrado entre a Refrigor. 140 . Comissão de Auditoria.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. do Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras. b) Não foi reeleito por mais de 2 mandatos e não incorre em nenhuma das incompatibilidades previstas no n. a CMVM entende que o Presidente do Conselho Fiscal indicado nestes termos é não independente.A. que deve ser composto por três a cinco membros efectivos e um ou dois membros suplentes. ao Conselho Fiscal e ao Conselho de Administração. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº18. Sociedade de Capital de Risco. n.50% do capital social da Sociedade. do Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras que se considerem independentes. Vogal: José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca. data da primeira designação. do Conselho Fiscal.

A. consoante aplicável.A.  José Manuel Rodrigues Felgueiras .Sociedade de Capital de Risco. – sociedade em liquidação desde 2006 e liquidatário desde 2012. Lda. - Gerente da Consulmace. de 2001 a 2012.A. - Administrador da Mesquita ETVIA – Construção de Vias de Comunicação.Licenciatura em Finanças no ISCEF – Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras. - Gerente da Vânia Costa e José Felgueiras. Curso de Organização e Gestão de Empresas.Mestrado em Ciências Empresariais. pelo ISEG – Instituto Superior de Economia e Gestão. José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca . Lda.. S.A. Fernandes S.. do Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras e outros elementos curriculares relevantes. Sist. - Director Financeiro e Administrativo da Caixa Capital . S. Sociedade Industrial Embalagens. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. .A.. - Administrador da Internet Works. - Membro do Comité de Auditoria da Finpro. Informação. S.A. desde 2011.2004 a 2006. & Tec. - Administrador da Capsela.A. S. - Vogal do Conselho Fiscal da SUMOL+COMPAL.A.. Qualificações profissionais.Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa (1974) e pósgraduado em análise financeira.A. desde 2007. no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa. S. S. .Licenciatura em contabilidade e administração pelo ISCAL . desde 2011. - Membro do Conselho Fiscal da Vila Galé – Sociedade de Empreendimentos Turísticos. - Administrador da PP3E – Projectos e Participações em Empreendimentos de Energia Eléctrica.A. SCR. S.. especialidade de Finanças Empresariais.A. | 2014 33. S.. - Administrador Delegado da J.  Manuel Baptista Figueiredo .. Consultoria e Gestão de Projectos e de Construção. da Comissão de Auditoria. de 2003 a 2008.. S. -  Presidente do Conselho Fiscal da SUMOL+COMPAL. de cada um dos membros do Conselho Fiscal. B. 141 . podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº21. no INDEG / ISCTE. de 1989 a 2009.

S. do Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras. S..  Vogal do Conselho de Administração da Cibal – Distribuição de Beidas e Alimentação.A. S.A.  Manuel Batista Figueiredo - Director Financeiro e Administrativo da Caixa Capital . de 1997 até 2005.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. desde 2008. da Comissão de Auditoria. e outras actividades relevantes exercidas pelos membros daqueles órgãos no decurso do exercício. de cada membro do Conselho Fiscal. Em 8 destas reuniões estiveram presentes 100% dos membros do Conselho Fiscal. Número de reuniões realizadas e grau de assiduidade às reuniões realizadas.  Vogal do Conselho de Administração da Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas. consoante aplicável. consoante aplicável. José Manuel Rodrigues Felgueiras estado ausente de 3 dessas reuniões (assiduidade de 72%). Comissão de Auditoria.  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor. 35... Comissão de Auditoria.A. com indicação dos cargos exercidos em simultâneo em outras empresas. Disponibilidade de cada um dos membros. consoante aplicável. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº24. de 1999 até 2006. S.. do Conselho Fiscal. - Administrador da PP3E – Projectos e Participações em Empreendimentos de Energia Eléctrica.A. S. dentro e fora do grupo.A. 36. SGPS. | 2014  António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida ..  Presidente do Conselho de Administração da Sasel . 142 .Engenheiro Técnico. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº 26. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº25. O regulamento de funcionamento do Conselho Fiscal da Sociedade está disponível no sítio na Internet da Sociedade. de 1999 até 2005. Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras. S. até 2001. do Conselho Fiscal.A. desde 2008.  Presidente do Conselho de Administração da Sociedade Ponto Verde.A.Sociedade de Águas da Serra da Estrela.. S. tendo o Dr. Existência e local onde podem ser consultados os regulamentos de funcionamento.Sociedade de Capital de Risco. Durante o ano de 2014 realizaram-se 11 reuniões do Conselho Fiscal da Sociedade. b) Funcionamento 34.  Presidente do Conselho de Administração da Embopar – Embalagens de Portugal.  Director da CIP – Confederação da Indústria Portuguesa até 2010. Conselho Geral e de Supervisão e da Comissão para as Matérias Financeiras.

– em liquidação. - Gerente da Mendes Vaz Pinto. Não foram estabelecidos quaisquer procedimentos ou critérios tendo em vista a intervenção do órgão de fiscalização para efeitos de contratação de serviços adicionais ao auditor externo. d) verificar. f) verificar se as políticas contabilísticas e os critérios valorimétricos adoptados pela sociedade conduzem a uma correcta avaliação do património e dos resultados. da Comissão para as Matérias Financeiras. | 2014 - Membro do Conselho Fiscal da Vila Galé – Sociedade de Empreendimentos Turísticos. quando o julgue conveniente e pela forma que entenda adequada.. ou por ela recebidos em garantia.  José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca - Exercício de funções de gerência. S. - Presidente do Conselho de Administração da Sociedade Ponto Verde. Lda. c) Competências e funções 37.A. por procuração. 143 . g) elaborar anualmente relatório sobre a acção fiscalizadora e dar parecer sobre o relatório. SGPS. - Prestação de serviços de gestão técnica e de assessoria a outras empresas. a extensão do caixa e as existências de qualquer espécie dos bens ou valores pertencentes à sociedade. Nos termos do respectivo regulamento. c) verificar a regularidade dos livros. António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida - Presidente do Conselho de Administração da Embopar – Embalagens de Portugal. Lda. S.. S.A.. b) vigiar pela observância da lei e do contrato de sociedade. Lda. registos contabilísticos e documentos que lhe servem de suporte. 38. Descrição dos procedimentos e critérios aplicáveis à intervenção do órgão de fiscalização para efeitos de contratação de serviços adicionais ao auditor externo. e) verificar a exactidão dos documentos de prestação de contas. da sociedade Silverpage Lda. Outras funções dos órgãos de fiscalização e. compete ao Conselho Fiscal: a) fiscalizar a Administração da sociedade..  José Manuel Rodrigues Felgueiras -  Liquidatário da sociedade Vânia Costa & José Felgueiras. - Gerente da Zona Ibérica.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. contas e propostas apresentadas pela Administração. depósito ou outro título.A. se aplicável.

l) contratar a prestação de serviços de peritos que coadjuvem um ou vários dos seus membros no exercício das suas funções.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. designadamente no tocante à prestação de serviços adicionais. Para além de serviços de revisão de contas foram prestados pelo Revisor Oficial de Contas à sociedade serviços de consultoria económico-financeira. r) verificar a regularidade da prestação de caução ou contratação de seguro de responsabilidade civil por parte dos Administradores e dos membros do próprio Conselho Fiscal. Lda. Sociedade de Revisores Oficiais de Contas. devendo fazê-lo. desde 29 de Abril de 2011. Revisor Oficial de Contas Suplente: José Manuel Henriques Bernardo 40. S. | 2014 h) convocar a Assembleia-Geral. O Revisor Oficial de Contas PricewaterhouseCoopers & Associados. m) cumprir as demais situações constantes da lei ou do contrato de sociedade. q) avaliar o trabalho do Revisor Oficial de Contas e fiscalizar a respectiva independência. SROC. do sistema de controlo interno e do sistema de auditoria interna. Colaboradores da sociedade ou outros. Descrição de outros serviços prestados pelo ROC à sociedade. Identificação do revisor oficial de contas e do sócio revisor oficial de contas que o representa. representada por Jorge Manuel Santos Costa ou António Joaquim Brochado Correia. exerce consecutivamente funções junto da sociedade há cerca de 4 anos. i) fiscalizar a eficácia do sistema de gestão de riscos. 144 .. Revisor Oficial de Contas Efectivo: PricewaterhouseCoopers & Associados. devendo a contratação e a remuneração dos peritos ter em conta a importância dos assuntos a eles cometidos e a situação económica da sociedade. 41.. SROC. n) fiscalizar o processo de preparação e de divulgação de informação financeira. se existentes. p) fiscalizar a revisão de contas aos documentos de prestação de contas da sociedade.A. Lda. REVISOR OFICIAL DE CONTAS 39. IV. quando o presidente da respectiva mesa o não faça. o) propor à Assembleia Geral a nomeação do revisor oficial de contas. Indicação do número de anos em que o revisor oficial de contas exerce funções consecutivamente junto da sociedade e/ou grupo. j) receber as comunicações de irregularidades apresentadas por Accionistas.

distintos dos de auditoria. 46. Lda. O Conselho Fiscal faz. exercem consecutivamente funções junto da sociedade há cerca de 4 anos. O sistema de gestão da sociedade tem um macro processo de compras que estabelece em geral a forma de aquisição de bens ou serviços. realizados pelo auditor externo para a sociedade e/ou para sociedades que com ela se encontrem em relação de domínio. Sociedade de Revisores Oficiais de Contas. uma avaliação do auditor externo PricewaterhouseCoopers & Associados.. Identificação de trabalhos. Para além de serviços de auditoria foram realizados pelo auditor externo para a sociedade serviços de consultoria económico-financeira. SROC.º e do sócio revisor oficial de contas que o representa no cumprimento dessas funções.00 € / 29 % 145 . Indicação do montante da remuneração anual paga pela sociedade e/ou por pessoas colectivas em relação de domínio ou de grupo ao auditor e a outras pessoas singulares ou colectivas pertencentes à mesma rede e discriminação da percentagem respeitante aos seguintes serviços (Para efeitos desta informação. SROC. AUDITOR EXTERNO 42. Identificação do auditor externo designado para os efeitos do art. 44. 47. de 16 de Maio): Pela Sociedade* . nessa altura.Valor dos serviços de revisão de contas (€) 16. Lda. SROC. no seu relatório anual. Indicação do número de anos em que o auditor externo e o respetivo sócio revisor oficial de contas que o representa no cumprimento dessas funções exercem funções consecutivamente junto da sociedade e/ou do grupo.A. Política e periodicidade da rotação do auditor externo e do respetivo sócio revisor oficial de contas que o representa no cumprimento dessas funções. Em assembleia geral realizada em 29 de Abril de 2011 foi eleito um novo auditor externo da sociedade – PricewaterhouseCoopers & Associados. representada por Jorge Manuel Santos Costa ou António Joaquim Brochado Correia. SROC. Lda.314. bem como indicação dos procedimentos internos para efeitos de aprovação da contratação de tais serviços e indicação das razões para a sua contratação. 45.º C (2002) 1873. desde 29 de Abril de 2011. o conceito de rede é o decorrente da Recomendação da Comissão Europeia n. cumprimento à recomendação de rotação do auditor externo. | 2014 V. S. Indicação do órgão responsável pela avaliação do auditor externo e periodicidade com que essa avaliação é feita. O Auditor externo PricewaterhouseCoopers & Associados. bem como o respectivo número de registo na CMVM. A função de auditor externo é desempenhada pelo Revisor Oficial de Contas Efectivo PricewaterhouseCoopers & Associados. 43.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. dando.. Não existe uma política de rotação do auditor externo. e o respectivo sócio revisor oficial de contas que o representa no cumprimento dessas funções. 8.. Lda..

A. Prevê também a política adoptada que.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. n. | 2014 . Comunicação de irregularidades 49.Valor dos serviços de garantia de fiabilidade (€) . esta deverá ser feita directamente ao Presidente do Conselho de Administração. Não existem nos estatutos da Sociedade quaisquer regras específicas sobre a forma pela qual poderá proceder-se à sua alteração.€/-% .Valor dos serviços de revisão de contas (€) 35. S. ORGANIZAÇÃO INTERNA I.Valor de outros serviços que não revisão de contas (€) 5. II.º 1. Meios e política de comunicação de irregularidades ocorridas na sociedade.Valor dos serviços de consultoria fiscal (€) .553.º-A. Assim.€/-% . nos termos da referida política. Aplica-se.Valor dos serviços de garantia de fiabilidade (€) . no caso da alegada irregularidade envolver uma situação de conflito de interesses com algum membro do Conselho Fiscal. As irregularidades detectadas serão comunicadas ao Conselho Fiscal.€/-% * Incluindo contas individuais e consolidadas C.60 € / 9 % Por entidades que integrem o grupo* .Valor de outros serviços que não revisão de contas (€) . A política define o que se entende por irregularidades alegadamente ocorridas no seio da Sociedade. h). pois.€/-% . por e-mail ou carta.Valor dos serviços de consultoria fiscal (€) .00 € / 62 % . 245. evitando danos agravados pela continuidade de tais práticas. A Sociedade aprovou uma política de comunicação de irregularidades. A política de comunicação de irregularidades pretende estimular as comunicações internas de práticas não conformes de maneira a prevenir ou reprimir irregularidades quanto antes.277. 146 .€/-% . quais os meios que se devem utilizar para a sua comunicação e quem devem ser os receptores. a este respeito o que sobre a alteração de estatutos se dispõe no Código das Sociedades Comerciais. Estatutos 48. al. bem como garante a confidencialidade no tratamento da mesma e a não identificação do emissor. a comunicação de uma irregularidade alegadamente ocorrida poderá ser feita por escrito. Regras aplicáveis à alteração dos estatutos da sociedade (art.

procede à fiscalização dos dois sistemas. O Conselho Fiscal assumiu o compromisso de efectuar todas as diligências adequadas para verificar a existência ou não da alegada irregularidade e de averiguar todos os factos susceptíveis de consubstanciarem irregularidades. O sistema de controlo interno é baseado numa organização por processos em que há um conjunto de macro processos. Pessoas. S. A SUMOL+COMPAL assegura a quem comunique quaisquer irregularidades que não permitirá. sob a responsabilidade de um administrador executivo. com excepção de eventuais comunicações anónimas. em geral. Sempre que o denunciante tenha requerido a confidencialidade da sua identidade. no âmbito das suas competências. III. ainda que por inclusão de organograma. Existe ainda um Gabinete de Auditoria Interna. entre outras. 147 . das relações de dependência hierárquica e/ou funcional face a outros órgãos ou comissões da sociedade. a suspensão. Controlo interno e gestão de riscos 50. o assédio ou a suspensão ou a retenção de pagamentos que lhe sejam devidos. ou qualquer outra estrutura organizativa daquelas sociedades à qual sejam comunicadas as conclusões do processo de avaliação. O Conselho Fiscal. avaliar a adequabilidade daqueles dois sistemas. Após terminado o processo de averiguação. órgãos ou comissões responsáveis pela auditoria interna e/ou pela implementação de sistemas de controlo interno. A criação do sistema de controlo interno e de gestão de riscos cabe à Comissão Executiva. Desde a comunicação da irregularidade pelo colaborador até à apresentação das conclusões sobre a averiguação da mesma não poderão decorrer mais de 15 dias. deverão adoptar as medidas que entendam necessárias para suprir a irregularidade comunicada e comprovada pelo processo em causa. de acordo com os dados que lhe são fornecidos. a SUMOL+COMPAL ou os órgãos sociais de qualquer outra sociedade por esta dominada.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Existe um Comité de Auditoria Interna composto por membros não executivos do Conselho de Administração que tem por missão. como consequência de tal comunicação. a demissão. na sua sequência e sempre que tal seja recomendável ou necessário. 51. | 2014 A comunicação de irregularidades deverá conter uma descrição tão detalhada quanto possível dos factos que a suportam.A. esta manterse-á unicamente do conhecimento do destinatário imediato da comunicação. salvo se o denunciante tiver tido intervenção na prática de qualquer irregularidade objecto de denúncia ou caso este tenha comprovadamente actuado de má fé ao proceder à comunicação sabendo ou não devendo desconhecer que a mesma não tinha fundamento. Explicitação. o qual tem como função testar e avaliar os procedimentos de controlo interno. casos em que não existe qualquer garantia ou obrigatoriedade de apreciação.

com excepção dos clientes dos mercados internacionais. 148 . Sazonalidade As bebidas de alta rotação apresentam em geral sazonalidade das vendas e o seu consumo é marcadamente influenciado pelas condições climatéricas.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. sobretudo nos casos onde há a materialização de investimento directo no estrangeiro – Moçambique e Angola. Estrutura das vendas As bebidas de alta rotação que o Grupo disponibiliza chegam ao retalho quer por vendas directas quer por vendas indirectas (distribuidores). a que estes adquiram quantidades mínimas. | 2014 52. Situação geopolítica A situação geopolítica de cada momento e as políticas económicas dos governos de países emergentes pode ter um grande impacto na nossa estratégia de internacionalização. e como se afirma na winning aspiration. Existência de outras áreas funcionais com competências no controlo de riscos. O único modo de operar de forma continuada e sustentada é através do investimento no poder das marcas e no nível de serviço prestado aos retalhistas. as encomendas em carteira raramente excedem alguns dias. Procura-se contrariar estes efeitos investindo permanentemente no valor das marcas de forma a sedimentar a lealdade dos consumidores em relação a estas e diversificando as vendas por mercados geográficos com sazonalidades diferentes da do mercado português. Angola e Moçambique e ter posições relevantes noutras geografias. nalguns casos contractos que relacionam descontos com quantidades. (ii) Conseguir posições de destaque nos preparados de frutos e de vegetais em Portugal e África. 53. Identificação e descrição dos principais tipos de riscos (económicos. S. havendo contudo. riscos operacionais e patrimoniais. têmse verificado crescimentos das categorias de produtos onde a SUMOL+COMPAL opera e perspectiva-se a manutenção desta tendência. Isto quer dizer que em cada ano as condições climatéricas influenciam a evolução das vendas. o Grupo tem a ambição de (i) Liderar os mercados de bebidas de frutos e de vegetais em Portugal. beneficiando do contributo destas para o seu bem. Identificaram-se os seguintes grupos de riscos: riscos de mercado. riscos associados a stakeholders. Em consequência. do peso relativos de cada canal de vendas e do nível de concentração em clientes tem efeitos directos na margem de contribuição da SUMOL+COMPAL. São também responsáveis pelo controlo de risco outras áreas funcionais da sociedade em função dos riscos identificados. Além disso ambicionamos que onde a SUMOL+COMPAL esteja presente cada consumidor desfrute diariamente das nossas marcas. tendo sido nomeado um coordenador para cada um destes grupos de riscos. em geral. Riscos de mercado Em Portugal. e riscos associados a sistemas de informação. Não obstante este enquadramento difícil. A relação com os clientes não obriga. Nos mercados internacionais.estar. Os montantes das encomendas são relativamente baixos enquanto a frequência destas é elevada. Por outro lado o ciclo económico tem também alguma influência naquela evolução. o que se procura fazer no Grupo. (iii) Desenvolver marcas representadas fortes suportadas em parcerias estáveis nas categorias de produtos onde a SUMOL+COMPAL não esteja presente com as suas marcas. os mercados de bebidas de alta rotação onde o Grupo opera têm tido crescimentos diminutos ou nulos ao longo dos últimos anos.A. riscos associados a gastos. e de (iv) Realizar metade das vendas de 400 M€ fora de Portugal. financeiros e jurídicos) a que a sociedade se expõe no exercício da actividade. A variação do peso relativo dos mercados internacionais. riscos financeiros e legais.

No entanto. Mesmo com alternativas existe o risco da SUMOL+COMPAL sofrer impactos negativos ao nível reputacional. a incumprimentos legais e de fornecimento instituirá e divulgará um Código de Conduta de Fornecedores. importando dar especial acompanhamento as situações onde haja (i) fornecedores exclusivos de materiais e serviços críticos. (iii) custos desadequados. (vii) favorecimento de fornecedores e (viii) corte de abastecimento por atraso de pagamento a fornecedores. legal ou de fornecimento. De igual modo. tornando-os cada vez mais globalizados. é necessário dispor de uma estrutura financeira robusta para prosseguir este caminho de forma rápida e segura. a dependência da SUMOL+COMPAL de pessoas que. (ii) materiais ou serviços com um só fornecedor aprovado. grau de experiência e/ou trajecto profissional. 149 . Para isso e para evitar riscos inerentes a imagem. Esse risco pode ter origem em várias fontes. Riscos associados a stakeholders Colaboradores Constitui um risco para o desenvolvimento do negócio da SUMOL+COMPAL o facto de não se conseguir ter os melhores profissionais.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Na prática as grandes empresas têm adquirido outras de menor dimensão. risco esse que é crescente com a abertura das marcas ao exterior (redes sociais). Além do risco de má reputação de uma marca. pelo que é crítico identificar. com quem mantém relações comerciais. a SUMOL+COMPAL está sujeita a impactos que possam surgir de problemas de má reputação noutros países com as marcas de terceiros que fazem parte do nosso portefólio. S. O Grupo pode ser considerado à escala global como uma pequena empresa. sejam dificilmente substituíveis. por isso. Reputação das marcas A reputação das marcas com que trabalhamos é um dos factores mais importantes para a satisfação dos nossos consumidores. pelas suas competências. motivados por ocorrências na cadeia de abastecimento a montante. Estes riscos são mitigados através da adopção de políticas de recursos humanos adequadas e da implementação de ferramentas que facilitam a sua execução. a montante. (vi) compra de bens/serviços equivalentes sob condições comerciais diferentes. Parceiros A SUMOL+COMPAL assume as suas responsabilidades económicas. atrair e reter talento. (v) aquisição de bens não necessários ou desadequados. mas tem definido como um dos vetores estratégicos de crescimento o desenvolvimento de negócios noutros mercados geográficos.A. | 2014 Posição competitiva no mercado de bebidas de alta rotação Tem-se assistido em anos recentes a uma consolidação acelerada nos vários mercados de bebidas de alta rotação. A SUMOL+COMPAL assume que tem um papel importante na difusão de boas práticas em matérias ambientais e sociais e que. (iv) não cumprimento dos requisitos legais e da SUMOL+COMPAL por parte dos fornecedores. Riscos na cadeia de abastecimento de materiais e serviços Constitui um risco para o negócio da SUMOL+COMPAL depender de fornecimentos de terceiros sem alternativas. sociais e ambientais e entende dever privilegiar relações prolongadas e de confiança com fornecedores que defendam e pratiquem princípios semelhantes. conhecimentos. constitui um risco para a empresa. deve tomar medidas no sentido de influenciar positivamente as entidades.

pessoal e de exploração. com agentes poluentes. a SUMOL+COMPAL tem em vigor um Código de Conduta que vincula a actuação de todos os colaboradores da empresa.A. Estão implementados um conjunto de controlos adequados à mitigação deste risco. do solo e da atmosfera. | 2014 Comunidades A reputação e a credibilidade da SUMOL+COMPAL são aspectos críticos para uma organização que gere marcas. Apesar disso. enfrentarão ocorrências passíveis de terem efeitos negativos entre as quais podemos salientar as crises relacionadas com questões de segurança e higiene alimentar. Adicionalmente está implementada uma Política de Comunicação de Irregularidades que visa evitar que desvios ou procedimentos irregulares. já que a sua eventual afectação se pode traduzir numa redução da procura e grau de preferência e de fidelização. com incidentes que provoquem mortos ou feridos graves ou outras situações passíveis de comunicação massiva negativa por parte dos órgãos de comunicação social ou das redes sociais. sabotagens e riscos 150 . mesmo por um período longo de tempo se forem de gravidade extrema. vão ser tomadas uma série de medidas que visam impedir o acesso de pessoas não autorizadas aos perímetros das fábricas e às áreas de armazenagem do produto. como qualquer produtor. A gestão destes riscos é complementada com políticas. A poluição ambiental causada pela contaminação das linhas de água. possam colocar em risco a boa imagem e a reputação da SUMOL+COMPAL. bem como pela contratação de apólices de seguro que garantem a cobertura de riscos de natureza patrimonial. tem um efeito negativo no equilíbrio do planeta. sem prejuízo de se manterem e aprofundarem actividades de controlo para prevenir a ocorrência deste tipo de eventos. causando danos na saúde humana.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. que garanta mecanismos eficazes de controlo e supervisão a todos os níveis da organização. procedimentos de controlo interno e planos de emergência que visam assegurar a continuidade do negócio. Procuramos minimizar estes riscos através da implementação sistemática de soluções técnicas e comportamentais. Por estas razões o risco associado a este tipo de eventos é baixo. Falha na produção de bebidas A actividade de produção está sujeita a uma série de eventos que a podem colocar em causa. Para além do conjunto de Valores definidos. Segurança alimentar Ao nível das várias fábricas e armazéns a organização tem em vigor procedimentos que visam impedir a contaminação física. nos seres vivos e nos ecossistemas. Em concreto (i) falhas no abastecimento de água ou de energia. A SUMOL+COMPAL. garantindo o cumprimento dos planos HACCP. ou ter efeitos patrimoniais negativos. repetidos ou não. Este risco pode causar prejuízos sérios na reputação da SUMOL+COMPAL com consequências directas nos custos operacionais e. Riscos Operacionais e Patrimoniais A gestão de riscos operacionais e patrimoniais passa pela definição clara de linhas de orientação estratégica e de uma estrutura hierárquica adequada. e a existência de mecanismos de controlo e liberação de produto baseados em procedimentos estabelecidos no sistema informático. A SUMOL+COMPAL e as suas marcas. levando a uma degradação ambiental. (ii) incêndios. independentemente do país em que trabalhem. nas vendas futuras da companhia. mais importante. S. Dada a forte dependência nos processos industriais da SUMOL+COMPAL dos Recursos Naturais Água e Energia. que visem a redução de consumos e da emissão de poluentes. constitui um risco para o desenvolvimento sustentado do negócio da SUMOL+COMPAL a sua falta ou escassez. química e microbiológica das produções. incorre no risco de produção e distribuição de bebidas não conforme.

Adicionalmente deverá ser avaliada a subscrição de seguros específicos para transferir estes riscos. incluindo a contratualização de uma apólice de Seguro de Crédito. do desequilíbrio da maturidade da dívida e da restrição no repatriamento de capitais (investimentos no estrangeiro). e (iii) falhas no abastecimento de matérias-primas ou de serviços de manutenção. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos derivam da falta de liquidez e/ou insolvência de devedor. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos derivam da insuficiência de cash flow operacional. Catástrofes naturais Os eventos associados a este tipo de riscos (sismos. Riscos Financeiros e Legais Crédito Risco inerente ao facto de uma contraparte da SUMOL+COMPAL não liquidar financeiramente as suas obrigações contratuais. fluxos de caixa operacionais. A SUMOL+COMPAL está sujeita. fluxos obtidos através de operações de desinvestimento. Liquidez Risco inerente ao facto de as fontes de financiamento (disponibilidades. por vendas a Crédito a Clientes. inundações. essencialmente a este risco nas suas actividades operacionais e de tesouraria. Falha na cadeia de abastecimento O principal factor de risco que permanece fora dos níveis aceitáveis é a dependência de transportes marítimos. de linhas de crédito e de financiamento bancário). para satisfazer o nível de saídas de caixa associadas às actividades operacionais. poderem não ser suficientes. embora tenham impacto prováveis mais reduzidos que os anteriores. da restrição de fontes de financiamento. Falha de segurança Os eventos associados a este tipo de riscos podem assumir várias formas (sabotagem. roubo. etc. | 2014 semelhantes. No imediato. 151 . do incumprimento contratual ou fraude do devedor ou do incumprimento de operações de tesouraria. para os quais estão definidas as medidas preventivas consideradas adequadas. de investimento.) podem ser catastróficos e afectar várias actividades operacionais em simultâneo. a única medida que pode ser implementada para reduzir o impacto deste tipo de eventos é a melhoria da articulação funcional e gestão integrada com armazéns externos no local destino.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. greves. resultando daí uma perda financeira para a SUMOL+COMPAL. remuneração accionista e de serviço da dívida (reembolso de capital e juros). …) e podem também afectar várias actividades operacionais em simultâneo. O Risco de Crédito nas operações está relacionado com Contas a Receber originadas. S. eventos meteorológicos. vandalismo. em determinado momento.A. na sua maioria. A SUMOL+COMPAL deverá avaliar a razoabilidade de subscrever seguros específicos em adição às coberturas já existentes. O risco das actividades de Tesouraria resulta essencialmente de produtos financeiros e disponibilidades monetárias contratualizados e sob controlo de terceiros. A principal medida para a prevenção deste tipo de eventos passa implementação do Projecto de Segurança Integrada das instalações.

não controláveis. estão implementadas as medidas preventivas consideradas adequadas para este tipo de eventos. De igual forma. multiplicidade e diversidade legislativa e regulatória que a SUMOL+COMPAL tem que gerir e cumprir. a taxa de cobertura encontrar-se-ia próxima dos 38% da dívida remunerada a essa data. Mercado de Capitais. Dada a conjuntura actual de forte “apetite e agressividade” no sentido da captação de receita fiscal. perante um enquadramento regulamentar instável e 152 . O risco está associado a diversas dimensões (Lei Geral. a empresa tem contratados instrumentos derivados de cobertura de taxa de juro (IRS SWAP). adjudicação. O risco está sobretudo associado a três dimensões – tributação sobre o rendimento. Lei específica do Sector. a SUMOL+COMPAL possui exposição cambial em USD. etc) potenciadas pela expansão geográfica do negócio. de uma eventual saída de Portugal do euro. da variação de spread (taxa variável) e da envolvente sistémica. Laboral. assim. no extremo. Actualmente. S. Taxa de câmbio Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL efectuar investimentos e transacções em países e com entidades cuja moeda funcional é distinta do euro. Além da contratação de forwards cambiais. Taxa de juro Risco inerente ao facto de os custos financeiros suportados (juros) decorrentes de financiamentos remunerados (sobretudo banca). Enquadramento legislativo Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL estar sujeita a legislação que regulamenta. o cash-flow é afectado por via das flutuações cambiais ocorridas entre o momento de reconhecimento do activo e/ou passivo e o efectivo momento do seu recebimento/pagamento.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. que utiliza na gestão do seu fundo de maneio.A. face ao euro. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos derivam da exposição temporal de transacção (cotação. para além das linhas de curto prazo. Os juros suportados podem. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos derivam da variação de indexante (taxa variável). decorrentes da alienação de 49. estão implementadas todas as medidas preventivas consideradas adequadas. exógenos ao controlo da SUMOL+COMPAL. tem contratadas linhas de factoring e confirming. o que permite reduzir substancialmente a volatilidade dos juros a liquidar.9% da SUMOL+COMPAL. estarem contratados a taxa de juro variável. variar em função de factores externos. MZN e AOA. entrega e facturação). da exposição económica (competitividade de preços por via da flutuação cambial). Em relação ao primeiro tipo de eventos. da exposição contabilística (de transposição) e. Além disso. indexada a taxas de referência de mercado (sendo a Euribor a mais comum). resultando num incremento da complexidade. enquadra e delimita a sua actividade. | 2014 A SUMOL+COMPAL procura garantir que a sua dívida financeira tem maturidades adequadas à perspectiva de evolução do seu negócio e. Eventuais variações cambiais ocorridas nessas moedas. afectam os resultados e a situação patrimonial da SUMOL+COMPAL. da exposição de balance sheet (contas a receber e contas a pagar) – eventos para os quais é feita uma gestão activa do risco com contratação de forwards cambiais para fixação mínima de 50% dos pagamentos em USD . No final do ano e excluindo o efeito dos depósitos a prazo constituídos em 31 de Dezembro. A volatilidade destes indexantes decorre de factores de mercado. sobre o património e sobre a despesa. Normas de Relato Financeiro. Enquadramento fiscal Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL estar sujeita a regulamentação fiscal que impacta em termos económicos e financeiros a sua rendibilidade e o seu património.

estão montados os procedimentos de segurança julgados adequados. da (ii) quebra de segurança física de equipamentos. os seguintes procedimentos:  Não havendo sistemas de informação invioláveis. entre outros. fluxos subsequentes e os correspondentes outputs. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos podem sobretudo derivar de (i) requisitos de sistemas e rede inadequadamente definidos e/ou implementados. Existe também um procedimento de autonomias financeiras que atribui a todos os órgãos de gestão. S. de manter competências internas suficientes para não criar dependência funcional de nenhuma entidade externa. de uma virtual private network apenas acessível com os códigos de utilizador e password. Existe uma dependência das tecnologias de informação para que as operações decorram eficientemente. de servidores e de equipamentos pessoais. da (iii) quebra nos serviços prestados por terceiros. controlo e gestão de riscos. 153 . este é um risco cuja gestão é crítica. Estes macroprocessos contêm processos cuja responsabilidade de manutenção cabe aos diversos gestores. sob a responsabilidade de um administrador executivo. da (iv) falha na gestão de acessos lógicos à infra-estrutura. O sistema de controlo interno é baseado numa organização por processos em que há um conjunto de macro processos. da (v) falha na operação e monotorização das infra-estruturas e da (vi) falha na gestão de backups. nomeadamente através da manutenção de firewalls. acompanhamento. aptas para serem colocadas a funcionar no datacenter de DRS. para compromissos que venham a ter uma consequência financeira. razão pela qual são mantidos. havendo a prática. avaliação.A. Este procedimento garante a certificação prévia de todo o software pela área técnica da empresa e a ausência de software não licenciado. em geral. uma eliminação quase completa do risco de perda de dados e uma diminuição muito significativa do tempo previsto para operações de recovery em quaisquer circunstâncias porque no processo que suporta esse sistema está incluída a manutenção de réplicas das bases de dados críticas e cópias de segurança dos dados geograficamente deslocalizadas. de um intrusal detector system e de uma política de passwords forte ao nível de equipamentos de gestão da rede de dados. indispensável. | 2014 mediante um forte impacto da fiscalização e das coimas aplicadas. 54.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. política essa que inclui a inibição de instalação pelos utilizadores de qualquer tipo de software. a relação com os clientes se mantenha e a informação económica e financeira seja fiável.  Política restritiva na gestão de desktops e laptops.  Utilização de sistemas cluster de alta disponibilidade para os servidores que suportem aplicações críticas ao negócio. Descrição do processo de identificação.  Sistema de gestão de storage e de backup avançado que permite. limites consoante o nível hierárquico. para as aplicações críticas da SUMOL+COMPAL. Cada um destes processos tem os necessários inputs. Tecnologias de Informação Se a SUMOL+COMPAL não for capaz de construir e manter uma infra-estrutura de tecnologias de informação adequada ao negócio pode sofrer prejuízos materiais.

pt ou ainda da funcionalidade disponível no sítio institucional (www. O Representante para as Relações com o Mercado é o Dr. Luís Fernando da Costa Magalhães.pt/investidores .º-A. S.A. a qualidade de sociedade aberta. A informação sobre a firma. a sede e demais elementos mencionados no artigo 171. Faz ainda parte deste Gabinete José Paulo de Martinho Simões Machado.sumolcompal. O Gabinete de Apoio ao Investidor pode ser contactado através do telefone 214200080.sumolcompal. que procede aos correspondentes testes prévios de validação.º do Código das Sociedades Comerciais. Representante para as relações com o mercado.pt). só é divulgada após autorização do Conselho de Administração após proposta da Comissão Executiva. a qualidade de sociedade aberta. Serviço responsável pelo apoio ao investidor. A resposta aos referidos pedidos foi facultada no prazo aproximado de uma semana. Sítio de Internet 59. Apoio ao Investidor 56. do endereço electrónico investidor@sumolcompal. Endereço(s). 58.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.sumolcompal. e a dos períodos intercalares.º do Código das Sociedades Comerciais está disponível no endereço http://www.pt 60. V. 245. n. Local onde se encontra informação sobre a firma. A informação financeira anual só é divulgada após o conforto do auditor externo e do Conselho Fiscal. Informação sobre a proporção e o prazo de resposta aos pedidos de informação entrados no ano ou pendentes de anos anteriores. Luís Fernando da Costa Magalhães. www. Principais elementos dos sistemas de controlo interno e de gestão de risco implementados na sociedade relativamente ao processo de divulgação de informação financeira (art. a sede e demais elementos mencionados no artigo 171. Em 2014 foram dirigidos ao Gabinete de Apoio ao Investidor 3 pedidos de informação. 57. composição. funções. O responsável deste Gabinete é simultaneamente o Representante para as Relações com o Mercado. | 2014 55. informação disponibilizada por esses serviços e elementos para contacto. A Empresa tem um Gabinete de Apoio ao Investidor cujas funções são a disponibilização da informação que se julga relevante para os investidores e o contacto directo com esses mesmos investidores e com os meios de comunicação. IV.sociedade. 154 . al. A informação financeira anual. m).º 1.

do Gabinete de Apoio ao Investidor ou estrutura equivalente. divulgado no início de cada semestre.sumolcompal.sumolcompal. Local onde são divulgados a convocatória para a reunião da assembleia geral e toda a informação preparatória e subsequente com ela relacionada.sumolcompal.pt/investidores/relatorioscontas O calendário semestral de eventos societários não está disponível. divulgação de contas anuais. Local onde se encontram os estatutos e os regulamentos de funcionamento dos órgãos e/ou comissões. Os estatutos e os regulamentos de funcionamento dos órgãos e/ou comissões da sociedade estão disponíveis no endereço http://www.pt/investidores/orgaos. S. A informação sobre a identidade dos titulares dos órgãos sociais consta do endereço http://www. Local onde se disponibiliza o acervo histórico com as deliberações tomadas nas reuniões das assembleias gerais da sociedade. caso aplicável. 63. Os documentos de prestação de contas. incluindo. no endereço http://www. respectivas funções e meios de acesso constam do endereço http://www.sumolcompal. | 2014 61. que devem estar acessíveis pelo menos durante cinco anos.pt/investidores/historicoag. respectivas funções e meios de acesso. incluindo os dos últimos cinco anos. Local onde se disponibilizam os documentos de prestação de contas. do representante para as relações com o mercado. Para além disso.sumolcompal. A convocatória para a reunião da assembleia geral e toda a informação preparatória e subsequente com ela relacionada está disponível em http://www. bem como o calendário semestral de eventos societários.sumolcompal. 64. entre outros. com referência aos 3 anos antecedentes está disponível no sítio da sociedade com o endereço http://www. o capital social representado e os resultados das votações. semestrais e. 155 . O acervo histórico com as deliberações tomadas nas reuniões das assembleias gerais da sociedade.pt/quemsomos/administracao.pt/investidores/ assembleias gerais. os membros do Conselho de Administração são também apresentados no endereço http://www.sumolcompal. Informação sobre a identificação do representante para as relações com o mercado. trimestrais.pt/investidores/gaiComposicao Existe um formulário online. estão disponíveis no sítio da sociedade em http://www.pt/investidores/estatutos.sumolcompal. para permitir o contacto directo dos investidores com o gabinete de apoio ao investidor. reuniões da assembleia geral. do Gabinete de Apoio ao Investidor ou estrutura equivalente.A. Local onde se disponibiliza informação sobre a identidade dos titulares dos órgãos sociais. 62.pt/investidores/gaiContacto.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. o capital social representado e os resultados das votações. com referência aos 3 anos antecedentes. 65.

156 . Os outros membros têm desempenhado cargos de vogal ou de presidente de conselhos de administração. O membro da Comissão António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida é independente. 68.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.º 5. que tem especiais conhecimentos e experiência em matéria de política de remunerações. REMUNERAÇÕES I. Indicação quanto à competência para a determinação da remuneração dos órgãos sociais. ter integrado comissões de vencimentos e enquanto vogal e presidente de conselhos de administração ter tido o pelouro de recursos humanos. e Eufiger . e por António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida. Para determinação da remuneração dos dirigentes da sociedade é competente o Conselho de Administração. II. A Assembleia Geral Anual de accionistas de 30 de Maio de 2014 aprovou declarações sobre a política de remuneração dos órgãos de administração e fiscalização e sobre a política de remunerações dos demais dirigentes. A Refrigor. respectivamente...A. sob proposta da Comissão de Vencimentos e do Conselho de Administração. S. dos membros da comissão executiva ou administrador delegado e dos dirigentes da sociedade.A. Comissão de remunerações 67. Em 2014 foi nomeado para integrar a Comissão de Vencimentos o Senhor António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida.A. não são independentes nos termos do art. S. nalguns casos com a responsabilidade pelo pelouro de recursos humanos. n.º. | 2014 D. não é igualmente independente por força do disposto na alínea a) do mesmo número do art..º 414.. Não existem pessoas contratadas para integrar a Comissão de Vencimentos.A. Todos os membros da Comissão de Vencimentos possuem conhecimentos e experiência em matéria de política de remuneração.º 414.A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. alínea b). Composição da comissão de remunerações. ao nível de direcção.. Os membros da Comissão de Vencimentos Refrigor. incluindo identificação das pessoas singulares ou colectivas contratadas para lhe prestar apoio e declaração sobre a independência de cada um dos membros e assessores. S. A Comissão de Vencimentos é composta pelas sociedades Refrigor. Cabe à Comissão de Vencimentos a determinação da remuneração dos membros dos órgãos sociais e em especial dos membros da Comissão Executiva. Este membro tem especialmente competências nesta área por ter desenvolvido carreira profissional na área de gestão de pessoas. Conhecimentos e experiência dos membros da comissão de remunerações em matéria de política de remunerações. Competência para a determinação 66. S.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.A. S. Eufiger .

Descrição da política de remuneração dos órgãos de administração e de fiscalização a que se refere o artigo 2. e) Os pagamentos diferidos para o 2º e 3º ano ficarão dependentes do cumprimento de metas que assegurem a manutenção do nível de desempenho que justificou a atribuição da remuneração variável. S. A parte variável terá uma componente anual e uma componente plurianual. Foi aprovada na Assembleia Geral realizada a 30 de Maio de 2014 a política de remuneração dos órgãos de administração e de fiscalização a que se refere ao artigo 2. h) A determinação do montante da eventual remuneração variável anual deve obedecer a critérios de alinhamento com os interesses da sociedade. O cumprimento das metas orçamentadas de inovação. de 19 de Junho. em função do cumprimento total ou muito elevado (≥ 90%) da(s) meta(s) estratégica(s) do último ano do mandato. d) A eventual remuneração variável de cada exercício será paga nos três anos seguintes. de 19 de Junho.º 28/2009. Nos termos desta política. g) Os membros que desempenhem funções em órgãos de administração de sociedades dependentes podem ser remunerados pelas referidas sociedades. j) O prémio variável plurianual pretende premiar a geração significativa e sustentada de valor para os accionistas. b.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. assegurando o alinhamento destes com os interesses da sociedade. não tendo em especial atenção a conclusão de todo o mandato. no caso de o desempenho da empresa evidenciar uma deterioração relevante no último exercício apurado. i) Poderá ser fixado um prémio variável plurianual. são os seguintes os objectivos estratégicos que devem ser tidos em conta para apreciar a actuação da Comissão Executiva: a. referente a um período de três anos. c) O nível de desempenho será medido pelo grau de execução de metas quantificadas e previamente estabelecidas para variáveis de desempenho (entre 3 a 5). no actual contexto societário e competitivo. b) A componente variável anual tem como objectivo premiar o desempenho dos membros da Comissão Executiva. aplicando-se a cada uma destas o proposto nesta declaração. Estrutura das remunerações 69. aferido pelo grau de execução de metas. a ser pago após a conclusão do mandato. não poderá exceder a remuneração fixa anual. os Membros da Comissão Executiva são remunerados nos seguintes termos: a) A remuneração anual dos membros comporta uma parte fixa e uma parte variável.º da Lei n. A componente variável anual não poderá exceder metade da remuneração fixa anual. sendo que no primeiro destes três anos não poderá ser paga mais de 50% desta remuneração variável. k) A aferição do cumprimento dos requisitos para a atribuição da componente variável plurianual é feita após o final do mandato.º da Lei n. c. Em concreto. A geração de um EBITDA superior ao de 2013. O atingimento de um volume de negócios superior ao alcançado em 2013.º 28/2009.A. | 2014 III. pelo que se limita a remuneração variável. tendo em conta o anteriormente referido em relação ao diferimento de pagamentos. 157 . f) A aferição do cumprimento dos requisitos para o pagamento da componente variável anual é feita exercício a exercício. A componente variável plurianual.

S. A avaliação deste desempenho faz-se pela comparação dos resultados obtidos em cada variável. 70. desde que neste terceiro exercício os valores reais dos indicadores utilizados para a atribuição do prémio plurianual sejam iguais ou superiores aos verificados no último ano do mandato. O alinhamento dos interesses dos membros do órgão de administração com os interesses de longo prazo da Sociedade consegue-se através da existência de uma componente de remuneração variável para os administradores executivos. c) Consideram-se empresas comparáveis a Novabase. ao EBITDA. O Revisor Oficial de Contas aufere uma retribuição fixa. a sua actividade aufere uma remuneração mensal fixa. nomeadamente. a ser paga a seguir à aprovação em AG das contas correspondentes ao último ano do mandato. ii) a situação económico-financeira da empresa. b) Os restantes membros auferem uma senha de presença por cada reunião em que participem. O pagamento parcialmente diferido da componente variável. iii) as funções de cada membro e iv) o grau de afectação de tempo ao exercício das funções. aos resultados operacionais. pelo menos. a ser paga a seguir à aprovação em AG das contas correspondentes ao terceiro exercício posterior ao mandato. com as metas quantificadas previamente fixadas. ii) a segunda. | 2014 l) O prémio plurianual será dividido em duas parcelas: i) A primeira. ii) a situação económico-financeira da empresa e iii) as funções de cada membro. acordada com a empresa e de acordo com as práticas de mercado. Os membros do Conselho Fiscal são remunerados nos seguintes termos: a) O membro independente que tem especiais conhecimentos em auditoria e contabilidade e que exerce regularmente. 95%) dos desempenhos do ano em 158 . sendo que este desempenho deve estar alinhado com os interesses de longo prazo da Sociedade. Informação sobre o modo como a remuneração é estruturada de forma a permitir o alinhamento dos interesses dos membros do órgão de administração com os interesses de longo prazo da sociedade. a Cofina e a Impresa.A. em termos da capitalização bolsista. m) A determinação do montante da remuneração fixa dos membros da Comissão Executiva deve ter em conta: i) as práticas de mercado para empresas comparáveis (atendendose à capitalização bolsista. bem como sobre o modo como é baseada na avaliação do desempenho e desincentiva a assunção excessiva de riscos. os Membros da Mesa da Assembleia Geral e da Comissão de Vencimentos que não tiverem outras remunerações certas ou variáveis na sociedade ou em sociedades desta dependentes podem receber uma senha de presença por cada reunião em que participem. dos resultados operacionais. na empresa. o qual fica dependente da manutenção (em. Não está prevista a existência de planos de atribuição de acções ou de opções de aquisição de acções por parte de membros dos órgãos de administração e de fiscalização. a Cofina e a Impresa. dos resultados líquidos e do volume de negócios. do EBITDA. aos resultados líquidos e ao volume de negócios). Não estão acordados pagamentos relativos à destituição ou cessação por acordo de funções de administradores. Nos termos da mesma política. A atribuição de remuneração variável depende do desempenho de determinadas variáveis. os administradores não-executivos são remunerados nos seguintes termos: a) A remuneração comporta exclusivamente uma componente fixa. Por último.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. b) A determinação do montante da remuneração deve ter em conta: i) as práticas de mercado para empresas comparáveis. atribuída pela Assembleia Geral. n) Consideram-se empresas comparáveis a Novabase.

73. 75. respectivo limite. A Empresa não tem em vigor esquemas de remuneração variável que envolvam as acções da sociedade. pelos administradores executivos. estabelecidos critérios para a manutenção dessas acções pelos administradores executivos. com menção do período de diferimento. 159 . Existe um fundo de pensões que abrange quer administradores.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A. 72. ficando também dependente do desempenho nos três exercícios seguintes. Entende-se que a evolução das variáveis de desempenho «volume de negócios». não são celebrados contractos relativos a essas acções. Critérios em que se baseia a atribuição de remuneração variável em opções e indicação do período de diferimento e do preço de exercício. é o mecanismo adoptado para desincentivar a assunção excessiva de riscos. Principais características dos regimes complementares de pensões ou de reforma antecipada para os administradores e data em que foram aprovados em assembleia geral. do atingimento de metas quantificadas. 71. O pagamento da remuneração variável é efectuado nos 4 anos seguintes. se aplicável. Não é atribuída remuneração variável em acções aos administradores. sobre eventual celebração de contractos relativos a essas acções. efectuada pela Comissão de Vencimentos. S. estando dependente da continuação do desempenho positivo da Sociedade ao longo desse período. Não existe qualquer outro regime complementar de pensão ou de reforma antecipada. Não existem outros prémios anuais para além da remuneração variável. nem são. Referência. à existência de uma componente variável da remuneração e informação sobre eventual impacto da avaliação de desempenho nesta componente. quer a generalidade dos trabalhadores. 74. A Empresa não tem em vigor esquemas de remuneração variável que envolvam a atribuição de opções. designadamente contractos de cobertura (hedging) ou de transferência de risco. Critérios em que se baseia a atribuição de remuneração variável em acções bem como sobre a manutenção. O pagamento da componente variável é diferido. e sua relação face ao valor da remuneração total anual. «EBITDA» e «inovação» espelham razoavelmente o real crescimento da Empresa e a riqueza efectivamente criada para os accionistas. Os benefícios não pecuniários são de natureza social ou de representação e são consistentes com os atribuídos aos demais gestores e colaboradores da Sociedade. por isso. dessas acções. | 2014 que a componente variável foi originada. Existe uma componente variável cuja atribuição depende da verificação. Diferimento do pagamento da componente variável da remuneração. em termos individuais. Da mesma forma. 76. designadamente contractos de cobertura (hedging) ou de transferência de risco. Principais parâmetros e fundamentos de qualquer sistema de prémios anuais e de quaisquer outros benefícios não pecuniários.

00€. 78. Aos membros não executivos. menção às diferentes componentes que lhe deram origem.663. Não foram pagas nem são devidas indemnizações a ex-administradores executivos. em nenhuma das filiais ou associadas. Não foi pago aos administradores não executivos qualquer montante a título de remuneração variável. pelos membros dos órgãos de fiscalização da sociedade.08€ e António Augusto dos Santos Casanova Pinto 14.507.154.562. António Rui Libório Frade.00€ e 88.800.24€.562. verbas fixas ou variáveis aos membros do Conselho de Administração.800. respectivamente. 81.00€. 177. José Tomaz Júdice Gamito Pires. Indicação do montante anual da remuneração auferida. 164.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. IV. foram pagos a Manuel Batista Figueiredo 160 .265.00€. 177. António Rui Libório Frade 15. Não foram pagos. proveniente da sociedade.00€. Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto. | 2014 Este plano foi aprovado pelo Conselho de Administração sem intervenção da Assembleia Geral.693. 79. 212. respectivamente.910. de forma agregada e individual. a qualquer título. José Manuel Doutel Jordão 15.29€. de 19 de Junho. António Sérgio Brito Pires Eusébio. incluindo remuneração fixa e variável e. Em 2014 foram pagas remunerações variáveis aos administradores executivos no total de 62. 80. a saber. Montantes a qualquer título pagos por outras sociedades em relação de domínio ou de grupo ou que se encontrem sujeitas a um domínio comum. Remuneração paga sob a forma de participação nos lucros e/ou de pagamento de prémios e os motivos por que tais prémios e ou participação nos lucros foram concedidos.50€. Os membros do Conselho de Administração auferiram remunerações fixas no montante total de 1. pelos membros dos órgãos de administração da sociedade. Divulgação das remunerações 77.600.08€.00€ e 66. Os membros da Comissão Executiva do Conselho de Administração. S.50€ (um milhão cento e cinquenta e quatro seiscentos e sessenta e três euros e cinquenta cêntimos). para efeitos da Lei n. Indemnizações pagas ou devidas a ex-administradores executivos relativamente à cessação das suas funções durante o exercício. a saber.º 28/2009. Em senhas de presença.660. este último apenas até à eleição da actual composição do Conselho de Administração) auferiram.800.600.600. Durante o exercício de 2014 a SUMOL+COMPAL pagou aos membros do seu Conselho Fiscal o montante de 24. de forma agregada e individual.00€).118. Indicação do montante anual da remuneração auferida. os seguintes montantes de remunerações fixas: 177. relativamente a esta.00€. 88. Não existem outras remunerações para além das acima referidas. José Manuel Doutel Jordão e António Augusto dos Santos Casanova Pinto.A.69€ com a seguinte repartição: Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto 17. João António Brito Pires Eusébio e Amélia Maria Brito Pires Eusébio foram pagos.

300.º 3 do artigo 248. despedimento sem justa causa ou cessação da relação de trabalho na sequência de uma mudança de controlo da sociedade. Limitações contratuais previstas para a compensação a pagar por destituição sem justa causa de administrador e sua relação com a componente variável da remuneração. al. na acepção do n. 87. Não existem limitações contratuais previstas para a compensação a pagar por destituição sem justa causa de administrador nem foi estabelecida qualquer relação entre tal compensação e a componente variável da remuneração.00€. 245. Durante o ano de 2014 foram pagas à Presidente da Mesa da Assembleia Geral três senhas de presença no valor total de €900. l).Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. despedimento sem justa causa ou cessação da relação de trabalho na sequência de uma mudança de controlo da Sociedade. Direitos de opção atribuídos para a aquisição de acções (‘stock options’) de que sejam beneficiários os trabalhadores e colaboradores da empresa. 84.000. 82. período durante o qual as opções podem ser exercidas. 86. Planos de atribuição de acções ou opções sobre acções (‘stock options’) 85. Acordos com implicações remuneratórias 83. (art. com indicação dos montantes envolvidos. Não existem planos de atribuição de acções e/ou de opções de aquisição de acções.500€ e a José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca 6.ºA. Identificação do plano e dos respectivos destinatários.00.º-B do Código dos Valores Mobiliários. Não existem quaisquer planos de atribuição de acções e/ou opções de aquisição de acções. existência de incentivos para a aquisição de acções e ou o exercício de opções).A. n. Referência à existência e descrição. cláusulas de inalienabilidade de acções. Não existem quaisquer direitos de opção atribuídos para a aquisição de acções („stock options‟) de que sejam beneficiários os trabalhadores e colaboradores da empresa.º 1. 161 . A Presidente da Mesa da Assembleia Geral recebe uma senha de presença por cada reunião de Assembleia Geral realizada. VI. José Manuel Rodrigues Felgueiras recebeu da SUMOL+COMPAL 12. características das acções ou opções a atribuir. que prevejam indemnizações em caso de demissão. V. Caracterização do plano (condições de atribuição. Não existem quaisquer acordos entre a Sociedade e os titulares do órgão de administração e dirigentes que prevejam indemnizações em caso de demissão. S. de acordos entre a sociedade e os titulares do órgão de administração e dirigentes. Indicação da remuneração no ano de referência do presidente da mesa da assembleia geral. critérios relativos ao preço das acções e o preço de exercício das opções.00€. | 2014 6.

n. nos termos do artigo 20. bem como por email para o seguinte endereço: conselho. por exemplo rendas de instalações. A comunicação deverá ser remetida pela Administração da Sociedade para a sede desta.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 91.A. deverão ser comunicados por escrito. os intervenientes. designadamente. O Conselho Fiscal estabeleceu que lhe sejam submetidos os negócios com accionistas titulares de participação qualificada. o valor e demais informação considerada relevante para uma completa avaliação do negócio. 162 . 90. 4. e com uma antecedência de 30 dias relativamente à data prevista para a celebração do negócio (ou prazo inferior caso o respeito pelo prazo de 30 dias seja inexequível e desde que a impossibilidade de submissão seja devidamente fundamentada) os termos do negócio em causa. sejam de valor igual ou superior a 100. Mecanismos de controlo previstos num eventual sistema de participação dos trabalhadores no capital na medida em que os direitos de voto não sejam exercidos directamente por estes (art. al.000€ por negócio. ponto 91).º 1. Os procedimentos são os seguintes: 1. referindo-se. Em 2014 não houve qualquer transacção que reunisse os requisitos para emissão de parecer prévio pelo Conselho Fiscal.fiscal@sumolcompal. Mecanismos e procedimentos de controlo 89. ao cuidado do Exmo. pelo que nenhuma transacção foi sujeita a controlo por este órgão. Descrição dos procedimentos e critérios aplicáveis à intervenção do órgão de fiscalização para efeitos da avaliação prévia dos negócios a realizar entre a sociedade e titulares de participação qualificada ou entidades que com eles estejam em qualquer relação. nos termos do artigo 20 do Código dos Valores Mobiliários. 245. Senhor Presidente do Conselho Fiscal. sempre que esses negócios.º do Código dos Valores Mobiliários. o valor a partir do qual estes deverão ser submetidos a parecer prévio do Conselho Fiscal passará para 500. Indicação das transacções que foram sujeitas a controlo no ano de referência. TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS I. quando de carácter isolado.pt. Verificando-se o preenchimento dos critérios supra referidos. Foram apenas estabelecidos pelo Conselho Fiscal critérios para intervenção do Conselho Fiscal para efeitos da avaliação prévia dos negócios a realizar entre a sociedade e titulares de participação qualificada ou entidades que com eles estejam em qualquer relação (vd. o respectivo objecto. | 2014 88. Mecanismos implementados pela sociedade para efeitos de controlo de transacções com partes relacionadas (Para o efeito remete-se para o conceito resultante da IAS 24). ou com entidades que com eles estejam em qualquer relação. S. O Conselho Fiscal estabeleceu os procedimentos e critérios necessários para a avaliação prévia dos negócios a realizar nos termos descritos. Não está previsto qualquer sistema de participação dos trabalhadores no capital. por ano.º-A. E. e)).000€. 2. Não foram estabelecidos mecanismos específicos para efeitos de controlo de transacções com partes relacionadas. No caso de negócios continuados. 3.

2. O Conselho Fiscal emitirá o seu parecer prévio. Identificação do Código de governo das sociedades adoptado A Sociedade submete-se ao Código da CMVM.pt.AVALIAÇÃO DO GOVERNO SOCIETÁRIO 1. reprodução dessa informação. Está disponível informação sobre os negócios com partes relacionadas nas Notas às Demonstrações Financeiras (Nota 33 – Partes Relacionadas) bem como no presente documento. | 2014 5. não vinculativo. S. o entendimento do Conselho de Administração sobre a sua adopção é o seguinte: 163 . de acordo com a IAS 24. disponível em www. Elementos relativos aos negócios 92.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. ou. ou em prazo inferior se devidamente fundamentada a inviabilidade de respeito do prazo de 30 dias estabelecido no número 3 supra. no prazo máximo de 15 dias após a recepção da comunicação que lhe seja dirigida. sobre o Governo das Sociedades Cotadas – Código de Governo das Sociedades da CMVM. PARTE II . alternativamente. A Sociedade não está sujeita ao cumprimento de quaisquer outros códigos.A. Análise de cumprimento do Código de Governo das Sociedades adoptado Em relação às recomendações da CMVM e considerando a numeração utilizada nestas recomendações. de Agosto de 2013. II. Indicação do local dos documentos de prestação de contas onde está disponível informação sobre os negócios com partes relacionadas.cmvm.

as abstenções não são contadas e a deliberação sobre algum dos assuntos referidos no n.092.092. que fosse adoptado um sistema de voto por correspondência electrónico. | 2014 CÓDIGO DE GOVERNO DAS SOCIEDADES DA CMVM 2013 (RECOMENDAÇÕES) I. o artigo 22. A sociedade não tem definida uma política de distribuição de dividendos.º 2 do artigo 383. Por outro lado. quer a Assembleia reúna em primeira quer em segunda convocação. quer directamente. Adoptada. até à presente data. As sociedades não devem adoptar mecanismos que dificultem a tomada de deliberações pelos seus accionistas.A. através de declaração por si assinada. quer indirectamente. S. onde manifestem de forma inequívoca o sentido do seu voto. I. A Sociedade incentiva a participação accionista já que os estatutos da Sociedade fazem corresponder um voto a cada acção. salvo se devidamente fundamentados em função dos interesses de longo prazo dos accionistas. nem prevê quaisquer mecanismos que provoquem o desfasamento entre o direito ao recebimento de dividendos ou à subscrição de novos valores mobiliários e o direito de voto de cada acção ordinária. designadamente não fixando um número excessivamente elevado de acções necessárias para ter direito a um voto e implementando os meios indispensáveis ao exercício do direito de voto por correspondência e por via electrónica. As sociedades não devem estabelecer mecanismos que tenham por efeito provocar o desfasamento entre o direito ao recebimento de dividendos ou à subscrição de novos valores mobiliários e o direito de voto de cada acção ordinária.º 2.1. não existe qualquer restrição ao exercício activo do direito de voto. designadamente fixando um quórum deliberativo superior ao previsto por lei.500 Euros.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.” Os estatutos não prevêem a admissibilidade do voto por correspondência electrónico. As sociedades devem incentivar os seus accionistas a participar e a votar nas assembleias gerais. de forma individual ou em 164 . dos estatutos da Sociedade. Os estatutos da Sociedade não contemplam alterações ao previsto no Código das Sociedades Comerciais relativamente ao quórum deliberativo. Parcialmente adoptada. I. n. I.3. determina que “os accionistas com direito a voto poderão exercê-lo por correspondência. Adoptada. determinando que a Assembleia Geral delibera por maioria de votos emitidos. Os estatutos das sociedades que prevejam a limitação do número de votos que podem ser detidos ou exercidos por um único accionista. VOTAÇÃO E CONTROLO DA SOCIEDADE I. O capital social é de 100.500 acções de 1 Euro cada.º do Código das Sociedades Comerciais deve ser aprovada por dois terços dos votos emitidos.2. Pelo contrário.4. seja qual for a percentagem do capital social nela representado. A dimensão da sociedade e a reduzida dispersão do capital não justificou.º. dividido em 100.

Adoptada. 165 . as acções da Sociedade detidas por accionista que.º-A) que poderão ser amortizadas. pelo menos de cinco em cinco anos. devem prever igualmente que. devendo as competências delegadas ser identificadas no relatório anual sobre o Governo da Sociedade. ou pelo respectivo valor de mercado. prejudicadas a livre transmissibilidade das acções e a livre apreciação pelos accionistas do desempenho dos titulares do órgão de administração. e salvo por força da reduzida dimensão da sociedade. o conselho de administração deve delegar a administração quotidiana da sociedade. Os estatutos da Sociedade não prevêem a limitação do número de votos que podem ser detidos ou exercidos por um único accionista de forma individual ou em concertação com outros accionistas. Dentro dos limites estabelecidos por lei. não obstante. mas esta cessação não corresponde à exigência de pagamentos ou assunção de encargos. Veja-se a respeito das suas competências o ponto 29 do Relatório sobre o Governo da Sociedade. a deliberação da Assembleia Geral. razão pela qual se entende cumprida esta recomendação. SUPERVISÃO E ADMINISTRAÇÃO II. a aquisição por entidades concorrentes de determinadas percentagens do capital social da SUMOL+COMPAL poderá levar ao término destes contractos. II.1. ADMINISTRAÇÃO E FISCALIZAÇÃO II. SUPERVISÃO. sem consentimento do titular respectivo e pelo seu valor nominal. a manutenção ou eliminação de tal norma estatutária.1. Assim sendo. mas é intenção da sociedade fazê-lo na próxima Assembleia Geral. se contam todos os votos emitidos sem que aquela limitação funcione. S. nalguns contractos estabelecidos com parceiros de negócio. os estatutos da Sociedade dispõem (artigo 8. Não se prevê. nessa deliberação. O Conselho de Administração elegeu uma Comissão Executiva na qual foi delegada a gestão corrente da Sociedade.1. Nunca foram adoptadas quaisquer medidas que tenham por efeito exigir pagamentos ou a assunção de encargos pela sociedade em caso de transição de controlo ou de mudança da composição do órgão de administração da sociedade.5. I. | 2014 concertação com outros accionistas. o dever de sujeitar. quando seja inferior àquele. por esta via. directa ou indirectamente exerça actividade concorrente ou similar com a da Sociedade. não são.A. Adoptada. Cumpre referir que. Não adoptada. Não devem ser adoptadas medidas que tenham por efeito exigir pagamentos ou a assunção de encargos pela sociedade em caso de transição de controlo ou de mudança da composição do órgão de administração e que se afigurem susceptíveis de prejudicar a livre transmissibilidade das acções e a livre apreciação pelos accionistas do desempenho dos titulares do órgão de administração. No entanto. será sujeita a deliberação pela assembleia geral a alteração ou a manutenção dessa disposição estatutária – sem requisitos de quórum agravado relativamente ao legal – e que.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. pelo menos de cinco em cinco anos.

2. verificar a sua eficácia e propor aos órgãos competentes as medidas a executar tendo em vista a sua melhoria.1. Não aplicável. Este órgão deverá ainda avaliar o cumprimento do plano estratégico e a execução das principais políticas da sociedade. O Conselho de Administração deve assegurar que a sociedade atua de forma consentânea com os seus objectivos. designadamente. O desenvolvimento da actividade correspondente à prossecução dos objectivos da Sociedade. A administração entende que a dimensão da Sociedade e do Grupo não justificam a criação de qualquer comissão específica. não existe qualquer comissão com competências na avaliação do desempenho dos administradores executivos e para avaliação do seu próprio desempenho global ou de outras comissões existentes.4. Não adoptada. No entanto. devem criar as comissões que se mostrem necessárias para: a) Assegurar uma competente e independente avaliação do desempenho dos administradores executivos e do seu próprio desempenho global. a: i) definição da estratégia e das políticas gerais da Sociedade. além do exercício das competências de fiscalização que lhes estão cometidas. risco ou às suas características especiais. o Conselho de Administração e o Conselho Geral e de Supervisão. não devendo delegar a sua competência. deve ser consagrada a obrigatoriedade de este órgão se pronunciar sobre a estratégia e as principais políticas da sociedade.5.1. iii) decisões que devam ser consideradas estratégicas devido ao seu montante. consoante o modelo adoptado. ii) definição da estrutura empresarial do Grupo. S. iii) decisões que devam ser consideradas estratégicas devido ao seu montante. ii) definir a estrutura empresarial do grupo. devem fixar objectivos em matéria de assunção de riscos e criar 166 . a estrutura e as práticas de governo adoptado. estas matérias são objecto de apreciação e de reflexão por parte da Comissão de Vencimentos e/ou por parte do Conselho de Administração. no que respeita a: i) definir a estratégia e as políticas gerais da sociedade. verificar a sua eficácia e propor aos órgãos competentes as medidas a executar tendo em vista a sua melhoria. II. A Sociedade não possui um conselho geral e de supervisão.3. nem para reflectir sobre o sistema. No ponto 29 do Relatório de Governo da Sociedade são indicadas as matérias que não foram delegadas. II. O Conselho de Administração ou o Conselho Geral e de Supervisão.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. a estrutura e as práticas de governo adoptado.A. deve assumir plenas responsabilidades ao nível do governo da sociedade.1. De facto. pelo que. Adoptada. | 2014 II. através de previsão estatutária ou mediante via equivalente. bem assim como das diversas comissões existentes. a definição da estrutura empresarial do grupo e as decisões que devam ser consideradas estratégicas devido ao seu montante ou risco. II. risco ou às suas características especiais não foram delegadas pela administração. Salvo por força da reduzida dimensão da sociedade. consoante o modelo aplicável. O Conselho Geral e de Supervisão. designadamente.1. b) Refletir sobre o sistema.

Assim.º grau. o facto de a Sociedade ter uma dimensão média bem como a reduzida dispersão do seu capital e. o facto de existir um órgão de fiscalização constituído maioritariamente por independentes. nomeou uma Comissão Executiva formada por quatro administradores. Ter. por um lado. A independência dos membros do Conselho Geral e de Supervisão e dos membros da Comissão de Auditoria afere-se nos termos da legislação vigente. e. nos últimos três anos. de administradores ou de pessoas singulares titulares direta ou indirectamente de participação qualificada. fiscalização e avaliação da actividade dos membros daquela comissão. a dimensão da sociedade e a sua estrutura accionista e o respectivo free float.6. 167 . composta por sete membros. Entre os administradores não executivos deve contar-se uma proporção adequada de independentes. II. Ter sido colaborador da sociedade ou de sociedade que com ela se encontre em relação de domínio ou de grupo nos últimos três anos. e quanto aos demais membros do Conselho de Administração considera-se independente a pessoa que não esteja associada a qualquer grupo de interesses específicos na sociedade nem se encontre em alguma circunstância susceptível de afectar a sua isenção de análise ou de decisão. e como são analisados e medidos em função da sua frequência e impacto esperados.1. tendo em conta. S. está assegurada pelo órgão de fiscalização e pelo órgão de administração a defesa dos interesses da Sociedade e dos accionistas. com vista a garantir que os riscos efectivamente incorridos são consistentes com aqueles objectivos. b. gerente ou dirigente de pessoa colectiva. administrador. II. Viver em união de facto ou ser cônjuge. nomeadamente em virtude de: a. bem como dos eventos que lhe podem dar origem. O Conselho de Administração deve incluir um número de membros não executivos que garanta efectiva capacidade de acompanhamento. por outro lado. Adoptada. supervisão e avaliação da actividade dos restantes membros do órgão de administração. c.A. tendo em conta o modelo de governação adoptado. A Comissão Executiva decidiu rever o sistema de identificação dos principais riscos. inclusive. d. Não adoptada.7. Não adoptada. Os administradores não executivos não são independentes.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. parente ou afim na linha recta e até ao 3. prestado serviços ou estabelecido relação comercial significativa com a sociedade ou com sociedade que com esta se encontre em relação de domínio ou de grupo. os restantes administradores garantem a efectiva capacidade de supervisão.1. Ser beneficiário de remuneração paga pela sociedade ou por sociedade que com ela se encontre em relação de domínio ou de grupo além da remuneração decorrente do exercício das funções de administrador. Ser titular de participação qualificada ou representante de um accionista titular de participações qualificadas. A administração da SUMOL+COMPAL. seja de forma directa ou enquanto sócio. A Sociedade considera que. na linha colateral. | 2014 sistemas para o seu controlo.

de acordo com o critério legal aplicável..A. Adoptada. Pelo facto de no Acordo Parassocial celebrado entre a Refrigor. as convocatórias e as atas das respectivas reuniões. Os administradores com funções executivas sempre prestaram aos demais membros dos órgãos sociais da Sociedade todas as informações que por estes foram requeridas. S. O Presidente do Conselho Fiscal apresentou ao Conselho Fiscal e ao Conselho de Administração. b) Preenche o requisito previsto na alínea b) do ponto 5 do artigo 414. ao Presidente do Conselho Fiscal. as informações por aqueles requeridas. Não aplicável. As convocatórias e as actas das reuniões da Comissão Executiva estão disponíveis para acesso pelo Presidente do Conselho de Administração e são remetidas ao Presidente do Conselho Fiscal. Sociedade de Capital de Risco.A. II. em tempo útil e de forma adequada ao pedido.A. conforme aplicável. o presidente do Conselho Fiscal.50% do capital social da Sociedade.º 1 do artigo 414. da Comissão de Auditoria ou da Comissão para as Matérias Financeiras deve ser independente.1. e o Grupo Caixa Geral de Depósitos estar previsto que esta entidade pode indicar o Presidente do Conselho Fiscal.2. ao Presidente do Conselho Geral e de Supervisão e ao Presidente da Comissão para as Matérias Financeiras. O presidente do órgão de administração executivo ou da comissão executiva deve remeter. ao Presidente do Conselho de Administração..2. quando solicitados por outros membros dos órgãos sociais. sendo as unidades de participação do mencionado fundo detidas maioritariamente por entidades em relação de domínio indirecto com a mencionada entidade gestora. S.1.10. e possuir as competências adequadas ao exercício das respectivas funções. Adoptada. Os administradores que exerçam funções executivas. detentor de 10.1. devem prestar.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 II. O presidente do órgão de administração não exerce funções executivas. de entre os seus membros. este órgão deverá indicar. Caso o presidente do órgão de administração exerça funções executivas. II.8. ao Presidente da Comissão de Auditoria. FISCALIZAÇÃO II. II. S. Não Adoptada. uma declaração na qual declara que: a) Tem uma relação laboral com a Caixa Capital. a qual é a entidade gestora do Fundo de Capital de Risco Grupo CGD – Caixa Capital. a CMVM entende que o Presidente do Conselho Fiscal indicado nestes termos é não independente. 168 .1.º do Código das Sociedades Comerciais e que não incorre em nenhuma das incompatibilidades previstas no n.9. Consoante o modelo aplicável. um administrador independente que assegure a coordenação dos trabalhos dos demais membros não executivos e as condições para que estes possam decidir de forma independente e informada ou encontrar outro mecanismo equivalente que assegure aquela coordenação.º-A do citado código.

1. Adoptada. dentro da empresa. propor a respectiva remuneração e zelar para que sejam asseguradas.3. o Conselho Geral e de Supervisão e o Conselho Fiscal devem pronunciar-se sobre os planos de trabalho e os recursos afectos aos serviços de auditoria interna e aos serviços que velem pelo cumprimento das normas aplicadas à sociedade (serviços de compliance). Adoptada. de interlocutor entre a Empresa e o auditor externo.2. SROC.2. competindo-lhe. a identificação ou a resolução de conflitos de interesses e a deteção de potenciais ilegalidades.2.5. | 2014 II. Este esquema de reporte. e devem ser destinatários dos relatórios realizados por estes serviços pelo menos quando estejam em causa matérias relacionadas com a prestação de contas.2. Os serviços de auditoria interna (Gabinete de Auditoria Interna) não reportam ao Conselho Fiscal..2. Não adoptada. demonstrando grande qualidade técnica no trabalho desenvolvido. fazendo uma avaliação positiva sobre a sua actuação e desempenho.3. e é evidenciado por um acompanhamento regular pelo auditor externo de todos os assuntos que exijam a sua intervenção ou esclarecimentos.A. O órgão de fiscalização deve avaliar o funcionamento dos sistemas de controlo interno e de gestão de riscos e propor os ajustamentos que se mostrem necessários. Lda. Adoptada. O Conselho Fiscal faz no seu relatório anual ao exercício de 2014 uma avaliação positiva do auditor externo PricewaterhouseCoopers & Associados.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.4. O Conselho Fiscal procedeu à fiscalização do sistema de controlo interno e gestão de riscos existentes com base na informação que lhe foi prestada pelo Conselho de Administração. A Comissão de Auditoria. II. O órgão de fiscalização deve avaliar anualmente o auditor externo e propor ao órgão competente a sua destituição ou a resolução do contrato de prestação dos seus serviços sempre que se verifique justa causa para o efeito. O Conselho Fiscal serviu.3. as condições adequadas à prestação dos serviços. FIXAÇÃO DE REMUNERAÇÕES II. designadamente. O contacto entre o auditor externo e o Conselho Fiscal é assegurado mediante a realização de reuniões entre ambos. mas a um Comité de Auditoria Interna composto por administradores não executivos não independentes. O órgão de fiscalização deve ser o interlocutor principal do auditor externo e o primeiro destinatário dos respectivos relatórios. Todos os membros da Comissão de Remunerações ou equivalente devem ser independentes relativamente aos membros executivos do órgão de administração e 169 . II. dadas as especiais características da estrutura accionista da Sociedade foi entendido como sendo o mais adequado para assegurar um correcto e eficiente funcionamento dos serviços de auditoria interna. II. frequentemente. S. II. considerando-os razoáveis em relação à dimensão da Empresa. sempre que estas se mostrem necessárias. O Conselho Fiscal acompanhou os trabalhos desenvolvidos ao longo do exercício.

3. Esta recomendação é aplicável igualmente a qualquer pessoa singular ou colectiva que com aquelas se encontre relacionada por contrato de trabalho ou prestação de serviços. Adoptada. II.º da Lei n. Não deve ser contratada para apoiar a Comissão de Remunerações no desempenho das suas funções qualquer pessoa singular ou colectiva que preste ou tenha prestado.3. serviços a qualquer estrutura na dependência do órgão de administração.A. b) Informação quanto ao montante máximo potencial. nalguns casos com a responsabilidade pelo pelouro de recursos humanos. a pagar aos membros dos órgãos sociais. ou sobre a identificação das circunstâncias em que esses montantes máximos podem ser devidos por a Comissão de vencimentos não se ter pronunciado a esse respeito. De todo o modo. Foi realizada a 30 de Maio de 2014 a Assembleia Geral na qual foi aprovada a declaração sobre a política de remunerações dos órgãos de administração e fiscalização a que se refere o artigo 2. datada de 6 de Maio de 2014. adicionalmente: a) Identificação e explicitação dos critérios para a determinação da remuneração a atribuir aos membros dos órgãos sociais. Todos os membros da Comissão de Vencimentos são independentes relativamente aos membros executivos do Conselho de Administração. ao nível de direcção. de 19 de Junho. Adoptada. e ao montante máximo potencial. A declaração sobre a política de remunerações dos órgãos de administração e fiscalização a que se refere o artigo 2. ter integrado comissões de vencimentos e enquanto vogal e presidente de conselhos de administração ter tido o pelouro de recursos humanos. em termos agregados. a pagar aos membros dos órgãos sociais.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. em 2014 incluiu-se na Comissão de Vencimentos um membro independente com especiais conhecimentos e experiência em matéria de política de remuneração – António Augusto de Barahona Fernandes d‟Almeida.º 28/2009. no entanto. em termos agregados. em termos individuais. e ao montante máximo potencial. as demais informações. em termos individuais. Este membro tem especialmente competências nesta área por ter desenvolvido carreira profissional na área de gestão de pessoas. deverá conter. de 19 de Junho.3. Contém. nos últimos três anos. II. Parcialmente adoptada. | 2014 incluir pelo menos um membro com conhecimentos e experiência em matérias de política de remuneração. Os outros membros têm desempenhado cargos de vogal ou de presidente de conselhos de administração. ao próprio órgão de administração da sociedade ou que tenha relação actual com a sociedade ou com consultora da sociedade. d) Informação quanto à exigibilidade ou inexigibilidade de pagamentos relativos à destituição ou cessação de funções de administradores. 170 . Todos os membros da Comissão de Vencimentos têm conhecimentos e experiência em matéria de políticas de remuneração. S. Não há qualquer entidade contratada para apoiar a Comissão de Vencimentos. Esta declaração.º da Lei n.º 28/2009. não contém informação quanto ao montante máximo potencial. e identificação das circunstâncias em que esses montantes máximos podem ser devidos.2.

Não existem planos de atribuição de acções e/ou de opções de aquisição de acções a membros dos órgãos sociais. 171 .5. tendo sido deliberada a sua constituição na Reunião de Conselho de Administração de 10/11/1988. Existe um plano de pensões que se aplica aos membros dos órgãos sociais nas mesmas condições em que se aplica aos demais trabalhadores da Empresa.2. Não adoptada.3. é o mecanismo adoptado para desincentivar a assunção excessiva de riscos. No que toca à componente fixa. II.4. o valor desta componente é o seu limite máximo. Não aplicável. A proposta deve conter todos os elementos necessários para uma avaliação correta do sistema. ficando o pagamento da componente diferida dependente do desempenho nos três exercícios seguintes. | 2014 II. III. efectuada pela Comissão de Vencimentos.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A. Deve ser submetida à Assembleia Geral a proposta relativa à aprovação de qualquer sistema de benefícios de reforma estabelecidos a favor dos membros dos órgãos sociais.1. Adoptada.3. A componente variável da remuneração deve ser globalmente razoável em relação à componente fixa da remuneração. A proposta deve conter todos os elementos necessários para uma avaliação correta do plano. Este plano de pensões foi constituído por escritura pública datada de 29 de Dezembro de 1988. III. pelo menos. A remuneração dos membros executivos do órgão de administração é composta por uma componente fixa e por uma componente variável. S.3. A remuneração dos membros não executivos do órgão de administração e a remuneração dos membros do órgão de fiscalização não inclui nenhuma componente cujo valor dependa do desempenho da sociedade ou do seu valor. Deve ser submetida à Assembleia Geral a proposta relativa à aprovação de planos de atribuição de acções. o qual fica dependente da manutenção (em. Adoptada. A remuneração dos membros executivos do órgão de administração deve basear-se no desempenho efectivo e desincentivar a assunção excessiva de riscos. e/ou de opções de aquisição de acções ou com base nas variações do preço das acções. e devem ser fixados limites máximos para todas as componentes. REMUNERAÇÕES III. do atingimento de metas quantificadas. Adoptada. A atribuição da componente variável depende da verificação. O pagamento parcialmente diferido da componente variável. III. O pagamento da componente variável é parcialmente diferido. 95%) dos desempenhos do ano em que a componente variável foi originada. O limite para a componente variável é 50% da remuneração fixa. a membros dos órgãos sociais. A remuneração dos membros não executivos do órgão de administração e a remuneração dos membros do órgão de fiscalização não deve incluir nenhuma componente cujo valor dependa do desempenho da sociedade ou do seu valor.

Assegura-se assim o diferimento de uma parte significativa da remuneração (50%) por um período não inferior a três anos. além da legalmente devida. até ao limite de duas vezes o valor da remuneração total anual. estando dependente da continuação do desempenho positivo da Sociedade ao longo desse período. deverá a sociedade encontrar-se dotada dos instrumentos jurídicos adequados e necessários para que qualquer indemnização ou compensação.8. quer com a sociedade.6. | 2014 III. Não existem quaisquer instrumentos jurídicos para que a compensação estabelecida para qualquer forma de destituição sem justa causa de administrador não seja paga se a destituição ou cessação por acordo é devida a desadequado desempenho do administrador.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. A Empresa não tem em vigor esquemas de remuneração variável que envolvam as acções da sociedade. e o direito ao seu recebimento deve ficar dependente da continuação do desempenho positivo da sociedade ao longo desse período. Quando a destituição de administrador não decorra de violação grave dos seus deveres nem da sua inaptidão para o exercício normal das respectivas funções mas. A Empresa não tem em vigor esquemas de remuneração variável que envolvam a atribuição de opções. entende-se que o diferimento adoptado é adequado. ainda assim. o início do período de exercício deve ser diferido por um prazo não inferior a três anos. Considerando que os ciclos dos negócios onde a SUMOL+COMPAL opera tendem a ser de médio prazo. Não foram celebrados contractos com a Sociedade ou com terceiros que tenham por efeito mitigar o risco inerente à variabilidade da remuneração dos membros do órgão de administração. III. III. Adoptada. III. 172 . Os membros do órgão de administração não devem celebrar contractos. Até ao termo do seu mandato devem os administradores executivos manter as acções da sociedade a que tenham acedido por força de esquemas de remuneração variável. que tenham por efeito mitigar o risco inerente à variabilidade da remuneração que lhes for fixada pela sociedade. S. Adoptada. com excepção daquelas que necessitem ser alienadas com vista ao pagamento de impostos resultantes do benefício dessas mesmas acções. Não Aplicável. Não aplicável. O pagamento da remuneração variável é efectuado nos 4 anos seguintes. seja reconduzível a um inadequado desempenho. não seja exigível. III.A. Uma parte significativa da remuneração variável deve ser diferida por um período não inferior a três anos. quer com terceiros. Quando a remuneração variável compreender a atribuição de opções.7.4.5. Não adoptada.

Lda. Lda. verificar a aplicação das políticas e sistemas de remunerações dos órgãos sociais.60 € 100 % 57. serviços diversos dos serviços de auditoria. S. O auditor externo deve. As sociedades devem promover a rotação do auditor ao fim de dois ou três mandatos. | 2014 IV.144. a eficácia e o funcionamento dos mecanismos de controlo interno e reportar quaisquer deficiências ao órgão de fiscalização da sociedade. Não adoptada.€ c) Serviços de consultoria fiscal -% . Adoptada. promoveu a rotação do auditor externo. Tipologia do serviço % Valor 91 % 51.2.867. A Sociedade contratou ao auditor externo (PricewaterhouseCoopers & Associados. S. serviços diversos dos serviços de auditoria. os mesmos não foram submetidos à apreciação do órgão de fiscalização.60 € a) Serviços de revisão legal de contas Sem prejuízo de o valor dos serviços ser inferior a 30% do valor total dos serviços prestados à Sociedade. IV. SROC. nem a quaisquer entidades que com ele se encontrem em relação de grupo ou que integrem a mesma rede.A. tendo em assembleia geral realizada em 29 de Abril de 2011 designado como novo auditor a Sociedade de Revisores Oficiais de Contas PricewaterhouseCoopers & Associados. 173 . SROC.277. O auditor externo verificou a aplicação das políticas e sistemas de remunerações.. a eficácia e o funcionamento dos mecanismos de controlo interno e não reportou quaisquer deficiências ao órgão de fiscalização da Sociedade. A SUMOL+COMPAL. A sociedade ou quaisquer entidades que com ela mantenham uma relação de domínio não devem contratar ao auditor externo.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. conforme sejam respectivamente de quatro ou três anos. IV.€ d) Outros serviços que não de revisão legal de contas 9% 5.) ou a entidades que com ele se encontram em relação de participação ou que integrem a mesma rede. os quais assumem um relevo inferior a 30% do valor total dos serviços prestados à Sociedade. Havendo razões para a contratação de tais serviços – que devem ser aprovados pelo órgão de fiscalização e explicitadas no seu Relatório Anual sobre o Governo da Sociedade – eles não devem assumir um relevo superior a 30% do valor total dos serviços prestados à sociedade. A sua manutenção além deste período deverá ser fundamentada num parecer específico do órgão de fiscalização que pondere expressamente as condições de independência do auditor e as vantagens e os custos da sua substituição.3. Adoptada.A. no âmbito das suas competências.00 € b) Outros serviços de garantia de qualidade -% . AUDITORIA IV.1.

Constam em português e estão traduzidos em inglês no sítio da Sociedade os estatutos da Sociedade. ou com entidades que com eles estejam em qualquer relação são realizados em condições normais de mercado. V. os documentos de prestação de contas não estão integralmente divulgados em inglês no sítio da Sociedade. acesso a informações que permitam o conhecimento sobre a sua evolução e a sua realidade actual em termos económicos.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.1. No entanto. O órgão de supervisão ou de fiscalização deve estabelecer os procedimentos e critérios necessários para a definição do nível relevante de significância dos negócios com accionistas titulares de participação qualificada – ou com entidades que com eles estejam em qualquer uma das relações previstas no n. ao reduzido contacto de investidores estrangeiros e aos valores envolvidos para assegurar o integral cumprimento da recomendação. ou com entidades que com eles estejam em qualquer relação. em português e inglês. 20.2. | 2014 V.º do Código dos Valores Mobiliários. Os negócios da Sociedade com accionistas titulares de participação qualificada. financeiros e de governo não foi integralmente assegurada por não se considerarem justificados o esforço e o custo em que a Sociedade teria de incorrer para o efeito face à dimensão da Sociedade. através do seu sítio na Internet. Não adoptado. Adoptada. 20. devem ser realizados em condições normais de mercado. Está também divulgada em português e inglês. As sociedades devem proporcionar. financeiros e de governo. nos termos do art. 174 .º 1 do art. respectivas funções e meios de acesso e outra informação relativa à identificação da Sociedade. informação relativa ao Gabinete de Apoio ao Investidor. INFORMAÇÃO VI. ficando a realização de negócios de relevância significativa dependente de parecer prévio daquele órgão. O Conselho Fiscal estabeleceu os procedimentos e critérios necessários para a definição do nível relevante de significância destes negócios e os demais termos da sua intervenção.1. CONFLITOS DE INTERESSES E TRANSACÇÕES COM PARTES RELACIONADAS V. Adoptada. Veja-se a este respeito o disposto no ponto 91 do Relatório de Governo. Os negócios da sociedade com accionistas titulares de participação qualificada. Estão traduzidos o Relatório Único de Gestão e as Demonstrações Financeiras mas não as Notas.º do Código dos Valores Mobiliários –.A. VI. S. no sítio da Sociedade. A tradução de todas as informações que permitam o conhecimento sobre a evolução e a realidade actual da Sociedade em termos económicos.

Outras informações A Sociedade deverá fornecer quaisquer elementos ou informações adicionais que. Quaisquer pedidos apresentados são registados. 3. Adoptada. A Sociedade considera que não existem outras informações adicionais relevantes para a compreensão do modelo e das práticas de governo adoptadas que não se encontrem vertidas nos pontos anteriores.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. criou e tem em funcionamento um Gabinete de Apoio ao Investidor.A. Veja-se a este respeito o disposto no ponto 56 do Relatório do Governo da Sociedade.2. S. bem como o tratamento que lhes foi dado. | 2014 VI. 175 . A Sociedade. devendo ser mantido um registo dos pedidos apresentados e do tratamento que lhe foi dado. dentro do princípio de total igualdade entre os accionistas. não se encontrando vertidas nos pontos anteriores. As funções do Gabinete de Apoio ao Investidor da Sociedade são a disponibilização de informação que se julga relevante para os investidores e o contacto directo com esses mesmos investidores e com os meios de comunicação. que responda às solicitações dos investidores em tempo útil. As sociedades devem assegurar a existência de um gabinete de apoio ao investidor e de contacto permanente com o mercado. sejam relevantes para a compreensão do modelo e das práticas de governo adoptadas. com o fim de assegurar um permanente contacto com o mercado.

A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. | 2014 176 .

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 177 .A. S.

#22 | 13 .

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A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. | 2014 180 .

A. S. | 2014 181 .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 182 .A. S.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 183 .A. S.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. | 2014 184 .A.

.

A. | 2014 186 .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S.

| 2014 187 .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A. S.