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Denúncia ao Ministério Público

FRAUDE ELEITORAL
TOMADA DE POSSE INCONSTITUCIONAL E DE GOVERNO
ELEIÇÕES LEGISLATIVAS, 4 DE OUTUBRO DE 2015.
Procuradoria-Geral da República
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Lisboa-Portugal
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Denúncia ao Ministério Público
FRAUDE ELEITORAL
TOMADA DE POSSE INCONSTITUCIONAL E DE GOVERNO.
ELEIÇÕES LEGISLATIVAS, 4 DE OUTUBRO DE 2015.

O cidadão eleitor anónimo vem denunciar, com os
seguintes motivos de facto e de direito:

O PROGRAMA DO GOVERNO FOI REJEITADO POR MAIORIA SIMPLES, MAS
CHAMARAM MAIORIA ABSOLUTA?
É MAIOR FRAUDE ELEITORAL JAMAIS VISTA, PARA FAZER BURLA AO POVO.
NA VERDADE FOI VIOLADO O ARTIGO 192º, Nº 4 DA CRP?
ANTONIO COSTA METE NA TOMADA DE POSSE. DISSE ELE QUE O GOVERNO
RESPONDE PERANTE A ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, MAS A CONSTITUIÇAO DIZ,
NOS ARTIGOS 190º E 191º, QUE O GOVERNO RESPONDE PERANTE O
PRESIDENTE DA REPÚBLICA E A ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
CAVACO SILVA VIOLA OS ARTIGOS 187º; 192º, nº 4 e 195º, Nº 2, PARA NÃO
VIOLAR O ARTIGO 172º DA CONSTITUIÇÃO?
SE SIM, HÁ 3 ARTIGOS VIOLADOS EM TROCA POR UM, O QUE É
INCONSTITUCIONAL PELO PRINCIPIO DA IGUALDADE, E PROPORCIONALIDADE
OU EQUIDADE. PORQUE 3 ARTIGOS SÃO MAIS DO QUE UM, E 3 ARTIGOS
CONTRÁRIOS CONTRA UM, NA MESMA LEI, SIGNIFICA QUE DECIDE O QUE TIVER
MAIOR NECESSIDADE, LEGITIMIDADE CONSTITUCIONAL OU URGENCIA, EM
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FACE DAS CIRCUNSTANCIAS (ARTIGOS 2º, 3º, 13º, 22º, 133º, 145º, 147º, 277º,
280º, 281º, E 120º, TODOS DA CRP). PORQUE A LEI SE CONSIDERA ORGÃNICA E
NÃO POR ARTIGOS ISOLADOS.
SE O PRESIDENTE OU O 1º MINISTRO PODEM REQUERER AO TRIBUNAL
CONSTITUCIONAL A ILEGALIDADE DA REJEIÇÃO DO PROGRAMA DE GOVERNO,
PELO FACTO DE TER SIDO REJEITADO POR AMIORIA SIMPLES, SERÁ PORQUE FOI
DE PROPÓSITO E TUDO COMBINADO, PARA ENGANAR OS CIDADÃOS
ELEITORES?
SERÁ QUE A PALAVRA “NORMAS” ESTÁ A SER CONSIDERADA APENAS COMO
LEIS E NÃO OS ACTOS PARA SE CHEGAR A ELAS? SE SIM, É OUTRA FRAUDE?

DESCRIÇÃO:
1. PROGRAMA DO GOVERNO FOI REJEITADO POR MAIORIA
ABSOLUTA?
Não, porque foi violado o artigo 192º, nº 4, da Constituição.
A Constituição exige a maioria absoluta para rejeitar o Programa do Governo, mas O
Programa foi rejeitado por maioria simples como meio de enganar o Povo, com uma
diferença de apenas 16 votos. Ou seja, nem sequer há uma maioria qualificada
mínima de 2/3 ou máxima de 4/5.
Ora, ao ser rejeitado o Programa do Governo, por maioria simples, há uma nulidade
constitucional e uma grande ilegalidade, o que é crime de falsidade, usurpação e
abuso de poder.

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A fraude foi trocar a Lei e a Constituição por ordens ou uma ditadura, cuja
consequência é subverter os resultados eleitorais e enganar os eleitores, que
passam a ser escravos da ditadura declarada e não escondida.

O QUE É A MAIORIA ABSOLUTA?
A palavra “maioria”, significa a maior parte.
A palavra "absoluta", significa "o poder total", "independente", de todos os
interesses, que excede todos os outros em tamanho, quantidade, etc.
Por exemplo, só é independente quem tem o poder geral ou total, ou o maior
conhecimento, ou a maior parte em relação a todos os demais.
Por exemplo uma máfia política é independente, porque subverte a lei e o direito
através da força, por exemplo os sindicatos quando fazem greves só por motivos
partidários, eleitorais, e por fundamentos falsos.
Maioria absoluta, é pois o maior número de votos que represente equitativamente
a maioria de sócios ou de eleitores, e que assim possa representar todo o eleitorado
em unanimidade.
Esse número de votos são necessários para aprovação ou rejeição de certas
iniciativas legislativas muito importantes, de forma a manter a estabilidade e a
soberania dada pelo voto nas eleições.
Normalmente, ou geralmente, a maioria absoluta é de 70% de votos entre todos os
membros presentes numa assembleia geral, e seja qual for o número de membros
presentes porque a abstenção ou falta de presença a um acto eleitoral é
considerado como neutral.
Mas em certas assembleias, como é o caso de votação na Assembleia da República e
para certas matérias de grande importância, é obrigatório um determinado número
de membros em efectividade de funções (de 180 a 230 deputados), a que se chama
quórum.

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Quando há maioria absoluta considera-se que já existe unanimidade; ou seja, há
uma conformidade geral de opiniões ou de votos. A unanimidade máxima acontece
quando não há uma única opinião divergente.
Quórum, é o número de membros necessários para que funcione uma assembleia.
Ler o artigo 175º, do Código Civil, sobre a maioria absoluta nas assembleias gerais
das associações.

Portanto, a maioria absoluta tem de representar a globalidade ou unanimidade dos
eleitores ou do Povo, e não uma só parte ou grupo de interesses, ou um grupo de
partidos, ou de uma parte, ou um só partido mais votado.
Ler o artigo 168, nº 5, da CRP. Certas matérias exigem maioria qualificada ou
absoluta.
Mas o Estado trocou na Constituição o significado de maioria absoluta, para a
considerar como maioria simples, de modo a que, com tal contradição, criar e
manter um Estado Fantoche e na obscuridade um Estado Sombra?
Na verdade maioria absoluta ou é absoluta ou não é, e para o ser tem de abranger a
síntese e não uma só parte interessada, sob a capa de maioria Soberana ou do Povo.

Por isso a maioria absoluta é, em geral ou pelo menos, a metade da metade do total
dos deputados em efectividade de funções e mais a metade do total. Por exemplo,
se há 230 deputados, metade são 115, a maioria absoluta é 115+58. A maioria
absoluta é em geral de 173 deputados se no total eles forem 230.

ATÉ A WIKIPÉDIA SABE:
Maioria simples, é o número de votos favoráveis, desde que superior aos votos
contrários dos deputados presentes (50% e mais um, pelo menos).

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Maioria Qualificada é número de votos favoráveis necessários para aprovação de
certas iniciativas legislativas de qualificação superior, nos termos determinado pelo
Regimento, para certas matérias, desde que igual ou superior a 2/3 ou a 4/5 dos
Deputados em efectividade de funções.

QUEREM ENGANAR O POVO, É TUDO UMA FRAUDE COMBINADA?
Acontece que tem de haver 3 maiorias: Simples, Qualificada e Absoluta, porque há
matérias de menor valor, outras de médio valor e outras mais relevantes.
Por outro lado, considera-se falsamente, e apenas para manipular o entendimento
e assim enganar o povo, que a maioria simples é relativa aos membros que estão
presentes (não se consideram todos os membros em efectividade de funções
porque para certas matérias isso não é obrigatório ou necessário).
E que maioria absoluta já é obrigatório estarem todos os membros presentes, ou
um número mínimo de membros.
Ou seja, a maioria absoluta, quando considerada como metade do número de
membros e mais um, é uma jogada fraudulenta para manipular o entendimento e
assim pode ser usada como maioria simples (é uma falsidade e fraude).
Na verdade, se estiverem todos os membros do Parlamento, os 230 deputados, e
for preciso uma maioria simples para certas matérias, há maioria simples com 116
votos. Mas se for preciso uma maioria absoluta para certas matérias, em que
devam estar presentes todos os 230 membros, também tem de haver pelo menos
116 votos.
É igual; ou seja, a maioria simples é trocada pela maioria absoluta e a maioria
absoluta é escondida (não é praticada por abuso de poder e falsidade).

Portanto, a maioria simples e a maioria absoluta fraudulenta para enganar o Povo
são a mesma coisa se foram assim consideradas como maioria simples, mas querem

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fazer crer que são coisas diferentes porque se trata de uma politica; ou seja, de um
embuste contra o Povo inocente e simples.

CONCLUSÃO:
Metade e mais um é sempre maioria simples, seja qual for o número de membros
presentes numa assembleia.
E maioria absoluta terá de ser representada sempre, pelo menos com 70% dos
membros presentes, porque de outra maneira não há representatividade global, ou
unanimidade geral entre os sócios ou eleitores, que por sua vez representam todos
os associados ou cidadãos de um território.
Na verdade a maioria absoluta significa a maioria maior de todas, e sendo assim não
pode ser representada por metade e mais um, mas pelo menos por 70% dos votos,
ou de todos os membros presentes ou de todos os deputados em exercício de
funções.

Se há 230 deputados, a maioria simples é até ao número mínimo
da maioria qualificada de 2/3 (153), a partir de metade do total (115). Ou seja, a
maioria simples vai de 1 a 37 votos, depois de 115 que é a metade. Tem de existir
entre 116 a 152 votos.
Se há 230 deputados, a maioria qualificada é desde o número mínimo da maioria
absoluta de 2/3 (184); ou seja, a partir de 38 votos até . Ou seja, a maioria
qualificada vai de 153 a 184 votos. Tem de existir entre 154 a 184 votos.
Se há 230 deputados, a maioria absoluta é o número de votos da maioria qualificada
mínima ou máxima, até ao total de deputados. Ou seja, a maioria absoluta mínima
vai de 153 a 183 votos. E a maioria absoluta real ou máxima vai de 184 a 230 votos.
Tem de existir de 154 até 183 votos para a maioria absoluta mínima, e de 185 a 230
votos para a maioria absoluta real ou representativa de todos os eleitores.

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Se não fosse assim, andaríamos sempre em eleições estúpidas e a favor dos
interesses partidários e de grupos de pessoas que se elegem a si mesmas, e cuja
intenção é manter a instabilidade para se mover e usar assim a despesa pública.
A realidade não acontece porque no Parlamento a divisão é feita por partidos que
podem ser coligados. Ora, se podem ser coligados, significa que a maioria absoluta
não existe se for considerada como metade e mais um. Porque, ao serem coligados
anulam o voto livre e ao mesmo tempo não representam fielmente os resultados
eleitorais.
Porque os resultados eleitorais são o número de deputados de cada partido, e
podem ser coligados, mas a maioria absoluta serve para desfazer e sem qualquer
dúvida, aquela coligação e assim representar a maioria dos eleitores e não a
maioria de um grupo interessado ou combinado.
Ao contrário; ou seja, se a maioria absoluta for de metade e mais um, serve como
é lógico para desfazer os resultados eleitorais e assim enganar os eleitores como
meros escravos da rede.
Ora, não se representa a maioria dos eleitores através de metade dos deputados e
mais um, mas tão só da sua maioria maior. E a maioria maior tem de ter pelo
menos ou em geral 70% de votos de todos os deputados em exercício de funções.

VIOLAÇÃO DO ARTIGO 192º DA CRP?
Portanto, está a ser violado o artigo 192º, nº 4, porque na rejeição do Programa de
Governo não houve maioria absoluta, uma vez que a diferença foi de apenas 123
votos contra e 107 a favor (16 votos). Há pois uma diferença simples de 16 votos,
quando a maioria absoluta exige no mínimo 153 votos contra 77, em certas
matérias, e no mínimo 184 para assuntos muito importantes e que respeitem a
maioria das maiorias; ou seja, os resultados eleitorais que elegem o Executivo.
No caso do Programa de Governo, sendo assunto urgente e em que tem de se
garantir a soberania popular, é obrigatório a maioria absoluta real ou máxima, para
representar os resultados eleitorais ou a vontade do Povo.
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Por isso é que há uma fraude eleitoral; ou seja, um grupo de partidos quer subverter
a maioria absoluta através de uma maioria simples como se fosse absoluta.
Ora, é notório que na moção de rejeição do programa de governo não há maioria
absoluta mas sim uma maioria simples, e está a ser violada a Constituição, a lei
eleitoral, todas as leis e a vontade do Povo, para impor uma ditadura de formação
inconstitucional, ilegal, e por isso ilegítima e muito perigosa.
Maioria absoluta, é pois o número de votos necessários para aprovação ou rejeição
de certas iniciativas legislativas muito importantes para manter a estabilidade e a
paz, e por isso tem de representar a globalidade dos eleitores e não uma só parte ou
grupo de interesses ou grupo de partidos de uma parte.
Por isso a maioria absoluta é constituída a partir da maioria qualificada, consoante a
matéria a ser votada e a sua importância e urgência.
Neste caso, sendo o total de 230 deputados, a maioria para rejeição do Programa
do Governo tinha de ter entre 184 e 230 deputados.
Porque a maioria absoluta tem de ser um consenso nacional dos eleitores, e não
um consenso de interesses ou um consenso partidário.
A maioria absoluta não é a metade do total, mas a metade que sai da metade total
e que assim garante a representação global dos eleitores de todo o país (artigo
152º, 155º, da CRP).

É isto que prova que o Estado não existe, é um fantoche de um Estado Sombra que
manipula tudo e paga a manipulação a peso de ouro da corrupção institucional,
através dos elevados rendimentos e reformas.

Por isso é que as pessoas não acreditam e muitos não vão votar.
Há uma falsificação do texto da Constituição porque não certifica aquilo a que se
destina?

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Há crime do próprio Estado Português, em inteligências com estrangeiro e em rede?

2. HÁ VIOLAÇÃO DOS ARTIGOS 187º, 192, Nº 4 E 195º, Nº 2, POR
TROCA DO 172º ?
Na verdade, em vez de violar o artigo 172º, devido a urgência e necessidade, viola o
artigo 187º, 192º, nº 4 e o 195º, porque para rejeitar o programa do governo é
preciso maioria absoluta, e a escolha do 1º Ministro não pode sair do Parlamento,
nem de um grupo de deputados, nem de um partido ou do seu líder e nem tem a
ver com a maioria parlamentar, porque isso não existe na Constituição uma vez que
o Parlamento é o Poder Legislativo e por isso não tem competência para formar
governo quer através de rejeição de programa de governo e quer através de
qualquer meios.
Por outro lado a rejeição do programa do governo viola o artigo 192º, nº 4, da
Constituição. Aquele artigo exige a maioria absoluta para rejeitar o Programa do
Governo, mas o programa foi rejeitado por maioria simples, com uma diferença de
apenas 16 votos.
Significa que havendo uma maioria parlamentar simples pode subverter os
resultados eleitorais.
Significa que uma maioria parlamentar simples pode rejeitar o programa do
governo, o que é pois directamente inconstitucional.
Significa que a Constituição e a lei não servem para nada, porque acaba sempre por
se decidir de forma inconstitucional e ilegal, e meramente pelos interesses
instalados.
Significa que o partido que ganha eleições não forma o governo apenas devido à
vontade dos partidos que perderam as eleições, da vontade do Tribunal
Constitucional e do PR em violar declaradamente toda a Constituição, considerando
os eleitores e o Povo como uma coisa qualquer.

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O Presidente só tinha uma alternativa Constitucional, que era novas eleições devido
a fraude eleitoral de legalidade eleitoral, ou um governo de iniciativa presidencial
até às novas eleições. Para passar na AR aquele governo devia ser uma síntese de
ideias governativas dos dois maiores partidos.
Acaba o PR por decidir, ao mesmo tempo, de um governo de iniciativa presidencial,
contraditório com os resultados eleitorais e contraditório com todas as regras
constitucionais, designadamente contra a vontade do eleitorado, e portanto sem
motivos de facto e de direito constitucional.
Perante o estado de urgência e os indícios de fraude eleitoral, sendo uma situação
extraordinária, o PR teria de declarar o estado de urgência nacional e dissolver a
Assembleia da República, mesmo que contrariando o artigo 172º, porque uma regra
legal não é mais importante do que outras regras de direito maior quando a
necessidade as torna um direito maior e a soberania foi substituída por uma
imposição de ditadura ou ilegal.
É esta a ordem constitucional uma vez que a lei e a constituição não se podem
sobrepor à Soberania ou Povo.
E não foi cumprido o artigo 195º, nº 2, por causa da rejeição do programa do
governo, facto que seria obrigatório.
Ao indicar António Costa como 1º Ministro, também é um Governo de iniciativa
presidencial, mas tal viola o artigo 187º.
Na verdade tal artigo não diz que o 1º Ministro é eleito pelo partido perdedor mas o
contrário e também não diz que o parlamento é o poder executivo, para poder
derrubar o Governo eleito através de acordos não previstos na Constituição.
Os acordos ou uniões feitas depois das eleições, para derrubar um governo, são o
que provam a fraude eleitoral, uma vez que foi violado o artigo 151º.
O PR não praticou o artigo 133º, alíneas c), e) e g).
Não praticou o artigo 134º, alínea h), quanto à rejeição do Programa do Governo,
sobretudo quanto à omissão do artigo 151º, por parte da oposição, que determinou
a violação das normas legais e da Constituição.
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Não praticou o artigo 138º para declarar emergência e por si mesmo aprovar o
programa do Governo.

CONCLUSÃO:
Tudo isto é incrível e prova que o Estado não existe e o que existe é a falsidade e o
abuso de poder, que a Constituição não serve para nada e que as eleições são uma
mera formalidade para enganar a população.
Será que o PSD não queria ganhar as eleições, mas ganhou, e terão assim inventado
uma forma de subverter os resultados eleitorais para enganar os eleitores?
Ao trocar a maioria absoluta por maioria simples a Constituição é uma fraude, ou há
um erro de escrita ou de entendimento cognitivo?
Afinal porque é que a Constituição considera 50% e mais um a maioria absoluta e
porque é que 2/3, ou maioria qualificada, é maior do que a maioria absoluta, se a
maioria absoluta é sempre a maior de todas?
A Constituição fala da maioria absoluta, mas onde é que a Constituição esclarece o
que é a maioria absoluta e através do significado da palavra “absoluta”?

A verdade é que há 3 maiorias: Simples, qualificada e absoluta. Porque só assim se
pode qualificar a importância dos assuntos e ser equitativa a responsabilidade, em
relação ao valor daqueles.
Tudo isto salvo melhor entendimento ou erro de análise. Ou então por dolo,
negligencia, desconhecimento ou falta de cognição, da parte dos responsáveis.

Portugal, 26 de Novembro de 2015.
Assina: __________________ (Anónimo).
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