You are on page 1of 3

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS

DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
DISCIPLINA: TEORIA E METODOLOGIA DA HISTORIA (60H)
PROFESSORES: PROF. JOSÉ CARLOS REIS E PROF.
(DOUTORANDO/UFMG)

BRENO

MENDES

PROGRAMA, CRONOGRAMA E BIBLIOGRAFIA
CONTEÚDO: Análise do campo da teoria e metodologia da história. Discussão do estatuto do
conhecimento histórico: sua especificidade e condições de objetividade. História das teorias e
metodologias da história do século XX: Marxismos, Annales, Michel Foucault, Carlo Ginzburg,
Paul Ricoeur. Discussão dos temas clássicos da teoria da história: Causalidade, Compreensão,
Temporalidade, Memória, Verdade Histórica; as grandes obras e tendências da historiografia
contemporânea. O projeto de pesquisa histórica.
CRONOGRAMA: Os temas serão apresentados e discutidos em sua sequência neste programa.
UNIDADE 1 - O CONHECIMENTO HISTÓRICO COMO PROBLEMA (2 encontros/José
Carlos Reis)
a) O desafio historiográfico
REIS, José Carlos. O Desafio Historiográfico. Rio de Janeiro : FGV, 2010.
GINZBURG, C. “Sinais: Raízes de um Paradigma Indiciário.” In: Mitos, Emblemas e Sinais. SP :
Cia das Letras, 1990.
RÜSEN, Jörn. Tarefa e Função de uma Teoria da História. In: Razão Histórica. Brasília : UNB,
2001.
THOMPSON, E. P. Intervalo: A Lógica Histórica. In: A Miséria da Teoria ou Um Planetário de
Erros. Zahar : Rio de Janeiro, 1981, pp. 47/62.
b) O Projeto de Pesquisa Histórica
BARROS, José d’Assunção. O projeto de Pesquisa em História. Petrópolis : Vozes, 2005.
CARDOSO, Ciro. Os passos da Pesquisa Histórica. Introdução à História.
ECO, Umberto. Como se faz uma tese.
CERTEAU, Michel de. A Operação Historiográfica. In: A Escrita da História. Rio de Janeiro :
Forense Universitária, 1982 e In: LE GOFF, J. e NORA, P. História: Novos Problemas. Rio de
Janeiro, Francisco Alves, 1976. (Ver: WEBER, Max. A Ciência como Vocação. Ciência e Política:
Duas Vocações. SP : Cultrix, 1993)

1

F. p. H. 2008) GINZBURG. 37-71 MARX. NIETZSCHE. + Teses sobre Feuerbacch.A HISTÓRIA. Narratividade e objetividade nas ciências históricas. Friederich. UNIDADE 4: História da Historiografia (4 encontros/Breno Mendes) a) A Abordagem Dialética da História: Karl Marx e Friedrich Engels MARX. In: À Beira da Falésia. In: Futuro Passado. N. 129-150. 2007. ENTRE A VERDADE E A FICÇÃO. “O Texto Histórico como Artefato Literário. da Universidade/UFRGS. A (Org. Petrópolis: Vozes. São Paulo : Contraponto. Relações de Força: História. (ver: MALERBA. Roger.(org. RÜSEN. Memória. Entre Narrativa e Conhecimento + O Mundo Como Representação. São Paulo: Boitempo. 29-79. 2012. 2011. São Paulo : Cia das Letras. 2003. Rio de Janeiro : FGV. 2003. Fernando. Curitiba: Ed.) GOUREVITCH. François. (Ver: HARTOG. 533-535. Régimes d’Historicité. 2015. 5ª reimpressão. LORAUX. CHARTIER. A História. Jorn. Elogio do Anacronismo. 2 . p. UNIDADE 3: História e Temporalidade (1 encontro/José Carlos Reis) KOSELLECK. s/d. A História Escrita. In Jorn Rüsen e o ensino de história. Karl e ENGELS. São Paulo : Contexto. SP : Cia das Letras.2 UNIDADE 2 . “O Tempo como Problema da História Cultural.). CATROGA. Jurandir (Org. Prova. Segunda Consideração Intempestiva: Da Utilidade e Desvantagem da História para a Vida. 1992. In: NOVAES.” In: Trópicos do Discurso. História do Pensamento Histórico Ocidental e Pensamento Brasileiro. Feuerbach e a história. REIS. A. Rio de Janeiro : FGV. Rio de Janeiro : Relume Dumará. In A ideologia alemã. São Paulo: Boitempo editorial. Y. história e historiografia. Paris : Seuil. 2002. SP : Edusp. p. 2003. UFPR. Friederich. In: Teoria & História: Tempo Histórico. Manifesto comunista + Prefácio à edição alemã de 1872. 2007. O Tempo Histórico como “Representação”.” In: RICOEUR. Reinhart. JC. As Culturas e o Tempo.). Karl e ENGELS. Retórica. Espaço da Experiência e Horizonte de Expectativa: Duas Categorias meta-históricas. 1975. P. p. ENTRE A MEMÓRIA E O ESQUECIMENTO (4 Encontros/ Breno Mendes) WHITE. 2006. Porto Alegre : Ed. C.) Tempo e História.

São Paulo: Cosac Naify. RJ : FGV.) UNIDADE 5 Seminários Finais: Meu Pré-projeto de pesquisa histórica (2 encontros/ José Carlos Reis e Breno Mendes) Avaliação: Participação efetiva nas leituras e debates: 30 pts 3 seminários/História da Historiografia: 30 pts Apresentação pré-projeto de pesquisa histórica oral e escrito + fichamento livro de BARROS: 40 pts 3 . Fernando e SILVA. Verdade e Poder. M. 89-124 BRAUDEL. 86-121. O FIO E OS RASTROS. Volume 1. d) A Abordagem Micro-Histórica: Carlo Ginzburg CARLO GINZBURG. In: Microfísica do Poder. Margareth. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. In NOVAIS. Introdução + A história.) FOUCAULT. MICRO-HISTÓRIA DUAS OU TRÊS COISAS QUE SEI A RESPEITO. 1984. C. 1984 e RAGO. Figuras de Foucault. os homens e o tempo + A crítica. 2011. Ed. c) A Abordagem Genealógica-Arqueológica da História: Michel Foucault FOUCAULT. 41-68. SÃO PAULO: 1987. M. Nova história em perspectiva. In: Microfísica do Poder. RJ : Graal. F. GINZBURG.3 b) A Abordagem Estrutural da História: os Annales BLOCH. 2007 (VER: REVEL. J. 2001. p. RJ.Por uma Genealogia do Poder. 2000. R. Rogerio Forastieri da. M. Nietzsche. Belo Horizonte : Autêntica. (ver: MACHADO. In: Microfísica do Poder. JOGO DE ESCALAS. Introdução . RJ : Graal. Graal. a Genealogia e a História. SÃO PAULO : CIA DAS LETRAS. História e ciências sociais: a longa duração. In Apologia da história ou O ofício do historiador. O QUEIJO E OS VERMES: O COTIDIANO E AS IDÉIAS DE UM MOLEIRO PERSEGUIDO PELA INQUISIÇÃO. 1984. p.