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Universidade Federal de São Carlos

Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia
Departamento de Física

Física Experimental D – Turma E – Grupo 2

Relatório da Prática 4 – Difração e Interferência da Luz

Data: 17/09/2013

Nomes:

RA:

Leonardo Arantes de Souza Fernandes

496332

Leonardo Abe

496324

Resumo:

Para estudar do comportamento de difração e interferência da luz utilizaram-se
três obstáculos no qual o laser incidia e os espectros eram projetados em um anteparo
que foram: fenda simples, fenda dupla e redes de difração.
Com os dados recolhidos construíram-se gráficos de intensidade luminosa
versus ângulo de difração afim de análises qualitativas e quantitativas. Para todos os
obstáculos foram observados máximos e mínimos relativos à difração e interferência
da luz que se aproximaram do que era esperado teoricamente.

Objetivos:

Esta prática visa o estudo do comportamento de difração e interferência da luz
através de três obstáculos: fendas simples, duplas e redes de difração, bem como as
características destes.

Fundamentos Teóricos:

A difração é o fenômeno definido como o espalhamento sofrido por um feixe
luminoso ao passar por uma fenda estreita, de dimensões comparáveis ao seu
comprimento de onda. Como teorizado e mostrado por Huygens no que ficou
conhecido posteriormente como “Princípio de Huygens”, cada ponto de uma frente de
onda, seja ela mecânica ou eletromagnética, atua como uma nova fonte esférica (onda
tridimensional) ou circular (onda bidimensional). Dessa forma são geradas as novas
frentes de onda e ocorre a propagação. [1]
A interferência de ondas eletromagnéticas é
um fenômeno de superposição de ondas semelhante
ao que ocorre com ondas mecânicas. O fenômeno é
melhor observável quando as ondas que sofrem
interferência possuem a mesma frequência e
comprimento de onda. Esse tipo de interferência
pode ser destrutiva ou construtiva, dependendo se há
ou não diferença de fase entre as ondas. [1]
A interferência de duas ou mais ondas no
espaço, pode então gerar regiões de concentração ou

Figura 1 : Difração de uma onda
eletromagnética, onde o comprimento de
onda é da mesma ordem do espaçamento
das fendas.

são regiões de máximos e mínimos quanto à intensidade luminosa. Essas regiões claras e escuras formam o que chamamos de “figura de interferência”. uma onda eletromagnética sofre difração e simultaneamente interferência. Ao passar por qualquer um desses elementos. Visualmente. Ao projetar-se isso sobre um anteparo. O fenômeno de difração possui duas modelagens. duplas ou redes de difração. Figura 3 : Onda eltromagnética. sofrendo difração e simultaneamente inteferencia ao passar por uma fenda dupla. é possível enxergar a figura de interferência nitidamente. Os fenômenos de difração e interferência são muito intrínsecos.rarefação de energia transportada. que atendem propósitos diferentes: a difração segundo Fresnel e a difração segundo Fraunhofer. Figura 2: Interferência entre as ondas. a partir da qual formam-se as franjas de interferência. por exemplo. quando ocorre a interferência. A difração de Fresnel é observada primordialmente quando o elemento difrator está posicionado perto do anteparo. ou também “franjas de interferência”. o que enxergamos numa projeção sobre um anteparo. e geralmente possui figura de difração que reproduz . e o entendimento de ambos é necessário para estudar-se o que acontece quando a luz passa por fendas simples.

A intensidade máxima se dá em θ=0. temos que em situações ideais em que d << λ as . usado para cálculos da difração de Fresnel. Já a difração de Fraunhoffer é obtida quando a distância entre difração e anteparo é suficientemente grande. Sendo ‘d’ a separação entre as duas fendas e ‘λ’ o comprimento de onda. Geralmente possui configuração sem relação direta com a forma do anteparo e não muda radicalmente de forma quando aproximamos o difrator do anteparo. a figura vai mudando progressivamente de maneira não trivial. A figura também mostra os espectro luminoso. para este modelo de difração há um tratamento matemático mais complexo. Figura 2 – Feixe de luz sofrendo difração. O comprimento da fenda (b). Quando a luz é difratada por uma fenda dupla. e para o cálculo da distribuição da intensidade pelo ângulo costuma-se usar a espiral de Cornu. apenas comprime-se ou expande-se. ou seja. [1][2] Figura 4: Espiral de Cornu. Os primeiros mínimos de intensidade luminosa se dão quando: 𝑠𝑒𝑛𝜃 = 𝜆⁄𝑏 (λ comprimento de onda) Os outros mínimos ocorrem em múltiplos inteiros de 𝜃 . ocorre um processo semelhante ao que vimos na fenda simples.e entre dois pontos mínimos há um máximo. no ponto do anteparo colinear ao feixe de luz e à fenda simples. o ângulo(𝜽) que mostra o segundo mínimo de intensidade na posição a. Ao mover seu elemento para longe do anteparo.qualitativamente a geometria deste anteparo. Um feixe de luz ao passar por uma fenda simples de abertura ‘b’ sofre difração e interferência e o que pode ser observado sobre o anteparo é uma sucessão de máximos e mínimos de intensidade luminosa: as franjas de interferência.

e as secundárias se dão ao se afastar deste ponto central. dsen  m (Ponto de máximo) dsen  (m  1 / 2) (Ponto de mínimo) com a franja central em θ=0 As redes de difração são compostas por um número grande de fendas muito próximas umas das outras. Figura 4 – A interferência das ondas difratas são mostradas pelos pontos pretos. Sendo (s) a abertura da fenda em ambos os casos. Os espaçamento entre o máximo e mínimo é dado pelo ângulo 𝜃 . o qual é dado por : Figura 5 – Espectro formado pela passagem em fenda dupla. são neles que ocorrem os pontos de máximo.franjas de interferência projetadas sobre um anteparo teriam a mesma intensidade luminosa. Contudo isso não se verifica e acabamos por ter um perfil de distribuição do espectro com máximo central e picos secundários menos intensos. mostrando que a franja central se dá em 𝜽=0. Essas redes são frequentemente usadas para medir-se comprimento de onda e analisar a estrutura e intensidade de espectros de luz. [1][2] .

O primeiro é o poder de uma rede dispersar espacialmente um feixe de luz e o segundo é poder de separar diferentes comprimentos de onda de uma luz policromática. Os máximos de interferência estão em: 𝑑 ∙ 𝑠𝑒𝑛𝜃𝑚 = 𝑚𝜆 com m = 0. R. no caso. D. Procedimento Experimental: De início os materiais foram identificados e montou-se o sistema necessário para a realização da prática de modo que o laser ficasse alinhado com o anteparo (caixa) e com os obstáculos a serem utilizados. fendas duplas. Caixa preta metrada servindo como anteparo. Foram instalados na caixa preta dois multímetros. 632. Figura 6 – Rede de difração Materiais Utilizados:        Laser HeNe-Gaslaser 1 mW. e são dados por: ∆𝜃 𝑚 D=∆𝜆 =𝑑 cos 𝜃 𝜆 R=∆𝜆 =mN O padrão de interferência sobre a tela colocada a grande distância da rede é devido ao elevado número de fontes de luz igualmente espaçadas como é possível ver na figura ao lado. um medindo a resistência do foto-sensor no qual o laser incidia . . Banco óptico metrado.8 nm 230V/35VA. 2. as fendas e as redes de difração..Dois parâmetros caracterizam as redes de difração: o poder de dispersão. e o poder de resolução. 1.. Foto-sensor acoplado ao anteparo. redes de difração de 50 linhas/mm e 100 linhas/mm. Fendas simples. Dois multímetros e Objeto acoplável ao trilho para colocar os obstáculos.

colocou-se a fenda dupla de 0.05)cm e da segunda foi de (-5.90 ± 0.05)cm até (1.05)cm. adotando para a varredura dos obstáculos o zero do eixo-x em (10. Em segundo se utilizou uma fenda simples situada a (19.05 ± 0. Então se varreu o espectro de (-5.01 ± 0.(resistência é inversamente proporcional à intensidade luminosa) e o outro medindo a resistência do reostato.2 mm de abertura no lugar da fenda simples situada a mesma distância do laser e do anteparo e fez-se a varredura do espectro de (-2.00 ± 0. Apresentação dos Resultados: Inicialmente fez-se a calibração do sistema coletando dados da resistência do reostato e em função da distância percorrida na caixa.05)cm e a segunda a (28. calculou-se de quanto variava a resistência do reostato em função da distância para obter mais precisão nas medidas do multímetro conectado ao foto-sensor.54 ± 0. (Distância ± 0.8 5.30 ± 0.00 ± 0. ou seja.05)cm até (6. Assim. Então se fez uma calibração do sistema.5 2 2.64 ± 0.05)cm. A varredura do espectro da primeira rede foi de (-0.05)cm do laser e a (105.05)cm no anteparo coletando dados de resistência do reostato e resistência do foto-sensor.05)cm até (2.05)cm do laser e anteparo. Tabela 1: Dados de resistência do reostato em função da distância percorrida.05)cm do anteparo.05)cm coletando os mesmo dados. Por fim.05)cm onde o laser incidia.05) cm 1 1.10 ± 0. uma de 50 linhas/mm e outra de 100 linhas/mm.05)cm até (3. assim como as redes de difração foram posicionadas perto do laser para que os requisitos do modelo de Fraunhofer fossem atendidos. Como observação vale ressaltar que as fendas simples e duplas.5 Resistência do fio ( Ω) 2.00 ± 0.92 ± 0.05)cm e (90.05)cm e (95.19 ± 0. A primeira foi posta a (23.00 ± 0.65 ± 0.7 .05)cm até (3.05)cm. Afim de comparação fez-se medições também de outra fenda dupla de abertura de 0.1 2. Primeiramente coletaram-se dados da resistência do sensor e do reostato para o laser sem nenhum obstáculo situado a (118.01 ± 0.9 4.7 6.0 4.67 ± 0.40 ± 0. com o sistema alinhado e calibrado começou-se o experimento de fato.00 ± 0.05)cm do anteparo varrendo de (-2.5 3 3. respectivamente. Depois.14 ± 0.3 mm varrendo de (-2. utilizaram-se duas redes de difração.05)cm até (6.54 ± 0.

5 5 5.5 8 8.8016x + 0.6 15.8016 Ω. Gráfico 1: Resistência versus Distância.4 8. Com esta tabela pode-se construir um gráfico visando à obtenção de um padrão desta variação. simplificando.3046 20 15 Series1 Linear (Series1) 10 5 0 0 2 4 6 8 10 12 14 Com este gráfico verifica-se uma dependência linear entre a resistência e a distância percorrida cuja equação está explícita acima. a resistência varia de 0.2 18. duplas e redes de difração.0 13. 25 y = 1.5 10 7.4 4.5 7 7. .5 9 9.9 16. Este resultado é muito importante na varredura dos espectros dos obstáculos.2 9.3 11. Então se pode concluir que a cada 1 cm equivale a 1.2 12.0 14.5 6 6.2 Esta tabela mostra uma variação da resistência do reostato composto por fio que varia a resistência conforme seu comprimento.0 14.18Ω/mm. podendo detectar os pontos de máximos e mínimos com mais certeza. De posse deste resultado fez-se as varreduras dos espectros gerados por nenhum obstáculo e depois por fendas simples.5 17.2 10. pois ao invés de varrer em função da distância pode-se varrer em função da resistência que o multímetro marca tornando as medições mais precisas.

0357 0.53 0.0169 0.5556 0.0171 0.01 2.22 18.70 0.0099 0.0117 0.14 -0.0003 -0.15 20.38 1.7 59.96 19.0038 0.95 20.93 0.5 64.68 0.0048 0.0060 0.0200 0.23 -0.0049 0.39 Ângulo (°) 0.0166 0.0019 -0.4 1.22 19.30 1. Tabela 2: Varredura do espectro para nenhum obstáculo.0079 0.0155 0.66 18.0189 0.0007 -0.75 18.39 0.0066 0.0012 -0.8 60 58 59 58 59 58 59 57 55 54 54 53 52 51 50 47 29 28 18 9 2.96 18. Podem-se verificar os dados na Tabela 2 abaixo.36 19.51 18.0111 0.24 0.32 20.25 Resistência do sensor Rs (kΩ) 66 65.58 0.3030 0.0007 0. Distância d (cm) 2.03 -0.17 1.0164 0.31 0.40 1.0146 0.0156 0.9 18.0026 0.47 17.0152 0.32 1.0033 Resistência R (Ω) 21.0160 0.0153 0.89 1. somente o laser incidindo no anteparo a uma distância de (118.0169 0.95 17.54 17.0130 0.49 18.0169 0.0172 0.4167 0.0033 0.0020 0.73 1.22 1.89 17.58 21.48 20.0192 0.63 19.06 20.3 16 45 59 61 68 Intensidade I(1/kΩ) 0.8 2.0556 0.00 ± 0.0045 0.0025 -0.0169 0.67 1.48 21.72 20.2 65.5 64.0013 0.78 0.5 60.44 0.3 3.4348 0.0165 0.56 0.38 18.0185 0.05 19.0167 0.0058 0.0119 0.0625 0.0196 0.0182 0.29 -0.0141 0.0095 0.42 17.1111 0.0111 0.0185 0.7 17.3 20.0023 -0.18 19 18.0167 0.68 21.27 -0.0172 0.08 -0.12 0.36 21.96 1.0147 .43 20.0175 0.15 0.0172 0.30 0.0222 0.0103 0.08 0.05)cm deste.09 17.8 17.Inicialmente não se usou nenhum obstáculo.00 -0.0213 0.54 1.0025 0.0345 0.07 1.0175 0.0153 0.0000 -0.

0118 -0.47 -0.8 70 76 77 64 68 67 70 72 71 74 75 76 77 78 79 79 79 79 81 83 85 88 89 91 91 95 97 99 101 0.04 -1.57 14.0188 -0.04 16.0129 -0.67 15.3046 1.0132 0.45 15. .05)𝑐𝑚 𝐷 Vale lembrar que a intensidade e resistência são inversas.54 16.83 14.0149 0.07 -1.0087 -0. 𝑑 = 𝑑𝑖𝑠𝑡â𝑛𝑐𝑖𝑎 𝑛𝑜 𝑒𝑠𝑝𝑒𝑐𝑡𝑟𝑜.21 -2.55 -1.60 -0.0127 0.0127 0.49 15.0131 -0. Os ângulos foram calculados como sendo o arco-tangente da distância percorrida no espectro pela distância entre a fenda e o anteparo (caixa).0104 -0.19 -2.21 15.97 -1.0155 -0.0040 -0.0070 -0.58 -1.78 -0.0139 0.0120 0.27 -1.21 16.89 -1.62 16.82 -0.09 16.0142 -0.0143 0.0088 -0.11 15.16 14.55 14.0105 0.0156 0. Os valores da distância foram obtidos a partir equação da calibração do reostato.0118 0.93 -2.73 -1.03 -1.0110 0.0141 0.0103 0.0195 17.10 ± 0.0076 -0.65 14.0063 -0.0101 0.67 -1.0112 0.0107 -0.30 -0.51 -0.0147 0.0110 0.0082 -0.89 -0.02 16.1 17. 𝐼 = 1/𝑅𝑠 𝑑= 𝑅 − 0.37 -1.0163 -0.39 -1.0091 -0.0132 0.73 15.0186 -0.0130 0.10 -2.0066 -0.88 -1.0159 -0.0143 0.0051 -0.17 14 13.84 15. Já a intensidade foi calculada como sendo o inverso da resistência do sensor.0147 -0.0135 0.0130 0.17 -1.0128 0.0043 -0.0116 -0.0127 0.8016 𝑑 𝛳 = 𝑎𝑟𝑐𝑡𝑔 ( ) .-0.0099 Esta tabela mostra os dados de varredura sem nenhum obstáculo em função da resistência.47 16.34 16.0160 -0.94 14.83 -1.0099 -0.0178 -0. pois a resistência que o multímetro mede é a de um resistor variável sensível à intensidade luminosa.74 -0.87 16.07 15.0134 -0.23 -1.0123 0. 𝐷 = (105.0133 0.48 14.52 -1.96 13.0114 0.0127 0.

04507 -0.0446 -0.0050 0.23 8.00459 0.00348 0. o que era esperado.74 -4.00364 0.64 Ângulo ϴ Resistência R (°) (Ω) -0.00493 .5 8. 0.05)cm do anteparo cujos dados estão na Tabela 3 abaixo.00427 0.95 -4.3000 Series2 0. Distância d (cm) -5.0250 -0.04618 -0.1000 0.8 -4. Tabela 3: Varredura do espectro com fenda simples.61 8. pois não houve difração nem interferência.0200 Ângulo (°) Nota-se. pelo gráfico.92 -4.13 8.04412 8. máxima intensidade.01 -4.0100 -0. Observa-se que o pico de luz ocorre quando o ângulo ϴ=0°. Lidando como em um caso de fenda simples.7 8. Gráfico 2: Intensidade versus Ângulo.0000 -0.0150 0.4000 0.5000 0.De posse desta tabela pode-se construir um gráfico 2 de intensidade versus ângulo mostrado abaixo.00397 0.10 ± 0.00333 0. percebe-se que os máximos secundários devem desaparecer observados também neste gráfico.79 Resistência do Sensor Rs (kΩ) 252 256 287 300 275 234 218 203 Intensidade I (1/kΩ) 0.0050 0.0000 0. a existência de somente um pico de luz.04676 -0.0200 -0.29 8.0100 0.2000 0.4 8. Em segundo utilizou-se uma fenda simples situada a (105.0476 -0. com abertura várias ordens de grandeza maior que o comprimento de onda.6000 Intensidade (1/kΩ) 0.86 -4.69 -4.04707 -0.0150 -0.00391 0.04565 -0.

99 -2.03342 -0.01136 0.51 -4.03938 -0.49 9.06 -2.28 10.004 0.56 -4.02772 -0.00422 0.09 11.0235 -0.01912 -0.31 -2.9 -3.04107 -0.36 -3.00495 0.00699 0.31 13.0349 -0.26 13.14 -4.-4.00562 0.008 .61 -3.76 11.02619 -0.00448 0.03057 -0.81 -3.04254 -0.03431 -0.36 11.00641 0.49 10.00431 0.0101 0.9 12.51 -3.03199 -0.00909 0.04291 -0.13 13.32 12.98 13.65 210 222 232 220 200 194 190 197 230 250 237 223 202 190 180 162 169 178 205 213 203 193 150 144 136 158 145 162 180 144 123 110 123 143 155 164 156 145 101 88 91 99 110 121 125 0.02218 -0.02788 -0.00526 0.69 9.03838 -0.03115 -0.04043 -0.07 12.01 -1.00508 0.47 -4.03242 -0.00645 0.0061 0.25 11.00592 0.94 -0.02387 -0.0255 -0.16 9.02123 -0.03869 -0.27 9.0069 0.73 10.00435 0.02 9.00455 0.25 -4.82 10.04333 -0.13 -3.00556 0.04217 -0.94 9.03769 -0.96 -3.02909 -0.09 9.03284 -0.00633 0.0045 0.00518 0.75 -2.61 9.01 10.00476 0.93 -2.01954 -0.02434 -0.93 11.63 12.00909 0.00617 0.95 12.45 13.02846 -0.02978 -0.54 10.27 -3.19 -4.13 -2.41 -3.00526 0.88 10.21 -3.7 -3.56 -2.00667 0.01848 8.68 -2.51 -2.13 10.42 12.03627 -0.00694 0.51 11.65 10.00826 0.82 -2.4 -2.43 -4.05 -2.00469 0.04159 -0.03516 -0.91 -2.63 -2.54 12.00488 0.00813 0.87 11.02498 -0.02028 -0.19 12.56 -3.64 11.00515 0.04 -3.47 -2.45 -3.02682 -0.0398 -0.32 -4.03389 -0.33 -2.02054 -0.00617 0.00694 0.03706 -0.02286 -0.02202 -0.07 -4.7 12.16 -2.00556 0.23 -2.00813 0.00493 0.00735 0.82 12.67 -3.37 -4.53 13.82 9.0069 0.01 11.01099 0.37 9.0099 0.005 0.

01384 -0.6 14.01667 0.55 0.09 0.45 1.02083 0.92 17.53 14.29 -1.07 -1.01042 0.01493 0.83 -1.00871 0.11 1.01806 -0.09709 0.77 19.79 -0.3 7 10.03448 0.12 -1.14 18.9 -1.18 -0.00982 0.00787 0.79 -1.01 19.9 5.01384 0.92 14 14.97 -0.03 -0.00069 0 0.39 -0.41 18.36 0.01111 0.54 -0.00174 -0.01031 0.95 19.82 13.0303 0.00438 0.01347 -0.8 18.37 1.02 17.42 -1.83 0.0303 0.00951 0.01176 0.16667 0.7 0.00982 -0.21 0.13 15.61 19.03125 0.82 16.00465 -0.12 16.01019 -0.83 14.00254 -0.45 -1.15 17.68 -1.0037 -0.01663 -0.42 19.01408 0.02128 0.0098 0.2 0.01225 -0.73 13.67 16.20408 0.26 1.0009 0.0075 -0.28 14.27 -0.5 5 4.00665 0.92 -0.01183 -0.15 19.21739 0.00724 0.02564 0.13 -0.00121 -0.41 15.6 4.92 1 1.12 14.45 16.03571 0.07 0 0.00687 -0.85 16.72 -0.76 0.01468 13.00523 0.025 0.25 0.7 14.24 -1.02128 0.27 16.75 -1.36 -1.00201 0.6 17.98 18.01067 -0.5 15.00306 -0.85 13.02128 0.18868 0.17857 0.32 -0.52 18.01493 0.14286 0.21277 0.05556 0.00699 .18182 0.73 15.00343 0.00544 -0.57 16.8 17.01471 0.53 17.01563 0.46 0.64 18.29 15.49 -0.32 17.01743 -0.91 15.01124 0.01087 0.01516 -0.3 17 33 28 29 32 40 97 92 67 54 63 102 143 0.57 -0.01056 0.125 0.-1.00919 -0.05882 0.01294 -0.00871 -0.01706 -0.016 -0.93 111 98 89 85 71 64 68 90 96 67 56 47 48 58 96 60 47 39 33 47 18 8 6 5.85 -1.59 -1.00238 0.6 5.01587 0.01724 0.01786 0.03 1.01199 0.01299 0.22 15.0102 0.01758 -0.7 4.01852 0.01042 0.00901 0.

0187 13.0190 13.18 20.68 1. 0.04 -0.37 20.46 -0.0137 0. nota-se que a largura do máximo central é maior pois a abertura da fenda é menor.0085 0.2mm.97 Ângulo ϴ Resistência R (°) (Ω) -0.0108 0. Comparando com o gráfico 2. Gráfico 3: Intensidade versus Ângulo.52 20.0072 .0197 13.39 -0.01389 0.05 20. ou seja.0178 0.25 Intensidade (1/kΩ) 0.2 0. Então.10 ± 0.11 -2.79 1. Distância d (cm) -2. Depois foram coletados dados para um espectro gerado por fenda dupla com abertura de 0.15 0.00 -1. Nota-se uma sucessão de máximos e mínimos com o máximo central em zero graus.02 0 0. Com esta tabela pode-se construir o gráfico 3 afim de comparar a relação de difração entre as fendas simples. ocorre mais difração e interferência.1 Intensidade (1/kΩ) 0.65 Resistência do sensor Rs (kΩ) 93 96 103 118 138 Intensidade I (1/kΩ) 0.0097 0. Tabela 4: Varredura do espectro para fenda dupla com abertura de 0.0201 13.08 -2.00833 0.0104 0.57 120 86 72 68 73 112 0.61 1.0208 13.05 0 -0.01531 0.017 0.02 0. Pode-se observar também que entre dois mínimos há um máximo.01658 0.6 -0.016 0.00893 Os resultados foram calculados semelhantemente à tabela 2.01163 0.19 -2.01806 20.9 0.26 -0.74 1.05) cm do anteparo.01471 0. os máximos secundários tendem a desaparecer quanto maior for a abertura da fenda.1.29 20.04 Ângulo (°) Este gráfico mostra como as franjas de interferência variam com o ângulo.06 -0.87 1.2mm situada a (105.

92 -0.27 0.12 14.0086 0.0143 0.0833 0.4 14.05 -0.68 16.0112 -0.02 130 116 100 74 75 85 98 77 80 109 93 90 82 70 64 70 73 56 42 36 33 34 62 87 99 97 83 57 44 45 33 20 12 9 9 13 15 9.78 -1.0294 0.11 -1.0000 0.68 15.0135 0.0100 -0.0066 -0.0227 0.80 -0.61 -0.43 -1.0100 0.0087 -0.22 -1.0102 0.2 16.57 16.1111 0.3 14.0175 0.69 14.0142 -0.-1.00 0.52 17.84 -0.0027 -0.0017 0.53 16.0034 0.72 13.0118 0.9 15.87 14.0178 -0.73 14.0769 0.18 0.0156 0.0833 0.71 -1.35 -0.87 -1.55 -1.0833 0.46 -0.0033 -0.43 -0.1087 0.0012 -0.69 17.0101 0.3 15.49 -1.0122 0.1429 0.55 15.2 12 32 0.0278 0.0035 -0.0130 -0.0130 0.0123 -0.0058 -0.31 16.0062 -0.0667 0.38 16.49 15.29 -1.0077 -0.43 16.0125 0.0313 .0001 0.24 14.46 -0.26 17.18 17.95 -0.0222 0.17 15.61 -1.1667 0.0163 -0.0169 -0.0047 -0.39 -1.0625 0.56 -0.95 15 15.0077 0.16 0.83 16.0015 0.0108 0.84 18.0133 0.0026 0.0120 0.08 15.0500 0.62 14.0303 0.13 -1.0178 -0.36 0.0156 -0.69 -0.0143 0.75 15.0090 -0.98 17.0080 -0.0111 0.2 6 7 12 16 9.0020 -0.0133 -0.0238 0.0043 13.82 13.0115 0.64 -1.0106 -0.18 -1.0184 -0.0053 -0.2 17.0092 0.93 -1.0119 -0.0003 0.1087 0.83 14 14.01 0.21 -0.0128 -0.0137 0.65 -0.34 -1.0116 -0.72 -0.0148 -0.12 -0.52 14.48 17.2 15.88 -1.03 16.03 0.0043 -0.0161 0.49 -0.78 14.0303 0.0107 -0.0103 0.95 16.1111 0.37 -1.0153 -0.37 -0.0041 -0.0069 -0.25 -1.0136 -0.29 -0.1 16.0179 0.

0072 0.63 22.0083 0.30 2.1 23.0267 0.0161 0.0051 0.72 22.0064 0.0063 0.83 19.0078 0.88 0.23 21.31 20.01 3.0287 0.99 3.0154 0.58 22.0112 0.0059 0.06 3.0208 0.62 0.0097 0.0182 0.87 1.65 18.94 0.35 21.0213 0.83 2.0309 0.0071 0.0167 0.25 22.0090 0.0200 0.73 1.0219 0.0108 0.0300 0.17 2.22 1.25 3.99 1.0321 18.0145 0.91 2.53 0.0277 0.0256 0.0097 0.0068 0.74 0.16 18.15 3.51 2.27 3.61 21.0052 0.0111 0.0096 0.93 1.0067 0.72 20.94 20.23 1.0183 0.97 22.0066 0.62 1.0056 0.0102 0.0094 0.37 0.98 19.09 19.18 1.0178 0.42 19.0279 0.0224 0.0060 0.65 2.0093 0.56 0.66 19.0070 0.0304 0.0093 0.07 1.0090 0.95 23.0252 0.48 22.0094 0.0077 0.0102 0.0060 0.05 23.0239 0.0081 0.0074 0.62 18.67 20.0070 0.3 22.33 19.0061 0.0139 0.79 18.31 18.28 55 48 62 103 108 121 98 73 49 39 76 103 124 108 113 151 165 146 93 68 60 94 109 96 166 140 111 106 104 128 114 179 171 157 150 144 135 143 166 138 129 132 159 194 218 0.0186 0.0291 0.17 1.0046 .0088 0.34 18.79 0.0117 0.0164 0.0069 0.11 21.53 18.0311 0.0106 0.44 22.10 2.0147 0.73 21.44 21.0130 0.80 0.0075 0.9 18.0137 0.0058 0.46 1.0269 0.0116 0.19 3.3 19.12 20.0204 0.0056 0.0100 0.95 2.45 2.4 19.0233 0.37 1.0092 0.52 1.0104 0.0076 0.0053 0.93 2.80 2.63 0.13 19.88 22.2 18.0132 0.0.26 18.24 2.59 0.0084 0.0088 0.0060 0.98 21.57 20.0078 0.0284 0.35 2.05 1.0206 0.

0330 0. formando um padrão de interferência de máximos e mínimos no anteparo de observação como visto no gráfico 4.1 0.33 12.46 -2.3 mm. pois seus máximos secundários são intensos. Gráfico 4: Intensidade versus ângulo.56 -2. Pode-se notar também que 0.0244 -0.0049 0.02 0.03 Ângulo (°) Quando um feixe é difratado por uma fenda dupla.00535 0.45 23.01 0.51 12.0234 -0.65 -2.47 3.01 0 0.2 mm não é um valor pequeno o suficiente para resultar em intensidades similares para todos os máximos.68 Resistência do sensor Rs (kΩ) 187 155 130 120 139 Intensidade I(1/kΩ) 0.00769 0. Distância d (cm) -2. 0. porém não pode ser considerado da mesma dimensão que o comprimento de onda do feixe de luz. A partir da tabela 4 foi possível obter o gráfico 4 abaixo.00719 0.0053 0.2mm. de modo que o obstáculo utilizado foi uma fenda dupla de abertura 0.0225 Resistência R (Ω) 12.14 0.3.03 -0.43 12.51 -2.04 0.37 3.06 0.00645 0.58 203 190 198 0.16 Intensidade (1/kΩ) 0.00833 0.0051 Esta tabela foi obtida semelhantemente a tabela 2.54 0.12 0.08 0.27 23.0239 -0. Tabela 5: Varredura do espectro para uma fenda dupla de 0.0337 23.0320 0.37 Ângulo (°) -0.02 0 -0.18 12.18 0. as ondas provenientes de cada uma das fendas devem se combinar e se sobrepor. Para fins de comparação varreu-se também o espectro gerado por uma fenda dupla de abertura de 0.04 .0252 -0.02 -0.3 mm cujos dados encontram-se na Tabela 5.

-2.01099 0.00833 0.00588 0.05263 0.5 15.0077 -0.93 13.02273 0.0019 0.0162 -0.15 0.0079 -0.0042 -0.72 15.01408 0.0000 0.14 0.59 16.0208 -0.08 0.0065 -0.00645 0.56 16.33 -0.0212 -0.01053 0.12 -1.21 17.61 -1.99 -1.18 14.24 -1.44 -0.86 -1.0204 -0.05 15.7 14.3 15.22 -1.83 -0.0177 -0.25 -1.03448 0.18 15.01010 0.02 13.20 0.02857 0.46 14.04348 0.06667 0.00730 0.00917 0.0097 -0.22 -0.02 -0.0116 -0.0060 -0.0218 -0.21 16.0149 -0.89 14 14.54 -1.0021 -0.25 -2.22 -0.0194 -0.01471 0.0014 0.65 -0.01389 0.0031 -0.00725 0.47 -1.0119 -0.94 15.00962 0.0214 -0.36 16.01075 0.0021 12.05 -1.09 17.05000 0.0153 -0.02381 0.00775 0.0029 -0.0197 -0.0007 0.29 -2.92 -0.76 -1.01429 0.0156 -0.04 -1.0135 -0.01639 0.0189 -0.07 -2.04762 0.0093 -0.01 16.00847 0.00735 0.00613 0.0167 -0.42 -1.46 15.57 -1.0118 -0.78 15.0062 -0.13 14.0146 -0.0039 -0.35 137 129 149 138 155 163 140 118 120 112 99 104 136 131 132 155 170 158 121 109 91 72 64 60 71 61 70 99 95 93 107 68 42 35 44 29 21 20 23 19 15 19 18 22 27 0.00763 0.00935 0.18 -2.00671 0.0014 0.63 -0.78 13.01667 0.01010 0.00645 0.00758 0.41 -0.4 16.09 13.6 13.52 -0.03704 .9 12.82 16.58 14.72 14.22 17.14 -2.00 0.0131 -0.72 -0.80 -0.0068 -0.01563 0.05 14.31 -0.16 16.68 -0.64 -1.37 13.05556 0.00893 0.70 -1.23 -2.98 -0.66 15.3 14.0140 -0.00826 0.0125 -0.00633 0.0106 -0.22 13.0050 -0.76 14.04545 0.27 13.4 14.32 -1.0100 -0.83 12.12 15.00714 0.0087 -0.38 -1.05263 0.95 17.

32 2.0229 0.0189 0.02273 0.85 1.0291 0.00699 0.0.00532 0.08 1.00505 0.39 0.54 1.01 21.00752 0.0269 0.70 1.0234 0.83 2.0221 0.07 18.0028 0.0195 0.13 19.9 18.0214 0.0049 0.88 18.43 0.0280 0.60 2.64 21.00556 0.55 3.0142 0.72 17.68 0.72 0.17 22.21 2.0106 0.78 23.24 3.00862 0.68 21.0162 0.0065 0.25 2.75 18.59 0.00787 0.98 2.9 22.21 1.43 18.04 22.00521 0.0056 0.70 2.00575 0.00565 0.90 1.00552 0.15 23.3 19.00862 0.63 2.0103 0.0132 0.51 0.0257 0.00478 0.0338 0.00690 0.0108 0.00543 0.00800 0.48 17.00719 0.00592 0.52 0.28 21.85 20.94 21.71 0.63 21 35 44 53 74 89 103 98 121 129 110 105 117 123 125 116 115 133 116 143 139 127 139 145 156 162 169 179 177 168 181 184 187 185 188 174 180 188 183 182 192 198 209 228 225 0.40 2.00532 0.39 21.00641 0.0276 0.38 20.94 2.0147 0.0282 0.23 21.02857 0.0081 0.44 3.01124 0.64 19.0068 0.0124 0.81 21.0211 0.46 2.47 22.0261 0.95 19 19.0115 0.00909 0.00541 0.00559 0.0250 0.02 20.0048 0.00535 0.01351 0.3 22.0206 0.86 17.0170 0.90 2.49 1.0327 0.00952 0.35 23.05 2.82 0.97 3.00595 0.45 19.75 2.00719 0.00 1.00549 0.73 20.0226 0.01887 0.01 18.38 2.00971 0.0353 17.04762 0.65 20.0248 0.25 22.16 2.14 1.29 0.16 20.0095 0.0037 0.62 0.00826 0.00813 0.0308 0.13 21.49 18.0059 0.0041 0.24 18.78 1.30 1.00444 .00546 0.66 17.18 18.11 1.0181 0.00439 0.00870 0.06 3.0078 0.00855 0.39 1.01020 0.52 20.00617 0.00775 0.

Tabela 6: Varredura do espectro para rede de difração de 50 linhas/mm.0358 0.02000 0.00000 -0.01000 -0.0200 0.0100 0.0100 0.0619 Resistência R (Ω) 23. Com esta tabela construiu-se o gráfico 5 abaixo.0200 0. Distância Ângulo ϴ d (cm) (°) 6.07000 0.0500 Ângulo (°) A partir deste.0435 0.74 24.0645 6. Gráfico 5: Intensidade versus Ângulo.05000 0.0373 23.89 22.00442 0.0303 0. fez-se a varredura dos espectros de redes de difração.77 3.04000 0.0633 5. o qual não tem nenhum obstáculo.0400 0.3 mm.14 0. A primeira foi de 50 linhas/mm situada a (95.0161 0.03000 Series2 0.92 0.92 0.0625 .02 0.21 23 22.05) cm do anteparo cujos dados estão expostos na tabela 6 abaixo.0588 0.06000 Intensidade (1/kΩ) 0.02 226 222 0.0623 5. Por fim. nota-se que a abertura é maior que a do gráfico 4.0300 -0.0300 0.3. portanto as dimensões do mesmo também não são equiparáveis a ordem do comprimento de onda.0000 0.88 0. isto é evidenciado observando os máximos e mínimos e que pela abertura ser grande tende a formar a imagem obtida no gráfico 1.0627 5. 0.82 22.96 0.00 ± 0.00450 Esta tabela foi obtida semelhantemente a tabela 2.75 Resistência do sensor Rs (kΩ) 62 33 23 17 16 Intensidade I (1/kΩ) 0. de modo que o obstáculo utilizado foi uma fenda dupla de abertura 0.

57 3.2500 0.06 21.0618 0.71 21.0401 0.0592 0.46 5.75 3.41 4.83 5.38 18.0096 0.0578 0.0137 0.85 3.69 12 10 7 5 4 12 37 40 55 75 77 73 104 99 102 93 79 87 72 74 90 97 87 91 99 118 89 145 120 131 145 127 114 112 98 106 127 110 152 131 132 117 131 91 77 0.36 3.35 5.0139 0.59 21.0110 0.61 19.65 18.0076 0.0491 0.0115 0.0534 0.16 4.83 5.0479 0.31 5.85 21.62 22.0558 0.33 4.8 17.9 18.0069 0.0088 0.0394 0.50 5.0568 0.26 20.0103 0.0130 0.9 19.36 20.89 20.29 21.0127 0.7 18.0076 0.0330 0.0076 0.5.0101 0.51 18.0464 0.58 4.50 4.0388 0.07 5.81 5.58 18.61 3.0371 0.01 18.56 4.66 22.8329 0.0079 0.95 19.2 18.0364 0.39 20.0611 0.11 5.0085 0.0418 0.66 22.0537 0.0083 0.98 21.0135 0.0497 0.0250 0.0089 0.0108 0.0551 0.30 4.0380 0.1000 0.81 3.0069 0.88 5.0111 0.0091 0.08 19.0079 0.14 3.38 5.94 3.0348 0.0438 0.16 5.65 19.67 4.0415 0.0383 0.73 4.0066 0.35 21.0563 0.0098 0.44 21.2000 0.69 3.14 3.53 3.97 3.0182 0.92 5.0405 0.0076 0.15 21.74 22.19 22.0112 0.25 19.0833 0.0833 0.0517 0.64 3.67 20.0436 0.01 21.0566 0.0606 0.0542 0.00 4.0376 0.09 19.0110 0.31 19.77 5.41 4.0130 .0324 22.79 21.63 5.0613 0.0353 0.3 22.54 22.80 4.0586 0.0102 0.0085 0.24 5.8 20.0270 0.0115 0.0455 0.08 0.79 18.1429 0.30 3.0613 0.0094 0.0525 0.0453 0.46 3.0473 0.0133 0.0101 0.0574 0.0505 0.57 5.1 17.56 200.

34 1.75 1.79 0.0106 0.22 16.0087 0.0211 0.0159 0.15 1.83 15.0058 0.0282 0.0118 0.18 17.41 17.0091 0.0236 0.66 14.0133 0.0090 0.95 15.92 2.85 0.1 13.75 2.00 1.0119 0.0197 0.0062 0.0072 0.29 1.0088 0.44 13.0318 0.0061 0.37 2.1 16.0164 0.16 15.0054 0.19 16.0136 0.0092 0.74 15.0256 0.0302 0.0228 0.0215 0.0073 0.02 2.97 13.0289 0.51 2.67 0.09 1.87 13.0115 0.79 14.0909 0.00 1.0417 0.98 0.53 16.52 15.70 0.12 14.0210 0.83 0.0122 0.0238 0.0314 0.0087 0.0087 .0114 0.0088 0.26 2.58 13.95 0.25 1.47 14.0300 0.85 2.0145 0.0294 0.0172 0.1429 0.28 16.0072 0.0272 0.0154 0.01 0.0185 0.35 13.81 16.0213 0.0072 0.0176 0.0103 0.08 1.04 14.0147 0.0074 0.0075 0.99 2.0276 0.79 2.0500 0.75 14.87 2.03 1.0066 0.0061 0.88 16.04 2.58 0.0307 0.0082 0.43 2.98 16.42 16.0241 0.91 13.68 2.0169 0.0238 0.19 58 60 42 24 10 7 11 20 54 114 106 122 110 106 134 135 137 163 151 162 139 173 124 139 138 151 170 186 163 141 139 134 115 131 85 95 113 84 69 63 80 65 75 109 115 0.0094 0.60 1.0265 0.87 1.0071 0.0074 0.0105 0.42 13.59 17.0076 0.41 14.76 15.0066 0.63 2.29 17.06 15.31 15.0100 0.55 2.0075 0.3.32 17.53 17.8 15.56 14.0185 0.0070 0.69 13.0167 0.0072 0.0125 0.0061 17.24 2.72 0.0154 0.0075 0.99 2.0084 0.0132 0.0059 0.17 2.39 1.67 1.29 2.0210 0.59 2.0249 0.68 16.64 13.0081 0.0094 0.23 14.0141 0.47 1.1000 0.

1 13.0400 0.39 0.1500 0.0600 Ângulo (°) Com este gráfico em mãos.47 -0.05 0.24 12. pois as linhas da rede é que fornecem os picos do espectro.0091 0.0217 0. ângulo e intensidade foram feitos de forma semelhante aos das tabelas anteriores.09 -0.99 11.4000 Intensidade (1/KΩ) 0.0167 Os cálculos da distância.0088 0.0005 0.91 11.3333 0.0000 0.05 12.0105 0.86 12.2500 0.3333 0.0300 0.0020 -0.0000 -0.0034 -0.13 -0.0014 -0.9 12.2000 0.0041 0.50 0.15 11. e entre elas há pouca luz.28 -0. 0.68 11.0385 0.81 12.18 95 111 110 114 85 46 26 5 3 3 5 23 73 80 87 72 61 60 0. como deveria de ser. Averígua-se também alta intensidade dos picos secundários.0118 0.0057 13.68 12.53 0.0027 -0.29 0.0056 0.0700 . 0.0000 -0.1000 0.0500 0.3500 0.42 0.0031 0.0164 0.0100 0.0020 0.26 -0.0115 0.2000 0. observa-se que os picos são bem espaçados e estreitos.00 -0.0053 0.19 0.0044 -0.0125 0.2000 0.65 11.0039 0.0044 0.5 12.0090 0.32 -0.0500 0.0100 0.81 11.0139 0.0137 0.4 11.42 -0.0050 -0.0435 0. Com esta tabela construiu-se o gráfico 6 abaixo.3000 0.19 -0.37 0.0009 -0.0200 0.3 11. Gráfico 6: Intensidade versus Ângulo.0.54 0.0029 -0.57 11.

00893 131 0.0339 -0.63 -1.45 8.0267 -0.0356 -0.Enfim.58 -4.00625 140 0.05) cm do anteparo cujos dados encontram-se na Tabela 7. Distância d (cm) -5.85 -1.00543 142 0.00699 136 0.93 9.00410 230 0.36 14.12500 40 0.77 6.00556 167 0.00725 127 0.08 -1.00775 119 0.0613 -0.0231 -0.54 7. Tabela 7: Varredura do espectro de rede de difração de 100 linhas/mm.0181 -0.01818 18 0.64 -4.0205 -0.15 11.71 -4.21 -2.31 -4.0542 -0.33 -1.21 -5.00735 138 0.37 -5.0559 -0.51 -4.05 -3.0578 -0.88 -4.15 -4.67 8.00 ± 0.0618 -0.82 Resistência do sensor Intensidade I Rs (kΩ) (1/kΩ) 180 0.6 13.0515 -0.00412 212 0.18 10.00787 115 0.53 14.0367 -0.46 -5.64 -5.57 -5.02500 63 0.0221 -0.05556 8 0.0596 -0.01587 112 0.94 -4.00763 141 0.75 -4.00840 97 0.0438 -0.17 9.85 14 14.34 13.83 -2.0548 -0.58 10.00704 129 0.0314 -0.25 7.0391 -0.60 -5.00709 147 0.00599 160 0.01031 55 0.00465 201 0.45 9.00556 184 0.00498 184 0.98 7.40 -2.38 7.43 11.98 11.66 -2.00714 143 0.52 -5.6 12.00541 240 0.95 13.0606 -0.9 6.0523 -0.71 -1.19 13.83 12.03 8.00704 .00680 185 0.03 -4.13 8.00417 243 0.99 -1.0158 -0.05 -2.0416 -0.0449 -0.43 -1.75 -3.86 8.1 7.00685 156 0.00543 180 0.00472 236 0.0130 Resistência R (Ω) 6.30 -3.83 10.14 12.0493 -0.44 -4.0527 -0.0148 -0.94 -3.81 8.64 9.00435 215 0.0461 -0.0509 -0.0588 -0.30 -5.0621 -0.00641 142 0.85 6.21 -3.38 8.0626 -0.0478 -0.00870 110 0.57 8.17 Ângulo ϴ (°) -0.00909 146 0.0190 -0. fez-se a varredura do espectro de uma rede de difração de 100 linhas/mm situada a (90.0245 -0.0295 -0.00424 244 0.52 -3.0500 -0.

00893 0.75 16.35 18.89 16 16.13 0.00535 0.00575 0.07692 0.0057 -0.01053 0.10 -0.0088 0.00513 0.00645 0.26 16.83 3.74 2.0011 -0.81 20.99 1.94 18.68 0.0119 0.04762 0.00893 0.52 -0.93 17.37 -0.56 2.00613 0.00 3.0012 -0.00775 0.85 -0.00943 0.25000 0.11 -0.0015 -0.06 0.0041 -0.00498 0.21 20.0035 0.84 0.00787 0.73 16.03 22.0219 0.0110 0.02703 0.17 17.00719 0.5 16.30 2.00694 0.01961 0.0115 -0.46 0.75 17.00654 0.64 20.0179 0.0113 0.18 15.86 18.00 0.0196 0.26 2.0007 0.06 2.01087 0.0076 0.68 16.83 16.56 0.00704 0.01 21.0024 0.16 18.0094 -0.0255 0.77 15.0355 15.6 19.0072 -0.72 18.0252 0.01786 0.69 127 144 112 106 56 51 42 37 30 7 4 3 2.48 1.00719 0.0006 0.91 21.00714 0.14 -0.-1.14706 0.12 19.64 -0.87 22.02381 0.0284 0.61 1.0064 -0.00990 0.21 2.22 1.00543 0.70 1.0165 0.11 20.00654 0.0051 0.0135 0.0147 0.45455 0.0000 0.0305 0.03333 0.4 15.10000 0.01124 0.00654 0.33 22.97 -0.07 0.02 1.77 1.0333 0.49 17.93 1.0229 0.20 -0.00667 0.32 17.15 2.14286 0.83 20 20.0189 0.77 18.0015 0.00699 0.07 15.8 10 13 21 89 92 95 101 112 129 153 142 150 159 187 188 201 174 190 153 195 164 153 184 163 155 143 139 140 139 137 0.22 0.4 20.82 1.00629 0.0214 0.05 17.0239 0.44 18.31 0.0027 -0.0314 0.98 19.25000 0.58 -0.14 1.00532 0.00610 0.0126 0.97 2.48 20.00526 0.00730 .33333 0.2 4 6.07 1.32 19.07 21.0062 0.0245 0.79 0.0202 0.03 -0.54 21.24 -0.33 1.0108 -0.0093 0.

00725 0.0728 0.42 27.75 24.00685 0.0585 0.0646 0.00680 0.85 27 27.86 5.0637 0.47 5.67 0.01351 0.00725 0.70 3.74 5.3.03333 0.60 4.1 26.00602 0.22 25.24 28.75 28.02 5.01667 0.0581 0.01449 0.0740 23 23.35 28.0374 0.84 28.21 4.27 5.95 138 147 149 138 157 166 184 146 143 100 82 73 89 69 60 41 35 32 30 29 51 56 74 78 143 173 205 189 201 250 0.01282 0.15 5.11 27.00578 0.00637 0.41 6.36 26.0557 0.68 25.02439 0. Pode-se construir então o gráfico 7 abaixo.0539 0.01124 0.0571 0.03125 0.01000 0.01786 0.94 4.34 6.70 4.51 5. .0672 0.63 27. os cálculos para a obtenção desta tabela são semelhantes aos anteriores.0627 0.48 28.6 23.28 27.64 26.04 6.0650 0.00529 0.39 5.82 27.39 25.0420 0.00699 0.37 3.00699 0.0411 0.0620 0.28 6.0607 0.06 6.09 5.0671 0.01961 0.94 6.52 25.02857 0.82 5.01220 0.00671 0.00488 0.56 6.0598 0.59 5.0659 0.0521 0.78 26.43 26.0711 0.0703 0.86 5.0511 0.0468 0.2 26.79 3.0565 0.49 27.0393 0.03 24.0438 0.54 3.03448 0.00400 Novamente.0611 0.00543 0.0696 0.65 5.3 23.97 26.00498 0.23 5.01370 0.

02 0. há lacunas entre os picos o que indicam fortes pontos luminosos e em seguida baixas intensidades de luz. Notou-se que para fenda simples.1 0. Conclusão: Enfim.03° em 0. Com os dados recolhidos construíram-se gráficos.04 -0.05 0 -0.15 0.02 0 0.06 -0.Gráfico 7: Intensidade versus Ângulo. que nesse caso é a metade do 1 valor anterior: 100 mm.5 0. mais o máximos secundários tendem a ficar de mesma intensidade do máximo central.3 0.04 0. um para cada obstáculo analisando-os qualitativamente. O espaçamento entre as linhas é perceptivel a partir do momento que nota-se que no gráfico 6 a periodicidade entre os picos ocorrem de 0.08 Ângulo (°) Analisando o gráfico 7. 0. quanto mais linhas possuir então haverá uma maior distância entre seus máximos que serão também mais intensos e estreitos. o seno de Θ deve ser o dobro para um mesmo feixe de luz.35 0.06° em 0.4 0.08 -0. 0. quanto menor for a distância entre elas.25 0. os máximos secundários tendem a desaparecer. Já para redes de difração. o que é evidenciado ao comparar os gráficos.06°.06 0. duas fendas duplas com aberturas diferentes e redes de difração.2 0. quanto maior for sua abertura. pode-se realizar as coletas de dados dos espectros gerados por difração e interferência da luz incidindo em uma fenda simples. Assim.45 Intensidade (1/kΩ) 0. com os equipamentos e sistema devidamente montados. percebe-se que como o gráfico 6 .03°(50linhas\mm) e o gráfico 7 a periodicidade é de 0.1 . Em fendas duplas. E isso é o que se esperava pois: 𝜃 = sin−1 𝑚𝜆 𝑑 O valor do seno de 𝜃 é inversamente proporcional a ‘d’.

“Fundamentos da Física”. [2] – Apostila Física Experimental D. J. LTC Editora. que diz (e pode ser provado experimentalmente) que um ponto brilhante é produzido exatamente ao centro da sombra quando ondas de luz ao passarem pela borda de uma esfera espalham-se para a região de sua sombra...Portanto. (2) Analise as diferenças entre o regime de difração de Fraunhofer e de Fresnel. O “ponto brilhante de Fresnel” é um desdobramento dessa teoria. Além disso. A difração de Fraunhofer é observada quando o anteparo está distante do ponto de difração. Vale ressaltar que o ambiente influenciou nos resultados já que a luz do próprio atrapalhava nas medições dos multímetros. a difração de raios-X é uma poderosa ferramenta para o estudo de microestruturas. A difração é muito utilizada para o estudo da natureza de defeitos pontuais e em materiais na escala nanométrica. D. A difração de Fresnel é verificada quando o anteparo está muito próximo das fendas ou redes de difração. pode-se notar pelos resultados uma aproximação do que era previsto pela teoria. Bibliografia: [1] . Os cálculos de modelagem matemática para a difração de Fresnel são muito complicados e envolvem entre outros métodos as transformações de Fourier. RESNICK. WALKER. fenômenos de fratura e plasticidade em materiais cristalinos. Vol. a difração de Fraunhofer é mais fácil . averiguando assim a utilidade de determinado material e permitindo que se aprimorem suas características.HALLIDAY. Ela não tem semelhanças com a forma do obstáculo e o único efeito causado pela alteração da distância entre o anteparo e o ponto difrator é a ampliação ou redução do que é projetado. DF/Ufscar. R. 4. 6ª edição. Relativamente. Outra aplicação da difração é a determinação do comprimento de ondas fontes diversas a partir de redes de difração. A forma projeção sobre este anteparo é facilmente alterada pela distância entre este e os elementos difratores e tem fortes vínculos com a forma do obstáculo. Questões: (1) Discuta as principais aplicações do fenômeno de difração e também as situações em que esse efeito não é benéfico.

Ao posicionar dois dedos. São necessárias fendas milimétricas para que possamos observar no dia-dia a difração da luz. realizado com luz apagada. contra a luz. A variação das medidas de resistência do foto-sensor apresentou grande flutuação. impossibilitando sua correta observação.de modelar a proceder com cálculos por isso utilizou-se o modelo de Fraunhofer nesta experiência. Se a luz não fosse coerente. a luz que presenciamos todos os dias não está sob a forma de feixe e qualquer difração que ocorra é ‘tampada’ pelo excesso de luz abundante à sua volta. Isso exemplifica o porquê da análise qualitativa dessa prática. é possível observar-se franjas de interferência. teríamos variações periódicas nessas franjas. (5) Discuta (exemplifique e justifique) os principais fatores nesta prática que determinam diferenças sistemáticas nos resultados obtidos em relação aos esperados. Mesmo assim. pois podemos observar com bastante uniformidade as franjas de interferência. para experimentos de interferência. (4) Por que a difração da luz não é um efeito comum do dia-a-dia? Como observado no decorrer do experimento. O mesmo experimento. mesmo plano de vibração e mesma fase. basicamente: monocromática com ondas de mesmo comprimento. proporcionaria dados completamente diferentes. características do fenômeno da difração. com experimentos práticos é possível observar a difração. permitindo-lhes uma ínfima separação. (3) O que é luz coerente? Luz coerente é aquela em que a diferença de fase das ondas que a compõe permanece constante em todos os pontos do espaço com o decorrer do tempo. provocada por reflexões em superfícies diversas. Um exemplo de luz coerente é a luz produzida nos lasers. maiores os efeitos da difração. . A luz coerente é propícia então. quanto menor a fenda. Além disso. Isso foi devido à abundância de luz que chega ao sensor a todo o momento dentro do laboratório.